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Relatório de Estágio- Técnico em Edificações Técnico Em Edificações (I) (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade Relatório de Estágio- Técnico em Edificações Técnico Em Edificações (I) (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes https://www.studocu.com/pt-br/document/instituto-federal-de-educacao-ciencia-e-tecnologia-de-minas-gerais/tecnico-em-edificacoes-i/relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes/55161838?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes https://www.studocu.com/pt-br/course/instituto-federal-de-educacao-ciencia-e-tecnologia-de-minas-gerais/tecnico-em-edificacoes-i/4945857?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes https://www.studocu.com/pt-br/document/instituto-federal-de-educacao-ciencia-e-tecnologia-de-minas-gerais/tecnico-em-edificacoes-i/relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes/55161838?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes https://www.studocu.com/pt-br/course/instituto-federal-de-educacao-ciencia-e-tecnologia-de-minas-gerais/tecnico-em-edificacoes-i/4945857?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS CONGONHAS Departamento de Edificações Curso Técnico em Edificações KARINE FERNANDES SOUZA RELATÓRIO DE ESTÁGIO CONGONHAS – MG 2020 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes MINAS GERAIS Departamento de Edificações Curso Técnico em Edificações KARINE FERNANDES SOUZA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Relatório de estágio supervisionado apresentado ao Curso de Formação de Técnicos em Edificações Do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais, Campus Congonhas, como requisito parcial para obtenção do diploma de Técnico em Edificações. Professor Orientador: Guido Lessa Ribeiro Filho Coordenadora do Departamento: Franciele Maria Costa Ferreira DECLARAÇÃO Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 Declaramos à Diretoria de Pesquisa, Inovação, Pós-Graduação e Extensão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais – Campus Congonhas que a aluna Karine Fernandes Souza, matriculada no curso de Técnico em Edificações, RA nº 0039056, e inscrito no CPF sob nº 143.989.146-09 e RG nº 22.177.560 MG , estagiou na secretaria de obras desta empresa, desenvolvendo atividades pertinentes à sua área de formação durante o período compreendido entre 08/07/2019 e 19/07/2019 e 09/12/2019 e 20/12/2019, totalizando a carga horária de 120 horas. _________________________________________ Rúbia Carolina Monteiro Silva Supervisora de estágio ______________________________________ Karine Fernandes Souza Estagiária CONGONHAS-MG 2020 RELATÓRIO DE ESTÁGIO Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes Relatório de estágio submetido à banca examinadora designada pelo Conselho do Curso de Técnico em Edificações do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais-Campus Congonhas como requisito parcial à obtenção do diploma de Técnico em Edificações. Aprovada em de de 20 . Por: _________________________________________ Prof. Guido Lessa Ribeiro Filho-Engenheiro Civil Orientador ______________________________________ Prof. Franciele Maria Costa Ferreira-Arquiteta Urbanista Coordenadora do Curso CONGONHAS-MG 2020 AGRADECIMENTOS Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 Dedico este relatório primeiramente a Deus, por ter me capacitado para realizar este estágio, aos meus pais, amigos e familiares em especial minha avó Nair e avô Geraldo por todo o apoio, suporte e incentivo, que foram fundamentais para a conclusão deste período importante em minha vida. Ao professor Guido Lessa Ribeiro Filho e a supervisora de estágio Rúbia Carolina Monteiro, por todos os conselhos, orientações e pela paciência com a qual guiaram meu aprendizado. E por último, mas não menos importante aos meus colegas de estágio, Breno Fernandes e Lívia Castro, pelo companheirismo e pela troca de experiências e aprendizado, que tornaram este percurso mais descontraído e amistoso, me permitindo crescer como pessoa. Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes LISTA DE FIGURAS Figura 1: Via que será demarcada na Chácara dos Cordeiros – arquivo pessoal....................4 Figura 2: Via já demarcada na comunidade Chácara dos Cordeiros – arquivo pessoal.....................................................................................................................................5 Figura 3: Plotagem da via na Chácara dos Cordeiros para impressão – arquivo pessoal......................................................................................................................................5 Figura 4: Creche Municipal – Foto: Lívia Beatriz..............................................................7 Figura 5: Creche Municipal – Foto: Breno Fernandes......................................................7 Figura 6: Creche Municipal – Foto: Lívia Beatriz..............................................................8 Figura 7: Creche Municipal – Foto: Breno Fernandes......................................................8 Figura 8: UBS – Foto: Breno Fernandes............................................................................9 Figura 9: Torre de pisa, Itália..............................................................................................10 Figura 10: Torre de pisa – fundações profundas.............................................................10 