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PNAE – Programa Nacional de Alimentação Escolar Prof. Carmelita Zacchi Scolforo PNAE Popularmente conhecido como merenda escolar, é gerenciado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Visa à transferência, em caráter suplementar, de recursos financeiros aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios destinados a suprir, parcialmente, as necessidades nutricionais dos alunos. É considerado um dos maiores programas na área de alimentação escolar no mundo e é o único com atendimento universalizado. Mais antigo programa social do governo federal na área de alimentação e nutrição. Histórico do surgimento do PNAE Década de 40 – ideia do Instituto de Nutrição – não houve disponibilidade de recursos financeiros. Década de 50 - Conjuntura Alimentar e o Problema da Nutrição no Brasil = vários planos para merenda escolar. Programa de Alimentação Escolar sobreviveu (excedente de leite em pó) Em 31 de março de 1955, foi assinado o Decreto n° 37.106, que instituiu a Campanha de Merenda Escolar (CME). Somente em 1979 passou a denominar-se Programa Nacional de Alimentação Escolar. Histórico do surgimento do PNAE 1988 = constituição assegurou o direito à alimentação escolar a todos os alunos do ensino fundamental por meio de programa suplementar de alimentação escolar a ser oferecido pelos governos federal, estaduais e municipais. Até 1993 = a execução do programa se deu de forma centralizada, ou seja, o órgão gerenciador planejava os cardápios, adquiria os gêneros por processo licitatório, contratava laboratórios especializados para efetuar o controle de qualidade e ainda se responsabilizava pela distribuição dos alimentos em todo o território nacional. aos alunos de suas redes e das redes municipais das prefeituras que não haviam aderido à descentralização. PNAE Inicio da década de 90: entidades de classe e movimentos sociais contrários ao sistema centralizado do programa. extensão de atendimento ineficácia consumo elevado de recursos financeiros deficiências no controle da qualidade dos alimentos. Alimentos oferecidos não se adequavam aos hábitos alimentares dos alunos; suas perdas e deterioração eram grandes e a permanente descontinuidade do Programa comprometia a universalidade e a equidade no atendimento aos beneficiários. Histórico do surgimento do PNAE Em 1994, a descentralização dos recursos para execução do Programa foi instituída por meio da Lei n° 8.913, de 12/7/94. Nesse período, o número de municípios que aderiram à descentralização evoluiu de 1.532, em 1994, para 4.314, em 1998, representando mais de 70% dos municípios brasileiros. PNAE Descentralização dos recursos financeiros destinados à alimentação escolar dos municípios - 1994 Cardápios elaborados por nutricionistas; Cardápios devem respeitar os hábitos alimentares da localidade, sua vocação agrícola e preferência por produtos básicos, dando prioridade aos semi- elaborados e in natura; Priorizar aquisição dos gêneros alimentícios da região, visando à redução de custos. Histórico do surgimento do PNAE Em 1998 = Medida Provisória n° 1.784, de 14/12/98, em que, além do repasse direto a todos os municípios e Secretarias de Educação, a transferência passou a ser feita automaticamente, sem a necessidade de celebração de convênios. Valor era de 0,13 centavos. PNAE Reedição da MP n° 1.784/98, em 2 de junho de2000 = CAE como órgão fiscalizador 2000: 15% das necessidades nutricionais Resolução nº 015, de 25 de agosto de 2000. Valor per capita = R$ 0,13 (ensino fundamental) e R$ 0,06 (educação pré-escolar e entidades filantrópicas). PNAE 2003: 15% das necessidades nutricionais diárias. Resolução/FNDE/CD/nº 035 de 1º de outubro de 2003 Valor per capita = R$ 0,13 (alunos matriculados na pré-escola e no ensino fundamental) e R$ 0,18 (creche). 