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AVA2-DIREITO DAS COISAS AVII

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Leia o excerto a seguir: “A função social deita raízes nos direitos sociais, coletivos e contrapõem-se aos direitos individuais. A função social integra, pois, o próprio direito de propriedade, juntamente com os demais poderes de uso, gozo, disposição e persecução do direito de propriedade.” Fonte: MELLO, C. M. Direito civil: direito das coisas. 2. ed. Rio de Janeiro: Maria Augusta Delgado, 2017. p. 179.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a função social da propriedade, pode-se afirmar que:
a desapropriação da propriedade exclui a indenização.
a propriedade é atributo da função social.
o direito de propriedade é assegurado constitucionalmente.
a função social da propriedade foi observada pela primeira vez na CF de 1988.
a propriedade deve respeitar a vontade do proprietário.

“Verifica-se a existência do condomínio quando mais de uma pessoa tem a propriedade sobre determinado bem, seja ele móvel ou imóvel. De acordo com as lições de Rubens Limongi França, o condomínio “é a espécie de propriedade em que dois ou mais sujeitos são titulares, em comum, de uma coisa indivisa (pro indiviso), atribuindo-se a cada condômino uma parte ou fração ideal da mesma coisa” (LIMONGI FRANÇA, RubensI.n stituições..., 1996, p. 497).” Fonte: TARTUCE. F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 474.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre condomínio, pode-se afirmar sobre os efeitos da posse que:
no condomínio, há um conjunto de pessoas.
condomínio pode ser classificado pela origem, forma e objeto.
o condomínio tem natureza pessoal.
o condomínio tem natureza contratual.
condomínio convencional decorre de herança.

Leia o trecho a seguir: ‘‘[…] Além das clássicas ações possessórias (manutenção, reintegração e interdito proibitório), há outros procedimentos judiciais, previstos em nosso ordenamento, e que afetam diretamente a posse, como a ação de nunciação de obra nova e os embargos de terceiro [...].” Fonte: NADER. P. Curso de Direito Civil: direito das coisas. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2016. p. 112.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre defesa possessória e outras ações de interesse do possuidor, pode-se afirmar que a ação de imissão na posse:
visa impedir ameaça.
visa impedir que determinada obra continue.
é ação possessória.
é possível a fungibilidade com a ação de manutenção de posse.
visa obter a posse que nunca teve.

Leia o trecho a seguir: "Os frutos devem pertencer ao proprietário, como acessórios da coisa. Sendo dele a coisa principal, dele também terão que ser as coisas acessórias, segundo o princípio accessorium sequitur suum principale (CC, art. 92). Essa regra, contudo, não prevalece quando o possuidor está possuindo de boa-fé, isto é, com a convicção de que é seu o bem possuído. Há nesses casos dois direitos que se afrontam, o do proprietário e o do possuidor, e o deste prevalecerá quando se estadear a boa-fé de quem possui [...]." Fonte: GONÇALVES, C. A. Direito Civil: direito das coisas. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2019. p. 186.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre as benfeitorias e o direito de retenção, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).
I. ( ) As benfeitorias úteis serão indenizadas se autorizadas pelo proprietário.
II. ( ) O possuidor pagará um valor (solarium) ao proprietário pelas benfeitorias.
III. ( ) O valor da indenização ao possuidor de má-fé será dada pelo reivindicante.
IV. ( ) Os produtos e os frutos se produzem periodicamente.
V. ( ) O possuidor de boa-fé poderá levantar a benfeitoria voluptuária.
V, V, F, F, V.
F, V, V, F, F.
F, F, F, V, V.
F, F, V, F, V.
V, F, V, F, F.

Leia o trecho a seguir: "Além das ações de que se pode valer o possuidor, na defesa de sua condição ou de seu estado, assegura-lhe ainda a ordem jurídica o ressarcimento do dano. Este problema encontra solução, quer nos princípios gerais de direito, quer em disposição específica. E divide os civilistas, que ora assentam a reparação do dano na regra geral da responsabilidade aquiliana (Messineo, Barassi, Colasurdo), ora na estrutura mesma da proteção possessória (Montel, Ruggiero e Maroi, Vittone Zuccalà)." Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 80.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado, pode-se afirmar que o possuidor de boa-fé:
responde pela deterioração e dano.
responde objetivamente pela perda e dano.
responde pela perda ou deterioração nos casos fortuitos ou de força maior.
responde pelo dano e prejuízo.
responde pela perda ou deterioração que der causa.

