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UNIVERSIDADE ANHANGUERA 
RENATO RODRIGUES
RELATÓRIO DE ATIVIDADE PRÁTICA 
MÁQUINAS DE FLUXO
JAÚ - SP
2026
RENATO RODRIGUES 
RELATÓRIO DE ATIVIDADE PRÁTICA 
MÁQUINAS DE FLUXO
A atividade proposta possui como objetivo, determinar curvas características de bomba centrifuga através do EXCEL, determinar as curvas características de bombas em série e em paralelo observar como afetam a altura manométrica, avaliar a cavitação em turbo máquinas, determinar perdas de cargas nos diferentes acessórios. 
JAÚ 
2026
1 INTRODUÇÃO
Este relatório tem como objetivo apresentar, de forma clara e aplicada, os resultados obtidos nas aulas práticas de Máquinas de Fluxo, destacando a importância da experimentação para a compreensão do comportamento de sistemas hidráulicos. Ao longo das atividades, buscou-se obter as curvas características de uma bomba centrífuga, permitindo visualizar a relação entre vazão, altura manométrica e rendimento do equipamento. Em seguida, as curvas características obtidas foram analisadas com o auxílio do Excel, ferramenta que possibilitou organizar os dados, construir gráficos e interpretar o desempenho da bomba de maneira mais precisa.
Também foram determinadas as curvas características de bombas operando em série e em paralelo, evidenciando como diferentes configurações influenciam diretamente na altura manométrica e na vazão do sistema. Outro ponto relevante foi a avaliação da cavitação em turbo máquinas, fenômeno que pode comprometer a eficiência e a vida útil dos equipamentos quando não devidamente controlado. Por fim, foram determinadas as perdas de carga em diferentes acessórios por meio do laboratório virtual da Algetec, permitindo compreender, de forma prática e segura, o impacto desses elementos no escoamento.
Assim, as atividades desenvolvidas contribuíram para consolidar os conceitos teóricos estudados em sala, aproximando o conhecimento acadêmico das situações reais encontradas na engenharia.
2 RESULTADOS DAS AULAS PRÁTICAS.
2.1 - Determinação das curvas características de uma bomba centrífuga.
Atividade proposta: Calcular e traçar as curvas características de uma máquina de fluxo utilizando dados fornecidos e o software Excel. Os alunos deverão realizar cálculos para determinar a Altura Manométrica (H), Potência Hidráulica (Ph) e mecânica (Pm), e Eficiência (n) da máquina em função da Vazão Volumétrica (Q) e traçar as respectivas curvas H×Q, PxQ e nxQ.
Tabela 1 – Dados experimentais da bomba centrífuga
	P entrada (kPa)
	P saída (kPa)
	u (V)
	I (A)
	ηM
	cosφ
	Q (m³/s)
	ρ (kg/m³)
	g (m/s²)
	172369
	0
	220
	1,3
	0,436
	0,96
	0,000000
	997,00
	9,81
	145870
	8,031
	220
	1,7
	0,436
	0,96
	0,000250
	997,00
	9,81
	131000
	10,1592
	220
	2,3
	0,436
	0,96
	0,000489
	997,00
	9,81
	125300
	10,532
	220
	2,5
	0,436
	0,96
	0,000822
	997,00
	9,81
	110316
	11,0735
	220
	2,6
	0,436
	0,96
	0,001069
	997,00
	9,81
	82737,1
	12,32645
	220
	2,7
	0,436
	0,96
	0,001550
	997,00
	9,81
	65212
	12,951
	220
	2,8
	0,436
	0,96
	0,001950
	997,00
	9,81
	55158,1
	13,5456
	220
	2,9
	0,436
	0,96
	0,002119
	997,00
	9,81
 FONTE:ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS.
 
· Altura de elevação H da bomba:
H= ++Z2 - H= ++Z1
· Altura de elevação H da bomba:
Pm= ц.I. ηm.cosф
· Potência mecânica consumida no acionamento:
NB= =
Curvas características determinadas conforme tabela 1: H×Q, PxQ e nxQ desta bomba.
