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2026
Hanseníase 
Alice Vitória Gomes de Araújo
Gabriela Freire da Silva
Isadora Gomes de Oliveira
Italo Felipe Maia Dos Santos
Maria Luana de Oliveira Carlos
Pedro Henrique Dantas Carpino
Raniele Costa do Nascimento
Samila Beatriz Aurélia Rodrigues do Nascimento
Thaís Azevedo
Victoria Cristina da Silva
Vitoria Nóbrega da Silva
Yasmim Vitória Da Silva Beserra
Sumário
Introdução 
Sinais gerais e diagnóstico
Forma Indeterminada
Forma Tuberculoide
Forma Dimorfa
Forma Virchowiana
Tratamento
Prevenção e controle
Complicações
Reações hansênicas
Referências Bibliográficas
03
06
09
10
11
14
19
20
23
26
27
Introdução
 A hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada pela bactéria
Mycobacterium leprae, que afeta principalmente a pele e os nervos periféricos.
Apesar de ainda carregar estigmas históricos, trata-se de uma doença com
transmissão bem conhecida, tratamento eficaz e cura garantida quando
diagnosticada precocemente.
 A transmissão da hanseníase ocorre principalmente por via respiratória,
por meio de gotículas eliminadas pelas vias aéreas superiores de pessoas
infectadas e não tratadas. Isso significa que o contágio está associado ao
convívio próximo e prolongado com indivíduos doentes, especialmente em
ambientes domiciliares. Diferentemente do que muitos acreditam, a hanseníase
não é transmitida por contato casual, como apertos de mão, abraços rápidos,
compartilhamento de objetos ou uso de utensílios domésticos.
Vias respiratórias
 Um ponto importante é que apenas pessoas com a forma
multibacilar da doença, que apresentam maior carga bacteriana,
são consideradas fontes significativas de infecção. Mesmo nesses
casos, a transmissibilidade é relativamente baixa quando
comparada a outras doenças infecciosas. Além disso, após o início
do tratamento com a poliquimioterapia (PQT), disponibilizada
gratuitamente pelo sistema de saúde, o paciente deixa de
transmitir a doença rapidamente, tornando-se não infectante.
 Outro aspecto relevante é a suscetibilidade individual. A maioria
das pessoas possui resistência natural ao Mycobacterium leprae, o
que significa que, mesmo em contato com a bactéria, não
desenvolverá a doença. Fatores imunológicos, genéticos e
condições socioeconômicas podem influenciar o risco de
adoecimento.
 O período de incubação da hanseníase é longo, podendo variar de 2 a 7
anos, o que dificulta a identificação exata do momento da infecção. Por isso, o
rastreamento de contatos próximos e a vigilância em saúde são fundamentais
para o controle da doença.
 Dessa forma, compreender corretamente as formas de transmissão da
hanseníase é essencial para combater preconceitos, promover o diagnóstico
precoce e incentivar o tratamento adequado. A informação de qualidade é uma
ferramenta poderosa para reduzir o estigma e contribuir para a eliminação da
doença como problema de saúde pública.
Sinais gerais e
diagnóstico
O diagnóstico da hanseníase é feito por exame físico e neurológico para
identificar lesões ou alterações na pele e nos nervos. Em casos complexos, são
necessários exames laboratoriais e eletrofisiológicos. Em crianças, o
diagnóstico é mais criterioso. O diagnóstico deve ser recebido como uma
doença curável, e a equipe de saúde deve abordar possíveis problemas
psicossociais.
Sintomas
- Manchas na pele com alteração de sensibilidade;
- Comprometimento de nervos periféricos (espessamento,
alterações sensitivas, motoras e autonômicas);
- Diminuição de pelos e suor em áreas afetadas;
- Formigamento e/ou fisgadas nas mãos e pés;
- Diminuição ou ausência de sensibilidade e/ou força muscular em
face, mãos e pés;
- Caroços (nódulos) no corpo, às vezes avermelhados e dolorosos.
