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Questões resolvidas

(DPE/AM) No inventário:
não cabe nomeação de perito para avaliação dos bens.
será nomeado inventariante, preferencialmente, o filho mais velho do falecido.
julga-se a partilha independentemente do pagamento do ITCMD.
incumbe ao inventariante a administração dos bens do espólio.
admite-se instrução probatória para apuração de débitos do espólio.

Joaquim e Maria são casados pelo regime da comunhão universal e nunca tiveram filhos. Ao tempo de sua morte, em 2009, ele tinha adquirido um patrimônio avaliado em 1 milhão de reais. Além de sua esposa, deixou sua mãe e os avós paternos. Diante disso, quem terá direito de receber os deixados por Joaquim:
O patrimônio será dividido entre Maria e a mãe do morto, por cabeça, e os avós partilharão por estirpe.
Além da meação, Maria terá metade da herança, ficando a outra metade somente para a mãe do morto.
Todos dividirão a herança igualmente, resguardada a meação da viúva.
A Maria não poderá sucedê-lo em razão do regime de bens, ficando tos os bens para a mãe.

(FUNDEP/ MPE-MG 2011/ PROMOTOR DE JUSTIÇA/ADAPTADA) Quanto ao Direito das Sucessões, é INCORRETO afirmar:
A partilha, uma vez feita e julgada, só é anulável pelos vícios e defeitos que invalidam, em geral, os negócios jurídicos;
O juiz nomeará inventariante, em primeiro lugar, de acordo com a ordem disposta na legislação processual, o cônjuge ou companheiro sobrevivente, desde que estivesse convivendo com o outro ao tempo da morte deste.
Os herdeiros capazes, bem como os incapazes, mediante representação por instrumento público, poderão fazer partilha amigável, por escritura pública, termo nos autos do inventário, ou escrito particular, homologado pelo juiz.
Ficam sujeitos a sobrepartilha os bens sonegados e quaisquer outros bens da herança de que se tiver ciência após a partilha.
Os herdeiros em posse dos bens da herança, o cônjuge sobrevivente e o inventariante são obrigados a trazer ao acervo os frutos que perceberam, desde a abertura da sucessão; têm direito ao reembolso das despesas necessárias e úteis que fizeram, e respondem pelo dano a que, por dolo ou culpa, deram causa.

Bino e Andrea são companheiros, sendo certo que, desta relação, não adveio nascimento de filhos. O homem faleceu em maio deste ano, deixando para serem partilhados dinheiro, automóveis, cotas societárias e um imóvel. Sobreviveram ao falecido seus 4 filhos, todos havidos de relações com outras mulheres, os quais afirmam que Andrea não tem direito algum na sucessão. Isto posto, marque a alternativa correta:
Andrea concorre na herança e tem direito a, pelo menos, 1/4 dos bens.
Os filhos do morto herdam sozinhos os bens por ele deixados.
Andrea somente poderá suceder metade do que tocar a cada um dos descendentes e somente as coisas adquiridas onerosamente na vigência da relação.
Caberá aos descendentes e à Andrea a partilha igual do patrimônio.

(TJ/PI) Com referência a sucessão, inventário e partilha, assinale a opção CORRETA:
A constatação de vício formal no testamento público acarretará a invalidade do ato, haja vista que a formalidade lhe é legalmente imposta.
Além do herdeiro que não aponta a existência de bens do acervo, poderá ser tido como sonegador o herdeiro que não apontar a existência de locação de bem arrolado no inventário.
Romper-se-á o testamento já registrado em cartório se sobrevier ao testador outro descendente depois da lavratura do ato.
Os herdeiros serão responsáveis pelo pagamento das dívidas do falecido até o momento em que for realizada a partilha.
O ato de disposição patrimonial da meação da viúva em favor dos herdeiros configura verdadeira renúncia à herança e depende da abertura da sucessão.

(Questão 23 121º Exame OAB-SP) Companheiro, na concorrência com colateral de 3.º grau do falecido, na sua sucessão quanto aos bens onerosamente adquiridos na vigência da união estável, fará jus a:
1/3 daquela herança.
quota equivalente ao que, legalmente, couber ao colateral.
1/4 daquela herança.
1/2 do que couber ao colateral.

