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Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal
Centro de Educação a Distância
Bacharelado em Enfermagem 
ANNA WALÉRIA DE SOUZA TORRES
RA: 2870936483
AUZENI DA SILVA SANTOS
RA: 1715190561
ANA ILSA DE SENA SILVA
RA: 2865937185
LEIDE DAIANE DE LIMA E SILVA
RA: 2800737934
LUANA ALMEIDA DA SILVA
RA: 2865968693
MARCONIETE ALVES DA SILVA
RA: 2865932331
RELATÓRIO DE CAMPO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA ÁREA HOSPITALAR
Juazeiro-BA
2019�
ANNA WALÉRIA DE SOUZA TORRES
RA: 2870936483
AUZENI DA SILVA SANTOS
RA: 1715190561
ANA ILSA DE SENA SILVA
RA: 2865937185
LEIDE DAIANE DE LIMA E SILVA
RA: 2800737934
LUANA ALMEIDA DA SILVA
RA: 2865968693
MARCONIETE ALVES DA SILVA
RA: 2865932331
RELATÓRIO DE CAMPO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA ÁREA HOSPITALAR
Relatório de Campo de Estágio Supervisionado orientado pela Preceptora Adriana de Souza Ferreira como avaliação final da Disciplina Estágio Supervisionado de 9ª série.
 
Juazeiro-BA
2019
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO..................................................................................................................... 4
2 CAMPO DE ESTÁGIO.........................................................................................................6
2.1 INSTITUIÇÃO DE SAÚDE.................................................................................................6
2.2 SETOR DO SERVIÇO DE SAÚDE....................................................................................8
3 ESTUDO DE CASO...............................................................................................................9
4 CONCLUSÃO......................................................................................................................13
REFERÊNCIAS......................................................................................................................14
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INTRODUÇÃO
A questão da saúde pública no Brasil foi regulamentada como um direito universal em 1988 pela Constituição Federal (MATTIA; KLEBA; PRADO, 2018). A criação do Sistema Único de Saúde (SUS) ocorreu na perspectiva de imprimir um caráter ético-moral, que defende o conjunto de necessidades sociais de saúde ao cidadão (BACKES et al., 2008). Esse processo de trabalho com o cuidado humano vem sendo um tema muito discutido, principalmente entre os profissionais da enfermagem (SOUZA; SANTOS; MONTEIRO, 2013). 
Esse profissional vem aumentando o seu espaço na área da saúde cada dia mais, em decorrência da sua participação no desenvolvimento da ciência. Além disso, o enfermeiro vem assumindo uma função muito importante no que diz respeito às necessidades de cuidado, assim como na promoção e proteção da saúde da população (SOUZA; SANTOS; MONTEIRO, 2013). O processo de formação desses profissionais se da a partir do conhecimento, habilidades e atitudes para atuar no sistema de saúde (MATTIA; KLEBA; PRADO, 2018).
No decorrer de toda a trajetória acadêmica o estudante adquire uma vasta gama de conhecimento teórico distinto. Com isso, a falta da atuação prática do aluno pode resultar em dificuldades de relacionar teoria e prática. Dessa forma, torna-se fundamental inserir o aluno em seu cenário de práticas, permitindo experiência rotineira de sua profissão, contribuindo para a formação profissional de enfermeiro. Assim, o ensino de campo torna-e um elemento indispensável do sistema de formação de enfermeiros. Consiste em toda instrução dada a estudantes de enfermagem durante o período de prática, nas instituições de saúde e hospitalares (CHAVE et al., 1981; MATTIA; KLEBA; PRADO, 2018). 
De acordo com Rocha e Almeida (2000), a essência da profissão do enfermeiro é o cuidado aos pacientes, seja de modo individual, familiar ou comunitário, para a contribuição na prevenção de doenças, recuperação e reabilitação de saúde. Para possibilitar esse cuidado em saúde, há o campo prático que possibilita o estudante de enfermagem vivenciar as experiências hospitalares, enquanto agente cuidador, que o permite executar em prática o conhecimento teórico acadêmico adquirido.
