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INFORMÁTICA
GNU/Linux
Livro Eletrônico
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GNU/Linux
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Fabrício Melo
Sumário
GNU/Linux ............................................................................................................................................................................3
Introdução ............................................................................................................................................................................3
História do Linux ..............................................................................................................................................................3
Composição do Linux .....................................................................................................................................................4
As Distribuições Linux ................................................................................................................................................18
Comandos do Linux ......................................................................................................................................................20
Entendendo as Permissões no Linux ................................................................................................................39
Detalhando as Permissões .....................................................................................................................................40
Estrutura de Diretórios e Arquivos ....................................................................................................................44
Alguns Softwares Presentes no Linux .............................................................................................................49
Configurações do Linux Ubuntu ...........................................................................................................................52
Teclas de Atalhos..........................................................................................................................................................63
Resumo ...............................................................................................................................................................................65
Questões de Concurso ...............................................................................................................................................86
Gabarito ........................................................................................................................................................................... 100
Gabarito Comentado ................................................................................................................................................. 101
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GNU/Linux
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Fabrício Melo
GNU/LINUX
Utilizaremos, em nossa aula, em alguns exemplos, a distribuição Ubuntu 18.04.
Seja bem-vindo(a)!
A diferença do que pedem de Windows para Linux é que, para o Linux, as bancas seguem 
mais a vertente dos conceitos e quase nada de prática. Já no caso do Windows, cobram con-
ceitos e prática.
Introdução
HIstórIa do LInux
Linux é uma cópia do Unix feita por Linus Torvalds, junto com um grupo de hackers pela 
internet, seguindo o padrão POSIX (família de normas definidas para a manutenção de compa-
tibilidade entre sistemas operacionais), padrão usado pelas estações UNIX e desenvolvido na 
linguagem de programação C.
Em 1991, Linus Torvalds, finlandês, criou um clone do sistema Minix (sistema operacional 
desenvolvido por Andrew Tannenbaun, que era semelhante ao UNIX), e o chamou de Linux. 
LINUS + UNIX = LINUX.
Linus Torvalds e o Tux.
CURIOSIDADE: você sabe qual o motivo de a mascote do Linux ser um pinguim? Simples-
mente pelo fato de o Linus Torvalds gostar de pinguins. Em uma discussão em grupos, ele 
declarou que tinha simpatia pelo animal. Isso bastou para o mundo adotá-lo como o símbolo 
do Linux. O nome dele é Tux.
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GNU/Linux
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Fabrício Melo
001. (FUNCAB/CRF/RO/ASSISTENTE/2015) Linus Torvalds criou o sistema operacional 
Linux com base em que linguagem de programação?
a) Fortran
b) Haskel
c) Clipper
d) C
e) Pascal
Linguagem C e alguns traços da linguagem Assembly.
Letra d.
002. (CEBRASPE/CNJ/TÉCNICO/2013) O kernel do Linux está constantemente em desen-
volvimento por uma comunidade de programadores, mas para garantir a sua qualidade e in-
tegridade, existem mantenedores do kernel, como o Linus Torvalds, que analisam e julgam a 
pertinência das alterações.
Citando o nome do mantenedor do Linux, Linus Torvalds. Sobre o termo Kernel, citado no item, 
estudaremos logo à frente.
Certo.
ComposIção do LInux
Por ser um sistema operacional, o Linux tem a função de gerenciar todo o funcionamento de 
um computador. Tanto a parte de hardware (parte física) como a parte de software (parte lógica).
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GNU/Linux
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Fabrício Melo
O sistema operacional Linux é composto pelos seguintes componentes:
Kernel (núcleo): é o coração do sistema operacional. Ele representa a camada mais baixa 
de interface com o hardware, pois faz a comunicação mais básica entre ele e o software, sendo 
responsável por gerenciar os recursos do sistema. No caso do Linux, o código-fonte (receita do 
programa) é aberto, disponível para qualquer pessoa ter acesso, assim podendo modificá-lo.
Shell (concha): o intérprete de comandos é a interface entre o usuário e o sistema operacional. 
A interface Shell funciona como o intermediário entre o sistema operacional e o usuário graças às 
linhas de comando escritas por ele. A sua função é ler a linha de comando, interpretar seu significado, 
executar o comando e devolver o resultado pelas saídas. Na verdade, a interface Shell é um arquivo 
executável, encarregado de interpretar comandos, transmiti-los ao sistema e devolver resultados.
O Linux possui vários tipos de Shell, os mais populares, sh (Bourne shell), o bash (Bourne 
again shell), o csh (C Shell), o Tcsh (Tenex C shell), o ksh (Korn shell) e o zsh (Zero shell).
Prompt de comando: é a forma mais arcaica de o usuário interagir com o Kernel por meio do Shell.
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Interface gráfica (GUI): conhecida também como gerenciador de desktop/área de trabalho, 
é a forma mais recente de o usuário interagir com o sistema operacional. A interação é feita 
por meio de janelas, ícones, botões, menus e utilizando o famosopara que o mes-
mo seja interpretado como um caractere comum. Assinale a alternativa que apresenta a outra 
finalidade da barra invertida (\).
a) Indicar o ponto de interrupção de um comando.
b) Marcar ou desmarcar opções em um grupo de opções.
c) Indicar que um comando irá continuar na próxima linha.
d) Mostrar quais foram os últimos comandos acionados na sessão atual.
�Como estudado acima, a barra invertida (\) tem 2 (duas) funções no prompt do Linux. O que foi 
mencionado no enunciado e o citado pela letra “c”.
Letra c.
052. (IDECAN/CBMDF/MANUTENÇÃO/2017) Considere as afirmativas sobre comandos no 
Sistema Operacional Linux.
I – ls é utilizado para exibir o conteúdo do arquivo.
II – pwd exibe o nome diretório corrente.
III – dl mostra o espaço em disco livre.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
a) I.
b) II.
c) I e II.
d) II e III.
�I – ls é para exibir a listagem de arquivos de um diretório. cat: exibir o conteúdo do arquivo.
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�II – pwd: exibir o diretório corrente.
�III – dl não tem funcionalidade no Linux. O comando correto seria: df.
Letra b.
053. (IDECAN/CBMDF/SOLDADO/2017) Considere as afirmativas sobre a utilização de co-
mandos nos sistemas operacionais de ambiente Linux.
I – O comando search é utilizado para localizar arquivos.
II – O comando dir é utilizado para listar o conteúdo de um diretório.
III – O comando rm é utilizado para excluir arquivos.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
a) I.
b) II.
c) III.
d) II e III.
I – find é comando para localizar arquivos.
II – tanto o dir como ls servem para a listagem do conteúdo de um diretório.
III – rm (remove) excluir arquivos.
Letra d.
054. (CEBRASPE/TCU/TÉCNICO/2015) O interpretador de comandos do Linux permite defi-
nir uma sequência de comandos a serem executados, de forma que a saída de um comando 
seja usada como a entrada do próximo. Para que isso ocorra, os comandos devem ser conec-
tados por meio do caracter &, por exemplo: comando1 & comando2.
�O caractere que separa o comando de entrada e o de saída é o pipe “|”. O “&”, quando usado 
entre dois comandos, teria que ser usado em duplicidade && e serviria para informar ao Linux 
para executar o segundo comando somente após a execução com sucesso do primeiro. E a 
outra função do “&” é quando o usuário deseja executar um comando em segundo plano (ba-
ckground). Basta colocar o & ao final do comando.
Errado.
055. (CEBRASPE/SEPLAGEDUC/MONITOR/2009) O caractere & acrescentado ao final de 
uma linha que contém um comando no Linux resulta em uma forma de colocar o processo, 
inicializado por linha de comando, para executar em background, ou seja, em segundo plano.
Quando um comando é digitado, ele será executado em primeiro plano (foreground). Mas, caso 
seja acrescentado o & após o comando, ele será executado em segundo plano (background).
Certo.
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056. (CEBRASPE/MTE/ANALISTA/2015) No Linux, o comando cat arq1 >> arq2 | less lista o 
conteúdo dos arquivos arq1 e arq2 com paginação das telas.
cat: exibe as informações de um arquivo. Os símbolos “>>“ redirecionam o que foi lido pelo 
comando anterior para o próximo comando. Arq 1 >> arq2 irá redirecionar o que foi lido no 
primeiro comando para o segundo. E o pipe “|” para juntar o primeiro (comando de entrada) 
com o segundo (comando de saída). Assim, o comando criaria um arquivo com o conteúdo de 
ambos em arq2, tela por tela.
Errado.
057. (UNIVERSA/PC-DF/AGENTE/2009) A respeito do Linux, assinale a alternativa correta.
a) Kernel é o nome genérico de uma classe de programas que funcionam como interpretador 
de comandos.
b) O Linux é um sistema operacional monotarefa.
c) O sistema operacional Linux foi criado em 1991 por Linux Benedict Torvalds.
d) Um dos comandos básicos do Linux é o CAL, que exibe o calendário do mês correspondente 
à data atual do sistema ou de um mês e ano especificado.
e) O c ódigo-fonte aberto permite que qualquer pessoa veja como o sistema funciona, poden-
do modificá-lo e vendê-lo livremente.
O PULO DO GATO
�a) Errada. Kernel é o núcleo do sistema operacional. Interpretador de comandos: sh, bash, terminal...
�b) Errada. O Linux é um sistema operacional multitarefa.
�c) Errada. Foi criado em 1991 por LINUS Benedict Torvalds, e não Linux.
�d) Certa. Era para ser a alternativa certa. Porém, o comando cal foi cobrado em caixa alta 
(CAL). O Linux, por ser case sensitive, não reconhece comandos principais em caixa alta, ape-
nas em caixa baixa.
�e) Errada. Pode ser vendida a distribuição, e não o código-fonte.
Anulada. Preliminar letra d.
entendendo as permIssões no LInux
As permissões são um dos aspectos mais importantes do Linux (na verdade, de todos os 
sistemas baseados em Unix). Elas são usadas para vários fins, mas servem principalmente, 
para proteger o sistema e os arquivos dos usuários. Manipular as permissões é algo muito 
interessante, tanto quanto complexo. Mas tal complexidade não deve ser interpretada como 
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dificuldade, e sim como grande variedade de configurações, o que permite criar vários tipos 
de proteção de arquivos e diretórios. Como você deve saber, somente o superusuário (root) 
tem ações irrestritas no sistema, justamente por ser o usuário responsável pela configuração, 
administração e manutenção do Linux. Cabe a ele, por exemplo, determinar o que cada usu-
ário pode executar, criar, modificar etc. Naturalmente, a forma usada para determinar o que o 
usuário pode fazer é a determinação de permissões. Irei, agora, explicar as configurações de 
permissões de arquivos e diretórios, assim como explicarei como modificá-las. Observe:
A figura exibe uma listagem dos arquivos presentes no Linux. Ao lado esquerdo, são exibidas 
as permissões dos arquivos.
Primeiramente, vamos entender os significados de cada detalhe das linhas acima.
detaLHando as permIssões
Tipos de arquivos (observe a primeira letra a esquerda):
“d” arquivo do tipo diretório (pasta)
“-” arquivo comum (arquivo de texto, planilha, imagens etc.)
“l” link (atalho)
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Tipos de permissões (o que os usuários poderão fazer com os arquivos):
r: read (ler)
w: writer (gravar)
x: execute (executar)
“-”: não permitido
Tipos de usuários (serão três categorias de usuários):
Proprietário (u)
Grupos de usuários (g)
Usuário comum (o)
Tabela de permissões (a tabela é composta de 8 (oito) combinações):
0: sem permissão
1: Executar
2: Gravar
3: Gravar/executar
4: Ler
5: Ler/executar
6: Ler/gravar7: Ler/gravar/executar
Comando para alterar uma permissão:
chmod
Obs.: � EXEMPLO: chmod 623 recado.txt
Leia-se: chmod (nome do comando) 6 (permissão do proprietário de acordo com a tabela) 
2 (permissão dos grupos de acordo com a tabela) 3 (permissão do usuário comum de acordo 
com a tabela) recado.txt (nome do arquivo).
Se a permissão estivesse: -rwxrwxrwx
Passaria para: -rw—w—wx
Obs.: � EXEMPLO: chmod 623 estudar.txt
1º passo: divida as permissões: isole o primeiro caractere, pois ele refere-se ao tipo de 
arquivo. O traço (-) é de um arquivo comum (estudar.txt – arquivo de texto). Depois, divida as 
permissões de 3 em 3:
-|rwx|rwx|rwx
Cada conjunto de três (3) letras e cada número do comando chmod refere-se a um tipo 
de usuário:
1º - Proprietário (u).
