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UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA - CCSST
CURSO LICENCIATURA EM CIÊNCIAS NATURAIS/BIOLOGIA – LCN 
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
 
RELATOS DE UMA ESCOLA COM EDUCAÇÃO INCLUSIVA
IMPERATRIZ-MA
2021
RELATOS DE UMA ESCOLA COM EDUCAÇÃO INCLUSIVA
FAGNER EDUARDO DE SÁ SILVA
GABRIEL ARAUJO DA SILVA 
GEREMIAS SANTANA RODRIGUES 
KARLOS EDUARDO CRUZ MARINHO
IMPERATRIZ-MA
2021
Sumário
1	INTRODUÇÃO
2	DESENVOLVIMENTO
2.2 CENTRO DE ENSINO GOVERNADOR ARCHER
3	METODOLOGIA
4	RELATOS
4.1 LOIS GABRIELE, PEDAGOGA E EX-ALUNA DO C.E GOV. ARCHER
4.2 STEFANE SANTOS, EX-ALUNA DO C.E GOV. ARCHER
4.3 MARIA JÚLIA, INTÉPRETE DE LIBRAS E ATUAL GESTORA ADJUNTA DO C.E GOV. ARCHER
4.4 MAX RHUAN, ACADEMIDO DE PEDAGOGIA, SURDO E EX-ALUNO DE C.E GOV. ARCHER
5	CONCLUSÃO
6	CONSIDERAÇÕES FINAIS
7	REFERENCIAS
EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO BRASIL
 No Brasil, já em 1600, existia uma instituição especializada, na área de deficiência física, mantida pela irmandade da Santa Casa de Misericórdia. Durante o II império, sob influência do modelo europeu, foram criados, no Rio de Janeiro, o Imperial Instituto dos Meninos Cegos – atual Instituto Benjamin Constant – e, o Instituto dos Surdos-Mudos, hoje Instituto Nacional de Educação de Surdos – INES (FERREIRA. 2005). 
Conforme Ferreira (2005), em 1942, já havia no país 40 escolas públicas regulares que prestavam algum tipo de atendimento a deficientes mentais e 14 que atendiam alunos com outras deficiências, o Instituto Benjamin Constant editou em braile a Revista Brasileira para Cegos, primeiro do gênero no Brasil. Segundo Tavares (2005), em 1954 surge a primeira APAE – Associação de Pais e Amigos de Excepcionais – onde elas acabam predominando no Brasil, em virtude do despreparo da escola pública para atender as necessidades individuais dos alunos deficientes. Com apoio governamental e, sobretudo, da comunidade, estas instituições passaram difundir metodologias e materiais educacionais específicos.
CENTRO DE ENSINO GOVERNADOR ARCHER 
O Centro de Ensino Governador Archer é uma escola inclusiva localizada no centro de Imperatriz – MA. É a primeira escola da rede pública na cidade e pioneira na realização de um trabalho inclusivo. Possuímos hoje, um espaço físico bem estruturado graças à conquista do prêmio Gestão na edição de 2000. Em 2007 repetimos a conquista. Nossa estrutura conta com 13 salas de aula, diretoria, secretaria, 02 salas de recursos, uma para atendimento à Deficientes Auditivos e outra para Deficientes Visuais, uma biblioteca, auditório, refeitório, sala de apoio técnico com brinquedoteca, laboratório de informática, oficina de costura e serigrafia, almoxarifado e uma academia de dança na qual é trabalhado o projeto dança inclusiva. Fomos beneficiados através da parceria ADAI- Associação dos Deficientes Auditivos de Imperatriz com um circo que foi doado e montado pelo Rotary Clube Imperatriz, onde o objetivo principal é trabalhar as dificuldades de aprendizagem dos alunos através do lúdico, bem como trabalhar atividades relacionadas à arte-educação.
 LOIS GABRIELE, PEDAGOGA E EX-ALUNA DO C.E GOVERNADOR ARCHER
 
