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ENSAIOS MECÂNICOS Cláudia Luisa Mendes Raios X e raios Gama Objetivos de aprendizagem Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados: � Descrever a aplicação dos raios X e dos raios Gama em ensaios não destrutivos. � Identificar fótons e faixas de energia para os raios X e para os raios Gama. � Reconhecer aplicações práticas de ensaios não destrutivos empre- gando raios X e raios Gama. Introdução Os ensaios de raios X e raios Gama, conhecidos como radiografia, são utilizados para a inspeção não destrutiva de componentes, a fim de comprovar a qualidade de peças e verificar sua conformidade com as normas de fabricação e serviços. Nesse capítulo, você vai compreender a utilização dos raios X e Gama em ensaios não destrutivos; vai entender o que são fótons e faixas de energia para esses raios; e vai conhecer suas aplicações práticas em en- saios não destrutivos. Aplicação dos raios X e Gama em ensaios não destrutivos Os raios X foram descobertos pelo físico W. C. Roentgen, em 1895, dando início aos estudos sobre a emissão de partículas de corpos radioativos, ob- servando suas propriedades e interpretando resultados. Ainda nessa época, os cientistas Pierre e Marie Curie se destacaram pela proposição do termo “radioatividade” para identificar este fenômeno e, ainda, pela descoberta de dois elementos químicos radioativos, o polônio e o rádio. No começo do século XX, Rutherford formulou hipóteses sobre as emissões radioativas e apresentou um modelo atômico, até hoje inalterado. Segundo Andreucci (2017), a designação “radiação penetrante” surgiu para identificar a propriedade de atravessar materiais opacos à luz visível, característica de certas formas de energia radiante. Podem-se distinguir dois tipos de radiação penetrante usados em radiografia industrial: os raios X e os raios Gama. Ambos têm um comprimento de onda extremamente curto, o que lhes permite atravessar materiais que absorvem ou refletem a luz visível. De acordo com Andreucci (2017), a radiografia é uma técnica que aproveita a absorção diferenciada da radiação penetrante em uma peça que está sendo inspecionada. Devido a diferenças nas características de absorção, causadas por variações na composição do material, cada região da peça absorverá diferentes quantidades de radiação penetrante. Essas diferenças são detectadas através de sua gravação em um filme fotográfico, indicando a eventual existência de falhas internas no material. A radiografia industrial é capaz de detectar defeitos volumétricos com bas- tante sensibilidade. A eficácia na detecção de defeitos com pequena espessura, em planos perpendiculares ao feixe, como trincas, por exemplo, depende da técnica empregada no ensaio. A Figura 1 apresenta o ensaio por radiografia. Defeitos volumétricos são defeitos tridimensionais, como vazios, inclusões e mudança de massa específica (causadas por variações na composição do material). Figura 1. Técnica geral de ensaio por radiografia na indústria. Fonte: Adaptada de Andreucci (2017, p. 7). Fonte Material Radiação Filme Descontinuidade Raios X e raios Gama2 Segundo Garcia, Spim e Santos (2008), os ensaios radiográficos são uti- lizados com três propósitos: investigação; inspeção de rotina; controle de qualidade, tanto no produto final como nas etapas intermediárias de um processo de fabricação. Entre as várias aplicações da radiografia na indústria, podem ser listadas quatro categorias distintas: � produtos fundidos — investigação de defeitos como contração, poro- sidade, locais de não penetração de metal, inclusões, etc.; � produtos soldados — investigação de vasos de pressão, tubulações, contêineres, entre outros, com o objetivo de determinar problemas como a porosidade causada por gases, o aprisionamento de escória, a falta de fusão ou a penetração incompleta do metal de adição, etc.; � produtos moldados ou extrudados — avaliação de borrachas, plásticos ou polímeros e sólidos cristalinos, com o objetivo de investigar bolhas, contrações, trincas, materiais estranhos no processo, etc.; � microrradiografia — fortemente