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1 Lista 1 – Fenômenos de Transporte III – Escoamento Externo, Arrasto e Sustentação 1 A figura abaixo mostra as pressões e as tensões de cisalhamento médias que atuam sobre as superfícies (1) e (2) de uma placa plana quadrada com 1,0 m de lado com um ângulo de ataque θ = 7°. Considere que nas outras superfícies p e τ são aproximadamente nulas. a) Calcule o arrasto e a sustentação na placa. b) Determine a sustentação e o arrasto admitindo que as forças de cisalhamento são nulas. Compare os dois conjuntos de respostas. Resp.: a) D = 559 N; L = 3457 N; b) D = 426 N; L = 3474 N. 2 (Exemplo 9.1, pág. 484, Munson, 4ª Ed.) Ar, no estado padrão, escoa sobre a placa plana mostrada na Figura abaixo. No caso (a), a placa está paralela ao escoamento ao longe e no caso (b) está posicionada perpendicularmente ao escoamento. Se a pressão e a tensão de cisalhamento sobre a superfície são as indicadas na Figura, determine as forças de sustentação e o arrasto na placa. Resp.: a) L = 0; D = 0,44 N; b) L = 0; D = 247,6 N. 2 3 (Problema 9.1, pág. 548, Munson, 4ª Ed.) Água escoa em torno da barra mostrada na figura abaixo. A barra tem 0,61 m de comprimento e sua seção transversal é um triângulo equilátero de 30,5 mm de lado. O escoamento produz a distribuição simétrica de pressão indicada na figura. a) Determine a sustentação e o arrasto na barra. b) Calcule, também, os coeficientes de sustentação e arrasto correspondentes baseados na área frontal da barra. Despreze as forças de cisalhamento. Dado: ρ = 999 kg/m3. Resp.: a) D = 21,5 N; L = 0; b) CD = 1,00; CL = 0. 4 Determine os coeficientes de sustentação e arrasto (baseados na área frontal) para o objeto bidimensional triangular mostrado na figura a seguir. A distribuição de pressão é simétrica. Despreze as forças de cisalhamento. Resp.: CD = 1,7; CL = 0. 5 (Problema 9.2, pág. 548, Munson, 4ª Ed.) Um fluido escoa em torno da barra bidimensional mostrada na Figura abaixo. Observe que a figura também indica os valores da pressão nas superfícies frontal e posterior da barra e que a tensão de cisalhamento média na superfície superior e inferior da barra vale τmed. Note que a pressão nas paredes superior e inferior são nulas e a tensão de cisalhamento nas paredes frontal e posterior também são nulas em aproximação. a) Determine τmed em função da pressão dinâmica pdin = ρU2/2. b) Determine o coeficiente de arrasto deste objeto. Sugestão: admita que o arrasto devido a pressão Dp é igual aquele devido aos efeitos viscosos (atrito) DA. Resp.: a) τmed = 0,03ρU2; b) CD = 2,40. 1 Lista 2 – Fenômenos de Transporte III – Escoamento Externo, Camada Limite sobre uma Placa Plana 2 Se a velocidade ao longe do escoamento no problema anterior é U = 1,5 m/s, determine a viscosidade cinemática do fluido. Resp.: ν = 6,65 × 10-6 m2/s. 1 (Exercício 14.37, pág. 382, Moran, 5ª Ed.) Um fluido viscoso escoa sobre uma placa plana e a espessura de camada limite é 12 mm a 1,3 m do bordo de ataque da placa. Determine a espessura da camada limite a 0,2; 2,0 e 20 m do bordo de ataque. Admita que o escoamento é laminar. Resp.: δ = 4,7 mm; δ = 14,9 mm e δ = 47,1 mm. 3 (Problema 9.13, pág. 574, Munson, 2ª Ed., Vol. 2) A espessura da camada limite num determinado ponto de uma placa plana é igual a 45 mm. Qual seria a espessura da camada limite se esta fosse definida como a distância da placa até o ponto onde a velocidade é igual a 97% do valor ao longe, em vez de 99%. Admita que o escoamento é laminar. Sugestão: use interpolação linear nos resultados numéricos da solução de Blasius. Resp.: δ = 38,7 mm. 4 (Problema 9.12, pág. 549, Munson, 4ª Ed.) Água escoa sobre uma placa plana com velocidade ao longe igual a 0,02 m/s. Determine a velocidade do escoamento u a 10 mm de altura da placa, admitindo que a distância ao bordo de ataque da placa é igual a a) 1,5 m e b) 15 m. Sugestão: use interpolação linear nos resultados numéricos da solução de Blasius. Dado: ν = 1,12 × 10-6 m2/s. Resp.: a) u = 7,17 x 10-3 m/s; b) u = 2,29 x 10-3 m/s. 5 (Problema 9.16, pág. 549, Munson, 4ª Ed.) Uma placa plana lisa com comprimento l = 3,5 m e largura b = 2,5 m, é colocada num escoamento de água que apresenta velocidade ao longe U = 0,14 m/s. Determine a espessura da camada limite e a tensão de cisalhamento na parede a) no centro e b) no bordo de fuga da placa. Dados da água: ρ = 999 kg/m3 e viscosidade dinâmica μ = 1,12 × 10-3 N·s/m2. Resp.: a) δ = 18,7 mm e τ = 0,0139 N/m2; b) δ = 26,5 mm e τ = 0,0098 N/m2. 