Para diagnosticar hanseníase, o teste de sensibilidade é feito em etapas:
- Sensibilidade térmica: usa tubos com água quente e fria (ou algodão
com éter/álcool e algodão seco). Verifica se o paciente sente quente e
frio em áreas suspeitas;
- Sensibilidade dolorosa: usa agulha para verificar dor;
- Sensibilidade tátil: usa algodão ou monofilamento para verificar tato.
Alterações nessas sensibilidades (principalmente térmica) ajudam a confirmar o diagnóstico
Diagnóstico
Hanseníase Indeterminada
Estágio inicial Tipo de lesão
1.Início lento e discreto;
2.Surgimento de 1 ou
poucas manchas claras
na pele.
1.Mancha hipocrômica
(mais clara que a pele);
2.Plana;
3.Bordas mal delimitadas.
Características
Sensibilidade normal ou
levemente reduzida;
Sem infiltração;
Difícil de perceber no início;
Pode regredir ou evoluir.
O que acomete
Pele;
Sem comprometimento
nervoso evidente.
A forma tuberculoide da hanseníase se desenvolve em pessoas que
apresentam uma boa resposta imunológica contra o Mycobacterium leprae.
As lesões da forma tuberculoide aparecem, principalmente, como manchas na
pele, a principal característica dessas lesões é a perda de sensibilidade no
local.
Forma Tuberculóide
Pálidas, esbranquiçadas,
avermelhadas ou
acobreadas, com relevo
Bem delimitadas e pouco
numerosas, secas e com
queda de pelos (alopecia)
Com alteração de
sensibilidade (anestésicas
ou hipoestésicas)
Forma Dimorfa
 Caracteriza-se, geralmente, por mostrar várias
manchas de pele avermelhadas ou esbranquiçadas,
com bordas elevadas, mal delimitadas na periferia,
ou por múltiplas lesões bem delimitadas
semelhantes à lesão tuberculóide, porém a borda
externa é esmaecida. Há perda parcial a total da
sensibilidade, com diminuição de funções
autonômicas (sudorese e vasorreflexia à
histamina). 
 É comum haver comprometimento assimétrico de
nervos periféricos, às vezes visíveis ao exame clínico,
cujos respectivos locais e técnicas de palpação,
funções e consequências do dano. É a forma mais
comum de apresentação da doença, em mais de 70%
dos casos. Ocorre, normalmente, após um longo
período de incubação, cerca de 10 anos ou mais,
devido à lenta multiplicação do bacilo, que ocorre a
cada 14 dias, em média.
 A baciloscopia da borda infiltrada das lesões, e não
dos lóbulos das orelhas e cotovelos, quando bem
coletada e corada, é frequentemente positiva, exceto
em casos raros em que a doença está confinada aos
nervos. Todavia, quando o paciente é bem avaliado
clinicamente, os exames laboratoriais quase sempre
são desnecessários. Esta forma da doença também
pode aparecer rapidamente, podendo ou não estar
associada à intensa dor nos nervos, embora estes
sintomas ocorram mais comumente após o início do
tratamento ou mesmo após seu término (reações
imunológicas em resposta ao tratamento).
Forma
virchowiana
 A forma virchowiana é uma das manifestações
clínicas da tuberculose, especialmente associada à
tuberculose miliar e à forma disseminada da
doença.
 Essa forma da doença exige um diagnóstico e
tratamento precoces para evitar complicações
graves e a disseminação da infecção.
Como começa
Fases da
forma
virchowiana
Início Insidioso: O quadro clínico
geralmente se inicia de forma gradual,
com sintomas leves que podem ser
negligenciados;
Sintomas Iniciais: Pode incluir febre
baixa, mal-estar, sudorese noturna e
perda de peso.
