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Relatório de Estágio- Técnico em Edificações
Técnico Em Edificações (I) (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de
Minas Gerais)
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A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade
Relatório de Estágio- Técnico em Edificações
Técnico Em Edificações (I) (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de
Minas Gerais)
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Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com)
lOMoARcPSD|49649939
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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS 
CAMPUS CONGONHAS
Departamento de Edificações
Curso Técnico em Edificações
 
 
 
 
 KARINE FERNANDES SOUZA
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONGONHAS – MG
2020
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE 
 
Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com)
lOMoARcPSD|49649939
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MINAS GERAIS 
Departamento de Edificações 
Curso Técnico em Edificações 
 
 
 
KARINE FERNANDES SOUZA 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO 
 
 
 
 
 
 
Relatório de estágio
supervisionado apresentado
ao Curso de Formação de 
Técnicos em Edificações Do
Instituto Federal de
Educação, Ciência e 
Tecnologia de Minas Gerais,
Campus Congonhas, como
requisito parcial para
obtenção do diploma de 
Técnico em Edificações. 
 
 Professor Orientador: Guido Lessa Ribeiro Filho 
Coordenadora do Departamento: Franciele Maria Costa Ferreira
DECLARAÇÃO
 
Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com)
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Declaramos à Diretoria de Pesquisa, Inovação, Pós-Graduação e Extensão do
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais –
Campus Congonhas que a aluna Karine Fernandes Souza, matriculada no
curso de Técnico em Edificações, RA nº 0039056, e inscrito no CPF sob nº
143.989.146-09 e RG nº 22.177.560 MG , estagiou na secretaria de obras
desta empresa, desenvolvendo atividades pertinentes à sua área de formação
durante o período compreendido entre 08/07/2019 e 19/07/2019 e 09/12/2019
e 20/12/2019, totalizando a carga horária de 120 horas. 
 
 
 
 
_________________________________________ 
Rúbia Carolina Monteiro Silva 
Supervisora de estágio 
 
 
 
 
______________________________________ 
Karine Fernandes Souza 
Estagiária 
 
 
 
 
 
 
 
 CONGONHAS-MG 
2020
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO 
 
 
Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com)
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Relatório de estágio submetido à banca examinadora designada pelo Conselho
do Curso de Técnico em Edificações do Instituto Federal de Educação, Ciência
e Tecnologia de Minas Gerais-Campus Congonhas como requisito parcial à
obtenção do diploma de Técnico em Edificações.
Aprovada em de de 20 .
 Por:
 
 
 
 
_________________________________________ 
Prof. Guido Lessa Ribeiro Filho-Engenheiro Civil 
Orientador 
 
 
 
______________________________________ 
Prof. Franciele Maria Costa Ferreira-Arquiteta Urbanista 
Coordenadora do Curso 
 
 
 
 
 
 
 
 
 CONGONHAS-MG
 2020
AGRADECIMENTOS 
 
Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com)
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Dedico este relatório primeiramente a Deus, por ter me capacitado para
realizar este estágio, aos meus pais, amigos e familiares em especial minha
avó Nair e avô Geraldo por todo o apoio, suporte e incentivo, que foram
fundamentais para a conclusão deste período importante em minha vida. Ao
professor Guido Lessa Ribeiro Filho e a supervisora de estágio Rúbia Carolina
Monteiro, por todos os conselhos, orientações e pela paciência com a qual
guiaram meu aprendizado. E por último, mas não menos importante aos meus
colegas de estágio, Breno Fernandes e Lívia Castro, pelo companheirismo e
pela troca de experiências e aprendizado, que tornaram este percurso mais
descontraído e amistoso, me permitindo crescer como pessoa. 
 
Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com)
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LISTA DE FIGURAS 
 
Figura 1: Via que será demarcada na Chácara dos Cordeiros – arquivo 
pessoal....................4 
Figura 2: Via já demarcada na comunidade Chácara dos Cordeiros – arquivo 
pessoal.....................................................................................................................................5 
Figura 3: Plotagem da via na Chácara dos Cordeiros para impressão – arquivo 
pessoal......................................................................................................................................5
Figura 4: Creche Municipal – Foto: Lívia Beatriz..............................................................7 
Figura 5: Creche Municipal – Foto: Breno Fernandes......................................................7
Figura 6: Creche Municipal – Foto: Lívia Beatriz..............................................................8 
Figura 7: Creche Municipal – Foto: Breno Fernandes......................................................8
Figura 8: UBS – Foto: Breno Fernandes............................................................................9 
Figura 9: Torre de pisa, Itália..............................................................................................10 
Figura 10: Torre de pisa – fundações profundas.............................................................10 
Figura 11: Torre de pisa – fundações profundas.............................................................11 
Figura 12: Quadra esportiva - Foto: Breno Fernandes..................................................14 
Figura 13: Usina de triagem - arquivo pessoal................................................................16 
Figura 14: Planilhas no excel - arquivo pessoal..............................................................17Figura 15: Primeiro pavimento UBS - arquivo 
pessoal................................................................18 
Figura 16: Primeiro pavimento UBS - Foto: Breno Fernandes.....................................19 
Figura 17: Segundo pavimento UBS - Foto: Breno Fernandes....................................19 
Figura 18: Projeto segundo pavimento usado para anotar as medidas - arquivo 
pessoal...................................................................................................................................20 
Figura 19: Equipamentos de segurança básicos - Foto: Breno Fernandes...............22 
Figura 20: Estagiários - Foto: Lívia Beatriz......................................................................22 
Figura 21: Velório Municipal - Foto: Breno Fernandes..................................................23 
Figura 22: Projeto original velório - Foto: Breno Fernandes ........................................24 
Figura 23: Projeto repensado velório - Foto: Breno Fernandes...................................24 
Figura 24: Interior usina de triagem - arquivo 
pessoal................................................................ 25 
Figura 25: Interior usina de triagem - arquivo 
pessoal................................................................ 25 
 
