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Aula 16 (Profs. Diego
Carvalho e Emannuelle
Gouveia)
TCE-SC (Exceto cargo de TI) Informática
e Análise de Dados - 2026 (Pós-Edital)
Autor:
André Castro, Diego Carvalho,
Emannuelle Gouveia Rolim,
Equipe Exatas Estratégia
Concursos, Renato da Costa,
Rodrigo Rennó
01 de Março de 2026
07931781937 - Amanda Finck Drehmer
André Castro, Diego Carvalho, Emannuelle Gouveia Rolim, Equipe Exatas Estratégia Concursos, Renato da Costa, Rodrigo Rennó
Aula 16 (Profs. Diego Carvalho e Emannuelle Gouveia)
Índice
..............................................................................................................................................................................................1) Modelagem Multidimensional - Teoria 3
..............................................................................................................................................................................................2) Modelagem Multidimensional - Questões Comentadas - FGV 33
..............................................................................................................................................................................................3) Modelagem Multidimensional - Lista de Questões - FGV 50
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Sumário 
Guia de Estudos da Aula ........................................................................................................................................3 
Modelagem Dimensional .......................................................................................................................................4 
Conceitos Básicos ................................................................................................................................................4 
Tabelas Fato e Dimensão ...................................................................................................................................7 
Esquema Estrela e Flocos de Neve ................................................................................................................ 10 
Esquema Estrela (Star Schema) .................................................................................................................. 10 
Esquema Flocos de Neve (Snowflake Schema) ........................................................................................ 12 
Esquema Constelação de Fatos (Fact Constellation Schema) ................................................................ 14 
Tipos de Medidas ............................................................................................................................................. 16 
Medidas/Fatos Aditivas ............................................................................................................................... 16 
Medidas/Fatos Não-Aditivas ....................................................................................................................... 17 
Medidas/Fatos Semi-Aditivas ...................................................................................................................... 17 
Online Analytical Processing (OLAP) ............................................................................................................. 18 
Classificação .................................................................................................................................................. 20 
Operações OLAP .......................................................................................................................................... 24 
 
 
 
André Castro, Diego Carvalho, Emannuelle Gouveia Rolim, Equipe Exatas Estratégia Concursos, Renato da Costa, Rodrigo Rennó
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APRESENTAÇÃO DO TÓPICO 
 
Fala, galera! O assunto do nosso tópico é Modelagem Dimensional! Sim, existe a modelagem relacional 
para bases de dados transacionais e a modelagem dimensional para bases de dados dimensionais. 
Pessoal, não vou mentir para vocês! Esse é o assunto mais complexo de todas as últimas aulas. Ele exigirá 
um alto nível de atenção porque são assuntos extremamente abstratos. Hora de fazer um copão de Café 
+ Guaraná + Red Bull, fazer cem polichinelos e tacalhepau na aula... 
 
 PROFESSOR DIEGO CARVALHO - WWW.INSTAGRAM.COM/PROFESSORDIEGOCARVALHO 
 
 
Galera, todos os tópicos da aula possuem Faixas de Incidência, que indicam se o assunto cai muito ou 
pouco em prova. Diego, se cai pouco para que colocar em aula? Cair pouco não significa que não cairá 
justamente na sua prova! A ideia aqui é: se você está com pouco tempo e precisa ver somente aquilo que 
cai mais, você pode filtrar pelas incidências média, alta e altíssima; se você tem tempo sobrando e quer 
ver tudo, vejam também as incidências baixas e baixíssimas. Fechado? 
 
INCIDÊNCIA EM PROVA: BAIXÍSSIMA 
 
INCIDÊNCIA EM PROVA: BAIXA 
 
INCIDÊNCIA EM PROVA: MÉDIA 
 
INCIDÊNCIA EM PROVA: ALTA 
 
INCIDÊNCIA EM PROVA: ALTÍSSIMA 
 
Além disso, essas faixas não são por banca – é baseado tanto na quantidade de vezes que caiu em prova 
independentemente da banca e também em minhas avaliações sobre cada assunto... 
 
 
 
 
 
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GUIA DE ESTUDOS DA AULA 
 
O conteúdo de Modelagem Dimensional é complexo e abstrato, exigindo um alto nível de atenção. Eu fiz 
uma análise de mais de 300 questões de concurso sobre o tema e cheguei à seguinte conclusão: quatro 
tópicos da aula representam 72% das questões de prova, portanto são considerados o núcleo do que 
deve ser dominado pelo aluno. São eles: 
 
TÓPICOS ORIENTAÇÃO 
TABELAS 
FATO E 
DIMENSÃO 
Este é o tópico mais cobrado. As questões focam na função desses elementos: a tabela 
fato armazena medidas quantitativas ou métricas, enquanto a tabela dimensão fornece o 
contexto descritivo (atributos descritivos). É recorrente a cobrança sobre o 
relacionamento de um para muitos (1:N) da dimensão para a fato. 
 
OPERAÇÕES 
OLAP 
O foco principal é diferenciar as operações de navegação dentro do cubo: Drill-Down 
(descer na hierarquia para aumentar o detalhe); Roll-Up (subir na hierarquia para agregar 
ou resumir os dados; Slice (seleciona uma fatia única – uma dimensão é fixada); Dice (extrai 
um subcubo ao selecionar duas ou mais dimensões); Pivot (mudar a perspectiva da 
visualização). 
ESQUEMA 
ESTRELA E 
FLOCOS DE NEVE 
A distinção entre os modelos de modelagem é central: Esquema Estrela (Star Schema), 
em que temos a Tabela Fato central, Dimensões desnormalizadas (menos joins, melhor 
desempenho em consultas); e o Esquema Floco de Neve (Snowflake Schema), em que as 
Dimensões são normalizadas (mais joins, economia de armazenamento e hierarquia 
explícita). 
CONCEITOS 
BÁSICOS 
DE OLAP 
O foco é o papel do OLAP e sua diferença em relação ao OLTP. O OLAP é utilizado para 
análise, suporte à decisão. O Cubo de Dados é a estrutura multidimensional que permite 
a análise sob múltiplos enfoques. OLAP opera sobre dados históricos e é otimizado para 
leitura/consulta, enquanto OLTP foca em transações atômicas e dados atuais. 
 
 
Use este guia para concentrar seus esforços onde a chance de cobrança em provas é maior. A imagem 
seguinte sozinha é capaz de responder dezenas de questões de prova: 
 
 
 
André Castro, Diego Carvalho, Emannuelle Gouveia Rolim, Equipe Exatas Estratégia Concursos, Renato da Costa, Rodrigo Rennó
Aula 16 (Profs. Diego Carvalhoo Drill Across descrevendo-o como a 
operação que permite ao usuário saltar um nível intermediário dentro de uma mesma dimensão. 
Exemplo: sendo a dimensão Localização composta por Bairro, Cidade, Estado e País, o usuário poderia 
saltar de bairro direto para país; ou em uma dimensão Período composto com Dia, Semana, Mês, 
Trimestre e Ano, o usuário poderia pular de Mês direto para Ano. 
 
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Drill-Through 
 
Ainda não acabou: aqui temos também uma polêmica! Na definição clássica, essa operação permite sair 
da visão agregada do cubo OLAP e acessar os dados detalhados no nível transacional, normalmente 
armazenados no banco relacional subjacente. Em outras palavras, o usuário parte de um total ou resumo 
e “atravessa” o cubo para ver as linhas atômicas que compõem aquele valor — por exemplo, sair do total 
de vendas mensais e visualizar as vendas individuais (notas, pedidos, transações) que geraram aquele 
agregado. Nesse contexto, o Drill Through não navega hierarquias do cubo; ele romperia a fronteira do 
cubo e vai ao detalhe relacional. 
 
 
 
Por outro lado, as questões de concurso cobram uma definição dessa operação como aquela que permite 
saltar não de uma hierarquia para outra (como no Drill Across) e, sim, de uma dimensão para outra. Em 
outras palavras, imaginem duas dimensões: Tempo e Localização. De acordo com essa definição, seria 
possível atravessar, por exemplo, de Mês para Cidade. 
 
 
 
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Pivot (Rotação) 
 
Essa operação consiste em reorientar a visualização dos dados, alterando a disposição das dimensões 
nos eixos da análise, sem modificar o nível de granularidade nem aplicar agregações adicionais. 
Diferentemente de operações como Roll-Up ou Drill-Down, o Pivot não resume nem detalha os dados; 
ele apenas troca a perspectiva analítica, permitindo que o usuário observe o mesmo conjunto de 
informações sob outro ângulo. É uma operação puramente visual e analítica, muito usada para facilitar 
comparações e melhorar a interpretação dos dados. 
 
 
 
SÍNTESE DO TÓPICO 
 
 
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QUESTÕES COMENTADAS 
 
1. (FGV / MPE-RJ - 2025) Durante o processo de modelagem multidimensional, alguns analistas 
criam dimensões normalizadas separadas para cada nível de uma hierarquia, como por exemplo, 
uma dimensão de data, dimensão de mês, dimensão de trimestre e dimensão do ano e, em 
seguida, inclui todas essas chaves estrangeiras em uma tabela de fatos. Isso resulta em uma 
tabela de fatos com dezenas de dimensões hierarquicamente relacionadas. Esse tipo de 
abordagem deve ser evitada pois cria tabelas de fatos denominadas de 
 
a) Octópus. 
b) Snowflake. 
c) Centopeia. 
d) Geográfica. 
e) Constelação. 
 
Comentários: 
 
(a) Errado. O termo "Octópus" não é reconhecido na modelagem multidimensional e não se refere a uma 
estrutura de tabelas de fatos com múltiplas dimensões hierárquicas. 
 
(b) Errado. "Snowflake" refere-se a um esquema de banco de dados onde as dimensões são normalizadas, 
mas não descreve especificamente a complexidade de uma tabela de fatos com muitas dimensões. 
 
(c) Correto. O termo "Centopeia" é utilizado para descrever tabelas de fatos que possuem muitas 
dimensões hierarquicamente relacionadas, resultando em uma estrutura complexa e difícil de gerenciar. 
 
(d) Errado. "Geográfica" não é um termo utilizado para descrever tabelas de fatos em modelagem 
multidimensional, mas sim um tipo de dimensão que pode ser utilizada em análises espaciais. 
 
(e) Errado. "Constelação" refere-se a um esquema de modelagem onde múltiplas tabelas de fatos 
compartilham dimensões, mas não se relaciona diretamente com a complexidade de uma tabela de fatos 
com muitas dimensões hierárquicas. 
 
Gabarito: Letra C 
 
2. (FGV / MPE-RJ - 2025) Segundo Kimball, considerado um dos pais do Datawarehouse, uma tabela 
de fatos é um elemento essencial na modelagem multidimensional de dados. Acerca das tabelas 
de fatos, avalie as afirmativas a seguir. 
 
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I. São as tabelas dominantes em um esquema de modelagem multidimensional. Elas armazenam 
grande quantidade de dados históricos, em função do tempo que pode ser dos tipos string ou 
numéricos. 
 
II. Os tipos de medidas presentes na tabela de fatos são apenas aditivas, semi-aditivas e não 
aditivas. 
 
III. O uso de medidas com valores nulos é possível nas tabelas de fatos mas não são computáveis 
por funções agregadas (SUM, COUNT, MIN, MAX e AVG) porque esses nulos causam uma violação 
de integridade referencial. 
 
Está correto o que se afirma em 
 
a) I, apenas. 
b) II, apenas. 
c) III, apenas. 
d) I e III, apenas. 
e) II e III, apenas. 
 
Comentários: 
 
(I) Correto. As tabelas de fatos são, de fato, dominantes em esquemas de modelagem multidimensional, 
armazenando dados históricos, mas os tipos de dados são geralmente numéricos, não string. 
 
(II) Errado. As tabelas de fatos podem conter medidas aditivas, semi-aditivas e não aditivas, mas também 
podem incluir medidas que não se encaixam nessas categorias. 
 
(III) Errado. Embora valores nulos possam estar presentes, eles não causam violação de integridade 
referencial, mas sim podem afetar os resultados das funções agregadas. 
 
Gabarito: Letra B 
 
3. (FGV / MPU - 2025) A analista de Business Intelligence Lúcia está elaborando o modelo 
multidimensional do Data Mart Processos Judiciais (DMProcJ). Durante sua análise, ela observou 
que o número do processo judicial (num_processo) não é uma métrica, mas sim um atributo 
importante, pois representa o menor grão do DMProcJ e pode ser usado para navegar até o 
sistema transacional de origem para analisar outras informações de um processo específico. Para 
modelar o atributo num_processo, Lúcia deve implementar um(a): 
 
a) fato não aditivo; 
b) dimensão ponte; 
c) operação drill across; 
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d) dimensão degenerada; 
e) data mart dependente. 
 
Comentários: 
 
(a) Errado. Fatos não aditivos são medidas que não podem ser somadas, como contagens, mas o atributo 
num_processo é uma chave de navegação, não uma métrica. 
 
(b) Errado. Dimensões ponte são usadas para resolver muitos-para-muitos entre dimensões, o que não se 
aplica ao caso do num_processo, que é um atributo singular. 
 
(c) Errado. A operação drill across permite comparar dados de diferentes fontes, mas não se relaciona 
diretamente coma modelagem do atributo num_processo. 
 
(d) Correto. A dimensão degenerada é utilizada para armazenar atributos que não são medidas, como o 
num_processo, permitindo sua utilização como chave em análises. 
 
(e) Errado. Um data mart dependente é um subconjunto de um data warehouse, não se aplica à 
modelagem de atributos como o num_processo. 
 
Gabarito: Letra D 
 
4. (FGV / MPU - 2025) O analista Flávio precisa analisar diversos dados contábeis do MPU sob 
diferentes perspectivas ao longo do tempo para fundamentar suas perícias. Para isso, ele recorreu 
ao ambiente analítico do MPU, a fim de utilizar uma ferramenta que permita realizar operações de 
roll-up, drilldown, slice, dice e pivot. Para apoiar suas perícias, Flávio deve usar uma ferramenta: 
 
a) ETL; 
b) OLAP; 
c) SciPy; 
d) Postgres; 
e) Data Lake. 
 
Comentários: 
 
(a) Errado. ETL (Extract, Transform, Load) é um processo de integração de dados, mas não é uma 
ferramenta analítica que permite operações como roll-up e drilldown. 
 
(b) Correto. OLAP (Online Analytical Processing) é uma tecnologia que permite a análise multidimensional 
de dados, possibilitando operações como roll-up, drilldown, slice, dice e pivot, essenciais para análises 
contábeis. 
 
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(c) Errado. SciPy é uma biblioteca de Python voltada para computação científica e matemática, não sendo 
uma ferramenta específica para análise de dados contábeis ou operações OLAP. 
 
