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16/05/2025
1
Malária 
CID 10: B58 a B54
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Agressão e Defesa I – Parasitologia
Sete Lagoas – Minas Gerais
Medicina
Caso clínico 
(discussão em sala- 
grupo)
Levantamento de pontos 
chaves e Discussão
Início da aula expositiva 
dialogada 
Finalização da Teorização
(em casa) - LIVRO
Fechamento 
Dinâmica da disciplina
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Introdução
Malária
Introdução
Malária
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Introdução
Malária
Doença determinada por protozoário esporozoário do gênero Plasmodium. Na forma típica a 
doença se manifesta por febre a intervalos de 24, 48 ou 72hs dependendo da espécie de 
parasito e é transmitida na natureza por artrópodes do gênero Anopheles.
Introdução
Malária
Doença infecciosa febril aguda, cujos agentes etiológicos são protozoários transmitidos por vetores. O quadro clinico típico é 
caracterizado por febre alta, acompanhada de calafrios, sudorese profusa e cefaleia, que ocorrem em padrões cíclicos, 
dependendo da espécie de plasmódio infectante. Em alguns pacientes, aparecem sintomas prodrômicos, vários dias antes dos 
paroxismos da doença, a exemplo de náuseas, vômitos, astenia, fadiga, anorexia. Inicialmente apresentasse o período de 
infecção, que corresponde a fase sintomática inicial, caracterizada por mal-estar, cansaço e mialgia. O ataque paroxístico inicia-
se com calafrio, acompanhado de tremor generalizado, com duração de 15 minutos a 1 hora. Na fase febril, a temperatura pode 
atingir 41°C. Esta fase pode ser acompanhada de cefaleia, náuseas e vômitos. E seguida de sudorese intensa. A fase de 
remissão caracteriza-se pelo declínio da temperatura (fase de apirexia). A diminuição dos sintomas causa sensação de melhora 
no paciente. 
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Introdução
Malária
Contudo, novos episódios de febre podem acontecer em um mesmo dia ou com intervalos variáveis, caracterizando um estado 
de febre intermitente. O período toxêmico ocorre se o paciente não receber terapêutica especifica, adequada e oportuna. Os 
sinais e sintomas podem evoluir para formas graves e complicadas, dependendo da resposta imunológica do organismo, 
aumento da parasitemia e espécie de plasmódio. São sinais de Malária grave e complicada: hiperpirexia (temperatura >41°C), 
convulsão, hiperparasitemia (>200.000/mm3), vômitos repetidos, oliguria, dispneia, anemia intensa, icterícia, hemorragias e 
hipotensão arterial. As formas graves podem cursar com alteração de consciência, delírio e coma, estão relacionadas a 
parasitemia elevada, acima de 2% das hemácias parasitadas, podendo atingir ate 30% dos eritrócitos.
Introdução
Malária
❑ Desde a antiguidade a malária é um dos principais flagelos da humanidade. Originada 
provavelmente no continente africano, acompanhou o processo migratório do ser humano por 
diversas regiões ao longo dos tempos.
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Introdução
❖ Década de 40: Descoberta de Antimaláricos Cloroquina e 
Inseticidas (DDT), muito eficientes, sendo capazes de 
erradicar a malária de diversas partes do globo.
❖ Década de 60: Surgiram cepas de plasmódios e espécies 
de Anopheles resistentes. 
❖ Atualmente: A OMS considera a malária um dos maiores problemas de saúde nos países 
tropicais.
Erradicação da Malária no mundo
Introdução
Erradicação da Malária no mundo
❖ Entre 1955 e 1969, utilizando DDT e outros inseticidas e Cloroquina a OMS iniciou uma 
Campanha Global de Erradicação da Malária;
❖ Como resultado a doença desapareceu de várias áreas malarígenas anteriores que atingia 35% 
da população mundial.
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Introdução
Erradicação da Malária no Brasil
Introdução
Malária no Mundo
❖Mapa da taxa de incidência de casos de malária (casos por 1.000 habitantes em risco) por país, 2018 
Fonte: OMS
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Introdução
Malária no Mundo
(PHILLIPS et al., 2017)
Introdução
Malária no Brasil
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Introdução
Malária no Brasil
• Amazônia responsável por 99% dos casos;
• Focos espalhados → “ilhas de transmissão”.
Introdução
Malária no Brasil
“No Brasil, a maioria dos casos de malária concentra-se na 
região amazônica, em estados como Acre, Amapá, Amazonas, 
Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. 
