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BACTERIOLOGIA CLINICA EXPERT @BIOMEDGABRIEL Produzido por Gabriel Oliveira TIPOS DE CULTURA IDENTIFICAÇÃO DE BACTÉRIAS ANTIBIOGRAMA REFERENCIAS 3 8 18 19 SUMÁRIO Este material é restrito para uso exclusivo da pessoa que o adquiriu. Portanto, é expressamente proibido compartilhá-lo e/ou comercializá-lo, uma vez que essa conduta configura um crime de acordo com o art.184 do Código Penal Brasileiro. Tal infração pode acarretar em uma pena de reclusão de 3 meses a 4 anos, além da aplicação de multa. ATENÇÃO!!! 3 TIPOS DE CULTURA UROCULTURA A técnica de urocultura é usada para isolar, identificar e quantificar bactérias na urina, especialmente quando há suspeita de infecção do trato urinário. As principais bactérias causadoras dessas infecções incluem Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, Proteus spp., Staphylococcus spp. e Enterococcus spp. A presença de grandes quantidades de leucócitos na amostra (piúria) é característica comum dessas infecções, sendo necessário analisar tanto a quantidade elevada de leucócitos quanto a presença de bactérias na amostra (bacteriúria) para o diagnóstico. 1. Higienização: Antes da coleta da amostra, realizar a limpeza adequada do local. 2. Coleta: Coletar a urina jato médio em um frasco esterilizado antes da antibioticoterapia. 3. Transporte: Transportar a amostra entre 20 °C a 25 °C e processar em até duas horas. Se não for possível, refrigerar a amostra entre 2 °C a 8 °C por no máximo 24 horas. O ácido bórico pode ser usado para conservar e transportar a amostra em temperatura ambiente por até 24 horas. 4. Volume: Para a cultura, recomenda-se 2 mL de urina, e para a uranálise, 10 mL. 5. Microscopia: Realizar a coloração de Gram sem centrifugar a amostra. Colocar 10 μL da urina em uma lâmina, sem espalhar; fixar pelo calor e proceder com a coloração. 6. Análise: Observar a amostra no microscópio e relatar o número de microrganismos encontrados, podendo ser raros, alguns ou numerosos. METODOLOGIA 4 - Agitar a amostra sem usar a centrífuga; - Mergulhar uma alça calibrada de 0,01 mL ou 0,001 mL verticalmente na urina; - Efetuar a semeadura quantitativa em placas contendo ágar MacConkey e Cled; - Incubar as placas a temperaturas entre 34 °C e 36 °C por 18 a 24 horas; - Realizar a leitura dos resultados e relacioná-los com a microscopia. Se o resultado for negativo durante esse período, incubar novamente pelo mesmo tempo; - Sempre comparar com o resultado obtido na coloração de Gram. A coprocultura é um exame comum para detectar bactérias em fezes. Principais bactérias relacionadas a gastroenterites são Salmonella, Shigella, Escherichia, Staphylococcus, Aeromonas, Plesiomonas, Yersinia e Campylobacter. A coleta precisa na fase aguda em frascos estéreis ou swabs com meio de transporte é importante, e a amostra deve ser enviada ao laboratório em até duas horas. O uso prévio de antibióticos ou antidiarréicos pode afetar o teste, e a pesquisa de Yersinia e Campylobacter é feita apenas mediante solicitação específica de profissional de saúde, pois pode afetar a sensibilidade da coprocultura. SEMEADURA QUANTITATIVA EM PLACA METODOLOGIA MEIOS DE TRANSPORTE: Salina glicerinada e tamponada são usadas para Salmonella e Shigella, enquanto Cary Blair é indicado para outros patógenos intestinais, exceto Shigella. Fezes e aspirados gastrointestinais são transportados refrigerados em frascos estéreis, e biópsias são conservadas em frascos estéreis com um pouco de salina. COPROCULTURA 5 Ágar MacConkey e EMB são meios diferenciais, não seletivos para Gram negativos entéricos. Ágar Salmonella-Shigella é bom para Salmonella, mas pode inibir Shigella. Ágar XLD é recomendado para Salmonella e Shigella. Ágar HE é adequado para ambos. Ágar VB é seletivo para Salmonella sp, não para S. typhi e S. paratyphi. Ágar