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Mecanismos_02
22 pág.

Capitulo 2 de mecanismos

Elementos de Máquinas Universidade Estácio de SáUniversidade Estácio de Sá

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Craque NetoCraque Neto

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Resumo sobre Mecanismos Articulados O capítulo 2 do material aborda os sistemas articulados , com foco em diferentes tipos de mecanismos, como o mecanismo de quatro barras, o mecanismo cursor-manivela, e outros mecanismos que geram movimento harmônico simples. O mecanismo de quatro barras, um dos mais simples e úteis, é descrito como um quadrilátero articulado que transforma movimento de rotação em oscilação. A peça 1 é o suporte fixo, enquanto a manivela 2 pode girar ou oscilar, resultando em movimento oscilatório da peça 4. É importante considerar o dimensionamento das peças para evitar pontos mortos, que ocorrem quando a linha de ação da força acionadora se alinha com a peça 4. O capítulo também discute a equação do ângulo de transmissão, que é crucial para a análise do funcionamento do mecanismo. Mecanismo de Quatro Barras O mecanismo de quatro barras é caracterizado por sua simplicidade e versatilidade. Quando a manivela 2 gira, não há risco de travamento, mas se oscila, é necessário um cuidado especial no dimensionamento das peças para evitar pontos mortos. O ângulo de transmissão, que é a relação entre as peças 3 e 4, é fundamental para garantir um funcionamento eficiente. A análise do ângulo de transmissão é realizada utilizando a Lei dos Cossenos, resultando em equações que permitem calcular o ângulo γ em função do ângulo de entrada θ2. É importante notar que para cada valor de θ2, existem dois arranjos possíveis do mecanismo, o que implica que a configuração do mecanismo pode influenciar seu desempenho. Além disso, o capítulo menciona que, para uma transmissão de força ideal, as peças 3 e 4 devem estar quase perpendiculares durante o movimento. Se o ângulo de transmissão se desviar de +90° ou -90° por mais de 45° ou 50°, o mecanismo pode parar devido ao atrito nas juntas. O texto também apresenta diferentes arranjos do mecanismo de quatro barras, como o cruzado, onde as peças 2 e 4 giram em sentidos opostos, e o arranjo onde as peças opostas têm o mesmo comprimento, mantendo-se paralelas. Mecanismo Cursor-Manivela e Outros Mecanismos O mecanismo cursor-manivela é amplamente utilizado em motores de combustão interna, onde a manivela (peça 2) aciona a biela (peça 3) que, por sua vez, movimenta o êmbolo (peça 4). Durante o ciclo de operação, ocorrem dois pontos mortos, e um volante é necessário para evitar que o mecanismo pare nessas posições. O capítulo fornece equações para calcular o deslocamento, velocidade e aceleração do cursor, utilizando a geometria do mecanismo. Além disso, discute a possibilidade de inversões do mecanismo cursor-manivela, onde diferentes peças podem ser fixadas, resultando em variações que têm aplicações em motores de avião e máquinas a vapor. O capítulo também aborda o garfo escocês , que gera movimento harmônico simples e é utilizado em diversas aplicações, como mesas vibratórias e geradores de seno e cosseno. Os mecanismos de retorno rápido são discutidos, destacando sua importância em máquinas operatrizes, onde um curso de corte lento é seguido por um retorno rápido. A razão entre os ângulos descritos pela manivela durante esses cursos é crucial para o desempenho do mecanismo. Juntas e Mecanismos de Movimento Intermitente O texto também explora diferentes tipos de juntas, como a junta de Oldham, que conecta eixos paralelos, e a junta de Hooke, que interliga eixos cruzados. As juntas homocinéticas, como as de Weiss, Rzeppa e Tracta, são apresentadas como soluções para transmitir movimento com uma razão de velocidades angulares constante, especialmente em veículos de tração dianteira. O capítulo conclui com uma discussão sobre mecanismos de movimento intermitente, como a roda de Genebra e mecanismos de catraca, que são utilizados para transformar movimento contínuo em intermitente, com aplicações em máquinas operatrizes e relógios. Destaques O mecanismo de quatro barras é um sistema articulado que transforma movimento de rotação em oscilação, sendo crucial evitar pontos mortos. O ângulo de transmissão é fundamental para a eficiência do mecanismo e pode ser calculado usando a Lei dos Cossenos. O mecanismo cursor-manivela é amplamente utilizado em motores de combustão interna e pode ser invertido para diferentes aplicações. Juntas como a de Oldham e a de Hooke são essenciais para conectar eixos em diferentes configurações, enquanto as juntas homocinéticas garantem uma transmissão de movimento suave. Mecanismos de movimento intermitente, como a roda de Genebra, são importantes para aplicações que requerem movimento controlado e preciso.