6 (Problema 9.17, pág. 550, Munson, 4ª Ed.) Uma camada limite atmosférica é formada quando o vento sopra sobre a superfície da Terra. Normalmente, estes perfis de velocidade podem ser aproximados pela lei de potência: u(y) = a·yn, onde as constantes a e n dependem da rugosidade do terreno. A Figura abaixo mostra que para áreas urbanas, n = 0,4, para a zona rural ou de subúrbio, n = 0,28 e, para grandes planícies, n = 0,16. a) Se a velocidade no convés de um barco (y = 1,22 m) for igual a 6,1 m/s, determine a velocidade na ponta do mastro (y = 9,14 m). b) Se a velocidade média no décimo andar de um edifício é 4,5 m/s, qual será a velocidade média no sexto andar do edifício? Resp.: a) u = 8,42 m/s; b) u = 3,67 m/s. 2 7 (Problema 9.18, pág. 550, Munson, 4ª Ed.) Um edifício comercial com 30 andares (cada andar apresenta altura igual a 3,7 m) está localizado em um subúrbio industrial. Construa o gráfico da pressão dinâmica, pdin = ρu2/2, em função da altura y se a velocidade do vento no topo do edifício é 121 km/h (furacão). Utilize as informações sobre a camada limite atmosférica fornecida no problema anterior. Dado: ρAr = 1,23 kg/m3. Resp.: pdin = 49,71·y0,56. 8 Ar a 0oC (massa específica de 1,29 kg/m3 e viscosidade cinemática de 1,34 x 10-5 m2/s) escoa sobre uma placa plana lisa com velocidade de 4,39 m/s. O comprimento da placa é 1,22 m na direção do escoamento. Calcule (a) a espessura da camada limite a 15 cm e 1,22 m do bordo de ataque e (b) o coeficiente de arrasto médio para a superfície da placa. Resp.: (a) δ = 3,38 mm; δ = 9,65 mm; (b) CD = 2,1 x 10-3 9 (Problema 9.22, pág. 550, Munson, 4ª Ed.) Um avião voa a 322 km/h numa altitude de 3000 m. Se a camada limite sobre a superfície da asa do avião se comporta como aquela sobre uma placa plana, a) estime a extensão xCR da camada limite laminar da asa (onde o regime passa a ser turbulento). Admita que o número de Reynolds de transição é igual a 5 × 105. b) Determine a extensão da camada limite na asa do avião, admitindo que a velocidade ainda é igual a 322 km/h mas a altitude é nula (nível do mar). Explique porque os resultados das duas situações são diferentes. Dados: use as informações da Tabela C2. Resp.: a) xCR = 10,4 cm; b) xCR = 8,16 cm. 3 10 (Problema 9.23, pág. 550, Munson, 4ª Ed.) Se a camada limite no capô do seu carro se comporta como aquela numa placa plana, a) estime a distância da borda inicial do capô até o ponto onde a camada limite se torna turbulenta. b) Qual é a espessura da camada limite neste local? Admita a velocidade do carro igual a 80 km/h. Resp.: a) xCR ≅ 32,86 cm; b) δ ≅ 2,33 mm. 11 (Exercício 14.38, pág. 382, Moran, 5ª Ed.) O arrasto líquido em um dos lados das duas placas (cada uma com lados iguais a l e l/2) mostradas na Figura (a) abaixo é Da. O escoamento ao longe é paralelo às placas. Determine o arrasto (em função de Db) nas mesmas placas, mas na situação mostrada na Figura (b). Admita que as camadas limites são laminares. Justifique fisicamente sua resposta. Resp.: Db ≅ 0,707Da . 12 (Problema 9.23, pág. 551, Munson, 4ª Ed.) A figura abaixo mostra duas placas idênticas, de lados l e 4l, que estão orientadas paralelamente à velocidade ao longe do escoamento. Se os escoamentos nas camadas limites forem laminares, determinea razão entre o arrasto do caso (a) e aquele do caso (b). Justifique sua resposta. Resp.: 𝑫𝒃 𝑫𝒂 = 𝟎, 𝟓. 13 Uma camada limite laminar formada num lado de uma placa plana de comprimento l e largura b produz um arrasto D. Quanto a placa tem que ser encurtada para que o arrasto se torne igual a D/4? Admita que a velocidade e a densidade ao longe permaneçam constante. Justifique sua resposta. Resp.: l2 = l1/16. 