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CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA 	GRADUAÇÃO 
 
 	 	UNEC / EAD 
DISCIPLINA: PRÁTICAS LABORATORIAIS
DISCIPLINA: PRÁTICAS LABORATORIAIS
 
 
 
 
 
 
 
 	PRÁTICAS LABORATORIAIS 
 
 
 
 
 
 	 
 
 
 
	RELATÓRIO DE PRÁTICAS 
	ENGENHARIA ELETRÍCA 
 
1. Identificação do Relatório 
Título da Prática: Princípio da conservação da energia 
Nome do Aluno: 
Data: 
 
2. Objetivo da Prática 
O experimento sobre Princípio de Conservação da Energia tem como objetivo observar a transformação da energia potencial gravitacional (Epg) em energia cinética (Ec), esclarecendo o princípio da Conservação da Energia Mecânica.
3. Procedimento 
O experimento consiste em deslocar corpos cilíndricos em um plano inclinado de um ponto A ao ponto B, verificando fatores como velocidade média, inércia, energia de rotação, translação entre outros. Os corpos cilíndricos são constituídos de aço e possuem o mesmo diâmetro externo, todavia um é oco e o outro maciço, que resulta em massas diferentes. O maciço possui massa de 300g e o oco massa de 110g.
	 
4. Resultados Obtidos 
1.  Anote na Tabela 1 os valores obtidos no experimento. Houve diferença entre as velocidades dos corpos de prova ensaiados? Se sim, intuitivamente, qual seria o motivo? 
	Velocidade linear (m/s)
	Cilindro oco
	Cilindro maciço
	Descida 1
	0.909090909
	 0.980392157
	Descida 2
	 0.892857143
	 0.943396226
	Descida 3
	 0.877192982
	 0.961538462
	Média
	 0.893047011
	 0.961775615
R: Sim. Visto que o cilindro maciço tem a massa maior em face do que o cilindro oco e o efeito de arrasto na descida pode influenciar no resultado.	
2.	Utilizando as informações da Tabela 2 e as equações apresentadas no sumário teórico, e sabendo que o corpo de prova foi solto na posição 60 mm da régua, calcule e preencha a Tabela 3 com os valores obtidos para as grandezas.
	Especificações
	Cilindro oco
	Cilindro maciço
	Massa – m (g)
	110
	300
	Diâmetro interno – di(mm)
	40
	-
	Diâmetro externo – de(mm)
	50
	50
	Densidade do aço
	7,86
	7,86
	Grandezas
	Cilindro oco
	Cilindro maciço
	Momento de inércia – I (kg.m2)
	5.638 × 10⁻⁴
	9.375 ×10⁻⁴
	Velocidade linear média – V (m/s)
	0,926
	0,987
	Velocidade angular – ω (rad/s)
	0,037
	0,039
	Energia cinética de translação - Kt (J = kg m2/s2)
	47,14
	145,145
	Energia cinética de rotação – Kr (J = kg m2/s2)
	38,589
	72,767
	Energia cinética total – K (J = kg m2/s2)
	85,729
	219,017
	Energia potencial gravitacional – U (J = kg m2/s2)
	21,528
	58,860
	Erro relativo percentual em relação à energia inicial do cilindro – ER% (%)
	1,19%
	1,28%
 Tabela 2 – Especificações dos corpos de prova
	
3.	É certo afirmar que a energia potencial gravitacional é igual a soma das energias cinéticas de translação e rotação? Por quê?
R: A afirmação de que a energia potencial gravitacional corresponde à soma das energias cinéticas de translação e rotação está incorreta. A energia potencial gravitacional depende da massa do objeto, da aceleração da gravidade e da altura em relação a um ponto de referência, ou seja, está associada à posição do objeto no campo gravitacional. Por outro lado, as energias cinéticas de translação e rotação estão relacionadas ao movimento do objeto a translação ao deslocamento do centro de massa e a rotação ao giro em torno de um eixo. Portanto, essas formas de energia são distintas e não podem ser simplesmente somadas como equivalentes.
4.	Calcule o erro relativo entre a energia envolvida quando o corpo de prova está no topo do plano e a energia quando ele passa pelo sensor. Caso o erro seja maior que zero, qual seria o motivo para isto?
R: Parte da energia mecânica foi dissipada durante o movimento. Isso ocorre devido a fatores como atrito entre o corpo e o plano inclinado, resistência do ar, fazendo com que a energia medida no sensor seja menor que a energia inicial no topo do plano.
5.	Como você definiria a conservação da energia em termos das energias envolvidas neste experimento?
R: 	No experimento, a energia potencial gravitacional do corpo de prova transforma-se em energia cinética de translação e de rotação à medida que ele desce pelo plano inclinado, mantendo a energia total do sistema aproximadamente constante. Isso indica que a energia não é criada nem destruída, mas apenas convertida entre diferentes formas. Esse princípio é fundamental para compreender o comportamento energético dos sistemas físicos.
	 
NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEAD Página | 2 
Professor: Gabriel de Oliveira Alves – gabrieloalves@yahoo.com.br – (33) 98807-4449 
 
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