 
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SUMÁRIO 
1 INTRODUÇÃO.......................................................................................................... 3
2 IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO...................................................................................... 3 
3 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA ................................................................................ 3 
4 DESENVOLVIMENTO.................................................................................................... 4 
4.1 Primeiro período de estágio ................................................................................................ 4 
4.1.1 Projeto de pavimentação asfáltica ........................................................................... 4
4.1.1.1 Processo de fabricação do asfalto.......................................................... 6
4.1.2 Creche Municipal ........................................................................................................ 6 
4.1.3 Obras nas zonas rurais de belo vale ...................................................................... 9
4.1.3.1 UBS (Unidade Básica de Saúde) ............................................................. 9 
 4.1.3.1.1 Exemplo de edifício com assentamento irregular das fundações......... 10
 4.1.3.1.2 Tipos de fundações mais comuns no Brasil .............................................12 
 4.1.3.1.3 Métodos de sondagem do solo ..................................................................13
4.1.3.2 Quadra esportiva ........................................................................................14
 4.1.3.2.1 Tipos de treliças ........................................................................................... 15
4.1.3.3 Usina de triagem.........................................................................................16
4.1.3.4 Academia ao ar livre...................................................................................17 
4.2 Segundo período de estágio......................................................................................17
4.2.1 Academias ao ar livre ...............................................................................................17 
4.2.2 UBS (Unidade Básica de Saúde) no Santo Antônio ............................................18 
4.2.2.1 Equipamentos de segurança ....................................................................20
4.2.3 Velório municipal .......................................................................................................23 
4.2.4 Usina de triagem.......................................................................................24
4.2.5 Planta de uma edificação ..........................................................................26
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5 CONCLUSÃO......................................................................................................... 26
6 REFERÊNCIAS....................................................................................................... 26
 
 
 
 
 
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3 
 
1 INTRODUÇÃO 
Ao longo desse relatório serão apresentadas as atividades que foram
desenvolvidas durante o período de realização do estágio e como essas atividades
contribuíram no processo de aprendizagem ajudando a fixar os conhecimentos
teóricos adquiridos em sala de aula. 
Primordialmente, foi possível perceber como as coisas funcionam no mercado
de trabalho, ver como é a rotina de um profissional da área de construção civil, bem
como as responsabilidades do mesmo e, também, a necessidade de ter uma boa
formação, ter comprometimento e levar a sério aquilo que se faz para, dessa
maneira, ter competência para tomar decisões rápidas e eficazes. 
Além disso, foi tida a oportunidade de trabalhar tanto em escritório, quanto em
obras, o que tornou o processo de aprendizado mais dinâmico e interessante. Nas
obras foi possível conversar com pedreiros e engenheiros, trocar experiências,
aprender ler alguns projetos com os quais, até então, não havia tido contato, ver
como tudo é feito e algumas dificuldades e imprevistos que podem surgir durante a
execução das obras. 
2 IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO 
Nome: Karine Fernandes Souza
Endereço: Rua Santa Cruz, 74 – Córrego dos Pintos –Belo Vale/MG. 
Telefone residencial: (31) 98380-5191 
E-mail: karinefernandessouza22@gmail.com 
Turma: 3º Edificações Integrado 
Previsão de formatura: Dezembro/2020 
 
3 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 
Prefeitura Municipal de Belo Vale 
CNPJ: 18.363.937/0001-97 
Avenida Tocantis, 57, Belo Vale-MG 
Ramo de atividade: Setor público 
Responsável pelo acompanhamento do estágio: Rúbia Carolina Monteiro Silva 
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4 
 
4 DESENVOLVIMENTO 
4.1 Primeiro período de estágio 
A realização do estágio, Secretaria de Obras da Prefeitura Municipal de Belo
Vale, é o setor responsável pelas obras no no município. Durante o estágio foram
feitos vários projetos de pavimentação asfáltica em AutoCad, que é o software
utilizado para fazer projetos do órgão, para as estradas de terra das comunidades
que constituem o município de Belo Vale. O estágio compreendeu ainda, diversas
visitas técnicas a obras em andamento. Tanto os projetos quanto as visitas deram
valorosa contribuição ao processo de aprendizagem, pois foi possível vivenciar boa
parte dos temas estudados em sala de aula, tornando possível adquirir
conhecimentos práticos e viver a experiência prática da execução de obras, como
será detalhado adiante.
 
