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UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA 
AFRO-BRASILEIRA 
INSTITUTO DE ENGENHARIAS E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 
ENGENHARIA DE ENERGIAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
JORGE CARMON DIOGO BIE 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REDENÇÃO-CE 
FEVEREIRO DE 2023 
 
 
 
 
 
 
 
JORGE CARMON DIOGO BIE 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Relatório apresentado ao componente 
curricular de Estágio Supervisionado, 
como parte dos requisitos parcial para a 
conclusão do Curso de Graduação em 
Engenharia de Energias. 
 
 
Orientadora: Profa. Dra. Rejane Félix 
Pereira. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REDENÇÃO-CE 
FEVEREIRO DE 2023
 RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 
 JORGE CARMON DIOGO BIE 
 
 
Período do Estágio: 19/10/2022 até 27/01/2023. 
 
 
Aprovado em de de . 
 
 
 
 
NOTA: 
 
 
Profa. Dra. Rejane Félix Pereira. 
Orientadora 
 
 
 
 
 
 
 
Eng. Túlio Pinheiro Moura. 
Supervisor do estágio 
 
 
 
 
 
 
 
Profa. Dra. Rejane Félix Pereira. 
 Coordenadora do estágio 
 
 
 
 
 
Jorge Carmon Diogo Bie. 
Estagiário 
LISTA DE FIGURAS 
Figura 1: Departamento que indicava as atividades a serem feitas diariamente. .......................... 9 
Figura 2: Mudança de uma sala normal para o um laboratório. .................................................. 10 
Figura 3: Reinstalação da parte elétrica para o laboratório. ........................................................ 11 
Figura 4: Uma operação de acréscimo de tomadas. .................................................................... 11 
Figura 5: O autor e o responsável efetuando um acréscimo de tomadas em uma sala. .............. 12 
Figura 6: Variados tipos de calhas de PVC, para proteção de fios assim como ......................... 12 
Figura 7: Placas solares fotovoltaicas no campus das auroras, ................................................... 13 
Figura 8: Inspetores da Enel e o Técnico eletricista do Campus, ............................................... 14 
Figura 9: Fontes de alimentação. ................................................................................................. 15 
Figura 10: Inversores. .................................................................................................................. 15 
Figura 11: O estagiário ao lado de um dos inversores. ............................................................... 16 
Figura 12: Malha de aterramento. ............................................................................................... 16 
Figura 13: A Área onde se encontra o Reservatório Subterrâneo. .............................................. 17 
Figura 14: O Reservatório Subterrâneo. ...................................................................................... 17 
Figura 15: Reservatório aéreo. .................................................................................................... 18 
Figura 16: Bombas que apresentavam o problema de vazamento. ............................................. 18 
Figura 17: QCB. .......................................................................................................................... 19 
Figura 18: Quadro de controle da Estacão de Tratamento de Esgoto. ........................................ 19 
Figura 19: Sistema de Tratamento e as Bombas Respetivamente. .............................................. 20 
 
 
LISTA DE SIGLAS 
 
DIMOP – Divisão de Manutenção e Apoio Operacional. 
QGBT – Quadro Geral de Baixa Tensão. 
CPLP – Comunidade dos Países da Língua Portuguesa. 
UNILAB – Universidade da Integração Internacional da 
Lusofonia Afro-Brasileira. 
RU – Restaurante Universitário. 
TUG – Tomada de Uso Geral. 
TUE – Tomada de Uso Específico. 
QD – Quadro de Distribuição. 
QB – Quadro de Comando de Bomba. 
ENEL – Entidade Nacional de Eletricidade. 
PVC – Policloreto de Vinila. 
 
 
 
6 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
1 INTRODUÇÃO ...................................................................................................................... 7 
2 CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DE ESTÁGIO ............................................................... 8 
3 DESENVOLVIMENTO ......................................................................................................... 9 
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................................ 21 
REFERÊNCIAS ........................................................................................................................... 22 
 
 
7 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
Segundo a LEI Nº 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008, no Art. 1° Estágio, 
é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à 
preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino 
regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, 
da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional 
da educação de jovens e adultos. 
O estágio obrigatório integral e supervisionado, permite que o estudante tenha a 
sua primeira experiência profissional como um engenheiro. O mesmo exige e auxilia ao 
aluno a colocar em prática o que se aprendeu no decorrer da sua formação, assim como 
ajuda ao formando a desenvolver uma capacidade de absorver de uma forma efetiva, 
novos conhecimentos direcionados aos projetos que se necessitam desenvolver. 
O autor deste relatório, tem como finalidade, apresentar as atividades 
desenvolvidas durante o estágio curricular no Campus da Auroras – UNILAB na Divisão 
de Manutenção e Apoio Operacional (DIMOP), no período de 19/10/2022 á 27/01/2023. 
Apresentando de início, a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-
Brasileira UNILAB. As respetivas datas das atividades, sua estrutura organizacional e 
suas unidades no estado de Ceará e da Bahia, enfatizando o Campus de Auroras, como 
objeto do estágio. Posteriormente, serão apresentados: Objetivo do Estágio; Área de 
Atuação; Descrição das atividades exercidas durante o período do estágio. Para finalizar, 
far-se-á uma análise da própria participação como estagiário de curso de Engenharia de 
Energias, serão expostas perceções próprias e considerações finais sobre os resultados 
obtidos, dificuldades ao longo do percurso assim como as experiências vivenciadas nesse 
aprendizado. 
8 
 
