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Questões resolvidas

Os dois fragmentos ilustram visões diferentes do Estado moderno.
É possivel afirmar que:
a. Ambos defendem o absolutismo, mas Hobbes vê o Estado como uma forma de proteger os homens de sua própria periculosidade, e Maquiavel se preocupa em orientar o governante sobre a forma adequada de usar seu poder.
b. Hobbes defende o absolutismo, por torná-lo como a melhor forma de assegurar a paz, e Maquiavel o recusa, por não aceitar que um governante deva se comportar apenas para realizar o bem da sociedade.
c. Ambos rejeitam o absolutismo, por considerarem que ele impede o bem público e a democracia, valores que jamais podem ser sacrificados e que fundamentam a vida em sociedade.
d. Maquiavel defende o absolutismo, por acreditar que os fins positivos das ações dos governantes justificam seus meios violentos, e Hobbes o recusa, por acreditar que o Estado impede os homens de viverem de maneira harmoniosa.
e. Ambos defendem o absolutismo, mas Maquiavel acredita que o poder deve se concentrar nas mãos de uma só pessoa, e Hobbes insiste na necessidade da sociedade participar diretamente das decisões do soberano.

No trecho acima, Bossuet justificou uma forma de organização do Estado europeu na Idade Moderna.
Em relação a qual é correto afirmar que
a. se tratava do Estado Moderno, caracterizado pela centralização do poder nas mãos do rei, cuja legitimidade seria conferida por Deus.
b. o Estado Absolutista foi constituído sob a influência das ideias iluministas, um movimento filosófico e político que fundou as bases do Estado Absolutista.
c. a formação do Estado Moderno estava apoiada em termos filosóficos no pensamento teocêntrico e, em termos políticos, na fragmentação política.
d. o Estado Moderno se sustentava na tradição democrática herdada da antiguidade clássica.
e. Bossuet representa uma corrente de filósofos que justificava o poder soberano dos reis através da teoria do contrato social.

O Absolutismo como forma de governo esteve presente na península Ibérica, na França e na Inglaterra, tendo impactado e influenciado as maiores economias de seu tempo.
Seus pensadores mais conhecidos e suas teorias foram:
a. Nicolau Maquiavel e sua teoria de que o indivíduo estava subordinado ao Estado; Thomas Hobbes, criador da teoria do Contrato; Jacques Bossuet e Jean Bodin, que defenderam que o Rei era um representante divino.
b. Nicolau Maquiavel e a teoria do Contrato; Thomas Hobbes e a teoria da supremacia do Rei como representante divino; ABSOLUTISMO Jacques Bossuet e Jean Bodin, que defenderam a subordinação do indivíduo ao Estado.
c. Maquiavel, Jacques Bossuet e Jean Bodin, cujas teorias só se diferenciaram na aplicabilidade teológica, bem como Thomas Hobbes, que preconizou o indivíduo como senhor de seus direitos.
d. Maquiavel e Thomas Hobbes, que conceberam o Contrato Social, Jacques Bossuet, que estabeleceu o conceito de individualismo primordial, e Jean Bodin, que defendeu a primazia da esfera governamental.

A frase no quadro abaixo teria sido dita por Luís XIV e muitojá se discutiu se o 'Rei-Sol' francês a teria realmente pronunciado, em que pese ela simbolizar o espírito do absolutismo, em que a glória do rei e o bem do Estado eram princípios inseparáveis.
Analise as assertivas abaixo:
I. O reinado de Luís XIV durou mais de 50 anos, fundado no absolutismo monárquico. O rei controlava a política e os assuntos do Estado, a economia, a sociedade e até mesmo o modo da nobreza se vestir. Ele incentivava as artes, pois as considerava, também, assunto de Estado.
II. O poder absoluto e a centralização administrativa eram objetivos de Luís XIV. EIe fez o Estado francês se tomar ateu e Iaico. A ideia era acabar com a influência que a Igreja Católica tinha no meio da nobreza para que o rei não tivesse que perder fatias de seu próprio poder.
III. Luís XIV seguia a tradição da dinastia capetiana adepta da ideia do 'rei que faz alguma coisa' (para não dizer do rei que faz tudo!). Após a coroação, ele anunciou que comandaria o Estado por si mesmo e que solicitaria a opinião de seus ministros apenas quando julgasse necessário.
IV. Luís XIV fez uma reorganização administrativa, econômica, política e militar e se dedicou a coisas como a fortiflcação das regiões fronteiriças, o fortalecimento da marinha de guerra, a criação de academias e a elaboração do primeiro mapa da França. A construção do Palácio de Versalhes, uma vitrine cultural, científica e política da França, foi por ele acompanhada de perto.
a. I e II corretas, enquanto III e IV incorretas.
b. II e III corretas, enquanto I e IV incorretas.
c. I, III e IV corretas, enquanto II incorreta.
d. II, III e IV corretas, enquanto I incorreta.
e. III e IV corretas, enquanto I e II incorretas.

Segundo Perry Anderson, o Estado absolutista
O paradoxo aparente do absolutismo na Europa ocidental era que ele representava fundamentalmente um aparelho de proteção da propriedade dos privilégios aristocráticos, embora, ao mesmo tempo, os meios pelos quais tal proteção era concedida pudessem assegurar simultaneamente os interesses básicos das classes mercantis e manufatureiras nascentes.
a. não tinha força política para submeter os trabalhadores do campo e a aristocracia com a cobrança de pesados impostos e, simultaneamente, oferecer participação política e vantagens econômicas para o crescimento da burguesia comercial e manufatureira.
b. nunca se submeteu aos interesses da burguesia mercantil e manufatureira em detrimento da aristocracia, mas, ao contrário, tornou-se um escudo de proteção dos camponeses contra o domínio feudal exercido por meio de pesados impostos.
c. garantiu, sob a sua proteção, o domínio econômico e politico da aristocracia sobre os camponeses e, para sobreviver economicamente, atendeu aos interesses de expansão do mercado da burguesia mercantil e manufatureira, mas a afastou do poder politico.
d. preservou a propriedade feudal e os interesses dos camponeses, mas, para que isso se efetivasse, submeteu-se a pressão da burguesia mercantil e manufatureira ao aproximá-la do poder político, oferecendo cargos públicos a essa classe.
e. não protegeu a aristocracia nem os camponeses que, para sobreviverem, estabeleceram alianças pontuais com a burguesia comercial em ascensão econômica e com crescente participação política, com o intuito de obter acesso à terra.

A França no século XVI viveu mergulhada em uma instabilidade que envolvia aspecfitos políticos e religiosos, como foi exemplo o infame massacre da Noite de São Bartolofimeu, em 1572.
Com a intenção de pacificar o país, o rei Henrique IV promulgou o Edito de Nantes pelo qual:
a. foi concedida liberdade de culto aos protestantes, bem como o direito de conservar algumas praças de guerra para sua defesa.
b. o rei renunciou ao protestantismo e se fez batizar católico.
c. revogou a liberdade de culto permitida aos franceses e impôs o catolicismo.
d. o rei obteve o direito de nomear bispos e cardeais o que permitiu que a dinastia Bourbon pudesse exercer influência sobre a Igreja Católica.
e. foi criada a Igreja Anglicana, separada da Igreja Católica Romana, subordinada ao poder do rei.