Desde a semana passada, entretanto, o Espírito 
Santo passou a ser motivo de preocupação – o estado já 
registra mais de 100 casos da doença, incluindo um óbito.”
FONTE: https://www.folhavitoria.com.br/saude/noticia/08/2018/surto-de-malaria-no-espirito-santo--saiba-mais-sobre-a-doenca
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Introdução
Malária no Brasil
FONTE: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2019/10/05/prefeitura-confirma-caso-de-malaria-em-nova-lima-na-grande-bh.ghtml
Introdução
Malária no Brasil
Os turistas provenientes de regiões livres de malária, ao visitarem áreas 
onde existe transmissão da infecção, são altamente vulneráveis por ter 
pouca ou nenhuma imunidade. Quando expostos ao Plasmodium spp, 
podem desenvolver a doença e, se não adequadamente atendidos, haverá 
retardo ou não estabelecimento do diagnóstico no regresso ao país de 
origem, destacando-se, neste contexto, que a malária é a causa mais 
comum de morte prevenível entre as doenças infecciosas em viajantes, 
assim como a causa mais frequente de febre pós viagem.
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Malária no Brasil
Introdução
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Introdução
Plasmodium spp
Posição Taxonômica
Filo: Apicomplexa
Classe: Sporozoea
Ordem: Eucoccidia
Subordem: Haemosporina
Família: Plasmodidae
Gênero: Haemoproteus
 Plasmodium
P. elogantum - Canários
P. gallinaceuos - Aves, galinhas
P. coatneyi - Macacos
P. knowlesi - Macacos
P. tropiduri - Lagartos
P. cynosnolgi - Macacos (V. Mundo)
P. yoelli - Roedores
P. berghei - Roedores
P. brasilianum - Macacos (N. Mundo), Homem
P. simium - Macacos (N. Mundo)
P. falciparum - Febre Terçã Maligna
P. vivax - Febre Terçã Benigna
P. malariae - Febre Quartã
P. ovale - Febre Terçã 
ESPÉCIES PARASITOS DO HOMEM
ESPÉCIES PARASITOS DE ANIMAIS 
Introdução
Espécies que causam Malária
As espécies normalmente responsáveis pela malária humana são quatro:
▪ P. falciparum → produz a “febre terçã maligna” e cujo quadro clínico caracteriza-se por apresentar 
acessos febris repetindo-se com intervalos de 36 a 48 horas. É responsável pela maioria dos casos 
fatais.
▪ P. vivax → agente da “febre terçã benigna” com ciclo febril que se repete cada 48 horas e é a mais 
frequente no Brasil.
▪ P. malariae → o agente da “febre quartã”, com acessos febris a cada 72 horas. É pouco frequente 
no Brasil.
▪ P. ovale → tem sua distribuição limitada à África e é responsável por outra forma de “febre terçã 
benigna”.
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Introdução
Mecanismos de transmissão
❖ Natural:
Quando Esporozoítos presentes nas glândulas salivares dos mosquitos 
fêmeas de Anofelinos (gênero Anopheles), são inoculados na corrente 
circulatória do homem. 
❖ Outros mecanismos de transmissão: 
➢ transfusão sanguínea;
➢ Transplacentária;
➢ compartilhamento de seringas contaminadas;
➢ acidentes de laboratório. 
Introdução
Vetores
❑ Mosquito pertencente a ordem Diptera, infraordem Culicomorpha, família Culicidae, 
gênero Anopheles Meigen, 1818. 
❑ O gênero compreende cerca de 400 espécies, no mundo, das quais, cerca de 60 
ocorrem no Brasil. 
❑ No país, as principais espécies transmissoras da Malária são: Anopheles (N.) darlingi 
- Root, 1926; Anopheles (N.) aquasalis - Curry, 1932; Anopheles (Nyssorhynchus)
albitarsis - Lynch-Arribalzaga, 1878. 
❑ O principal vetor de Malária no Brasil e o Anopheles darlingi, cujo comportamento e 
extremamente antropofílico e, dentre as espécies brasileiras, e a mais encontrada 
picando no interior e nas proximidades das residências. Popularmente, os vetores da 
doença são conhecidos por “carapana”, “muricoca”, “sovela”, “mosquito-prego” e 
“bicuda”
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Introdução
Comparação entre anofelinos e culicídeos
Introdução
Habitat do parasito
❖ No Homem (único hospedeiro natural): 
Fase Pré-eritrocítica: fígado;
Fase-eritrocítica: sangue (hemácias).
❖ No Anopheles: 
Estômago (células do epitélio intestinal) e glândulas salivares.