2 CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DE ESTÁGIO 
 
A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira – 
UNILAB é uma autarquia vinculada ao Ministério da Educação da República 
Federativa do Brasil, com sede na cidade de Redenção, estado do Ceará. Foi criada 
pela Lei nº 12.289, de 20 de julho de 2010, e instalada em 25 de maio de 2011. De 
acordo com a legislação, a UNILAB tem como objetivo ministrar ensino superior, 
desenvolver pesquisas nas variadas áreas de conhecimento e promover a extensão 
universitária, tendo como missão institucional específica formar recursos humanos 
para contribuir com a integração entre o Brasil e os demais países membros da 
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), especialmente os países 
africanos, bem como promover o desenvolvimento regional e o intercâmbio cultural, 
científico e educacional. 
As atividades administrativas e académicas da Unilab se concentram nos 
Estados brasileiros do Ceará e da Bahia. No Ceará, a universidade conta com 
unidades nos municípios de Redenção e Acarape. Na Bahia, a UNILAB está presente 
no município de São Francisco do Conde. 
Com intuito de oferecer serviços de qualidade, dividiu-se os serviços em 
diferentes setores e DIMOP é um deles, que é o setor responsável pela manutenção 
(elétrica,mecânica, hidráulica, etc.…), transporte, limpeza, reservas das salas, entre 
outros serviços. 
O supervisor do estágio foi o Eng. Túlio Pinheiro Moura e a Professora 
Doutora. Rejane Félix Perreira, foi a orientadora do presente estagiário. 
9 
 
3 DESENVOLVIMENTO 
 
No período em que se realizou o estágio, foram realizadas várias atividades em 
diferentes áreas de atuação, isto porque o DIMOP abarca atividades de várias áreas de 
serviços na universidade, e como consequência acopla bastante conhecimento junto 
disso tudo, sendo assim, se dará o início dos relatos de como foi o processo desde 
os primeiros momentos até o encerramento das atividades. 
No início dessa experiência, concretamente partindo do dia 19 do mês de 
novembro, estavam decorrendo algumas mudanças no Bloco D (Bloco dos laboratórios) 
assim como no Bloco C (Bloco das salas de aulas), do edifício dos Campus das Auroras, 
de uma forma geral, tais mudanças ocorreram simultaneamente em todos os três pisos da 
unidade. Tais mudanças consistiam basicamente numa mudança de sala normal para 
laboratório, construção de um laboratório de Energias da Biomassa, mudança de uma sala 
para a construção de um laboratório de física e divisão através do gesso, de uma sala de 
aulas para uma sala técnica. As Figuras que seguem, ilustram de uma forma eficiente tais 
processos. 
Figura 1: Departamento que indicava as atividades a serem feitas diariamente. 
 
Fonte: O autor 
 
 
10 
 
De salientar que as atividades diárias eram indicadas e supervisionadas pelo 
eletricista da unidade, Sr. Gerson Aparecido Siqueira. 
Figura 2: Mudança de uma sala normal para o um laboratório. 
 
Fonte: O autor 
Chegado ao término da parte da construção civil, entrou o pessoal da montagem 
da parte elétrica do laboratório, em que consistia em refazer a instalação do mesmo, 
incluindo a reposição das tomadas e interruptores, assim como uma nova instalação de 
um quadro elétrico, como pode ser ilustrado na Figura 3. 
11 
 
Figura 3: Reinstalação da parte elétrica para o laboratório. 
 
Fonte: O autor 
Nesse período de tempo ocorreram várias outras trocas de posição de tomadas, e 
de cabos de rede em outras salas, visto que os prazos de tempo para entrega eram curtos, 
ocorriam vários serviços em simultâneo em torno da unidade do Campus das Auroras. 
Figura 4: Uma operação de acréscimo de tomadas. 
 
Fonte: O autor 
 
 
12 
 
Figura 5: O autor e o responsável efetuando um acréscimo de tomadas em uma sala. 
 