4.1.1 Projeto de Pavimentação Asfáltica
Nos primeiros dias foi proposto o trabalho de elaboração da locação das vias
a serem pavimentadas, adicionando também suas devidas coordenadas. Esse
processo foi realizado em AutoCad, e logo após sua conclusão foi feita a plotagem
dos mesmos para a impressão. 
 
Figura 1: Via que será demarcada na Chácara dos Cordeiros – arquivo pessoal.
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Figura 2: Via já demarcada na comunidade Chácara dos Cordeiros – arquivo pessoal.Figura 3: Plotagem da via na Chácara dos Cordeiros para impressão – arquivo pessoal. 
 O processo de demarcação de vias foi feito para dar início às obras de
pavimentação e contribuiu de forma significativa para o aprendizado, pois, além de
conhecer como funciona parte da elaboração de um projeto de pavimentação
asfáltica, também foi de grande importância para aprimorar os conhecimentos,
mesmo que básicos, na elaboração de projetos utilizando Autocad e contribuindo
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6 
 
para o desenvolvimento de agilidade ao criar projetos. Também contribuiu para
consolidar o aprendizado obtido em aulas. 
4.1.1.1 Processo de Fabricação do Asfalto
 Primeiramente, é realizado um estudo de níveis, para definir as cotas do greide da
rua com base nas cotas das casas. Depois, é feita a limpeza e terraplanagem do
terreno. Adiciona-se de 5cm a 10cm de terra semelhante à original para reforçar, se
o solo do terreno for resistente, e de 60cm a 3metros, se o solo for instável como o
de um brejo.
 A base granular, ou sub-base, é um estrato de 15cm, geralmente composto de
pedras de 7cm a 10cm de diâmetro. Os espaços vazios são preenchidos por pó de
pedra e compactados com o rolo compressor. Em lugares com pouco movimento
essa etapa pode ser feita de rochas pequenas ou saibro.
 A base é feita com pedras de 2cm a 5cm, tendo em média 7,5cm de altura. Em
seguida preenche-se os espaços com asfalto diluído, para impermeabilizar e dar
liga. É aplicada na superfície uma película de emulsão asfáltica, que dá atua como
primer para o revestimento asfáltico a ser aplicado.
 O pavimento de concreto asfáltico é aplicado com cerca de 5cm de espessura. Por
ser um material derivado do petróleo, o asfalto é fundido e é aplicado em
temperaturas acima de 50°C, quando tem alta viscosidade. Após o resfriamento e
cura, fica bem aderido à base. Em locais de muito tráfego e carga, são adicionados
aditivos químicos e restos de pneus para que sua durabilidade atinja até 30 anos.
4.1.2 Creche Municipal
Dentre as visitas a obras em andamento, foi solicitada a visitação à Creche
Municipal, que durante esse período estava-se iniciando a fase de acabamento e
começando a ser assentados azulejos nas paredes. Diante disso, foi realizado
alguns trabalhos como a medição, usando trena, levantamento da área total do
terreno, com o intuito de verificar se a área construída estava de acordo com o que
foi previsto no projeto. Além disso, foi solicitado que fosse medido o afastamento
frontal da creche elaborando um croqui, que será usado para elaborar um projeto de
uma praça a ser construída neste local. Seguem, abaixo, algumas figuras
relacionadas à visita.
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Figura 4: Creche Municipal – Foto: Lívia Beatriz.
 
 Figura 5: Creche Municipal – Foto: Breno Fernandes.
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Figura 6: Creche municipal – Foto: Lívia Beatriz.
 
 
 
Figura 7: Creche Municipal – Foto: Breno Fernandes.
 
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4.1.3 Obras nas zonas rurais de belo vale 
Foram visitadas algumas obras nas zonas rurais de Belo Vale onde a
engenheira fiscalizava e monitorava o andamento, entre essas obras pode-se
destacar a construção de uma UBS (Unidade Básica de Saúde) na Grota, quadra
esportiva nos Costas, uma usina de triagem e uma academia ao ar livre no Córrego
dos Pintos. 
4.1.3.1 UBS (Unidade Básica de Saúde) 
 
Figura 8: UBS – Foto: Breno Fernandes.
A UBS visitada encontrava-se em fase de início de obra, ainda na fase de
fundação. O sistema utilizado é de sapatas corridas com vigas baldrame e blocos de
fundação. 
O sistema de sapatas corridas, é um tipo de fundação muito comum, é do tipo
rasa e constitui-se de uma viga, de concreto simples preferencialmente em concreto
armado, sendo construída diretamente no solo, dentro de uma pequena vala.
Ademais é uma fundação mais empregada em casos de cargas leves como
residências ou obras de pequeno porte construídas sobre solo firme. 
Sempre que uma edificação é construída, deve haver uma compactação
adequada e uniforme do solo. Acomodações do solo posteriores podem acontecer,
em maior ou menor grau conforme grau de compactação atingido. Logo, de acordo
com a forma como foi feita a fundação uma parte da construção pode ceder mais
que a outra e, com essa diferença de deslocamento (recalque diferencial) entre
partes diferentes da edificação podem ocorrer trincas nas paredes ou até mesmo
ocasionar a inclinação do edifício para um dos lados, como aconteceu na Torre de
Pisa na Itália. 
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4.1.3.1.1 Exemplo de edifício com assentamento irregular das fundações. 
Figura 9: Torre de Pisa, Itália 
 
