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PROPEDEUTICA E PROCESSO DE CUIDAR NA SAUDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE_ QUESTIONÁRIO UNIDADE III

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou a estratégia global para alimentação de lactentes e crianças pequenas, que visa a revitalizar os esforços no sentido de promover, proteger e apoiar adequadamente a alimentação das crianças.
De acordo com as recomendações e as diretrizes para uma adequada alimentação da criança, o enfermeiro deve-se atentar para as orientações e a vigilância em saúde, levando em consideração que:
I. A partir dos seis meses de idade, a alimentação complementar, é indicada a fim de complementar a energia e micronutrientes necessários para o crescimento e o desenvolvimento saudável das crianças.
II. As situações mais comuns relacionadas à alimentação complementar oferecida de forma inadequada são: anorexia, excesso de peso e desnutrição.
III. A anemia por deficiência de ferro, em termos de magnitude, é, na atualidade, o principal problema em escala de saúde pública do mundo. As reservas de ferro da criança que recebe com exclusividade o leite materno, nos seis primeiros meses de idade, atendem às necessidades fisiológicas, não necessitando de qualquer forma de complementação nem de introdução de alimentos sólidos.
IV. Os hábitos alimentares são formados por meio de complexa rede de influências genéticas e ambientais. Por esse motivo, considera-se a mudança de comportamento alimentar um desafio para os profissionais de saúde.
V. Em geral, as crianças tendem a rejeitar alimentos que não lhe são familiares e esse tipo de comportamento manifesta-se precocemente. Porém, com exposições frequentes, os alimentos novos passam a ser aceitos, podendo ser incorporados à dieta da criança.
I, III, IV e V estão corretos.
I, II e V estão corretos.
I, III, IV e V estão corretos.
Todas as afirmações estão corretas.

Uma menina com 3 meses de idade, acompanhada pela mãe, foi atendida em um Centro de Saúde por um enfermeiro em uma consulta previamente agendada. Ao relato da mãe pode-se identificar que a criança recebeu aleitamento materno exclusivo até os 2 meses de idade e depois fórmula láctea na mamadeira até 7 vezes ao dia.
Sobre o histórico alimentar da criança, avalie a alimentação oferecida à criança, leia as afirmativas e assinale a alternativa correta:
I. A alimentação oferecida pela mãe até o 2º mês está adequada: aleitamento exclusivo.
II. Embora a oferta de fórmula láctea não seja a recomendada, o enfermeiro deverá verificar como está sendo realizada a diluição do leite, se o tipo de leite está adequado à idade da criança, a aceitação atual da criança (volume) e as condições de higiene do preparo.
III. Deve-se investigar também os hábitos intestinais da lactente e o motivo do desmame.
IV. Até o momento observa-se que o tipo de leite oferecido não representa nenhum risco ao crescimento da criança visto que os percentis do peso e da altura continuam convergentes e no perfil do histórico do nascimento.
I, II, III e IV.
I, II e III.
III e IV.
I e IV.

O período de introdução da alimentação complementar é de elevado risco para a criança, tanto pela oferta de alimentos inadequados, quanto pelo risco de sua contaminação devido à manipulação ou preparo inadequados, favorecendo a ocorrência de doença diarreica e desnutrição.
Sobre o período de introdução da alimentação complementar, leia as afirmativas e assinale a alternativa correta:
I. As situações mais comuns relacionadas à alimentação complementar oferecida de forma inadequada são: anemia, deficiência de vitamina A e outras deficiências de micronutrientes, excesso de peso e desnutrição.
II. O enfermeiro deve orientar o cuidador para iniciar a alimentação complementar aos poucos e aumentar gradativamente, até atingir cerca de 4 a 6 colheres de sopa. Começar sempre com um só tipo de fruta, cereal ou legumes e a cada 2 a 3 dias ir substituindo por outro para a criança conhecer novos sabores e texturas nos alimentos.
III. Caso a criança recuse determinado alimento, oferecê-lo novamente em outras refeições. É necessário oferecer várias vezes um determinado alimento para que ele seja aceito pela criança.
IV. O enfermeiro deverá oferecer adequada orientação para as mães, durante esse período, não somente sobre a transição gradual dos alimentos complementares, assim como as práticas de higiene deles, como meios de prevenção e redução da ocorrência das doenças diarreicas e suas consequentes repercussões negativas para o estado nutricional das crianças.
I, II, III e IV.
I, II e III.
II e III.

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Questões resolvidas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou a estratégia global para alimentação de lactentes e crianças pequenas, que visa a revitalizar os esforços no sentido de promover, proteger e apoiar adequadamente a alimentação das crianças.
