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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS CURSO: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DISCIPLINA: CITOLOGIA NOME DO ALUNO: SAMARA DE PAULA AMORIM DOS SANTOS R.A: 2330021 POLO: UNIP - AQUARIUS DATA: 12 / 11 / 2023 CITOLOGIA Introdução Este relatório apresenta as experiências e descobertas da nossa aula prática de Citologia e Microscopia, onde exploramos o mundo minúsculo das células e utilizamos microscópios para desvendar seus segredos. A citologia, que se dedica ao estudo das células, é crucial para entender os processos vitais que acontecem em todos os seres vivos. Usando microscópios, examinamos tecidos de plantas e animais para observar de perto suas características únicas. Durante essas aulas aprendemos muito sobre a estrutura das células, métodos de coloração, montagem de lâminas e microscopia no geral. IDENTIFICAÇÃO DE PEÇAS E FUNCIONAMENTO DO MICROSCÓPIO ÓPTICO COMPOSTO (MOC) OU MICROSCÓPIO DE LUZ. Fonte: https://experimentoteca.com.br/partes-microscopio-optico/ Oculares: Dois sistemas de lentes (em microscópios mais simples há apenas um). As oculares geralmente têm poder de aumento de 10X e é por meio delas que observamos a imagem ampliada. Tubo: Suporte das oculares. Também chamado de canhão. Revólver: Peça giratória que comporta as objetivas. Para trocar de objetiva, sempre manuseie o revólver, nunca force as objetivas. Objetivas: Geralmente três ou quatro, são lentes de maior poder de ampliação. Platina: Também chamada de mesa, é o suporte onde será colocada a lâmina. A platina pode ser levantada ou baixada para regular o foco, utilizando-se os parafusos macro e micrométrico. Condensador: Concentra os raios luminosos que incidem sobre a lâmina. Fonte de luz: Nos microscópios modernos é uma lâmpada, mas em microscópios mais antigos era um espelho que refletia a luz. Liga/desliga: Botão para ligar e desligar a lâmpada. Macrométrico: Parafuso que permite regular a altura da platina. Faz movimentos amplos para um ajuste grosso. Micrométrico: Parafuso que permite regular a altura da platina. Permite um ajuste fino do foco. Braço: Também chamado de coluna, é fixo na base do microscópio e serve de suporte para as demais partes. Charriot: Peça que permite movimentar a lâmina sobre a platina. Não aparece na figura pois geralmente localiza-se na lateral direito. https://experimentoteca.com.br/partes-microscopio-optico/ FOCALIZAÇÃO DE UMA LENTE DE JORNAL Materiais: microscópio de luz; óleo de imersão; solução de álcool; lâminas; lamínulas; tesoura; pinça; papel absorvente; conta-gotas ou pipeta; recipiente com água; folha de jornal. Na lâmina foi possível observar a tinta do pedaço de jornal e a fibra do papel. CÉLULA PROCARIÓTICA: BACTÉRIA DO IOGURTE Materiais: microscópio de luz; óleo de imersão; lâminas; lamínulas; papel absorvente; solução de álcool: éter para a limpeza (3:1); conta-gotas ou pipeta; recipiente com água; palito de dente. As células procarióticas (do grego pro: primeiro e karyon: núcleo) são estruturas relativamente simples e possuem como principal característica a ausência de um envoltório nuclear envolvendo o material genético. Nesse grupo de células, o DNA é circular. Estrutura de uma célula procariótica: Fonte: https://www.todamateria.com.br/celulas-procariontes/ https://www.todamateria.com.br/celulas-procariontes/ • Cápsula: reveste a célula externamente; • Citoplasma: substância gelatinosa responsável por manter o formato da célula; • DNA: carrega as informações genéticas da célula; • Flagelo: possibilita a locomoção da célula; • Membrana plasmática: controla a troca de substâncias da célula com o meio externo; • Parede celular: confere forma à célula; • Pilus: possibilita a fixação da bactéria ao