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Professor Responsável 
Prof. Dr. Carlos Ruiz, Mestre e Doutor 
 
Fisiopatologia 
 
 
 
 
 
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O incremento da lipólise ocorre através da estimulação de formação de AMP cíclico intracelular que 
produz a ativação da lípase hormônio sensível (HSL) permitindo a hidrólise dos triglicérides de 
reserva. 
 
O aumento da conversão do ATP em AMP cíclico ocorre de duas maneiras: 
 
1. Ativação da Adenilciclase ------------- 
2. Inibição da Fosfodiesterase 
 
A ativação da lipólise pelas catecolaminas é mediada por um incremento da concentração 
intracelular do AMPc e pela ativação da Proteína Quinase A (PKA) (Vansal 1999, Weyer 1999, Gerber 
1999). 
 
Os dois alvos da fosforização mediada pela PKA no tecido adiposo são a HSL e as perilipinas. 
 
Perilipinas proteínas intimamente associada com a superfície limitante de gotículas de lipídeos 
presente no adipócito, e criam uma barreira que limita a ação da HSL. 
 
Sua fosforização pela PKA libera o impedimento. 
 
O principal regulador de lipólise no tecido adiposo são as catecolaminas. Existem 5 subtipos de 
adrenoceptores no tecido adiposo, 3 beta e 2 alfa. 
 
As catecolaminas circulantes podem se ligarem a receptores adrenérgicos Beta ou Alfa dos 
adipócitos, ao se ligarem a Beta eles promovem lipólise (hidrólise dos triglicerídeos), o que não 
ocorre ao se ligarem a Alfa. 
 
 
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Os receptores alfa 2 estão ligados com a proteína Gi para inibir a formação de AMPc e a lipólise. 
 
Beta acoplam-se com a proteína GS (estimulatória) que leva à formação de AMPc. 
 
Exercícios e jejum recruta-se B1 e B2. 
 
B3 = termogênese, ativa uma proteína efetora a adenilato ciclase para gerar um segundo 
mensageiro AMPc. 
 
Aminofilina (teofilina) e cafeína por ex. aumenta o nível de AMPc intracelular pela inibição da 
fosfodiesterase. 
 
A adenilciclase presente na membrana celular é a enzima que, em presença do Mg++, permite a 
transformação de ATP em AMP cíclico através de estimulação hormonal, transformando triglicérides 
de reserva em ácido graxos e glicerol. 
 
 
 
 
Eletrolipolise 
 
A estimulação elétrica subcutânea abdominal (eletrolipoforese) é um procedimento freqüentemente utilizado 
em clínicas de estética l para redução do perímetro abdominal. 
 
Um dos principais marcadores bioquímicos do aumento da degradação de triglicérides (lipólise) é o aumento 
da concentração sérica do glicerol, também designado glicerol livre. 
 
Pedini & Zaietta; 1975,afirmam que a corrente eletrica ativa a lipólise, pela mediação das catecolaminas e 
agentes beta. Eletroacupuntura 100Hz. 
 
A lipólise e aumento da circulação se da estimulação elétrica subcutânea (Dang,1987; 1991 e Parienti, 2001). 
 
Incorporamos o uso do TENS (maior pulso), Ruiz-Silva 2010, da Micro correntes e da eletro acupuntura, com 
excelentes resultados. 
 
 
Princípios de ação da Eletrolipoforese 
 
A Eletrolipoforese original proposta pela Dra Dang-Vu-Nguyen, 1990, é uma forma de Eletroterapia que utiliza 
corrente bidirecional, com alternância de polaridade a cada segundo que trata a gordura localizada e a celulite 
em seus diversos graus através de uma estimulação da “pele” em 4 etapas como mostra o gráfico abaixo: 
 
 
Onda circulatória – possui uma freqüência mais baixa, em torno de 30 Hertz, destinada a uma ação 
preferencial na derme, com o objetivo de estimular as células, principalmente o fibroblasto que justifica a ação 
de melhora na tonicidade, e sobretudo a sua ação na drenagem intersticial visando uma diminuição do edema 
 
 
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instalado. Temos aqui, tanto o efeito de vaso dilatação pela ativação da microcirculação, como também a ação 
anti-inflamatória pela reabsorção dos metabólitos. 
 