2º - Grupos de usuários (g).
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3º - Usuários comuns (o).
2º Passo: enumere cada conjunto de usuários para evitar decorar a tabela:
421 421 421
rwx|rwx|rwx
chmod. 6 2 3
Obs.: � Coloque o número 4 acima do proprietário (u) o número 2 acima do grupo (g) e o 
número 1 acima do comum (o). Nunca mude essa ordem! Observe que a soma dos 
três números forma todas as permissões da tabela.
3º Passo: some as combinações: proprietário: 6 (soma de 4 (ler) + 2 (gravar)). grupos de 
usuários: 2 (gravar). comum: 3 (soma de 2 (gravar) + 1 (executar)).
4º passo: reescreva o resultado das permissões: rw--w—wx
Outra forma para alterar as permissões, é trabalhar com o modelo “UGO”. Vejamos:
chmod g+w estude.txt  Adiciona gravação aos grupos;
chmod o+rx estude.txt  Adiciona leitura e a execução aos outros usuários;
chmod ugo-rwx estude.txt  Retira todas as permissões de todos os usuários.
Chmod ugo=rwx estude.txt  Atribui (troca) todas as permissões de todos os usuários.
O que seria essa atribuição? Ao invés de adicionar ou remover, o Linux irá atribuir, ou seja, 
trocar todas as permissões de uma vez só.
EXEMPLO: rwxrwxrwx estude.txt
chmod ugo=w  O linux irá trocar as permissões de todos os usuários para somente gra-
vação, ficando: -w--w--w-
058. (IDECAN/CBMDF/CONDUTOR/2017) Utilizando um Sistema Operacional de ambiente 
Linux, um usuário digitou o comando chmod 755 concurso.txt no terminal de comandos/sobre 
o comando em questão, está INCORRETO afirmar que:
a) Serão negadas todas as permissões ao dono.
b) será atribuída permissão de leitura para o grupo.
c) será atribuída permissão de execução para o grupo.
d) Será atribuída permissão de leitura e execução para outros usuários.
Vamos resolver passo a passo:
1- As permissões completas são: -rwxrwxrwx
2- Vamos dividir: o traço (-) refere-se ao tipo de arquivo (concurso.txt – arquivo comum) e as 
letras restantes, às devidas permissões -|rwx|rwx|rwx
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Tipo de arquivo| U | G | O
421 421 421
3- Vamos enumerar para não decorar a tabela -|rwx|rwx|rwx
 chmod 7 5 5
4- Vamos somar as combinações: proprietário (U) = 7(soma do 4(ler) + 2 (gravar) + 1(execu-
tar)). grupos de usuários (G) = 5 (soma do 4(ler) + 1(executar)). comum (O) = 5 (soma do 4(ler) 
+ 1(executar)).
5- Vamos reescrever as permissões após o comando: -rwxr-xr-x
6- Observe: proprietário poderá: ler (r), gravar (w) e executar (x). grupo poderá: ler (r) e executar 
(x). comum poderá: ler (r) e executar (x).
Por isso, a letra “a” é a incorreta. Para o proprietário terem negadas todas as suas permissões, 
seria necessário o número 0 no chmod. Exemplo: chmod 055 concurso.txt
Letra a.
059. (CEBRASPE/MP-SP/ANALISTA/2016) Com relação às permissões do arquivo abaixo, 
julgue os itens a seguir.
drwxr-xr-x oficios2002/
I – O arquivo acima é um diretório.
II – O arquivo acima permite gravação para qualquer pessoa.
III – O arquivo acima permite leitura para qualquer pessoa.
IV – O arquivo acima e um link.
V – O arquivo acima só permite gravação para o proprietário.
a) I, II e III são verdadeiras e a IV e V falsas
b) I e III são verdadeiras e a II, IV e V falsas
c) I, III e V são verdadeiras e a II e IV falsas
d) I, III e IV são verdadeiras e a V falsa
e) II, III e IV são verdadeiras e a I e V falsas
I – O arquivo é um diretório. Observe a letra “d”, no primeiro caractere (tipo de arquivo).
II – O arquivo permite a gravação apenas para o proprietário.
Observe a separação: d|rwx|r-x|r-x. Apenas o proprietário (U) tem o w (gravação) tipo de arquivo 
| U | G | O
III – Observe que todos contêm o r (ler).
IV – O arquivo é um diretório (d) no primeiro caractere, e não l (link).
V – Observe que apenas o proprietário tem o w (gravar). O restante tem o traço (-) de não permissão.
Letra c.
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060. (FCC/MPE/TÉCNICO/2013) Os arquivos e diretórios no sistema operacional Linux pos-
suem atributos descritos conforme estrutura apresentada a seguir:
Nessa estrutura, os atributos de números 2 e 4 correspondem, respectivamente:
a) o grupo e outros.
b) o grupo e o proprietário.
c) o proprietário e outros.
d) o proprietário e o grupo.
e) outros e o proprietário.
O Examinador já fez o favor de separar. 1- Tipo de arquivo (traço (-) arquivo comum) 2- Proprie-
tário 3- Grupos 4- Comum.
Letra c.
estrutura de dIretórIos e arquIvos
No Linux, assim como no Windows, possui o sistema de gerenciamento de arquivos, que 
pode variar de acordo com a distribuição. Os mais conhecidos são: Konqueror, Gnome, Dol-
phin, Krusader, Pcman, XFE.
O Linux Ubuntu adota o Nautilus como gerenciador de arquivos, veja:
Nautilus
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Enquanto no Windows a partição raiz geralmente é “C:\”, os programas são instalados em “C:\
Arquivos de Programas” e os arquivos do sistema em C:\WINDOWS, no GNU/Linux, é basicamente 
o contrário: o diretório raiz é representado pela barra “/”, que pode ficar armazenado no disco físico 
ou em uma unidade de rede, e todos os arquivos e pastas do sistema ficam dentro dele. Como es-
ses diretórios são padronizados, provavelmente irão aparecer na sua prova futuramente. Vejamos:
/ – diretório raiz, armazena todos os outros;
/bin – armazena os executáveis dos comandos básicos do sistema;
/boot – é onde ficam o kernel e os arquivos de boot (inicialização) do sistema;
/cdrom – o diretório /cdrom não faz parte do padrão FHS, mas você pode encontrá-lo no Ubun-
tu e em outras versões do sistema operacional. É um local temporário para CD-ROMs inseridos no 
sistema. No entanto, o local padrão para a mídia temporária está dentro do diretório /media;
/dev – dispositivos de entrada/saída (disquete, disco rígido, placa de som etc.). Todos os 
arquivoscontidos nesse diretório (/dev/hda, /dev/dsp, /dev/fd0 etc.) são ponteiros para dispo-
sitivos de hardware;
/etc – armazena os arquivos de configuração do sistema, como se fossem o arquivo de 
registro do Windows;
/home – aqui ficam as pastas e os arquivos dos usuários. O root tem acesso a todas elas, 
mas cada usuário só tem acesso às suas próprias pastas;
/lib – bibliotecas do sistema, como se fosse o diretório System32 do Windows;
/lib64 – bibliotecas do sistema, arquitetura 64 bits;
/media – o diretório /media contém subdiretórios em que os dispositivos de mídia remo-
vível inseridos no computador são montados. Por exemplo, quando você insere um CD, DVD, 
PEN DRIVE em seu sistema Linux, um diretório será criado automaticamente dentro do diretó-
rio /media. Você pode acessar o conteúdo do CD dentro desse diretório.
/mnt – ponto de montagem para dispositivos de hardware que estão em /dev. O leitor 
de CD encontrado em /dev/fd0, por exemplo, será montado em /mnt/cdrom. Ao contrário do 
Windows, onde os discos e partições aparecem como C:, D:, E:, no GNU/Linux, eles aparecem 
como hda1, hda2, hdb, sdb, cdrom etc;
/opt – possui os softwares que não fizerem parte da instalação padrão do GNU/Linux.
/proc – é criado na memória (portanto, não ocupa espaço em disco) pelo kernel e fornece 
informações sobre ele e os processos ativos;
/root – diretório local do superusuário (root);
/run – o diretório /run é relativamente novo e oferece aos aplicativos um local padrão para ar-
mazenar arquivos temporários, como soquetes e identificações de processos. Esses arquivos não 
podem ser armazenados em /tmp, pois os arquivos localizados em /tmp podem ser apagados;
/sbin – contém arquivos referentes à administração e manutenção de hardware e software;
/snap – arquivos de implantação e um sistema de gerenciamento de pacotes que foi pro-
jetado e construído pela Canonical para o sistema operacional Ubuntu phone. Com o suporte 
a Snap instalado em sua distribuição, já é possível instalar aplicativos diversos para o Linux;
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/srv – o diretório /srv contém “dados para serviços prestados pelo sistema”. Se você usa o 
servidor Apache em um site, provavelmente armazena os arquivos do seu site em um diretório 
dentro do /srv;
/sys – a pasta sys tem basicamente a mesma finalidade atribuída ao diretório proc;
/tmp – arquivos temporários;
/usr – é o diretório com o maior número de arquivos, incluindo bibliotecas (/usr/lib) e exe-
cutáveis (/usr/bin) dos principais programas;
/usr/X11 – arquivos do sistema do gerenciador de janelas;
/usr/man – manuais on-line;
/var – arquivos variáveis, que mudam com frequência.
Comparação entre as unidades de disco do Windows e as unidades Linux
Windows Linux
C: /dev/hda1
D: /dev/fd1
E: /dev/sda1
061. (COPS-UEL/PC-PR/DELEGADO/2013) A montagem e a desmontagem de dispositivos 
no sistema operacional Linux utilizam arquivos presentes em que diretório?
a) /bin
b) /usr
c) /boot
d) /dev
e) /tmp
dev = device (dispositivo/drivers de dispositivos).
Letra d.
062. (IDECAN/CBMDF/OFICIAL/2017) Sobre diretórios nos Sistemas Operacionais de am-
biente Linux, analise as afirmativas a seguir.
I – Os arquivos dos usuários são armazenados no diretório /home.
II – Os arquivos temporários criados pelos programas são armazenados no diretório /usr.
III – As bibliotecas compartilhadas pelos programas do sistema e módulos do Kernel são ar-
mazenados no diretório /dev.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
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a) I.
b) II.
c) III
d) I e II.
I – /home: pasta dos usuários.
II – /usr: é o diretório com o maior número de arquivos, incluindo bibliotecas (/usr/lib) e execu-
táveis (/usr/bin) dos principais programas. Arquivos temporários ficam na pasta /tmp III) /dev: 
dispositivos de entrada/saída (disquete, disco rígido, placa de som etc.). Todos os arquivos 
contidos nesse diretório (/dev/hda, /dev/dsp, /dev/fd0 etc.) são ponteiros para dispositivos de 
hardware. As bibliotecas ficam na pasta /lib e /lib64.
Letra a.
063. (IDECAN/CBMDF/OFICIAL/2017) Um usuário utiliza Sistemas operacionais de ambien-
te Linux para realizar as suas atividades diárias. A fim de utilizar um drive de CD-ROM foi neces-
sário realizar a montagem do dispositivo que por padrão ficou armazenado no diretório:
a) /etc.
b) /bin.
c) /mnt.
d) /pwd.
�a) Errada. /etc: armazena os arquivos de configuração do sistema, como se fossem o arquivo 
de registro do Windows;
�b) Errada. /bin: armazena os executáveis dos comandos básicos do sistema.
�d) Errada. /pwd não é um diretório, mas sim um comando do prompt para mostrar o diretório 
corrente.
Letra c.
064. (CEBRASPE/CEF/ADMINISTRADOR/2010) Acerca do sistema operacional Linux, assi-
nale a opção correta.
a) No Linux, pode-se definir um caminho de diretórios a partir do uso de barras invertidas (\), 
diferentemente do Windows, em que são utilizadas barras não invertidas (/).
b) O Linux disponibiliza, na barra de inicialização rápida, recurso para ligar ou desligar o com-
putador com maior velocidade, empregando o conceito de boot parcial da máquina.
c) O Linux tem a desvantagem, com relação ao Windows, de ser mais vulnerável a vírus de 
computador, que se propagam com rapidez nesse ambiente, tornando os aplicativos lentos e 
infectando os arquivos.
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d) Em ambiente operacional, o gerenciador de arquivos é utilizado para se visualizar a estrutura de di-
retórios e respectivos arquivos. No Linux, o Konqueror constitui exemplo de gerenciador de arquivos.
e) O diretório raiz do Linux é o C:\.