Algumas das principais características do reinado de Luis XIV, o Rei Sol, foram:
a. ampliação dos privilégios concedidos à alta hierarquia eclesiástica, suspensão dos acordos diplomáticas firmados com a Inglaterra e desenvolvimento de um política cultural voltada para o entretenimento da população pobre das cidades.
b. livre manifestação das ideias religiosas e dos interesses econômicos, convocação sistemática da representação política dos estamentos e agressividade militar frente aos demais Estados Nacionais da Europa Ocidental.
c. descentralização econômica do Reino mediante a criação dos cargos de síndico e prefeito, diminuição da venda de cargos públicos e liberdade religiosa.
d. estímulo à diversificação das atividades econômicas do Reino, regulamentação do processo de arrendamento das terras improdutivas pelo campesinato pobre e concessão de representação política aos setores ligados à nascente manufatura.
e. intervenção direta do monarca nas questões da justiça, criação dos intendentes reais nas províncias e dos magistrados reais nas cidades.

O Rei Henrique VIII, aclamado defensor da fé pela Igreja Católica, rompeu com o Papa Clemente VII em 1534, por:
a) opor-se ao Ato de Supremacia que submetia a Igreja Anglicana à autoridade do Papa.
b) rever todos os dogmas da Igreja Católica, incluindo a indissolubilidade do sagrado matrimônio, através do Ato dos Seis Artigos.
c) aceitar as 95 teses de Martinho Lutero, que denunciavam as irregularidades da Igreja Católica.
d) ambicionar assumir as terras e as riquezas da Igreja Católica e enfraquecer sua influência na Inglaterra.
e) defender que o trabalho e a acumulação de capital são manifestações da predestinação à salvação eterna como professava Santo Agostinho.

O absolutismo desenvolveu-se no ocidente europeu durante a Idade Moderna (séculos XV ao XVIII), favorecido, principalmente, pela(o)(s):
a. falta de freio nas concepções morais e nos costumes da época.
b. fortalecimento da Igreja Católica e pelos lucros auferidos pelas vitórias dos cruzados.
c. formação dos estados nacionais e transferência do eixo económico do Oceano Atlântico para o Mar Mediterrâneo.
d. riquezas obtidas pelos reis europeus na America, África e Ásia.
e. reforma protestante e transferência do eixo econômico do Oceano Atlântico para o Mar Mediterrâneo.

A política econômica que caracteriza a “vasta empresa comercial” citada no trecho acima é conhecida por:
a. Socialismo
b. Liberalismo
c. Mercantilismo
d. Neoliberalismo

TRECHO 1
“ (...) não é, efetivamente, uma política econômica que vise ao bem-estar social, como se diria hoje; visa ao desenvolvimento nacional a todo custo. Toda forma de estímulo é legitimada, a intervenção do Estado deve criar todas as condições de lucratividade para (...) poderem exportar excedentes ao máximo.”
F. Novais. Portugal e Brasil na crise do antigo sistema colonial (1777-1808). 2 ed. São Paulo: Hucitec, 1981

TRECHO 2
“(...) a administração se fará a partir da metrópole, e a preocupação fiscal dominará todo o mecanismo administrativo. Mas a medula do sistema, seu elemento definidor, reside no monopólio do comércio colonial.”
F. Novais. O Brasil nos quadros do antigo sistema colonial. In: FENELON, Dea Ribeiro. 50 textos de história do Brasil. São Paulo: Hucitec, 1974
A expressão “condições de lucratividade”, do trecho 1, refere-se:
a. ao comércio de ações realizado nas bolsas de valores de todos os países.
b. às práticas do protecionismo econômico que caracterizaram as políticas mercantilistas.
c. às políticas públicas de investimento em setores prioritários como, por exemplo, educação e saúde.
d. ao sistema de empréstimos consignados que garante uma rentabilidade segura às financeiras ao descontar parcelas na folha de pagamento.

O metalismo, a doutrina da balança comercial favorável, o protecionismo e o colonialismo constituem as características básicas do:
a. Neoliberalismo.
b. Intervencionismo.
c. Socialismo.
d. Liberalismo.
e. Mercantilismo.

“Apenas uma determinada quantidade de dinheiro circula em toda a Europa […] não é possível aumentar o dinheiro num reino sem o retirar simultaneamente, em quantidade idêntica, dos Estados vizinhos.”
“É necessário aumentar o dinheiro no comércio público, atraindo-o junto dos países donde vem, conservando-o no interior do reino, impedindo-o de sair e dando aos homens meios para dele retirarem lucros [...] só o comércio e tudo o que dele depende é capaz de produzir esse grande efeito.”
Os trechos acima, atribuídos a Colbert, fazem a apologia da prática política e econômica conhecida por;
a. liberalismo.
b. mercantilismo.
c. capitalismo.
d. socialismo.
e. feudalismo.

A frase de Luiz XIV, 'L'Etat c'est moi' (O Estado sou eu), como definição da natureza do absolutismo monárquico, significava:
a- a submissão da nobreza feudal pela eliminação de todos os seus privilégios fiscais.
b- o desejo régio de garantir ao Estado um papel de juiz imparcial no conflito entre a aristocracia e o campesinato.
c- a unidade do poder estatal, civil e religioso, com a criação de uma Igreja Francesa (nacional);
d- a centralização do poder real e absoluto do monarca na sua pessoa, sem quaisquer limites institucionais reconhecidos;
e- a superioridade do príncipe em relação a todas as classes sociais, reduzindo a um lugar humilde a burguesia enriquecida.

Leia, analiticamente, as recomendações do conselheiro P. W. von Hornick para o enriquecimento do reino austríaco no século XVII.
Estas orientações referem-se a uma doutrina econômica administrativa da Era Moderna. Assinale a alternativa CORRETA.
[...] ouro e prata, uma vez no país, sejam estes provenientes das minas do país ou obtidos de países estrangeiros por meio de indústria, não devem em caso algum [...] ser levados embora, nem tampouco deve ser permitido que sejam enterrados em cofres ou caixas fortes; mas devem ficar perpetuamente em circulação.
[...] os habitantes do país deveriam fazer todo esforço de limitar os seus luxos aos produtos domésticos [do país] e [...] dispensar os produtos estrangeiros o quanto possível.
a. Capitalismo.
b. Feudalismo.
c. Comunismo.
d. Escravismo.
e. Mercantilismo.

A famosa frase atribuída a Luis XIV: "O Estado sou eu", define:
(A) o absolutismo;
(B) o iluminismo,
(C) o liberalismo;
(D) o patriotismo do rei;
(E) a igualdade democrática.

O Antigo Regime pode ser entendido como o sistema político, social e econômico característico na Idade Moderna Europeia Ocidental.
Do ponto de vista político e econômico, correspondeu a/ao
a. Liberalismo e Fisiocracia.
b. Absolutismo e Mercantilismo.
c. Medievalismo e Feudalismo.
d. Constitucionalismo e Liberalismo.