Figura 11: Torre de pisa – fundações profundas.............................................................11 Figura 12: Quadra esportiva - Foto: Breno Fernandes..................................................14 Figura 13: Usina de triagem - arquivo pessoal................................................................16 Figura 14: Planilhas no excel - arquivo pessoal..............................................................17Figura 15: Primeiro pavimento UBS - arquivo pessoal................................................................18 Figura 16: Primeiro pavimento UBS - Foto: Breno Fernandes.....................................19 Figura 17: Segundo pavimento UBS - Foto: Breno Fernandes....................................19 Figura 18: Projeto segundo pavimento usado para anotar as medidas - arquivo pessoal...................................................................................................................................20 Figura 19: Equipamentos de segurança básicos - Foto: Breno Fernandes...............22 Figura 20: Estagiários - Foto: Lívia Beatriz......................................................................22 Figura 21: Velório Municipal - Foto: Breno Fernandes..................................................23 Figura 22: Projeto original velório - Foto: Breno Fernandes ........................................24 Figura 23: Projeto repensado velório - Foto: Breno Fernandes...................................24 Figura 24: Interior usina de triagem - arquivo pessoal................................................................ 25 Figura 25: Interior usina de triagem - arquivo pessoal................................................................ 25 Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO.......................................................................................................... 3 2 IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO...................................................................................... 3 3 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA ................................................................................ 3 4 DESENVOLVIMENTO.................................................................................................... 4 4.1 Primeiro período de estágio ................................................................................................ 4 4.1.1 Projeto de pavimentação asfáltica ........................................................................... 4 4.1.1.1 Processo de fabricação do asfalto.......................................................... 6 4.1.2 Creche Municipal ........................................................................................................ 6 4.1.3 Obras nas zonas rurais de belo vale ...................................................................... 9 4.1.3.1 UBS (Unidade Básica de Saúde) ............................................................. 9 4.1.3.1.1 Exemplo de edifício com assentamento irregular das fundações......... 10 4.1.3.1.2 Tipos de fundações mais comuns no Brasil .............................................12 4.1.3.1.3 Métodos de sondagem do solo ..................................................................13 4.1.3.2 Quadra esportiva ........................................................................................14 4.1.3.2.1 Tipos de treliças ........................................................................................... 15 4.1.3.3 Usina de triagem.........................................................................................16 4.1.3.4 Academia ao ar livre...................................................................................17 4.2 Segundo período de estágio......................................................................................17 4.2.1 Academias ao ar livre ...............................................................................................17 4.2.2 UBS (Unidade Básica de Saúde) no Santo Antônio ............................................18 4.2.2.1 Equipamentos de segurança ....................................................................20 4.2.3 Velório municipal .......................................................................................................23 4.2.4 Usina de triagem.......................................................................................24 4.2.5 Planta de uma edificação ..........................................................................26 Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes 5 CONCLUSÃO......................................................................................................... 26 6 REFERÊNCIAS....................................................................................................... 26 Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 3 1 INTRODUÇÃO Ao longo desse relatório serão apresentadas as atividades que foram desenvolvidas durante o período de realização do estágio e como essas atividades contribuíram no processo de aprendizagem ajudando a fixar os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula. Primordialmente, foi possível perceber como as coisas funcionam no mercado de trabalho, ver como é a rotina de um profissional da área de construção civil, bem como as responsabilidades do mesmo e, também, a necessidade de ter uma boa formação, ter comprometimento e levar a sério aquilo que se faz para, dessa maneira, ter competência para tomar decisões rápidas e eficazes. Além disso, foi tida a oportunidade de trabalhar tanto em escritório, quanto em obras, o que tornou o processo de aprendizado mais dinâmico e interessante. Nas obras foi possível conversar com pedreiros e engenheiros, trocar experiências, aprender ler alguns projetos com os quais, até então, não havia tido contato, ver como tudo é feito e algumas dificuldades e imprevistos que podem surgir durante a execução das obras. 