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Carolina Pithon Rocha | Medicina | 3o semestre 1 Histologi� espermatogênes� � espermiogênes�; �citaçã�, ereçã�, emissã� � ejaculaçã� espermatogênese e espermiogênese a produção do gameta masculino inicia-se na puberdade pelas espermatogônias -> espermatócitos primários... Há 3 fases: espermatogonial (mitose): espermatogônia -> espermatócito I; meiose: espermatócito I -> espermatócito II -> espermátide; espermiogênese: espermátide -> espermatozóide Duração: 74 dias processo de gametogênese -> espermatogônia do tipo A escura -> células tronco com capacidade mitótica autoregenerativa -> renova o bum de espermatogônia dentro do testículo. Caso haja amadurecimento -> se forma, se divide -> espermatogônia do tipo A clara entra em divisão mitótica uma vez e entra de novo -> espermatogônia do tipo B entra em mitose -> espermatócito primário começa a ter divisão meiótica -> redistribuição dos cromossomos homólogos para formar células filhas com número reduzidos -> 32cels, n (fita dupla) -> separação das cromátides irmãs -> células filhas 64, n de fita simples -> espermátide -> não se divide mais, sofre alterações morfológicas para ter o formato tipo dos espermatozóides. espermatogônia é uma célula somática 46 cromossomos. Carolina Pithon Rocha | Medicina | 3o semestre 2 O grânulo acrossômico se funde com o complexo de golgi -> vesícula acrossômica -> centríolos ficam no polo oposto da fusão. Formação do axonema flagelar. Vesícula íntimo contato com o núcleo da célula -> capuz acrossômico. Acrossomo começa a se alongar -> cobrir ⅔ do espermatozóide, perdendo poros do núcleo. O próprio DNA da espermátide -> hipercondensar -> núcleo volume cada vez menor. Mitocôndrias no citoplasma dessas células -> se reorganizam na região mais proximal do flagelo -> formando a peça intermediária -> segmento inicial do flagelo -> produção de ATP para iniciar os batimentos flagelares. Membrana plasmática recobre todo mundo, quase perto das estruturas que estão dentro do espermatozóide. Excesso de citoplasma vai ser eliminado por corpo residual, eliminado da espermátide -> espermatozóide ser algo compacto. Acrossomos -> proteases que permitem a penetração do espermatozóides pelas barreiras físicas até entrar no ovócito secundário. Coroa radiata, zona pelúcida, membrana plasmáticas do ovócito… HISTOLOGIA testículo, epidídimo e ducto deferente bolsa escrotal dentro do saco escrotal dentro do testículo -> túbulos enovelados -> seminíferos -> espermatogênese. Tecido conjuntivo denso -> túnica albugínea. Túnica vaginal -> parte roxa C -> extensão do peritônio, gônada se desenvolve na cavidade abdominal -> carrega o peritônio que está junto com ele. Carolina Pithon Rocha | Medicina | 3o semestre 3 espermatozóide começa desenvolvimento nos túbulos seminíferos -> passa etapa de espermatogônia -> pronto -> sai do túbulo seminífero pelo túbulo reto -> conduzir espermatozóide para rede anastomosada dentro dos testículos -> sai dos testículos pelos ductos eferentes -> conduzir espermatozóides para região da cabeça do epidídimo. Onde os ductos deferentes desembocam no epidídimo. Por fim, passa pelo corpo até chegar a cauda do epidídimo -> motricidade flagelar -> ele amadurece durante esse processo. célula de sertoli -> oferecer e distribuir os nutrientes que vem do sangue para as células germinativas. Colunar, alta e emite projeções citoplasmáticas. Barreira criando compartimentos nesse epitélio -> compartimento basal (encontramos às espermatogônias) e adluminal (voltada para a luz do túbulo). Mais madura a célula germinativa -> mais sobre os degraus. Espermatócito primário -> se dividiu e gerou espermatócito secundário -> se dividir e formar às espermátides. barreira hematotesticular com células de sertoli compartimento basal -> espermatogônia e abdominal -> espermatócitos e espermátides espermátides quanto