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Monitoria Anatomia 
 Abdome e Pelve 
1. Abdome 
É a parte do tronco situada entre o tórax e a pelve. É um receptáculo dinâmico e flexível 
que abriga a maioria dos órgãos do sistema digestório e parte dos sistemas genital e 
urinário. 
 CONSIDERAÇÕES GERAIS 
 A parede anterolateral do abdome e diversos órgãos situados adjacentes à parede 
posterior são recobertos em suas faces internas por uma membrana serosa ou 
peritônio, que se reflete (dobra-se bruscamente e continua) sobre as vísceras 
abdominais, como estômago, intestino, fígado e baço. 
 A cavidade abdominal 
 Forma a parte superior e principal da cavidade abdominopélvica, a cavidade 
contínua que se estende entre o diafragma e o diafragma da pelve. 
 Não tem assoalho próprio porque é contínua com a cavidade pélvica. O plano de 
abertura superior da pelve é uma separação arbitrária, mas não física, das 
cavidades abdominal e pélvica. 
 Estende-se superiormente até o 4º espaço intercostal da caixa torácica 
osteocartilagínea. Órgãos abdominais mais altos (baço, fígado, parte dos rins e 
estômago) são protegidos pela caixa torácica. A pelve maior sustenta e 
protege as vísceras abdominais inferiores (parte do íleo, ceco, apêndice 
vermiforme e colo sigmoide). 
 Nove regiões: delimitadas por quatro planos, 
dois sagitais (verticais) e dois transversos 
(horizontais). Os dois planos sagitais 
geralmente são os planos medioclaviculares 
(hemiclaviculares), que seguem do ponto 
médio das clavículas até os pontos 
medioinguinais. Planos transversais são o 
plano subcostal, que atravessa a margem 
inferior da 10ª cartilagem costal de cada lado, 
e o plano intertubercular, que atravessa 
os tubérculos ilíacos. 
 
 PAREDE ANTEROLATERAL DO 
ABDOME 
 A parede é musculoaponeurótica, 
exceto a parede posterior, que inclui a 
região lombar da coluna vertebral. 
 A parede anterolateral do abdome 
estende-se da caixa torácica até a 
pelve. 
 
 
 Limite superior: cartilagens das VII a X costelas e processo xifoide do esterno. 
 Limite inferior: ligamento inguinal e as margens superiores das faces anterolaterais 
do cíngulo do membro inferior (cristas ilíacas, cristas púbicas e sínfise púbica). 
 A parede anterolateral do abdome é formada por pele e tela subcutânea, composta 
principalmente por gordura, músculos, suas aponeuroses e fáscia muscular, gordura 
extraperitoeal e peritônio parietal. 
 
 MÚSCULOS DA PAREDE ANTEROLATERAL 
Músculo Origem Inserção Inervação Ação 
Oblíquo 
externo do 
abdome 
Faces externas das 
costelas V a XII 
Linha alba, 
tubérculo 
púbico e 
metade 
anterior da 
crista ilíaca 
Nervos 
toracoabdominais 
(nervos espinhais 
T7-T11) e nervo 
subcostal 
Comprime e 
sustenta as 
vísceras 
abdominais, 
flexiona e 
roda o tronco 
Oblíquo 
interno do 
abdome 
Fáscia 
toracolombar, dois 
terços anteriores 
da crista ilíaca e 
tecido conjuntivo 
situado 
profundamente ao 
terço lateral do 
ligamento inguinal 
Margens 
inferiores das 
costelas X a 
XII, linha 
alba e linha 
pectínea do 
púbis através 
da foice 
inguinal 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nn. 
Toracoabdominais 
(ramos anteriores 
dos nervos 
espinais T6-T12) 
e primeiros nervos 
lombares 
 