�a) Errada. É o contrário, Linux usa a barra normal “/” e o Windows, a contra barra “\”.
�b) Errada. Como o Linux possui várias interfaces gráficas, como saberemos em qual delas 
existe uma barra de inicialização rápida? Essa barra existe no Windows, ao lado do botão ini-
ciar, e serve para alocar atalhos.
�c) Errada. É o contrário, Windows é mais vulnerável, por ser o sistema operacional mais usado no 
planeta e a maioria dos seus usuários ser leigos. E a grande sacada é o sistema de permissão de 
arquivos do Linux tornar o sistema mais blindado, permitindo que apenas o usuário root execute 
algo danoso.
�d) Certa. Konqueror é um gerenciador de arquivos, como tantos outros citados acima, em nos-
sa aula.
�e) Errada. O diretório raiz do Linux é a “/” (barra). C:\ é o diretório raiz do Windows.
Letra d.
065. (FCC/TRE-ES/TÉCNICO/2015) Sobre armazenamento de dados/informações, em siste-
mas Linux e Windows, leia as alternativas a seguir e assinale a alternativa correta.
a) O diretório raiz no Linux (“/”), assim como no Windows, identifica o início da árvore de dire-
tórios de cada disco rígido ou unidade de armazenamento no sistema.
b) As partições de disco são divisões lógicas de um HD físico, que funcionam alocadas como 
unidades de memória principal.
c) Os diretórios/pastas de dados dosusuários em um sistema Linux localizam-se sob o diretó-
rio /home, que por sua vez pode estar localizado em um servidor de arquivos remoto.
d) Uma unidade de disco D: do Windows necessariamente é um segundo disco rígido, diferente 
da unidade C:.
e) Em um sistema Linux a identificação d: refere-se à unidade c: do Windows.
a) Errada. O diretório raiz do Windows é o c:\.
b) Errada. As partições realmente são divisões lógicas de um HD físico. Porém, o HD (disco 
rígido) não é uma memória principal, mas sim uma memória auxiliar. Memórias principais são 
duas: RAM e ROM.
c) Certa. /home: pasta para armazenar os arquivos dos usuários.
d) Errada. O examinador jamais poderá afirmar quem é a unidade D: ou superior. A única unida-
de padrão do Windows é o C:\ que é a unidade raiz. D:\ e superiores podem variar de computa-
dor para computador. Exemplo: no meu computador, o D:\ é uma unidade de Blu-ray. E no seu 
computador, qual é?
e) Errada. O Linux não identifica as unidades por meio de letras, mas sim por nomes.
Letra c.
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066. (CEBRASPE/TRT-7/ANALISTA/2017) Na estrutura de diretórios do sistema operacional 
Linux, os diretórios /tmp e /dev são destinados, respectivamente, a:
a) arquivos variáveis, ou seja, passíveis de mudanças, como arquivos de logs do sistema; e 
armazenamento de informações referentes aos usuários do sistema operacional.
b) arquivos temporários; e arquivos de configurações específicas de programas.
c) processos que estejam sendo executados; e arquivos de dispositivos.
d) arquivos temporários; e arquivos de dispositivos.
/tmp: arquivos temporários (temp). /dev: arquivos de dispositivos (device/dispositivo).
Letra d.
067. (CEBRASPE/BNB/ANALISTA/2018) No sistema operacional Linux, é possível utilizar 
duas extensões para nomear os arquivos. Assim, nesse sistema, um arquivo poderia ser no-
meado, por exemplo, como contrato_BNB.tar.gz.
�O Linux reconhece o arquivo é pelo seu conteúdo, e não pela sua extensão, como no sistema 
Windows. Indiferente de a extensão ser renomeada, o sistema abrirá e reconhecerá o arquivo 
automaticamente.
Certo.
068. (CEBRASPE/BNB/ANALISTA/2018) Quando se cria um diretório no ambiente Linux, são 
criados outros dois diretórios: o “.”, que faz referência ao diretório anterior, dentro da árvore de 
diretórios; e o “..”, que faz referência ao diretório atual.
O conceito foi invertido. O “.” representa o diretório atual e o “..”o diretório anterior.
Errado.
aLguns softwares presentes no LInux
Aluno(a), outro problema, nas provas que abordam o Linux, é a cobrança de nomes de sof-
twares que fazem parte do sistema e que muitos candidatos não conhecem e muito menos 
estudaram. Segue abaixo uma lista com os principais:
Pacote para escritório: LibreOffice (Writer, Calc, Impress, Base, Draw etc.).
Editores de texto simples: Vi/Vim, Emacs, Nano, Gedit, krite, Sublime text, Joe etc.
Editores de Imagens: Gimp, RawStudio, Photivo, F-Spot etc.
Navegadores: Mozilla Firefox, Google Chrome, Opera, Konqueror etc.
Correio Eletrônico: Mozilla Thunderbird, Evolution, Kmail etc.
Gravadores de CDds/DVDs: Brasero, GnomeBaker etc.
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Servidor Web (armazena páginas da web): Apache.
Servidor Proxy (Controle de conexão e acesso à internet): Squid.
Na distribuição Ubuntu 18.04, temos os seguintes acessórios, veja:
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Obs.: � O Google Chrome foi instalado à parte. Não é um programa padrão do Ubuntu.
Na opção Utilitários, temos:
Entre todos esses aplicativos e utilitários, destacamos:
LibreOffice (Writer – editor de textos. Calc – editor de Planilhas. Impress – editor de apre-
sentações).
Firefox – navegador padrão.
Thunderbird – gerenciador de e-mail.
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Remmina – programa para acesso remoto (acessar uma outra máquina a distância).
Rythmbox – gerenciador de músicas.
Shotwell – gerenciador de imagens/fotos.
Transmission – compartilhamento de arquivos.
ConfIgurações do LInux ubuntu
O Ubuntu fornece uma espécie de “Painel de Controle” que permite ter acesso às principais 
configurações do sistema, veja:
Opções de configuração da Wi-Fi
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Bluetooth
Plano de fundo
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Doca (ícones de atalhos que ficam na parte direita da área de trabalho)
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Pesquisa
Região e idioma
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Acesso universal (ferramentas de acessibilidade)
Contas on-line
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Privacidade
Compartilhar
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Som
Energia
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Rede
Nas opções de configurações de rede, destacamos a opção de se criar uma VPN (Virtual Private 
Network), que é um túnel virtual que utiliza criptografia dentro da internet, utilizado na comunicação 
com um servidor privado. Muito utilizado quando precisamos acessar o sistema de nossa empresa 
fora do ambiente local, em casa ou na rua, por exemplo. Já o proxy da rede possibilita configurar 
um servidor proxy que poderá determinar quais serviços poderão ser acessados ou não na rede.
EXEMPLO: bloqueio de acesso ao Facebook, Instagram etc.
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Dispositivos
Detalhes
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069. (CEBRASPE/TRE-GO/PROGRAMADOR/2009) A respeito do sistema operacional Linux, 
assinale a opção correta.
a) Kernel é a interface gráfica do Linux, que tem visual muito similar à interface do sistema 
operacional Windows XP.
b) O Linux funciona em dezenas de plataformas, desde mainframes até relógios de pulso, pas-
sando por várias arquiteturas e dispositivos.
c) O KDE é o navegador nativo do Linux que permite acesso à Internet e envio de e-mail.
d) O Linux adota a GPL, uma licença que permite aos interessados usá-lo, mas sem a possibi-
lidade de redistribuí-lo.
a) Errada. Kernel: núcleo do sistema operacional.
b) Certa. Existe Linux tanto para dispositivos móveis (relógio, smartphone, tablet etc.) como 
para desktops, notebooks e mainframe (computador de grande porte). O Android é um exem-
plo de Linux usado em dispositivos móveis.
c) Errada. KDE é uma interface gráfica do Linux.
d) Errada. A GPL permite a livre redistribuição do software.
Letra b.
070. (CESGRANRIO/CEF/ESCRITURÁRIO/2012) Em ambiente gráfico KDE, as diversas distri-
buições do Linux podem utilizar programas navegadores de internet como o Mozilla Firefox e o:
a) Java
b) Gnome
c) Mandriva
d) Opera
e) Oracle
a) Errada. Java: Linguagem de programação.
b) Errada. GNOME: Interface gráfica.
c) Errada. Mandriva: Distribuição do Linux.
d) Certa. Além do Opera, temos Firefox, Chrome, Konqueror etc.
e) Errada. Oracle: Empresa desenvolvedora de softwares.
Letra d.
071. (CEBRASPE/TRE-GO/PROGRAMADOR/2009) Acerca do sistema operacional Linux, as-
sinale a opção correta.
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a) No Linux, um usuário comum não pode causar danos ao sistema operacional da máquina 
de forma acidental.
b) Para gravar um CD em computadores que utilizam o Linux, é necessário instalar o programa 
Ubuntu que permite gerar discos de áudio e vídeo.
c) O Gnome é um programa nativo do Linux para tratamento de imagens.
d) Uma das desvantagens do Linux é a necessidade do usuário digitar comandos para realizar 
tarefas como gravar arquivos.
�
a) Certa. Usuário comum não causa danos ao sistema por não ter acesso a praticamente nada 
que o altere. Apenas o usuário root poderia causar.
b) Errada. Ubuntu é uma distribuição do Linux. Gravação de CDs poderia ser feita pelo Brasero, 
GnomeBaker...
c) Errada. Gnome é uma interface gráfica. O mais usado para tratar imagens no Linux é o Gimp.
d) Errada. Não é necessário digitar comandos no Linux para gravar arquivos. A gravação pode-
ria ser feita em algum ambiente da interface gráfica, como o Nautilus, por exemplo.
Letra a.
072. (UNIVERSA/M. TUR/TÉCNICO/2010) Um servidor Proxy é responsável por intermediar 
conexões entre clientes e servidores. Normalmente são usados para manter a segurança em 
redes intranet que usam endereço IP reservado. Acerca disso, assinale a alternativa que apre-
senta o nome de um aplicativo Proxy que pode ser utilizado em sistemas operacionais Linux.
a) Apache
b) IIS
c) Mozilla
d) Squid
e) KDE
a) Errada. Apache é um servidor Web Linux.
b) Errada. IIS é um servidor Web Windows.
c) Errada. Mozilla é uma fundação desenvolvedora de softwares, como o Firefox (navegador) e 
o Thunderbird (gerenciador de e-mail).
d) Certa. Servidor Proxy do Linux.
e) Errada. KDE é uma interface gráfica.
Letra d.
073. (CEBRASPE/M. SAÚDE/TÉCNICO/2009) O sistema operacional Linux disponibiliza o 
editor de texto vi, que pode ser usado, por exemplo, para a edição de arquivos de configuração.
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Temos os editores de textos: Vi/Vim, Emacs, Nano, Gedit, krite, Sublime text, Joe etc., todos 
usados em ambiente Linux.
Certo.
074. (CEBRASPE/TRE-GO/ANALISTA/2015) No Linux, todo arquivo executável tem como ex-
tensão o sufixo.exe.
Já percebeu que softwares do Windows não são instaláveis no Linux e vice-versa? Exatamente 
por serem de plataformas diferentes e extensões diferentes. No Windows, o executável mais 
famoso é o.exe. Além de existirem outros:.msi,.bat,.com etc. Já no Linux, seus escutáveis pos-
suem a extensão.bin (binário).
Errado.
075. (CEBRASPE/CADE/TÉCNICO/2014) No ambiente Linux, um pacote é definido como um 
arquivo que contém os arquivos binários necessários para a instalação de um aplicativo.
�Os softwares que são instalados no Linux são chamados de pacotes que contêm os arquivos 
binários (.bin).