Fonte: O autor 
Lembrar que, os protetores dos fios, por questão de proteção e até mesmo pela 
estética das salas, eram feitos de calhas, ou seja, um material denominado PVC 
(Policloreto de Vinila). 
Figura 6: Variados tipos de calhas de PVC, para proteção de fios assim como 
a estética do espaço. 
 
Fonte: https://www.google.com/aclk?sa=l&ai=DChcSEwjep-
eH7IT9AhUr7FwKHXj3DxAYABAJGgJjZQ&sig=AOD64_0m5cE7GzYmiRLCIF_Fb2DVSOHIVw&a
durl&ctype=5&ved=2ahUKEwiFot6H7IT9AhVQNLkGHdHhBNcQvhd6BAgBEGI 
 
 
13 
 
Material esse que reúne inúmeras vantagens, tais como resistência a humidade, 
não precisa de manutenção da pintura, pois é fácil de lavar, se adapta a qualquer ambiente 
entre outras qualidades, razões pelas quais grande parte dos profissionais atualmente o 
escolhem para os seus projetos. 
No decorrer do estágio tive também a oportunidade de participar no processo de 
desligamento e religamento da subestação. Visto que o sistema elétrico do Campus das 
Auroras possui a fonte das placas solares instaladas, ou seja, gera a sua própria energia 
através das placas solares fotovoltaicas. O mesmo Campus dispõe também de um gerador 
a combustão interna, que está disponível caso necessário o seu uso. Mesmo assim, a sua 
composição elétrica não é independente da rede elétrica pública, ou seja, a principal fonte 
de energia da unidade, ainda é a do estado. As Figuras que se seguem, apresentam as 
placas solares de uma das partes do Campus (por cima da cantina), e o acompanhamento 
de umas das inspeções da ENEL (Entidade Nacional de Eletricidade) do estado do Ceará. 
Figura 7: Placas solares fotovoltaicas no campus das auroras, 
 localizadas por cima da cantina. 
 
Fonte: O autor 
Neste mesmo dia, acompanhou-se a inspeção da sua instalação, montagem, 
voltagem, tensão e o seu funcionamento. De salientar que no mesmo o projeto foi 
aprovado a sua utilização. 
 
 
14 
 
Figura 8: Inspetores da Enel e o Técnico eletricista do Campus, 
 fazendo a inspeção do projeto. 
 
Fonte: O autor 
A energia gerada durante o dia pelas placas fotovoltaicas, é injetada na rede 
pública, assim, durante a noite ou nas que não tem incidência solar, a energia é retornada 
para o consuma da unidade (Auroras). A unidade também dispõe de um gerador que entra 
em ação caso haja falta de energia da rede pública e os painéis estejam desligados ou no 
caso de ser em um momento sem incidência da luz solar, esse mesmo gerador se aciona 
de forma automática. 
Por medidas de segurança, durante os momentos de desligamento e religamento 
de subestação, o técnico aconselhou para deixar longe todos os objetos que tiveram algo 
de metal ou que possam ser condutores de eletricidade, os aparelhos, entre outros, eis o 
motivo de não ter imagens de tais operações. 
Efetuou-se o processo com base nas normas, desligando os disjuntores com 
menores cargas, ou seja, de menor para maior, esta técnica é utilizada para poder evitar o 
possível arco elétrico, porque, se for desligar logo a chave na subestação, isso pode 
provocar o arco elétrico, o que consequentemente pode ocasionar um grande acidente. 
Como já citado, desligou-se das menores cargas nos QD de cada andar por bloco, até 
chegar nos mais grandes, que ficam dentro da unidade. 
 
 
15 
 
Finalizada a manutenção preventiva, foi realizada a religação de forma contrária 
ao do desligamento, ou seja, começando do maior para o menor, segundo a 
recomendação das normas, para que haja efetividade no seu funcionamento. 
Em seguida, nos meados do mês de dezembro, o responsável pela orientação dos 
bolsistas, fez a apresentação do equipamento da energia solar da outra parte das 
instalações das placas solares, isto do lado do pátio do Campus das Auroras, 
concretamente na parte superior esquerda do Restaurante Universitário (RU), as placas, e 
na sua parte inferior, o seu equipamento de controle. As Figuras que seguem, ilustram 
com mais detalhes o processo. 
Figura 9: Fontes de alimentação. 
 
Fonte: O autor 
Figura 10: Inversores. 
 
Fonte: O autor 
 
16 
 
 
Figura 11: O estagiário ao lado de um dos inversores. 
 
Fonte: O autor 
Figura 12: Malha de aterramento. 
 
Na parte semifinal do estágio, o técnico responsável fez uma apresentação do 
sistema de abastecimento de água de todo o Campus das Auroras, que se localiza do lado 
direito do RU, um espaço pavimentado, muito se parece com uma varanda. 
 
