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APRESENTAÇÃO O presente trabalho foi elaborado por uma comissão de profissionais envolvidos com a saúde da região de Teófilo Otoni e baseado na RDC n.306∕2004 da ANVISA e na resolução n.358∕2005 do CONAMA. Promover a gestão sustentável de resíduos do serviço de saúde estratégica para o hospital Dr. Raimundo Gobira, foi a leitura fidedigna e legitima, que o plano de gerenciamento dos resíduos de serviço de saúde( PGRSS ), busca com a sua colaboração e implantação, seguindo os parâmetros da vigilância sanitária. Ciente dos limites orçamentários, gerenciais e estruturais do hospital Dr. Raimundo gobira, o PRGSS considerou suas limitações, com o objetivo de desenvolver um plano que possa ser aplicado dentro da realidade do hospital. EVERTON SOUZA SILVA RESPONSAVEL PELA ELABORAÇÃO DO TRABALHO ABREVIATURAS E SIGLAS ABNT - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ANVISA – AGENCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA CCIH – COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR CONAMA – CONSELHO NACIONAL DE MEIO AMBIENTE CNEN – COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCELAR EPI – EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL HMRG – HOSPITAL MUNICIPAL DR RAIMUNDO GOBIRA IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA NRB – NORMA BRASILEIRA REGISTRADA ONU – ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PGRSS – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DO SERVIÇO DE SAÚDE PNSB – PESQUISA NACIONAL DE SANEAMENTO BÁSICO PMTO – PREFEITURA MUNICIPAL DE TEÓFILO OTONI RSS – RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE RSU – RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS INTRODUÇÃO A sustentabilidade ambiental significa a possibilidade de utilização dos recursos ambientais de forma controlada para que as gerações seguintes não sejam comprometidas. A idealização de um plano de gerenciamento do resíduo dos serviços de saúde visa à minimização dos impactos causados pelo serviço de saúde de forma que este se enquadre em padrão sustentável. Este deve obedecer a critérios técnicos, legislações sanitárias e ambientais, normas locais de coleta e transporte dos serviços de limpeza urbana, especialmente os relativos aos resíduos gerados no serviço de saúde. O PGRSS não é apenas um registro de intenções, abordando as condições de implantação e acompanhamento sistêmicos, com base em diversas providencias ser tomadas de maneira hierárquica, por ordem de prioridade, necessária para elaboração e implementação do plano gestor. JUSTIFICATIVA As unidades de saúde são responsáveis pelos resíduos desde a geração ate a disposição final, segundo a RDC n. 306\2004 da ANVISA e na resolução n. 358\2005 do CONAMA. Considerando as dificuldades múltiplas da grande maioria dos hospitais privados e observando mais uma vez a lacuna entre os deveres e direitos das instituições nacionais. O presente trabalho foi idealizado a partir da necessidade de elaborar e implantar um PGRSS para o hospital municipal Dr. Raimundo gobira, levando em consideração suas características estruturais operacionais e financeiras, para que o mesmo não se torne apenas um registro de intenções. OBJETIVO GERAL Este trabalho pretende cumprir dentro da sua capacidade, as exigências legais exigidas pela vigilância sanitária, com o objetivo principal de minimizar o impacto ambiental causado por uma unidade geradora de resíduos perigosos e difíceis de serem dispostos em um local apropriado. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Promover a educação ambiental a partir de cursos e palestras com funcionários do hospital. Minimizar a geração dos resíduos gerados; Acondicionar resíduos corretamente; Determinar vias de transporte dos resíduos em horários específicos; Avaliar a possibilidade de reutilização de alguns resíduos; Avaliar a possibilidade de reciclagem de alguns resíduos; Promover a disposição final dos resíduos de forma correta. RESPONSABILIDADES DO PGRSS Direção: Eduardo Tertuliano Responsável pelo PGRSS: Robson Sena CCIH: Rosemere Morais Ferreira Cíntia Gomes Frois SESMT: SEM INFORMAÇÃO METODOLOGIA A realização deste trabalho esta submetida a diversas etapas de busca, aquisição e organização de informações obedecendo a uma seqüência de eventos que irão compor o plano de gerenciamento de resíduos do serviço de saúde PRGSS segundo a RDC n. 306\2004 da ANVISA e na resolução n. 358\2005. O PGRSS obedece a critérios técnicos, legislações sanitárias e ambientais gerais, locais de coleta e transporte de serviços de limpeza. CARACTERIZAÇÃO DO HOSPITAL MODALIDADE DE GESTÃO O hospital municipal Dr. Raimundo gobira, devido a sua localização geográfica estratégica, interligando os vales do mucuri e Jequitinhonha, traz em si a responsabilidade do acolhimento das urgências advindas do macro nordeste, alem de dar suporte necessário ao paciente quanto a melhora, cura e ou estabilização do quadro e, se necessário, encaminha-lo a unidade de referencia. O HOSPITAL MUNICIPAL DR.RAIMUNDO GOBIRA Em 1950 foi fundado o hospital dos ferroviários. Em 1967 passou a pertencer à outra sociedade e a chamar-se hospital engenheiro Amorim Junior. Em 1971 o então presidente da republica fez doação à maçonaria por intermédio do seu grão mestre, general Jose Lopes Bragança. Este, para homenagear sua mãe, mudou novamente o nome da instituição, que passou a ser conhecido como hospital Balbina Bragança. No ano 2001 foi transformado em hospital municipal Dr. Raimundo gobira conforme o seu regimento interno: Artigo1 o hospital municipal Dr. Raimundo gobira e constituído pelo pronto socorro municipal, por área hospitalar de internamento e áreas de terapêutica e auxilio diagnostico, por seu pátio para estacionamento, pela sede de administração e é hospital municipal oficial do município, criado através da aprovação da câmara municipal de Teófilo Otoni e sancionado pela lei 4.934 de 01.08.2001, e pela lei 4.951 de 06.09.2001, quando passou a se chamar “hospital municipal Dr. Raimundo gobira”. Ele tem sede e foro nesta cidade e se rege por este regimento interno e pela legislação pertinente, estando sujeito a supervisão e controle do executivo. Razão social: hospital municipal Dr. Raimundo gobira Endereço: AV. Adib Cadah, n 50,bairro são Diogo Cidade: Teófilo Otoni – minas gerais – CEP 39.800.000 CNPJ: 18.404.708\0001-09 O HMRG esta administrativamente vinculada à prefeitura