De acordo com o filósofo inglês Thomas Hobbes (1588-1679), em seu estado natural, os seres humanos são livres, competem e lutam entre si. Mas como têm em geral a mesma força, o conflito se perpetua através das gerações, criando um ambiente de tensão e medo permanentes. Para Hobbes, criar uma sociedade submetida à lei e na qual os seres humanos vivam em paz e deixem de guerrear entre si, pressupõe que todos os homens renunciem a sua liberdade original e deleguem a um só deles (o soberano) o poder completo e inquestionável.
A modalidade de governo que desempenhou importante papel na Filosofia Política Moderna e que é associada à teoria política de Hobbes é a/o:
a. Monarquia censitária.
b. Monarquia absoluta.
c. Sistema parlamentar.
d. Despotismo esclarecido.
e. Sistema republicano.

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Questões resolvidas

Os dois fragmentos ilustram visões diferentes do Estado moderno.
É possivel afirmar que:
a. Ambos defendem o absolutismo, mas Hobbes vê o Estado como uma forma de proteger os homens de sua própria periculosidade, e Maquiavel se preocupa em orientar o governante sobre a forma adequada de usar seu poder.
b. Hobbes defende o absolutismo, por torná-lo como a melhor forma de assegurar a paz, e Maquiavel o recusa, por não aceitar que um governante deva se comportar apenas para realizar o bem da sociedade.
c. Ambos rejeitam o absolutismo, por considerarem que ele impede o bem público e a democracia, valores que jamais podem ser sacrificados e que fundamentam a vida em sociedade.
d. Maquiavel defende o absolutismo, por acreditar que os fins positivos das ações dos governantes justificam seus meios violentos, e Hobbes o recusa, por acreditar que o Estado impede os homens de viverem de maneira harmoniosa.
e. Ambos defendem o absolutismo, mas Maquiavel acredita que o poder deve se concentrar nas mãos de uma só pessoa, e Hobbes insiste na necessidade da sociedade participar diretamente das decisões do soberano.

No trecho acima, Bossuet justificou uma forma de organização do Estado europeu na Idade Moderna.
Em relação a qual é correto afirmar que
a. se tratava do Estado Moderno, caracterizado pela centralização do poder nas mãos do rei, cuja legitimidade seria conferida por Deus.
b. o Estado Absolutista foi constituído sob a influência das ideias iluministas, um movimento filosófico e político que fundou as bases do Estado Absolutista.
c. a formação do Estado Moderno estava apoiada em termos filosóficos no pensamento teocêntrico e, em termos políticos, na fragmentação política.
d. o Estado Moderno se sustentava na tradição democrática herdada da antiguidade clássica.
e. Bossuet representa uma corrente de filósofos que justificava o poder soberano dos reis através da teoria do contrato social.

O Absolutismo como forma de governo esteve presente na península Ibérica, na França e na Inglaterra, tendo impactado e influenciado as maiores economias de seu tempo.
Seus pensadores mais conhecidos e suas teorias foram:
a. Nicolau Maquiavel e sua teoria de que o indivíduo estava subordinado ao Estado; Thomas Hobbes, criador da teoria do Contrato; Jacques Bossuet e Jean Bodin, que defenderam que o Rei era um representante divino.
b. Nicolau Maquiavel e a teoria do Contrato; Thomas Hobbes e a teoria da supremacia do Rei como representante divino; ABSOLUTISMO Jacques Bossuet e Jean Bodin, que defenderam a subordinação do indivíduo ao Estado.
c. Maquiavel, Jacques Bossuet e Jean Bodin, cujas teorias só se diferenciaram na aplicabilidade teológica, bem como Thomas Hobbes, que preconizou o indivíduo como senhor de seus direitos.
d. Maquiavel e Thomas Hobbes, que conceberam o Contrato Social, Jacques Bossuet, que estabeleceu o conceito de individualismo primordial, e Jean Bodin, que defendeu a primazia da esfera governamental.

A frase no quadro abaixo teria sido dita por Luís XIV e muitojá se discutiu se o 'Rei-Sol' francês a teria realmente pronunciado, em que pese ela simbolizar o espírito do absolutismo, em que a glória do rei e o bem do Estado eram princípios inseparáveis.
Analise as assertivas abaixo:
I. O reinado de Luís XIV durou mais de 50 anos, fundado no absolutismo monárquico. O rei controlava a política e os assuntos do Estado, a economia, a sociedade e até mesmo o modo da nobreza se vestir. Ele incentivava as artes, pois as considerava, também, assunto de Estado.
II. O poder absoluto e a centralização administrativa eram objetivos de Luís XIV. EIe fez o Estado francês se tomar ateu e Iaico. A ideia era acabar com a influência que a Igreja Católica tinha no meio da nobreza para que o rei não tivesse que perder fatias de seu próprio poder.
III. Luís XIV seguia a tradição da dinastia capetiana adepta da ideia do 'rei que faz alguma coisa' (para não dizer do rei que faz tudo!). Após a coroação, ele anunciou que comandaria o Estado por si mesmo e que solicitaria a opinião de seus ministros apenas quando julgasse necessário.
IV. Luís XIV fez uma reorganização administrativa, econômica, política e militar e se dedicou a coisas como a fortiflcação das regiões fronteiriças, o fortalecimento da marinha de guerra, a criação de academias e a elaboração do primeiro mapa da França. A construção do Palácio de Versalhes, uma vitrine cultural, científica e política da França, foi por ele acompanhada de perto.
a. I e II corretas, enquanto III e IV incorretas.
b. II e III corretas, enquanto I e IV incorretas.
c. I, III e IV corretas, enquanto II incorreta.
d. II, III e IV corretas, enquanto I incorreta.
e. III e IV corretas, enquanto I e II incorretas.

Segundo Perry Anderson, o Estado absolutista
O paradoxo aparente do absolutismo na Europa ocidental era que ele representava fundamentalmente um aparelho de proteção da propriedade dos privilégios aristocráticos, embora, ao mesmo tempo, os meios pelos quais tal proteção era concedida pudessem assegurar simultaneamente os interesses básicos das classes mercantis e manufatureiras nascentes.
a. não tinha força política para submeter os trabalhadores do campo e a aristocracia com a cobrança de pesados impostos e, simultaneamente, oferecer participação política e vantagens econômicas para o crescimento da burguesia comercial e manufatureira.
b. nunca se submeteu aos interesses da burguesia mercantil e manufatureira em detrimento da aristocracia, mas, ao contrário, tornou-se um escudo de proteção dos camponeses contra o domínio feudal exercido por meio de pesados impostos.
c. garantiu, sob a sua proteção, o domínio econômico e politico da aristocracia sobre os camponeses e, para sobreviver economicamente, atendeu aos interesses de expansão do mercado da burguesia mercantil e manufatureira, mas a afastou do poder politico.
d. preservou a propriedade feudal e os interesses dos camponeses, mas, para que isso se efetivasse, submeteu-se a pressão da burguesia mercantil e manufatureira ao aproximá-la do poder político, oferecendo cargos públicos a essa classe.
e. não protegeu a aristocracia nem os camponeses que, para sobreviverem, estabeleceram alianças pontuais com a burguesia comercial em ascensão econômica e com crescente participação política, com o intuito de obter acesso à terra.

