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OSCE:
Apresentação
Higienizar as mãos
Calçar as luvas
RCP EM ADULTOS
1. Verificar a segurança do local e o uso de EPIs.
2. Verificar se a vítima responde (estímulo tátil e sonoro)
3. Pedir ajuda (pega o DÉA, chama o samu).
4. Verificar pulso e respiração
a. Se tiver pulso e respirando aguarda o samu.
b. Se tiver pulso e não estiver respirando: ventilação de resgate, 1 a cada
5/6seg ou 10/12 por min.
c. Sem pulso e gasping/sem respiração: RCP
i. Inicia as compressões até o DEA chegar
Com os dedos entrelaçados e a região hipotênar da mão
sobre esterno na linha intermamilar, o membro superior fica
estendido, não pode dobrar o cotovelo.
As compressões devem ter de 5 a 6cm de profundidade.
100/120 por minuto.
ii. Se tiver alguém para ajudar, a cada 30 compressões 2 ventilações.
iii. Depois que o DÉA chega liga ele e faz o que o aparelho pede
a. Colocar as pás, uma abaixo da clavícula ao lado do
esterno e a outra no ápice do coração. (Min 3cm)
b. Continuam as compressões até o Déa pedir para parar.
c. Déa sinalizou, grita AFASTA e se afasta e aperta o
botão.
d. Depois as compressões sempre alternando 30
compressões e 2 ventilações até a próxima vez que o
Déa disparar. (Sempre alternando)
● VENTILAÇÕES:
○ Se posiciona atrás da cabeça do paciente
○ Eleva o mento
○ Usando o dispositivo bolsa válvula máscara, segura a máscara vedando ela
sobre a boca e o nariz do paciente em C (polegar e indicador) e os outros
dedos fazem um E segurando o mento e a máscara.
○ 2 ventilações a cada 30 compreensões.
○ 1001, 10002
○ Quando a pessoa que estiver comprimento falavam 25 se posiciona.
■ Máscara de bolso: válvula unidirecional, máscara e assopra
■ Dispositivo bolsa válvula máscara (ambu)
SBV CRIANÇAS
● lactente: -1 ano.
● Criança: 1 ano até puberdade.
1. Segurança do local, uso de EPI.
2. Ver se a criança/lactente responde(tapa no calcanhar).
3. Chamar ajuda
4. Verificar pulso e respiração
a. Com pulso e com respiração: monitora.
b. Sem respiração/ com pulso: ventilação 1 a cada 3/5seg, verificar a cada
2min.
c. Sem pulso e sem respiração: RCP
Criança: pulso carotídeo, femoral
Lactente: pulso femoral.
5. RCP
● 1 Socorrista: 30 compressões, 2 ventilações.
● 2 socorristas: 15 compressões, 1 ventilação.
a. Inicia a compressões
■ Linha intermamilar sobre o esterno, 2 dedos afunda
■ Linha intermamilar sobre o esterno, polegares no meio do tórax e o
resto mão segura o corpo do bebê.
● Criança: 5cm ou ⅓ do diâmetro do tórax.
● Lactente: 4cm do tórax.
DESOBSTRUÇÃO DO ENGASGO EM ADULTOS,
CRIANÇAS E LACTENTES
● Obstrução parcial: só uma parte da via aérea, pode se tornar total.
○ Sinais: ainda há troca de ar, tosse muito, chiado entre as vias.
○ Ações: continue tossindo, não interferir só orienta e fica próximo.
● Obstrução total:
○ Sinal universal: polegar e os demais dedos sobre a garganta.
○ Sinais: não fala, não chora, troca de ar insuficiente, ruído agudo, dispneia,
cianótico (roxo).
○ Ações: pergunta se está engasgado, manobras, RCP.
● Manobra de heimlish:
○ ADULTOS/CRIANÇAS:
i. Fica em pé/joelho atrás do paciente, pede para ele afastar as pernas
e encosta o meu tórax com o do paciente.
ii. Fecha uma das mãos contas o abdome entre e o processo xifoide,
cobre o punho com a outra mão.
iii. Repete este movimento até o paciente se desengasgar.
● Não responsivo: RCP
○ GESTANTES/OBESOS:
i. A compressão é no tórax.
● Não responsivo: RCP
○ LACTENTES:
i. Eu sento em uma cadeira, coloco o bebê inclinado com a cabeça do
bebê para baixo (mais baixo que o tronco) e seguro com os dedos a
boca aberta e dou 5 pancadas nas costas.
ii. Viro o bebê e faço 5 compressões.
● Em lactente não responsivo: RCP
EXAME DOS NERVOS CRANIANOS
NERVO OLFATÓRIO (I)
● Inflamação, lesão da lâmina cribriforme (perda olfato)
● Sintomas: hiposmia (redução olfato), anosmia (ausência olfato), parosmia (perversão
do olfato), cacosmia (sensação olfatória desagradável).
● Teste:
a. pede para o paciente cobrir uma narina,
fechar os olhos e o avaliador
b. vai usar algum tipo de odor (café, álcool,
essência de baunilha, tabaco)
c. Avaliador pergunta se o paciente está
sentindo odor e precisa identificar
d. Repete de outro lado.
NERVO ÓPTICO (II)
● Tipos de pupila:
○ Isocórico: pupila igual.
○ Miose: pupilas contraídas.
○ Midríase: pupilas dilatadas.
○ Anisocoria: pupilas diferentes (uma grande e outra pequena).
● Lesão: esclerose, inflamação do nervo, retinopatia, tumores, traumas, AVC.
● Exame:
○ Acuidade visual: distinção entre 2 pontos, usa a tabela de Snellen.
