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<p>1. Pergunta 1</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia o excerto a seguir:</p><p>“[...] o condomínio tem natureza real, havendo um conjunto de coisas e não de pessoas.</p><p>Desse modo, o condomínio não tem natureza contratual, sendo regido pelos princípios</p><p>do Direito das Coisas. Nessa linha, as lições de Clóvis Beviláqua, que procurava</p><p>diferenciar o condomínio da sociedade, afirmando que ‘A sociedade se forma como os</p><p>outros contratos, pelo concurso das vontades; o condomínio, além desse modo de</p><p>formação, aliás escassamente usado, resulta mais de casos para os quais, como a</p><p>herança, não intervém a vontade do consorte [...]’.”</p><p>Fonte: TARTUCE. F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense,</p><p>2019. p. 476.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre condomínio, pode-se</p><p>afirmar que:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. o condomínio universal e pro diviso correspondem aos efeitos.</p><p>2. o condomínio ocorre quando há uma pessoa exercendo a propriedade.</p><p>3. o condomínio pode ser classificado como voluntário e universal.</p><p>4. o condomínio voluntário decorre de acordo realizado entre condôminos.</p><p>Resposta correta</p><p>5. o condomínio necessário decorre da vontade das partes.</p><p>2. Pergunta 2</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“As regras que constituem o direito de vizinhança destinam-se a evitar conflitos de</p><p>interesses entre proprietários de prédios contíguos. Têm sempre em mira a</p><p>necessidade de conciliar o exercício do direito de propriedade com as relações de</p><p>vizinhança, uma vez que sempre é possível o advento de conflitos entre os</p><p>confinantes.”</p><p>Fonte: GONÇALVES, C. A. Direito Civil: direito das coisas. 14. ed. São Paulo: Saraiva,</p><p>2019. p. 325.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a limitação ao exercício</p><p>do direito à propriedade, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:</p><p>I. Os direitos de vizinhança devem ser registrados.</p><p>Porque:</p><p>II. São obrigações propter rem.</p><p>A seguir, assinale a alternativa correta:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>Resposta correta</p><p>2. As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa</p><p>correta da I.</p><p>3. As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>4. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>5. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma</p><p>justificativa correta da I.</p><p>3. Pergunta 3</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“Os interditos possessórios são as ações possessórias diretas. O possuidor tem a</p><p>faculdade de propor essas demandas objetivando manter-se na posse ou que esta lhe</p><p>seja restituída. Para tanto, devem ser observadas as regras processuais previstas a</p><p>partir do art. 554 do CPC/2015, equivalente ao art. 920 do CPC/1973.”</p><p>Fonte: TARTUCE, F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense,</p><p>2019. p. 116.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a defesa da posse e os</p><p>interditos possessórios, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a(s)</p><p>verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s):</p><p>I. ( ) Havendo privação total da posse o possuidor se valerá da reintegração de posse.</p><p>II. ( ) É possível a fungibilidade entre as ações possessórias e petitórias.</p><p>III. ( ) Na ação de imissão de posse, basta sua comprovação.</p><p>IV. ( ) Nas ações possessórias, é possível apresentar pedido contraposto.</p><p>V. ( ) Em ações possessórias, é cabível pedido liminar.</p><p>Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. F, V, V, F, V.</p><p>2. F, F, F, V, V.</p><p>3. V, F, F, V, V.</p><p>Resposta correta</p><p>4. V, F, F, V, F.</p><p>5. V, V, V, F, F.</p><p>4. Pergunta 4</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia o excerto a seguir:</p><p>“[...] O fundamento para a intervenção do Estado na propriedade é a supremacia do</p><p>interesse público. Ora, na colidência de um interesse público e um interesse privado é</p><p>aquele que prevalece, já que o sacrifício do direito individual do proprietário está</p><p>ancorado no interesse coletivo.”</p><p>Fonte: MELLO, C. M. Direito civil: direito das coisas. 2. ed. Rio de Janeiro: Maria</p><p>Augusta Delgado, 2017. p. 196.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a limitação ao exercício</p><p>da propriedade, é correto afirmar que a desapropriação urbanística:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. surge para atender um interesse público.</p><p>2. decorre de perigo iminente público.</p><p>3. é medida administrativa, de caráter geral.</p><p>4. descumpre o plano diretor.</p><p>Resposta correta</p><p>5. determina a promoção da terra.</p><p>5. Pergunta 5</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>‘‘[…] Além das clássicas ações possessórias (manutenção, reintegração e interdito</p><p>proibitório), há outros procedimentos judiciais, previstos em nosso ordenamento, e</p><p>que afetam diretamente a posse, como a ação de nunciação de obra nova e os</p><p>embargos de terceiro [...].”</p><p>Fonte: NADER. P. Curso de Direito Civil: direito das coisas. 7. ed. Rio de Janeiro:</p><p>Forense, 2016. p. 112.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre defesa possessória e</p><p>outras ações de interesse do possuidor, pode-se afirmar que a ação de imissão na</p><p>posse:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. visa obter a posse que nunca teve.</p><p>Resposta correta</p><p>2. visa impedir que determinada obra continue.