(TJDFT) No que se refere à sobrepartilha, no âmbito do direito das sucessões, assinale a opção correta.
Pelo princípio da eventualidade, admite-se a sobrepartilha do espólio somente no caso de bens sonegados que foram descobertos após a partilha da herança.
Verificado o estado de indivisão de bens, é necessária a proposição de outro processo de inventário e partilha, observado o prazo prescricional da ação.
Não é obrigatório que bens remotos da sede do juízo do inventário, litigiosos ou de liquidação morosa ou difícil fiquem para sobrepartilha, podendo os herdeiros e o cônjuge meeiro, se houver, concordar que sejam partilhados ou permaneçam indivisos.
Na hipótese de o cônjuge herdeiro sobrevivente falecer antes da partilha dos bens do premorto, os bens omitidos no inventário não poderão ser descritos e partilhados no inventário do consorte herdeiro supérstite, não se admitindo inventário conjunto ou cumulativo.
Realizado o inventário perante o juízo de direito da vara de órfãos e sucessões, a sobrepartilha, por sua natureza complementar, somente poderá ser realizada via judicial, em petição protocolada nos próprios autos, ainda que os interessados sejam capazes e concordes.

Fernando, casado com Laura pelo regime da comunhão parcial de bens, falece sem ter tido filhos, deixando um único imóvel adquirido na constância do casamento. Sabendo-se que os pais de Fernando ainda são vivos, e que Fernando não deixou dívidas, após a partilha do único bem, a fração total do imóvel que caberá à Laura será de:
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Questões resolvidas

(DPE/AM) No inventário:
não cabe nomeação de perito para avaliação dos bens.
será nomeado inventariante, preferencialmente, o filho mais velho do falecido.
julga-se a partilha independentemente do pagamento do ITCMD.
incumbe ao inventariante a administração dos bens do espólio.
admite-se instrução probatória para apuração de débitos do espólio.

Joaquim e Maria são casados pelo regime da comunhão universal e nunca tiveram filhos. Ao tempo de sua morte, em 2009, ele tinha adquirido um patrimônio avaliado em 1 milhão de reais. Além de sua esposa, deixou sua mãe e os avós paternos. Diante disso, quem terá direito de receber os deixados por Joaquim:
O patrimônio será dividido entre Maria e a mãe do morto, por cabeça, e os avós partilharão por estirpe.
Além da meação, Maria terá metade da herança, ficando a outra metade somente para a mãe do morto.
Todos dividirão a herança igualmente, resguardada a meação da viúva.
A Maria não poderá sucedê-lo em razão do regime de bens, ficando tos os bens para a mãe.

(FUNDEP/ MPE-MG 2011/ PROMOTOR DE JUSTIÇA/ADAPTADA) Quanto ao Direito das Sucessões, é INCORRETO afirmar:
A partilha, uma vez feita e julgada, só é anulável pelos vícios e defeitos que invalidam, em geral, os negócios jurídicos;
O juiz nomeará inventariante, em primeiro lugar, de acordo com a ordem disposta na legislação processual, o cônjuge ou companheiro sobrevivente, desde que estivesse convivendo com o outro ao tempo da morte deste.
Os herdeiros capazes, bem como os incapazes, mediante representação por instrumento público, poderão fazer partilha amigável, por escritura pública, termo nos autos do inventário, ou escrito particular, homologado pelo juiz.
Ficam sujeitos a sobrepartilha os bens sonegados e quaisquer outros bens da herança de que se tiver ciência após a partilha.
Os herdeiros em posse dos bens da herança, o cônjuge sobrevivente e o inventariante são obrigados a trazer ao acervo os frutos que perceberam, desde a abertura da sucessão; têm direito ao reembolso das despesas necessárias e úteis que fizeram, e respondem pelo dano a que, por dolo ou culpa, deram causa.

Bino e Andrea são companheiros, sendo certo que, desta relação, não adveio nascimento de filhos. O homem faleceu em maio deste ano, deixando para serem partilhados dinheiro, automóveis, cotas societárias e um imóvel. Sobreviveram ao falecido seus 4 filhos, todos havidos de relações com outras mulheres, os quais afirmam que Andrea não tem direito algum na sucessão. Isto posto, marque a alternativa correta:
Andrea concorre na herança e tem direito a, pelo menos, 1/4 dos bens.
Os filhos do morto herdam sozinhos os bens por ele deixados.
Andrea somente poderá suceder metade do que tocar a cada um dos descendentes e somente as coisas adquiridas onerosamente na vigência da relação.
Caberá aos descendentes e à Andrea a partilha igual do patrimônio.

(TJ/PI) Com referência a sucessão, inventário e partilha, assinale a opção CORRETA:
A constatação de vício formal no testamento público acarretará a invalidade do ato, haja vista que a formalidade lhe é legalmente imposta.
Além do herdeiro que não aponta a existência de bens do acervo, poderá ser tido como sonegador o herdeiro que não apontar a existência de locação de bem arrolado no inventário.
Romper-se-á o testamento já registrado em cartório se sobrevier ao testador outro descendente depois da lavratura do ato.
Os herdeiros serão responsáveis pelo pagamento das dívidas do falecido até o momento em que for realizada a partilha.
O ato de disposição patrimonial da meação da viúva em favor dos herdeiros configura verdadeira renúncia à herança e depende da abertura da sucessão.