municipal, o que reduz a autonomia decisória dos seus diretores. Figura 01- vista daentio e do Hospital Municipal DR. Raimundo Gobira. Foto: Everton Souza Silva 12-04-2010 ESTRUTURA ORGANIZATIVA (ANEXO 01) O HMRG obedece a um organograma na quais as atribuições e funções da equipe estão dispostas em forma de pirâmide hierárquica. A diretoria atual e composta por um diretor técnico Dr. Fausto Goulart Caminhas, Diretora administrativa, Sr. Eduardo Tertuliano e diretor clinico Dr. Valdez Mello dos Anjos.O corpo clinico do HMRG, através de votação bienal, elege o diretor clinico. Os diretores técnico e administrativo são indicados pelo prefeito municipal em exercício. CARACTERIZAÇÃO DO ESTABELECIMENTO DADOS GERAIS Razão social: hospital municipal Dr.Raimundo gobira Nome fantasia: pronto socorro municipal Quanto a propriedade: (x) pública( ) privado ( ) outros Endereço: rua Adib Cadah 50, São Diogo Fone: 3529 2300 fax: ramal 210 Horário de funcionamento: 24h Numero de leitos: Capacidade de atendimento: 18.00/ mês Tipo de estabelecimento: hospital Município: Teófilo Otoni UF: minas gerais Numero de habitantes: cerca de 135.000 habitantes Responsável técnico: Dr. Fausto Goulardt Caminhas Responsável pelo PGRSS: Robson CARACTERIZAÇÃO DO ESTABELECIMENTO DADOS GERAIS – CAPACIDADE DESCRIÇÃO DA CAPACIDADE OPERACIONAL Unidade ou serviço Número de leitos Paciente/mês Considerações INSTALADOS EM USO INSTALADOS EM USO Clinica 33 33 990 990 Falta medico com dedicação de 12 horas na terças Ortopedia 27 27 810 810 Falta medico com dedicação de 48 horas geralmente no 2º e no 4º final de semana de cada mês Pediatria 8 8 240 240 Falta médico com dedicação de 12 horas noturno nos sábados Emergência 6 6 120 120 Não falta medico na emergência na falta do mesmo o plantonista da clinica médica deve de imediato assumir o setor prioritário. CARACTERIZAÇÃO DO ESTABELECIMENTO DADOS GERAIS – ESPAÇO FÍSICO Área total do terreno: ( DECISÂO JUDICIAL ) Área total construída: 2.639,61 Metros quadrados Numero de pavimentos: 4 Quantidade de prédios: 3 RESPONSABILIDADES NO PGRSS NÍVEL RESPONSABILIDADE ÁREA - SETOR RESPONSAVEL Direção Programar e assegurar a manutenção do PGRSS e a aplicação das respectivas normas de segurança Administrativo Eduardo Tertuliano Responsável pelo PGRSS Responsável pelo programa Bioquímico Robson Rodrigues Sena CCIH Responsável pelo controle do índice de infecção hospitalar. Comissão de controle de infecção hospitalar Cíntia Gomes Frois Rosemere Moraes Ferreira TABELA 01 PROFISSIONAIS QUALIFICADOS ATUANDO NO HMRG COSSIONADOS SEDIDOS PELO ESTADO EFETIVOS CONTRATADOS TOTAL 17 4 239 27 287 REPRESENTANTES DA AREA Secretario municipal de saúde Valter Gonçalves silva Administrador hospitalar Eduardo Tertuliano Diretor clinico nível superior Valdez Mello dos anjos Diretor técnico nível superior Fausto G. Caminhas SERVIÇO DE APOIO Chefia imediata de enfermagem Edson Mauriz Lopes Chefia de enfermagem auxiliar Ione Lopes dos santos Damaris r. De oliveira Karina Maciel Charles silva santo s Karla Christine s. Santos Roselis r. Dos santos Roberta Miranda Helena Indira Leidia Limpeza Nair barreiros Miranda Lavanderia Romilda Gomes da silva Portaria e recepção Anderson leite ribeiro Internação Adailde Souza mangabeira Clinica medica Valdez Mello dos anjos Clinica pediátrica Eliana Edna Lauar Cínica ortopédica Marcelo Lopes Tomich SND Maria Dilma Alves Farmácia Robson SAME ( sala de arquivos médicos ) Dora Cpd( central de processamento de dados ) Keila Gomes ferraz Compras Carlos Henrique de oliveira Faturamento Rosalia CCIH Rosemere Moraes Ferreira Cintia Gomes Frois Manutenção Uriacir Radiologia Antonio Barbosa SISTEMA DE TRATAMENTO DE ÁGUA FONTO DE CAPTAÇÃO DESCRIÇÃO DOS RESERVATORIOS QUANT. DE RESERVAT. QUANTIDADE DE CADA RESERVATÓRIO CAPACIDADE DE CADA RESERVATÓRIO COPASA – MG São quatro reservatórios, três caixas d’agua convencionais, e uma construída manualmente a tijolos e devidamente azulejada interiormente 4 3CX comuns 1CX construída manualmente 1- 1,5 L 2- 1,5 L 3- 1,5 L 4 - EFLUENTES LIQUIDOS – TRATAMENTO TIPOS DE TRATAMENTOS (X) NÃO REALIZA TRATAMENTO DE EFLUENTES ( )PRE - TRATAMENTO REALIZADOS NO ( )TRATAMENTO PRIMARIO ESTABELECIMENTO ( )TRATAMENTO SECUNDARIO ( )TRATAMENTO TERCIARIO ( )TRATAMENTO SÉPTICO DEPOSIÇÃO FINAL DO EFLUENTE LIQUIDO ( X) REDE ESGOTO ( ) SOLO ( ) CORPO D’AGUA TRATAMENTO DE AGUA UTILIZAÇÃO ANALISE PRE- TRATAMETO INTERNO TRATAMENTO INTERNO MONITORAMENTO DE ANALISE Todo o estabelecimento ------------------------ ------------------------ ------------------------- MANUTENÇÃO DA QUALIDADE DA AGUA LIMPEZA E DESINFECÇÃO CONDIÇÕES DOS RESERVATORIOS ANALISE DA QUALIDADE DA AGUA RESPONSAVEL ---------------- Equipe de manutenção CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS I LOCAL DE GERAÇÃO RESÍDUOS SÓLIDOS EMISSÃO GASOSA EFLUENTE LÍQUIDO Salas de espera e corredores de circulação D R N/r Efliente com tensoativo, efulente sanitários. Recepção D R N/r Efluente com tensoativo, efluente sanitários. Consultórios A D R N/r Efluente com tensoativo, efluente sanitários. Sala de procedimento A B D E R N/r Vapor de álcool Efluente com tensoativo, efluente sanitários, sangue, vomito, solução de iodo. Sala de gesso A D R N/r Sala de rx C D R N/r Vapor de álcool Sala de cirurgia A B D E R N/r Efluente com tensoativo, efluente sanitários, sangue, vomito, solução de iodo. Sala de observação D R N/r Vapor de álcool Efluente sanitário Setor de higienização B D R N/r Vapor de álcool e vapor de hipoclorito de sódio Efluentes sanitários. Tenso ativos . Hipoclorito, solução de iodo, Local de geração Resíduos sólidos Emissão gasosa Efluente líquido Enfermarias A B D E R N/r Vapor de álcool Efluentes com tensoativos, efluentes sanitários. Escritórios D R N/r Farmácia B D R N/r Vapor de álcool e vapor de hipoclorito de sódio Efluente com tensoativo, solução de iodo, efluentes sanitários. Sala de nebulização Quarto dos médicos D Restos de alimentos e efluentes sanitários Refeitório D E N/r Restos de alimentos líquidos, efluentes sanitários com tensoativos. Setor de nutrição e dietética (SND ) D R N/r Restos de alimentos líquidos, efluentes sanitários com tensoativos. Lavanderia e adjacentes B D R N/r Gases de combustão, caldeira e vapor d’água Sangue, urina, fezes, vomito, efluentes sanitários com tensoativos. Setores Adminis. D R N/r Efluentes sanitários MANEJO DE RESÍDUOS O manejo dos resíduos consta das seguintes etapas: GERAÇAO, SEGURANÇA E ACONDICIONAMENTO. COLETA E TRANSPORTE INTERNO ARMAZENAMENTO EXTERNO COLETA E TRANSPORTE EXTERNO TRATAMENTO DIPOSIÇAO FINAL SEGREGAÇAO E ACONDICIONAMENTO A segregação e uma das operações fundamentais para permitir o cumprimento dos objetivos de um sistema eficiente de manuseio de resíduos e consiste em separar ou selecionar apropriadamente os resíduos segundo a classificação adotada. Essa operação deve ser realizada na fonte de geração e esta condicionada a previa capacitação do pessoal de serviço. O acondicionamento consiste no ato de embalar os resíduos segregados, em sacos ou recipientes adequados. A capacidade dos recipientes de condicionamento deve ser compatível com a geração diária de cada tipo de resíduo. Os sacos para acondicionamento dos resíduos do grupo A devem estar contidos em recipientes de material lavável, resistente a punctura, ruptura e vazamento, impermeável, com tampa provida de sistema de abertura em contato manual, comcontatos arredondados. Devem ser resistentes a tombamento e devem ser respeitados os limites de peso de cada invólucro. Os sacos devem estar identificados com a simbologia da substancias infectante. Substancias perigosa (corrosivas, reativas, tóxicas explosivas e inflamáveis) devem ser acondicionadas com base nas recomendações especificas do fabricante para acondicioná-los e descarta-los. Elas se encontram nas etiquetas de cada produto. Resíduos com características semelhantes aos domiciliares (grupo D) devem ser acondicionados em sacos impermeáveis, de acordo com as orientações dos serviços locais de limpeza urbana. Para os resíduos cortantes ou perfurantes (grupo E), o pré-acondicionamento deve ser em recipiente rígido, estanque, resistente a punctura, ruptura e vazamento, impermeável, com tampa, contendo a simbologia da substancia. Os materiais perfurocortantes devem ser acondicionados separadamente, no local de sua geração, imediatamente após o uso. O estabelecimento possui atendimentos múltiplos, gerando com isso todos os tipos de resíduos A, B, C, D, e E; acondicionado comumente em recipientes de plástico inapropriado, sem tampa e sem identificação, sendo utilizados sacos brancos leitosos, com simbologia de riscos infectante, com capacidade para 40 e 100lts utilizados para todos os tipos de resíduos gerados em cada unidade; e no caso dos resíduos do grupo E em caixas de papelão (descartex), sem nenhuma segregação dos resíduos não infectantes (comuns) daqueles considerados infectantes ou químicos. Depois e levado a um local impróprio de acondicionamento temporário (carrinho de lixo) que fica em uma área externa para posterior acondicionamento em um deposito de resíduos de serviços de saúde. Esta situação pode levar ao aumento do risco de infecção e impactos ao mesmo ambiente, pois os resíduos de características não contaminantes, acabam sendo contaminados, necessitando de tratamento especial e, consequentemente aumentando custos no gerenciamento. COLETA E TRANSPORTE INTERNO A coleta e transporte interno do RSS consistem no transporte dos resíduos dos pontos de geração ate o local destinado ao armazenamento temporário ou armazenamento externo, com a finalidade de disponibilização para a coleta. E nesta fase que o processo se torna visível para o usuário e o publico em geral, pois os resíduos são transportados nos equipamentos de coleta (carros de coleta) em áreas comuns. A coleta e o transporte devem atender ao roteiro previamente definido e devem ser feitos em horários, sempre que factível não coincidentes com distribuição de roupas, alimentos e medicamentos, períodos de visita ou de maior fluxo de pessoas ou de atividades. A coleta deve ser feita separadamente, de acordo com o grupo de resíduos e em recipientes específicos a cada grupo de resíduos. A coleta interna de RSS deve ser planejada com base no tipo de RSS, volume gerado, roteiros (itinerários ), dimensionamento dos abrigos, regularidade, freqüência de horários de coleta externa. Deve ser dimensionado considerando o numero de funcionários disponíveis, numero de carros de coletas, EPIs e demais ferramentas e utensílios necessários. O transporte interno dos recipientes deve ser realizado sem esforço excessivo ou risco de acidente para o funcionário. A coleta interna dos resíduos gerados e realizados pelos funcionários da limpeza sendo 3 diurnos, 2 noturnos e dotados de equipamentos de segurança, onde executam varias atividades dentro do hospital, sendo insuficiente pela capacidade geradora do estabelecimento. O transporte interno se faz passando por centro dos setores de assistência, não havendo rotinas estabelecidas em relação aos horários, sua duração e a freqüência das coletas em função da quantidade e qualidade dos resíduos gerados de acordo com os setores de forma diferenciada, coincidindo com períodos de maior fluxo de pessoas, sempre após o almoço ou quando necessário, e no caso da emergência e ambulatório a todo o momento. GRUPO A Os resíduos do grupo A são recolhidos de 2 a 6 feiras as 13:00horas eaos sábados as 10:00 horas, e no domingo não há coleta. Pelo tamanho do estabelecimento, este recolhimento e efetuado por 3 funcionários diurnos e 2 noturnos de serviços gerais. Estes funcionários, providos de luvas, gorro e botas de borracha fazem o recolhimento no hospital e encaminha para carrinho de lixo e são fechados com um no e são substituídos por sacos novos. Esses sacos são depositados em um recipiente coletor com capacidade de 200 litros e depois encaminhados para casa do lixo. GRUPO B Os resíduos do grupo B, gerados em quantidades reduzidas permanecem armazenados em seus locais de geração, ate o esgotamento do volume do reservatório, sendo depois, descartados na rede de esgoto com diluição; já os efluentes de processadores de imagem (reveladores e fixadores) são armazenados no seus próprios recipientes de origem num cômodo escuro nos fundos do hospital, sendo os efluentes de fixador vendidos e o revelador descartado na rede de esgoto. GRUPO C Os resíduos do grupo C são mantido s em local de geração para que depois sejam destinados pela empresa responsável ( serviço terceirizado) GRUPO D Os resíduos do grupo D são gerados em grande quantidade e segue os procedimentos do grupo A. GRUPO E Os resíduos perfurocortantes permanecem armazenados sem seus locais de geração, acondicionados em recipientes próprios ( Descartex ). Quando estão cheios ou que se justifique a sua retirada, segue