Leia o excerto a seguir: “Ao formular seus juízos de valor, visando o equilíbrio nas relações interindividuais, o legislador favorece a quem age de boa-fé e penaliza o que obrou de má-fé. Exemplo da aplicação deste critério são as regras sobre os frutos percebidos, analisadas no item anterior [...].” Fonte: NADER, P. Curso de Direito Civil: direito das coisas. Rio de Janeiro: Forense, 2016. p. 115.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a percepção dos frutos, pode-se afirmar que o possuidor de má-boa-fé, no que tange os frutos percebidos:
poderá ser indenizado pelo proprietário.
permanecerá com os frutos.
deverá indenizar o proprietário.
deverá restituí-los.
terá direito a eles.

Leia o trecho a seguir: "O principal efeito é a defesa da posse (jus possessions), isto é, o direito de defender a posse. Assim, o possuidor, independentemente da natureza da posse, poderá defendê-la contra terceiros que a molestem. Isto quer dizer que o possuidor tem o direito de defender a sua posse, mesmo tendo-a adquirido de maneira viciada." Fonte: MELLO, C. M. Direito Civil: direito das coisas. 2. ed. rev., Maria Augusta Delgado: Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 122.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre efeito da posse e a proteção possessória, analise as afirmativas a seguir:
I. O possuidor possui a faculdade de defender a posse pelo desforço imediato.
II. O domínio pode ser alegado na defesa da posse.
III. A posse pode sofrer três tipos de ameaça (esbulho, turbação e ameaça).
IV. As ações possessórias protegem a posse.
III e IV.
I, III e IV.
I e II.
I e III.
II e IV.

Leia o trecho a seguir: “O nosso Código Civil não dá uma definição de propriedade, preferindo enunciar os poderes do proprietário (art. 1.228): ‘O proprietário tem a faculdade de usar, gozar e dispor da coisa, e o direito de reavê-la do poder de quem quer que injustamente a possua ou detenha’.” Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 94.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre conceituação e classificação da propriedade, pode-se afirmar que a propriedade é:
limitada, em decorrência da sua função social.
a faculdade de reaver o bem de qualquer pessoa.
comum, quando há dois proprietários de um bem.
um direito ilimitado, absoluto.
o poder jurídico que o proprietário tem de usar, gozar, dispor e reaver a coisa.

Leia o trecho a seguir: "Mas a harmonia social não se compadece com a ideia de vir o proprietário a agir de tal modo que o exercício de seu direito se converta em sacrifício ou moléstia ao seu vizinho. Daí dizer a lei (Código Civil, art. 1.277) que o proprietário ou possuidor de um prédio tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e à saúde dos que o habitam, provocadas pela utilização da propriedade vizinha." Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 203.
Considerando o tratamento que o Código Civil dá à propriedade e o conteúdo estudado sobre o direito de vizinhança, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Os direitos de vizinhança são limitações ao direito de propriedade.
II. O abuso de direito se faz no exercício irregular ou anormal de direito.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta do I.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.

Leia o excerto a seguir: "[...] O fundamento para a intervenção do Estado na propriedade é a supremacia do interesse público. Ora, na colidência de um interesse público e um interesse privado é aquele que prevalece, já que o sacrifício do direito individual do proprietário está ancorado no interesse coletivo." Fonte: MELLO, C. M. Direito civil: direito das coisas. 2. ed. Rio de Janeiro: Maria Augusta Delgado, 2017. p. 196.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a limitação ao exercício da propriedade, é correto afirmar que a desapropriação urbanística:
é medida administrativa, de caráter geral.
determina a promoção da terra.
descumpre o plano diretor.
decorre de perigo iminente público.
surge para atender um interesse público.

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Questões resolvidas

Leia o excerto a seguir: “A função social deita raízes nos direitos sociais, coletivos e contrapõem-se aos direitos individuais. A função social integra, pois, o próprio direito de propriedade, juntamente com os demais poderes de uso, gozo, disposição e persecução do direito de propriedade.” Fonte: MELLO, C. M. Direito civil: direito das coisas. 2. ed. Rio de Janeiro: Maria Augusta Delgado, 2017. p. 179.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a função social da propriedade, pode-se afirmar que:
a desapropriação da propriedade exclui a indenização.
a propriedade é atributo da função social.
o direito de propriedade é assegurado constitucionalmente.
a função social da propriedade foi observada pela primeira vez na CF de 1988.
a propriedade deve respeitar a vontade do proprietário.

