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DOENÇAS DIARREICAS 
AGUDAS (DDA)
Módulo de Acolhimento e Avaliação
Projeto Mais Médicos para o Brasil
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
• Conhecer os conceitos e classificações das doenças diarreicas agudas 
(DDA)
• Apresentar a epidemiologia, quadro clínico e transmissão
• Saber identificar e classificar a desidratação
• Decidir o plano de tratamento e o uso racional de antibioticoterapia
• Apresentar e discutir o manejo de outras medicações
• Discutir a prevenção
• Identificar e tratar as principais etiologias
Definição:
Ocorrência de três ou mais 
evacuações amolecidas ou líquidas 
nas últimas 24 horas. A diminuição 
da consistência habitual das fezes é 
um dos parâmetros mais 
considerados.
Classificação da diarreia segundo a duração dos sintomas
Síndromes
• Diarreia Aquosa Aguda: agente infeccioso que não invade tecido.
Não há sangue ou pus na fezes. Pode desidratar, se não houver
reposição (E. Coli, rotavirus);
• Disenteria aguda: sangue nas fezes, podendo ter muco ou pus.
Invasão da mucosa. Febre, mas menor perda de agua. Shiguela,
Giardia, Entamoeba;
• Diarreia Persistente: > 14 dias (exceto dç celíaca). Dano à mucosa
que prejudica absorção. 20% das diarreias.
(DUNCAN et al., 2022)
Epidemiologia 
• Segundo a OMS, são a segunda principal causa de morte em
crianças com idade < 5 anos, em países em desenvolvimento,
embora sejam evitáveis e tratáveis;
• São as principais causas de morbimortalidade infantil (<1 ano) e
constituem um dos mais graves problemas de saúde pública global,
com aprox. 1,7 bilhão de casos e 525 mil óbitos na infância (< 5
anos) por ano;
• No Brasil, de 2007 a 2018, a DDA vem mantendo uma incidência anual
de cerca de 300 mil casos em crianças < 1 ano e aprox. 950 mil casos
em crianças de 1 a 4 anos, segundo dados do SINAN.
• A DDA é considerada uma doença preocupante nos povos indígenas,
pois apesar de ser tratável correspondem a uma das principais doenças
infecciosas que os atingem, em muitos casos evoluindo ao óbito,
principalmente, de crianças menores de 5 anos.
Epidemiologia 
Manifestações clínicas 
• No mínimo 3 episódios de fezes líquidas ou amolecidas em 24 horas;
• Podem estar associados:
• Cólicas e/ou dores abdominais;
• Febre;
• Sangue e/ou muco nas fezes;
• Náuseas;
• Vômitos.
Transmissão
• Pelas vias oral ou fecal-oral
• Indireta: consumo de água ou alimentos contaminados e contato
com objetos contaminados como utensílios de cozinha, acessórios de
banheiros, equipamentos hospitalares;
• Direta: pelo contato com outras pessoas, por meio de mãos
contaminadas e contato de pessoas com animais.
Abordagem e Manejo
• Pergunta sobre pessoas próximas com mesmo sintoma é rápido e
eficaz;
• Avaliar gravidade, risco de complicações e desidratação;
• Número de evacuações, características das fezes, febre, náuseas e
vômitos;
• Comparar peso com a última medida (Caderneta da Criança);
• Sinal da dobra cutânea!
• Estado mental, olhos fundos, mucosa oral seca.
(DUNCAN et al., 2022)
• Coproculturas ficam reservadas para os casos de diarreia persistente. De uma
forma geral, exames laboratoriais não são necessários...
• A investigação laboratorial é reservada para as crianças com desidratação grave e
que necessitem de hidratação venosa;
• Crianças estáveis hemodinamicamente podem ser tratadas seguramente com a
Terapia de Reidratação Oral (TRO);
• Estratégia de hidratação indicada pelo Ministério da saúde (Atenção Integral às
Doenças Prevalentes da Infância – AIDPI)
(DUNCAN et al., 2022)
Abordagem e Manejo
Abordagem e manejo
• História clínica - tem alto valor discriminatório e permite em pouco tempo o
diagnóstico diferencial sindrômico e de outras doenças com manifestações
similares.
• Questionar sobre contatos que também tenham a doença/sintomas.
• Avaliar a gravidade dos sintomas e o risco de complicações, devemos definir o grau
de desidratação e depois definir um plano terapêutico.
• Usar a estratégia de Atenção Integrada as Doenças Prevalentes na Infância ( AIDPI)
• Número de evacuações, características das fezes, presença de febre e relato de
náuseas e/ou vômitos.