Tipo de lesão
Fases da
forma
virchowiana
Lesões Granulomatosas: As lesões são
caracterizadas pela presença de granulomas,
que são agregados de macrófagos ativados
(células epitelioides) cercados por linfócitos;
Lesões Pulmonares: Na forma pulmonar, as
lesões podem ser difusas e bilaterais,
afetando predominantemente a região
superior dos pulmões.
Características
Fases da
forma
virchowiana
Acometimento Multifocal: A tuberculose virchowiana
se espalha para múltiplos órgãos e sistemas, além dos
pulmões, como fígado, baço e rins;
Histologia: A biópsia revela necrose caseosa, que é
típica da tuberculose;
Sintomas Sistêmicos: Além dos pulmonares, pode
haver manifestações sistêmicas como anemia e
alterações nos exames laboratoriais.
O que acomete
Fases da
forma
virchowiana
Pulmões: Principal local de infecção, com
comprometimento bilateral;
Órgãos Linfáticos: Pode haver linfadenopatia,
especialmente em regiões mediastinais;
Outros Órgãos:Acometimento do fígado,
baço, rins e, em alguns casos, do sistema
nervoso central.
A poliquimioterapia é um tratamento eficaz para a hanseníase, utilizando uma
combinação de antibióticos como rifampicina, dapsona e clofazimina. O tempo
de tratamento da poliquimioterapia depende do tipo de hanseníase.
Paucibacilar: 6 doses supervisionadas em 6 meses, podendo chegar a 9 meses;
Multibacilar: 12 doses supervisionadas em 12 meses, podendo chegar a 18
meses.
Aumenta chances de cura ou controle, reduz a resistência da doença e promove
qualidade de vida.
Tratamento
Prevenção e controle
O diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações e
impedir a transmissão da doença, ele é feito principalmente por
meio da avaliação clínica, observando sinais como manchas na pele,
perda de sensibilidade ao calor, dor ou toque. E ao identificar esses
sinais, a pessoa deve procurar uma unidade de saúde para avaliação
de um profissional da saúde e confirmação do diagnóstico.
Diagnóstico precoce
Avaliação dos contatos
Após a confirmação de um caso de hanseníase, é importante realizar a
avaliação das pessoas que convivem ou conviveram com o paciente,
especialmente familiares e pessoas que moram na mesma casa, esse
acompanhamento permite identificar possíveis novos casos
precocemente e orientar sobre sinais da doença, contribuindo para a
prevenção e o controle da hanseníase na comunidade.
Importância do tratamento
O tratamento da hanseníase é gratuito e realizado com um conjunto de
medicamentos fornecidos pelo sistema de saúde. Quando iniciado
corretamente, o tratamento interrompe a transmissão da doença já nos
primeiros dias de uso. Além disso, completar todo o tratamento é
essencial para ter a cura total e para evitar sequelas físicas futuras.
Complicações 
Complicações da Hanseníase: Um Desafio para a Saúde Pública
A hanseníase, também conhecida como lepra, é uma doença infecciosa crônica
causada pela bactéria Mycobacterium leprae. Embora tratável, a hanseníase
pode causar complicações graves se não diagnosticada e tratada
precocemente. Aqui estão as principais complicações:
1 - Acometimento dos Nervos
- A M. leprae invade os nervos periféricos, causando inflamação e danos;
- Os nervos mais afetados são os dos membros (ulnar, mediano, radial, fibular
comum e tibial posterior) e da face (trigêmino e facial);
- Isso leva a sintomas como dor, parestesia e fraqueza muscular.
2 - Perda de Sensibilidade
- A lesão neural resulta em perda de sensibilidade térmica, dolorosa e tátil em
áreas afetadas.
- Pacientes podem não sentir dor ou desconforto, aumentando o risco de
lesões e traumas inadvertidos.
3 - Incapacidades Físicas
- A neuropatia e a perda de sensibilidade podem levar a deformidades em
mãos, pés e face.
- Exemplos incluem: mão em garra, pé caído, ulceras neuropáticas ou perda de
dedos ou membros.