 Tabela 2 – Resultados calculados da bomba centrífuga
	Q (m³/s)
	H (m)
	Pm (W)
	Ph (W)
	ηB
	0,000000
	-17,63
	119,7
	0,0
	0,000
	0,000250
	-14,10
	156,6
	-34,5
	-0,220
	0,000489
	-12,39
	211,9
	-59,3
	-0,280
	0,000822
	-11,76
	230,3
	-94,5
	-0,410
	0,001069
	-10,14
	239,5
	-106,2
	-0,443
	0,001550
	-7,22
	248,7
	-109,5
	-0,440
	0,001950
	-5,34
	257,9
	-101,8
	-0,395
	0,002119
	-4,25
	267,1
	-88,3
	-0,331
 FONTE: O autor.
2.2 – Gráficos das curvas HxQ, PxQ e ηxQ.
Gráfico - 1
 FONTE: O autor.
Gráfico - 2
 FONTE: O autor.
Gráfico - 3
 FONTE: O autor
2.3 – Respostas das questões.
1- Quais foram as alturas manométricas, potências e eficiências encontradas em cada ponto?
Reposta: Foram determinadas, para cada ponto de operação da bomba, a altura manométrica (H), a potência mecânica (P) e a eficiência (η) a partir dos dados experimentais. Observou-se que, com o aumento da vazão, a altura manométrica diminuiu, enquanto a potência variou conforme a carga e a eficiência apresentou um valor máximo em um ponto intermediário. Esses resultados são coerentes com o comportamento típico de bombas centrífugas.
2- Qual é a geometria das curvas características apresentadas?
Reposta: As curvas características apresentam comportamento típico de bomba centrífuga: a curva H×Q é decrescente, a curva P×Q é crescente e a curva de eficiência (η×Q) tem formato de sino, com um ponto de rendimento máximo intermediário.
3- Qual é a correlação entre as curvas características?
Reposta: As curvas características estão diretamente relacionadas entre si pelo comportamento da bomba: quando a vazão aumenta, a altura manométrica tende a diminuir, enquanto a potência exigida aumenta. A eficiência resulta dessa interação, atingindo um valor máximo em uma faixa intermediária de operação, onde a bomba trabalha de forma mais adequada.
2.4 - Associação de bombas centrífugas
Tabela 3 - Sistema considerando uma única bomba
	Válvula
	Vacuômetro [mmHg]
	Vacuômetro [Kgf/cm²]
	Manômetro [Kgf/cm²]
	Vazão [m³/h]
	Altura Manométrica [Kgf/cm²]
	Altura Manométrica [m]
	Fechado
	0
	0
	1,80
	0,0
	1,80
	17,99
	1/2 Aberto
	140
	-0,19032834
	1,10
	3,6
	1,29
	12,90
	Aberto
	180
	-0,24470787
	0,90
	4,0
	1,14
	11,44
 FONTE:ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS.
Tabela 4 - Sistema considerando duas bombas ligadas em série
	Válvula
	Vacuômetro [mmHg]
	Vacuômetro [Kgf/cm²]
	Manômetro [Kgf/cm²]
	Vazão [m³/h]
	Altura Manométrica [Kgf/cm²]
	Altura Manométrica [m]
	Fechado
	0
	0
	3,7
	0
	3,70
	36,99
	1/2 Aberto
	220
	-0,2990874
	1,5
	4,8
	1,80
	17,98
	Aberto
	240
	-0,32627716
	1,3
	5,0
	1,63
	16,26
 FONTE:ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS.
Tabela 5 - Sistema considerando duas bombas ligadas em paralelo
	Válvula
	Vacuômetro [mmHg]
	Vacuômetro [Kgf/cm²]
	Manômetro [Kgf/cm²]
	Vazão [m³/h]
	Altura Manométrica [Kgf/cm²]
	Altura Manométrica [m]
	Fechado
	0
	0
	1,8
	0
	1,8
	17,99
	1/2 Aberto
	110
	-0,14954369
	1,3
	3,0
	1,45
	14,49
	Aberto
	240
	-0,32627715
	1,0
	5,1
	1,33
	13,26
 FONTE:ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS.
A curva característica H x Q de cada sistema pode ser obtida por meio da equação a seguir: H𝒎(𝑸) = 𝒂²+ 𝒃𝑸 +𝒄
Tabela 6 – Resultados da bomba Única.
	Q(m³/h)
	H Experimental (m)
	H Calculado (m)
	Erro (%)
	0,0
	17,99
	17,99
	0,0
	3,6
	12,90
	12,90
	0,0
	4,0
	11,44
	11,44
	0,0
 FONTE: O autor.