14 (Problema 9.30, pág. 551, Munson, 4ª Ed.) O arrasto num lado de uma placa plana paralela ao escoamento é D quando a velocidade ao longe é U. Qual será o arrasto se a velocidade for a) 2U ou b) U/2? Admita que o escoamento é laminar. Resp.: a) D2 ≅ 2,828 D1; b) D2 ≅ 0,354 D1. 15 (Problema 9.34, pág. 552, Munson, 4ª Ed.) Água escoa sobre uma placa plana triangular (triângulo retângulo isósceles, de hipotenusa igual a 1 m) orientada paralelamente ao escoamento ao longe. Integre a tensão de cisalhamento sobre a placa e determine o arrasto por atrito em um dos lados da placa. Admita que o escoamento é laminar, ou seja, 𝜏𝑥 = 0,332 .𝜌. 𝑈2√ ν U.𝑥 Dados: ν = 1,12 × 10-6 m2/s. Resp.: 𝑫 = 𝟎, 𝟎𝟐𝟗𝟔 𝐍. Lista 3 – Fenômenos de Transporte III – Camada Limite Turbulenta Fórmulas para camada limite sobre placa plana lisa paralelamente a um escoamento: Propriedade Laminar Turbulenta Perfil de velocidade Tabela da solução de Blasius 𝑢 𝑈 = (𝑦 𝛿 )17 Espessura 𝛿 𝑥 = 5,0 �𝑅𝑒𝑥 𝛿 𝑥 = 0,370(𝑅𝑒𝑥)15 Tensão de cisalhamento na parede 𝜏𝑝 = 0,332 𝜌𝑈2�𝑅𝑒𝑥 𝜏𝑝 = 0,0288 𝜌𝑈2(𝑅𝑒𝑥)15 Coeficiente médio de arrasto, por atrito (𝑅𝑒𝐿 ≤ 5.105) 𝐶𝐷 = 1,328 �𝑅𝑒𝐿 (5.105 < 𝑅𝑒𝐿 < 107) 𝐶𝐷 = 0,072(𝑅𝑒𝐿)15 (107 < 𝑅𝑒𝐿 < 109) 𝐶𝐷 = 0,455(log𝑅𝑒𝐿)2,58 Quando necessário, utilize: Exercícios 1. Ar move-se sobre uma placa plana lisa com velocidade uniforme na corrente livre igual a 40 m/s. A 45 cm da aresta frontal da placa, qual é a espessura da camada l imite e qual é a tensão de cisalhamento na superfície da placa? Respostas: δ = 10,14 mm; 𝝉 = 3,37 N/m2 2. Um veículo está viajando a 90 km/h por uma estrada. Se a camada limite no capô do seu carro se comporta como aquela numa placa plana, estime a espessura da camada limite nos seguintes pontos: a) 20 cm; b) 50 cm e c) 80 cm. Respostas: a) δ = 1,7 mm; b) δ = 12,1 mm; c) δ = 17,7 mm 3. O dispositivo mostrado na figura pode ser utilizado para obter a tensão de cisalhamento na parede de uma placa imersa num escoamento de ar que apresenta velocidade ao longe igual a U. Note que o valor de τp pode ser obtido a partir da medição do momento, M, na base do suporte. O suporte é rigidamente conectado ao pequeno elemento de superfície que não entra em contato com a superfície da placa. Determine M quando U = 3,5 m/s e L = 3,0 m. Resposta: 8,97.10-9 N.m Massa específica Viscosidade cinemática Água 1000 kg/m3 1,16 . 10-6 m2/s Ar 1,2 kg/m3 1,51 . 10-5 m2/s 4. Repita o problema anterior considerando que e água que escoa sobre a placa. Resposta: 4,48.10-6 N.m 5. Um painel publicitário fino e liso foi colocado na lateral da carreta de um caminhão. Estime o arrasto por atrito no painel quando a velocidade do caminhão for igual a 68,4 km/h. Resposta: 4,66 N 6. Um grupo de torcedores colou uma bandeira do seu time de futebol (6 m x 4 m) no topo de uma parede de um prédio. Num dia de forte ventania, a bandeira foi arrancada pelo vento, que alcançou, no topo do prédio, a velocidade de 50 km/h. Estime a força do vento na bandeira na condição mencionada e de acordo com a figura ao lado, considerando a parede do prédio como uma placa plana lisa. Resposta: 8,47 N 7. A hélice com três pás de um helicóptero gira a 200 rpm. Se cada pá apresenta comprimento e largura iguais a 3,66 e 0,46 m, estime o torque necessário para vencer o atrito nas pás. Admita que as pás se comportam como placas planas. Resposta: 131 Nm. 8. Um ventilador de teto com cinco pás gira a 100 rpm. Se cada pá apresenta comprimento e largura iguais a 0,80 e 0,10 m, estime o torque necessário para vencer o atrito nas pás. Considere que uma extremidade de cada pá tangencia o centro de rotação. Admita que as pás se comportam como placas planas. Resposta: 0,0434 Nm. 9. Estime a espessura máxima da camada limite e a força de arrasto em um lado de um barco que mede 40 m de comprimento com uma profundidade submersa de 8 m, admitindo que o lado do barco é aproximadamente uma placa plana. O barco navega a 10 m/s. Calcule ainda a potência necessária para vencer o arrasto por atrito. Resposta: 0,290 m; 28,8 kN; 288 kW 10. Um superpetroleiro, com 360 m de comprimento, tem um través de 70 m e um calado de 