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Exercício 01 - Escravidão e Imigração

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Questões resolvidas

(FUVEST) "Naquela época não tinha maquinaria, meu pai trabalhava na enxada. Meu pai era de Módena, minha mãe era de Capri e ficaram muito tempo na roça. Depois a família veio morar nessa travessa da avenida Paulista; agora es-tá tudo mudado, já não entendo nada dessas ruas". Esse trecho de um depoi-mento de um descendente de imigrante, transcrito na obra MEMÓRIA E SOCIE-DADE, de Ecléa Bosi, constitui um documento importante para a análise da imigração europeia para o Brasil, organizada pelos fazendeiros de café nas primeiras décadas do século XX, baseada em contratos de trabalho conhecidos como "sistema de parceria".


Qual foi a solução encontrada pelos cafeicultores do oeste paulista para resolver o problema da falta de braços nas lavouras de café após o fim do tráfico negreiro?


Organizaram um sistema de pagamento para que os trabalhadores livres no Brasil substituíssem a mão de obra escrava.
Passaram a pagar ex-escravizados para que trabalhassem nas lavouras e suprissem a falta de novos escravizados vindos da África.
Partiram para o contrabando de escravizados para continuar abastecendo suas lavouras.
Começaram a utilizar a mão de obra de imigrantes europeus e desenvolveram o sistema de parceria.
Formaram uma frente ampla no congresso que fosse capaz de revogar a proibição do tráfico.

Podemos identificar, como condições que favoreceram o processo de industrialização e crescimento urbano acelerado no Brasil, exceto:


a crise da economia agrícola cafeeira, com a abolição da escravatura, ocasionando a aplicação de capitais estrangeiros na produção fabril.
os lucros auferidos com a produção e a comercialização do café, que deram origem ao capital para a instalação de indústrias e importação de mão de obra estrangeira.
os capitais oriundos da exportação da borracha amazônica e da introdução de mão de obra assalariada nas áreas agrícolas cafeeiras.
a crise provocada pelo fim do tráfico de escravos que deu início à política de imigração e liberou capitais internacionais para a instalação de indústrias.
a crise da economia açucareira do nordeste que propiciou um intenso êxodo rural e a consequente aplicação de capitais no setor fabril em outras regiões brasileiras.

Qual foi a experiência representada pela adoção do sistema de parceria para o suprimento de mão de obra livre na lavoura cafeeira?


ensaiada pelo governo federal, apesar da forte oposição oferecida pelo governador Nicolau Vergueiro.
que se revelou prejudicial aos imigrantes, conforme relato elaborado por um colono europeu.
que dispensava acordo contratual.
única para o acesso legal à propriedade da terra.
que não implicava no reembolso de despesas e endividamento prolongado.

O que foi o Bill Aberdeen, aprovado pelo Parlamento inglês em 1845?


uma lei que autorizava a marinha inglesa a apresar navios negreiros em qualquer parte do oceano.
uma proibição de importação de produtos brasileiros para que não concorressem com os das colônias antilhanas.
uma imposição legal de libertação dos recém-nascidos, filhos de mãe escrava.
um tratado pelo qual o governo brasileiro privilegiava a importação de mercadorias britânicas.
uma lei que abolia a escravidão nas colônias inglesas do Caribe e da África.

Sobre o fim do tráfico negreiro, o que aconteceu após o fim do tráfico de escravos?

Os cafeicultores, tanto de São Paulo como do vale do Paraíba, recorreram à compra de escravos em território brasileiro.
Fazendeiros das províncias do Norte em dificuldades econômicas, pela perda de competitividade do açúcar no mercado externo, pela perda do mercado africano para o tabaco que produziam, destinado a adquirir escravos na África, passaram a vender escravos para o Sul.
Tinha início outro tipo de tráfico negreiro, um tráfico interno, que ficou conhecido como tráfico interprovincial.
Apenas a afirmativa I está correta.
Apenas a afirmativa II está correta.
Apenas a afirmativa III está correta.
As afirmativas I e II estão corretas.
Todas as afirmativas estão corretas.

De acordo com a historiadora, como os cafeicultores do Centro-Sul continuaram abastecendo suas lavouras com mão de obra escrava?