(Questão 23 121º Exame OAB-SP) Companheiro, na concorrência com colateral de 3.º grau do falecido, na sua sucessão quanto aos bens onerosamente adquiridos na vigência da união estável, fará jus a:
1/3 daquela herança.
quota equivalente ao que, legalmente, couber ao colateral.
1/4 daquela herança.
1/2 do que couber ao colateral.

(TJDFT) No que se refere à sobrepartilha, no âmbito do direito das sucessões, assinale a opção correta.
Pelo princípio da eventualidade, admite-se a sobrepartilha do espólio somente no caso de bens sonegados que foram descobertos após a partilha da herança.
Verificado o estado de indivisão de bens, é necessária a proposição de outro processo de inventário e partilha, observado o prazo prescricional da ação.
Não é obrigatório que bens remotos da sede do juízo do inventário, litigiosos ou de liquidação morosa ou difícil fiquem para sobrepartilha, podendo os herdeiros e o cônjuge meeiro, se houver, concordar que sejam partilhados ou permaneçam indivisos.
Na hipótese de o cônjuge herdeiro sobrevivente falecer antes da partilha dos bens do premorto, os bens omitidos no inventário não poderão ser descritos e partilhados no inventário do consorte herdeiro supérstite, não se admitindo inventário conjunto ou cumulativo.
Realizado o inventário perante o juízo de direito da vara de órfãos e sucessões, a sobrepartilha, por sua natureza complementar, somente poderá ser realizada via judicial, em petição protocolada nos próprios autos, ainda que os interessados sejam capazes e concordes.

Fernando, casado com Laura pelo regime da comunhão parcial de bens, falece sem ter tido filhos, deixando um único imóvel adquirido na constância do casamento. Sabendo-se que os pais de Fernando ainda são vivos, e que Fernando não deixou dívidas, após a partilha do único bem, a fração total do imóvel que caberá à Laura será de:
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11/04/2019 EPS
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CCJ0147_EX_A6_201801236305_V6
 
 
 
 DIREITO CIVIL VI 6a aula
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Exercício: CCJ0147_EX_A6_201801236305_V6 4/7/2019 (Finaliz.)
Aluno(a): ROSANE SPINDLER
Disciplina: CCJ0147 - DIREITO CIVIL VI 201801236305
 
 1a Questão
(DPE/AM) No inventário:
será nomeado inventariante, preferencialmente, o filho mais velho do falecido.
não cabe nomeação de perito para avaliação dos bens.
 incumbe ao inventariante a administração dos bens do espólio.
julga-se a partilha independentemente do pagamento do ITCMD.
admite-se instrução probatória para apuração de débitos do espólio.
 
 
Explicação:
Art. 618, CPC
 
 
 2a Questão
Joaquim e Maria são casados pelo regime da comunhão universal e nunca tiveram filhos. Ao tempo de sua morte, em 2009, ele
tinha adquirido um patrimônio avaliado em 1 milhão de reais. Além de sua esposa, deixou sua mãe e os avós paternos. Diante
disso, quem terá direito de receber os deixados por Joaquim:
 Além da meação, Maria terá metade da herança, ficando a outra metade somente para a mãe do morto.
Todos dividirão a herança igualmente, resguardada a meação da viúva.
A Maria não poderá sucedê-lo em razão do regime de bens, ficando tos os bens para a mãe.
O patrimônio será dividido entre Maria e a mãe do morto, por cabeça, e os avós partilharão por estirpe.
 
 
 3a Questão
(FUNDEP/ MPE-MG 2011/ PROMOTOR DE JUSTIÇA/ADAPTADA) Quanto ao Direito das Sucessões, é INCORRETO afirmar:
Ficam sujeitos a sobrepartilha os bens sonegados e quaisquer outros bens da herança de que se tiver ciência após a
partilha.
A partilha, uma vez feita e julgada, só é anulável pelos vícios e defeitos que invalidam, em geral, os negócios jurídicos;
O juiz nomeará inventariante, em primeiro lugar, de acordo com a ordem disposta na legislação processual, o cônjuge ou
companheiro sobrevivente, desde que estivesse convivendo com o outro ao tempo da morte deste.
Os herdeiros em posse dos bens da herança, o cônjuge sobrevivente e o inventariante são obrigados a trazer ao acervo os
frutos que perceberam, desde a abertura da sucessão; têm direito ao reembolso das despesas necessárias e úteis que
fizeram, e respondem pelo dano a que, por dolo ou culpa, deram causa.
 Os herdeiros capazes, bem como os incapazes, mediante representação por instrumento público, poderão fazer partilha
amigável, por escritura pública, termo nos autos do inventário, ou escrito particular, homologado pelo juiz.
11/04/2019 EPS
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Explicação:
O Novo Código de Processo Civil no seu art. 610, in verbis: ¿Havendo testamento ou
 interessado incapaz, proceder-se-á ao inventário judicial. § 1.º Se todos forem capazes e concordes, o inventário e a partilha
 poderão ser feitos por escritura pública, a qual constituirá documento hábil para qualquer ato de registro, bem como para
 levantamento de importância depositada em instituições financeiras. § 2.º O tabelião somente lavrará a escritura pública se todas
 as partes interessadas estiverem assistidas por advogado ou por defensor público, cuja qualificação e assinatura constarão do ato
 notarial¿.
 