De acordo com as recomendações e as diretrizes para uma adequada alimentação da criança, o enfermeiro deve-se atentar para as orientações e a vigilância em saúde, levando em consideração que:
I. A partir dos seis meses de idade, a alimentação complementar, é indicada a fim de complementar a energia e micronutrientes necessários para o crescimento e o desenvolvimento saudável das crianças.
II. As situações mais comuns relacionadas à alimentação complementar oferecida de forma inadequada são: anorexia, excesso de peso e desnutrição.
III. A anemia por deficiência de ferro, em termos de magnitude, é, na atualidade, o principal problema em escala de saúde pública do mundo. As reservas de ferro da criança que recebe com exclusividade o leite materno, nos seis primeiros meses de idade, atendem às necessidades fisiológicas, não necessitando de qualquer forma de complementação nem de introdução de alimentos sólidos.
IV. Os hábitos alimentares são formados por meio de complexa rede de influências genéticas e ambientais. Por esse motivo, considera-se a mudança de comportamento alimentar um desafio para os profissionais de saúde.
V. Em geral, as crianças tendem a rejeitar alimentos que não lhe são familiares e esse tipo de comportamento manifesta-se precocemente. Porém, com exposições frequentes, os alimentos novos passam a ser aceitos, podendo ser incorporados à dieta da criança.
I, III, IV e V estão corretos.
I, II e V estão corretos.
I, III, IV e V estão corretos.
Todas as afirmações estão corretas.

Uma menina com 3 meses de idade, acompanhada pela mãe, foi atendida em um Centro de Saúde por um enfermeiro em uma consulta previamente agendada. Ao relato da mãe pode-se identificar que a criança recebeu aleitamento materno exclusivo até os 2 meses de idade e depois fórmula láctea na mamadeira até 7 vezes ao dia.
Sobre o histórico alimentar da criança, avalie a alimentação oferecida à criança, leia as afirmativas e assinale a alternativa correta:
I. A alimentação oferecida pela mãe até o 2º mês está adequada: aleitamento exclusivo.
II. Embora a oferta de fórmula láctea não seja a recomendada, o enfermeiro deverá verificar como está sendo realizada a diluição do leite, se o tipo de leite está adequado à idade da criança, a aceitação atual da criança (volume) e as condições de higiene do preparo.
III. Deve-se investigar também os hábitos intestinais da lactente e o motivo do desmame.
IV. Até o momento observa-se que o tipo de leite oferecido não representa nenhum risco ao crescimento da criança visto que os percentis do peso e da altura continuam convergentes e no perfil do histórico do nascimento.
I, II, III e IV.
I, II e III.
III e IV.
I e IV.

O período de introdução da alimentação complementar é de elevado risco para a criança, tanto pela oferta de alimentos inadequados, quanto pelo risco de sua contaminação devido à manipulação ou preparo inadequados, favorecendo a ocorrência de doença diarreica e desnutrição.
Sobre o período de introdução da alimentação complementar, leia as afirmativas e assinale a alternativa correta:
I. As situações mais comuns relacionadas à alimentação complementar oferecida de forma inadequada são: anemia, deficiência de vitamina A e outras deficiências de micronutrientes, excesso de peso e desnutrição.
II. O enfermeiro deve orientar o cuidador para iniciar a alimentação complementar aos poucos e aumentar gradativamente, até atingir cerca de 4 a 6 colheres de sopa. Começar sempre com um só tipo de fruta, cereal ou legumes e a cada 2 a 3 dias ir substituindo por outro para a criança conhecer novos sabores e texturas nos alimentos.
III. Caso a criança recuse determinado alimento, oferecê-lo novamente em outras refeições. É necessário oferecer várias vezes um determinado alimento para que ele seja aceito pela criança.
IV. O enfermeiro deverá oferecer adequada orientação para as mães, durante esse período, não somente sobre a transição gradual dos alimentos complementares, assim como as práticas de higiene deles, como meios de prevenção e redução da ocorrência das doenças diarreicas e suas consequentes repercussões negativas para o estado nutricional das crianças.
I, II, III e IV.
I, II e III.
II e III.

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PROPEDEUTICA E PROCESSO DE CUIDAR NA SAUDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 7493-90_44701_R_F1_20242
CONTEÚDO
Usuário karem.candido1 @aluno.unip.br
Curso PROPEDEUTICA E PROCESSO DE CUIDAR NA SAUDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Teste QUESTIONÁRIO UNIDADE III
Iniciado 14/11/24 22:28
Enviado 14/11/24 22:38
Status Completada
Resultado da
tentativa
2,5 em 2,5 pontos  
Tempo decorrido 10 minutos
Resultados exibidos Todas as respostas, Respostas enviadas, Respostas corretas, Comentários, Perguntas
respondidas incorretamente
Pergunta 1
Resposta Selecionada: c. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e. 