sulfito de bismuto é seletivo para Salmonella. A amostra pode ser coletada com "swab" convencional, armazenada em 20-25°C por até 2 horas ou com "swab" de transporte a 20-25°C, viável por 12 horas. A microscopia direta é realizada com uma gota da amostra fixada e corada com Gram, observada no microscópio (objetiva de 40X). A Hemocultura é um exame laboratorial no qual uma amostra de sangue do paciente é coletada e inserida em frascos contendo um meio de cultura apropriado, facilitando o crescimento e identificação de germes invasores estrangeiros, como bactérias (principalmente), fungos, leveduras e outros microrganismos presentes no sangue. Recomenda-se coletar 2 a 3 amostras de hemocultura de diferentes locais do corpo para evitar contaminação por microrganismos da pele, como Staphylococcus epidermidis. A coleta de sangue para hemocultura deve ser realizada antes do início do uso de antimicrobianos, pois esses medicamentos podem afetar o crescimento dos agentes infecciosos e, consequentemente, alterar o resultado do exame. MEIOS SÓLIDOS: CULTURA DE SECREÇÃO GENITAL HEMOCULTURA 6 METODOLOGIA MÉTODO MANUAL: A garrafa de hemocultura deve ser incubada por até 7 dias, com semeadura da amostra em meio de cultura específico após 24 e 48 horas e no 7º dia. A coloração de Gram é realizada se houver crescimento microbiano. Optar por esse método requer incubação de no mínimo 7 dias a aproximadamente 35ºC. Durante esse período, observa-se a presença de colônias, hemólise, turbidez, produção de gás, bolhas e grumos como indicativos de positividade. MÉTODO AUTOMATIZADO: A amostra de hemocultura é processada por equipamentos automatizados, que são responsáveis por conduzir os testes necessários. Esse método é altamente eficaz, oferecendo benefícios como resultados rápidos, menor intervenção manual e menor risco de contaminação. Embora a maioria dos resultados positivos seja obtida em 24 horas, é recomendada uma incubação de cinco dias. Esses dispositivos automatizados asseguram maior eficiência e agilidade em comparação com métodos manuais, reduzindo significativamente a chance de contaminação da amostra. 7 - Coleta do líquor: O ideal é usar três tubos - um para bioquímica, outro para microbiologia e testes sorológicos, e o terceiro para hematologia; outros tubos são usados para demais procedimentos. - Importância: A coleta deve ser feita em hospital por especialistas antes de iniciar a terapia com antimicrobianos. - Envio ao laboratório: A amostra para cultura deve ser enviada imediatamente ao laboratório ou no máximo em 3 horas, em temperatura ambiente. - Procedimentos: Amostras com volume acima de 1 mL são centrifugadas. O sedimento é utilizado para bacterioscopia e semeadura, enquanto o sobrenadante é usado para detecção de antígenos bacterianos. Processamento inicial do líquor: Processar, semear e incubar as amostras. Reportar a aparência do líquor e volume: Identificar se é claro, hemorrágico, turvo, xantocrômico e verificar o volume. Volume 1 mL: Centrifugar por 10 min a 3000 rpm, transferir o sobrenadante para um tubo estéril. Homogeneizar vigorosamente o sedimento. Inocular o sedimento nas placas de meio e no caldo. Preparar amostras biológicas na citocentrífuga. Deixar secar e fixar a lâmina com metanol para corar para Gram. A primeira leitura deve ser feita entre 18 e 24 horas. Se não houver crescimento nesse período, incubar por mais 5 dias e fazer leituras diárias. CULTURA DE LÍQUIDO CEFALORRAQUIDIANO (LCR) 8 IDENTIFICAÇÃO DAS BACTÉRIAS A identificação bacteriana é crucial na prática clínica e pesquisa. Permite o diagnóstico e tratamento precisos de infecções, escolha adequada de antibióticos e controle de surtos. Além disso, é essencial para a vigilância epidemiológica e desenvolvimento de vacinas. vejamos como identifica-las ATIVIDADE HEMOLÍTICA Como vimos lá nos meios de