30% das necessidades nutricionais diárias. Valor per capita = R$ 0,34 (educação infantil e ensino fundamental matriculados em escolas de educação indígena). Resolução/FNDE/CD/no 045 de 31 de outubro 2003. PNAE 2006: 30% das necessidades nutricionais diárias dos alunos das creches e escolas indígenas e das localizadas em áreas remanescentes de quilombos, e 15% para os demais alunos matriculados em creches, pré-escolas e escolas do ensino fundamental, durante sua permanência em sala de aula. Resolução/FNDE/CD/no 32 de 10 de agosto de 2006. exigência da presença do nutricionista como Responsável Técnico PNAE 2008: mínimo de 70% das necessidades nutricionais diárias por permanência mínima de 7 horas em sala de aula. Resolução/FNDE/CD/Nº 38, de 19 de agosto de 2008. Programa Mais Educação. educação integral nas redes estaduais e municipais de ensino que amplia a jornada escolar nas escolas públicas, para no mínimo 7 horas diárias, por meio de atividades optativas educação econômica. PNAE 2009: cardápio com 20 e 30% das necessidades nutricionais para educação básica, em período parcial, se receberem respectivamente, uma refeição ou mais de duas refeições. 30% das necessidades diárias escolas localizadas em áreas indígenas e remanescentes de quilombos. Alunos na educação básica, em período integral, mínimo de 70% das necessidades nutricionais diárias. Valor per capita = R$ 0,30 (educação básica), Valor per capita = R$ 0,60 (educação de áreas indígenas e em áreas remanescentes de quilombos) Valor per capita = R$ 0,90 (participantes do Programa Mais Educação. PNAE Em 17 de junho de 2013, foi publicada a Resolução FNDE nº 26, que fortalece um dos eixos do Programa, a Educação Alimentar e Nutricional (EAN). Em 2 de abril de 2015, a Resolução CD/FNDE nº 4: estabeleceu o que são grupos formais e informais de assentados da reforma agrária. Em 2020: Resolução CD/FNDE nº 06/2020 (apresenta alterações significativas nos aspectos nutricionais). Em 2023: publicação da Resolução CD/FNDE nº 02, de 10 de março de 2023 (novos valores per capita). PNAE OBJETIVO: Atender as necessidades nutricionais dos alunos durante sua permanência em sala de aula, contribuindo para o crescimento, o desenvolvimento, a aprendizagem e o rendimento escolar dos estudantes, bem como promover a formação de hábitos alimentares saudáveis. PNAE Princípios e Diretrizes da Alimentação Escolar: - Alimentação saudável e adequada; - Educação alimentar e nutricional no processo de ensino e aprendizagem; - Universalidade do atendimento aos alunos matriculados na rede pública de educação básica; PNAE Princípios e Diretrizes da Alimentação Escolar: - Participação da comunidade no controle social; - Desenvolvimento sustentável - Segurança alimentar e nutricional dos alunos PNAE Creches: R$ 1,07 Pré-escola: R$ 0,53 Escolas indígenas e quilombolas: R$ 0,64 Ensino fundamental e médio: R$ 0,36 Educação de jovens e adultos: R$ 0,32 Ensino integral: R$ 1,07 Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral: R$ 2,00 Alunos que frequentam o Atendimento Educacional Especializado no contraturno: R$ 0,53 http://www.fnde.gov.br/programas/pnae Segundo o governo, os reajustes serão de: . 39% para alunos do ensino fundamental e médio; 35% para pré-escola e educação básica para indígenas e quilombolas; 28% para creches, escolas em tempo integral, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e atendimento especializado. Repasse federal para a merenda escolar será reajustado em até 39%, anuncia governo Investimento em 2023 será de R$ 5,5 bilhões. Segundo o Observatório da Alimentação Escolar, desde 2017 o governo federal repassa R$ 0,36 por aluno por dia a estados e municípios. Por Guilherme Mazui, g1 - Brasília 10/03/2023 09h10 Atualizado há 2 dias PNAE Com a publicação da Resolução CD/FNDE nº 02, de 10 de março de 2023, que alterou a Resolução CD/FNDE nº 06/2020 https://www.gov.br/fnde/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas/pnaeCom a publicação da Resolução CD/FNDE n° 01, de 18 de fevereiro de 2026, que alterou a Resolução CD/FNDE nº 06/2020, os valores per capita sofreram reajuste e passaram a vigorar da seguinte forma: a) R$ 0,57 (cinquenta e sete centavos) para os estudantes matriculados no ensino fundamental, no ensino médio e na Educação de Jovens e Adultos - EJA: b) R$ 0,82 (oitenta e dois