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<p>1</p><p>Direito Tributário I</p><p>NITERÓI 2018.1</p><p>Marcelo Santiago</p><p>marcelosantiago1@hotmail.com</p><p>Aula 19/02/2018</p><p>BIBLIOGRAFIA</p><p>1º Direito Tributário > Claudio Borba</p><p>2º Curso de Direito Tributário > Eduardo Sabag</p><p>3º Direito Tributário > Cláudio Carneiro</p><p>4º Direito Tributário > Mauro Luís Rocha Lopes (linguagem pesada)</p><p>5º Direito Tributário, Constituição e Código Tributário > *Leandro Paulsen</p><p>6º Código Tributário Nacional (vade mecum R.T.)</p><p>PROVAS / AVALIAÇÕES:</p><p>P1 - 16/04/2018 -</p><p>P2 - 25/06/2018 -</p><p>P3 - 09/07/2018 -</p><p>O Código Tributário Nacional é a Lei norteadora, no Brasil, da aplicabilidade dos tributos,</p><p>extensão, alcance, limites, direitos e deveres dos contribuintes, atuação dos agentes</p><p>fiscalizadores e demais normas tributárias.</p><p>RECEPÇÃO DO CTN PELA CONSTITUIÇÃO DE 1988</p><p>A aplicabilidade atual do CTN, sob a égide da Constituição de 1988 decorre do fenômeno, teoria</p><p>ou princípio da recepção (art. 34, §5 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias).</p><p>Através do princípio da recepção, todas as normas jurídicas em vigência anteriores a um</p><p>ordenamento constitucional e que não entrem em conflito com este último, são absorvidas pelo</p><p>sistema jurídico, permanecendo em vigor.</p><p>O CTN - Lei 5.172, de 25 de outubro de 1966, cumpre as funções da lei complementar exigida</p><p>pela Constituição Federal de 1988 para tratar de prescrição e de decadência tributárias no art.</p><p>150, parágrafo quarto; no art. 156, inciso V; no art. 173 e no art. 174 do texto constitucional.</p><p>No aspecto formal, como a Constituição Federal de 1967 exigia que a matéria tributária, em se</p><p>tratando de ‘normas gerais, conflitos de competência e limitações ao poder tributante’ fosse de</p><p>natureza complementar, o CTN, diploma que versava sobre tais assuntos, embora fosse lei</p><p>ordinária, passou a ter ‘eficácia de lei complementar’ por força do princípio da recepção.</p><p>2</p><p>Definição de direito tributário:</p><p>Ramo do direito público que regula a relação jurídica entre o Fisco e o sujeito</p><p>passivo.</p><p>Ou mais popularmente: Ramo do direito público que normatiza a principal entrada</p><p>nos cofres públicos.</p><p>O direito tributário normatiza a forma que o Estado toma parte do patrimônio do</p><p>contribuinte ou responsável tributário.</p><p>Fisco ou Fazenda Pública</p><p>Fisco: Apelido que o Estado recebe quando exerce o direito de cobrar tributo.</p><p>Fazenda Pública: Também é um apelido que o Estado recebe porém a Fazenda</p><p>Pública tem um conceito mais amplo pois inclui a procuradoria que cuida do erário</p><p>público.</p><p>Foco de estudo:</p><p>1 - Objeto = Tributo.</p><p>2 -Relações jurídicas que tem por objeto o tributo.</p><p>3</p><p>Fontes do direito tributário</p><p>Direito positivo (leis);</p><p>Jurisprudência;</p><p>Doutrina;</p><p>Direito consuetudinário.</p><p>Arts. 146 da C.R.F.B./88 c.c 109 do C.T.N.</p><p>CF Art. 146. Cabe à lei complementar:</p><p>I - dispor sobre conflitos de competência, em matéria tributária, entre a União, os Estados, o</p><p>Distrito Federal e os Municípios;</p><p>II - regular as limitações constitucionais ao poder de tributar;</p><p>III - estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária, especialmente sobre:</p><p>a) definição de tributos e de suas espécies, bem como, em relação aos impostos discriminados</p><p>nesta Constituição, a dos respectivos fatos geradores, bases de cálculo e contribuintes;</p><p>b) obrigação, lançamento, crédito, prescrição e decadência tributários;</p><p>c) adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades</p><p>cooperativas.</p><p>d) definição de tratamento diferenciado e favorecido para as microempresas e para as</p><p>empresas de pequeno porte, inclusive regimes especiais ou simplificados no caso do imposto</p><p>previsto no art. 155, II, das contribuições previstas no art. 195, I e §§ 12 e 13, e da contribuição a</p><p>que se refere o art. 239. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003)</p><p>Parágrafo único. A lei complementar de que trata o inciso III, d, também poderá instituir um</p><p>regime único de arrecadação dos impostos e contribuições da União, dos Estados, do Distrito</p><p>Federal e dos Municípios, observado que: (Incluído pela Emenda</p><p>Constitucional nº 42, de 19.12.2003)</p><p>I - será opcional para o contribuinte; (Incluído pela Emenda Constitucional nº</p><p>42, de 19.12.2003)</p><p>II - poderão ser estabelecidas condições de enquadramento diferenciadas por Estado;</p><p>(Incluído pela Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003)</p><p>III - o recolhimento será unificado e centralizado e a distribuição da parcela de recursos</p><p>pertencentes aos respectivos entes federados será imediata, vedada qualquer retenção ou</p><p>condicionamento; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003)</p><p>IV - a arrecadação, a fiscalização e a cobrança poderão ser compartilhadas pelos entes</p><p>federados, adotado cadastro nacional único de contribuintes. (Incluído pela</p><p>Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003)</p><p>CTN Art. 109. Os princípios gerais de direito privado utilizam-se para pesquisa da definição, do</p><p>conteúdo e do alcance de seus institutos, conceitos e formas, mas não para definição dos</p><p>respectivos efeitos tributários.</p><p>** No direito tributário a obrigação acessória não acompanha a obrigação</p><p>principal .</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art146iiid</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art146iiid</p><p>4</p><p>** O legislador não deu brecha para o sujeito passivo dentro do universo</p><p>tributário.</p><p>** O direito tributário é quase totalmente diferente do direito civil.</p><p>ADCT art. 34.</p><p>CAPÍTULO VI</p><p>DA INTERVENÇÃO</p><p>ADCT Art. 34. A União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal, exceto para:</p><p>I - manter a integridade nacional;</p><p>II - repelir invasão estrangeira ou de uma unidade da Federação em outra;</p><p>III - pôr termo a grave comprometimento da ordem pública;</p><p>IV - garantir o livre exercício de qualquer dos Poderes nas unidades da Federação;</p><p>V - reorganizar as finanças da unidade da Federação que:</p><p>a) suspender o pagamento da dívida fundada por mais de dois anos consecutivos, salvo motivo</p><p>de força maior;</p><p>b) deixar de entregar aos Municípios receitas tributárias fixadas nesta Constituição, dentro dos</p><p>prazos estabelecidos em lei;</p><p>VI - prover a execução de lei federal, ordem ou decisão judicial;</p><p>VII - assegurar a observância dos seguintes princípios constitucionais:</p><p>a) forma republicana, sistema representativo e regime democrático;</p><p>b) direitos da pessoa humana;</p><p>c) autonomia municipal;</p><p>d) prestação de contas da administração pública, direta e indireta.</p><p>os seus efeitos:</p><p>Parágrafo único. A autoridade administrativa poderá desconsiderar atos ou negócios jurídicos</p><p>praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo ou a</p><p>natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária, observados os procedimentos a</p><p>serem estabelecidos em lei ordinária. (Incluído pela Lcp nº 104, de 2001)</p><p>** Instrumentalizar pelo lançamento. (art. 142 do C.T.N. dá o conceito genérico do</p><p>lançamento e no final fala de multa.</p><p>CAPÍTULO II</p><p>Constituição de Crédito Tributário</p><p>SEÇÃO I</p><p>Lançamento</p><p>Art. 142. Compete privativamente à autoridade administrativa constituir o crédito tributário</p><p>pelo lançamento, assim entendido o procedimento administrativo tendente a verificar a</p><p>ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente, determinar a matéria tributável,</p><p>calcular o montante do tributo devido, identificar o sujeito passivo e, sendo caso, propor a</p><p>aplicação da penalidade cabível.</p><p>Parágrafo único. A atividade administrativa de lançamento é vinculada e obrigatória, sob pena</p><p>de responsabilidade funcional.</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LCP/Lcp104.htm</p><p>29</p><p>PRINCÍPIO DA LEGALIDADE TRIBUTÁRIA TAMBÉM CHAMADO DE</p><p>PRINCÍPIO DA RESERVA LEGAL - Fulcro explícito no art. 142 do C.T.N.</p><p>Conceito genérico do lançamento. (no final se fala de multa).</p><p>** A natureza jurídica do tributo é “ex Lege”. Só nasce por intermédio de lei ou</p><p>alguma norma com status de lei.</p><p>** Do ponto de vista constitucional, art. 3º e 97 do C.T.N. c/c Art. 62. §2º da C.F.</p><p>(imposto por medida provisória).</p><p>Art. 3º Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa</p><p>exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade</p><p>administrativa plenamente vinculada.</p><p>SEÇÃO II</p><p>Leis, Tratados e Convenções Internacionais e Decretos</p><p>Art. 97. Somente a lei pode estabelecer:</p><p>I - a instituição de tributos, ou a sua extinção;</p><p>II - a majoração de tributos, ou sua redução, ressalvado o disposto nos artigos 21, 26, 39, 57 e 65;</p><p>III - a definição do fato gerador da obrigação tributária principal, ressalvado o disposto no</p><p>inciso I do § 3º do artigo 52, e do seu sujeito passivo;</p><p>IV - a fixação de alíquota do tributo e da sua base de cálculo, ressalvado o disposto nos artigos</p><p>21, 26, 39, 57 e 65;</p><p>V - a cominação de penalidades para as ações ou omissões contrárias a seus dispositivos, ou</p><p>para outras infrações nela definidas;</p><p>VI - as hipóteses de exclusão, suspensão e extinção de créditos tributários, ou de dispensa ou</p><p>redução de penalidades.</p><p>§ 1º Equipara-se à majoração do tributo a modificação da sua base de cálculo, que importe em</p><p>torná-lo mais oneroso.</p><p>§ 2º Não constitui majoração de tributo, para os fins do disposto no inciso II deste artigo, a</p><p>atualização do valor monetário da respectiva base de cálculo.</p><p>C.F. Art. 62. Em caso de relevância e urgência, o Presidente da República poderá adotar</p><p>medidas provisórias, com força de lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso</p><p>Nacional. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)</p><p>§ 1º É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria: (Incluído pela</p><p>Emenda Constitucional nº 32, de 2001)</p><p>I - relativa a: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)</p><p>a) nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direito eleitoral;</p><p>(Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)</p><p>b) direito penal, processual penal e processual civil; (Incluído pela Emenda</p><p>Constitucional nº 32, de 2001)</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>30</p><p>c) organização do Poder Judiciário e do Ministério Público, a carreira e a garantia de seus</p><p>membros; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)</p><p>d) planos plurianuais, diretrizes orçamentárias, orçamento e créditos adicionais e</p><p>suplementares, ressalvado o previsto no art. 167, § 3º; (Incluído pela Emenda</p><p>Constitucional nº 32, de 2001)</p><p>II - que vise a detenção ou seqüestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo</p><p>financeiro; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)</p><p>III - reservada a lei complementar; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32,</p><p>de 2001)</p><p>IV - já disciplinada em projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional e pendente de sanção</p><p>ou veto do Presidente da República. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32,</p><p>de 2001)</p><p>§ 2º Medida provisória que implique instituição ou majoração de impostos, exceto os previstos</p><p>nos arts. 153, I, II, IV, V, e 154, II, só produzirá efeitos no exercício financeiro seguinte se houver</p><p>sido convertida em lei até o último dia daquele em que foi editada. (Incluído</p><p>pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)</p><p>Art. 97 do C.T.N. > cuidado com o §2º</p><p>Art. 97. Somente a lei pode estabelecer:</p><p>II - a majoração de tributos, ou sua redução, ressalvado o disposto nos artigos 21, 26, 39, 57 e 65;</p><p>§ 2º Não constitui majoração de tributo, para os fins do disposto no inciso II deste artigo, a</p><p>atualização do valor monetário da respectiva base de cálculo.</p><p>Em cotejo com a súmula 160 do S.T.J.</p><p>Súmula 160/STJ - 18/12/2017. Tributário. IPTU. Correção monetária. Reajuste, por decreto, com</p><p>índice superior ao oficial. Inadmissibilidade. CF/88, art. 150, I. CTN, arts. 33 e 97, §§ 1º e 2º.</p><p>«É defeso, ao Município, atualizar o IPTU, mediante decreto, em percentual superior ao índice</p><p>oficial de correção monetária.»</p><p>** Atualização monetária, tem que ocorrer em percentual não superior ao índice</p><p>oficial e, se for maior ou igual ao índice, é aumento mascarado.</p><p>3 características do tributo</p><p>1º - Caráter Fiscal - (tem caráter arrecadatório) - É quando o tributo é</p><p>utilizado com sua finalidade precípua, qual seja, gerar receita para o Estado.</p><p>2º - Caráter Parafiscal (ao lado do fisco)- É aquela contribuição que a</p><p>pessoa que fiscaliza e cobra, não é poder público.</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>assim entendido o procedimento administrativo tendente a verificar a</p><p>ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente, determinar a matéria tributável,</p><p>calcular o montante do tributo devido, identificar o sujeito passivo e, sendo caso, propor a</p><p>aplicação da penalidade cabível.</p><p>Parágrafo único. A atividade administrativa de lançamento é vinculada e obrigatória, sob pena</p><p>de responsabilidade funcional.</p><p>Arts. 54 e 55 da C.R.F.B./88</p><p>Art. 54. Os Deputados e Senadores não poderão:</p><p>I - desde a expedição do diploma:</p><p>a) firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa</p><p>pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público, salvo</p><p>quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes;</p><p>b) aceitar ou exercer cargo, função ou emprego remunerado, inclusive os de que sejam</p><p>demissíveis "ad nutum", nas entidades constantes da alínea anterior;</p><p>II - desde a posse:</p><p>a) ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de</p><p>contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada;</p><p>b) ocupar cargo ou função de que sejam demissíveis "ad nutum", nas entidades referidas no</p><p>inciso I, "a";</p><p>c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere o inciso I,</p><p>"a";</p><p>d) ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo.</p><p>Art. 55. Perderá o mandato o Deputado ou Senador:</p><p>35</p><p>I - que infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo anterior;</p><p>II - cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar;</p><p>III - que deixar de comparecer, em cada sessão legislativa, à terça parte das sessões ordinárias</p><p>da Casa a que pertencer, salvo licença ou missão por esta autorizada;</p><p>IV - que perder ou tiver suspensos os direitos políticos;</p><p>V - quando o decretar a Justiça Eleitoral, nos casos previstos nesta Constituição;</p><p>VI - que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado.</p><p>§ 1º - É incompatível com o decoro parlamentar, além dos casos definidos no regimento interno,</p><p>o abuso das prerrogativas asseguradas a membro do Congresso Nacional ou a percepção de</p><p>vantagens indevidas.</p><p>§ 2º Nos casos dos incisos I, II e VI, a perda do mandato será decidida pela Câmara dos</p><p>Deputados ou pelo Senado Federal, por maioria absoluta, mediante provocação da respectiva</p><p>Mesa ou de partido político representado no Congresso Nacional, assegurada ampla defesa.</p><p>(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 76, de 2013)</p><p>§ 3º Nos casos previstos nos incisos III a V, a perda será declarada pela Mesa da Casa</p><p>respectiva, de ofício ou mediante provocação de qualquer de seus membros, ou de partido</p><p>político representado no Congresso Nacional, assegurada ampla defesa.</p><p>§ 4º A renúncia de parlamentar submetido a processo que vise ou possa levar à perda do</p><p>mandato, nos termos deste artigo, terá seus efeitos suspensos até as deliberações finais de que</p><p>tratam os §§ 2º e 3º. (Incluído pela Emenda Constitucional de Revisão nº 6, de 1994)</p><p>Prazo decadencial > Súmula 555 do S.T.J. + art. 173, I do C.T.N.</p><p>Súmula 555/STJ - Quando não houver declaração do débito, o prazo decadencial quinquenal para o</p><p>Fisco constituir o crédito tributário conta-se exclusivamente na forma do art. 173, I, do CTN, nos casos</p><p>em que a legislação atribui ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da</p><p>autoridade administrativa.</p><p>C.T.N. Art. 173. O direito de a Fazenda Pública constituir o crédito tributário extingue-se após 5</p><p>(cinco) anos, contados:</p><p>I - do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado;</p><p>Tudo o que acontece antes do lançamento, será contado o prazo é</p><p>decadencial, decadência tributária. A perda do direito da Fazenda Pública,</p><p>de constituir o crédito tributário.