Complicações 
- Diagnóstico e tratamento precoce com poliquimioterapia (PQT) são
essenciais;
- Prevenção de lesões e cuidados com a pele são fundamentais para
evitar complicações;
- Reabilitação e fisioterapia podem ajudar a minimizar incapacidades.
A vigilância constante e a educação em saúde são cruciais para reduzir o
estigma e melhorar a qualidade de vida dos pacientes com hanseníase.
Prevenção e Manejo
As reações hansênicas são episódios inflamatórios agudos e imunomediados, que
ocorrem como resposta do organismo à presença da bactéria Mycobacterium leprae.
Principais tipos:
- Reação tipo 1 (reversa): inflamação nas lesões de pele e nervos; ligada à mudança na
imunidade celular;
- Reação tipo 2 (eritema nodoso hansênico - ENH): nódulos dolorosos na pele, febre, e
pode afetar olhos, articulações, rins; ligada a imunocomplexos.
Importância do tratamento:
Essas reações precisam ser identificadas e tratadas rápido (corticoides, anti-
inflamatórios ou talidomida) pra evitar dano permanente aos nervos e incapacitações
físicas. Controlá-las é chave pra prevenir sequelas graves.
Reações hansênicas
Referências bibliográficas
FRADE, Marco Andrey Cipriani. Diagnóstico clínico e classificação. In: HANSENÍASE na Atenção Básica.
UNA-SUS – Universidade Aberta do SUS.
EU MÉDICO RESIDENTE. Hanseníase: fisiopatologia, sintomas, diagnóstico e tratamento. Publicado em: 30
maio 2024. Disponível em: https://www.eumedicoresidente.com.br/post/hanseniase. Acesso em: 28 mar.
2026.
DERMACENTER ALTO VALE. Desvendando a hanseníase. Publicado em: 9 mar. 2022. Disponível em:
https://dermacenterav.com.br/desvendando-a-hanseniase/. Acesso em: 27 mar. 2026.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL. Museu de Anatomia. Hanseníase. Campo Grande,
15 set. 2020. Postado por Kaio. Disponível em: https://museuanatomia.ufms.br/hanseniase/. Acesso em: 27
mar. 2026.
Referências bibliográficas
BARROS, Raquel Oliveira. Hanseníase: aspectos históricos e epidemiológicos. Revista Científica
Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento, 26 mar. 2019. Disponível em:
https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/hanseniase. Acesso em: 29 mar. 2026.
BRASIL. Ministério da Saúde. Guia prático sobre a hanseníase. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2017.
ARTICULAR CLÍNICA MÉDICA. Hanseníase, uma doença que simula outras doenças. Articular Blog, 10 fev.
2023. Disponível em: https://articularclinica.com.br/blog/hanseniase-uma-doenca-que-simula-outras-
doencas. Acesso em: 29 mar. 2026.
DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Saúde. Hanseníase. Brasília, DF, 13 jun. 2023. Atualizado em: 02 fev.
2026. Disponível em: https://www.saude.df.gov.br/hanseniase. Acesso em: 29 mar. 2026.
	Hanseníase
	Sumário
	Introdução
	A hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que afeta principalmente a pele e os nervos periféricos. Apesar de ainda carregar estigmas históricos, trata-se de uma doença com transmissão bem conhecida, tratamento eficaz e cura garantida quando diagnosticada precocemente. A transmissão da hanseníase ocorre principalmente por via respiratória, por meio de gotículas eliminadas pelas vias aéreas superiores de pessoas infectadas e não tratadas. Isso significa que o contágio está associado ao convívio próximo e prolongado com indivíduos doentes, especialmente em ambientes domiciliares. Diferentemente do que muitos acreditam, a hanseníase não é transmitida por contato casual, como apertos de mão, abraços rápidos, compartilhamento de objetos ou uso de utensílios domésticos.