centavos) para estudantes matriculados na pré-escola, exceto os matriculados em escolas localizadas em áreas indígenas, remanescentes de quilombos e demais povos e comunidades tradicionais; c) R$ 0,98 (noventa e oito centavos) para os estudantes matriculados em escolas de educação básica localizadas em áreas indígenas, remanescentes de quilombos e demais povos e comunidades tradicionais; d) R$ 1,57 (um real e cinquenta e sete centavos) para os estudantes matriculados em escolas de tempo integral com permanência minima de sete horas na escola ou em atividades escolares, de acordo com o Censo Escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - Inep: e e) R$ 1,57 (um real e cinquenta e sete centavos) para os estudantes matriculados em creches, inclusive as localizadas em áreas indígenas, remanescentes de quilombos e demais povos e comunidades tradicionais; IV - para os estudantes contemplados no Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral, haverá complementação financeira de forma a totalizar o valor per capita de R$ 2,93 (dois reais e noventa e três centavos); V - para os estudantes que frequentam, no contraturno, o Atendimento Educacional Especializado - AEE, o valor per capita será de R$ 0,78 (setenta e oito centavos); O repasse é feito diretamente aos estados e municípios VT = A x D x C Sendo: VT = Valor a ser transferido; A = Número de alunos; D = Número de dias de atendimento; C = Valor per capita para a aquisição de gêneros para o alunado. PNAE Agricultura Familiar No mínimo 30% de todo o recurso para a Alimentação Escolar deve ser comprado de alimentos da Agricultura Familiar (Lei 11.947/2009). Dispensa do procedimento licitatório: - Preços compatíveis com mercado local - Prioridade para aquisição da produção local Chamada Pública https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiOTYyMmJlZDYtMGQzNy00Yzc5LTk5OW MtY2FhOGJiMTllYzFlIiwidCI6ImNmODQ1NGQzLWUwMTItNGE5ZC05NWIzLTcwYm RiNmY0NTlkNSJ9 2023 – agricultura familiar individual – 50 % valor, no mínimo, no nome da mulher. Aquisição de alimentos O que muda na alimentação escolar com a nova resolução? A principal mudança estabelecida pela nova norma é a redução do percentual máximo de aquisição de alimentos processados e ultraprocessados, que atualmente é de 20%. Com as novas diretrizes, esse limite passa a ser 15% em 2025 e 10% a partir de 2026. 80% dos recursos destinados à alimentação escolar deverão ser usados na compra de alimentos in natura e minimamente processados em 2025 e aumentando para 85% a partir de 2026. Outra inovação importante é a recomendação para que as escolas evitem alimentos com rotulagem nutricional frontal de alto conteúdo de nutrientes prejudiciais. RESOLUÇÃO 06 DE 08 DE MAIO DE 2020 e RESOLUÇÃO 20 de DEZEMBRO DE 2020 Resolução nº 3/2025 Aquisição de alimentos É proibida a utilização de recursos no âmbito do PNAE para aquisição dos seguintes alimentos e bebidas ultraprocessados: refrigerantes e refrescos artificiais, bebidas ou concentrados à base de xarope de guaraná ou groselha, chás prontos para consumo e outras bebidas similares, cereais com aditivo ou adoçado, bala e similares, confeito, bombom, chocolate em barra e granulado, biscoito ou bolacha recheada, bolo com cobertura ou recheio, barra de cereal com aditivo ou adoçadas, gelados comestíveis, gelatina, temperos com glutamato monossódico ou sais sódicos, maionese e alimentos em pó ou para reconstituição RESOLUÇÃO 06 DE 08 DE MAIO DE 2020 e RESOLUÇÃO 20 de DEZEMBRO DE 2020 Planejamento de cardápios Os cardápios deverão ser diferenciados para cada faixa etária dos estudantes e para os que necessitam de atenção específica; Deverão conter alimentos variados, seguros; Oferecer três porções de frutas e hortaliças por semana (280 g/aluno/semana) nas refeições ofertadas. Frutas in natura, no mínimo, dois dias por semana; Suco de fruta não substitui fruta in natura. Legumes e verduras, no mínimo, cinco dias por semana. RESOLUÇÃO 06 DE 08 DE MAIO DE 2020 e RESOLUÇÃO 20 de DEZEMBRO DE 2020 Planejamento de cardápios Em unidades escolares que ofertam