as rotinas do grupo A, entanto são encaminhados diretamente para o abrigo e colocados num balcão de mármore separados por demais resíduos. Essa situação impede o rastreamento dos resíduos e aumenta o risco de acidentes, contaminação ou infecção, pois se faz necessárias rotinas estabelecidas para que os resíduos não tenham contato com pessoas ou alimentos. Alem disso o numero insuficiente de funcionários acarreta uma sobrecarga de serviços podendo causar prejuízos a saúde de seus trabalhadores. ARMAZENAMENTO TEMPORARIO Consiste naguarda temporária dos recipientes contendo oe resíduos acondicionados,em local próximo aos ponto de geração, visando agilizar a coleta dentro do estabelecimento e otimizar o deslocamento entre os pontos geradores e o ponto destinado a disponibilização para a coleta externa. Não poderá ser feito armazenamento temporário com disposição direta dos sacos sobre o piso ou sobrepiso, sendo obrigatória a conservação dos sacos em recipientes de acondicionamento. Quando o armazenamento temporário for feito em local exclusivo, deve ser identificado com sala de resíduo temporária que pode ser um compartimento adaptdo para isso, caso não tenha sido consebida na construção, desde que atenda as exigências legais para este tipo de ambiente. A quantidade de salas de resiudos será definida em função do porte, quantidade de resíduos, distancia entre ponto de geração lay-out do estabelecimento. A sala para guarda de recipientes de transporte interno de resíduos deve ter pisos e paredes lisas e laváveis, sendo o piso, alem disso, resistente ao trafego dos recipientes coletores. Devem possuir iluminação artificial e área suficiente para armazenar, no mínimo, dois recipientes coletores, para o posterior traslado ate a área de armazenamento externo. Para melhor higienização é recomendável a existência de ponto de água e ralo sinfonado com tampa escamoteável. O HMRG possui um local de armazenamento temporário para os resíduos, estado estes armazenados em uma área livre do hospital situada ao lado da unidade de lavanderia sendo este local inadequado para a permanência do carrinho temporário utilizado. Figura 02 – carrinho utilizado para armazenamento temporário Foto: Everton Souza Silva ARMAZENAMENTO EXTERNO O armazenamento temporário externo consiste no acondicionamento do resíduos em abrigo, em recipientes coletores adequados, em ambiente exclusivo e com acesso facilitado para osveículos coletores, no aguardo da realização da etapa de colte externa. O local desse armazenamento externo de RSS deve apresentar as seguintes características: ACESSIBILIDADE: O ambiente de estar localizado e construído de forma a permmitir acesso facilitado para os recipientes de tranposrte e para os veículos coletores. EXCLUSIVIDADE: O ambiente deve ser utilizado somente para o armazenamento de resíduos. SEGURANÇA: O ambiente deve reunir condições físicas estruturais adequdas, impedindo a ação do sol, chuva, ventos, etc. E que pessoas não autorizadas ou animais tenham acesso ao local. HIGIENE E SANEAMENTO: Deve haver local para higienização dos carrinhos e contêineres. O ambiente deve contar com boa iluminação e ventilação e ter pisos e paredes revestidos com materiais resistentes aos processos de higienização. O local de armazenamento externo localiza-se distante dos setores de assistência, externo ao hospital numa área de difícil acesso, próximo ao setores de nutrição e dietética e lavanderia, exigindo grande esforço do funcionário as três rampas que dão acesso á “ Abrigo dos Resíduos”, formado por três divisórias contendo quatro contêineres sem identificação, possuindo um portão que da acesso a rua e permite a coleta externa. Figura03- abrigo de resíduos Foto: Everton souza silva Foto04: abrigo de resíduos Foto: Everton Souza Silva Figura 05- portão de acesso para coleta externa Foto: Everton Souza Silva FLUXOGRAMA DOS RESIDUOS COLETA E TRANSPORTE EXTERNO A coleta externa consiste na remoção do RSS do abrigo de resíduos :(armazenamento externo) até a unidade de tratamento ou disposição final , pela utilização de técnicas que garantam a preservação das condições de acondicionamento e a integridade dos trabalhadores, da população e do meio ambiente. Deve estar de acordo com as regulamentações do órgão de limpeza urbana. Após o acondicionamento no armazenamento externo ( abrigo dos resíduos), os resíduos são coletados diariamente pelo serviço de limpeza urbana terceirizado pela empresa LOCALIX e encaminhados para o aterro municipal de Teófilo Otoni. TRATAMENTO Segunda a resolução ANVISA N. 306\04, o tratamento consiste na aplicação de método, técnica ou processo que modifique as características dos riscos inerentes aos resíduos, reduzindo ou eliminando o risco de contaminação, de acidentes ocupacionais ou de danos ao meio ambiente. Há varias formas de ser proceder ao tratamento: desinfecção química ou térmica ( autoclavagem, microondas, insineração). Não há tratamento pra nenhum dos tipos de resíduos gerados na instituição. Entretanto é necessário que haja quaisquer processo manuais, mecânicos, físicos, químicos ou biológicos que alterem as características dos resíduos, visando a minimização do risco a saúde, a preservação da qualidade do meio ambiente, a segurança e a saúde do trabalhador. DISPOSIÇÃO FINAL Consiste na disposição definitiva de resíduos no solo ou em locais previamente preparados para recebe-los. Pela legislação brasileira a disposição deve obedecer a critérios técnicos de construção e operação, para as quais é exigido licenciamento ambiental. As formas de disposição final do RSS atualmente utilizado são: Aterro sanitário, aterro controlado, lixão ou vazadouro e valas. Aterro sanitário – È um processo utilizado para a disposição de resíduos sólidos no solo de forma segura e controlada, garantido a preservação ambiental e a saúde publica. Os sistema esta fundamentado em critérios de engenharia e normas operacionais especificas. Aterro controlado – Trata-se de um lixão melhorado. Nesse sistema os resíduos são descarregados no solo, com recobrimento de camada de material inerte, diariamente. Essa forma não evita os problemas de poluição, pois é carente de sistema de drenagem, tratamento de liquido, gases, impermeabilização, etc. Lixão ou vazadouro- Este é considerado um método inadequado de disposição d resíduos sólidos e se caracteriza pela simples descarga de resíduos sobre o solo sem medidas de proteção ao meio ambiente