A França no século XVI viveu mergulhada em uma instabilidade que envolvia aspecfitos políticos e religiosos, como foi exemplo o infame massacre da Noite de São Bartolofimeu, em 1572.
Com a intenção de pacificar o país, o rei Henrique IV promulgou o Edito de Nantes pelo qual:
a. foi concedida liberdade de culto aos protestantes, bem como o direito de conservar algumas praças de guerra para sua defesa.
b. o rei renunciou ao protestantismo e se fez batizar católico.
c. revogou a liberdade de culto permitida aos franceses e impôs o catolicismo.
d. o rei obteve o direito de nomear bispos e cardeais o que permitiu que a dinastia Bourbon pudesse exercer influência sobre a Igreja Católica.
e. foi criada a Igreja Anglicana, separada da Igreja Católica Romana, subordinada ao poder do rei.

Algumas das principais características do reinado de Luis XIV, o Rei Sol, foram:
a. ampliação dos privilégios concedidos à alta hierarquia eclesiástica, suspensão dos acordos diplomáticas firmados com a Inglaterra e desenvolvimento de um política cultural voltada para o entretenimento da população pobre das cidades.
b. livre manifestação das ideias religiosas e dos interesses econômicos, convocação sistemática da representação política dos estamentos e agressividade militar frente aos demais Estados Nacionais da Europa Ocidental.
c. descentralização econômica do Reino mediante a criação dos cargos de síndico e prefeito, diminuição da venda de cargos públicos e liberdade religiosa.
d. estímulo à diversificação das atividades econômicas do Reino, regulamentação do processo de arrendamento das terras improdutivas pelo campesinato pobre e concessão de representação política aos setores ligados à nascente manufatura.
e. intervenção direta do monarca nas questões da justiça, criação dos intendentes reais nas províncias e dos magistrados reais nas cidades.

O Rei Henrique VIII, aclamado defensor da fé pela Igreja Católica, rompeu com o Papa Clemente VII em 1534, por:
a) opor-se ao Ato de Supremacia que submetia a Igreja Anglicana à autoridade do Papa.
b) rever todos os dogmas da Igreja Católica, incluindo a indissolubilidade do sagrado matrimônio, através do Ato dos Seis Artigos.
c) aceitar as 95 teses de Martinho Lutero, que denunciavam as irregularidades da Igreja Católica.
d) ambicionar assumir as terras e as riquezas da Igreja Católica e enfraquecer sua influência na Inglaterra.
e) defender que o trabalho e a acumulação de capital são manifestações da predestinação à salvação eterna como professava Santo Agostinho.

O absolutismo desenvolveu-se no ocidente europeu durante a Idade Moderna (séculos XV ao XVIII), favorecido, principalmente, pela(o)(s):
a. falta de freio nas concepções morais e nos costumes da época.
b. fortalecimento da Igreja Católica e pelos lucros auferidos pelas vitórias dos cruzados.
c. formação dos estados nacionais e transferência do eixo económico do Oceano Atlântico para o Mar Mediterrâneo.
d. riquezas obtidas pelos reis europeus na America, África e Ásia.
e. reforma protestante e transferência do eixo econômico do Oceano Atlântico para o Mar Mediterrâneo.

A política econômica que caracteriza a “vasta empresa comercial” citada no trecho acima é conhecida por:
a. Socialismo
b. Liberalismo
c. Mercantilismo
d. Neoliberalismo

TRECHO 1
“ (...) não é, efetivamente, uma política econômica que vise ao bem-estar social, como se diria hoje; visa ao desenvolvimento nacional a todo custo. Toda forma de estímulo é legitimada, a intervenção do Estado deve criar todas as condições de lucratividade para (...) poderem exportar excedentes ao máximo.”
F. Novais. Portugal e Brasil na crise do antigo sistema colonial (1777-1808). 2 ed. São Paulo: Hucitec, 1981

TRECHO 2
“(...) a administração se fará a partir da metrópole, e a preocupação fiscal dominará todo o mecanismo administrativo. Mas a medula do sistema, seu elemento definidor, reside no monopólio do comércio colonial.”
F. Novais. O Brasil nos quadros do antigo sistema colonial. In: FENELON, Dea Ribeiro. 50 textos de história do Brasil. São Paulo: Hucitec, 1974
A expressão “condições de lucratividade”, do trecho 1, refere-se:
a. ao comércio de ações realizado nas bolsas de valores de todos os países.
b. às práticas do protecionismo econômico que caracterizaram as políticas mercantilistas.
c. às políticas públicas de investimento em setores prioritários como, por exemplo, educação e saúde.
d. ao sistema de empréstimos consignados que garante uma rentabilidade segura às financeiras ao descontar parcelas na folha de pagamento.

O metalismo, a doutrina da balança comercial favorável, o protecionismo e o colonialismo constituem as características básicas do:
a. Neoliberalismo.
b. Intervencionismo.
c. Socialismo.
d. Liberalismo.
e. Mercantilismo.

“Apenas uma determinada quantidade de dinheiro circula em toda a Europa […] não é possível aumentar o dinheiro num reino sem o retirar simultaneamente, em quantidade idêntica, dos Estados vizinhos.”
“É necessário aumentar o dinheiro no comércio público, atraindo-o junto dos países donde vem, conservando-o no interior do reino, impedindo-o de sair e dando aos homens meios para dele retirarem lucros [...] só o comércio e tudo o que dele depende é capaz de produzir esse grande efeito.”
Os trechos acima, atribuídos a Colbert, fazem a apologia da prática política e econômica conhecida por;
a. liberalismo.
b. mercantilismo.
c. capitalismo.
d. socialismo.
e. feudalismo.

A frase de Luiz XIV, 'L'Etat c'est moi' (O Estado sou eu), como definição da natureza do absolutismo monárquico, significava:
a- a submissão da nobreza feudal pela eliminação de todos os seus privilégios fiscais.
b- o desejo régio de garantir ao Estado um papel de juiz imparcial no conflito entre a aristocracia e o campesinato.
c- a unidade do poder estatal, civil e religioso, com a criação de uma Igreja Francesa (nacional);
d- a centralização do poder real e absoluto do monarca na sua pessoa, sem quaisquer limites institucionais reconhecidos;
e- a superioridade do príncipe em relação a todas as classes sociais, reduzindo a um lugar humilde a burguesia enriquecida.

Leia, analiticamente, as recomendações do conselheiro P. W. von Hornick para o enriquecimento do reino austríaco no século XVII.
Estas orientações referem-se a uma doutrina econômica administrativa da Era Moderna. Assinale a alternativa CORRETA.
[...] ouro e prata, uma vez no país, sejam estes provenientes das minas do país ou obtidos de países estrangeiros por meio de indústria, não devem em caso algum [...] ser levados embora, nem tampouco deve ser permitido que sejam enterrados em cofres ou caixas fortes; mas devem ficar perpetuamente em circulação.
[...] os habitantes do país deveriam fazer todo esforço de limitar os seus luxos aos produtos domésticos [do país] e [...] dispensar os produtos estrangeiros o quanto possível.
a. Capitalismo.
b. Feudalismo.
c. Comunismo.
d. Escravismo.
e. Mercantilismo.

A famosa frase atribuída a Luis XIV: "O Estado sou eu", define:
(A) o absolutismo;
(B) o iluminismo,
(C) o liberalismo;
(D) o patriotismo do rei;
(E) a igualdade democrática.

