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FORMAÇÃO E PERFIL DOS 
SOLOS
AULA 2
CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS
Disciplina Mecânica dos Solos I
Curso de Engenharia Civil
Profª Karina S F Pinheiro
Mestre em Engenharia de Minas - UFCG
Esp. em Gestão de Recursos Hídricos e Meio Ambiente – UEMA
Esp. em Geotecnia de Obras de Engenharia - NAVIGARE
Engenharia Civil
UEMA
ÍNDICE
• Definição de solos
• Solos sob ponto de vista da 
Engenharia
• Noções de Intemperismo
• Fatores que interferem na 
formação do solo
• Processos pedogenéticos 
• Perfil do Solo
2
Engenharia Civil
UEMA
Definição de 
Solos
3
Engenharia Civil
UEMA
Conceitos
O termo SOLO origina-se do Latim solum = suporte, superfície, base. A concepção de solo depende do
conhecimento adquirido a seu respeito, de acordo com o modelo conceitual que ele representa nas diferentes
atividades humanas.
A ABNT (NBR 6502) define solo como “Material proveniente da decomposição das rochas pela ação de agentes
físicos ou químicos, podendo ou não ter matéria orgânica”, ou simplesmente, produto da decomposição e
desintegração da rocha pela ação de agentes atmosféricos.
Diferentes Conceitos
Adquire significados 
específicos de acordo com a 
finalidade
Agricultura
Geologia
Engenharia 
Civil
Engenharia Civil
UEMA
Solo na Agricultura: é a camada de terra tratável, geralmente de poucos metros de espessura, 
que suporta as raízes das plantas. 
Engenharia Civil
UEMA 6
Solo na Geologia: Produto do intemperismo físico e químico das rochas, situado na parte 
superficial do manto de intemperismo. Constitui-se de material rochoso decomposto 
(sedimentos ou regolitos). 
Engenharia Civil
UEMA
SOLO DO PONTO DE 
VISTA DA ENGENHARIA
Para NOGAMI et al (2000) o solo é um material natural
não consolidado, isto é, constituído de grãos separáveis
por processos mecânicos e hidráulicos relativamente
suave, como dispersão em água com uso de aparelhos
dispersor de laboratório, e que podem ser escavados com
equipamentos comuns de terraplenagem (pá carregadeira,
escavadeira, etc.).
Engenharia Civil
UEMA
Solo para Engenharia Civil: todo o material da crosta terrestre que não oferecesse resistência intransponível à 
escavação mecânica e que perdesse totalmente toda resistência, quando em contato prolongado com a água. 
O conceito de solo para os
engenheiros DIFERE um pouco
do conceito agrícola e geológico,
uma vez que, para eles, o termo
inclui todo tipo de material
orgânico ou inorgânico
inconsolidado ou parcialmente
cimentado encontrado na
superfície da Terra, materiais
estes classificados em Geologia
como rochas sedimentares ou
sedimentos.
Do ponto de vista da engenharia, SOLO é a denominação que se dá a todo 
material de construção ou mineração da crosta terrestre escavável por meio 
de pá, picareta, escavadeira, etc., sem necessidade de explosivos.
Terzaghi e Peck, em 1967, definiram o solo como sendo qualquer material 
natural solto, não consolidado, facilmente desagregável.
Engenharia Civil
UEMA9
Engenharia Civil
UEMA
Engenharia Civil
UEMA
Como material de construção poderá ser usado, 
principalmente, na construção de aterros para 
finalidades diversas, como sub-bases e bases de 
pavimentos. 
Na Engenharia Civil é possível dar ao solo
as características necessárias e desejadas em 
cada projeto. 
Engenharia Civil
UEMA12
Engenharia Civil
UEMA
NOÇÕES DE 
INTEMPERISMO
Engenharia Civil
UEMA
A ação contínua do intemperismo tende a desintegrar e decompor as rochas, dando origem ao solo. Na
maioria dos casos, as construções de engenharia são assentes sobre os solos e, muitas vezes, fogem ao caso,
quando nas construções de túneis, barragens ou grandes pontes que exijam fundações em rocha firme.