É sabido que as aulas práticas possuem o desígnio de induzir o aluno a aprimorar a técnica a respeito dos conhecimentos de uma determinada disciplina teórica. Isto permite implementar o aluno em instituições de saúde, como por exemplo, nas unidades básicas de saúde (UBS), Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e no ambiente hospitalar em geral, para que nestes locais, supervisionado diretamente pelo professor, consiga efetuar procedimentos, técnicas e vivenciar ocorrências cotidianas de estudos, visto até então teoricamente. Esse contato com os ambientes de saúde e com os pacientes é imprescindível e deve permear a formação do profissional de enfermagem (SILVA; SILVA; RAVALIA, 2009).
Segundo o estudo realizado por Guedes; Ohara e Silva (2012) retratam como esse espaço é fundamental na construção da formação do estudante de enfermagem, o qual colabora para a interação do estudante com o ambiente hospitalar favorecendo o processo ensino aprendizagem, possibilita-o inteirar-se com a equipe multiprofissional no desenvolvimento das atividades e rotinas no ambiente hospitalar e também auxilia na construção do perfil como profissional de enfermagem.
Nesse sentido, o curso de enfermagem exige do estudante habilidades teóricas-práticas que jamais poderiam ser desenvolvidas sem o contato direto com o paciente. Portanto, torna-se importante que durante a execução das aulas práticas, o acadêmico preste assistência e promova a autonomia dos pacientes através da educação em saúde, assim como devem manter o relacionamento terapêutico com usuário/família no desenvolvimento do processo de cuidar em enfermagem durante a hospitalização (SILVA; SILVA; RAVALIA, 2009).
O presente trabalho tem como objetivo expor as experiências vivenciadas pelas discentes do curso de enfermagem da faculdade Anhanguera durante o período de estágio em unidades de saúde, como a Unidades Básicas de Saúde (UBS), Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e no ambiente hospitalar em geral, frisando a importância de o acadêmico conhecer na prática sua atuação no cotidiano e aprimorando sua formação profissional.
Campo de estágio
Instituição de saúde
Estágio realizado no Centro de Neurologia e Cardiologia do Vale do São Francisco – Neurocárdio, localizado a rua Tobias Barreto área central da cidade de Petrolina – Pe. Fundado em fevereiro de 1983 o hospital vem prestando assistência a saúde da população de forma completa e segura, ou seja, desde a urgência (chegada do paciente) a sua alta (saída do paciente), buscando um diagnóstico concreto para melhoria de vida do paciente.
Estagio iniciado em 18/02/2019 até 22/04/2019, supervisionado pela professora e coordenadora de estágio a Sra. Adriana de Souza Ferreira, a equipe composta por graduandos do curso bacharel em enfermagem da Faculdade Anhanguera tiveram a oportunidade de aprimorar na prática a vivência aprendida em sala de aula para que assim cumprisse mais uma etapa obrigatória para conclusão do curso.
A instituição é composta de atendimento a pacientes de Urgência e Emergência para pacientes adultos e pediátricos, sempre seguindo um padrão de escala para tal. Setor composto por consultório médico, leitos de observação e local para realização da Sae tanto médica quanto de enfermagem, além de espaço para preparação das medicações a serem administradas nos pacientes em atendimento. 
O hospital também possui 03 andares sendo o primeiro composto por apartamentos e enfermarias para internações clínicas e cirúrgicas, bem como isolamento caso haja necessidade. E nos pavilhões superiores ficam o serviço de Unidade de terapia intensiva clínica, cardiológica e neurológica, bem como o Centro cirúrgico que contém estar médico, sala de RPA (recuperação pósanestésica) e salas cirúrgicas com equipamentos adequados para a necessidade do paciente. E a central de lavagem e esterilização de roupas e instrumentais sendo estes no pavilhão do 2º andar e no 3º andar ficam as suítes e o berçário. Possui farmácia para compra e controle de dispensação de medicamentos para os setores: postos de enfermagem, urgência e emergência, UTI”s e centro cirúrgico. A realização da limpeza do ambiente hospitalar como um todo é terceirizado por uma empresa com especialidade em higienização e desinfecção hospitalar.
Para diagnósticos laboratoriais e de imagem o mesmo conta com duas empresas que fazem parte do grupo onde realizamos o estágio. Laboratório Cedila e o Centro de Diagnósticos por Imagem - CDI é onde realiza-se os exames complementares para os diagnósticos dos pacientes que estão em busca de conforto e melhoria da sua saúde, 
As complexidades dos atendimentos realizados na instituição são de pequenos, médios e grandes porte, tendo um índice de razoável de pacientes que dão entrada com AVC isquêmico e hemorrágico bem como pacientes vítimas de acidentes de trânsito como queda de motocicleta. Percebeu que a instituição recebe pacientes de outras Unidades hospitalares para realização de exames de imagem bem como procedimentos angio radiológicos como cateterismos.
