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<p>Relatório de aulas práticas</p><p>DISCIPLINA: Fisioterapia Pediatrica</p><p>ALUNO (A): Fabiana Rodrigues Jansen</p><p>RA.: 2295825</p><p>Brasilia – DF</p><p>Maio, 2024</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 INTRODUÇÃO___________________________________________________________</p><p>2 RESULTADOS E DISCUSSÕES____________________________________________</p><p>AULA 01 ROTEIRO 1 – Avaliação Pediátrica – parte 1 ___________________</p><p>AULA 02 ROTEIRO 1 – Avaliação Pediátrica – parte 2_____________________</p><p>AULA 03 ROTEIRO 1 – Treino de atividades em posturas baixas______________</p><p>AULA 4 ROTEIRO 1 – Treino de atividades em posturas altas____________________</p><p>3 CONSIDERAÇÕES FINAIS________________________________________________</p><p>4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS__________________________________________</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>O presente relatório aborda as ações da fisioterapia pediátrica desde a avaliação até a intervenção em recém-nascidos até a adolescência. A fisioterapia avalia se o desenvolvimento está de acordo com a idade da criança, e sugerir atividades para estimular as habilidades como rolar, sentar-se e engatinhar.</p><p>A fisioterapia traz benefícios as crianças no controle de seu próprio corpo, ganho de tônus muscular e aumento de sua autonomia e independência.</p><p>Durante as aulas prática que serão citadas neste relatório, foram divididas duplas, sendo um aluno terapeuta e um aluno paciente, com o objetivo de praticar as intervenções em diferentes patologias. O aluno terapeuta realizou anamneses, avaliação, palpação muscular (tônus), reflexos primitivos, além de avaliar o desenvolvimento normal ou não do paciente de 0 a 12 meses.</p><p>Finalmente foram realizados treinos de atividades de posturas baixas, com uso de objetos lúdicos e inicialmente em solo, em seguida evoluindo para posturas altas, onde foi mantido o lúdico e adicionado mais instabilidade e treino de equilíbrio.</p><p>2 RESULTADOS E DISCUSSÕES</p><p>Aula 1 Roteiro 1 - Avaliação pediátrica parte 1</p><p>Ao início dos estudos sobre a fisioterapia na pediatria, foi discutido a avaliação do paciente pediátrico, que tem por objetivo promover uma intervenção com resultados significativos no desenvolvimento da criança.</p><p>Com a evolução da aula foi citado que na coleta de dados da anamnese, as informações devem ser passadas pelo cuidador da criança, que podem ser: mãe, pai, avós, ou alguém indicado ela família. Devem ser questionados as informações pessoais, como: o nome, data de nascimento, endereço, filiação e o diagnóstico clínico realizado pelo médico, bem como os dados referentes a moléstia pregressa (HMP) e a moléstia atual (HMA).</p><p>A história da moléstia pregressa envolve diversas questões que precisam ser respondidas de forma direta e simples pelos responsáveis, a saber: se a gestação foi planejada; quais informações já recebeu dos médicos; quando notou os primeiros sintomas; se houve abortos prévios; se existe grau de parentesco entre os pais; como foi o período gestacional necessitou fazer uso de medicação; como foi o parto, se houve complicações.</p><p>Se tratando da história da moléstia atual devem ser questionadas possíveis alterações apresentadas pela criança atualmente, a saber: atraso no desenvolvimento neuro motor, por exemplo: o rolar, sentar-se, quatro apoios, ajoelhado, semiajoelhado, ortóstase e marcha; a presença de doenças cardiológicas ou respiratórias; se há episódios de crises convulsivas; como está a questão da alimentação; como se realiza a locomoção; se apresenta padrões de posturais anormais.</p><p>Ainda durante a aula sobre anamnese, foi esclarecido pela professora a importância de construir uma relação de confiança com os responsáveis pela criança, como também sempre informar sobre os sigilos dos dados que foram coletados. Com essa relação de confiança estabelecida, se torna mais simples adquirir informações mais precisas sobre possíveis causas da patologia.