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SP 1.2
Angina
NCS7
Gabriella Faria
ÍNDICE
Gabriella Faria
Visão Geral
Diagnóstico
Tratamento
Semiologia da Dor Torácica
Diagnósticos Diferenciais
Inervação Cardíaca
Vascularização Cardíaca
Aterosclerose, Angina e Infarto
Exames de Imagem
Marcadores Cardíacos
TUTORIA
5
7
9
10
11
12
14
LAB/MORFO
TBL
REFERÊNCIAS
1 1
3
4
2
3
4 16
Definição Geral
Estratificação de Risco
Classificação
Angina é o termo usado para
se definir o desconforto no
peito atribuível à isquemia
miocárdica.
Nesse quadro, o miocárdio
recebe aporte insuficiente de
sangue para seu
funcionamento adequado,
provocando essa dor que
frequentemente é
confundida com infarto.
ANGINA
1
FATORES:
Desconforto ou dor retroesternal
Dor quando exercício ou estresse
Dor aliviada com repouso ou nitrato
Dor Torácica Isquêmica
Angina típica = angina estável
Todos os 3 fatores acima
Angina atípica
Apenas 2 fatores
Não isquêmica
Apenas 1 OU nenhum fator acima
Angina de Prinzmetal 
Também conhecida como Angina de repouso, ocorre
quando há oclusão das coronárias sem a presença de
trombos, e sim por VASOCONSTRIÇÃO.
Essa vasoconstrição pode ser causada, por exemplo. por
quadros psicológicos, uso de medicamentos e uso de
cocaína
Tratamento -> vasodilatadores
Dor Torácica
Sintomas Associados
Características do Quadro
Manifestação clássica!
Dor torácica
Pressão ou peso (sensação de elefante sentado no peito)a.
Sensação de aperto, espremedura, constrição no centro
ou à esquerda do peito
b.
Precipitada pelo esforço e aliviada pelo repousoc.
Dispnéia
Arrotos
Náuseas
Indigestão
Tontura
Fraqueza
Palidez
ANGINA
2
Início e término graduais
Localização geralmente difusa
Irradia para ombros, braços, pescoço, mandíbula, região
epigástrica e raramente para as costas
A dor não é afetada pela dinâmica ventilatória e nem pela posição
Pode começar/piorar com atividades que aumentam a demanda
de oxigênio do miocárdio
Mais comum de manhã devido ao aumento do tônus simpático
Duração de dois a cinco minutos
Aliviada pelo repouso e mudança de posição
Diagnósticos Diferenciais
Descompasso entre oferta e demanda - Isquemia do miocárdio
Demanda de oxigênio do miocárdio:
A demanda de oxigênio do miocárdio é determinada por
quatro fatores principais:
Frequência cardíaca: Quanto maior a frequência
cardíaca, maior a demanda de oxigênio.
Pressão arterial sistólica: Reflete a carga imposta ao
coração durante a contração, conhecida como pós-
carga.
Tensão ou estresse na parede miocárdica: Determinado
pelo volume diastólico final do ventrículo e a massa
muscular miocárdica.
Contractilidade miocárdica: A força de contração do
músculo cardíaco.
Suprimento de oxigênio do miocárdio:
O suprimento de oxigênio é afetado por diversos fatores,
incluindo:
Capacidade de transporte de oxigênio do sangue:
Afetada pela tensão de oxigênio e concentração de
hemoglobina.
Descarregamento de oxigênio da hemoglobina para os
tecidos: Relacionado aos níveis de 2,3 difosfoglicerato.
Fluxo sanguíneo nas artérias coronárias: Influenciado
pelo diâmetro e tônus das artérias coronárias, bem
como pela pressão de perfusão.
Colateralização: A capacidade do coração de desenvolver
vias alternativas de suprimento sanguíneo em resposta à
obstrução parcial das artérias coronárias principais.
Fisiopatologia
Exame Físico
ECG
Teste de Esforço
Exames de Imagem
Marcadores Cardíacos
Exame físico
Sinais vitais:
Aumento da frequência cardíaca.
Elevação da pressão arterial.
Palpação precordial:
Pulsos anormais.
Tato anormal no peito anterior esquerdo.
Ausculta cardíaca:
Novos sons cardíacos.
Novos sopros cardíacos.