25 m. Estime a força e a potência necessários para vencer o arrasto devido ao atrito superficial para uma velocidade de cruzeiro de 7 nós (1 nó = 1,852 km/h) em água do mar a 10 °C (𝜌𝑀𝑎𝑟 = 1030 𝑘𝑔/𝑚3 e 𝜈𝑀𝑎𝑟=1,36×10−6 m2/s). Sugestão: considere apenas as duas laterais do casco e o seu fundo Resposta: 455 kN; 1,64 MW. 11. Um trem moderno tem 110 m de comprimento, 2,75 de largura e tem lados cuja altura é 2,75 m. Admitindo que o coeficiente de arrasto nos lados e no topo do trem é igual ao de uma superfície de uma placa plana lisa de 110 m de comprimento e 8,25 m de largura, calcule a potência necessária para vencer o arrasto quando o trem se move a 160 km/h? Qual é a extensão da camada limite laminar? Resposta: P = 86,7 kW; xc = 0,1699 m 12. Um navio tem 125 m de comprimento e área molhada de 3500 m2. Seus propulsores podem fornecer uma potência máxima de 1,1 MW a água do mar. Se todo o arrasto é devido ao atrito, calcule a velocidade máxima do navio. Considere que a camada limite esteja turbulenta. Resposta: 7,3 m/s. Lista 4 – Fenômenos de Transporte III – Arrasto e Sustentação 1. Uma bola de golfe bem tacada (diâmetro = 42,9 mm e peso = 0,44 N) deixa o taco com velocidade de 61,0 m/s. Determine o arrasto a) numa bola de golfe padrão (CD = 0,25) e b) numa bola de golfe lisa (CD = 0,51), para as condições dadas. Determine, também, a desaceleração em cada bola para as condições fornecidas no problema. ( Utilize o gráfico CD x Re ) Respostas: (a) 0,807 N; 18,0 m/s2; (b) 1,65 N; 36,7 m/s2. 2. Uma bola de tênis de mesa bem rebatida (diâmetro = 38,1 mm e peso = 0,0245 N) deixa a raquete com velocidade de 18,3 m/s. Determine o arrasto e a desaceleração da bola nesta bola de tênis. ( Utilize o gráfico CD x Re ) Respostas: 0,115 N; 45,8 m/s2 3. Determine o momento na base do mastro de uma bandeira (30 m de altura e 0,12 m de diâmetro) necessário para equilibrá-lo quando a velocidade do vento é igual a 20 m/s. ( Utilize o gráfico CD x Re ) Resposta: 15,6 kN.m. 4. Compare a velocidade de subida de uma bolha de ar (diâmetro = 3,2 mm) na água com a velocidade de queda de uma gota de água, de mesmo diâmetro, no ar. Admita que as gotas se comportam como esferas rígidas. Resposta: 0,289 m/s; 9,3 m/s. 5. Repita o problema anterior para o caso da gota de água caindo no ar, porém, considerando que o ar está na condição padrão referente à altitude de 5000 m (pesquisar os dados do ar nesta altitude!). Resposta: 11,9 m/s 6. Uma esfera de ping-pong (diâmetro = 38,1 mm e peso = 0,0245 N) é solta do fundo de uma piscina. Qual é a velocidade de ascensão da bolinha na piscina? Admita que esta já tenha atingido sua velocidade terminal. Resposta: 1,07 m/s. 7. Um cubo (peso = 500 N e construído com um material que apresenta densidade relativa = 1,8) cai num vaso cheio de água com velocidade constante U. Determine U para os casos do cubo cair orientado conforme (a) e (b). Resposta: 2,06 m/s; 2,13 m/s. 8. A potência necessária para vencer o arrastoaerodinâmico de um veículo é 14,92 kW quando a velocidade é igual a 89 km/h. Estime a potência necessária para que o veículo atinja 105 km/h. Resposta: 24,5 kW. 9. Um meteoro com diâmetro e massa específica iguais a 0,5 m e 7650 kg/m3 se desloca a 1800m/s na atmosfera quando está numa altitude de 20 km. Considere que nesta altitude a massa específica do ar é igual a 9.10-2 kg/m3. Determine a desaceleração sofrida pelo meteoro, se o coeficiente de arrasto nesta condição (número de Mach alto) é 0,95. Resposta: 54,3 m/s2. 10. Um papagaio que pesa 5,34 N e apresenta área igual a 0,557 m2 é empinado num vento de 6,1 m/s. A linha do papagaio faz um ângulo de 55o com a horizontal. Se a tensão na linha é 6,67 N, determine os coeficientes de sustentação e de arrasto, baseados na área do papagaio. Resposta: 0,868; 0,308. 11. Com uma aerodinâmica apropriada, o coeficiente de arrasto para um avião pode ser reduzido em 12% enquanto a área frontal permanece a mesma. Admitindo que a potência de acionamento do avião é constante, determine a porcentagem do aumento da velocidade de voo provocada pelas alterações aerodinâmicas. Resposta: 4,0%. 