cultura, o ágar sangue é utilizado para identificação de bactérias, pois naquele meio pode ter hemólise, que pode ser parcial ou total, ou pode não ter hemólise ODOR Sim, algumas bactérias exalam aromas que pode ser similar a alguns alimentos conhecidos, evocê nem vai precisar colocar o nariz no meio de cultura para perceber COLORAÇÃO Algumas bactérias possuem coloração características, essa coloração pode ser devido a reações dos produtos bacterianos, ou degradação de alguns componentes do meio 9 MORFOLOGIA DAS COLÔNIAS Outro critério de identificação é a morfologia das colônias, visto que elas podem váriar entre microrganismo PROVAS BIOQUÍMICAS COCOS GRAM-POSITIVOS Bactérias cocos Gram-positivos relevantes clinicamente incluem estafilococos e estreptococos. Como podemos distingui-los? Por meio de dois testes: a catalase, que é positiva para estafilococos e negativa para estreptococos; e o teste de coagulase, que diferencia as espécies de estafilococos. ESTAFILOCOCOS 10 CATALASE: Este teste é muito simples, você pega uma lâmina e adicionar uma gota de água oxigenada, e com auxílio da alça bacteriológica, colocar a colônia dos microrganismos sobre a gota, será positivo se apresentar bolhas efervescentes. E isso ocorre pois o peroxido de hidrogênio ou comumente chamada de água oxigenada H2O2 é degradada pela ação da enzima catalase e formam água H2O e oxigênio O2, que pode ser visto como bolhas COAGULASE que verifica a capacidade de microrganismos reagirem com o plasma e formarem um coágulo se o microrganismo for positivo para catalase, vamos usar outro teste para saber as espécies de estafilococos que é a Primeiro temos que adicionar nosso microrganismo no meio caldo BHI, e incubar à 37ºC até que turve. Após isso vamos pegar 5ml desse caldo com o microrganismo, colocar em um tubo estéril e adicionar 5ml de plasma e colocar na estufa por 4 horas à aproximadamente 36º Verifica-se a presença do coágulo, se não houver coágulo deixar por mais 18~24h O teste será positivo se houver formação de coágulo 1. 2. 3. 4. 11 DNase: Permite verificar a despolimerização do DNA, devido a cepa de alguns microrganismos produzem DNAse, que são enzimas capazes de hidrolisar o DNA. quando é possível observar uma coloração rosa ao redor da colônia significa que é positivo Teste de resistência à novobiocina: Esse teste diferencia as espécies S. epidermidis e S. saprophyticus. S. saprophyticus é resistente à novobiocina, enquanto S. epidermidis é sensível. 12 Alfa hemólise: Streptococcus pneumoniae é a espécie de maior importância clínica Beta hemólise: S. pyogenes e S. agalactiae, nesse caso é feit o teste de CAMP, O teste de CAMP é considerado positivo quando há formação de flecha ou meia-lua convergindo para o S. aureus. O teste é realizado a partir da semeadura de um swab com a bacteria de nosso interesse perpendicular ao S. aureus, juntamente com a linha de controle formada pelo S. agalactiae. Agora que sabemos identificar os estafilococos, vamos aprender a identificar os estreptococos, quem lembra do ágar sangue? pois é como ele que vamos fazer a identificação STREPTOCOCCUS SPP IMAGEM DE : HTTPS://PUBLICA.CIAR.UFG.BR/EBOOKS/IPTSP/BACTERIOLOGIA_HUMANA/ARTIGO_1.HTML 13 BACILOS GRAM-NEGATIVOS Nesses grupos de bactérias temos uma divisão entre os fermentadores de glicose (todas as enterobactérias são fermentadoras de glicose com exceção de Plesiomonas shigelloides e Aeromonas spp) * e os não fermentadores, para essa identificação usamos provas bioquímicas que podem ser individuais ou não, essas provas vamos ver a seguir. PROVAS PARA IDENTIFICAÇÃO DE FERMENTADORES DE GLICOSE Provas bioquímicas manuais individuais: Trata-se de tubos contendo alguns substratos bioquímicos, e a reação entre a fermentação altera a coloração do meio, ajudando na identificação H2S positivaMeio Normal Indol positiva Motilidade positiva