Limitação: analfabetos
○ Campimetria visual: o paciente e o
avaliador ficam de frente um para o outro, um fecha
o olho esquerdo e outro o direito, o avaliador com o
seu dedo ou com um objeto fica movendo e
perguntando se o paciente vê e mede o campo
visual.
○ Reflexo pupilar (autônomo): olhos
em midríase (pupilas dilatadas), incide o foco de luz
em um dos olhos e se tem miose dos dois olhos.
○ Fundo do olho/fundoscopia: regula oftalmoscópio, apaga as luzes da sala,
paciente deve estar olhando para frente, fica ao lado do paciente, observa o
olho direito do paciente com o seu olho direito. Observa o nervo, mácula,
artérias, disco.
NERVO OCULOMOTOR (III), TROCLEAR (IV), ABDUCENTE (VI)
● Músculos:
○ Oblíquo superior: IV, gira medial, abaixa e abdução.
■ LESADO: diagonal lateral para baixo (bochecha).
○ Reto superior: III, gira o olho medial, levanta e adução.
■ LESADO: diagonal medial (tipo vesgo) para cima
○ Reto medial: III, gira medial, adução.
■ LESADO: olho medial (em direção ao meio do olho), curva do nariz).
○ Reto inferior: III, abaixo, gira lateral e adução do olho.
■ LESADO: diagonal medial para baixo (em direção ao nariz)
○ Oblíquo inferior: III, levanta, gira lateral e abdução do olho.
■ LESADO: diagonal lateral para cima.
○ Reto lateral: VI, gira lateral e abdução do olho.
■ LESADO: olha para o lado (orelha)
● Exame: Motilidade ocular extrínseca
○ Usa um objeto e movimenta o olho.
■ X oblíquos, + retos.
NERVO TRIGÊMEO (V)
● V1: oftálmico.
● V2: maxilar.
● V3: mandibular: ⅔ anteriores da língua
○ Parte sensitivo: sensibilidade da face
○ Parte motora: músculos mastigação. (Lesa para o mesmo lado)
● Teste:
○ Sensitivo: sensibilidade da face.
■ Com um algodão, passa por toda a face (dermátomo), usando
diferentes tipos de força. Com os olhos abertos e depois fechados.
○ Motor: músculos masseter, pterigoideo e temporal.
■ Atrofia das regiões temporais e masseterinas (aperta em cima da
boca e nas têmporas).
■ Abertura da boca (promove desvio da mandíbula para o lado da
lesão).
■ Trincar os dentes: aperta os dentes (debilidade do lado paralisado).
■ Lateralização da mandíbula (dificuldade).
■ Masseteriana/reflexo da mandíbula: boca do paciente ligeiramente
aberta, dedo do avaliador no queixo do paciente e bate no dedo
fazendo com que a mandíbula se feche.
NERVO FACIAL (VII)
● Motricidade da face, mímica.
● Inervação de ⅔ anteriores da língua (sensibilidade especial).
● Teste:
○ Motor: sorrir, franzir a testa, levantar sobrancelha, fechar os
olhos, bochechar (jogar ar para os dois lados).
■ Ameaça colocar o dedo no olho: fecha o olho.
○ Sensitivo: não faz.
● Paralisia SNC: acomete somente a metade inferior contralateral
● Paralisia SNP: paralisia de toda hemiface homolateral (não cruza)
NERVO VESTIBULOCOCLEAR (VIII)
● COCLEAR
○ Teste de renne
■ Primeiro coloca o diapasão no processo
mastoídeo (atrás orelha) e conta quanto tempo o
paciente escuta.
■ Quando o paciente disser que não escuta mais,
coloca o diapasão ao lado do ouvido externo
■ O certo é escutar por mais tempo o lado do
ouvido. No paciente que tenha lesado ele vai
ouvir por menos tempo ou nem vai ouvir a
vibração do ouvido.
○ Teste de Weber
■ Coloca o diapasão no meio da cabeça e
pergunta ao paciente se ele está escutando
igual. Não pode radiar.
Hiperacusia: alta percepção do som.
Hipoacusia: baixa percepção do som.
- Perda auditiva por condução:
- RENNE: CO>CA (teste de renne negativo ou anormal).
- WEBER: lateralizado para o lado anormal.
- Perda auditivaneurossensorial:
- RENNE: CA>CO (teste de nesse positivo ou normal).
- WEBER: lateralizado para o lado normal.
NERVO GLOSSOFARÍNGEO (IX), VAGO (X)
● Glossofaríngeo: reflexo aferente do vômito.
○ Sensibilidade geral: faringe.
○ Sensibilidade especial: ⅓ posterior da língua.
○ Motricidade: músculos estilofaríngeo, glândula parótida (parassimpático).
■ Lesão unilateral: distúrbios de gustação, disfagia (dificuldade para
engolir)
● Vago: reflexo eferente do vômito.
○ Sensibilidade: Laringe, faringe, meato acústico, membrana timpânica.
○ Motora: ramo faríngeo - músculos do palato mole, faringe e laringe. Ramo
laríngeo superior - músculo cricotireoideo. Ramo laríngeo recorrente:
músculo intrínseco da laringe. Parassimpático: pulmão,coração.
Testa os dois juntos: reflexo de vômito
a. Pede para o paciente abrir bem a boca, com um abaixador de língua aperta a
região ⅓ posterior da língua e o paciente faz reflexo de vômito.
b. Analisa a úvula, se tiver um desvio é problema nos nervos.
c. Lesão unilateral de ambos os nervos: há o desvio do véu palatino para o lado
normal (não lesado)
NERVO ACESSÓRIO (XI)
● Músculos: trapézio e estilomastoideo.
● Lesão: dificuldade de levantar os ombros (trapézio), rotacionar a cabeça para o lado
oposto do músculo comprometido (esternocleidomastoideo).