</p><p>Formas de contar o prazo decadencial</p><p>1º - - Art. 173, I do C.T.N. (1º dia do exercício seguinte)</p><p>C.T.N. Art. 173. O direito de a Fazenda Pública constituir o crédito tributário extingue-se após 5</p><p>(cinco) anos, contados:</p><p>I - do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado;</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc76.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/ECR/ecr6.htm#art1</p><p>36</p><p>2º - - Art. 173, II do C.T.N. (data do julgamento)</p><p>C.T.N. Art. 173. O direito de a Fazenda Pública constituir o crédito tributário extingue-se após 5</p><p>(cinco) anos, contados:</p><p>II - da data em que se tornar definitiva a decisão que houver anulado, por vício formal, o</p><p>lançamento anteriormente efetuado.</p><p>3º - - Data da ocorrência do fato gerador.</p><p>Aula 09/04/2018</p><p>3º mapa</p><p>========================P1=========================</p><p>Aula 16/04/2018</p><p>Prova ( não fiz)</p><p>Aula 23/04/2018</p><p>Feriado São Jorge</p><p>Aula 30/04/2018</p><p>Ponto facultativo 1º de maio</p><p>Aula 07/05/2018</p><p>Correção de prova</p><p>Aula 14/05/2018</p><p>4º mapa</p><p>Protocolo : Petição inicial > art. 203 e 204 do C.T.N.</p><p>Art. 203. A omissão de quaisquer dos requisitos previstos no artigo anterior, ou o erro a eles</p><p>relativo, são causas de nulidade da inscrição e do processo de cobrança dela decorrente, mas</p><p>a nulidade poderá ser sanada até a decisão de primeira instância, mediante substituição da</p><p>certidão nula, devolvido ao sujeito passivo, acusado ou interessado o prazo para defesa, que</p><p>somente poderá versar sobre a parte modificada.</p><p>Art. 204. A dívida regularmente inscrita goza da presunção de certeza e liquidez e tem o efeito</p><p>de prova pré-constituída.</p><p>Parágrafo único. A presunção a que se refere este artigo é relativa e pode ser ilidida por prova</p><p>inequívoca, a cargo do sujeito passivo ou do terceiro a que aproveite.</p><p>Decisão : Prolação da sentença nos embargos de execução. Súmula 392 do S.T.J.</p><p>37</p><p>A Fazenda Pública pode substituir a certidão de dívida ativa (CDA) até a prolação da sentença</p><p>de embargos, quando se tratar de correção de erro material ou formal, vedada a modificação</p><p>do sujeito passivo da execução.</p><p>Aula 19/03/2018</p><p>Sábado - aula de reposição</p><p>Arts. 176 e 179 do C.T.N.</p><p>SEÇÃO II</p><p>Isenção</p><p>Art. 176. A isenção, ainda quando prevista em contrato, é sempre decorrente de lei que</p><p>especifique as condições e requisitos exigidos para a sua concessão, os tributos a que se</p><p>aplica e, sendo caso, o prazo de sua duração.</p><p>Parágrafo único. A isenção pode ser restrita a determinada região do território da entidade</p><p>tributante, em função de condições a ela peculiares.</p><p>Art. 179. A isenção, quando não concedida em caráter geral, é efetivada, em cada caso, por</p><p>despacho da autoridade administrativa, em requerimento com o qual o interessado faça prova</p><p>do preenchimento das condições e do cumprimento dos requisitos previstos em lei ou contrato</p><p>para sua concessão.</p><p>§ 1º Tratando-se de tributo</p><p>lançado por período certo de tempo, o despacho referido neste</p><p>artigo será renovado antes da expiração de cada período, cessando automaticamente os seus</p><p>efeitos a partir do primeiro dia do período para o qual o interessado deixar de promover a</p><p>continuidade do reconhecimento da isenção.</p><p>§ 2º O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido, aplicando-se, quando cabível,</p><p>o disposto no artigo 155.</p><p>38</p><p>IMUNIDADE TRIBUTÁRIA</p><p>Conceito - O afastamento da incidência do tributo, feito de forma explícita</p><p>( direta) ou implícita ( indireta), pela C.R.F.B./88.</p><p>** Obs: Ainda que a C.R.F.B./88 utilize outra palavra diferente de ” imunidade”, se</p><p>afastar a incidência do tributo, será caso de imunidade. Ex: art. 195, §7º da</p><p>C.R.F.B./88.</p><p>Art. 195. A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta,</p><p>nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do</p><p>Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: (Vide</p><p>Emenda Constitucional nº 20, de 1998)</p><p>§ 7º São isentas (imune) de contribuição para a seguridade social as entidades beneficentes de</p><p>assistência social que atendam às exigências estabelecidas em lei.</p><p>Exemplos de Imunidade Tributária</p><p>DIRETAS: Art. 150, VI, “a” a “e” e art. 5º, XXXIV ambos da C.R.F.B./88.</p><p>SEÇÃO II</p><p>DAS LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR</p><p>Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos</p><p>Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:</p><p>VI - instituir impostos sobre: (Vide Emenda Constitucional nº 3, de 1993)</p><p>a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros;</p><p>e) fonogramas e videofonogramas musicais produzidos no Brasil contendo obras musicais ou</p><p>literomusicais de autores brasileiros e/ou obras em geral interpretadas por artistas brasileiros</p><p>bem como os suportes materiais ou arquivos digitais que os contenham, salvo na etapa de</p><p>replicação industrial de mídias ópticas de leitura a laser. (Incluída pela</p><p>Emenda Constitucional nº 75, de 15.10.2013)</p><p>TÍTULO II</p><p>DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS</p><p>CAPÍTULO I</p><p>DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS</p><p>Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos</p><p>brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade,</p><p>à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:</p><p>XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas:</p><p>a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou</p><p>abuso de poder;</p><p>b) a obtenção de certidões em repartições públicas, para defesa de direitos e esclarecimento</p><p>de situações de interesse pessoal;</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc20.htm#art12</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc20.htm#art12</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art2%C2%A72</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc75.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc75.htm#art1</p><p>39</p><p>INDIRETAS: Art. 153, §5º e art. 155, §3º ambos da C.R.F.B./88. Permite um</p><p>tributo e afasta o resto). Ex: Ouro como instrumento cambial, só paga o I.O.F.</p><p>SEÇÃO III</p><p>DOS IMPOSTOS DA UNIÃO</p><p>Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre:</p><p>§ 5º O ouro, quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial, sujeita-se</p><p>exclusivamente à incidência do imposto de que trata o inciso V do "caput" deste artigo, devido</p><p>na operação de origem; a alíquota mínima será de um por cento, assegurada a transferência</p><p>do montante da arrecadação nos seguintes termos: (Vide Emenda</p><p>Constitucional nº 3, de 1993)</p><p>I - trinta por cento para o Estado, o Distrito Federal ou o Território, conforme a origem;</p><p>II - setenta por cento para o Município de origem.</p><p>SEÇÃO IV</p><p>DOS IMPOSTOS DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL</p><p>Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: (Redação dada</p><p>pela Emenda Constitucional nº 3, de 1993)</p><p>§ 3º À exceção dos impostos de que tratam o inciso II do caput deste artigo e o art. 153, I e II,</p><p>nenhum outro imposto poderá incidir sobre operações relativas a energia elétrica, serviços de</p><p>telecomunicações, derivados de petróleo, combustíveis e minerais do País.</p><p>(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 33, de 2001)</p><p>** Atenção: Súmulas S.T.F. 724 e 730.</p><p>724. Ainda quando alugado a terceiros, permanece imune ao IPTU o imóvel pertencente a</p><p>qualquer das entidades referidas pelo art. 150, VI, "c", da Constituição, desde que o valor dos</p><p>aluguéis seja aplicado nas atividades essenciais de tais entidades.</p><p>730. A imunidade tributária conferida a instituições de assistência social sem fins lucrativos</p><p>pelo art. 150, VI, "c", da Constituição, somente alcança as entidades fechadas de previdência</p><p>social privada se não houver contribuição dos beneficiários.</p><p>** Macete:</p><p>Não tem linha do tempo na imunidade.</p><p>Na isenção, a linha do tempo vai até a obrigação tributária principal.</p><p>Imunidade - art. 195, §7º da C.F. c.c</p><p>art. 5º, XXXIV da C.R.F.B./88 (taxa - imunidade direta).</p><p>Tributo: Imposto, também relativo a contribuição social.</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art2%C2%A72</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art2%C2%A72</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art2</p><p>40</p><p>Art. 195. A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta,</p><p>nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do</p><p>Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: (Vide</p><p>Emenda Constitucional nº 20, de 1998)</p><p>§ 7º São isentas de contribuição para a seguridade social as entidades beneficentes de</p><p>assistência social que atendam às exigências estabelecidas em lei.</p><p>** Pegadinhas: SOMENTE IMPOSTO</p><p>Imunidades tributárias que são garantidas, que limitam o poder do Estado</p><p>de tributar.</p><p>Art. 150, VI e alíneas.</p><p>Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados,</p><p>ao Distrito Federal e aos Municípios:</p><p>VI - instituir impostos sobre:</p><p>Imunidades Relativas as pessoas</p><p>a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros;</p><p>Reciprocidade tributária. Princípio da reciprocidade tributária. (Concorda</p><p>com o caput. União, Estados, D.F. e Municípios.</p><p>b) templos de qualquer culto;</p><p>Livre manifestação religiosa. “Templo de qualquer culto”. Princípio da livre</p><p>manifestação religiosa. Estado laico, não ateu. (direito fundamental art.5º).</p><p>** Templo = Entidade</p><p>religiosa (súmula S.T.F.724)</p><p>** Culto = Religião. Conjunto de dogmas, liturgias e preceitos que não firam o</p><p>ordenamento jurídico. Diferente de Seita pois está não se preocupa com o</p><p>ordenamento jurídico.</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Emendas/Emc/emc20.htm#art12</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Emendas/Emc/emc20.htm#art12</p><p>41</p><p>c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das</p><p>entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social,</p><p>sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei;</p><p>Partidos políticos Imunidade autoaplicáveis.</p><p>Fundações dos partidos políticos. Livre opção. Manifestação política.</p><p>Entidades sindicais dos trabalhadores.</p><p>Entidades de assistência social, sem fins lucrativos.</p><p>Entidades de assistência educacional, sem fins lucrativos.</p><p>** Previ = (súmula S.T.F.730) Não está imune pois existe a participação do pessoal</p><p>da ativa para a futura aposentadoria.</p><p>Imunidades Relativas as coisas</p><p>d) livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão.</p><p>Jornais, livros, periódicos e o papel destinado à impressão destas.</p><p>OBRAS.</p><p>e) fonogramas e videofonogramas musicais produzidos no Brasil contendo obras musicais ou</p><p>literomusicais de autores brasileiros e/ou obras em geral interpretadas por artistas brasileiros</p><p>bem como os suportes materiais ou arquivos digitais que os contenham, salvo na etapa de</p><p>replicação industrial de mídias ópticas de leitura a laser.</p><p>Material musical ou literomusical (audiofônico // videofônico) de artistas</p><p>brasileiros ou interpretadas por artistas brasileiros, salvo a fase produtiva</p><p>(industrial) da replicação.</p><p>** Interpretação hermenêutica + Interpretação sistêmica (art. 150, VI, “b” c.c</p><p>§4º do mesmo artigo.</p><p>42</p><p>SEÇÃO II</p><p>DAS LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR</p><p>Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos</p><p>Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:</p><p>VI - instituir impostos sobre: (Vide Emenda Constitucional nº 3, de 1993)</p><p>b) templos de qualquer culto;</p><p>§ 4º - As vedações expressas no inciso VI, alíneas "b" e "c", compreendem somente o patrimônio,</p><p>a renda e os serviços, relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas</p><p>mencionadas.</p><p>** ”d” e “e”</p><p>Relativos as coisas > Princípio do livre acesso a informação e cultura.</p><p>- Fotolito está imune;</p><p>- Livro digital imune;</p><p>- Desenvolvimento gráfico imune;</p><p>- Álbum de figurinha não imune;</p><p>- Revista em quadrinhos imune;</p><p>- Revista em quadrinhos (ou não de quadrinhos) de sacanagem não imune;</p><p>- Revista de sacanagem (playboy, com informação) imune;</p><p>- Encarte de jornal imune;</p><p>- Encarte Natura (40 páginas de mostruário + 2 de reportagem, onde assina</p><p>o redator ou editor) imune.</p><p>** “e” entrou por E.C., conhecida também como emenda Roberto Carlos.</p><p>Aula 21/05/2018</p><p>ISENÇÃO TRIBUTÁRIA</p><p>Modalidade excludente do crédito tributário( exclui o crédito tributário).</p><p>Art.175 caput do C.T.N.</p><p>A isenção somente alcança a obrigação tributária principal. Não alcança a</p><p>obrigação tributária acessória. Art.175 p.u. do C.T.N.</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art2%C2%A72</p><p>43</p><p>CAPÍTULO V</p><p>Exclusão de Crédito Tributário</p><p>SEÇÃO I</p><p>Disposições Gerais</p><p>Art. 175. Excluem o crédito tributário:</p><p>I - a isenção;</p><p>II - a anistia.</p><p>Parágrafo único. A exclusão do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações</p><p>acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito seja excluído, ou dela</p><p>consequente.</p><p>Competência Instituitória</p><p>Quem tem a competência para instituir a isenção, é o ente público que tem a</p><p>competência para instituir o tributo que se queira isentar, observando o princípio</p><p>da territorialidade.</p><p>Art. 151, III da C.R.F.B./88 > Princípio da vedação as isenções heterônomas.</p><p>(Um município não pode isentar em outro município).</p><p>Art. 151. É vedado à União:</p><p>III - instituir isenções de tributos da competência dos Estados, do Distrito Federal ou dos</p><p>Municípios.</p><p>** EXCEÇÃO ao Princípio da vedação as isenções heterônomas, art. 1º da</p><p>C.R.F.B./88.</p><p>TÍTULO I</p><p>DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS</p><p>Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e</p><p>Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como</p><p>fundamentos:</p><p>I - a soberania;</p><p>II - a cidadania;</p><p>III - a dignidade da pessoa humana;</p><p>IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;</p><p>V - o pluralismo político.</p><p>Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes</p><p>eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.</p><p>Quando a República Federativa do Brasil, pessoa jurídica de direito público</p><p>externo, por intermédio de Tratados ou Convenções Internacionais estabelece a</p><p>isenção, isto não fere a natureza jurídica “ ex lege” da isenção. Arts. 96 e 98 do</p><p>C.T.N.</p><p>44</p><p>LIVRO SEGUNDO</p><p>NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO</p><p>TÍTULO I</p><p>Legislação Tributária</p><p>CAPÍTULO I</p><p>Disposições Gerais</p><p>SEÇÃO I</p><p>Disposição Preliminar</p><p>Art. 96. A expressão "legislação tributária" compreende as leis, os tratados e as convenções</p><p>internacionais, os decretos e as normas complementares que versem, no todo ou em parte,</p><p>sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes.</p><p>SEÇÃO II</p><p>Leis, Tratados e Convenções Internacionais e Decretos</p><p>Art. 98. Os tratados e as convenções internacionais revogam ou modificam a legislação</p><p>tributária interna, e serão observados pela que lhes sobrevenha.</p><p>** OBS: O Brasil adota a doutrina dualista moderada em D.I.P. > Entendimento</p><p>do S.T.F.</p><p>** Tem que ser lei específica.</p><p>Isenções normais (Matrizes) Constitucionais</p><p>Tributário: Art. 150,§6º da C.R.F.B./88.</p><p>Necessidade de lei específica.</p><p>SEÇÃO II</p><p>DAS LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR</p><p>Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos</p><p>Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:</p><p>§ 6º Qualquer subsídio ou isenção, redução de base de cálculo, concessão de crédito</p><p>presumido, anistia ou remissão, relativos a impostos, taxas ou contribuições, só poderá ser</p><p>concedido mediante lei específica, federal, estadual ou municipal, que regule exclusivamente as</p><p>matérias acima enumeradas ou o correspondente tributo ou contribuição, sem prejuízo do</p><p>disposto no art. 155, § 2.º, XII, g. (Redação dada pela Emenda Constitucional</p><p>nº 3, de 1993)</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>45</p><p>Financeiro: Art. 165,§6º da C.R.F.B./88 + arts. 14 e 12 da L.R.F.</p><p>Necessidade de estudo de impacto econômico-financeiro.</p><p>SEÇÃO II</p><p>DOS ORÇAMENTOS</p><p>Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:</p><p>§ 6º O projeto de lei orçamentária será acompanhado</p><p>de demonstrativo regionalizado do</p><p>efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e</p><p>benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia.</p><p>Art. 12. As previsões de receita observarão as normas técnicas e legais, considerarão os efeitos</p><p>das alterações na legislação, da variação do índice de preços, do crescimento econômico ou</p><p>de qualquer outro fator relevante e serão acompanhadas de demonstrativo de sua evolução</p><p>nos últimos três anos, da projeção para os dois seguintes àquele a que se referirem, e da</p><p>metodologia de cálculo e premissas utilizadas.</p><p>§ 1o Reestimativa de receita por parte do Poder Legislativo só será admitida se comprovado</p><p>erro ou omissão de ordem técnica ou legal.</p><p>§ 2o O montante previsto para as receitas de operações de crédito não poderá ser superior</p><p>ao das despesas de capital constantes do projeto de lei orçamentária. (Vide ADIN</p><p>2.238-5)</p><p>§ 3o O Poder Executivo de cada ente colocará à disposição dos demais Poderes e do</p><p>Ministério Público, no mínimo trinta dias antes do prazo final para encaminhamento de suas</p><p>propostas orçamentárias, os estudos e as estimativas das receitas para o exercício</p><p>subseqüente, inclusive da corrente líquida, e as respectivas memórias de cálculo.</p><p>Art. 14. A concessão ou ampliação de incentivo ou benefício de natureza tributária da qual</p><p>decorra renúncia de receita deverá estar acompanhada de estimativa do impacto</p><p>orçamentário-financeiro no exercício em que deva iniciar sua vigência e nos dois seguintes,</p><p>atender ao disposto na lei de diretrizes orçamentárias e a pelo menos uma das seguintes</p><p>condições: (Vide Medida Provisória nº 2.159, de 2001) (Vide Lei nº 10.276, de</p><p>2001)</p><p>I - demonstração pelo proponente de que a renúncia foi considerada na estimativa de</p><p>receita da lei orçamentária, na forma do art. 12, e de que não afetará as metas de resultados</p><p>fiscais previstas no anexo próprio da lei de diretrizes orçamentárias;</p><p>II - estar acompanhada de medidas de compensação, no período mencionado no caput,</p><p>por meio do aumento de receita, proveniente da elevação de alíquotas, ampliação da base de</p><p>cálculo, majoração ou criação de tributo ou contribuição.</p><p>§ 1o A renúncia compreende anistia, remissão, subsídio, crédito presumido, concessão de</p><p>isenção em caráter não geral, alteração de alíquota ou modificação de base de cálculo que</p><p>implique redução discriminada de tributos ou contribuições, e outros benefícios que</p><p>correspondam a tratamento diferenciado.</p><p>§ 2o Se o ato de concessão ou ampliação do incentivo ou benefício de que trata o caput</p><p>deste artigo decorrer da condição contida no inciso II, o benefício só entrará em vigor quando</p><p>implementadas as medidas referidas no mencionado inciso.</p><p>§ 3o O disposto neste artigo não se aplica:</p><p>I - às alterações das alíquotas dos impostos previstos nos incisos I, II, IV e V do art. 153 da</p><p>Constituição, na forma do seu § 1º;</p><p>II - ao cancelamento de débito cujo montante seja inferior ao dos respectivos custos de</p><p>cobrança.</p><p>http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADIN&s1=2238&processo=2238</p><p>http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADIN&s1=2238&processo=2238</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2159-70.htm#art9%C2%A73</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LEIS_2001/L10276.htm#art1%C2%A77</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LEIS_2001/L10276.htm#art1%C2%A77</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art153i</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art153ii</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art153iv</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art153v</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art153v</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art153%C2%A71</p><p>46</p><p>Natureza Jurídica “Ex lege” > Isenção só nasce por intermédio de lei ou norma</p><p>com status de lei.</p><p>** OBS: A isenção pode ser instrumentalizada por contrato, desde que haja lei ( ou</p><p>norma com status de lei) autorizando a celebração do contrato que tenha por</p><p>objeto, a isenção.</p><p>As cláusulas contratuais devem observar os requisitos e as condições</p><p>estabelecidas na lei isentiva. Art. 176 do C.T.N.</p><p>SEÇÃO II</p><p>Isenção</p><p>Art. 176. A isenção, ainda quando prevista em contrato, é sempre decorrente de lei que</p><p>especifique as condições e requisitos exigidos para a sua concessão, os tributos a que se</p><p>aplica e, sendo caso, o prazo de sua duração.</p><p>Parágrafo único. A isenção pode ser restrita a determinada região do território da entidade</p><p>tributante, em função de condições a ela peculiares.</p><p>** Art. 178 do C.T.N. + art. 104 do C.T.N. Princípio da não surpresa</p><p>Art. 178 - A isenção, salvo se concedida por prazo certo e em função de determinadas</p><p>condições, pode ser revogada ou modificada por lei, a qualquer tempo, observado o disposto</p><p>no inciso III do art. 104. (Redação dada pela Lei Complementar nº 24, de 1975)</p><p>Art. 104. Entram em vigor no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a sua</p><p>publicação os dispositivos de lei, referentes a impostos sobre o patrimônio ou a renda:</p><p>I - que instituem ou majoram tais impostos;</p><p>II - que definem novas hipóteses de incidência;</p><p>III - que extinguem ou reduzem isenções, salvo se a lei dispuser de maneira mais favorável ao</p><p>contribuinte, e observado o disposto no artigo 178.</p><p>** EXCEÇÃO: Em regra, isenção não gera direito adquirido, salvo quando a lei</p><p>isentiva seja em caráter individual e tenha prazo certo de duração. Ver súmula</p><p>S.T.F. 544.</p><p>Isenções tributárias concedidas, sob condição onerosa, não podem ser livremente suprimidas.</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp24.htm#art13</p><p>47</p><p>Art. 179. A isenção, quando não concedida em caráter geral, é efetivada, em cada caso, por</p><p>despacho da autoridade administrativa, em requerimento com o qual o interessado faça prova</p><p>do preenchimento das condições e do cumprimento dos requisitos previstos em lei ou contrato</p><p>para sua concessão.</p><p>Arts. 12 e 14 da 101/2.000 Lei de responsabilidade fiscal (L.R.F.)</p><p>Art. 10-A da 8.429/92 Lei de improbidade administrativa.</p><p>Seção II-A</p><p>(Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) (Produção de efeito)</p><p>Dos Atos de Improbidade Administrativa Decorrentes de Concessão ou Aplicação Indevida de</p><p>Benefício Financeiro ou Tributário</p><p>Art. 10-A. Constitui ato de improbidade administrativa qualquer ação ou omissão para</p><p>conceder, aplicar ou manter benefício financeiro ou tributário contrário ao que dispõem o</p><p>caput e o § 1º do art. 8º-A da Lei Complementar nº 116, de 31 de julho de 2003. (Incluído pela Lei</p><p>Complementar nº 157, de 2016) (Produção de efeito)</p><p>Aula 28/05/2018</p><p>Não houve aula - greve de caminhoneiros</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp157.htm#art4</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp157.htm#art7</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp116.htm#art8a</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp116.htm#art8a%C2%A71</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp157.htm#art4</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp157.htm#art4</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp157.htm#art7</p><p>48</p><p>Aula 04/06/2018</p><p>ISENÇÃO</p><p>Ver:</p><p>Art. 111, II do C.T.N. - INTERPRETAÇÃO LITERAL</p><p>Outorga de isenção com sua interpretação literal - restritiva. Ex: O cego do</p><p>olho esquerdo estará isento, porém o cego do olho direito não!</p><p>Art. 111. Interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre:</p><p>II - outorga de isenção;</p><p>Art. 155, do C.T.N. - REGRA PUNITIVA</p><p>Art. 155. A concessão da moratória em caráter individual não gera direito adquirido e será</p><p>revogado de ofício, sempre que se apure que o beneficiado não satisfazia ou deixou de</p><p>satisfazer as condições ou não cumprira ou deixou de cumprir os requisitos para a concessão</p><p>do favor, cobrando-se o crédito acrescido de juros de mora:</p><p>I - com imposição da penalidade cabível, nos casos de dolo ou simulação do beneficiado, ou de</p><p>terceiro em benefício daquele;</p><p>II - sem imposição de penalidade, nos demais casos.</p><p>Parágrafo único. No caso do inciso I deste artigo, o tempo decorrido entre a concessão da</p><p>moratória e sua revogação não se computa para efeito da prescrição do direito à cobrança do</p><p>crédito; no caso do inciso II deste artigo, a revogação só pode ocorrer antes de prescrito o</p><p>referido direito.</p><p>4 institutos jurídicos:</p><p>1º Imunidade;</p><p>2º Isenção;</p><p>3º Remissão;</p><p>4º Anistia.</p><p>49</p><p>** 1º caso : Se o sujeito passivo diz que será um anjo, requer a isenção e no curso</p><p>da isenção, passa a enganar o FISCO pois não tem mais direito a isenção e não</p><p>avisa ao FISCO.</p><p>** 2º caso : Se o sujeito passivo diz que será um anjo, requer a isenção e no curso</p><p>da isenção, passa a não fazer jus à isenção por caso fortuito ou força maior e</p><p>desconhece sinceramente.</p><p>** 3º caso : Se o sujeito passivo diz que será um anjo, e desde o início não faz jus à</p><p>isenção e engana o FISCO desde o início.</p><p>Em qualquer caso apresentado, o FISCO fará 3 coisas:</p><p>1º Retira de ofício a isenção;</p><p>2º Cobra o tributo devido e os juros de mora;</p><p>3º Se tiver dolo ou culpa, acrescenta-se a multa;</p><p>** A prescrição não se interrompe.</p><p>Art. 104, III do C.T.N. - REVOGAÇÃO OU MITIGAÇÃO DA ISENÇÃO</p><p>Art. 104. Entram em vigor no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a sua</p><p>publicação os dispositivos de lei, referentes a impostos sobre o patrimônio ou a renda:</p><p>I - que instituem ou majoram tais impostos;</p><p>II - que definem novas hipóteses de incidência;</p><p>III - que extinguem ou reduzem isenções, salvo se a lei dispuser de maneira mais favorável ao</p><p>contribuinte, e observado o disposto no artigo 178.</p><p>** A isenção não gera direito adquirido.</p><p>Exceção: Quando a isenção for de caráter individual e por tempo certo.</p><p>** Respeitando o princípio da não surpresa, a revogação da lei somente vigerá em</p><p>1º de janeiro do próximo exercício.</p><p>50</p><p>** Art. 178 do C.T.N. - CARÁTER GERAL</p><p>Art. 178 - A isenção, salvo se concedida por prazo certo e em função de determinadas</p><p>condições, pode ser revogada ou modificada por lei, a qualquer tempo, observado o disposto</p><p>no inciso III do art. 104. (Redação dada pela Lei Complementar nº 24, de 1975)</p><p>** Art. 179 do C.T.N. - CARÁTER INDIVIDUAL</p><p>Art. 179. A isenção, quando não concedida em caráter geral, é efetivada, em cada caso, por</p><p>despacho da autoridade administrativa, em requerimento com o qual o interessado faça prova</p><p>do preenchimento das condições e do cumprimento dos requisitos previstos em lei ou contrato</p><p>para sua concessão.</p><p>§ 1º Tratando-se de tributo lançado por período certo de tempo, o despacho referido neste</p><p>artigo será renovado antes da expiração de cada período, cessando automaticamente os seus</p><p>efeitos a partir do primeiro dia do período para o qual o interessado deixar de promover a</p><p>continuidade do reconhecimento da isenção.</p><p>§ 2º O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido, aplicando-se, quando cabível,</p><p>o disposto no artigo 155.</p><p>Art. 10 e 10 - A - Lei 8.429/92 da lei de probidade administrativa</p><p>Seção II</p><p>Dos Atos de Improbidade Administrativa que Causam Prejuízo ao Erário</p><p>Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer</p><p>ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação,</p><p>malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta</p><p>lei, e notadamente:</p><p>I - facilitar ou concorrer por qualquer forma para a incorporação ao patrimônio particular,</p><p>de pessoa física ou jurídica, de bens, rendas, verbas ou valores integrantes do acervo</p><p>patrimonial das entidades mencionadas no art. 1º desta lei;</p><p>II - permitir ou concorrer para que pessoa física ou jurídica privada utilize bens, rendas,</p><p>verbas ou valores integrantes do acervo patrimonial das entidades mencionadas no art. 1º</p><p>desta lei, sem a observância das formalidades legais ou regulamentares aplicáveis à espécie;</p><p>III - doar à pessoa física ou jurídica bem como ao ente despersonalizado, ainda que de fins</p><p>educativos ou assistências, bens, rendas, verbas ou valores do patrimônio de qualquer das</p><p>entidades mencionadas no art. 1º desta lei, sem observância das formalidades legais e</p><p>regulamentares aplicáveis à espécie;</p><p>IV - permitir ou facilitar a alienação, permuta ou locação de bem integrante do patrimônio</p><p>de qualquer das entidades referidas no art. 1º desta lei, ou ainda a prestação de serviço por</p><p>parte delas, por preço inferior ao de mercado;</p><p>V - permitir ou facilitar a aquisição, permuta ou locação de bem ou serviço por preço</p><p>superior ao de mercado;</p><p>VI - realizar operação financeira sem observância das normas legais e regulamentares ou</p><p>aceitar garantia insuficiente ou inidônea;</p><p>VII - conceder benefício administrativo ou fiscal sem a observância das formalidades legais</p><p>ou regulamentares aplicáveis à espécie;</p><p>VIII - frustrar a licitude de processo licitatório ou de processo seletivo para celebração</p><p>de parcerias com entidades sem fins lucrativos, ou dispensá-los indevidamente; (Redação</p><p>dada pela Lei nº 13.019, de 2014) (Vigência)</p><p>IX - ordenar ou permitir a realização de despesas não autorizadas em lei ou regulamento;</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp24.htm#art13</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp24.htm#art13</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13019.htm#art77</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13019.htm#art77</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13019.htm#art88....</p><p>51</p><p>X - agir negligentemente na arrecadação de tributo ou renda, bem como no que diz</p><p>respeito à conservação do patrimônio público;</p><p>XI - liberar verba pública sem a estrita observância das normas pertinentes ou influir de</p><p>qualquer forma para a sua aplicação irregular;</p><p>XII - permitir, facilitar ou concorrer para que terceiro se enriqueça ilicitamente;</p><p>XIII - permitir que se utilize, em obra ou serviço particular, veículos, máquinas,</p><p>equipamentos ou material de qualquer natureza, de propriedade ou à disposição de qualquer</p><p>das entidades mencionadas no art. 1° desta lei, bem como o trabalho de servidor público,</p><p>empregados ou terceiros contratados por essas entidades.</p><p>XIV – celebrar contrato ou outro instrumento que tenha por objeto a prestação de serviços</p><p>públicos por meio da gestão associada sem observar as formalidades previstas na lei;</p><p>(Incluído pela Lei nº 11.107, de 2005)</p><p>XV – celebrar contrato de rateio de consórcio público sem suficiente e prévia dotação</p><p>orçamentária, ou sem observar as formalidades previstas na lei. (Incluído pela Lei nº 11.107,</p><p>de 2005)</p><p>XVI - facilitar ou concorrer, por qualquer forma, para a incorporação, ao patrimônio</p><p>particular de pessoa física ou jurídica, de bens, rendas, verbas ou valores públicos transferidos</p><p>pela administração pública a entidades privadas mediante celebração de parcerias, sem a</p><p>observância das formalidades legais ou regulamentares aplicáveis à espécie; (Incluído</p><p>pela Lei nº 13.019, de 2014) (Vigência)</p><p>XVII - permitir ou concorrer para que pessoa física ou jurídica privada utilize bens, rendas,</p><p>verbas ou valores públicos transferidos pela administração pública a entidade privada</p><p>mediante celebração de parcerias, sem a observância das formalidades legais ou</p><p>regulamentares aplicáveis à espécie; (Incluído pela Lei nº 13.019, de 2014) (Vigência)</p><p>XVIII - celebrar parcerias da administração pública com entidades privadas sem a observância</p><p>das formalidades legais ou regulamentares aplicáveis à espécie; (Incluído pela Lei nº</p><p>13.019, de 2014) (Vigência)</p><p>XIX - agir negligentemente na celebração, fiscalização e análise das prestações de contas de</p><p>parcerias firmadas pela administração pública com entidades privadas; (Incluído pela Lei nº</p><p>13.019, de 2014, com a redação dada pela Lei nº 13.204, de 2015)</p><p>XX - liberar recursos de parcerias firmadas pela administração pública com entidades privadas</p><p>sem a estrita observância das normas pertinentes ou influir de qualquer forma para a sua</p><p>aplicação irregular. (Incluído pela Lei nº 13.019, de 2014, com a redação dada pela Lei nº 13.204,</p><p>de 2015)</p><p>XXI - liberar recursos de parcerias firmadas pela administração pública com entidades</p><p>privadas sem a estrita observância das normas pertinentes ou influir de qualquer forma para a</p><p>sua aplicação irregular. (Incluído pela Lei nº 13.019, de 2014) (Vigência)</p><p>Seção II-A</p><p>(Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016) (Produção de efeito)</p><p>Dos Atos de Improbidade Administrativa Decorrentes de Concessão ou Aplicação Indevida de</p><p>Benefício Financeiro ou Tributário</p><p>Art. 10-A. Constitui ato de improbidade administrativa qualquer ação ou omissão para</p><p>conceder, aplicar ou manter benefício financeiro ou tributário contrário ao que dispõem o</p><p>caput e o § 1º do art. 8º-A da Lei Complementar nº 116, de 31 de julho de 2003. (Incluído pela Lei</p><p>Complementar nº 157, de 2016) (Produção de efeito)</p><p>Arts. 14 e 12 da 101/2.000 Lei de responsabilidade fiscal (L.R.F.) - O art. 14</p><p>remete ao 12.