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Livro Eletrônico Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção SUMÁRIO I – CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS ....................................................... 2 II – GERENCIAMENTO DE CRISES ...................................................... 19 QUESTÕES DE SUA AULA .................................................................... 52 GABARITO .......................................................................................... 59 Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br I – CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS 1. CONCEITOS INICIAIS As operações das organizações sempre foram e serão vulneráveis a uma vasta gama de riscos e impactos que podem ser ocasionados tanto por desastres (inundações, terremotos, furacões, atentados terroristas, etc.) como por pequenos incidentes (quedas de energia, falhas de sistema, vírus de computador, etc.). Tais eventos podem acarretar temporária ou definitivamente a interrupção parcial ou total das atividades da organização. Nos últimos anos, diante dos ataques terroristas como os ocorridos em Nova York, Londres, Istambul, Madri e outros; da irrupção de epidemias como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e a gripe aviária; e de desastres naturais de ampla magnitude, as organizações, reconhecendo o aumento da exposição aos riscos de interrupção das atividades, vêm procurando desenvolver planos para enfrentar esses eventos com o menor impacto possível nos negócios. Segundo estatísticas grande parte das organizações que sofrem uma interrupção de suas atividades por períodos de até cinco dias dificilmente consegue retornar ao patamar em que se encontravam antes. Outro estudo revela que 40% das organizações que passaram pela experiência de serem impactadas por um desastre encerraram as atividades num prazo de até 5 anos. Por outro lado, apesar de todos esses indicadores, ainda há organizações que não dão a devida atenção ao assunto, o que pode ser temerário. No caso particular das instituições governamentais ou prestadoras de serviços públicos os impactos de uma interrupção das atividades podem afetar severamente grande parcela da sociedade assim como a economia do país. Considerando-se a dimensão de tais impactos, as instituições públicas não podem se furtar a se preparar para responder às possíveis interrupções das atividades de forma eficiente e eficaz, ou seja, minimizando as eventuais consequências. As consequências dos eventos de interrupção das atividades podem ser evitadas ou minimizadas através de uma Gestão de Continuidade de Negócios (GNC ou BCM - Business Continuity Management) que estabeleça políticas, procedimentos e planos com o propósito de manter e recuperar as Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br atividades da organização atingidas por um evento de interrupção. ➢ Para o Business Continuity Institute (BCI), a Gestão de Continuidade de Negócios (ou BCM como queira) é o ato de ANTECIPAR INCIDENTES que possam afetar os processos críticos e garantir que a organização responda a qualquer incidente de maneira PLANEJADA e ENSAIADA. A BCM também pode ser definida como os processos de gestão holística que buscam identificar os riscos potenciais de interrupção das atividades e os possíveis impactos da materialização desses riscos. O objetivo, então, é o desenvolvimento de uma estrutura capaz de responder efetivamente à interrupção das atividades, resguardando os interesses dos principais stakeholders (partes interessadas), a reputação/imagem da organização e os processos/atividades que geram valor. Na mesma linha, o BIS define a BCM como a abordagem de negócios que inclui políticas, padrões e procedimentos que visam garantir a manutenção e a recuperação de operações específicas, tempestiva e adequadamente quando da ocorrência de um evento de interrupção das atividades. O propósito da BCM é a minimização das consequências operacionais, financeiras, legais, de reputação/imagem oriundas da interrupção das atividades. Para o estudo da Continuidade do Negócio e consequentemente do Planejamento de Contingências, você precisa conhecer conceitos e termos fundamentais: ➢ Processos Críticos Entende-se por processos críticos aqueles que, quando interrompidos, acarretam perdas consideráveis que podem afetar a continuidade das Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br operações. A interrupção desses processos tende a impedir a organização de cumprir a sua missão. É importante salientar que alguns processos críticos podem ser interligados a processos que, à primeira vista, seriam de suporte. Nesses casos, conforme a interdependência entre eles, os “processos de suporte” devem ser considerados como críticos. Diante da complexidade das organizações e principalmente considerando que os recursos (tempo, capital e trabalho) para investimentos em BCM são escassos, os processos críticos devem ser o foco da abordagem efetiva de continuidade de negócios. Na hipótese de uma interrupção das atividades a organização deve ao menos conseguir disponibilizar, o mais breve possível, os produtos/serviços essenciais. O Banco Central, por exemplo, possui uma série de processos críticos que caso interrompidos podem causar grandes danos não só a instituição como a um país inteiro! ➢ No que diz respeito aos assuntos afetos à segurança, aí é que a coisa pega mesmo! O Departamento de Segurança opera diuturnamente com vários processos críticos que precisam ser bem avaliados, monitorados e que não é interessante que sejam. Por isso devem ser de uma boa Gestão da Continuidade de Negócios. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br ➢ Avaliação de Riscos e Prevenção A análise de riscos e a prevenção de incidentes é um estágio fundamental da Gestão de Continuidade de Negócio. Estudamos em detalhes esse assunto na aula passada. Como vimos, o objetivo desta etapa é identificação das ameaças, vulnerabilidades, probabilidades e expectativas de perdas que, ponderadas, definem a mensuração do risco. ➢ Análise de Impacto no Negócio A Análise de Impacto no Negócio (Business Impact Analysis - BIA) trata- se de um processo dinâmico que subsidia a decisão quanto às estratégias e requisitos de recuperação a serem adotados. Para tanto, identificam-se áreas, serviços e processos críticos, as respectivas interdependências internas e externas desses processos, e analisam-se os impactos operacionais da interrupção dessas atividades. O cruzamento dessas informações determina a criticidade dos processos e orienta a elaboração e definição das estratégias e requisitos de recuperação. ➢ Estratégias de Recuperação As estratégiasde recuperação definem os objetivos a serem alcançados e o nível de serviço que a organização pretende entregar e buscar no caso de um evento de interrupção das atividades. Através das informações fornecidas pela Análise de Impactos (BIA) definem-se os tempos e níveis de recuperação dos processos, que por sua vez Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br determinarão a estrutura de contingência necessária para atingir as metas traçadas. Bom, com esses conceitos iniciais já temos o pano de fundo para entrarmos no mundo da Continuidade de Negócios, assunto que traz consigo o estudo de outros dois importantes temas: o Planejamento de Contingências e o Gerenciamento de Crises. Vamos lá! 1.2. PLANO DE CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS O Plano de Continuidade de Negócios (PCN) deve ser um guia detalhado que atribui responsabilidade e papéis, define ações e procedimentos e estabelece as estruturas e sistemas necessários para manter ou recuperar as operações em caso de um evento de interrupção. Os planos de cada área devem ser integrados e sinérgicos de forma a cobrirem toda a organização. O PCN pode ser dividido em: ▪ ▪ ▪ ▪ Os planos acima estão dispostos numa sequencia lógica e devem ser utilizados em momentos específicos relacionados à interrupção da atividade. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br Vamos aos seus conceitos: ➢ Planos de Emergência Abrangem as ações que devem se desencadeadas logo após o incidente, ou seja, das respostas imediatas ao incidente. Ex.: incêndio, invasão de manifestantes etc. ➢ Planos de Contingência Detalham as ações e procedimentos que deverão ser realizados quando a organização estiver operando em contingência, ou seja, os procedimentos adotados logo após a situação de emergência que trazem ou mantém as atividades operacionais dentro de níveis mínimos preestabelecidos até o momento do início dos planos de recuperação. ➢ Planos de Recuperação Têm o objetivo de restabelecer o nível de operação de antes do evento de interrupção. Deixa eu te explicar esses tais “momentos” relacionados à aplicação de cada um dos planos acima citados. ➢ Procedimentos Emergenciais Os procedimentos emergenciais são procedimentos especialmente direcionados para minimizar os impactos passíveis de serem causados pelo caráter eminentemente repentino e abrupto das condições de ocorrência de uma emergência. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br Há eventos bastante imprevisíveis, como os imponderáveis da natureza – calor ou frio intenso, ventanias, raios, enchentes, desmoronamentos, ressacas, maremotos, poeira, etc. -, ou mais previsíveis, como os provocados pelo homem – invasão, depredação, incêndio, destruição, fumaça, poluição, inundação, sabotagem, terrorismo etc. Em face da forma repentina, abrupta e mais ou menos imprevisível com que normalmente se manifestam, da natureza urgente das providências que requerem e da alta criticidade de alguns de seus efeitos, as situações emergenciais exigem pronta reação por parte de todos os segmentos corporativos. Assim sendo, em geral, as ações diante ele uma emergência devem ser norteadas por dois parâmetros: ✓ Presteza na execução das tarefas ✓ Precisão das ações a serem desencadeadas A presteza na execução das tarefas significa rapidez de reação, pronta resposta à emergência configurada. Implica rápido desencadeamento dos procedimentos previstos, pelo pessoal designado. Visa a atender ao caráter de urgência das providências a serem tomadas e se contrapor à criticidade da emergência em curso. A precisão das ações a serem desencadeadas se refere à exata execução do que estiver previsto para cada emergência considerada. Organiza a reação, otimiza a pronta resposta e evita o desperdício de tempo com procedimentos inúteis que podem comprometer as metas a serem atingidas. Os procedimentos emergenciais independem do segmento corporativo a que pertença as pessoas que os desencadeia. Cada segmento corporativo tem de ter seu próprio elenco de emergências e procedimentos a serem adotados e, dessa forma, cada segmento poderá envidar esforços para salvaguardar os itens que entender mais importantes