Onda Lipolitica – esta forma de onda tem freqüência de 10 Hertz, atua diretamente sobre o adipócito pela 
estimulação elétrica das terminações do sistema neurovegetativo simpático. Esta estimulação agirá de forma a 
desencadear uma liberação do AMP ciclo intra adipocitário. Os adipócitos das regiões envolvidas no processo 
celulítico assume uma atitude estática, segundo Parienti, e esta forma de onda fará com que haja uma 
excitação celular, incrementando o aumento na produção do AMP cíclico à produção dos produtos da 
degradação dos lipídios. A ação direta desta forma de onda se dá diretamente sobre os receptores Beta 
determinantes da ativação do AMP cíclico que estimulará a lípase inativa tornando-a que liberará o triglicéride 
sob forma de ácido e glicerol. 
 
 
Método de aplicação 
 
 
Sem agulhas: esta aplicação é feita por elétrodos de silicone condutivo, de baixíssima resistência intrínseca, , 
colocadas aos pares, com distanciamento de 5 a 6 cm. 
 Publicamos um estudo no I International Health Congress Gaia-Porto mostrado a eficácia do método utilizado 
também condutores sem uso de agulhas: 
 
 
 
 
 
 
Deve se pôr um gel condutivo, sem princípios ativos, como cânfora e mentol, dispondo em regiões de acúmulo 
de gordura, visando saturar pelo número de eletrodos. 
 
Intensidade 
 
• Parienti; 2001, de 5 a 40 mA – até o limite do Paciente. 
• 
• Ruiz, 1994 - 2010; Zaragoza, 2005, de 2 a 10 mA – Limiar mínimo. 
• 
• Soriano; 2000, utiliza as micro correntes. 
 
 
 
 
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Paula e Simões 2007, obtiveram excelentes resultados utilizando a eletrolipoforese e observaram que as 
concentrações séricas de glicerol reduziram significativamente (p < 0,05) quando comparado as médias basais 
e após a 6º sessão em aproximadamente de 35%. A concentração de glicerol livre em jejum é mantida pela 
lipólise das reservas de gordura do tecido adiposo, pela hidrólise dos triglicérides em partículas de VLDL 
(lipoproteína de densidade muito baixa) e uma pequena fração de outras fontes teciduais não relacionadas aos 
adipócitos (Jensen,; Schumann ;Ekberg e Landau 2001). 
 
O glicerol liberado pele hidrólise dos triglicérides pode ser utilizado na síntese de glicose através da 
neoglicogênese (Marks; Marks e Smith, 1966). A quantificação dos ácidos graxos livres, do glicerol sérico e 
urinário, e análise de outros marcadores do metabolismo lipídico como a adiponectina serão necessários para 
explicar a redução do glicerol associada ao processo de estimulação elétrica do abdômen observada neste 
estudo. No entanto, algumas hipóteses podem ser apresentadas. Primeiro, a estimulação elétrica utilizada 
pode reduzir o perímetro do tecido adiposo e conseqüentemente reduzir o pool de glicerol circulante 
proveniente da lipólise. A estimulação elétrica no abdômen aumenta a circulação sanguínea local (Silva, 1999) 
o que poderia facilitar a passagem do glicerol liberado do tecido adiposo para o sangue e sua posterior 
eliminação renal, reduzindo o pool circulante. Finalmente, a estimulação elétrica esta relacionada ao aumento 
na geração de ATP pela célula (Cheng, 1982) o que sugere que parte do glicerol produzido pela lipólise, 
estimulada pelo processo de eletrolipoforese, possa ser utilizado na produção de glicose (neoglicogênese) e 
esta consumida na produção de energia. 
 