</p><p>Art. 14. A concessão ou ampliação de incentivo ou benefício de natureza tributária da qual</p><p>decorra renúncia de receita deverá estar acompanhada de estimativa do impacto</p><p>orçamentário-financeiro no exercício em que deva iniciar sua vigência e nos dois seguintes,</p><p>atender ao disposto na lei de diretrizes orçamentárias e a pelo menos uma das seguintes</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11107.htm#art18</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11107.htm#art18</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11107.htm#art18</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13019.htm#art77</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13019.htm#art77</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13019.htm#art88....</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13019.htm#art77</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13019.htm#art88....</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13019.htm#art77</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13019.htm#art77</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13019.htm#art88....</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13019.htm#art77</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13019.htm#art77</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13204.htm#art2</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13019.htm#art77</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13204.htm#art2</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13204.htm#art2</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13019.htm#art77</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13019.htm#art88....</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp157.htm#art4</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp157.htm#art7</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp116.htm#art8a</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp116.htm#art8a%C2%A71</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp157.htm#art4</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp157.htm#art4</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp157.htm#art7</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp157.htm#art7</p><p>52</p><p>condições: (Vide Medida Provisória nº 2.159, de 2001) (Vide Lei nº 10.276, de</p><p>2001)</p><p>I - demonstração pelo proponente de que a renúncia foi considerada na estimativa de</p><p>receita da lei orçamentária, na forma do art. 12, e de que não afetará as metas de resultados</p><p>fiscais previstas no anexo próprio da lei de diretrizes orçamentárias;</p><p>II - estar acompanhada de medidas de compensação, no período mencionado no caput,</p><p>por meio do aumento de receita, proveniente da elevação de alíquotas, ampliação da base de</p><p>cálculo, majoração ou criação de tributo ou contribuição.</p><p>§ 1o A renúncia compreende anistia, remissão, subsídio, crédito presumido, concessão de</p><p>isenção em caráter não geral, alteração de alíquota ou modificação de base de cálculo que</p><p>implique redução discriminada de tributos ou contribuições, e outros</p><p>benefícios que</p><p>correspondam a tratamento diferenciado.</p><p>§ 2o Se o ato de concessão ou ampliação do incentivo ou benefício de que trata o caput</p><p>deste artigo decorrer da condição contida no inciso II, o benefício só entrará em vigor quando</p><p>implementadas as medidas referidas no mencionado inciso.</p><p>§ 3o O disposto neste artigo não se aplica:</p><p>I - às alterações das alíquotas dos impostos previstos nos incisos I, II, IV e V do art. 153 da</p><p>Constituição, na forma do seu § 1º;</p><p>II - ao cancelamento de débito cujo montante seja inferior ao dos respectivos custos de</p><p>cobrança.</p><p>Art. 12. As previsões de receita observarão as normas técnicas e legais, considerarão os efeitos</p><p>das alterações na legislação, da variação do índice de preços, do crescimento econômico ou</p><p>de qualquer outro fator relevante e serão acompanhadas de demonstrativo de sua evolução</p><p>nos últimos três anos, da projeção para os dois seguintes àquele a que se referirem, e da</p><p>metodologia de cálculo e premissas utilizadas.</p><p>§ 1o Reestimativa de receita por parte do Poder Legislativo só será admitida se comprovado</p><p>erro ou omissão de ordem técnica ou legal.</p><p>§ 2o O montante previsto para as receitas de operações de crédito não poderá ser superior</p><p>ao das despesas de capital constantes do projeto de lei orçamentária. (Vide ADIN</p><p>2.238-5)</p><p>§ 3o O Poder Executivo de cada ente colocará à disposição dos demais Poderes e do</p><p>Ministério Público, no mínimo trinta dias antes do prazo final para encaminhamento de suas</p><p>propostas orçamentárias, os estudos e as estimativas das receitas para o exercício</p><p>subseqüente, inclusive da corrente líquida, e as respectivas memórias de cálculo.</p><p>** Ação de improbidade é de cunho civil, não tem sanção de restrição de liberdade.</p><p>Art. 14, § 1º e §2º 101/2.000 Lei de responsabilidade fiscal (L.R.F.)</p><p>§1º > Alternativa de compensação do tributo. (só tributo!!)</p><p>O administrador público não gosta desta solução pois precisa ajustar o</p><p>orçamento para isentar e assim, prefere a solução do § 2º.</p><p>§2º > Estudo de impacto econômico e financeiro. (Entrada de receita!!)</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2159-70.htm#art9%C2%A73</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LEIS_2001/L10276.htm#art1%C2%A77</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LEIS_2001/L10276.htm#art1%C2%A77</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art153i</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art153ii</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art153iv</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art153v</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art153v</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art153%C2%A71</p><p>http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADIN&s1=2238&processo=2238</p><p>http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADIN&s1=2238&processo=2238</p><p>53</p><p>Esta solução viabiliza ao administrador público lançar mão de medidas de</p><p>compensação, como aumento de emprego e renda, arrecadando mais. Não somente</p><p>ligado ao tributo.</p><p>ANISTIA</p><p>** A anistia só perdoa os consectários (consequência), somente infração e não</p><p>tributo.</p><p>Ver:</p><p>Art. 180 a 182 do C.T.N.</p><p>SEÇÃO III</p><p>Anistia</p><p>Art. 180. A anistia abrange exclusivamente as infrações cometidas anteriormente à vigência da</p><p>lei que a concede, não se aplicando:</p><p>I - aos atos qualificados em lei como crimes ou contravenções e aos que, mesmo sem essa</p><p>qualificação, sejam praticados com dolo, fraude ou simulação pelo sujeito passivo ou por</p><p>terceiro em benefício daquele;</p><p>II - salvo disposição em contrário, às infrações resultantes de conluio entre duas ou mais</p><p>pessoas naturais ou jurídicas.</p><p>Art. 181. A anistia pode ser concedida:</p><p>I - em caráter geral;</p><p>II - limitadamente:</p><p>a) às infrações da legislação relativa a determinado tributo;</p><p>b) às infrações punidas com penalidades pecuniárias até determinado montante, conjugadas</p><p>ou não com penalidades de outra natureza;</p><p>c) a determinada região do território da entidade tributante, em função de condições a ela</p><p>peculiares;</p><p>d) sob condição do pagamento de tributo no prazo fixado pela lei que a conceder, ou cuja</p><p>fixação seja atribuída pela mesma lei à autoridade administrativa.</p><p>Art. 182. A anistia, quando não concedida em caráter geral, é efetivada, em cada caso, por</p><p>despacho da autoridade administrativa, em requerimento com a qual o interessado faça prova</p><p>do preenchimento das condições e do cumprimento dos requisitos previstos em lei para sua</p><p>concessão.</p><p>Parágrafo único. O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido, aplicando-se,</p><p>quando cabível, o disposto no artigo 155.</p><p>Art. 155, do C.T.N. - REGRA PUNITIVA</p><p>Art. 155. A concessão da moratória em caráter individual não gera direito adquirido e será</p><p>revogado de ofício, sempre que se apure que o beneficiado não satisfazia ou deixou de</p><p>54</p><p>satisfazer as condições ou não cumprira ou deixou de cumprir os requisitos para a concessão</p><p>do favor, cobrando-se o crédito acrescido de juros de mora:</p><p>I - com imposição da penalidade cabível, nos casos de dolo ou simulação do beneficiado, ou de</p><p>terceiro em benefício daquele;</p><p>II - sem imposição de penalidade, nos demais casos.</p><p>Parágrafo único. No caso do inciso I deste artigo, o tempo decorrido entre a concessão da</p><p>moratória e sua revogação não se computa para efeito da prescrição do direito à cobrança do</p><p>crédito; no caso do inciso II deste artigo, a revogação só pode ocorrer antes de prescrito o</p><p>referido direito.</p><p>Art. 175, do C.T.N.</p><p>** O art. 175 fala sobre a modalidade excludente de crédito tributário.</p><p>** O art. 175 parágrafo único, fala que a exclusão só abarca a obrigação</p><p>principal.</p><p>CAPÍTULO V</p><p>Exclusão de Crédito Tributário</p><p>SEÇÃO I</p><p>Disposições Gerais</p><p>Art. 175. Excluem o crédito tributário:</p><p>I - a isenção;</p><p>II - a anistia.</p><p>Parágrafo único. A exclusão do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações</p><p>acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito seja excluído, ou dela</p><p>conseqüente.</p><p>** Na anistia, nunca se perdoa o principal (TRIBUTO).</p><p>55</p><p>** Geralmente as leis de anistia juntam os itens 2 e 4.</p><p>** Somente para trás, somente para fatos já ocorridos.</p><p>A isenção pode ser para frente e para trás, já a anistia, somente para trás.</p><p>56</p><p>Art. 180 do C.T.N. Artigo feito casuisticamente. - Regra doida do olho grande.</p><p>Porém com dolo, fraude ou simulação em conluio, poderá receber anistia, sozinho,</p><p>nunca será anistiado.</p><p>** Quem age de forma tipificadamente como crime ou contravenção penal, nunca</p><p>terá anistia.</p><p>CERTIDÕES FISCAIS</p><p>Art. 205 a 207 do C.T.N.</p><p>CAPÍTULO III</p><p>Certidões Negativas</p><p>Art. 205. A lei poderá</p><p>exigir que a prova da quitação de determinado tributo, quando exigível,</p><p>seja feita por certidão negativa, expedida à vista de requerimento do interessado, que</p><p>contenha todas as informações necessárias à identificação de sua pessoa, domicílio fiscal e</p><p>ramo de negócio ou atividade e indique o período a que se refere o pedido.</p><p>Parágrafo único. A certidão negativa será sempre expedida nos termos em que tenha sido</p><p>requerida e será fornecida dentro de 10 (dez) dias da data da entrada do requerimento na</p><p>repartição.</p><p>Art. 206. Tem os mesmos efeitos previstos no artigo anterior a certidão de que conste a</p><p>existência de créditos não vencidos, em curso de cobrança executiva em que tenha sido</p><p>efetivada a penhora, ou cuja exigibilidade esteja suspensa.</p><p>Art. 207. Independentemente de disposição legal permissiva, será dispensada a prova de</p><p>quitação de tributos, ou o seu suprimento, quando se tratar de prática de ato indispensável</p><p>para evitar a caducidade de direito, respondendo, porém, todos os participantes no ato pelo</p><p>tributo porventura devido, juros de mora e penalidades cabíveis, exceto as relativas a infrações</p><p>cuja responsabilidade seja pessoal ao infrator.</p><p>57</p><p>TIPOS DE CERTIDÕES FISCAIS</p><p>1º - Negativa de débito - “Até aquele momento, não deve!” - Boa</p><p>2º - Positiva de débito - “Até aquele momento, deve!” - Ruim</p><p>3º - Positiva com efeitos de negativa de débito - “Te habilita ou não a pegar</p><p>crédito e a contratar com o poder público!”</p><p>4º - Não contribuinte - “Não comete fato gerador do tributo específico!”</p><p>** A de número 3 é a mais importante - Deve mas é como se devedor não fosse.</p><p>** Prazo para se obter uma certidão: 10 dias.</p><p>** Quem tem direito? Art 206 do C.T.N. c.c art 151 do C.T.N.</p><p>Art. 206. Tem os mesmos efeitos previstos no artigo anterior a certidão de que conste a</p><p>existência de créditos não vencidos, em curso de cobrança executiva em que tenha sido</p><p>efetivada a penhora, ou cuja exigibilidade esteja suspensa.</p><p>CAPÍTULO III</p><p>Suspensão do Crédito Tributário</p><p>SEÇÃO I</p><p>Disposições Gerais</p><p>Art. 151. Suspendem a exigibilidade do crédito tributário:</p><p>I - moratória;</p><p>II - o depósito do seu montante integral;</p><p>III - as reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo tributário</p><p>administrativo;</p><p>IV - a concessão de medida liminar em mandado de segurança.</p><p>V – a concessão de medida liminar ou de tutela antecipada, em outras espécies de ação</p><p>judicial; (Incluído pela Lcp nº 104, de 2001)</p><p>VI – o parcelamento. (Incluído pela Lcp nº 104, de 2001)</p><p>Parágrafo único. O disposto neste artigo não dispensa o cumprimento das obrigações</p><p>assessórios dependentes da obrigação principal cujo crédito seja suspenso, ou dela</p><p>conseqüentes.</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp104.htm</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp104.htm</p><p>58</p><p>** Quem faz juz a uma certidão positiva com efeitos de negativa de débito?</p><p>1 - Quem tem crédito vincendo;</p><p>2 - O crédito tributário que já está em curso de execução fiscal, atrelado a</p><p>penhora efetivada;</p><p>3 - Quem tem seguro judicial (* criado pelos arts. 9º e 16 da lei 6.830/80</p><p>L.E.F) ou penhora. .</p><p>*</p><p>Art. 9º - Em garantia da execução, pelo valor da dívida, juros e multa de mora e encargos</p><p>indicados na Certidão de Dívida Ativa, o executado poderá:</p><p>I - efetuar depósito em dinheiro, à ordem do Juízo em estabelecimento oficial de crédito, que</p><p>assegure atualização monetária;</p><p>II - oferecer fiança bancária;</p><p>II - oferecer fiança bancária ou seguro garantia; (Redação dada pela Lei nº</p><p>13.043, de 2014)</p><p>III - nomear bens à penhora, observada a ordem do artigo 11; ou</p><p>IV - indicar à penhora bens oferecidos por terceiros e aceitos pela Fazenda Pública.</p><p>§ 1º - O executado só poderá indicar e o terceiro oferecer bem imóvel à penhora com o</p><p>consentimento expresso do respectivo cônjuge.</p><p>§ 2º - Juntar-se-á aos autos a prova do depósito, da fiança bancária ou da penhora dos bens</p><p>do executado ou de terceiros.</p><p>§ 2o Juntar-se-á aos autos a prova do depósito, da fiança bancária, do seguro garantia ou da</p><p>penhora dos bens do executado ou de terceiros. (Redação dada pela Lei nº</p><p>13.043, de 2014)</p><p>§ 3º - A garantia da execução, por meio de depósito em dinheiro ou fiança bancária, produz os</p><p>mesmos efeitos da penhora.</p><p>§ 3o A garantia da execução, por meio de depósito em dinheiro, fiança bancária ou seguro</p><p>garantia, produz os mesmos efeitos da penhora. (Redação dada pela Lei nº</p><p>13.043, de 2014)</p><p>§ 4º - Somente o depósito em dinheiro, na forma do artigo 32, faz cessar a responsabilidade</p><p>pela atualização monetária e juros de mora.</p><p>§ 5º - A fiança bancária prevista no inciso II obedecerá às condições pré-estabelecidas pelo</p><p>Conselho Monetário Nacional.</p><p>§ 6º - O executado poderá pagar parcela da dívida, que julgar incontroversa, e garantir a</p><p>execução do saldo devedor.</p><p>Art. 16 - O executado oferecerá embargos, no prazo de 30 (trinta) dias, contados:</p><p>I - do depósito;</p><p>II - da juntada da prova da fiança bancária;</p><p>II - da juntada da prova da fiança bancária ou do seguro garantia; (Redação</p><p>dada pela Lei nº 13.043, de 2014)</p><p>III - da intimação da penhora.</p><p>§ 1º - Não são admissíveis embargos do executado antes de garantida a execução.</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13043.htm#art73</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13043.htm#art73</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13043.htm#art73</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13043.htm#art73</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13043.htm#art73</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13043.htm#art73</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13043.htm#art73</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13043.htm#art73</p><p>59</p><p>§ 2º - No prazo dos embargos, o executado deverá alegar toda matéria útil à defesa, requerer</p><p>provas e juntar aos autos os documentos e rol de testemunhas, até três, ou, a critério do juiz,</p><p>até o dobro desse limite.