“Verifica-se a existência do condomínio quando mais de uma pessoa tem a propriedade sobre determinado bem, seja ele móvel ou imóvel. De acordo com as lições de Rubens Limongi França, o condomínio “é a espécie de propriedade em que dois ou mais sujeitos são titulares, em comum, de uma coisa indivisa (pro indiviso), atribuindo-se a cada condômino uma parte ou fração ideal da mesma coisa” (LIMONGI FRANÇA, RubensI.n stituições..., 1996, p. 497).” Fonte: TARTUCE. F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 474.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre condomínio, pode-se afirmar sobre os efeitos da posse que:
no condomínio, há um conjunto de pessoas.
condomínio pode ser classificado pela origem, forma e objeto.
o condomínio tem natureza pessoal.
o condomínio tem natureza contratual.
condomínio convencional decorre de herança.

Leia o trecho a seguir: ‘‘[…] Além das clássicas ações possessórias (manutenção, reintegração e interdito proibitório), há outros procedimentos judiciais, previstos em nosso ordenamento, e que afetam diretamente a posse, como a ação de nunciação de obra nova e os embargos de terceiro [...].” Fonte: NADER. P. Curso de Direito Civil: direito das coisas. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2016. p. 112.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre defesa possessória e outras ações de interesse do possuidor, pode-se afirmar que a ação de imissão na posse:
visa impedir ameaça.
visa impedir que determinada obra continue.
é ação possessória.
é possível a fungibilidade com a ação de manutenção de posse.
visa obter a posse que nunca teve.

Leia o trecho a seguir: "Os frutos devem pertencer ao proprietário, como acessórios da coisa. Sendo dele a coisa principal, dele também terão que ser as coisas acessórias, segundo o princípio accessorium sequitur suum principale (CC, art. 92). Essa regra, contudo, não prevalece quando o possuidor está possuindo de boa-fé, isto é, com a convicção de que é seu o bem possuído. Há nesses casos dois direitos que se afrontam, o do proprietário e o do possuidor, e o deste prevalecerá quando se estadear a boa-fé de quem possui [...]." Fonte: GONÇALVES, C. A. Direito Civil: direito das coisas. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2019. p. 186.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre as benfeitorias e o direito de retenção, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).
I. ( ) As benfeitorias úteis serão indenizadas se autorizadas pelo proprietário.
II. ( ) O possuidor pagará um valor (solarium) ao proprietário pelas benfeitorias.
III. ( ) O valor da indenização ao possuidor de má-fé será dada pelo reivindicante.
IV. ( ) Os produtos e os frutos se produzem periodicamente.
V. ( ) O possuidor de boa-fé poderá levantar a benfeitoria voluptuária.
V, V, F, F, V.
F, V, V, F, F.
F, F, F, V, V.
F, F, V, F, V.
V, F, V, F, F.

Leia o trecho a seguir: "Além das ações de que se pode valer o possuidor, na defesa de sua condição ou de seu estado, assegura-lhe ainda a ordem jurídica o ressarcimento do dano. Este problema encontra solução, quer nos princípios gerais de direito, quer em disposição específica. E divide os civilistas, que ora assentam a reparação do dano na regra geral da responsabilidade aquiliana (Messineo, Barassi, Colasurdo), ora na estrutura mesma da proteção possessória (Montel, Ruggiero e Maroi, Vittone Zuccalà)." Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 80.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado, pode-se afirmar que o possuidor de boa-fé:
responde pela deterioração e dano.
responde objetivamente pela perda e dano.
responde pela perda ou deterioração nos casos fortuitos ou de força maior.
responde pelo dano e prejuízo.
responde pela perda ou deterioração que der causa.

Leia o excerto a seguir: “Ao formular seus juízos de valor, visando o equilíbrio nas relações interindividuais, o legislador favorece a quem age de boa-fé e penaliza o que obrou de má-fé. Exemplo da aplicação deste critério são as regras sobre os frutos percebidos, analisadas no item anterior [...].” Fonte: NADER, P. Curso de Direito Civil: direito das coisas. Rio de Janeiro: Forense, 2016. p. 115.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a percepção dos frutos, pode-se afirmar que o possuidor de má-boa-fé, no que tange os frutos percebidos:
poderá ser indenizado pelo proprietário.
permanecerá com os frutos.
deverá indenizar o proprietário.
deverá restituí-los.
terá direito a eles.