mais tardiamente -> cada vez mais na cobertura. Carolina Pithon Rocha | Medicina | 3o semestre 4 não há presença de espermatozóides aí ainda. bolinhas -> epitélio germinativo túbulo seminífero cortado -> espaço entre um túbulo e outro -> tecido conjuntivo entre, espaço intersticial. Aglomerados de células eosinofílicas -> células de leydig -> produção de testosterona. Carolina Pithon Rocha | Medicina | 3o semestre 5 túbulos seminíferos com células de leydig -> pós puberdade criança -> túbulo seminífero sem luz linha -> túbulo seminífero pré-púbere área vermelha -> túnica albugínea quase que não têm tecido intersticial entre eles. Carolina Pithon Rocha | Medicina | 3o semestre 6 ductos eferentes -> conduzem espermatozóide para a cabeça do epidídimo -> corpo -> cauda -> boa parte do fluido são absorvidos pelas células epididimárias, amadurecimento e armazenamento do espermatozóide. contração muscular -> conduz espermatozóides para o ducto ejaculatorio -> fluidos dá vesícula seminal -> ducto ejaculatorio -> uretra prostática -> sêmen expelido para o meio externo via processo de ejaculação. A porção mais dilatada é a porção da cabeça. Epitélio alto, enorme, luz mais ampla. ductos do epidídimo na calda -> linha grossa formando cada ducto. calda -> linhas mais finas Carolina Pithon Rocha | Medicina | 3o semestre 7 epitélio colunar, pseudoestratificado musculatura bem espessa -> longitudinal externa, circular média, interna é onde ocorre o processo de vasectomia Carolina Pithon Rocha | Medicina | 3o semestre 8 excitação, ereção, emissão e ejaculação Vesícula Seminal Glândula tubulares enoveladas Composição: Mucosa com muitos dobramentos - células colunares secretoras - células tronco basais - lâmina própria fibroelástica com m.liso ocasional M.liso Adventícia - grudar vesícula seminal na bexiga Carolina Pithon Rocha | Medicina | 3o semestre 9 Secreção - viscosa - amarelo esbranquiçado - rica em frutose e outros substratos (aminoácidos, ácido ascórbico, prostaglandinas). Epitélio muito secretor, glândula regular e enovelada com mucosas com partes roxas e pregueadas com células colunares. epitélio de revestimento colunar -> superfície das células irregulares por ser secretoras, núcleos mais basais -> células tronco que renovam o epitélio -> epitélio simples ou pseudo-estratificado. Entre um epitélio e outro -> tecido conjuntivo para dar sustentação à mucosa. m.liso age contraindo em processo de ejaculação. Carolina Pithon Rocha | Medicina | 3o semestre 10 PRÓSTATA líquido prostático 20 a 30% do volume do sêmen fluído claro levemente alcalino parte glandular - ⅔ parte fibromuscular - ⅓ área anterior áreas posterolaterais -> grande volume glandular permea ductos ejaculatorios -> região central Zona central -> mais resistente ao desenvolvimento de carcinoma e inflamação -> não ocluir os ductos ejaculatorios Zona periférica -> mais suscetível a inflamação e carcinoma -> palpável, toque retal. Zona Transição -> pouco contribui para o fluido da próstata -> tumores benignos -> hiperplasia benigna prostática. Muito perto da uretra. Zona periuretal -> poucas glândulas -> em estágios mais avançados de hiperplasia benigna -> pode induzir o surgimento de tumores benignos na região periuretral. Próstata histologia -> glândulas tubuloalveolares, podem ser compridas -> alvéolo no final da glândula -> contorcidas -> mucosas bastante irregulares. - Estroma de tecido conjuntivo denso não modelado, com fibras musculares ocasionais. Epitélio colunar, apesar de horas parecer pseudoestratificado. Reflete função secretora por irregularidades. Lâmina própria por células coradas mais normais Momento de ejaculação fibras contraem para ajudar no fluxo da próstata. Carolina Pithon Rocha | Medicina | 3o semestre 11 Concreções prostáticas -> restos celulares com proteínas liberadas pela próstata que ficam se depositando -> deposição de cálcio -> corpos