 Conviver diariamente com alunos surdos, trouxe para a minha trajetória um significado maior do que é inclusão. Durante o ensino fundamental e médio, não era apenas aquilo que eu via na TV ou na internet sobre o assunto, mas em sala de aula, aprendi realmente o significado. Naquela ocasião não eram apenas os alunos e o professor, agora tínhamos a presença de um intérprete que mediava a comunicação entre todos e contribuía de forma significativa para o andamento das aulas. Carrego ainda hoje os ensinamentos dessa experiência, como profissional da educação atualmente, busco acolher e compreender as diferenças individuais de cada aluno.
STEFANE SANTOS, EX-ALUNA DO C.E GOVERNADOR ARCHER 
 
 Estudei no Centro de Ensino Governador Archer pela primeira vez em 2010, na época a escola atendia tanto o ensino fundamental como o ensino médio e até então era a única escola com inclusão para alunos com necessidades especiais. Ao todo estudei 5 anos nessa instituição e durante esse período os alunos com deficiências auditivas tinham acompanhamento durante todas as aulas com intérpretes e a escola tinha ensino de libras como disciplina obrigatória do currículo escolar. A escola atendia também alunos com deficiência visuais e para eles era ofertado aulas de braile com professores específicos. [...]
MARIA JÚLIA, INTÉPRETE DE LIBRAS E ATUAL GESTORA ADJUNTA DO C.E GOVERNADOR ARCHER
 
 Tive uma experiência de 2010 a 2018 como intérprete de Libras do ensino fundamental e médio. É uma profissão prazerosa, mas ao mesmo tempo desafiadora, especialmente para o trabalho com jovens surdos no ensino médio, pois os componentes curriculares que vão desde as áreas de linguagens às exatas requerem conhecimento além da tradução e interpretação de uma língua para outra. Acrescenta-se ainda o fator cultural entre os personagens usuários das duas línguas: Libras e Português. [...]
MAX RHUAN, ACADEMIDO DE PEDAGOGIA, SURDO E EX-ALUNO DE C.E GOVERNADOR ARCHER
 
 
 Entrar para a universidade como um aluno surdo, para mim, foi um desafio muito grande. Para um surdo entrar na universidade, assim como para os ouvintes, é preciso estudar e conseguir uma nota suficiente para passar. Graças à minha nota alta, entrei na UFMA e consegui novas oportunidades. Naquele primeiro momento em que eu comecei a estudar não teve intérprete de Libras, isso foi um grande problema para minha vida acadêmica. Fui incapaz de aprender durante as aulas sem intérprete. A minha experiência foi terrível. Tive que desistir 2 ou 3 meses depois. Depois de um ano, fui chamado de surpresa por uma nova coordenadora do curso de pedagogia que tinha conseguido um intérprete de Libras, e eu aceitei voltar ao curso. Ficou muito melhor, e com a presença do intérprete me ajudou bastante a desenvolver a minha aprendizagem.
CONCLUSÃO
 
 A priori, concluímos nossa pesquisa cientifica com bastante ênfase no que se trata a educação inclusiva, nota-se que no decorrer dos artigos e relatos vividos que há vários entraves que possibilitam que isso seja uma celeuma bastante evidente, no que se tange coloca-se no lugar do outro o ser humano é impotente e não consegue desenvolver uma ideia bastante eficaz, mas no decorrer observamos que existe profissionais adequados que sabem lidar com isso, como o relatos de ex-alunos e da interprete de Libras, Maria Júlia, que, a priori, trabalha há muito tempo e a mesma explica que os surdos tem muita sede de aprender e dominar a língua portuguesa, mas em seguida observamos o aluno da UFMA, Max Rhuan, que passou de 2 a 3 meses sem um interpreta adequado para facilitar seu desenvolvimento, para isso, faz-se mister que, eles não são inferiores, infelizmente a cultura faz parecer isso.

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