para a manutenção do negócio da empresa. Do exposto, resulta evidente a necessidade, sempre presente, de se estabelecer: Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br → Parâmetros que determinem clara e precisamente quais eventos exigem desencadeamento de ações imediatas, independentemente da presença de pessoa do segmento responsável; → A partir de quando (nível de gravidade) e quais as ações necessitam ser desencadeadas; → Claro entendimento de que todo e qualquer servidor (ou funcionário) pode e deve tomar as medidas previstas. No caso das emergências, cabe às equipes de segurança corporativa a principal responsabilidade pela oportunidade do desencadeamento e precisão da execução das ações imediatas previstas. É o nosso caso aqui no Banco Central. A Gestão de Emergências do banco inteiro fica a cargo do Departamento de Segurança e está sob a responsabilidade da Coordenação de riscos de Segurança e Continuidade de Negócios. E advinha que é o Coordenador dessa equipe?? Dou um doce se acertar!! (rsrs) Os Planos de Emergência da nossa instituição foram elaborados nos últimos anos e é a nossa coordenação que os gere, auxiliando os gestores de segurança na atualização e aplicação dos testes e simulações desses planos. ➢ Planejamento de Contingências O Planejamento de Contingências, assim como e do Gerenciamento de Crises (que estudaremos daqui a pouco) são indispensáveis instrumentos minimizadores, não só de comprometimentos, como também e principalmente, das perdas a que os danos quase sempre dão causa. Com já vimos, estudos revelam que os gastos das empresas aumentam substancialmente após uma contingência e diminuem, paulatinamente, de acordo com a implementação do processo de recuperação, e 50% das empresas que não se recuperam em dez dias jamais se recuperam Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br financeiramente. ➢ Um Planejamento de Contingência consiste no pré-estabelecimento de um elenco de providências destinadas a PREVENIR ou MINIMIZAR os possíveis impactos que a ocorrência de determinados eventos possa causar à produção ou prestação de serviço de uma empresa. O Planejamento de Contingências estabelece políticas de manejo gerenciais e operacionais que garantam a continuidade do processo institucional em face das situações de emergência contempladas. Comporta programas de prevenção e treinamentoe exige comprometimento da alta administração com as ações previstas, as quais têm de ser integralmente avalizadas. O planejamento de contingências pode aplicar uma série de metodologias existentes e já bastante difundidas no mercado. O especialista Marcos Mandarini (2006) sugere a seguinte metodologia que, diga-se de passagem, já foi cobrada em provas: 1) Fixar Objetivos ✓ Preparar a empresa para manter a continuidade do negócio, operando pronta resposta e rápida recuperação; ✓ Planejar a recuperação do negócio, buscando a menor interferência e a mínima interrupção das atividades institucionais. 2) Fixar Políticas e Alcance: ✓ Estabelecer políticas de apoio e continuidade gerencial e operativa; Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br ✓ Estabelecer políticas para manejo emergencial; ✓ Determinar por quem, onde, como e a partir de quando o plano será ativado; ✓ Determinar a estratégia para a continuidade do negócio; ✓ Determinar o tempo para reiniciar ou normalizar as operações; ✓ Estabelecer uma linha de comando emergencial. ✓ Prever linhas de crédito emergenciais. 3) Analisar Riscos e Ameaças Potenciais e/ou Reais: ✓ Levantar e identificar riscos e ameaças reais ou potenciais; ✓ Estabelecer uma matriz de riscos e ameaças; ✓ Determinar graus de criticidade; ✓ Levantar e avaliar as medidas preventivas existentes; ✓ Identificar as vulnerabilidades e deficiências; ✓ Determinar níveis de impacto sobre as atividades institucionais. Obs: perceba, caro aluno, como a Análise de Riscos é uma importante ferramenta auxiliar do Planejamento de Contingências!! 4) Fixar Tarefas e Definir Responsabilidades: ✓ Estabelecer medidas e procedimentos preventivos e emergenciais; ✓ Determinar tarefas e fixar responsabilidades; ✓ Organizar e designar equipes; ✓ Selecionar e designar coordenadores; ✓ Prever e organizar alternativas para centros de operações (comunicações, manejo gerencial e operacional etc.). Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br 5) Promover Capacitação e Manutenção: ✓ Implementar programas de capacitação de pessoas, inclusive da alta gestão; ✓ Implementar programas de reciclagem e/ou atualização de pessoas; ✓ Implementar um programa sistemático de treinamento de contingências; ✓ Manter plano atualizado, viável e útil: ✓ Manter banco de dados e informações em dia; ✓ Praticar ao menos uma vez por ano (avaliar resultados); ✓ Praticar no caso de fusões, incorporações ou separações; ✓ Manter um programa de controle de qualidade; ✓ Estabelecer um programa de reuniões periódicas para controle de qualidade; ✓ Capacitar todos os empregados, particularmente os novos, inclusive a alta gestão. 6) Treinamentos: ✓ Desenvolver hipóteses de emergências (credibilidade, realismo, viabilidade); ✓ Estabelecer objetivos e padrões de desempenho para respostas e manejos; ✓ Estabelecer alcance, rotinas, participantes, coordenadores, avaliadores e controladores de exercícios; ✓ Fixar tempos (real e reduzido), bem como critérios de medição específicos e objetivos; ✓ Realizar briefing, debriefing e feedback; ✓ Promover atualizações e modificações decorrentes; Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br ✓ Transmitir os resultados à alta gestão. 7) Planejamento: ✓ Escrito, porém não volumoso; ✓ Evitar linguagem muito técnica (tabelas, diagramas etc.): ✓ Utilizar linguagem clara, precisa e concisa; ✓ Distribuir a todos os segmentos institucionais de interesse; ✓ Atualizar permanentemente e praticar periodicamente; ✓ Disponibilizá-lo a toda a empresa. No Planejamento de Contingências, são quatro os grandes grupos de ações, ou seja, componentes. São eles: IMPORTANTE: "Os 4Rs" ➔ Resposta: é a reação imediata. É o componente mais importante pois engloba todos os demais. ➔ Reassunção: consiste em manter ou fazer operar as funções mais críticas, para evitar maiores danos. ➔ Recuperação: trata-se de fazer operar as funções menos críticas, buscando a normalidade de operação para desativar as alternativas. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br ➔ Restauração: é o retorno ao processo normal por meio da desativação das equipes emergenciais e volta à produção plena e/ou restabelecimento total dos serviços. ➢ Diretrizes para a Recuperação O manejo de emergência, parte essencial do Planejamento de Contingências, inclui três dos componentes acima: a reassunção, a recuperação e a restauração. Requer coordenação, direção e cuidadoso planejamento e abrange: ➢ Política de recursos humanos: visa à segurança e ao bem-estar das pessoas em todas as instalações. Busca manter salário, e preservar benefícios. Pressupõe autorização antecipada para gastos com assistência aos RH e seus familiares. Inclui a proteção dos registros mais importantes. ➢ Política de relações públicas: contemplam o controle das informações, as condições para relacionamento com a mídia e a seleção de porta-vozes. Estabelece estratégias para comunicados e coletivas. ➢ Política de serviços para os clientes: prevê manejo de clientes, manutenção da produção e distribuição de produtos ou prestação de serviços, relação com fornecedores e/ou prestadores de serviço. ➢ Política de notificação de emergências: exige rapidez, clareza e sinceridade. Inclui lista de telefones (de coordenadores, porta-vozes, SAC - Serviço de Atendimento ao Cliente, alta administração etc.), informações sobre manejos e alternativas. O estudo e o planejamento de contingências permitem, portanto, concluir que certos eventos com potencial para causar danos, se não podem ser evitados, em razão de sua natureza altamente imprevisível, podem, porém, ser prevenidos. Os impactos das contingências sobre os negócios, embora não Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br possam ser totalmente eliminados, podem ser expressamente diminuídos, se tomadas as providências preventivas necessárias. Um planejamento que busque o menor tempo, o menor custo, a máxima eficiência e a maior eficácia no retorno à normalidade da produção ou do serviço é, certamente, a melhor maneira de enfrentar uma contingência, uma vez que uma empresa leva anos para consolidar imagem e reputação no mercado, mas pode ter toda a existência de tradição destruída em segundos. Mesmo com tudo bem planejado, ainda pode haver situações em que certos eventos indesejados fujam do controle esperado e provoquem desencadeamento de uma crise institucional. Para que esses eventos não afetem ou destruam a imagem e a reputação de uma empresa, poderá haver a necessidade de se formar, dentro do planejamentode contingências, um grupo de pessoas responsáveis pelo gerenciamento dessa crise. É aí onde entra a Gestão de Crises, assunto de nosso próximo tópico. ➢ Estratégias de Contingência Usualmente as organizações para garantir a continuidade dos negócios utilizam as seguintes estratégias de contingência: Hot-site Warm-site Cold-site Relocação de operação Bureau de serviços Acordo de reciprocidade Auto-suficiência Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br Plano de administração de crise Plano de continuidade operacional Muito calma nessa hora, pois vou explicar cada um deles, beleza? ➢ Hot-site O hot-site (“lugar-quente”) recebe este nome por ser uma estratégia pronta para entrar em ação assim que algum sinistro ocorrer. É um lugar ou procedimento que está sempre pronto para atuar no caso de interrupção do principal. Mais uma vez, o tempo de operacionalização desta estratégia está diretamente ligado ao tempo de tolerância às falhas do objeto. Exemplo: no caso de um banco de dados de informática, consideram-se milésimos de segundos de tolerância para garantir a disponibilidade do serviço mantido pelo equipamento. Imagine então se houvesse uma interrupção do Sistema de Pagamentos Brasileiro, gerenciado pelo Banco Central?? Milhões de dólares seriam perdidos! É exatamente por isso que o Banco é dotado de vários hot-sites prontinhos para agira em caso de interrupção e energia, ou etc. ➢ Warm-site Esse é lugar é quente, mas não tanto! Esta estratégia se aplica a objetos com maior tolerância à paralisação, os quais podem se sujeitar à indisponibilidade por mais tempo, ou seja, até o retorno operacional da atividade. Como exemplo, temos o serviço de e-mail dependente de uma conexão de comunicação. O processo de envio e recebimento de mensagens é mais tolerante que o exemplo usado na primeira estratégia, pois poderia ficar indisponível por minutos, sem, no entanto, comprometer o serviço ou gerar Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br