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2
UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ
INSTITUTO DE BIODIVERSIDADE E FLORESTAS
DISCIPLINA DE BIOCLIMATOLOGIA ANIMAL
ANA CLAUDIA SANTOS DA SILVA
GERUSA BATISTA DANTAS
ORIVANDA FERREIRA MACIEL
PROJETO: AVICULTURA DE POSTURA
	
Trabalho acadêmico apresentado como requisito básico para 3ª avaliação da disciplina de Bioclimatologia Animal ministrada pela docente Graciene Conceição dos Santos.
Santarém-PA
2024
SUMÁRIO
1.INTRODUÇÃO	1
1.1 Objetivo	1
1.2 Justificativa	1
2. DESCRIÇÃO DO PROJETO	1
2.1 Caracterização Climática de Belém (PA)	1
2.2 Instalações Adequadas	2
2.3 Desafios Ambientais na Produção	3
3. MEDIDAS IMEDIATAS	3
3.1 Melhorias estruturais	3
4.CONCLUSÃO	4
PROJETO: AVICULTURA DE POSTURA
Responsável Técnico: Ana, Gerusa e Orivanda 
Empresa: Tri LTDA
Data: 21 de outubro de 2024
1.INTRODUÇÃO
1.1 Objetivo
Reduzir os efeitos do calor intenso na produção de ovos nas granjas da região de Belém (PA) e prevenir a mortalidade das aves, com o objetivo de preservar a produtividade e a sustentabilidade do empreendimento.
1.2 Justificativa
A elaboração desse projeto visa contribuir como desafios profissionais sobre conhecimento da fisiologia da ave, diagnóstico bioclimático ambiência e detalhamento da tipificação dos sistemas para seu pleno funcionamento. Assim como busca explorar, a aplicação dos pontos viabilidade de implementação é que promoverá ambientes mais leves, em questão de temperatura, umidade, gases e poeiras, economia de energia elétrica e água.
2. DESCRIÇÃO DO PROJETO
2.1 Caracterização Climática de Belém (PA)
Em Belém, a estação com precipitação é de céu encoberto; a estação seca é de céu parcialmente encoberto. Durante o ano inteiro, o clima é quente e opressivo. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 24 °C a 32 °C e raramente é inferior a 23 °C ou superior a 33 °C.
Precipitação Anual: 2.998,1 mm (concentrada de fevereiro a maio).
Temperaturas:
 Máxima Média: 31,1 °C (março) a 35,3 °C (setembro e outubro)
 Média Compensada: 26,1 °C (fevereiro) a 28,2 °C (setembro)
 Mínima Média: 22,8 °C (outubro) a 23,6 °C (março).
Entre junho e outubro, as temperaturas médias e máximas se mantêm elevadas, com ênfase nos meses de setembro e outubro, que apresentaram máximas superiores a 34 °C e baixos índices de precipitação (32,7 mm em setembro e 76,1 mm em outubro). Esses períodos representam os maiores desafios, aumentando o risco de estresse térmico e afetando a produtividade.
2.2 Instalações Adequadas
Em 2023, o Sindicato Rural de Belém registrou uma mortalidade média de 5% nas granjas da região, resultado do estresse térmico provocado pelas altas temperaturas. Essa situação não apenas ameaça a sobrevivência das aves, mas também diminui a taxa de postura, uma vez que a eficiência fisiológica das aves é comprometida com temperaturas superiores a 30 °C. As aves devem ser mantidas em ambientes que possibilitam o balanço térmico, visto que as aves não se adaptam perfeitamente aos extremos de temperatura.
Galpões devem ser abertos sem cortinas: A ausência de controle sobre a entrada de ar quente e umidade.  
Coberturas adequada: Telhas de fibrocimento e metálicas retêm calor, intensificando a sensação térmica. Telhas cerâmicas são mais eficientes, mas precisam ser acompanhadas de outras estratégias.  
Pé-direito baixo (2,1 metros): Isso limita a circulação de ar e favorece o acúmulo de calor.  
Largura estreita dos galpões (2 metros): Essa dimensão prejudica o fluxo de ar dentro da instalação.
Água; deve ser ofertada à vontade, de fácil acesso às aves, ser limpa e apresentar temperatura agradável, favorecendo assim seu consumo.
Bebedouros: Devem ser de fácil limpeza, resistentes e propiciar fácil acesso das aves. Os mais utilizados são do tipo pendular, tipo pressão e nipple.
pé-direito: deve se ter uma elevação de 3,5 a 4 m: Isso melhora a dissipação do calor e favorece a ventilação natural.  
Telhas: devem ser de telhas cerâmicas, pois, retêm menos calor. Além disso, é possível instalar uma manta térmica sob telhados se for metálico para refletir a radiação solar e reduzir a temperatura interna.
Cortinas laterais móveis: devem ser de material translúcido que permitam controlar a ventilação e proteger as aves de mudanças bruscas de luminosidade.
Exaustores eólicos ou mecânicos: Instalar exaustores nos galpões para assegurar um fluxo de ar contínuo.  
-Nebulizadores ou foggers: Esses sistemas ajudam a reduzir a temperatura interna e aumentam a umidade, devendo ser ativados durante os períodos mais quentes (das 10 horas às 16 horas).  