Leia o trecho a seguir: "O principal efeito é a defesa da posse (jus possessions), isto é, o direito de defender a posse. Assim, o possuidor, independentemente da natureza da posse, poderá defendê-la contra terceiros que a molestem. Isto quer dizer que o possuidor tem o direito de defender a sua posse, mesmo tendo-a adquirido de maneira viciada." Fonte: MELLO, C. M. Direito Civil: direito das coisas. 2. ed. rev., Maria Augusta Delgado: Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 122.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre efeito da posse e a proteção possessória, analise as afirmativas a seguir:
I. O possuidor possui a faculdade de defender a posse pelo desforço imediato.
II. O domínio pode ser alegado na defesa da posse.
III. A posse pode sofrer três tipos de ameaça (esbulho, turbação e ameaça).
IV. As ações possessórias protegem a posse.
III e IV.
I, III e IV.
I e II.
I e III.
II e IV.

Leia o trecho a seguir: “O nosso Código Civil não dá uma definição de propriedade, preferindo enunciar os poderes do proprietário (art. 1.228): ‘O proprietário tem a faculdade de usar, gozar e dispor da coisa, e o direito de reavê-la do poder de quem quer que injustamente a possua ou detenha’.” Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 94.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre conceituação e classificação da propriedade, pode-se afirmar que a propriedade é:
limitada, em decorrência da sua função social.
a faculdade de reaver o bem de qualquer pessoa.
comum, quando há dois proprietários de um bem.
um direito ilimitado, absoluto.
o poder jurídico que o proprietário tem de usar, gozar, dispor e reaver a coisa.

Leia o trecho a seguir: "Mas a harmonia social não se compadece com a ideia de vir o proprietário a agir de tal modo que o exercício de seu direito se converta em sacrifício ou moléstia ao seu vizinho. Daí dizer a lei (Código Civil, art. 1.277) que o proprietário ou possuidor de um prédio tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e à saúde dos que o habitam, provocadas pela utilização da propriedade vizinha." Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 203.
Considerando o tratamento que o Código Civil dá à propriedade e o conteúdo estudado sobre o direito de vizinhança, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Os direitos de vizinhança são limitações ao direito de propriedade.
II. O abuso de direito se faz no exercício irregular ou anormal de direito.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta do I.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.

Leia o excerto a seguir: "[...] O fundamento para a intervenção do Estado na propriedade é a supremacia do interesse público. Ora, na colidência de um interesse público e um interesse privado é aquele que prevalece, já que o sacrifício do direito individual do proprietário está ancorado no interesse coletivo." Fonte: MELLO, C. M. Direito civil: direito das coisas. 2. ed. Rio de Janeiro: Maria Augusta Delgado, 2017. p. 196.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a limitação ao exercício da propriedade, é correto afirmar que a desapropriação urbanística:
é medida administrativa, de caráter geral.
determina a promoção da terra.
descumpre o plano diretor.
decorre de perigo iminente público.
surge para atender um interesse público.

