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1 Condutos forçados: Condutos equivalentes Disciplina: Hidráulica Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Centro de Tecnologia (CT) Departamento de Engenharia Civil e Ambiental (DECA) Profa. Albanise Barbosa Marinho Novembro, 2025 Disciplina: Hidráulica Assunto: Condutos Forçados Condutos equivalentes • Diz-se que um sistema de tubulações é equivalente a outro sistema ou a uma tubulação simples quando ele é capaz de conduzir a mesma vazão para uma mesma perda de carga total (com a mesma energia). • 𝑄1 = 𝑄2 • ℎ𝑓1 = ℎ𝑓2 • A adoção do conceito de equivalência torna-se vantajosa, uma vez que se pode substituir um sistema complexo de tubulações por outro mais simples ou mesmo por um único conduto. 2 Condutos equivalentes • Em muitas situações práticas é conveniente a utilização de condutos equivalentes, como é o caso de substituir um conduto de diâmetro único por um equivalente de dois ou mais diâmetros diferentes, de forma a atender as limitações de perda de carga ou a disponibilidade de diâmetros comerciais. 3 Têm-se dois casos de condutos equivalentes: 1º: um conduto equivalente a outro 2º: um conduto equivalente a diversos Vantagem: substituir um sistema complexo por um mais simples ou por um único. Casos de condutos equivalentes 1) Conduto (tubulação) equivalente a outro: Sejam dois condutos de comprimentos, diâmetros e rugosidades diferentes. Para que haja equivalência entre ambos, é necessário que: H1= H2 e Q1= Q2 . Considerando-se duas tubulações D1 L1 K1 D2 L2 K2 4 H1= H2 e Q1= Q2 . Pela equação de perda de carga unitária (Equação universal) em termos da vazão temos: 𝐽 = 𝐾𝑄2 𝐷5 Sendo K uma constante (K = 0,0827 f). 𝐽 = 0,0827 𝑓𝑄2 𝐷5 A perda de carga total será: ℎ𝑓 = 𝐽 ∗ 𝐿 = 𝐾𝑄2 𝐷5 𝐿 Para a 1a tubulação: ℎ𝑓1 = 𝐾1𝑄 2 𝐷1 5 𝐿1 E para 2a segunda: ℎ𝑓2 = 𝐾2𝑄 2 𝐷2 5 𝐿2 Perda de carga em condutos equivalentes 5 Igualando-se essas duas expressões para assegurar a equivalência das tubulações 1 e 2, obtém-se: 𝐾1𝑄 2 𝐷1 5 𝐿1 = 𝐾2𝑄 2 𝐷2 5 𝐿2 𝐿2 = 𝐿1 𝐾1 𝐾2 𝐷2 𝐷1 5 • Caso os coeficientes de rugosidade possam ser admitidos como iguais, e os diâmetros e comprimentos diferentes, tem-se: 𝐿2 = 𝐿1 𝐷2 𝐷1 5 6 ℎ𝑓1 = ℎ𝑓2 