2 IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO Nome: Karine Fernandes Souza Endereço: Rua Santa Cruz, 74 – Córrego dos Pintos –Belo Vale/MG. Telefone residencial: (31) 98380-5191 E-mail: karinefernandessouza22@gmail.com Turma: 3º Edificações Integrado Previsão de formatura: Dezembro/2020 3 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Prefeitura Municipal de Belo Vale CNPJ: 18.363.937/0001-97 Avenida Tocantis, 57, Belo Vale-MG Ramo de atividade: Setor público Responsável pelo acompanhamento do estágio: Rúbia Carolina Monteiro Silva Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes 4 4 DESENVOLVIMENTO 4.1 Primeiro período de estágio A realização do estágio, Secretaria de Obras da Prefeitura Municipal de Belo Vale, é o setor responsável pelas obras no no município. Durante o estágio foram feitos vários projetos de pavimentação asfáltica em AutoCad, que é o software utilizado para fazer projetos do órgão, para as estradas de terra das comunidades que constituem o município de Belo Vale. O estágio compreendeu ainda, diversas visitas técnicas a obras em andamento. Tanto os projetos quanto as visitas deram valorosa contribuição ao processo de aprendizagem, pois foi possível vivenciar boa parte dos temas estudados em sala de aula, tornando possível adquirir conhecimentos práticos e viver a experiência prática da execução de obras, como será detalhado adiante. 4.1.1 Projeto de Pavimentação Asfáltica Nos primeiros dias foi proposto o trabalho de elaboração da locação das vias a serem pavimentadas, adicionando também suas devidas coordenadas. Esse processo foi realizado em AutoCad, e logo após sua conclusão foi feita a plotagem dos mesmos para a impressão. Figura 1: Via que será demarcada na Chácara dos Cordeiros – arquivo pessoal. Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 5 Figura 2: Via já demarcada na comunidade Chácara dos Cordeiros – arquivo pessoal.Figura 3: Plotagem da via na Chácara dos Cordeiros para impressão – arquivo pessoal. O processo de demarcação de vias foi feito para dar início às obras de pavimentação e contribuiu de forma significativa para o aprendizado, pois, além de conhecer como funciona parte da elaboração de um projeto de pavimentação asfáltica, também foi de grande importância para aprimorar os conhecimentos, mesmo que básicos, na elaboração de projetos utilizando Autocad e contribuindo Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes 6 para o desenvolvimento de agilidade ao criar projetos. Também contribuiu para consolidar o aprendizado obtido em aulas. 4.1.1.1 Processo de Fabricação do Asfalto Primeiramente, é realizado um estudo de níveis, para definir as cotas do greide da rua com base nas cotas das casas. Depois, é feita a limpeza e terraplanagem do terreno. Adiciona-se de 5cm a 10cm de terra semelhante à original para reforçar, se o solo do terreno for resistente, e de 60cm a 3metros, se o solo for instável como o de um brejo. A base granular, ou sub-base, é um estrato de 15cm, geralmente composto de pedras de 7cm a 10cm de diâmetro. Os espaços vazios são preenchidos por pó de pedra e compactados com o rolo compressor. Em lugares com pouco movimento essa etapa pode ser feita de rochas pequenas ou saibro. A base é feita com pedras de 2cm a 5cm, tendo em média 7,5cm de altura. Em seguida preenche-se os espaços com asfalto diluído, para impermeabilizar e dar liga. É aplicada na superfície uma película de emulsão asfáltica, que dá atua como primer para o revestimento asfáltico a ser aplicado. O pavimento de concreto asfáltico é aplicado com cerca de 5cm de espessura. Por ser um material derivado do petróleo, o asfalto é fundido e é aplicado em temperaturas acima de 50°C, quando tem alta viscosidade. Após o resfriamento e cura, fica bem aderido à base. Em locais de muito tráfego e carga, são adicionados aditivos químicos e restos de pneus para que sua durabilidade atinja até 30 anos. 4.1.2 Creche Municipal Dentre as visitas a obras em andamento, foi solicitada a visitação à Creche Municipal, que durante esse período estava-se iniciando a fase de acabamento e começando a ser assentados azulejos nas paredes. Diante disso, foi realizado alguns trabalhos como a medição, usando trena, levantamento da área total do terreno, com o intuito de verificar se a área construída estava de acordo com o que foi previsto no projeto. Além disso, foi solicitado que fosse medido o afastamento frontal da creche elaborando um croqui, que será usado para elaborar um projeto de uma praça a ser construída neste local. Seguem, abaixo, algumas figuras relacionadas à visita. Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 7 Figura 4: Creche Municipal – Foto: Lívia Beatriz. Figura 5: Creche Municipal – Foto: Breno Fernandes. Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes 8 Figura 6: Creche municipal – Foto: Lívia Beatriz. Figura 7: Creche Municipal – Foto: Breno Fernandes. Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 9 4.1.3 Obras nas zonas rurais de belo vale Foram visitadas algumas obras nas zonas rurais de Belo Vale onde a engenheira fiscalizava e monitorava o andamento, entre essas obras pode-se destacar a construção de uma UBS (Unidade Básica de Saúde) na Grota, quadra esportiva nos Costas, uma usina de triagem e uma academia ao ar livre no Córrego dos Pintos. 4.1.3.1 UBS (Unidade Básica de Saúde) Figura 8: UBS – Foto: Breno Fernandes. A UBS visitada encontrava-se em fase de início de obra, ainda na fase de fundação. O sistema utilizado é de sapatas corridas com vigas baldrame e blocos de fundação. O sistema de sapatas corridas, é um tipo de fundação muito comum, é do tipo rasa e constitui-se de uma viga, de concreto simples preferencialmente em concreto armado, sendo construída diretamente no solo, dentro de uma pequena vala. Ademais é uma fundação mais empregada em casos de cargas leves como residências ou obras de pequeno porte construídas sobre solo firme. Sempre que uma edificação é construída, deve haver uma compactação adequada e uniforme do solo. Acomodações do solo posteriores podem acontecer, em maior ou menor grau conforme grau de compactação atingido. Logo, de acordo com a forma como foi feita a fundação uma parte da construção pode ceder mais que a outra e, com essa diferença de deslocamento (recalque diferencial) entre partes diferentes da edificação podem ocorrer trincas nas paredes ou até mesmo ocasionar a inclinação do edifício para um dos lados, como aconteceu na Torre de Pisa na Itália. Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes 10 4.1.3.1.1 Exemplo de edifício com assentamento irregular das fundações. Figura 9: Torre de Pisa, Itália Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 11 Figura 10: Torre de Pisa – Fundações Profundas Figura 11: Torre de Pisa – Fundações Profundas Projetada para abrigar o sino da catedral de Pisa, no norte da Itália, a torre foi iniciada em 1173: seus três primeiros andares mal tinham acabado de ser erguidos quando foi notada uma ligeira inclinação, devido ao afundamento do terreno e ao assentamento irregular das fundações. Para tentar compensar a inclinação, o engenheiro encarregado do projeto, Bonnano Pisano , construiu os demais cinco andares ligeiramente mais altos do lado em que a estrutura pendia para baixo, o que fez a torre afundar ainda mais. A Torre de Pisa, por causa da má análise do solo, foi construída sobre um terreno de argila e areia, materiais pouco firmes para sustentar uma edificação daquele porte. Ficando evidente que o solo de fundação foi o principal responsável pela ocorrência da inclinação. Por ser muito mole, não proporcionou resistência lateral às fundações nem restringiu seus deslocamentos horizontais, permitindo que elas perdessem a estabilidade. Tendo em vista o ocorrido, fica explícito a importância Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes 12 da análise do solo para que seja projetada e executada uma fundação eficaz que respeite os limites do solo. Para resolver o problema foi proposto tirar, aos poucos, terra do lado inclinado e reforçar a fundação com placas de chumbo para evitar qualquer perigo de desmoronamento enquanto o trabalho era realizado. 4.1.3.1.2 – Tipos de fundações mais comuns no Brasil Fundações diretas ou rasas - Em casas com até dois pavimentos é comum utilizarmos as fundações diretas ou rasas devido á boa relação custo/benefício. As fundações diretas transmitem as cargas diretamente para o solo por suas bases. Possuem profundidade inferior ou igual a 3 metros. Geralmente sua escavação é feita manualmente. Os formatos das fundações mudam conforme o tipo, mas todas são construídas com concreto e aço. Esta combinação é conhecida como concreto armado. Tipos de fundações diretas mais comuns: Sapatas Isoladas - Elas são recomendadas paraterrenos com solo firme e de boa resistência. O peso da edificação é transmitido para as colunas, que por sua vez, transferem o peso para as sapatas que distribuem para o solo. Geralmente essas sapatas têm a base quadrada ou retangular e o topo pode ser reto ou piramidal. Viga Baldrame - A viga baldrame fica localiza abaixo do nível do solo e percorre todo o comprimento das paredes da construção. Ela conecta sapatas isoladas para melhor distribuição dos pesos da construção. Contribui também para um melhor travamento das colunas ou pilares da construção. Radier - É uma fundação rasa recomendada para solos com baixa resistência. O radier é uma placa de concreto armado ou protendido que fica abaixo da casa e em contato direto com o solo. Neste tipo de fundação a casa é construída logo acima dele o peso (carga) dela é distribuído de forma uniforme para o solo. Sapatas Corridas - A sapata corrida é uma fundação superficial muito utilizada na construção de casas com vãos pequenos, muros, paredes de reservatórios e piscinas. Ela é uma estrutura contínua de concreto armado que fica abaixo das paredes, se assemelha a viga baldrame, porém suas dimensões de largura e altura são normalmente maiores. O peso da construção é transferido para as colunas e depois distribuído linearmente para o solo. Fundações indiretas ou profundas - Quando o solo tem baixa resistência é necessário combinar a utilização fundações rasas e profundas ou indiretas. As fundações indiretas mais comuns em casas são as estacas tipo broca. As brocas são cilindros de concreto e aço que enterrados conectam as fundações rasas com solos mais firmes. Estacas - A fundação com estacas é indicada para solos com pouca resistência, como aterros por exemplo. Nestes tipos de solo, é necessário cavar muito para conseguir achar um solo firme para fazer as fundações. Geralmente as estacas tem mais de 3 metros profundidade. Este tipo de Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 13 fundação transmite as cargas ao solo por atrito lateral. Sua escavação é feita através do trado manual ou mecânico, comumente chamado de broca. 