alimentação escolar em período integral, os cardápios devem ofertar, obrigatoriamente, no mínimo 520g/estudantes/semana de frutas in natura, legumes e verduras, assim distribuídos: Frutas in natura, no mínimo, quatro dias por semana; Hortaliças, no mínimo, cinco dias por semana. Suco de fruta não substitui fruta in natura. RESOLUÇÃO 06 DE 08 DE MAIO DE 2020 e RESOLUÇÃO 20 de DEZEMBRO DE 2020 Planejamento de cardápios É obrigatória a inclusão de alimentos fonte de ferro heme no mínimo 4 (quatro) dias por semana nos cardápios escolares. No caso de alimentos fonte de ferro não heme, estes devem ser acompanhados de facilitadores da sua absorção, como alimentos fonte de vitamina C. RESOLUÇÃO 06 DE 08 DE MAIO DE 2020 e RESOLUÇÃO 20 de DEZEMBRO DE 2020 Planejamento de cardápios É obrigatória a inclusão de alimentos fonte de vitamina A pelo menos 3 dias por semana nos cardápios escolares. Os cardápios devem, obrigatoriamente, limitar a oferta de: Produtos cárneos a, no máximo, duas vezes por mês; Alimentos em conserva a, no máximo, uma vez por mês; Bebidas lácteas com aditivos ou adoçados a, no máximo, uma vez por mês em unidades escolares que ofertam alimentação escolar em período parcial e, no máximo, duas vezes por mês em unidades escolares que ofertam alimentação escolar em período integral; RESOLUÇÃO 06 DE 08 DE MAIO DE 2020 e RESOLUÇÃO 20 de DEZEMBRO DE 2020 Planejamento de cardápios Biscoito, bolacha, pão ou bolo: No máximo, duas vezes por semana quando ofertada uma refeição, em período parcial; No máximo, três vezes por semana quando ofertada duas refeições ou mais, em período parcial; No máximo, sete vezes por semana quando ofertada três refeições ou mais, em período integral; RESOLUÇÃO 06 DE 08 DE MAIO DE 2020 Planejamento de cardápios Doce, no máximo, uma vez por mês; Preparações regionais doces Máximo, duas vezes por mês = período parcial; Máximo, uma vez por semana = período integral; RESOLUÇÃO 06 DE 08 DE MAIO DE 2020 Planejamento de cardápios Margarina ou creme vegetal: No máximo, duas vezes por mês = período parcial; No máximo, uma vez por semana = período integral. É proibida a oferta de gorduras trans industrializadas em todos os cardápios. RESOLUÇÃO 06 DE 08 DE MAIO DE 2020 Planejamento de cardápios É proibida a oferta de alimentos ultraprocessados e a adição de açúcar, mel e adoçante nas preparações culinárias e bebidas para as crianças até três anos de idade, conforme orientações do FNDE de gorduras trans industrializadas em todos os cardápios. RESOLUÇÃO 06 DE 08 DE MAIO DE 2020 Planejamento de cardápio Atender no mínimo: 30 % das necessidades nutricionais, distribuídas em, no mínimo, duas refeições, para as creches em período parcial; 70% necessidades nutricionais, distribuídas em, no mínimo, três refeições, para as creches em período integral, inclusive as localizadas em comunidades indígenas ou áreas remanescentes de quilombos; 30% das necessidades nutricionais diárias, por refeição ofertada, para os alunos matriculados nas escolas localizadas em comunidades indígenas ou em áreas remanescentes de quilombos, exceto creches; RESOLUÇÃO Nº 26 DE 17 DE JUNHO DE 2013 e RESOLUÇÃO 06 DE 08 DE MAIO DE 2020 Planejamento de cardápio Atender no mínimo: 20% necessidadesnutricionais diárias quando ofertada uma refeição, para os demais alunos matriculados na educação básica, em período parcial. 30% necessidades nutricionais diárias, quando ofertadas duas ou mais refeições, para os alunos matriculados na educação básica, exceto creches em período parcial. 