Entretanto, essa equação só é resolvível por tentativas. • Caso os diâmetros sejam iguais e os coeficientes de rugosidades e comprimentos sejam diferentes, tem-se 𝐿2 = 𝐿1 𝑓2 𝑓1 • Se for adotada a fórmula de Hazen-Williams, a perda de carga resultará na seguinte relação (algebricamente resolvível): 𝐿2 = 𝐿1 𝐶2 𝐶1 1,852 𝐷2 𝐷1 4,871 • Caso os coeficientes de rugosidade possam ser admitidos como iguais, toma a forma: 𝐿2 = 𝐿1 𝐷2 𝐷1 4,871 7 hf = 10,643 Q C 1,852 L D4,871 Da condição de equivalência Q1= Q2 10,643 𝑄1 𝐶1 1,852 𝐿1 𝐷1 4,871 = 10,643 𝑄2 𝐶2 1,852 𝐿2 𝐷2 4,871 ℎ𝑓1 = ℎ𝑓2 2) Conduto equivalente a um sistema • A tipologia de um sistema de tubulações pode pertencer a três formas principais: tubulações simples, tubulações compostas e redes de tubulações. 8 2) Conduto equivalente a um sistema 9 Rede de tubulação Fonte: CAESB Fonte: Tsutiya (2004). 10 Fonte: https://www.eosconsultores.com.br/ • Configuração das redes de distribuição de água ➢ As redes têm diferentes configurações devido à disposição das tubulações principais e ao sentido de escoamento nas tubulações secundárias e, desta forma, podem ser classificadas como ramificadas, malhadas ou mistas. Condutos equivalentes ▪ Se um sistema de tubulações é dimensionado de forma que o fluxo seja contínuo, sem ramificações, este sistema está funcionando em série. ▪ Caso o fluxo principal ramifique para dois ou mais ramais, o sistema é denominado de paralelo. 11 Fonte: Silva e Ribeiro (2018) a) Sistema de tubulações em série • Tubulações em série é a terminologia usada para indicar uma sequência de tubos de diferentes diâmetros acoplados entre si. - A vazão conduzida pela tubulação é a mesma em todos os seus trechos diferentes. - As perdas de carga em cada trecho de tubo são diferentes, mas a perda de carga total é igual à soma das perdas de carga de cada trecho ou tubo. 𝐿 = 𝐿1 + 𝐿2 ℎ𝑓 = ℎ𝑓1 + ℎ𝑓2 𝑄 = 𝑄1 = 𝑄2 12 a) Sistema de tubulações em série • A perda de carga no conduto equivalente pode ser calculada utilizando a equação do tipo: 13 ℎ𝑓 = 𝑐 𝐿 𝐷𝑛 𝑉𝑚 Desse modo: 𝑐𝐿 𝑉𝑚 𝐷𝑛 = 𝑐𝐿1 𝑉1 𝑚 𝐷1 𝑛 + 𝑐𝐿2 𝑉2 𝑚 𝐷2 𝑛 Em que - c é um coeficiente que leva em consideração a influência do fluido e das condições do conduto na perda de carga; - D e V