Contra indicações 
 
• pacientes com lesões na pele 
• pacientes com tumoração de natureza maligna 
• pacientes em tratamento com corticóides e progesterona prolongados 
• pacientes com mioma uterino 
 
 
 Eletroterapia 
Eletroestimulação 
 
Parâmetros a serem avaliados: 
 
Forma de Pulso – Para uma boa contração devemos ter uma variação rápida, adequado tempo de atuação, 
intensidade dentro do limiar de excitabilidade. 
Ritter, estímulos que aumentam sua intensidade lentamente não provocam nenhuma contração muscular até 
chegar a 3 –5 vezes a intensidade da reobase retangular. Nerst denominou acomodação, por este motivo os 
estímulos farádicos são desagradáveis em relação aos quadrados. 
 
Tipo de corrente – Alternada, corrente elétrica cujos pólos variam constantemente. Os pulsos são 
quantificados em Hertz. 
A corrente despolarizada não provoca um fluxo de íons em eletrólitos, mas somente uma oscilação dos 
mesmos em torno do seu ponto de repouso. 
A corrente farádicaapresenta algumas desvantagens, pois tem características de polarizada como 
deslocamento de íons, irritação da pele e sensação desagradável. 
 
Freqüência da Corrente 
 
Baixa – farádica, diadinâmicas de Bernard, FES. 
Média – Russa e Interferência. 
De 2500 Hz a 4000 Hz 
A freqüência interfere no limiar sensitivo, pois está relacionada com a resistência que o corpo oferece á 
condução da corrente elétrica. A impedância do corpo humano é capacitiva, quanto maior a freqüência menor 
será a resistência. 
Portanto mais confortáveis e devido a menor resistência à passagem da corrente, a estimulação a nível 
muscular será bem mais profunda. 
 
Freqüência do Estímulo 
 
 
 
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Com um estímulo de um pulso por segundo temos uma contração espasmódica. Com o aumento do numero 
de pulsos por segundo, temos uma contração tetânica mais fisiológica. 
Isso geralmente ocorre entre 20 e 35 Hz. Acima de 35 Hz aumenta a força mais não a ação muscular. 
Aumentando esta freqüência em programas prolongados temos fadiga muscular. 
 
Modulações 
 
Quanto tempo durará contração e quanto tempo durará o repouso. 
 
Estimulação Elétrica Funcional – FES 
 
Corrente quadrada, bipolar, bifásica simétrica. 
Recruta as fibras lentas (tipo I), mais acometidas mas atrofias, diminuição do volume musculares ou 
hipotrofias. 
Largura do pulso – corresponde às cronaxias dos nervos motores do músculo estimulado. 
150 µs MMSS 
200 µs Tronco 
250µs MMII 
350 µs períneo 
Contração das fibras vermelhas, lentas ou tipo I = de 20 a 35Hz. 
Aquecimento muscular = 6 Hz 
Tonolise – eliminação mais rápida dos metabolismos, efeito descontraturante libera endorfinas = 1 Hz a 3 
Hz. 
Corrente Russa 
 
Dr. Yakov Kots, Moscou 
 
É uma corrente quadrada bipolar bifásica balanceada de média freqüência – 2500 Hz modulada por trens de 
pulso de baixa freqüência – 50 Hz . Portanto uma portadora alta de 2500 com envoltória baixa de 50 Hz. 
Pulsos de 10 ms de duração por 10 ms de intervalo. 
A corrente russa consegue recrutar 40% a mais fibras que os exercícios comuns e os tratamentos 
convencionais 
 
Fibras Vermelhas ou lentas – são responsáveis pela manutenção da postura, possuem contrações 
prolongadas e lentas. Possuem mais mioglobinas e mitocôndrias, o que gera energia aeróbica. Seu abalo 
muscular dura cerca de 100 ms. 
 
Fibras Brancas ou rápidas – responsáveis pelos movimentos delicados e de habilidade, possuem uma grande 
potencia em períodos curtos, são fibras de velocidade, e de força extra. Seu abalo 7,5 ms. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O que realmente é a Corrente Australiana? 
 