utilizada em estudos de microdefeitos ou heterogeneidades, como segregação em ligas, estruturas dendríticas, microcontrações, etc. As principais vantagens dos ensaios radiográficos são: � alta sensibilidade de inspeção; � facilidade de interpretação da imagem; � exatidão dimensional da imagem resultante; � resultado permanente. Garcia, Spim e Santos (2008), oferece uma visão das vantagens e desvanta- gens do ensaio por raios Gama em relação ao ensaio por raios X, apresentada no Quadro 1. Vantagens dos raios Gama em relação aos raios X O equipamento de raios Gama é relativamente pequeno e de fácil transporte Em razão do menor comprimento de onda dos raios Gama, sua penetração é maior, permitindo o ensaio em objetos de maior espessura Quadro 1. Vantagens e desvantagens dos raios Gama (Continua) 3Raios X e raios Gama Fonte: Adaptado de Garcia, Spim e Santos (2008). Quadro 1. Vantagens e desvantagens dos raios Gama Vantagens dos raios Gama em relação aos raios X O custo do equipamento é relativamente baixo O funcionamento do equipamento independe de energia elétrica e de água para refrigeração Permitem ensaios em objetos de espessura variável, sem perda de qualidade Desvantagens dos raios Gama em relação aos raios X Devido à emissão de raios de menor intensidade, o ensaio com raios Gama demanda maior tempo de exposição Suas fontes radioativas têm meia-vida relativamente curtas, impondo substituição frequente Exigem proteção adicional para o operador, além da utilização de cabines protetoras, devido à constante emissão de radiação na utilização de isótopos radioativos (Continuação) Meia-vida é o tempo necessário para que o número de átomos de um material radioativo se reduza à metade. Energia de raios X e raios Gama Segundo Andreucci (2017), a natureza dos raios X e dos raios Gama é seme- lhante à da luz. No âmbito dos ensaios não destrutivos, podem ser citadas seis propriedades de particular importância das radiações penetrantes, que são: � deslocam-se em linha reta; � atravessam materiais opacos à luz, sendo parcialmente absorvidos por esses materiais; Raios X e raios Gama4 � geram impressão de imagens em películas fotográficas; � provocam o fenômeno da fluorescência; � provocam efeitos genéticos; � provocam ionização de gases. Raios X Segundo Andreucci (2017), as radiações X são emitidas das camadas eletrô- nicas dos átomos. Essas emissões ocorrem de forma ordenada, possuindo um padrão, que chamamos de “espectro de emissão”. Quando destinados ao uso industrial, esses raios são gerados numa ampola de vidro, denominada tubo de Coolidge, que possui duas partes distintas: o cátodo e ânodo. O cátodo (eletrodo negativo) é formado basicamente de um filamento de tungstênio. Quando aquecido pela passagem da corrente elétrica, emite elétrons em alta velocidade, que são focalizados e atraídos pelo ânodo (eletrodo positivo) formado por um dispositivo também de tungstênio. A atração se deve à alta diferença de potencial gerada entre eles. Nessa interação com os átomos de tungstênio, ocorre a desaceleração repentina dos elétrons, que transforma a energia cinética adquirida em raios X. Segundo Garcia, Spim e Santos (2008), nesse processo, somente um por cento da energia resultante do impacto da corrente de elétrons com o disco é emitido na forma de raios X. O restante da energia é liberada na forma de calor. Por isso, é necessário um sistema de refrigeração eficiente, que evite a fusão do metal e a consequente destruição do tubo. O esquema da geração de raios X em ensaio mecânico é mostrado pela Figura 2. Figura 2. Esquema de tubo de raios X industrial. Cátodo Feixe de elétrons Tubo de vácuoÂnodo Raio X Filamento de tungstênio G P 5Raios X e raios Gama Energia dos raios X Segundo Andreucci (2017), o caso mais simples de geração de raios X ocorrequando um elétron se choca diretamente com o núcleo de um átomo do alvo. A energia adquirida pelo elétron, no campo elétrico entre o cátodo e o ânodo, é dada pela seguinte relação: E = 1 2 m ∙ v2 = e ∙ V (1) Em que: E = a energia em Joule; V = a diferença de potencial aplicada entre o cátodo e o