</p><p>Avaliação de padrões posturais</p><p>Dando seguimento a aula, foram abordados os padrões posturais comumente adotados por pacientes com PC, a simulação escolhida foi a seguinte:</p><p>Situação Clínica: Criança 3 anos com Paralisia Cerebral tetraparética espástica</p><p>Posição adotada: deitada; controle de cabeça: incompleto, realiza rotação, flexão e extensão com auxílio; ombros: elevação, protração e rotação interna; cotovelo: em flexão e pronação; punho: em flexão e com desvio ulnar; mãos: dedos flexionados e polegares aduzidos; tronco: leve escoliose; pelve e quadril: fletido com rotação interna e retroversão; joelho: fletido e em varo; tornozelo e pé: dorsiflexão com eversão e dedos fletidos.</p><p>Técnicas de palpação muscular e avaliação de tônus muscular</p><p>Com a evolução dos relatos, foi apresentada a escala de Ashworth modificada, essa escala é um instrumento de avaliação de espasticidade que classifica o tônus muscular de pacientes neurológicos.</p><p>Foi realizada uma simulação para avaliar o tônus muscular de membros Superiores e tronco, onde foram avaliados: deltoide, bíceps, tríceps, peitoral, abdominais como o resultado nesta avaliação a pontuação foi: 2 com base na escala. Dado o resultado passou, então para avaliação de membros inferiores, onde os músculos avaliados foram: o quadríceps, isquiotibiais, tríceps Sural, adutores e abdutores de quadril, como resultado a pontuação segundo a escala foi 3.</p><p>A espasticidade é a alteração de tônus mais comumente reportada em 			crianças com paralisia cerebral. Essa alteração compreende um aumento do 			tônus muscular velocidade-dependente, acompanhado por hiperatividade dos 			reflexos tendinosos, rigidez articular, redução da força muscular e do controle 			motor. (TUDELLA, Eloisa; FORMIGA, Cibelle Kayenne Martins R. Fisioterapia 			neuropediátrica: abordagem biopsicossocial. Pág: 166) [1]</p><p>A força muscular pode ser avaliada por meio de testes manuais, com o uso de dinamômetros isométricos ou isocinéticos. O teste muscular manual mais utilizado é na prática clínica é o proposto por Kendall. (TUDELLA, Eloisa; FORMIGA, Cibelle Kayenne Martins R. Fisioterapia neuropediátrica: abordagem biopsicossocial. Pág: 166) [1]</p><p>O teste de Kendall gradua a força muscular nos seguintes níveis: (1) leve contração, onde não produz movimentos; (2) movimento possível na ausência de gravidade; (3) realiza movimento contra a gravidade; (4) movimento realizado contra a gravidade e uma leve resistência; (5) movimenta contra a gravidade e apresenta significativa resistência externa.</p><p>Após a apresentação destas tabelas de avaliação, foram realizadas as avaliações em membros superiores dos seguintes músculos e obtidos os seguintes resultados: deltoide, peitoral e tríceps – Nota 3; bíceps, flexores de punho e Abdominais nota 1. Já nos membros inferiores foram obtidos os valores: quadríceps, adutores de quadril, nota 3; tríceps sural, abdutores de quadril, isquiotibiais, nota 1.</p><p>Para as escalas de Ashworth e Kendall, citadas acima foram observados na avaliação de membros superiores e inferiores os movimentos seguintes: Deltoide: flexão de ombro completa; Bíceps: flexão de cotovelo; Tríceps: extensão de cotovelo; Peitoral: adução horizontal de ombros; Abdominais: flexão de tronco e de quadril; Quadríceps: extensão de joelhos; adutores e abdutores de quadril: deitado em decúbito dorsal, realiza-se abdução e adução de quadril; tríceps sural: flexão plantar; isquiotibiais: flexão de joelhos.</p><p>Aula 2 Roteiro 1 - Avaliação pediátrica parte 2</p><p>Nesta segunda etapa da avaliação pediátrica, foram demonstradas a avaliação das trocas posturais, como o paciente realiza essa troca, de forma independente ou se é necessário auxiliar, e como auxiliá-lo. Além disso, foi abordada a avaliação do equilíbrio estático e dinâmico em diferentes posturas. Dividindo os principais marcos motores do desenvolvimento seguindo uma ordem desde o primeiro ano de vida do bebê e os principais desvios que podem ser encontrados.