● Teste:
○ Levanta os ombros contra força.
○ Movimenta a cabeça.
NERVO HIPOGLOSSO (XII)
● Teste: movimentação da língua para todos os lados.
● Lesão: desvio para o lado lesionado.
SINAIS MENÍNGEOS
RIGIDEZ DE NUCA
● Paciente em decúbito dorsal.
● Coloco a minha mão na região occipital e tento fletir o mento
até o esterno. ele mesmo levantar.
● Se for um movimento rígido a prova foi positiva, meningite
PROVA DE BRUDZINSKI
● Paciente em decúbito dorsal.
● Coloco a mão sobre o paciente na região occipital e aproximo
o mento do tórax.
● Fico atenta ao dobrar o joelho.
● Se ele dobrar o joelho a prova deu positivo, meningite
PROVA DE KERNING
● Serve para diagnóstico de meningite, hemorragia
subaracnóidea e de radiculopatia cíatica (compressão do
Nervo ciático).
● Paciente em decúbito dorsal. Extensão da perna, estando a
coxa fletida em ângulo reto sobre a bacia e a perna sobre a
coxa.
● Estica a aracnóide.
● Paciente positivo se tiver alguma dessas 3 enfermidades,
relata dor no trajeto do nervo ciático ou se é impedido o
movimento
● .
PROVA LASÈGUE
● paciente em decúbito dorsal, pede para o paciente elevar a
perna até 60°
● Nos primeiros 30° graus pode ser hérnia
● Acima dos 30° graus pode ser radiculopatia
● Derivação: bragard (bragá) empurra o pé
SINAL DE NAFFISGER
● Examinador faz uma compressão das veias jugulares
● por 10s e pede para o paciente tossir
EQUILÍBRIO ESTÁTICO E DINÂMICO:
● Ataxia: perda da coordenação (cerebelar, sensorial, mista)
● Taxia: coordenação e propriocepção.
Estático:
● ROMBERG: vestibular
a. Em posição ortostática com os olhos abertos, o paciente
deve ficar em pé sem cair por 1min.
b. Em posição ortostática com os olhos fechados, o
paciente deve ficar em pé sem cair por 1min.
■ Caso o paciente se desequilibre para um dos
lados, indica disfunção vestibular homolateral.
● ROMBERG PÉ ANTE PÉ/barre:
a. Em posição ortostática, paciente coloca um pé na frente
do outro, com os olhos abertos sem cair por 1min,
depois com os olhos fechados pelo mesmo tempo.
● BRAÇOS ESTENDIDOS: paciente sentado ou em pé, estica
os braços paralelos entre si por 1min com os olhos abertos e
depois fechados. Desvio para o lado lesado do braço.
Dinâmico:
● TESTE DE BABINSKI- WEIL: marcha as chegas
○ Pede ao paciente caminhar 1,5m de olhos fechados.
○ Desvio da marcha para o lado lesado.
○ Marcha ceifante (hemiplégica).
● TESTE DE FUKUDA:
○ Círculo com divisão de 30° em 30° graus.
○ Paciente com os olhos fechados, braços estudados em
90° paralelos e elevar pernas em 90° graus
(marchando).
○ 60 vezes ou 1min.
○ Patologias periferias, vestibular.
MARCHAS
● Parkinsoniano/bloco:
○ Parkinson
● Ébrio:
○ Vestibular
● Pequenos passos:
○ Ataxia frontal
● Escarvante:
○ Defictit dorso flexão do pé, lesão no verso ciático ou raiz
C5.
● Ceifante
○ Piramidal
● Claudicante
● Anserina/pato: fraqueza na musculatura pélvica
● Espástica:
COORDENAÇÃO
● Função cerebelar
● ÍNDEX- ÍNDEX: O paciente toca o dedo do avaliador e o avaliador fica
movimentando.
● ÍNDEX- NARIZ: paciente toca o próprio nariz, olhos fechados e abertos.
○ Dismetria: lesão cerebelar
○ Hipermetria: O paciente passa do alvo.
○ Hipsometria: paciente não chega no alvo.
● ÍNDEX- NARIZ- ÍNDEX: mesmo processo.
● Calcanhar-joelho:
○ Paciente em decúbito dorsal, uma das pernas fica
esticada e a outra dobrar sobre o joelho da outra perna
e escorrega sobre a tíbia. Olhos fechados e abertos,
troca de perna.
● Prova dos movimentos alternados:
○ Mãos, antebraços estendidos: esposa movimentos
alternados de pronação e supinação, abrir e fechar
mãos.
○ Movimento de flexão e extensão dos pés.
REFLEXOS
● Equipamentos
○ Martelo de buck: parece um martelo com duas pontas.
○ Martelo de babinski: redondo.
○ Martelo de Taylor:triângulo.
● Exteroceptivos ou superficiais: estímulo feito na pele ou
mucosa externa.
○ Reflexo cutâneoplantar: (L5,S1)
■ Paciente em decúbito dorsal, com os membros
superiores estendidos, faz estimulo plantar, inicia
na região lateral em direção posteroanterior.
● Normal: flexão dos dedos.
● Babinski: flexão do hálux (lesão
piramidal,corticoespinal)
○ Reflexo cutâneoabdominal: faz o estímulo sobre a linha
mediana dos três quadrantes do abdômen. A contração
do músculo reto do abdome estimula a o desvio do
umbigo para o lado estimulado.
■ Lesão do trato corticoespinal.
■ T10
○ Reflexo cremastesico: grosso testicular.
● Proprioceptivo, profundo, muscular ou miotatico:
○ Reflexo triceptal:
■ mãos do observados segura o braço do paciente
em 90° graus. Abdução entre cotovelo e ombro.
■ C6,c7,c8
■ Tendão distal do tríceps
■ Acao: extensão do antebraço.