O intemperismo é a ação de forças 
físicas e químicas que promovem 
desagregação e/ou decomposição 
na crosta.
✓Através da ação do 
intemperismo, a rocha se degrada e 
/ou decompõem até se tornar solo
• Rocha alterada
• Solo
São produtos do intemperismo
Engenharia Civil
UEMA
Engenharia Civil
UEMA
Meteorização Física ou mecânica 
Engenharia Civil
UEMA
Engenharia Civil
UEMA
Engenharia Civil
UEMA
Engenharia Civil
UEMA
A água que circula nas fraturas e nos interstícios das rochas possui sais
dissolvidos. Por vezes, esses sais podem precipitar e originar cristais. O
crescimento destes cristais, no interior de fraturas e dos interstícios das rochas,
provoca o seu alargamento e posterior desagregação. Este fenômeno é chamado
de Haloclastia.
Engenharia Civil
UEMA
Engenharia Civil
UEMA
Intemperismo
Químico
• O ambiente da superfície da Terra, 
caracterizado por pressões e temperaturas 
baixas e riqueza de água e oxigênio, muito 
diferente daquele onde a maioria das rochas se 
formaram. 
• Quando as rochas afloram a superfície, seus 
minerais entram em desequilíbrio e, através de 
uma série de reações químicas, transformam-se 
em outros minerais, mais estáveis nesse novo 
ambiente. 
• O principal agente do intemperismo químico 
é a água da chuva, que infiltra e percola nas 
rochas. 
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UEMA
Rochas carbonatadas ou calcários são rochas constituídas por calcita 
(carbonato de cálcio) e/ou dolomita (carbonato de cálcio e magnésio). Podem 
ainda conter impurezas como matéria orgânica, silicatos, fosfatos, sulfetos, 
sulfatos, óxidos e outros. 
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Engenharia Civil
UEMA
Hidrólise
Engenharia Civil
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Engenharia Civil
UEMA
Hidratação
Engenharia Civil
UEMA
Oxidação
Muitos minerais contêm ferro na
sua constituição (Ex.: piroxenas
e olivinas) que reage com o
oxigênio.
Esse ferro é facilmente oxidado
passando de ferroso a férrico.
Por exemplo, na pirite, mineral
que contém ferro, origina por
oxidação um novo mineral, a
hematite de cor avermelhada. Na
presença de água a oxidação é
muito rápida.
Pirita
Hematita
Engenharia Civil
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Engenharia Civil
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Halita
Pirita
Feldspato
Olivinas
Engenharia Civil
UEMA
✓Chuva(correntes pluviais); ✓Queda (Gravidade); ✓Vento e ✓Degelo
Transporte do material intemperizado
Engenharia Civil
UEMA
Estágios de 
Formação do 
Solo
?
1 Alteração física e química das espécies 
minerais.
Intemperismo físico Intemperismo químico
3
Evolução pedogênica
32
2
• Transporte por agente qualquer
(vento, água e degelo) para local
diferente ao da transformação.
• Pode ou não ocorrer,
permanecendo no local de
origem.
❑ Processos físico-químico e 
biológicos
❑ Lixiviação do horizonte 
superficial com concentração 
de partículas coloidais 
(menores) no horizonte 
profundo. Impregnação com 
húmus (matéria orgânica) do 
horizonte superficial.
Solos
Transportado ou Não
Engenharia Civil
UEMA
Processo de Formação do Solo
Agentes físico e químicos 
do intemperismo
Engenharia Civil
UEMA
Fatores que interferem 
na formação do solo
34
Engenharia Civil
UEMA
1. Material de origem ou mineral de origem
• Material do qual o perfil do solo foi derivado.
• Pode ser de origem mineral ou orgânica
Podemos entender que: os materiais de origem do solo 
podem ser formados no local (in situ), como se fossem um 
manto residual intemperizado da rocha, ou podem ser 
transportado do local onde se formaram para serem 
depositados em outro lugar.