</p><p>É preciso observar que as mudanças ocorrem gradualmente, em períodos contínuos que vão se sucedendo. Importante frisar que na evolução da criança ela deve experimentar os avanços e viver seu crescimento de modo particular, ou seja, independente</p><p>da estimulação, cada bebê tem seu ritmo de maturação. Apesar das particularidades, existem aquisições motoras esperadas durante o primeiro ano do bebê, com isso foram apresentados os seguintes dados:</p><p>Avaliação mês 1: Presença de reflexo tônico-cervical assimétrico (RTCA): bebê em decúbito dorsal, quando vira sua cervical para um dos lados os membros opostos se estendem e os outros membros se flexionam; - Bebê rola o corpo parcialmente para o lado; - Reflexo de flexão palmar: apertar a mão do bebê para que ele flexione os dedos das mãos; - Passando algum objeto na frente do bebê, ele deve acompanhar com o olhar até a linha média; - Bebê deve chorar quando se sentir desconfortável.</p><p>Avaliação mês 2: - Diminuição da flexão fisiológica; - Melhora da simetria corporal; - Persistência dos reflexos primitivos</p><p>Avaliação mês 3: - Início do controle de cabeça e cabeça alinhada na linha média; - Transição do período assimétrico para simétrico; - Chutes alternados (bebê já esperneia).</p><p>Avaliação mês 4: - Postura já é simétrica; - Mãos se tocam na linha média; - Rola o corpo por completo; - Leva objetos na boca; - Segue visualmente os objetos; consegue sorrir e emitir sons.</p><p>Avaliação mês 5: - Consegue ficar sentado com apoio de tronco; - Em decúbito ventral, realiza extensão de coluna e suporta o corpo com braços estendidos, deixando peito elevado,</p><p>Avaliação mês 6: - Arrasta-se de barriga como locomoção; - Alcança objetos e transfere de lugar; - Grande melhora do controle motor; - Pega os pés com as mãos; Aumento do controle de tronco ao estar sentado.</p><p>Avaliação mês 7: - Posição de quatro para engatinhar; - Persegue objetos visualmente; - Reação anterior de proteção ao estar sentado; - Responder ao nome e imita sons;</p><p>Avaliação mês 8: - Realiza extensão de tronco quando sentado; - Reações laterais de proteção quando sentado; - Puxa para ficar em pé através de se ajoelhar com ajuda; - Já realiza posição de “urso”, ou seja, mãos e pés no chão com joelhos estendidos;</p><p>Avaliação mês 9: - Reação de proteção, para trás quando sentado; - Mudanças de posturas bem ativas; - Transferência de peso para membros inferiores.</p><p>Avaliação mês 10: - Começa a engatinhar e fica em pé com apoio; - Passa de sentado para prono, bate palma e “dá tchau”.</p><p>Avaliação mês 11: -Entende solicitações simples associadas a gestos (“me dá”, “pega”, “cadê a mamãe?”); -Age intencionalmente (deixa cair objetos de propósito); responde ao próprio nome.</p><p>Avaliação 1 ano: - Anda com ou sem suporte; - Habilidades manuais mais avançadas; - Busca um objeto escondido, certo de que ele está em algum lugar; repete gestos ou atitudes que provocaram risadas; -Gosta de jogos de ação e reação (causa e efeito); -Distancia-se da mãe sem perdê-la de vista.</p><p>Avaliação de reflexos primitivos:</p><p>Apresentados o desenvolvimento esperado de cada uma das fases, a aula evoluiu para a as práticas a respeito dos reflexos, os reflexos demonstrados foram: de colocação, onde se observa uma reação de apoio; de glabela, onde é realizada uma pressão nessa região; o magnético, estimula a flexão dos polegares; galant; de marcha; membro de propulsão; RTL, um reflexo do labirinto; preensão plantar e palmar; RTCA; RTCS; Landau; paraquedas.</p><p>Os reflexos primitivos estão presentes desde a vida intrauterina e são integrados à medida que áreas corticais superiores se tornam funcionantes. (TECKLIN, Jan S. Fisioterapia pediátrica 5a ed. Pág: 445)[2]</p><p>Todos os reflexos e reações motoras esperadas desde o primeiro mês de vida da criança, até completar um ano de idade, estão citadas abaixo. Reconhecer esses reflexos esperados e o seu final é essencial para uma avaliação precisa.</p><p>Fonte: Brasília, Ministério da Saúde, 2016. p. 55. [3]</p><p>Foram em seguida discutidas e praticadas as avaliações de reações de proteção anterior, lateral e posterior. A primeira reação abordada durante a aula foi a de Landau, ao avaliar esta reação o avaliador suspende a criança pelo abdômen e em resposta a criança realiza a extensão da cabeça; ou reação praticada foi a de paraquedas, nessa a criança é segurada pela cintura e aproxima a mesma do chão; a reação de proteção, essa pode ser testada em uma bola suiça, movimentando a criança de um lado para o outro.