Questão 03. Maurício, jovem de classe alta, rebelde e sem escrúpulos, começa a namorar Joana, menina de boa família, de. classe menos favorecida e moradora de área de risco em uma das maiores comunidades do Brasil. No dia do aniversário de 18 anos de Joana, Maurício resolve convidá-la para jantar num dos restaurantes mais caros da cidade e, posteriormente, leva-a para conhecer a suite presidencial de um hotel considerado um dos mais luXuosos do mundo, onde passa a noite com ela. Na manha seguinte, Maurício e Joana resolvem permanecer por mais dois dias, Ao final da estada, Mauricio contabiliza os gastos daqueles dias de prodigalidade, apurando o total de R$ 18,000,0 (dezoito mil reais) Todos os pagamentos foram realizados em especie, haja vista que, na noite anterior. Mauricio hava trocado com oss mi uno cheque de R$20,000,00 (vinte mil reais) por decie, em especie, cheque que Maurido sabia, de antim o nado o ou uno considerando apenas os fatos descritos, reino a de toma justificada, os questionamento egui. Mm dos persona n eram algum crime Justifique sua resposta e caso seja positiva, tifique as condulas atribuidas a cada um dos personagens, desenvolvendo a tese de defesa.
Ed
anteontem
Com base nos fatos descritos, é necessário analisar se houve a prática de algum crime por Maurício ou Joana. 1. Contexto dos fatos: Maurício, sabendo que o cheque de R$ 20.000,00 era sem fundos, trocou-o por dinheiro em espécie e utilizou esse dinheiro para custear despesas de R$ 18.000,00 com Joana. 2. Possível crime de estelionato (art. 171 do Código Penal): Maurício pode ser acusado de estelionato, pois utilizou um cheque sem fundos para obter vantagem ilícita, causando prejuízo ao emitente do cheque. O fato de ter trocado o cheque por dinheiro em espécie, sabendo da insuficiência de fundos, caracteriza a fraude. 3. Conduta de Joana: Não há indícios de que Joana tenha participado de forma dolosa na fraude. Ela apenas aceitou os convites e usufruiu das despesas, sem envolvimento na emissão ou troca do cheque. 4. Tese de defesa para Maurício: Poderia alegar desconhecimento da insuficiência de fundos do cheque, o que, se comprovado, afasta o dolo necessário para o crime de estelionato. Caso contrário, a defesa será difícil. 5. Tese de defesa para Joana: Ausência de dolo e participação na fraude, portanto, não há crime imputável a ela. Conclusão: Apenas Maurício pode ser responsabilizado pelo crime de estelionato, enquanto Joana não cometeu crime, pois não participou da conduta fraudulenta.


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