ânodo; m = a massa do elétron; v = velocidade do elétron quando atinge o alvo (ânodo); e = a carga do elétron, que possui valor igual a 1,6 × 10–19 Coulomb. O comprimento de onda depende da tensão aplicada ao tubo. Assim, quando se aumenta a tensão no tubo, cria-se radiação com menor comprimento de onda, ou seja, radiação de maior energia. Os raios X de alta energia, geralmente produzidos com tensão superior a 120 kV, são chamados de raios X “duros”. Os raios X gerados com tensão inferior a 50 kV são chamados de raios X “moles”. Segundo Andreucci (2017), o conceito de intensidade de radiação se refere à “quantidade” de raios X produzidos, ou, de forma mais precisa, ao número de “fótons” produzidos. Fótons são as partículas que compõem a luz. Segundo Einstein, um fóton possui uma quantidade fixa de energia, calculada pela seguinte equação: E = H ∙ f Em que: E = a energia do fóton; f = a frequência da radiação eletromagnética; h = a constante de Planck, igual a 6,624 × 10– 34 Joules x segundo. Tipicamente a energia dos raios X está na faixa entre 100 eV até 100 keV. Raios X e raios Gama6 Raios Gama Segundo Garcia, Spim e Santos (2008), em razão dos diversos tipos de reações internas ao núcleo, os átomos radioativos podem emitir três tipos diferentes de radiação, como segue: � partículas Alfa (α); � partículas Beta (β); � partículas Gama (γ). As partículas “Alfa” são núcleo atômico de Hélio, constituídas de dois nêutrons e dois prótons cada uma. Possuem pouca penetração devido ao seu alto peso e tamanho, e são facilmente absorvidas em poucos centímetros de ar. As partículas “Beta” são constituídas por elétrons, ou seja, têm carga elétrica negativa e possuem velocidades próximas da luz. Possuem um poder de penetração bastante superior ao das partículas Alfa mas seu alcance ainda é reduzido, podendo ser absorvidas por alguns centímetros de acrílico ou plásticos. As partículas “Gama” são de natureza eletromagnética semelhante à dos raios X e possuem grande poder de penetração. Pelo fato de possuírem inten- sidades diferentes, é possível separar as radiações quando utilizado o campo eletromagnético, como mostra a Figura 3. Figura 3. Esquema de separação das radiações. Blindagem de chumbo Fonte Raios Alfa Raios Gama Raios Beta Filme fotográ�co 7Raios X e raios Gama Energia dos raios Gama O poder de penetração das radiações eletromagnéticas, raios X e raios Gama, corresponde ao comprimento de onda, ou seja, à energia que contém. Outra grandeza relativa às ondas eletromagnéticas é a frequência. Podemos converter a energia em comprimento de onda ou em frequência. A equação que relaciona a energia com o comprimento de onda para os ensaios de raios Gama é a equação de Planck: E = h ∙ c λ (2) Em que: E = a energia em Joule; h = a constante de Planck, com valor igual a 6,624 × 10– 34 J.s; c = a velocidade da luz, igual a 3 × 108 metros/segundo; λ = o comprimento de onda em metros. A energia dos raios gama está acima de 0,1 MeV. Qual é a energia de uma radiação eletromagnética com comprimento de onda igual a 0,1 Angstrom? Solução: Sendo c = 300 000 km/s = 3 × 108 m/s e 0,1 Å = 10-11 m E = = 1,987 × 10-14 Joule 6,624 × 10-34 · 3 × 108 10-11 (3) como 1 J = 6,242 x 1012 MeV, então: E = 0,12 MeV Aplicações práticas de ensaios não destrutivos empregando raios X e raios Gama Os ensaios não destrutivos de radiografia são muito utilizados para investigar a existência de descontinuidades internas em juntas de soldas e em fundidos. Raios X e raios Gama8 As descontinuidades são quaisquer variações na homogeneidade de uma peça ou material, tanto na estrutura quanto na forma. Através da análise da influência que a descontinuidade terá sobre a utilização do material é que se podem definir critérios de aceitabilidade. Em juntas de solda, as descontinuidades internas típicas mais investigadas por ensaios radiográficos são: � inclusões gasosas (poros); � inclusões de escória; � falta de penetração; � trincas; � falta de fusão. Em fundidos, são: � inclusão de areia e dross; � porosidade; � cavidade ou rechupe; � trincas. A seguir serão apresentados exemplos práticos