(d) Errado. Postgres é um sistema de gerenciamento de banco de dados relacional, que pode armazenar 
dados, mas não é uma ferramenta analítica que suporte operações OLAP diretamente. 
 
(e) Errado. Data Lake é uma arquitetura de armazenamento de dados que permite armazenar grandes 
volumes de dados em seu formato bruto, mas não é uma ferramenta analítica para operações como roll-up 
e drilldown. 
 
Gabarito: Letra B 
 
5. (FGV / TCE-RR - 2025) Você, como analista de dados do TCE-RR, pode ser incumbido de utilizar 
um cubo OLAP para avaliar as auditorias do tribunal pelas dimensões cidade, tempo e custo. 
Considere que a análise possua a seguinte cadeia de ações: filtro para apenas considerar o último 
ano, detalhamento de ano para mês e agregação de mês para trimestre. A sequência de ações 
OLAP será: 
 
a) Slice, Drill Down e Roll Up. 
b) Slice Down, Roll Across e Drill Up. 
c) Slice, Dice e Roll Up. 
d) Dice, Drill Down e Roll Up. 
e) Dice, Drill Through e Drill Across. 
 
Comentários: 
 
(a) Correto. A sequência de ações OLAP descrita está correta: "Slice" para filtrar dados, "Drill Down" para 
detalhar de ano para mês e "Roll Up" para agregar de mês para trimestre. 
 
(b) Errado. "Slice Down" e "Roll Across" não são terminologias padrão em OLAP; o correto seria "Drill 
Down" e "Roll Up". 
 
(c) Errado. Embora "Slice" e "Roll Up" estejam corretos, "Dice" não se aplica na sequência apresentada, pois 
não é mencionado o recorte de dados em múltiplas dimensões. 
 
(d) Errado. "Dice" não é a ação correta para a sequência, e "Drill Down" e "Roll Up" estão fora de ordem na 
descrição da análise. 
 
(e) Errado. "Drill Through" e "Drill Across" não são ações que se aplicam na sequência apresentada, que 
requer "Drill Down" e "Roll Up". 
 
Gabarito: Letra A 
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==2f4e8==
 
6. (FGV / DATAPREV - 2024) Uma empresa de varejo deseja analisar suas vendas de forma mais 
estratégica, buscando identificar tendências, sazonalidades e oportunidades de melhoria. Para 
isso, decidiram implementar um sistema de OLAP (Online Analytical Processing) que permita a 
análise multidimensional de seus dados de vendas, armazenados em um Data Warehouse. 
Considere as seguintes afirmativas sobre OLAP (Online Analytical Processing) nesse contexto: 
 
I. OLAP permite a análise multidimensional de grandes volumes de dados, possibilitando a 
exploração de informações sob diferentes perspectivas, como tempo, produto e região. 
 
II. As operações de OLAP incluem slice (fatiar), dice (cortar em cubos), drill-down (detalhar) e roll-
up (agregar), que permitem navegar pelos dados em diferentes níveis de granularidade. 
 
III. OLAP é utilizado principalmente para processar transações em tempo real, como vendas e 
pagamentos, garantindo a consistência dos dados. 
 
IV. O Data Warehouse é um componente essencial para o OLAP, pois armazena os dados 
históricos de forma integrada e estruturada, facilitando a análise multidimensional. 
 
Está correto o que se afirma em 
 
a) I, apenas. 
b) II, apenas. 
c) I e II, apenas. 
d) I, II e IV, apenas. 
e) I, II, III e IV. 
 
Comentários: 
 
(I) Correto. OLAP realmente permite a análise multidimensional, possibilitando a exploração de dados sob 
diversas perspectivas, como tempo, produto e região, essencial para a tomada de decisões estratégicas. 
 
(II) Correto. As operações de OLAP, como slice, dice, drill-down e roll-up, são fundamentais para a 
navegação e análise dos dados em diferentes níveis de granularidade, permitindo insights mais profundos. 
 
(III) Errado. OLAP não é voltado para o processamento de transações em tempo real, mas sim para análise 
de dados históricos, enquanto sistemas OLTP (Online Transaction Processing) são utilizados para 
transações em tempo real. 
 
(IV) Correto. O Data Warehouse é crucial para o OLAP, pois armazena dados históricos de forma integrada 
e estruturada, facilitando a análise multidimensional e a geração de relatórios. 
 
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Gabarito: Letra D 
 
7. (FGV / TRF - 1ª REGIÃO - 2024) Em um ambiente de Business Intelligence, Júlio implementou uma 
ferramenta OLAP para apoiar a análise de dados do Data Mart do TRF1. Uma das consultas mais 
realizadas é o total de processos por tipo e por data. A operação OLAP que permite a geração de 
um subcubo é a: 
 
a) slice 
b) dice 
c) drill up 
d) rotate 
e) pivot 
 
Comentários: 
 
(a) Errado. A operação "slice" refere-se à seleção de uma única dimensão de um cubo, resultando em uma 
nova tabela, mas não gera um subcubo. 
 
(b) Correto. A operação "dice" permite a seleção de múltiplas dimensões de um cubo, resultando em um 
subcubo que contém um conjunto específico de dados, ideal para análises detalhadas. 
 
(c) Errado. "Drill up" é uma operação que reduz a granularidade dos dados, agregando informações, mas 
não cria um subcubo. 
 
(d) Errado. "Rotate" não é uma operação padrão em OLAP; geralmente refere-se à reorientação de dados, 
mas não gera subcubos. 
 
(e) Errado. "Pivot" refere-se à reorganização dos dados em uma tabela, mas não resulta na criação de um 
subcubo. 
 
Gabarito: Letra B 
 
8. (FGV / EPE - 2024) A produção e a disseminação de dados corporativos cresceram muito 
rapidamente, o que requer tecnologias de função analítica adequadas ao volume de dados 
envolvidos, visando extrair informações úteis e viabilizar a criação de relatórios analíticos. As 
tecnologias descritas recebem, na literatura, o nome de 
 
a) Big Data. 
b) Data Warehouse. 
c) Map Reduce. 
d) OnlineAnalytical Processing (OLAP). 
e) Online Transaction Processing (OLTP). 
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Comentários: 
 
(a) Errado. Big Data refere-se ao conjunto de tecnologias e práticas para lidar com grandes volumes de 
dados, mas não se concentra especificamente em análises e relatórios. 
 
(b) Errado. Data Warehouse é um repositório de dados estruturados para análise, mas não é uma 
tecnologia analítica em si, e sim um sistema que armazena dados para análises posteriores. 
 
(c) Errado. Map Reduce é um modelo de programação para processamento de grandes volumes de dados, 
mas não é uma tecnologia analítica voltada para relatórios. 
 
(d) Correto. Online Analytical Processing (OLAP) é uma tecnologia analítica que permite a análise 
multidimensional de dados, facilitando a criação de relatórios e extração de informações úteis. 
 
(e) Errado. Online Transaction Processing (OLTP) é um sistema de processamento de transações em tempo 
real, focado em operações do dia a dia, não em análises e relatórios. 
 
Gabarito: Letra D 
 
9. (FGV / AL-TO - 2024) A implementação de sistemas OLAP (On Line Analytical Processing) pode 
utilizar alguma opção tecnológica tal como ROLAP, MOLAP, entre outras. Assinale a opção que 
descreve corretamente uma característica do ROLAP (Relational OLAP). 
 
a) armazena os dados em arquivos de texto simples, com manipulação ágil e eficiente dos dados. 
b) armazena os dados em cubos multidimensionais pré-calculados para consultas rápidas. 
c) armazena os dados em um banco de dados relacional, aproveitando o poder das consultas SQL para 
análises. 
d) otimiza consultas em tempo real, armazenando os dados em cubos multidimensionais pré-
calculados. 
e) requer a criação de uma estrutura de dados hierárquica multinível para armazenar os dados. 
 
Comentários: 
 
(a) Errado. ROLAP não utiliza arquivos de texto simples, mas sim bancos de dados relacionais, que 
permitem consultas complexas e eficientes. 
 
(b) Errado. Essa descrição se aplica ao MOLAP, que utiliza cubos multidimensionais para otimizar consultas, 
enquanto ROLAP utiliza bancos de dados relacionais. 
 
(c) Correto. ROLAP armazena dados em bancos de dados relacionais, permitindo o uso de SQL para 
realizar análises complexas e dinâmicas, aproveitando a estrutura relacional. 
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(d) Errado. Essa característica é típica do MOLAP, que utiliza cubos multidimensionais pré-calculados para 
otimizar consultas em tempo real, enquanto ROLAP não faz isso. 
 
(e) Errado. ROLAP não requer uma estrutura hierárquica multinível específica; ele usa a estrutura relacional 
existente para armazenar e consultar dados. 
 
Gabarito: Letra C 
 
10. (FGV / AL-PR - 2024) Os sistemas OLAP, com vistas a auxiliar o processo de tomada de decisão, 
geralmente oferecem um conjunto de operações pré-programadas. A operação que consiste em 
níveis cada vez maiores de detalhamento na análise de uma determinada dimensão é conhecida 
como 
 
a) drill-down. 
b) pivoting. 
c) rolap. 
d) slice e dice. 
e) SMP. 
 
Comentários: 
 
(a) Correto. A operação "drill-down" permite que o usuário explore dados em níveis de detalhamento cada 
vez maiores, facilitando uma análise mais profunda das informações em uma dimensão específica; 
 
(b) Errado. "Pivoting" refere-se à reorganização dos dados em uma tabela dinâmica, permitindo visualizar 
diferentes perspectivas, mas não envolve detalhamento progressivo; 
 
(c) Errado. ROLAP (Relational OLAP) é uma abordagem que utiliza bancos de dados relacionais para 
armazenar dados multidimensionais, mas não é uma operação de análise; 
 
(d) Errado. "Slice e dice" são operações que permitem segmentar e reorganizar dados, mas não se referem 
ao aumento de detalhamento em uma dimensão específica; 
 
(e) Errado. SMP (Symmetric Multiprocessing) é uma arquitetura de processamento paralelo e não está 
relacionada a operações de análise em sistemas OLAP. 
 
Gabarito: Letra A 
 
 
11. (FGV / CVM - 2024) O ambiente analítico da CVM armazena dados no formato multidimensional, 
implementa um cubo de dados e disponibiliza uma ferramenta OLAP para apoiar os analistas no 
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desempenho de suas funções. Diante da grande quantidade de dados disponíveis, eles precisam 
reduzir o seu domínio de análise. Para isso, a operação OLAP, que extrai um subcubo da seleção 
de duas ou mais dimensões de um cubo de dados, é a: 
 
a) Slice; 
b) Dice; 
c) Pivot; 
d) Roll up; 
e) Drill down. 
 
Comentários: 
 
(a) Errado. A operação "Slice" refere-se à seleção de uma única dimensão de um cubo de dados, 
resultando em uma fatia do cubo, e não na extração de um subcubo com múltiplas dimensões. 
 
(b) Correto. A operação "Dice" permite a seleção de um subcubo ao extrair dados de duas ou mais 
dimensões, filtrando as informações de interesse, o que se alinha perfeitamente à descrição dada. 
 
(c) Errado. "Pivot" é uma operação que reorganiza a visualização dos dados, permitindo a troca de 
dimensões, mas não extrai um subcubo de múltiplas dimensões. 
 
(d) Errado. "Roll up" refere-se à agregação de dados, onde se reduz a granulação dos dados, mas não 
envolve a extração de um subcubo. 
 
(e) Errado. "Drill down" é o oposto do "Roll up", permitindo a visualização de dados em um nível mais 
detalhado, mas não se relaciona com a extração de um subcubo. 
 
Gabarito: Letra B 
12. (FGV / DATAPREV - 2024) Uma empresa de varejo online deseja analisar suas vendas para 
identificar tendências e oportunidades de melhoria. Para isso, eles implementaram um modelo 
dimensional de dados, onde as vendas são registradas em uma tabela de fatos, e informações 
sobre produtos, clientes, tempo e localização são armazenadas em tabelas de dimensão. 
Considerando o cenário de uma empresa de varejo online que utiliza um modelo dimensional de 
dados para analisar suas vendas, assinale a opção correta. 
 
a) As tabelas de fatos armazenam informações descritivas sobre produtos, clientes e tempo. 
b) As dimensões são utilizadas para consolidar dados de diferentes tabelas de fatos. 
c) A modelagem dimensional é aplicável exclusivamente a dados estruturados e numéricos. 
d) As tabelas de dimensão fornecem contexto para as métricas de vendas armazenadas nas tabelas de 
fatos. 
e) A modelagem dimensional ignora completamente os princípios da normalização de bancos de 
dados. 
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Comentários: 
 
(a) Errado. Tabelas de fatos armazenam dados quantitativos, como vendas, enquanto as dimensões contêm 
informações descritivas sobre produtos, clientes e tempo. 
 
(b) Errado. Dimensões não consolidam dados de diferentes tabelas de fatos; elas fornecem contexto e 
detalhamentopara as métricas nas tabelas de fatos. 
 
(c) Errado. A modelagem dimensional pode ser aplicada a dados estruturados e não estruturados, não se 
limitando apenas a dados numéricos. 
 
(d) Correto. Tabelas de dimensão oferecem contexto às métricas de vendas nas tabelas de fatos, 
permitindo análises mais ricas e informativas. 
 
(e) Errado. A modelagem dimensional considera a normalização, embora utilize desnormalização para 
otimizar consultas e desempenho em análises. 
 
Gabarito: Letra D 
 
13. (FGV / TRF - 1ª REGIÃO - 2024) No sistema transacional da organização PrevData, há o registro 
dos pedidos de licença médica de todos os seus funcionários. Para apoiar as campanhas de 
prevenção, foi levantado o seguinte requisito analítico: quantidade de atestados de crise 
respiratória durante as estações do ano, ao longo dos últimos 10 anos. Para atender a esse 
requisito analítico, deve ser elaborado o Modelo Multidimensional de Dados com a estrutura: 
 
a) FATO_ATESTADOS (Quantidade, Descrição) DIMENSÃO_TEMPO (Ano, Estação) 
 
b) FATO_ATESTADOS (Estação, ANO_ATESTADO >= SYSDATE - INTERVAL '10' YEAR) 
DIMENSÃO_TIPO_ATESTADO (Descrição) 
 
c) DIMENSÃO_ATESTADOS (Quantidade, Estação) DIMENSÃO_TIPO_ATESTADO (Descrição) 
 
d) FATO_ATESTADOS (Quantidade) DIMENSÃO_TEMPO (Ano, Estação) DIMENSÃO_TIPO_ATESTADO 
(Descrição) 
 
e) FATO_ATESTADOS (Quantidade, Tipo_Atestado) DIMENSÃO_TEMPO 
(DATEDIFF(ANO_ATESTADO,-10) 
 
Comentários: 
 
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(a) Errado. A estrutura proposta não inclui uma dimensão adequada para categorizar os tipos de atestados, 
o que é essencial para uma análise completa dos dados. 
 