• São classificados como: residual ou eluvial,
coluviais e aluviais
Engenharia Civil
UEMA 36
Engenharia Civil
UEMA 37
1. Material de origem residual ou ELUVIOS ou AUTÓCTONES
Em climas quentes e muito úmido: podem ser
completamente lixiviadose oxidados e tem
cores vermelhas e amareladas
Em climas frios e mais secos: a composição
química e cor do material de origem tendem a ser
mais semelhantes as da rocha da qual ele se
formou
Materiais provenientes do substrato rochoso em que se encontram
Engenharia Civil
UEMA 38
1. Material de origem coluvial
São detritos de rochas. Material heterogênio. Ex.: Tálus Geralmente são 
grosseiros e 
pedregulhosos, 
porque 
predomina o 
intemperismo 
FÍSICO sobre o 
QUÍMICO.
Material bem 
poroso, drenante, 
susceptível a 
instabilidades.
Engenharia Civil
UEMA 39
1. Material de origem transportado ou AULÓCTONES 
Planícies de inundação
DeltasLeques aluviais
Os solos desenvolvidos 
de sedimentos aluviais 
geralmente têm 
características 
consideradas como 
desejáveis para a 
agricultura e a 
urbanização. Essas 
características incluem 
relevo quase plano, 
proximidade com água, 
alta fertilidade e 
elevada produtividade. 
Entretanto, o uso de 
solos de planícies de 
inundação para 
moradias e 
desenvolvimento 
urbano de ser evitado. 
Oriundos de fontes distantes e sofreram transportes de natureza diversas
• Alúvios
Engenharia Civil
UEMA 40
1. Material de origem transportado ou AULÓCTONE- Marinho
Os sedimentos 
maiores depositam-
se próximo das 
praias; as partículas 
mais finas, mais 
distantes e em 
profundidade. 
Possuem textura 
bastante variada, 
sendo arenosos, 
argilosos, siltosos.
Engenharia Civil
UEMA 41
1. Material de origem transportado ou ALÓCTONE pelo Gelo glacial e 
águas de degelo
À medida que o gelo glacial foi se movendo, grande parte do manto de solo do regolito existente à sua frente foi 
removido; morros foram arredondados, vales preenchidos e, em alguns casos, rochas subjacentes foram 
severamente arrancadas e/ou triturados. 
Material residual 
glacial
Material depositado 
diretamente pelo gelo
Podem ter 
semelhança 
dos materiais 
coluviais, 
exceto pelo 
fato de que os 
fragmentos 
são mais 
arredondados 
. São 
densamente 
compactos
Engenharia Civil
UEMA
1. Material de origem 
transportado ALÓCTONE pelo 
vento
42
Loess
Dunas
• Os depósitos de Loess ou loesse são
constituídos principalmente de siltes,
podem chegar até 100 metros de
profundidade.
• As dunas são constituídas
predominantemente de areia medias a
finas
• Poeiras aerossóis
• Cinzas vulcânicas formam solos leves e
porosos e tendem a acumular matéria
orgânica
Engenharia Civil
UEMA 43
● Os organismos vivos atuam de forma contínua sobre o solo, tanto na
sua formação quanto na sua transformação, conservando-o,
degradando-o ou alterando sua composição físico-química.
● Os micro-organismos, como as bactérias, algas e fungos, atuam na
ação do intemperismo biológico, fazendo-se presentes na
decomposição das rochas e também na alteração dos compostos
vegetais ou mineralógicos dos solos.
● As plantas atuam na contenção do transporte de sedimentos e os
animais também exercem influência e impactos.
● Os seres humanos, os impactos são rápidos e profundamente sentidos,
como nas ocorrências de erosões, desertificações e outros processos.
2. Organismos vivos
Engenharia Civil
UEMA 44
2. Organismos vivos
Materiais orgânicos acumulados em brejos, pântanos, marismas e 
outros locais muito úmidos.