4.1.3.1.3 – Métodos de sondagem do solo É muito importante que seja feita uma investigação geotécnica antes de se iniciar a fase de fundação em qualquer construção, para ter conhecimento do tipo de solo com que se está trabalhando. Isso dará mais segurança e propriedade para executar a obra em questão. Basicamente a sondagem de solos é feita após a escolha do terreno, para validar ou não, a possibilidade da obra ser realizada tal como o planejado, também evitando que haja imprevistos como visto acima, entre outros. A sondagem do solo é realizada na obra, por meio de uma amostragem do solo e ensaios específicos de campo. Essa amostragem deve atingir todo o decurso do subsolo ou a profundidade de acréscimo de tensão devido ao peso da construção. Segue abaixo alguns tipos de sondagem de solo: Sondagem a trado – A sondagem a trado é a mais simples que existe, sendo muito empregada em obras de saneamento e de estradas. Ela permite um conhecimento inicial sobre a estratigrafia do tipo do solo, e as amostras coletadas servem para futuros ensaios em laboratórios. É interessante destacar que esse método pode ser realizado manualmente, por meio da utilização de lâminas cortantes. Sondagem à percussão SPT – A sondagem à percussão, também chamada de sondagem SPT (Standard Penetration Test), talvez seja a mais conhecida por conta do índice de resistência à penetração NSPT. É válido destacar que, de acordo com as normas brasileiras, a investigação geotécnica preliminar para edificações deve ser constituída no mínimo pela sondagem à percussão, uma vez que apenas a sondagem a trado não é suficiente para o dimensionamento das fundações. Ela determina o índice de resistência à penetração de determinado solo, analisando a estratigrafia, sua classificação e outras informações, como o local exato do aparecimento de água. Sondagem rotativa – A sondagem rotativa visa investigar e reconhecer as rochas e os materiais impenetráveis à percussão, permitindo a retirada de amostras da rocha, denominadas testemunhos. Por meio desse método é possível atingir grandes profundidades dos perfis geológicos em cada furo. Os testemunhos recuperados são retirados, indicando as principais caraterísticas, como o grau de alteração, percentual de recuperação, xistosidade e índice de qualidade. Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 http://www.apl.eng.br/geotecnia/execucao-de-sondagens-mistas-e-rotativas https://www.apl.eng.br/geotecnia/execucao-de-sondagem-a-percussao-spt http://www.apl.eng.br/geotecnia/execucao-de-sondagem-a-percussao http://www.apl.eng.br/geotecnia/execucao-de-sondagem-a-trado https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes 14 Sondagem mista – A sondagem mista é a utilização conjunta da metodologia de sondagem rotativa e sondagem SPT. Dessa forma, nos trechos em solo tem-se a medida do índice de penetração NSPT e nos materiais impenetráveis à percussão faz-se o uso das coroas diamantadas para recuperação de testemunhos. Sondagem geofísica – Diferentemente das sondagens mecânicas acima apresentadas, A sondagem geofísica não retira testemunhos de rocha ou amostras de solo. Suas medições são indiretas e são feitos através de levantamentos e métodos como os sísmicos, elétricos, eletromagnéticos, potenciais (magnético e gravimétrico), radiométricos, geotérmicos etc. 4.1.3.2 Quadra esportiva Figura 12: Quadra esportiva- Foto: Breno Fernandes. O local encontrava-se iniciando a fase de término, estava sendo soldadas estruturas metálicas em treliça, que são estruturas compostas por elementos Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://blog.apl.eng.br/conheca-um-pouco-mais-sobre-sondagens-geofisicas/ https://www.apl.eng.br/geotecnia/execucao-de-sondagem-a-percussao-spt https://www.apl.eng.br/geotecnia/execucao-de-sondagens-mistas-e-rotativas http://www.apl.eng.br/geotecnia/execucao-de-sondagens-mistas-e-rotativas 15 triangulares, isso seria usado para fazer a cobertura. Esse tipo de estrutura é muito comum em quadras esportivas e galpões, pois esses são ambientes que precisam de grandes vãos livres no meio da quadra, para atender suas necessidades. O uso das estruturas metálicas deve-se ao fato de que são estruturas relativamente leves com resistência elevada, eficiência de custo, rápida instalação e que conseguem vencer grandes vãos. Na figura (Figura 12) é possível ver que o perfil metálico é arqueado, isso faz com que a distância entre os pilares que ele será apoiado possa ser ainda maior. 