(b) Errado. A condição de filtro "ANO_ATESTADO >= SYSDATE - INTERVAL '10' YEAR" não é uma estrutura 
de modelo multidimensional, mas sim uma cláusula de consulta, inadequada para a definição do modelo. 
 
(c) Errado. A proposta apresenta uma dimensão de atestados, mas não inclui uma tabela de fatos que 
permita a análise quantitativa dos dados, essencial para o modelo multidimensional. 
 
(d) Correto. A estrutura apresentada permite registrar a quantidade de atestados como fato, enquanto as 
dimensões de tempo (Ano, Estação) e tipo de atestado (Descrição) possibilitam análises detalhadas e 
segmentadas. 
 
(e) Errado. A expressão "DATEDIFF(ANO_ATESTADO,-10)" não é uma forma válida de definir uma 
dimensão no modelo, além de não atender ao requisito de análise dos últimos 10 anos de forma clara. 
 
Gabarito: Letra D 
 
14. (FGV / CVM - 2024) Para apoiar análises sobre os fundadores de empresas ao longo do tempo, 
elaborou-se, inicialmente, o seguinte modelo multidimensional de dados, no qual a tabela FATO 
FUNDAÇÃO EMPRESAS se relaciona com múltiplos valores da tabela DIMENSÃO FUNDADOR. 
 
 
 
No caso apresentado, a implementação de uma dimensão multivalorada deve ser realizada por 
meio da aplicação da técnica de modelagem multidimensional: 
 
a) Tabela Ponte (Bridge Tables); 
b) Tabela Fato sem Fatos (Factless Fact Tables); 
c) Dimensão Degenerada (Degenerate Dimensions); 
d) Dimensão Floco de Neve (Snowflaked Dimensions); 
e) Dimensão que Desempenha Múltiplos Papéis (Role-Playing Dimensions). 
 
Comentários: 
 
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(a) Correto. A Tabela Ponte é utilizada para gerenciar relações multivaloradas entre dimensões e fatos, 
permitindo que múltiplos valores de uma dimensão se relacionem com um único fato, como no caso dos 
fundadores de empresas. 
 
(b) Errado. Tabelas Fato sem Fatos são usadas para registrar eventos que não possuem medidas, não se 
aplicando ao contexto de múltiplos valores de uma dimensão. 
 
(c) Errado. Dimensões Degeneradas são aquelas que não têm atributos próprios e são representadas 
apenas por chaves, não servindo para modelar relações multivaloradas. 
 
(d) Errado. Dimensões Floco de Neve são uma forma de normalização de dimensões, mas não são 
adequadas para lidar com múltiplos valores de uma dimensão em relação a um fato. 
 
(e) Errado. Dimensões que Desempenham Múltiplos Papéis referem-se a uma dimensão que pode ser 
utilizada em diferentes contextos, mas não abordam a questão de multivaloração de forma direta. 
 
Gabarito: Letra A 
 
15. (FGV / AL-PR - 2024) Seja o modelo multidimensional representado a seguir, refletindo uma 
dinâmica de vendas de produtos por vendedores e por região. 
 
 
 
Considere que 
 
I. os campos indicados como são os identificadores de suas respectivas tabelas; 
 
II. na tabela “Vendas”, o atributo “cod_vendedor” referencia o identificador cod_vendedor da 
tabela “Vendedor”. 
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III. na tabela “Vendas”, o atributo “cod_regiao” referencia o identificador cod_regiao da tabela 
“Região”. 
 
IV. na tabela “Vendas”, o atributo “cod_produto” referencia o identificador cod_produto da 
tabela “Produto”. 
 
V. na tabela “Região”, o atributo “cod_cidade” referencia o identificador cod_cidade da tabela 
“Cidade”. 
 
Ao analisar a semântica do modelo, é correto inferir que 
 
a) a dimensão tempo está representada como tabela oculta. 
b) a menor granularidade de tempo é data da venda. 
c) existem quatro tabelas fato e uma tabela dimensão. 
d) implementa o esquema multidimensional estrela. 
e) um registro específico de venda pode se relacionar a várias cidades. 
 
Comentários: 
 
(a) Errado. Não há indicação de que exista uma tabela oculta representando a dimensão tempo. A data da 
venda aparece como atributo na tabela de fatos, e não como dimensão separada; 
 
(b) Correto. O atributo data_venda na tabela Vendas indica que a menor granularidade temporal disponível 
para análise é a data individual de cada venda, e não mês ou ano; 
 
(c) Errado. A tabela Vendas é a única tabela fato, e as demais são dimensões (Produto, Vendedor, Região, 
Cidade); 
 
(d) Errado. O modelo não segue exatamente o esquema estrela, pois há uma ligação entre dimensões 
(Região → Cidade), o que caracteriza um esquema floco de neve (snowflake); 
 
(e) Errado. A relação entre Cidade e Região é de 1 para muitos (uma cidade pode estar em várias regiões), 
mas cada venda está ligada a uma única região, e essa a uma única cidade — logo, uma venda não se 
relaciona a várias cidades. 
 
Gabarito: Letra B 
 
16. (FGV / CGE-PB - 2024) Maria está implementando o Audit-DataMart para apoiar análises sobre a 
quantidade de auditorias realizadas por cidade e por período. Para isso, Maria elaborou o modelo 
multidimensional de dados no qual a dimensão tempo se relaciona com a tabela fato duas vezes, 
uma representando a data de início da auditoria e a outra representando a data do fim da 
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auditoria, conforme ilustrado a seguir. A técnica de modelagem multidimensionalde dados 
utilizada por Maria para referenciar múltiplas vezes uma única dimensão física na tabela fato é: 
 
 
 
a) Non-Additive Fact; 
b) Degenerate Dimension; 
c) Role Playing Dimension; 
d) Dimension Surrogate Key; 
e) Calendar Date Dimensions. 
 
Comentários: 
 
(a) Errado. Non-Additive Fact refere-se a fatos que não podem ser somados em todas as dimensões, o que 
não se aplica ao caso de múltiplas referências a uma dimensão. 
 
(b) Errado. Degenerate Dimension é uma dimensão que não possui atributos descritivos e é representada 
apenas por uma chave, não se relacionando com múltiplas instâncias da mesma dimensão. 
 
(c) Correto. Role Playing Dimension é a técnica que permite que uma única dimensão, como a dimensão 
tempo, seja utilizada em diferentes contextos dentro da tabela fato, como início e fim da auditoria. 
 
(d) Errado. Dimension Surrogate Key refere-se a uma chave substituta usada para identificar uma dimensão, 
mas não aborda a questão de múltiplas referências à mesma dimensão na tabela fato. 
 
(e) Errado. Calendar Date Dimensions não é uma técnica de modelagem, mas sim uma descrição de 
dimensões que representam datas, não se referindo ao uso múltiplo da mesma dimensão em um modelo. 
 
Gabarito: Letra C 
 
17. (FGV / CGM de Belo Horizonte - MG - 2024) O modelo multidimensional é composto por diversos 
elementos, por exemplo, dimensões, chaves, medidas e tabelas de fatos. As tabelas de fatos 
podem ser do tipo 
 
a) star e snowflake. 
b) mutivalorate dataset e surrogate. 
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c) uncommited dataset, snapshot e dynamic dataset. 
d) transaction, periodic snapshot e accumulating snapshot. 
 
Comentários: 
 
(a) Errado. As tabelas de fatos não são classificadas como "star" e "snowflake", que se referem a modelos de 
esquema de banco de dados, não a tipos de tabelas de fatos. 
 
(b) Errado. "Mutivalorate dataset" e "surrogate" não são tipos de tabelas de fatos, mas sim conceitos 
relacionados a dados e chaves em modelagem de dados. 
 
(c) Errado. "Uncommited dataset", "snapshot" e "dynamic dataset" não são categorias reconhecidas de 
tabelas de fatos em um modelo multidimensional. 
 
(d) Correto. As tabelas de fatos podem ser classificadas como "transaction", "periodic snapshot" e 
"accumulating snapshot", que são tipos que refletem diferentes formas de armazenar dados em um modelo 
multidimensional. 
 
Gabarito: Letra D 
 
18. (FGV / CGE-SC - 2023) Sobre a proposta geral do modelo dimensional em um Data Warehouse, 
não é correto afirmar que o modelo dimensional 
 
a) cobre tanto dados detalhados quanto dados sumarizados. 
b) cobre toda a empresa, e não apenas departamentos. 
c) é escalável, podendo entregar relatórios com trilhões de registros. 
d) é arquitetado apenas para um uso previsível, geralmente cobrindo os 10 relatórios mais acessados. 
e) pode integrar diversas fontes de dados operacionais da empresa, inclusive fontes externas. 
 
Comentários: 
 
(a) Errado. O modelo dimensional realmente cobre dados detalhados e sumarizados, permitindo análises 
em diferentes níveis de granularidade. 
 
(b) Errado. O modelo dimensional é projetado para abranger toda a empresa, facilitando a análise 
integrada de dados de diferentes departamentos. 
 
(c) Errado. O modelo dimensional é escalável e pode lidar com grandes volumes de dados, incluindo 
relatórios com trilhões de registros. 
 
(d) Correto. O modelo dimensional não é limitado a um uso previsível e pode ser adaptado para atender a 
uma variedade de necessidades analíticas, não se restringindo apenas aos 10 relatórios mais acessados. 
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(e) Errado. O modelo dimensional é capaz de integrar diversas fontes de dados, tanto operacionais quanto 
externas, proporcionando uma visão abrangente da informação. 
 
Gabarito: Letra D 
 
19. (FGV / DPE-RS - 2023) Observe a seguinte arquitetura básica de uma solução de Business 
Intelligence implementada na empresa CleverBI. O elemento arquitetural da solução de BI da 
CleverBI implementado por meio de operações OLAP, como slice, rotate, drill-down e drill-up, é 
o: 
 
 
 
a) ETL; 
b) Stage Area; 
c) Banco de Dados Multidimensionais; 
d) Análises Multidimensionais; 
e) Busca de Padrões. 
 
Comentários: 
 
(a) Errado. ETL (Extract, Transform, Load) refere-se ao processo de extração, transformação e carregamento 
de dados, não às operações OLAP mencionadas. 
 
(b) Errado. Stage Area é uma área de armazenamento temporário para dados antes de serem carregados 
em um data warehouse, não está diretamente relacionada às operações OLAP. 
 
(c) Errado. Banco de Dados Multidimensionais é uma estrutura que suporta OLAP, mas as operações 
específicas como slice e drill-down são mais diretamente relacionadas a análises multidimensionais. 
 
(d) Correto. Análises Multidimensionais referem-se ao uso de operações OLAP, como slice, rotate, drill-
down e drill-up, para explorar e analisar dados de forma interativa. 
 
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(e) Errado. Busca de Padrões refere-se a técnicas de mineração de dados, que não se relacionam 
diretamente com as operações OLAP descritas na questão. 
 
Gabarito: Letra D 
 
20. (FGV / SMPOG de Belo Horizonte - MG - 2023) Assinale a opção que indica a operação OLAP que 
permite analisar os dados de um Data Warehouse em níveis de agregação progressivamente mais 
detalhados, ou de menor granularidade. 
 
a) Slide. 
b) Pivot. 
c) Roll-up. 
d) Drill-down. 
 
Comentários: 
 
(a) Errado. A operação "Slide" não é uma terminologia padrão em OLAP e não se refere a uma análise de 
dados em níveis de agregação. 
 
(b) Errado. "Pivot" é uma operação que permite reorganizar dados, mas não se relaciona diretamente com 
a análise em níveis de agregação ou granularidade. 
 
(c) Errado. "Roll-up" é a operação que agrega dados em níveis superiores, mas a questão pede a operação 
que analisa dados em níveis mais detalhados, que é o "Drill-down". 
 
(d) Correto. "Drill-down" é a operação OLAP que permite a análise de dados em níveis de agregação mais 
detalhados, aumentando a granularidade da informação. 
 
Gabarito: Letra D 
 
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LISTA DE QUESTÕES 
 
1. (FGV / MPE-RJ - 2025) Durante o processo de modelagem multidimensional, alguns analistas 
criam dimensões normalizadas separadas para cada nível de uma hierarquia, como por exemplo, 
uma dimensão de data, dimensão de mês, dimensão de trimestre e dimensão do ano e, em 
seguida, inclui todas essas chaves estrangeiras em uma tabela de fatos. Isso resulta em uma 
tabela de fatos com dezenas de dimensões hierarquicamente relacionadas. Esse tipo de 
abordagem deve ser evitada pois cria tabelas de fatos denominadasde 
 
a) Octópus. 
b) Snowflake. 
c) Centopeia. 
d) Geográfica. 
e) Constelação. 
 
2. (FGV / MPE-RJ - 2025) Segundo Kimball, considerado um dos pais do Datawarehouse, uma tabela 
de fatos é um elemento essencial na modelagem multidimensional de dados. Acerca das tabelas 
de fatos, avalie as afirmativas a seguir. 
 
I. São as tabelas dominantes em um esquema de modelagem multidimensional. Elas armazenam 
grande quantidade de dados históricos, em função do tempo que pode ser dos tipos string ou 
numéricos. 
 
II. Os tipos de medidas presentes na tabela de fatos são apenas aditivas, semi-aditivas e não 
aditivas. 
 
III. O uso de medidas com valores nulos é possível nas tabelas de fatos mas não são computáveis 
por funções agregadas (SUM, COUNT, MIN, MAX e AVG) porque esses nulos causam uma violação 
de integridade referencial. 
 
Está correto o que se afirma em 
 
a) I, apenas. 
b) II, apenas. 
c) III, apenas. 
d) I e III, apenas. 
e) II e III, apenas. 
 
3. (FGV / MPU - 2025) A analista de Business Intelligence Lúcia está elaborando o modelo 
multidimensional do Data Mart Processos Judiciais (DMProcJ). Durante sua análise, ela observou 
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que o número do processo judicial (num_processo) não é uma métrica, mas sim um atributo 
importante, pois representa o menor grão do DMProcJ e pode ser usado para navegar até o 
sistema transacional de origem para analisar outras informações de um processo específico. Para 
modelar o atributo num_processo, Lúcia deve implementar um(a): 
 
a) fato não aditivo; 
b) dimensão ponte; 
c) operação drill across; 
d) dimensão degenerada; 
e) data mart dependente. 
 
4. (FGV / MPU - 2025) O analista Flávio precisa analisar diversos dados contábeis do MPU sob 
diferentes perspectivas ao longo do tempo para fundamentar suas perícias. Para isso, ele recorreu 
ao ambiente analítico do MPU, a fim de utilizar uma ferramenta que permita realizar operações de 
roll-up, drilldown, slice, dice e pivot. Para apoiar suas perícias, Flávio deve usar uma ferramenta: 
 
a) ETL; 
b) OLAP; 
c) SciPy; 
d) Postgres; 
e) Data Lake. 
 