Agar sim: O meio Ágar SIM, de consistência semi-sólida, é usado para detectar a síntese da enzima triptofanase pela bactéria. A presença dessa enzima é evidenciada pela formação de um anel vermelho após adição do reativo de KOVACS, indicando a metabolização do triptofano em indol. Além disso, o meio permite verificar a produção de sulfeto de hidrogênio (coloração enegrecida) e a motilidade bacteriana (turbidez). Citrato de Simons: Verifica a capacidade da bactéria de utilizar o citrato de sódio como única fonte de carbono. Em caso de reação positiva haverá alteração do PH deixando o meio com a coloração azul citrato negativo citrato positivo 14 Fenilalanina: Permite avaliar se a bactéria possui a capacidade de realizada a desaminação oxidativa dá fenilalanina, que produzir o ácido fenilpirúvico pela ação da enzima fenilalanina desaminase. Útil na diferenciação de gêneros e espécies de enterobactérias. o meio apresentará uma coloração esverdeada na superfície após a adição do cloreto férrico negativo positivo Urease: Determina a capacidade do microrganismo de degradar a ureia em duas moléculas de amônia. Quando a reação é positiva o meio é alcalinizado intensamente e modifica sua coloração para rosa negativo positivo Provas bioquímicas manuais associados: O meio IAL / Rugai consiste em nove provas em apenas um tubo de ensaio 15 PROVAS PARA IDENTIFICAÇÃO DE NÃO FERMENTADORES DE GLICOSE Teste fermentativo oxidativo (OF) Glicose: Esse teste tem como função identificar se o microrganismo produz ácido a partir de glicose por via oxidativa ou fermentativa, o teste consiste em usarmos dois tubos com o microrganismo inoculado, um desses tubos fica aberto e o outro fechado vaselina líquida ou óleo mineral estéril RESULTADOS: FERMENTATIVOS: Produzem o ácido em ambos os tubos, e ficam com coloração amarela OXIDATIVOS: Produzem ácido apenas no tubo aberto COCOBACILOS GRAM-NEGATIVOS Essas bactérias preferem o crescimento em estufas com CO2 e em ágar chocolate, onde formam colônias brilhantes e cinzas. Uma característica marcante é a ausência de crescimento no ágar sangue. A espécie mais importante é o Haemophilus influenzae. Escolha do meio de cultura: Utilize meio ágar tripticase soja ou BHI ágar. Preparação dos discos impregnados: Obtenha discos comerciais impregnados com os fatores X (hemina/hematina) e V (NAD ou coenzima I). Semeadura e posicionamento dos discos: Semeie a bactéria como faria para um antibiograma e coloque os discos com pinça, mantendo uma distância de 1,5 cm entre eles. Flambe a pinça antes e após a retirada de cada disco para evitar contaminação. Incubação e verificação do crescimento: Incube a placa em uma jarra com vela e umidade a 35°C por 24 horas. Verifique o crescimento bacteriano próximo aos discos para determinar as necessidades específicas da bactéria em relação aos fatores X e V. 1. 2. 3. 4. TÉCNICA PARA TESTAR FATORES X E V: X V X V X V *Haemophilus influenzae: Crescimento entre os discos (exige X e V) 16 A prova do satelitismo consiste em semear uma suspensão em salina no centro de uma placa de ágar sangue de carneiro. Em seguida, faz-se um repique de S. aureus hemolítico em uma única estria. Após incubação, verifica-se o crescimento de colônias pequenas próximas à zona de hemólise do estafilococo. Cepas isoladas de líquidos nobres são encaminhadas a Laboratórios de Referência para confirmação e sorotipagem. PROVA DO SATELITISMO BACILOS GRAM-POSITIVOS A tira API® CORYNE consiste em 20 microtubos contendo substratos desidratados para a demonstração de atividade enzimática ou fermentação de carboidratos. Os testes enzimáticos são inoculados com uma suspensão densa de organismos, que reconstitui os substratos enzimáticos. Durante a incubação, o metabolismo produz mudanças de cor que são espontâneas ou reveladas pela adição de reagentes. Os testes de fermentação