</p><p>§ 3º - Não será admitida reconvenção, nem compensação, e as exceções, salvo as de suspeição,</p><p>incompetência e impedimentos, serão argüidas como matéria preliminar e serão processadas e</p><p>julgadas com os embargos.</p><p>Do 4º item até o 9º são todos que tiveram suspensa a exigibilidade do crédito</p><p>tributário, conforme art. 151 do C.T.N. (MO.DE.RE.CO. CO.PA.)</p><p>4 - Crédito suspenso por Moratória;</p><p>5 - Crédito suspenso pois fora realizado o depósito do montante integral;</p><p>6 - As reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo</p><p>tributário administrativo;</p><p>7 - Crédito suspenso por concessão de medida liminar em mandado de</p><p>segurança.</p><p>8 - Crédito suspenso por concessão de medida liminar ou de tutela</p><p>antecipada, em outras espécies</p><p>e) aplicação do mínimo exigido da receita resultante de impostos estaduais, compreendida a</p><p>proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino.</p><p>(Incluída pela Emenda Constitucional nº 14, de 1996)</p><p>e) aplicação do mínimo exigido da receita resultante de impostos estaduais, compreendida a</p><p>proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e</p><p>serviços públicos de saúde. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 29,</p><p>de 2000)</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc14.htm#art1</p><p>5</p><p>Arts. 96 + 100 da C.F. 88</p><p>Art. 96. Compete privativamente:</p><p>I - aos tribunais:</p><p>a) eleger seus órgãos diretivos e elaborar seus regimentos internos, com observância das</p><p>normas de processo e das garantias processuais das partes, dispondo sobre a competência e</p><p>o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais e administrativos;</p><p>b) organizar suas secretarias e serviços auxiliares e os dos juízos que lhes forem vinculados,</p><p>velando pelo exercício da atividade correicional respectiva;</p><p>c) prover, na forma prevista nesta Constituição, os cargos de juiz de carreira da respectiva</p><p>jurisdição;</p><p>d) propor a criação de novas varas judiciárias;</p><p>e) prover, por concurso público de provas, ou de provas e títulos, obedecido o disposto no art.</p><p>169, parágrafo único, os cargos necessários à administração da Justiça, exceto os de confiança</p><p>assim definidos em lei;</p><p>f) conceder licença, férias e outros afastamentos a seus membros e aos juízes e servidores que</p><p>lhes forem imediatamente vinculados;</p><p>II - ao Supremo Tribunal Federal, aos Tribunais Superiores e aos Tribunais de Justiça propor ao</p><p>Poder Legislativo respectivo, observado o disposto no art. 169:</p><p>a) a alteração do número de membros dos tribunais inferiores;</p><p>b) a criação e a extinção de cargos e a remuneração dos seus serviços auxiliares e dos juízos</p><p>que lhes forem vinculados, bem como a fixação do subsídio de seus membros e dos juízes,</p><p>inclusive dos tribunais inferiores, onde houver; (Redação dada pela Emenda</p><p>Constitucional nº 41, 19.12.2003)</p><p>c) a criação ou extinção dos tribunais inferiores;</p><p>d) a alteração da organização e da divisão judiciárias;</p><p>III - aos Tribunais de Justiça julgar os juízes estaduais e do Distrito Federal e Territórios, bem</p><p>como os membros do Ministério Público, nos crimes comuns e de responsabilidade, ressalvada</p><p>a competência da Justiça Eleitoral.</p><p>Art. 100. Os pagamentos devidos pelas Fazendas Públicas Federal, Estaduais, Distrital e</p><p>Municipais, em virtude de sentença judiciária, far-se-ão exclusivamente na ordem cronológica</p><p>de apresentação dos precatórios e à conta dos créditos respectivos, proibida a designação de</p><p>casos ou de pessoas nas dotações orçamentárias e nos créditos adicionais abertos para este</p><p>fim. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 62, de 2009). (Vide</p><p>Emenda Constitucional nº 62, de 2009) (Vide ADI 4425)</p><p>§ 1º Os débitos de natureza alimentícia compreendem aqueles decorrentes de salários,</p><p>vencimentos, proventos, pensões e suas complementações, benefícios previdenciários e</p><p>indenizações por morte ou por invalidez, fundadas em responsabilidade civil, em virtude de</p><p>sentença judicial transitada em julgado, e serão pagos com preferência sobre todos os demais</p><p>débitos, exceto sobre aqueles referidos no § 2º deste artigo. (Redação dada</p><p>pela Emenda Constitucional nº 62, de 2009).</p><p>§ 2º Os débitos de natureza alimentícia cujos titulares tenham 60 (sessenta) anos de idade ou</p><p>mais na data de expedição do precatório, ou sejam portadores de doença grave, definidos na</p><p>forma da lei, serão pagos com preferência sobre todos os demais débitos, até o valor</p><p>equivalente ao triplo do fixado em lei para os fins do disposto no § 3º deste artigo, admitido o</p><p>fracionamento para essa finalidade, sendo que o restante será pago na ordem cronológica de</p><p>apresentação do precatório. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 62,</p><p>de 2009). (Vide ADI 4425)</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc41.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc41.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art4</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art4</p><p>http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADIN&s1=4425&processo=4425</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADIN&s1=4425&processo=4425</p><p>6</p><p>§ 2º Os débitos de natureza alimentícia cujos titulares, originários ou por sucessão hereditária,</p><p>tenham 60 (sessenta) anos de idade, ou sejam portadores de doença grave, ou pessoas com</p><p>deficiência, assim definidos na forma da lei, serão pagos com preferência sobre todos os</p><p>demais débitos, até o valor equivalente ao triplo fixado em lei para os fins do disposto no § 3º</p><p>deste artigo, admitido o fracionamento para essa finalidade, sendo que o restante será pago</p><p>na ordem cronológica de apresentação do precatório. (Redação dada</p><p>pela Emenda Constitucional nº 94, de 2016)</p><p>§ 3º O disposto no caput deste artigo relativamente à expedição de precatórios não se aplica</p><p>aos pagamentos de obrigações definidas em leis como de pequeno valor que as Fazendas</p><p>referidas devam fazer em virtude de sentença judicial transitada em julgado.</p><p>(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 62, de 2009).</p><p>§ 4º Para os fins do disposto no § 3º, poderão ser fixados, por leis próprias, valores distintos às</p><p>entidades de direito público, segundo as diferentes capacidades econômicas, sendo o mínimo</p><p>igual ao valor do maior benefício do regime geral de previdência social. (Redação</p><p>dada pela Emenda Constitucional nº 62, de 2009).</p><p>§ 5º É obrigatória a inclusão, no orçamento das entidades de direito público, de verba</p><p>necessária ao pagamento de seus débitos, oriundos de sentenças transitadas em julgado,</p><p>constantes de precatórios judiciários apresentados até 1º de julho, fazendo-se o pagamento</p><p>até o final do exercício seguinte, quando terão seus valores atualizados monetariamente.</p><p>(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 62, de 2009).</p><p>§ 6º As dotações orçamentárias e os créditos abertos serão consignados diretamente ao Poder</p><p>Judiciário, cabendo ao Presidente do Tribunal que proferir a decisão exequenda determinar o</p><p>pagamento integral e autorizar, a requerimento do credor e exclusivamente para os casos de</p><p>de ação judicial;</p><p>9 - Crédito suspenso por parcelamento da dívida.</p><p>Art. 205 a 207 do C.T.N.</p><p>CAPÍTULO III</p><p>Certidões Negativas</p><p>Art. 205. A lei poderá exigir que a prova da quitação de determinado tributo, quando exigível,</p><p>seja feita por certidão negativa, expedida à vista de requerimento do interessado, que</p><p>contenha todas as informações necessárias à identificação de sua pessoa, domicílio fiscal e</p><p>ramo de negócio ou atividade e indique o período a que se refere o pedido.</p><p>Parágrafo único. A certidão negativa será sempre expedida nos termos em que tenha sido</p><p>requerida e será fornecida dentro de 10 (dez) dias da data da entrada do requerimento na</p><p>repartição.</p><p>Art. 206. Tem os mesmos efeitos previstos no artigo anterior a certidão de que conste a</p><p>existência de créditos não vencidos, em curso de cobrança executiva em que tenha sido</p><p>efetivada a penhora, ou cuja exigibilidade esteja suspensa.</p><p>60</p><p>Art. 207. Independentemente de disposição legal permissiva, será dispensada a prova de</p><p>quitação de tributos, ou o seu suprimento, quando se tratar de prática de ato indispensável</p><p>para evitar a caducidade de direito, respondendo, porém, todos os participantes no ato pelo</p><p>tributo porventura devido, juros de mora e penalidades cabíveis, exceto as relativas a infrações</p><p>cuja responsabilidade seja pessoal ao infrator.</p><p>Art. 208. A certidão negativa expedida com dolo ou fraude, que contenha erro contra a Fazenda</p><p>Pública, responsabiliza pessoalmente o funcionário que a expedir, pelo crédito tributário e</p><p>juros de mora acrescidos.</p><p>Parágrafo único. O disposto neste artigo não exclui a responsabilidade criminal e funcional que</p><p>no caso couber.</p><p>Aula 11/06/2018</p><p>AVERBAÇÃO PRÉ EXECUTÓRIA</p><p>Averbação pré executória - Ato administrativo que leva em conta a</p><p>indisponibilidade do(s) bem(ns).</p><p>É possível que a procuradoria escolha determinados sujeitos passivos que</p><p>serão executados para sofrerem a ação pré executória.</p><p>61</p><p>PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE E PRINCÍPIO DA NOVENTENA</p><p>Princípio da Anterioridade - Art. 150, III, “b” - Poder originário.</p><p>Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos</p><p>Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:</p><p>III - cobrar tributos:</p><p>b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou</p><p>aumentou; (Vide Emenda Constitucional nº 3, de 1993)</p><p>Princípio da Noventena - Art. 150, III, “c” - Poder derivado - E.C. nº 42.</p><p>Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos</p><p>Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:</p><p>III - cobrar tributos:</p><p>c) antes de decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu</p><p>ou aumentou, observado o disposto na alínea b; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42,</p><p>de 19.12.2003)</p><p>Super princípio da não surpresa.</p><p>Todos eles são princípios relacionados a cobrança do tributo. Existe uma</p><p>intrínseca relação entre eles e a lei que institui ou aumenta o tributo.</p><p>A união, Estados, Distrito Federal e Municípios não poderão cobrar tributos em</p><p>tempo anterior a lei que instituir o tributo.</p><p>A cobrança só poderá ser feita no 1º dia do exercício subsequente.</p><p>62</p><p>Exceções aos dois princípios:</p><p>63</p><p>** OBS:</p><p>1º - Trabalhar em cima do § 1º do art. 150 da C.F.</p><p>2º - Exceções sempre citam artigos e sempre em ordem crescente.</p><p>Alínea “b” ANTERIORIDADE // Alínea “c” NOVENTENA</p><p>SEÇÃO II</p><p>DAS LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR</p><p>Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos</p><p>Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:</p><p>III - cobrar tributos:</p><p>b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou</p><p>aumentou; (Vide Emenda Constitucional nº 3, de 1993)</p><p>c) antes de decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu</p><p>ou aumentou, observado o disposto na alínea b; (Incluído pela Emenda</p><p>Constitucional nº 42, de 19.12.2003)</p><p>=====================================================================</p><p>Empréstimos compulsórios / Casos de guerra ou sua iminência / Calamidade pública</p><p>Não respeita nem a anterioridade nem a noventena</p><p>Art. 148. A União, mediante lei complementar, poderá instituir empréstimos compulsórios:</p><p>I - para atender a despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, de guerra</p><p>externa ou sua iminência;</p><p>=====================================================================</p><p>Instituição de Imposto</p><p>I, II, e V - não respeita nem a anterioridade, nem a noventena</p><p>IV - não respeita a anterioridade, só a noventena</p><p>III - não respeita a noventena, só a anterioridade</p><p>SEÇÃO III</p><p>DOS IMPOSTOS DA UNIÃO</p><p>Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre:</p><p>I - importação de produtos estrangeiros;</p><p>II - exportação, para o exterior, de produtos nacionais ou nacionalizados;</p><p>III - renda e proventos de qualquer natureza;</p><p>IV - produtos industrializados;</p><p>V - operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários;</p><p> =====================================================================</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art2%C2%A72</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>64</p><p>Imposto Extraordinário de Guerra (I.E.G.)</p><p>Não respeita nem a anterioridade nem a noventena</p><p>Art. 154. A União poderá instituir:</p><p>II - na iminência ou no caso de guerra externa, impostos extraordinários, compreendidos ou</p><p>não em sua competência tributária, os quais serão suprimidos, gradativamente, cessadas as</p><p>causas de sua criação.</p><p>=====================================================================</p><p>Só a fixação da base de cálculo do I.P.V.A.</p><p>Não respeita a noventena, só a anterioridade</p><p>Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre:</p><p>(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 3, de 1993)</p><p>III - propriedade de veículos automotores. (Redação dada pela Emenda</p><p>Constitucional nº 3, de 1993)</p><p> =====================================================================</p><p>Só a fixação da base de cálculo do I.P.T.U.</p><p>Não respeita a noventena, só a anterioridade</p><p>SEÇÃO V</p><p>DOS IMPOSTOS DOS MUNICÍPIOS</p><p>Art. 156. Compete aos Municípios instituir impostos sobre:</p><p>I - propriedade predial e territorial urbana;</p><p>=====================================================================</p><p>Regra nonagesimal das Contribuições Sociais</p><p>Não respeita a anterioridade, só a noventena</p><p>Art. 195. A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta,</p><p>nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do</p><p>Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: (Vide</p><p>Emenda Constitucional nº 20, de 1998)</p><p>§ 6º As contribuições sociais de que trata este artigo só poderão ser exigidas após decorridos</p><p>noventa dias da data da publicação da lei que as houver instituído ou modificado, não se lhes</p><p>aplicando o disposto no art. 150, III, "b".</p><p> =====================================================================</p><p>Redução ou restabelecimento de alíquotas (%) // I.C.M.S. incidente em</p><p>operações monofásicas de combustíveis</p><p>Não respeita a anterioridade, só a noventena</p><p>Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre:</p><p>(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 3, de 1993)</p><p>§ 4º Na hipótese do inciso XII, h, observar-se-á o seguinte: (Incluído pela</p><p>Emenda Constitucional nº 33, de 2001)</p><p>IV - as alíquotas do imposto serão definidas mediante deliberação dos Estados e Distrito</p><p>Federal, nos termos do § 2º, XII, g, observando-se o seguinte: (Incluído pela</p><p>Emenda Constitucional nº 33, de 2001)</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc20.htm#art12</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc20.htm#art12</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art2</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art2</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art2</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art2</p><p>65</p><p>c) poderão ser reduzidas e restabelecidas, não se lhes aplicando o disposto no art. 150, III, b.</p><p>(Incluído pela Emenda Constitucional nº 33, de 2001)</p><p>c.c.</p><p>Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre:</p><p>(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 3, de 1993)</p><p>§ 2º O imposto previsto no inciso II atenderá ao seguinte: (Redação dada</p><p>pela Emenda Constitucional nº 3, de 1993)</p><p>XII - cabe à lei complementar:</p><p>h) definir os combustíveis e lubrificantes sobre os quais o imposto incidirá uma única vez,</p><p>qualquer que seja a sua finalidade, hipótese em que não se aplicará o disposto no inciso X, b;</p><p>(Incluída pela Emenda Constitucional nº 33, de 2001) (Vide Emenda</p><p>Constitucional nº 33, de 2001)</p><p> =====================================================================</p><p>Redução ou restabelecimento de alíquotas (%) // C.I.D.E. Combustíveis</p><p>Não respeita a anterioridade, só a noventena</p><p>Art. 177. Constituem monopólio da União:</p><p>§ 4º A lei que instituir contribuição de intervenção no domínio econômico relativa às atividades</p><p>de importação ou comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados e</p><p>álcool combustível deverá atender aos seguintes requisitos: (Incluído pela</p><p>Emenda Constitucional nº 33, de 2001)</p><p>I - a alíquota da contribuição poderá ser: (Incluído pela Emenda Constitucional</p><p>nº 33, de 2001)</p><p>b) reduzida e restabelecida por ato do Poder Executivo, não se lhe aplicando o disposto no art.