5. (FGV / TCE-RR - 2025) Você, como analista de dados do TCE-RR, pode ser incumbido de utilizar 
um cubo OLAP para avaliar as auditorias do tribunal pelas dimensões cidade, tempo e custo. 
Considere que a análise possua a seguinte cadeia de ações: filtro para apenas considerar o último 
ano, detalhamento de ano para mês e agregação de mês para trimestre. A sequência de ações 
OLAP será: 
 
a) Slice, Drill Down e Roll Up. 
b) Slice Down, Roll Across e Drill Up. 
c) Slice, Dice e Roll Up. 
d) Dice, Drill Down e Roll Up. 
e) Dice, Drill Through e Drill Across. 
 
6. (FGV / DATAPREV - 2024) Uma empresa de varejo deseja analisar suas vendas de forma mais 
estratégica, buscando identificar tendências, sazonalidades e oportunidades de melhoria. Para 
isso, decidiram implementar um sistema de OLAP (Online Analytical Processing) que permita a 
análise multidimensional de seus dados de vendas, armazenados em um Data Warehouse. 
Considere as seguintes afirmativas sobre OLAP (Online Analytical Processing) nesse contexto: 
 
I. OLAP permite a análise multidimensional de grandes volumes de dados, possibilitando a 
exploração de informações sob diferentes perspectivas, como tempo, produto e região. 
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II. As operações de OLAP incluem slice (fatiar), dice (cortar em cubos), drill-down (detalhar) e roll-
up (agregar), que permitem navegar pelos dados em diferentes níveis de granularidade. 
 
III. OLAP é utilizado principalmente para processar transações em tempo real, como vendas e 
pagamentos, garantindo a consistência dos dados. 
 
IV. O Data Warehouse é um componente essencial para o OLAP, pois armazena os dados 
históricos de forma integrada e estruturada, facilitando a análise multidimensional. 
 
Está correto o que se afirma em 
 
a) I, apenas. 
b) II, apenas. 
c) I e II, apenas. 
d) I, II e IV, apenas. 
e) I, II, III e IV. 
 
7. (FGV / TRF - 1ª REGIÃO - 2024) Em um ambiente de Business Intelligence, Júlio implementou uma 
ferramenta OLAP para apoiar a análise de dados do Data Mart do TRF1. Uma das consultas mais 
realizadas é o total de processos por tipo e por data. A operação OLAP que permite a geração de 
um subcubo é a: 
 
a) slice 
b) dice 
c) drill up 
d) rotate 
e) pivot 
 
8. (FGV / EPE - 2024) A produção e a disseminação de dados corporativos cresceram muito 
rapidamente, o que requer tecnologias de função analítica adequadas ao volume de dados 
envolvidos, visando extrair informações úteis e viabilizar a criação de relatórios analíticos. As 
tecnologias descritas recebem, na literatura, o nome de 
 
a) Big Data. 
b) Data Warehouse. 
c) Map Reduce. 
d) Online Analytical Processing (OLAP). 
e) Online Transaction Processing (OLTP). 
 
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9. (FGV / AL-TO - 2024) A implementação de sistemas OLAP (On Line Analytical Processing) pode 
utilizar alguma opção tecnológica tal como ROLAP, MOLAP, entre outras. Assinale a opção que 
descreve corretamente uma característica do ROLAP (Relational OLAP). 
 
a) armazena os dados em arquivos de texto simples, com manipulação ágil e eficiente dos dados. 
b) armazena os dados em cubos multidimensionais pré-calculados para consultas rápidas. 
c) armazena os dados em um banco de dados relacional, aproveitando o poder das consultas SQL para 
análises. 
d) otimiza consultas em tempo real, armazenando os dados em cubos multidimensionais pré-
calculados. 
e) requer a criação de uma estrutura de dados hierárquica multinível para armazenar os dados. 
 
10. (FGV / AL-PR - 2024) Os sistemas OLAP, com vistas a auxiliar o processo de tomada de decisão, 
geralmente oferecem um conjunto de operações pré-programadas. A operação que consiste em 
níveis cada vez maiores de detalhamento na análise de uma determinada dimensão é conhecida 
como 
 
a) drill-down. 
b) pivoting. 
c) rolap. 
d) slice e dice. 
e) SMP. 
 
 
11. (FGV / CVM - 2024) O ambiente analítico da CVM armazena dados no formato multidimensional, 
implementa um cubo de dados e disponibiliza uma ferramenta OLAP para apoiar os analistas no 
desempenho de suas funções. Diante da grande quantidade de dados disponíveis, eles precisam 
reduzir o seu domínio de análise. Para isso, a operação OLAP, que extrai um subcubo da seleção 
de duas ou mais dimensões de um cubo de dados, é a: 
 
a) Slice; 
b) Dice; 
c) Pivot; 
d) Roll up; 
e) Drill down. 
12. (FGV / DATAPREV - 2024) Uma empresa de varejo online deseja analisar suas vendas para 
identificar tendências e oportunidades de melhoria. Para isso, eles implementaram um modelo 
dimensional de dados, onde as vendas são registradas em uma tabela de fatos, e informações 
sobre produtos, clientes, tempo e localização são armazenadas em tabelas de dimensão. 
Considerando o cenário de uma empresa de varejo online que utiliza um modelo dimensional de 
dados para analisar suas vendas, assinale a opção correta.André Castro, Diego Carvalho, Emannuelle Gouveia Rolim, Equipe Exatas Estratégia Concursos, Renato da Costa, Rodrigo Rennó
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==2f4e8==
a) As tabelas de fatos armazenam informações descritivas sobre produtos, clientes e tempo. 
b) As dimensões são utilizadas para consolidar dados de diferentes tabelas de fatos. 
c) A modelagem dimensional é aplicável exclusivamente a dados estruturados e numéricos. 
d) As tabelas de dimensão fornecem contexto para as métricas de vendas armazenadas nas tabelas de 
fatos. 
e) A modelagem dimensional ignora completamente os princípios da normalização de bancos de 
dados. 
 
13. (FGV / TRF - 1ª REGIÃO - 2024) No sistema transacional da organização PrevData, há o registro 
dos pedidos de licença médica de todos os seus funcionários. Para apoiar as campanhas de 
prevenção, foi levantado o seguinte requisito analítico: quantidade de atestados de crise 
respiratória durante as estações do ano, ao longo dos últimos 10 anos. Para atender a esse 
requisito analítico, deve ser elaborado o Modelo Multidimensional de Dados com a estrutura: 
 
a) FATO_ATESTADOS (Quantidade, Descrição) DIMENSÃO_TEMPO (Ano, Estação) 
 
b) FATO_ATESTADOS (Estação, ANO_ATESTADO >= SYSDATE - INTERVAL '10' YEAR) 
DIMENSÃO_TIPO_ATESTADO (Descrição) 
 
c) DIMENSÃO_ATESTADOS (Quantidade, Estação) DIMENSÃO_TIPO_ATESTADO (Descrição) 
 
d) FATO_ATESTADOS (Quantidade) DIMENSÃO_TEMPO (Ano, Estação) DIMENSÃO_TIPO_ATESTADO 
(Descrição) 
 
e) FATO_ATESTADOS (Quantidade, Tipo_Atestado) DIMENSÃO_TEMPO 
(DATEDIFF(ANO_ATESTADO,-10) 
 
14. (FGV / CVM - 2024) Para apoiar análises sobre os fundadores de empresas ao longo do tempo, 
elaborou-se, inicialmente, o seguinte modelo multidimensional de dados, no qual a tabela FATO 
FUNDAÇÃO EMPRESAS se relaciona com múltiplos valores da tabela DIMENSÃO FUNDADOR. 
 
 
 
No caso apresentado, a implementação de uma dimensão multivalorada deve ser realizada por 
meio da aplicação da técnica de modelagem multidimensional: 
 
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a) Tabela Ponte (Bridge Tables); 
b) Tabela Fato sem Fatos (Factless Fact Tables); 
c) Dimensão Degenerada (Degenerate Dimensions); 
d) Dimensão Floco de Neve (Snowflaked Dimensions); 
e) Dimensão que Desempenha Múltiplos Papéis (Role-Playing Dimensions). 
 
15. (FGV / AL-PR - 2024) Seja o modelo multidimensional representado a seguir, refletindo uma 
dinâmica de vendas de produtos por vendedores e por região. 
 
 
 
Considere que 
 
I. os campos indicados como são os identificadores de suas respectivas tabelas; 
 
II. na tabela “Vendas”, o atributo “cod_vendedor” referencia o identificador cod_vendedor da 
tabela “Vendedor”. 
 
III. na tabela “Vendas”, o atributo “cod_regiao” referencia o identificador cod_regiao da tabela 
“Região”. 
 
IV. na tabela “Vendas”, o atributo “cod_produto” referencia o identificador cod_produto da 
tabela “Produto”. 
 
V. na tabela “Região”, o atributo “cod_cidade” referencia o identificador cod_cidade da tabela 
“Cidade”. 
 
Ao analisar a semântica do modelo, é correto inferir que 
 
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a) a dimensão tempo está representada como tabela oculta. 
b) a menor granularidade de tempo é data da venda. 
c) existem quatro tabelas fato e uma tabela dimensão. 
d) implementa o esquema multidimensional estrela. 
e) um registro específico de venda pode se relacionar a várias cidades. 
 
16. (FGV / CGE-PB - 2024) Maria está implementando o Audit-DataMart para apoiar análises sobre a 
quantidade de auditorias realizadas por cidade e por período. Para isso, Maria elaborou o modelo 
multidimensional de dados no qual a dimensão tempo se relaciona com a tabela fato duas vezes, 
uma representando a data de início da auditoria e a outra representando a data do fim da 
auditoria, conforme ilustrado a seguir. A técnica de modelagem multidimensional de dados 
utilizada por Maria para referenciar múltiplas vezes uma única dimensão física na tabela fato é: 
 
 
 
a) Non-Additive Fact; 
b) Degenerate Dimension; 
c) Role Playing Dimension; 
d) Dimension Surrogate Key; 
e) Calendar Date Dimensions. 
 
17. (FGV / CGM de Belo Horizonte - MG - 2024) O modelo multidimensional é composto por diversos 
elementos, por exemplo, dimensões, chaves, medidas e tabelas de fatos. As tabelas de fatos 
podem ser do tipo 
 
a) star e snowflake. 
b) mutivalorate dataset e surrogate. 
c) uncommited dataset, snapshot e dynamic dataset. 
d) transaction, periodic snapshot e accumulating snapshot. 
 
18. (FGV / CGE-SC - 2023) Sobre a proposta geral do modelo dimensional em um Data Warehouse, 
não é correto afirmar que o modelo dimensional 
 
a) cobre tanto dados detalhados quanto dados sumarizados. 
b) cobre toda a empresa, e não apenas departamentos. 
c) é escalável, podendo entregar relatórios com trilhões de registros. 
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d) é arquitetado apenas para um uso previsível, geralmente cobrindo os 10 relatórios mais acessados. 
e) pode integrar diversas fontes de dados operacionais da empresa, inclusive fontes externas. 
 
19. (FGV / DPE-RS - 2023) Observe a seguinte arquitetura básica de uma solução de Business 
Intelligence implementada na empresa CleverBI. O elemento arquitetural da solução de BI da 
CleverBI implementado por meio de operações OLAP, como slice, rotate, drill-down e drill-up, é 
o: 
 
 
 
a) ETL; 
b) Stage Area; 
c) Banco de Dados Multidimensionais; 
d) Análises Multidimensionais; 
e) Busca de Padrões. 
 
20. (FGV / SMPOG de Belo Horizonte - MG - 2023) Assinale a opção que indica a operação OLAP que 
permite analisar os dados de um Data Warehouse em níveis de agregação progressivamente mais 
detalhados, ou de menor granularidade. 
 
a) Slide. 
b) Pivot. 
c) Roll-up. 
d) Drill-down. 
 
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GABARITO 
1. LETRA C 
2. LETRA B 
3. LETRA D 
4. LETRA B 
5. LETRA A 
6. LETRA D 
7. LETRA B 
8. LETRA D 
9. LETRA C 
10. LETRA A 
11. LETRA B 
12. LETRA D 
13. LETRA D 
14. LETRA A 
15. LETRA B 
16. LETRA C 
17. LETRA D 
18. LETRA D 
19. LETRA D 
20. LETRA D 
 
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59e Emannuelle Gouveia)
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MODELAGEM DIMENSIONAL 
Conceitos Básicos 
INCIDÊNCIA EM PROVA: ALTÍSSIMA 
 
MODELAGEM DIMENSIONAL 
Abordagem de organização de dados voltada para análise, usada em Data Warehouses, que estrutura as 
informações em torno de um fato — um evento mensurável do negócio — descrito por dimensões, que fornecem 
contexto (como tempo, produto, cliente ou região). Seu objetivo é facilitar consultas rápidas, intuitivas e de alto 
desempenho, apoiando decisões gerenciais. Essa técnica privilegia simplicidade, consistência e facilidade de 
navegação, utilizando esquemas como estrela, floco de neve e constelação de fatos, que tornam os dados mais 
acessíveis para análises OLAP e criação de relatórios. 
 
Existem dois tipos principais de bancos de dados: transacionais e analíticos. Os bancos de dados 
transacionais são adequados para sistemas que processam grande volume de transações, como 
inserções, atualizações e exclusões de dados. Esses dados alimentam os bancos de dados analíticos, que, 
por sua vez, são otimizados para a geração de relatórios consolidados, auxiliando na tomada de decisões 
estratégicas. Um exemplo comum de banco analítico é o Data Warehouse (DW). 
 
Os bancos transacionais, também chamados de operacionais, geralmente utilizam modelagem relacional, 
enquanto os bancos analíticos empregam modelagem dimensional ou multidimensional. Modelos 
multidimensionais exploram os relacionamentos entre os dados para organizá-los em estruturas 
chamadas cubos de dados ou hipercubos, quando envolvem mais de três dimensões. 
 
Esses cubos permitem análises a partir de múltiplas perspectivas. Por exemplo, uma matriz bidimensional 
pode exibir a quantidade de frangos vendidos por região. Com a adição de uma terceira dimensão, como 
o tempo (trimestres), essa matriz torna-se um cubo, possibilitando análises mais complexas. Portanto, a 
modelagem multidimensional viabiliza a organização e análise de dados a partir de diversas dimensões 
simultâneas. 
 
 
 
A imagem apresenta representações de uma matriz bidimensional e de um cubo de três dimensões. Uma 
matriz tridimensional é denominada Cubo de Dados, enquanto uma matriz com mais de três dimensões 
é chamada de Hipercubo. A representação gráfica de estruturas com quatro ou mais dimensões é 
complexa e, geralmente, inviável visualmente. 
 
Além disso, os cubos podem ser classificados de acordo com a densidade dos dados: um Cubo Esparso 
contém a maioria de suas combinações de dimensões sem dados (vazias), enquanto um Cubo Denso 
apresenta dados preenchendo a maior parte das intersecções entre as dimensões. 
 
 
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Agora, vale destacar um ponto: representar graficamente estruturas com quatro ou mais dimensões não 
é nada simples. Na prática, isso se torna bastante complicado e, muitas vezes, inviável do ponto de vista 
visual. Por isso, mesmo que os sistemas trabalhem com hipercubos, as análises costumam ser feitas com 
recortes ou visualizações parciais das dimensões envolvidas. Na imagem seguinte, à esquerda temos um 
hipercubo com quatro dimensões; e a direita temos um hipercubo com cinco dimensões. 
 
 
 
Hipercubos podem ser classificados quanto à quantidade de combinações possíveis de dimensões que 
realmente possuem dados armazenados dentro de um cubo OLAP. 
 
CLASSIFICAÇÃO DE 
HIPERCUBOS 
DESCRIÇÃO 
DENSO 
Trata-se daquele em que a maioria das células contém valores — ou seja, quase todas 
as combinações entre dimensões têm fatos registrados. Isso costuma ocorrer em 
cenários com alto volume de transações e cobertura completa das combinações 
dimensionais (Ex: vendas diárias de milhares de produtos em centenas de lojas) 
ESPARSO 
Apresenta grande quantidade de células vazias, situação comum quando há muitas 
dimensões, muitos níveis hierárquicos ou quando os eventos são raros ou 
distribuídos de forma desigual (Ex: análise de falhas específicas em equipamentos ao 
longo do tempo). 
 
A distinção é essencial porque afeta performance, armazenamento e técnicas de agregação: cubos 
densos favorecem compressão simples e processamento direto, enquanto cubos esparsos exigem 
estruturas otimizadas (como índices bitmap, compressão de esparsidade ou armazenamento orientado a 
colunas) para evitar desperdício e melhorar o desempenho de consultas. 
 
A modelagem dimensional possibilita diversas formas de consulta em um Data Warehouse, 
proporcionando alta eficiência na geração de relatórios. Sua principal vantagem é a flexibilidade na 
análise dos dados, permitindo visualizações sob múltiplas perspectivas, muitas vezes não previstas 
previamente. 
 
Os dados podem ser acessados a partir de qualquer combinação de dimensões, eliminando a 
necessidade de consultas complexas, comuns em bancos de dados transacionais. Dessa forma, o 
desempenho das consultas em estruturas multidimensionais supera significativamente o das consultas 
em modelos relacionais. 
 
Além disso, a modelagem multidimensional permite a reorganização das hierarquias e orientações do 
cubo de dados por meio da técnica conhecida como giro ou rotação. Essa funcionalidade viabiliza a 
análise dos dados sob diferentes eixos, como, por exemplo, visualizar a quantidade de produtos vendidos 
por região e por trimestre, alternando facilmente a disposição entre linhas, colunas e profundidade. 
 
CARACTE-
RÍSTICAS 
MODELO DIMENSIONAL MODELO RELACIONAL 
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OBJETIVO 
Projetado para consultas analíticas e 
relatórios rápidos em DW. 
 
Projetado para armazenamento de dados 
transacionais e operações de inserção, 
atualização e exclusão. 
ESTRUTURA 
Desnormalizado para otimizar as consultas. 
Utiliza tabelas fato e tabelas dimensão. 
Normalizado, com múltiplas tabelas 
relacionadas por chaves primárias e chaves 
estrangeiras. 
TABELA 
PRINCIPAL 
Tabela Fato, que contém métricas e dados 
numéricos (como vendas, lucros, etc). 
 
Tabelas que armazenam dados transacionais 
em forma de registros. 
 
TABELAS DE 
SUPORTE 
Tabelas Dimensão, que armazenam 
informações descritivas sobre as métricas 
(como produtos, clientes, tempo). 
Tabelas com dados organizados de maneira 
relacional, com normalização de 3ª ou 4ª 
forma normal. 
REDUNDÂNCIA 
Alta redundância de dados nas tabelas de 
dimensão (desnormalização). 
 
Baixa redundância devido à normalização 
das tabelas. 
 
CONSULTAS 
Otimizado para leitura e consulta rápida, 
com menor complexidade de joins. 
 
Otimizado para operações de CRUD (Create, 
Read, Update, Delete), com consultas mais 
complexas. 
PERFORMANCE 
Melhor para consultas agregadas e análises 
complexas, pois os dados são acessados 
sem a necessidade de múltiplos joins. 
Melhor para operações transacionais e 
integridade dos dados, mas os joins podem 
ocasionar consultas complexas mais lentas. 
EXEMPLOS DE 
USO 
Data Warehousing, Business Intelligence 
(BI), e relatórios de tendências e análise 
histórica. 
Sistemas de gestão de banco de dados 
transacional, como sistemas de ERP ou CRM. 
 
ATUALIZAÇÕES 
Menos eficiente para atualizações 
frequentes, pois a desnormalização pode 
gerar duplicidade de dados. 
Eficiente para atualizações frequentes, pois 
os dados estão normalizados e não há 
redundância. 
MANUTENI-
BILIDADE 
Menosflexível para alterações de dados em 
tempo real, pois mudanças podem precisar 
ser feitas em várias partes. 
Mais fácil de manter dados consistentes e 
realizar atualizações incrementais. 
 
 
A principal distinção entre a estrutura relacional e a estrutura multidimensional reside no grau de 
normalização, na redundância de dados e na frequência de atualizações. A estrutura relacional é 
caracterizada por alta normalização, baixa redundância e suporte a atualizações frequentes. Em 
contrapartida, a estrutura multidimensional apresenta desnormalização, alta redundância e menor 
frequência de atualização. 
 
A normalização é um conjunto de regras que visa reduzir a redundância de dados, isto é, evitar a repetição 
das mesmas informações em diferentes tabelas. Em bancos de dados transacionais, a normalização é 
essencial para garantir desempenho e consistência, já que esse tipo de banco processa um grande 
volume de transações. Por outro lado, em bancos de dados dimensionais, a desnormalização — e, 
consequentemente, a replicação de dados — é desejável, pois facilita a geração de relatórios, que não 
ocorrem com a mesma frequência das transações em sistemas operacionais. 
 
 
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A desnormalização confere maior flexibilidade aos bancos de dados multidimensionais, permitindo a 
organização dos dados conforme os requisitos e preferências dos usuários. A abordagem 
multidimensional é estruturada por assuntos, que representam a tradução das necessidades 
informacionais dos diversos usuários. Assim, a desnormalização facilita a visualização dos dados segundo 
os temas de maior interesse, otimizando a análise e a geração de relatórios. 
 
SÍNTESE DO TÓPICO 
 
 
 
Tabelas Fato e Dimensão 
INCIDÊNCIA EM PROVA: BAIXA 
 
A modelagem multidimensional baseia-se em dois elementos fundamentais e complementares: Tabela 
Fato e Tabela Dimensão. 
 
A Tabela Fato armazena informações quantitativas utilizadas na análise de dados, sendo composta por 
medidas, métricas ou fatos relacionados a um processo de negócio. No exemplo citado, ela poderia 
conter informações como o valor arrecadado com vendas na loja do Rio de Janeiro em janeiro, em São 
Paulo no primeiro trimestre ou em Brasília durante o Carnaval. Esses dados representam fatos 
mensuráveis vinculados ao processo de vendas. 
 
Essas informações quantitativas dependem de dados descritivos que não estão na Tabela Fato, mas sim 
nas Tabelas Dimensão, as quais armazenam atributos descritivos relacionados aos fatos. Por exemplo: 
 
▪ A dimensão loja pode conter o código da loja, cidade, tamanho e número de funcionários. 
▪ A dimensão tempo pode conter o código temporal, dia, mês, trimestre, semestre, ano, entre outros. 
▪ A dimensão região pode conter o código da região, nome, localização e número de estados. 
 
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Assim, a Tabela Fato contém chaves estrangeiras que fazem referência às chaves primárias (ou candidatas) 
das Tabelas Dimensão. Esse relacionamento permite a análise dos fatos sob diferentes perspectivas, 
organizando os dados de forma eficiente para fins analíticos. 
 
TABELA FATO 
Estrutura central da modelagem dimensional, responsável por registrar os eventos mensuráveis de um processo 
de negócio, armazenando medidas quantitativas como quantidade, valor, custo ou lucro. Ela possui alto volume 
de registros, cresce principalmente em número de linhas e mantém chaves estrangeiras que se relacionam às 
tabelas dimensão, permitindo a análise dos dados sob diferentes perspectivas (tempo, produto, cliente, local, 
entre outras). Seu objetivo principal é suportar consultas analíticas e agregações, servindo como base para 
relatórios, indicadores de desempenho e análises OLAP em ambientes de Data Warehouse. 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRIÇÃO 
FINALIDADE 
Armazenam ocorrências, eventos ou fatos mensuráveis de um processo de 
negócio. 
PERGUNTA QUE 
RESPONDEM 
“O que está sendo medido nesse processo de negócio?” 
 
CONTEÚDO PRINCIPAL 
Medidas quantitativas: quantidade, valor, lucro, margem, perdas, indicadores 
operacionais, etc. 
VOLUME DE DADOS 
Normalmente possuem altíssimo número de registros e crescem verticalmente 
(mais linhas). 
ESTRUTURA 
Simples e direta; não possuem hierarquias internas (hierarquias pertencem às 
dimensões). 
RELAÇÃO COM 
DIMENSÕES 
Contêm chaves estrangeiras que apontam para tabelas dimensão; 
relacionamentos 1:N. 
DIMENSÃO TEMPO 
Geralmente presente, mas não obrigatória por regra formal. 
 
CHAVE PRIMÁRIA 
Frequentemente composta pelas FKs das dimensões; pode ser substituída por 
surrogate key em alguns projetos. 
NORMALIZAÇÃO 
Não é correto classificá-las como desnormalizadas; quem é desnormalizada é a 
tabela dimensão. 
ORDEM DE CRIAÇÃO 
São criadas após as dimensões, pois dependem das chaves dessas tabelas. 
 
UTILIZAÇÃO 
Servem como base para cálculos estatísticos, análises OLAP e indicadores de 
desempenho. 
EXEMPLOS DE MÉTRICAS 
Quantidade, valor, custo, lucro, desconto, tempo de atendimento, volume 
produzido, etc. 
 
TABELA DIMENSÃO 
Estrutura da modelagem dimensional que armazena atributos descritivos usados para contextualizar e interpretar 
as medidas registradas na tabela fato. Ela contém informações qualitativas — como nomes, categorias, datas, 
locais ou pessoas — e permite que os dados sejam analisados sob diferentes perspectivas, respondendo a 
perguntas como quem, o quê, quando e onde. Em geral, é desnormalizada, possui menos registros que a tabela 
fato, utiliza uma chave primária própria (frequentemente uma surrogate key) e tem como objetivo facilitar 
consultas, filtros, agrupamentos e navegação analítica em ambientes de Data Warehouse e OLAP. 
 
CARACTERÍSTICAS DESCRIÇÃO 
FINALIDADE 
Armazenam atributos descritivos que fornecem contexto às medidas registradas 
na Tabela Fato. 
PERGUNTAS QUE 
RESPONDEM 
“Quem?”, “O quê?”, “Onde?”, “Quando?” e “Como?”. 
 
CONTEÚDO PRINCIPAL Atributos qualitativos e descritivos, geralmente textuais ou categóricos. 
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==2f4e8==
 
VOLUME DE DADOS 
Normalmente possuem menos registros que tabelas fato, mas podem crescer 
continuamente com novos membros. 
CRESCIMENTO 
Crescem principalmente verticalmente (novos registros); crescimento horizontal 
(novos atributos) é possível, mas menos frequente. 
ESTRUTURA 
Geralmente desnormalizadas, com muitos atributos em uma única tabela para 
facilitar consultas. 
HIERARQUIAS 
Podem conter hierarquias internas (ex.: dia → mês → ano; produto → categoria 
→ departamento). 
NORMALIZAÇÃO 
A desnormalização é a prática recomendada; a normalização ocorre apenas em 
esquemas floco de neve, como exceção. 
CHAVE PRIMÁRIA 
Possuem chave primária própria, geralmente uma surrogate key, que identifica 
unicamente cada registro. 
RELAÇÃO COM A TABELA 
FATO 
A chave primária da dimensão é referenciada como chave estrangeira na Tabela 
Fato. 
QUALIDADE DOS 
ATRIBUTOS 
Devem ser verbosos, claros, descritivos, completos, discretos e semanticamente 
corretos. 
UTILIZAÇÃO 
Permitem analisar os fatos sob diferentes perspectivas e níveisde agregação. 
 
EXEMPLOS DE 
DIMENSÕES 
Cliente, Produto, Tempo, Localização, Vendedor, Organização, Canal de Venda. 
 
 
Em suma, a modelagem dimensional é uma técnica de estruturação de dados que visa a simplicidade e a 
facilidade de consulta. Ela se opõe à modelagem relacional tradicional (utilizada em Sistemas OLTP), que 
prioriza a normalização para evitar redundâncias e garantir a integridade dos dados transacionais. 
Vejamos uma tabela que resume tudo que vimos: 
 
CARACTERÍSTICAS TABELA FATO TABELA DIMENSÃO 
CONTEÚDO 
Armazena medidas quantitativas que 
representam eventos do negócio, como 
vendas ou atendimentos, passíveis de 
cálculo e agregação. 
Armazena atributos descritivos que 
contextualizam os fatos, como nomes, 
datas, categorias, locais e demais 
informações qualitativas. 
FUNÇÃO 
Registrar o que foi medido no processo de 
negócio, concentrando dados numéricos 
usados em análises, relatórios e indicadores. 
Fornecer o contexto dos fatos, permitindo 
análises por quem, quando, onde, o quê e 
outras perspectivas relevantes. 
CHAVE PRIMÁRIA 
Geralmente composta pelas chaves 
estrangeiras das dimensões, podendo em 
alguns casos ser uma chave substituta da 
transação. 
Possui chave primária própria, 
normalmente uma surrogate key, que 
identifica unicamente cada registro da 
dimensão. 
RELACIONAMENTO 
Contém chaves estrangeiras que 
referenciam as chaves primárias das tabelas 
dimensão no esquema multidimensional. 
Relaciona-se com a tabela fato por meio 
de sua chave primária, sendo referenciada 
como chave estrangeira na fato. 
CARDINALIDADE 
Relaciona-se no formato muitos-para-um 
(N:1), pois muitos fatos podem estar 
associados a um mesmo registro de 
dimensão. 
Relaciona-se no formato um-para-muitos 
(1:N), já que um registro de dimensão 
pode descrever vários fatos. 
NORMALIZAÇÃO 
Não é foco de normalização, pois armazena 
medidas numéricas e não atributos sujeitos 
a redundância descritiva. 
Geralmente desnormalizada no esquema 
estrela e parcialmente normalizada 
apenas no esquema floco de neve. 
TAMANHO 
Normalmente é a maior tabela do Data 
Warehouse, devido ao grande volume de 
registros gerados pelos eventos. 
Menor que a tabela fato em número de 
linhas, mas pode possuir muitas colunas 
descritivas para análise. 
 
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SÍNTESE DO TÓPICO 
 
 
 
Esquema Estrela e Flocos de Neve 
 
Os esquemas Estrela (Star Schema) e Floco de Neve (Snowflake Schema) são formas de organizar 
fisicamente um modelo dimensional em um Data Warehouse. Ambos partem do mesmo princípio — uma 
tabela fato no centro e tabelas dimensão ao redor —, mas diferem no nível de normalização das dimensões 
e, consequentemente, em simplicidade, desempenho e manutenção. 
 
Esquema Estrela (Star Schema) 
INCIDÊNCIA EM PROVA: ALTA 
 
 
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O Esquema Estrela (Star Schema) é a forma mais clássica e recomendada de organização física de um 
modelo dimensional em Data Warehouses. Ele recebe esse nome porque, visualmente, apresenta uma 
tabela fato central, conectada diretamente a várias tabelas dimensão desnormalizadas, formando o 
desenho de uma estrela. 
 
A ideia central do esquema estrela é simplificar consultas analíticas. Em vez de muitas tabelas 
normalizadas e múltiplos joins (como em modelos OLTP), o esquema estrela prioriza menos joins, maior 
legibilidade e melhor desempenho, especialmente para operações de agregação (SUM, COUNT, AVG). 
Todo esquema estrela possuirá: 
 
▪ Uma tabela fato, que representa um processo de negócio; contém métricas numéricas; possui chaves 
estrangeiras para as dimensões; e tem granularidade bem definida. 
 
▪ Várias tabelas dimensão, que armazenam atributos descritivos; são desnormalizadas; possuem chaves 
primárias próprias; e respondem às perguntas: quem, o quê, quando, onde, como. 
 
Atenção: a tabela fato nunca se relaciona diretamente com outra tabela fato e as dimensões também não 
se relacionam entre si. O esquema estrela é amplamente adotado porque reduz a complexidade das 
consultas SQL; melhora o desempenho em ambientes analíticos; facilita o entendimento por usuários de 
negócio; funciona muito bem com ferramentas OLAP e BI; e segue as boas práticas de Kimball. 
 
Em Data Warehousing, desnormalização é uma virtude, não um problema. O pequeno aumento de 
redundância nas dimensões é compensado por simplicidade, performance e clareza semântica. É 
importante destacar também que, no esquema estrela, dimensões são planas (flat), hierarquias ficam na 
mesma tabela e há menos joins. 
 
Além disso, a tabela fato não contém atributos textuais; dimensões podem conter hierarquias; cada linha 
da tabela fato deve representar um único nível de granularidade; métricas devem ser coerentes com essa 
granularidade; e a dimensão tempo é quase sempre obrigatória. Dito isso, vamos analisar o Esquema 
Estela apresentado na página anterior. 
 
O diagrama apresenta uma tabela fato no centro (FATO_VENDAS) e várias tabelas dimensão ao redor 
(DIM_DATA, DIM_PRODUTO, DIM_LOJA). A tabela fato guarda medidas (números) do processo de 
negócio venda; as dimensões guardam descrições que contextualizam essas medidas (quando, o quê, 
onde). Pense assim: a tabela FATO_VENDAS responde “quanto foi vendido, com que desconto, custo, 
etc”; já as dimensões respondem “em que dia, qual produto, em qual loja”. 
 
Agora o que uma linha da tabela FATO_VENDAS representa? Pelo modelo apresentado, a leitura mais 
natural é: uma linha representa as vendas de um produto, em uma loja, em uma data. Isso é ótimo 
didaticamente porque temos uma granularidade clara e estável. A partir daí, dá para somar e agrupar em 
qualquer nível (dia → mês → ano; cidade → estado; categoria a→ subcategoria, etc). 
 
Ainda sobre essa tabela, ela possui três chaves estrangeiras: ID_DATA ((referência para DIM_DATA); 
ID_PRODUTO (referência para DIM_PRODUTO); e ID_LOJA (referência para DIM_LOJA); e possui quatro 
métricas: VALOR_VENDA; QUANTIDADE; DESCONTO; e CUSTO. Essas quatro métricas são típicas de 
fatos transacionais e geralmente são aditivas: 
 
▪ VALOR_VENDA: soma por tempo, loja, produto, etc. 
▪ QUANTIDADE: soma por tempo, loja, produto, etc. 
▪ DESCONTO: soma por tempo, loja, produto, etc. 
▪ CUSTO: soma por tempo, loja, produto, etc. 
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Com isso, você consegue derivar indicadores em consulta, por exemplo: 
 
▪ A receita líquida será igual a: VALOR_VENDA – DESCONTO; 
▪ O lucro será (VALOR_VENDA - DESCONTO) – CUSTO; 
▪ A margem (em percentual) será Lucro / (VALOR_VENDA - DESCONTO). 
 
Já a dimensão DIM_DATA é uma dimensão clássica e muito comum em DW – uma linha por dia 
(ID_DATA), com vários atributos que permitem agregação e filtros: DATA_COMPLETA, DIA, MES, 
NOME_MES, TRIMESTRE, SEMESTRE, ANO, DIA_DA_SEMANA, IND_FERIADO e PERIODO_FISCAL. 
 
E por que isso é tão bom? Porque você consegue agregar de dia → mês → trimestre → ano sem mudar 
a FATO_VENDAS; filtrar por “feriado”, “período fiscal”, “dia da semana”; e fazer análises temporais sem 
ficar inventando funções de data no SQL. Já a dimensão DIM_PRODUTOdescreve o que foi vendido. Ela 
é desnormalizada, trazendo atributos úteis para agrupamento e segmentação: NOME_PRODUTO, 
DESCRICAO, CATEGORIA, SUBCATEGORIA, FABRICANTE, TIPO_FABRICANTE. 
 
O que isso permite? Permite analisar vendas por categoria/subcategoria; comparação por fabricante; 
análise de mix de produtos; e relatórios legíveis (“Nome do Produto”) sem inflar a fato com texto. Por fim, 
a dimensão DIM_LOJA responde onde foi vendido: NOME_LOJA, CIDADE, ESTADO, PAIS, REGIAO, 
TIPO_LOJA. Isso suporta análises como: vendas por cidade/estado/região, comparação de performance 
por tipo de loja e expansão territorial (mapas, clusters, etc). 
 
E como esse esquema pode ser utilizado na prática? É possível consultar receitas por mês e categoria ou, 
por exemplo, os dez produtos por lucro em uma região. O bacana do esquema estrela é que essas 
consultas ficam curtas e previsíveis: geralmente uma tabela fato e diversas tabelas dimensões. 
 
Esquema Flocos de Neve (Snowflake Schema) 
INCIDÊNCIA EM PROVA: MÉDIA 
 
 
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O esquema floco de neve é uma variação do esquema estrela, mas com dimensões normalizadas. Em 
outras palavras, enquanto no esquema estrela as dimensões são desnormalizadas (ou seja, todos os 
atributos de uma dimensão ficam em uma única tabela), no esquema floco de neve as dimensões podem 
ser divididas em tabelas menores. Isso reduz redundância de dados, mas aumenta o número de joins 
necessários para consultas. 
 
A Tabela Fato (FATO_VENDAS) contém as métricas (neste caso, QUANTIDADE de vendas) e as chaves 
estrangeiras que apontam para as dimensões: PRODUTO, PERÍODO e LOCALIZAÇÃO. A Dimensão 
Produto (DIM_PRODUTO) contém informações do produto (nome, descrição, categoria) e uma FK para 
DIM_FABRICANTE. 
 
A Dimensão Fabricante (DIM_FABRICANTE) é uma tabela separada que detalha o fabricante (nome, 
CNPJ, tipo). Isso é um exemplo de normalização: o atributo FABRICANTE, que poderia estar na 
DIM_PRODUTO, foi "desmembrado" em uma tabela própria. A Dimensão Localização 
(DIM_LOCALIZAÇÃO) contém atributos como país, estado, cidade, bairro e rua. Novamente, se 
quiséssemos, poderíamos normalizar ainda mais, criando tabelas para cada nível (Ex: uma tabela só para 
"Estado"), mas aqui está em um nível intermediário. 
 
A Dimensão Período (DIM_PERIODO) está um pouco diferente da DIM_DATA que vimos no esquema 
estrela. Aqui, ela está representada por níveis (diário, semanal, mensal, etc). Isso pode ser visto como uma 
normalização do conceito de tempo, embora em geral, a prática mais comum seja uma dimensão de data 
com um registro por dia (como no estrela). 
 
Dentre as vantagens do Modelo Floco de Neve, temos: reduz redundância de dados nas dimensões, 
economiza espaço e pode facilitar a manutenção de dados dimensionais. Se um fabricante muda de 
nome, por exemplo, você só precisa atualizar a DIM_FABRICANTE, e não todas as linhas da 
DIM_PRODUTO. Entre as desvantagens, temos: aumenta a complexidade das consultas, pois agora é 
preciso fazer mais joins entre tabelas. Enquanto o esquema estrela é mais simples para consultas ad-hoc, 
o floco de neve exige um pouco mais de conhecimento técnico. 
 
Em suma, esse esquema é o resultado da decomposição de uma ou mais tabelas de dimensões 
normalizadas até a 3ª Forma Normal (3FN). Em contraste com o esquema estrela, apresenta consultas 
mais complexas, mais lentas, mas com manutenção mais fácil. Como as tabelas são normalizadas, existe 
menos redundância de dados, portanto ocupa-se menos espaço. Além disso, como há tabelas de 
dimensão conectadas a outras tabelas de dimensão, existe uma hierarquia. 
 
ESQUEMA ESTRELA FLOCOS DE NEVE 
FATO Geralmente Desnormalizada Geralmente Desnormalizada 
DIMENSÃO Geralmente Desnormalizada Geralmente Normalizada 
 
CRITÉRIO 
ESQUEMA ESTRELA 
(STAR SCHEMA) 
ESQUEMA FLOCO DE NEVE 
(SNOWFLAKE SCHEMA) 
MODELO 
 
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ESTRUTURA GERAL 
Tabela fato central ligada diretamente a 
tabelas dimensão 
Tabela fato central ligada a dimensões 
ramificada em subdimensões 
NORMALIZAÇÃO DAS 
DIMENSÕES 
Baixa (dimensões desnormalizadas) 
 
Alta (dimensões normalizadas) 
 
QUANTIDADE DE 
TABELAS 
Menor 
 
Maior 
 
NÚMERO DE JOINS 
Menor número de joins 
 
Maior número de joins 
 
COMPLEXIDADE DAS 
CONSULTAS 
Baixa, consultas mais simples e legíveis 
Maior, consultas mais complexas 
 
DESEMPENHO EM 
CONSULTAS 
Melhor desempenho (menos joins) 
 
Desempenho inferior em geral 
 
REDUNDÂNCIA DE 
DADOS 
Maior redundância nas dimensões 
 
Menor redundância 
 
FACILIDADE DE 
ENTENDIMENTO 
Alta (modelo intuitivo para usuários de 
negócio) 
Menor (exige conhecimento técnico 
maior) 
MANUTENÇÃO DAS 
DIMENSÕES 
Mais simples conceitualmente 
 
Pode facilitar manutenção de atributos 
hierárquicos 
ADERÊNCIA ÀS BOAS 
PRÁTICAS KIMBALL 
Recomendado como padrão 
 
Usar apenas quando necessário 
 
USO EM 
FERRAMENTAS DE BI 
Muito adequado 
 
Adequado, porém menos amigável 
 
CENÁRIOS TÍPICOS 
DE USO 
Data Warehouses e Data Marts analíticos 
Dimensões muito grandes ou altamente 
hierárquicas 
 
MNEMÔNICO PARA NUNCA MAIS CONFUNDIR MODELO SNOWFLAKE E STAR 
ESQUEMA SNOWFLAKE DIMENSÕES NORMALIZADAS 
 
Esquema Constelação de Fatos (Fact Constellation Schema) 
 
Antes de seguir para o próximo tópico, é importante falar de um terceiro esquema chamado Constelação 
de Fatos. Ele cai beeeem menos em prova, mas é fundamental saber seus conceitos básicos: ele é 
basicamente constituído de duas ou mais tabelas fato que compartilham uma ou mais dimensões. 
Quando vários esquemas estrela são unidos por dimensões compatíveis1 – comuns entre eles – chamamos 
de Esquema Multiestrela. 
 
É importante que as dimensões guardem entre si uma compatibilidade e as tabelas fato estejam definidas 
em granularidade compatível com as dimensões interligadas. Ele pode ser criado dividindo um esquema 
estrela em dois ou mais esquemas estrela. Por que eu usaria um esquema desses, professor? Porque ele 
fornece uma flexibilidade maior ao esquema, por outro lado ele é um esquema bem mais complexo, logo 
é mais difícil de implementar ou manter. 
 
MODELO CARACTERÍSTICA PRINCIPAL 
ESQUEMA ESTRELA Uma tabela fato + várias dimensões 
ESQUEMA FLOCO DE NEVE Uma fato + dimensões normalizadas 
CONSTELAÇÃO DE FATOS Múltiplas fatos compartilhando dimensões 
 
 
1 Essas dimensões comuns também são chamadas de Dimensão Conforme. 
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MODELO 
 
 
Uma constelação é composta por múltiplas tabelas fato (Ex: vendas, estoque, devoluções, metas); por 
dimensões compartilhadas (conformes) entre essas tabelas fatos; e por dimensões exclusivas, quando 
necessário, para fatos específicas. Importante: as tabelas fato não se relacionam diretamente entre si, 
apenas por meio das dimensões. Vejamos suas principais características: 
 
CARACTERÍSTICA DESCRIÇÃO 
DEFINIÇÃO 
Modelo dimensional composto por duas ou mais tabelas fato que coexistem no 
mesmo ambiente e compartilham dimensões comuns. 
QUANTIDADE DE 
TABELAS FATO 
Múltiplas tabelas fato, cadauma representando um processo de negócio distinto. 
COMPARTILHAMENTO 
DE DIMENSÕES 
Utiliza dimensões conformes, permitindo análises integradas entre diferentes 
processos. 
RELACIONAMENTO 
ENTRE FATOS 
Não existe relacionamento direto entre tabelas fato; a integração ocorre 
exclusivamente via dimensões. 
GRANULARIDADE 
Cada tabela fato possui granularidade própria, definida de acordo com o processo de 
negócio. 
TIPOS DE MÉTRICAS 
Cada fato armazena métricas específicas do seu processo, podendo ser aditivas, semi-
aditivas ou não-aditivas. 
COMPLEXIDADE DO 
MODELO 
Maior que o esquema estrela simples, devido à presença de múltiplas tabelas fato. 
FLEXIBILIDADE 
ANALÍTICA 
Alta, pois permite análises cruzadas entre processos distintos (ex.: vendas × estoque). 
USO TÍPICO 
Data Warehouses corporativos com múltiplos processos integrados. 
 
ADERÊNCIA A 
KIMBALL 
Totalmente compatível com a abordagem Kimball, desde que use dimensões 
conformes. 
EXEMPLOS COMUNS 
Vendas, Estoque, Devoluções, Metas, Atendimento ao Cliente. 
 
 
SÍNTESE DO TÓPICO 
 
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Tipos de Medidas 
INCIDÊNCIA EM PROVA: MÉDIA 
 
Essas métricas ou medidas que eu tanto falei são informações que se são armazenadas em Tabelas Fato 
e que permitem medir um processo de negócio. Existem três tipos: 
 
Medidas/Fatos Aditivas 
 
Medidas aditivas são aquelas que podem ser somadas livremente em todas as dimensões do modelo 
dimensional, sem perda de significado. Isso inclui somas por tempo, produto, loja, cliente, ou qualquer 
outra dimensão associada à tabela fato. Por essa razão, são as medidas mais simples, mais comuns e mais 
desejáveis em um Data Warehouse. 
 
Em geral, métricas financeiras e quantitativas se enquadram nessa categoria, como quantidade vendida, 
valor de venda, faturamento, impostos, custos e descontos. Elas se comportam bem em agregações e são 
ideais para relatórios, dashboards e indicadores consolidados, pois mantêm coerência 
independentemente do nível de análise. 
 
No exemplo seguinte, note que o valor total vendido pode ser somado por dia, por loja, por produto ou 
por mês, sem gerar distorções. As medidas aditivas são: VALOR_VENDA e QUANTIDADE. 
 
DATA_ID LOJA_ID PRODUTO_ID QUANTIDADE VALOR_VENDA 
2024-01-10 10 101 2 10,00 
2024-01-10 10 202 1 8,00 
2024-01-11 12 303 1 12,00 
 
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Medidas/Fatos Não-Aditivas 
 
Medidas não-aditivas são aquelas que não podem ser somadas em nenhuma dimensão, pois a soma não 
faz sentido do ponto de vista do negócio. Normalmente, são razões, proporções, médias, índices ou 
percentuais, cujo significado se perde quando agregados por soma. 
 
Essas medidas exigem tratamento especial nas consultas, sendo geralmente calculadas no momento da 
análise, a partir de outras métricas aditivas. Um erro clássico é tentar somar percentuais ou médias, o que 
leva a resultados incorretos e distorcidos — algo muito explorado em questões de concurso. 
 
No exemplo seguinte, note que a margem de lucro (%) não pode ser somada entre produtos ou dias. 
Percebam que somar 30% + 25% = 55% não faz sentido. Logo, MARGEM_% é uma medida não aditiva. 
 
DATA_ID PRODUTO_ID VALOR_VENDA CUSTO MARGEM_% 
2024-01-10 101 10,00 7,00 30% 
2024-01-10 202 8,00 6,00 25% 
 
Medidas/Fatos Semi-Aditivas 
 
Medidas semi-aditivas são aquelas que podem ser somadas em algumas dimensões, mas não em outras 
— quase sempre não aditivas ao longo do tempo. Elas aparecem com frequência em snapshots periódicos, 
onde o valor representa um estado, e não um fluxo de eventos. 
 
O caso mais clássico é o saldo (estoque, conta bancária, quantidade em caixa). Somar saldos de dias 
diferentes não faz sentido, mas somar saldos de produtos diferentes ou lojas diferentes em um mesmo 
instante pode ser perfeitamente válido. No exemplo seguinte, o estoque diário pode ser somado por 
produto ou loja, mas não por datas diferentes. 
 
DATA_ID LOJA_ID PRODUTO_ID ESTOQUE_QTD 
2024-01-10 10 101 50 
2024-01-11 10 101 47 
2024-01-10 10 202 30 
 
Percebam que somar 50 + 30 = 80 (estoque total no dia 10) faz sentido; já somar 50 + 47 = 97 (estoque 
em dias diferentes) não faz sentido. Logo, ESTOQUE_QTD é uma medida semi-aditiva. 
 
TIPO DE MEDIDA 
PODE SOMAR NO 
TEMPO? 
PODE SOMAR EM 
OUTRAS DIMENSÕES? 
EXEMPLO 
CLÁSSICO 
ADITIVA Sim Sim Valor de venda 
NÃO-ADITIVA Não Não Percentual, média 
SEMI-ADITIVA Não Sim Estoque, saldo 
 
Em suma, podemos concluir que medidas aditivas podem ser agregadas em todas as dimensões; 
medidas não-aditivas não podem ser somadas em nenhuma dimensão; e medidas semi-aditivas admitem 
agregação apenas em algumas dimensões, tipicamente exceto a dimensão tempo. 
 
SÍNTESE DO TÓPICO 
 
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Online Analytical Processing (OLAP) 
INCIDÊNCIA EM PROVA: ALTÍSSIMA 
 
O OLAP refere-se a um conjunto de tecnologias e ferramentas projetadas para análise analítica avançada 
de dados, com foco no apoio à tomada de decisões gerenciais e estratégicas. Diferentemente dos 
sistemas tradicionais de banco de dados, que são voltados ao registro e à manutenção das operações do 
dia a dia, o OLAP tem como propósito explorar, resumir, comparar e compreender grandes volumes de 
dados históricos, permitindo que o usuário observe o negócio sob diversos ângulos simultaneamente. 
 
A base conceitual do OLAP está na análise multidimensional. Os dados são organizados de forma que 
possam ser analisados segundo múltiplas dimensões — como tempo, produto, local, cliente ou área 
organizacional — e suas hierarquias. Isso possibilita que o analista navegue entre diferentes níveis de 
detalhe, por exemplo, passando de uma visão anual para mensal ou diária, ou de uma visão nacional para 
regional e local. Essa navegação ocorre de maneira interativa, sem necessidade de reestruturar dados ou 
reescrever consultas complexas. 
 
Uma das características mais relevantes do OLAP é o suporte a consultas ad-hoc, isto é, consultas 
formuladas no momento da análise, sem que tenham sido previamente definidas pelo time de TI. O 
usuário pode testar hipóteses, cruzar informações inesperadas e explorar padrões emergentes conforme 
novas perguntas surgem. Esse dinamismo torna o OLAP especialmente valioso em ambientes nos quais 
as decisões dependem de exploração contínua dos dados, e não apenas de relatórios fixos. 
 
Outro aspecto fundamental é a abstração da complexidade técnica. Embora os dados por trás do OLAP 
sejam armazenados em estruturas sofisticadas — como Data Warehouses, Data Marts ou cubos 
multidimensionais —, o usuário final interage com interfaces visuais, painéis e operações intuitivas. Dessa 
forma, profissionais de áreas como gestão, planejamento, controle ou auditoria conseguem analisar 
informações sem dominar SQL, modelagem de dados ou conceitos avançados de bancos de dados. 
 
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Em ambientes corporativos, o OLAP é amplamente utilizado para análise de desempenho, 
monitoramento de indicadores, comparação entre períodos, avaliação de tendências e identificação de 
desvios. Por exemplo, uma organização pode comparar o desempenho de vendas entre regiões, 
identificar variações sazonais, avaliar o impacto de campanhas ou analisar a evolução de custos ao longo 
do tempo. No setor público, essas mesmas capacidades são aplicadas à análise orçamentária, 
acompanhamento de políticas públicas, controle de gastos e avaliação de resultados institucionais. 
 
Do ponto de vista conceitual, o OLAP representa a camada analítica final de uma arquitetura de dados 
mais ampla. Antes dele, os dados são coletados em sistemas transacionais (OLTP), integrados e 
historizados em um Data Warehouse por meio de processos de ETL, e organizados segundo modelos 
dimensionais. O OLAP se apoia nessa base estruturada para oferecer uma experiência de análise rápida, 
flexível e orientada ao negócio. 
 
Assim, o OLAP se distingue por transformar grandes volumes de dados históricos em informação 
explorável, permitindo que decisões estratégicas sejam fundamentadas em análises consistentes, 
comparativas e multidimensionais. Ele não substitui os sistemas operacionais nem os bancos 
transacionais, mas os complementa, cumprindo um papel essencial na governança de dados e na 
inteligência organizacional. 
 
OLTP (ONLINE TRANSACTION PROCESSING) OLAP (ONLINE ANALYTICAL PROCESSING) 
Sistema voltado ao processamento de transações em 
banco de dados. 
Sistema voltado à consulta e análise de dados. 
 
Foco no nível operacional, apoiando a execução diária 
do negócio. 
Foco no nível estratégico, apoiando análise e tomada 
de decisão. 
Tabelas em linhas e colunas, geralmente 
normalizadas. 
Estruturas com fatos, dimensões e medidas, 
geralmente desnormalizadas. 
Utiliza bancos de dados transacionais em modelo 
relacional. 
Utiliza Data Warehouse/Data Marts em modelo 
dimensional. 
Tempo de resposta curto, de milissegundos a 
segundos. 
Tempo de resposta maior, geralmente de segundos a 
minutos. 
Trabalha com dados detalhados (alta granularidade). 
 
Trabalha com dados resumidos ou agregados (baixa 
granularidade), podendo manter detalhe. 
Atualizações frequentes, ocorrendo a cada transação. 
 
Atualizações periódicas via processos de carga 
(ETL/ELT). 
Não otimizado para análises históricas complexas. 
 
Otimizado para análise de grandes volumes de dados 
históricos. 
Dados voláteis, sujeitos a inserção, alteração e 
exclusão. 
Dados históricos e não voláteis, raramente alterados. 
 
Consultas pré-definidas e estruturadas. 
 
Consultas ad-hoc e multidimensionais. 
 
Poucos registros por transação e muitos usuários 
simultâneos. 
Muitos registros analisados e poucos usuários 
simultâneos. 
 
SÍNTESE DO TÓPICO 
 
André Castro, Diego Carvalho, Emannuelle Gouveia Rolim, Equipe Exatas Estratégia Concursos, Renato da Costa, Rodrigo Rennó
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Classificação 
INCIDÊNCIA EM PROVA: MÉDIA 
 
A classificação do OLAP quanto ao tipo de armazenamento refere-se a onde e como os dados analíticos 
são fisicamente armazenados e processados. Vejamos essa classificação: 
 
ROLAP (Relational OLAP) 
 
 
O ROLAP (sigla para Relational OLAP) é uma das abordagens do processamento analítico online que se 
apoia diretamente nos bancos de dados relacionais para realizar análises multidimensionais. Em vez de 
armazenar os dados em cubos ou estruturas pré-agregadas, o ROLAP mantém tudo no formato 
tradicional de tabelas com linhas e colunas. 
 
Por outro lado, apesar dessa estrutura relacional, o usuário final interage com o sistema como se estivesse 
navegando por um cubo multidimensional. Essa “mágica” acontece graças a uma camada intermediária 
que faz o mapeamento entre o modelo relacional e a visão multidimensional. Quando o usuário executa 
operações como slice, dice ou drill-down, essa camada traduz essas ações em consultas SQL que o banco 
consegue entender. 
 
A maior vantagem do ROLAP é a escalabilidade. Como ele aproveita a capacidade dos SGBDs relacionais 
— que já são otimizados para lidar com grandes volumes de dados —, não há um limite fixo imposto pela 
CRIAÇÃO DINÂMICA DE CUBOS DADOS 
SQL COMPLEXO REQUISIÇÃO 
 
BANCO 
RELACIONAL 
ROLAP USUÁRIO 
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própria tecnologia de OLAP. Isso faz do ROLAP uma escolha interessante para ambientes com bases 
muito extensas e dados constantemente atualizados. 
 
Por outro lado, o desempenho costuma ser o calcanhar de Aquiles dessa abordagem. Cada interação do 
usuário pode gerar uma ou várias consultas SQL, o que consome tempo e recursos — especialmente se o 
banco não estiver bem indexado ou otimizado. Além disso, como o ROLAP depende exclusivamente da 
linguagem SQL, ele acaba ficando limitado na hora de executar cálculos analíticos mais complexos, que 
exigiriam funções além das disponíveis no SQL padrão. 
 
Em suma, no ROLAP, o usuário faz uma solicitação analítica, que é convertida em SQL, executada no 
banco relacional e, depois, o resultado é apresentado em um formato multidimensional. É uma solução 
que valoriza a flexibilidade e a integração com infraestruturas relacionais já existentes, mesmo que isso 
traga um custo em termos de performance e sofisticação analítica. 
 
Imagine uma loja que vende uma variedade de produtos em diferentes regiões e deseja analisar as 
vendas por produto, por região e por mês. O gerente da loja quer ser capaz de: ver as vendas totais por 
mês e analisar as vendas detalhadas por produto e cliente. Nesse contexto, o gerente solicita uma 
consulta ad-hoc para saber as vendas totais por produto e por mês. 
 
No ROLAP, o sistema não tem um cubo pré-calculado. Em vez disso, o ROLAP pega a tabela de vendas 
transacionais, que armazena cada venda detalhadamente, e usa SQL dinâmico para calcular os totais para 
cada produto e mês no momento da consulta. 
 
Quando o gerente faz a consulta, o sistema vai até o banco de dados relacional (onde as vendas são 
registradas linha a linha) e executa um SQL complexo com junções (JOINs) para agrupar os dados por 
produto e mês, calculando a soma das vendas. Como resultado, o sistema faz o cálculo na hora, o que 
pode demorar mais, especialmente se os dados forem volumosos. Por outro lado, o gerente pode 
consultar qualquer detalhe sem limitações, pois os dados estão sempre atualizados. 
 
MOLAP (Multidimensional OLAP) 
 
 
Trata-se da ferramenta tradicional de OLAP que recupera dados de um banco de dados multidimensional. 
Falou em multidimensional, vocês se lembram do quê? Vetores/Arrays Dimensionais (Cubos)! Em outras 
palavras, essa ferramenta apresenta os dados para o usuário em uma visão multidimensional e eles são 
efetivamente armazenados em bancos de dados multidimensional otimizados chamados 
Multidimensional Database (MDDB). 
 
Esses bancos de dados multidimensionais são proprietários, isto é, pertencem a alguma empresa 
específica. Além disso, cubos de dados deste banco transportam dados pré-calculados e pré-fabricados. 
Por quem, professor? Pelas ferramentas MOLAP, que recebem dados de algum Data Warehouse. O 
MOLAP fornecerá a visualização multidimensional dos dados dos MDDBs para o usuário. Vocês 
conseguem ver a sacada desse modelo? 
DW 
CUBOS DE DADOS 
DADOS PROPRIETÁRIOS 
CRIA E ARMAZENA 
REQUISIÇÃO 
 
MOLAP MDDB USUÁRIO 
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Um usuário que deseje realizar consultas multidimensionais fará uma requisição diretamente a um banco 
de dados multidimensional sem necessidade de qualquer tradução. Além disso, ele consultará dados 
pré-calculados e pré-fabricados, melhorando o desempenho da consulta. Dessa forma, quando houver 
uma solicitação do usuário para os dados, nenhum tempo será desperdiçado no cálculo dos dados e as 
respostas do sistema serão rápidas. 
 
Uma vantagem, portanto, desse modelo é seu alto desempenho, visto que os cubos de dados são 
construídos para uma rápida recuperação de dados e o usuário é capaz de manipular dados diretamente 
no servidor. Além disso, todos os cálculos são pré-gerados quando o cubo é criado e podem ser 
facilmente aplicados no momento da pesquisa de dados. No entanto, exige altos investimentos, uma vez 
que necessita de tecnologias proprietárias. 
 
Sem esquecer de sua baixa escalabilidade: sua vantagem de conseguir alto desempenho com a pré-
geração de todos os cálculos no momento da criação dos cubos faz com que o MOLAP seja limitado a 
uma pouca quantidade de dado2s. Essas vantagens e desvantagens auxiliam o usuário a escolher com 
melhor acusaria a ferramenta que mais lhe atende. 
 
Ainda no contexto da loja visto anteriormente, temos que: no MOLAP, a loja tem um cubo de vendas já 
pré-calculado, onde os dados foram agregados por produto, por região e por mês. Quando o gerente 
solicita as vendas totais por produto e por mês, o sistema simplesmente consulta o cubo para buscar as 
informações pré-calculadas. 
 
O cubo MOLAP já possui todas as agregações (como total de vendas por produto e mês) e o gerente 
pode consultar esses dados com muito mais rapidez. O cubo foi construído previamente a partir dos 
dados detalhados e armazenado de forma multidimensional. Como resultado, as consultas são 
extremamente rápidas, pois os cálculos já estão prontos no cubo. No entanto, o cubo MOLAP não tem 
dados detalhados. Se o gerente quiser ver uma venda individual, o sistema não poderá fornecer essas 
informações. 
 
HOLAP (Hybryd OLAP) 
 
Trata-se de combinar as vantagens de MOLAP e ROLAP, extraindo o que há de melhor de cada uma, ou 
seja, a alta performance do MOLAP com a melhor escalabilidade do ROLAP. Para informações mais 
sintéticas, HOLAP utiliza cubos dimensionais para um desempenho mais rápido. Quando for necessário 
mais detalhe, ele pode ir além do cubo multidimensional para o banco relacional utilizado no 
armazenamento de detalhes. 
 
Uma vantagem é o alto desempenho: os cubos dimensionais apenas armazenam uma síntese das 
informações; e alta escalabilidade: os detalhes das informações são armazenados em um banco de dados 
relacional. Como desvantagem, podemos dizer que arquitetura possui um custo maior, uma vez que 
necessita de um alto investimento de aquisição. Bacana? Vamos ver alguns exercícios para treinar... 
 
Ainda no contexto da loja dos exemplos anteriores, essa loja pode adotar o HOLAP para equilibrar o 
desempenho e a flexibilidade. O cubo de vendas contém os totais agregados de vendas por produto, 
região e mês (como no MOLAP), mas também mantém os dados detalhados das vendas no banco 
relacional. Quando o gerente solicita as vendas totais por produto e por mês, o sistema consulta 
 
2 Embora o ROLAP seja mais escalável para grandes volumes, o MOLAP é imbatível em performance (velocidade) especificamente em volumes de 
dados menores ou controlados (Data Marts), devido à sua arquitetura de pré-cálculo e acesso direto ao cubo 
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rapidamente o cubo MOLAP para os totais agregados. Porém, se o gerente quiser consultar uma venda 
individual, o sistema acessa o banco relacional para puxar os dados detalhados dessa venda específica. 
 
Como resultado, as consultas rápidas (como totais de vendas) são feitas diretamente no cubo, enquanto 
a consulta detalhada é feita diretamente no banco de dados relacional. Isso proporciona um bom 
equilíbrio entre performance e flexibilidade. O gerente pode obter informações detalhadas quando 
necessário, sem comprometer a velocidade nas análises agregadas. 
 
ARQUITETURA DESEMPENHO ESCALABILIDADE CUSTO 
MOLAP ↑ ↓ ↑ 
ROLAP ↓ ↑ ↓ 
HOLAP ↑ ↑ ↑ 
 
TIPO EXEMPLO COMO FUNCIONA VANTAGENS DESVANTAGENS 
ROLAP 
[Relational OLAP] 
Análise ad-hoc de 
vendas totais por 
produto e mês. 
Utiliza SQL dinâmico, 
buscando dados 
diretamente no banco 
relacional. 
Flexível e 
acessa dados 
detalhados. 
Mais lento devido à 
necessidade de 
cálculos dinâmicos e 
joins. 
MOLAP 
[Multidimensional 
OLAP] 
Análise de vendas 
totais já agregadas 
por produto e mês. 
Usa cubos pré-calculados 
para consultas rápidas em 
bancos dimensionais. 
Desempenho 
muito rápido 
nas 
consultas. 
Não fornece dados 
detalhados, apenas 
agregados. 
HOLAP 
[Hybrid OLAP] 
Consulta de vendas 
totais e detalhes de 
vendas específicas. 
Combina cubos (agregações 
rápidas) e dados detalhados 
armazenados no banco 
relacional. 
Equilibra 
desempenho 
e 
flexibilidade. 
Requer mais espaço 
de armazenamento e 
mais complexidade 
na implementação. 
 
Por fim, é importante salientar que ROLAP é mais indicado para Data Warehouses pelo grande volume 
de dados, pela necessidade de um maior número de funções e pelas diversas regras de negócio a serem 
aplicadas. Já o MOLAP é mais indicado para Data Marts, em que os dados são mais específicos e o 
aplicativo será direcionado na análise com dimensionalidade limitada e pouco detalhamento das 
informações. 
 
Existe também uma classificação quanto à origem ou ao local de execução do processamento, que trata 
de onde o OLAP é acessado e onde ocorre o processamento analítico. Ela se divide em DOLAP (Desktop 
OLAP), WOLAP (Web OLAP) e SOLAP (Server OLAP). No entanto, até hoje não vi ser cobrado em provas 
de concurso, portanto não vamos detalhá-la. 
 
SÍNTESE DO TÓPICO 
 
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Operações OLAP 
INCIDÊNCIA EM PROVA: ALTÍSSIMA 
 
OPERAÇÕES OLAP 
Conjunto de ações que permitem explorar e analisar dados multidimensionais de forma interativa, possibilitando 
ao usuário navegar entre diferentes níveis de detalhe e diferentes perspectivas de análise. Por meio dessas 
operações — como drill-down, roll-up, slice, dice e pivot — o analista pode aprofundar ou resumir informações, 
filtrar subconjuntos de dados, reorganizar dimensões e comparar resultados, sempre com o objetivo de 
identificar padrões, tendências e exceções que apoiem a tomada de decisões estratégicas. 
 
É possível executar diversas operações diferentes em um cubo de dados facilitando a navegação pelas 
dimensões. Antes de conhecê-las, precisamos entender o conceito de granularidade (grão). 
 
E aqui já temos uma polêmica enorme: ao resolver diversas questões de concurso, vocês verão que existe 
uma divergência sobre esse conceito. O problema não está exatamente na teoria, mas na forma como o 
termo “granularidade” e “níveis de granularidade” são utilizados em contextos diferentes em prova. 
Vamos lá... 
 
O que é granularidade? Granularidade refere-se ao nível de detalhamento, ou seja, o quão pequenae 
específica é a divisão de uma entidade ou conjunto de dados. Nesse contexto, detalhamento é antônimo 
de agregação. Dessa forma, o que tem maior granularidade: areia ou cascalho? Areia tem maior 
granularidade porque é menor (mais atômica) que cascalho. 
 
Nesse sentido, quando eu aumento a granularidade, eu estou aumentando o detalhamento (ou reduzindo 
a agregação dos dados). De forma análoga, quando eu reduzo a granularidade, eu estou reduzindo o 
detalhamento (ou aumentando a agregação). Até aqui nenhum problema –a confusão começa quando as 
provas utilizam o termo “nível de granularidade”. 
 
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O raciocínio mais comum dos alunos é pensar da seguinte forma: se a “granularidade” se refere ao nível 
de detalhamento, então o “nível de granularidade” também se refere ao nível de detalhamento. Seguindo 
esse raciocínio, quanto maior o nível de granularidade, maior o detalhamento. Se você pensou assim, 
pronto... errou a questão! 
 
Quando as questões de concurso falam em “nível de granularidade”, você tem que trocar imediatamente 
em sua cabeça por “nível de hierarquia”, isto é, a altura dos níveis na hierarquia. Agora, sim, seguindo 
esse raciocínio, podemos concluir que, quanto maior o nível de granularidade, ou seja, quanto mais alto 
na hierarquia, menor o detalhamento. Se você pensou assim, pronto... acertou a questão! 
 
Para entender isso melhor, considerem a hierarquia a seguir. Agora respondam: quem tem hierarquia 
maior está em cima ou embaixo na imagem? Acredito que todos vão responder que está em cima! Logo, 
se eu subo na hierarquia, eu posso concluir que estou aumentando a granularidade (altura dos níveis); de 
forma análoga, se eu desço na hierarquia, eu estou reduzindo a granularidade (altura dos níveis). 
 
 
 
Ainda nesse sentido, eu posso concluir que o nível de granularidade do Nível C é menor que o nível de 
granularidade do Nível A, dado que está em uma altura mais baixa na hierarquia; de forma análoga, eu 
também posso afirmar que o nível de granularidade do nível A é mais alto que o nível de granularidade 
do Nível C, dado que está em uma altura mais alta na hierarquia. 
 
Para ficar mais fácil de entender, imagine que o Nível A representa Generais do Exército e o Nível C 
representa Soldados do Exército. Quem tem o nível hierárquico maior? O general, logo o nível de 
granularidade (nível de hierarquia) dele é mais alto; já o soltado representa um nível de granularidade 
(nível de hierarquia) mais baixo. 
 
 
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Slice 
 
A operação Slice (em português, “fatiar”) consiste em fixar um único valor de uma dimensão e, a partir 
disso, reduzir o cubo multidimensional para uma subestrutura de menor dimensionalidade. Em termos 
práticos, é como “cortar” o cubo em uma direção específica, mantendo apenas os dados que atendem 
àquele critério. O resultado normalmente é um subcubo ou até mesmo uma matriz bidimensional, 
dependendo da quantidade de dimensões restantes. O objetivo do slice é simplificar a análise, 
permitindo foco total em um recorte específico dos dados. 
 
 
 
Dice 
 
A operação Dice (em português, “cortar”) consiste em selecionar subconjuntos de valores em duas ou 
mais dimensões simultaneamente, criando um subcubo a partir do cubo original. Diferentemente do slice, 
que fixa apenas um valor em uma única dimensão, o Dice aplica filtros múltiplos, restringindo intervalos 
ou conjuntos específicos de valores em várias dimensões ao mesmo tempo. Essa operação é usada 
quando o analista deseja uma visão mais refinada dos dados, combinando critérios e reduzindo 
significativamente o espaço de análise, sem perder a natureza multidimensional. 
 
 
 
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Slice and Dice 
 
Quando realizamos um Slice, fixamos um valor em uma dimensão e reduzimos a dimensionalidade do 
cubo. Quando realizamos um Dice, selecionamos subconjuntos de valores em duas ou mais dimensões, 
mantendo o cubo, porém menor. Ao aplicar Slice and Dice em conjunto, estamos extraindo partes 
específicas do cubo original, criando subcubos ou visões parciais dos dados. Nesse sentido, é 
perfeitamente válido dizer que o cubo está sendo fragmentado, pois apenas uma fração do espaço 
multidimensional original está sendo analisada. 
 
Do ponto de vista teórico, o termo mais preciso é subcubo ou recorte do cubo multidimensional, mas a 
ideia de “fragmentação” ajuda muito na compreensão intuitiva: o cubo completo é progressivamente 
“quebrado” em pedaços menores, cada um representando um contexto analítico específico. Em provas, 
é importante lembrar que slice, dice e slice-and-dice não destroem o cubo, apenas criam visões derivadas 
dele. Assim, “fragmentação” pode aparecer como explicação conceitual, mas não como o nome oficial 
de uma operação OLAP. 
 
 
 
Em suma: a aplicação conjunta das operações slice e dice resulta na criação de subcubos, representando 
recortes ou fragmentações conceituais do cubo multidimensional, sem alterar o cubo original. 
 
Drill Down 
 
Essa operação consiste em aumentar o nível de detalhe da análise, navegando de um nível mais agregado 
para níveis mais detalhados dentro de uma hierarquia de uma dimensão. Em termos conceituais, é o 
movimento do geral para o específico, permitindo que o analista investigue a origem de um resultado 
agregado. O drill down não altera o cubo em si, mas muda o nível hierárquico exibido, aprofundando a 
análise e revelando informações que estavam resumidas em um nível superior. 
 
 
 
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Roll Up 
 
Essa operação consiste em subir o nível de agregação dos dados, navegando de um nível mais detalhado 
para um nível mais resumido dentro de uma hierarquia dimensional. Ela pode ocorrer de duas formas 
principais: (1) agregando valores ao longo de uma hierarquia explícita (Ex: mês → trimestre → ano na 
dimensão tempo) ou (2) reduzindo dimensões, quando se elimina um nível de detalhe para obter uma 
visão mais consolidada. O objetivo do Roll-Up é permitir análises mais macro, respondendo perguntas 
do tipo “qual o total por período maior?”, sacrificando detalhe em troca de visão estratégica. 
 
 
 
Drill-Across 
 
Aqui infelizmente também temos uma polêmica grande, dados que o termo Drill Across é usado de 
formas diferentes na literatura técnica e nas questões de concurso, o que gera interpretações conflitantes. 
Do ponto de vista clássico da modelagem dimensional (Kimball), Drill Across não é uma navegação dentro 
de um único cubo, como ocorre no Drill Down ou Drill Up. Ele ocorre quando o analista compara ou 
combina medidas de tabelas fato diferentes, desde que essas tabelas compartilhem dimensões 
conformadas (mesmo significado, mesma granularidade e mesmas chaves). 
 
 
 
Por outro lado, em questões de prova, algumas bancas tratam

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