</p><p>3. visa impedir ameaça.</p><p>4. é ação possessória.</p><p>5. é possível a fungibilidade com a ação de manutenção de posse.</p><p>6. Pergunta 6</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“Mas a harmonia social não se compadece com a ideia de vir o proprietário a agir de tal</p><p>modo que o exercício de seu direito se converta em sacrifício ou moléstia ao seu</p><p>vizinho. Daí dizer a lei (Código Civil, art. 1.277) que o proprietário ou possuidor de um</p><p>prédio tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao</p><p>sossego e à saúde dos que o habitam, provocadas pela utilização da propriedade</p><p>vizinha.”</p><p>Fonte: PEREIRA, C. M. S. Instituições de Direito Civil. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense,</p><p>2017. p. 203.</p><p>Considerando o tratamento que o Código Civil dá à propriedade e o conteúdo estudado</p><p>sobre o direito de vizinhança, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre</p><p>elas:</p><p>I. Os direitos de vizinhança são limitações ao direito de propriedade.</p><p>Porque:</p><p>II. O abuso de direito se faz no exercício irregular ou anormal de direito.</p><p>A seguir, assinale a alternativa correta:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>2. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>3. As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>4. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma</p><p>justificativa correta da I.</p><p>Resposta correta</p><p>5. As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa</p><p>correta do I.</p><p>7. Pergunta 7</p><p>0,1/0,1</p><p>O primeiro deles é o chamado ‘uso anormal da propriedade’, que bem espelha a</p><p>relatividade deste direito. Nos limites do que é seu, tem o dominus, a faculdade de agir,</p><p>extraindo da coisa todas as vantagens, benefícios, fruição e gozo. Cabe ao proprietário</p><p>utilizar a coisa sua, segundo o que lhe convenha, e conforme o seu agrado.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a limitação ao direito de</p><p>propriedade, é correto afirmar que o texto-base diz respeito:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. ao abuso de direito.</p><p>Resposta correta</p><p>2. à usucapião</p><p>3. à desapropriação.</p><p>4. à função social.</p><p>5. às faculdades do proprietário.</p><p>8. Pergunta 8</p><p>0,1/0,1</p><p>“Verifica-se a existência do condomínio quando mais de uma pessoa tem a</p><p>propriedade sobre determinado bem, seja ele móvel ou imóvel. De acordo com as</p><p>lições de Rubens Limongi França, o condomínio “é a espécie de propriedade em que</p><p>dois ou mais sujeitos são titulares, em comum, de uma coisa indivisa (pro indiviso),</p><p>atribuindo-se a cada condômino uma parte ou fração ideal da mesma coisa” (LIMONGI</p><p>FRANÇA, RubensI.n stituições..., 1996, p. 497).”</p><p>Fonte: TARTUCE.</p><p>F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense,</p><p>2019. p. 474.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre condomínio, pode-se</p><p>afirmar sobre os efeitos da posse que:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. o condomínio tem natureza pessoal.</p><p>2. no condomínio, há um conjunto de pessoas.</p><p>3. condomínio pode ser classificado pela origem, forma e objeto.</p><p>Resposta correta</p><p>4. o condomínio tem natureza contratual.</p><p>5. condomínio convencional decorre de herança.</p><p>9. Pergunta 9</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“Os frutos devem pertencer ao proprietário, como acessórios da coisa. Sendo dele a</p><p>coisa principal, dele também terão que ser as coisas acessórias, segundo o princípio</p><p>accessorium sequitur suum principale (CC, art. 92). Essa regra, contudo, não prevalece</p><p>quando o possuidor está possuindo de boa-fé, isto é, com a convicção de que é seu o</p><p>bem possuído. Há nesses casos dois direitos que se afrontam, o do proprietário e o do</p><p>possuidor, e o deste prevalecerá quando se estadear a boa-fé de quem possui [...].”</p><p>Fonte: GONÇALVES, C. A. Direito Civil: direito das coisas. 14. ed. São Paulo: Saraiva,</p><p>2019. p. 186.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre as benfeitorias e o</p><p>direito de retenção, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a(s) verdadeira(s)</p><p>e F para a(s) falsa(s).</p><p>I. ( ) As benfeitorias úteis serão indenizadas se autorizadas pelo proprietário.</p><p>II. ( ) O possuidor pagará um valor (solarium) ao proprietário pelas benfeitorias.</p><p>III. ( ) O valor da indenização ao possuidor de má-fé será dada pelo reivindicante.</p><p>IV. ( ) Os produtos e os frutos se produzem periodicamente.</p><p>V. ( ) O possuidor de boa-fé poderá levantar a benfeitoria voluptuária.</p><p>Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. F, F, F, V, V.</p><p>2. F, V, V, F, F.</p><p>3. V, F, V, F, F.</p><p>4. V, V, F, F, V.</p><p>5. F, F, V, F, V.</p><p>Resposta correta</p><p>10. Pergunta 10</p><p>0,1/0,1</p><p>Considere a seguir situação-problema:</p><p>Maristela reside com a sua família, por mais de quinze anos, sem interrupção nem</p><p>oposição, em um imóvel de trezentos metros quadrados, de propriedade de Estela.</p><p>Mesmo sem comprovar boa-fé quanto à posse, Maristela ajuizou ação por meio da qual</p><p>pleiteia que seja julgado procedente seu pedido de propriedade do imóvel.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre usucapião, pode-se</p><p>afirmar que estamos diante da espécie de usucapião:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. constitucional.</p><p>2. especial urbana coletiva.</p><p>3. especial rural.</p><p>4. ordinário.</p><p>5. extraordinário.</p><p>Resposta correta</p>