impactos significativos, apesar de que para algumas empresas, o e-mail é considerado um serviço altamente essencial. ➢ Relocação de operação Esta estratégia objetiva desviar a atividade atingida pelo sinistro para outro ambiente físico, equipamento ou link, pertencentes a mesma empresa. Ela só é possível com a existência de “folgas” de recursos que podem ser alocados em situações de desastre. Um exemplo disto é o redirecionamento do tráfego de dados de um roteador ou servidor com problemas para outro que possua mais recursos. ➢ Bureau de serviços Nesta estratégia, considera-se a possibilidade de transferir a operacionalização da atividade atingida para um ambiente terceirizado, isto é, fora dos domínios da empresa. O seu uso é restrito a poucas situações por requerer um tempo de tolerância maior, em função do tempo de reativação operacional da atividade. Informações manuseadas por terceiros requerem uma atenção redobrada na adoção de procedimentos, critérios e mecanismos de controle que garantam condições de segurança adequadas à relevância e senso crítico da atividade de contingência. ➢ Acordo de reciprocidade Esta estratégia é bastante conveniente quando os investimentos necessários na falta de uma infra-estrutura de segurança adequada, pois nada mais é do que um acordo entre duas empresas que possuem um ambiente de TI que exija a possível relocação de serviços, mas que não disponham de recursos financeiros para contratar uma empresa especializada no assunto. Da mesma forma do bureau de serviços, é preciso ter cuidado na hora de expor as informações da sua empresa para outra, pois o risco existe e é Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br grande. Este tipo de acordo é comum entre empresas de áreas diferentes e não concorrentes. ➢ Cold-site Seguindo os modelos de classificação citados anteriormente (Hot-site e Warm-site), o Cold-site propõe uma alternativa de baixo custo para ambientes de TI, ou seja, pouco budget para investimentos na área de continuidade de negócios. No entanto, exige uma tolerância alta, pois o mesmo não suporta alta disponibilidade. Um exemplo deste modelo é um “ghost” de um HD de um servidor de Active Directory. Supondo que o HD do servidor principal queimou, coloca-se o HD cold para funcionar, e ao invés de ler, faz-se a restauração dos dados. Este é um procedimento de resultados duvidosos, porém, de baixo custo. ➢ Auto-suficiência Este caso ocorre quando nenhuma outra estratégia é aplicável, pois prevê aproximadamente 100% de disponibilidade, integridade e caráter confidencial dos dados. Seria o ideal para qualquer empresa, porém é necessário se fazer o cálculo para medir o quanto se perde, caso a informação não esteja disponível. ➢ Plano de continuidade operacional É neste documento que você irá relatar o passo-a-passo para o contingenciamento das informações com o intuito de reduzir o down-time, isto é, o tempo de parada. Ele deve conter ações a serem executadas no caso de uma queda de energia, por exemplo. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br Uma vez conhecidas as estratégias para elaborar um plano de contingência, acompanhe, na próxima seção, o desenvolvimento deste plano. ➢ Plano de administração de crise Este plano é um tutorial que define todos os passos, procedimentos, equipes responsáveis que serão acionadas, como este acionamento é feito, o que se deve fazer para que a situação volte a operação normal. Comunicação impressa para classe operacional da empresa, distribuída entre órgãos e departamentos são aspectos de um típico plano de administração de crise. Vamos detalhar mais um pouco sobre crises no tópico a seguir, último de nossa aula. Repira fundo, segura o cansaço e avante! II – GERENCIAMENTO DE CRISES Gerenciamento de Crises Empresariais é um termo relativamente novo em administração empresarial. Os administradores são formados para pensar sempre no sucesso e não em riscos ou problemas que possam impedir o crescimento ou sobrevivência dos negócios. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br Roberto de Castro Neves, em seu livro “Crises Empresariais com a Opinião Pública”, considera que as empresas têm os seguintes objetivos perseguidos constantemente: ✓ a imagem da empresa e de seus produtos e serviços; ✓ os valores da empresa; ✓ o valor agregado para clientes, consumidores e usuários; ✓ o retorno do acionista; ✓ os interesses da comunidade; ✓ os interesses dos empregados; ✓ os interessesdo país. Podemos considerar que os pontos acima são configurados como o lastro de qualquer negócio e que qualquer ameaça pode se transformar em uma crise, se não tratada adequadamente. Para que se resguarde o negócio e seu potencial de crescimento torna-se imperativo estudar os seus riscos e formular um plano de ação para prevenir e também, como atuar no caso de sua materialização. E se os administradores não cuidam de resguardar e preparar suas corporações para as intempéries, a crise pode chegar! Uma crise pode acabar com um negócio ou deixar-lhe sequelas, mas também é possível sair fortalecido dela - se houver eficácia na abordagem para enfrentá-la. Dennis C. Hamilton, define que gerenciar crises significa enfrentar ameaças, reconhecer seu potencial para se tornar uma crise e trabalhar para evitá-la. Hamilton explica que o gerenciamento de crises envolve: ▪ Análise e avaliação das ameaças; ▪ Desenvolvimento e implemento de respostas alternativas; ▪ Comunicação das informações e decisões aos envolvidos de forma ordenada; Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br ▪ Coordenação da volta às operações normais uma vez encerrada a ameaça ou a crise. O mesmo autor justifica a necessidade de se criar uma estrutura de gerenciamento de crises, como uma forma de resposta pelos seguintes motivos: Reduzir a responsabilidade pessoal; Minimizar reações negativas; Salvaguardar o patrimônio da empresa; Minimizar prejuízos financeiros. Crises podem ocorrer por catástrofes naturais ou ainda por algo produzido pelo próprio ser humano nas organizações. Santana, em seu artigo Administração de Crises, citando Weick, defende que a complexidade de um sistema a ser administrado excede a complexidade da pessoa que deve administrá-lo. Quando uma pessoa possui uma complexidade menor do que a necessária para lidar com o sistema, ela perde informações importantes, seus diagnósticos são incompletos, suas soluções têm visão limitada e podem aumentar ao invés de reduzir um problema. Ou seja, podemos intensificar crises antes de sabermos o que estamos fazendo. Surgem os erros humanos, a falta de julgamento, falta de antecipação, ganâncias, falhas mecânicas entre outras tantas variáveis. Daí acontece os grandes problemas que experimentamos ou conhecemos, envolvendo a perda de vidas humanas, prejuízos incalculáveis aos negócios e ao meio ambiente, comprometendo até futuras gerações. No quadro a seguir, alguns exemplos de crises: Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br A palavra "crise" deriva do grego "Krisis", que significa "decisão". Na antiga Grécia, as crises eram "o momento da verdade, quando a importância dos homens e eventos era revelada". O mesmo autor, citando Fink (1986) chama à atenção para a tradução ao conceito chinês - "Wei-Ji", este sendo o mesmo termo de crise e que significa a combinação de duas palavras, "perigo" e "oportunidade". Podemos conceituar a crise também como: ➢ Uma situação prejudicial ou destruidora, de grande magnitude, repentina, aguda e que demanda resposta imediata; e que está fora das estruturas operacionais típicas da empresa. Um elemento que nos chama à atenção é este: está fora das estruturas operacionais típicas da empresa. É feita uma alusão aos fatos rotineiros representados pelos incêndios, acidentes do trabalho, pequenos acidentes, ou Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br seja, ocorrências até certo ponto previsíveis e que normalmente possuem planos para a sua contenção e controle. Os problemas conhecidos, portanto, recebem tratamento em manuais de procedimentos operacionais, estes desencadeiam contingências específicas, comuns à maioria dos empreendimentos. Já os desconhecidos ou imprevisíveis, de maior magnitude, são as ocorrências não rotineiras que afetam o empreendimento de tal a que podem comprometer a continuidade dos negócios. Alguns exemplos são problemas com a opinião pública por um fato qualquer e que ferem a imagem corporativa, as grandes fusões, as demissões em massa, interrupções nos processos produtivos, sucessões familiares desastrosas, sequestros de membros das famílias do empreendedor ou de seus dirigentes contratados, sabotagens e os que possam afetar contundentemente o negócio. Geralmente as organizações se preocupam demasiado com processos de cenários e planos de contingências, sem considerar os aspectos organizacionais fundamentais associados à "incubação" de crises nas organizações. Daí a necessidade de se ter na instituição um bom Gerenciamento de Crises! Não se deve confundir Planejamento de Contingências com Gerenciamento de Crises. O Planejamento de Contingências abrange o Gerenciamento de Crises, ou seja, o planejamento inclui a previsão do gerenciamento, que, por sua vez, trata da "administração propriamente dita" da contingência ocorrida. Assim, o Gerenciamento de Crises implica a atuação das equipes designadas e o exercício das atividades e responsabilidades fixadas no planejamento. É quando entram em operação os Comitês de Crises, isto é, o grupo especial e especificamente preparado para administrar o "desastre" em questão, que inclui, além do pessoal técnico, administrativo e operacional necessários, a assistência social e os porta-vozes para tratar com imprensa, funcionários, comunidade, órgãos estatais, governos etc. ➢ O Gerenciamento de Crises pressupõe a clareza de informações, a ética e a transparência nas ações, sempre que Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br possível tornadas públicas pelo(s) porta-voz(es), preferencialmente apenas um ou no menor número possível, para evitar contradições. Ao gerenciar uma crise, deve-se evitar o "abafamento" ou ocultação dos problemas e procurar esgotar o assunto o mais rapidamente possível. Durante a emergência, embora se deva suspender a publicidade da empresa atingida (evita-se assim o descrédito), é conveniente aproveitar os espaços disponíveis na mídia para divulgar esclarecimentos sobre o assunto. Para que uma crise seja bem administrada, é necessária a existência prévia de um planejamento bem elaborado e factível. Este plano possui diversas etapas as quais destaco: ✓ Levantamento de riscos ✓ Diagnóstico de ameaças ✓ Planejamento de processos ✓ Implementação ✓ Manutenção Todas estas etapas devem estar sinergicamente ligadas e a manutenção é de extrema importância para que o plano seja executado imediatamente a sua ativação. A figura do porta-voz, aquele que representará a instituição frente à sociedade e à mídia, é fundamental dentro de um Comitê de Crises. Essa pessoa deve estar devidamente capacitada e preparada para tomar certas condutas quando a crise aparecer. A seguir, algumas das condutas principais recomendadas para um porta- voz quando uma crise chega: CONDUTAS DE UM PORTA-VOZ ➢ O quefazer: ✓ Calma. Prepare-se. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br ✓ Não saia falando sem saber de fato o que aconteceu. Declare à imprensa que você irá se informar e voltará a falar. E volte mesmo; ✓ Não tema. Fale. Se você não falar, alguém vai falar por você, só que não necessariamente a verdade; ✓ Não minta; ✓ Assegure-se de estar sendo compreendido; ✓ Evite termos técnicos e evasivos; ✓ Não especule. Não brinque. Não subestime; ✓ A imagem e a credibilidade, no momento de crise, são decisivos; ✓ Prepare press-releases, depoimentos, listas de perguntas e respostas, testemunhas favoráveis etc.; ✓ Agende entrevistas e atenda bem a imprensa; ✓ Publique um anúncio explicando a posição da empresa; ✓ Monitore a mídia e corrija erros; ✓ Mantenha ativos os canais de comunicação com o governo; ✓ Se necessário, contrate os serviços de um call center para atender o público; ✓ Monitore a reação dos diversos públicos afetados (clientes, acionistas, fornecedores, governo, ONGs, comunidade e público interno), e cuide de mantê-los bem informados. → O que não fazer: ✓ Mesmo que você tenha feito tudo na boa-fé, não se julgue perseguido pela imprensa, pelo governo, pela associação de consumidores etc. Isso não resolve. Agrava a situação. ✓ Por mais envolvido que você esteja, a questão não é pessoal. Menos envolvimento emocional facilita o raciocínio equilibrado. Evite atitudes de arrogância ou não comunicação. ✓ Não demore. Comunique a crise imediatamente a escalões mais altos. Tempo é chave. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br ✓ Não ignore sinais de alerta. Resolva problemas potencialmente graves da primeira vez, antes de se tornarem crises.Não negligencie seu público, respeitados e bem informados, eles podem ser seus aliados. A agilidade e eficiência da ação diante das contingências podem ser expressivamente auxiliada pela manutenção de uma equipe de pessoal permanentemente mobilizada para prever, projetar e administrar possíveis crises. Mesmo que não se passa antever o futuro, obtêm-se as vantagens da simulação e do enfrentamento de situações emergenciais. A melhor forma de enfrentar as contingências ainda é: ✓ o constante exame dos processos; ✓ o cerrado monitoramento do segmento do negócio; ✓ a atualização de cenários e; ✓ a manutenção, permanente, de pessoal mobilizado contra eventuais crises. Em conjunto, essas ações facilitam sobremaneira a intervenção em situações críticas e, quase sempre, minimizam expressivamente as interrupções ou as anormalidades nas atividades corporativas. Agora é hora de testar os seus conhecimentos. Vai ser super tranquilo, quer ver? 01. [FCC – TECNICO SEGURANÇA E TRANSP. – TRT/2ª– 2008] Os “4R” dos componentes do planejamento de contingências são: I. Resposta: é a reação imediata, sendo o componente mais importante, pois engloba todos os demais. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br II. Reassunção: consiste em manter ou fazer operar as funções mais críticas, para evitar maiores danos. III. Recuperação: trata-se de fazer operar as funções menos críticas, buscando a normalidade de operação para desativar as alternativas. IV. Restauração: é o retorno ao processo normal por meio da desativação das equipes emergenciais e volta à produção plena e ou restabelecimento total dos serviços. É correto o que consta em (A) I, II, III e IV. (B) I e III, apenas. (C) II e III, apenas. (D) I e IV, apenas. (E) III e IV, apenas. Comentário: Caro aluno, é muito importante que você memorize as definições dos 4Rs, ou seja, dos componentes do planejamento de contingências. Vamos revisar: Item I - Resposta: é a reação imediata. É o componente mais importante, pois engloba todos os demais. (Certo) Item II - Reassunção: consiste em manter ou fazer operar as funções mais críticas, para evitar maiores danos. (Certo) Item III - Recuperação: trata-se de fazer operar as funções menos críticas, buscando a normalidade de operação para desativar as alternativas. (Certo) Item IV - Restauração: é o retorno ao processo normal por meio da desativação das equipes emergenciais e volta à produção plena e/ou restabelecimento total dos serviços. (Certo) Nessa daqui o nosso elaborador estava com uma preguiça danada e nem se deu ao trabalho de mudar a ordem dos conceitos! Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br Logo é correto o que consta em I, II, III e IV. Gabarito: Letra “A” [FCC – TECNICO SEGURANÇA E TRANSP. – TRT/9ª – 2010 – Adapt.] No que diz respeito ao planejamento de segurança, julgue os itens a seguir: 02. O Gerenciamento de Crises tem como propósito prevenir e minimizar os impactos que a ocorrência de determinados eventos indesejados possam causar à empresa. 03. A Análise de Riscos tem como propósito minimizar os impactos que determinados eventos repentinos possam causar à empresa. 04. Os Procedimentos Emergenciais têm como propósito determinar a probabilidade de ocorrência de eventos indesejados e suas consequências para a empresa. Comentário 02: Lembre-se: falou em impactos à empresa, falou em prejuízo à sua imagem! Os impactos das contingências sobre os negócios, embora não possam ser totalmente eliminados, podem ser expressamente diminuídos, se tomadas as providências preventivas necessárias. Um planejamento que busque o menor tempo, o menor custo, a máxima eficiência e a maior eficácia no retorno à normalidade da produção ou do serviço é, certamente, a melhor maneira de enfrentar uma contingência, uma vez que uma empresa leva anos para consolidar imagem e reputação no mercado, mas pode ter toda a existência de tradição destruída em segundos. Mesmo com tudo bem planejado, ainda pode haver situações em que certos eventos indesejados fujam do controle esperado e provoquem desencadeamento de uma crise institucional. Para que esses eventos não afetem ou destruam a imagem e a reputação de uma empresa, poderá haver a necessidade de se formar, dentro do planejamento de contingências, um grupo de pessoas responsáveis pelo gerenciamento dessa crise. É aí onde entra a Gestão de Crises. Gabarito: Certo Comentário 03: A palavra-chave aqui se chama: repentinos! Os procedimentos Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br emergenciais (e não a análise de riscos) são procedimentos especialmente direcionados para minimizar os impactos passíveis de serem causados pelo caráter eminentemente repentino e abrupto das condições de ocorrência das emergências. Gabarito: Errado Comentário 04: Aqui você tinha que recorrer aos conceitos aprendidos na aula passada. Nesse item, o segredo está na palavra probabilidade. Falou em probabilidade,faça logo um link com a análise de riscos! Dentro da análise de riscos há uma fase de determinação do grau de probabilidade de ocorrência dos eventos e a projeção de seus efeitos sobre a atividade institucional. A assertiva trocou as bolas de novo! Gabarito: Errado [FCC – TECNICO SEGUR. E TRANSPORTE – TRT/9ª – 2010] Com relação ao Planejamento de Contingências, julgue os itens a seguir: 05. Possui como características ações planejadas com caráter preventivo, uma vez que também destina-se a prevenir impactos de uma ocorrência indesejada, bem como possui caráter reativo, ao buscar a minimização dos impactos desses eventos. 06. Tem como premissa que certos eventos, com potencial de causar danos, apesar de imprevisíveis, podem ser prevenidos. 07. Deve apresentar, diante de um evento indesejado, um plano de reação imediata, um plano de continuidade dos negócios e um plano de recuperação, sendo este último o mais importante deles. 08. Compõe, paralelamente com a Análise de Riscos, Gerenciamento de Crises e Procedimentos Emergenciais, planos independentes, porém, de uso comum para a Gestão da Segurança Física e Patrimonial de uma empresa. Comentário 05: Perfeito! Um Planejamento de Contingência consiste no pré- estabelecimento de um elenco de providências destinadas a prevenir (caráter preventivo) ou minimizar (caráter reativo) os possíveis impactos que a Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br ocorrência de determinados eventos possa causar à produção ou prestação de serviço de uma empresa. Como ações preventivas do Planejamento de Contingências temos a análise de riscos e ameaças; como ações reativas o manejo de emergência, os procedimentos emergenciais e o gerenciamento de crises. Gabarito: Certo Comentário 06: O estudo e o planejamento de contingências permitem, portanto, concluir que certos eventos com potencial para causar danos, se não podem ser evitados, em razão de sua natureza altamente imprevisível, podem, porém, ser prevenidos. Os impactos das contingências sobre os negócios, embora não possam ser totalmente eliminados, podem ser expressamente diminuídos, se tomadas as providências preventivas necessárias. É o que afirma, em outras palavras, a questão! Gabarito: Certo Comentário 07: Caro aluno, dentro do Planejamento de Contingências, todos os planos são igualmente importantes. Jamais podemos dizer que o plano de recuperação é o mais relevantes deles! Se a instituição não tiver um bom plano de reação imediata, por exemplo, tudo pode ir por água abaixo e talvez ela nem tenha condição de chegar ao estágio de se colocar em execução o seu plano de recuperação. Gabarito: Errado Comentário 08: O erro da questão está em afirmar que o Planejamento de Contingências corre em paralelo e é independente da Análise de Riscos, do Gerenciamento de Crises e dos Procedimentos Emergenciais. De forma alguma! Todos os procedimentos acima estão interligados e compõe o que chamamos de Planejamento de Contingências. Gabarito: Errado Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br [FCC – TECNICO SEGUR. E TRANSPORTE – TRT/9ª – 2010] No que concerne aos Procedimentos Emergenciais, julgue os itens a seguir: 09. Tratam-se de ações direcionadas à prevenção e à solução de eventos indesejados específicos, caracterizados como de emergência pela empresa. 10. Tratam-se de ações direcionadas e planejadas, dotadas de imediatismo na execução das tarefas e precisão nas ações desencadeadas. 11. De acordo com o grau de sucesso alcançado, tais procedimentos influenciarão diretamente na gravidade dos danos e perdas que poderão ser provocados pela emergência. 12. Uma vez que se tratam de eventos emergenciais, não devem fazer parte do Plano de Contingências, devido às características preventivas que este possui. 13. Faz-se necessário que existam parâmetros na empresa que possam caracterizar perfeitamente uma situação de emergência, devendo haver mais de um responsável, em uma escala hierárquica, que possa autorizar o desencadeamento do plano, caso seja necessário. 