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A Urgência da Ação
MUDANÇAS
CLIMÁTICAS
"A crise climática não é uma ameaça futura, mas uma
realidade que exige transformação imediata da nossa
economia e sociedade."
2024: O ANO DOS
EXTREMOS
O Brasil registrou uma queda histórica de 16,7% nas
emissões brutas de GEE em 2024, totalizando 2,145
bilhões de toneladas de CO2e.
Apesar da redução, a frequência de eventos
extremos atingiu níveis sem precedentes, afetando
milhões de brasileiros.
A redução nas emissões é um passo vital, mas a urgência da
adaptação cresce à medida que os impactos climáticos se tornam
mais severos.
Principais Setores Emissores �2024�
PLANO CLIMA 2024-2035: RUMO À
NEUTRALIDADE
67%
REDUÇÃO DE EMISSÕES
Meta de redução das emissões
líquidas de GEE até 2035, alinhada
ao Acordo de Paris.
ZERO
DESMATAMENTO
Foco absoluto em zerar o
desmatamento em todos os biomas
como pilar da mitigação.
2050
EMISSÕES LÍQUIDAS
Objetivo final de alcançar a
neutralidade climática através de uma
economia de baixo carbono.
O Plano Clima integra mitigação e adaptação para garantir que o desenvolvimento brasileiro seja sustentável,
seguro e resiliente.
ADAPTAÇÃO E RESILIÊNCIA
URBANA
Gestão de
Riscos:
Implementação de sistemas de alerta precoce e planos de
contingência para desastres naturais.
Infraestrutura: Desenvolvimento de cidades resilientes com
drenagem sustentável e proteção contra ondas de
calor.
Serviços
Vitais:
Proteção de ecossistemas que garantem a regulação
térmica e o abastecimento de água.
A adaptação é uma questão de sobrevivência e justiça social, protegendo
prioritariamente as comunidades mais vulneráveis aos riscos climáticos.
ACELERANDO A
TRANSIÇÃO ENERGÉTICA
ENERGIA LIMPA E RENOVÁVEL
Ampliar solar, eólica e hidrogênio verde para descarbonizar a matriz.
AGRO DE BAIXO CARBONO
Recuperar pastagens e práticas que sequestram carbono no solo.
ELETRIFICAÇÃO E EFICIÊNCIA
Promover veículos elétricos e modernizar processos industriais.
A mitigação é a maior oportunidade para modernizar a economia brasileira e
atrair investimentos verdes.
JUSTIÇA CLIMÁTICA:
PROTEÇÃO SOCIAL
A crise climática impacta de forma desproporcional os
grupos mais vulneráveis, aprofundando desigualdades
históricas.
Uma transição justa exige que as políticas de mitigação e
adaptação garantam direitos e acesso a recursos para
todos.
Não existe solução para a crise climática sem combater as
desigualdades sociais e garantir a participação ativa das
comunidades.
FOCO NA VULNERABILIDADE
Populações periféricas urbanas expostas a riscos de
desastres naturais.
Povos indígenas e comunidades tradicionais
guardiões da biodiversidade.
Trabalhadores de setores afetados pela transição
para o baixo carbono.
FINANCIAMENTO
CLIMÁTICO
Mobilizar recursos é o motor para viabilizar as metas do
Plano Clima, com R$ 33,4 bilhões previstos para 2026.
• Atração de capital privado através de Títulos Verdes e Créditos
de Carbono.
• Reforma de subsídios para incentivar práticas sustentáveis e
inovação.
• Investimento em adaptação e mitigação setorial.
O custo da inação supera o investimento necessário para a transição
climática.
NOSSA ESCOLHA,
NOSSO FUTURO
O tempo de agir é agora. Cada tonelada de
carbono evitada e cada comunidade
protegida conta para o futuro da vida.
A TRANSFORMAÇÃO COMEÇA HOJE.
PILARES DA RESILIÊNCIA
Implementação rigorosa do Plano Clima 2024�2035 e
metas de descarbonização.
Foco em ciência, inovação tecnológica e cooperação
internacional.
Engajamento social para uma governança climática
participativa e justa.

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