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1. Princípios fundamentais Verificando o aprendizado Questão 1 (Cespe/Cebraspe - 2022 - PC-PB - Delegado de polícia civil) No processo penal brasileiro, a revisão pro societate A permite que o réu seja indiciado e processado mais de uma vez pelo mesmo fato. B não é admitida, mesmo que o réu tenha sido absolvido injustamente por decisão já transitada em julgado. C é admitida quando a sentença absolutória for proferida por juízo incompetente. D não admite o reexame de sentença que extingue a punibilidade com base em falsa certidão de óbito do réu. E é assegurada devido à possibilidade do Poder Judiciário de rever os próprios atos de ofício quando eivados de nulidade. Parabéns! A alternativa B está correta. Questão 2 (FAPEC - 2021 - PC-MS - Delegado de polícia) Em relação aos princípios do direito processual penal abordados pela jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, marque a alternativa correta. A Viola as garantias do juiz natural, da ampla defesa e do devido processo legal a atração por continência ou conexão do processo do corréu ao foro por prerrogativa de função de um dos denunciados. B No processo penal, a falta da defesa constitui nulidade absoluta, mas a sua deficiência só o anulará se houver prova de prejuízo para o réu. C A renúncia do réu ao direito de apelação, manifestada sem a assistência do defensor, impede o conhecimento da apelação por este interposta. D No mandado de segurança impetrado pelo Ministério Público contra decisão proferida em processo penal, é dispensável a citação do réu como litisconsorte passivo. E Constitui nulidade a falta de intimação do denunciado para oferecer contrarrazões ao recurso interposto da rejeição da denúncia, salvo se houver nomeação de defensor dativo. Parabéns! A alternativa B está correta. Responder No processo penal, a revisão criminal somente pode ser oferecida em favor do réu (pro reo), em proteção ao seu estado de liberdade, atendendo ao favor rei e à verdade real, não sendo possível, portanto, o manejo dessa ação pro societate. Responder Segundo a Súmula nº 523 do STF, no processo penal, a falta da defesa constitui nulidade absoluta, mas a sua deficiência só o anulará se houver prova de prejuízo para o réu.