“Estima-se que, no mundo em desenvolvimento, 174 milhões de crianças menores de cinco
anos têm desnutrição indicada pelo baixo peso para a idade e 230 milhões, pela baixa
estatura para a idade. Reconhece-se que 6,6 milhões dos 12,2 milhões de mortes entre
crianças menores de cinco anos, ou seja, 55% das mortes infantis em países em
desenvolvimento estão associadas à desnutrição. Sobre a desnutrição em crianças, pode-se
dizer que:
 
I. Alteração na composição dos alimentos consumidos, ou seja, alteração da qualidade da
dieta, o que pode provocar um tipo de desnutrição severa chamada marasmo.
II. A presença de edema no Kwashiorkor, é considerado como diagnóstico crucial para
diferenciar as duas síndromes, apesar de na sua forma típica outras diferenças
aparecerem.
III. Crianças com edema que pesam entre 60-80% de peso esperado para a idade são
classi�cadas como tendo Kwashiorkor. Aquelas sem edema pesando menos que 60% de
peso esperado para a idade são consideradas marasmáticas.
 
De acordo com as a�rmações, assinale a alternativa correta:
I está incorreta.
I e II estão corretas.
I e III estão corretas.
I está incorreta.
I está correta.
Todas estão corretas.
UNIP EAD BIBLIOTECAS MURAL DO ALUNO TUTORIAISCONTEÚDOS ACADÊMICOS
0,25 em 0,25 pontos
http://company.blackboard.com/
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_354415_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/content/listContent.jsp?course_id=_354415_1&content_id=_4027001_1&mode=reset
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_10_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_27_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_47_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_29_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_25_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/login/?action=logout
Comentário
da resposta:
Resposta: C
Comentário: a palavra kwashiorkor, na língua de Gana, signi�ca “doença do
primogênito, quando nasce o segundo �lho”. Dessa forma, pensando que
ao nascer o segundo �lho, ocorre o desmame do primeiro, e a falta de
alimentos, pobreza e condições de vida, faz com que essas crianças não se
alimentem efetivamente, levando a desnutrição calórico-proteica (BRASIL,
2002).
Afeta crianças acima de 2 anos (principalmente 2 e 3 anos), em que se
veri�ca carência mais proteica do que energética, em que o tecido celular
subcutâneo é preservado. A falta de ingesta proteica leva a
hipoalbuminemia, que leva ao edema, importante sinal desse tipo de
desnutrição. Apresenta hepatomegalia, devido à esteatose hepática e
diarreia (BRASIL, 2005). É uma doença ocasionada pela desnutrição, em que
a ingestão calórica é adequada, mas insu�ciente de proteínas. Geralmente
são crianças alimentadas à base de carboidratos (mandioca e milho), muitas
vezes única e restrita fonte de alimento. O marasmo é uma desnutrição
proteico-calórica do tipo seco, decorrente de dé�cit calórico-proteico. Isso
ocorre quando a mãe não pode amamentar, resultando em uma criança
extremamente magra, decorrente da perda de gordura corporal e,
principalmente, de tecido muscular, fazendo com que o peso e a altura
dessa criança sejam baixos em relação à sua idade. Observa-se uma criança
muito emagrecida e desidratada (BRASIL, 2005; BRASIL, 2017). Acomete,
geralmente, crianças menores de 1 ano (lactentes), que apresentam
características como fácies senil, perda do tecido celular subcutâneo e
muscular, cabelos escassos e �nos, ausência de lesões de pele, ausência de
esteatose hepática, albumina sérica, geralmente dentro dos valores
normais de referência; abdome proeminente devido à magreza e a pele na
região glútea, frouxa e solta (CARVALHO, 2015).
Pergunta 2
Resposta
Selecionada:
d.
Respostas: a.
b.
É muito importante que o enfermeiro conheça e utilize as terminologias de acordo com as
de�nições de aleitamento materno adotadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e
reconhecidas no mundo inteiro. Assim, de acordo com as classi�cações do aleitamento
materno, assinale a correta:
Aleitamento materno complementado – quando a criança recebe, além
do leite materno, qualquer alimento sólido ou semissólido com a
�nalidade de complementá-lo, e não de substituí-lo.
Aleitamento materno exclusivo – quando a criança recebe, além do leite
materno, água ou bebidas à base de água (água adocicada, chás,
infusões), sucos de frutas e �uidos rituais.
Aleitamento materno predominante – quando a criança recebe somente
leite materno, direto da mama ou ordenhado, ou leite humano de outra
fonte, sem outros líquidos ou sólidos, com exceção de gotas ou xaropes
contendo vitaminas, sais de reidratação oral, suplementos minerais ou
medicamentos.
0,25 em 0,25 pontos
c.
d.
e.
Comentário
da resposta:
Aleitamento materno – quando a criança recebe leite materno apenas
direto das mamas, independentemente de receber ou não outros
alimentos. Esse termo não deve ser usado para leite materno ordenhado.