12. Um dirigível tem comprimento e diâmetro máximo, respectivamente, iguais a 239 e 40,2 m. Estime a potência necessária para que o dirigível mantenha uma velocidade de 135 km/h. Admita que o coeficiente de arrasto baseado na área frontal é igual a 0,06. Resposta: 2,41 kW. 13. Um pequeno avião tem peso bruto igual a 7,794 kN, velocidade de cruzeiro de 185 km/h e 16,62 m2 de área de asa. Determine, nestas condições, o coeficiente de sustentação para este avião. Resposta: 0,296. 14. A área da asa de um pequeno avião, que pesa 6,22 kN, é 10,2 m2. (a) Se a velocidade de cruzeiro do avião for 210 km/h, determine o coeficiente de sustentação da asa. (b) Se o motor fornece 150 kW na operação de cruzeiro e se 60% desta potência são perdidas no sistema de propulsão e na resistência do escoamento em torno do corpo do avião, determine o coeficiente de arrasto da asa deste avião. Resposta: (a) 0,299; (b) 0,0494. 15. Considere um avião. Compare a potência necessária para manter um voo a 1500 m de altitude (massa específica = 1,060 kg/m3 e viscosidade dinâmica = 1,742.10-5 N.s/m2) com aquela referente a um voo a 9150 m (massa específica = 0,4671 kg/m3 e viscosidade dinâmica = 1,493.10-5 N.s/m2) e à mesma velocidade. Admita que o coeficiente de arrasto do avião permanece constante. Resposta: 2,27 vezes maior. 16. Um avião Boeing 747 pesa 2,58.106 N quando carregado com combustível e 100 passageiros. Nesta condição, a velocidade para a decolagem é 225 km/h. Com a mesma configuração (isto é, ângulo de ataque, posicionamento de flapes, etc), qual é a velocidade de decolagem do avião carregado com 327 passageiros? Admita que cada passageiro com bagagem pesa 890 N. Resposta: 234 km/h. 17. Um poste suporta uma placa de indicação de velocidade máxima que apresenta largura e altura iguais a 560 e 865 mm. O diâmetro do poste e a distância entre a parte inferior da placa e o chão são iguais a 76 mm e 1,52 m. Considerando o CD do poste igual a 1,6 e o CD da placa igual a 1,9, estime o maior momento na base do poste possível para um vento de 13,4 m/s incidindo na placa. Resposta: 211,6 N.m 18. Os trechos do suporte da placa elíptica mostrados na figura abaixo cilíndricos. Suponha que um vento, com velocidade ao longe constante e igual a 81 km/h, incide sobre a placa. Nestas condições, estime a força aplicada no conjunto composto pela placa e o suporte pelo vento. Utilize: 1 ft = 0,3048 m; Área da elipse = π.D1.D2/4 e o gráfico de CD x Re. Resposta: 1,7 kN Lista 5 – Fenômenos de Transporte III – Revisão de Termodinâmica e Cone de Mach Quando necessário, utilize: • Temperatura ambiente = 20 ºC • Pressão atmosférica = 1,01x105 Pa REVISÃO DE TERMODINÂMICA 1. Ar escoa em regime permanente entre as seções (1) e (2) de um tubo que apresenta diâmetro igual a 102 mm. As distribuições de pressão e de temperatura nas seções (1) e (2) são uniformes. Sabendo que T1 = 300 K, p1 = 6,90 bar (abs), T2 = 252 K e p2 = 1,27 bar (abs); determine as variações da energia interna específica, da entalpia específica, da massa específica e da entropia específica entre as seções (1) e (2). Resposta: -34,5 kJ/kg; -48,2 kJ/kg; -6,26 kg/m3; 311 J/(kg.K). 2. Hélio [R = 2,077 kJ/(kg.K); k = 1,66] é comprimido isotermicamente de 121 kPa (abs) a 301 kPa (abs) num processo. Determine a variação de entropia associada a este processo. Resposta: -1,89 kJ/(kg.K). 3. Ar atmosférico [21 ºC e 1,013 bar (abs)] é comprimido adiabaticamente num compressor centrífugo e a pressão do ar na seção de descarga do compressor é 4,14 bar (abs). Qual é temperatura mínima do ar na seção de descarga do compressor? Justifique sua resposta. Resposta: 167oC, processo isentrópico. 4. Metano [R = 518 J/(kg.K); k = 1,31], a 25 ºC e 100 kPa (abs), é comprimido adiabaticamente num compressor centrífugo e a pressão do metano na seção de descarga do compressor é 200 kPa (abs). Qual é temperatura mínima do metano na seção de descarga do compressor? Justifique sua resposta. Resposta: 78oC, processo isentrópico. 