amiláceos. Que estão bem calcificados. Formas lamelares. Quando mais velho -> mais comum se observar concreções prostáticas. corte transversal do ponto do pênis -> tecidos de fora para dentro. Revestindo por fora e epiderme e a derma -> presençade tecido conjuntivo -> fáscia superficial. Abaixo da fáscia superficial para fáscia profunda do penias -> abaixo da profunda -> formação dos corpos eréteis que têm no interior do pênis -> corpos cavernosos na porção mais dorsal e corpo esponjoso -> adquirem características para permitir o estado erétil. A.Central do corpo cavernoso -> artéria central da cabeça do penis fluxo de sangue -> artéria -> veia. Da artéria central, mito Dorsal peniana -> vasos de drenagem, nervos artéria contraídas -> pouco ereção peniana. Carolina Pithon Rocha | Medicina | 3o semestre 12 CORPO CAVERNOSO Da arterial central, temos ramos -> artérias helicinas -> levar sangue para os espaços cavernosos -> veias profundas do pênis. Artéria helicinas contraídas -> pouco sangue chegando -> prontamente drenado para a veia profunda. Se vasodilatar essas artérias -> chegar muito sangue -> maior fluxo -> congestiona -> compressão dos vasos que drenam para veia profunda. Isso reflete na reflexão peniana. Evento neurovascular. CORPO ESPONJOSO é erétil, têm conexão com corpos cavernosos, não têm artéria central. podemos observar feixes finos de músculo liso musculatura é contraída no momento da ejaculação contribuindo para a liberação do sêmen uretra -> via final de passagem do pênis. inervação do nervo pudendo inerva genitália externa e interna. Carolina Pithon Rocha | Medicina | 3o semestre 13 parassimpático partindo de medula central -> área peniana -> ereção Excitação -> Ereção vir de um estímulo mecânico, manipulação da genitália -> arco reflexo na medula -> região da genitália -> ereção artéria helicinas que são ramos das artérias centrais, nela têm espaços cavernosos. Quando pênis flácido -> artéria helicina contraída. Erétil -> artéria helicina dilatada, com compressão de vasos de drenagem -> congestão. Estímulo tato, sensitivo, olfatório e imaginativo -> ereção peniana. EREÇÃO PENIANA orquestrado pelo sistema parassimpático evento neurovascular composto de 3 corpos eréteis vasos congestionados -> veias de drenagem bem comprimidas simpático ativado liberando noradrenalina -> depois da ejaculação -> flacidez peniana pela descongestão Carolina Pithon Rocha | Medicina | 3o semestre 14 fibra muscular lisa que envolve as artérias helicinas. Às fibras musculares lisa -> inervações. Erógena -> liberação de neurotransmissores para: acetilcolina, NO, peptídeo central vasoativo VIP. S.Parassimpático estimula NO pelo próprio endotélio que se difunde para a musculatura adjacente a ela. A guanilil ciclase -> GTP em GMPc -> mensageiro induzindo o relaxamento da fibra muscular -> vasodilatação das artérias helicinas -> aumento do fluxo de sangue de dentro do fluxo cavernoso -> induzindo a ereção. Contração dos músculos na base do pênis -> reduz luz, constrição, compressão das veias ali presente. Fosfodiesterase quebra o GMPc em GMP pela fosfodiesterase -> relaxamento -> flacidez peniana. Carolina Pithon Rocha | Medicina | 3o semestre 15 Parte autonômica parassimpática indo para genitália parte de segmentos medulares dos níveis sacrais -> formar nervo pélvico indo para genitália -> bem localizado na área de base peniana -> ereção. Para -> estimula glândulas bulbouretrais -> secreta muco momentos antes da ejaculação. Lubrificação da uretra peniana e limpeza do canal às da passagem dos espermas. ativação do simpático -> contração do epidídimo, vesícula seminal, ducto ejaculatório, ducto deferente para fazer propulsão dos espermatozóides. Ponto de confluência de todos os fluidos é na uretra prostática -> leva o nome de emissão que é associada ao prazer masculino no ato sexual. Carolina Pithon Rocha | Medicina | 3o semestre 16