meio; • Ribossomo: estrutura responsável pela produção de proteínas. Tipos morfológicos encontrados na amostra: Estafilococos Estretococo Diplococo TÉCNICA DE DISSOCIAÇÃO DO EPITÉLIO DA MUCOSA BUCAL (ORAL) Materiais: espátula de madeira, lâminas, lamínulas, corante azul de metileno (eosinato de azul de metileno e/ou azul de Genciana a 2%), pincel número 3, ou conta-gotas e papel de filtro. Núcleo Citoplasma INTERPRETAÇÃO TRIDIMENSIONAL DE CORTES HISTOLÓGICOS BIDIMENSIONAIS Materiais: folhas de couve, lâmina do material de esôfago de um rato (cão ou gato), seccionado transversalmente e corado em H&E. Corte transversal: estômago de cachorro Corte transversal: Caule da couve Xilema Floema TÉCNICA DE ESFREGAÇO (EXTENSÃO) PARA O SANGUE PERIFÉRICO Materiais: lâmina bem limpa e seca, lanceta especial ou agulha para picar a ponta do dedo (ambos esterilizados), lâmina para o esfregaço, devidamente esmerilhada nas bordas laterais, algodão hidrófilo, álcool ou éter. Corante de Leishman, papel de filtro, água destilada com conta-gotas e/ou pipeta, caixa para o descarte e cuba para a lavagem das lâminas utilizadas, MOC e óleo de imersão. Procedimento: 1. Faça a assepsia digital na polpa do dedo mínimo da mão esquerda do “doador” com uma solução de álcool 70%. Com a lanceta, pique (perfure) a polpa interna da falange do dedo mínimo, espere sangrar (presença da hemorragia), utilize, se possível, a segunda gota de sangue, colocando-a na extremidade da lâmina. Faça com uma segunda lâmina, o procedimento do esfregaço. Ao levar a segunda lâmina até a gota de sangue, por capilaridade, o sangue escorre na borda desta lâmina (entre o bordo apical da lâmina de esfregaço e a primeira lâmina, a que você colocou a gota. Faça o esfregaço da direita para a esquerda e, com um movimento normal (nem rápido, nem lento demais), conforme os esquemas a seguir. Não volte com a lâmina. Faça o preparo de duas lâminas. Deixe o sangue distendido secar. A coloração deverá seguir os seguintes passos: 1. A lâmina deve ficar (permanecer) num suporte numa cuba ou na pia. 2. Cobrir o esfregaço com o corante Leishman, por cinco minutos (o álcool do corante é o fixador e o eosinato cora as estruturas básicas, como o citoplasma; e o azul de metileno cora as estruturas ácidas, como o núcleo; 3. Gotejar a água destilada sem tirar o corante, com uso da pipeta e/ou conta-gotas por sete minutos; 4. Escorrer e lavar com água destilada; 5. Deixar o esfregaço secar ao ar ambiente; 6. Após a secagem da lâmina, observe-a no aumento de 1000x utilizando o óleo de imersão (não use a lamínula); 7. Observe os glóbulos vermelhos, em maior número, e os glóbulos brancos, em roxo e em menor número. Na amostra acima foi possível identificar um cromossomo sexual (ponta da seta). Linfócito Neutrófilo ASPECTO DE MESMO MATERIAL PREPARADO POR TÉCNICAS DIFERENTES DE COLORAÇÃO Material: MOC, lâmina de coração por H&E e lâmina de coração por H + PAS. Método de coloração Masson: É uma coloração especial usada principalmente para caracterizar e discriminar diferentes tecidos conjuntivos e componentes de tecidos moles. Método de Coloração H&E: O uso da coloração com hematoxilina e eosina permite localizar o núcleo celular. Os núcleos das células, que são ricos em ácidos nucleicos, por terem afinidade com a hematoxilina ficam com uma tonalidade arroxeada. OBSERVAÇÃO DE HEMÁCIAS EM MEIOS HIPERTÔNICO, ISOTÔNICO E HIPOTÔNICO Materiais: sangue; microscópio; lâminas e lamínulas; pipetas pasteur; tubo de ensaio; seringa e agulhas descartáveis com solução de NaCl2%; 0,9% e 0,4%. A solução utilizada acima foi NaCl 2% Durante o experimento foi possível observar que quando a solução hipertônica é aplicada na amostra a água sai da célula e ela encolhe num processo de desidratação. OBSERVAÇÃO DE