4.1.3.2.1 – Tipos de Treliças Treliças são estruturas compostas por cinco ou mais unidades triangulares construídas com elementos retos cujas extremidades são ligadas em pontos conhecidos como nós. Tendo em conta que, na verdade, uma treliça tem um funcionamento idêntico ao de uma viga (na sua configuração geral) é possível vencer vãos consideravelmente maiores do que aqueles que podem ser vencidos com uma viga. Treliças Planares - A forma mais simples de uma treliça é um único triângulo. Uma treliça simples é uma estrutura planar. Estas estruturas planares são, normalmente, associadas em paralelo para formar estruturas de suporte de telhados e pontes. Treliças Tridimensionais – São arranjos estruturais onde todos os seus elementos se encontram ligados na sua extremidade de forma simples. Uma forma de tetraedro é a forma de treliça tridimensional mais simples, compostopor seis membros, que se encontram em quatro articulações, o que as torna ainda mais fortes. Pisos, plataformas e telhados fazem uso dessas treliças porque permanecem fortes e estáveis no meio, bem como sobre as extremidades da estrutura. 4.1.3.3 Usina de triagem Figura 13: Usina de triagem-arquivo pessoal Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes 16 A usina de triagem é um local onde são separados resíduos sólidos para futura reciclagem dos materiais. Assim como na quadra esportiva, essa usina também conta com estrutura metálica em treliça, que no momento da visita estavam sendo soldadas. É possível observar (figura 13) no lado esquerdo, os pilares metálicos já posicionados para receber a estrutura, vista no lado direito da imagem, que será utilizada na cobertura. Ademais, as obras que utilizam aço possuem um tempo de execução menor, já que as peças chegam ao canteiro de obras praticamente prontas e não é preciso esperar o tempo de cura do concreto, por exemplo, também contribuindo para a limpeza do local, pela baixa produção de entulho. Em contrapartida, é preciso mão de obra especializada, podendo aumentar o custo de execução. O que no entanto, pode não interferir muito no valor final, pois o preço da mão de obra é mais cara, mas o tempo de execução é menor. 4.1.3.4 Academia ao ar livre Dentre as visitas feitas às comunidades rurais de Belo Vale, foi visitada a obra de uma academia ao ar livre na comunidade Córrego dos Pintos. No momento da visita a obra se encontrava ainda na etapa das fundações e em algumas partes da armadura de um muro de arrimo. Logo foi solicitado a contagem da área de pilares já construídos e ferragens já utilizadas na alvenaria, para efetuar os devidos pagamentos. Figura 14: Planilhas no Excel – arquivo pessoal Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 17 4.2 Segundo período de estágio 4.2.1 Academias ao ar livre Logo no início do segundo período de estágio foi pedido que fosse medida a área de espaços cobertos, nas zonas rurais, onde serão feitas academias ao ar livre. Isso foi proposto pois a empresa responsável pela cobertura desses locais estava cobrando um valor mais alto do que o combinado inicialmente. Em justificativa ao valor abusivo a empresa alegou que a área desses locais havia ficado maior do que a área prevista. Portanto a medição foi feita para conferir se as áreas desses locais realmente estavam maiores. 4.2.2 UBS (Unidade Básica de Saúde) no Santo Antônio Na visita a UBS foi requerida a medição da área de alvenaria total da obra, essa medição foi feita com a trena. Essa tarefa tinha como objetivo verificar a coerência área medida com o levantamento feito pela empresa responsável pela obra para, dessa maneira, saber quanto a prefeitura pagará pelo serviço prestado. Além da trena, para a medição, foi utilizado o projeto da obra para anotar as medidas das respectivas dimensões. Além disso, construção é localizada em um terreno com grande desnível e possui dois pavimentos, onde no primeiro pavimento será um consultório odontológico e uma sede de fisioterapia, e no segundo funcionará a UBS. Levando em consideração o desnível e que a obra possui ruas ao redor de todo terreno, o segundo pavimento poderá ser acessado, pela rua de cima, sem passar pelo primeiro pavimento logo, os pavimentos terão acessos independentes. Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes 18 Figura 15: Primeiro pavimento UBS-arquivo pessoal Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 19 Figura 16: Primeiro pavimento UBS- Foto: Breno Fernandes. Figura 17: Segundo pavimento UBS- Foto: Breno Fernandes. Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes 20 Figura 18: Projeto segundo pavimento usado para anotar as medidas-arquivo pessoal 4.2.2.1 Equipamentos de segurança No decorrer da primeira visita à obra da UBS no Santo Antônio, foi visto uma figura ilustrando que os equipamentos de segurança eram essenciais em uma obra, como havia sido orientado pela engenheira da prefeitura antes de visitarmos a obra. É de uso obrigatório o equipamento de proteção individual (EPI) na construção civil por representar a principal forma, em conjunto com o EPC (equipamento de proteção coletiva), de preservar a saúde e o bem-estar do trabalhador no canteiro de obra. A Norma Regulamentadora número 6, que está disponível no site do Ministério do Trabalho e Previdência Social, define as regras relacionadas ao EPI. Todo EPI deve possuir Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Um EPI para construção civil é essencial, visto que os colaboradores ficam expostos a riscos a todo momento. Logo, gestores e engenheiros de segurança do trabalho devem ter controle sobre a distribuição e o uso correto desses equipamentos. Ainda deve-se prezar pelo armazenamento e pela conservação desses equipamentos de segurança, além de realizar treinamentos para todos os operários sobre a importância da utilização correta. Segue, abaixo, alguns dos principais equipamentos de proteção individual na construção civil: Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://deltaplusbrasil.com.br/blog/entenda-a-importancia-do-epi-para-os-colaboradores-da-empresa/ 