Tabela 7 – Resultados da bomba ligada em série.
	Q(m³/h)
	H Experimental (m)
	H Calculado (m)Erro (%)
	0,0
	36,99
	36,99
	0,0
	4,8
	17,98
	17,98
	0,0
	5,0
	16,26
	16,26
	0,0
 FONTE: O autor.
Tabela 8 – Resultados da bomba ligada em paralelo.
	Q(m³/h)
	H Experimental (m)
	H Calculado (m)
	Erro (%)
	0,0
	17,99
	17,99
	0,0
	3,0
	14,49
	14,49
	0,0
	5,1
	13,26
	13,26
	0,0
 FONTE: O autor.
Gráfico - 4
 FONTE: O autor
Gráfico - 5
 FONTE: O autor
Gráfico - 6
 FONTE: O autor
Gráfico - 7
 FONTE: O autor
2.5 – Respostas das questões.
1- Por que a equação 𝑯𝒎(𝑸) pôde ser utilizada?
Resposta: A equação pôde ser utilizada porque a relação entre altura manométrica e vazão em bombas centrífugas segue, na prática, um comportamento quase quadrático. 
Por isso, um polinômio de 2º grau representa bem os dados do experimento.
2- Como a altura manométrica total varia entre as bombas associadas em série e em paralelo?
Resposta: Em bombas em série, a altura manométrica total aumenta porque as alturas de cada bomba se somam.
Já em paralelo, a altura praticamente se mantém, pois o principal ganho é na vazão, e não na pressão.
3- Como a vazão total varia em ambas as associações?
Resposta: Em série, a vazão praticamente não muda em relação a uma bomba só.
Em paralelo, a vazão total aumenta, pois as vazões das bombas se somam.
4- Quais são as vantagens de associar bombas em série e em paralelo em sistemas de bombeamento?
Resposta: Em série, a vantagem é aumentar bastante a pressão (altura manométrica) sendo ideal para vencer grandes alturas.
Em paralelo a principal vantagem é aumentar a vazão do sistema, atendendo maiores demandas de fluxo.
5- Em quais situações seria mais eficiente utilizar bombas associadas em série? E em paralelo?
Resposta: Usa-se bombas em série quando é preciso jogar a água mais alto ou aumentar a bastante a pressão do sistema.
Em paralelo, é melhor quando é mandar mais volume de água, ou seja, aumentar a vazão.
2.6 - Cavitação em turbo máquinas.
Tabela 9 – Equações de regressão para 𝐿𝑒𝑞.
	Conexão
	Aço, galvanizado ou não
	Plástico e cobre
	
	𝐿𝑒𝑞 [m], D [mm]
	𝐿𝑒𝑞 [m], D [mm]
	Cotovelo 90°
	𝐿𝑒𝑞 = 0,0378.D – 0,057
	𝐿𝑒𝑞 = 1,9314Ln(D) – 4,402
	Cotovelo 45°
	𝐿𝑒𝑞 = 0,0178.D – 0,062
	𝐿𝑒𝑞 = 0,9647Ln(D) – 2,379
	Curva 90°
	𝐿𝑒𝑞 = 0,027.D – 0,045
	𝐿𝑒𝑞 = 0,7445Ln(D) – 1,709
	Curva 45°
	𝐿𝑒𝑞 = 0,0153.D – 0,0009
	𝐿𝑒𝑞 = 0,4339Ln(D) – 0,995
	Tê passagem direta
	𝐿𝑒𝑞 = 0,0066.D – 0,016
	𝐿𝑒𝑞 = 1,2912Ln(D) – 2,995
	Tê saída lateral
	𝐿𝑒𝑞 = 0,0553.D – 0,103
	𝐿𝑒𝑞 = 3,8395Ln(D) – 8,410
 FONTE:ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS.
Tabela10 – Pressão e temperatura de saturação da Água.
	T(°C)
	P(KPa)
	T(°C)
	P(KPa)
	T(°C)
	P(KPa)
	0,01
	0,6113
	30
	4,2460
	60
	19,9410
	5
	0,8721
	35
	5,6280
	65
	25,0300
	10
	1,2276
	40
	7,3840
	70
	31,1900
	15
	1,7050
	45
	9,5930
	75
	38,5800
	20
	2,3390
	50
	12,3500
	80
	47,3900
	25
	3,1690
	55
	15,7580
	
	
 FONTE:ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS.