14. Mesmo se a emergência também for uma crise, independe da instalação de um Comitê de Crises para ser desencadeada. Comentário 09: Para responder à assertiva, vamos rever o conceito de Procedimentos Emergenciais: Os Procedimentos Emergenciais são procedimentos especialmente direcionados para minimizar os impactos passíveis de serem causados pelo caráter eminentemente repentino e abrupto das condições de ocorrência das emergências. Em face da forma repentina, abrupta e mais ou menos imprevisível com que normalmente se manifestam; da natureza urgente das providências que requerem; e da alta criticidade de alguns de seus efeitos, as situações emergenciais exigem pronta reação por parte de todos os segmentos corporativos. Não se esqueça: os procedimentos emergências não têm caráter preventivo e sim, reativo. O item erra ao insinuar que tais procedimentos são Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br preventivos. De forma alguma! Gabarito: Errado Comentário 10: Vimos que, em geral, as ações diante ele uma emergência devem ser norteadas por dois parâmetros: presteza na execução das tarefas e precisão das ações a serem desencadeadas. A presteza na execução das tarefas significa rapidez de reação, pronta resposta à emergência configurada. Implica rápido desencadeamento dos procedimentos previstos, pelo pessoal designado. Visa a atender ao caráter de urgência das providências a serem tomadas e se contrapor à criticidade da emergência em curso. A precisão das ações a serem desencadeadas se refere à exata execução do que estiver previsto para cada emergência considerada. Organiza a reação, otimiza a pronta resposta e evita o desperdício de tempo com procedimentos inúteis que podem comprometer as metas a serem atingidas. Gabarito: Certo Comentário 11: Perfeito!! Se os procedimentos emergenciais de minha empresa são bem planejados e testados, sua eficácia terá implicação direta na gravidade dos danos e perdas que poderão ser provocados pela emergência. Gabarito: Certo Comentário 12: Essa foi demais! Você cometerá um pecado caso se esqueça dessa preciosa informação: os Procedimentos Emergenciais são indubitavelmente parte integrante do Planejamento de Contingências. Gabarito: Errado Comentário 13: Caracterizar perfeitamente uma situação de emergências?? No way!! Por mais que uma empresa esteja bem planejada, tenha uma boa Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br ferramenta para a Análise e a Gestão de Riscos, tenha desenvolvido um bom Planejamento de Contingências, jamais seus gestores conseguirão caracterizar perfeitamente uma situação de emergência. Esses procedimentos, quando bem implementados, servirão como grandes ferramentas para evitar danos e perdas e minimizar os impactos em face de eventos indesejados, mas não são bolas de cristal!Gabarito: Errado Comentário 14: Verdade! Os procedimentos emergenciais devem, de fato, integrar o Plano de Contingência para cada evento considerado, mas, por serem ações cuja oportunidade de desencadeamento influencia determinantemente os resultados que com elas se busca alcançar, independem da instalação do Comitê de Crises. Gabarito: Certo [FCC – TECNICO SEGUR. E TRANSPORTE – TRT/9ª – 2010] No que diz respeito ao Gerenciamento de Crises, julgue os itens subsecutivos. 15. “Crise” pode ser definida como um evento previsível ou não, que potencialmente pode impactar de maneira a causar prejuízo a uma organização. 16. O gerenciamento de uma crise, quando instalada, deve primar pela clareza de informações dentro da empresa, tornando públicas apenas informações básicas e genéricas, a fim de não aumentar a exposição da empresa. 17. Cabe às organizações a previsão de um Comitê de Crises que se reúna e entre em operação exclusivamente durante a ocorrência de uma crise, desde o seu desencadeamento até o seu término. 18. O gerenciamento de crises deve se utilizar da Análise de Riscos como ferramenta, mesmo sendo uma ferramenta “preventiva”. Porém, o gerenciamento de crises é que se torna ferramenta quando se trata do Planejamento de Contingências. 19. O gerenciamento de crises, considerando as próprias características de Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br desencadeamento das crises, é uma atividade essencialmente reativa e corretiva. Comentário 15: De tudo o que estudamos até aqui tenho certeza de que você não tem dúvidas de que esse é o conceito mais que perfeito de CRISE, não é mesmo? Pois bem, leve-o com todo carinho para a sua prova, ok? Gabarito: Certo Comentário 16: Cuidado com essa informação, pois não é bem assim! O Gerenciamento de Crises, ou seja, o planejamento inclui a previsão do gerenciamento, que, por sua vez, trata da "administração propriamente dita" da contingência ocorrida. Pressupõe a clareza de informações, a ética e a transparência nas ações, sempre que possível tornadas públicas pelo(s) porta- voz(es), preferencialmente apenas um ou no menor número possível, para evitar contradições. Deve-se evitar o "abafamento" ou ocultação dos problemas e procurar esgotar o assunto o mais rapidamente possível. Durante a emergência, embora se deva suspender a publicidade da empresa atingida (evita-se assim o descrédito), é conveniente aproveitar os espaços disponíveis na mídia para divulgar esclarecimentos sobre o assunto. O item erra ao afirmar que devem ser tornadas públicas apenas informações básicas e genéricas, a fim de não aumentar a exposição da empresa. Gabarito: Errado Comentário 17: Certinho! O Gerenciamento de Crises implica a atuação das equipes designadas e o exercício das atividades e responsabilidades fixadas no planejamento. É quando entram em operação os Comitês de Crises, isto é, o grupo especial e especificamente preparado para administrar o "desastre" em questão, que inclui, além do pessoal técnico, administrativo e operacional necessários, a assistência social e os porta-vozes para tratar com imprensa, funcionários, comunidade, órgãos estatais, governos etc. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br Essa equipe, portanto, deve sim atuar exclusivamente durante a ocorrência de uma crise, desde o seu desencadeamento até o seu término. Gabarito: Certo Comentário 18: Já vimos que a Análise de Riscos é uma excelente ferramenta preventiva que tem o objetivo de prover ao gestor uma melhor noção das medidas a serem tomadas quanto aos riscos identificados. Você pode então ter certeza: ela pode sim também ser utilizada como uma das ferramentas do gerenciamento de crises. E outra: o Planejamento de Contingências abrange o Gerenciamento de Crises, ou seja, o planejamento inclui a previsão do gerenciamento, que, por sua vez, trata da "administração propriamente dita" da contingência ocorrida. O item, portanto, também acerta ao afirmar que o gerenciamento de crises é que se torna ferramenta quando se trata do Planejamento de Contingências. Gabarito: Certo Comentário 19: Atenção para essa insinuação maldosa da banca! O gerenciamento de crises não é essencialmente reativo e corretivo não. Ele pode sim ter um viés preventivo. A agilidade e a eficiência da ação diante das contingências podem ser expressivamente auxiliadas pela manutenção de uma equipe de pessoal permanentemente mobilizada para prever, projetar e administrar possíveis crises. Mesmo que não se passa antever o futuro, obtêm-se as vantagens da simulação e do enfrentamento de situações emergenciais. Gabarito: Errado [FCC – TECNICO SEGUR. E TRANSPORTE – TRF/4ª – 2010] Com relação ao planejamento de contingência, tão importante na gestão da segurança física e patrimonial de uma empresa, julgue os itens a seguir. 20. Engloba, dentre outras, ações de cunho reativo após o acontecimento de determinados eventos indesejáveis, como os chamados 4-R: resposta, reassunção, recuperação e restauração. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br 21. É um dos programas do gerenciamento de crises, fazendo parte dele, uma vez que o planejamento de contingência é mais prático, mais concreto, tratando da administração da contingência ocorrida, como por exemplo, as diretrizes de atuação de uma equipe. 22. Engloba, dentre outras, ações de cunho preventivo, como programas de prevenção e de treinamento, visando prevenir e minimizar impactos que possam ser causados por eventos indesejados. 23. Não deve englobar ações e procedimentos emergenciais que, por sua característica de ocorrências eminentemente repentinas e abruptas, devem integrar o plano de emergências. 24. Como regra geral, deve ser apresentado na forma escrita, em linguagem simples e clara (evitando linguagens muito técnicas), sendo permanentemente atualizado e disponível a toda a empresa. Comentário 20: Alguma dúvida nesse item?? De jeito nenhum. De fato, o planejamento de contingências tem ações preventivas e corretivas e, dentre eles, estudamos os 4-rs: resposta, reassunção, recuperação e restauração. Gabarito: Certo Comentário 21: Muita atenção para a pegadinha! O Planejamento de Contingências não é um dos programas do gerenciamento de crises. É exatamente o contrário. Vimos que o Planejamento de Contingências abrange o Gerenciamento de Crises, ou seja, o planejamento inclui a previsão do gerenciamento, que, por sua vez, trata da "administração propriamente dita" da contingência ocorrida. Gabarito: Errado Comentário 22: Agora ficou fácil, não é mesmo?? Já vimos aqui várias vezes que o Planejamento de Contingências engloba, dentre outras, ações de cunho preventivo, como programas de prevenção e de treinamento, visando prevenir Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br e minimizar impactos que possam ser causados por eventos indesejados. Gabarito:Certo Comentário 23: O Planejamento de Contingências não deve englobar ações e procedimentos emergenciais?? Viagem total! Ele engloba INDUBITAVELEMENTE programas como a análise de riscos, o gerenciamento de crise, manejo de emergência (resposta, reassunção, recuperação e restauração) e procedimentos emergenciais. Gabarito: Errado Comentário 24: Perfeitinho! Lembra o que vimos sobre o planejamento na metodologia sugerida nesta aula? Planejamento: ✓ Escrito, porém não volumoso; ✓ Evitar linguagem muito técnica (tabelas, diagramas etc.): ✓ Utilizar linguagem clara, precisa e concisa; ✓ Distribuir a todos os segmentos institucionais de interesse; ✓ Atualizar permanentemente e praticar periodicamente; ✓ Disponibilizá-lo a toda a empresa. Gabarito: Certo [FCC – TECNICO JUDIC. ESPEC. SEGURANÇA – TRF/1ª– 2011] Com relação ao Planejamento de Contingências, julgue os itens subsecutivos. 25. É um programa que comporta ações reativas às contingências, como a reação imediata, a reassunção das funções mais críticas e a recuperação de funções, até a restauração do processo normal pré-contingência. 