70% necessidades nutricionais, distribuídas em, no mínimo, três refeições, para os alunos participantes do Programa Mais Educação e para os matriculados em escolas de tempo integral. RESOLUÇÃO Nº 26 DE 17 DE JUNHO DE 2013 e RESOLUÇÃO 06 DE 08 DE MAIO DE 2020 Planejamento de cardápio Resoluções 2020 Resolução nº 6, de 08 de maio de 2020 Dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar aos alunos da educação básica no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE. https://www.fnde.gov.br/index.php/acesso-a- informacao/institucional/legislacao/item/13511-resolu%C3%A7%C3%A3o-n%C2%BA-6,- de-08-de-maio-de-2020 Resolução n° 20, de 02 de dezembro de 2020 Altera a Resolução/CD/FNDE nº 6, de 8 de maio de 2020, que dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar aos alunos da educação básica no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE. https://www.fnde.gov.br/index.php/acesso-a- informacao/institucional/legislacao/item/13923-resolu%C3%A7%C3%A3o-n%C2%B0-20,- de-02-de-dezembro-de-2020 Conselhos de Alimentação Escolar (CAE), FNDE, Tribunal de Contas da União (TCU), Controladoria Geral da União (CGU) e Ministério Público. Fiscalização: CAE – CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR Órgão fiscalizador, deliberativo e de assessoramento; Composto por: Um representante indicado pelo poder Executivo; Dois representantes dentre as entidades de docentes, discentes ou trabalhadores na área de educação; Dois representantes de pais de alunos; Dois representantes indicados por entidades civis organizadas. CAE – CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR Funções do CAE: Acompanhar e fiscalizar o cumprimento das normas e diretrizes do PNAE; Acompanhar e fiscalizar a aplicação dos recursos destinados à alimentação escolar; Zelar pela qualidade dos alimentos, em especial quanto às condições higiênicas, bem como à aceitabilidade dos cardápios oferecidos; Receber o Relatório Anual de Gestão do PNAE (aprovar ou não). audit@fnde.gov.br Setor Bancário Sul - Quadra 02 - Bloco "F" Edifício Áurea - Sala 401 CEP 70070-929-Brasília/DF 5.3.1. Denúncias de irregularidades É importante destacar que, além do CAE, da EE ou dos gestores públicos, qualquer pessoa (física ou jurídica) pode denunciar irregularidades identificadas na aplicação dos recursos fi- nanceiros destinados à execução do Pnae, apresentando denúncias ao FNDE, ao TCU, à Contro- ladoria Geral da União (CGU), ao Ministério Público e ao CAE. A denúncia deve conter, necessa- riamente: a exposição sumária do fato que possibilite sua perfeita determinação; :: identificação do órgão da administração pública e do responsável por sua prática, bem como a data do ocorrido. Vale lembrar que é assegurado o sigilo quanto aos dados do denunciante. Qualquer reclamação ou denúncia, por parte de qualquer cidadão, também pode ser feita por meio da central telefônica Fala Brasil, do Ministério da Educação. A ligação é gratuita e número é: Ο Fala Brasil: 0800-616161 Nutricionista deve fazer Teste de Aceitabilidade Realizar quando: - introduzir no cardápio alimento novo - alterações inovadoras (preparo) - avaliar a aceitação dos cardápios praticados Metodologias utilizadas: Resto Ingestão ou Escala Hedônica Índice de aceitabilidade: 90% para Resto Ingestão e 85% para Escala Hedônica Teste de Aceitabilidade Teste de Aceitabilidade Modelo das fichas a serem aplicadas: Escala hedônica facial (1º ao 5º ano): Teste de Aceitabilidade Modelo das fichas a serem aplicadas: Escala hedônica facial mista (4º ao 5º ano): Teste de Aceitabilidade Modelo das fichas a serem aplicadas: Escala hedônica verbal (a partir do 6º ano): Teste de Aceitabilidade Modelo das fichas a serem aplicadas: Em braile para estudantes alfabetizados Nutricionista e ações de Educação Nutricional Realizada por nutricionista habilitado. Compete ao nutricionista Responsável Técnico – RT pelo Programa e aos demais nutricionistas lotados no setor de alimentação escolar, entre outras atribuições estabelecidas na Resolução CFN nº 465/2010: • I – realizar o diagnóstico e o acompanhamento do estado nutricional dos estudantes; Ações de Educação Nutricional Educação Infantil: 0 a 6 anos de idade (creche e pré escola) Inserir novos alimentos; Servir os alimentos isoladamente; Elaborar palestras educativas (pais, educadores e merendeiras); Realizar oficinas de preparação e degustação de alimentos; Entregar folders e expor murais informativos; Usar os sentidos como olfato e paladar; Ações de Educação Nutricional Ensino Fundamental: 6 a 10 anos Nutricionista: agente articulador entre diretores de escolas, professores e cozinheiras tema