e a saúde é altamente prejudicial a saúde e ao meio ambiente, devido a aparecimento de vetores indesejáveis, mal cheiro, contaminação das água superficiais e subterrâneas, presença de catadores risco de explosões, devido a geração de gases ( CH4) oriundos da degradação do lixo. Vasa séptica – esta técnica com impermeabilização do solo de acordo com a norma da ABNT é chamada de célula especial de RSS e é empregada em pequenos municípios. Consiste no preenchimento de valas escavadas impermeabilizadas, com largura e profundidade proporcionais a quantidade de lixo a ser aterrada. A terra é retirada com retro-escavadeira ou trator que deve ficar próximo as valas e, posteriormente ser usada na cobertura diária dos resíduos. Os veículos de colete depositam os resíduos sem compactação diretamente no interior da vala e, no final do dia, é efetuada sua cobertura com terra, podendo ser feita manualmente ou por meio de maquina. O município de Teófilo Otoni dispões de um aterro que funciona como mecanismo de lixão, pois os resíduos de serviço de saúde são depositados sobre o solo em local diferenciado dos demais resíduos, porem sem nenhum tipo de tratamento especifico sendo aterrado de maneira inadequada. MANEJO DE RSS (SEGREGAÇAO E ACONDICIONAMENTO) Local Descrição do resíduo Grupo Estado físico Recipiente utilizado A B C D R D NR Sólido Liquido Descrição Capacidade Simbologia Salas de espera Papel, revistas, plástico, lata de alumínio, papelão. X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 100L � Algodão, gaze, curativos, luvas cirúrgicas, secreções, excreções. X X X Saco plástico branco leitoso Bombona plástica com tampa acionada por pedal 100L Recepção Papel, revista, jornal, plástico, lata de alumínio, papelão. X X Saco plástico verde ou transparente bombona plástica com tampa 30L � Consultórios Algodão, gaze, curativos, luvas cirúrgicas, secreções, excreções. X X Saco plástico branco leitoso Bombona plástica, com tampa acionada por pedal. 100L Papel copo plástico, embalagens de medicamentos, frascos de soro. X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa. 30L � Papel carbono, papel toalha, papel higiênico. X X Saco plástico preto. Bombona plástica com tampa 30L � Sala de procedimentos Algodão, gaze, curativos, sonda, equipo, tecidos, luvas cirúrgicas, secreções, excreções. X X X Saco plástico branco leitoso Bombona plástica, com tampa acionada por pedal. 100L Seringa, agulha, ponta de equipo, bisturi, lamina, escalpes, ampolas de vidros quebradas. X X X Recipientes de paredes rígidas de cor amarela de alça. 7,5L Papel copo plástico, embalagens de medicamentos, frascos de soro. X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Papel carbono, papel toalha, papel higiênico. X X Saco plástico preto. Bombona plástica com tampa 30L � Sala de gesso Papel, copo plástico, embalagens de medicamentos, frascos de soro. X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Papel carbono, papel toalha, papel higiênico. X Saco plástico preto. Bombona plástica com tampa 30L � Algodão, gaze, curativos, sonda, equipo, tecidos, luvas cirúrgicas, secreções, excreções. X X Saco plástico branco leitoso. Bombona plástica, com tampa acionada por pedal. 30L Sala de RX Papel copo plástico, embalagens em geral. X X Saco plástico verde ou transparente Bombonaplástica com tampa 30L � Revelador de filmes de RX X X Bombonas plásticas identificadas 30L � Algodão, gaze, curativos, sonda, equipo, tecidos, luvas cirúrgicas, secreções excreções. X X Saco plástico branco leitoso Bombona plástica, com tampa acionada por pedal. 30L Resíduos radiologicos (terceirizados) X X Bombonas plásticas identificadas 100L � Sala de cirurgias Papel copo, plásticos, embalagens de medicamentos, frascos de soro. X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Papel carbono, papel toalha, papel higiênico. X X Saco plástico preto Bombona plástica com tampa. 30L � Seringa, agulha, ponta de equipo, bisturi, lamina, escalpes, ampolas de vidro quebradas. X X X Recipientes de paredes rígidas de cor amarela com alça 7,5L Medicamentos inutilizados contaminados X X X Saco plástico branco leitoso Bombona plástica, com tampa acionada por pedal. 30L I Vidros de medicamentos não perigosos X X Bombona plásticas com alça 30L � Salas de observação Papel copo plástico, embalagens em geral. X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Setor de higenizaçao. Papel copo plástico, embalagens em geral. X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Medicamentos inutilizados contaminados X X X Saco plástico branco leitoso Bombona plástica com tampa acionada por pedal 30L Vidro de medicamentos não perigosos X X Bombona plástica com alça 30L � Enfermarias Papel copo plástico, embalagens de medicamentos, frascos de soro. X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Papel carbono, papel toalha, papel higiênico. X X Saco plástico preto bombona plástica com tampa 30L � Seringa, agulha, ponta de equipo, bisturi, lamina, escalpes, ampolas de vidro quebradas. X X X Recipientes de paredes rígidas de cor amarela, com alça. 7,5L Medicamentos inutilizados contaminados X X X Saco plástico branco leitoso Bombona plástica, com tampa acionada por pedal. 30L � Vidros de medicamentos não perigosos X X Bombona plástica com alça 30L � Escritórios Papel, revista, jornal, plástico, lata de alumínio, papelão. X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Papel carbono, papel toalha, papel higiênico X X Saco plástico preto Bombona plástica com tampa 30L � Farmácia Papel, revista, jornal, plástico, lata de alumínio, papelão. X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Papel carbono, papel toalha, papel higiênico. X X Saco plástico preto. Bombona plástica com tampa 30L � Medicamentos inutilizados X X X Saco plástico branco leitoso Bombona plástica, com tampa acionada por pedal 30L � Vidros de medicamentos não perigosos X X Bombona plástica com alça 30L � Divisão de clinica medica Papel, copo plástico, revista, jornal, plástico, embalagens de plástico recicláveis, papelão. X X Saco plástico preto. Bombona plástica com tampa 30L � Embalagens não recicláveis, sobras alimentares, papel carbono, papel toalha, papel higiênico. X X Saco plástico preto. Bombona plástica com tampa 30L � Divisão de enfermagem Papel, copo de plástico, revista, jornal, plástico, embalagens de plástico recicláveis, papelão. X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Embalagens