O serviço de enfermagem são divididos por setores que possui em cada um deles os seus gerentes responsáveis pelas prescrições de cuidados aos pacientes tais como; verificar se foram realizados os cuidados deixados prescritos pelo médico assistente, se foram realizados as orientações prescritas pelo gerente do setor, se todos os prontuários estão de acordo com as normas exigidas pelas leis regidas através de cada conselho de classe e também dentro do que exigido para o seu faturamento final junto a operadora de saúde para pacientes atendidos através destas. Diante disto abaixo será apresentado o fluxograma do serviço de enfermagem:
setor do serviço de saúde
O que levou a internação, as comodidades, acesso vascular, drogas, exames a ser realizados, exames pendentes, cirurgias, medicações prescritas, exames laboratoriais, as ocorrências que teve no período das 6 horas anterior, anotar todas as intervenções exceto as intercorrências, na passagem do plantão das 12 horas passa-se principalmente as questões que envolva o paciente. 
A enfermagem na estrutura organizacional sistematizada, essa ferramenta tem uma grande importância pois assim pode individualizar a assistência de enfermagem para cada paciente, fazendo com quer se tenha um atendimento melhor e assim ser melhor assistido por toda a equipe multidisciplinar da enfermagem, já que para cada paciente são casos diferentes medicações e tratamento especifico. 
Fluxograma de atendimento admissão de pacientes e alta hospitalar, existe três origens comuns de diferentes no hospital Neurocárdio, esse paciente vem do pronto socorro, das internações e ou centro cirúrgico, os processos de admissão dos pacientes são iguais sem distinção da sua origem de internação, o Neurocárdio recebe pacientes advindo de outras unidades hospitalar. Já os pacientes que estão internados na UTI que ganham alta os mesmos não ganham alta para ir para casa e sim apenas da UTI para ir para a enfermaria, para dar continuidade ao tratamento na clínica hospitalar. 
A infraestrutura é adequada porem poderia melhorar pois existe um problema da UTI é por não ter leitos de isolamentos para pacientes que necessitam por doenças infectocontagiosas. Os leitos não são separados por box, as camas estão próximo uma da outra assim sendo um possível potencial de contaminação cruzada.
estudo de caso
Histórico
Paciente chegou ao hospital com queixas de taquidispnéia e tosse, foi admitido no dia 17/05/2019 pelo médico da equipe de plantão. Vem com histórico de HAS, DM, ex-tabagista, pneumonia (PNM) com choque séptico já superado, doença renal crônica em terapia substituição renal (TSR) e hemodiálise intermitente (HDI), insuficiência respiratória (IRP) crônica agudizada e delirium hiperativo. Fez uso de antibioticoterapia por 10 dias, hipoglicemiantes e anti-hipertensivos, está realizando dialise conforme prescrição médica e nebulização. 
Exames realizados enquanto internamento, laboratoriais: 30/05/2019 – HB – 10,1; HT – 30%; LEUCO – 13340; S – 92%; L – 4%; PLAQ – 226000; GLIC – 126; UREIA – 26,9; CR – 0,45; TGO – 21; TGP – 17,47; PCR – 92; K – 3,4; NA – 140. TC de tórax – volumosa escavação pulmonar no lobo superior esquerdo de paredes espessadas e anfractuosas, associadas a áreas de consolidação parenquimatosa ipsilateral, com bronquiectasias. 
Exames: UR – 70 > 87; CR – 5,1; K – 2,9. 04/06/2019 – UREIA – 106,8; CREATININA – 6,11; K – 3,5; Na – 139.
Exame Físico 
Paciente encontra-se no leito em repouso, calmo, consciente, orientado, verbalizando, eupnéico, SAT: 92%, afebril, hidratado, normocorado, anictérico, acianótico, normotenso, normocardico, mantendo boa perfusão sanguínea periférica, couro cabeludo integro, pupilas isofotorreagentes, sem sinais de rigidez na nuca, Glasgow 15, expansibilidade torácica assimétrica, abdômen plano, depressível e indolor a palpação, sem sinais de irritação peritoneal, ruídos hidroaéreos + murmúrios vesiculares bem distribuídos em todo o tórax, extremidades sem edemas, pulsos positivos, panturrilhas livres, eliminações fisiológicas presentes, sem progressão na dieta via oral, ainda aceitando pouco e sono preservado.