</p><p>Realizadas as reações, foi abordado a definição do desenvolvimento neuropsicomotor, que nada mais é que o atraso no ganho de aquisições motoras. Ao tratar deste tema, foi exemplificado sobre a prematuridade. Pois quando um bebê é prematuro as aquisições motoras podem ser mensuradas somente após realizado o cálculo para a correção da idade da criança.</p><p>Um exemplo: uma criança atualmente com 1 ano de idade, nasceu prematuro com apenas 33 semanas gestacionais sendo esperado o nascimento na 40° semana, chegou à conclusão que existe um adiantamento de 7 semanas, sabendo disto foi realizado o seguinte cálculo:</p><p>40 semanas – 33 semanas = 7 semanas</p><p>Sendo assim a idade corrigida da criança é de 1 mês e 3 semanas. Considera que ela tenha 10 meses e 1 semana de idade, esperando assim os marcos de desenvolvimento referente a idade corrigida.</p><p>Avaliação dos Testes Ortopédicos</p><p>Os testes realizados durante a aula foram: o teste de Thomas: paciente em decúbito dorsal, realizar flexão de quadril do bebê e observa o membro contralateral se mantém estático ou eleva, dando indício de encurtamento do músculo pssoas; Teste do ângulo poplíteo: paciente em decúbito dorsal, realizar flexão de quadril e joelho (coxofemoral a 90 graus), sendo que o membro contralateral deve estar em extensão. Avaliar o ângulo formado pelo eixo da tíbia e fêmur; Teste de abdução de quadril: paciente em decúbito dorsal, terapeuta com as mãos acima do joelho realiza abertura dos membros inferiores da criança, uma vez de maneira lenta e outra de maneira brusca. Avaliar hipertonia elástica dos músculos adutores de quadril; Teste de Galeazzi: posicionar paciente em decúbito dorsal, com quadris em flexão, joelhos flexionados e pés unidos sobre a mesa examinadora. Avaliar se a altura dos joelhos está nivelada; Teste de Ely Duncan: paciente em decúbito ventral, terapeuta com as mãos no tornozelo, deve realizar flexão dos joelhos. Avaliação de encurtamento muscular ou hipertonia da musculatura reto femoral.</p><p>Aula 3 Roteiro 1 – Treino de atividades em posturas baixas</p><p>O objetivo desta aula foi de conhecer a estimulação precoce, essa estimulação dee ser contínua levando em consideração todas as areas sensoriais, a saber: a visual, auditiva, olfativa, tátil, sinestésica, proprioceptiva e vestibular.</p><p>Iniciada precocemente, a intervenção favorece o desempenho do recém-nascido e lactente e impede as limitações das atividades e as restrições da participação em situação de vida real. (TUDELLA, Eloisa; FORMIGA, Cibelle Kayenne Martins R. Fisioterapia neuropediátrica: abordagem biopsicossocial. Pág: 323) [1]</p><p>Neste roteiro foram citadas as condutas fisioterapêuticas para auxílio na aquisição de controle postural onde o terapeuta deve saber posicionar o paciente de forma que estimule a troca postural e o controle postural. Fazendo o uso do lúdico, para que consiga a atenção e a participação da criança na terapia.</p><p>Ao iniciar as práticas foi realizado o estímulo de controle de cabeça: terapeuta posiciona o bebê de bruços e o cerca com brinquedos com intuito de estimular a capa cidade de virar a cabeça e buscar os brinquedos, aumentando o campo de visão. 	Controle de tronco: terapeuta posiciona bebê de bruços, coloca o dedo indicador nas mãos, após o bebê apertar as mãos do terapeuta, ele deve pegar as mãos do paciente e impulsionar para elevar o tronco, estimular a força de tentar levantar e se colocar em postura sentada. Troca postural – rolar: posicionar o bebê em decúbito dorsal, e colocar seu brinquedo favorito ao lado, porém sem que seja possível o alcance de suas mãos, dessa maneira ele será estimulado a rolar, fortalecendo os músculos das costas e quadris. Estimular postura sentada: sentar o bebê em diversos “solos” diferenciados, como por exemplo em almofadas e no colo realizando balanceios, virando-o de frente e de costas. Treino</p><p>de reações: posicionar o bebê sentado e estimular as reações anteriores e laterais com a utilização de brinquedos. Utilizar a bola suíça e movimentar o bebê em cima dela para equilíbrio dinâmico e estático. Outros brinquedos para a criança se equilibrar em cima deles com a ajuda dos membros inferiores também podem ser utilizados.