Certo.
teCLas de ataLHos
O Linux Ubuntu contém uma quantidade de teclas de atalhos interessante. A grande maio-
ria segue o padrão que já é utilizado pelos softwares da Microsoft, porém o idioma segue sen-
do o inglês. Veja as principais:
Atalhos Gerais
Ctrl + Q -> fecha o aplicativo ativo
Ctrl + A -> selecionar tudo
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Ctrl + S -> salvar o documento ou alterações feitas
Ctrl + P -> imprimir o documento
Ctrl + C -> copiar o conteúdo selecionadoCtrl + V -> colar o conteúdo da área de transferência
Ctrl + X -> cortar o conteúdo selecionado
Atalhos de teclado com o Gnome
Ctrl + Alt + Barra de espaço -> reiniciar o Gnome
Alt + F2 -> abrir a caixa “Executar comando”
Alt + F4 -> fechar a janela atual
Alt + Tab -> alternar entre janelas
Ctrl + Alt + F1 -> mudar para o primeiro terminal ou tty1 (sem modo gráfico)
Alt + Print -> tirar uma captura de tela da tela ativa
Atalhos de terminal
Seta para cima ou para baixo -> pesquisa entre o histórico de comandos usado
Ctrl + C -> mate o processo atual ou em execução
Ctrl + U -> exclua a linha atual
Tabulador -> complete a palavra de acordo com os arquivos que existem no diretório
Para ter acesso à página oficial do Ubuntu com mais atalhos, acesse:
https://help.ubuntu.com/stable/ubuntu-help/shell-keyboard-shortcuts.html
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https://help.ubuntu.com/stable/ubuntu-help/shell-keyboard-shortcuts.html
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RESUMO
Embasados no estudo da banca, podemos resumir a nossa aula nos seguintes tópicos:
Composição do Linux
Por ser um sistema operacional, o Linux tem a função de gerenciar todo o funcionamento de 
um computador. Tanto a parte de hardware (parte física) como a parte de software (parte lógica).
O sistema operacional Linux é composto pelos seguintes componentes:
Kernel (núcleo): é o coração do sistema operacional. Ele representa a camada mais baixa 
de interface com o hardware, pois faz a comunicação mais básica entre ele e o software, sendo 
responsável por gerenciar os recursos do sistema. No caso do Linux, o código-fonte (receita do 
programa) é aberto, disponível para qualquer pessoa ter acesso, assim podendo modificá-lo.
Shell (concha): o intérprete de comandos é a interface entre o usuário e o sistema opera-
cional. A interface Shell funciona como o intermediário entre o sistema operacional e o usuário 
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graças às linhas de comando escritas por ele. A sua função é ler a linha de comando, inter-
pretar seu significado, executar o comando e devolver o resultado pelas saídas. Na verdade, a 
interface Shell é um arquivo executável, encarregado de interpretar comandos, transmiti-los ao 
sistema e devolver resultados.
O Linux possui vários tipos de Shell, os mais populares, sh (Bourne shell), o bash (Bourne 
again shell), o csh (C Shell), o Tcsh (Tenex C shell), o ksh (Korn shell) e o zsh (Zero shell).
Prompt de comando: é a forma mais arcaica de o usuário interagir com o Kernel por 
meio do Shell.
Bash
Interface gráfica (GUI): conhecida também como gerenciador de desktop/área de trabalho, 
é a forma mais recente de o usuário interagir com o sistema operacional. A interação é feita 
por meio de janelas, ícones, botões, menus e utilizando o famoso mouse. O Linux possui inú-
meras interfaces gráficas, genericamente conhecida como ambiente X. As mais usadas no 
ambiente Linux são: Unity, Gnome, KDE, XFCE, LXDE, Cinnamon, Mate etc.
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O Linux Ubuntu, versão 18.04, utiliza a interface gráfica GNOME 3. Veja:
Interface GNOME
Principais Características do Linux
Software livre: segundo a Free Software Foundation (Fundação para o Software Livre), é consi-
derado livre qualquer programa que pode ser copiado, usado, modificado e redistribuído de acordo 
com as necessidades de cada usuário. Em outras palavras, o software é considerado livre quando 
atende a esses quatro tipos de liberdades definidas pela fundação. Nada impede que um desenvol-
vedor cobre pelas modificações feitas, pois há custos, como em qualquer outra atividade, porém a 
diferença está na filosofia do software livre, a qual visa o espírito de liberdade, e não o lucro.
Multiusuário: permite que vários usuários possam acessar o sistema ao mesmo tempo. 
Geralmente o conceito se aplica a uma rede, na qual podemos ter um servidor e várias pessoas 
acessando simultaneamente.
Código aberto (Open Source): qualquer pessoa pode ter acesso ao código-fonte (receita) 
do programa.
Multitarefa: permite que diversos programas rodem ao mesmo tempo, ou seja, você pode 
estar digitando um texto no LibreOffice Writer e, ao mesmo tempo, trabalhar na planilha de 
vendas do Calc, por exemplo. Sem contar os inúmeros serviços disponibilizados pelo sistema 
que estão rodando em background (segundo plano) e você nem percebe.
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Multiplataforma: o Linux roda em diversos tipos de plataformas de computadores, sejam 
eles x86 (32bits) ou x64 (64bits). As distribuições mais recentes do Ubuntu estão abolindo as 
arquiteturas de 32 bits.
Multiprocessador: permite o uso de mais de um processador no mesmo computador.
Protocolos: pode trabalhar com diversos protocolos de rede (TCP/IP).
Case Sensitive: diferenciar letras maiúsculas (caixa alta) de letras minúsculas (caixa baixa).
EXEMPLO: ARQUIVO1ºdt é diferente de arquivo1ºdt.
O Linux permite no máximo 255 caracteres em nomes de arquivos e diretórios.
O caractere ponto “.”antes de um nome, renomeia o arquivo para arquivo oculto.
O caractere não aceito em nomes de arquivos e diretórios no Linux é a barra normal “/”.
Preemptivo: é a capacidade de tirar de execução um processo em detrimento de outro. O 
Linux interrompe um processo que está executando para dar prioridade a outro.
Licença de uso (GPL): a GPL (licença pública geral) permite que os programas sejam dis-
tribuídos e reaproveitados, mantendo, porém, os direitos do autor de forma a não permitir que 
essa informação seja usada de uma maneira que limite as liberdades originais. A licença não 
permite, por exemplo, que o código seja apoderado por outra pessoa, ou que sejam impostos 
sobre ele restrições que impeçam que seja distribuído da mesma maneira que foi adquirido.
A GPL baseia-se em 4 liberdades, são elas:
Liberdade 0 – liberdade para executar o programa para quaisquer propósitos;
Liberdade 1 – liberdade para estudar como o programa trabalha e adaptá-lo às suas neces-
sidades. Ter acesso ao código-fonte é essencial para isso.
Liberdade 2 – liberdade de redistribuir cópias de forma que você possa ajudar outras pessoas.
Liberdade 3 – liberdade para melhorar o programa e disponibilizar as melhorias para o pú-
blico, de forma que toda a comunidade possa se beneficiar disso. Ter acesso ao código-fonte 
é essencial para isso também.
Memória Virtual (paginada/paginação): a memória virtual é uma área criada pelo Linux no 
disco rígido (HD) do computador de troca de dados que serve como uma extensão da memória 
principal (RAM). Por exemplo, se você possui1 Gb de RAM livre e quer executar um programa 
que ocupa 1,2 Gb de RAM, deverá carregar os primeiros 1 Gb para rodar o início do programa e 
os 0,2 Gb restantes serão armazenados na memória virtual, para depois serem copiados para 
a memória principal a fim de serem executados.
Bibliotecas compartilhadas: são arquivos que possuem módulos que podem ser reutili-
záveis por outras aplicações. Ao invés do software necessitar ter um módulo próprio, poderá 
recorrer a um já desenvolvido e mantido pelo sistema. (arquivo.so).
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Administrador (Superusuário/Root): é o usuário que tem todos os privilégios do sistema, 
ou seja, pode alterar tudo que há no sistema, excluir e criar partições na raiz (/) manipular ar-
quivos e configurações especiais do sistema, coisa que o usuário comum não pode fazer. É 
representado pelo símbolo: #
Usuário comum (padrão): é o usuário que possui restrições a qualquer alteração no siste-
ma. Esse usuário não consegue causar danos ao sistema devido a todas essas restrições. É 
representado pelo símbolo: $
Por questões de segurança, procure, sempre, usar o usuário comum e evitar o uso do usuário ROOT.
Sistema de arquivos: um sistema operacional necessita de uma estrutura que possa lhe 
dar suporte para acessar e ler o disco rígido. Este recurso que constrói uma base estrutural 
para o sistema operacional é o sistema de arquivos. Então, um sistema de arquivos é uma es-
pécie de gerenciador e organizador que irá permitir ao sistema operacional ler os arquivos que 
estão no HD (disco rígido).
O sistema de arquivos é criado no momento da formatação do HD (disco rígido). Os prin-
cipais sistemas de arquivos do Linux são: EXT/3/4, ReiserFS, XFS, onde possuem a tecnologia 
de Journaling (recurso que permite recuperar um sistema após um desastre no disco). O Ubun-
tu 18.04 utiliza o sistema EXT3/4. Veja:
Gerenciador de boot (inicialização): é possível que, em um mesmo computador, o usuário 
tenha instalado 2 (dois) sistemas operacionais. O recurso é possível particionando (dividindo) 
o HD (disco rígido), de maneira que o computador irá interpretar 2 (dois) discos físicos. Basta 
instalar o Linux em uma partição e o Windows na outra. Para isso, teremos softwares, geren-
ciadores de boot (inicialização) que terão a função de gerir o carregamento do sistema que o 
usuário escolher ao ligar o computador. Os gerenciadores de boot mais usados no Linux são: 
LILO e o GRUB. No Windows, o DualBoot.
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GNU/Linux
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Vantagem: não exige uma máquina potente por conta de o sistema ser carregado de forma 
independente. Basta ter um bom espaço em disco para a instalação dos 2 (dois).
Desvantagem: por rodar de maneira independente, não é possível carregar os 2 (dois) ao 
mesmo tempo. Para trocar de um sistema para outro, é necessário reiniciar (boot) o computador.
Existe também a possibilidade de ter 2 (dois) sistemas operacionais na mesma máquina sen-
do executados simultaneamente. Basta usar um software conhecido como máquina virtual. 
Com a máquina virtual instalada, existe a possibilidade executar um sistema dentro do outro.
Sistema Operacional Monolítico: (sistema composto por apenas 1 (um) Kernel, responsá-
vel por todas as execuções de processos do sistema).
As Distribuições Linux
Aluno(a), já percebeu que o Linux possui dezenas de distribuições? Ficamos, às vezes, até 
perdidos com toda essa quantidade de nomes que são bem variados.
Algumas empresas e organizações de voluntários decidiram juntar os programas do Linux 
em “pacotes” próprios aos quais elas dão suporte. Esses “pacotes” são chamados distribui-
ções. O Linux se refere ao Kernel. Porém, o conjunto de aplicativos que são executados no 
Kernel se chama distribuição.
As mais famosas distribuições do Linux são: Red Hat, Ubuntu, Conectiva, Mandriva, De-
bian, Slackware, Fedora, Open Suse, Apache (WebServer), Fenix, Kurumim, Kali, Kalango, Turbo 
Linux, Chrome – OS, BackTrack, Arch Linux e o Android (Linux usados em dispositivos móveis: 
Smartphone, Tablets, Relógios etc.).
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Comandos do Linux
Agora, entraremos na parte mais “chata” de estudar do Linux, os comandos do Prompt 
(bash, sh, shell script etc.). Existem dezenas de comandos, mas, para facilitar o seu estudo, 
separei os que já foram pedidos nos principais concursos.
Se o Linux que você utiliza entra direto no modo gráfico ao ser inicializado, é possível in-
serir comandos no sistema através de uma aplicação de terminal. Esse recurso é facilmente 
localizável em qualquer distribuição. Se o computador que você acessa não estiver com o 
modo gráfico ativado, será possível digitar comandos diretamente, bastando se logar. Quando 
o comando é inserido, cabe ao interpretador de comandos executá-lo. O Linux conta com mais 
de um, sendo os mais conhecidos o bash e o sh.
Quando um terminal é acessado, uma informação aparece no campo de inserção de co-
mandos. É importante saber interpretá-la. Para isso, veja os exemplos abaixo:
EXEMPLO 1: [root@proffabricio /root]#
EXEMPLO 2: [proffabricio@prof /]$
Obs.: � Dependendo de sua distribuição e de seu shell, a linha de comandos pode ter um for-
mato ligeiramente diferente do que é mostrado nos exemplos. No Ubuntu Linux, por 
exemplo, o segundo exemplo fica na seguinte forma:
 � proffabricio@prof: ~$
Nos exemplos, a palavra existente antes do símbolo @ diz qual o nome do usuário que está 
usando o terminal (lembre-se de que no Linux é necessário ter um usuário para utilizar o siste-
ma). Os nomes que aparecem depois do @ indicam o computador que está sendo acessado 
seguido do diretório.