alimentação e nutrição seja trabalhado de forma transversal e interdisciplinar; Atividades que envolvam o preparo de alimentos, manejo de hortas e pomares, oficinas culinárias e visitas a produtores agrícolas; Envolver toda a comunidade escolar. Ações de Educação Nutricional Ensino Médio: 10 a 19 anos Criar alternativas para focar os possíveis prejuízos de uma má alimentação à qualidade de vida futura; Enfatizar aspectos de saúde que são considerados relevantes nessa fase da vida: associações entre o consumo alimentar e o desempenho escolar, o sucesso nos esportes e a aparência física. Ações de Educação Nutricional Educação de Jovens e Adultos: Orientar quanto ao modo de preparo dos alimentos; Incentivar o consumo de frutas e verduras; Orientar os alunos a tornarem o dia-a-dia e o lazer mais ativos: pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias; Desestimular o consumo de bebidas alcoólicas, fumo e medicação para emagrecer. http://www.fnde.gov.br/co mponent/k2/item/10532- 31-de-mar%C3%A7o-de- 2017 Leitura https://revistas.anchieta.br/ index.php/RevistaMultiSaud e/article/view/1531/1410 PNAE em tempos de pandemia https://www.fnde.gov.br/inde x.php/programas/pnae/pnae -perguntas-frequentes https://www.cfn.org.br/wp- content/uploads/2020/04/FND E_PERGUNTAS- FREQUENTES_EXECUCAO_PNA E_COVID19.pdf PNAE em tempos de pandemia https://www.fnde.gov.br/index.php/programas/ pnae/pnae-area-gestores/covid-19-aulas GT: Ministério da Saúde (MS), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição (CECANE), Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), Conselho Nacional de Nutricionistas 1ª Região (CRN1), Nutricionistas que atuam no PNAE e docentes de ensino e pesquisa sobre alimentação escolar com expertise no tema. PL 3.292 e PL 4.195/2012 PL 4.195/2012 – obrigatoriedade de oferecer carne suína https://www.camara.leg.b r/proposicoesWeb/prop_ mostrarintegra;jsessionid= node093fo50l54bvxiywszzx 1b6b2031700.node0?codt eor=1012281&filename=Tra mitacao-PL+4195/2012 Anexado! PL 3.292 e PL 4.195/2012 PL 3.292/2020 = 40 % os recursos para aquisição de leites. Quilombolas sem prioridade https://www.c amara.leg.br/ proposicoesW eb/prop_mostr arintegra?cod teor=1903721 MUNICÍPIO DE SANTA MARIA DE JETIBA Secretaria de Educação Setor Municipal de Alimentação Escolar MARÇO/ 2023 ENSINO FUNDAMENTAL e EDUCAÇÃO INFANTIL SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA Dia 06 Arroz Feijão Moqueca de Ovos Salada Crua/ Cozida Dia 13 Arroz com Vagem Feijão Farofa de Ovos com Cenoura Salada Crua/ Cozida Dia 20 Arroz Colorido Tutu de Feijão Ovos Mexidos Salada Crua/ Cozida Dia 27 Arroz Feijão Farofa com Ovos com Vagem Salada Crua Dia 07 Leite Caramelado Biscoito Salgado Sobremesa: Fruta Dia 14 Suco deFruta Bolo de Cenoura Sobremesa: Fruta Dia 21 Mingau de Canjiquinha Sobremesa: Fruta Dia 28 Vitamina de Fruta Pão de Cebola com Orégano Sobremesa: Fruta Nutricionistas PNAE/SMJ Marcela Magalpbes Dalapicola Matricdla 052923 QUARTA-FEIRA Dia 01 Risoto de Frango com Legumes Feijão Salada Crua com Couve Dia 08 Arroz Tutu de Feijão Carne em Cubos com Legumes Salada Crua com Alface Dia 15 Arroz Feijão Tropeiro (Moída) Salada Crua de Pepino e Tomate Dia 22 Macarrão ao Molho Branco Carne em Cubos com Legumes Salada Crua com Alface e Tomate Sobremesa: Fruta Dia 29 Canjiquinha com Carne Moida e Legumes Sobremesa: Fruta Morghana Zacthi Souza Matricula 053143 QUINTA-FEIRA Dia 02 Vitamina de Banana e Beterraba Biscoito Doce Sobremesa: Fruta Dia 09 Leite com Achocolatado Pão Caseiro Sobremesa: Fruta Dia 16 Vitamina de Fruta Biscoito Sobremesa: Fruta Dia 23 Suco de Fruta Banana da Terra Cozida Sobremesa: Fruta Dia 30 Suco de Fruta Ovo Cozido Sobremesa: Fruta SEXTA-FEIRA Dia 03 Polenta com Molho de Carne Moída e Legumes Salada Crua Sobremesa: Fruta Dia 10 Menestra com Frango Desfiado e Legumes Sobremesa: Fruta Dia 17 Sopa Pomerana (Frango) Sobremesa: Fruta Dia 24 Arroz Colorido Feijão Carne Moída com Legumes Salada Crua com Repolho e Tomate Dia 31 Arroz Feijoada Nutritiva (Cubos) Salada Crua/ Cozida RRD Patricia Rosi Matricula 081391