O Antigo Regime pode ser entendido como o sistema político, social e econômico característico na Idade Moderna Europeia Ocidental.
Do ponto de vista político e econômico, correspondeu a/ao
a. Liberalismo e Fisiocracia.
b. Absolutismo e Mercantilismo.
c. Medievalismo e Feudalismo.
d. Constitucionalismo e Liberalismo.

De acordo com o filósofo inglês Thomas Hobbes (1588-1679), em seu estado natural, os seres humanos são livres, competem e lutam entre si. Mas como têm em geral a mesma força, o conflito se perpetua através das gerações, criando um ambiente de tensão e medo permanentes. Para Hobbes, criar uma sociedade submetida à lei e na qual os seres humanos vivam em paz e deixem de guerrear entre si, pressupõe que todos os homens renunciem a sua liberdade original e deleguem a um só deles (o soberano) o poder completo e inquestionável.
A modalidade de governo que desempenhou importante papel na Filosofia Política Moderna e que é associada à teoria política de Hobbes é a/o:
a. Monarquia censitária.
b. Monarquia absoluta.
c. Sistema parlamentar.
d. Despotismo esclarecido.
e. Sistema republicano.

Prévia do material em texto

1. UNIFESP 2009
"O fim último, causa final e desígnio dos homens (que amam
naturalmente a liberdade e o dominio sobre os outros), ao
introduzir aquela restrição sobre si mesmos sob a qual os
vemos viver nos Estados, é o cuidado com sua própria
conservação e com uma vida mais satisfeita. Quer dizer, o
desejo de sair daquela misera condição de guerra que é a
consequência necessária (conforme se mostrou) das
paixões naturais dos homens, quando não há um poder
visivel capaz de os manter em respeito, forçando-os, por
medo do castigo, ao cumprimento de seus pactos e ao
respeito àquelas leis de natureza.”
(Thomas Hobbes (1588-1679). 'Leviatã'. Os Pensadores.
São Paulo: Abril Cultural, 1979.)
"O principe não precisa ser piedoso, fiel, humano, integro e
religioso, bastando que aparente possuir tais qualidades (...).
O principe não deve se desviar do bem, mas deve estar
sempre pronto a fazer o mal, se necessário."
(Nicolau Maquiavel (1469-1527). 'O Príncipe'. Os
Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1986.)
Os dois fragmentos ilustram visões diferentes do Estado
moderno. É possivel afirmar que:
a. Ambos defendem o absolutismo, mas Hobbes vê o Estado
como uma forma de proteger os homens de sua própria
periculosidade, e Maquiavel se preocupa em orientar o
governante sobre a forma adequada de usar seu poder.
b. Hobbes defende o absolutismo, por torná-lo como a
melhor forma de assegurar a paz, e Maquiavel o recusa, por
não aceitar que um governante deva se comportar apenas
para realizar o bem da sociedade.
c. Ambos rejeitam o absolutismo, por considerarem que ele
impede o bem público e a democracia, valores que jamais
podem ser sacrificados e que fundamentam a vida em
sociedade.
d. Maquiavel defende o absolutismo, por acreditar que os
fins positivos das ações dos governantes justificam seus
meios violentos, e Hobbes o recusa, por acreditar que o
Estado impede os homens de viverem de maneira
harmoniosa.
e. Ambos defendem o absolutismo, mas Maquiavel acredita
que o poder deve se concentrar nas mãos de uma só
pessoa, e Hobbes insiste na necessidade da sociedade
participar diretamente das decisões do soberano.
2. UNIOESTE 2012
"Três razões fazem ver que este governo é o melhor. A
primeira, é que é o mais natural e se perpetua por si
próprio... A segunda razão... é que esse governo é o que
interessa mais na conservação do Estado e dos poderes que
o constituem: o principe, que trabalha para o seu Estado,
trabalha para os seus filhos... A terceira razão tira-se da
dignidade das casas reais... O trono real não é trono de um
homem, mas o trono de Deus... O rei vê mais longe e de
mais alto... e deve-se obedecer-se-lhe sem murmura, pois o
murmúrio é uma disposição para sedição".
BOSSUET, Jaques-Benigne. Política Tirada da Sagrada
Escritura. In: FREITAS, Gustavo de. 900 Textos e
Documentos de História. Lisboa, Plátano Editora, s/d. p.201.
No trecho acima, Bossuet justificou uma forma de
organização do Estado europeu na Idade Moderna, em
relação a qual é correto afirmar que
a. se tratava do Estado Moderno, caracterizado pela
centralização do poder nas mãos do rei, cuja legitimidade
seria conferida por Deus.
b. o Estado Absolutista foi constituído sob a influência das
ideias iluministas, um movimento filosófico e político que
fundou as bases do Estado Absolutista.
c. a formação do Estado Moderno estava apoiada em termos
filosóficos no pensamento teocêntrico e, em termos políticos,
na fragmentação política.
d. o Estado Moderno se sustentava na tradição democrática
herdada da antiguidade clássica.
e. Bossuet representa uma corrente de filósofos que
justificava o poder soberano dos reis através da teoria do
contrato social.
3. UEMG 2013
O Absolutismo como forma de governo esteve presente na
península Ibérica, na França e na Inglaterra, tendo
impactado e influenciado as maiores economias de seu
tempo. Seus pensadores mais conhecidos e suas teorias
foram:
a. Nicolau Maquiavel e sua teoria de que o indivíduo estava
subordinado ao Estado; Thomas Hobbes, criador da teoria
do Contrato; Jacques Bossuet e Jean Bodin, que
defenderam que o Rei era um representante divino.
b. Nicolau Maquiavel e a teoria do Contrato; Thomas Hobbes
e a teoria da supremacia do Rei como representante divino;
ABSOLUTISMO
Jacques Bossuet e Jean Bodin, que defenderam a
subordinação do indivíduo ao Estado.
c. Maquiavel, Jacques Bossuet e Jean Bodin, cujas teorias
só se diferenciaram na aplicabilidade teológica, bem como
Thomas Hobbes, que preconizou o indivíduo como senhor
de seus direitos.
d. Maquiavel e Thomas Hobbes, que conceberam o Contrato
Social, Jacques Bossuet, que estabeleceu o conceito de
individualismo primordial, e Jean Bodin, que defendeu a
primazia da esfera governamental.
4. UEPB 2014
A frase no quadro abaixo teria sido dita por Luís XIV e
muitojá se discutiu se o "Rei-Sol" francês a teria realmente
pronunciado, em que pese ela simbolizar o espírito do
absolutismo, em que a glória do rei e o bem do Estado eram
princípios inseparáveis.
Analise as assertivas abaixo:
I. O reinado de Luís XIV durou mais de 50 anos, fundado no
absolutismo monárquico. O rei controlava a política e os
assuntos do Estado, a economia, a sociedade e até mesmo
o modo da nobreza se vestir. Ele incentivava as artes, pois
as considerava, também, assunto de Estado.
II. O poder absoluto e a centralização administrativa eram
objetivos de Luís XIV. EIe fez o Estado francês se tomar
ateu e Iaico. A ideia era acabar com a influência que a Igreja
Católica tinha no meio da nobreza para que o rei não tivesse
que perder fatias de seu próprio poder.