Material turfosos:
• Turfa de musgos
• Turfa de lenhosos
• Turfa sedimentar
Engenharia Civil
UEMA
O gráfico abaixo compara precipitação, temperatura e intemperismo na
superfície terrestre. É possível observar que a média de precipitação está
diretamente relacionada à temperatura, criando com isso características do
manto de intemperismo, diferenciado de acordo com determinadas regiões
climáticas.
3. Influência do Clima
Engenharia Civil
UEMA
Climas úmidos e quentes (intertropicais e equatoriais):
abundância de água, renovação das águas por percolação,
intemperismo químico > intemperismo físico, pH ácido,
vegetação abundante, poucos minerais primários
inalterados, minerais secundários (II) insolúveis, M.O
(material orgânico) rapidamente mineralizada, cores
avermelhado.
3. Influência do Clima
Engenharia Civil
UEMA
O INTEMPERISMO e a PEDONIZAÇÃO levam a um perfil 
de alteração ou perfil do solo
4. Influência do Relevo
Engenharia Civil
UEMA 48
Engenharia Civil
UEMA 49
Engenharia Civil
UEMA
5. Tempo
• O período de tempo também precisa
ser considerado no processo de
formação dos solos.
• Áreas formadas em épocas
geológicas mais recentes estiveram
por menos tempo expostas aos
agentes intempéricos e, por isso,
apresentam solos jovens e mais rasos,
geralmente com menor quantidade de
material orgânico.
• Já as áreas geologicamente mais
antigas podem apresentar solos mais
profundos
50
Engenharia Civil
UEMA
Perfil do solo
51
Engenharia Civil
UEMA
Perfil do Solo
Engenharia Civil
UEMA 53
Engenharia Civil
UEMA
O perfil de alteração ou perfil do solo é estruturado 
verticalmente, a partir da rochas fresca (rocha sã), na 
base, sobre a qual formam-se o SAPROLITO e o 
SOLUM, que constituem, juntos, o MANTO DE 
ALTERAÇÃO OU REGOLITO. 
Engenharia Civil
UEMA
Engenharia Civil
UEMA 56
AB (ou AE) - Horizonte subsuperficial, com
predomínio de características de
horizonte A e algumas características de
horizonte B (ou E).
A/B (ou A/E ou A/C) - Horizonte mesclado com
partes de horizonte A e de horizonte B (ou A e
E ou A e C), porém com predomínio de material
de A.
AC - Horizonte subsuperficial, com predomínio
de características de horizonte A e algumas
características de horizonte C.
EA (ou EB) - Horizonte subsuperficial, com
predomínio de características de horizonte E e
algumas características de horizonte A (ou B).
E/A - Horizonte mesclado com partes de
horizonte E e de horizonte A, porém com
predomínio de material de E.
E/Bt - Presença de lamelas espessas (Bt),
dentro de horizonte E.
BA (ou BE) - Horizonte subsuperficial, com
predomínio de características de horizonte B e
algumas características de horizonte A (ou E).
B/A (ou B/E) - Horizonte mesclado com partes
de horizonte B e de horizonte A (ou E), porém
com predomínio de material de B.
Engenharia Civil
UEMA 57
Descreve-se como transição entre horizontes ou camadas, a faixa de
separação entre os mesmos, definida em função da sua nitidez ou
contraste, espessura e topografia.
Quanto à nitidez ou contraste e espessura, a transição é classificada
como:
Abrupta - quanto a faixa de separação é menor que 2,5cm;
Clara - quando a faixa de separação varia entre 2,5 e 7,5cm;
Gradual - quando a faixa de separação varia entre 7,5 e 12,5cm; e
Difusa - quando a faixa de separação é maior que 12,5cm.
Quanto à topografia a transição é classificada como:
Plana ou horizontal - quando a faixa de separação dos horizontes é
praticamente horizontal, paralela à superfície do solo;
Ondulada ou sinuosa - quando a faixa de separação é sinuosa, sendo
os desníveis, em relação a um plano horizontal, mais largos que
profundos;
Irregular - quando a faixa de separação dos horizontes apresenta, em
relação a um plano horizontal, desníveis mais profundos que largos; e
Quebrada ou descontínua - quando a separação entre os horizontes
não é contínua. Neste caso, partes de um horizonte estão parcial ou
completamente desconectadas de outras partes desse mesmo
horizonte.