Diagnóstico de Enfermagem:
D1 – Diarreia;
D2 - Disposição para sono preservado;
D3 – Dialise;
D4 – Edema em MMSS e MMII;
D5 – Equimoses em MMSS;
D6 – Risco de ulcera por pressão;
D7 – Risco da integridade da pele prejudicada;
D8 – Risco de glicemia instável;
D9 – Risco da síndrome do idoso frágil.
Prescrição de Enfermagem: 
- Em primeiro lugar obter a identificação do paciente com adesivo ou pulseira. Isso garante que a equipe de enfermagem possa acompanhar o andamento da assistência.
- Verificar o prontuário permite seguir as etapas do atendimento, principalmente em relação aos medicamentos que foram ou serão administrados, os exames e procedimentos que foram ou serão realizados.
- Manter a boa higienização das mãos, assim como a utilização de luvas durante os procedimentos e sempre realizar técnicas assépticas para evitar a transmissão de infecções. 
- Saber como e quando se deve usar cateteres e sondas na administração de medicamentos ou alimentação.
- Buscar alternar os locais a serem realizadas as punções venosas, prevenindo flebites químicas e mecânicas, garantindo a integridade da pele do paciente;
- Passar todas as informações sobre o paciente ao próximo enfermeiro que o substitui na troca de turnos. Isso evita repetição ou omissão de procedimentos;
- Manter as grades da cama elevadas e cuidar na locomoção do paciente para prevenir quedas;
- Prevenir lesões de pele em pacientes que estão imobilizados. Essas feridas, conhecidas como úlceras ou lesões por pressão, podem evoluir para um quadro infeccioso sério;
- Vigiar sinais infecciosos; 
- Vigiar padrão da Frequência respiratória (mm), Frequência cardíaca (bpm), Pressão arterial máxima e mínima (mmH) nos horários determinados. 
- Monitorar a administração de furosemida a cada 12/12h, segundo orientações da nefrologia; 
- Monitorar a realização de nebolização com clenil;
- Monitorar exames laboratoriais em caso de infecção (Exame de rotina: Leucócitos, Plaquetas, TGO, TGP, PCR + radiografia do tórax);
- Avaliar início de antibiótico de acordo com resultado dos exames;
- Providenciar dieta de acordo com as necessidades nutricionais e investigar a razão da redução de peso;
- Realizar procedimentos que garantam ao paciente total cuidado higiênico, como banho, troca de vestimentas e lençóis da cama.
- Atentar para as queixas do paciente antes de iniciar a hemodiálise;
- Verificar PA antes, durante e apóshemodiálise. Comunicar ao médico se houver hipotensão ou hipertensão;
- Conferir respiração antes, durante e após hemodiálise. Comunicar ao médico se alteração;
- Atentar para sinais e sintomas de hiperglicemia/hipoglicemia. Comunicar ao médico
Evolução
O paciente João Ferreira da Silva, nascido em 29/05/1936, com idade de 83 anos, foi hospitalizado no hospital Neurocárdio na data 17/05/2019, após ser encaminhado do hospital Memorial.
Entrada do paciente
Paciente encaminhado do Hospital Memorial com quadro de desconforto respiratório e tosse, histórico de cardiopatia e pneumonia ao exame consciente, a.a.a, dispneico. MV + SRA, RCR, 2T, BNF. PA= 130/80mmhg, FC= 65bpm, FR= 25irpm HD; Taquidispneia A/E e CD: Internamento UTI.
Paciente com intercorrência ontem às 19:30h após términio de HD (3h com perda de 2Kg), evoluiu com desaturação, hipotensão grave e com RCN. Realizado IOT + nora 20 ml/h. Evolui internado na UTI, em uso de amiodarona (10 ml/h), em VM via TOT, consciente, hidratado, acianótico, sem edemas em membros, abdome flácido. Diurese presente, evacuação ausente segundo técnica de enfermagem. PA: 99/51 mmHg, FC: 80 BPM e T°C: 37,1. A avaliação nutricional concluiu perda de peso grave em uma semana (15,9%), IMC: 18,4 kg/m³ (Magreza). A conduta nutricional foi aplicar TNE por sistema aberto e gotejamento gravitacional 150 ml de 4/4 horas (seis vezes ao dia).