Eletrocardiograma (ECG) -> Para pacientes em quem a história
e o exame físico levantam a possibilidade de isquemia
miocárdica como causa de desconforto no peito, um
eletrocardiograma (ECG) deve ser obtido. 
Um ECG obtido quando o desconforto no peito está
presente frequentemente mostrará depressão do ponto J e
do segmento ST, o que indica isquemia subendocárdica. 
Quando o paciente está assintomático, o ECG pode ser
completamente normal.
ANGINA - DIAGNÓSTICO
3
Radiografia de tórax -> é frequentemente solicitada, mas não é
provável que confirme ou refute o diagnóstico de isquemia
miocárdica. 
Geralmente, a radiografia é realizada para investigar
outras causas de dor torácica.
Ecocardiograma -> pode auxiliar no diagnóstico da angina. 
Se houver disfunção regional da parede, isso pode
indicar isquemia e angina como diagnóstico. 
Por outro lado, se houver disfunção global do ventrículo
esquerdo, miocardite (geralmente não associada à doença
arterial coronariana aterosclerótica [DAC]) ou DAC grave de
três vasos podem ser a causa dos sintomas. 
Outros achados ecocardiográficos pertinentes para causas
não ateroscleróticas de isquemia e angina são hipertrofia
ventricular esquerda, miocardiopatia hipertrófica e doença
valvular (por exemplo, estenose aórtica ou mitral).
São frequentemente obtidos em pacientes com angina. 
Eles são improváveis de estar elevados em pacientes com
episódios de angina intermitente e relativamente breve. 
No entanto, eles podem ser úteis quando o episódio anginoso é
mais prolongado e para entender melhor o prognóstico.
Os marcadores ajudam muito a diferenciar Angina Instável de
IAM SEM Supra, pois conseguem determinar se há necrose
miocárdica.
Teste de esforço (Teste ergométrico) -> fazer na Angina ESTÁVEL!!!
 (também chamado teste de tolerância a exercício) 
Baseia-se no princípio de que, se as artérias coronarianas
estiverem apenas parcialmente bloqueadas, o coração pode
ter um fornecimento de sangue adequado quando a pessoa
estiver em repouso, mas não quando o coração estiver
trabalhando arduamente. 
Para o teste de esforço, o coração da pessoa é submetido a um
grande esforço através de exercícios (por exemplo, andar em
uma esteira ou em bicicleta ergométrica). 
As pessoas que não podem fazer esses exercícios podem receber
medicamentos estimulantes que fazem o coração bater mais
rápido. 
Durante o teste de esforço, a pessoa é monitorada por ECG para
identificação de anormalidades que sugiram isquemia.
mplo, estenose aórtica ou mitral).
Terapia Antianginosa
Prevenção da Dor
Manejo Agudo
Nitratos de ação curta -> Os nitratos, geralmente na
forma de preparação sublingual, são a terapia de
primeira linha para o tratamento de sintomas
anginosos agudos.
Redução de fatores exacerbantes -> O tratamento de
quaisquer condições médicas subjacentes que possam
agravar a isquemia miocárdica, como hipertensão, febre,
taquiarritmias, tireotoxicose, anemia ou policitemia,
hipoxemia ou doença valvar cardíaca, deve ser realizado.
Terapia antiplaquetária -> Na ausência de uma
contraindicação, todos os pacientes devem ser
tratados com aspirina.
Terapia de redução de lipídios — Todos os pacientes
com SCA devem ser tratados com doses baseadas em
evidências de uma estatina de alta intensidade,
independentemente do colesterol de lipoproteína de
baixa densidade (LDL) basal.
Inibidores da ECA ou BRA em pacientes selecionados —
Os inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA)
e os bloqueadores do receptor da angiotensina (BRA) têm
benefícios conhecidos para um subconjunto de pacientes
com SCA.
Inibidores do cotransportador de sódio-glicose 2 — Certos
inibidores do cotransportador de sódio-glicose 2 reduzem
os desfechos cardiovasculares em pacientes com
insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida,
insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada
(com ou sem diabetes mellitus) e diabetes mellitus tipo 2 e
doença cardiovascular existente.
Agonistas do receptor do peptídeo 1 semelhante ao
glucagon em pacientes selecionados com obesidade —
Certos agonistas do receptor do peptídeo 1 semelhante ao
glucagon reduzem os desfechos cardiovasculares em
indivíduos com obesidade, tanto com quanto sem
diabetes mellitus tipo 2.