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Figura 10: Torre de Pisa – Fundações Profundas
Figura 11: Torre de Pisa – Fundações Profundas
Projetada para abrigar o sino da catedral de Pisa, no norte da Itália, a torre foi
iniciada em 1173: seus três primeiros andares mal tinham acabado de ser erguidos
quando foi notada uma ligeira inclinação, devido ao afundamento do terreno e ao
assentamento irregular das fundações. Para tentar compensar a inclinação, o
engenheiro encarregado do projeto, Bonnano Pisano , construiu os demais cinco
andares ligeiramente mais altos do lado em que a estrutura pendia para baixo, o que
fez a torre afundar ainda mais.
A Torre de Pisa, por causa da má análise do solo, foi construída sobre um
terreno de argila e areia, materiais pouco firmes para sustentar uma edificação
daquele porte. Ficando evidente que o solo de fundação foi o principal responsável
pela ocorrência da inclinação. Por ser muito mole, não proporcionou resistência
lateral às fundações nem restringiu seus deslocamentos horizontais, permitindo que
elas perdessem a estabilidade. Tendo em vista o ocorrido, fica explícito a importância
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da análise do solo para que seja projetada e executada uma fundação eficaz que
respeite os limites do solo.
Para resolver o problema foi proposto tirar, aos poucos, terra do lado inclinado
e reforçar a fundação com placas de chumbo para evitar qualquer perigo de
desmoronamento enquanto o trabalho era realizado.
4.1.3.1.2 – Tipos de fundações mais comuns no Brasil
 Fundações diretas ou rasas - Em casas com até dois pavimentos é
comum utilizarmos as fundações diretas ou rasas devido á boa relação
custo/benefício.
As fundações diretas transmitem as cargas diretamente para o solo por
suas bases. Possuem profundidade inferior ou igual a 3 metros.
Geralmente sua escavação é feita manualmente. 
Os formatos das fundações mudam conforme o tipo, mas todas são
construídas com concreto e aço. Esta combinação é conhecida
como concreto armado.
Tipos de fundações diretas mais comuns:
 Sapatas Isoladas - Elas são recomendadas paraterrenos com solo firme e
de boa resistência. O peso da edificação é transmitido para as colunas,
que por sua vez, transferem o peso para as sapatas que distribuem para o
solo. Geralmente essas sapatas têm a base quadrada ou retangular e o
topo pode ser reto ou piramidal.
 Viga Baldrame - A viga baldrame fica localiza abaixo do nível do solo e
percorre todo o comprimento das paredes da construção. Ela conecta
sapatas isoladas para melhor distribuição dos pesos da construção.
 Contribui também para um melhor travamento das colunas ou pilares da
construção.
 Radier - É uma fundação rasa recomendada para solos com baixa
resistência. O radier é uma placa de concreto armado ou protendido que
fica abaixo da casa e em contato direto com o solo. Neste tipo de
fundação a casa é construída logo acima dele o peso (carga) dela é
distribuído de forma uniforme para o solo.
 Sapatas Corridas - A sapata corrida é uma fundação superficial muito
utilizada na construção de casas com vãos pequenos, muros, paredes de
reservatórios e piscinas. Ela é uma estrutura contínua de concreto
armado que fica abaixo das paredes, se assemelha a viga baldrame,
porém suas dimensões de largura e altura são normalmente maiores. O
peso da construção é transferido para as colunas e depois distribuído
linearmente para o solo.
 Fundações indiretas ou profundas - Quando o solo tem baixa resistência é
necessário combinar a utilização fundações rasas e profundas ou
indiretas. As fundações indiretas mais comuns em casas são as estacas
tipo broca. As brocas são cilindros de concreto e aço que enterrados
conectam as fundações rasas com solos mais firmes.
 Estacas - A fundação com estacas é indicada para solos com pouca
resistência, como aterros por exemplo. Nestes tipos de solo, é necessário
cavar muito para conseguir achar um solo firme para fazer as fundações.
Geralmente as estacas tem mais de 3 metros profundidade. Este tipo de
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fundação transmite as cargas ao solo por atrito lateral. Sua escavação é
feita através do trado manual ou mecânico, comumente chamado de
broca.
 4.1.3.1.3 – Métodos de sondagem do solo
 É muito importante que seja feita uma investigação geotécnica antes de se
iniciar a fase de fundação em qualquer construção, para ter conhecimento do tipo de
solo com que se está trabalhando. Isso dará mais segurança e propriedade para
executar a obra em questão.
 Basicamente a sondagem de solos é feita após a escolha do terreno, para
validar ou não, a possibilidade da obra ser realizada tal como o planejado, também
evitando que haja imprevistos como visto acima, entre outros. A sondagem do solo é
realizada na obra, por meio de uma amostragem do solo e ensaios específicos de
campo. Essa amostragem deve atingir todo o decurso do subsolo ou a profundidade
de acréscimo de tensão devido ao peso da construção. Segue abaixo alguns tipos
de sondagem de solo:
 Sondagem a trado – A sondagem a trado é a mais simples que existe,
sendo muito empregada em obras de saneamento e de estradas.
Ela permite um conhecimento inicial sobre a estratigrafia do tipo do
solo, e as amostras coletadas servem para futuros ensaios em
laboratórios. É interessante destacar que esse método pode ser
realizado manualmente, por meio da utilização de lâminas cortantes.
 Sondagem à percussão SPT – A sondagem à percussão, também
chamada de sondagem SPT (Standard Penetration Test), talvez seja a
mais conhecida por conta do índice de resistência à penetração NSPT.
É válido destacar que, de acordo com as normas brasileiras, a
investigação geotécnica preliminar para edificações deve ser
constituída no mínimo pela sondagem à percussão, uma vez que
apenas a sondagem a trado não é suficiente para o dimensionamento
das fundações. Ela determina o índice de resistência à penetração de
determinado solo, analisando a estratigrafia, sua classificação e outras
informações, como o local exato do aparecimento de água.
 Sondagem rotativa – A sondagem rotativa visa investigar e reconhecer
as rochas e os materiais impenetráveis à percussão, permitindo a
retirada de amostras da rocha, denominadas testemunhos. Por meio
desse método é possível atingir grandes profundidades dos perfis
geológicos em cada furo. Os testemunhos recuperados são retirados,
indicando as principais caraterísticas, como o grau de alteração,
percentual de recuperação, xistosidade e índice de qualidade. 
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http://www.apl.eng.br/geotecnia/execucao-de-sondagens-mistas-e-rotativas
https://www.apl.eng.br/geotecnia/execucao-de-sondagem-a-percussao-spt
http://www.apl.eng.br/geotecnia/execucao-de-sondagem-a-percussao
http://www.apl.eng.br/geotecnia/execucao-de-sondagem-a-trado
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14 
 