Aleitamento materno complementado – quando a criança recebe, além
do leite materno, qualquer alimento sólido ou semissólido com a
�nalidade de complementá-lo, e não de substituí-lo.
Aleitamento materno alternativo ou imparcial – quando a criança recebe
leite materno e outros tipos de leite.
Resposta: D
Comentário: o aleitamento materno é recomendado por várias
instituições de referência, nacionais e internacionais, para ser mantido
por dois anos ou mais, sendo exclusivo nos primeiros seis meses. Não há
vantagens em se iniciar os alimentos complementares antes dos seis
meses, podendo, inclusive, haver prejuízos à saúde da criança.
Pergunta 3
Resposta Selecionada: d. 
Respostas: a. 
“A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou a estratégia global para alimentação de
lactentes e crianças pequenas, que visa a revitalizar os esforços no sentido de promover,
proteger e apoiar adequadamente a alimentação das crianças. Em todo o mundo cerca de
30% das crianças menores de cinco anos apresentam baixo peso, como consequência da
má alimentação e repetidas infecções. Mesmo em países em desenvolvimento, com
escassez de recursos, a ênfase em ações de orientação alimentar pode conduzir a melhores
práticas alimentares, levando ao melhor estado nutricional. Nas últimas décadas, avançou-
se muito nas evidências das necessidades biológicas das crianças, o que possibilita
recomendar práticas alimentares que propiciam o crescimento adequado das crianças”
(WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2011). De acordo com as recomendações e as diretrizes
para uma adequada alimentação da criança, o enfermeiro deve-se atentar para as
orientações e a vigilância em saúde, levando em consideração que:
 
I. A partir dos seis meses de idade, deve-se introduzir, além do aleitamento persistente,
conhecido também como essencial, a alimentação complementar adequada à idade, a �m
de suplementar a energia e micronutrientes necessários para o crescimento e o
desenvolvimento saudável das crianças.
II. As situações mais comuns relacionadas à alimentação complementar oferecida de forma
inadequada são: anemia, excesso de peso e desnutrição.
III. As reservas de ferro da criança que recebe com exclusividade o leite materno, nos seis
primeiros meses de idade, atendem às necessidades �siológicas, não necessitandode
qualquer forma de complementação nem de introdução de alimentos sólidos.
IV. Os hábitos alimentares são formados por meio de complexa rede de in�uências
genéticas e ambientais. Por esse motivo, considera-se a mudança de comportamento
alimentar um desa�o para os pro�ssionais de saúde.
V. Em geral, as crianças tendem a rejeitar alimentos que não lhe são familiares e esse tipo
de comportamento manifesta-se precocemente. Porém, com exposições frequentes, os
alimentos novos passam a ser aceitos, podendo ser incorporados à dieta da criança.
I, III e V estão corretas.
I, II e V estão corretas.
0,25 em 0,25 pontos
b. 
c. 
d. 
e. 
Comentário
da resposta:
I, II, IV e V estão corretas.
Todas as a�rmações estão corretas.
I, III e V estão corretas.
II, III, IV e V estão corretas.
Resposta: D
Comentário: devido aos inúmeros fatores existentes no leite materno que
protegem contra infecções, ocorrem menos mortes entre as crianças
amamentadas. Nenhuma outra estratégia isolada alcança o impacto que a
amamentação tem na redução das mortes de crianças menores de 5 anos.
A proteção do leite materno contra mortes infantis é maior quanto menor
é a criança (BRASIL, 2015). Dessa forma, então, além do leite materno
contém todos os nutrientes essenciais para o crescimento e o
desenvolvimento ótimos da criança pequena, além de ser mais bem
digerido. Quando comparado com leites de outras espécies, ele possui
numerosos fatores imunológicos que protegem a criança contra infecções
(LEIFER, 2013).
Pergunta 4
Resposta Selecionada: a. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
Uma menina com 3 meses de idade, acompanhada pela mãe, foi atendida em um Centro
de Saúde por um enfermeiro em uma consulta previamente agendada. Ao relato da mãe
pode-se identi�car que a criança recebeu aleitamento materno exclusivo até os 2 meses de
idade e depois fórmula láctea na mamadeira até 7 vezes ao dia. Relata que dorme à noite,
porém acorda duas vezes para mamar. Durante o dia demonstra-se ativa, com dois
períodos de sono à tarde. A criança encontra-se com boas condições de higiene. Apresenta-
se com o desenvolvimento neuropsicomotor-DNPM adequado à idade, assim como o
calendário de vacinação. Sobre o histórico da curva de crescimento, observa-se que até o 2º
mês de idade, os percentis para peso e estatura encontram-se no P50. O enfermeiro mediu
e pesou a criança, identi�cando que, atualmente, encontra-se no P50 para altura e no P50
para o peso. Sobre o histórico alimentar da criança, avalie a alimentação oferecida à
criança, leia as a�rmativas e assinale a alternativa correta:
 
I. A alimentação oferecida pela mãe até o 2º mês está adequada: aleitamento exclusivo.
II. Embora a oferta de fórmula láctea não seja a recomendada, o enfermeiro deverá veri�car
como está sendo realizada a diluição do leite, se o tipo de leite está adequado à idade da
criança, a aceitação atual da criança (volume) e as condições de higiene do preparo.