21 Capacete de segurança - É um dos principais equipamentos de segurança, pois protege contra eventuais quedas de objetos sobre uma das partes corporais mais críticas: a cabeça. Óculos de proteção - Protege os olhos do trabalhador durante a realização de atividades nocivas à sua visão como, o impacto de partículas volantes, luminosidade intensa, radiação ultravioleta e radiação infravermelha. Luvas de segurança - São utilizadas para o manuseio seguro de equipamentos e ferramentas a fim de evitar lesões. Cinturões de segurança - O cinto é um EPI para construção civil recomendado para profissionais que trabalham em altura e, segundo a NR 35, é considerado obrigatório para alturas superiores a 2 metros do piso, como atividades em andaimes, escadas e plataformas suspensas, evitando o risco de queda. Máscaras e respiradores - Praticamente todas as obras contam com o preparo de argamassa. Durante esse processo, as partículas do cimento são inaladas pelo colaborador, prejudicando seu sistema respiratório. Para amenizar ou evitar esses danos, é indicado o uso da máscara ou do respirador. Além disso protege olhos e face contra impactos de partículas volantes, radiação ultravioleta, radiação infravermelha e luminosidade intensa. Protetores auditivos - Como as obras envolvem trabalhos com equipamentos que emitem ruídos elevados acima de 85 dB, a NR 15 determina o uso obrigatório de protetores auriculares para preservar o sistema auditivo dos funcionários). Deve ser do tipo concha na construção civil por ser mais fácil manter sua higiene em comparação com o de inserção. . Vestimentas - Protege o tronco contra riscos de origens térmica e mecânica, além de fazer o mesmo contra agentes químicos, riscos de origem radioativa, de origem meteorológica e umidade proveniente de operações com uso de água. Calçado- São utilizados para dar maior aderência e conforto aos pés, além de protegê-los contra diversos riscos como o impacto de quedas de objetos sobre os artelhos, agentes provenientes de energia elétrica, agentes térmicos, agentes abrasivos e escoriantes, agentes cortantes e perfurantes, entre situações durante as atividades laborais. Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://deltaplusbrasil.com.br/blog/respiradores-pff1-pff2-pff2-carvao-ou-pff3-saiba-quais-sao-as-diferencas/ http://trabalho.gov.br/images/Documentos/SST/NR/NR35.pdf http://trabalho.gov.br/images/Documentos/SST/NR/NR35.pdf https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes 22 Figura 19: Equipamentos de segurança básicos- Foto: Breno Fernandes. Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 23 Figura 20: Estagiários- Foto: Lívia Beatriz. 4.2.3 Velório municipal Inicialmente, foi feita a medição de recuos, espaços internos e externos do velório municipal, a fim de realizar o projeto original da edificação utilizando o Autocad. Depois, foi solicitada a elaboração de propostas para possíveis projetos com versões melhoradas do velório, buscando ter um melhor aproveitamento do espaço disposto pelo mesmo, atendendo melhor às suas necessidades, e tornando- o mais acessível à pessoas com necessidades especiais. O espaço foi redesenhado, porém, mantendo ao mesmo tempo os pilares originais nos respectivos locais, para facilitar na execução. Figura 21: Velório municipal- Foto: Breno Fernandes. Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes 24 Figura 22: Projeto original velório- Foto: Breno Fernandes. Figura 23: Projeto repensado velório- Foto: Breno Fernandes. 4.2.4 Usina de triagem Na primeira visita feita à usina de triagem, na primeira parte do estágio (4.1), a obra encontrava-se iniciando a fase de cobertura. Já na visita feita no segundo período de estágio, essa obra se encontrava com a cobertura e alvenarias quase concluídas. A visita foi feita com o objetivo de medir a área de alvenarias já construídas, a metragem de meio fio utilizado e a quantidade de manilhas já colocadas. Tudo isso foi feito com o intuito de comparar com as informações que haviam sido passadas Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 25 pela empresa responsável e conferir a veracidade das mesmas, e assim efetuar os devidos pagamentos a empresa. O resultado obtido foi bem menor quando comparado com o que tinha sido recebido pela construtora. Portanto, se esse trabalho de medição não tivesse sido executado, a prefeitura pagaria por um serviço que não foi prestado. Na cobertura havia algumas telhas transparentes, para possibilitar a passagem de luz natural deixando o ambiente mais iluminado o que evita a necessidade de lâmpadas durante o dia e, dessa maneira, diminui gastos com energia elétrica. Figura 24: Interior usina de triagem-arquivo pessoal Figura 25: Interior usina de triagem-arquivo pessoal Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes 26 4.2.5 Planta de uma edificação Dentre outras atividades feitas no segundo período de estágio, pode-se destacar a revisão da planta de uma construção que estava prestes a ser iniciada. Com o intuito de conferir a concordância e coerência do que estava previsto no projeto apresentado com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), foram calculadas a taxa de permeabilidade da edificação, o valor dos afastamentos aplicados. As regras da ABNT foram criadas para garantir uma melhor qualidade nas construções, por isso é recomendado que todas as construções a sigam, uma vez que as exigências presentes nessa organização trazem segurança e ainda conformidade em qualquer obra. No total, são 881 normas voltadas para a construção civil. Isso quer dizer que há uma grande abrangência, o que garante maior qualidade e satisfação dos consumidores. 