26. Porque possui linhas técnicas e inclui a identificação de pontos críticos e Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br ações estratégicas de retomada da normalidade após uma crise, deve ser um documento restrito e sigiloso, cujo acesso deve ser reservado aos órgãos de segurança e à alta administração de uma empresa. 27. É um programa amplo, que inclui ações preventivas, como levantamento e identificação de riscos ou ameaças, treinamentos e simulações de emergências, visando à analise das vulnerabilidades existentes em uma empresa. 28. Uma vez ocorrido um evento não desejado (ou crise), este passa a ser administrado através do programa de Gerenciamento de Crises, que deve ter como características: ações ágeis e eficientes e ao mesmo tempo transparentes, principalmente no que tange aos veículos de comunicação. 29. Os Procedimentos Emergenciais visam principalmente minimizar os impactos causados pelo caráter repentino que alguns eventos indesejados possam ter, caracterizados como emergenciais; para tanto devem conter ações ágeis e precisas, desencadeadas após a ocorrência desses eventos. Comentário 25: Está certinho! Repetindo para você não se esquecer: o Planejamento de Contingências estabelece políticas de manejo gerenciais e operacionais que garantam a continuidade do processo institucional em face das situações de emergência contempladas. Como ações preventivas temos do Planejamento de Contingência temos a análise de riscos e ameaças e como ações reativas o manejo de emergência, os procedimentos emergenciais e o gerenciamento de crises. O manejo de emergência, parte essencial do Planejamento de Contingências, inclui três dos componentes acima: a reassunção, a recuperação e a restauração. Requer coordenação, direção e cuidadoso planejamento e abrange: Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br São ou não são medidas reativas?? Gabarito: Certo Comentário 26: Quando estudamos um exemplo de metodologia empregada no Planejamento de Contingências, vimos que alguns de seus aspectos principais eram os seguintes: O Planejamento deve ser: ✓ Escrito, porém não volumoso; ✓ Evitar linguagem muito técnica (tabelas, diagramas etc.); ✓ Utilizar linguagem clara, precisa e concisa; ✓ Distribuir a todos os segmentos institucionais de interesse; Atualizar permanentemente e praticar periodicamente; ✓ Disponibilizá-lo a toda a empresa. O item erra, portanto, ao afirmar que o Planejamento deve ser um documento restrito e sigiloso, cujo acesso deve ser reservado aos órgãos de segurança e à alta administração de uma empresa. Gabarito: Errado Comentário 27: Exatamente! Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br Um Planejamento de Contingência consiste no pré-estabelecimento de um elenco de providências destinadas a prevenir ou minimizar os possíveis impactos que a ocorrência de determinados eventos possa causar à produção ou prestação de serviço de uma empresa. Comporta programas de prevenção e treinamento e exige comprometimento da alta administração com as ações previstas, as quais têm de ser integralmente avalizadas. Como ações preventivas do Planejamento de Contingência, temos a análise de riscos e ameaças e os treinamentos e simulações de emergências, visando a analise das vulnerabilidades existentes em uma empresa. Gabarito: Certo Comentário 28: É isso mesmo! O Gerenciamento de Crises, ou seja, o planejamento inclui a previsão do gerenciamento, que, por sua vez, trata da "administração propriamente dita" da contingência ocorrida. Pressupõe a clareza de informações, a ética e a transparência nas ações, sempre que possível tornadas públicas pelo(s) porta-voz(es), preferencialmente apenas um ou no menor número possível, para evitar contradições. Deve-se evitar o "abafamento" ou ocultação dos problemas e procurar esgotar o assunto o mais rapidamente possível. Durante a emergência, embora se deva suspender a publicidade da empresa atingida (evita-se assim o descrédito), é conveniente aproveitar os espaços disponíveis na mídia para divulgar esclarecimentos sobre o assunto. A agilidade e a eficiência da ação diante das contingências podem ser expressivamente auxiliadas pela manutenção de uma equipe de pessoal permanentemente mobilizada para prever, projetar e administrar possíveis crises. Mesmo que não se passa antever o futuro, obtêm-se as vantagens da simulação e do enfrentamento de situações emergenciais. Gabarito: Certo Comentário 29: Os Procedimentos Emergenciais são procedimentos especialmente direcionados para minimizar os impactos passíveis de serem causados pelo caráter eminentemente repentino e abrupto das condições de ocorrência das emergências. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br Em face da forma repentina, abrupta e mais ou menos imprevisível com que normalmente se manifestam, da natureza urgente das providências que requerem e da alta criticidade de alguns de seus efeitos, as situações emergenciais exigem pronta reação por parte de todos os segmentos corporativos. Gabarito: Certo 30. [FCC – TECNICO JUDIC. ESPEC. SEGURANÇA – TRT/4ª– 2011] O Planejamento de Contingências, deve I. abranger soluções para os principais pontos de vulnerabilidade, possuindo como um de seus objetivos, normalizar as atividades o mais rapidamente possível após a ocorrência de uma crise. II. possuir, entre outros, um plano preventivo, facilitado por uma ferramenta de análise de riscos e por medidas de prevenção a fim de antever possíveis cenários indesejados. III. possuir um plano corretivo e de administração, com instruções e procedimentos que entram em ação após um sinistro ou ocorrência de evento não desejado, tais como, um plano de gerenciamento de crises e procedimentos deemergência, entre outros. Está correto o que consta em (A) III, somente. (B) II, somente. (C) I e III, somente. (D) I, II e III. (E) I e II, somente. Comentário: Item I – Aqui é igual ao método Kumon! Repetir para não esquecer: Um Planejamento de Contingência consiste no pré-estabelecimento de um elenco de providências destinadas a prevenir ou minimizar os possíveis impactos que a ocorrência de determinados eventos possa causar à produção Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br ou prestação de serviço de uma empresa. O Planejamento de Contingências estabelece políticas de manejo gerenciais e operacionais que garantam a continuidade do processo institucional em face das situações de emergência contempladas. Em outras palavras, é o que diz o nosso item! (Certo) Item II - Alguma dúvida de que esse item está corretíssimo?? A essa altura do campeonato estou certo de que você já está devidamente convencido de que a Análise de Riscos é uma das grandes ferramentas preventivas dentro do planejamento de Contingências. (Certo) Item III – Também corretíssimo! Já vimos também que essas ações, de cunho corretivo, são sim parte do Planejamento de Contingências. (Certo) Logo, está correto o que consta em I, II e III. Gabarito: Letra “D” [FCC – TECNICO JUDIC. ESPEC. SEGURANÇA – TRT/1ª– 2011] Com relação ao Planejamento de Contingências, julgue os itens a seguir. 31. Deve estar materializado na forma escrita, utilizando-se de linguagem estritamente técnica, enriquecido de plantas, mapas, tabelas e diagramas, porém sem ser demasiadamente volumoso, e estar disponível apenas aos órgãos de segurança da empresa. 32. É estritamente reativo, em função das próprias contingências em si, compondo apenas programas como o gerenciamento de crise, manejo de emergência (resposta, reassunção, recuperação e restauração) e procedimentos emergenciais. 33. Estabelece políticas de manejo estritamente operacionais, as quais são executadas para garantir a continuidade dos processos da empresa após ocorridas as emergências, a fim de que seja retomada a normalidade. 34. Comporta não só programas de prevenção, como treinamento, identificação e tratamento de riscos e ameaças, bem como programas reativos, a exemplo do manejo de emergência e procedimentos emergenciais, a fim de minimizar resultados indesejados ocorridos. Comentário 31: Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br Vamos revisar nossa metodologia fazendo um checklist: Planejamento: ✓ Escrito, porém não volumoso; ✓ Evitar linguagem muito técnica (tabelas, diagramas etc.); ✓ Utilizar linguagem clara, precisa e concisa; ✓ Distribuir a todos os segmentos institucionais de interesse; ✓ Atualizar permanentemente e praticar periodicamente; ✓ Disponibilizá-lo a toda a empresa. Os itens em vermelho apresentam os erros do nosso item!! Gabarito: Errado Comentário 32: Estritamente reativo?? Claro que não!! É só você observar na metodologia estudada que há várias ações preventivas, principalmente aquelas relacionadas à Análise e Gestão de Riscos. O gerenciamento da crise, o manejo de emergência e os procedimentos emergenciais são de fato reativos (pois devem ser postos em ação em caso de eventos adversos), mas a Análise de Riscos, repito, é um dos exemplos de ações preventivas dentro do Planejamento de Contingências. Gabarito: Errado Comentário 33: Não só políticas de manejo estritamente operacionais. Na metodologia, no item que trata de “Fixar Políticas e Diretrizes” temos além do estabelecimento de políticas de manejo emergencial, dentre outros: ✓ Estabelecimento de políticas de apoio e continuidade gerencial e operativa; ✓ Determinar a estratégia para a continuidade do negócio; ✓ Estabelecer uma linha de comando emergencial. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br ✓ Prever linhas de crédito emergenciais. Gabarito: Errado Comentário 34: Exatamente o que falamos até aqui no comentário dos demais itens. Sem dúvida nenhuma essa é a melhor definição para o Planejamento de Contingências. Gabarito: Certo 35. [FCC – TECNICO JUDIC. ESPEC. SEGURANÇA – TRF/5ª– 2012] Um dos itens envolvidos no Gerenciamento de Crises é (A) a responsabilidade funcional e níveis de coordenação. (B) o planejamento com prestação de contas. (C) a sobreposição de jurisdição em níveis de atuação dos escalões envolvidos. (D) o direcionamento de recursos e meios adequados. (E) o planejamento de medidas, condutas preventivas e emergenciais. Comentário: Se você leu essa questão com bastante calma e juntou todas as informações até aqui estudadas, tenho certeza que não terá dificuldades. Além disso, três das opções de respostas não têm muito a ver com o que vimos: são eles os itens “a”, “b” e “c”. Das duas restantes, a que mais consegue resumir tudo o que vimos até agora é o item “e”, ou seja: um dos itens envolvidos no Gerenciamento de Crises é o planejamento de medidas, condutas preventivas e emergenciais. Gabarito: Letra “E” 36. [CESGRANRIO – TÉCNICO ÁREA 02 – BACEN – 2010] Um Plano de Contingências deve ser organizado a partir de um estudo de situação. Uma vez determinado onde se encontram as vulnerabilidades e analisado o histórico de incidentes de segurança, começa-se a avaliar as medidas preventivas existentes. Para viabilizar a aplicação do plano, são adotadas medidas preventivas agrupadas em categorias, dentre as Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br quais a de (A) informe final. (B) riscos naturais. (C) riscos citados. (D) avaliação dos riscos. (E) equipamentos (físicos e técnicos). Comentário: Vamos usar o exemplo do Banco Central para responder a essa questão! São três os focos de todas as atividades de segurança realizadas por nós aqui no Banco: as pessoas, o patrimônio e o conhecimento. O foco “pessoas” engloba os servidores, os funcionários de empresas terceirizadas, os colaboradores, os menores aprendizes, estagiários e até os visitantes. O foco “patrimônio” abarca todas as edificações e demais bens móveis e imóveis de propriedade do Banco Central. E mais: o numerário que entra e sai de circulação em todo o nosso país! O foco “conhecimento” é o bem intangível que cada um carrega dentro de si. Esse é o mais difícil de proteger, mas várias são as nossas ações para a proteção desse bem tão valioso. Dos três, as pessoas são indubitavelmente a nossa prioridade! Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br E dentro desses três focos, a proteção de segurança concretiza-se por meio de três elementos: Pois bem, alguma dessas imagens aí lembra um dos itens da questão?? Claro que sim: equipamentos (físicose técnicos)! Está dada a resposta. Gabarito: Letra “E” [CESGRANRIO – TÉCNICO ÁREA 02 – BACEN – 2010] Pode-se definir uma crise como sendo: “um problema muitíssimo grave, capaz de afetar, profundamente, o funcionamento de determinadas estruturas e modificar o comportamento das pessoas envolvidas”. ARAÚJO, J.H. Livro Básico do Vigilante. Rio de Janeiro: Ao Lidador, 2002, p. 164. As agências bancárias têm sido alvo de ações de criminosos que, de forma violenta, têm gerado situações de crise, sendo as mais comuns os sequestros de funcionários e os assaltos com reféns no interior de agências. Em relação a esses exemplos de crise, analise os fatores abaixo. 37. Ocorre quando não há preparação para seu enfrentamento. 38. A sua resolução está comprimida no tempo. 39. Causa ameaça à vida e ocorre de forma imprevisível. A questão nos pede que julguemos os itens que têm alguma relação com cenários de crises. Vamos lá: Comentário 37: Não, não! Crises podem ocorrer independentemente de estarmos preparados ou não para seu enfrentamento. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br Gabarito: Errado Comentário 38: Exato! O tempo é fator crucial na resolução de crises. Quanto mais tempo se leva para a resolução de uma crise, mas a empresa estará sujeita a danos de toda ordem. E é por isso que sua resolução da crise está comprimida no tempo. Gabarito: Certo Comentário 39: Temos duas afirmações aí! Com relação à primeira, é claro que as crises podem sim causar ameaças à vida. E não só à vida, com o também à reputação e a imagem de uma instituição. É só lembramos, por exemplo, de toda a repercussão em torno dos últimos acidentes com os aviões da TAM. Quanto à segunda parte da assertiva, também está correta, pois se pudéssemos prever eventos de crise, seria ótimo, não é verdade?! Gabarito: Certo E agora, apresento-lhe as poucas que encontrei do nosso estimado Cespe sobre o tema. Você vai ver que não há nenhuma dificuldade nelas e olha que foram cobradas em prova de certificação, que costuma ser de um nível bem elevado! [CESPE – CERTIFICAÇÃO – BB – 2012 – Adapt.] Sobre a Gestão de Continuidade de Negócios (GCN), julgue os itens a seguir. 40. Os planos de continuidade dos negócios da organização não contemplam a segurança das pessoas. 41. As estratégias de continuidade oferecem opções de soluções para que os processos críticos da organização mantenham-se operacionais. 42. O objetivo final de um plano de continuidade dos negócios é a restauração contingencial das operações da organização. 43. A GCN age proativamente ao estabelecer os fundamentos estratégicos e operacionais para desenvolvimento da resiliência da organização na ocorrência Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br de eventos causadores de ruptura, interrupção ou perda da capacidade de fornecer produtos e serviços. Comentário 40: O que é que você acha desse item?? Esse era pra resolver em um milésimo de segundo! É óbvio que os planos de continuidade dos negócios da organização contemplam a segurança das pessoas! Como não?? Vou usar de novo o exemplo do nosso querido Banco para reforçar a resposta: No Banco Central são três os focos de todas as atividades de segurança: as pessoas, o patrimônio e o conhecimento. Dos três, as pessoas são indubitavelmente a nossa prioridade. E dentro desses três focos, a proteção de segurança concretiza-se por meio de três elementos: Se nossas operações têm o objetivo de salvaguardar tudo isso, assim também acontecerá como a gestão da continuidade de negócios para os processos afetos à segurança, obviamente! Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br Portanto, não tenha dúvidas: os planos de continuidade dos negócios da organização contemplam sim a segurança das pessoas. Gabarito: Errado Comentário 41: Verdade! A ideia das estratégias de continuidade é oferecer um leque de opções viáveis e realistas para que os processos críticos da organização mantenham-se operacionais. Foi o que vimos até aqui! Gabarito: Certo Comentário 42: Cuidado com essa afirmação! O objetivo final de um plano de continuidade dos negócios é a recuperação total, no menor tempo possível, da normalidade das operações da organização. A restauração contingencial é apenas uma das etapas do plano de continuidade de negócios. O gráfico a seguir mostra o clico da continuidade. Ele, a uma primeira vista, parece complexo, mas se você der uma olhada com bastante calma, constatará de uma forma bem visual as etapas da continuidade de negócio aqui estudadas. Analise-o da esquerda para a direita e perceba que o objetivo final é o retorno à normalidade, ou seja, ao nível normal de serviços. Confira: Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br Gabarito: Errado Comentário 43: No mundo dos negócios, ser resiliente significa dizer ter a capacidade de retornar à normalidade após sofrer grandes pressões ou estresse. Esse é o grande objetivo da GCN (Gestão de Continuidade de Negócios)! A assertiva está correta e vou repeti-la, pois se trata de um bom conceito-resumo de GCN: A GCN age proativamente ao estabelecer os fundamentos estratégicos e operacionais para desenvolvimento da resiliência da organização na ocorrência de eventos causadores de ruptura, interrupção ou perda da capacidade de fornecer produtos e serviços. Gabarito: Certo 35. [CESPE – TÉCNICO JUD. SEGURANÇA – TRE/BA – 2017] No que se refere ao planejamento de contingências e a sua aplicação, é correto afirmar que (A) o planejamento de contingência divide-se entre a fase de resposta ou atendimento e a fase de reconstrução ou recuperação. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br (B) o manejo de emergência é realizado preventivamente, sendo atividade distinta do planejamento de emergências. (C) a estrutura de coordenação não deve ser fixada no planejamento, visando garantir flexibilidade em eventos críticos. (D) é elaborado um planejamento de contingência diferente para cada tipo de acidente, de acordo com sua magnitude e gravidade. (E) os perímetros de segurança devem ser definidos de acordo com o grau de risco. Comentário: Item A – Não, não! Tem mais fases nessa história! Para não esquecer: Item B – Não se pode distinguir o manejo de emergência de um planejamento de emergências. Item C – Errado. Claro que a estrutura de coordenação deve sim ser fixada no planejamento. Item D - Um planejamento de contingência engloba os procedimentos de contingência para cada tipo de acidente, mas o planejamento é um só! Item E – Por tudo que até aqui estudamos nessasduas partes da aula, você Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br ==d9a2e== tem alguma dúvida disso? De fato, os perímetros de segurança devem ser definidos de acordo com o grau de risco. Gabarito: Letra “E” *** Grande abraço e até a próxima! QUESTÕES DE SUA AULA 01. [FCC – TECNICO SEGURANÇA E TRANSP. – TRT/2ª– 2008] Os “4R” dos componentes do planejamento de contingências são: I. Resposta: é a reação imediata, sendo o componente mais importante, pois engloba todos os demais. II. Reassunção: consiste em manter ou fazer operar as funções mais críticas, para evitar maiores danos. III. Recuperação: trata-se de fazer operar as funções menos críticas, buscando a normalidade de operação para desativar as alternativas. IV. Restauração: é o retorno ao processo normal por meio da desativação das equipes emergenciais e volta à produção plena e ou restabelecimento total dos serviços. É correto o que consta em (A) I, II, III e IV. (B) I e III, apenas. (C) II e III, apenas. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br (D) I e IV, apenas. (E) III e IV, apenas. [FCC – TECNICO SEGURANÇA E TRANSP. – TRT/9ª – 2010 – Adapt.] No que diz respeito ao planejamento de segurança, julgue os itens a seguir: 02. O Gerenciamento de Crises tem como propósito prevenir e minimizar os impactos que a ocorrência de determinados eventos indesejados possam causar à empresa. 03. A Análise de Riscos tem como propósito minimizar os impactos que determinados eventos repentinos possam causar à empresa. 04. Os Procedimentos Emergenciais têm como propósito determinar a probabilidade de ocorrência de eventos indesejados e suas consequências para a empresa. [FCC – TECNICO SEGUR. E TRANSPORTE – TRT/9ª – 2010] Com relação ao Planejamento de Contingências, julgue os itens a seguir: 05. Possui como características ações planejadas com caráter preventivo, uma vez que também destina-se a prevenir impactos de uma ocorrência indesejada, bem como possui caráter reativo, ao buscar a minimização dos impactos desses eventos. 06. Tem como premissa que certos eventos, com potencial de causar danos, apesar de imprevisíveis, podem ser prevenidos. 07. Deve apresentar, diante de um evento indesejado, um plano de reação imediata, um plano de continuidade dos negócios e um plano de recuperação, sendo este último o mais importante deles. 08. Compõe, paralelamente com a Análise de Riscos, Gerenciamento de Crises e Procedimentos Emergenciais, planos independentes, porém, de uso comum para a Gestão da Segurança Física e Patrimonial de uma empresa. [FCC – TECNICO SEGUR. E TRANSPORTE – TRT/9ª – 2010] No que concerne aos Procedimentos Emergenciais, julgue os itens a seguir: 09. Tratam-se de ações direcionadas à prevenção e à solução de eventos Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br indesejados específicos, caracterizados como de emergência pela empresa. 10. Tratam-se de ações direcionadas e planejadas, dotadas de imediatismo na execução das tarefas e precisão nas ações desencadeadas. 