são, na ordem, o diâmetro e a velocidade média de escoamento do fluido no conduto equivalente. a) Sistema de tubulações em série 14 𝑐𝐿 𝑉𝑚 𝐷𝑛 = 𝑐𝐿1 𝑉1 𝑚 𝐷1 𝑛 + 𝑐𝐿2 𝑉2 𝑚 𝐷2 𝑛 Substituindo 𝑉𝑖 = 4𝑄 𝜋𝐷2 em que i=1; 2, na expressão anterior: 𝑐𝐿 4𝑄 𝜋𝐷2 𝑚 1 𝐷𝑛 = 𝑐𝐿1 4𝑄1 𝜋𝐷1 2 𝑚 1 𝐷1 𝑛 +𝑐𝐿2 4𝑄2 𝜋𝐷2 2 𝑚 1 𝐷2 𝑛 Cancelando os termos comuns constantes da expressão anterior, obtém-se a seguinte expressão: 𝐿 1 𝐷2 𝑚 1 𝐷𝑛 = 𝐿1 1 𝐷1 2 𝑚 1 𝐷1 𝑛 +𝐿2 1 𝐷2 2 𝑚 1 𝐷2 𝑛 𝑄 = 𝑄1 = 𝑄2 a) Sistema de tubulações em série 15 Rearranjando-se a expressão anterior, obtém-se: 𝐿 1 𝐷2 𝑚 1 𝐷𝑛 = 𝐿1 1 𝐷1 2 𝑚 1 𝐷1 𝑛 +𝐿2 1 𝐷2 2 𝑚 1 𝐷2 𝑛 𝐿 𝐷2𝑚+𝑛 = 𝐿1 𝐷1 2𝑚+𝑛 + 𝐿2 𝐷2 2𝑚+𝑛 • Em que m e n são, respectivamente, o expoente do termo velocidade e do diâmetro na fórmula utilizada para o cálculo da perda de carga no conduto. 16 Fórmula m n 2m+n Universal 2 1 5 Hazen-Williams 1,852 1,167 4,871 Flamant 1,75 2,25 4,75 • Valores m e n a partir da fórmula utilizada para o cálculo da perda de carga no conduto. 𝐿 𝐷2𝑚+𝑛 = 𝐿1 𝐷1 2𝑚+𝑛 + 𝐿2 𝐷2 2𝑚+𝑛 𝐿 𝐷4,871 = 𝐿1 𝐷1 4,871 + 𝐿2 𝐷2 4,871 Darcy-Weisbach 𝐿 𝐷5 = 𝐿1 𝐷1 5 + 𝐿2 𝐷2 5 Hazen–Williams a) Sistema de tubulações em série 𝐿 = 𝐿1 + 𝐿2 + 𝐿3 ℎ𝑓 = ℎ𝑓1 + ℎ𝑓2 + ℎ𝑓3 𝑄 = 𝑄1 = 𝑄2 = 𝑄3 17 Empregando-se a fórmula universal: 𝐽 = 𝐾𝑄2 𝐷5 As perdas de carga resultantes no 1º trecho: ℎ𝑓1 = 𝐽1 𝐿1 = 𝐾1𝑄 2 𝐷1 5 𝐿1 no 2º trecho: ℎ𝑓2 = 𝐽2 𝐿2 = 𝐾2𝑄 2 𝐷2 5 𝐿2 Sendo a perda de carga total: ℎ𝑓 = ℎ𝑓1 + ℎ𝑓2 = 𝐾1𝑄 2 𝐷1 5 𝐿1 + 𝐾2𝑄 2 𝐷2 5 𝐿2 + 𝐾3𝑄 2 𝐷3 5 𝐿3 Para que um conduto seja equivalente, tem-se: ℎ𝑓 = 𝐾𝑒𝑄 2 𝐷𝑒 5 𝐿 18 E no 3º trecho: ℎ𝑓3 = 𝐽3 𝐿3 = 𝐾3𝑄 2 𝐷3 5 𝐿3 Igualando as perdas de carga e como as vazões são iguais (condição de equivalência), tem-se: 𝐿𝐾𝑒 𝐷𝑒 5 = 𝐿1𝐾1 𝐷1 5 + 𝐿2𝐾2 𝐷2 5 + 𝐾3 𝐷3 5 𝐿3 Generalizando-se, encontra-se, para condutos em série, 𝐿𝐾𝑒 𝐷𝑒 5 = 𝐿1𝐾1 𝐷1 5 + 𝐿2𝐾2 𝐷2 5 + 𝐿3𝐾3 𝐷3 5 +⋯ Chamada regra de Dupuit. Ou aplicando a fórmula de Hazen-Williams 𝐿 𝐷𝑒 4,871𝐶𝑒 1,852 = 𝐿1 𝐷1 4,87𝐶1 1,852 + 𝐿2 𝐷2 4,871𝐶2 1,852 + 𝐿3 𝐷3 4,871𝐶3 1,852 +⋯ ℎ𝑓 = 𝐾𝑒𝑄 2 𝐷𝑒 5 𝐿 𝐾𝑒𝑄 2 𝐷𝑒 5 L = 𝐾1𝑄 2 𝐷1 5 𝐿1 + 𝐾2𝑄 2 𝐷2 5 𝐿2 + 𝐾3𝑄 2 𝐷3 5 𝐿3 Sendo K uma constante (K = 0,0827 f). 