○ Reflexo bicipital:
■ Paciente deixa o bloco semifletido, com o braço
apoiado sobre o braço do examinador.
■ Bate com o martelo sobre o dedo do examinador
que está localizado no tendão distal do bíceps.
■ Acao: extensao antebraço.
○ Reflexo de supinação: apófise estilize do rádio.
Supinação de cotovelo e dedos.
○ Flexor dos dedos: face palmar. Flexão dos dedos
○ Pronador: processo estilosos na ulna. Pronação da mão
e antebraço.
○ Aquileu: segura o pé do paciente. Percute no tendão de
Aquiles. Flexão do pé. Ok
○ Patelar: flexão do joelho, palpa o tendão rotuliano.
Extensão da perna
○ .
AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE CONSCIÊNCIA
● Me dá informações sobre como o paciente está.
● Glasgow atual: avalia o reflorestamento pupilar
○ Pupila reativa -0
○ Pupila não reativa -1
○ Ambas pupilas não reativas -2
● Escala de coma de glasgow
○ Abertura ocular
■ Espontânea 4 (olhos abertos).
■ A voz 3 (precisa chamar pra abrir o olho).
■ A dor 2 (estímulo doloroso -comprime a raiz da
unha, pinça no trapézio, fecha a mão esfrega a
região intrafalangea sobre o externo - para abrir o
olho)
■ Nenhuma 1 (não abre o olho).
○ Resposta verbal
■ Orientado 5 (responda tudo corretamente)
■ Confusa 4 (responde, mas errado só que com
relação a pergunta)
A. OC .
R. Verb
↳ espontaneam ↳orientado
↳ voz 3
↳norientado 4
↳ dos 2 ↳palov. sem sentido3
↳NDA1
↳ballucio 2
↳ noa 1
GR. motora
↳ didece comondi S
↳ localiza a dor S
↳mov. retirado 4
↳ flex. O norma
↳exten ovor 2
↳nenkant
■ Palavras inapropriadas 3 (reponde, mas as
palavras não tem nexo)
■ Palavras incompreensíveis 2 (faz sons
incompreensíveis)
■ Nenhuma 1 (nenhum tipo de reposta verbal).
○ Resposta motora
■ Obedece a comandos 6
■ Localiza dor 5 (faço o estímulo e o paciente tenta
parar com a dor localizada)
■ Movimento de retirada 4 (o paciente não sabe
onde está doendo, flexão normal)
■ Flexão anormal 3 (decorticação todo dobrado
rígida - córtex lesionado)
■ Extensão anormal 2 (descerelacao todo esticado
rígido - cérebro lesado)
■ Nenhum 1
Abaixo de 8 entuba
EXAME FÍSICO DA GLÂNDULA TIREOIDEA● Hipotireoidismo:
○ Sintomas: diminuição da taxa metabólica, fraqueza,
fadiga, desânimo, lentidão, hipersensibilidade ao frio,
desânimo, dificuldade de raciocínio, edema, unhas e
cabelos fracos e quebradiços, pele seca e descamativa,
diminui a sudorese, depressao.
○ Complicações
■ Síndrome do túnel do carpo:o paciente com
hipotireoidismo acumula glicoproteína e comprime
o nervo mediano e o paciente se queixa de
parestesia (dormência) nos três primeiros dedos.
■ Grave: desatenção severa, apático, lentidão na fala
(voz arrastada, voz rouca), coma,
hipercolesterolemia (aumenta colesterol), anemia,
bradicardia, constipação (fecaloma -fezes pedra)
parestesia (formigamento), dores articulares e
musculares.
■ Fácies mixedematosa: rosto inchado, olhar morto,
enoftalmia, língua protusa (língua cresce, marcas
de dentes), edema não depressivel (se apertar o
edema ele não afunda), presença de
mucopolissacarideos.
● Hipertireoidismo:
○ Sintomas: ansiedade, nervosismo, irritabilidade, insônia,
tremores, hiperexcitável, choro fácil, taquicardia,
arritmia, aumento da motilidade (diarreia), diminuição da
libido, ejaculação precoce, impotência, alterações no
ciclo menstrual, fraqueza proximal (ombros e quadril),
exoftalmia (olho estralado, olho lacrimejando e sensação
de secura), unhas de plummer (unha descola)
○ Complicações:
■ Isquemia miocárdica.
■ Miocardiopatia tireotoxica.
■ Graves: infarto.
● Bócio: aumento da glândula tireoidea.
○ Carência de iodo.
○ Exame:
■ 1. Inspeciona: vê se tem alguma cicatriz,
abaixamento, depressao, nódulo, retração.
■ 2. Palpação:
Palpação posterior.
○ Fico atrás do paciente.
○ Une os polegares.
○ Peço para o paciente inclinar a cabeça.
○ Começa tocando proeminência laríngea,
cartilagem cricóidea, glândula tireóide.
○ Palpação da glândula tireóide em si,
movimentos circulares. 2 lobos e ístimo,
empurra cada lobo.
■ Consistência (macia), módulos.
○ Pede para o paciente engolir, a tireoide
"desliza" pelo dedo.
Palpacao anterior
○ Fico em frente do paciente.
○ Repouso minhas mãos sobre os ombros
do paciente e com os polegares e
começo a palpacao.
○ Inicia procurando a proeminência
laríngeo, cartilagem cricotireoidea,
traqueia, tireoide.
■ 3. Ausculta
Se tiver um sopro, pode ser um câncer.
O normal é auscultara sons pulmonares e da
traqueia.
EXAME FÍSICO DA PARATIREOIDE
● PTH quer aumentar o Cálcio sanguíneo.
● Hipoparatireoidismo: secreção deficiente do PTH.