2.7 - Cálculos para Verificação de Cavitação;
Tabela 11 – Cálculos para verificação de cavitação.
	Parâmetro
	Equação utilizada
	Valor calculado
	Vazão (Q)
	Dado
	50 m³/h = 0,0139 m³/s
	Densidade da água (ρ)
	Tabela (25°C)
	997 kg/m³
	Pressão de vapor (Pv)
	Tabela (25°C)
	3,17 kPa
	Pressão atmosférica (Patm)
	Padrão
	101,3 kPa
	Diâmetro adotado (sucção)
	Estimado
	0,10 m
	Área da tubulação
	A=πD²/4
	0,00785 m²
	Velocidade do escoamento
	V=Q/A
	1,77 m/s
	Carga cinética
	V²/​2g
	0,16 m
	Altura de sucção
	Estimado
	3 m
	Perda de carga total (hf)
	Darcy + acessórios
	≈ 4 m (estimado)
	Pressão de vapor em metros
	Pv/​​ρg
	0,32m
	Pressão atmosférica em metros
	​​/ρg
	10,33m
 FONTE: O autor
1- Descrever o problema de cavitação e sua importância para o sistema de bombeamento da usina.
Resposta: A cavitação acontece quando a pressão do líquido na sucção da bomba cai muito, formando bolhas de vapor que depois implodem dentro da bomba. Isso é importante porque pode causar vibrações, ruído, queda de rendimento e até danificar o equipamento, comprometendo o funcionamento seguro do sistema de bombeamento da usina.
2- O objetivo geral da análise é verificar se o sistema de bombeamento opera sem risco de cavitação e com desempenho adequado.
Resposta: Com objetivos específicos, busca-se calcular as perdas de cargas, determinar o NPSH disponível e comparar com o requerido pela bomba, garantindo o funcionamento seguro e eficiente do sistema. 
3- Calcular a pressão de entrada na bomba, considerando a altura de sucção e a pressão atmosférica.
Resposta:
Tabela12 – Cálculo da pressão de entrada na bomba.
	Parâmetro
	Equação
	Valor
	Pressão atmosférica 
	Dado
	101.300 Pa
	Densidade da água 
	Tabela (25°C)
	997 kg/m³
	Gravidade 
	Constante
	9,81 m/s²
	Altura de sucção
	Dado
	3 m
	Termo hidrostático 
	997×9,81×3
	29.337 Pa
	Pressão de entrada
	​−ρgH
	71,96 KPa
	Pressão de entrada
	≈
	72KPa
 FONTE: O autor
4- Consultar a tabela de pressão e temperatura de saturação da água para obter a pressão de vapor a 25°C.
Resposta:
Tabela13 – Pressão de vapor a 25°C.
	Parâmetro
	Equação
	Valor
	Temperatura da água
	Dado
	25 °C
	Pressão de vapor ()
	Tabela de saturação da água
	3,17 kPa
	Pressão de vapor
	------------------
	3,170 Pa
	Pressão de vapor em metros de coluna d’água
	Pv​/(ρg)
	0,32m
 FONTE: O autor
5- Identificar e listar os elementos da tubulação (cotovelo, curva de 45º e “T” de passagem direta).
Resposta: Na tubulação do sistema foram identificados três acessórios principais: um cotovelo de 90°, uma curva de 45° e um “T” de passagem direta.
Esses elementos provocam perdas localizadas no escoamento do fluido.
6- Calcular o comprimento equivalente (𝐿𝑒𝑞) para cada componente usando as equações de regressão.
Resposta: 
Tabela14 – comprimento equivalente 𝐿𝑒𝑞.
	Componente
	Equação (aço)
	D(mm)
	𝐿𝑒𝑞(m)
	Cotovelo 90°
	0,0378D−0,057
	Ø100
	3,72m
	Curva 45°
	0,0153D−0,0009
	Ø100
	1,53m
	T – Passagem direta
	0,0066D−0,016
	Ø100
	0,64m
	Total equivalente
	---------
	----
	5,89m
 FONTE: O autor
7- Somar o comprimento equivalente ao comprimento total da tubulação e calcular a perda de carga total.