Transverso 
do abdome 
Faces internas das 
7ª a 12ª 
cartilagens costais, 
aponeurose 
toracolombar, 
crista ilíaca e 
tecido conjuntivo 
situado 
profundamente ao 
terço lateral do 
ligamento inguinal 
Linha alba 
com 
aponeurose 
do M. oblíquo 
interno do 
abdome, 
crista púbica e 
linha pectínea 
do púbis 
através da 
foice inguinal 
Comprime e 
sustenta as 
vísceras 
abdominais 
Reto do 
abdome 
Sínfise púbica e 
crista púbica 
Processo 
xifoide e 5ª a 
7ª cartilagens 
costais 
Nn. 
Toracoabdominais 
(ramos anteriores 
do nervos espinais 
T6-T12) 
Flexiona o 
tronco 
(vértebras 
lombares) e 
comprime as 
vísceras 
abdominais; 
estabiliza e 
controla a 
inclinação da 
pelve 
(antilordose) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 A parede anterolateral do abdome tem cinco (pares bilaterais de) músculos: três 
músculos planos e dois músculos verticais. 
 Músculos planos: oblíquo externo do abdome, oblíquo interno do abdome e o 
transverso do abdome. 
 Músculos verticais: reto do abdome e piramidal (aparece em 80% das pessoas, mas 
sem significância). 
 Entre a linha medioclavicular (LMC) e a linha mediana, as aponeuroses dos músculos 
formam a bainha do músculo reto do abdome, tendínea, aponeurótica e resistente, que 
envolve o músculo reto do abdome. 
 As aponeuroses se entrelaçam com as companheiras do lado oposto, formando uma 
rafe mediana, a linha alba, que se estende do processo xifoide até a sínfise púbica. 
 Funções e ações dos músculos da parede abdominal 
 Formam uma sustentação forte e expansível para a parede anterolateral do abdome. 
 Sustentam e protegem as vísceras abdominais contra lesões. 
 Comprimem o conteúdo abdominal para manter ou aumentar a pressão intra-
abdominal e, assim, fazem oposição ao diafragma (o aumento da pressão intra-
abdominal facilita a expulsão) 
 Movem o tronco e ajudam a manter a postura. 
 
 
 
 
 INERVAÇÃO DA PAREDE ANTEROLATERAL 
 Nervos toracoabdominais: são formados pelas partes abdominais, distais dos ramos 
anteriores dos seis nervos espinais torácicos inferiores (T7 a T11); correspondem aos 
nervos intercostais inferiores distais à margem costal. 
 Ramos cutâneos laterais (torácicos): dos nervos espinais torácicos T7 a T9 ou T10. 
 Nervo subcostal: o grande ramo anterior do nervo espinal T12. 
 Nervos ílio-hipogástrico e ilioinguinal: ramificações terminais do ramo anterior do 
nervo espinal L1. 
 Ramos cutâneos anteriores do abdome dos nervos toracoabdominais: 
 T7 a T9 inervam a pele superior ao umbigo. 
 T10 inerva a pele ao redor do umbigo. 
 T11, mais os ramos cutâneos dos nervos subcostal (T12), ílio-hipogástrico e 
ilioinguinal (L1), suprem a pele inferior ao umbigo. 
 
 VASCULARIZAÇÃO DA PAREDE ABDOMINAL 
Artéria(s) Origem 
Musculofrênica 
Artéria torácica interna 
Epigástrica superior 
10ª e 11ª artérias intercostais posteriores Aorta 
Subcostal 
Epigástrica inferior Artéria ilíaca externa 
Circunflexa ilíaca profunda 
Circunflexa ilíaca superficial Artéria femoral 
Epigástrica superficial 
 
 
 