○ Aumenta o nível de fosfato, diminuindo PTH.
○ Manifestação clínica: tetania, parestesia, espasmos,
parkinson, catarata, anomalia dentária (hipoplasia em
crianças).
○ Exame físico:
■ Ficar atento aos níveis baixo de cálcio.
■ Teste de chvostek:
● Percussão do nervo facial dentro do plexo
carotídeo na região zigomática. Se o paciente
tiver espasmos/contrações ele tem essa
doença.
●
■ Sinal de trousseau: espasmo carpopodal
○ Mede a PA, quando insufla o manguito
por mais 3min a mão do paciente faz
flexão de punho, abdução do polegar
(vai para dentro) e os dedos esticam
(mão da parteira).
● Hiperparatireoidismo:
○ Ossificação dos ossos epifisários.
EXAME MUSCULOESQUELÉTICO: força e tônus muscular
● Avaliar a motricidade voluntária do indivíduo.
○ Motricidade espontânea:
■ Avalia desde o primeiro contato (marcha, como paciente
responde, força, usando apoio).
○ Avaliação da força muscular
■ Contração das forças (resistência contra a força do
examinador).
■ Avaliar separadamente grupos musculares (não examina
músculo isolado, avalia por grupo posterior da perna,
anterior da perna…)
■ Graduar a força:
● Força normal, Força discretamente diminuída, força
moderadamente diminuída..
● Porcentagem
● Medical reasearch concil:
■ Avaliar diferença de força em relação a lateralidade,
proximal/distal, nervo específico, raiz específica…
● Exame físico: déficit muscular (manobra deficitária)
○ Manobra dos braços estendidos:
■ Paciente em decúbito dorsal ou sentado, estende os membros
inferiores, abre bem as mãos, fecha os olhos e fica por 1 minuto
assim.
■ Se tiver oscilação em todo membro (fraqueza no membro, braço )
■ Fraqueza mão (fraqueza distal, fraqueza antebraço)
○ Manobra de raimiste:
■ Fletir o cotovelo, esticar os dedos das mãos, fechar os olhos por 1
minuto.
■ Se o antebraço cai (problema no braço)
■ Se a mão cai (problema no antebraço)
○ Manobra de mingazzine:
■ Dobra os membros inferiores em 90° entre a coxa e o tronco, fecha os
olhos em 1 minuto.
Exame do músculo esquelético : forçaa tônus muscular
Motricidade expontânea
↳ avaliada desde o momento que o paciente entra no consultório
- marcha
- apoie
- força
Avaliação da forca
↳ contra a resistência do examinador
↳
grupos de músculos , nunca separado.
↳ graduação de força :↳
-> normal
-> discretamente diminuida
-> moderadamente diminuido
Exame físico déficit muscular
Braços estendidos
↳ divrado ou senrado , estende m .s., mãos alurtas e ficha os olho
por Imin .
· Oscilar todo o membro = fraqueza no braço
· oscilar não fraqueza no avabraço
Raimise
↳ durado fletir corovelo , Imin ,
olhos fechados
· oscilar avabraço fraquizano braço
· ocilar não praqueza antebraço
Mengazine
↳ deculito al , fletir perman 90°, olhos fechados Imin
· oscilar o membro Todo= problema no membro
· oscilar o pi = redução de forço discal
Barri
↳ dicubito ventra
, pacien dobra as pernas em 90
avaliar = oscilação
Queda dos membros inferiores em abdução&
↳ deculio dorsal , pú solo , disrâncio intere as pernas, Imin
avaliar porça dos mus. adutores.
Tônus muscular
Clonus
↳
contraçõe involuntária rápidas e repetidas que ocorrem após o estiramento do
Gendão.
Reflexo cutâneo plantar
↳ balinski positivo se ouver extensão dos dedos
■ Se o membro oscila (problema no membro)
■ Se o pé oscila (redução de força distal)
○ Manobra de barré:
■ Decúbito ventral, paciente dobra as pernas em 90°
■ Avalia se há oscilação nas pernas ou nos pés.
○ Queda dos membros inferiores em abdução:
■ Em decúbito dorsal, Sola dos pés no solo, distância entre as pernas,
1 minuto.
■ Não consegue manter a posição e abrir as pernas e membros
inferiores se abrem.
■ Fraqueza no músculo adutores (abdução)
● Tônus muscular: tensão no músculo relaxado ou resistência ao movimento passivo.
○ Hipotonia, Hipertonia, Rigidez plástica: espasticidade e plasticidade
(movimento pausado)
○ Reflexos
● Clonus: contrações involuntárias rápidas e repetidas que acontecem após
estiramento de tendão.
● Reflexo cutâneo plantar: reflexo de babinski se positivo
ANAMNESE E EXAME FÍSICO DO OMBRO
● INSPEÇÃO
○ estática: o ombro do paciente tem alguma deformação,
saliência óssea, deformidade visível…
○ Dinamiza: rotação lateral e medial, circundação, flexão,
extensão, adução, abdução.
● PALPAÇÃO: palpa todos os componentes do ombro.
● TESTE PROVOCATIVO:
○ Teste do arco doloroso :
■ Como realizar: abdução do membro superior em 180°.