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Introdução
Ciclo – Hospedeiro vertebrado 
1) Fêmeas de Anophelinos ao exercerem a hematofagia inoculam formas Esporozoítas na veia do 
hospedeiro e estas por sua vez rapidamente desaparecem da corrente sanguínea e invadem o fígado 
e se diferenciam em Trofozoítos pré-eritrocíticos.
Fase exo-eritrocítica, pré-eritrocítica ou tissular ou hepática
Introdução
Ciclo – Hospedeiro vertebrado 
Fase exo-eritrocítica, pré-eritrocítica ou tissular ou hepática
2) Esquizogonia hepática: Dá origem aos Esquizontes teciduais que posteriormente liberam os 
Merozoítas que cairão na corrente sanguínea. Alguns merozoítos desenvolvem lentamente e na 
forma de hipnozoítos seriam os responsáveis pelas recaídas tardias (P. vivax e P. ovale).
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Introdução
Ciclo – Hospedeiro vertebrado 
3) Ciclo Eritrocítico Assexuado: ocorre maturação dos parasitos e a divisão do parasito é assexuada 
por esquizogonia. Origina esquizontes em 48h (P. vivax e P. falciparum) ou 72h (P. malariae);
Fase Eritrocítica ou Ciclo sanguíneo
Introdução
Ciclo – Hospedeiro vertebrado 
4) Esquizontes liberam os merozoítos que caem na circulação e invadem outros eritrócitos. Os 
sintomas da doença surgem exatamente neste momento e sua intensidade depende da espécie e do 
nº de parasitos.
5) Depois de algumas gerações alguns merozoítos diferenciam em gametócitos que quando maduros 
são infectantes para o Anopheles. 
Fase Eritrocítica ou Ciclo sanguíneo
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Introdução
Ciclo
A) Fêmeas infectadas injetam a forma de esporozoíto do parasito num hospedeiro humano. B) Esporozoítos são transportados na 
corrente sanguínea para as células do fígado, onde proliferam-se assexuadamente, e, em seguida, como merozoítos, invadem os 
glóbulos vermelhos. C) Ciclo assexuado dentro das células vermelhas do sangue, fase de manifestação clínica da doença, 
seguido pela produção de gametócitos macho e fêmea. D) estes são transmitidos de volta para um mosquito durante o repasto 
sanguíneo, onde se fundem para formar oocistos que dividem para criar esporozoítos. Estes migram para as glândulas salivares, 
iniciando-se assim novamente o ciclo. 
Introdução
Ciclo
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Introdução
Ciclo
Introdução
Ciclo
Período de transmissibilidade 
❑ O vetor é infectado ao sugar o sangue de uma pessoa com 
gametócitos circulantes. 
❑ Os gametócitos surgem, na corrente sanguínea, em períodos 
variáveis: de poucas horas, para o P. vivax, e de 7 a 12 dias, para o P. 
falciparum. 
❑ Para Malária por P. falciparum, o indivíduo pode ser fonte de infecção 
por até 1 ano; P. vivax, até 3 anos; e P. malariae, por mais de 3 anos, 
desde que não seja adequadamente tratado.
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Introdução
Morfologia Específica
Fig. 1: Hemácia normal; 
Figs. 2-18: Trofozoítos 
 (2-10): forma de anel 
 (11- 18): ameboídes
Figs. 19-26: Esquizontes 
 (26): Esquiz. rompido; 
Figs.27,28: Microgametócitos; 
Figs.29,30: Macrogametócitos.
Plasmodium falciparum
Esfregaço sanguíneo
Introdução
Morfologia Específica
Fig. 1: Hemácia normal; 
Figs. 2-6: Trofozoítos jovens em forma de anel; 
Figs. 7-18: Trofozoítos maduros;
Figs. 19-27: Esquizontes; 
Figs. 28-29: Macrogametócito (fem)
Fig. 30: Microgametócito (masc).
Plasmodium vivax
Esfregaço sanguíneo
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Introdução
Morfologia Específica
Imagens microscópicas de glóbulos vermelhos infectados 
por parasitos. Esfregaços sanguíneos mostrando Plasmodium 
falciparum (painel superior) e Plasmodium vivax (painel inferior) 
em diferentes estágios do desenvolvimento do estágio 
sanguíneo. As imagens são de esfregaços fixados em metanol 
que foram corados por 30 minutos em 5% de Giemsa. As 
amostras foram coletadas de pacientes tailandeses e coreanos 
com malária: Comitê de Revisão Ética para Pesquisa em Seres 
Humanos, Ministério da Saúde Pública, Tailândia (referência nº 
4/2549, 6 de fevereiro de 2006). Os símbolos sexuais 
representam microgametas (símbolo masculino) e 
macrogametes (símbolo feminino). ER, estágio inicial do anel; 
ES, estágio inicial do esquizonte; ET, estágio inicial do 
trofozoito; FM, merozoítos livres; RL, estágio tardio do anel; LS, 
estágio tardio do esquizonte; LT, estágio tardio do trofozoito; U, 
glóbulo vermelho não infectado. As lâminas utilizadas foram de 
um estudo publicado anteriormente, mas as imagens mostradas 
não foram publicadas anteriormente. Imagens cortesia de A.-R. 