Outra redução de fatores de risco -> A redução
agressiva de fatores de risco deve ser um componente
central do manejo de pacientes com angina estável.
Prevenindo Progressão
ANGINA - TRATAMENTO4
Existem três classes de medicamentos anti-isquêmicos
comumente usados no manejo da angina pectoris: 
beta-bloqueadores
bloqueadores dos canais de cálcio 
nitratos. 
A ranolazina é uma adição mais recente. Frequentemente,
uma combinação desses agentes é usada para controlar os
sintomas. Esses agentes também são usados para pacientes
que têm sintomas equivalentes à angina, como dispneia ao
esforço.
Monoterapia inicial com beta-bloqueador -> terapia de
primeira linha para reduzir os episódios anginosos e
melhorar a tolerância ao exercício, especialmente em
indivíduos com outras indicações para terapia com beta-
bloqueador (por exemplo, infarto agudo do miocárdio
recente, insuficiência cardíaca com fração de ejeção
reduzida). O uso desses agentes em pacientes com SCA é
discutido em detalhes em outro lugar.
Monoterapia alternativa -> Em pacientes que não toleram
um beta-bloqueador, terapias iniciais alternativas incluem
bloqueadores dos canais de cálcio ou nitratos de ação
prolongada.
Bloqueadores dos canais de cálcio -> Os
bloqueadores dos canais de cálcio podem ser usados
como monoterapia como alternativa aos beta-
bloqueadores ou em terapia combinada.
Nitratos de ação prolongada-> Os nitratos de ação
prolongada podem ser usados como monoterapia
como alternativa aos beta-bloqueadores ou em
terapia combinada.
Terapia combinada para sintomas persistentes — A
terapia combinada é comumente usada no tratamento da
SCA para pacientes que continuam com sintomas na
monoterapia. Em geral, qualquer combinação de beta-
bloqueador, bloqueador de canal de cálcio e nitrato de
ação prolongada pode ser apropriada.
Inervação Simpática e Parassimpática
5
Parassimpática 
-> Controla a frequência cardíaca, pois inerva o nó.
CRONOTOPRISMO -
INOTROPISMO -
Utiliza acetilcolina, funcionando como um “freio para
o coração”. 
Fibras pré-ganglionares do nervo vago
Sinapses com gânglios intramurais
parassimpáticos, de onde partem fibras pró-
ganglionares
Faz vasoconstrição central
Simpática 
-> Controla a força da contração dos ventrículos. (
CRONOTROPISMO +
INOTROPISMO +
Neurônios pré-ganglionares simpáticos
T1
T2
T3
T4
as vezes, T5 e T6
Fazem sinapse nos gânglios paravertebrais,
dando origem a fibras pós ganglionares que se
unem, formando o plexo cardíaco simpático.
Faz vasodilatação central
RECEPTOR B-2
Cronotropismo + Inotropismo = Receptor B-1
INERVAÇÃO CARDÍACA
Plexo Nervoso Cardíaco (Fora do Coração)
INERVAÇÃO CARDÍACA
6
Emaranhado de ramos nervosos simpáticos e parasimpáticos cardiopulmonares e esplâncnicos.
Complexo Estimulante Cardíaco (Dentro do Coração)
Artérias
VASCULARIZAÇÃO CARDÍACA
7
Importante: 
A artéria dominante é a que emite a artéria interventricular posterior, existem
variações anatômicas
O esqueleto fibroso cardíaco é isolante elétrico
Veias
8
VASCULARIZAÇÃO CARDÍACA
Aterosclerose Coronariana
Infarto
Angina e Aterosclerose
Placas Estáveis
Muito conteúdo fibroso
Crescem muito e criam obstruções -> Estenose crítica
Placas Instáveis
Muito conteúdo lipídico
Placa fibrosa fina
Mais suscetível a rupturas, podendo causar trombose,
embolias e podem enfraquecer a parede causando
aneurismas.
1
ATEROSCLEROSE, ANGINA E INFARTO
9
Angina Estável
Ocorre por aumento da demanda em um vaso estenosada
Pode ser aliviada por:
Repouso
Vasodilatadores, como Nitrato
Angina Instável
Ruptura de placa com trombose e vasoconstrição
Transitória
Podem ocorrer microinfartos
Perda de pequenas áreas do miocárdio
Decorre de alterações agudas com obstrução vascular
Isso leva à isquemia e à morte celular
Usualmente trombótico
Troponina NÃO é marcador específico de doença isquêmica!