 Sondagem mista – A sondagem mista é a utilização conjunta da
metodologia de sondagem rotativa e sondagem SPT. Dessa forma, nos
trechos em solo tem-se a medida do índice de penetração NSPT e nos
materiais impenetráveis à percussão faz-se o uso das coroas
diamantadas para recuperação de testemunhos. 
 Sondagem geofísica – Diferentemente das sondagens mecânicas
acima apresentadas, A sondagem geofísica não retira testemunhos de
rocha ou amostras de solo. Suas medições são indiretas e são feitos
através de levantamentos e métodos como os sísmicos, elétricos,
eletromagnéticos, potenciais (magnético e gravimétrico), radiométricos,
geotérmicos etc. 
 
4.1.3.2 Quadra esportiva
Figura 12: Quadra esportiva- Foto: Breno Fernandes.
 
O local encontrava-se iniciando a fase de término, estava sendo soldadas
estruturas metálicas em treliça, que são estruturas compostas por elementos
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triangulares, isso seria usado para fazer a cobertura. Esse tipo de estrutura é muito
comum em quadras esportivas e galpões, pois esses são ambientes que precisam
de grandes vãos livres no meio da quadra, para atender suas necessidades. 
O uso das estruturas metálicas deve-se ao fato de que são estruturas
relativamente leves com resistência elevada, eficiência de custo, rápida instalação e
que conseguem vencer grandes vãos. Na figura (Figura 12) é possível ver que o
perfil metálico é arqueado, isso faz com que a distância entre os pilares que ele será
apoiado possa ser ainda maior. 
 4.1.3.2.1 – Tipos de Treliças
Treliças são estruturas compostas por cinco ou mais unidades triangulares construídas
com elementos retos cujas extremidades são ligadas em pontos conhecidos como
nós. Tendo em conta que, na verdade, uma treliça tem um funcionamento idêntico ao de
uma viga (na sua configuração geral) é possível vencer vãos consideravelmente maiores
do que aqueles que podem ser vencidos com uma viga.
 Treliças Planares - A forma mais simples de uma treliça é um único
triângulo. Uma treliça simples é uma estrutura planar. Estas estruturas
planares são, normalmente, associadas em paralelo para formar
estruturas de suporte de telhados e pontes. 
 Treliças Tridimensionais – São arranjos estruturais onde todos os seus
elementos se encontram ligados na sua extremidade de forma simples.
Uma forma de tetraedro é a forma de treliça tridimensional mais
simples, compostopor seis membros, que se encontram em quatro
articulações, o que as torna ainda mais fortes. Pisos, plataformas e
telhados fazem uso dessas treliças porque permanecem fortes e
estáveis no meio, bem como sobre as extremidades da estrutura.
4.1.3.3 Usina de triagem 
 
Figura 13: Usina de triagem-arquivo pessoal 
 
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A usina de triagem é um local onde são separados resíduos sólidos para
futura reciclagem dos materiais. 
Assim como na quadra esportiva, essa usina também conta com estrutura
metálica em treliça, que no momento da visita estavam sendo soldadas. É possível
observar (figura 13) no lado esquerdo, os pilares metálicos já posicionados para
receber a estrutura, vista no lado direito da imagem, que será utilizada na cobertura. 
 Ademais, as obras que utilizam aço possuem um tempo de execução menor,
já que as peças chegam ao canteiro de obras praticamente prontas e não é preciso
esperar o tempo de cura do concreto, por exemplo, também contribuindo para a
limpeza do local, pela baixa produção de entulho. Em contrapartida, é preciso mão
de obra especializada, podendo aumentar o custo de execução. O que no entanto,
pode não interferir muito no valor final, pois o preço da mão de obra é mais cara,
mas o tempo de execução é menor. 
4.1.3.4 Academia ao ar livre
Dentre as visitas feitas às comunidades rurais de Belo Vale, foi visitada a obra de uma
academia ao ar livre na comunidade Córrego dos Pintos. No momento da visita a obra
se encontrava ainda na etapa das fundações e em algumas partes da armadura de 
um muro de arrimo. Logo foi solicitado a contagem da área de pilares já construídos e
ferragens já utilizadas na alvenaria, para efetuar os devidos pagamentos.
 