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DIREITO DAS COISAS AVII 
1-Pergunta 1 
/0,1 
Leia o excerto a seguir: 
“A função social deita raízes nos direitos sociais, coletivos e contrapõem-se aos direitos individuais. A função social 
integra, pois, o próprio direito de propriedade, juntamente com os demais poderes de uso, gozo, disposição e 
persecução do direito de propriedade.” 
Fonte: MELLO, C. M. Direito civil: direito das coisas. 2. ed. Rio de Janeiro: Maria Augusta Delgado, 2017. p. 179. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a função social da propriedade, pode-se afirmar que: 
Ocultar opções de resposta 
1. 
a propriedade deve respeitar a vontade do proprietário. 
2. 
o direito de propriedade é assegurado constitucionalmente. 
Resposta correta 
3. 
a desapropriação da propriedade exclui a indenização. 
4. 
a função social da propriedade foi observada pela primeira vez na CF de 1988. 
5. 
a propriedade é atributo da função social. 
2. Pergunta 2 
/0,1 
“Verifica-se a existência do condomínio quando mais de uma pessoa tem a propriedade sobre determinado bem, seja 
ele móvel ou imóvel. De acordo com as lições de Rubens Limongi França, o condomínio “é a espécie de propriedade em 
que dois ou mais sujeitos são titulares, em comum, de uma coisa indivisa (pro indiviso), atribuindo-se a cada 
condômino uma parte ou fração ideal da mesma coisa” (LIMONGI FRANÇA, RubensI.n stituições..., 1996, p. 497).” 
Fonte: TARTUCE. F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 474. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre condomínio, pode-se afirmar sobre os efeitos da posse 
que: 
Ocultar opções de resposta 
1. 
no condomínio, há um conjunto de pessoas. 
2. 
condomínio pode ser classificado pela origem, forma e objeto. 
Resposta correta 
3. 
o condomínio tem natureza pessoal. 
4. 
o condomínio tem natureza contratual. 
5. 
condomínio convencional decorre de herança. 
3. Pergunta 3 
/0,1 
Leia o trecho a seguir: 
‘‘[…] Além das clássicas ações possessórias (manutenção, reintegração e interdito proibitório), há outros 
procedimentos judiciais, previstos em nosso ordenamento, e que afetam diretamente a posse, como a ação de 
nunciação de obra nova e os embargos de terceiro [...].” 
Fonte: NADER. P. Curso de Direito Civil: direito das coisas. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2016. p. 112. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre defesa possessória e outras ações de interesse do 
possuidor, pode-se afirmar que a ação de imissão na posse: 
Ocultar opções de resposta 
1. 
é ação possessória. 
2. 
visa impedir que determinada obra continue. 
3. 
visa obter a posse que nunca teve. 
Resposta correta 
4. 
visa impedir ameaça. 
5. 
é possível a fungibilidade com a ação de manutenção de posse. 
4. Pergunta 4 
/0,1 
Leia o trecho a seguir: 
“Os frutos devem pertencer ao proprietário, como acessórios da coisa. Sendo dele a coisa principal, dele também terão 
que ser as coisas acessórias, segundo o princípio accessorium sequitur suum principale (CC, art. 92). Essa regra, 
contudo, não prevalece quando o possuidor está possuindo de boa-fé, isto é, com a convicção de que é seu o bem 
possuído. Há nesses casos dois direitos que se afrontam, o do proprietário e o do possuidor, e o deste prevalecerá 
quando se estadear a boa-fé de quem possui [...].” 
Fonte: GONÇALVES, C. A. Direito Civil: direito das coisas. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2019. p. 186. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre as benfeitorias e o direito de retenção, analise as 
afirmativas a seguir e assinale V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s). 
I. ( ) As benfeitorias úteis serão indenizadas se autorizadas pelo proprietário. 
II. ( ) O possuidor pagará um valor (solarium) ao proprietário pelas benfeitorias. 
III. ( ) O valor da indenização ao possuidor de má-fé será dada pelo reivindicante. 
IV. ( ) Os produtos e os frutos se produzem periodicamente. 
V. ( ) O possuidor de boa-fé poderá levantar a benfeitoria voluptuária. 
Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Ocultar opções de resposta 
1. 
V, V, F, F, V. 
2. 
F, V, V, F, F. 
3. 
F, F, F, V, V. 
4. 
F, F, V, F, V. 
Resposta correta 
5. 
V, F, V, F, F. 
5. Pergunta 5 
/0,1 
Leia o trecho a seguir: 
“Além das ações de que se pode valer o possuidor, na defesa de sua condição ou de seu estado, assegura-lhe ainda a 
ordem jurídica o ressarcimento do dano. Este problema encontra solução, quer nos princípios gerais de direito, quer em 
disposição específica. E divide os civilistas, que ora assentam a reparação do dano na regra geral da responsabilidade 
aquiliana (Messineo, Barassi, Colasurdo), ora na estrutura mesma da proteção possessória (Montel, Ruggiero e Maroi, 
Vittone Zuccalà).” 
Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 80. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado, pode-se afirmar que o possuidor de boa-fé: 
Ocultar opções de resposta 
1. 
responde pela deterioração e dano. 
2. 
responde objetivamente pela perda e dano. 