III. Luís XIV seguia a tradição da dinastia capetiana adepta
da ideia do "rei que faz alguma coisa" (para não dizer do rei
que faz tudo!). Após a coroação, ele anunciou que
comandaria o Estado por si mesmo e que solicitaria a
opinião de seus ministros apenas quando julgasse
necessário. 
IV. Luís XIV fez uma reorganização administrativa,
econômica, política e militar e se dedicou a coisas como a
fortiflcação das regiões fronteiriças, o fortalecimento da
marinha de guerra, a criação de academias e a elaboração
do primeiro mapa da França. A construção do Palácio de
Versalhes, uma vitrine cultural, científica e política da
França, foi por ele acompanhada de perto.
Assinale a alternativa correta:
a. I e II corretas, enquanto III e IV incorretas.
b. II e III corretas, enquanto I e IV incorretas.
c. I, III e IV corretas, enquanto II incorreta.
d. II, III e IV corretas, enquanto I incorreta.
e. III e IV corretas, enquanto I e II incorretas.
5. FGV 2014
O paradoxo aparente do absolutismo na Europa ocidental
era que ele representava fundamentalmente um aparelho de
proteção da propriedade dos privilégios aristocráticos,
embora, ao mesmo tempo, os meios pelos quais tal proteção
era concedida pudessem assegurar simultaneamente os
interesses básicos das classes mercantis e manufatureiras
nascentes. Essencialmente, o absolutismo era apenas isto:
um aparelho de dominação feudal recolocado e reforçado,
destinado a sujeitar as massas camponesas à sua posição
tradicional. Nunca foi um árbitro entre a aristocracia e a
burguesia, e menos ainda um instrumento da burguesia
nascente contra a aristocracia: ele era a nova carapaça
política de uma nobreza atemorizada.
(Perry Anderson, Linhagens do Estado absolutista. p. 18 e
39. Adaptado)
Segundo Perry Anderson, o Estado absolutista
a. não tinha força política para submeter os trabalhadores do
campo e a aristocracia com a cobrança de pesados impostos
e, simultaneamente, oferecer participação política e
vantagens econômicas para o crescimento da burguesia
comercial e manufatureira.
b. nunca se submeteu aos interesses da burguesia mercantil
e manufatureira em detrimento da aristocracia, mas, ao
contrário, tornou-se um escudo de proteção dos
camponeses contra o domínio feudal exercido por meio de
pesados impostos.
c. garantiu, sob a sua proteção, o domínio econômicoe
politico da aristocracia sobre os camponeses e, para
sobreviver economicamente, atendeu aos interesses de
expansão do mercado da burguesia mercantil e
manufatureira, mas a afastou do poder politico.
d. preservou a propriedade feudal e os interesses dos
camponeses, mas, para que isso se efetivasse, submeteu-se
a pressão da burguesia mercantil e manufatureira ao
aproximá-la do poder político, oferecendo cargos públicos a
essa classe.
e. não protegeu a aristocracia nem os camponeses que,
para sobreviverem, estabeleceram alianças pontuais com a
burguesia comercial em ascensão econômica e com
crescente participação política, com o intuito de obter acesso
à terra.
6. FGV 1996
Acerca do Absolutismo na Inglaterra, NÃO é possível afirmar
que:
a. Fortaleceu-se com a criação da Igreja Anglicana.
b. Foi iniciado por Henrique VIII, da dinastia Tudor, e
consolidado no longo reinado de sua filha Elizabeth I.
c. A política mercantilista intervencionista foi fundamental
para a sua solidificação.
d. Foi consequência da Guerra das Duas Rosas, que
eliminou milhares de nobres e facilitou a consolidação da
monarquia centralizada.
e. O rei reinava mas não governava, a exemplo do que
ocorreu durante toda a modernidade.
7. ESPM 2014
A França no século XVI viveu mergulhada em uma
instabilidade que envolvia aspecfitos políticos e religiosos,
como foi exemplo o infame massacre da Noite de São
Bartolofimeu, em 1572. Com a intenção de pacificar o país, o
rei Henrique IV promulgou o Edito de Nantes pelo qual:
a. foi concedida liberdade de culto aos protestantes, bem
como o direito de conservar algumas praças de guerra para
sua defesa.
b. o rei renunciou ao protestantismo e se fez batizar católico.
c. revogou a liberdade de culto permitida aos franceses e
impôs o catolicismo.
d. o rei obteve o direito de nomear bispos e cardeais o que
permitiu que a dinastia Bourbon pudesse exercer influência
sobre a Igreja Católica.
e. foi criada a Igreja Anglicana, separada da Igreja Católica
Romana, subordinada ao poder do rei.
8. UFAL 1999
Algumas das principais características do reinado de Luis
XIV, o Rei Sol, foram:
a. ampliação dos privilégios concedidos à alta hierarquia
eclesiástica, suspensão dos acordos diplomáticas firmados
com a Inglaterra e desenvolvimento de um política cultural
voltada para o entretenimento da população pobre das
cidades.
b. livre manifestação das ideias religiosas e dos interesses
econômicos, convocação sistemática da representação
política dos estamentos e agressividade militar frente aos
demais Estados Nacionais da Europa Ocidental.
c. descentralização econômica do Reino mediante a criação
dos cargos de síndico e prefeito, diminuição da venda de
cargos públicos e liberdade religiosa.
d. estímulo à diversificação das atividades econômicas do
Reino, regulamentação do processo de arrendamento das
terras improdutivas pelo campesinato pobre e concessão de
representação política aos setores ligados à nascente
manufatura.
e. intervenção direta do monarca nas questões da justiça,
criação dos intendentes reais nas províncias e dos
magistrados reais nas cidades.
9. ENEM 2012
Charge anônima. BURKE, P. A fabricação do rei. Rio de
Janeiro: Zahar, 1994. (Foto: Enem)
Na França, o rei Luís XIV teve sua imagem fabricada por um
conjunto de estratégias que visavam sedimentar uma
determinada noção de soberania. Neste sentido, a charge
apresentada demonstra
a. a humanidade do rei, pois retrata um homem comum, sem
os adornos próprios à vestimenta real.
b. a unidade entre o público e o privado, pois a figura do rei
com a vestimenta real representa o público e sem a
vestimenta real, o privado.
c. o vínculo entre monarquia e povo, pois leva ao
conhecimento do público a figura de um rei despretensioso e
distante do poder político.
d. o gosto estético refinado do rei, pois evidencia a elegância
dos trajes reais em relação aos de outros membros da corte.
e. a importância da vestimenta para a constituição simbólica
do rei, pois o corpo político adornado esconde os defeitos do
corpo pessoal.
10. MACKENZIE 1997
O Rei Henrique VIII, aclamado defensor da fé pela Igreja
Católica, rompeu com o Papa Clemente VII em 1534, por
a. opor-se ao Ato de Supremacia que submetia a Igreja
Anglicana a autoridade do Papa.
b. rever todos os dogmas da Igreja Católica, incluindo a
indissolubilidade do sagrado matrimônio, através do Ato dos
Seis Artigos.