17 
 
 
Mas na verdade é um reservatório de água subterrâneo. Onde é armazenada a 
maior quantidade de água utilizada em toda unidade das Auroras. As figuras que seguem 
ilustram o espaço assim com a sala onde são feitos controle de todas as atividades dos 
equipamentos (bombas de água). 
Figura 13: A Área onde se encontra o Reservatório Subterrâneo. 
 
Fonte: O autor 
Figura 14: O Reservatório Subterrâneo. 
 
Fonte: O autor 
 
 
 
18 
 
 
O reservatório acima ilustrado e citado, estava precisando da limpeza preventiva, 
ao mesmo tempo, onde havia também uma avaria elétrica em uma das bombas 
responsáveis pela sucção da água para o reservatório de cima, fora isso, apresentava 
também um vazamento. Motivo pelo qual era urgente a intervenção dos técnicos. A Figura 
que segue, ilustra reservatório de cima. 
Figura 15: Reservatório aéreo. 
 
Fonte: O autor 
Entre os dois reservatórios, existem as conexões tubular e as bombas responsáveis 
para elevação da água do reservatório subterrâneo para oreservatório de cima. 
Figura 16: Bombas que apresentavam o problema de vazamento. 
 
Fonte: O autor 
 
 
19 
 
 Figura 17: QCB. 
 
 
Fonte: O autor 
Finalizando este período, concretamente no mês de janeiro, já no final do estágio, 
o técnico responsável levou-nos a conhecer a estação de tratamento de esgoto do Campus 
das Auroras, onde havia de efetuar uma troca de relé de controle. Ação essa que não chegou 
a ser efetivada, pois o equipamento comprado para a troca era incompatível com o sistema 
previamente instalado. As Figuras que seguem, apresentam tais equipamentos. 
Figura 18: Quadro de controle da Estacão de Tratamento de Esgoto. 
 
Fonte: O autor 
 
20 
 
Figura 19: Sistema de Tratamento e as Bombas Respetivamente. 
 
Fonte: O autor 
Foram realizadas também algumas atividades no RU, no momento estava sendo 
necessário a organização das mesas e cadeiras naquele espaço, colocamos tudo de uma 
forma organizada e limpa. Foi feita uma supervisão nos equipamentos, máquina do suco, 
assim como os fogões responsáveis para deixar os alimentos na temperatura ideal para o 
consumo. O processo decorreu com sucesso, pois foi de acordo com o que foi solicitado 
pelos órgãos superiores da universidade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
21 
 
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
Consta no presente relatório o roteiro do desenvolvimento das atividades 
desenvolvidas durante o estágio, na UNILAB, Campus das Auroras, concretamente na 
DIMOP, pelo estudante Jorge Carmon Diogo Bie. Os assuntos estão subdivididos de 
acordo com área e como ocorreram. O DIMOP não inteira só dos assuntos da área da 
elétrica, mas também atua em outras áreas. Motivo pelo qual o estágio do estudante não 
se limitou em apenas uma única área, o que o tornou abrangente em diversas outras áreas 
de conhecimento. Durante o processo de estágio, são desenvolvidos diferentes tipos de 
atividades envolvendo vários assuntos do estudo. São relacionadas atividades da área 
elétrica, como desligação e religação da subestação, manutenções nas instalações dos 
blocos, nos circuitos das tomadas e lâmpadas, nos QGBT, verificações das ligações das 
partes elétricas das bombas de água. Dá área da hidráulica, checagem das ligações das 
tubulações das bombas de água, limpeza do reservatório de água que está no subsolo, 
organização, limpeza e marcações das cadeiras e mesas do RU, divisões das salas e entre 
outras atividades como foram apresentados no corpo do mesmo. 
Reunindo todas as atividades durante este período, é imperativo se afirmar que foi 
uma fase de grande benéfico para o estudante formando, pois é nessa fase onde são 
consolidados os conhecimentos adquiridos em sala junto com os da vida prática de um 
profissional de engenharia. 
22 
 
REFERÊNCIAS 
 
https://www.google.com/search?q=ENEL&rlz=1C1ISCS_pt-
PTBR988BR988&oq=ENEL&aqs=chrome..69i57j46i10i131i199i433i465i512j0i10i131i433i51
2j46i10i131i199i433i465i512j0i10i131i433i457i512j0i10i402i512j0i402j5.4363j0j4&sourceid=
chrome&ie=UTF-8, acesso em 08/02/2023. 
 
https://pvc.org.br/o-que-e-pvc/, acesso em 08/02/2023. 
 
https://unilab.edu.br/wp-content/uploads/2020/01/LEI-11788_2008-
EST%c3%81GIO.pdf?_ga=2.240136707.1296131159.1675787614-102778970.1642076682, 
acesso em 08/02/2023. 
		2023-02-09T10:59:47-0300