 A corrente Australia é uma corrente elétrica terapêutica alternada com 
freqüência na faixa de kHz com alguma semelhança em relação à terapia 
interferencial e corrente Russa. A diferença está no valor da corrente de kHz 
 
 
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utilizada bem como no formato de onda. Tradicionalmente, a Terapia Interferencial 
é modulada em amplitude em forma senoide (figura 1a) e a corrente Russa é 
formada a partir de Bursts com 50% de ciclo de trabalho (tempo ‘on’ e ‘off’ – 
figura 1b). Já a corrente Australiana apresenta duração de pulso curta (figura 1c) e 
é exatamente esse fato que faz com que a estimulação proporcionada pela Corrente 
Australiana seja mais eficiente em comparação às outras correntes elétricas 
terapêuticas. 
 
 
 
 
Figura 1 – Forma de onda dos estímulos proporcionados pela (a) Corrente Interferencial, (b) 
Corrente Russa e (c) Corrente Australiana, ilustrando as diferentes durações de Bursts. 
 
 Clinicamente é bem aceito o fato de que a Corrente Interferencial seja 
bastante confortável e bem tolerável pelos pacientes. A Corrente Russa também 
apresenta-se como uma corrente confortável e capaz de produzir contrações 
musculares potentes podendo dessa forma, ser utilizada para redução da atrofia 
muscular por desuso e fortalecimento muscular geral. Tanto a Corrente 
Interferencial quanto a Corrente Russa apresentam-se como sendo mais eficientes 
quando comparadas às correntes pulsadas de baixa freqüência (T.E.N.S. e FES). Até 
o presente momento, a T.E.N.S. ou Corrente Interferencial são as modalidades 
terapêuticas de eleição para a modulação da dor enquanto que a Corrente Russa 
em geral é a opção quando o objetivo é a recuperação funcional dos músculos 
esqueléticos. Até agora existe pouca quantidade de evidências científicas contra 
essas opções ou escolhas de tratamento envolvendo o uso de correntes elétricas 
terapêuticas. As pesquisas científicas realizadas ao longo dos anos, principalmente 
ao longo das últimas duas décadas, têm comparado a Corrente Interferencial, 
Russa e Corrente Pulsada como o T.E.N.S. em relação à estimulação em termos de 
conforto, força de contração muscular e eficiência em procedimentos de analgesia. 
Os resultados encontrados sugerem que todas as correntes apresentam as suas 
vantagens e desvantagens, porém, nenhuma delas deve ser considerada ótima para 
o que se propõem a fazer. Fortes evidências científicas apontam que a corrente 
alternada de freqüência na faixa de kHz modulada em Bursts de curta duração, ou 
seja, a Corrente Australiana seja a mais confortável e eficiente na produção de 
torque muscular e analgesia. 
 
 A curta duração de pulso da Corrente Australiana proporciona uma 
estimulação que: 
 
 
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 -É mais eficiente do que a FES, Corrente Interferencial e Corrente Russa para 
a elicitar a contração muscular; 
 -É tão eficiente quanto a T.E.N.S. e Corrente Interferencial para o controle e 
modulação da dor. 
 
 Evidências recentes sobre a corrente Australiana 
 
 Mais recentemente Ward et al. (2004) mensuraram a produção de torque 
bem como o desconforto produzido por correntes alternadas de freqüência de kHz 
(500Hz a 20kHz). Os autores também compararam variações de Bursts para ciclos 
de pulsos individuais de corrente alternada (corrente pulsada bifásica) com Bursts 
de duração máxima (corrente alternada constante). Os autores encontraram que 
para a produção de torque máximo, a freqüência de pulso de 1kHz e a duração de 
Bursts de 2-2.5ms foram as melhores. 
 