III. Deve-se investigar também os hábitos intestinais da lactente e o motivo do desmame.
IV. Até o momento observa-se que o tipo de leite oferecido não representa nenhum risco ao
crescimento da criança visto que os percentis do peso e da altura continuam convergentes
e no per�l do histórico do nascimento.
I, II, III e IV.
I, II, III e IV.
I, II e III.
III e IV.
I e IV.
0,25 em 0,25 pontos
e. 
Comentário
da resposta:
II e III.
Resposta: A
Comentário: podemos enumerar inúmeras vantagens da amamentação: a
prevenção de mortes entre as crianças de menor nível socioeconômico,
principalmente relacionadas à diarreia e inclusive sobre sua gravidade;
proteção contra infecções respiratórias; diminuição da gravidade dos
episódios de infecção respiratória; diminuição do risco de alergia à proteína
do leite de vaca, de dermatite atópica e de outros tipos de alergias,
incluindo asma e sibilos recorrentes; bene�cia, a longo prazo, doenças
crônicas como hipertensão, colesterol total e menores risco de apresentar
diabetes tipo 2. Além das vantagens exclusivas à saúde da criança, é
importante salientar sobre as questões favoráveis quanto à praticidade, às
condições de higiene, à disponibilidade e ao custo. A criança amamentada
possui um melhor desenvolvimento cognitivo (BRASIL, 2015; LEIFER 2013).
Pergunta 5
Resposta Selecionada: b. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
“A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou a estratégia global para alimentação de
lactentes e crianças pequenas, que visa a revitalizar os esforços no sentido de promover,
proteger e apoiar adequadamente a alimentação das crianças. Em todo o mundo cerca de
30% das crianças menores de cinco anos apresentam baixo peso, como consequência da
má alimentação e repetidas infecções. Mesmo em países em desenvolvimento, com
escassez de recursos, a ênfase em ações de orientação alimentar pode conduzir a melhores
práticas alimentares, levando ao melhor estado nutricional. Nas últimas décadas, avançou-
se muito nas evidências das necessidades biológicas das crianças, o que possibilita
recomendar práticas alimentares que propiciam o crescimento adequado das crianças”
(WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2003). De acordo com as recomendações e as diretrizes
para uma adequada alimentação da criança, o enfermeiro deve-se atentar para as
orientações e a vigilância em saúde, levando em consideração que:
 
I. A partir dos seis meses de idade, a alimentação complementar, é indicada a �m de
complementar a energia e micronutrientes necessários para o crescimento e o
desenvolvimento saudável das crianças.
II. As situações mais comuns relacionadas à alimentação complementar oferecida de forma
inadequada são: anorexia, excesso de peso e desnutrição.
III. A anemia por de�ciência de ferro, em termos de magnitude, é, na atualidade, o principal
problema em escala de saúde pública do mundo. As reservas de ferro da criança que
recebe com exclusividade o leite materno, nos seis primeiros meses de idade, atendem às
necessidades �siológicas, não necessitando de qualquer forma de complementação nem
de introdução de alimentos sólidos.
IV. Os hábitos alimentares são formados por meio de complexa rede de in�uências
genéticas e ambientais. Por esse motivo, considera-se a mudança de comportamento
alimentar um desa�o para os pro�ssionais de saúde.
V. Em geral, as crianças tendem a rejeitar alimentos que não lhe são familiares e esse tipo
de comportamento manifesta-se precocemente. Porém, com exposições frequentes, os
alimentos novos passam a ser aceitos, podendo ser incorporados à dieta da criança.
I, III, IV e V estão corretos.
I, II e V estão corretos.
I, III, IV e V estão corretos.
Todas as a�rmações estão corretas.
0,25 em 0,25 pontos
d. 
e. 
Comentário
da resposta:
I, III e V estão corretos.
II, III e IV estão corretos.
Resposta: B
Comentário: o desmame é um processo que faz parte da evolução da
mulher como mãe e do desenvolvimento da criança, que deve ocorrer
naturalmente, na medida em que a criança vai amadurecendo. No
desmame natural, a criança se autodesmama, o que pode ocorrer em
diferentes idades, em média entre dois e quatro anos e raramente antes
de um ano. Geralmente, o desmame natural ocorre na criança com idade
maior que um ano, que passa a demonstrar menos interesse nas
mamadas e aceita variedade de outros alimentos (BRASIL, 2015; 2017).
