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Emmanuel Marinho 
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. 
Nascido Emmanuel Marinho do Nascimento Filho (17 de julho de 1956) em Dourados no estado do Mato Grosso do
 Sul, filho de dona Sônia Geraldi Marinho, é um poeta, ator e educador brasileiro singularizado pela sensibilidade, si
mplicidade das suas poesia que tratam com os temas universais como o amor, terra, vida, desigualdade e o pão.[1][2]
 
 
 
Índice 
1 Biografia 
2 Obras 
3 Prêmios 
4 Frases 
5 Ligações externas 
6 Referências 
Biografia 
Emmanuel Iniciou a carreira em meados da década de 1970 ainda na adolescência quando concebeu o primeiro poe
ma “Índia Velha”, fez muito sucesso na geração de jovens que viviam sobre o clima criado pelo Governo Militar, ga
nhou reconhecimento na composição de poemas, com destaque também na edição em livros e na interpretação deles 
no teatro e na música. Formado academicamente em psicologia e pós-graduado em artes cênicas pela UFRJ, é uma fi
gura importantíssima para a cultura acadêmica Douradense, tendo suas obras como obrigatória nos vestibulares, mes
trados e doutorados das universidades locais como a UFGD, UFMS, UNESP e USP. Pesquisando a cultura sul-mato-
grossense, Marinho desenvolveu uma linguagem artística entre o teatro, a música e a literatura. Deste trabalho result
ou a publicação de oito livros, um CD e vários espetáculos teatrais. Seus poemas e músicas tratam de questões como 
a política regional, a questão indígena e a cidade de Dourados (MS) mas apresenta principalmente temáticas univers
ais: amor, terra, vida, desigualdade, pão, poesia. 
 
A singularidade e a qualidade de suas obras levaram Emmanuel Marinho a vários lugares do País e do exterior, com
o o Fórum Barcelona de Cultura (Espanha) em 2004, e aos eventos literários mais importantes do Brasil: Jornada de 
Literatura em Passo Fundo (RS) em 2005; Festa Literária Internacional de Paratiy (RJ) em 2006 e ao Congresso de L
eitura do Brasil (Cole) da Universidade de Campinas (SP) no ano de 2012. 
 
Emmanuel é visceral no palco, revelando-se um ator que já trabalhou com consagrados nomes do teatro brasileiro e 
concebeu espetáculos elogiados pela crítica e pelo público, além do sucesso que faz dentro e fora de Mato Grosso do
 Sul, o poeta já foi citado em duas publicações de nível nacional: na revista “Palavra”, em matéria sobre poesia, no m
ês de setembro 2001, o poeta carioca Chacal menciona “os cobras da palavra viva: Vinícius de Moraes, Caetano Vel
oso, Arnaldo Antunes, Alen Ginsberg e Emmanuel Marinho”. Na Revista “Trip” o apresentador da Rede Globo, Caz
é, em longa entrevista, disse como tudo começou com a poesia: “... um amigo, Emmanuel Marinho, poeta do Mato 
Grosso do Sul, me chamou para apresentar uns poemas em seu espetáculo. Foi a primeira experiência de falar em pú
blico. A partir daí, comecei a escrever poemas para declamar...” 
 
Atualemte coordenador de cultura da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), depois que assumiu a coo
rdenação de Cultura da UFGD, Emmanuel Marinho conseguiu novos espaços para os artistas locais e conseguiu colo
car Dourados na rota dos mais importantes eventos culturais e artísticos do Mato Grosso do Sul. 
 
Obras 
Livros: Ópera 3 (1980), Cantos de Terra (1982), Jardim das Violetras (1983), Margem de Papel (1994), Satilírico (1
995), Caixa de Poemas (1997), Caixa das Delícias (2003) e Encantares (2015).[1] 
 
Música: gravou o disco Teré, já em sua segunda edição, que reuniu nomes singulares da música brasileira - Itamar A
ssumpção, Paulo Lepetit, Toninho Ferragguti, Alzira Espíndola, Pedro Luis e a Parede, entre outros.[3]. Em 2015 lan
ça o CD ENCANTARES em parceria com Paulo Lepetit 
 
Teatro: criador e intérprete dos espetáculos "Margem de Papel", "O Encantador de Palavras", "Satilírico", "Solo para
 Palavras e Sanfona de Brinquedo" , " Tudo Porã por Aqui " , "Porã", " A Bicicleta do Poeta ", " Encantares ", " Com
 a Palavra, o Poeta! " espetáculos solo, com encenação e texto do poeta..[1] 
 
Prêmios 
Prêmio Marçal de Souza - Pela Defesa dos direitos humanos, concedido pela Câmara Municipal de Dourados – MS, 
em 1995 
Cidadão Da Paz, concedido pela Comunidade Bahá'i do Brasil em 1996, e novamente o Prêmio Marçal De Souza - P
ela Defesa dos direitos humanos concedido pela Assembléia Legislativa de MS em 1997 
Prêmio Funarte de Circulação Literária [4] 
Frases 
"Poesia não compra sapato, mas como andar sem poesia?" 
"poesia tem de ler o mundo, tem de perturbar a ordem publica e protestar nas praças pela paz." 
Ligações externas 
Site Oficial 
Referências 
 Kátia Kuratone (7 de janeiro de 2008). «Poeta Emmanuel Marinho apresenta-se no Som da Concha dia 20». midiam
ax.com. Consultado em 27 de abril de 2011 
 Correio do Estado (27 de novembro de 2008). «Emmanuel Marinho encerra espetáculo solo em Dourados apresenta
-se no Som da Concha dia 20». correiodoestado.com.br. Consultado em 27 de abril de 2011 
 Da redação (26 de setembro de 2008). «Poeta Emmanuel Marinho se apresenta hoje em Escola de Fátima do Sul». f
atimanews.com.br. Consultado em 27 de abril de 2011 
 «Emmanuel Marinho conquista "Prêmio Funarte de Circulação Literária"». ufgd.edu.br. Consultado em 27 de abril 
de 2011 
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Wd: Q10272457WorldCatVIAF: 73087861 
Categorias: Nascidos em 1956HomensPoetas de Mato Grosso do SulNaturais de Dourados 
Esta página foi editada pela última vez às 07h13min de 24 de julho de 2019. 
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