 Assim, a Corrente Australiana utiliza freqüência de 1kHz combinada com 
Bursts de duração igual a 2 ms. Dessa forma, a produção de torque é máxima. A 
modulação em rampa deve ser utilizada com o objetivo de se evitar a fadiga 
muscular precoce. 
 Ward et al. (2007) também encontraram após pesquisas que para um 
desconforto mínimo, a freqüência de 4kHz com duração de Bursts de 4-5ms são os 
melhores parâmetros. A figura 3 apresenta o número de reclamações de 
desconforto referidas durante a estimulação. Torna-se importante notar que o 
desconforto referido depende essencialmente da duração de Bursts e freqüência 
da corrente. 
 
 Assim, pode-se notar que a Corrente Australiana deve ser utilizada quando 
os objetivos terapêuticos forem a estimulação sensorial e nesse caso a modulação 
da dor pode ser alcançada bem como para se conseguir a estimulação motora 
eficiente por meio da ativação dos motoneurônios Alfa. Para a estimulação sensorial 
a freqüência de 4kHz e modulação em Bursts com duração de 4ms devem ser 
utilizadas. Já para a estimulação motora a freqüência de 1kHz e modulação em 
Bursts com duração de 2ms deve ser eleita. 
 É importante notar que a freqüência utilizada pela terapia interferencial 
(4kHz) também é utilizada para a estimulação sensorial com o objetivo principal de 
redução do desconforto durante a estimulação. Porém, a eficiência nesse tipo de 
estimulação não é máxima devido à longa duração da modulação em Bursts. Em 
relação à estimulação por meio da corrente Russa, também devemos ser críticos em 
perceber que a corrente alternada de freqüência na faixa de kHz não apresenta 
freqüência ótima para estimulação motora. Em adição, a corrente Russa apresenta 
a modulação em Bursts de duração muito longa, o que a torna ineficiente para a 
 
 
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produção do torque máximo e ainda relativamente desconfortável no aspecto 
sensorial. 
 As duas formas de se utilizara Corrente Australiana são extremamente 
eficientes e fiéis ao que se propõem a fazer. Para a produção de torque máximo a 
corrente Australiana com freqência de 1kHz e modulação em Bursts com 
freqüência de 2ms deve ser utilizada. Já para a estimulação sensorial com 
desconforto mínimo, e consequentemente, maior aceitação por parte do paciente 
deve se utilizar a Corrente Australiana com freqüência de 4kHz com modulação em 
Bursts de duração igual a 4ms. 
 
Utilizando o Compex 
 
 
 
 
Utilizamos com os princípios das: 
 
 Atividades intensas e intervaladas aumentam enzima Hexoquinase e PFK (Tremblay, 1994, Helisten, 1996, 
aumentam a atividade da enzimas Malato desidrogenase, sucinato desidrogenase e enzimas NADH da beta 
oxidação (Rodas, 2000; Macdougall, 1998) 
 
Pôs atividade intensa, temos ressíntese de glicogênio e síntese de proteína, ocorrem a custa da degradação 
de lipídeos (Tuominen, 1996; Richter, 1998; Kimber, 2003). 
 
No repouso pôs atividades intensas intermitentes a recuperação do glicogênio muscular, acorre por lipolises 
(Kiens e Richter, 1998). 
 
Hipóxia tecidual refere-se à condição na qual o fornecimento de O2 não é adequado e/ou insuficiente para 
manter o metabolismo aeróbio, com conseqüente estimulação do metabolismo anaeróbio para manter o 
fornecimento adequado de ATP. Segundo Berne & Levy 2008, Fluck, 2006; Hoppler,2003). 
 
Fatores de sinalização como AMPK, P38 MAPK (mitogen-actived protein kinase) e PGC-1 alpha estimulam a 
expressão de proteínas mitocondriais. 
 
 
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Aumentam após de treinamento de alta intensidade, quanto mais alta a intensidade maior a expressão destas 
proteínas. 
 
Peroxisome proliferator-activated receptor gamma coactivator 1-alpha (PGC-1α) - é coativador transcricional 
que regula genes envolvidos no metabolismo energético, é a proteína principal reguladora da biogênese 
 
 
 
 
 
 
 
	Princípios de ação da Eletrolipoforese
	Eletroterapia
	Freqüência da Corrente