Figura 14: Planilhas no Excel – arquivo pessoal 
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4.2 Segundo período de estágio 
4.2.1 Academias ao ar livre 
Logo no início do segundo período de estágio foi pedido que fosse medida a
área de espaços cobertos, nas zonas rurais, onde serão feitas academias ao ar livre.
Isso foi proposto pois a empresa responsável pela cobertura desses locais estava
cobrando um valor mais alto do que o combinado inicialmente. Em justificativa ao
valor abusivo a empresa alegou que a área desses locais havia ficado maior do que
a área prevista. Portanto a medição foi feita para conferir se as áreas desses locais
realmente estavam maiores. 
4.2.2 UBS (Unidade Básica de Saúde) no Santo Antônio 
Na visita a UBS foi requerida a medição da área de alvenaria total da obra,
essa medição foi feita com a trena. Essa tarefa tinha como objetivo verificar a
coerência área medida com o levantamento feito pela empresa responsável pela
obra para, dessa maneira, saber quanto a prefeitura pagará pelo serviço prestado.
 Além da trena, para a medição, foi utilizado o projeto da obra para anotar as
medidas das respectivas dimensões. Além disso, construção é localizada em um
terreno com grande desnível e possui dois pavimentos, onde no primeiro pavimento
será um consultório odontológico e uma sede de fisioterapia, e no segundo
funcionará a UBS. 
Levando em consideração o desnível e que a obra possui ruas ao redor de
todo terreno, o segundo pavimento poderá ser acessado, pela rua de cima, sem
passar pelo primeiro pavimento logo, os pavimentos terão acessos independentes.
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Figura 15: Primeiro pavimento UBS-arquivo pessoal 
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Figura 16: Primeiro pavimento UBS- Foto: Breno Fernandes.
 
Figura 17: Segundo pavimento UBS- Foto: Breno Fernandes.
 
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Figura 18: Projeto segundo pavimento usado para anotar as medidas-arquivo pessoal 
4.2.2.1 Equipamentos de segurança 
No decorrer da primeira visita à obra da UBS no Santo Antônio, foi visto uma
figura ilustrando que os equipamentos de segurança eram essenciais em uma obra,
como havia sido orientado pela engenheira da prefeitura antes de visitarmos a obra. 
É de uso obrigatório o equipamento de proteção individual (EPI) na
construção civil por representar a principal forma, em conjunto com o EPC
(equipamento de proteção coletiva), de preservar a saúde e o bem-estar do
trabalhador no canteiro de obra.
A Norma Regulamentadora número 6, que está disponível no site do
Ministério do Trabalho e Previdência Social, define as regras relacionadas ao EPI.
Todo EPI deve possuir Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do
Trabalho e Emprego. Um EPI para construção civil é essencial, visto que os
colaboradores ficam expostos a riscos a todo momento. Logo, gestores e
engenheiros de segurança do trabalho devem ter controle sobre a distribuição e o
uso correto desses equipamentos.
Ainda deve-se prezar pelo armazenamento e pela conservação desses
equipamentos de segurança, além de realizar treinamentos para todos os operários
sobre a importância da utilização correta.
Segue, abaixo, alguns dos principais equipamentos de proteção individual na
construção civil:
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 Capacete de segurança - É um dos principais equipamentos de segurança,
pois protege contra eventuais quedas de objetos sobre uma das partes
corporais mais críticas: a cabeça.
 Óculos de proteção - Protege os olhos do trabalhador durante a realização
de atividades nocivas à sua visão como, o impacto de partículas volantes,
luminosidade intensa, radiação ultravioleta e radiação infravermelha. 
 Luvas de segurança - São utilizadas para o manuseio seguro de
equipamentos e ferramentas a fim de evitar lesões. 
 Cinturões de segurança - O cinto é um EPI para construção civil
recomendado para profissionais que trabalham em altura e, segundo a NR
35, é considerado obrigatório para alturas superiores a 2 metros do piso,
como atividades em andaimes, escadas e plataformas suspensas, evitando
o risco de queda.
 Máscaras e respiradores - Praticamente todas as obras contam com o
preparo de argamassa. Durante esse processo, as partículas do cimento
são inaladas pelo colaborador, prejudicando seu sistema respiratório. Para
amenizar ou evitar esses danos, é indicado o uso da máscara ou
do respirador. Além disso protege olhos e face contra impactos de
partículas volantes, radiação ultravioleta, radiação infravermelha e
luminosidade intensa. 
 Protetores auditivos - Como as obras envolvem trabalhos com
equipamentos que emitem ruídos elevados acima de 85 dB, a NR 15
determina o uso obrigatório de protetores auriculares para preservar o
sistema auditivo dos funcionários). Deve ser do tipo concha na construção
civil por ser mais fácil manter sua higiene em comparação com o de
inserção.
 .
 Vestimentas - Protege o tronco contra riscos de origens térmica e
mecânica, além de fazer o mesmo contra agentes químicos, riscos de
origem radioativa, de origem meteorológica e umidade proveniente de
operações com uso de água. 
 Calçado- São utilizados para dar maior aderência e conforto aos pés, além
de protegê-los contra diversos riscos como o impacto de quedas de objetos
sobre os artelhos, agentes provenientes de energia elétrica, agentes
térmicos, agentes abrasivos e escoriantes, agentes cortantes e perfurantes,
entre situações durante as atividades laborais.
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https://deltaplusbrasil.com.br/blog/respiradores-pff1-pff2-pff2-carvao-ou-pff3-saiba-quais-sao-as-diferencas/
http://trabalho.gov.br/images/Documentos/SST/NR/NR35.pdf
http://trabalho.gov.br/images/Documentos/SST/NR/NR35.pdf
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoes
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Figura 19: Equipamentos de segurança básicos- Foto: Breno
Fernandes.
 