A historiadora explica que os cafeicultores do Centro-Sul passaram a comprar escravizados da região norte, que passava por uma crise econômica.
Mesmo com a proibição do tráfico no ano de 1850, os cafeicultores do Centro-Sul organizaram maneiras de continuar através do contrabando.
A maneira encontrada pelos cafeicultores do Centro-Sul foi a escravização de indígenas daquela região, ainda que a medida fosse proibida por lei.
De acordo com Dolhnikoff, os cafeicultores do Centro-Sul melhoraram o tratamento dos escravizados para que pudessem contar com seu trabalho por mais tempo.
Miriam Dolhnikoff afirma que se desenvolveu um “tráfico interprovincial” entre os cafeicultores do Centro-Sul e países vizinhos como Argentina e Uruguai.
a) Apenas a afirmativa I está correta.
b) Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
c) Apenas as afirmativas II e III estão corretas.
d) Apenas as afirmativas III e IV estão corretas.
e) Todas as afirmativas estão corretas.

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Questões resolvidas

(FUVEST) "Naquela época não tinha maquinaria, meu pai trabalhava na enxada. Meu pai era de Módena, minha mãe era de Capri e ficaram muito tempo na roça. Depois a família veio morar nessa travessa da avenida Paulista; agora es-tá tudo mudado, já não entendo nada dessas ruas". Esse trecho de um depoi-mento de um descendente de imigrante, transcrito na obra MEMÓRIA E SOCIE-DADE, de Ecléa Bosi, constitui um documento importante para a análise da imigração europeia para o Brasil, organizada pelos fazendeiros de café nas primeiras décadas do século XX, baseada em contratos de trabalho conhecidos como "sistema de parceria".


Qual foi a solução encontrada pelos cafeicultores do oeste paulista para resolver o problema da falta de braços nas lavouras de café após o fim do tráfico negreiro?


Organizaram um sistema de pagamento para que os trabalhadores livres no Brasil substituíssem a mão de obra escrava.
Passaram a pagar ex-escravizados para que trabalhassem nas lavouras e suprissem a falta de novos escravizados vindos da África.
Partiram para o contrabando de escravizados para continuar abastecendo suas lavouras.
Começaram a utilizar a mão de obra de imigrantes europeus e desenvolveram o sistema de parceria.
Formaram uma frente ampla no congresso que fosse capaz de revogar a proibição do tráfico.

Podemos identificar, como condições que favoreceram o processo de industrialização e crescimento urbano acelerado no Brasil, exceto:


a crise da economia agrícola cafeeira, com a abolição da escravatura, ocasionando a aplicação de capitais estrangeiros na produção fabril.
os lucros auferidos com a produção e a comercialização do café, que deram origem ao capital para a instalação de indústrias e importação de mão de obra estrangeira.
os capitais oriundos da exportação da borracha amazônica e da introdução de mão de obra assalariada nas áreas agrícolas cafeeiras.
a crise provocada pelo fim do tráfico de escravos que deu início à política de imigração e liberou capitais internacionais para a instalação de indústrias.
a crise da economia açucareira do nordeste que propiciou um intenso êxodo rural e a consequente aplicação de capitais no setor fabril em outras regiões brasileiras.

Qual foi a experiência representada pela adoção do sistema de parceria para o suprimento de mão de obra livre na lavoura cafeeira?


ensaiada pelo governo federal, apesar da forte oposição oferecida pelo governador Nicolau Vergueiro.
que se revelou prejudicial aos imigrantes, conforme relato elaborado por um colono europeu.
que dispensava acordo contratual.
única para o acesso legal à propriedade da terra.
que não implicava no reembolso de despesas e endividamento prolongado.

O que foi o Bill Aberdeen, aprovado pelo Parlamento inglês em 1845?


uma lei que autorizava a marinha inglesa a apresar navios negreiros em qualquer parte do oceano.
uma proibição de importação de produtos brasileiros para que não concorressem com os das colônias antilhanas.
uma imposição legal de libertação dos recém-nascidos, filhos de mãe escrava.
um tratado pelo qual o governo brasileiro privilegiava a importação de mercadorias britânicas.
uma lei que abolia a escravidão nas colônias inglesas do Caribe e da África.

Sobre o fim do tráfico negreiro, o que aconteceu após o fim do tráfico de escravos?