LÂMINAS DO TECIDO MUSCULAR ESTRIADO ESQUELÉTICO Lâmina 1 – Tecido muscular estriado esquelético. Hematoxilina férrica – Língua, gato. Obj. 4 – Focalize o centro do órgão. O aspecto é de uma tela onde o pintor passou o pincel em várias direções, deixando marcas ou áreas longitudinais. Estes são feixes longitudinais de fibras estriadas esqueléticas. Os feixes se entrecruzam. Papila gustativa Lâmina 2 – Tecido muscular estriado cardíaco HE – Coração TÉCNICA SE ESMAGAMENTO SE MERISTEMA APICAL SE RAIZ DE CEBOLA (ALLUM CEPA) PARA A OBSERVAÇÃO DO CICLO CELULAR MITÓTICO Materiais: cebola, béquer, papel-alumínio, água, pinça, pincel, gilete ou bisturi, vidro relógio, placa de Petri, tubo de ensaio, bico de Bunsen. Procedimento: Selecionar uma cebola globosa, aparar suas raízes e colocá-la na boca do béquer com a água (as pontas das raízes não devem mergulhar na água). O béquer deve ser revestido com o papel- alumínio (promover, artificialmente, um ambiente para o geotropismo positivo). Após alguns dias (3 ou 4 dias), cortamos algumas pontas das raízes novas (0,5 cm) da extremidade livre. Para esta espécie de planta, o melhor momento para os cortes é por volta de 1:30 h ou, então, às 22h (nestes horários, a atividade mitótica atinge os mais altos índices e/ou entre 16/17 h). Pode-se cortar, também, em outros horários. A seguir, mergulhadas as raízes cortadas, utilizando uma pinça ou um pincel num tubo de ensaio, com 2 a 3 mL de orceína acética, levamos o tubo de ensaio ao bico de Bunsen até ferver (2 a 3 minutos). Despejamos o material numa placa de Petri, e com a pinça ou o pincel conduzimos as raízes (2 ou 3 raízes) para cada lâmina. Pingamos sobre cada raiz uma gota de orceína acética fria e deixamos em repouso durante 5 minutos. Colocamos uma lamínula sobre o material e, com o uso de papel de filtro, pressionamos a lamínula com cuidado para esmagar a raiz. Com este método, o meristema apical da raiz de cebola sofre uma dissociação das células e os cromossomos são intensamente corados, mantendo-se na posição esperada para cada fase da mitose e, também, da interfase. Lâmina da raiz no microscópio A mitose é um tipo de divisão celular que ocorre em todas as células eucarióticas e garante a formação de duas células-filhas. É um processo importante para o crescimento e regeneração de organismos multicelulares e para a reprodução assexuada de organismos unicelulares. metáfase interfase prófase Fonte: https://www.todoestudo.com.br/biologia/mitose-e-meiose https://www.todoestudo.com.br/biologia/mitose-e-meiose CONCLUSÕES Em decorrência da realização da aula prática em campo e laboratório, foi possível obter uma compreensão mais aprofundada sobre os ecossistemas terrestres. Durante a coleta de dados e análises realizadas, várias descobertas e observações significativas foram feitas. Destacou-se a descoberta de diversificadas ordens na fauna do solo. Este resultado evidenciou que o solo exibe características propícias para a sustentação de uma ampla variedade de espécies. Além disso, a experiência prática permitiu uma maior familiarização com métodos de estudo do microclima e da identificação e caracterização da flora das florestas. Este conhecimento prático é fundamental para a aplicação de conceitos teóricos no mundo real. Essa aula prática serviu como um ponto de partida para investigações futuras, abrindo portas para estudos mais aprofundados. A experiência em campo e laboratório também demonstrou a importância da colaboração em equipe e da comunicação eficaz, fatores cruciais na condução de pesquisas e projetos futuros. Em resumo, a aula prática em campo e laboratório foi uma oportunidade valiosa para aplicar os conhecimentos adquiridos em sala de aula, adquirir habilidades práticas e fazer descobertas significativas.