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Figura 20: Estagiários- Foto: Lívia Beatriz.
4.2.3 Velório municipal 
Inicialmente, foi feita a medição de recuos, espaços internos e externos do
velório municipal, a fim de realizar o projeto original da edificação utilizando o
Autocad. Depois, foi solicitada a elaboração de propostas para possíveis projetos
com versões melhoradas do velório, buscando ter um melhor aproveitamento do
espaço disposto pelo mesmo, atendendo melhor às suas necessidades, e tornando-
o mais acessível à pessoas com necessidades especiais. O espaço foi redesenhado,
porém, mantendo ao mesmo tempo os pilares originais nos respectivos locais, para
facilitar na execução. 
 
 
Figura 21: Velório municipal- Foto: Breno Fernandes.
 
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24 
 
 
Figura 22: Projeto original velório- Foto: Breno Fernandes.
 
 
 
Figura 23: Projeto repensado velório- Foto: Breno Fernandes.
 
4.2.4 Usina de triagem 
Na primeira visita feita à usina de triagem, na primeira parte do estágio (4.1), a
obra encontrava-se iniciando a fase de cobertura. Já na visita feita no segundo
período de estágio, essa obra se encontrava com a cobertura e alvenarias quase
concluídas. 
A visita foi feita com o objetivo de medir a área de alvenarias já construídas, a
metragem de meio fio utilizado e a quantidade de manilhas já colocadas. Tudo isso
foi feito com o intuito de comparar com as informações que haviam sido passadas
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pela empresa responsável e conferir a veracidade das mesmas, e assim efetuar os
devidos pagamentos a empresa.
 O resultado obtido foi bem menor quando comparado com o que tinha sido
recebido pela construtora. Portanto, se esse trabalho de medição não tivesse sido
executado, a prefeitura pagaria por um serviço que não foi prestado. 
Na cobertura havia algumas telhas transparentes, para possibilitar a
passagem de luz natural deixando o ambiente mais iluminado o que evita a
necessidade de lâmpadas durante o dia e, dessa maneira, diminui gastos com
energia elétrica. 
Figura 24: Interior usina de triagem-arquivo pessoal 
 
Figura 25: Interior usina de triagem-arquivo pessoal 
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4.2.5 Planta de uma edificação 
 Dentre outras atividades feitas no segundo período de estágio, pode-se destacar
a revisão da planta de uma construção que estava prestes a ser iniciada. Com o
intuito de conferir a concordância e coerência do que estava previsto no projeto
apresentado com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas),
foram calculadas a taxa de permeabilidade da edificação, o valor dos afastamentos
aplicados. 
 As regras da ABNT foram criadas para garantir uma melhor qualidade nas
construções, por isso é recomendado que todas as construções a sigam, uma vez
que as exigências presentes nessa organização trazem segurança e ainda
conformidade em qualquer obra. No total, são 881 normas voltadas para a construção
civil. Isso quer dizer que há uma grande abrangência, o que garante maior qualidade
e satisfação dos consumidores.
 
5 CONCLUSÃO 
Considerando tudo que foi dito, feito e aprendido ao longo do presente
relatório, pode-se dizer que a experiência do estágio foi de significativa importância
para o processo de aprendizado cumprindo seu principal objetivo de viver e executar
na prática todo o conhecimento adquirido em sala de aula. 
Ainda, essa experiência foi importante tanto na formação técnica, por ter
possibilitado visualizar e viver a rotina de um trabalhador da área e ver como é o
mercado tanto da construção civil quanto de obras públicas, quanto pessoal, na
construção de relações de comunicação interpessoais, criação de responsabilidades
e caráter. 
 