 AORTA ABDOMINAL E RAMOS 
 
 DIAFRAGMA 
 É uma divisória músculotendínea com dupla cúpula, que separa as cavidades torácica 
e abdominal. 
 É o principal músculo da inspiração. Desce durante essa fase, mas apenas a parte 
central se movimenta, pois a periferia é presa à margem inferior da caixa torácica e 
às vértebras lombares superiores. 
 Curva-se superiormente nas cúpulas direita e esquerda; normalmene, a cúpula 
direita é mais alta que a essquerda devido a presença do fígado. 
 Aberturas do diafragma: 
 Forame da veia cava 
- Também atravessam os ramos terminais do nervo frênico direito. 
- Localiza-se à direia do plano mediano na junção das lâminas direita e média 
do centro tendíneo. 
 Hiato esofágico 
- É uma abertura oval para o esôfago no músculo dopilar direito do diafragma 
no nível da vértebra TX. 
 
 
 Hiato aórtico 
- É a abertura posterior ao diafragma para a aorta descendente. Como a aorta 
não perfura o diafragma, os movimentos deste não afetam o fluxo sanguíneo 
através daquela durante a respiração. 
 
 PAREDE POSTERIOR DO ABDOME 
 Formada principalmente por 
- Cinco vértebras lombares- Músculos da parede posterior do abdome (psoas maior e menor, ilíaco, quadrado do 
lombo, transverso do abdome e oblíquos do abdome). 
- Diafragma 
- Fáscias e nervos do plexo lombar. 
Músculo Origem Inserção Inervação Ação 
Psoas maior Processos 
transversos das 
vértebras 
lombares; 
laterais dos 
corpos das 
Por um tendão 
forte no 
trocanter 
menor do 
fêmur 
Ramos 
anteriores dos 
nervos L1-L3 
Agindo 
inferiormente 
com o M. 
ilíaco, flete a 
coxa; agindo 
superiormente, 
 
 
vértebras LXII 
a SV e discos 
intervertabrais 
interpostos 
flete a coluna 
vertebral 
lateralmente; é 
usado para 
equilibrar o 
tronco; na 
posição 
sentada, atua 
inferiormente 
com o M. ilíaco 
para fletir o 
tronco. 
Ilíaco Dois terços 
superiores da 
fossa ilíaca, asa 
do sacro e 
ligamentos 
sacroilíacos 
anteriores 
Trocanter 
menor do 
fêmur e corpo 
inferior a ele, e 
ao tendão do 
músculo psoas 
maior 
Nervo femoral 
(L2-L4) 
Flete a coxa e 
estabiliza a 
articulação do 
quadril; atua 
com o músculo 
psoas maior 
Quadrado do 
lombo 
Metade medial 
da margem 
inferior das 
costelas XII e 
extremidades 
dos processos 
transversos 
lombares 
Ligamento 
iliolombar e 
lábio interno da 
crista ilíaca 
Ramos 
anteriores dos 
nervos T12 e 
L1-L4 
Estende e flete 
lateralmente a 
coluna 
vertebral; fixa 
a costela XII 
durante a 
inspiração 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 INERVAÇÃO DA PAREDE POSTERIOR DO ABDOME 
Nervo Origem Dstribuição 
 
Subcostais 
 
Ramos anteriores de T12 
M. oblíquo externo do 
abdome e a pele da parede 
anterolateral do abdome 
 
 
 
Espinais lombares 
 
 
 
L1-L5 
Ramos posteriores: 
músculos do dorso e e pele 
sobrejacente. 
Ramos anteriores: pele e 
músculos da parte inferior 
do tronco e os membros 
inferiores 
Plexo nervoso lombar Ramos anteriores de L1 a 
L4 
 
Nervo femoral L2-L4 M. ilíaco e mm. flexores do 
quadril e extensores do 
joelho 
Nervo obturatório L2-L4 Mm. adutores 
Tronco lombossacral L4-L5 Formação do plexo 
lombossacral com S1-S4 
Ilioinguinal e ílio-
hipogástrico 
Ramos anteriores de L1 Mm. oblíquo interno e 
externo 
Nervo genitofemoral L1-L2 
Nervo cutâneo lateral da 
coxa 
L2-L3 Inerva a pele anterolateral 
da coxa 
Nervo obturatório 
acessório 
L3-L4 Encontrado em 10% das 
pessoas. 
 