</p><p>Aula 4 Roteiro 1 – Treino de atividades em posturas altas</p><p>Nesta aula foram apresentadas condutas fisioterapêuticas que auxiliam no ganho e no controle postural em posturas altas, a saber: ajoelhado, semiajoelhado, ortóstase e por fim marcha. O fisioterapeuta deve posicionar o paciente e realizar o estímulo da troca postural e o controle postural. Utilizando sempre objetos lúdicos, para ganhar a atenção da criança e estimular sua participação.</p><p>O programa de treino ortostático deve ser iniciado aos 2 anos de idade na criança com PC que não tenha começado a ficar em pé ou a andar naturalmente. (TECKLIN, Jan S. Fisioterapia pediátrica 5a ed. Pág: 237) [2]</p><p>Atividades para engatinhar, ajoelhar, ficar em pé e andar é uma construção que depende da combinação de diversos treinamento, iniciando com abordagem proprioceptiva, utilizando bola suíça, realiza inicialmente o fortalecimento dos músculos abdominais, em seguida estimula o bebê que traga sua mão até a linha média do corpo (utilizando um chocalho, por exemplo), ainda utilizando a bola suíça realizar o estímulo para rolar, fazendo dissociação de cinturas. Já para estimular o sentar realiza primeiro a posição de ‘borboleta” seguindo para sustentá-lo no ponto do quadril realizando anteroversão para que fique sob os pés e trazendo novamente para a posição sentado, realizando retroversão.</p><p>Estimular a marcha com brinquedos a distância média em que eles possam se apoiar em objetos, até o final do percurso. Por fim foi realizada a prática desde a posição sentado, partindo para posição semiajoelhado utilizando de pontos chave de quadril, joelho e tornozelo para chegar à posição ortostática.</p><p>Ao finalizar a aula foi tratado sobre a não utilização de andadores, pois este contribui para o atraso do desenvolvimento motor da criança, além de aumentar a chance de sérios acidentes.</p><p>3 CONSIDERAÇÕES FINAIS</p><p>Este relatório teve por objetivo a fixação dos estudos acerca da fisioterapia pediátrica, iniciando por suas avaliações, foram demonstrados boa parte das que estão disponíveis. Mesmo existindo diversas minucias nas avaliações neuropediatricas, as principais delas foram praticadas. Realizar a palpação das estruturas e acidentes ósseos, onde se inicia e onde se finalizam as estruturas da coluna por exemplo, reforçou o conhecimento de anatomia.</p><p>O destrinchar dos marcos motores esperados desde o nascimento, contribuiu, sem dúvidas, para a escolha da intervenção necessária em cada mês de vida da criança, bem como conhecer os cálculos realizados para corrigir a idade de crianças prematuras,</p><p>Por fim, com as aulas práticas agora é possível entender como é o processo de reabilitação para ganho de posturas até o deambular de pacientes neurológicos.</p><p>4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>TUDELLA, Eloisa; FORMIGA, Cibelle Kayenne Martins R. Fisioterapia neuropediátrica: abordagem biopsicossocial.Editora Manole, 2021. E-book. ISBN 9786555766059.Disponível em:https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555766059/. Acesso em: 23 mai. 2024.</p><p>TECKLIN, Jan S. Fisioterapia pediátrica 5a ed.. Editora Manole, 2019. E-book. ISBN 9788520462911. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520462911/. Acesso em: 23 mai. 2024.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes de estimulação precoce: crianças de zero a 3 anos com atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. Brasília: Ministério da Saúde, 2016. p.55.Disponívelem: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_estimulacao_criancas_0a3anos_ neuropsicomotor.pdf. Acesso em: 23 mai. 2024.</p><p>image.png</p><p>image.jpg</p><p>image2.png</p>

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