Tirara co-
misa
bursa , espaço acrômial e músculo supraespinal
■ Até os 70° não sente dor, depois entre 70 e 120° sente dor
na região coracóide e acrômio (subacromial): síndrome do
impacto subacromial
■ Entre 140 a 180° na parte superior do ombro (articulação
acromioclavicular): lesão
■ Avalia a bursa e espaço subacromial, músculo
supraespinhal
■
○ Teste de neer:
■ eleva o braço do paciente e gira braço, avalia o músculo
supraespinal/região acromial/bursa
musculo supraespinal , reg. acomal I
eleno atú aaltura do piro
-
gera medial
colocoa mão na escapula eno
membro
peço pelevar
o membro eacom
panho o movi . Dando estahi-
cidadea escápula
■ Rotação, polegar para baixo e eleva o braço, acompanha o
movimento do paciente e estabiliza a escápula (passivo)
○ Teste de jobe :
■ Rotação medial, polegar para dentro e fecha a mão, pede
para o paciente fazer uma força contra a resistência (para
cima, eu e,puro para baixo).
músculo supraespinal e tendão e epcromial
■ Músculo/tendão supraespinal, bursa, tendinopatia, espaço
subacromial.
○ Teste de hawkins:
■ rotação medial do espaço subacromial, empurro o
cotovelo de modo abrupto para baixo eapoio o cotovelo.
■ Fletir o braço e cotovelo em 90° do paciente
■ Pode ser uma bursite ou tendinopatia do supraespinhal
○ Teste de patte:
■ Abdução do ombro em 90° e flexão do cotovelo
■ Pede para o paciente estender o membro, seguro o
cotovelo e a mão do paciente.
■ Contra força de resistência.
■ Positivo se sentir dor no úmero, músculo infraespinhal
provoca impacto notendão do supraespinhal
contro a hordo
aNero-inferior
do e cromio e
do lig. Crocc
acromial
músculo infraespinal
■
○ Teste de Gerber:
■ colocar a mão na região lombar e tentar afastar.
■ Positivo quando o paciente sente dor na região do úmero
■ Músculo subescapular
○ Teste de alcance de aplay:
■ Mobilidade da articulação do ombro.
■ Com o indicador precisa encostar no ângulo superior da
escapula.
subescapular
■ Lesão na amplitude da articulação
○ Teste da gaveta
■ Luxação de ombro
■ Empurra a articulação em cima e coloque no lugar
embaixo. (Polegar eu empurro o úmero e coloco ele no
lugar com a outra mão)
■ Instabilidade capsuloligamentar.
EXAME FÍSICO DO COTOVELO
● Teste de cozen:
○ braço fletido em 90°, faz o movimento de levantar o
punho (extensão)contra a força de resistência.
○ Palpo o epicôndilo lateral.
● Teste de mill:
○ flexão do punho com os dedos fechados, faz a extensão
do cotovelo e devo sentir o epicôndilo lateral.
● Teste de mausley:
○ Pronacao antebraço, cotovelo flexionado.
○ Força de extensão do 3° dedo enquanto o examinador
faz contra-resistência.
○ 88% sensibilidade.
○ Positivo se o paciente tiver dor no epicôndilo lateral.
upicondilite lateral
Síndrome do túnel do carpo: compressão do nervo mediano
a. Parestesia e dor do nervo mediano (parte da
mão, três primeiros dedos)
○ Teste de phalen:
■ Antebraço alinhado, mãos e dedos fletidos, força mãos
contrárias, por 1min. Um punho contra o outro
■ Afeta o nervo mediano.
■ Dormência
○ Teste de phalen invertido:
■ Mesma coisa que o phalen, mas mãos estão alinhadas
compressão donerno mediano
■
○ Teste de tinel
■ Percussão direta do túnel do carpo
■ Positivo: Formigamento, dor ou parestesia
○ Teste de durkan
■ 30seg a 1min
■ Compressão do túnel do carpo
nervo mediand
■ Positivo: dor e/ou parestesia
Tenossinovite de quervain
○ Teste de finkleinstein
■ Desafio ulnar, abre a mão e desce a mão.
■ Apoia o cotovelo, fecha o polegar e os dedos,
desvio ulnar.
■ É positivo sentir dor sobre a tabaqueira anatômica.
-
Fendiniter
ANAMNESE E EXAME FÍSICO DA
ARTICULAÇÃO COXOFEMORAL, JOELHO E
TORNOZELO
● Doenças: tendinoplantia, síndrome do stress da tíbia, fascite plantar
ARTICULAÇÃO QUADRIL (coxofemoral)
● Inspeção
● Palpacao
● teste:
○ MANOBRA DE PATRICK FABERE: flexão, abdução, rotação
■ Em decúbito dorsal
■ Flexão do joelho, apoiando o tornozelo no joelho contrário.
■ Palpa a crista ilíaca do mesmo lado que está cruzando e no joelho
também. (4 abaixa)
■ Pressão no quadril e coxa
● Avalia articulação sacroilíaca, articulação coxofemoral
■ Positivo: dor na região inguinal (problema na articulação do quadril),
dor na região posterior (problema articulação sacro-ilíaca).
○ TESTE DE THOMAS
■ Em decúbito dorsal, pede para o paciente abraçar o joelho
■ Se o paciente não conseguir e dobrar o joelho e afastar da maca,
significa que tem uma lesão no quadril que limita a flexão do quadril.
■ Positivo se houver uma flexão do joelho
■ Fazer dos dois lados
■
ARTICULAÇÃO DO JOELHO
● Gordura de hoffa, inflamação.
● ligamentos do joelho:
○ Extracapsulares: ligamento patelar (patela e tíbia), colateral lateral/fibular,
colateral medial (junto do menisco).
○ Intracapsulares: cruzado anterior (impede que a tíbia se desloque
anteriormente) e cruzado posterior (impede que a tíbia se desloque
posteriormente), arqueado
● Teste: tudo em decúbito dorsal
○ TESTE DA GAVETA ANTERIOR
■ Não pode deixar o pé do paciente mover, posso sentar no pé ou
apoiar o cotovelo.
■ Puxa a tíbia para frente, se mover rompeu ligamento.
■ Ligamento cruzado anterior.
○ TESTE DE GAVETA POSTERIOR
■ Puxa a tíbia para trás
■ Ligamento cruzado posterior.