Admissão UTI
Paciente admitido proveniente da enfermaria apresentando desconforto respiratório e dessaturação em uso de O2 suplementar. Hemodinamicamente estável tendendo a hipertensão. Bastante agitado e não cooperativo. HGT no momento 54. Realizada medida de suporte com aumento de oferta de oxigênio, nebulização e correção de hipoglicemia. Paciente evolui com melhora do quadro. Paciente bastante secretivo, secreção de aspecto mucopurulento. 
Evolução UTI diurna - 29/05/2019
Paciente evoluindo estável hemodinamicamente e clinicamente. No momento sem queixas e sem relato de intercorrências. Segue algo desorientado, porem sem queixas no momento. Sem sedação, sem DVA, em respiração espontânea com suporte de máscara de venturi 35%, sem distermias, sem disglicemias. Concilia bem sono-vigília diurese presente via SVD(800ml/24h) BH – 630, evacuações presentes.
Evolução UTI noturno - 30/05/2019
Paciente 83 anos, proveniente de Santa Maria da Boa Vista, com relato de HAS/DMII/ ex- tabagista, não sabendo relatar quais medicações faz uso, tem história de diarreia + febre e tosse há cerca de 2 semanas do internamento, evoluindo com piora progressiva, passando a apresentar quadro de sonolência, recusa alimentar, piora da tosse produtiva e dispneia ao repouso. Realizado radiografia de tórax que evidenciou com consolidação em terço médio de HTD. Iniciado cefepime e associado metronidazol. Realizou TC de tórax e crânio. Em uso de: cefepime D5 e Metronidazol D3. A evolução do paciente encontra-se em estado geral ruim, edemaciado, sonolento, embora acorde as solicitações e estimulo hipocorado, anasarcado com fragilidade capilar e equimoses de membros.
conclusão
Dessa forma, podemos concluir que as discentes do curso de Enfermagem da Anhanguera, durante o procedimento de estágio, por meio deste puderam assimilar teoria e prática, facilitando o aprendizado e a contextualização dos conteúdos, adquirindo qualificação profissional. Além disso, a formação de profissionais enfermeiros requer um ensino de qualidade, que lhe confira competência na realização de atividades assistenciais, gerenciais, de ensino e pesquisa. 
Nessa perspectiva, as aulas práticas constituem formas alternativas de abordagem na construção de espaço para o exercício de uma postura ético-profissional favorecendo a troca de conhecimentos entre os discentes e equipe multiprofissional.
REFERÊNCIAS
BACKES D. S. Viewing nursing care as a social enterprising practice [tese]. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); 2008.
CHAVES, E. C.; FERRAZ, E. R.; ISHII, S.; CIOSAK, S. I.; MIYADAHIRA, A. M. K. Ensino de campo: sua importância na formação do enfermeiro. Rev. Esc. Enf. USP, São Paulo, v. 5, n. 2, p. 135 - 140, 1981.
GUEDES, G. F.; OHARA, C. V. S.; SILVA, G. T. R. Unidade de terapia intensiva: um espaço significativo para a relação professor-aluno. Acta Paulista de Enfermagem. v. 25, n. 2, p. 146-150, 2012.
MATTIA, B. J.; KLEBA, M. E.; PRADO, M. L. Formação em enfermagem e a prática profissional: uma revisão integrativa da literatura. Rev Bras Enferm v. 71, n. 4, p. 2157 – 2168, 2018. 
ROCHA, S. M. M.; ALMEIDA M. C. P. O processo de trabalho da enfermagem em saúde coletiva e a interdisciplinaridade. Rev Latino-am Enferm. v.8, n. 6, p. 96-101. 2000.
SILVA, M. R; SILVA, I. C. M; RAVALIA, A. R. Ensino de Enfermagem: Reflexões Sobre o Estágio Curricular Supervisionado. Revista práxis. n. 1, 2009.
SOUZA, M. F. G; SANTOS, A. D. B, MONTEIRO, A. I. O processo de enfermagem na concepção de profissionais de Enfermagem de um hospital de ensino. Rev Bras Enferm, v. 66, n. 2, p. 167-73, 2013.
PRONTUÁRIO DO PACIENTE J.F.S COLETADO NO HOSPITAL NEUROCÁRDIO. 
�
Figura 1: O fluxograma do serviço de enfermagem;
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