Fazer
CATE
Trombolítico
Angioplastia
IAM com supra
de ST
Angio-TC e Cateterismo Cardíaco
Angio TC e Cateterismo
Métodos anatômicos para avaliar as artérias coronárias
Utilização de contraste iodado IV
Detecção de DAC e de obstruções coronárias
Angio-TC de coronárias
Método não invasivo, em contínuo crescimento
Tem amplo respaldo na literatura
É possível visualizar a extensão da DAC
Quanto maior a carga das doenças ateromatosas nas coronárias, maior o risco de
isquemia
Cateterismo (CATE)
Também conhecido como Cinecoronariografia ou Angiografia Coronária ou Estudo
Hemodinâmico
Exame invasivo que pode ser realizado de forma eletiva, para confirmar a presença de
obstruções das artérias coronárias ou avaliar o funcionamento das valvas e do músculo
cardíaco - especialmente quando está sendo programada uma intervenção ou em
situações de emergência
Realizado por meio da inserção de cateteres nos vasos sanguíneos das pernas ou dos
braços que são guiados até o coração por um equipamento especial de raios-X. 
Sítio de punção mais usado: artéria radial
Método diagnóstico e terapêutico
Padrão ouro!
Detecta a gravidade das lesões coronarianas
CATE esquerdo (principal) /direito (avaliação de hipertensão arterial pulmonar, por exemplo)
Também pode usar outras ferramentas de estudo, como IVUS (ultrassom coronariano),
OCT (Tomografia óptica) e FFR (avaliação de reserva de fluxo fracionado)
Deve ser indicado adequadamente, pois tem até 2% de risco de complicações graves
Pode causar complicações como IAM, AVC, Arritmias, sangramentos, reações ao
contraste
Artérias Coronárias 
EXAMES DE IMAGEM
10
Onde se origina a artéria do nó AV
Cruz cordis
Creatinoquinase (CK)Troponina
Mioglobina
1
MARCADORES CARDÍACOS
11
Troponina NÃO é marcador específico de doença isquêmica!
Os marcadores ajudam muito a diferenciar Angina Instável de
IAM SEM Supra, pois conseguem determinar se há necrose
miocárdica.
Troponina:
Proteína muscular que regula a contração muscular.
Biomarcadores para infarto agudo do miocárdio (IAM):
TnT e TnI.
Liberação na circulação após lesão do cardiomiócito.
Utilidade diagnóstica limitada para lesões recorrentes.
Sensibilidade e especificidade variam ao longo do tempo.
Recomendação: dosagem no momento da apresentação e
entre 6-9 horas após a lesão.
Atualmente, para diagnóstico de IAM, a Sociedade Brasileira de Cardiologia sugere a utilização das troponinas T e I e da CK-MB
massa como marcadores de lesão miocárdica. 
 Se os ensaios de troponina não estiverem disponíveis, a melhor alternativa é a CK-MB massa, não sendo recomendado o CK total. Na
ausência desses ensaios, opta-se por quaisquer outros testes disponíveis, sendo fundamentais o reconhecimento de sua limitação
diagnóstica e a incapacidade de atender às reais necessidades de cada paciente.
A troponina (I ou T) é o marcador preferido para a lesão do miocárdio, possuindo especificidade quase absoluta e alta
sensibilidade. 
A combinação de TnT com o copeptin ou concentrações normais de mioglobina (nas primeiras horas) possuem alta acurácia na exclusão
de IAM. 
O diagnóstico precoce de IAM vale-se dos ensaios de alta sensibilidade de troponina ou do H-FABP e mioglobina, quando associados a
outros parâmetros. São necessários novos estudos em condições diversas, a fim de ampliar e confirmar os valores prognósticos dos
biomarcadores de IAM para estabelecerem-se critérios para a terapêutica com mais precisão.
Creatinoquinase (CK):
Enzima reguladora do fosfato de alta energia.
CK-MB: específica para lesões cardíacas.
Sensibilidade aumenta após 12 horas do início dos
sintomas.
Uso serial recomendado a cada 3-4 horas.
Importante para diagnóstico de reinfarto e avaliação pós-
intervenção coronariana.
Mioglobina:
Proteína citoplasmática presente em músculos esqueléticos
e cardíacos.