c. aceitar as 95 teses de Martinho Lutero, que denunciavam
as irregularidades da Igreja Católica.
d. ambicionar assumir as terras e as riquezas da Igreja
Católica e enfraquecer sua influência na Inglaterra.
e. defender que o trabalho e a acumulação de capital são
manifestações da predestinação a salvação eterna como
professava Santo Agostinho.
11. Espcex (Aman) 2015
O absolutismo desenvolveu-se no ocidente europeu durante
a Idade Moderna (séculos XV ao XVIII), favorecido,
principalmente, pela(o)(s):
a. falta de freio nas concepções morais e nos costumes da
época.
b. fortalecimento da Igreja Católica e pelos lucros auferidos
pelas vitórias dos cruzados.
c. formação dos estados nacionais e transferência do eixo
económico do Oceano Atlântico para o Mar Mediterrâneo.
d. riquezas obtidas pelos reis europeus na America, África e
Ásia.
e. reforma protestante e transferência do eixo econômico do
Oceano Atlântico para o Mar Mediterrâneo.
12. UFLA 2013
“No seu conjunto, a colonização dos trópicos toma o aspecto
de uma vasta empresa comercial [...] destinada a explorar os
recursos naturais de um território virgem em proveito do
comércio europeu. É este o verdadeiro sentido da
colonização tropical, de que o Brasil é uma das resultantes;
e ele explicará os elementos fundamentais, tanto no plano
econômico como no social, da formação e evolução
históricas dos trópicos americanos. [...]”
Fonte: PRADO JR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo:
Brasiliense, 1979. p. 31-32. (Fragmento).
A política econômica que caracteriza a “vasta empresa
comercial” citada no trecho acima é conhecida por:
a. Socialismo
b. Liberalismo
c. Mercantilismo
d. Neoliberalismo
13. UFLA 2011
TRECHO 1
“ (...) não é, efetivamente, uma política econômica que vise
ao bem-estar social, como se diria hoje; visa ao
desenvolvimento nacional a todo custo. Toda forma de
estímulo é legitimada, a intervenção do Estado deve criar
todas as condições de lucratividade para (...) poderem
exportar excedentes ao máximo.”
F. Novais. Portugal e Brasil na crise do antigo sistema
colonial (1777-1808). 2 ed. São Paulo: Hucitec, 1981
TRECHO 2
“(...) a administração se fará a partir da metrópole, e a
preocupação fiscal dominará todo o mecanismo
administrativo. Mas a medula do sistema, seu elemento
definidor, reside no monopólio do comércio colonial.”
F. Novais. O Brasil nos quadros do antigo sistema colonial. In: FENELON, Dea
Ribeiro. 50 textos de história do Brasil. São Paulo: Hucitec, 1974
A expressão “condições de lucratividade”, do trecho 1,
refere-se:
a. ao comércio de ações realizado nas bolsas de valores de
todos os países.
b. às práticas do protecionismo econômico que
caracterizaram as políticas mercantilistas.
c. às políticas públicas de investimento em setores
prioritários como, por exemplo, educação e saúde.
d. ao sistema de empréstimos consignados que garante uma
rentabilidade segura às financeiras ao descontar parcelas na
folha de pagamento.
14. FGV-SP 1995
O metalismo, a doutrina da balança comercial favorável, o
protecionismo e o colonialismo constituem as características
básicas do:
a. Neoliberalismo.
b. Intervencionismo.
c. Socialismo.
d. Liberalismo.
e. Mercantilismo.
15. UNISC 2007
“Apenas uma determinada quantidade de dinheiro circula em
toda a Europa […] não é possível aumentar o dinheiro num
reino sem o retirar simultaneamente, em quantidade idêntica,
dos Estados vizinhos.”
“É necessário aumentar o dinheiro no comércio público,
atraindo-o junto dos países donde vem,conservando-o no
interior do reino, impedindo-o de sair e dando aos homens
meios para dele retirarem lucros [...] só o comércio e tudo o
que dele depende é capaz de produzir esse grande efeito.”
Os trechos acima, atribuídos a Colbert, fazem a apologia da
prática política e econômica conhecida por;
a. liberalismo.
b. mercantilismo.
c. capitalismo.
d. socialismo.
e. feudalismo.
16. CESGRANRIO 1990
A frase de Luiz XIV, "L'Etat c'est moi" (O Estado sou eu),
como definição da natureza do absolutismo monárquico,
significava:
a. a unidade do poder estatal, civil e religioso, com a criação
de uma Igreja Francesa (nacional);
b. a superioridade do príncipe em relação a todas as classes
sociais, reduzindo a um lugar humilde a burguesia
enriquecida;
c. a submissão da nobreza feudal pela eliminação de todos
os seus privilégios fiscais;
d. a centralização do poder real e absoluto do monarca na
sua pessoa, sem quaisquer limites institucionais
reconhecidos;
e. o desejo régio de garantir ao Estado um papel de juiz
imparcial no conflito entre a aristocracia e o campesinato.
17. UNEMAT 2007
Leia, analiticamente, as recomendações do conselheiro P.
W. von Hornick para o enriquecimento do reino austríaco no
século XVII.
“[...] ouro e prata, uma vez no país, sejam estes provenientes
das minas do país ou obtidos de países estrangeiros por
meio de indústria, não devem em caso algum [...] ser
levados embora, nem tampouco deve ser permitido que
sejam enterrados em cofres ou caixas fortes; mas devem
ficar perpetuamente em circulação.
[...] os habitantes do país deveriam fazer todo esforço de
limitar os seus luxos aos produtos domésticos [do país] e [...]
dispensar os produtos estrangeiros o quanto possível”.
Apud Carvalho, Delgado D. História documental moderna, conteporânea.
Rio Janeiro.Record, 1976, p.102.
Estas orientações referem-se a uma doutrina econômica
administrativa da Era Moderna. Assinale a alternativa
CORRETA.
a. Capitalismo.
b. Feudalismo.
c. Comunismo.
d. Escravismo.
e. Mercantilismo.
18. FEI
A famosa frase atribuída a Luis XIV: "O Estado sou eu",
define:
a. O absolutismo;
b. O iluminismo;
c. O liberalismo;
d. O patriotismo do rei;
e. A igualdade democrática.
19. UNIMONTES 2015
O Antigo Regime pode ser entendido como o sistema
político, social e econômico característico na Idade Moderna
Europeia Ocidental. Do ponto de vista político e econômico,
correspondeu a/ao
a. Liberalismo e Fisiocracia.
b. Absolutismo e Mercantilismo.
c. Medievalismo e Feudalismo.
d. Constitucionalismo e Liberalismo.
20. UFF 2010
De acordo com o filósofo inglês Thomas Hobbes
(1588-1679), em seu estado natural, os seres humanos são
livres, competem e lutam entre si. Mas como têm em geral a
mesma força, o conflito se perpetua através das gerações,
criando um ambiente de tensão e medo permanentes. Para
Hobbes, criar uma sociedade submetida à lei e na qual os
seres humanos vivam em paz e deixem de guerrear entre si,
pressupõe que todos os homens renunciem a sua liberdade
original e deleguem a um só deles (o soberano) o poder
completo e inquestionável. A modalidade de governo que
desempenhou importante papel na Filosofia Política
Moderna e que é associada à teoria política de Hobbes é
a/o:
a. Monarquia censitária.
b. Monarquia absoluta.