5. Ar expande adiabaticamente numa turbina. A pressão e a temperatura na seção de alimentação da turbina são iguais a 5,5 bar (abs) e 890 K e a pressão na seção de descarga da turbina é 1,0 bar (abs). Se a queda de temperatura real do escoamento de ar é igual a 85% da queda de temperatura ideal, determine a temperatura do ar na seção de descarga da turbina e as variações reais de entalpia e entropia específicas associadas ao escoamento de ar na turbina. Resposta: 598 K; -294 kJ/kg; 89,6 J/(kg.K). VELOCIDADE DO SOM 6. Determine o número de Mach associado ao movimento de um automóvel que se desloca na atmosfera padrão (T = 20oC) a (a) 40 km/h, (b) 90 km/h e (c) 160 km/h. Resposta: 0,032; 0,073; 0,13. 7. Um avião moderno voa a Mach 3 numa altitude de 24000 m (T = -56oC). Qual o valor da velocidade do avião em km/h? Resposta: 3,19x103 km/h. 8. Determine a velocidade do som no (a) ar, (b) dióxido de carbono [R = 189 J/(kg.K); k = 1,29], (c) hélio [R = 2,077 kJ/(kg.K); k = 1,66], (d) hidrogênio [R = 4,124 kJ/(kg.K); k = 1,41] e (e) metano [R = 518 J/(kg.K); k = 1,31]. Admita que a temperatura é igual a 20 ºC e que os fluidos se comportam como gases perfeitos. Resposta: 343 m/s; 267 m/s; 1005 m/s; 1305 m/s; 446 m/s. 9. O cone de Mach encontrado no escoamento sobre uma bala apresenta ângulo igual a 28º. Qual é a velocidade desta bala? Resposta: 2,63x103 km/h. 10. Um avião voa numa altitude 1000 m acima do plano onde está localizado um observador. Determine o intervalo de tempo decorrido entre o avião passar sobre o observador e ele ouvir o som do avião sabendo que o avião voa com número de Mach igual a 1,5 e que a temperatura na atmosfera é uniforme e igual a 20 ºC. Resposta: 2,17 s. 11. Um avião F-16 faz uma passagem de alta velocidade sobre um aeroporto num dia em que T = 35oC. O avião voa a M = 1,4 e a 200 m de altitude. Calcule a velocidade do avião. Quanto tempo após a sua passagem diretamente sobre o ponto A no solo, o seu cone de Mach passa sobre o ponto A? Resposta: 492,5 m/s; 0,398 s. 12. Um avião voa num plano localizado a 3050 m acima da sua cabeça. Você só escuta o ruído do avião após 8 s dele ter passado sobre sua cabeça. Admitindo que a temperatura da atmosfera é constante e igual a 4 ºC, determine o número de Mach e a velocidade do avião. Resposta: 2,07; 2,48x103 km/h. Lista 6 – Fenômenos de Transporte III – Escoamento isentrópico em bocais Quando necessário, utilize: • Temperatura ambiente = 20 ºC • Pressão atmosférica = 1,01x105 Pa 1. Ar escoa em regime permanente e de modo isentrópico num duto convergente. O ar é sugado da atmosfera e é descarregadonum duto receptor. A área da seção transversal da garganta do duto convergente é igual a 4,65 ×10−4 m2. Determine a vazão em massa no duto convergente se a pressão no duto receptor for igual a (a) 69,0 kPa (abs) e (b) 34,5 kPa (abs). Construa um diagrama T − s para cada um dos escoamentos. Resposta: 0,106 kg/s; 0,112 kg/s. 2. Hélio [R = 2,077 kJ/(kg.K); k = 1,66] escoa em regime permanente e de modo isentrópico num bocal convergente. O hélio é retirado de um tanque muito grande (T = 20 ºC e p = 1,0 bar (abs)) e é descarregado num duto receptor. A área da seção transversal da garganta do bocal convergente é igual a 4,65 ×10−4 m2. Determine a vazão em massa no duto convergente se a pressão no duto receptor for igual a (a) 69,0 kPa (abs) e (b) 34,5 kPa (abs). Construa um diagrama T − s para cada um dos escoamentos. Resposta: 0,0396 kg/s; 0,0432 kg/s. 3. Qual é a razão entre a pressão estática e a de estagnação associada as seguintes situações: (a) um corredor se deslocando a 32 km/h, (b) um ciclista correndo a 64 km/h, (c) um automóvel se deslocando a 105 km/h e (d) um avião voando a 800 km/h. Considere que o ar na atmosfera sempre se encontra na condição padrão. Resposta: (a) 1,00; (b) 0,998; (c) 0,995; (d) 0,754. 4. Um tubo de Pitot revela que a razão entre a pressão estática e a de estagnação num certo ponto do campo de escoamento de um gás perfeito é 0,6. A temperatura de estagnação do gás é 20 ºC. Determine a velocidade e o número de Mach neste local se o gás é (a) ar, (b) dióxido de carbono [R = 189 J/(kg.K); k = 1,29] e (c) hidrogênio [R = 4,124 kJ/(kg.K); k = 1,41]. Resposta: (a) 283 m/s; 0,886; (b) 231 m/s; 0,916; (c) 1,07x103 m/s; 0,884. 