Pergunta 6
Resposta
Selecionada:
a.
Respostas: a.
b.
c.
d.
e.
A de�nição do período adequado para iniciar a introdução dos alimentos deve levar em
consideração a maturidade �siológica e neuromuscular da criança e as necessidades
nutricionais. Por volta dos quatro a seis meses de vida, a aceitação e a tolerância da
alimentação pastosa melhoram sensivelmente não só em função do desaparecimento do
re�exo de protrusão da língua, como também pela maturação das funções gastrointestinal
e renal e também do desenvolvimento neuromuscular (BRASIL, 2015). Outras
características do lactente aos seis meses de idade favorecem a introdução de novos
alimentos complementando o aleitamento materno, tais como:
Por volta dos seis meses de vida, o grau detolerância gastrointestinal e a
capacidade de absorção de nutrientes atingem um nível satisfatório e,
por sua vez, a criança vai se adaptando física e �siologicamente para uma
alimentação mais variada quanto à consistência e à textura.
Por volta dos seis meses de vida, o grau de tolerância gastrointestinal e a
capacidade de absorção de nutrientes atingem um nível satisfatório e,
por sua vez, a criança vai se adaptando física e �siologicamente para uma
alimentação mais variada quanto à consistência e à textura.
Por volta dos seis meses de vida, o grau de tolerância gastrointestinal e a
capacidade de absorção de nutrientes não são satisfatórios para
introdução de novos alimentos e, por sua vez, a criança poderá
apresentar diarreia e, consequentemente, risco para desidratação.
Ainda não sustenta a cabeça, di�cultando a alimentação oferecida por
colher.
Como ainda não desenvolveu o paladar, consequentemente, começa a
estabelecer preferências alimentares.
Manifesta excitação à visão do alimento, porém os re�exos necessários
para a deglutição não estão desenvolvidos.
0,25 em 0,25 pontos
Comentário
da resposta:
Resposta: A
Comentário: a garantia do suprimento adequado de nutrientes para o
crescimento e desenvolvimento da criança após os seis meses de vida
depende da disponibilidade de nutrientes proveniente do leite materno e
da alimentação complementar. A formação dos hábitos alimentares se
processa de modo gradual, principalmente durante a primeira infância. É
necessário que as mudanças de hábitos inadequados sejam alcançadas no
tempo adequado, sob orientação correta. Não se deve esquecer que, nesse
processo, também estão envolvidos valores culturais, sociais,
afetivos/emocionais e comportamentais, que precisam ser cuidadosamente
integrados às propostas de mudanças (BRASIL, 2014). A de�nição do
período adequado para iniciar a introdução dos alimentos deve levar em
consideração a maturidade �siológica e neuromuscular da criança e as
necessidades nutricionais. Por volta dos quatro a seis meses de vida, a
aceitação e a tolerância da alimentação pastosa melhoram sensivelmente
não só em função do desaparecimento do re�exo de protrusão da língua,
como também pela maturação das funções gastrointestinal e renal e
também do desenvolvimento neuromuscular. Por volta dos seis meses de
vida, o grau de tolerância gastrointestinal e a capacidade de absorção de
nutrientes atingem um nível satisfatório e, por sua vez, a criança vai se
adaptando física e �siologicamente para uma alimentação mais variada
quanto a consistência e textura (BRASIL, 2015).
Pergunta 7
Resposta Selecionada: a. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
O período de introdução da alimentação complementar é de elevado risco para a criança,
tanto pela oferta de alimentos inadequados, quanto pelo risco de sua contaminação devido
à manipulação ou preparo inadequados, favorecendo a ocorrência de doença diarreica e
desnutrição (BRASIL, 2014). Sobre o período de introdução da alimentação complementar,
leia as a�rmativas e assinale a alternativa correta:
 
I. As situações mais comuns relacionadas à alimentação complementar oferecida de forma
inadequada são: anemia, de�ciência de vitamina A e outras de�ciências de micronutrientes,
excesso de peso e desnutrição.
II. O enfermeiro deve orientar o cuidador para iniciar a alimentação complementar aos
poucos e aumentar gradativamente, até atingir cerca de 4 a 6 colheres de sopa. Começar
sempre com um só tipo de fruta, cereal ou legumes e a cada 2 a 3 dias ir substituindo por
outro para a criança conhecer novos sabores e texturas nos alimentos.
III. Caso a criança recuse determinado alimento, oferecê-lo novamente em outras refeições.
É necessário oferecer várias vezes um determinado alimento para que ele seja aceito pela
criança.
IV. O enfermeiro deverá oferecer adequada orientação para as mães, durante esse período,
não somente sobre a transição gradual dos alimentos complementares, assim como as
práticas de higiene deles, como meios de prevenção e redução da ocorrência das doenças
diarreicas e suas consequentes repercussões negativas para o estado nutricional das
crianças.