• Maioria dos casos é autolimitada; sem complicações.
• Testes diagnósticos são indicados somente em casos selecionados.
• coprocultura e parasitológico de fezes, não devem ser realizadas de rotina.
• A investigação laboratorial é reservada para as crianças com desidratação 
grave e que necessitem de hidratação venosa;
• Exame físico: avaliar a existência de comorbidades e a presença e o grau de
desidratação;
• Desidratação – sinal de gravidade.
Abordagem e manejo
Principais sinais para avaliação do grau de 
desidratação
O exame físico é importante para avaliar a presença de desidratação e tratamento adequado
Melhor 
indicador de 
desidratação
Abordagem e manejo
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/cartazes/manejo_paciente_diarreia_cartaz.pdf
Para visualizar, 
abra o arquivo em 
PDF.
Plano de tratamento
Após avaliação clínica, estabelece-se o plano de tratamento
Hidratação oral
• Líquidos devem ser administrados com frequência, em pequenos goles;
• Se vomitar, aguardar 10 minutos e continuar, porém mais lentamente;
• Vômitos costumam cessar após 2 a 3 horas do início da reidratação.
Como preparar o 
soro de 
reidratação oral
Se o paciente apresentar sangue nas fezes 
(disenteria)
- Reidratar o paciente de acordo com os planos A, B ou C;
- Iniciar antibioticoterapia – considerando possível infecção por Shigella.
- Orientar o paciente ou acompanhante administração de líquidos e alimentação
habitual, caso o tratamento seja realizado no domicílio.
- Reavaliar o paciente após 2 dias.
- Se mantiver presença de sangue nas fezes ou melena após 48 horas do início
do tratamento ou condições gerais comprometidas, encaminhar para
internação hospitalar.
Início da diarreia
Encaminhar o paciente para a unidade hospitalar se:
• Se mais que 14 dias de evolução;
• Menor que seis meses de idade;
• Apresentar sinais de desidratação.
Neste caso, reidrate-o primeiro e em seguida encaminhe-o a unidade hospitalar.
Consulta médica para investigação e tratamento na APS:
• Ausência de sinais de desidratação;
• Maior de seis meses de idade.
Avaliar desnutrição grave
Se a criança estiver com desnutrição grave – DAG
• No primeiro atendimento em qualquer Unidade de Saúde, devendo-se iniciar
hidratação e antibioticoterapia de forma imediata, até que chegue ao hospital.
• Hidratação IV deve ser evitada em crianças com DAG, sendo indicado hidratação
oral com ReSoMal.
Verificar a temperatura
Se o paciente estiver, além da diarreia, com a temperatura de 39°C ou
mais:
• investigar e tratar outras possíveis causas, por exemplo, pneumonia,
otite, amigdalite, faringite, infecção urinária.
Antibioticoterapia (OMS)
• Diarreia com sangue e/ou muco, sendo Shigella e a Salmonella os principais
agentes etiológicos responsáveis pelo quadro;
• Septicemia;
• Suspeita de infecção por V. cholarea com desidratação grave associada;
• Quadro de giardíase ou amebíase com diagnóstico confirmado por exame
laboratorial.
”O uso de antibióticos não é indicado na maioria dos casos"
Tratamento de crianças:
• Ciprofloxacino: 15 mg/kg, de 12/12 h, por 3 dias (primeira escolha)
• Azitromicina 40mg/mL, 10mg/kg/dia, no 1º dia e 5mg/kg/dia, por mais 4 dias
Tratamento de adultos:
• Ciprofloxacino: 500 mg de 12/12h, via oral, por 3 dias.
Tratamento de DDA com sangue nas fezes 
Uso de medicamentos
Antiparasitários - devem ser usados somente para:
Amebíase, quando o tratamento de disenteria por Shigella sp fracassar, ou em casos
em que se identificam nas fezes trofozoítos de Entamoeba histolytica englobando
hemácias.
• Tratar com Metronidazol
• Crianças: 10 mg/kg, de 8/8 h, por 5 dias
• Adultos: 750 mg, de 8/8 h, por 5 dias
Obs.: Tratar por 10 dias se o quadro clínico for grave.
Uso de medicamentos
Antiparasitários - devem ser usados somente para:
Giardíase quando a diarreia durar 14 dias ou mais, se identificarem cistosou
trofozoítos nas fezes ou no aspirado intestinal.
• Tratar com Metronidazol
• Crianças: 5 mg/kg, de 8/8 h, por 5 dias
• Adultos: 250 mg, de 8/8 h, por 5 dias
Uso de medicamentos
Reposição de Zinco (micronutriente)
De acordo com a OMS deve ser usado em menores de cinco anos, durante 10 a 14
dias, sendo iniciado a partir do momento da caracterização da diarreia;
• Até seis meses de idade: 10mg/dia;
• Maiores de seis meses de idade: 20mg/dia.