○ TESTE DE LACHMAN
■ empurra o fêmur para baixo e a tíbia para frente.
■ Testa o ligamento cruzado anterior.
○ SINAL DA PEDRA/CUBO DE GELO OU TECLA
■ Faz um losango com os dedos, com o indicador empurra a patela
para baixo e ele deve tocar o fêmur
■ Move o líquido dentro do joelho.
ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO
● compartimento posterior da perna: tríceps-sural - 2 cabeças do gastrocnêmio
medial/lateral, sóleo. Se inserem no tendão do calcâneo
● Lesão no tendão do calcâneo:
○ flexão plantar do pé ouve o estalo, sensação de que alguém jogou uma
pedra.
○ INSPEÇÃO: Faz um ângulo de 90° se estiver lesado, normal o paciente com
o pé pendente vai ficar em posição plantar.
○ PALPAÇÃO: descontinuidade do tendão
○ Teste:
■ TESTE DE THOMPSON
● decúbito ventral
● Aperta a panturrilha.
● O normal é fazer flexão plantar, se não fizer está rompido.
TORNOZELO
● Ligamentos: colateral lateral (lig.talofibular anterior, talofibular posterior,
calcaneofibular), colateral medial.
● Entorse
PÉ
● Ligamentos: túnel do tarso, aponeurose plantar (fascite plantar)
ANAMNESE E EXAME FÍSICA DO SISTEMA
URINÁRIO
● ANAMNESE:
○ Podem ter queixas que não são do trato urinário. Como: Astenia, náusea,
vômito, perda de apetite, hiporexia, anemia, anorexia, movimentos anormais.
○ Perguntar:
■ Alterações na urina (volume, micção, cor da urina), dor, edema, febre
e calafrio
Normal: 700 a 2000ml de urina por dia. Amarelo claro a
amarelo escuro.
■ Volume de urina:
Oligúria: redução do volume de urina. Inferior a 400ml por dia.
(Desidratação, hemorragia, insuficiência cardíaca, lesão renal)
Anuária: não urina. Menos de 100ml por dia. (Insufic renal grave,
obstrução arterial)
Poliúria: muita urina. Superior 2500ml por dia (diurese osmótico
ou incapacidade de concentração urinária, diabetes melitus)
■ Dor
Dissúria: sensação de dor, queimação ou desconforto.
Alguria: dor ao urinar
Urgência miccional: necessidade súbita de urinar.
Polaciúria: aumento da frequência miccional, com intervalo de
micções inferior a 2h sem alteração no volume (vontade de
urinar e sai só um pouquinho).
■ Outros termos:
Hesitação: maior tempo e esforço para o jato urinário
aparecer. (Demora pra iniciar urinar)
Nictúria ou noctúria: necessidade de esvaziar a bexiga à noite
mais de uma vez.
Retenção urinária: incapacidade de esvaziar a bexiga o
paciente apresenta vontade de urinar.
Incontinência urinária: eliminação involuntária de urina.
■ Cor:
Hematúria: sangue na urina (cálculo renal)
Hemoglinúria: Hb na urina. (Quebra Hb)
Mioglobinúria: mioglobina na urina. (Células musculares que
romperam).
Porfirinúria: presença de porfirina. Altera a cor da urina
(medicamento, beterraba)
Colúria: come fezes e a urina fica marrom (aspecto de fezes,
muita bilirrubina direta)
■ Alterações urinárias:
Urina turva: esbranquiçada, turva. Infecção na urina alta ou
baixa
Piúria: pus na urina, quantidade anormal na urina. Infecção
urinária baixa ou alta.
Urina com aumento de espuma: eliminação aumentada de
proteína na urina.
■ Odor:
Odor característico em decorrência da amônia.
Fétido: infecção
○ Dor: A dor nos rins é do tipo cólica (fraca, piora, fraca, melhora - padrão
cíclico)
■ Lombar e flanco:
Dor de origem renal: sensação de peso que piora durante o
dia e é contínua.
■ cólica renal
Cálculo renal
■ dor vesical/dor hipogástrico
Dor na bexiga
■ estrangúria
■ dor perineal.
● TESTE
○ Quando tem edema:
■ Sinal de cacifo ou sinal de godet: aperta e fica a marca do dedo.
● EXAME FÍSICO:
- inspeção
○
- Ausculta
- Percussão
- Palpacao e compressão dos ângulos costovertebrais.
○ Punho-percussão/Giordano
i. Procura inflamações renais: pielonefrite, cálculo renal,
infecção no rim.
ii. Punho percussão, pode ser com a mão fechada ou aberta
iii. Palpa a coluna vertebral, a última costela e no ângulo
costovertebral faz a punho-percussão
iv. Não faz uma dor nem forte e nem fraca
Sinal de giordano: dor
Indolor a punho percussão
○ Método de devoto:
i. Em decúbito dorsalii. Mão empurra para baixo o flanco e com a outra mão empurra
para cima.
○ Método de Israel
i. Em pé é uma perna dobrada ou decúbito dorsal
ii. Empurra para cima e para baixo
ANAMNESE E EXAME FÍSICO DO SISTEMA
GENITAL FEMININO
Anatomia da genitália externa, interna e mamas.
● Anamnese e exame físico:
○ Aborda a intimidade.
○ Perguntas
■ como é o ciclo.
● 1º menarca
● Volume
● Período de duração
● Distância das datas
● Data da última menstruação (DUM)
■ Início da atividade sexual
■ Pubarca (pelos) e da telarca (mamas)
■ Número de gestão, partos e abortos.