O caractere que aparece no final indica qual o poder do usuário. Se o símbolo for #, significa 
que usuário tem poderes de administrador (root). Por outro lado, se o símbolo for $, significa que 
este é um usuário comum, incapaz de acessar todos os recursos que um administrador acessa. 
Independentemente de qual seja, é depois do caractere que o usuário pode digitar os comandos.
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http://www.infowester.com/linroot.php
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Os Comandos Básicos do Linux
Agora que você já sabe como agir em um terminal, vamos aos comandos do Linux mais co-
muns. Para utilizá-los, basta digitá-los e pressionar a tecla Enter de seu teclado. É importante frisar 
que, dependendo de sua distribuição Linux, um ou outro comando pode estar indisponível. Além 
disso, alguns comandos só podem ser executados por usuários com privilégios de administrador.
O Linux é case sensitive,seus comandos têm de ser digitados em letras minúsculas, salvo 
algumas letras de comandos opcionais, que podem ser tanto em maiúscula como 
em minúscula, mas terá diferença de resposta de uma para a outra.
A relação a seguir mostra os comandos seguidos de uma descrição:
bg: colocar a tarefa em background (segundo plano).
cal: exibe um calendário.
cat arquivo: mostra o conteúdo de um arquivo. Por exemplo, para ver o arquivo concurso.
txt, basta digitar cat concurso.txt. Utilizado, também, para concatenar arquivos, exibindo o re-
sultado na tela. Basta digitar: $ cat arquivo1 > arquivo2.
cd diretório: abre um diretório. Por exemplo, para abrir a pasta /mnt, basta digitar cd /mnt. 
Para ir ao diretório raiz a partir de qualquer outro, digite apenas cd;
cd-: volta para o último diretório acessado (funciona como a função “desfazer”).
cd~: funciona como o “home”, ou seja, vai para o diretório do usuário.
cd..: “volta uma pasta”.
chattr: modifica atributos de arquivos e diretórios.
chmod: comando para alterar as permissões de arquivos e diretórios.
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chown: executado pelo root, permite alterar o proprietário ou grupo do arquivo ou diretório, 
alterando o dono do arquivo ou grupo.
# chown usuário arquivo
# chown usuário diretório
Para saber quem é o dono e qual grupo é o proprietário da pasta, basta dar o comando:
# ls -l /
Dessa forma, você poderá ver os proprietários das pastas e dos arquivos.
EXEMPLO: para passar o diretório mp3 que pertence a root, mas quero que o novo dono seja 
a Maria, então digito:
# chown Maria /mp3
Onde Maria é a nova proprietária da pasta mp3 e /mp3 é o diretório cujo proprietário mu-
dou. É importante lembrar que, da forma como foi executado o comando acima, ele alterou 
somente do diretório /mp3; as subpastas dentro dele continuam com o proprietário antigo.
Para incluir os subdiretórios, acrescente -R e exibir o resultado -c.
# chown -c -R daia /mp3
Outro exemplo é alterar o grupo a que pertence o diretório. Por exemplo, o diretório /mp3 
pertence a Maria e o grupo é root. Quero que pertença ao grupo inf, então, fica assim:
# chown Maria:inf /mp3
Para incluir os subdiretórios, acrescente -R e exibir o resultado -c.
# chown -c -R Maria:inf /mp3
clear: elimina todo o conteúdo visível, deixando a linha de comando no topo, como se o 
sistema acabasse de ter sido acessado.
cp origem destino: copia um arquivo ou diretório para outro local. Por exemplo, para copiar 
o arquivo concurso.txt com o nome concurso2.txt para /home, basta digitar cp concurso.txt /
home/ concurso 2.txt.
cron: Permite aos usuários do Unix/Linux executar comandos ou scripts (grupos de co-
mandos) automaticamente em um determinado horário/data.
Opções:
m ou minute: minuto – determina a quantos minutos, dentro de uma hora, o comando será 
executado. Os valores aceitos vão de 0 a 59.
h ou hour: hora – determina a que hora o comando será executado e sua especificação 
segue o padrão 24h. Portanto, aceita valores entre 0 e 23 (sendo que 0 é meia-noite).
dom ou day of month: dia do mês – determina o dia do mês em que o comando será exe-
cutado. Se quiser que a tarefa seja executada no dia 25 do mês, use o valor 25.
mon ou month: mês – determina o mês em que o comando será executado. Aceita tanto 
valores numéricos referentes aos meses do ano, como alfabéticos (e. g. August).
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dow ou day of week: dia da semana – aceita tanto valores numéricos de 0 a 7, como carac-
teres: sun, mon, tue, wed, thu, fri e sat, que correspondem, respectivamente a domingo, segun-
da, terça, quarta, quinta, sexta e sábado.
User: usuário – determina o usuário do sistema sob cujos privilégios o comando irá ser executado
cmd ou command: comando – determina o comando a ser executado.
curl: Abreviação para Client URL. Comandos cURL são utilizados muitas vezes para verifi-
car a conectividade de uma URL, além disso, é uma ótima ferramenta para a transferência de 
dados e arquivos.
cut: o comando cut é um delimitador de arquivos que pode ser utilizado para delimitar um 
arquivo em colunas, número de caracteres ou por posição de campo.
Sintaxe: # cut 
Opções mais utilizadas:
-d: especifica o caractere delimitador.
- f: informa a posição do campo.
EXEMPLO de uso:
# cut -d “:” -f 1,3,5 /etc/passwd
Irá mostrar as colunas 1, 3 e 5 do arquivo /etc/passwd com o delimitador “:”.
date: mostra a data e a hora atual.
df: mostra as partições usadas; espaço livre em disco.
Opções:
-a - inclui sistema de arquivos com 0 blocos
-h - mostra o espaço livre/ocupado em MB, KB, GB em vez de bloco.
-k - lista em Kbytes
-l - somente lista sistema de arquivos locais
-m - lista em Mbytes
-T - lista o tipo de sistema de arquivos de cada partição.
diff arquivo1 arquivo2: indica as diferenças entre dois arquivos, por exemplo: diff calc.c calc2.c.
dir: lista os arquivos e diretórios da pasta atual; comando “ls” é o mais usado e conhecido 
para Linux. dir é comando típico do Windows.
du: exibe um resumo do uso do espaço em disco.
du diretório: mostra o tamanho de um diretório.
emacs: abre o editor de textos emacs.
fg: colocar a tarefa em foreground (primeiro plano).
file arquivo: mostra informações de um arquivo.
find diretório parâmetro termo: o comando find serve para localizar informações. Para isso, 
deve-se digitar o comando seguido do diretório da pesquisa mais um parâmetro (ver lista abai-
xo) e o termo da busca. Parâmetros:
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GNU/Linux
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name – busca por nome
type – busca por tipo
size – busca pelo tamanho do arquivo
mtime – busca por data de modificação
EXEMPLO: find /home name tristania
finger usuário: exibe informações sobre o usuário indicado.
free: mostra a quantidade de memória RAM disponível.
grep: procura por um texto dentro de um arquivo.
gzip: compactar um arquivo.
Entre os parâmetros disponíveis, têm-se:
-c – extrai um arquivo para a saída padrão; -d – descompacta um arquivo comprimido; -l 
– lista o conteúdo de um arquivo compactado; -v – exibe detalhes sobre o procedimento; -r – 
compacta pastas; -t testa a integridade de um arquivo compactado.
halt: desliga o computador.
help: ajuda.
history: mostra os últimos comandos inseridos.
id usuário: mostra qual o número de identificação do usuário especificado no sistema.
ifconfig: é utilizado para atribuir um endereço a uma interface de rede ou configurar parâ-
metros de interface de rede.
-a – aplicado aos comandos para todas as interfaces do sistema.
-ad – aplicado aos comandos para todos “down” as interfaces do sistema.
-au – aplicado aos comandos para todos “up” as interfaces do sistema.
A seguinte operação dos parâmetros será especificada:
up
Marca a interface “up”. Habilita a interface depois de um “ifconfig down”. Ocorre automati-
camente quando configurado o endereço em uma interface. Configurando este “Flag”, não há 
efeito se o ifconfig estiver “down”.
downMarca a interface “down”. Quando uma interface está marcada down, o sistema não ten-
tará transmitir mensagens através daquelas interfaces. Se possível, a interface será resetada 
para desabilitar a recepção. Esta ação não desabilitará o roteador usando a interface.
jobs: Lista os processos inicializados a partir do terminal.
Opções:
-l: lista também os PIDs dos processos.
-n: lista apenas processos que tiverem seu status alterado desde a última notificação.
-p: lista apenas os PIDs dos processos.
-r: mostra apenas os processos em execução.
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-s: mostra apenas os processos parados.
kill: encerra processos em andamento. Envia sinais aos processos.
ls: lista os arquivos e diretórios da pasta atual;
opções:
-a, --all
Lista todos os arquivos (inclusive os ocultos) de um diretório.
-A, --almost-all
Lista todos os arquivos (inclusive os ocultos) de um diretório, exceto o diretório atual e o 
de nível anterior.
-B, --ignore-backups
Não lista arquivos que terminam com ~ (backup).
--color=PARAM
Mostra os arquivos em cores diferentes, conforme o tipo de arquivo. PARAM pode ser:
never – nunca lista em cores (mesma coisa de não usar o parâmetro --color).
always – sempre lista em cores, conforme o tipo de arquivo.
auto – somente colore a listagem se estiver em um terminal.
-d, --directory
Lista os nomes dos diretórios ao invés do conteúdo.
-f
Não classifica a listagem.
-F
Insere um caractere após arquivos executáveis (‘*’), diretórios (‘/’), soquete (‘=‘), link simbó-
lico (‘@’) e pipe (‘|’). Seu uso é útil para identificar, de forma fácil, tipos de arquivos nas listagens 
de diretórios.
-G, --no-group
Oculta a coluna de grupo do arquivo.
-h, --human-readable
Mostra o tamanho dos arquivos em Kbytes, Mbytes, Gbytes.
-H
Faz o mesmo que -h, mas usa unidades de 1000 em vez de 1024 para especificar Kbytes, 
Mbytes, Gbytes.
-l
Usa o formato longo para a listagem de arquivos. Lista as permissões, a data de modifica-
ção, os donos, os grupos etc.
-n
Usa a identificação de usuário e grupo numérico ao invés dos nomes.
-L, --dereference
Lista o arquivo original, e não o link referente ao arquivo.
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-o
Usa a listagem longa sem os donos dos arquivos (mesma coisa que -lG).
-p
Mesma coisa que -F, mas não inclui o símbolo ‘*’ em arquivos executáveis. Esta opção é 
típica de sistemas Linux.
-R
Lista diretórios e subdiretórios recursivamente.
--full-time
Lista data e hora completa.
Classificação da listagem.
A listagem pode ser classificada usando-se as seguintes opções:
-f
Não classifica e usa -au para listar os arquivos.
-r
Inverte a ordem de classificação.
-c
Classifica pela data de alteração.
-X
Classifica pela extensão.
-U
Não classifica, lista os arquivos na ordem do diretório.
lshw: fornece informações detalhadas da configuração do hardware e do sistema instala-
do. Relata a exata configuração da memória, cache e placa-mãe, versão e velocidade da CPU 
e algo mais.
lspci: este comando exibe informações sobre dispositivos PCI (Peripheral Controller In-
terconnect);
Algumas opções do comando:
-v: mostra informações detalhadas.
-k: exibe informações sobre drivers e módulos do kernel.
--version: exibe informações sobre o aplicativo.
lpr arquivo: imprime o arquivo especificado.
lpq: mostra o status da fila de impressão.
lprm: remove trabalhos da fila de impressão.
ln: criar links (atalhos). ln: hardlink. Se o arquivo for alterado, o link também será. Ln -s: Link 
simbólico, semelhante ao do Windows. Se o arquivo for alterado, quebra o link.
lynx: abre o navegador de internet de mesmo nome.
man: manual interno do Linux (Help).
mv origem destino: move o arquivo ou o diretório para o destino especificado. Comando 
também utilizado para renomear arquivos.
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http://www.uniriotec.br/~morganna/guia/modulos.html
http://www.uniriotec.br/~morganna/guia/kernel.html
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INFORMÁTICA
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mkdir diretório: cria um diretório, por exemplo, mkdir concursos cria uma pasta de 
nome concurso.
mount: é utilizado para montar um dispositivo na hierarquia no sistema de arquivos do Linux.
nice/renice: altera a prioridade dos processos.
passwd: altera sua senha. Para um administrador mudar a senha de um usuário, basta di-
gitar passwd seguido do nome deste.
ps: mostra os processos em execução.