''Em crianças com idade < 6 meses, o zinco não é efetivo, independentemente do estado 
nutricional”
“O objetivo do uso de zinco é reduzir a ocorrência de novos episódios de diarreia aguda 
nos 3 meses subsequentes”
Duncan, 2022
Uso de medicamentos
Probióticos:
São microrganismos vivos capazes de colonizar o trato digestivo e
exercer efeitos benéficos no hospedeiro;
São eficazes na redução da duração e da intensidade dos sintomas da
DDA;
Se disponível, pode ser considerado como tratamento complementar:
• Saccharomyces boulardii – 250 a 750mg/dia, 5 a 7 dias.
• Lactobacillus GG >1010 UFC/dia, 5 a 7 dias.
Uso de medicamentos
Antieméticos:
No geral estão contraindicados
Quando indicado, usar em crianças > 4 anos com diarreia e vômitos:
• Ondansetrona – VO ou IV, uma dose única inicial para garantir
reidratação oral. 0,2mg/kg/dose até 3x ao dia ou 2mg em crianças de 6
meses a 2 anos e 4mg em crianças > 2 anos.
• Metoclopramida – eficaz, porém com efeitos colaterais significativos –
não recomendada.
Uso de medicamentos
Antidiarreicos: 
• Racecadotrila – reduz secreção intestinal de água e eletrólitos. Pode ser usado, 
porém sem evidência sólida de eficácia.
• Medicamentos de ação intestinal antimotora, como loperamida, são 
contraindicados em DDA em crianças.
• As crianças devem continuar a ser alimentadas com uma dieta apropriada para a
idade, desde que tolerada;
• Lactentes < 6 meses devem ser mantidos em amamentação;
• Não é necessário diluir fórmulas lácteas ou oferecer dieta livre de lactose, a não ser
em casos de intolerância ou alergia ;
• Recomendam-se mamadas mais frequentes;
• Bebidas tais como refrigerantes, sucos de fruta industrializados e líquidos altamente
açucarados devem ser evitadas durante o episódio.
Manejo nutricional
Orientar sobre sinais de complicações
e desidratação e em quais situações
deve-se procurar atendimento em
unidade de urgência.
Orientações gerais sobre sinais de alarme
Prevenção
• Lavagem frequente das mãos com sabão e água limpa, principalmente antes de preparar
e ingerir alimentos, após ir ao banheiro, após trocar fraldas, após contato com animais;
• Recomenda-se desinfecção de superfícies contaminadas com cloro alvejante de uso
doméstico ou outros produtos de limpeza, e lavagem de roupa suja e roupa de cama;
• Proteger alimentos e áreas de cozinha contra insetos e outros animais;
• Evitar alimentos ou fontes de água que possam ser as possíveis fontes de contaminação.
• Não utilizar água de riachos, rios, cacimbas ou poços contaminados para banhar-se ou
beber;
• Evitar o consumo de alimentos crus ou mal cozidos;
• Guardar a água tratada em vasilhas limpas, com “boca” estreita e com tampa;
• Ensacar e manter a tampa do lixo sempre fechada;
• Usar o vaso sanitário. Se não for possível, enterrar as fezes longe de cursos de água;
• Evitar o desmame precoce;
• Vacina rotavírus.
Prevenção
Tratar a água para consumo: filtrar, ferver ou colocar 2 gotas de solução de
hipoclorito de sódio a 2,5% para cada litro de água, guardar por 30 minutos
antes de usar;
Prevenção
Fonte: BRASIL. MS. Secretaria de Vigilância em 
Saúde. Cuidados com água para consumo 
humano. 2011
Principais etiologias - DDA
• As infecções virais, principalmente por rotavírus, são responsáveis por 75
a 90% dos casos.
• As infecções bacterianas são a causa de 10 a 20% dos casos, com destaque
para as infecções secundárias à Escherichia coli (diarreia do viajante).
• Por sua vez, as infecções parasitárias causam menos de 5% dos quadros
diarreicos.
Principais etiologias 
ROTAVÍRUS
• Gastroenterite aguda varia de quadro leve até casos graves e óbito;
• Período de incubação: usualmente < 48h;
• Todas as idades são suscetíveis, porém a infecção é mais frequente 
em < 5 anos (6-24 meses);
• Diarreia líquida, vômitos, febre e dor abdominal;
• Hidratação + suplementação de zinco;
A vacina rotavirus está no calendário vacinal, aos 2 e 4 meses.