I, II, III e IV.
I, II, III e IV.
I, II e III.
II e III.
0,25 em 0,25 pontos
d. 
e. 
Comentário
da resposta:
I e IV.
II, III e IV.
Resposta: A
Comentário: a água usada no preparo deve ser de boa qualidade e, quando
se desconhece a procedência da água, é recomendado tratá-la adicionando
um agente desinfetante com o objetivo de eliminar os microrganismos e
tornar a água própria para consumo, ou seja, potável (BRASIL, 2017).
Os pais podem ainda contribuir positivamente para a aceitação alimentar
por meio da estimulação dos sentidos. Isso pode ser feito por meio de
palavras elogiosas e incentivadoras, com o toque carinhoso e permitindo
ambiente acolhedor, com pouco ruído, boa luminosidade e conforto à
criança. Muitos pais, talvez por falta de informação, não entendem esse
comportamento como sendo normal e interpretam a rejeição inicial pelo
alimento como uma aversão permanente, desistindo de oferecê-lo à
criança. Além disso, como consequência do seu desenvolvimento, a criança
não se satisfaz mais em apenas olhar e receber passivamente a
alimentação. É comum querer colocar as mãos na comida. É importante
que se dê liberdade para que ela explore o ambiente e tudo que a cerca,
inclusive os alimentos, permitindo que tome iniciativas. Isso aumenta o
interesse da criança pela comida (BRASIL, 2015). Crianças a partir do 6º mês
de vida, além da oferta da alimentação complementar, precisam ser
suplementadas com ferro para a prevenção da anemia.
Pergunta 8
Resposta
Selecionada:
a.
Respostas: a.
b.
A prevenção e o controle da desnutrição dependem de medidas mais amplas e e�cientes
de combate à pobreza e à fome, e de políticas de inclusão social. No entanto, é
responsabilidade dos pro�ssionais de saúde o atendimento à criança com desnutrição de
acordo com o atual conhecimento cientí�co disponível e a atuação efetiva, tanto para salvar
as vidas dessas crianças, como para promover a sua recuperação e evitar recaídas (BRASIL,
2005). A classi�cação da desnutrição se faz conforme sua origem ou gravidade. De acordo
com o tema, assinale a correta:
Quanto à origem, a desnutrição pode ser primária caso a oferta e/ou
disponibilidade de alimentos são insu�cientes, e secundária quando os
alimentos são fornecidos de maneira satisfatória, mas com
aproveitamento inadequado e/ou elevação do gasto energético associado
alguma doença de base.
Quanto à origem, a desnutrição pode ser primária caso a oferta e/ou
disponibilidade de alimentos são insu�cientes, e secundária quando os
alimentos são fornecidos de maneira satisfatória, mas com
aproveitamento inadequado e/ou elevação do gasto energético associado
alguma doença de base.
Quanto ao tratamento, a desnutrição pode ser aleatória caso a oferta
e/ou disponibilidade de alimentos são insu�cientes, e intermediária
quando os alimentos são fornecidos de maneira satisfatória, mas com
aproveitamento inadequado e/ou elevação do gasto energético associado
alguma doença de base.
0,25 em 0,25 pontos
c.
d.
e.
Comentário
da resposta:
Quanto ao tratamento, a desnutrição pode ser primária caso a oferta
e/ou disponibilidade de alimentos são insu�cientes, e secundária quando
os alimentos são fornecidos de maneira satisfatória, mas com
aproveitamento inadequado e/ou elevação do gasto energético associado
alguma doença de base.
Quanto à origem, a desnutrição pode ser primária quando os alimentos
são fornecidos de maneira satisfatória, mas com aproveitamento
inadequado e/ou elevação do gasto energético associado alguma doença
de base e secundária caso a oferta e/ou disponibilidade de alimentos são
insu�cientes.
Quanto aos sinais e sintomas, a desnutrição pode ser primária caso a
oferta e/ou disponibilidade de alimentos são insu�cientes, e secundária
quando os alimentos são fornecidos de maneira satisfatória, mas com
aproveitamento inadequado e/ou elevação do gasto energético associado
alguma doença de base.
Resposta:A
Comentário: o sucesso no cuidado da criança com desnutrição grave
requer que ambos os problemas, clínico e social, sejam identi�cados,
prevenidos e resolvidos da melhor forma possível. Se a doença é abordada
apenas do ponto de vista clínico, é provável que a criança tenha uma
recaída quando voltar para casa e que outras crianças da família estejam,
entrem ou permaneçam em risco de desnutrição. Do mesmo modo, se o
problema é abordado apenas como social, muitas vidas serão perdidas,
uma vez que a desnutrição requer agilidade e presteza no seu
enfrentamento. A criança com desnutrição grave tem sua �siologia muito
alterada em relação à criança eutró�ca, necessitando de cuidados
hospitalares especializados, principalmente na fase mais grave da doença,
quando frequentemente estão presentes as infecções e distúrbios
hidroeletrolíticos associados, que podem levar a criança à morte (UNICEF,
2006).