5. A pressão e a temperatura de estagnação do escoamento de ar em torno de uma sonda são iguais a 120 kPa (abs) e 100 ºC. A pressão no ar é 80 kPa (abs). Determine a velocidade do escoamento e o número de Mach considerando que o escoamento é (a) incompressível e (b) compressível. Resposta: (a) 267 m/s; (b) 286 m/s. 6. Um grande tanque contém um gás perfeito a 15ºC e 1,72 bar (abs). O gás deve ser expandido isentropicamente num bocal até a pressão atmosférica. Descreva as características do bocal que deve ser utilizado nesta aplicação e determine a área da seção de descarga do bocal se a vazão em massa desejada no dispositivo for igual a 0,45 kg/s. Admita que o tanque contém (a) ar, (b) dióxido de carbono [R = 189 J/(kg.K); k = 1,29] e (c) hélio [R = 2,077 kJ/(kg.K); k = 1,66]. Resposta: (a) bocal convergente, 11,1 cm2; (b) bocal convergente, 9,22 cm2; (c) bocal convergente, 28,5 cm2. 7. Ar pode escoar de um grande reservatório através de um bocal convergente com uma área de saída de 50 cm2. O reservatório é grande o suficiente para que sejam desprezíveis as variações na pressão e na temperatura que ocorrem quando o fluido escoa através do bocal. Admita escoamento em regime permanente e isentrópico. A pressão (abs) e a temperatura no reservatório são 500 kPa e 500 K. Determine a vazão mássica do ar se a pressão a jusante do bocal for (a) 0; (b) 125 kPa; (c) 250 kPa e (d) 375 kPa. Resposta: (a), (b), e (c) 4,52 kg/s; (d) 3,99 kg/s. Lista 7 – Fenômenos de Transporte III – Bocal Convergente-Divergente Quando necessário, utilize: • Temperatura ambiente = 20 ºC • Pressão atmosférica = 1,01x105 Pa 1. Deseja-se expandir ar de po = 200 kPa (abs) e To = 500 K através de um bocal convergente- divergente para um número de Mach de 2,5. Deseja-se que a vazão seja de 3 kg/s. Admitindo escoamento isentrópico, determine: (a) a área da garganta. Na saída do bocal, determine: (b) a pressão, (c) a temperatura, (d) a velocidade e (e) a área da seção. Resposta: (a) 83,0 cm2; (b) 11,7 kPa; (c) 222 K; (d) 747 m/s; (e) 219 cm2. 2. Um bocal convergente-divergente é projetado para operar isentropicamente com um número de Mach de saída de 1,5. O bocal é alimentado por um reservatório de ar no qual a pressão é 500 kPa (abs) e a temperatura, 500 K. A garganta do bocal tem área de 5 cm2. Determine: (a) a razão entre as áreas da seção de saída e da garganta; e (b) a vazão mássica para uma pressão a jusante do bocal de 0 kPa. Resposta: (a) 1,18; (b) 0,452 kg/s. 3. Um gás perfeito escoa isoentropicamente num duto convergente − divergente. Uma seção transversal, localizada na região convergente do duto, apresenta A1 = 0,1 m2, p1 = 600 kPa (abs), T1 = 20 ºC e M1 = 0,6. O número de Mach numa seção transversal localizada na região divergente do duto (seção 2) apresenta número de Mach igual a 3,0. Determine os valores de A2 , p2 e T2 considerando que o gás que escoa no duto é (a) ar e (b) hélio. Resposta: (a) A2 = 0,356 m2; p2 = 20,8 kPa; T2 = 112 K; (b) A2 = 0,257 m2; p2 = 24,8 kPa; T2 = 82,6 K. 4. O escoamento isentrópico numa seção a montante da garganta de um duto convergente−divergente apresenta V1 = 150 m/s, p1 = 100 kPa (abs) e T1 = 20 ºC. A área da seção transversal da garganta é igual a 0,1 m2. Se o escoamento na seção de descarga do duto é supersônico, determine a vazão em massa de gás no duto. Considere que o gás que escoa no duto é (a) ar, e (b) metano [R = 518 J/(kg.K); k = 1,31]. Resposta: (a) 26,4 kg/s; (b) 18,3 kg/s. 5. A blocagem do escoamento associada com o uso de uma sonda intrusiva pode ser importante. Determine o aumento percentual da velocidade provocado por uma redução de 0,5% na área da seção de escoamento. Admita que a área "limpa" de escoamento é igual a 1,0 m2 e que a temperatura de estagnação do escoamento é 20 ºC. Considere que os números de Mach na área "limpa" do escoamento são iguais a (a) M = 0,2, (b) M = 0,8, (c) M = 1,5 e (d) M = 30. Resposta: (a) 0,50%; (b) 1,39%; (c) -0,4%; (d) -0,00056%. 