FEBRE TIFÓIDE
• Infecção pelo Salmonella Typhi, ingestão de alimentos ou água contaminados,
associado a locais com precárias condições de higiene e falta de saneamento
básico;
• Febre alta prolongada, fadiga, cefaleia, tosse seca, náuseas, perda de apetite,
dor abdominal, constipação ou diarreia, dissociação pulso-temperatura e
hepatoesplenomegalia;
• Período de incubação 7-21 d:
1ª semana: sintomas inespecíficos que vão progredindo para febre alta, calafrios e
prostração
2ª semana: astenia intensa ou torpor + dor abdominal/hepatoesplenomegalia +
diarreia/constipação
Complicações: sangramento GI, perfuração intestinal e encefalite.
FEBRE TIFÓIDE
• Hemocultura (1ª semana) ou coprocultura (2ª semana, 1/3 dos casos);
• Tratamento:
Cloranfenicol 50mg/kg/dia 6/6h (dose máx. 3g/dia crianças e 4g/dia 
adultos) VO 15-21d;
Ampicilina 1 – 1,5g VO 6/6h 14d;
Amoxicilina 1g VO 8/8h 14d;
Outras opções terapêuticas: ciprofloxacino ou ofloxacino ou ceftriaxona.
GEO-HELMINTÍASE
• Infecções causadas por parasitos que se desenvolvem no trato intestinal humano e 
completam seu ciclo evolutivo no solo;
• Precárias condições socioeconômicas, falta de acesso à água potável e saneamento 
inadequado;
• Ascaris lumbricoides, Trichuris trichiura e os ancilostomídeos (Ancylostoma
duodenale e Necator americanos);
• Ingestão de ovos embrionados presentes em alimentos crus mal lavados ou pela 
ingestão de água contaminada (áscais e Trichuris) e penetração ativa das larvas 
infectantes (ancilostomídeos) na pele íntegra do hospedeiro;
GEO-HELMINTÍASE
• Assintomáticos → febre, sudorese, fraqueza, palidez, náuseas → tosse, febre e 
eosinofilia (Loefler) → dor abdominal/cólica, perda de apetite, diarreia, dores 
musculares e anemia
• Complicações: redução da capacidade de aprendizado, deficiências nutricionais, 
obstrução intestinal/vias biliares/canal pancreático/apêndice cecal;
• EPF (coproscopia)
• Tratamento: Albendazol, nitaxozanida, mebendazol, outros.
DIARREIA & HIV
• Distúrbios gastrointestinais são comuns em pacientes com HIV;
• Diarreia, doenças esofágicas; colangiopatia, doenças anorretais, síndrome
consumptiva;
• Infecções oportunistas, medicamentos, malignidade, enteropatia HIV e 
outros (DII ou SII);
• Aumento risco de infecções: CD4 < 100-200 e < 50;
• Terapia antiretroviral – prevenção e tratamento de infecções oportunistas;
• Reidratação + tratamento específico contra o patógeno;
• Terapia adjuntiva: octreotide, opioides, dieta sem lactose, loperamida.
CÓLERA
• Doença infecciosa intestinal aguda causada pela enterotoxina do Vibrio
cholerae;
• Maioria dos casos (75%) assintomáticos; dos sintomáticos, a maioria sintomas
leves ou moderados, 10-20% destes casos graves: diarreia incoercível e
vômito (1-2l/hora) levando a rápida desidratação → choque, necrose tubular
aguda, atonia intestinal, hipocalemia e hipoglicemia
• A partir de 2006, não houve casos autóctones de cólera no Brasil, tendo sido
notificados apenas 3 casos importados.
• Tratamento:
Adultos: Doxiciclina 300mg (dose única)
Crianças: Eritromicina 12,5mg/kg (6 em 6 horas por 3 dias)
Importante
► Classificar a diarreia, identificar sinais e sintomas que indicam gravidade, como
sangue ou muco nas fezes.
► Avaliar adequadamente o estado de hidratação, os sinais de alerta vermelho para
desidratação.
► Propor plano de hidratação mais adequado para o grau de desidratação.
► Iniciar imediatamente o tratamento para desidratação (Plano A, B, C).
► Uso adequado de antibióticos.
NOTIFICAÇÃO
Os surtos de DDA, também chamados de surtos de Doenças de TransmissãoHídricas e Alimentares (DTHA), devem ser notificados imediatamente
Referências bibliográficas
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manejo do paciente com diarréia (cartaz). 2021. Disponível em:
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/cartazes/manejo_paciente_diarreia_cartaz.pdf.
BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Articulação Estratégica em Vigilância em Saúde. Guia de vigilância em 
saúde. 5 ed rev e atual – Brasília: Ministério da Saúde, 2022.
DYNAMED. Gastrointestinal Disorders in Patients With HIV. Updated 28 Dec 2022. Disponível em https://www.dynamed.com/condition/gastrointestinal-disorders-in-
patients-with-hiv#GUID-599094C9-CE0A-4AA0-8740-62DA6B17FDDF
SADOVSKY, Ana Daniela Izoton. Diarreia aguda: diagnóstico e tratamento. Sociedade Brasileira de Pediatria- Departamento Científico de Gastroenterologia, n. 1, 
2017.
DE MELO OLIVEIRA, T. K. et al. Desafios e potencialidades envolvidos na prevenção de doenças diarreicas junto à população indígena em Roraima. Revista 
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https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/download/9539/5737/#:~:text=Nesse%20contexto%2C%20destaca%2Dse%20a,e%20ZATTI%20CA%2C%202018).
DUNCAN, B. B. et al. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas em evidências. Porto Alegre: Artmed, 2022. 2424p.
GUSSO, G., LOPES, J. M. C. Tratado de Medicina de Família e Comunidade: 2 Volumes: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: Artmed, 2018.
MORAIS, M. B. et al. Diarreia aguda: diagnóstico e tratamento. Sociedade Brasileira de Pediatria–Departamento Científico de Gastroenterologia, n. 1, p. 1-15, 2017. 
Disponível em: https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/2017/03/Guia-Pratico-Diarreia-Aguda.pdf
PINTO, M. V.; ZATTI, C. A. Adoecimento Indígena: Aspectos referentes à morbimortalidade indígena. Rev.Brazilian J. of Surgery and Clinical Research, v. 24, n. 02, 
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SITUAÇÃO Epidemiológica. Ministério da Saúde, [s.d]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/c/colera/situacao-epidemiologica
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/cartazes/manejo_paciente_diarreia_cartaz.pdf
https://www.dynamed.com/condition/gastrointestinal-disorders-in-patients-with-hiv#GUID-599094C9-CE0A-4AA0-8740-62DA6B17FDDF
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https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/2017/03/Guia-Pratico-Diarreia-Aguda.pdf
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/c/colera/situacao-epidemiologica
OBRIGADO(A)!
	Slide 1: DOENÇAS DIARREICAS AGUDAS (DDA)
	Slide 2: OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
	Slide 3: Definição:
	Slide 4: Classificação da diarreia segundo a duração dos sintomas
	Slide 5: Síndromes
	Slide 6: Epidemiologia 
	Slide 7: Epidemiologia 
	Slide 8: Manifestações clínicas 
	Slide 9: Transmissão
	Slide 10: Abordagem e Manejo
	Slide 11: Abordagem e Manejo
	Slide 12: Abordagem e manejo
	Slide 13: Abordagem e manejo
	Slide 14: Principais sinais para avaliação do grau de desidratação
	Slide 15: Abordagem e manejo
	Slide 16
	Slide 17: Plano de tratamento
	Slide 18
	Slide 19: Hidratação oral
	Slide 20: Como preparar o soro de reidratação oral
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23: Se o paciente apresentar sangue nas fezes (disenteria)
	Slide 24: Início da diarreia
	Slide 25: Avaliar desnutrição grave
	Slide 26: Verificar a temperatura
	Slide 27: Antibioticoterapia (OMS)
	Slide 28: Tratamento de DDA com sangue nas fezes 
	Slide 29: Uso de medicamentos
	Slide 30: Uso de medicamentos
	Slide 31: Uso de medicamentos
	Slide 32: Uso de medicamentos
	Slide 33: Uso de medicamentos
	Slide 34: Uso de medicamentos
	Slide 35: Manejo nutricional
	Slide 36: Orientações gerais sobre sinais de alarme
	Slide 37: Prevenção
	Slide 38: Prevenção
	Slide 39: Prevenção
	Slide 40: Principais etiologias - DDA
	Slide 41: Principais etiologias 
	Slide 42: ROTAVÍRUS
	Slide 43
	Slide 44: FEBRE TIFÓIDE
	Slide 45: FEBRE TIFÓIDE
	Slide 46: GEO-HELMINTÍASE
	Slide 47: GEO-HELMINTÍASE
	Slide 48: DIARREIA & HIV
	Slide 49: CÓLERA
	Slide 50: Importante
	Slide 51: NOTIFICAÇÃO
	Slide 52: Referências bibliográficas
	Slide 53: OBRIGADO(A)!
	Slide 54

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