O comando ps possibilita uma listagem de todos os processos em execução na máquina. 
Este comando possui algumas opções, como:
-a: lista os processos de todos os usuários.
-e: lista as variáveis de ambiente no momento da inicialização do processo.
-x: lista todos os processos que não foram iniciados no console.
-f: lista uma árvore de execução de comandos.
-u: exibe o nome do usuário e a hora de início do processo.
pwd: mostra o diretório em que você está.
reboot: reinicia o sistema imediatamente (pouco recomendável, preferível shutdown -r now).
rm arquivo: apaga o arquivo especificado.
-d: remove um diretório.
-f: ele não pede autorização para o usuário e ignora os arquivos não localizados.
-r: deleta o conteúdo de todos os subdiretórios.
-i: pergunta se realmente deseja apagar o arquivo.
rmdir diretório: apaga o diretório especificado, desde que vazio.
set: exibe as variáveis do sistema e do usuário.
shutdown: desliga ou reinicia o computador, veja:
shutdown -r now: reinicia o computador
shutdown -h now: desliga o computador
O parâmetro now pode ser mudado. Por exemplo: digite shutdown -r +10 e o sistema irá 
reiniciar em 10 minutos;
sort: permite ordenar o conteúdo do arquivo.
startx: abrir o ambiente gráfico.
su: passa para o usuário administrador, isto é, root (perceba que o símbolo $ mudará para #).
sudo: permite que um usuário em particular execute vários comandos como superusuário 
sem que possua sua senha, ou seja, sem a senha do root.
system: o comando system chama as funções do sistema.
tail: o comando tail pode ser utilizado para examinar as últimas linhas de um arquivo. 
O comando:
$ tail /etc/passwd
irá exibir as dez últimas linhas do arquivo /etc/passwd.
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É possível também especificar o número de linhas a serem exibidas, ao invés das dez li-
nhas que o comando adota como padrão:
$ tail -n 20 /etc/passwd
Uma diretiva muito útil é “-f”, que permite a visualização dinâmica de um arquivo, ou seja, 
as linhas são exibidas na tela na medida que são geradas.
Obs.: � O comando head faz justamente o inverso do tail.
tar arquivo.tar.gz: extrai um arquivo compactado em tar.gz.
Na linha acima, tar é o comando. Em parâmetros, é possível utilizar váriasopções. Eis as 
principais:
-c - cria um novo arquivo tar; -t – exibe o conteúdo de um arquivo tar; -p – mantém as 
permissões originais do(s) arquivo(s); -r – adiciona arquivos a um arquivo tar existente; -f – 
permite especificar o arquivo tar a ser utilizado; -v – exibe detalhes da operação; -w – pede 
confirmação antes de cada ação no comando; -x – extrai arquivos de um arquivo tar existen-
te; -z – comprime o arquivo tar resultante com o gzip; -C – especifica o diretório dos arquivos a 
serem armazenados (note que, nesse caso, a letra é maiúscula).
telnet: ativa o serviço de telnet em uma máquina. Para acessar esse computador a partir de 
outros por telnet, basta digitar telnet nomedamáquina ou telnet IP.
EXEMPLO: telnet 192.168.0.10. Após abrir o telnet, digite help para conhecer suas funções.
timedatectl: mostrar a hora e a data atuais. O comando é usado principalmente para con-
trolar a hora e a data do sistema. timedatectl pode ser usado para consultar e alterar o relógio 
do sistema e suas configurações.
top: exibe a lista dos processos, conforme os recursos de memória consumidos.
touch: o comando touch é usado para criar arquivos. Além disso, ele ainda pode mudar a 
data e a hora de acesso e/ou modificação de arquivos.
As opções mais usadas são: -a: muda somente a data e a hora de acesso para a atual. -m: 
muda somente a data e a hora de modificação para a atual. -t datahora: muda a hora e a data 
para a data/hora definidos.
EXEMPLOS: fabriciomelo@macbook:$ touch arquivo1
Criei um arquivo de nome arquivo1.
uname: mostra informações do sistema operacional e do computador. Digite uname -a 
para obter mais detalhes.
useradd usuário: cria uma nova conta usuário, por exemplo, useradd aluno cria o usuário aluno.
userdel usuário: apaga a conta do usuário especificado.
uptime: mostra a quantas horas seu computador está ligado.
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vi: inicia o editor de textos vi.
whereis nome: procura pelo binário do arquivo indicado, útil para conhecer seu diretório ou 
se ele existe no sistema.
w: mostra os usuários logados atualmente no computador (útil para servidores).
wc: faz a contagem em unidade do conteúdo de um arquivo, linhas, caracteres e palavras.
who: mostra quem está usando o sistema.
Whoami: listar o nome da conta associada ao login atual.
Finalizando
A melhor forma de conhecer os parâmetros adicionais de cada comando é consultando as in-
formações de ajuda. Para isso, pode-se usar o recurso --help. Veja o exemplo para o comando ls:
ls --help
Também é possível utilizar o comando man (desde que seu conteúdo esteja instalado), 
que geralmente fornece informações mais detalhadas. Par usar o man para obter detalhes do 
comando cp, por exemplo, a sintaxe é:
man cp
Se você estiver utilizando o bash, pode-se aplicar o comando help ou info da mesma forma 
que o comando man:
help cp
info cp
Assim como conhecer os comandos básicos do Linux é importante, também o é saber 
como acessar seus recursos de ajuda, pois isso te desobriga de decorar as sequências das 
funcionalidades extras.
Entendendo as Permissões no Linux
As permissões são um dos aspectos mais importantes do Linux (na verdade, de todos os 
sistemas baseados em Unix). Elas são usadas para vários fins, mas servem principalmente 
para proteger o sistema e os arquivos dos usuários. Manipular as permissões é algo muito 
interessante, tanto quanto complexo. Mas tal complexidade não deve ser interpretada como 
dificuldade, e sim como grande variedade de configurações, o que permite criar vários tipos 
de proteção de arquivos e diretórios. Como você deve saber, somente o superusuário (root) 
tem ações irrestritas no sistema, justamente por ser o usuário responsável pela configuração, 
administração e manutenção do Linux. Cabe a ele, por exemplo, determinar o que cada usu-
ário pode executar, criar, modificar etc. Naturalmente, a forma usada para determinar o que o 
usuário pode fazer é a determinação de permissões. Irei, agora, explicar as configurações de 
permissões de arquivos e diretórios, assim como explicarei como modificá-las. Observe:
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Observe que a figura exibe uma listagem dos arquivos presentes no Linux. Ao lado esquer-
do, são exibidas as permissões dos arquivos
Primeiramente, vamos entender os significados de cada detalhe das linhas acima.
Detalhando as Permissões
Tipos de arquivos (observe a primeira letra a esquerda):
“d” arquivo do tipo diretório (pasta)
“-” arquivo comum (arquivo de texto, planilha, imagens etc.)
“l” link (atalho)
Tipos de permissões (o que os usuários poderão fazer com os arquivos):
r: read (ler)
w: writer (gravar)
x: execute (executar)
“-”: não permitido
Tipos de usuários (serão três categorias de usuários):
Proprietário (u)
Grupos de usuários (g)
Usuário comum (o)
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Tabela de permissões (a tabela é composta de 8 (oito) combinações):
0: sem permissão
1: Executar
2: Gravar
3: Gravar/executar
4: Ler
5: Ler/executar
6: Ler/gravar
7: Ler/gravar/executar
Comando para alterar uma permissão:
chmod
EXEMPLO: chmod 623 recado.txt
Leia-se: chmod (nome do comando) 6 (permissão do proprietário de acordo com a tabela) 
2 (permissão dos grupos de acordo com a tabela) 3 (permissão do usuário comum de acordo 
com a tabela) recado.txt (nome do arquivo)
Se a permissão estivesse: -rwxrwxrwx
Passaria para: -rw—w—wx
EXEMPLO: chmod 623 estudar.txt
1º passo: divida as permissões: isole o primeiro caractere, pois ele refere-se ao tipo de 
arquivo. O traço (-) é de um arquivo comum (estudar.txt – arquivo de texto). Depois, divida as 
permissões de 3 em 3:
-|rwx|rwx|rwx
Cada conjunto de três (3) letras e cada número do comando chmod refere-se a um tipo 
de usuário:
1º - Proprietário (u).
2º - Grupos de usuários (g).
3º - Usuários comuns (o).
2º Passo: enumere cada conjunto de usuários para evitar decorar a tabela:
421 421 421
rwx|rwx|rwx
chmod. 6 2 3
Obs.: � Coloque o número 4 acima do proprietário (u) o número 2 acima do grupo (g) e o 
número 1 acima do comum (o). Nunca mude essa ordem! Observe que a soma dos 3 
números forma todas as permissões da tabela.
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3º Passo: some as combinações: proprietário: 6 (soma de 4 (ler) + 2 (gravar)). grupos de 
usuários: 2 (gravar). comum: 3 (soma de 2 (gravar) + 1 (executar)).
4º passo: reescreva o resultado das permissões: rw--w—wx
Outra forma para alterar as permissões, é trabalhar com o modelo “UGO”. Vejamos:
chmod g+w estude.txt  Adiciona gravação aos grupos;mouse. O Linux possui inú-
meras interfaces gráficas, genericamente, conhecida como ambiente X. As mais usadas no 
ambiente Linux são: Unity, Gnome, KDE, XFCE, LXDE, Cinnamon, Mate etc.
O Linux Ubuntu, versão 18.04, utiliza a interface gráfica GNOME 3. Veja:
Interface GNOME
003. (IDECAN/AGU/AGENTE/2014) Sistemas Operacionais Linux são programas responsáveis 
por promover o funcionamento do computador, realizando a comunicação entre os dispositivos 
de hardware e softwares. Em relação a esse sistema, é correto afirmar que KDE e GNOME são:
a) versões de Kernel.
b) distribuições Linux.
c) ambientes gráficos.
d) editores de texto Linux.
e) terminais para execução de comandos.
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PEGADINHA DA BANCA
As duas interfaces gráficas mais conhecidas do Linux.
Letra c.
004. (FCC/TRF-4/TÉCNICO/2010) O sistema operacional precisa apresentar a cada usuário 
uma interface que aceita, interpreta e, então, executa comandos ou programas do usuário. 
Essa interface é:
a) UNIX.
b) DOS.
c) MS-DOS.
d) SHELL.
e) SUN.
�Você pode querer marcar MS-DOS ou DOS, mas ambos são frutos do shell, que INTERPRETA os 
comandos digitados no sistema Windows enquanto que no Linux são: sh (Bourne shell), o bash 
(Bourne again shell), o csh (C Shell), o Tcsh (Tenex C shell), o ksh (Korn shell) e o zsh (Zero shell).
Letra d.
005. (CEBRASPE/PGE/PE/ANALISTA/2019) O shell e o kernel são duas partes essenciais 
do sistema operacional Linux: o primeiro serve para interpretar os comandos do usuário, e o 
segundo, para controlar os dispositivos do computador.
�
�Função exata das duas partes que compõem o Linux.
Certo.
006. (CEBRASPE/FUB/TÉCNICO/2018) Há uma diversidade grande de distribuições do siste-
ma Linux, cada uma delas com estrutura de diretórios e kernel diferentes.
�O Kernel (que é o sistema) não é diferente. O Linux é baseado em um mesmo Kernel, em que os 
desenvolvedores fazem alterações desenvolvendo novas funcionalidades e distribuições. Errado.
Errado.
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007. (FUMARC/TJMG/OFICIAL/2013) Núcleo do sistema operacional que, dentre outras fun-
ções, gerencia a operação dos dispositivos de hardware é denominado:
a) Shell.
b) Batch.
c) Kernel.
d) Prompt.
�Termos-chave para acertar uma questão de Kernel: núcleo, coração do sistema, gerenciamen-
to de operações de hardware, sistema operacional propriamente dito...
Letra c.
008. (FGV/DPE-MT/ASSISTENTE/2015) O sistema operacional é um conjunto de programas 
que interfaceia o hardware com o software. O componente desse sistema que gerencia todos 
os recursos computacionais é denominado
a) memória
b) kernel
c) shell
d) ROM
e) DOS
Observe: “gerencia todos os recursos computacionais é denominado...” Só pode ser o Kernel.
Letra b.
009. (FUNRIO/MDIC/ANALISTA/2009) O.........é o coração do Sistema Operacional. Ele repre-
senta a camada mais baixa de interface com o hardware, pois faz a comunicação mais básica 
entre ele e o software, sendo responsável por gerenciar os recursos do sistema.
a) Kernel.
b) Bios.
c) Harddisk
d) Compilador
e) Processador de texto
�Coração do sistema e gerenciar os recursos do sistema já estão suficientes para sabermos 
que é o Kernel.