da utilização de ensaio radiográficos, primeiro em juntas de solda e, em seguida, em fundidos. Descontinuidades internas em juntas de solda Inclusões As inclusões são aqui entendidas como a presença de elementos indesejados. Em juntas soldadas, podem ser de gases (porosidade), de escória ou de escória em linha. No caso de inclusões gasosas, podem ser do tipo esférica ou cilíndrica. Na radiografia, aparecem em forma de pontos escuros com um contorno nítido. Podem surgir a partir de diversos fatores, como o tipo de eletrodo utilizado, a má regulagem do arco, a deficiência técnica do operador, a umidade, etc. As inclusões de escória resultam do aprisionamento de materiais estranhos durante o processo de soldagem. Podem ser também do tipo linha, conhecidas como “Linha de Escória”. As escórias, de ambos tipos, surgem comumente 9Raios X e raios Gama em soldas com passes múltiplos quando a limpeza não é bem efetuada entre um passe e outro. A Figura 4 apresenta a aparência radiográfica dos diferentes tipos de inclusões. Figura 4. Aparências radiográficas mostrando inclusões em juntas de solda: a) presença de gases (poros); b) porosidade entre o material e a solda; c) inclusões de escórias acumuladas em passes múltiplos. Fonte: Adaptada de Andreucci (2017, p. 94). a) c) b) Falta de penetração A falta de penetração se define pela ausência de material depositado na raiz da solda, ou seja, falta de selagem entre a solda e o material. A aparência radiográfica nesse caso é uma linha escura, intermitente ou contínua, no centro do cordão, como vista na Figura 5. Raios X e raios Gama10 Figura 5. Aparências radiográficas detectando falta de penetração. Fonte: Andreucci (2017, p. 95). Trincas Trincas são descontinuidades geradas por tensões produzidas no metal durante a soldagem. São mais visíveis em imagens radiográficas quando o feixe de radiação incide sobre a peça em posição sensivelmente paralela ao plano em que a trinca está contida. As imagens radiográficas das trincas aparecem na forma de uma linha escura irregular. A largura da linha corresponde à intensidade da trinca. Se a direção do plano que contém a trinca coincide com o feixe de radiação, sua imagem será bem evidente. Caso contrário, a imagem perderá nitidez, podendo até não aparecer. Como as trincas são o mais grave defeito de uma solda, sua detecção exige atenção especial. A imagem das trincas, especialmente em filmes de granulação grossa, pode não ser muito clara. Por conta disso, para dirimir dúvidas quanto à existência de trincas na junta de soldas, é de todo aconselhável que o inspetor utilize filmes de granulação fina e realize mais de um ensaio, mudando a direção do feixe de radiação. Um exemplo prático da aparência de trincas nas juntas de solda é dado pela imagem da Figura 6. 11Raios X e raios Gama Figura 6. Aparências radiográficas evidenciando trinca longitudinal e poros no cordão de solda. Fonte: Andreucci (2017, p. 96). Falta de fusão A falta de fusão é reconhecida pelas descontinuidades em duas dimensões, causadas quando o metal depositado não se funde ao metal base. A falta de fusão só é bem caracterizada numa radiografia quando a direção do feixe incidente coincide com o plano do defeito. A imagem radiográfica da falta de fusão é uma linha escura, estreita, paralela ao eixo da solda. Pode aparecer em apenas um ou em ambos os lados da solda. Um exemplo prático da aparência de falta de fusão nas juntas de solda pode ser visto na Figura 7.Figura 7. Aparências radiográficas de falta de fusão junto ao chanfro no cordão de solda. Fonte: Andreucci (2017, p. 96). Raios X e raios Gama12 Descontinuidades internas em fundidos Inclusões de areia e dross Segundo Andreucci (2017), são óxidos não metálicos que aparecem na radio- grafia como manchas escuras, de forma irregular. Tais descontinuidades podem surgir de partes desintegradas do molde, produzidas antes da introdução do metal líquido no molde. Um exemplo prático da aparência de inclusões em fundidos pode ser visto na Figura 8. Figura 8. Aparência radiográfica evidenciando inclusões em fundidos. Fonte: Andreucci (2017, p. 97). Porosidade A porosidade em fundidos é causada pelo acúmulo de ar ou de gases aprisio- nados dentro do metal. Usualmente são cavidades arredondadas ou esféricas, alongadas ou com forma planar. Segundo Andreucci (2017), pode ser causada pela areia muito úmida, fina ou com baixa permeabilidade, que não permite o escape dos gases. 