Elevação precoce após isquemia, máximo em 6-9 horas e
normalização em 12-24 horas.
Baixa especificidade, útil para excluir IAM nas primeiras
horas após desconforto no peito.
Em cada fonte o quadro aparece de um
jeito diferente, favor não confiar 100%
neste aqui.
Dor Referida Cardíaca
12
Estímulos nocivos originados no coração são percebidos como dor originada em
uma parte superficial do corpo (pele do membro superior esquerdo). 
Ela é transmitida por fibras aferentes viscerais que acompanham fibras simpáticas
e que têm seus corpos celulares no mesmo gângliosensitivo espinal e processos
centrais que entrem na medula espinal através das mesmas raízes posteriores.
Dor Anginosa
Avaliação de Dor Torácica
Dor associada à angina. 
Descrita usualmente como uma sensação de dor ou desconforto no centro do
peito, bem como queimação e aperto. 
Pode se espalhar para os braços, mandíbula e ombros (principalmente do lado
esquerdo).
A dor anginosa costuma surgir durante esforço acometido por atividades físicas,
porém aliviada com repouso.
ANGINA E INFARTO:
tórax superior
retroesternal irradiando para
pescoço e mandíbula
retroesternal irradiando para
ombro esquerdo
epigástrica
epigástrica irradiando para
pescoço, mandíbula e braços
pescoço e mandíbula 
ombro esquerdo e ambos os
braços
interescapular
SEMIOLOGIA DA DOR TORÁCICA
Investigação Exame Físico
Classificação
A primeira coisa a se classificar é saber se trata-se de uma dor
cardíaca ou não.
Cardíaca -> Isquêmica ou não isquêmica?
Não Cardíaca -> Gastroesofageana e Não-Gastroesofageana?
FATORES:
Desconforto ou dor retroesternal
Dor quando exercício ou estresse
Dor aliviada com repouso ou nitrato
Dor Torácica Isquêmica
Angina estável
Dor TÍPICA -> preenche todos os 3 fatores acima
Angina instável
Dor ATÍPICA -> Apenas 2 fatores
Não isquêmica
Apenas 1 OU nenhum fator acima
A Angina se classifica como Instável e Estável, e a dor da angina
pode ser Típica e Atípica.
Estável -> causa uma dor geralmente típica
Instável -> causa uma dor geralmente atípica
Localização
Anatomia da dor
A dor irradia? (A dor se propaga ao longo da raiz nervosa.)
A dor se refere para outra região?
Qualidade
Pressão
Aperto
Queimação
Constrição
Pontadas
Fincadas
Aguda
Rasgante
Lancinante
Opressiva
Anginosa
Espasmo
Ardência
Pleurítica
Intensidade
Início (quando começou)
Duração
Minutos, horas, dias
Intermitente
Contínua
Prolongada
Aguda
Fatores de alivio 
Repouso
Medicamentos
Posturas e posições
Exercícios
Fatores de agravo
Toque
Estresse
Respiração (dinâmica ventilatória)
Refeições
Posturas e posições
Movimento
Repouso
Esforço
Frio
Picos de pressão alta
Sintomas associados
Sudorese
Síncope
Hemoptise
Lesões cutâneas
Alterações sensoriais
Dispneia
Achados ao exame físico
Bulhas patológicas
Sopros
Palidez
Atrito Pericárdico
Alterações de ritmo cardíaco
Alterações de pulso e de PA
Cianose
Dor à palpação
Alteração de FR e de padrão respiratório
Fáscies
113
SEMIOLOGIA DA DOR TORÁCICA
1
14
DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS
IAM PericarditeANGINA
Localização
Retroesternal
Referida
Qualidade
Pressão
Peso
Aperto
Queimação
Constrição
Duração
2 a 10 min (ou mais)
Fatores precipitantes
Esforço
Estresse/emoção
Frio
Fatores de alívio
Repouso
Nitrato
Exame físico
Presença de B4
Sopro sistólico
Localização
Retroesternal
Referida
Qualidade
Pressão
Peso
Aperto
Queimação
Constrição
Duração
Mais de 20 a 30 min
Súbita
Fatores precipitantes
Esforço
Repouso
Frio
Fatores de alívio
Não alivia
Exame físico
Dispneia, sudorese, palidez
Presença de B4
Sopro Sistólico