Engenharia Civil
UEMA58
Engenharia Civil
UEMA 59
Engenharia Civil
UEMA 60
Engenharia Civil
UEMA
Processo Pedogenéticos 
para formação dos solos
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EngenhariaCivil
UEMA
A pedogênese
(formação do solo) 
ocorre quando as 
modificações causadas 
nas rochas pelo 
intemperismo, além de 
serem químicas e 
mineralógicas, tornam-
se sobretudo estruturais, 
como importante 
reorganização e 
transferência dos 
minerais formadores do 
solo – principalmente 
argilominerais e oxi-
hidróxidos de ferro e de 
alumínio – entre os 
níveis superiores do 
manto de alteração. 
Engenharia Civil
UEMA
O clima é determinante para o desenvolvimento de processos pedogenéticos 
(podzolização, laterização, salinização, gleização e calcificação) do solo. 
Engenharia Civil
UEMA
Engenharia Civil
UEMA
Engenharia Civil
UEMA
Engenharia Civil
UEMA
Laterização ou Latolização: Processo pedogenético
atuante em climas tropicais, onde uma profunda
lixiviação (intemperismo químico) leva o solo a se
enriquecer em hidróxidos de ferro e/ou alumínio.
Na laterização os elementos alcalinos e alcalinos
terrosos são os primeiros a serem lixiviados e em
estados mais agressivos (em função do pH das
soluções), processa-se também a lixiviação da
sílica livre e combinada em minerais silicatados,
restando somente um produto de menor
solubilidade que pode ser uma mistura de
hidróxidos de ferro e alumínio. Caso haja
predominância de alumínio o material residual
recebe o nome de bauxita, importante minério de
alumínio.
A laterização é economicamente importante na
formação de depósitos secundários de minérios,
como a bauxita, produzida a partir de rochas
alcalinas e de depósitos argilosos aluvionares.
Engenharia Civil
UEMA
Engenharia Civil
UEMA
Laterita: Produto do processo laterização. O mesmo
que laterito. São formações superficiais ou
subsuperficiais ferruginosas e aluminosas
endurecidas, que se formam em regiões tropicais
ou subtropicais. Quando se acumulam em grande
quantidade formam uma camada superficial
resistente que recebe o nome de canga laterítica ,
carapaça laterítica ou [[crosta laterítica]].
A presença de laterita em uma região onde
atualmente o clima é mais ameno, indica que esta
região esteve sob clima tropical ou subtropical no
passado. A laterita é composta principalmente por
caolinita, goethita, hematita e gibbisita.
Óxidos hidratados de ferro (amorfos)como a
limonita podem estar presente na forma de
concreções lateríticas.
Etimologia: do latim later = tijolo, em referência ao
fato de que é um material endurecido que se
assemelha ao tijolo
Engenharia Civil
UEMA
Engenharia Civil
UEMA
Engenharia Civil
UEMA
Engenharia Civil
UEMA
Engenharia Civil
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Engenharia Civil
UEMA
Engenharia Civil
UEMA77
Engenharia Civil
UEMA
Bibliografia consultada
NOGAMI, J. S., VILLIBOR, D. F., Beligni, M. e Cincerre, J. R., 2000.
“Pavimentos com Solos Lateríticos e gestão de manutenção de Vias
Urbanas”. Editora Vilibor, São Paulo/SP.
VARGAS, M. 1978, “Introdução à Mecânica dos Solos”. Editora
McGRAW-HILL do Brasil LTDA.
Caputo, H.P. Mecânica dos Solos e suas Aplicações. 60 ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1987, 219 p. Dias
78
OBRIGADA!
Karina S. F. Pinheiro 98- 999911905
karinapinheiro@professor.uema.br
karina17.uema@gmail.com
ENGENHARIA CIIVIL
UEMA
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