	Um ponto importante é que apenas pessoas com a forma multibacilar da doença, que apresentam maior carga bacteriana, são consideradas fontes significativas de infecção. Mesmo nesses casos, a transmissibilidade é relativamente baixa quando comparada a outras doenças infecciosas. Além disso, após o início do tratamento com a poliquimioterapia (PQT), disponibilizada gratuitamente pelo sistema de saúde, o paciente deixa de transmitir a doença rapidamente, tornando-se não infectante. Outro aspecto relevante é a suscetibilidade individual. A maioria das pessoas possui resistência natural ao Mycobacterium leprae, o que significa que, mesmo em contato com a bactéria, não desenvolverá a doença. Fatores imunológicos, genéticos e condições socioeconômicas podem influenciar o risco de adoecimento.
	O período de incubação da hanseníase é longo, podendo variar de 2 a 7 anos, o que dificulta a identificação exata do momento da infecção. Por isso, o rastreamento de contatos próximos e a vigilância em saúde são fundamentais para o controle da doença. Dessa forma, compreender corretamente as formas de transmissão da hanseníase é essencial para combater preconceitos, promover o diagnóstico precoce e incentivar o tratamento adequado. A informação de qualidade é uma ferramenta poderosa para reduzir o estigma e contribuir para a eliminação da doença como problema de saúde pública.
	Sinais gerais e diagnóstico
	Sintomas
	Diagnóstico
	Para diagnosticar hanseníase, o teste de sensibilidade é feito em etapas:
	- Sensibilidade térmica: usa tubos com água quente e fria (ou algodão com éter/álcool e algodão seco). Verifica se o pacientesente quente e frio em áreas suspeitas; - Sensibilidade dolorosa: usa agulha para verificar dor; - Sensibilidade tátil: usa algodão ou monofilamento para verificar tato.
	Hanseníase Indeterminada
	Estágio inicial
	Tipo de lesão
	Características
	O que acomete
	Forma Tuberculóide
	A forma tuberculoide da hanseníase se desenvolve em pessoas que apresentam uma boa resposta imunológica contra o Mycobacterium leprae. As lesões da forma tuberculoide aparecem, principalmente, como manchas na pele, a principal característica dessas lesões é a perda de sensibilidade no local.
	Forma Dimorfa
	É comum haver comprometimento assimétrico de nervos periféricos, às vezes visíveis ao exame clínico, cujos respectivos locais e técnicas de palpação, funções e consequências do dano. É a forma mais comum de apresentação da doença, em mais de 70% dos casos. Ocorre, normalmente, após um longo período de incubação, cerca de 10 anos ou mais, devido à lenta multiplicação do bacilo, que ocorre a cada 14 dias, em média.
	A baciloscopia da borda infiltrada das lesões, e não dos lóbulos das orelhas e cotovelos, quando bem coletada e corada, é frequentemente positiva, exceto em casos raros em que a doença está confinada aos nervos. Todavia, quando o paciente é bem avaliado clinicamente, os exames laboratoriais quase sempre são desnecessários. Esta forma da doença também pode aparecer rapidamente, podendo ou não estar associada à intensa dor nos nervos, embora estes sintomas ocorram mais comumente após o início do tratamento ou mesmo após seu término (reações imunológicas em resposta ao tratamento).
	Forma virchowiana
	Fases da forma virchowiana
	Como começa
	Fases da forma virchowiana
	Tipo de lesão
	Fases da forma virchowiana
	Características
	Fases da forma virchowiana
	O que acomete
	Tratamento
	Prevenção e controle
	Diagnóstico precoce
	Avaliação dos contatos
	Importância do tratamento
	Complicações
	Complicações
	Prevenção e Manejo
	A vigilância constante e a educação em saúde são cruciais para reduzir o estigma e melhorar a qualidade de vida dos pacientes com hanseníase.
	Reações hansênicas
	Referências bibliográficas
	Referências bibliográficas

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