não recicláveis, sobras alimentares, papel carbono papel toalha papel higiênico. X X Saco plástico preto. Bombona plástica com tampa 30L � CCIH Papel, copo de plástico, revista, jornal, plástico, embalagens de plástico recicláveis papelão. X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Embalagens não recicláveis, sobras alimentares, papel carbono, papel toalha, papel higiênico. X X Saco plástico preto. Bombona plástica com tampa 30L � SESMT Papel, copo de plástico, revista, jornal, plástico, embalagens de plástico recicláveis. Papelão X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Embalagens não recicláveis, sobras alimentares, papel carbono, papel toalha, papel higiênico. X X Saco plástico preto. Bombona plástica com tampa 30L � Quartos dos médicos Papel, revista, jornal, plástico, lata de alumínio, papelão. X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Papel carbono, papel toalha, papel higiênico. X X Saco plástico preto. Bombona plástica com tampa 30L � Enfermarias Papel copo plástico, embalagens de medicamentos, frascos de soro. X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Papel carbono, papel toalha, papel higiênico. X X Saco plástico preto. Bombona plástica com tampa 30L � Seringa, agulha, ponta de equipo, bisturi, lamina, escalpes, ampolas de vidro quebradas. X X X Recipientes de paredes rígidas de cor amarela com alça. 7,5L Medicamentos inutilizados contaminados X X X Saco plástico branco leitoso Bombona plástica com tampa acionada por pedal. 30L � Vidros de medicamentos não perigosos X X Bombona plástica com alça 30L � Refeitório Papel, revista, jornal, plástico, lata de alumínio, papelão X X Saco plástico vede ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Setor de nutrição e dietética (SND) Papel, revista, jornal, lata de alumínio embalagens plásticas, garrafas pet X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Guardanapo, borra de café, sache de chás, sobras de alimentos. X X Saco plástico preto. Bombona plástica com tampa 30L � Lavanderia e adjacentes Papel, copo plástico, revista, jornal, plástico, embalagens de plástico recicláveis. X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Embalagens não recicláveis sobras alimentares, luvas de borracha usadas. X X Saco plástico preto. Bombona plástica com tampa 30L � Seringa, agulha, ponta de equipo, bisturi, lamina, escalpes, ampolas de vidro quebradas. X X X Recipientes de paredes rígidas de cor amarela, com alça. 7,5L Salas de espera e corredores de circulação Papel, revista, jornal, plástico, lata de alumínio, papelão X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 100L � Algodão, gaze, curativos, luvas cirúrgicas, secreções, excreções X X X Saco plástico branco leitoso Bombona plástica, com tampa acionada por pedal 100L Setores administrativos Papel, copo de plástico, revista, jornal, plástico, embalagens de plástico recicláveis, papelão X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Embalagens não recicláveis, sobras alimentares papel carbono,papel toalha, papel higiênico X X Saco plástico preto. Bombona plástica com tampa 100L � Serviços gerais Papel, copo de plástico, revista, jornal, plástico, embalagens de plástico recicláveis, papelão X X Saco plástico verde ou transparente Bombona plástica com tampa 30L � Embalagens não recicláveis, sobras alimentares, luvas de borracha usadas, podas, varrição X X Saco plástico preto. Bombona plástica com tampa 100L � Lâmpadas fluorescentes X X Própria embalagem Perigoso Baterias e pilhas Bombona plástica com tampa 100L Perigoso MANEJO DE RSS (COLETA EXTERNA) GRUPO TIPO DE RESÍDUO VEICULO\ EQUIPAMENTO EPI FREQ. HORA DISTANCIA ATE A DISPOSIÇÃO FINAL CUSTO DA COLETA A (Risco Biológico) Curativos, peças anatômicas, bolsas de sangue, vísceras, seringas, agulhas, bisturis, luvas e alimentos contaminados. Caminhonete para transporte especial, Grupo A. Luvas, botas, avental e mascaras cirúrgicas. Diária 13:00 7 km Sem informação B (risco químico) Restos de medicamentos, embalagens vazias contaminadas, medicamentos vencidos, trapos com óleos e graxas. Caminhão especial para transporte de resíduos perigosos, classe1. Luvas, botas, avental. Diária 13:00 7 km Sem informação D (comum) recicláveis Papel, papelão, latas, plásticos, embalagens de medicamentos e soro que estiveram em contato direto com medicamentos. Caminhão de coleta seletiva Luvas, botas, avental. Diária 13:00 7 km Sem informações D (comum) não recicláveis Resto de alimentos que não entraram em contato com pacientes em tratamento, papeis sujos, trapos não contaminados, papel higiênico, carbono Caminhão de coleta seletiva Luvas, botas, avental Diária 13:00 7KM Sem informações COLETA DO GRUPO A (RISCO BIOLOGICO) Empresa CNPJ Licença Endereço Responsável técnico LOCALIX Rodovia BR 040 km 519s\n-fazenda colina-contagem Profissão Registro COLETA DO GRUPO B (RISCO QUIMICO) Empresa CNPJ Licença Endereço Responsável técnico LOCALIX 27394840000132 Rodovia BR 040 KM 519s\n-fazenda colina- contagem Profissão Registro COLETA DO GRUPO D (RECICLAVEIS) Empresa CNPJ Licença Endereço Responsável técnico LOCALIX 27394840000132 Rodovia BR040 KM519s\n-fazenda colina - contagem Profissão Registro COLETA DO GRUPO D (NÃO RECICLAVEIS) Empresa CNPJ Licença Endereço Responsável técnico LOCALIX 27394840000132 Rodovia BR040 KM519s\n- fazenda colina- contagem Profissão Registro MANEJO DE RSS (TRATAMENTO EXTERNO) Grupo Tipo de resíduo Tratamento Equipamento Licença Custo (R$\tonelada) Empresa A (Risco Biológico) Curativos, peças anatômicas, bolsas de sangue, vísceras, seringas, agulhas, bisturis, luvas e alimentos contaminados. Descontaminaçao por autoclave Autoclave Sem informação LOCALIX B (Risco Químico) Resto de medicamentos, embalagens vazias contaminadas, medicamentos vencidos, trapos com óleo embalagens de óleos egraxas. Aterro de resíduos perigosos classe1 Aterro de resíduos perigosos classe Sem informação LOCALIX D(Comum) Reciclável Papel, papelão, latas, plásticos, embalagens de medicamentos e soro que estiveram em contato direto com medicamentos. Triagem para comercialização Galpão de triagem Sem informação LOCALIX D(Comum) Não Reciclável Restos de alimentos que não entraram em contato com pacientes em tratamento. Papeis, sujos trapos não contaminados, papel higiênico, carbono. Triagem e compostagem Sem informação LOCALIX MANEJO DE RSS (TRATAMENTO EXTERNO – ROTINA E EMERGENCIA) Princípios do sistema em situação