6. Ar é descarregado de um grande tanque através de um bocal convergente-divergente com uma garganta de 5,1 cm de diâmetro. Dentro do tanque, a pressão absoluta é 345 kPa e a temperatura é 300 K, enquanto que, fora dele, a pressão absoluta é 93 kPa. O escoamento é supersônico na parte divergente do bocal com a pressão absoluta de 93 kPa na sua saída. Determine o diâmetro da seção de saída do bocal. Determine a vazão mássica e as velocidades e temperaturas na garganta e na seção de saída. Resposta: 5,54 cm; 1,65 kg/s; 317 m/s; 250 K; 434 m/s; 206 K. 7. Ar é descarregado de um grande tanque através de um bocal convergente-divergente, com uma garganta de 20 mm de diâmetro, para a atmosfera. A pressão relativa e a temperatura no tanque são 705 kPa e42oC; a pressão barométrica é 99,5 kPa. Determine o diâmetro da seção de saída do bocal para que a pressão nessa seção seja igual à atmosférica. Nesse caso, quais são a velocidade e o número de Mach na saída do bocal? Resposta: 2,62 cm; 534 m/s; 2,02. MAPA RELACIONAL DAS PRIMEIRAS EXPRESSÕES DA TERMODINÂMICA Trabalho em proc. politrópico i. n=0 : p=constante w=p .Δ v ii. n=1: p .v=constante w=p1v1 ln( v2 v1 ) iii. n≠0 e n≠1 : p .vn=constante w= p2 v2− p1 v1 n−1 1a Lei da Termo para sistemas fechados Δ u+Δ( V 2 2 )+Δ(g z )=q−w ou Δ u+Δec+Δe p=q−w 1a Lei da Termo para volumes de controle dE dt =Q˙−W˙ vc+∑ m˙e(he+ V e 2 2 +g ze )−∑ m˙s(hs+ V s 2 2 +g z s) se regime permanente e corrente única de entrada e saida Q˙ m˙ − W˙ vc m˙ =Δ h+Δ( V 2 2 )+Δ(g z ) 2a Lei da Termo ds⩾δq T 1a e 2a Leis da Termo combinadas ( proc. reversível) T ds=du+ pdv T ds=dh−v dp Trabalho devido ao movimento da fronteira w=∫ p dv Processo politrópico p .vn=constante Entalpia h=u+ pv Entropia ds=δq T Modelo do Gás Perfeito p v=RT ou p=ρ RT cv= du dT ;c p= dh dT c p−cv=R ; k= c p cv c p= kR k−1 ; cv= R k−1 Equaçãoda continuidade ρ1 A1V 1=ρ2 A2V 2 1a Lei daTermodinâmica ( proc. adiabático) h1+ V 1 2 2 =h2+ V 2 22 1a e 2a Leis da Termo combinadas ( proc. reversível) T ds=du+ pdv T ds=dh−v dp Onda acústica c=√kRT M=V c dA A = dp ρV 2 (1−M 2) dV V =− dA A 1 (1−M 2) Temperatura de estagnação T 0 T =1+( k−12 )M 2 Proc. isoentrópico Δ s= 0 Propriedades deestagnação p0 p =[1+( k−12 )M 2] k k−1 ρ0 ρ =[1+( k−12 )M 2] 1 k−1 Na condiçãocrítica (M=1) T 0 T ' = k+1 2 p0 p ' =( k+12 ) k k−1 ρ0 ρ' =( k+12 ) 1 k−1 V '=c'=√ 2kk+1 RT 0 MAPA RELACIONAL DAS EXPRESSÕES DO ESCOAMENTO COMPRESSÍVEL ISOENTRÓPICO DE UM GÁS PERFEITO Δ s=cv ln T 2 T 1 +R ln v2 v1 Δ s=c p ln T 2 T 1 −R ln p2 p1 T 2 T 1 =(p2p1 ) k−1 k T 2 T 1 =(ρ2ρ1 ) k−1 p2 p1 =(ρ2ρ1 ) k Área da seção sônica A A' = 1 M [ 2k+1 (1+k−12 M 2)] k+1 2(k−1 ) ModelodoGás Perfeito p=ρ RT cv= du dT ;c p= dh dT c p−cv=R ; k= c p cv c p= kR k−1 ; cv= R k−1 (a ) (a ) (a ) Equaçãoda quantidade demovimento p1 A1− p2 A2=m˙(V 1−V 2) Equaçãoda continuidade ρ1 A1V 1=ρ2 A2V 2 1a Lei daTermodinâmica ( proc. adiabático) h1+ V 1 2 2 =h2+ V 2 2 2 Onda acústica c=√401,8 T M=V c dA A = dp ρV 2 (1−M 2) dV V =− dA A 1 (1−M 2) Temperatura de estagnação T 0 T =1+0,2M 2 Propriedades deestagnação p0 p =(1+0,2M 2) 7 2 ρ0 ρ =(1+0,2M 2) 5 2 Na condiçãocrítica (M=1) T 0 T ' =1,2 p0 p ' =1,893 ρ0 ρ' =1,577 V '=c '=√334,8T 0 MAPA RELACIONAL DAS EXPRESSÕES DO ESCOAMENTO COMPRESSÍVEL ISOENTRÓPICO DE UM GÁS PERFEITO .−.−.−.−.−.−.−.−.−.−.−.−. EXPRESSÕES PARA O AR ATMOSFÉRICO (UNIDADES NO SI ) .−.−.−.−.−.−.−.−.−.−.−.−. k=1,4 R=287 J /(kg.K ) cv=718 J /(kg.K ) c p=1005 J /(kg.K ) 1a e 2a Leis da Termo combinadas ( proc. reversível) T ds=du+ pdv T ds=dh−v dp Proc. isoentrópico Δ s= 0 Δ s=718 ln T 2 T 1 +287 ln v2 v1 Δ s=1005 ln T 2 T 1 −287 ln p2 p1 T 2 T 1 =(p2p1 ) 2 7 T 2 T 1 =(ρ2ρ1 ) 2 5 p2 p1 =(ρ2ρ1 ) 1,4 Área da seção sônica A A' = 1 M (1+0,2M 2)3 1,728 ModelodoGás Perfeito p=ρ RT cv= du dT ;c p= dh dT c p−cv=R ; k= c p cv c p= kR k−1 ; cv= R k−1 (a ) (a ) (a ) Equaçãoda quantidade demovimento p1 A1− p2 A2=m˙(V 1−V 2) LISTA_FT3 Listas_FT3_Parte1 Lista-1-FTIII Lista-2-FTIII Lista-3-FTIII Listas_FT3_Parte2 Lista-4-FTIII Lista-5-FTIII Lista-6-FTIII Listas-5_6_7-FTIII_com_formulas Listas-5_6_7-FTIII Lista-7-FTIII termo_all_formulas Slide 1 Slide 2 Slide 3