Eruera e B. Russell, Universidade de Otago, Nova Zelândia.
(PHILLIPS et al., 2017)
Introdução
Morfologia Específica
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Introdução
Diferenças entre espécies de Plasmodium
P. vivax P. malariae P. falciparum P. ovale
Período de incubação 8 a 27 dias 15 a 30 dias 8 a 25 dias 9 a 17 dias
Presença de hipnozoítos Sim Não Não Sim
Ciclo eritrocitário 48h 72h 48h 48h
Nº de merozoítos /esquizonte tecidual 10.000 2.000 40.000 15.000
Hepatoesplenomegalia Rara Comum Rara Rara
Nome da febre Terçã benigna Quartã Terçã maligna Terçã benigna
Prevalência no Brasil 80% dos casos Raro (1%) 19% --
Introdução
Malária
Resposta imune ao Plasmodium spp. A resposta 
imune inata e adaptativa é mostrada na figura 
dependente da fase na qual o parasito se encontra: 
hepática ou sanguínea. 
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Introdução
Malária - conceitos
❑ Ataque primário: Atividade clínica decorrente da primoinfecção. 
❑ Malária crônica: malária assintomática com parasitemia subpatente de pacientes de área 
endêmica com premunição.
❖ Recaída precoce ou recrudescência: Renovação da atividade clínica que ocorre alguns dias após 
o tratamento mal sucedido (P. falciparum).
❖ Recaída tardia: Renovação da atividade clínica meses ou até anos após a detecção e tratamento 
mal sucedido da infecção primária sem eliminação dos hipnozoitos que permaneceram no fígado 
(pode ocorrer 4 meses a 4 anos após a infecção) → P. vivax e P. ovale
Introdução
Malária - conceitos
O reaparecimento da parasitemia após o tratamento pode ter três diferentes origens: recaída, 
recrudescência ou reinfecção. 
- A recrudescência é resultante de parasitos assexuais sanguíneos que sobreviveram ao 
tratamento (falha terapêutica). 
- A reinfecção é originada de uma nova inoculação de esporozoítos pelo mosquito vetor. 
- E, por último, a verdadeira recaída que se caracteriza pela ativação dos hipnozoítos no fígado.
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Introdução
Malária - conceitos
A recidiva da malária é conceituada como a recorrência de parasitemia assexuada seguinte ao 
tratamento da doença, após ter sido constatada a sua negativação, em variado período de tempo. 
Ocorre por um dos seguintes aspectos: 
(a) falha terapêutica resultante de não adesão ao tratamento, resistência do parasito às drogas 
utilizadas, má qualidade do medicamento instituído ou utilização de doses subterapêuticas das 
drogas; 
(b) reativação de hipnozoítos e
(c) exposição à nova infecção pelo mosquito vetor. 
Do ponto de vista conceitual, a recidiva de malária pode ser resultado de recrudescência ou 
recaída ou reinfecção.
Introdução
Malária - conceitos
Recrudescência de malária ocorre quando as formas sanguíneas do parasito não são 
completamente erradicadas pelo tratamento e reexpandem o seu número após o declínio da 
concentração sérica das drogas. 
❖ Ocorre com maior frequência na malária por P. falciparum e P. vivax e, raramente, pelo 
Plasmodium malariae.
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Introdução
Malária - conceitos
Formas hepáticas do ciclo biológico do Plasmodium vivax. O hospedeiro humano é infectado por esporozoítos 
durante o repasto sanguíneo do mosquito.No fígado, após 7 dias, os esporozoítos podem se multiplicar e formar 
esquizontes exo-eritrocíticos contendo, em seu interior vários merozoítos. O P. vivax consegue manter formas 
dormentes chamadas hipnozoítos por um tempo superior a 28 dias e estes podem ser ativados causando as 
recaídas.. Figura modificada de Wells et al. , 2010.
Introdução
Malária
IMUNIDADE - Resistência Inata
❖ Resistência inata: É inerente ao hospedeiro e independe de qualquer contato 
prévio com o parasito. 