Resposta: 
Tabela15 
	Parâmetro
	Equação 
	Valor
	Comprimento real (L)
	Comprimento real (L)
	120m
	Comprimento equivalente ()
	Soma dos acessórios
	5,89m
	Comprimento total (L_total)
	L+
	125,89m
	Relação 
	125,89/0,10
	125,89/0,10
	Carga cinética
	V²/2g
	0,16m
	Fator de atrito (f)
	Moody
	0,020
	Perda de carga total (hf)
	f= 
	4,03m
 FONTE: O autor
8- Determinar o NPSH disponível no sistema e comparar com o NPSH requerido da bomba, usando o catálogo fornecido.
Resposta:
Tabela16
	Parâmetro
	Equação 
	Valor
	Pressão atmosférica em metros
	Patm​/(ρg)
	10,33m
	Altura de sucção
	Dado
	3,00m
	Perda de carga na sucção
	Calculado
	4,03m
	Pressão de vapor em metros
	Pv​/(ρg)
	0,32m
	NPSH disponível
	10,33−3,00−4,03−0,32
	2,98mFONTE: O autor
Tabela17 – Comparação com a bomba.
	Parâmetro
	Valor
	NPSH disponível (NPSH_a)
	2,98m
	NPSH requerido (NPSH_r)
	2,50m
	Condição
	Sem cavitação
 FONTE: O autor
2.8 – Perda de carga localizada. 
 Neste experimento, iremos realizar medidas de perda de carga em diferentes acessórios. Irá verificar na prática a influência da vazão de água que passa pelo acessório e a sua perda de carga. Irá verificar também o comportamento de perda de carga com o fechamento parcial de uma válvula.
Este experimento utilizará componentes da bancada didática de mecânica dos fluidos e bombas para realizarmos os experimentos de perda de carga em acessórios. Para isso, é necessário o uso de bombas, válvulas, filtros e medidores de vazão indiretos. Utilizará também o rotâmetro para verificar a vazão de água que está passando na tubulação, o manômetro diferencial digital e uma mangueira para verificar a perda de carga nos acessórios.
 O uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) em laboratórios dos cursos de engenharia varia de ambiente para ambiente, de acordo com as características e riscos inerentes a cada atividade, levando em consideração os materiais e equipamentos utilizados. Nesta prática, recomenda-se o uso de sapatos fechados e cabelo preso.
Figura 1 – Visualização geral.
 FONTE: O autor
Figura 2 – Visualizando esquemáticos.
 FONTE: O autor
Figura 3 – Fechando as válvulas V1, V2, V3, V4, V6, V7.
 FONTE: O autor
Figura 4 – Conectando o manômetro digital.
 FONTE: O autor
Figura 5 – Visualização do painel elétrico.
 FONTE: O autor
Figura 6 – Habilitando as duas bombas do painel elétrico.
 FONTE: O autor
Figura 7 – Habilitando o popup do controle de vazão.
 FONTE: O autor
Figura 8 – Ligando o sistema.
 FONTE: O autor
Figura 9 – Habilitando os popups do manômetro principal e do rotâmetro e realizando as medições no tubo de venture. 5000 LPH, 10,83 cmCa, 0,208Kgf/cm³.
 FONTE: O autor
Figura 10 – Válvula de gaveta. 1300 LPH, 4,09 cmCa, 0,166Kgf/cm³.
 FONTE: O autor
Figura 10 – Contração. 900LPH, 8,49cmCa, 0,208Kgf/cm³.
 FONTE: O autor
Figura 11 – Expansão. 900LPH, 4,43cmCa, 0,25Kgf/cm³.
 FONTE: O autor
2.9 – Resultados do experimento. 
Perda de carga em altura: 
ΔH= 
1 cmCa = 98,1 Pa 
P (água) = 1000 Kg/m³
g = 9,81
Como os valores já estão em cmCa, podemos apenas converter para metros:
1. Analise os dados para cada acessório e construa o gráfico Vazão x Perda de carga para cada um deles.
Resposta: 
Tabela18
	Elemento
	Vazão LPH
	ΔH (cmCa)
	ΔH (m)
	Venturi
	5000
	10,83
	0,1083
	Válvula de gaveta
	1300
	4,09
	0,0409
	Contração
	900
	8,49
	0,0849
	Expansão
	900
	4,43
	0,0443
 FONTE: O autor
Gráfico – 8
 FONTE: O autor
Gráfico – 9
 FONTE: O autor
2. Quais as principais fontes de erro para esse experimento? A discrepância foi grande entre os valores teóricos e experimentais?