○ Sinais e sintomas:
■ Hemorragia
■ Distúrbio menstrual
■ Dor
■ Tumorações
■ Corrimento
■ Prurido
■ Distúrbios sexuais
■ Alterações dos pelos
■ Dor no ato sexual
■ Menopausa e o climatério
● Menopausa:data do último fluxo menstrual
● Climatério: período/fase entre a menacme (período
reprodutivo) e a senectude (período não reprodutivo)
■ Menstruação
● Sangramento cíclico de 21 a 35 dias, durando de 2 a 8 dias,
com perda sanguínea de 50 a 200ml.
● Doenças
Dismenorreia: menstruação dolorosa
■ TPM: síndrome pré menstrual
Nervosismo, insônia, cefaléia, retenção de sódio e
água, inchada, irritada.
● Exame ginecológico:
○ Inicia pelo exame das mamas
■ Aspecto de casca de laranja, mamilo invertido, nódulos visíveis,
linfonodos evidentes - câncer
■ Inspeção: úlcera, abaulamento, posição do mamilo e aréola,
secreção, cicatriz, nódulos, retrações.
● Estático:observo a mulher sentada na maca, com os braços
ao longo do corpo.
● Dinâmico: (1) eleva os braços, (2) traciona os dedos e joga o
corpo anteriormente, (3) coloca a mão na asa ilíaca (cintura),
jogo o cotovelo para frente e para trás. (É um assalto, porque sou
forte e poderosa)
Pode ser dividido em 4 quadrantes é uma cauda
(spencer)
■ Palpação: linfonodos, mamas
● Exame físico dos linfonodos:
■ Apoio o braço direito do paciente sobre o meu
braço.
■ Palpa os linfonodos com movimentos circulares
Axilares, Supraclaviculares e Infraclaviculares.
Fica com aspecto de casca de laranja, deformidade,
nódulo visível, secreção, mamilo invertido.
Linfonodo sentinela.
● Exame físico das mamas:
■ Cobre uma das mamas, pede para a paciente
colocar uma mão atrás da cabeça.
Técnica de valvop: aperta só com dedos
Técnica de blood good: dedilhar. Da periferia para o
centro, da periferia para o centro (técnica em espiral),
depois faz a Expressão (aperta o bico do peito)
● Expressão ou descarga papilar.
○ Exame do abdome
■ Inspeção
■ Ausculta
■ Percussão
■ Palpação
○ Exame da genitália interna e externa.
■ Posição ginecológica/talha litotômica.
■ Inspeção estática: úlcera, verrugas, herpes, distribuição dos pelos,
genitália é desenvolvida para a atividade existe, hímen, presença de
pelos.
■ Inspeção dinâmica: abrir a os pequenos lábios (genitália) e fazer a
manobra de valsalva (soprar o dorso da mão ou defecar)
■ Exame especular: coleta do material citopatológico (papanicolau)
● Usa o espéculo, coloca dentro da vagina e observa o colo do
útero - sangramento, corrimentos, ferida,diu
● **passa o lubrificante se for uma mulher mais velha, abre os
lábios, introduz o espéculo angular até ficar horizontal, passa
o lubrificante se for uma mulher mais velha. Depois observa o
colo do útero. Introduz a escova cervical - coleta o epitélio
colunar e coloca na lâmina, depois com um palito coleta o
epitélio estratificado, coloca na lâmina e manda para o
laboratório.
● **Desencaixa e fecha aos poucos girando o espéculo.
■ Toque vaginal: bidigital/ bimanual.
● Lubrifica os dedos, empurro o colo do útero para mobilizar o
colo.
● vê até o tamanho do útero
ANAMNESE E EXAME FÍSICO DO SISTEMA
GENITAL MASCULINO
ANAMNESE:
● Idade:
○ Recém-nascido: problemas de ambiguidade sexual, a hidrocele, edema
escrotal, criptorquidas (não descida dos testículos), dismorfia peniana.
○ Infância: fimose
○ Puberdade e no adulto jovem: dst
○ Após 60: obstruções urinárias de origem prostática.
● Sinais:
○ Dor, hematúria, alterações miccionais (dificuldade), retenção urinária,
priapismo (ereção prolongada e dolorosa), hemospermia (sangue no
esperma), corrimento uretral e ejaculação precoce, impotência sexual e
esterilidade
● EXAME FÍSICO:
○ Genitália externa: decúbito dorsal ou em pé
■ Inspeção: penis, escroto
● Abaulamento, secreção, retração, cicatrizes, pelos,
enrugamento
● macro e micropênis, crescimento puberal - critérios de tanner,
hipospádia (abertura do óstio externo da uretra), epispádia,
doença de peyronie (penis torto 90°), fimose, parafimose
(inchaço)
■ Palpação: penis, conteúdo do escrotal, epidídimo, linfonodos inguinais
● Penis: na glande usa dois dedos e polegar, se tiver secreção
deve ordenar
● Escroto: testiculo (dor e nódulo), epidídimo
● Drenagem linfática:
○ Dedilhar
○ Genitália interna:
■ Toque retal
● Pode encontrar: hiperplasia benigna da próstata (gera
compressão da uretra - atrapalha na micção), câncer de
próstata
● Exame:
○ posição genupeitoral (fica com os glúteos para cima 4)
ou decúbito dorsal lateral e flexão da coxa direita
○ Inspeção do anus: úlcera, nódulo, secreção, cicatriz,
intervenção cirúrgica, pregas cutâneas, pigmentação.
○ Vaselina
○ ANUS: Faz uma pressão na borda do anus pra avaliar
o tônus do esfíncter anal
○ RETO: Introduz o dedo: frente, trás, lado ou outro
(ampola retal)
■ PRÓSTATA: Introduz o dedo: frente, trás, lado
ou outro (tamanho, consistência da próstata,
presença de nódulos) - superfície é lisa,
consistência fibroelastica.
○

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