❖ Fatores do hospedeiro, geneticamente determinado: A ausência de receptores 
específicos nas superfícies dos eritrócitos impede a interação de merozoítos de 
Plasmodium vivax.
❖ Ex: Ausência do Antígeno de Duffy (FyFy) na superfície das hemácias de algumas populações 
africanas. 
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Introdução
Malária
IMUNIDADE - Resistência Inata
❖ Polimorfismo genético estão associados a distribuição mundial da malária por 
Plasmodium falciparum: A anemia falciforme. 
Crianças africanas que morrem de malária grave raramente apresentam o traço 
falciforme (HbAS), são protegidos e apresentam vantagens seletivas com relação 
aos indivíduos homozigotos (HbAA), que podem se infectar e vir a morrer de 
malária. 
Introdução
Malária
IMUNIDADE - Resistência Inata
❖ TALASSEMIAS, ou seja, proporções anormais e elevadas de cadeias gama ou 
delta, substituindo a cadeia beta da hemoglobina, também pode impedir o 
desenvolvimento parasitário no interior do eritrócito. 
❖ DEFICIÊNCIA DA GLICOSE-6-FOSFATO-DESIDROGENASE pode impedir o 
desenvolvimento dos parasitos por efeitos oxidantes, formando metahemoglobina 
que é tóxica ao parasito. 
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Introdução
Malária
IMUNIDADE – FETAL E RECÉM-NASCIDO
❖ TRANSFERÊNCIA PASSIVA DE ANTICORPOS: Em áreas da África e da Ásia, 
ilustram bem a complexidade da resposta imunológica naturalmente adquirida: 
Nestas áreas, onde o P. falciparum é predominante os recém nascidos são 
protegidos de malária grave durante o primeiro trimestre de vida;
Introdução
Malária
PREMUNIÇÃO: Estado de Equilíbrio da Resposta Imune
❖ Estado Imune adquirido lentamente, após anos de exposição em áreas de intensa transmissão;
❖ Imunidade não esterilizante que mantém níveis de parasitemia abaixo de um limiar de 
patogenicidade, determinando infecções assintomáticas;
❖ Imunidade dependente de exposição contínua ao parasito, sendo perdida por indivíduos imunes 
após cerca de 1 ano na ausência de exposição;
❖ Equilíbrio suprimido durante a gravidez, principalmente na primigesta.
❖ Em áreas com baixos níveis de transmissão, como no Brasil, crianças e adultos são igualmente 
acometidos e a malária grave por P. falciparum ocorre principalmente quando o diagnóstico é tardio. 
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Introdução
Malária
PREMUNIÇÃO: Estado de Equilíbrio da Resposta Imune 
A imunidade parcial baseada em anticorpos humorais que bloqueiam a invasão das 
hemácias por merozoítos ocorre em indivíduos infectados. Como resultado, há um 
baixo nível de parasitemia e sintomas brandos.
Introdução
Malária - Patogenia
A MALÁRIA É DOENÇA SISTÊMICA QUE PODE AFETAR A MAIORIA DOS 
ÓRGÃOS
➢ A passagem do parasito pelo fígado (ciclo pré-eritrocítico) não é patogênica e não determina 
sintomas;
➢ Todas as alterações clínicas e patológicas da malária estão especialmente associadas ao ciclo 
eritrocítico ou assexuado (esquizogonia sanguínea).
➢ destruição de eritrócitos e liberação dos parasitos e de seus metabólicos na circulação.
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Introdução
Malária Grave 
Malária Cerebral 
Coma profundo na ausência de outra encefalopatia 
infeciosa ou metabólica. 
Convulsões generalizadas 
Mais de duas crises convulsivas em 24 horas.
Anemia grave
Concentração de Hb abaixo de 5g/100 mL ou Hct 
inferior a 15% geralmente requerem 
hemotransfusão.
Hipoglicemia
Glicemia menor que 40 mg/dL.
Insuficiência renal aguda
Creatinina plasmática superior a 3mg/100 mL 
Edema pulmonar
Hipertermia
Hiperparasitemia
Disfunção hepática e icterícia
Ruptura esplênica
Choque circulatório
Acidose metabólica
pH sanguíneo abaixo de 7,35.
