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CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA – NEAD RELATÓRIO DE PRÁTICA VIRTUAL IDENTIFICAÇÃO 1. Acadêmico: Tamara Almeida da Cruz 2. Matrícula: 4117944 3. Curso: Farmácia 4. Turma: FLC15268BBI 5. Disciplina: Farmacognosia e Fitoterapia 6. Tutor externo: Ricardo Ferreira da Silva DADOS DA PRÁTICA 1. Título: Observação de Células Vegetais e suas Estruturas 2. Semestre: 6 3. Data: 26/12/2024 INTRODUÇÃO As células vegetais são uma unidade estrutural e funcional das plantas, apresentando características específicas que as diferenciam das células animais. Estruturas como a parede celular, cloroplastos e vacúolos desempenham papéis fundamentais no suporte mecânico, na fotossíntese e na regulação osmótica, respectivamente. O estudo dessas estruturas é essencial para a compreensão dos processos biológicos que sustentam a vida vegetal e sua interação com o meio ambiente. A observação de células vegetais ao foco óptico é uma prática indispensável para o entendimento da organização celular, permitindo identificar componentes como membrana plasmática, núcleo, citoplasma e organelas especializadas. Esses elementos são visualizados através da coloração dos tecidos, facilitando sua distinção e análise. Nesta prática, foi realizada a observação de células vegetais de diferentes tecidos, com o objetivo de identificar suas estruturas, compreender suas funções biológicas e correlacionar suas características morfológicas com os processos internos das plantas. OBJETIVOS · Este experimento trata da observação de células vegetais e visa a identificação de estruturas de parede primária (fina) e secundária (espessa), das organelas de pigmentação (cloroplastos e cromoplastos) e das estruturas de comunicação (plasmodesmos). Montaremos lâminas histológicas utilizando amostras de catafilo de cebola com corante azul de metileno (para observação de epiderme), polpa de pera (para observação de células pétreas e parede secundária) e epiderme e polpa de tomate (para observação de cromoplastos em polpa e parede secundária e plasmodesmos em epiderme). Com o experimento, o aluno aprenderá, em vegetais de seu cotidiano, a caracterizar uma célula vegetal identificando a parede celular, as estruturas de pigmentação e a comunicação celular, diferenciando-a de uma célula animal. MATERIAIS · Água destilada; · · Amostra de cebola, tomate e pera; · · Azul de metileno; · · Espátula de metal; · · Lâmina de aço; · · Lâminas de vidro; · · Lamínulas; · · Microscópio óptico; · · Pinça de ponta chata METODOLOGIA 1. Coloque os equipamentos de proteção individual localizados no “Armário de EPIs”. Para esse experimento será necessário a utilização do jaleco e luvas . 2. Adicione uma gota de água no centro de uma lâmina de vidro e reserve. Corte um fragmento de 1 cm² de umas das folhas do catáfilo da cebola e retire a epiderme interna da folha com uma pinça. Acomode a amostra na gota de água da lâmina. Adicione uma gota de azul de metileno sobre a epiderme, cubra com a lamínula e leve ao microscópio. 3. Ligue o microscópio e posicione a lâmina sobre a platina. Atente-se à instrução que, para movimentação do revólver ou para efetuar as configurações de posicionamento dos parafusos, condensador ou diafragma, deve-se clicar com o botão esquerdo do mouse sobre a área desejada e movimentar o cursor do mouse para direita ou esquerda. Observe os cortes no microscópio nas objetivas de 4x, 10x e 40x e anote o que foi visualizado. 4. Adicione uma gota de água no centro de uma lâmina de vidro e reserve. Raspe uma pequena quantidade da polpa da pera com a espátula e coloque sobre a gota de água. Adicione mais uma gota de água sobre o raspado, cubra com lamínula e leve ao microscópio. Repita o passo 3 para observar a amostra no microscópio. 5. Adicione uma gota de água no centro de uma lâmina de vidro e reserve. Faça um pequeno corte com uma lâmina de aço na epiderme do tomate e, utilizando uma pinça, puxe um fragmento e transfira para lâmina contendo água. Adicione mais uma gota de água sobre a amostra, cubra com lamínula e leve ao microscópio. Repita o passo 3 para observar a amostra no microscópio. 6. Raspe uma pequena quantidade da polpa de um tomate com uma espátula e coloque sobre uma lâmina contendo uma gota de água. Adicione mais uma gota de água sobre a amostra, cubra com lamínula e leve ao microscópio. Repita o passo 3 para observar a amostra no microscópio. RESULTADOS E DISCUSSÕES A prática de observação de células vegetais deixadas identificar e compreender as principais estruturas celulares características desse tipo de célula, como parede celular, cloroplastos, vacúolos e núcleo. O uso do escopo óptico e das técnicas de coloração foi fundamental para evidenciar essas estruturas, facilitando sua análise e compreensão. Essa experiência reforça a importância das células vegetais na manutenção dos processos biológicos das plantas, como fotossíntese, armazenamento de matéria-prima e suporte estrutural. Além disso, a prática possibilitou a aplicação de conceitos teóricos na análise prática, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades técnicas em microscopia e interpretação morfológica. Assim, a atividade consolidou os conhecimentos sobre a organização celular vegetal, destacando sua relevância no estudo da biologia e sua aplicação em áreas como botânica, fisiologia vegetal e biotecnologia. 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