de rotina Situação (Atividade e definição) Procedimento A – Armazenamento no contenedor A e transferência ao veiculo de coleta B – armazenamento no contenedor B e transferência ao veiculo de coleta D\R – armazenamento no contenedor D\R e transferência ao veiculo de coleta D\NR – armazenamento no contenedor D\NR e transferência ao veiculo de coleta Em todos os casos o funcionário responsável pelos RSS do Hospital acompanha – o carregamento dos respectivos veículos pelo operador da empresa contratada \ conveniada Princípios do sistema em situação fora de rotina Situação (Sobrecarga falta de recursos, acidente). Procedimento \ contramedida Acidente A – Acionar a comissão de infecções hospitalares B – Acionar a comissão de infecções hospitalares C – Isolar a área e acionar a comissão de infecções hospitalares D – Proceder à coleta e destinação ao local apropriado Coleta e destinação Atraso ou ausência do veiculo coletor na data\hora definida A – Armazenamento no contenedor A e transferência ao veiculo de coleta B – Armazenamento no contenedor B e transferência ao veiculo de coleta D\R – Armazenamento no contenedor D\R e transferência ao veiculo de coleta D\NR – armazenamento no contenedor D\NR e transferência ao veiculo de coleta Em todos os casos o funcionário responsável pelos RSS do Hospital acompanha o carregamento dos respectivos veículos pelo operador da empresa contratada\conveniada ou da empresa contatada emergencialmente. Neste ultimo caso, funcionário responsável devera checar as condições do veiculo, a habilitação do condutor e a validade das licenças da nova empresa. MANEJO DE RSS (DISPOSIÇAO FINAL) Grupo Tipo de resíduo Disposição final Media mensal (kg\mês) Custo R$\tonelada Empresa A(Risco Biológico) Curativos, peças anatômicas, bolsas de sangue, vísceras, seringas, agulhas, bisturis, luvas e alimentos contaminados. Depois do devido tratamento, encaminhados a valas sépticas. 500 kg Sem informação LOCALIX B (Risco Químico) Restos de medicamentos, embalagens vazias contaminadas, medicamentos vencidos, trapos com óleos, embalagens de óleos e graxas. Aterro de resíduos perigosos 260 kg Sem informação LOCALIX C (Rejeito radioativo) Resíduos contaminados por radionuclideos Depois dos tratamentos (célula de decaimento) encaminhados para o aterro sanitário 7 kg Sem informação LOCALIX D (Comum) Recicláveis Papel, papelão, latas, plásticos, embalagens de soro que estiveram em contato direto com medicamentos. Triagem e os rejeitados para o aterro sanitário 1.300 kg Sem informação LOCALIX D (Comum) Não Recicláveis Restos de alimentos que não entraram em contato com pacientes em tratamento. Papeis sujos, trapos não contanimados, papel higiênico carbono. Triagem e compostagem e encaminhados ao aterro sanitário 4.000 kg Sem informação LOCALIX Recursos Necessários - Equipamentos Riscos associados Equipamentos custo Risco biológico Restauração da autoclave Existente 02 Carrinhos para coleta interna (200L) 02 Carrinhos para Armazenamento temporário (200L) Bombonas de 30L Bombonas de 100L Sacos plásticos identificados 35.000,00 Recursos Necessários – Materiais Riscos associado Equipamentos custo Risco ergonômico Mobiliário 50.000,00 Recursos Necessários – Obras Riscos associados Equipamentos custo Riscos ergonômicos Riscos de acidentes Restauração da estrutura física do hospital 250.000,00 Riscos biológicos Adequação da bancada para Colocação da autoclave 5.000,00 Riscos biológicos Construção de um abrigo externo de resíduos 10.000,00 Não se enquadra Construção de um abrigo externo de resíduos recicláveis 5.000,00 Recursos Necessários– Capacitação Riscos associado Descrição Custo Riscos físicos Treinamento de recursos Humanos através de cursos de formação 2.500,00 Riscos de biológicos Treinamento de recursos humanos através de cursos de formação (biossegurança gerenciamento de resíduos, técnicas de segurança). 2.500,00 Risco químico Treinamento de recursos humanos através de cursos de formação (biossegurança gerenciamento de resíduos, técnicas de segurança). 2.500,00 Riscos de acidentes Treinamento de recursos humanos (normas técnicas de segurança). 2.500,00 Plano de Ação O que Por que Quando Onde Quem Como Minimização da geração de resíduos Redução de custo postura ambiental Imediatamente Todos os setores Todos os funcionários Capacitação continuada Redução da %de resíduos do grupo A e E Redução dos custos Biossegurança Imediatamente Áreas de geração Todos os funcionários envolvidos Capacitação continuada melhor segregação tabulação de quantitativos Redução da% de resíduos do grupo B Redução dos custos Biossegurança Otimização do uso Imediatamente Áreas de geração Todos os funcionários envolvidos Capacitação continuada controle de fluxos e estoques Qualificação da segregação dos resíduos Redução de custo postura ambiental Redução dos riscos Imediatamente Todos os setores Todos os funcionários Capacitação continuada Implementação do programa de reciclagem Redução de custos postura ambiental Imediatamente Áreas de geração Todos os funcionários envolvidos Capacitação continuada MANEJO DE RSS (AMAZENAMENTO EXTERNO) – AVALIAÇÃO DE LOCAL Abrigo GRUPO REVESTIMENTO Ponto de água Ralo sifon. Ventl. Adeq. Ilumin. Adeq. Porta proteç. Destino do material despejado no ralo Piso Parede Abrigo externo 1Andar A, BD e E Branco revestido com cerâmica lisa Branca revestida com azulejo branco liso Não Não Sim Sim Não Sistema coletor próprio, rede municipal Abrigo externo térreo D Branco revestido com cerâmica Branca revestida com azulejo branco liso Não Não Sim Sim Não Reciclagem AVALIAÇAO PRELIMINAR DOS RISCOS Local Riscos físicos Riscos biológicos Riscos químicos Riscos ergonômicos Riscos de acidente Recepção X Consultórios X X X X Salas de procedimento X X X X Sala de RX X X X X X Salas de cirurgias X X X X Salas de observação X X Setor de higenizaçao X X X Enfermarias X X X X Escritórios X Farmácia X X Enfermarias X X X X Refeitório X X Restaurante e cafeteria X X Setor de nutrição e dietética X X (SND) Lavanderia e adjacentes X X X X X Prédio anexo Setores administrativos X Serviços gerais X X X X X CONTROLE DE RISCOS Local O que Quem Como Quando Ação Térreo Recepção Risco ergonômico: problemas posturais Recepcionistas Posto de trabalho pouco funcional com mobiliário desconfortável Turno de trabalho Readequação e troca do mobiliário Consultórios Riscos biológicos: acidentes punctoticos ou de contato. Riscos ergonômicos: problemas