Resposta: As principais fontes de erro foram pequenas imprecisões do manômetro, possíveis variações na vazão e o uso de coeficientes teóricos que nem sempre representam exatamente o comportamento real do fluido.
A diferença entre os valores teóricos e experimentais é esperada, porque na prática o escoamento sofre mais turbulência do que o modelo ideal considera.
No geral, a discrepância costuma ser moderada e aceitável para esse tipo de experimento.
3 – Conclusão.
 Ao final deste relatório, fica claro que as aulas práticas foram fundamentais para entender, na prática, aquilo que antes era visto apenas na teoria. Observar o funcionamento da bomba centrífuga e analisar suas curvas características ajudou a compreender melhor a relação entre vazão, altura manométrica e rendimento, tornando os conceitos muito mais concretos.
A comparação entre bombas operando em série e em paralelo também mostrou, de forma bem visual, como cada configuração altera o comportamento do sistema, reforçando a importância de escolher corretamente o arranjo em projetos reais. Além disso, o estudo da cavitação evidenciou como pequenos descuidos podem comprometer o desempenho e a vida útil das máquinas.
As atividades sobre perdas de carga permitiram perceber que cada acessório influencia diretamente no escoamento, algo que muitas vezes passa despercebido quando analisado apenas por fórmulas.
De modo geral, as práticas aproximaram o conteúdo da realidade da engenharia, tornando o aprendizado mais claro, aplicado e significativo.
 
2026
JAÚ - SP
 
Curvas caracteristicas da bomba única
Hm (m)	0	0.5	1	1.5	2	2.5	3	3.5	17.989999999999998	18.079999999999998	18.36	18.29	17.690000000000001	16.55	14.87	12.67	Hm(m)
Q(m³/h)
Curvas caracteristicas das bombas em série
Hm (m)	0	0.5	1	1.5	2	2.5	3	3.5	36.99	35.880000000000003	32.020000000000003	27.4	22.01	15.86	8.9499999999999993	1.27	Hm(m)
Q(m³/h)
Curvas caracteristicas das bombas em série
Hm (m)	0	0.5	1	1.5	2	2.5	3	3.5	36.99	35.880000000000003	32.020000000000003	27.4	22.01	15.86	8.9499999999999993	1.27	Hm(m)
Q(m³/h)
Curvas caracteristicas das bombas em paralelo
Hm (m)	0	0.5	1	1.5	2	2.5	3	3.5	17.989999999999998	17.63	17.18	16.63	15.99	15.26	14.44	13.53	Hm(m)
Q(m³/h)
Perda de carga por elemento
Série 1	Venturi	Válvula de Gaveta	Contração	Expansão	10.83	4.09	8.49	4.43	Elemento
Perda de carga (m)
Perda de Carga (m)	5000	1300	900	900	0.10829999999999999	4.0899999999999999E-2	8.4900000000000003E-2	4.4299999999999999E-2	Vazão LPH
Perda de carga (m)
Curva H x Q da bomba centrífuga
Altura H (m)	0	2.5000000000000001E-4	4.8899999999999996E-4	8.2200000000000003E-4	1.0690000000000001E-3	1.5499999999999999E-3	1.9499999999999999E-3	2.1189999999999998E-3	-17.63	-14.1	-12.39	-11.76	-10.14	-7.22	-5.34	-4.25	VazãoQ (M³/S)
Altura manimétrica H (M)
Curva P x Q bomba centrífuga
Potência Hidráulica Ph (W)	0	2.5000000000000001E-4	4.8899999999999996E-4	8.2200000000000003E-4	1.0690000000000001E-3	1.5499999999999999E-3	1.9499999999999999E-3	2.1189999999999998E-3	0	-34.5	-59.3	-94.5	-106.2	-109.5	-101.8	-88.3	Vazão Q (M³/S)
Pottência Hidráulica ph(w)
Curva η x Q da bomba centrífuga 
Eficiência η	0	2.5000000000000001E-	4	4.8899999999999996E-4	8.2200000000000003E-4	1.0690000000000001E-3	1.5499999999999999E-3	1.9499999999999999E-3	2.1189999999999998E-3	0	-0.22	-0.28000000000000003	-0.41	-0.443	-0.44	-0.39500000000000002	-0.33100000000000002	Vazão Q (M³/S)
Eficiência η
	
	
	
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