5 CONCLUSÃO Considerando tudo que foi dito, feito e aprendido ao longo do presente relatório, pode-se dizer que a experiência do estágio foi de significativa importância para o processo de aprendizado cumprindo seu principal objetivo de viver e executar na prática todo o conhecimento adquirido em sala de aula. Ainda, essa experiência foi importante tanto na formação técnica, por ter possibilitado visualizar e viver a rotina de um trabalhador da área e ver como é o mercado tanto da construção civil quanto de obras públicas, quanto pessoal, na construção de relações de comunicação interpessoais, criação de responsabilidades e caráter. Referencias: https://static.fecam.net.br/uploads/476/arquivos/159510_Memorial_Descritivo.pdf https://super.abril.com.br/mundo-estranho/como-se-asfalta-uma-rua/ https://www.escolaengenharia.com.br/blocos-de-fundacao/000 https://constructapp.io/pt/equipamento-de-protecao-individual-epi-naconstrucao-civil/ https://deltaplusbrasil.com.br/blog/7-epis-para-construcao-civil-que-sao- extremamente-necessarios/ https://super.abril.com.br/wp- content/uploads/2018/07/578d3d3a0e21634575206d77pisa.jpeg http://www.eng.uerj.br/~denise/pdf/compressibilidadeadensamento.pdf Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 http://www.eng.uerj.br/~denise/pdf/compressibilidadeadensamento.pdf https://deltaplusbrasil.com.br/blog/7-epis-para-construcao-civil-que-sao-extremamente-necessarios/ https://deltaplusbrasil.com.br/blog/7-epis-para-construcao-civil-que-sao-extremamente-necessarios/ https://super.abril.com.br/mundo-estranho/como-se-asfalta-uma-rua/ https://static.fecam.net.br/uploads/476/arquivos/159510_Memorial_Descritivo.pdf 27 https://super.abril.com.br/mundo-estranho/por-que-a-torre-de-pisa-e-inclinada/ https://blog.apl.eng.br/tipos-de-sondagem-de-solo-qual-a-melhor-metodologia-para-sua- obra/ geositu.com.br/o-que-e-sondagem-de-solo/ https://blogpraconstruir.com.br/etapas-da-construcao/tipos-de-fundacoes/ https://www.i9orcamentos.com.br/voce-conhece-as-normas-da-abnt-para-construcao- civil/#:~:text=O%20que%20s%C3%A3o%20as%20normas,as%20avalia %C3%A7%C3%B5es%20de%20diversas%20formas. https://pt.wikipedia.org/wiki/Treli%C3%A7a https://metalica.com.br/trelicas-tridimensionais-2/ Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com) lOMoARcPSD|49649939 https://metalica.com.br/trelicas-tridimensionais-2/ https://pt.wikipedia.org/wiki/Treli%C3%A7a https://www.i9orcamentos.com.br/voce-conhece-as-normas-da-abnt-para-construcao-civil/#:~:text=O%20que%20s%C3%A3o%20as%20normas,as%20avalia%C3%A7%C3%B5es%20de%20diversas%20formas. https://www.i9orcamentos.com.br/voce-conhece-as-normas-da-abnt-para-construcao-civil/#:~:text=O%20que%20s%C3%A3o%20as%20normas,as%20avalia%C3%A7%C3%B5es%20de%20diversas%20formas. https://www.i9orcamentos.com.br/voce-conhece-as-normas-da-abnt-para-construcao-civil/#:~:text=O%20que%20s%C3%A3o%20as%20normas,as%20avalia%C3%A7%C3%B5es%20de%20diversas%20formas. https://blog.apl.eng.br/tipos-de-sondagem-de-solo-qual-a-melhor-metodologia-para-sua-obra/ https://blog.apl.eng.br/tipos-de-sondagem-de-solo-qual-a-melhor-metodologia-para-sua-obra/ https://super.abril.com.br/mundo-estranho/por-que-a-torre-de-pisa-e-inclinada/ https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoesKARINE FERNANDES SOUZA DECLARAÇÃO SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO 3 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 4 DESENVOLVIMENTO 4.1 Primeiro período de estágio 4.1.1 Projeto de Pavimentação Asfáltica 4.1.1.1 Processo de Fabricação do Asfalto 4.1.2 Creche Municipal Figura 6: Creche municipal – Foto: Lívia Beatriz. Figura 7: Creche Municipal – Foto: Breno Fernandes. 4.1.3 Obras nas zonas rurais de belo vale Figura 8: UBS – Foto: Breno Fernandes. 4.1.3.2 Quadra esportiva Figura 12: Quadra esportiva- Foto: Breno Fernandes. 4.1.3.3 Usina de triagem Figura 13: Usina de triagem-arquivo pessoal 4.1.3.4 Academia ao ar livre Dentre as visitas feitas às comunidades rurais de Belo Vale, foi visitada a obra de uma academia ao ar livre na comunidade Córrego dos Pintos. No momento da visita a obra se encontrava ainda na etapa das fundações e em algumas partes da armadura de um muro de arrimo. Logo foi solicitado a contagem da área de pilares já construídos e ferragens já utilizadas na alvenaria, para efetuar os devidos pagamentos. Figura 14: Planilhas no Excel – arquivo pessoal 4.2 Segundo período de estágio 4.2.1 Academias ao ar livre 4.2.2 UBS (Unidade Básica de Saúde) no Santo Antônio Figura 15: Primeiro pavimento UBS-arquivo pessoal Figura 16: Primeiro pavimento UBS- Foto: Breno Fernandes. Figura 17: Segundo pavimento UBS- Foto: Breno Fernandes. Figura 18: Projeto segundo pavimento usado para anotar as medidas-arquivo pessoal 4.2.2.1 Equipamentos de segurança Figura 19: Equipamentos de segurança básicos- Foto: Breno Fernandes. Figura 20: Estagiários- Foto: Lívia Beatriz. 4.2.3 Velório municipal Figura 21: Velório municipal- Foto: Breno Fernandes. Figura 22: Projeto original velório- Foto: Breno Fernandes. Figura 23: Projeto repensado velório- Foto: Breno Fernandes. 4.2.4 Usina de triagem Figura 24: Interior usina de triagem-arquivo pessoal 4.2.5 Planta de uma edificação 5 CONCLUSÃO