</p><p>150,III, b; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 33, de 2001)</p><p> =====================================================================</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art2</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art2</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art4</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art4</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc09.htm#art2</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art3</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art3</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art3</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art3</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art3</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art3</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>66</p><p>Aula 18/06/2018</p><p>2º BLOCO DE EXCEÇÕES</p><p>Art. 62, §2º da C.R.F.B./88</p><p>Art. 62. Em caso de relevância e urgência, o Presidente da República poderá adotar medidas</p><p>provisórias, com força de lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional.</p><p>(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)</p><p>§ 2º Medida provisória que implique instituição ou majoração de impostos, exceto os previstos</p><p>nos arts. 153, I, II, IV, V, e 154, II, só produzirá efeitos no exercício financeiro seguinte se houver</p><p>sido convertida em lei até o último dia daquele em que foi editada. (Incluído</p><p>pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)</p><p>EXCEÇÃO: A medida provisória pode instituir imposto!</p><p>** É imposto instituído ou aumentado por medida provisória que tem validade por</p><p>60 dias, prorrogáveis por mais 60 dias.</p><p>** Somente quem maneja a medida provisória é o presidente da república.</p><p>** Está medida provisória tem status de lei ordinária.</p><p>** A medida provisória somente irá instituir ou aumentar imposto, que é uma das</p><p>espécies do gênero tributo. A medida provisória nunca instituirá ou majorará:</p><p>1º Taxa;</p><p>2º Contribuição social;</p><p>3º Contribuição de melhoria;</p><p>4º Empréstimos compulsórios.</p><p>Hoje, o I.R. e o I.T.R., como são dois impostos existentes, somente poderão ser</p><p>majorados pela medida provisória.</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1</p><p>67</p><p>EXCEÇÃO DA EXCEÇÃO:</p><p>A medida provisória não poderá instituir ou majorar os impostos, do art. 153, I</p><p>(I.I.), II (I.E.), IV (I.P.I.) e V (I.O.F.) e do art. 154, II (I.E.G.).</p><p>Estes impostos não irão obedecer a regra do § 2º do art. 62 da C.R.F.B./88</p><p>** Os impostos I.G.F. e imposto residual somente poderão ser instituídos ou</p><p>majorados por lei complementar.</p><p>68</p><p>** Quem pode converter a medida provisória é o congresso Nacional.</p><p>** É a partir da data da conversão que conta o cálculo de tempo para o início da</p><p>cobrança do imposto criado e não de sua publicação.</p><p>69</p><p>3º BLOCO DE EXCEÇÕES</p><p>** Só o Congresso Nacional pode fazer emendas à medida provisória e se houve ou</p><p>não alteração substancial nessa emenda, somente o poder judiciário tem</p><p>competência para dizer se houve ou não alteração substancial ou não.</p><p>70</p><p>Medida provisória para I.R.</p><p>==================================================</p><p>71</p><p>Medida provisória para I.T.R.</p><p>===================================================</p><p>72</p><p>Aula 25/06/2018</p><p>Prova P2</p><p>Aula 02/07/2018</p><p>Correção de prova</p><p>Aula 09/07/2018</p><p>Prova P3</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art3</p><p>preterimento de seu direito de precedência ou de não alocação orçamentária do valor</p><p>necessário à satisfação do seu débito, o sequestro da quantia respectiva.</p><p>(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 62, de 2009).</p><p>§ 7º O Presidente do Tribunal competente que, por ato comissivo ou omissivo, retardar ou</p><p>tentar frustrar a liquidação regular de precatórios incorrerá em crime de responsabilidade e</p><p>responderá, também, perante o Conselho Nacional de Justiça. (Incluído pela</p><p>Emenda Constitucional nº 62, de 2009).</p><p>§ 8º É vedada a expedição de precatórios complementares ou suplementares de valor pago,</p><p>bem como o fracionamento, repartição ou quebra do valor da execução para fins de</p><p>enquadramento de parcela do total ao que dispõe o § 3º deste artigo. (Incluído</p><p>pela Emenda Constitucional nº 62, de 2009).</p><p>§ 9º No momento da expedição dos precatórios, independentemente de regulamentação, deles</p><p>deverá ser abatido, a título de compensação, valor correspondente aos débitos líquidos e</p><p>certos, inscritos ou não em dívida ativa e constituídos contra o credor original pela Fazenda</p><p>Pública devedora, incluídas parcelas vincendas de parcelamentos, ressalvados aqueles cuja</p><p>execução esteja suspensa em virtude de contestação administrativa ou judicial.</p><p>(Incluído pela Emenda Constitucional nº 62, de 2009). (Vide ADI 4425)</p><p>§ 10. Antes da expedição dos precatórios, o Tribunal solicitará à Fazenda Pública devedora,</p><p>para resposta em até 30 (trinta) dias, sob pena de perda do direito de abatimento, informação</p><p>sobre os débitos que preencham as condições estabelecidas no § 9º, para os fins nele previstos.</p><p>(Incluído pela Emenda Constitucional nº 62, de 2009). (Vide ADI 4425)</p><p>§ 11. É facultada ao credor, conforme estabelecido em lei da entidade federativa devedora, a</p><p>entrega de créditos em precatórios para compra de imóveis públicos do respectivo ente</p><p>federado. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 62, de 2009).</p><p>§ 12. A partir da promulgação desta Emenda Constitucional, a atualização de valores de</p><p>requisitórios, após sua expedição, até o efetivo pagamento, independentemente de sua</p><p>natureza, será feita pelo índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança, e,</p><p>para fins de compensação da mora, incidirão juros simples no mesmo percentual de juros</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc94.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc94.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADIN&s1=4425&processo=4425</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADIN&s1=4425&processo=4425</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>7</p><p>incidentes sobre a caderneta de poupança, ficando excluída a incidência de juros</p><p>compensatórios. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 62, de 2009).</p><p>(Vide ADI 4425)</p><p>§ 13. O credor poderá ceder, total ou parcialmente, seus créditos em precatórios a terceiros,</p><p>independentemente da concordância do devedor, não se aplicando ao cessionário o disposto</p><p>nos §§ 2º e 3º. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 62, de 2009).</p><p>§ 14. A cessão de precatórios somente produzirá efeitos após comunicação, por meio de petição</p><p>protocolizada, ao tribunal de origem e à entidade devedora. (Incluído pela</p><p>Emenda Constitucional nº 62, de 2009).</p><p>§ 15. Sem prejuízo do disposto neste artigo, lei complementar a esta Constituição Federal</p><p>poderá estabelecer regime especial para pagamento de crédito de precatórios de Estados,</p><p>Distrito Federal e Municípios, dispondo sobre vinculações à receita corrente líquida e forma e</p><p>prazo de liquidação. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 62, de 2009).</p><p>§ 16. A seu critério exclusivo e na forma de lei, a União poderá assumir débitos, oriundos de</p><p>precatórios, de Estados, Distrito Federal e Municípios, refinanciando-os diretamente.</p><p>(Incluído pela Emenda Constitucional nº 62, de 2009).</p><p>§ 17. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios aferirão mensalmente, em base</p><p>anual, o comprometimento de suas respectivas receitas correntes líquidas com o pagamento</p><p>de precatórios e obrigações de pequeno valor. (Incluído pela Emenda</p><p>Constitucional nº 94, de 2016)</p><p>§ 18. Entende-se como receita corrente líquida, para os fins de que trata o § 17, o somatório das</p><p>receitas tributárias, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de contribuições e de serviços, de</p><p>transferências correntes e outras receitas correntes, incluindo as oriundas do § 1º do art. 20 da</p><p>Constituição Federal, verificado no período compreendido pelo segundo mês imediatamente</p><p>anterior ao de referência e os 11 (onze) meses precedentes, excluídas as duplicidades, e</p><p>deduzidas: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 94, de 2016)</p><p>I - na União, as parcelas entregues aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios por</p><p>determinação constitucional; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 94, de 2016)</p><p>II - nos Estados, as parcelas entregues aos Municípios por determinação constitucional;</p><p>(Incluído pela Emenda Constitucional nº 94, de 2016)</p><p>III - na União, nos Estados, no Distrito Federal e nos Municípios, a contribuição dos servidores</p><p>para custeio de seu sistema de previdência e assistência social e as receitas provenientes da</p><p>compensação financeira referida no § 9º do art. 201 da Constituição Federal.</p><p>(Incluído pela Emenda Constitucional nº 94, de 2016)</p><p>§ 19. Caso o montante total de débitos decorrentes de condenações judiciais em precatórios e</p><p>obrigações de pequeno valor, em período de 12 (doze) meses, ultrapasse a média do</p><p>comprometimento percentual da receita corrente líquida nos 5 (cinco) anos imediatamente</p><p>anteriores, a parcela que exceder esse percentual poderá ser financiada, excetuada dos limites</p><p>de endividamento de que tratam os incisos VI e VII do art. 52 da Constituição Federal e de</p><p>quaisquer outros limites de endividamento previstos, não se aplicando a esse financiamento a</p><p>vedação de vinculação de receita prevista no inciso</p><p>IV do art. 167 da Constituição Federal.</p><p>(Incluído pela Emenda Constitucional nº 94, de 2016)</p><p>§ 20. Caso haja precatório com valor superior a 15% (quinze por cento) do montante dos</p><p>precatórios apresentados nos termos do § 5º deste artigo, 15% (quinze por cento) do valor deste</p><p>precatório serão pagos até o final do exercício seguinte e o restante em parcelas iguais nos</p><p>cinco exercícios subsequentes, acrescidas de juros de mora e correção monetária, ou mediante</p><p>acordos diretos, perante Juízos Auxiliares de Conciliação de Precatórios, com redução máxima</p><p>de 40% (quarenta por cento) do valor do crédito atualizado, desde que em relação ao crédito</p><p>não penda recurso ou defesa judicial e que sejam observados os requisitos definidos na</p><p>regulamentação editada pelo ente federado. (Incluído pela Emenda</p><p>Constitucional nº 94, de 2016)</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADIN&s1=4425&processo=4425</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc62.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc94.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc94.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc94.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc94.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc94.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc94.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc94.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc94.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc94.htm#art1</p><p>8</p><p>Código Tributário:</p><p>Parte Especial do art. 1º ao 95.</p><p>Parte Geral do art. 96 ao 218.</p><p>** Normas complementares art. 100 do CTN.</p><p>SEÇÃO III</p><p>Normas Complementares</p><p>CTN Art. 100. São normas complementares das leis, dos tratados e das convenções</p><p>internacionais e dos decretos:</p><p>I - os atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas;</p><p>II - as decisões dos órgãos singulares ou coletivos de jurisdição administrativa, a que a</p><p>lei atribua eficácia normativa;</p><p>III - as práticas reiteradamente observadas pelas autoridades administrativas;</p><p>IV - os convênios que entre si celebrem a União, os Estados, o Distrito Federal e os</p><p>Municípios.</p><p>Parágrafo único. A observância das normas referidas neste artigo exclui a imposição de</p><p>penalidades, a cobrança de juros de mora e a atualização do valor monetário da base de</p><p>cálculo do tributo.</p><p>** Vigência art. 103 do CTN.</p><p>CTN Art. 103. Salvo disposição em contrário, entram em vigor:</p><p>I - os atos administrativos a que se refere o inciso I do artigo 100, na data da sua publicação;</p><p>II - as decisões a que se refere o inciso II do artigo 100, quanto a seus efeitos normativos, 30</p><p>(trinta) dias após a data da sua publicação;</p><p>III - os convênios a que se refere o inciso IV do artigo 100, na data neles prevista.</p><p>Fazer quadro explicativo.</p><p>** No direito tributário, tudo que envolva pagamento, é obrigação principal e se</p><p>não envolve, é obrigação acessória.</p><p>9</p><p>Solução para a bitributação: Ação de consignação de pagamento arts. 156 VIII</p><p>c.c 164 III CTN.</p><p>CTN Art. 156. Extinguem o crédito tributário:</p><p>I - o pagamento;</p><p>II - a compensação;</p><p>III - a transação;</p><p>IV - remissão;</p><p>V - a prescrição e a decadência;</p><p>VI - a conversão de depósito em renda;</p><p>VII - o pagamento antecipado e a homologação do lançamento nos termos do disposto no</p><p>artigo 150 e seus §§ 1º e 4º;</p><p>VIII - a consignação em pagamento, nos termos do disposto no § 2º do artigo 164;</p><p>IX - a decisão administrativa irreformável, assim entendida a definitiva na órbita administrativa,</p><p>que não mais possa ser objeto de ação anulatória;</p><p>X - a decisão judicial passada em julgado.</p><p>XI – a dação em pagamento em bens imóveis, na forma e condições estabelecidas em lei.</p><p>(Incluído pela Lcp nº 104, de 10.1.2001) (Vide Lei nº 13.259, de 2016)</p><p>Parágrafo único. A lei disporá quanto aos efeitos da extinção total ou parcial do crédito sobre</p><p>a ulterior verificação da irregularidade da sua constituição, observado o disposto nos artigos</p><p>144 e 149.</p><p>CTN Art. 164. A importância de crédito tributário pode ser consignada judicialmente pelo sujeito</p><p>passivo, nos casos:</p><p>I - de recusa de recebimento, ou subordinação deste ao pagamento de outro tributo ou de</p><p>penalidade, ou ao cumprimento de obrigação acessória;</p><p>II - de subordinação do recebimento ao cumprimento de exigências administrativas sem</p><p>fundamento legal;</p><p>III - de exigência, por mais de uma pessoa jurídica de direito público, de tributo idêntico sobre</p><p>um mesmo fato gerador.</p><p>§ 1º A consignação só pode versar sobre o crédito que o consignante se propõe pagar.</p><p>http://www.planalto.gov.br/CCivil_03/leis/LCP/Lcp104.htm</p><p>http://www.planalto.gov.br/CCivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13259.htm#art4</p><p>10</p><p>§ 2º Julgada procedente a consignação, o pagamento se reputa efetuado e a importância</p><p>consignada é convertida em renda; julgada improcedente a consignação no todo ou em parte,</p><p>cobra-se o crédito acrescido de juros de mora, sem prejuízo das penalidades cabíveis.</p><p>Pessoa física ou jurídica que comete o fato gerador está no arts. 121 § 1º CTN.</p><p>A figura do contribuinte está no arts. 121 § 1º I CTN e a figura do responsável</p><p>está no arts. 121 § 1º II CTN.</p><p>CAPÍTULO IV</p><p>Sujeito Passivo</p><p>SEÇÃO I</p><p>Disposições Gerais</p><p>CTN Art. 121. Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao pagamento de</p><p>tributo ou penalidade pecuniária.</p><p>Parágrafo único. O sujeito passivo da obrigação principal diz-se:</p><p>I - contribuinte, quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o</p><p>respectivo fato gerador;</p><p>II - responsável, quando, sem revestir a condição de contribuinte, sua obrigação decorra de</p><p>disposição expressa de lei.</p><p>**A figura do responsável facilita a fiscalização e a arrecadação do tributo.</p><p>Art. 150 §7º da C.F. (caput= Garantias fundamentais do contribuinte).</p><p>C.F. Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União,</p><p>aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:</p><p>§ 7º A lei poderá atribuir a sujeito passivo de obrigação tributária a condição de responsável pelo</p><p>pagamento de imposto ou contribuição, cujo fato gerador deva ocorrer posteriormente, assegurada a</p><p>imediata e preferencial restituição da quantia paga, caso não se realize o fato gerador presumido.</p><p>(Incluído pela Emenda Constitucional nº 3, de 1993)</p><p>11</p><p>Aula 26/02/2018</p><p>Substituição tributária</p><p>Macete:</p><p>Substituição tributária para frente. (pagamento</p><p>antecipado) Ex; do cigarro.