Causada por Plasmodium falciparum
Introdução
Malária - Patogenia
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Introdução
Malária - Patogenia
MECANISMOS DETERMINANTES DAS DIFERENTES FORMAS CLÍNICAS:
➢ Destruição dos eritrócitos parasitados ou não - ANEMIA;
➢ Toxidade resultante da liberação de citocinas – CITOTOXIDADE;
➢ Sequestro dos eritrócitos parasitados na rede capilar, no caso de P. falciparum (Knobs) – MALÁRIA 
CEREBRAL;
➢ Lesão capilar por deposição de imunocomplexos no caso de P. malariae - DISFUNÇÃO RENAL.
Introdução
Malária - Patogenia
Principais eventos na patogênese da malária. A inflamação sistêmica é um evento central nas síndromes associadas a 
malária. 
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Introdução
Malária - Patogenia
DESTRUIÇÃO DOS ERITRÓCITOS PARASITADOS.
➢ Presente em todos os tipos de malária e em maior ou menor grau participam do 
desenvolvimento da ANEMIA cuja intensidade não correlaciona com a parasitemia.
Introdução
Malária - Patologia do acesso malárico
❖ Fase 1 ou Fase Febril: O paciente sente febre, frio e calafrio decorrente do aumento dos níveis de 
K+ no sangue (2 hs);
❖ Fase 2 ou Fase de Calor: Nesta fase os merozoítos caem na circulação (2-4 hs). Temperatura 
elevada (39-40ºC).
❖ Fase 3 ou de Suor: É a fase em que o paciente perde calor suando exageradamente e os 
merozoitos reinvadem as hemácias; sensação de alívio.
 
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Introdução
Malária - Patologia do acesso malárico
As interleucinas (IL) 1, 6 e 8, que são causa de febre e de outras manifestações presentes no 
quadro da malária.
Introdução
Malária - Patologia do acesso malárico
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Introdução
Malária – Patogenia malária cerebral
SEQUESTRO DOS ERITRÓCITOS PARASITADOS NA REDE CAPILAR
Introdução
Malária – Patogenia malária cerebral
SEQUESTRO DOS ERITRÓCITOS PARASITADOS NA REDE CAPILAR
➢ Durante o processo esquizogônico sanguíneo, o P. 
falciparum induz uma série de modificações na superfície 
da célula parasitada → promovem a adesão à parede 
endotelial dos capilares. 
➢ O fenômeno de citoaderência é mediado por proteínas do 
parasito expressa na superfície dos eritrócitos infectados 
(PfEMP1), formando protuberâncias ou knobs.
 
Família das proteínas da membrana do 
eritrócito 1 de P. falciparum
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Introdução
Malária – Patogenia malária cerebral
SEQUESTRO DOS ERITRÓCITOS PARASITADOS NA REDE CAPILAR
➢ Diferentes proteínas do hospedeiro participam do processo de adesão celular.
Introdução
Malária – Patogenia malária cerebral
SEQUESTRO DOS ERITRÓCITOS PARASITADOS NA REDE CAPILAR E FORMAÇÃO DE ROSETA
Vasos sanguíneos cerebrais
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Introdução
Malária – Patogenia malária cerebral
SEQUESTRO DOS ERITRÓCITOS PARASITADOS NA REDE CAPILAR E FORMAÇÃO DE ROSETA
➢ Complicação frequente nas infecções por P. falciparum. 
➢ Capilares cerebrais são tamponados com hemácias parasitadas, causando 
hemorragia e congestão intravascular (knobs), granuloma malárico.
Introdução
Malária – Patogenia malária
LESÔES POR DEPOSIÇÃO DE IMUNOCOMPLEXOS
➢ Nas infecções crônicas por P. malariae é descrita a ocorrência de glomerulonefrite transitória e 
autolimitada, a qual se apresenta com Síndrome Nefrótica. 
➢ A lesão glomerular é produzida pela deposição de imunocomplexos e componentes do 
complemento nos glomérulos, alterando a sua permeabilidade e induzindo a perda maciça de 
proteína. 
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Introdução
Malária - Patogenia
➢Fisiopatologia da malária grave e complicada por P. falciparum. 
Ruptura dos 
esquizontes
Anemia
Inibição da 
eritropoiese 
medular
Obstrução vascular
Hipoglicemia
Hipóxia tecidual
Complicações 
neurológicas, renais e 
pulmonares.
Knobs → 
citoaderência e 
formação de rosetas
Consumo de glicose
Acidose láctica
Metabolismo do 
parasito
Alterações na 
hemácia parasitada
TNF
Febre e 
HipoglicemiaGPI e outros 
produtos solúveis 
Introdução
Malária – Congênita
➢ Ocorre apenas na malária ativa cuja mãe não tenha imunidade;
➢ Mães imunes não transmitem e ainda transferem proteção por passagem de anticorpos.