19 Exemplo 1 (Manual de Hidráulica): Uma canalização está constituída por três trechos em série, com as características indicadas na Tabela abaixo: Trecho Diâmetro (mm) Comprimento (m) Coef. Rugosidade de Hazen-Williams 1 100 200 110 2 150 700 120 3 200 100 100 Pergunta-se: 1) Qual o diâmetro de uma tubulação de diâmetro único que substitui o sistema em série descrito, segundo a mesma diretriz (mesmo comprimento)? 2) Trabalhando com diâmetros comerciais, qual o sistema equivalente de dois tubos, mais econômico possível? 20 Exemplo 2: Dimensionar uma adutora de ferro fundido nova para atender as especificações de projeto abaixo citadas. No dimensionamento da adutora deverá ser utilizada a fórmula de Hazen-Williams, adotando-se nos cálculos C=130. - Vazão = 25 L s-1 = 0,025 m3 s-1 - Comprimento da adutora = 1.000 m - Perda de carga (hf) permitida na adutora = 25 mca 21 b) Sistema de tubulaçõesem paralelo • Duas ou mais tubulações são ditas em paralelo quando unem dois pontos conhecidos. Vazão - Diâmetro - Comprimento - Coeficiente de rugosidade Observe-se que a diferença de pressão entre as extremidades é igual para todos os tubos de um sistema em paralelo. Assim, as perdas de carga em cada tubo são idênticas e iguais a hf e a soma das vazões de cada tubo é igual à vazão total afluente. 22 ℎ𝑓 = ℎ𝑓1 = ℎ𝑓2 = ℎ𝑓3 𝑄 = 𝑄1 + 𝑄2 + 𝑄3 b) Sistema de tubulações em paralelo 23 ℎ𝑓 = ℎ𝑓1 = ℎ𝑓2 = ℎ𝑓3 𝑄 = 𝑄1 + 𝑄2 + 𝑄3 A vazão da extremidade inicial divide-se nos diversos condutos em paralelo de modo na extremidade final a vazão volta ao seu valor inicial. 24 No conduto paralelo equivalente da figura, tem-se que: ℎ𝑓 = 𝐾 ∗ 𝐿𝑖 𝑉𝑖 𝑚 𝐷𝑖 𝑛 Como 𝑉𝑖 = 1,273 𝑄𝑖 𝐷𝑖 2 , e fazendo-se a substituição na expressão anterior, tem-se ℎ𝑓 = 𝐾 ∗ 𝐿𝑖 Τ1,273𝑄 𝐷𝑖 2 𝑚 𝐷𝑖 𝑛 Desenvolvendo-se a expressão anterior, tem-se que: ℎ𝑓 = 𝐾 1,273𝑚 𝐿𝑖 ∗ 𝑄𝑖 𝑚 𝐷𝑖 2𝑚+𝑛 𝐽 = 0,0827 𝑓𝑄2 𝐷5 K 𝐽 = K 𝑄2 𝐷5 ℎ𝑓 = 𝐽 ∗ 𝐿 = 𝐾𝑄2 𝐷5 𝐿 25 Fazendo-se 𝐶 = 𝐾 ∗ 1,273𝑚, a expressão anterior pode ser escrita como: ℎ𝑓 = 𝐾 1,273𝑚 𝐿𝑖 ∗ 𝑄𝑖 𝑚 𝐷𝑖 2𝑚+𝑛 ℎ𝑓 = 𝐶 ∗ 𝐿𝑖 ∗ 𝑄𝑖 𝑚 𝐷𝑖 2𝑚+𝑛 Pelo isolamento do termo da Q, na expressão acima, obtém-se 𝑄𝑖 = ℎ𝑓𝑖 ∗ 𝐷𝑖 2𝑚+𝑛 𝐶 ∗ 𝐿𝑖 Τ1 𝑚 Visto que 𝑄 = 𝑄1 + 𝑄2 + 𝑄3 , por substituição das respectivas fórmulas de Q para i = 1, i = 2, e i = 3, obtém-se a expressão: 26 𝑄𝑖 = ℎ𝑓𝑖𝐷𝑖 2𝑚+𝑛 𝐶𝐿𝑖 Τ1 𝑚 ℎ𝑓 ∗ 𝐷2𝑚+𝑛 𝐶𝐿 Τ1 𝑚 = ℎ𝑓1𝐷1 2𝑚+𝑛 𝐶𝐿1 Τ1 𝑚 + ℎ𝑓2𝐷2 2𝑚+𝑛 𝐶𝐿2 Τ1 𝑚 + ℎ𝑓3𝐷3 2𝑚+𝑛 𝐶𝐿3 Τ1 