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Mucocele em pequenos animais
Blenda Araujo
Bruna Gomes
Turma 7B
O QUE É MUCOCELE?
É um acúmulo de saliva secretado por uma glândula ou ducto salivar lesionado que é envolto por tecido de granulação.
Possuem quatro tipos:
Sublingual
Maxilar
Faríngea
Zigomática
Complexas
LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DAS GLÂNDULAS SALIVARES 
Na maioria das vezes, quando a glândula zigomática é afetada, a saliva acumula-se na região ventral do globo ocular, porém essa ocorrência é rara.
 Infrequente em cães, apresentando incidência média de 0,3%;
 Quando localizada na região sublingual, recebe o nome de rânula.
Imagem fotográfica de cão demonstrando mucocele na região cervical ventral direita.
Imagem fotográfica de cão demonstrando mucocele bilateral na região cervical ventral.
Etiologia
 Obstruções (totais ou parciais) ou rupturas das glândulas salivares ou de seus ductos correspondentes;
 Infecciosa;
 Traumática; 
 Neoplásica;
 Idiopática;
 Obstrutiva por cálculos mineralizados (sialólitos).
PREDISPOSIÇÃO
 Há mais registros de ocorrência na raça canina, do que em felinos.
 Poodles, pastores alemães, yorkshires e dachshunds são os mais comumente afetados.
 Os poucos casos relatados na espécie felina foram de animais sem raça definida.
SINTOMAS DA MUCOCELE
Depende da glândula afetada.
Inchaço:
Aumento progressivo e regular;
Uni ou bilateral;
Superfície lisa;
Hipertérmico ou não.
Os pacientes acometidos podem ficar assintomáticos ou apresentar sinais clínicos diversos, dependendo da glândula acometida. Os pacientes com rânula apresentam dificuldade de apreensão dos alimentos, disfagia, movimentos anormais da língua, hemorragias e hematomas orais e anorexia. O desconforto respiratório, irritabilidade e disfagia são comuns em cães com mucocele faringeana. Sinais oculares como exoftalmia, estrabismo divergente e inchaço periocular são encontrados em caninos com mucocele zigomática
DIAGNÓSTICO 
Histórico do paciente;
Exame físico;
Análise do material obtido por punção aspirativa do local intumescido.
Corpos estranhos na glândula salivar.
FORMAS DE TRATAMENTO
Tratamento conservador;
Drenagem do conteúdo salivar;
Pouco invasivo;
Recidiva é comum;
Tratamento cirúrgico;
Ressecção da glândula acometida;
Obliteração do ducto salivar correspondente;
Marsupialização de glândulas sublinguais;
Alto índice de recidiva;
O tratamento conservador é baseado na drenagem do conteúdo salivar acumulado no tecido subcutâneo, com agulha estéril de amplo calibre; mas apesar de ser um procedimento pouco invasivo, a recidiva é comum nestes casos e por causar fibrose e abscedação pode dificultar o procedimento cirúrgico subsequente. Outro fator que desfavorece o ato cirúrgico por causar fibrose é a irrigação interna da mucocele com tintura de iodo após a drenagem salivar.
No tratamento cirúrgico indica-se a ressecção da glândula salivar comprometida (sialoadenectomia), além de obliteração do ducto salivar correspondente, com o animal sob anestesia geral inalatória. Alguns autores sugerem fazer ressecção bilateral glandular, quando não for possível definir exatamente o lado afetado.
Outra opção cirúrgica é a marsupialização de glândulas sublinguais, a qual permite o extravasamento do conteúdo mucoso para o interior da cavidade oral após sutura do epitélio do ducto salivar ao bucal; porém o índice de recidiva é alto, principalmente quando o tempo de evolução da rânula é extenso.
Na maioria das vezes, o prognóstico após o tratamento cirúrgico é favorável.
Imagem fotográfica demonstrando mucocele e glândula parótida do cão após remoção cirúrgica.
Imagem fotográfica do tecido glândulas mandibular e lublingual removido do cão. 
Dúvidas??
O NOSSO MUITO OBRIGADA !!