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Introdução
Malária – Diagnóstico
➢ Pacientes com febre intermitente, procedentes de áreas endêmicas ou que estiveram 
em zonas malarígenas (viajantes e turistas, p.ex.);
➢ Indivíduos que tenham recebido transfusão de sangue ou hemoderivados.
Malária ??
Introdução
Malária – Diagnóstico
1) Demonstração do parasito no sangue do paciente. É um método simples a detecção do parasito é melhor 
durante os picos febris, momento em que a parasitemia é maior. 
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Introdução
Malária – Diagnóstico
Gotas espessas de sangue em lâminas de vidro, não coradas.
Secretaria de Vigilância em Saúde – 2. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009.
Esfregaços de sangue fixados e corados pelo método de giemsa.
Introdução
Malária – Diagnóstico
O método mais seguro e mais utilizado é demonstrar a presença de Plasmodium no 
sangue do paciente. O exame deve ser feito o mais breve possível para se evitarem 
as formas grave da malária.
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Introdução
Malária – Diagnóstico
Punção digital para coleta de sangue para preparo de gota 
espessa ou esfregaço.
Secretaria de Vigilância em Saúde – 2. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009.
Introdução
Malária – Diagnóstico
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Identificação do material
Antissepsia Punção Coleta de sangue
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http://pubs.usgs.gov/of/of01-041/htmldocs/images/sslide/sslide2.jpg
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Introdução
Malária – Diagnóstico
Preparo do esfregaço sanguíneo
 
Introdução
Malária – Diagnóstico
Preparo do esfregaço sanguíneo
Secar a lâmina
Fixar com álcool 
Corar com Giemsa 
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Introdução
Malária – Diagnóstico
Preparo da Gota espessa
 
Introdução
Malária – Diagnóstico
Preparo da Gota espessa
 
Secar a lâmina a temperatura ambiente
Desemoglobinizar com água destilada
Fixar com álcool metílico
Corar com Giemsa 
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Introdução
Malária – Diagnóstico
Preparo da Gota espessa
Coloração pelo Giemsa
Introdução
Malária – Diagnóstico
Visualização do material coletado
Esfregaço sanguíneo
Gota espessa 
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Introdução
Malária – Diagnóstico
Secretaria de Vigilância em Saúde – 2. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009.
Introdução
Malária – Diagnóstico
Gota espessa corada pelo método de walker – 
elevada parasitemia por P. falciparum, apenas 
gametócitos.
Secretaria de Vigilância em Saúde – 2. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009.
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Introdução
Malária – Diagnóstico
Esfregaço corado pelo método de walker com 
elevada parasitemia por trofozoítos mais 
gametócitos de P. falciparum.
Secretaria de Vigilância em Saúde – 2. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009.
Introdução
Malária – Diagnóstico
Esfregaço corado pelo método de giemsa com P. vivax com 
baixa parasitemia. Hemácia dilatada com numerosas 
granulações de Schüffner.
A natureza das granulações de Schüffner é ainda desconhecida. São grânulos de cor rósea surgidos nas 
hemácias parasitadas pelo P. vivax e P. ovale quando coradas pelos corantes de Romanowski, segundo os 
métodos de Giemsa, Walker/Giemsa, Wright, Maygrunwald/Giemsa e Romanowski modificado. 
Secretaria de Vigilância em Saúde – 2. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009.
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Introdução
Malária – Diagnóstico
Esfregaço corado pelo método de giemsa com P. vivax 
com esquizonte maduro.
Secretaria de Vigilância em Saúde – 2. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009.
Introdução
Malária – Diagnóstico
Secretaria de Vigilância em Saúde – 2. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009.
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Introdução
Malária – Diagnóstico
Introdução
Malária – Diagnóstico
MÉTODO CAPILAR - QBC – QUANTITATIVE BUFFY COAT
ETAPAS DO TESTE:
A) Encher com sangue o tubo capilar (com placa 
plástica flutuadora) e a acridina orange (coram RNA 
e DNA do parasito).