Referencias: 
https://static.fecam.net.br/uploads/476/arquivos/159510_Memorial_Descritivo.pdf
https://super.abril.com.br/mundo-estranho/como-se-asfalta-uma-rua/
 https://www.escolaengenharia.com.br/blocos-de-fundacao/000
 https://constructapp.io/pt/equipamento-de-protecao-individual-epi-naconstrucao-civil/ 
https://deltaplusbrasil.com.br/blog/7-epis-para-construcao-civil-que-sao-
extremamente-necessarios/
https://super.abril.com.br/wp-
content/uploads/2018/07/578d3d3a0e21634575206d77pisa.jpeg 
http://www.eng.uerj.br/~denise/pdf/compressibilidadeadensamento.pdf
Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com)
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http://www.eng.uerj.br/~denise/pdf/compressibilidadeadensamento.pdf
https://deltaplusbrasil.com.br/blog/7-epis-para-construcao-civil-que-sao-extremamente-necessarios/
https://deltaplusbrasil.com.br/blog/7-epis-para-construcao-civil-que-sao-extremamente-necessarios/
https://super.abril.com.br/mundo-estranho/como-se-asfalta-uma-rua/
https://static.fecam.net.br/uploads/476/arquivos/159510_Memorial_Descritivo.pdf
27 
 
https://super.abril.com.br/mundo-estranho/por-que-a-torre-de-pisa-e-inclinada/
https://blog.apl.eng.br/tipos-de-sondagem-de-solo-qual-a-melhor-metodologia-para-sua-
obra/
geositu.com.br/o-que-e-sondagem-de-solo/
https://blogpraconstruir.com.br/etapas-da-construcao/tipos-de-fundacoes/
https://www.i9orcamentos.com.br/voce-conhece-as-normas-da-abnt-para-construcao-
civil/#:~:text=O%20que%20s%C3%A3o%20as%20normas,as%20avalia
%C3%A7%C3%B5es%20de%20diversas%20formas.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Treli%C3%A7a
https://metalica.com.br/trelicas-tridimensionais-2/
Baixado por Cleber (cleberpereira20011@gmail.com)
lOMoARcPSD|49649939
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https://www.i9orcamentos.com.br/voce-conhece-as-normas-da-abnt-para-construcao-civil/#:~:text=O%20que%20s%C3%A3o%20as%20normas,as%20avalia%C3%A7%C3%B5es%20de%20diversas%20formas.
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https://blog.apl.eng.br/tipos-de-sondagem-de-solo-qual-a-melhor-metodologia-para-sua-obra/
https://blog.apl.eng.br/tipos-de-sondagem-de-solo-qual-a-melhor-metodologia-para-sua-obra/
https://super.abril.com.br/mundo-estranho/por-que-a-torre-de-pisa-e-inclinada/
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-estagio-tecnico-em-edificacoesKARINE FERNANDES SOUZA
	DECLARAÇÃO
	SUMÁRIO
	1 INTRODUÇÃO
	2 IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO
	3 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
	4 DESENVOLVIMENTO
	4.1 Primeiro período de estágio
	4.1.1 Projeto de Pavimentação Asfáltica
	4.1.1.1 Processo de Fabricação do Asfalto
	4.1.2 Creche Municipal
	Figura 6: Creche municipal – Foto: Lívia Beatriz.
	Figura 7: Creche Municipal – Foto: Breno Fernandes.
	4.1.3 Obras nas zonas rurais de belo vale
	Figura 8: UBS – Foto: Breno Fernandes.
	4.1.3.2 Quadra esportiva
	
	Figura 12: Quadra esportiva- Foto: Breno Fernandes.
	4.1.3.3 Usina de triagem
	Figura 13: Usina de triagem-arquivo pessoal
	4.1.3.4 Academia ao ar livre
	Dentre as visitas feitas às comunidades rurais de Belo Vale, foi visitada a obra de uma academia ao ar livre na comunidade Córrego dos Pintos. No momento da visita a obra se encontrava ainda na etapa das fundações e em algumas partes da armadura de um muro de arrimo. Logo foi solicitado a contagem da área de pilares já construídos e ferragens já utilizadas na alvenaria, para efetuar os devidos pagamentos.
	
	Figura 14: Planilhas no Excel – arquivo pessoal
	4.2 Segundo período de estágio
	4.2.1 Academias ao ar livre
	4.2.2 UBS (Unidade Básica de Saúde) no Santo Antônio
	Figura 15: Primeiro pavimento UBS-arquivo pessoal
	Figura 16: Primeiro pavimento UBS- Foto: Breno Fernandes.
	
	Figura 17: Segundo pavimento UBS- Foto: Breno Fernandes.
	Figura 18: Projeto segundo pavimento usado para anotar as medidas-arquivo pessoal
	4.2.2.1 Equipamentos de segurança
	Figura 19: Equipamentos de segurança básicos- Foto: Breno Fernandes.
	Figura 20: Estagiários- Foto: Lívia Beatriz.
	4.2.3 Velório municipal
	Figura 21: Velório municipal- Foto: Breno Fernandes.
	Figura 22: Projeto original velório- Foto: Breno Fernandes.
	Figura 23: Projeto repensado velório- Foto: Breno Fernandes.
	4.2.4 Usina de triagem
	Figura 24: Interior usina de triagem-arquivo pessoal
	4.2.5 Planta de uma edificação
	5 CONCLUSÃO

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