 
 CANAL INGUINAL 
 O canal inguinal é formado em relação à descida do testículo durante o 
desenvolvimento fetal. 
 Os principais conteúdos do canal inguinal são o funículo espermático em homens e o 
ligamento redondo do útero em mulheres. 
 O anel inguinal profundo é a entrada do canal inguinal. Está localizado superiormente 
à região intermediária do ligamento inguinal e lateralmente à artéria epigástrica 
inferior. 
 Limites 
 Parede anterior: aponeurose do músculo oblíquo externo do abdome em toda a 
extensão do canal; sua parte lateral é reforçada por fibras do músculo oblíquo 
interno do abdome. 
 Parede posterior: formada pela fáscia transversal. 
 Teto: formado lateralmente pela fáscia transversal, centralmente pelos arcos 
musculoaponeuróticos dos músculos oblíquo interno e transverso do abdome, e 
 
 
medialmente pelo pilar medial da aponeurose do músculo oblíquo externo do 
abdome. 
 Assoalho: formado lateralmente pelo trato iliopúbico, centralmente pelo sulco 
formado pelo ligamento inguinal invaginando, e medialmente pelo ligamento 
lacunar. 
 
2. PELVE 
 A pelve é a parte do tronco posteroinferior ao abdome e é a área de transição entre o 
tronco e os membros inferiores. 
 A cavidade pélvica é a parte inferior da cavidade abdominopélvica. 
 A pelve é a parte do corpo circundada pelo cíngulo do membro inferior (pelve óssea), 
parte do esqueleto apendicular do membro inferior. 
 A pelve maior é circundada pela parte superior do cíngulo do membro inferior. 
 A pelve menor é circundada pela parte inferior do cíngulo do membro inferior, que 
forma a estrutura óssea dos compartimentos da cavidade pélvica e do períneo no 
tronco, separados pelo diafragma da pelve. 
 
 Cíngulo do membro inferior 
 O cíngulo do membro inferior é um anel ósseo, em forma de bacia, que une a coluna 
vertebral aos dois fêmures. 
 As principais funções do cíngulo do membro inferior são: 
 Sustentar o peso da parte superior do corpo nas posições sentada e ortostática. 
 Transferir o peso do esqueleto axial para o esqueleto apendicular inferior para 
ficar de pé e caminhar. 
 Proporcionar fixação aos fortes músculos da locomoção e postura, bem como 
àqueles da parede abdominal, resistindo às forças geradas por suas ações. 
 É formado por três ossos: ossos do quadril direito e esquerdo (ossos grandes de 
formato irregular; cada um deles formado da fusão de três ossos, ílio, ísquio e púbis) 
e sacro (formado pela fusão de cinco vértebras sacrais, originalmente separadas). 
 
Ílio: é a parte superior, em forma de leque, do osso do quadril. A asa do ílio corresponde 
à abertura do leque; e o corpo do ílio, ao cabo. O corpo do ílio participa da formação do 
acetábulo. A crista ilíaca tem uma curva que segue o contorno da asa entre as espinhas 
ilíacas anterossuperior e posterossuperior. 
Ísquio: tem um corpo e um ramo. O corpo do ísquio ajuda a formar o acetábulo e o ramo 
do ísquio forma parte do forame obturado. A grande protuberância posteroinferior do 
ísquio é o túber isquiático. A pequena projeção posteromedial pontiaguda perto da 
junção do ramo e do corpo é a espinha isquiática. A concavidade entre a espinha 
isquiática e o túber isquiático é a incisura isquiática menor. A concavidade maior, a 
incisura isquiática maior, é superior a espinha isquiática e parcialmente formada pelo 
ílio. 
Púbis: é um osso angulado que tem o ramo superior, o qual ajuda a formar o acetábulo, 
e um ramo inferior, que ajuda a formar o forame obturado. Um espessamento na parte 
anterior do corpo do púbis é a crista púbica, que termina lateralmente como uma 
 
 
elevação proeminente, o tubérculo púbico. A parte lateral do ramo superior do púbis tem 
uma estria oblíqua, a linha pectínea do púbis. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Abertura superior da pelve 
 