c. Sistema parlamentar.
d. Despotismo esclarecido.
e. Sistema republicano.
21. ENEM 2009
O que se entende por Corte do antigo regime é, em primeiro
lugar, a casa de habitação dos reis de França, de suas
famílias, de todas as pessoas que, de perto ou de longe,
dela fazem parte. As despesas da Corte, da imensa casa
dos reis, são consignadas no registro das despesas do reino
da França sob a rubrica significativa de Casas Reais.
 Algumas casas de habitação dos reis tiveram grande
efetividade política e terminaram por se transformar em
patrimônio artístico e cultural. Um bom exemplo disso é
a. o Palácio de Versalhes.
b. o Museu Britânico.
c. a Catedral de Colônia.
d. a Casa Branca.
e. a pirâmide do faraó Quéops.
22. CESGRANRIO 1994
Assinale a opção que expressa corretamente uma prática
dos Estados Modernos Absolutos europeus nos séculos XV -
XVIII:
a. Combate aos privilégios da nobreza.
b. Centralização política e administrativa.
c. Política econômica liberal.
d. Fragmentação territorial.
e. Abandono do tributarismo e do fiscalismo.
23. FGV 2003
"Daqui nasce um dilema: é melhor ser amado que temido, ou
o inverso? Respondo que seria preferível ser ambas as
coisas, mas, como é muito difícil conciliá-las, parece-me
muito mais seguro ser temido do que amado, se só se puder
ser uma delas(...)."
(MAQUIAVEL, N., "O Príncipe". 2a ed., Trad., Mira-Sintra - Mem Martins, Ed.
Europa-América, 1976, p.89.)
A respeito do pensamento político de Maquiavel, é correto
afirmar:
a. Mantinha uma nítida vinculação entre a política e os
princípios morais do cristianismo.
b. Apresentava uma clara defesa da representação popular
e dos ideais democráticos.
c. Servia de base para a ofensiva da Igreja em confronto
com os poderes civis na Itália.
d. Sustentava que o objetivo de um governante era a
conquista e a manutenção do poder.
e. Censurava qualquer tipo de ação violenta por parte dos
governantes contra seus súditos.
24. UNIOESTE 2007
O bispo Jacques Bossuet, grande teórico do absolutismo
monárquico, afirmou: "Todo poder vem de Deus. Os
governantes, pois, agem como ministros de Deus e seus
representantes na terra. Resulta de tudo isso que a pessoa
do rei é sagrada e que atacá-lo é sacrilégio. O poder real é
absoluto. O príncipe não precisa dar contas de seus atos a
ninguém."
(In: Coletânea de Documentos Históricos para o 1º grau. São Paulo,
SE/CENP, 1978, p. 79).
Assinale a alternativa que NÃO CARACTERIZA o regime
absolutista de poder:
a. A justificativa do poder real pela teoria do direito divino.
b. A personificação do Estado na figura do rei.
c. A junção, na figura do rei, dos poderes de legislar,
executar e julgar.
d. A centralização administrativa.
e. A noção de representatividade, por delegação através do
voto.
25. UNIR 2010
“O Estado sou eu”. A célebre frase atribuída ao rei francês
Luís XIV, também conhecido como Rei-Sol, sintetiza o
período absolutista na Europa moderna. Em relação ao
Estado absolutista, assinale a afirmativa correta.
a. A política econômica do absolutismo estava baseada no
livre comércio que era controlado pela burguesia.
b. A nobreza havia perdido seus privilégios políticos e
sociais devido às constantes guerras entre os Estados
absolutistas.
c. Os poderes de governos e a autoridade política
encontravam-se centralizados nas mãos do soberano.
d. A burocracia foi reduzida em decorrência da atuação
burguesa que defendia a diminuição da presença estatal na
vida dos súditos.
e. As diversas revoltas camponesas, ocorridas naquele
momento, conquistaram melhorias nas condições de
trabalho no meio rural.
26. UNESP 1993
O início da Época Moderna está ligado a um processo geral
de transformações humanística, artística, cultural e política.
A concentração do poder promoveu um tipo de Estado. Para
alguns pensadores da época, que procuraram fundamentar o
Absolutismo:
a. A função do Estado é agir de acordo com a vontade da
maioria.
b. A História se explica pelo valor da raça de um povo.
c. A fidelidade ao poder absoluto reside na separação dos
três poderes
d. O rei reina por vontade de Deus, sendo assim
considerado o seu representante na Terra
e. A soberania máxima reside no próprio povo.
27. PUC-CAMPINAS
Leia o texto de um clássico da teoria política.
"Daqui nasce um dilema: é melhor ser amado que temido, ou
o inverso? Respondo que seria preferível ser ambas as
coisas, mas, como é muito difícil conciliá-las, parece-me
muito mais seguro ser temido do que amado, se só se puder
ser uma delas."
No texto estão explícitas algumas ideias presentes no
período de formação do Estado Moderno. O autor escreve
numa região convulsionada por crisespolíticas, ameaças
externas e ausência de unidade nacional. O autor, a obra, o
país e o tipo de Estado, que o mesmo defendia, são,
respectivamente:
a. Jacques Bossuet, POLÍTICA, França e o Estado Liberal.
b. Thomas Hobbes, LEVIATÃ, Inglaterra e o Estado
Mercantil.
c. Tomás Morus, A Utopia, Alemanha e o Estado Socialista.
d. Nicolau Maquiavel, O PRÍNCIPE, Itália e o Estado
Absolutista.
e. Jean Bodin, A REPÚBLICA, Bélgica e o Estado
Democrático.
28. MACKENZIE
O período de predomínio do mercantilismo caracteriza-se:
a. pela extinção das empresas monopolistas;
b. pela luta entre mercadores e manufaturadores;
c. pela grande acumulação de metais preciosos;
d. pelo desaparecimento das guildas;
e. pelo surgimento dos primeiros socialistas.
29. FAAP
O mercantilismo, política econômica praticada pelos
monarcas europeus, na época moderna, teve como
característica a(o):
a. Liberdade do comércio colonial.
b. Estímulo às importações de manufaturados.
c. Manutenção da balança comercial favorável.
d. Estímulo à agricultura.
e. Combate à escravidão.
30. UFSJ 2005
A Idade Moderna (séculos XV-XVII) foi um período de
transformações econômicas, políticas, culturais e religiosas
na Europa e influenciou o Mundo todo. Foram fatos
importantes dessas mudanças:
a. as exportações de capitais para o terceiro-mundo; os
regimes republicanos e as monarquias constitucionais; o
neodarwinismo; o ateísmo cientificista.
b. o desenvolvimento da indústria fabril; o liberalismo político
no continente europeu; a publicação da enciclopédia
iluminista; a laicização ilustrada.
c. as corporações de ofício; as relações de suserania e a
vassalagem; o surgimento das primeiras universidades
européias; a Companhia de Jesus.
d. o surgimento de um mercado mundial mercantilista; o
fortalecimento do poder dos reis; a criação da imprensa; a
quebra do monopólio religioso católico.
GABARITO: 1) a, 2) a, 3) a, 4) c, 5) c, 6) e, 7) a, 8) e, 9) e,
10) d, 11) d, 12) c, 13) b, 14) e, 15) b, 16) d, 17) e, 18) a, 19)
b, 20) b, 21) a, 22) b, 23) d, 24) e, 25) c, 26) d, 27) d, 28) c,
29) c, 30) d,

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