B) Centrifugar
1) Plasma 
2) Adesão das céls parasitadas por gametócitos à 
placa;
3) Merozoítos; 
4) Granulócitos
5) Hemáceas +
6) Hemáceas -
Plasma
Gametócito P. falciparum
Merozoítos
Granulócitos
Hemáceas
Hemáceas +
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3
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Introdução
Malária – Diagnóstico
ParaSight
Introdução
Malária – Diagnóstico
Testes espécie- específico
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Introdução
Malária – Diagnóstico
Exames laboratoriais inespecíficos
Introdução
Tratamentos
Importante saber antes de tratar:
❖ Gravidade da infecção;
❖ Espécie de plasmódio (P. vivax e P. ovale podem ocorrer recaídas porque o parasito pode permanecer latente 
no fígado, pelo que requerem um tratamento adicional);
❖ Tratamento anterior;
❖ Área onde adquiriu a infecção;
❖ Idade do paciente, gestação, alergias;
❖ Estado imune do hospedeiro (premunição);
❖ Resposta terapêutica do parasito na região onde a infecção ocorreu;
❖ Custo da medicação;
❖ Risco de nova infecção.
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Introdução
Tratamentos
Objetivos do tratamento:
a) Impedir a esquizogonia sanguínea (estágios assexuados sanguíneos);
b) Erradicar as forma teciduais responsáveis pelas recaídas tardias;
c) Impedir a formação de gametócitos;
Introdução
Tratamentos
Tipos de malária Condições clínicas Drogas
P. vivax ou P. ovale
Não complicada (mesmo assim, necessário 
esquema que mate hipnozoítos)
- Cloroquina + primaquina por 3 dias.
- Apenas primaquina (variando doses e 
tempo)
Gestantes e crianças menores que 6 meses (não se 
pode usar a primaquina)
- Cloroquina;
P. falciparum Combinação fixa adultos - Arteméter + lumefantrina por 3 dias.
P. falciparum
Crianças (combinação fixa apenas do artesunato + 
mefloquina)
- Combinação de dias e doses diferentes.
P. falciparum Malária grave
- Artesunato por 7 dias;
- Clindamicina a cada 8 horas por 7 dias.
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Introdução
Drogas utilizadas
Grupo de drogas Ação
Quinolinometanóis naturais (quinino) Esquizonticida para P. falciparum, P. vivax e P. malariae, e ação 
gametocitocida para P. vivax
Quinolinometanóis sintéticos (mefloquina)
4-aminoquinolinas (cloroquina e amodiaquina) Esquizonticida, gametocitocida (contra P. vivax)
8-aminoquinolinas (primaquina) Gametocitocida e hipnozoitocida
Peróxido de Lactona sesquiterpênica (artemeter) Esquizonticidas sanguíneos
Naftoquinonas (atovaquona) Atua no citocromo C
Antifolatos (pirimetamina e proguanil) Bloqueia a síntese de ácido fólico
Antibióticos (tetraciclina, doxiciclina e clindamicina) Ação sobe os ribossomos
Introdução
Tratamentos e prevenção
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Introdução
Tratamentos
▪ Mecanismo da anemia hemolítica induzida por primaquina.
A primaquina não deve ser usada 
durante a gestação.
Todas as espécies de Plasmodium spp. 
podem desenvolver resistência à 
primaquina.
PRIMAQUINA
Introdução
Tratamentos
YouYou Tu, de 84 anos, descobriu a artemisina em 1969, um 
tratamento contra a malária que salvou milhões de vidas no 
mundo.
Artemisia annua
A artemisinina e seus derivados são fármacos de primeira escolha, 
recomendados para o tratamento de malária por P. falciparum 
multirresistente.
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Introdução
Tratamentos
Introdução
Tratamentos
Guia de tratamento da malária no Brasil [recurso eletrônico] / 
Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, 
Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis. –
Brasília: Ministério da Saúde, 2020.
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Introdução
Tratamentos
Introdução
Tratamentos
❑ A incorporação da tafenoquina, medicamento de dose única, é 
uma conquista para a luta contra a malária no país, já que o novo 
tratamento é mais rápido e efetivo.
❑ Roraima foi a primeira região a receber o medicamento, cujo 
quantitativo vai atender à necessidade de toda a população local 
nos próximos seis meses.❑ A tafenoquina será usada nos casos de infecção por Plasmodium 
vivax, tipo mais comum de malária no Brasil. 
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Introdução
Vacinas
Atualmente existem somente duas vacinas comercialmente aprovadas para a malária: a 
R21 e a RTS,S.
Qual seria o alvo vacinal ideal???
Introdução
Vacinas
(PHILLIPS et al., 2017)
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Introdução
Introdução
Profilaxia
- Prevenção do contato com o vetor: uso de mosquiteiros, de repelentes e de telas nas janelas e 
portas de domicílios.
- Combate aos mosquitos adultos: uso de inseticidas domésticos.
- Combate às formas aquáticas dos vetores: saneamento do peridomicílio.
- Medidas contra o parasito: diagnóstico e tratamento precoces, e quimioprofilaxia, quando indicada.
- Educação sanitária.
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