Letra a.
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010. (CEBRASPE/BOMBEIROS/COMBATENTE/2011) O principal ambiente gráfico no Linux é 
o bash, por meio do qual é possível manipular e gerenciar o ambiente gráfico, usando-se telas 
gráficas com alta resolução.
Bash não é o principal ambiente gráfico do Linux. Bash é um interpretador de comando, prompt.
Errado.
011. (CEBRASPE/BOMBEIROS/CONDUTOR/2011) KDE e Gnome são exemplos de gerencia-
dores de desktop utilizados no Linux, que permitem ao usuário interagir primordialmente com 
o sistema operacional por linhas de comando no Shell.
Cuidado com a interpretação de texto. Kde e Gnome, realmente são gerenciadores de desktop 
(interface gráfica) usados no Linux, porém o usuário não interage PRIMORDIALMENTE no am-
biente gráfico por meio de comandos. Mas, sim, por meio do uso do mouse. Existe a opção de 
abrir o prompt de comando no ambiente gráfico, mas não é primordial, é opcional.
Errado.
012. (FAU/JUCEPAR-PR/TÉCNICO/2016) Qual das expressões abaixo é utilizada para se re-
ferenciar a interface gráfica do Linux?
a) Kernel.
b) Terminal.
c) Shell.
d) Console.
e) Ambiente X.
�Como vimos nos conceitos acima, genericamente as interfaces gráficas do Linux são conhe-
cidas como ambientes X.
Letra e.
013. (CEBRASPE/TJ-SE/ANALISTA/2014) No Linux, ambientes gráficos são executados por 
meio de um servidor, geralmente Xwindows ou X11, o qual fornece os elementos necessários 
para uma interface gráfica de usuário.
Xwindows, X11 ou, até mesmo, Ambientes X.
Certo.
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Principais Características do Linux
Software livre: segundo a Free Software Foundation (Fundação para o Software Livre), é consi-
derado livre qualquer programa que pode ser copiado, usado, modificado e redistribuído de acordo 
com as necessidades de cada usuário. Em outras palavras, o software é considerado livre quando 
atende a esses quatro tipos de liberdades definidas pela fundação. Nada impede que um desenvol-
vedor cobre pelas modificações feitas, pois há custos, como em qualquer outra atividade, porém a 
diferença está na filosofia do software livre, que visa ao espírito de liberdade e não o lucro.
014. (IDECAN/UERN/CONTADOR/2016) O Linux é um Sistema Operacional de código-fonte 
aberto que foi desenvolvido e é mantido por intermédio da colaboração voluntária de desen-
volvedores de diversas partes do mundo. O Linux utiliza a licença GPL que foi criada pela Free 
Software Foundation. São liberdades que esta entidade defende, EXCETO:
a) Executar o programa para qualquer propósito.
b) Distribuir cópias de forma que o usuário possa ajudar o seu próximo.
c) Estudar como o programa funciona, porém não é permitido qualquer adaptação.
d) Melhorar o programa e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade 
se beneficie.
É permitido fazer adaptação do programa.
Letra c.
015. (CEBRASPE/SEPLAGEDUC/TÉCNICO/2009) O Linux é um Software de código aberto, 
gratuito e de ampla distribuição entre usuários, os quais colaboram no desenvolvimento de 
novas funcionalidades para melhor desempenhar tarefas.
Vamos fazer algumas observações, aluno(a)! Observe que ele citou o Linux como sendo gratuito. 
Sim, ele tem essa característica, mas nada impede que sejam vendidas as modificações realizadas, 
por exemplo. E tomechmod o+rx estude.txt  Adiciona leitura e a execução aos outros usuários;
chmod ugo-rwx estude.txt  Retira todas as permissões de todos os usuários.
Chmod ugo=rwx estude.txt  Atribui (troca) todas as permissões de todos os usuários.
O que seria essa atribuição? Ao invés de adicionar ou remover, o Linux irá atribuir, ou seja, 
trocar todas as permissões de uma vez só.
EXEMPLO: rwxrwxrwx estude.txt
chmod ugo=w  O linux irá trocar as permissões de todos os usuários para somente gra-
vação, ficando: -w--w--w-
Estrutura de Diretórios e Arquivos
No Linux, assim como no Windows, possui o sistema de gerenciamento de arquivos, que 
pode variar de acordo com a distribuição. Os mais conhecidos são: Konqueror, Gnome, Dol-
phin, Krusader, Pcman, XFE.
O Linux Ubuntu adota o Nautilus como gerenciador de arquivos, veja:
Nautilus
Enquanto no Windows a partição raiz geralmente é “C:\”, os programas são instalados em “C:\
Arquivos de Programas” e os arquivos do sistema em C:\WINDOWS, no GNU/Linux, é basicamente 
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o contrário: o diretório raiz é representado pela barra “/”, que pode ficar armazenado no disco físico 
ou em uma unidade de rede, e todos os arquivos e pastas do sistema ficam dentro dele. Como es-
ses diretórios são padronizados, provavelmente irão aparecer na sua prova futuramente. Vejamos:
/ – diretório raiz, armazena todos os outros;
/bin – armazena os executáveis dos comandos básicos do sistema;
/boot – é onde ficam o kernel e os arquivos de boot (inicialização) do sistema;
/cdrom – o diretório /cdrom não faz parte do padrão FHS, mas você pode encontrá-lo no Ubun-
tu e em outras versões do sistema operacional. É um local temporário para CD-ROMs inseridos no 
sistema. No entanto, o local padrão para a mídia temporária está dentro do diretório /media;
/dev – dispositivos de entrada/saída (disquete, disco rígido, placa de som etc.). Todos os 
arquivos contidos nesse diretório (/dev/hda, /dev/dsp, /dev/fd0 etc.) são ponteiros para dispo-
sitivos de hardware;
/etc – armazena os arquivos de configuração do sistema, como se fossem o arquivo de 
registro do Windows;
/home – aqui ficam as pastas e os arquivos dos usuários. O root tem acesso a todas elas, 
mas cada usuário só tem acesso às suas próprias pastas;
/lib – bibliotecas do sistema, como se fosse o diretório System32 do Windows;
/lib64 – bibliotecas do sistema, arquitetura 64 bits;
/media – o diretório /media contém subdiretórios em que os dispositivos de mídia remo-
vível inseridos no computador são montados. Por exemplo, quando você insere um CD, DVD, 
PEN DRIVE em seu sistema Linux, um diretório será criado automaticamente dentro do diretó-
rio /media. Você pode acessar o conteúdo do CD dentro desse diretório;
/mnt – ponto de montagem para dispositivos de hardware que estão em /dev. O leitor 
de CD encontrado em /dev/fd0, por exemplo, será montado em /mnt/cdrom. Ao contrário do 
Windows, onde os discos e partições aparecem como C:, D:, E:, no GNU/Linux, eles aparecem 
como hda1, hda2, hdb, sdb, cdrom etc;
/opt – possui os softwares que não fizerem parte da instalação padrão do GNU/Linux.
/proc – é criado na memória (portanto, não ocupa espaço em disco) pelo kernel e fornece 
informações sobre ele e os processos ativos;
/root – diretório local do superusuário (root);
/run – o diretório /run é relativamente novo e oferece aos aplicativos um local padrão para ar-
mazenar arquivos temporários, como soquetes e identificações de processos. Esses arquivos não 
podem ser armazenados em /tmp, pois os arquivos localizados em /tmp podem ser apagados;
/sbin – contém arquivos referentes à administração e manutenção de hardware e software;
/snap – arquivos de implantação e um sistema de gerenciamento de pacotes que foi pro-
jetado e construído pela Canonical para o sistema operacional Ubuntu phone. Com o suporte 
a Snap instalado em sua distribuição, já é possível instalar aplicativos diversos para o Linux;
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/srv – o diretório /srv contém “dados para serviços prestados pelo sistema”. Se você usa o 
servidor Apache em um site, provavelmente armazena os arquivos do seu site em um diretório 
dentro do /srv;
/sys – a pasta sys tem basicamente a mesma finalidade atribuída ao diretório proc.
/tmp – arquivos temporários;
/usr – é o diretório com o maior número de arquivos, incluindo bibliotecas (/usr/lib) e exe-
cutáveis (/usr/bin) dos principais programas;
/usr/X11 – arquivos do sistema do gerenciador de janelas;
/usr/man – manuais on-line;
/var – arquivos variáveis, que mudam com frequência.
Comparação entre as Unidades de Disco do Windows e as Unidades Linux
Windows Linux
C: /dev/hda1
D: /dev/fd1
E: /dev/sda1
Alguns Softwares Presentes no Linux
Aluno(a), outro problema, nas provas que abordam o Linux, é a cobrança de nomes de sof-
twares que fazem parte do sistema e que muitos candidatos não conhecem e muito menos 
estudaram. Segue abaixo uma lista com os principais:
Pacote para escritório: LibreOffice (Writer, Calc, Impress, Base, Draw etc.).
Editores de texto simples: Vi/Vim, Emacs, Nano, Gedit, krite, Sublime text, Joe etc.
Editores de Imagens: Gimp, RawStudio, Photivo, F-Spot etc.
Navegadores: Mozilla Firefox, Google Chrome, Opera, Konqueror etc.
Correio Eletrônico: Mozilla Thunderbird, Evolution, Kmail etc.
Gravadores de CDds/DVDs: Brasero, GnomeBaker etc.
Servidor Web (armazena páginas da web): Apache.
Servidor Proxy (Controle de conexão e acesso à internet): Squid.
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QUESTÕES DE CONCURSO
001. (UFMT/UFMT/TÉCNICO/2015) No sistema operacional Linux, qual o comando para mo-
ver todos os arquivos com extensão.jpg de uma pasta com muitos arquivos para outra?
a) $ vm *.jpg /outra-pasta
b) $ mv *.jpg /outra-pasta
c) $ rd *.jpg /outra-pasta
d) $ cp *.jpg /outra-pasta
002. (CESGRANRIO/BANCO DO BRASIL/ESCRITURÁRIO/AGENTE COMERCIAL/2021) Ao 
visitar uma agência, um funcionário de TI de um banco percebeu, durante sua conversa com 
um bancário, que a cada 15 minutos, um alarme tocava no celular do empregado, e que, nesse 
momento, ele executava um programa no computador servidor do banco, que rodava o Linux 
SUSE. Descobriu, depois, que o mesmo se repetia em todas as agências. Percebendo isso 
como um sinal de que havia uma demanda interna de executar esse programa de tempos em 
tempos, o funcionário de TI resolveu mudar o processo, fazendo esse programa ser executado 
automaticamente de forma periódica.
Para alcançar esse objetivo, esse funcionário utilizou a funcionalidade do comando:
a) cron
b) curl
c) jobs
d) timedatectl
e) touch
003. (QUADRIX/CRO-AC/TÉCNICO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/2019) É possível 
instalar, em um mesmo computador desktop, os sistemas operacionais Windows 7 e Linux, de 
forma independente.
004. (QUADRIX/CRO-AC/TÉCNICO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO.2019) O Notepad++ 
é um editor de texto de código‐fonteaberto. Por estar sob licença GPL, ele é executado somen-
te no sistema operacional Linux.
005. (QUADRIX/PROCON-GO/FISCAL DAS RELAÇÕES DE CONSUMO/2017) Com relação à 
alteração de senhas de usuários por meio de terminal (console) no sistema operacional Linux, 
assinale a alternativa correta.
a) Com o comando passwd, um usuário consegue mudar sua própria senha.
b) Para que o usuário root, o superusuário, consiga alterar a senha de um usuário qualquer, ele 
precisará conhecer a senha atual desse usuário antes de alterá-la.
c) Para alterar a senha dos usuários, utiliza-se o comando password.
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d) Por ser um sistema operacional seguro, a alteração de senhas, via console, não é permitida.
e) Apenas o usuário root tem o privilégio de alterar senhas.
006. (QUADRIX/CFO-DF/TÉCNICO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/2017)
Com relação à figura e às informações acima apresentadas, julgue o item a seguir:
O número 103165 representa a quantidade de linhas existentes no arquivo cro.pdf.
007. (QUADRIX/CFO-DF/TÉCNICO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/2017)
Com relação à figura e às informações acima apresentadas, julgue o item a seguir.