 
 4a Questão
Bino e Andrea são companheiros, sendo certo que, desta relação, não adveio nascimento de filhos. O homem faleceu em maio
deste ano, deixando para serem partilhados dinheiro, automóveis, cotas societárias e um imóvel. Sobreviveram ao falecido seus 4
filhos, todos havidos de relações com outras mulheres, os quais afirmam que Andrea não tem direito algum na sucessão. Isto
posto, marque a alternativa correta:
Os filhos do morto herdam sozinhos os bens por ele deixados.
Caberá aos descendentes e à Andrea a partilha igual do patrimônio.
 Andrea somente poderá suceder metade do que tocar a cada um dos descendentes e somente as coisas adquiridas
onerosamente na vigência da relação.
Andrea concorre na herança e tem direito a, pelo menos, 1/4 dos bens.
 
 
 5a Questão
(TJ/PI) Com referência a sucessão, inventário e partilha, assinale a opção CORRETA:
Os herdeiros serão responsáveis pelo pagamento das dívidas do falecido até o momento em que for realizada a partilha.
Romper-se-á o testamento já registrado em cartório se sobrevier ao testador outro descendente depois da lavratura do
ato.
O ato de disposição patrimonial da meação da viúva em favor dos herdeiros configura verdadeira renúncia à herança e
depende da abertura da sucessão.
A constatação de vício formal no testamento público acarretará a invalidade do ato, haja vista que a formalidade lhe é
legalmente imposta.
 Além do herdeiro que não aponta a existência de bens do acervo, poderá ser tido como sonegador o herdeiro que não
apontar a existência de locação de bem arrolado no inventário.
 
 
Explicação:
Além do herdeiro que não aponta a existência de bens do acervo, poderá ser tido como sonegador o herdeiro que
não apontar a existência de locação de bem arrolado no inventário.
 
 
 6a Questão
(Questão 23 121º Exame OAB-SP) Companheiro, na concorrência com colateral de 3.º grau do falecido, na sua sucessão quanto
aos bens onerosamente adquiridos na vigência da união estável, fará jus a:
quota equivalente ao que, legalmente, couber ao colateral.
 1/4 daquela herança.
1/3 daquela herança.
1/2 do que couber ao colateral.
 
 
 7a Questão
(TJDFT) No que se refere à sobrepartilha, no âmbito do direito das sucessões, assinale a opção correta.
Pelo princípio da eventualidade, admite-se a sobrepartilha do espólio somente no caso de bens sonegados que foram
descobertos após a partilha da herança.
Na hipótese de o cônjuge herdeiro sobrevivente falecer antes da partilha dos bens do premorto, os bens omitidos no
inventário não poderão ser descritos e partilhados no inventário do consorte herdeiro supérstite, não se admitindo
inventário conjunto ou cumulativo.
Realizado o inventário perante o juízo de direito da vara de órfãos e sucessões, a sobrepartilha, por sua natureza
complementar, somente poderá ser realizada via judicial, em petição protocolada nos próprios autos, ainda que os
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interessados sejam capazes e concordes.
Verificado o estado de indivisão de bens, é necessária a proposição de outro processo de inventário e partilha, observado o
prazo prescricional da ação.
 Não é obrigatório que bens remotos da sede do juízo do inventário, litigiosos ou de liquidação morosa ou difícil fiquem
para sobrepartilha, podendo os herdeiros e o cônjuge meeiro, se houver, concordar que sejam partilhados ou permaneçam
indivisos.
 
 
Explicação:
não é obrigatório que bens remotos da sede do juízo do inventário, litigiosos ou de liquidação morosa ou difícil
fiquem para sobrepartilha, podendo os herdeiros e o cônjuge meeiro, se houver, concordar que sejam partilhados ou
permaneçam indivisos.
 
 
 8a Questão
Fernando, casado com Laura pelo regime da comunhão parcial de bens, falece sem ter tido filhos, deixando um único imóvel
adquirido na constância do casamento. Sabendo-se que os pais de Fernando ainda são vivos, e que Fernando não deixou dívidas,
após a partilha do único bem, a fração total do imóvel que caberá à Laura será de:
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Explicação:
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