Os cafeicultores, tanto de São Paulo como do vale do Paraíba, recorreram à compra de escravos em território brasileiro.
Fazendeiros das províncias do Norte em dificuldades econômicas, pela perda de competitividade do açúcar no mercado externo, pela perda do mercado africano para o tabaco que produziam, destinado a adquirir escravos na África, passaram a vender escravos para o Sul.
Tinha início outro tipo de tráfico negreiro, um tráfico interno, que ficou conhecido como tráfico interprovincial.
Apenas a afirmativa I está correta.
Apenas a afirmativa II está correta.
Apenas a afirmativa III está correta.
As afirmativas I e II estão corretas.
Todas as afirmativas estão corretas.

De acordo com a historiadora, como os cafeicultores do Centro-Sul continuaram abastecendo suas lavouras com mão de obra escrava?

A historiadora explica que os cafeicultores do Centro-Sul passaram a comprar escravizados da região norte, que passava por uma crise econômica.
Mesmo com a proibição do tráfico no ano de 1850, os cafeicultores do Centro-Sul organizaram maneiras de continuar através do contrabando.
A maneira encontrada pelos cafeicultores do Centro-Sul foi a escravização de indígenas daquela região, ainda que a medida fosse proibida por lei.
De acordo com Dolhnikoff, os cafeicultores do Centro-Sul melhoraram o tratamento dos escravizados para que pudessem contar com seu trabalho por mais tempo.
Miriam Dolhnikoff afirma que se desenvolveu um “tráfico interprovincial” entre os cafeicultores do Centro-Sul e países vizinhos como Argentina e Uruguai.
a) Apenas a afirmativa I está correta.
b) Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
c) Apenas as afirmativas II e III estão corretas.
d) Apenas as afirmativas III e IV estão corretas.
e) Todas as afirmativas estão corretas.

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Pincel Atômico - 16/10/2023 21:39:19 1/4
GILDOMIR SIMÕES
SUCUPIRA JUNIOR
Exerc?cio Caminho do Conhecimento - Etapa 22 (17532)
Atividade finalizada em 16/10/2023 21:38:52 (1228416 / 2)
LEGENDA
Resposta correta na questão
# Resposta correta - Questão Anulada
X Resposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:
PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: HISTÓRIA DO BRASIL COLONIAL E IMPERIAL [868604] - Avaliação com 8 questões, com o peso
total de 1,67 pontos [capítulos - 5]
Turma:
Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em História - Grupo: FPD-MAIO2023 - SGegu0A250523 [92530]
Aluno(a):
91472064 - GILDOMIR SIMÕES SUCUPIRA JUNIOR - Respondeu 7 questões corretas, obtendo um total de 1,46 pontos como nota
[356943_778
64]
Questão
001
Nas últimas décadas da escravidão no Brasil, a historiadora Miriam Dolhnikoff escreve
que começava a se construir uma mudança de percepção sobre o tema nas grandes
cidades:
“Nas cidades, a experiência concreta de atividades próprias de centros urbanos e
maior acesso à informação do que na zona rural propiciavam o surgimento de ideários
distintos, nos quais predominava o anseio pela modernização do país. Os escravos
estavam presentes nas cidades, onde eram explorados de diversas formas. No
entanto, a partir do final da década de 1860, as transformações no cenário urbano
propiciaram mudanças na percepção sobre a escravidão. Como resultado de
investimentos do capital inglês e nacional houve crescente modernização na
infraestrutura, como no transporte e no abastecimento de água, e com eles novos
grupos de profissionais surgiram: engenheiros, condutores de bondes, operários, etc.
Outras atividades ganharam maior dimensão. Um número crescente de jornalistas,
tipógrafos, advogados e médicos povoava as cidades. Os meios de comunicação com
outros países tornaram-se mais rápidos e eficientes, com os navios a vapor e, depois,
o telégrafo, acelerando a troca de ideias. Nesse contexto, a escravidão foi se tornando
sinônimo de um arcaísmo desumano e um obstáculo à construção de um país
moderno”.
(DOLHNIKOFF, Miriam. História do Brasil Império. São Paulo: Contexto, 2017. p.
116).
A partir das informações do trecho acima e dos seus conhecimentos, em que essa
modernização se relaciona com os movimentos pela abolição da escravidão?
 