Pergunta 9
Resposta Selecionada: a. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
Uma criança com desnutrição, hidratada e sem edema pesou, no primeiro dia após a
introdução do preparado alimentar inicial, 8.500 g. No 7º dia, seu peso foi de 8.850 g.
Portanto, seu ganho médio semanal de peso/dia nesse período foi de:
 
Lembre-se que:
 Ganho médio de peso/dia (GMP), no período de 7 dias = GMP/dia = P2 – P1/7 dias
 GMP/Kg de peso/dia dividido pelo peso médio da criança = GMP/dia
 Peso médio da criança (em Kg)
5,76g/Kg de peso/dia.
5,76g/Kg de peso/dia.
6,67g//Kg de peso/dia.
4,76 g//Kg de peso/dia.
0,25 em 0,25 pontos
d. 
e. 
Comentário da
resposta:
5,25 g//Kg de peso/dia.
6,26 g//Kg de peso/dia.
Resposta: A
Comentário:
1-Calcule primeiro o ganho médio de peso/dia (GMP), no período de 7
dias:
Faça o seguinte cálculo: peso em gramas no 7º dia (P2) menos o peso
no 1º dia (ou quando a criança já está hidratada e sem edema) (P1),
dividido pelo período (no caso, 7 dias).
GMP/dia = P2 – P1/7 dias = 8.850 – 8.500/7= 350/7 = 50 g por dia
2-Calcule em seguida o ganho médio de peso (GMP)/ Kg de peso da
criança/ dia, nesse período:
GMP/Kg de peso/dia dividido pelo peso médio da criança = GMP/dia,
seguindo a orientação:
a-calcule o peso médio da criança (em Kg):
8,5 (1º peso) + 8,85 (2º peso)/2= 8,675 Kg (peso médio da criança)
b-calcule o GMP no período = 50 (g/dia) / 8,675 Kg = 5,76g/Kg de
peso/dia
O ganho médio de peso/Kg de peso/dia do caso acima é considerado
moderado, quando o desejado é acima de 10g/dia (BRASIL, 2005).
Pergunta 10
Resposta
Selecionada:
c. 
Respostas: a.
b.
c. 
d.
e.
Comentário
da resposta:
A anemia por de�ciência de ferro, em termos de magnitude, é na atualidade um dos
principais problemas de saúde pública do mundo. A prevalência de anemia em crianças
tem sido muito explorada nos últimos 20 anos no Brasil e esses estudos mostram que essa
pode ser muito elevada dependendo da localização geográ�ca e condição socioeconômica
da população avaliada. A prevalência de anemia entre menores de cinco anos é de 20,9%,
sendo que na Região Nordeste esse percentual alcança 25,5% (BRASIL, 2012). As principais
consequências da de�ciência de ferro são, exceto:
Diminuição da mortalidade materna e infantil.
Comprometimento do sistema imune, com aumento da predisposição
a infecções.
Aumento do risco de doenças e mortalidade perinatal para mães e
recém-nascidos.
Diminuição da mortalidade materna e infantil.
Redução da função cognitiva, do crescimento e desenvolvimento
neuropsicomotor de crianças com repercussões em outros ciclos vitais.
Diminuição da capacidade de aprendizagem em crianças escolares.
Resposta: C
Comentário: a Organização Mundial da Saúde estima que a prevalência da
de�ciência de ferro é, em média, 2,5 vezes maior do que a prevalência de
anemia observada, e também estima que 50% dos casos de anemia
0,25 em 0,25 pontos
Quinta-feira, 14 de Novembro de 2024 22h39min20s GMT-03:00
acontecem em função da de�ciência de ferro (WHO, 2009). As reservas de
ferro nos neonatos até os seis meses de idade, recebendo a amamentação
exclusiva, são su�cientes. A partir dos 6 meses de idade, o Ministério da
Saúde recomenda que para a prevenção da anemia ferropriva, recebam 1
mg de ferro elementar/kg, diariamente até completar 24 meses (BRASIL,
2013). As ações de educação alimentar e nutricional para a promoção da
alimentação adequada e saudável preveem o estímulo ao consumo de
alimentos que contenham ferro de alta biodisponibilidade na fase de
introdução da alimentação complementar e em fases de maior
vulnerabilidade para essa de�ciência. As parasitoses intestinais não são
causas diretas da anemia, mas podem piorar as condições de saúde das
crianças anêmicas. Por isso, para o melhor controle da anemia, faz-se
necessário que, além da suplementação de ferro, sejam implementadas
ações para o controle de doenças parasitárias como a ancilostomíase e a
esquistossomos.
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