𝑚 Eliminando-se os termos comuns (C, ℎ𝑓 = ℎ𝑓1 = ℎ𝑓2 = ℎ𝑓3) e generalizando para i = 1, 2,3, ... j, a expressão anterior pode ser escrita como: 𝐷2𝑚+𝑛 𝐿 Τ1 𝑚 = 𝐷1 2𝑚+𝑛 𝐿1 Τ1 𝑚 + 𝐷2 2𝑚+𝑛 𝐿2 Τ1 𝑚 + 𝐷3 2𝑚+𝑛 𝐿3 Τ1 𝑚 +⋯+ 𝐷𝑗 2𝑚+𝑛 𝐿𝑗 Τ1 𝑚 27 Caso se tenha 𝐿 = 𝐿1 = 𝐿2 = ⋯ = 𝐿𝑗 a equação anterior passa a ter o seguinte formato: 𝐷2𝑚+𝑛 𝐿 Τ1 𝑚 = 𝐷1 2𝑚+𝑛 𝐿1 Τ1 𝑚 + 𝐷2 2𝑚+𝑛 𝐿2 Τ1 𝑚 + 𝐷3 2𝑚+𝑛 𝐿3 Τ1 𝑚 +⋯+ 𝐷𝑗 2𝑚+𝑛 𝐿𝑗 Τ1 𝑚 𝐷2𝑚+𝑛 Τ1 𝑚 = 𝐷1 2𝑚+𝑛 Τ1 𝑚 + 𝐷2 2𝑚+𝑛 Τ1 𝑚 + 𝐷3 2𝑚+𝑛 Τ1 𝑚 +⋯+ 𝐷𝑗 2𝑚+𝑛 Τ1 𝑚 Em que m e n são, respectivamente, o expoente do termo velocidade e do diâmetro na formula utilizada para o cálculo da perda de carga no conduto. • No caso da fórmula de Hazen–Williams, tem-se m = 1,852 e n = 1,167; na fórmula de Darcy-Weisbach estes valores são m = 2 e n=1. Para um único conduto equivalente a um grupo de n tubos em paralelo, pode-se escrever a partir da equação universal, com m=2 e n = 1, tem-se: 𝑄 = ℎ𝑓𝐷𝑒 5 𝐾𝑒𝐿 Como 𝑄 = 𝑄1 + 𝑄2 + 𝑄3 +⋯+ 𝑄𝑛, resulta, de um modo geral: 𝐷𝑒 5 𝐾𝑒𝐿 = 𝐷1 5 𝐾1𝐿1 + 𝐷2 5 𝐾2𝐿2 +⋯+ 𝐷𝑛 5 𝐾𝑛𝐿𝑛 𝐷𝑒 2,5 𝑓0,5 ∗ 𝐿0,5 = 𝐷1 2,5 𝑓1 0,5 ∗ 𝐿1 0,5 + 𝐷2 2,5 𝑓2 0,5 ∗ 𝐿2 0,5 +⋯+ 𝐷𝑛 2,5 𝑓𝑛 0,5 ∗ 𝐿𝑛 0,5 28 𝑄𝑖 = ℎ𝑓𝑖𝐷𝑖 2𝑚+𝑛 𝐶𝐿𝑖 Τ1 𝑚 E se a dedução fosse feita partindo da equação de Hazen Williams, encontrar-se-ia: 𝐷𝑒 2,63𝐶𝑒 𝐿0,54 = 𝐷1 2,63𝐶1 𝐿1 0,54 + 𝐷2 2,63𝐶2 𝐿2 0,54 +⋯+ 𝐷𝑛 2,63𝐶𝑛 𝐿𝑛 0,54 29 Exemplo 3 (Porto, 2006): A ligação de dois reservatórios mantidos em níveis constantes é feita pelo sistema de tubulações mostrado na Figura abaixo. Assumindo um coeficiente de atrito constante para todas as tubulações e igual a f = 0,020, desprezando as perdas de carga localizadas e as cargas cinéticas, determine a vazão que chega ao reservatório R2, as vazões nos trechos de 4” e 6” e a pressão disponível no ponto B. 30 Exemplo 4: Um conduto misto é constituído em dois trechos em série, ambos fabricados de PVC novo (C= 150), um deles com D1 = 200 mm e L1 = 830 m e o outro com D2 = 175 mm e L2 = 350 m. Substituir este conduto em série por outro de diâmetro único, de mesmo material, medindo 950 m de comprimento. Qual o diâmetro comercial mais próximo? 31 albanise.marinho@academico.ufpb.br 32 Slide 1: Condutos forçados: Condutos equivalentes Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32