11. De acordo com o grau de sucesso alcançado, tais procedimentos influenciarão diretamente na gravidade dos danos e perdas que poderão ser provocados pela emergência. 12. Uma vez que se tratam de eventos emergenciais, não devem fazer parte do Plano de Contingências, devido às características preventivas que este possui. 13. Faz-se necessário que existam parâmetros na empresa que possam caracterizar perfeitamente uma situação de emergência, devendo haver mais de um responsável, em uma escala hierárquica, que possa autorizar o desencadeamento do plano, caso seja necessário. 14. Mesmo se a emergência também for uma crise, independe da instalação de um Comitê de Crises para ser desencadeada. [FCC – TECNICO SEGUR. E TRANSPORTE – TRT/9ª – 2010] No que diz respeito ao Gerenciamento de Crises, julgue os itens subsecutivos. 15. “Crise” pode ser definida como um evento previsível ou não, que potencialmente pode impactar de maneira a causar prejuízo a uma organização. 16. O gerenciamento de uma crise, quando instalada, deve primar pela clareza de informações dentro da empresa, tornando públicas apenas informações básicas e genéricas, a fim de não aumentar a exposição da empresa. 17. Cabe às organizações a previsão de um Comitê de Crises que se reúna e entre em operação exclusivamente durante a ocorrência de uma crise, desde o seu desencadeamento até o seu término. 18. O gerenciamento de crises deve se utilizar da Análise de Riscos como ferramenta, mesmo sendo uma ferramenta “preventiva”. Porém, o gerenciamento de crises é que se torna ferramenta quando se trata do Planejamento de Contingências. 19. O gerenciamento de crises, considerando as próprias características de desencadeamento das crises, é uma atividade essencialmente reativa e corretiva. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br [FCC – TECNICO SEGUR. E TRANSPORTE – TRF/4ª – 2010] Com relação ao planejamento de contingência, tão importante na gestão da segurança física e patrimonial de uma empresa, julgue os itens a seguir. 20. Engloba, dentre outras, ações de cunho reativo após o acontecimento de determinados eventos indesejáveis, como os chamados 4-R: resposta, reassunção, recuperação e restauração. 21. É um dos programas do gerenciamento de crises, fazendo parte dele, uma vez que o planejamento de contingência é mais prático, mais concreto, tratando da administração da contingência ocorrida, como por exemplo, as diretrizes de atuação de uma equipe. 22. Engloba, dentre outras, ações de cunho preventivo, como programas de prevenção e de treinamento, visando prevenir e minimizar impactos que possam ser causados por eventos indesejados. 23. Não deve englobar ações e procedimentos emergenciais que, por sua característica de ocorrências eminentemente repentinas e abruptas, devem integrar o plano de emergências. 24. Como regra geral, deve ser apresentado na forma escrita, em linguagem simples e clara (evitando linguagens muito técnicas), sendo permanentemente atualizado e disponível a toda a empresa. [FCC – TECNICO JUDIC. ESPEC. SEGURANÇA – TRF/1ª– 2011] Com relação ao Planejamento de Contingências, julgue os itens subsecutivos. 25. É um programa que comporta ações reativas às contingências, como a reação imediata, a reassunção das funções mais críticas e a recuperação de funções, até a restauração do processo normal pré-contingência. 26. Porque possui linhas técnicas e inclui a identificação de pontos críticos e ações estratégicas de retomada da normalidade após uma crise, deve ser um documento restrito e sigiloso, cujo acesso deve ser reservado aos órgãos de segurança e à alta administração de uma empresa. 27. É um programa amplo, que inclui ações preventivas, como levantamento e identificação de riscos ou ameaças, treinamentos e simulações de emergências, visandoà analise das vulnerabilidades existentes em uma empresa. 28. Uma vez ocorrido um evento não desejado (ou crise), este passa a ser administrado através do programa de Gerenciamento de Crises, que deve ter como características: ações ágeis e eficientes e ao mesmo tempo Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br transparentes, principalmente no que tange aos veículos de comunicação. 29. Os Procedimentos Emergenciais visam principalmente minimizar os impactos causados pelo caráter repentino que alguns eventos indesejados possam ter, caracterizados como emergenciais; para tanto devem conter ações ágeis e precisas, desencadeadas após a ocorrência desses eventos. 30. [FCC – TECNICO JUDIC. ESPEC. SEGURANÇA – TRT/4ª– 2011] O Planejamento de Contingências, deve I. abranger soluções para os principais pontos de vulnerabilidade, possuindo como um de seus objetivos, normalizar as atividades o mais rapidamente possível após a ocorrência de uma crise. II. possuir, entre outros, um plano preventivo, facilitado por uma ferramenta de análise de riscos e por medidas de prevenção a fim de antever possíveis cenários indesejados. III. possuir um plano corretivo e de administração, com instruções e procedimentos que entram em ação após um sinistro ou ocorrência de evento não desejado, tais como, um plano de gerenciamento de crises e procedimentos de emergência, entre outros. Está correto o que consta em (A) III, somente. (B) II, somente. (C) I e III, somente. (D) I, II e III. (E) I e II, somente. [FCC – TECNICO JUDIC. ESPEC. SEGURANÇA – TRT/1ª– 2011] Com relação ao Planejamento de Contingências, julgue os itens a seguir. 31. Deve estar materializado na forma escrita, utilizando-se de linguagem estritamente técnica, enriquecido de plantas, mapas, tabelas e diagramas, porém sem ser demasiadamente volumoso, e estar disponível apenas aos órgãos de segurança da empresa. 32. É estritamente reativo, em função das próprias contingências em si, compondo apenas programas como o gerenciamento de crise, manejo de emergência (resposta, reassunção, recuperação e restauração) e Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br procedimentos emergenciais. 33. Estabelece políticas de manejo estritamente operacionais, as quais são executadas para garantir a continuidade dos processos da empresa após ocorridas as emergências, a fim de que seja retomada a normalidade. 34. Comporta não só programas de prevenção, como treinamento, identificação e tratamento de riscos e ameaças, bem como programas reativos, a exemplo do manejo de emergência e procedimentos emergenciais, a fim de minimizar resultados indesejados ocorridos. 35. [FCC – TECNICO JUDIC. ESPEC. SEGURANÇA – TRF/5ª– 2012] Um dos itens envolvidos no Gerenciamento de Crises é (A) a responsabilidade funcional e níveis de coordenação. (B) o planejamento com prestação de contas. (C) a sobreposição de jurisdição em níveis de atuação dos escalões envolvidos. (D) o direcionamento de recursos e meios adequados. (E) o planejamento de medidas, condutas preventivas e emergenciais. 36. [CESGRANRIO – TÉCNICO ÁREA 02 – BACEN – 2010] Um Plano de Contingências deve ser organizado a partir de um estudo de situação. Uma vez determinado onde se encontram as vulnerabilidades e analisado o histórico de incidentes de segurança, começa-se a avaliar as medidas preventivas existentes. Para viabilizar a aplicação do plano, são adotadas medidas preventivas agrupadas em categorias, dentre as quais a de (A) informe final. (B) riscos naturais. (C) riscos citados. (D) avaliação dos riscos. (E) equipamentos (físicos e técnicos). [CESGRANRIO – TÉCNICO ÁREA 02 – BACEN – 2010] Pode-se definir uma crise como sendo: Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br “um problema muitíssimo grave, capaz de afetar, profundamente, o funcionamento de determinadas estruturas e modificar o comportamento das pessoas envolvidas”. ARAÚJO, J.H. Livro Básico do Vigilante. Rio de Janeiro: Ao Lidador, 2002, p. 164. As agências bancárias têm sido alvo de ações de criminosos que, de forma violenta, têm gerado situações de crise, sendo as mais comuns os sequestros de funcionários e os assaltos com reféns no interior de agências. Em relação a esses exemplos de crise, analise os fatores abaixo. 37. Ocorre quando não há preparação para seu enfrentamento. 38. A sua resolução está comprimida no tempo. 39. Causa ameaça à vida e ocorre de forma imprevisível. [CESPE – CERTIFICAÇÃO – BB – 2012 – Adapt.] Sobre a Gestão de Continuidade de Negócios (GCN), julgue os itens a seguir. 40. Os planos de continuidade dos negócios da organização não contemplam a segurança das pessoas. 41. As estratégias de continuidade oferecem opções de soluções para que os processos críticos da organização mantenham-se operacionais. 42. O objetivo final de um plano de continuidade dos negócios é a restauração contingencial das operações da organização. 43. A GCN age proativamente ao estabelecer os fundamentos estratégicos e operacionais para desenvolvimento da resiliência da organização na ocorrência de eventos causadores de ruptura, interrupção ou perda da capacidade de fornecer produtos e serviços. 44. [FCC – TECNICO JUDIC. ESPEC. SEGURANÇA – TRT/1ª– 2011] Na gestão da segurança de áreas, instalações e patrimônio existentes assumem vital importância eventos indesejados de cunho humano como sabotagem, acidentes e falhas, bem como eventos de origem adversa como fenômenos da natureza. Um programa essencial para tal gestão, a fim de que, com base nele sejam planejadas as ações de segurança fundamentadas nas variáveis citadas, deverá ser o de (A) seleção e gestão de pessoas. (B) análise de riscos. (C) procedimentos emergenciais. Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br (D) gestão de emergências. (E) controle e gestão patrimonial. 45. [CESPE – TÉCNICO JUD. SEGURANÇA – TRE/BA – 2017] No que se refere ao planejamento de contingências e a sua aplicação, é correto afirmar que (A) o planejamento de contingência divide-se entre a fase de resposta ou atendimento e a fase de reconstrução ou recuperação. (B) o manejo de emergência é realizado preventivamente, sendo atividade distinta do planejamento de emergências. (C) a estrutura de coordenação não deve ser fixada no planejamento, visando garantir flexibilidade em eventos críticos. (D) é elaborado um planejamento de contingência diferente para cada tipo de acidente, de acordo com sua magnitude e gravidade. (E) os perímetros de segurança devem ser definidos de acordo com o grau de risco. GABARITO 1 2 3 4 5 6 A C E E C C 7 8 9 10 11 12 E E E C C E 13 14 15 16 17 18 E C C E C C 19 20 21 22 23 24 Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas- Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br E C E C E C 25 26 27 28 29 30 C E C C C D 31 32 33 34 35 36 E E E C E E 37 38 39 40 41 42 E C C E C E 43 44 45 C B E Alexandre Herculano, Marcos Girão, Thais Poliana Teixeira Ribeiro de Assunção Aula 16 Segurança e Legislação p/ ALAP (Assistente de Segurança) Com Videoaulas - Pós-Edital www.estrategiaconcursos.com.br