-Ventiladores direcionais: Colocar ventiladores nas laterais dos galpões para otimizar a circulação de ar sobre as aves.
Termômetros: são usados para medir a temperatura dentro dos galpões onde as aves são mantidas. Manter a temperatura adequada é vital para evitar o estresse térmico, que pode afetar negativamente a produção de ovos e a saúde geral da aves.
Ventiladores: Auxiliam na remoção da umidade e poeira, além de facilitar a renovação de ar no interior da construção. São necessários, principalmente em regiões de clima quente e úmido.
observou que a eficiência do sistema de ventilação e utilizado na função do volume de ar renovado.
2.3 Desafios Ambientais na Produção
A maior preocupação reside no fato de que a avicultura brasileira sempre foi diferenciada da avicultura de outros países produtores, a introdução de tecnologias oriundas de países com condições climáticas, econômicas e culturais bastante diferentes das condições brasileiras. Esse fato faz com que sejam feitas adaptações nessas tecnologias por meio de tentativas até bem criativas, mas que várias vezes não apresentam os resultados esperados.
Estresse térmico: A faixa de conforto térmico para poedeiras adultas varia entre 18°C e 25°C. Quando as temperaturas médias superam 27°C e as máximas ultrapassam os 34°C em diversos meses, o plantel enfrenta um estresse térmico severo.
Desidratação e perda de apetite: Sob estresse térmico, as aves tendem a reduzir o consumo de ração, o que impacta diretamente na produção de ovos.  
Mortalidade: Estima-se uma perda de 5% das aves alojadas devido à incapacidade de se adaptarem ao calor extremo, situação que pode ser agravada por ventilação inadequada e telhas que retêm calor.
3. MEDIDAS IMEDIATAS 
3.1 Melhorias estruturais 
-Redução da densidade de alojamento: Manter um alojamento de 6 a 7 aves por m² para evitar o acúmulo de calor gerado pelas aves.  
-Mudança no horário de alimentação: Oferecer ração no início da manhã e no final da tarde, evitando o aumento do metabolismo durante os períodos mais quentes.  
-Suplementação na água: Adicionar eletrólitos e vitamina C à água para amenizar os efeitos do estresse e prevenir a desidratação
Zona de Conforto Térmico: Pesquisas indicam que a ventilação forçada pode diminuir a temperatura interna em até 5 °C (Tinôco, 2001). Além disso, a combinação de ventiladores com nebulizadores pode elevar a produção em até 15% em climas tropicais, ajudando a mitigar os efeitos do calor (Abreu et al., 2012).
4.CONCLUSÃO
Neste sentido, portanto, maximizando a produtividade e as relações custo-benefício cada vez mais próximas, a utilização de indicadores para a ambientação será responsável por criar espaços mais apropriados, considerando fatores como temperatura, umidade, poluição por gases e partículas, além da eficiência no uso de energia elétrica e água. Além disso, é essencial o aprimoramento da força de trabalho, que, diante de toda essa tecnologia, precisa ser altamente qualificada.
O microclima dentro de uma instalação avícola é, entretanto, influenciado por uma série de fatores, destacados pelo número de aves criadas em cada área, tipo de construção, forma, paisagismo circundante e materiais de construção, especialmente o material de cobertura, pois constitui a única estrutura física do aviário da instalação avícola. O projeto foi responsável pelo controle do calor radiante porque as instalações avícolas brasileiras são abertas e possuem cortinas laterais fracas, quena verdade não favorecem o controle do calor no verão, pois dificultam a ventilação natural.
Referências
Abreu, V. M. N., & Abreu, P. G. Os desafios da ambiência sobre os sistemas de aves no Brasil. Revista Brasileira de Zootecnia, Concórdia, v. 40, p. 1-14, 2011. Disponível em: http://www.sbz.org.br. Acesso em: 20 out. 2024.
ABREU, V. M. N.; ABREU, P. G. Os desafios da ambiência sobre os sistemas de aves no Brasil.R. Bras. Zootec., v.40, p.1-14, 2001.
BAÊTA, F. da C.; SOUZA, C. de F. Ambiência em edificações rurais: conforto animal. Viçosa: UFV, v. 2, 2010.
Balanço: Belém (PA) teve chuva abaixo da média em março de 2023. O maior acumulado em 24h foi de 57,8 mm, no dia 14. Publicado em 11 abr. 2023, 09h25. Normal Climatológica Inmet (1991 a 2020). Disponível em: http://www.sbz.org.br. Acesso em: 20 out. 2024.
LOPES, Jackelline Cristina Ost. Técnico em Agropecuária. Colégio Agrícola de Floriano, órgão vinculado à Universidade Federal do Piauí (UFPI). Caderno parceria entre o Colégio Agrícola de Floriano da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) para o Sistema Escola Técnica Aberta do Brasil – e-Tec Brasil. 2011.
TINÔCO, I. F. F. Avicultura Industrial: Novos Conceitos de Materiais, Concepções e Técnicas Construtivas Disponíveis para Galpões Avícolas Brasileiros. Revista Brasileira de Ciência Avícola, Universidade Federal de Viçosa, Depto. de Engenharia Agrícola, Minas Gerais, Brazil, v. 3, n. 1, jan. 2001. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1516-635X2001000100001. Acesso em: 20 out. 2024.
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