</p><p>Ocorre quando a lei expressamente atribui a uma determinada pessoa</p><p>(substituto tributário) a obrigação de pagar o tributo, mesmo que de forma</p><p>antecipada em relação a um fato gerador que presume-se que irá ocorrer em tempo</p><p>futuro, fato gerador este que será cometido por pessoa diversa daquela que tem a</p><p>obrigação legal de pagar (substituído tributário). Ex: Operações mercantis de</p><p>cigarros. Fulcro art. 150 $ 7º da C.R.F.B./88, c/c art. 121 $ único, II do C.T.N.,</p><p>c/c artigo 6º da lei kandir</p><p>C.F. Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União,</p><p>aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:</p><p>§ 7º A lei poderá atribuir a sujeito passivo de obrigação tributária a condição de responsável</p><p>pelo pagamento de imposto ou contribuição, cujo fato gerador deva ocorrer posteriormente,</p><p>assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga, caso não se realize o fato</p><p>gerador presumido. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 3, de 1993)</p><p>C.T.N.Art. 121. Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao pagamento de</p><p>tributo ou penalidade pecuniária.</p><p>Parágrafo único. O sujeito passivo da obrigação principal diz-se:</p><p>II - responsável, quando, sem revestir a condição de contribuinte, sua obrigação decorra</p><p>de disposição expressa de lei.</p><p>12</p><p>Lei Kandir Art. 6o Lei estadual poderá atribuir a contribuinte do imposto ou a depositário a</p><p>qualquer título a responsabilidade pelo seu pagamento, hipótese em que assumirá a condição</p><p>de substituto tributário. (Redação dada pela Lcp 114, de 16.12.2002)</p><p>Substituição tributária para trás. (pagamento postecipado) Ex: da vaquinha e a</p><p>venda do leite. (o dono da vaca, a cooperativa, o supermercado e o consumidor.</p><p>**I.C.M.S. imposto Estadual e Distrital.</p><p>** O fato gerador do I.C.M.S. é a transmutação patrimonial e a circulação de</p><p>mercadorias.</p><p>● ** A matéria prima do cigarro, o fumo, sofre imposto- Princípio da não</p><p>cumulatividade. ????</p><p>Ocorre quando a lei expressamente determina que o pagamento do tributo</p><p>deverá ocorrer posteriormente a ocorrência do fato gerador que foi cometido pelo</p><p>substituído tributário. Assim o próximo na cadeia mercantil fica obrigado ao</p><p>pagamento do tributo na qualidade de substituto tributário. Ex: Operações com</p><p>leite. (idem) Fulcro art. 150 $ 7º da C.R.F.B./88, c/c art. 121 $ único, II do</p><p>C.T.N., c/c artigo 6º da lei kandir</p><p>13</p><p>Substituição tributária concomitante.</p><p>*Obra paga I.S.S. e não I.C.M.S.</p><p>**Substituto – É o contribuinte que fará a retenção antecipada do tributo e o</p><p>subsequente pagamento à Receita.</p><p>**Substituído – É o contribuinte que recebe a mercadoria cujo imposto já está</p><p>retido e pago.</p><p>Neste tipo de substituição, não há a variante “tempo”. A troca do substituído</p><p>pelo substituto ocorre na mesma operação mercantil, assim, não havendo</p><p>pagamento antecipado ou postecipado. O que ocorre é tão somente a troca da</p><p>pessoa que terá a obrigação de pagar o título, troca esta que obrigatoriamente</p><p>deve estar prevista de maneira expressa em lei.</p><p>14</p><p>Diferimento</p><p>Tal instituto jurídico-tributário ocorre quando a legislação tributária</p><p>prolonga no tempo o prazo de pagamento do tributo, isto é, a legislação cria um</p><p>substancioso lapso temporal entre a data da ocorrência do fato gerador e a data</p><p>do pagamento do tributo, lapso temporal este que não incide juros, multa e</p><p>atualização monetária, o que acaba por transformar o diferimento em instrumento</p><p>de captação de negócios para o território de um determinado ente público em</p><p>busca, em regra, da geração de emprego e renda.</p><p>Nesta toada, cumpre consignar que alguns entes públicos instrumentalizam o</p><p>diferimento por intermédio de normas infralegais, em regra por decreto, por conta</p><p>de uma brecha capitulada no art. 160 do CTN que trata de prazo para pagamento</p><p>de tributo versando que é a legislação tributária e não a lei que trata do tema.</p><p>Art. 160. Quando a legislação tributária não fixar o tempo do pagamento, o vencimento do</p><p>crédito ocorre trinta dias depois da data em que se considera o sujeito passivo notificado do</p><p>lançamento.</p><p>Parágrafo único. A legislação tributária pode conceder desconto pela antecipação do</p><p>pagamento, nas condições que estabeleça.</p><p>Onde está a brecha que permite postergar o pagamento?</p><p>Todavia a doutrina de “ESCOL” (de ponta, de 1º linha) entende que o uso de</p><p>norma infralegal para estabelecer diferimento, acaba por gerar guerra fiscal</p><p>entre entes tributantes distintos, além de ferir de morte os princípios da legalidade</p><p>e da tipicidade tributária.</p><p>princípio da legalidade tributária, também conhecido apenas como princípio da legalidade, é o</p><p>princípio de Direito Tributário que estabelece que não haverá instituição ou majoração de</p><p>tributo sem lei que o estabeleça.</p><p>A tipicidade tributária, semelhantemente à penal, quer dizer que o tributo somente será devido</p><p>se o fato concreto se enquadrar exatamente na previsão da lei tributária, assim como o fato</p><p>criminoso tem que se enquadrar na lei penal.</p><p>15</p><p>** Mesmo sem cometer o fato gerador, pode existir lei que diz que deve pagar.</p><p>A prova da teoria do FODA-SE: Arts. 4º, 116 § único, 118, 123, 144</p><p>Art. 4º A natureza jurídica específica do tributo é determinada pelo fato gerador da respectiva</p><p>obrigação, sendo irrelevantes para qualificá-la:</p><p>I - a denominação e demais características formais adotadas pela lei;</p><p>II - a destinação legal do produto da sua arrecadação.</p><p>Art. 116. Salvo disposição de lei em contrário, considera-se ocorrido o fato gerador e existentes</p><p>os seus efeitos:</p><p>I - tratando-se de situação de fato, desde o momento em que o se verifiquem as</p><p>circunstâncias materiais necessárias a que produza os efeitos que normalmente lhe são</p><p>próprios;</p><p>II - tratando-se de situação jurídica, desde o momento em que esteja definitivamente</p><p>constituída, nos termos de direito aplicável.</p><p>Parágrafo único. A autoridade administrativa poderá desconsiderar atos ou negócios</p><p>jurídicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo ou</p><p>a natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária, observados os procedimentos</p><p>a serem estabelecidos em lei ordinária. (Incluído pela Lcp nº 104, de 2001)</p><p>Art. 118. A definição legal do fato gerador é interpretada abstraindo-se:</p><p>I - da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes,</p><p>responsáveis, ou terceiros, bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos;</p><p>II - dos efeitos dos fatos efetivamente ocorridos.</p><p>Art. 123. Salvo disposições de lei em contrário, as convenções particulares, relativas à</p><p>responsabilidade pelo pagamento de tributos, não podem ser opostas à Fazenda Pública, para</p><p>modificar a definição legal do sujeito passivo das obrigações tributárias correspondentes.</p><p>Art. 126. A capacidade tributária passiva independe:</p><p>I - da capacidade civil das pessoas naturais;</p><p>16</p><p>II - de achar-se a pessoa natural sujeita a medidas que importem privação ou limitação</p><p>do exercício de atividades civis, comerciais ou profissionais, ou da administração direta de seus</p><p>bens ou negócios;</p><p>III - de estar a pessoa jurídica regularmente constituída, bastando que configure uma</p><p>unidade econômica ou profissional.</p><p>Art. 144. O lançamento reporta-se à data da ocorrência do fato gerador da obrigação e</p><p>rege-se pela lei então vigente, ainda que posteriormente modificada ou revogada.</p><p>§ 1º Aplica-se ao lançamento a legislação que, posteriormente à ocorrência do fato</p><p>gerador da obrigação, tenha instituído novos critérios de apuração ou processos de</p><p>fiscalização, ampliado os poderes de investigação das autoridades administrativas, ou</p><p>outorgado ao crédito maiores garantias ou privilégios, exceto, neste último caso, para o efeito</p><p>de atribuir responsabilidade tributária a terceiros.</p><p>§ 2º O disposto neste artigo não se aplica aos impostos lançados por períodos certos de</p><p>tempo, desde que a respectiva lei fixe expressamente a data em que o fato gerador se</p><p>considera ocorrido.</p><p>Aula 05/03/2018</p><p>A prova da teoria do FODA-SE: Arts. 4º, 116 § único, 118, 123, 144 (cont.</p><p>explicação do art. 144.</p><p>Princípio do direito tributário.</p><p>Todos os princípios que tiverem fulcro no art. 150 da C.f. são GARANTIAS</p><p>para o contribuinte, que LIMITAM o poder do Estado. Estes princípios se</p><p>consubstanciam na garantia do contribuinte.</p><p>**Estas garantias são cláusulas pétreas e somente podem ser alteradas para</p><p>aumentar as garantias, nunca para para diminuir ou suprimir.</p><p>** estes princípios surtem efeitos sobre todas as espécies de tributos.</p><p>SEÇÃO II</p><p>DAS LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR</p><p>Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos</p><p>Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:</p><p>I - exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça;</p><p>II - instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente,</p><p>proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida, ��</p><p>independentemente da denominação jurídica dos rendimentos, títulos ou direitos;</p><p>17</p><p>III - cobrar tributos:</p><p>a) em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver</p><p>instituído ou aumentado;</p><p>b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou</p><p>aumentou; (Vide Emenda Constitucional nº 3, de 1993)</p><p>c) antes de decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu</p><p>ou aumentou, observado o disposto na alínea b; (Incluído pela Emenda</p><p>Constitucional nº 42, de 19.12.2003)</p><p>● IV - utilizar tributo com efeito de confisco;</p><p>V - estabelecer limitações ao tráfego de pessoas ou bens, por meio de tributos interestaduais</p><p>ou intermunicipais, ressalvada a cobrança de pedágio pela utilização de vias conservadas pelo</p><p>Poder Público;</p><p>VI - instituir impostos sobre: (Vide Emenda Constitucional nº 3, de 1993)</p><p>a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros;</p><p>b) templos de qualquer culto;</p><p>c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades</p><p>sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins</p><p>lucrativos, atendidos os requisitos da lei;</p><p>d) livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão.</p><p>e) fonogramas e videofonogramas musicais produzidos no Brasil contendo obras musicais ou</p><p>literomusicais de autores brasileiros e/ou obras em geral interpretadas por artistas brasileiros</p><p>bem como os suportes materiais ou arquivos digitais que os contenham, salvo na etapa de</p><p>replicação industrial de mídias ópticas de leitura a laser. (Incluída pela</p><p>Emenda Constitucional nº 75, de 15.10.2013)</p><p>§ 1º - A vedação do inciso III, "b", não se aplica aos impostos previstos nos arts. 153, I, II, IV e V, e</p><p>154, II.</p><p>§ 1º A vedação do inciso III, b, não se aplica aos tributos previstos nos arts. 148, I, 153, I, II, IV e V; e</p><p>154, II; e a vedação do inciso III, c, não se aplica aos tributos previstos nos arts. 148, I, 153, I, II, III e</p><p>V; e 154, II, nem à fixação da base de cálculo dos impostos previstos nos arts. 155, III, e 156, I.</p><p>(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003)</p><p>§ 2º - A vedação do inciso VI, "a", é extensiva às autarquias e às fundações instituídas e</p><p>mantidas pelo Poder Público, no que se refere ao patrimônio, à renda e aos serviços, vinculados</p><p>a suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes.</p><p>§ 3º - As vedações do inciso VI, "a", e do parágrafo anterior não se aplicam ao patrimônio, à</p><p>renda e aos serviços, relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas</p><p>normas aplicáveis a empreendimentos privados, ou em que haja contraprestação ou</p><p>pagamento de preços ou tarifas pelo usuário, nem exonera o promitente comprador da</p><p>obrigação de pagar imposto relativamente ao bem imóvel.</p><p>§ 4º - As vedações expressas no inciso VI, alíneas "b" e "c", compreendem somente o patrimônio,</p><p>a renda e os serviços, relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas</p><p>mencionadas.</p><p>§ 5º - A lei determinará medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos</p><p>impostos que incidam sobre mercadorias e serviços.</p><p>§ 6º - Qualquer anistia ou remissão, que envolva matéria tributária ou previdenciária, só poderá</p><p>ser concedida através de lei específica, federal, estadual ou municipal.</p><p>§ 6º Qualquer subsídio ou isenção, redução de base de cálculo, concessão de crédito</p><p>presumido, anistia ou remissão, relativos a impostos, taxas ou contribuições, só poderá ser</p><p>concedido mediante lei específica, federal, estadual ou municipal, que regule exclusivamente as</p><p>matérias acima enumeradas ou o correspondente tributo ou contribuição, sem prejuízo do</p><p>disposto no art. 155, § 2.º, XII, g. (Redação dada pela Emenda Constitucional</p><p>nº 3, de 1993)</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art2%C2%A72</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art2%C2%A72</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc75.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc75.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>18</p><p>§ 7º A lei poderá atribuir a sujeito passivo de obrigação tributária a condição de responsável</p><p>pelo pagamento de imposto ou contribuição, cujo fato gerador deva ocorrer posteriormente,</p><p>assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga, caso não se realize o fato</p><p>gerador presumido. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 3, de 1993)</p><p>Art 150 III “a” da C.f. - Princípio da irretroatividade da lei tributária.</p><p>Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos</p><p>Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:</p><p>III - cobrar tributos:</p><p>a) em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver</p><p>instituído ou aumentado;</p><p>**Só existem dois tipos de lei tributária que respeitam o princípio da</p><p>irretroatividade da lei tributária que são as leis que instituem o tributo e as leis que</p><p>aumentam o tributo.</p><p>** Análise hermenêutica - Quando analisamos o que quer dizer o artigo temos que</p><p>ler o que diz seu caput + parágrafo citado + inciso citado + alínea citada. Sempre</p><p>ler tudo o que for citado para ter o entendimento esperado.</p><p>Tal princípio com fulcro no artigo 150 III “a” da C.R.F.B/88, trata-se de</p><p>uma garantia do contribuinte que limita o poder de tributar do Estado</p><p>determinando que a lei (ou norma com status de lei) venha a instituir ou aumentar</p><p>tributo. Em hipótese alguma poderá retroagir os seus efeitos para alcançar fatos</p><p>geradores ocorridos antes da vigência da lei que o institui ou aumenta.</p><p>Desta feita Cumpre consignar que, existem outros tipos de lei tributária onde</p><p>o CTN prevê a sua retroação no tempo, conforme será demonstrado mais à frente.</p><p>Art. 146 da C.f.</p><p>Art. 146. Cabe à lei complementar:</p><p>I - dispor sobre conflitos de competência, em matéria tributária, entre a União, os Estados, o</p><p>Distrito Federal e os Municípios;</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art1</p><p>19</p><p>II - regular as limitações constitucionais ao poder de tributar;</p><p>III - estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária, especialmente sobre:</p><p>a) definição de tributos e de suas espécies, bem como, em relação aos impostos discriminados</p><p>nesta Constituição, a dos respectivos fatos geradores, bases de cálculo e contribuintes;</p><p>b) obrigação, lançamento, crédito, prescrição e decadência tributários;</p><p>c) adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades</p><p>cooperativas.</p><p>d) definição de tratamento diferenciado e favorecido para as microempresas e para as</p><p>empresas de pequeno porte, inclusive regimes especiais ou simplificados no caso do imposto</p><p>previsto no art. 155, II, das contribuições previstas no art. 195, I e §§ 12 e 13, e da contribuição a</p><p>que se refere o art. 239. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003)</p><p>Parágrafo único. A lei complementar de que trata o inciso III, d, também poderá instituir um</p><p>regime único de arrecadação dos impostos e contribuições da União, dos Estados, do Distrito</p><p>Federal e dos Municípios, observado que: (Incluído pela Emenda</p><p>Constitucional nº 42, de 19.12.2003)</p><p>I - será opcional para o contribuinte; (Incluído pela Emenda Constitucional nº</p><p>42, de 19.12.2003)</p><p>II - poderão ser estabelecidas condições de enquadramento diferenciadas por Estado;</p><p>(Incluído pela Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003)</p><p>III - o recolhimento será unificado e centralizado e a distribuição da parcela de recursos</p><p>pertencentes aos respectivos entes federados será imediata, vedada qualquer retenção ou</p><p>condicionamento; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003)</p><p>IV - a arrecadação, a fiscalização e a cobrança poderão ser compartilhadas pelos entes</p><p>federados, adotado cadastro nacional único de contribuintes. (Incluído pela</p><p>Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003)</p><p>Regra geral no caput do art. 144 do CTN.</p><p>Art. 144. O lançamento reporta-se à data da ocorrência do fato gerador da obrigação e</p><p>rege-se pela lei então vigente, ainda que posteriormente modificada ou revogada.</p><p>§ 1º Aplica-se ao lançamento a legislação que, posteriormente à ocorrência do fato</p><p>gerador da obrigação, tenha instituído novos critérios de apuração ou processos de</p><p>fiscalização, ampliado os poderes de investigação das autoridades administrativas, ou</p><p>outorgado ao crédito maiores garantias ou privilégios, exceto, neste último caso, para o efeito</p><p>de atribuir responsabilidade tributária a terceiros.</p><p>§ 2º O disposto neste artigo não se aplica aos impostos lançados por períodos certos de</p><p>tempo, desde que a respectiva lei fixe expressamente a data em que o fato gerador se</p><p>considera ocorrido.</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art146iiid</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art146iiid</p><p>20</p><p>** Estuda o art. 151 do CTN.</p><p>21</p><p>Mais dois princípios para explicar a regra do foda-se:</p><p>Princípio Non Olet (princípios implícito. art. 150, III e 156, II) e;</p><p>Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos</p><p>Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:</p><p>III - cobrar tributos:</p><p>a) em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver</p><p>instituído ou aumentado;</p><p>b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou</p><p>aumentou; (Vide Emenda Constitucional nº 3, de 1993)</p><p>c) antes de decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu</p><p>ou aumentou, observado o disposto na alínea b; (Incluído pela Emenda</p><p>Constitucional nº 42, de 19.12.2003)</p><p>IV - utilizar tributo com efeito de confisco;</p><p>SEÇÃO V</p><p>DOS IMPOSTOS DOS MUNICÍPIOS</p><p>Art. 156. Compete aos Municípios instituir impostos sobre:</p><p>II - transmissão "inter vivos", a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis, por natureza</p><p>ou acessão física, e de direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia, bem como cessão de</p><p>direitos a sua aquisição;</p><p>Princípio da capacidade contributiva.</p><p>Tal princípio pode ser compreendido em sentido objetivo (presença de uma riqueza</p><p>passível de ser tributada) e em sentido subjetivo (determina qual parcela da riqueza pode ser</p><p>tributada em virtude das condições individuais), portanto, o Estado é obrigado a cobrar o</p><p>tributo não em razão da renda potencial das pessoas, mas sim da que a mesma efetivamente</p><p>dispõe</p><p>Aula 12/03/2018.</p><p>Princípio do Non Olet.</p><p>Tal princípio está implícito na C.F./88 nos arts. 150, III e 156, II, na</p><p>forma do art. 118 do C.T.N.</p><p>Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre:</p><p>III - renda e proventos de qualquer natureza;</p><p>Art. 156. Compete aos Municípios instituir impostos sobre:</p><p>II - transmissão "inter vivos", a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis, por natureza</p><p>ou acessão física, e de direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia, bem como cessão de</p><p>direitos a sua aquisição;</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc03.htm#art2%C2%A72</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc42.htm#art1</p><p>22</p><p>CTN Art. 118. A definição legal do fato gerador é interpretada abstraindo-se:</p><p>I - da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes,</p><p>responsáveis, ou terceiros, bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos;</p><p>II - dos efeitos dos fatos efetivamente ocorridos.</p><p>O princípio do Non Olet teve origem em Roma e hodiernamente é conceituado</p><p>como aquele princípio que proíbe que determinado ente público institua uma lei que</p><p>crie tributo que tenha como seu fato gerador, a prática de um ato ilícito, ou a</p><p>exploração de uma atividade ilícita, mas que garanta a cobrança de tributo que</p><p>incida sobre o dinheiro auferido com a prática do ato ilícito ou com a exploração da</p><p>atividade ilícita, nada importando se tal ato ou atividade sejam lícitos ou ilícitos.</p><p>Ex: Não é possível criar uma lei que tenha como fato gerador o jogo do bicho, posto</p><p>que é contravenção penal, entretanto, o FISCO pode e deve cobrar imposto de</p><p>renda do dinheiro auferido pelo “banqueiro de bicho” com a exploração daquela</p><p>atividade.</p><p>Princípio da capacidade contributiva.</p><p>Tal princípio está implícito na C.F./88 art. 145 e lá exibe apenas um dos 3</p><p>elementos da capacidade contributiva lato sensu.</p><p>Art. 145. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir os seguintes</p><p>tributos:</p><p>I - impostos;</p><p>II - taxas, em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de</p><p>serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição;</p><p>III - contribuição de melhoria, decorrente de obras públicas.</p><p>§ 1º Sempre que possível, os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a</p><p>capacidade econômica do contribuinte, facultado à administração tributária, especialmente</p><p>para conferir efetividade a esses objetivos, identificar, respeitados os direitos individuais e nos</p><p>termos da lei, o patrimônio, os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte.</p><p>§ 2º As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos.</p><p>23</p><p>Macete da análise do princípio da capacidade contributiva.</p><p>A análise sistêmica deve ser feita da esquerda para a direita e sempre a da</p><p>direita exclui a próxima. As capacidades contributiva stricto sensu e a capacidade</p><p>econômica podem afastar o tributo da pessoa, já a capacidade financeira somente</p><p>posterga o vencimento, não afasta o tributo da pessoa (vai pagar depois com juros</p><p>e multa, mas vai pagar!).</p><p>Art. 45. Contribuinte do imposto é o titular da disponibilidade a que se refere o artigo 43, sem</p><p>prejuízo de atribuir a lei essa condição ao possuidor, a qualquer título, dos bens produtores de</p><p>renda ou dos proventos tributáveis.</p><p>Parágrafo único. A lei pode atribuir à fonte pagadora da renda ou dos proventos</p><p>tributáveis a condição de responsável pelo imposto cuja retenção e recolhimento lhe caibam.</p><p>CAPÍTULO IV</p><p>Impostos sobre a Produção e a Circulação</p><p>SEÇÃO I</p><p>Imposto sobre Produtos Industrializados</p><p>Art. 46. O imposto, de competência da União, sobre produtos industrializados tem como fato</p><p>gerador:</p><p>I - o seu desembaraço aduaneiro, quando de procedência estrangeira;</p><p>II - a sua saída dos estabelecimentos a que se refere o parágrafo único do artigo 51;</p><p>III - a sua arrematação, quando apreendido ou abandonado e levado a leilão.</p><p>Parágrafo único. Para os efeitos deste imposto, considera-se industrializado o produto</p><p>que tenha sido submetido a qualquer operação que lhe modifique a natureza ou a finalidade,</p><p>ou o aperfeiçoe para o consumo.</p><p>24</p><p>SEÇÃO III</p><p>Capacidade Tributária</p><p>Art. 126. A capacidade tributária passiva independe:</p><p>I - da capacidade civil das pessoas naturais;</p><p>II - de achar-se a pessoa natural sujeita a medidas que importem privação ou limitação</p><p>do exercício de atividades civis, comerciais ou profissionais, ou da administração direta de seus</p><p>bens ou negócios;</p><p>III - de estar a pessoa jurídica regularmente constituída, bastando que configure uma</p><p>unidade econômica ou profissional.</p><p>Art. 160. Quando a legislação tributária não fixar o tempo do pagamento, o vencimento do</p><p>crédito ocorre trinta dias depois da data em que se considera o sujeito passivo notificado do</p><p>lançamento.</p><p>Parágrafo único. A legislação tributária pode conceder desconto pela antecipação do</p><p>pagamento, nas condições que estabeleça.</p><p>Art. 161. O crédito não integralmente pago no vencimento é acrescido de juros de mora, seja</p><p>qual for o motivo determinante da falta, sem prejuízo da imposição das penalidades cabíveis e</p><p>da aplicação de quaisquer medidas de garantia previstas nesta Lei ou em lei tributária.</p><p>§ 1º Se a lei não dispuser de modo diverso, os juros de mora são calculados à taxa de um</p><p>por cento ao mês.</p><p>§ 2º O disposto neste artigo não se aplica na pendência de consulta formulada pelo</p><p>devedor dentro do prazo legal para pagamento do crédito.</p><p>25</p><p>O fato gerador é o “cara” do direito tributário.</p><p>Fato</p><p>- Obrigatoriamente tem que ser jurídico, não pode ser fato natural.</p><p>** Tem que estar previsto em lei.</p><p>** Tem que ter cunho econômico, pois assim pode-se achar a base de cálculo. Ex: O</p><p>casamento é um fato jurídico porém sem cunho econômico.</p><p>Fato gerador e fato jurídico de cunho econômico</p><p>Fato Gerador > Hipótese de Incidência Tributária</p><p>** H.I.T. > só quem usa esta fala é a doutrina.</p><p>Fato gerador Concreto X Fato gerador Abstrato</p><p>Fato gerador abstrato = Hipótese de incidência tributária.</p><p>Diferença: O exemplo do fato gerador abstrato que descreve que o fato gerador é</p><p>todo o professor de d. tributário que dá aula</p><p>a noite na Ucam e que senta na</p><p>cadeira verde. O professor Marcelo somente comete o fato gerador no momento em</p><p>que se senta na cadeira verde. Neste momento o fato gerador deixa de ser abstrato</p><p>e passa a ser concreto.</p><p>Fato gerador Presumido - Ex: o fato de acordar toda manhã e dever I.P.T.U..</p><p>26</p><p>Aula 19/03/2018.</p><p>FATO GERADOR</p><p>Art. 214, 215, 216 e 217 do C.T.N.</p><p>Art. 214. O Poder Executivo promoverá a realização de convênios com os Estados, para excluir</p><p>ou limitar a incidência do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias, no</p><p>caso de exportação para o exterior.</p><p>Art. 215. A lei estadual pode autorizar o Poder Executivo a reajustar, no exercício de 1967, a</p><p>alíquota de imposto a que se refere o artigo 52, dentro de limites e segundo critérios por ela</p><p>estabelecidos.</p><p>Art. 216. O Poder Executivo proporá as medidas legislativas adequadas a possibilitar, sem</p><p>compressão dos investimentos previstos na proposta orçamentária de 1967, o cumprimento do</p><p>disposto no artigo 21 da Emenda Constitucional nº 18, de 1965.</p><p>Art. 217. As disposições desta Lei, notadamente as dos arts 17, 74, § 2º e 77, parágrafo único, bem</p><p>como a do art. 54 da Lei 5.025, de 10 de junho de 1966, não excluem a incidência e a</p><p>exigibilidade: (Incluído pelo Decreto-lei nº 27, de 1966)</p><p>I - da "contribuição sindical", denominação que passa a ter o imposto sindical de que tratam os</p><p>arts 578 e seguintes, da Consolidação das Leis do Trabalho, sem prejuízo do disposto no art. 16</p><p>da Lei 4.589, de 11 de dezembro de 1964; (Incluído pelo Decreto-lei nº 27, de 1966)</p><p>II - das denominadas "quotas de previdência" a que aludem os arts 71 e 74 da Lei 3.807, de 26 de</p><p>agosto de 1960 com as alterações determinadas pelo art. 34 da Lei 4.863, de 29 de novembro de</p><p>1965, que integram a contribuição da União para a previdência social, de que trata o art. 157,</p><p>item XVI, da Constituição Federal; (Incluído pelo Decreto-lei nº 27, de 1966)</p><p>(Vide Ato Complementar nº 27, de 1966)</p><p>III - da contribuição destinada a constituir o "Fundo de Assistência" e "Previdência do</p><p>Trabalhador Rural", de que trata o art. 158 da Lei 4.214, de 2 de março de 1963; (Incluído</p><p>pelo Decreto-lei nº 27, de 1966)</p><p>IV - da contribuição destinada ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, criada pelo art. 2º</p><p>da Lei 5.107, de 13 de setembro de 1966; (Incluído pelo Decreto-lei nº 27, de 1966)</p><p>V - das contribuições enumeradas no § 2º do art. 34 da Lei 4.863, de 29 de novembro de 1965,</p><p>com as alterações decorrentes do disposto nos arts 22 e 23 da Lei 5.107, de 13 de setembro de</p><p>1966, e outras de fins sociais criadas por lei. (Incluído pelo Decreto-lei nº 27, de 1966)</p><p>Quando se entende ocorrido o fato gerador? = Quando se entende que o tributo</p><p>incidiu?</p><p>Em que situação?</p><p>1º - Situação de fato - Incidência do tributo é imediata. (ocorreu, incidiu!).</p><p>2º - Situação jurídica (ex: I.T.B.I.) - A ocorrência do fato gerador se dá</p><p>com a avença do negócio jurídico ou a prática do negócio jurídico.</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Emendas/Emc_anterior1988/emc18-65.htm#art21</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L5025.htm#art54</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/1965-1988/Del0027.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art578</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4589.htm#art16</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4589.htm#art16</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/1965-1988/Del0027.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/1950-1969/L3807.htm#art71</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/1950-1969/L3807.htm#art74</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/1950-1969/L3807.htm#art74</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao67.htm#art157xvi</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao67.htm#art157xvi</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/1965-1988/Del0027.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/ACP/acp-27-66.htm#art9</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/1950-1969/L4214.htm#art158</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/1965-1988/Del0027.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/1965-1988/Del0027.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L5107.htm#art2</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L5107.htm#art2</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/1965-1988/Del0027.htm#art1</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/1950-1969/L4863.htm#art34%C2%A72</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/1965-1988/Del0027.htm#art1</p><p>27</p><p>Sob que condição?</p><p>1º - Condição resolutória - A incidência do tributo também se dá</p><p>imediatamente. (ocorreu, incidiu!).</p><p>2º - Condição suspensiva- A incidência do tributo depende do implemento de</p><p>condição. Ex: Contrato de doação - Se casar com minha filha, darei aos dois um</p><p>apartamento. Arts. 116 e 117 do C.T.N.</p><p>Art. 116. Salvo disposição de lei em contrário, considera-se ocorrido o fato gerador e existentes</p><p>os seus efeitos:</p><p>I - tratando-se de situação de fato, desde o momento em que o se verifiquem as circunstâncias</p><p>materiais necessárias a que produza os efeitos que normalmente lhe são próprios;</p><p>II - tratando-se de situação jurídica, desde o momento em que esteja definitivamente</p><p>constituída, nos termos de direito aplicável.</p><p>Parágrafo único. A autoridade administrativa poderá desconsiderar atos ou negócios jurídicos</p><p>praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo ou a</p><p>natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária, observados os procedimentos a</p><p>serem estabelecidos em lei ordinária. (Incluído pela Lcp nº 104, de 2001)</p><p>Art. 117. Para os efeitos do inciso II do artigo anterior e salvo disposição de lei em contrário, os</p><p>atos ou negócios jurídicos condicionais reputam-se perfeitos e acabados:</p><p>I - sendo suspensiva a condição, desde o momento de seu implemento;</p><p>II - sendo resolutória a condição, desde o momento da prática do ato ou da celebração do</p><p>negócio.</p><p>Os efeitos do contrato com condição suspensiva serão constituídos quando da</p><p>realização da condição.</p><p>** No direito tributário, assim como no penal, se busca a verdade real.</p><p>** O fato gerador foi cometido = O crime foi cometido</p><p>Quem é o sujeito passivo = Quem é o autor</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LCP/Lcp104.htm</p><p>28</p><p>PRINCÍPIO DA TIPICIDADE TRIBUTÁRIA ( sob a ótica do direito tributário)</p><p>Elementos obrigatórios</p><p>Lei ou norma com status de lei instituidora de tributo.</p><p>1º - Base de cálculo;</p><p>2º - Alíquota - sempre instrumentalizada por um percentual;</p><p>3º - Determinar o sujeito passivo e;</p><p>4º - Relatar o fato gerador.</p><p>** Origem: Instituto do direito alemão, instituto da tipologia, “Tat Bestand”.</p><p>Art. 116, § único do C.T.N.</p><p>Art. 116. Salvo disposição de lei em contrário, considera-se ocorrido o fato gerador e existentes</p>72 Aula 25/06/2018 Prova P2 Aula 02/07/2018 Correção de prova Aula 09/07/2018 Prova P3 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc33.htm#art3