 
- Promontório e asa do sacro 
- As linhas terminais direita e esquerda formam 
juntas uma estria oblíqua composta por: 
 Linha arqueada 
 Linha pectínea do púbis e crista púbica 
 
 
 
 
Abertura inferior da pelve 
 
 
 
 
 
Pelve maior (falsa) 
 
 
 
 
 
 
Pelve menor (verdadeira) 
 
 
 
 
 
 
 VASCULARIZAÇÃO DA PELVE 
Artérias Origem 
Gonadal Parte abdominal da aorta 
Testicular 
Ovárica 
Retal superior Continuação da A. mesentérica inferior 
Sacral mediana Face posterior da parte abdominal da 
aorta 
Ilíaca interna A. ilíaca comum 
Divisão anterior da A. ilíaca interna A. ilíaca interna 
Umbilical 
 
 
Vesical superior 
Obturatória 
- Arco púbico, anteriormente. 
- Túberes isquiáticos, lateralmente. 
- Margem inferior do ligamento sacrotuberal 
(seguindo entre o cóccix e o túber isquiático), 
posterolateralmente.). 
- Extremidade do cóccix, posteriormente 
- Superior à abertura superior da pelve 
- Limitada pelas asas do ílio posterolateralmente e a 
face anterossuperior da vértebra S1, posteriormente. 
- Ocupada por vísceras abdominais (íleo e colo 
sigmoide). 
 
- Situada entreas aberturas superior e inferior da 
pelve. 
- Limitada pelas faces pélvicas dos ossos do 
quadril, sacro e cóccix. 
- Que inclui a cavidade pélvica verdadeira e as 
partes profundas do períneo, especificamente as 
fossas isquioanais. 
- Que tem maior importância obstétrica e 
ginecológica. 
 
 
 
Vesical inferior 
 
Divisão anterior da A. ilíaca interna 
A. do ducto deferente 
Ramos prostáticos 
Uterina 
Vaginal 
Pudenda interna 
Retal média 
Glútea inferior 
Divisão posterior da A. ilíaca interna A. ilíaca interna 
Iliolombar 
Divisão posterior da A. ilíaca interna Sacral lateral (superior e inferior) 
Glútea superior 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 INERVAÇÃO DA PELVE 
Nervos Origem Distribuição 
 
 
Isquiático 
 
 
L4-S3 
Ramos articulares para a 
articulação do quadril e 
ramos musculares para os 
músculos flexores do 
joelho na coxa e todos os 
músculos na perna e no pé 
Glúteo superior L4-S1 Mm. glúteo médio e 
mínimo 
Para os Mm. quadrado 
femoral (e gêmeo inferior) 
L4-S1 Mm. quadrado femoral e 
gêmeo inferior 
Glúteo inferior L5-S2 M. glúteo máximo 
Para os Mm. obturador 
interno (e gêmeo superior) 
L5-S2 Mm. obturador interno e 
gêmeo superior 
Para o m. piriforme S1-S2 M. piriforme 
Cutâneo femoral posterior S2-S3 Ramos cutâneos para a 
nádega e as faces medial e 
posterior superiores da 
coxa 
Pudendo S2-S4 Estruturas do períneo: 
sensitivos para órgãos 
genitais 
Esplâncnico pélvico S2-S4 Vísceras pélvicas via 
plexos hipogástrico 
inferior e pélvico 
Para os Mm. levantador do 
ânus e isquiococcígeo 
S3-S4 Mm. levantador do ânus e 
isquiococcígeo

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