são inoculados com meio enriquecido (contendo um indicador de pH) que reconstitui os substratos de açúcar. A fermentação dos carboidratos resulta em acidificação, que é detectada por uma mudança de cor espontânea no indicador de pH. As reações são lidas de acordo com a Tabela de Leitura e a identificação é obtida usando um software de identificação (ATB™ NEW ou APIWEB™). API CORYNE STRIP 17 DIPLOCOCOS GRAM-NEGATIVOS Diplococos gram-negativos são bactérias que se agrupam em pares (diplococos) e apresentamuma coloração rosa ou vermelha quando submetidas à coloração de Gram. Esses diplococos têm uma parede celular composta principalmente por lipopolissacarídeos, que são responsáveis por sua coloração gram-negativa. Alguns exemplos de diplococos gram-negativos incluem Neisseria gonorrhoeae, a bactéria causadora da gonorréia, e Neisseria meningitidis, uma das principais causadoras de meningite bacteriana. Esses microrganismos podem causar uma variedade de infecções em humanos e são frequentemente identificados por sua característica morfológica em pares sob o microscópio. 18 ANTIBIOGRAMA Conhecido também como Testes de sensibilidade aos antimicrobianos – TSA, esse teste é utilizado para avaliar in vitro a interação fármaco x bactéria para auxiliar o médico no tratamento de uma infecção no paciente, pois nesse teste é medido a sensibilidade do fármaco, e dependendo do resultado pode verificar se o antimicrobiano é ou não útil para o tratamento. se ele for sensível significa que o fármaco é útil, se for resistente o fármaco não é útil O antibiograma é realizado no meio ágar Mueller-Hinton, usando o método de disco- difusão, na qual tem como fundamento colocar discos de papel banhados com uma concentração padronizada de antimicrobianos, após isso o vai ocorrer um haloao redor destes discos que deve ser medido para conferir a sensibilidade, de acordo com as tabelas de padronização CLSI ou EUCAST/BrCAST. INOCULAÇÃO A inoculação não pode ser na superfície do ágar úmido e essa inoculação deve ser homogênea APLICAÇÂO DOS DISCOS 12 discos na placa de 150mm 5 discos na placa de 90mm Aplicar no máximo Aplicar e pressionar o disco INCUBAÇÂO incubar 15 minutos após a aplicação Incubar por 24 horas a 37ºC e reportar a sensibilidade apresentada conforme as padronizações estabelecidas 19 LINK ACESSADOS https://www.ufjf.br/microbiologia/files/2013/05/Morfologia-E-Citologia-Bacteriana-2018- BAC1.pdf http://www.ieb.usp.br/wp-content/uploads/sites/464/2020/06/MIP-Aula6-Bacterias-1.pdf https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_microbiologia_mod5.pdf https://publica.ciar.ufg.br/ebooks/iptsp/bacteriologia_humana/artigo_1.html https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/704405/2/Guia_Ident_Enterobact%C3%A9r ias%202021%20Karla%20Tereza.pdf BR Cast: Brazilian Committee on Antimicrobial Susceptibility Testing. Disponível em: http://brcast.org.br/documentos/ Guia: Meios de cultura para bactérias. Disponível em: https://www.biomedicinapadrao.com.br/2011/11/guia-meios-de-cultura-para-bacterias.html O que são as Enterobacterias ? - Análises Clínicas.com (analisesclinicascom.blogspot.com) https://dmec.moh.gov.vn/documents/10182/26846422/upload_00007558_1645351650986.pd f?version=1.0&fileId=26853372 REFERÊNCIAS LIVROS CONSULTADOS Barcelos, Luiz Fernando. Aquino, Jerolino Lopes. Tratado de análises clínicas. 1ed. Rio de Janeiro: Atheneu. 2018 Oplustil, Carmen Paz. et al. Procedimentos básicos em microbiologia clínica. 4ed. São Paulo: Sarvier. 2020 LEITE, A. A. et al. Análise do liquido cefalorraquidiano. revisão de literatura. Atas de Ciências da Saúde, v. 4, n. 3, p. 1–24, 2016. ZOCHIO, L. B. Biossegurança em Laboratórios de Análises Clínicas. Academia de Ciência e Tecnologia. São José do Rio Preto, 2009. http://analisesclinicascom.blogspot.com/2018/10/o-que-sao-as-enterobacterias.html