Localização
Esternal
Ápice
Pescoço
Ombro esquerdo
Qualidade
Aguda
Fincada
Pontada
Facada
Duração
Horas ou dias
A dor vai e volta
Fatores precipitantes
Respiração profunda
Rotação do tórax
Posição supina
Fatores de alívio
Sentado
Tórax para frente - “prece para
maomé”
Exame físico
Atrito pericárdico
Isquêmica
Pericárdica
Esofágica
Dissecção de aorta
Lesões no mediastino
TEP
Isquêmica
Pericardite
Pleurite
Cervicobraquialgia
Dor Muscular
Abscesso subdiafragmático
Isquêmica
Dor cervicodorsal
Parede Torácica
Neuralgia Intercostal
TEP
Miosites
Pneumonia
Infarto esplênico
Absesso subdiafragmático
Lombalgia
Cólica Biliar
Distensão hepática
Absesso subdiafragmático
Pneumonia
Gastreoduodenal
TEP
Miosite Aguda
Isquêmica
Musculoesquelética
Pancreática
Cólica Biliar
Isquêmica
Pericárdica
Esofágica
Gastroduodenal
Pancreática
Cólica Biliar
DIstensão Hepática
Pneumonia
TEP EsofágicaDissecção Aórtica
Herpes ZósterPsicogênica
1
15
Localização
Tórax anterior
Dorso
Qualidade
Intensa
Lancinante
Rasgante
Fincada
Duração
Súbita
Sem alívio
Prolongada
Fatores precipitantes
HAS
Síndrome de Marfan
Fatores de alívio
Sem alívio
Exame físico
Pulso assimétrico
Dif. de PA entre os membros
Déficits neurológicos
SD FAo
Localização
Subesternal
Sobre a área do infarto pulmonar
Qualidade
Pleurítica (inferior)
Anginosa
Opressiva
Duração
Súbita
Minutos a horas
Fatores precipitantes
Respiração
FR (para TEV)
Fatores de alívio
Repouso
Exame físico
Taquidispneia
Taquicardia
Cianose
Hemoptise
Hipotensão
ICD
Localização
Retroesternal
Epigástrica
Qualidade
Queimação
Espasmo
Duração
30 min a 1h
Fatores precipitantes
Refeições (pós-prandial)
Deitado
Fatores de alívio
Antiácidos
Inibid. da bomba de prótons
Exame físico
Dor à palpação epigástrica
Localização
Ápice cardíaco
Qualidade
Aperto
Pontadas
Duração
Horas
Fatores precipitantes
Ansiedade
Emoções
Fatores de alívio
Analgésicos
Ansiolíticos
Exercícios
Exame físico
Hiperventilação
Depressão
Ansiedade
Jovens e mulheres (+ comum)
Localização
Dermátomo
Qualidade
Queimação
Ardor
Duração
Contínua
Fatores precipitantes
Sensibilidade ao toque
Fatores de alívio
Analgésicos
Corticóides
Anti-inflamatórios
Exame físico
Vesículas da herpes zóster
DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS
Livros
Imagens e infos de anato: MOORE, KL et al. Anatomia orientada para clínica, 2022.
Semiologia Médica – Celmo Celeno Porto – 7ª Edição. 2013. Editora Guanabara Koogan. 
Artigos
https://www.rmmg.org/artigo/detalhes/608
BösnerS,BeckerA,HaasenritterJ, et al.Chestpainin primary care: epidemiology and pre-work-up
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Sites
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nk=2
https://linhasdecuidado.saude.gov.br/portal/dor-toracica/definicao/
Este material foi feito com muito carinho e esforço, peço que
tenha o bom senso de não compartilhar! Agradeço.
Obrigada por me ajudar
comprando os meus resumos! 
Ass.: Gaby
REFERÊNCIAS
16
https://www.cardiopapers.com.br/iam-com-supra-de-st-x-iam-sem-supra-de-st-qual-o-tipo-mais-grave/
https://www.cardiopapers.com.br/iam-com-supra-de-st-x-iam-sem-supra-de-st-qual-o-tipo-mais-grave/
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https://www.uptodate.com/contents/approach-to-the-patient-with-suspected-angina-pectoris?search=angina&source=search_result&selectedTitle=1%7E150&usage_type=default&display_rank=1#H624925904
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https://linhasdecuidado.saude.gov.br/portal/dor-toracica/definicao/

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