13Raios X e raios Gama Na Figura 9 temos um exemplo prático da aparência de porosidade em fundidos. Figura 9. Aparências radiográficas detectando porosidades em fundidos. Fonte: Andreucci (2017, p. 97). Cavidade ou rechupe Cavidades ou rechupes são descontinuidades que aparecem com bordas ir- regulares distintas. Esse tipo de falha pode ser produzido quando o metal se solidifica entre duas correntes de metal líquido em direções opostas que se juntam numa frente comum. Forma-se quando o metal chega perto da temperatura de solidificação, mas em quantidade insuficiente para preencher as cavidades vazias. Raios X e raios Gama14 Um exemplo prático da aparência de rechupes em fundidos é dado pela Figura 10. Figura 10. Aparências radiográficas de rechupes em fundidos. Fonte: Andreucci (2017, p. 98). Trincas As trincas em fundidos são descontinuidades que ocorrem após o material ter sido solidificado. São vistas na radiografia como linhas finas, que podem ser retas ou sinuosas. Segundo Andreucci (2017), elas geralmente aparecem de forma isolada e se originam na superfície do fundido. 15Raios X e raios Gama Um exemplo prático de visualização da presença de trincas em fundidos é dado pela Figura 11. Figura 11. Aparências radiográficas mostrando trincas em fundidos. Fonte: Andreucci (2017, p. 98). Segundo Andreucci (2017), as peças fundidas geralmente possuem geometrias mais difíceis e complexas para o ensaio radiográfico quando comparadas a juntas soldadas. Isto torna a interpretação também mais complicada, exigindo mais experiência do inspetor. Raios X e raios Gama16 1. Qual das alternativas indica o nome utilizado para se referir aos ensaios radiográficos na época que foram descobertos? a) Radiação supersônica. b) Radiação de imersão. c) Radiação magnética. d) Radiação penetrante. e) Radiação mecânica. 2. Qual das alternativas indica duas vantagens do raio Gama em relação ao raio X? a) Necessidade de conhecimento teórico por parte do inspetor e baixo custo de equipamento. b) Alto custo de equipamento e maior poder de penetração. c) Maior poder de penetração e fácil transporte. d) Fácil transporte e facilidade de interpretação dos resultados. e) Maior tempo de exposição e maior poder de penetração. 3. Qual das alternativas indica a faixa de energia dos raios X e dos raios Gama, respectivamente? a) 1 eV até 100 MeV e 100 eV até 100 keV. b) Acima de 100 MeV e 100 eV até 100 keV. c) 100 eV até 100 keV e acima de 0,1 MeV. d) Acima de 1 eV e Acima de 0,1 MeV. e) 0,1 MeV até 100 MeV e 0,1 eV até 100 keV. 4. O desenho a seguir representa a imagem de uma solda no filme radiográfico. Qual das alternativas corresponde às descontinuidades 1 e 2, respectivamente? a) Falta de penetração e falta de fusão. b) Falta de fusão e escória. c) Falta de fusão e porosidade. d) Falta de penetração e porosidade. e) Escória e porosidade. 5. A frase “… são óxidos não metálicos, que aparecem na radiografia como manchas escuras, de forma irregular” se refere a qual descontinuidade em fundidos? a) Porosidade. b) Cavidade. c) Trinca. d) Rechupe. e) Inclusões de areia. 17Raios X e raios Gama ANDREUCCI, R. Radiologia industrial. São Paulo: edição do autor, 2014. 129 p. Dispo- nível em: . Acesso em: 18 jun. 2018. GARCIA, A.; SPIM, J. A.; SANTOS, C. A. Ensaios dos materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 247 p. Leitura recomendada ZOLIN, I. Ensaios mecânicos e análises de falhas. 3. ed. Santa Maria: Colégio Técnico Industrial de Santa Maria: UFSM, 2011. 102 p. Disponível em: . Acesso em: 13 jun. 2018. Raios X e raios Gama18 https://www.abendi.org.br/abendi/Upload/file/Radiologia-Jul-2014.pdf http://redeetec.mec.gov/ Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual da Instituição, você encontra a obra na íntegra. Conteúdo: