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Princípios de Exodontia Simples
Prof Cesar Bassi
Cárie - A extensão e a gravidade da cárie e a indicação de que ele não pode ser mais
restaurado são decisões que devem ser tomadas entre o dentista e o paciente.
Necrose Pulpar - alinhada com a primeira, para se remover um dente é a presença de
necrose pulpar ou pulpite irreversível onde não esteja indicado o tratamento endodôntico.
Casos em que o tratamento endodôntico foi feito, mas falhou em aliviar a dor ou em
fornecer a drenagem, e o paciente não deseja o retratamento.
Doença Periodontal - Uma razão comum para a remoção de um dente é a doença
periodontal severa e extensa. A periodontite do adulto severa presente por muito tempo
levará à perda óssea excessiva e à mobilidade dentária irreversível.
INDICAÇÕES DE EXODONTIA
 Indicações Ortodônticas - Pacientes que irão submeter-se a tratamento ortodôntico
para correção de apinhamento dentário, frequentemente, necessitam de extrações de
dentes para fornecer espaço para o alinhamento dentário.
Dentes Mal Posicionados - Dentes ectópicos ou mal posicionados podem ser indicados
para remoção em várias situações. Se eles traumatizam tecidos moles e não podem ser
reposicionados por meio de tratamento ortodôntico, devem ser extraídos.
Dentes Fraturados - Uma indicação incomum para extração dentária é o dente com uma
trinca na coroa ou com uma raiz fraturada. 
INDICAÇÕES DE EXODONTIA
Dentes Impactados - Os dentes impactados devem ser considerados para remoção.
Dentes Supranumerários - Os dentes supranumerários são, geralmente, impactados e
devem ser removidos. 
Dentes Associados a Lesões Patológicas - Os dentes que estão envolvidos com lesões
patológicas podem necessitar de remoção. 
Radioterapia - Pacientes que receberão radioterapia para câncer oral, ou na região da
cabeça e do pescoço, devem considerar a remoção de dentes na direção da área irradiada.
INDICAÇÕES DE EXODONTIA
Dentes Envolvidos em Fraturas dos Maxilares - Os pacientes que sofrem fraturas da
mandíbula ou processo alveolar, às vezes, devem ter os dentes removidos. 
Questões Financeiras - Uma indicação final para a remoção de dente relaciona-se com a
condição financeira do paciente. Todas as indicações para extração já mencionadas
podem tornar-se mais fortes se o paciente não desejar ou não puder, financeiramente,
apoiar a decisão de manter o dente. 
INDICAÇÕES DE EXODONTIA
Sistêmicas 
doenças metabólicas descompensadas e severas. Diabetes não controlada, falência renal,
cardiopatias severa fazem parte desse grupo.
leucemia e linfoma não controlados não devem ter os dentes removidos até que a doença
maligna possa ser controlada.
gravidez é uma contraindicação relativa às extrações; os pacientes que estejam no
primeiro ou no terceiro trimestre devem ter suas extrações adiadas se for possível. 
coagulopatias severas, como hemofilia, ou distúrbios plaquetários severos não devem ter
seus dentes extraídos até que a coagulopatia tenha sido corrigida.
CONTRAINDICAÇÕES DE EXODONTIA
CONTRAINDICAÇÕES DE EXODONTIA
Locais 
história de radiação terapêutica contra câncer - osteorradionecrose.
dentes que estão localizados dentro de uma área de tumor maligno, não devem ser
extraídos.
pericoronarite severa ao redor de um terceiro molar mandibular impactado não devem ter
o dente extraído até que a pericoronarite tenha sido tratada. 
abscesso dentoalveolar agudo - a resolução mais rápida de uma infecção resultante de
necrose pulpar é obtida com a remoção do dente o mais cedo possível. Portanto, a
infecção aguda não é uma contraindicação para a extração. 
Acesso ao dente
Amplitude de abertura da boca do paciente. 
A localização e a posição do dente a ser extraído no arco dentário - colocação das
alavancas e dos fórceps. 
dentes apinhados ou ectópicos podem causar dificuldade no posicionamento
correto do fórceps no dente a ser extraído.
AVALIAÇÃO CLÍNICA 
 Mobilidade do dente - Dentes que apresentam mobilidade menor que o normal devem
ser, cuidadosamente, avaliados para a presença de hipercementose ou anquilose das
raízes - encontrada com frequência em molares decíduos em retenção prolongada.
AVALIAÇÃO CLÍNICA 
 Condição da coroa - verificar a presença de cáries extensas ou de grandes restaurações
na coroa. Dentes tratados endodonticamente se torna ressecado e fratura com facilidade
quando aplicamos força.
*remover qualquer cálculo grosseiro com uma cureta ou um ultrassom antes da extração.
AVALIAÇÃO CLÍNICA 
É essencial que se obtenha radiografias precisas de qualquer dente a ser removido. 
Radiografias periapicais fornecem a informação mais precisa e detalhada sobre o
dente, suas raízes e o tecido adjacente. 
As radiografias panorâmicas são utilizadas frequentemente, mas o seu melhor uso é
para dentes impactados e não para dentes erupcionados.
A radiografia deve ser, razoavelmente, atual para que demonstre a situação presente.
Radiografias com mais de um ano devem, provavelmente, ser refeitas antes da cirurgia.
EXAME RADIOGRÁFICO
Relação com Estruturas Vitais - 
Superiores - seio maxilar e fossa pterigopalatina;
Inferiores - canal mandibular (molares) e forame mentoniano (pré molares).
EXAME RADIOGRÁFICO
Configuração das raízes 
número de raízes do dente a ser extraído (variações anatômicas);
curvatura das raízes e o grau de convergência radicular;
forma da raiz individual (curtas e cônicas mais fáceis);
tamanho da raiz;
cáries radiculares
reabsorção radicular
tratamento endodôntico (vários anos antes da extração, pode haver anquilose ou a
raiz do dente pode estar mais friável)
EXAME RADIOGRÁFICO
EXAME RADIOGRÁFICO
 Osso circunjacente - O osso que é mais radiolúcido, provavelmente, é menos denso, o
que torna a extração "mais fácil". Entretanto, se o osso aparenta ser radiograficamente
opaco (indicando densidade aumentada) a extração será mais difícil.
Presença de lesões periapicais, como granulomas e cistos, devem ser observadas
previamente nas radiografias para serem removidas durante o procedimento.
EXAME RADIOGRÁFICO
FORAME MENTONIANO
A posição correta possibilita ao cirurgião manter os braços junto ao corpo e fornece
estabilidade e apoio; também permite que o cirurgião mantenha o pulso reto o suficiente
para transmitir força com o braço e o ombro e não com a mão. A força transmitida pode,
então, ser controlada no caso de perda de resistência da raiz ou devida à fratura do osso.
Cirurgiões canhotos devem inverter as instruções quando estiverem trabalhando nos
diversos quadrantes.
ERGONOMIA
A cadeira deve ser inclinada para trás de maneira que o plano oclusal maxilar esteja em
um ângulo de cerca de 30 a 60 graus com o solo. 
A altura da cadeira deve ser de tal forma que a altura da boca do paciente esteja na altura,
ou ligeiramente abaixo, da altura do cotovelo do cirurgião.
ERGONOMIA PARA O ARCO MAXILAR
Durante procedimentos no quadrante direito da maxila, a cabeça do paciente deve ser,
substancialmente, girada para o lado do cirurgião para se obter acesso e visualização
adequados.
Para extração dos dentes na região anterior do arco da maxila, o paciente deve estar
olhando para frente.
A posição para o lado esquerdo do arco maxilar é similar, exceto que a cabeça do paciente
é, ligeiramente, girada para o lado do operador.
ERGONOMIA PARA O ARCO MAXILAR
ERGONOMIA PARA O ARCO MAXILAR
LADO DIREITO ANTERIOR LADO ESQUERDO
O paciente deve ser posicionado em uma posição mais reta, de maneira que, quando com
a boca bem aberta, o plano oclusal esteja paralelo ao solo.
Um bloco de mordida de tamanho adequado deve ser utilizado para estabilizar a
mandíbula quando o fórceps para extração for utilizado.
Deve-se ter cuidado de não utilizar blocos de mordida muito grandes, pois podem
hiperestender os ligamentos da ATM e causar desconforto ao paciente.
A cadeira deve estar mais baixa do que para extração de dentes maxilares.
ERGONOMIA PARA O ARCO MANDIBULAR
Durante a remoção dos dentes posteriores da mandíbulado lado direito, a cabeça do
paciente deve estar totalmente girada para o lado do cirurgião
Quando removemos dentes na região anterior da mandíbula, o cirurgião deve girar para o
lado do auxiliar. 
Quando operamos a região posterior esquerda da mandíbula, o cirurgião deve posicionar-
se à frente do paciente, mas a cabeça deste não deve girar completamente para o lado
daquele.
O cirurgião pode trabalhar de frente para o paciente ou por trás dele.
ERGONOMIA PARA O ARCO MANDIBULAR
ERGONOMIA PARA O ARCO MANDIBULAR
LADO DIREITO ANTERIOR LADO ESQUERDO
ERGONOMIA PARA O ARCO MANDIBULAR
ERGONOMIA PARA EXTRAÇÃO SENTADO
Procedimento que combina os princípios da física e mecânica.
Extrair um dente do processo alveolar deve ser feito sem sequela ou força excessiva.
Uso de força controlada, com delicadeza, de maneira que o dente seja elevado do
processo alveolar e não puxado.
Caso haja uma dificuldade maior no transcirúrgico mudar o planejamento mas não fazer
forças excessivas.
danificar tecidos moles locais;
lesão ao osso e dentes adjacentes;
aumento do desconforto trans e pós-operatório;
aumento da ansiedade do paciente .
PRINCÍPIOS DE EXODONTIA SIMPLES
A remoção de dentes do processo alveolar demanda a utilização dos seguintes princípios
mecânicos e de máquinas simples: 
Alavanca
Cunha
Roda e o eixo.
PRINCÍPIOS MECÂNICOS 
As alavancas dentárias são usadas, primariamente, como elevadores.
mecanismo para transmitir uma força modesta – com as vantagens mecânicas de um
longo braço de ação e um curto braço de resistência – para um pequeno movimento
contra grande resistência.
PRINCÍPIOS MECÂNICOS 
A cunha é útil de várias formas diferentes para a extração de dentes. Primeiro, as pontas
ativas do fórceps são, em geral, finas em suas extremidades; elas se alargam conforme
progridem superiormente. 
Quando o fórceps é usado, deve-se fazer um esforço consciente para forçar as pontas
ativas do fórceps para dentro do espaço do ligamento periodontal na crista óssea para
expandir o osso e forçar o dente para fora do alvéolo.
O princípio da cunha é também útil quando uma alavanca reta é usada para luxar um
dente em seu alvéolo. Uma alavanca pequena é forçada para dentro do espaço do
ligamento periodontal, o que desloca a raiz em direção oclusal e, consequentemente,
para fora do alvéolo.
PRINCÍPIOS MECÂNICOS 
PRINCÍPIOS MECÂNICOS 
A terceira máquina utilizada na extração dentária é a roda e o eixo, mais intimamente
identificada com a alavanca triangular ou o tipo bandeira. O cabo funciona funciona como
eixo e a ponta da alavanca triangular atua como uma roda e eleva a raiz para fora do
alvéolo.
PRINCÍPIOS MECÂNICOS 
As alavancas auxiliam na luxação do dente, e o fórceps continua esse processo por meio
da expansão óssea e ruptura do ligamento periodontal. 
Os dois objetivos do uso do fórceps são:
expansão do alvéolo ósseo com o uso das pontas ativas em forma de cunha e dos
movimentos do próprio dente com o fórceps;
remoção do dente do alvéolo.
PRINCÍPIOS PARA USO DE ALAVANCAS E FÓRCEPS 
O fórceps pode aplicar cinco movimentos principais para luxar os dentes e expandir o
alvéolo ósseo. 
a.Pressão apical - expansão óssea e deslocamento do centro de rotação do dente
apicalmente
b.Força vestibular - expansão da crista óssea, maior nos dentes maxilares e anteriores
inferiores
c.Pressão palatina/lingual - expansão da crista óssea, maior nos molares inferiores
d.Pressão rotacional - raízes únicas ou cônicas, e não dilaceradas
e.Forças de tração - remover dente do alvéolo
PRINCÍPIOS PARA USO DE FÓRCEPS 
PRINCÍPIOS PARA USO DE FÓRCEPS 
PRINCÍPIOS PARA USO DE FÓRCEPS 
PRINCÍPIOS PARA USO DE FÓRCEPS 
PRINCÍPIOS PARA USO DE FÓRCEPS 
Conhecida como "técnica simples". 
A técnica aberta é também conhecida como técnica cirúrgica ou a retalho.
A técnica correta para qualquer situação deve levar a uma extração atraumática, seguindo
os critérios básicos:
acesso e visualização adequados do campo operatório; 
uma via desimpedida para a remoção do dente;
o uso de força controlada para luxar e remover o dente.
PROCEDIMENTOS PARA EXTRAÇÃO FECHADA
Cinco etapas principais formam o procedimento de extração fechada:
Liberação dos tecidos moles aderidos à porção cervical do dente - descolamento do
tecido mole peridentário a fim de que os instrumentais possam posicionar-se o apical
possível com o mínimo de trauma ao tecido mole circunjacente.
PROCEDIMENTOS PARA EXTRAÇÃO FECHADA
Luxação do dente com uma alavanca dentária - A expansão e a dilatação do osso
alveolar e a ruptura do ligamento periodontal só são obtidas com a luxação do dente.
A alavanca é inserida perpendicular ao dente no espaço interdental, após o
descolamento da papila interdental. O giro lento, forte e consistente do cabo move o
dente em uma direção posterior.
PROCEDIMENTOS PARA EXTRAÇÃO FECHADA
Adaptação do fórceps ao dente - O fórceps apropriado é, então, escolhido para o
dente a ser extraído. A ponta ativa lingual, geralmente, é posicionada primeiro e, só
depois, a ponta ativa vestibular é posicionada. 
Deve-se ter cuidado de verificar que as extremidades das pontas ativas estejam
abaixo do tecido mole e que não estejam apreendendo um dente adjacente. 
Se as pontas ativas não estiverem paralelas ao longo eixo do dente, provavelmente
a raiz do dente irá fraturar.
O fórceps é, então, forçado o mais apicalmente possível para apreender a raiz do
dente o mais apicalmente possível.
PROCEDIMENTOS PARA EXTRAÇÃO FECHADA
PROCEDIMENTOS PARA EXTRAÇÃO FECHADA
Luxação do dente com o fórceps - A maior parte da força é direcionada para o osso
mais fino e, consequentemente, mais fraco. 
Na maxila e em todos os dentes mandibulares com exceção dos molares, o
principal movimento é vestibular (p. ex., na direção da camada mais fina de osso).
O cirurgião utiliza uma força lenta e constante para deslocar o dente
vestibularmente, em vez de uma série de movimentos pequenos e rápidos que
pouco fazem para expandir o osso.
Conforme o osso alveolar começa a se expandir, o fórceps é reposicionado
apicalmente com um movimento deliberado e firme, que causa expansão adicional
do osso alveolar e desloca, ainda mais, para apical o centro de rotação.
PROCEDIMENTOS PARA EXTRAÇÃO FECHADA
Remoção do dente do alvéolo - A força de tração deve ser minimizada, pois é o último
movimento que é usado, uma vez que o processo alveolar esteja expandido o
suficiente e o ligamento periodontal, completamente rompido.
A luxação do dente com o fórceps e a remoção do dente do osso são etapas
distintas da extração.
O principal papel do fórceps não é remover o dente, mas, na verdade, expandir o
osso para que o dente possa ser removido.
PROCEDIMENTOS PARA EXTRAÇÃO FECHADA
Os seguintes três fatores devem ser reenfatizados: 
o fórceps deve estar posicionado o mais apicalmente possível e ser reposicionado
periodicamente durante a extração;
as forças aplicadas nas direções vestibular e lingual devem ser lentas e firmes, e não
simples sacudidas despretensiosas;
a força deve ser mantida por vários segundos para permitir tempo suficiente para que
o osso se expanda. 
Deve-se lembrar que os dentes não são puxados; na verdade, eles são, gentilmente,
elevados do alvéolo uma vez que o processo alveolar tenha sido suficientemente
expandido.
PARAR MEMORIZAR!!! 
Responsável por afastar os tecidos moles da bochecha, dos lábios e da língua para
fornecer uma visualização adequada da área da cirurgia. 
Ela ajuda não só a proteger outros dentes do fórceps, caso ele escape, de repente, do
alvéolo dentário, como também a estabilizar a cabeça do paciente durante o processo da
extração. 
Papel importante no apoio de estabilização da mandíbula na extração de dentes inferiores.
Apoia o processo alveolar e fornece informações táteis para o cirurgião a respeito da
expansão do processo alveolar durante o período de luxação.
Em algumas situações, é impossível para a mão oposta executartodas essas funções ao
mesmo tempo, de modo que o cirurgião necessita de um assistente para auxiliar com
algumas delas. 
FUNÇÃO DA MÃO OPOSTA
Iniciar pelos dentes maxilares
anestesia infiltrativa com início e absorção mais rápida;
resíduos, pedaços de dente, amálgamas ou coroas fraturadas podem cair no alvéolo
mandibular operado antes;
geralmente são mais fáceis do que os dentes mandibulares;
Início dos dentes mais posteriores para anteriores
uso mais efetivo das alavancas
os primeiros molares e caninos são os mais dificeis de serem extraídos e devem ser
deixados por último
EXODONTIAS MÚLTIPLAS
Sequência para ambas as arcadas:
a.dentes maxilares posteriores, deixando os primeiros molares;
b.dentes maxilares anteriores, deixando o canino;
c.primeiros molares maxilares;
d.caninos maxilares;
e.dentes mandibulares posteriores, deixando os primeiros molares mandibulares;
f.dentes mandibulares anteriores, deixando os caninos mandibulares;
g.primeiros molares mandibulares;
h.caninos mandibulares;
EXODONTIAS MÚLTIPLAS
O alvéolo deve ser debridado apenas se necessário, como nos casos em que a lesão
periapical é visível na radiografia pré-operatória.
Se algum resíduo é óbvio, como cálculo, amálgama, ou fragmento de dente permanecer no
alvéolo, ele deve ser gentilmente removido com cureta ou ponta do aspirador. 
Entretanto, se não há nem lesão periapical nem debris, o alvéolo não deve ser curetado.
CUIDADOS COM ALVÉOLO PÓS-EXTRAÇÃO 
As corticais ósseas vestibulares e linguais/palatinas expandidas devem ser comprimidas
de volta à configuração original por meio de compressão bidigitada - manobra de
Chompret. 
Deve-se tomar cuidado para não reduzir muito o alvéolo
Remover tecido de granulação gengival com a cureta, tesoura de tecido ou pinça
hemostática. 
CUIDADOS COM ALVÉOLO PÓS-EXTRAÇÃO 
Regularizar espícula ósseas criteriosamente com uma lima para osso ou aparados com
pinça goiva/alveolótomos ou até mesmo as brocas para desgaste ósseo.
O controle inicial da hemorragia é conseguido usando uma gaze úmida de 5 x 5 cm
colocada sobre o alvéolo da extração, posicionada de tal forma que o paciente consiga
ocluir os dentes e que ela se encaixe no espaço previamente ocupado pela coroa do dente.
CUIDADOS COM ALVÉOLO PÓS-EXTRAÇÃO 
Princípios de Exodontia Complexas
Prof Cesar Bassi
Significa divisão dos tecidos moles, demarcados por:
Incisão cirúrgica; 
Suprimento sanguíneo próprio;
Acesso cirúrgico aos tecidos adjacentes;
Recolocado na posição original;
Mantido por suturas até que cicatrizem. 
Base mais ampla que a margem livre, todas as áreas do retalho com via de vascularização
ininterrupta.
Tamanho adequado para afastamento, visualização e inserção dos instrumentais de
exodontia adequadamente.
PRINCÍPIOS DE RETALHO
PRINCÍPIOS DE RETALHO
Retalho em envelope (sem incisões relaxantes/verticais) seu comprimento Antero-
posterior deve estender-se dois dentes anteriores e um posterior à área da cirurgia.
Incisão relaxante deverá estender-se desde um dente anterior e até um posterior à area
da cirurgia.
Maxila - de cima para baixo
Mandíbula - de baixo para cima
PRINCÍPIOS DE RETALHO
Retalho mucoperiosteal de espessura total - descolamento da mucosa, submucosa e
periósteo.
Periósteo é o principal tecido responsável pela cicatrização óssea 
Proteção de estruturas nobres - nervos lingual mentoniano e artéria palatina maior
A incisão do retalho deve estar pelo menos 6 a 8mm de distância do defeito ósseo criado
na cirurgia.
Iniciar o descolamento na papila - sempre tocando osso, gaze pode auxiliar.
Afastador apoiado em osso, PROTEGENDO O RETALHO.
PRINCÍPIOS DE RETALHO
RETALHO MUCOPERIOSTEAL
PRINCÍPIOS DE RETALHO
PRINCÍPIOS DE RETALHO
PRINCÍPIOS DE RETALHO
EVITAR INCISÕES VERTICIAS:
Na superfície lingual da mandíbula e palatina da maxila;
Na região de pré molares inferiores - lesão ao nervo mentoniano;
Não cruzar proeminências ósseas, como eminência canina, por aumento na tensão da
sutura e risco maior de deiscência da ferida. 
A incisão vertical deve cruzar a margem gengival livre no espaço entre o longo eixo do
dente e o longo eixo da papila.
PRINCÍPIOS DE RETALHO
PRINCÍPIOS DE RETALHO
Sulcular - incisão ao longo do sulco gengival e rebatimento apical do retalho - produz
retalho em envelope;
paciente edentulo a incisão é ao longo da crista alveolar do rebordo;
Retalho de três ângulos ou triangular - sulcular com uma incisão vertical relaxante;
Retalho quadrangular - incisão envelope com duas incisões relaxantes;
Semilunar - acesso ao ápice radicular sem traumas a papila e margem gengival
Incisão em Y - útil no palato duro para remoção de tórus palatino
TIPOS DE RETALHO MUCOPERIOSTEO
RETALHO SULCULAR
RETALHO SULCULAR
RETALHO SULCULAR
RETALHO SULCULAR
RETALHO TRIANGULAR
RETALHO QUADRANGULAR
RETALHO QUADRANGULAR
RETALHO QUADRANGULAR
RETALHO QUADRANGULAR
RETALHO QUADRANGULAR
RETALHO SEMILUNAR
INCISÃO EM Y
INDICAÇÕES PARA EXTRAÇÃO ABERTA
Possibilidade de uso excessivo de força;
Insucesso com extração à fórceps;
Constatação pré operatória de um osso espesso/denso (bruxismo, apertamento dentário)
Pacientes idosos - hipercementose 
Dilaceração radicular
Íntima relação com seio maxilar ou canal mandibular
Dentes com coroas destruídas
Dentes com canal tratado - anquilose dentária
Objetivo de melhor visualização para realização de ostectomias e/ou odontossecção sem
lesão aos tecidos moles adjacentes 
Dúvidas?
Prof. Cesar Bassi
REFERÊNCIAS 
	Princípios de Exodontia Simples
	INDICAÇÕES DE EXODONTIA
	INDICAÇÕES DE EXODONTIA
	INDICAÇÕES DE EXODONTIA
	INDICAÇÕES DE EXODONTIA
	CONTRAINDICAÇÕES DE EXODONTIA
	Sistêmicas
	CONTRAINDICAÇÕES DE EXODONTIA
	Locais
	AVALIAÇÃO CLÍNICA
	AVALIAÇÃO CLÍNICA
	AVALIAÇÃO CLÍNICA
	EXAME RADIOGRÁFICO
	EXAME RADIOGRÁFICO
	EXAME RADIOGRÁFICO
	EXAME RADIOGRÁFICO
	EXAME RADIOGRÁFICO
	Osso circunjacente - O osso que é mais radiolúcido, provavelmente, é menos denso, o que torna a extração "mais fácil". Entretanto, se o osso aparenta ser radiograficamente opaco (indicando densidade aumentada) a extração será mais difícil.
	Presença de lesões periapicais, como granulomas e cistos, devem ser observadas previamente nas radiografias para serem removidas durante o procedimento.
	ERGONOMIA
	ERGONOMIA PARA O ARCO MAXILAR
	ERGONOMIA PARA O ARCO MAXILAR
	ERGONOMIA PARA O ARCO MAXILAR
	ERGONOMIA PARA O ARCO MANDIBULAR
	ERGONOMIA PARA O ARCO MANDIBULAR
	ERGONOMIA PARA O ARCO MANDIBULAR
	ERGONOMIA PARA O ARCO MANDIBULAR
	ERGONOMIA PARA EXTRAÇÃO SENTADO
	PRINCÍPIOS DE EXODONTIA SIMPLES
	PRINCÍPIOS MECÂNICOS
	PRINCÍPIOS MECÂNICOS
	PRINCÍPIOS MECÂNICOS
	PRINCÍPIOS MECÂNICOS
	PRINCÍPIOS MECÂNICOS
	PRINCÍPIOS PARA USO DE ALAVANCAS E FÓRCEPS
	PRINCÍPIOS PARA USO DE FÓRCEPS
	PRINCÍPIOS PARA USO DE FÓRCEPS
	PRINCÍPIOS PARA USO DE FÓRCEPS
	PRINCÍPIOS PARA USO DE FÓRCEPS
	PRINCÍPIOS PARA USO DE FÓRCEPS
	PROCEDIMENTOS PARA EXTRAÇÃO FECHADA
	PROCEDIMENTOS PARA EXTRAÇÃO FECHADA
	PROCEDIMENTOS PARA EXTRAÇÃO FECHADA
	PROCEDIMENTOS PARA EXTRAÇÃO FECHADA
	PROCEDIMENTOS PARA EXTRAÇÃO FECHADA
	PROCEDIMENTOS PARA EXTRAÇÃO FECHADA
	PROCEDIMENTOS PARA EXTRAÇÃO FECHADA
	PARAR MEMORIZAR!!!
	FUNÇÃO DA MÃO OPOSTA
	EXODONTIAS MÚLTIPLAS
	EXODONTIAS MÚLTIPLAS
	CUIDADOS COM ALVÉOLO PÓS-EXTRAÇÃO
	Entretanto, se não há nem lesão periapical nem debris, o alvéolo não deve ser curetado.
	CUIDADOS COM ALVÉOLO PÓS-EXTRAÇÃO
	CUIDADOS COM ALVÉOLO PÓS-EXTRAÇÃO
	Princípios de Exodontia Complexas
	PRINCÍPIOS DE RETALHO
	PRINCÍPIOS DE RETALHO
	PRINCÍPIOS DE RETALHO
	PRINCÍPIOS DE RETALHO
	RETALHO MUCOPERIOSTEAL
	PRINCÍPIOS DE RETALHO
	PRINCÍPIOS DE RETALHO
	PRINCÍPIOS DE RETALHO
	PRINCÍPIOS DE RETALHO
	PRINCÍPIOS DE RETALHO
	TIPOS DE RETALHO MUCOPERIOSTEO
	RETALHO SULCULAR
	RETALHO SULCULAR
	RETALHO SULCULAR
	RETALHO SULCULAR
	RETALHO TRIANGULAR
	RETALHO QUADRANGULAR
	RETALHO QUADRANGULAR
	RETALHO QUADRANGULAR
	RETALHO QUADRANGULAR
	RETALHO QUADRANGULAR
	RETALHO SEMILUNAR
	INCISÃO EMY
	INDICAÇÕES PARA EXTRAÇÃO ABERTA
	Objetivo de melhor visualização para realização de ostectomias e/ou odontossecção sem lesão aos tecidos moles adjacentes
	Dúvidas?
	REFERÊNCIAS