3. 
responde pela perda ou deterioração nos casos fortuitos ou de força maior. 
4. 
responde pelo dano e prejuízo. 
5. 
responde pela perda ou deterioração que der causa. 
Resposta correta 
6. Pergunta 6 
/0,1 
Leia o excerto a seguir: 
“Ao formular seus juízos de valor, visando o equilíbrio nas relações interindividuais, o legislador favorece a quem age 
de boa-fé e penaliza o que obrou de má-fé. Exemplo da aplicação deste critério são as regras sobre os frutos percebidos, 
analisadas no item anterior [...].” 
Fonte: NADER, P. Curso de Direito Civil: direito das coisas. Rio de Janeiro: Forense, 2016. p. 115. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a percepção dos frutos, pode-se afirmar que o possuidor 
de má-boa-fé, no que tange os frutos percebidos: 
Ocultar opções de resposta 
1. 
poderá ser indenizado pelo proprietário. 
2. 
deverá indenizar o proprietário. 
Resposta correta 
3. 
deverá restituí-los. 
4. 
permanecerá com os frutos. 
5. 
terá direito a eles. 
7. Pergunta 7 
/0,1 
“O principal efeito é a defesa da posse (jus possessions), isto é, o direito de defender a posse. Assim, o possuidor, 
independentemente da natureza da posse, poderá defendê-la contra terceiros que a molestem. Isto quer dizer que o 
possuidor tem o direito de defender a sua posse, mesmo tendo-a adquirido de maneira viciada.” 
Fonte: MELLO, C. M. Direito Civil: direito das coisas. 2. ed. rev., Maria Augusta Delgado: Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 
122. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre efeito da posse e a proteção possessória, analise as 
afirmativas a seguir: 
I. O possuidor possui a faculdade de defender a posse pelo desforço imediato. 
II. O domínio pode ser alegado na defesa da posse. 
III. A posse pode sofrer três tipos de ameaça (esbulho, turbação e ameaça). 
IV. As ações possessórias protegem a posse. 
Está correto apenas o que se afirma em: 
Ocultar opções de resposta 
1. 
III e IV. 
2. 
I, III e IV. 
Resposta correta 
3. 
I e II. 
4. 
I e III. 
5. 
II e IV. 
8. Pergunta 8 
/0,1 
Leia o trecho a seguir: 
“O nosso Código Civil não dá uma definição de propriedade, preferindo enunciar os poderes do proprietário (art. 
1.228): ‘O proprietário tem a faculdade de usar, gozar e dispor da coisa, e o direito de reavê-la do poder de quem quer 
que injustamente a possua ou detenha’.” 
Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 94. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre conceituação e classificação da propriedade, pode-se 
afirmar que a propriedade é: 
Ocultar opções de resposta 
1. 
comum, quando há dois proprietários de um bem. 
2. 
limitada, em decorrência da sua função social. 
3. 
o poder jurídico que o proprietáriotem de usar, gozar, dispor e reaver a coisa. 
Resposta correta 
4. 
um direito ilimitado, absoluto. 
5. 
a faculdade de reaver o bem de qualquer pessoa. 
9. Pergunta 9 
/0,1 
Leia o trecho a seguir: 
“Mas a harmonia social não se compadece com a ideia de vir o proprietário a agir de tal modo que o exercício de seu 
direito se converta em sacrifício ou moléstia ao seu vizinho. Daí dizer a lei (Código Civil, art. 1.277) que o proprietário 
ou possuidor de um prédio tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e à saúde 
dos que o habitam, provocadas pela utilização da propriedade vizinha.” 
Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 203. 
Considerando o tratamento que o Código Civil dá à propriedade e o conteúdo estudado sobre o direito de vizinhança, 
analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas: 
I. Os direitos de vizinhança são limitações ao direito de propriedade. 
Porque: 
II. O abuso de direito se faz no exercício irregular ou anormal de direito. 
A seguir, assinale a alternativa correta: 
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1. 
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa. 
2. 
As asserções I e II são proposições falsas. 
3. 
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I. 
Resposta correta 
4. 
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta do I. 
5. 
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira. 
10. Pergunta 10 
/0,1 
Leia o excerto a seguir: 
“[...] O fundamento para a intervenção do Estado na propriedade é a supremacia do interesse público. Ora, na colidência 
de um interesse público e um interesse privado é aquele que prevalece, já que o sacrifício do direito individual do 
proprietário está ancorado no interesse coletivo.” 
Fonte: MELLO, C. M. Direito civil: direito das coisas. 2. ed. Rio de Janeiro: Maria Augusta Delgado, 2017. p. 196. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a limitação ao exercício da propriedade, é correto 
afirmar que a desapropriação urbanística: 
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1. 
é medida administrativa, de caráter geral. 
2. 
determina a promoção da terra. 
3. 
descumpre o plano diretor. 
Resposta correta 
4. 
decorre de perigo iminente público. 
5. 
surge para atender um interesse público

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