A modernização fez com que os políticos brasileiros organizassem o movimento
abolicionista, indo de encontro ao que esperava a sociedade civil.
A interferência da Inglaterra na economia das grandes cidades fez com que os
ingleses moradores do Brasil organizassem o movimento abolicionista.
A modernização citada pela autora fez com que as informações sobre a situação
brasileira chegassem aos países vizinhos, que se organizaram e exigiram do governo
brasileiro a abolição da escravidão.
Apesar da modernização citada pela autora, isto não teve relação com a abolição,
tendo em vista que foi uma escolha exclusiva da princesa Isabel e contrariou grande
parte da sociedade.
X
Todos os dados apontados pela historiadora demonstram a incompatibilidade da
modernização com a escravidão, o que levou à organização civil do movimento
abolicionista.
Pincel Atômico - 16/10/2023 21:39:19 2/4
[356942_772
93]
Questão
002
(FUVEST) "Naquela época não tinha maquinaria, meu pai trabalhava na enxada. Meu
pai era de Módena, minha mãe era de Capri e ficaram muito tempo na roça. Depois a
família veio morar nessa travessa da avenida Paulista; agora es-tá tudo mudado, já
não entendo nada dessas ruas". Esse trecho de um depoi-mento de um descendente
de imigrante, transcrito na obra MEMÓRIA E SOCIE-DADE, de Ecléa Bosi, constitui
um documento importante para a análise
da crise na produção cafeeira da primeira década do século XX, que forçou os
fazendeiros paulistas a desempregar milhares de imigrantes italianos, aceleran-do o
processo de industrialização.
X
da imigração europeia para o Brasil, organizada pelos fazendeiros de café nas
primeiras décadas do século XX, baseada em contratos de trabalho conheci-dos como
"sistema de parceria".
do percurso migratório italiano promovido pelos governos italiano e paulista, que
organizavam a transferência de trabalhadores rurais para o setor manufa-tureiro.
da imigração italiana, caracterizada pela contratação de mão de obra es-trangeira
para a lavoura cafeeira, e do posterior processo de migração e de crescimento urbano
de São Paulo.
do processo de crescimento urbano paulista no início do século atual, que de-
sencadeou crises constantes entre fazendeiros de café e industriais.
[356944_778
67]
Questão
003
Com o fim do tráfico negreiro, seria questão de tempo para que faltassem braços nas
lavouras de café. Ainda que tivessem recorrido ao tráfico interprovincial, o preço dos
escravizados estava cada vez maior devido à proibição do tráfico. Qual foi a solução
encontrada pelos cafeicultores do oeste paulista para resolver este problema?
 
Organizaram um sistema de pagamento para que os trabalhadores livres no Brasil
substituíssem a mão de obra escrava.
Passaram a pagar ex-escravizados para que trabalhassem nas lavouras e suprissem
a falta de novos escravizados vindos da África.
Partiram para o contrabando de escravizados para continuar abastecendo suas
lavouras.
X
Começaram a utilizar a mão de obra de imigrantes europeus e desenvolveram o
sistema de parceria.
Formaram uma frente ampla no congresso que fosse capaz de revogar a proibição do
tráfico.
[356942_773
00]
Questão
004
(FUVEST) Há mais de um século, teve início no Brasil um processo de industriali-
zação e crescimento urbano acelerado. Podemos identificar, como condições que
favoreceram essas transformações
a crise da economia agrícola cafeeira, com a abolição da escravatura, ocasionando a
aplicação de capitais estrangeiros na produção fabril.
X
os lucros auferidos com a produção e a comercialização do café, que deram origem
ao capital para a instalação de indústrias e importação de mão de obra estrangeira.
os capitais oriundos da exportação da borracha amazônica e da introdução de mão de
obra assalariada nas áreas agrícolas cafeeiras.
a crise provocada pelo fim do tráfico de escravos que deu início à política de
imigração e liberou capitais internacionais para a instalação de indústrias.
a crise da economia açucareira do nordeste que propiciou um intenso êxodo rural e a
consequente aplicação de capitais no setor fabril em outras regiões brasileiras.
Pincel Atômico - 16/10/2023 21:39:19 3/4
[356942_773
04]
Questão
005
(UNESP) A adoção do sistema de parceria, como alternativa para o suprimento de
mão de obra livre na lavoura cafeeira, representou experiência
ensaiada pelo governo federal, apesar da forte oposição oferecida pelo governador
Nicolau Vergueiro.
X
que se revelou prejudicial aos imigrantes, conforme relato elaborado por um colono
europeu.
que dispensava acordo contratual.
única para o acesso legal à propriedade da terra.
que não implicava no reembolso de despesas e endividamento prolongado.
[356942_773
02]
Questão
006
(FUVEST) O Bill Aberdeen, aprovado pelo Parlamento inglês em 1845, foi
X
uma lei que autorizava a marinha inglesa a apresar navios negreiros em qualquer
parte do oceano.
uma proibição de importação de produtos brasileiros para que não concorres-sem
com os das colônias antilhanas.
uma imposição legal de libertação dos recém-nascidos, filhos de mãe escrava.
um tratado pelo qual o governo brasileiro privilegiava a importação de mercadorias
britânicas.
uma lei que abolia a escravidão nas colônias inglesas do Caribe e da África.
[356943_778
60]
Questão
007
Sobre o fim do tráfico negreiro, a historiadora Miriam Dolhnikoff escreve que:
“Após o fim do tráfico, os cafeicultores, tanto de São Paulo como do vale do Paraíba,
recorreram à compra de escravos em território brasileiro. Fazendeiros das províncias
do Norte em dificuldades econômicas, pela perda de competitividade do açúcar no
mercado externo, pela perda do mercado africano para o tabaco que produziam,
destinado a adquirir escravos na África, passaram a venderescravos para o Sul.
Tinha início outro tipo de tráfico negreiro, um tráfico interno, que ficou conhecido como
tráfico interprovincial. Com ele, houve deslocamento de grande população escrava do
Norte para o Centro-Sul e a concentração nessa região de boa parte dos escravos do
país”.
(DOLHNIKOFF, Miriam. História do Brasil Império. São Paulo: Contexto, 2017. p.
115).
De acordo com a historiadora, como os cafeicultores do Centro-Sul continuaram
abastecendo suas lavouras com mão de obra escrava?
 
X
A historiadora explica que os cafeicultores do Centro-Sul passaram a comprar
escravizados da região norte, que passava por uma crise econômica.
Mesmo com a proibição do tráfico no ano de 1850, os cafeicultores do Centro-Sul
organizaram maneiras de continuar através do contrabando.
A maneira encontrada pelos cafeicultores do Centro-Sul foi a escravização de
indígenas daquela região, ainda que a medida fosse proibida por lei.
De acordo com Dolhnikoff, os cafeicultores do Centro-Sul melhoraram o tratamento
dos escravizados para que pudessem contar com seu trabalho por mais tempo.
Miriam Dolhnikoff afirma que se desenvolveu um “tráfico interprovincial” entre os
cafeicultores do Centro-Sul e países vizinhos como Argentina e Uruguai.
Pincel Atômico - 16/10/2023 21:39:19 4/4
[356942_773
08]
Questão
008
(FATEC) "O negro não só é o trabalhador dos campos, mas também o mecâni-co, não
só racha a lenha e vai buscar água, mas também, com a habilidade de suas mãos,
contribui para fabricar os luxos da vida civilizada. O brasileiro usa-o em todas as
ocasiões e de todos os modos possíveis..." (Thomaz Nelson - 1846), com relação à
utilização do trabalho escravo na economia brasileira do século XIX, é correto afirmar
a abolição da escravidão, em 1888, deve-se principalmente à resistência dos escravos
nos quilombos e às ideias abolicionistas dos setores mercantis.
com a independência de 1822, a sociedade escravista se modificou profundamente,
abrindo espaços para uma produção industrial voltada para o mercado interno.
X
a utilização de ferramentas e máquinas foi muito restrita na sociedade escravista; com
isso, o escravo negro foi o elemento principal de toda a atividade produtiva colonial.
a utilização do negro africano na economia colonial brasileira gerou um gran-de
conflito entre os vários proprietários de terras que mantinham o monopólio de
utilização do braço indígena.
devido a sua indolência e incapacidade física, o índio brasileiro não se adaptou ao
trabalho escravo.

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