posturais, risco de acidentes: cortes, punção Enfermeiros, auxiliares, médicos Atendimento Turno de trabalho Capacitação uso EPLs Adequação do mobiliário identificação dos materiais segregação e acondicionamento adequado dos resíduos gerados Salas de procedimento Riscos biológicos: acidentes punctoticos ou de contato. Riscos químicos: contato ou inalação de substancias químicas. Riscos ergonômicos: problemas posturais. Riscos de acidentes: cortes, punção Enfermeiros, auxiliares, médicos Atendimento Turno de trabalho Capacitação uso EPLs Adequação do mobiliário identificação dos matérias segregação e acondicionamento adequado dos resíduos gerados atendimento as normas técnicas controle e biossegurança Sala de RX Riscos físicos: ruídos e radiação Riscos biológicos: acidentes punctoticos ou de contato Riscos químicos contato ou inalação de substancias químicas Riscos ergonômicos problemas posturais Riscos de acidentes: cortes, punção Funcionários do setor Durante o funcionamento Turno de trabalho Capacitação uso de EPLs Adequação do mobiliário identificação dos materiais Segregação e acondicionamento adequado dos resíduos gerados atendimentos as normas técnicas de controle e biossegurança Salas de cirurgias Riscos biológicos acidentes punctoticos ou de contato Riscos químicos: Contato ou inalação de substancias químicas Riscos ergonômicos Problemas posturais Riscos de acidentes, cortes, punção Enfermarias, auxiliares, médicos Atendimento Turno de trabalho Capacitação uso de EPIs Adequação do mobiliário identificação dos materiais segregação e acondicionamento adequado dos resíduos gerados atendimento as normas técnicas de controle e biossegurança Salas de observação Riscos biológicos: acidentes punctoticos ou de contato Riscos químicos contatos ou inalação de substancias químicas Riscos ergonômicos problemas posturais Riscos de acidentes cortes, punção Enfermeiros, auxiliares, médicos Atendimento Turno de trabalho Capacitação uso de ERIs Adequação do mobiliário identificação dos materiais Segregação e acondicionamento adequado dos resíduos gerados Atendimento as normas técnicas de controle e biossegurança Setor de higienizaçao Riscos químicos: contato ou inalação de substancias químicas Riscos ergonômicos problemas posturais Riscos de acidentes: cortes, punção Funcionários da higenizaçao Utilização de produtos de limpeza utilização de instrumentos de trabalho Turno de trabalho Capacitação do RH utilização EPIs segregação e acondicionamento adequado dos resíduos gerados. Atendimento as normas técnicas de controle e biossegurança Enfermarias Riscos biológicos: acidentes punctoticos ou de contato. Riscos químicos contato ou inalação de substancias químicas. Riscos ergonômicos: problemas posturais. Riscos de acidente: cotes, punção Enfermeiros, auxiliares, médicos Atendimento Turno de trabalho Capacitação uso de EPIs Adequação do mobiliário identificação dos materiais Segregação e acondicionamento adequado dos resíduos gerados atendimento as normas técnicas de controle e biossegurança Escritórios Riscos ergonômicos problemas posturais Funcionário do setor Posto de trabalho pouco funcional com mobiliário desconfortável Turno de trabalho Readequação e troca do mobiliário Farmácia Riscos químicos: contato ou inalação de substancias químicas. Riscos ergonômicos: problemas posturais Funcionários do setor Manipulação de medicamentos posto de trabalho pouco funcional com mobiliário desconfortável Turno do trabalho Readequação e troca do mobiliário Enfermarias Riscos biológicos: acidentes punctoticos ou de contato Riscos químicos: contatos ou inalação de substancias químicas Risco ergonômicos: problemas posturais Risco de acidentes: cortes, punçao Enfermeiros, auxiliares, médicos Atendimento Turno de trabalho Capacitação uso de EPIs Adequação do mobiliário identificação dos materiais Segregação e acondicionamento adequado dos resíduos gerados Atendimento as normas técnicas controle e biossegurança Refeitório Riscos ergonômicos problemas posturais Risco de acidentes: cortes, queimaduras Funcionário do setor Lavagem do material Após as refeições Ajuste dos equipamentos as necessidades dos funcionários uso de EPIs adequados Setor de nutriçãoe dietética (SND) Riscos ergonômicos: problemas posturais Risco de acidente: cortes, queimaduras Cozinheiros e nutricionistas Preparo dos alimentos Horário de preparo dos alimentos Ajuste dos equipamentos as necessidades dos funcionários uso de EPIs adequado Lavanderia e adjacentes Riscos físicos: ruídos Riscos biológicos: acidentes punctorios com resíduos misturados as roupas de cama riscos químicos: contato ou inalação de substancias químicas Riscos ergonômicos: problemas posturais Riscos de acidentes cortes, punção Funcionários do setor Durante o funcionamento de caldeira ou maquinaria; manipulação das roupas; preparo e utilização de produtos para lavagem Turno de trabalho Ajuste dos equipamentos as necessidades dos funcionários uso de EPIs adequados Área de armazenamento externo de resíduo Riscos biológicos acidente punctoricos com resíduos misturados as roupas de cama Riscos químicos contato ou inalação de substancias químicas Riscos ergonômicos problemas posturais Riscos de acidentes; cortes, punção Funcionário do setor Horários de coleta e limpeza Turno de trabalho Capacitação uso de EPIs adequação do mobiliário identificação dos materiais segregação e acondicionamento adequado dos resíduos gerados atendimento as normas técnicas de controle e biossegurança Prédio anexo Setores administrativos Riscos ergonômicos; problemas posturais Funcionários do setor Posto de trabalho pouco funcional com mobiliário desconfortável Turno de trabalho Readequação e troca do mobiliário Serviços gerais Riscos físicos; ruídos Riscos biológicos; acidentes punctoricos ou de contato Riscos químicos; contato ou inalação de substancias químicas Riscos ergonômicos; Riscos de acidentes; cortes, choques Funcionários do setor Durante funcionamento de maquinaria; manipulação de ferramentas, manutenção de equipamentos Turno de trabalho Ajuste dos equipamentos as necessidades dos funcionários uso de EPIs adequados REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS ALLOWAY, B. 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SECRETARIA MINICIPAL DE SAUDE PREFEITURA MUNICIPAL DE TEOFILO OTONI SERVIÇOS URBANOS DE TEOFILO OTONI SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE �PAGE � �PAGE �18� _1332765433.xls