Com o comando mv cro.pdf cro2.pdf, é possível renomear o arquivo cro.pdf como cro2.pdf.
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008. (QUADRIX/CFO-DF/TÉCNICO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/2017)
O arquivo dentistas.pdf é de propriedade do usuário cfo e do grupo root.
009. (QUADRIX/CFO-DF/TÉCNICO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/2017)
Ao se executar o comando pwd no console acima, retornará a seguinte informação: /home/cfo.
010. INST.AOCP/UFFS/ASSISTENTE/2019) Em um sistema operacional Linux (Ubuntu 18.04, 
instalação padrão em português), dada a estrutura de diretórios padrão dos sistemas, os arqui-
vos pessoais dos usuários (documentos, planilhas, imagens, vídeos) ficam em qual diretório?
a) /home
b) /users
c) /desktop
d) /início
e) /etc
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011. (INST.AOCP/ITEP.RN/AGENTE/2018) Em um sistema operacional baseado em Linux, o 
que faz o comando de terminal: ifconfig?
a) É utilizado para listar arquivos de configuração.
b) É utilizado para abrir as configurações do sistema.
c) É um comando inválido.
d) É utilizado para configurar e inspecionar interfaces de rede.
e) É utilizado para configurar uma impressora.
012. (INST.AOCP/ITEP.RN/AGENTE/2018) Assinale a alternativa que NÃO apresenta um am-
biente de Área de Trabalho (interface gráfica ou ambiente X) existente para sistemas operacio-
nais baseados em Linux.
a) KDE
b) Gnome
c) XFCE
d) Unity
e) Xtreme
013. (INST.AOCP/UFFS/BIBLIOTECÁRIO/2019) Referente ao sistema operacional LINUX 
(Ubuntu 18.04, instalação padrão em português), é correto afirmar que o comando cd ~
a) executa um programa.
b) gera um erro, pois não é um comando válido.
c) acessa o diretório superior (um nível acima).
d) copia um arquivo de maneira direta.
e) acessa o diretório padrão do usuário logado.
014. (INST.AOCP/ITEP.RN/AGENTE/2018) Considerando o Sistema Operacional Ubuntu 
Linux (Versão 16.04, instalação padrão em português), qual é o nome dado ao gerenciador de 
arquivos padrão?
a) File Explorer.
b) Ubuntu Explorer.
c) Navigator.
d) Nautilus.
e) Netscape.
015. (INST.AOCP/ADAF.AM/ADMINISTRADOR/2018) Muitas pessoas usam o Windows por 
uma questão de costume. O Linux também é de fácil operação e, ao longo dos tempos, tem se 
popularizado. Em relação ao Linux, é correto afirmar que
a) trata-se de um sistema operacional proprietário, não podendo ser alterado pelos usuários.
b) é um software livre, porém tem código fonte fechado, não sendo possível fazer alterações.
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c) o Linux é um sistema operacional que não possui interfaces gráficas, devendo ser operacio-
nalizado somente através da linha de comando.
d) o Linux é um sistema operacional inseguro e que não tem aplicativos, a não ser os que são 
instalados por padrão.
e) é um sistema operacional de código aberto, ou seja, as instruções dos programas podem 
ser alteradas visando aprimorar ou personalizar suas funcionalidades.
016. (INST.AOCP/PREF.VITÓRIA.ES/TÉCNICO/2019) Considerando o sistema Ubuntu Linux, 
assinale a alternativa correta.
a) Não apresenta Área de trabalho.
b) Não possui navegador de internet.
c) Traz por padrão as ferramentas Microsoft Office.
d) Permite visualizar arquivos PDF.
017. (INST.AOCP/PREF.CARIACICA.ES/CONTADOR/2020) Ubuntu, Fedora e Debian são ter-
mos que representam:
a) tecnologias Wireless.
b) softwares aplicativos para a manipulação de imagens digitais.
c) distribuições do Sistema Operacional GNU/Linux.
d) modelos de memória de computador que utilizam a tecnologia flash.
018. (INST.AOCP/ITEP/RN/PERITO/2018) Em um sistema operacional Linux, o que faz o co-
mando mkdir?
a) Formata um dispositivo.
b) Verifica o conteúdo de um diretório.
c) Remove um arquivo.
d) Acessa o diretório pasta um nível acima.
e) Cria um diretório.
019. (AOCP/UNIR/ADMINISTRADOR/2018) Pode-se dizer que existem três sistemas operacio-
nais bastante usados no Brasil e até em outros países para microcomputadores. Na ordem de 
uso, são os seguintes: Microsoft Windows para microcomputadores padrão IBM; Linux, usado 
nos microcomputadores padrão IBM e Macintosh; Mac OS para microcomputadores Macintosh.
020. (AOCP/FUNPAPA/ADMINISTRADOR/2018) Em um sistema Operacional Linux versão 
Ubuntu 16.04, em sua instalação padrão, qual é o aplicativo padrão para navegação na internet?
a) Opera.
b) Google Chrome.
c) Edge.
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d) Mozilla Firefox.
e) Safari.
021. (AOCP/FUNPAPA/ADMINISTRADOR.2018) Pode-se dizer que existem três sistemas ope-
racionais bastante usados no Brasil e até em outros países para microcomputadores. Na ordem 
de uso, são os seguintes: Microsoft Windows para microcomputadores padrão IBM; Linux, usado 
nos microcomputadores padrão IBM e Macintosh; Mac OS para microcomputadores Macintosh.
022. (CEBRASPE/SEFAZ-DF/AUDITOR/2020) No Linux, o diretório /home é o local onde é 
instalada a maior parte dos aplicativos e das bibliotecas do sistema operacional, enquanto no 
diretório /usr são armazenados os arquivos dos usuários.
023. (CEBRASPE/TJ-PR/TÉCNICO/2019)Os sistemas operacionais oferecem serviços como 
acesso ao ambiente computacional, execução de programas e opção que apresenta exemplo 
de sistema operacional gratuito para uso em computadores do tipo desktop.
a) Android
b) Apple MacOS
c) Linux
d) Microsoft Windows
e) IOS
024. (CEBRASPE/MPE-PI/TÉCNICO/2018) Em seu diretório home no Linux, Simão tem os 
seguintes arquivos e subdiretórios.
/home/simao/teste.txt /home/simao/agosto/lista.sh /home/simao/julho
O subdiretório julho não tem arquivos e(ou) subdiretórios. Nessa situação, caso Simão execute 
o comando rm –Rf /home/ a partir de /tmp, os arquivos teste.txt e lista.sh serão deletados, 
mas os subdiretórios dentro de /home/simao/ serão preservados.
025. (CEBRASPE/DPF/PERITO/2018) Em cada item a seguir, é apresentada uma situação hipoté-
tica, seguida de uma assertiva a ser julgada, a respeito de sistemas operacionais, intranet e Internet.
Após verificar que o diretório /var/bo no Linux está sem espaço para novos arquivos, Pedro 
resolveu mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório para o diretório /
etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux. Nessa situação, a partir 
do diretório raiz do sistema operacional, o comando correto que Pedro deve usar para executar 
essa tarefa é mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo.
026. (CEBRASPE/IFF/TÉCNICO/2018) A respeito da estrutura de diretórios e sua principal 
finalidade no Linux e distribuição Ubuntu Server padrão, é correto afirmar que:
a) /bin é o local onde são armazenados os links simbólicos do sistema de arquivo.
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b) /boot é o principal local onde ficam armazenadas as chaves criptográficas de sessões de 
login remoto no sistema de arquivos.
c) /dev é o local onde se armazenam todos os arquivos de desenvolvimento.
d) /etc é o local onde normalmente se armazenam arquivos de configurações globais do sistema.
e) /home é o local onde todos os arquivos binários são armazenados.
027. (CEBRASPE/IFF/TÉCNICO/2018) No sistema operacional Linux, por meio do comando cd 
/iff/ digitado em um terminal, um usuário que possua todos os privilégios necessários poderá:
a) listar o conteúdo do diretório iff.
b) compactar o diretório iff.
c) remover o diretório iff.
d) criar o diretório iff.
e) abrir o diretório iff.
028. (CEBRASPE/IFF/ANALISTA/2018) Utilizando o console de uma distribuição Linux, um usu-
ário executou, em um diretório específico, o comando ls – l e obteve como saída a seguinte linha.
Considerando-se essas informações, é correto afirmar que:
a) docentes.pdf é um arquivo do tipo executável.
b) o primeiro termo iff se refere a um diretório, enquanto o segundo termo iff se refere ao usu-
ário que criou esse diretório.
c) 4096 se refere à quantidade de usuários que acessaram o arquivo docentes.pdf.
d) rw–r– –r– – se refere às permissões sobre o arquivo docentes.pdf.
e) todos os usuários que fazem parte do grupo iff podem editar o arquivo docentes.pdf.
029. (CEBRASPE/TRE-TO/ANALISTA/2017) A distribuição do Linux de código aberto que se 
caracteriza por ser não comercial, amplamente utilizada e baseada na Debian/GNU, denomina-se:
a) Linspire.
b) Fedora
c) Slackware Linux.
d) Ubuntu.
e) Gentoo Linux.
030. (CEBRASPE/TRT-7/TÉCNICO/2017) Na estrutura de diretórios do sistema operacional 
Linux, os diretórios /tmp e /dev são destinados, respectivamente, a:
a) Errada. Arquivos variáveis, ou seja, passíveis de mudanças, como arquivos de logs do siste-
ma; e armazenamento de informações referentes aos usuários do sistema operacional.
b) Errada. Arquivos temporários; e arquivos de configurações específicas de programas.
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c) Errada. Processos que estejam sendo executados; e arquivos de dispositivos.
d) Certa. Arquivos temporários; e arquivos de dispositivos.
031. (CEBRASPE/FUB/ASSISTENTE/2016) O uso do serviço VoIP Linux, embora traga eco-
nomia no custo das comunicações, está sujeito à limitação de distância física entre os pontos 
de comunicação.
032. (CEBRASPE/PC-GO/AGENTE/2016) Para o correto funcionamento de determinado am-
biente computacional, é necessário que o programa gravado no diretório 
seja executado simultaneamente aos outros programas do sistema operacional Linux que este-
jam em execução. A respeito dessa situação, é correto afirmar que a execução do programa 
a) pode ser verificada por meio do comando 
b) não ocorrerá, pois o programa se encontra no diretório , onde o Linux não permite gra-
vação de arquivos binários
c) pode ser verificada por meio do comando .
d) pode ser verificada por meio do comando 
e) pode ser verificada por meio do comando 
033. (CEBRASPE/PC-PE/AGENTE/2016) Para aferir o uso da CPU e da memória de uma esta-
ção de trabalho instalada com Linux, deve(m) ser utilizado(s) o(s) comando(s):
a) top.
b) system.
c) proc e mem.
d) cpu e memory.
e) fs e du.
034. (COPESE-UFPI/UFPI/ASSISTENTE/2016) Um usuário que deseja alterar sua senha, uti-
lizando um computador com sistema operacional Linux deve usar o comando:
a) pwd
b) change
c) password
d) ps
e) passwd
035. (COPESE-UFPI/PREFBOMJESUS/PI/PROCURADOR.2017) Sobre sistemas operacio-
nais (Windows e Linux) assinale a opção CORRETA.
a) Os sistemas operacionais utilizam sempre o mesmo sistema de arquivos, no caso o chamado NTFS.
b) Os programas desenvolvidos para Linux funcionam normalmente, sem necessitar de adap-
tações no Windows e vice-versa.
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c) O sistema operacional é um software cuja função é gerenciar os recursos do sistema, forne-
cendo uma interface entre o computador e o usuário e fornecendo suporte para que os demais 
programas possam funcionar.
d) Firefox e Chrome são exemplos de sistemas operacionais.
e) A multitarefa é um recurso do sistema operacional que permite ele seja executado em má-
quinas diferentes.
036. (COPESE-UFPI/UFPI/TÉCNICO.2015) Assinale a opção que corresponde a um sistema 
operacional cujo código fonte está disponível sob a licença GPL (General Public License – Li-
cença Pública Geral) para que qualquer pessoa o possa utilizar, estudar, modificar e distribuir 
livremente de acordo com os termos da licença.
a) Windows XP.
b) Windows Vista.
c) Linux.
d) Word 2010.
e) BrOffice.
037. (FCC/BANRISUL/ESCRITURÁRIO/2019) No Linux e no prompt de comandos do Win-
dows, para mostrar a lista de arquivos e diretórios presentes na unidade de armazenamento 
atual, por exemplo, um pen drive, utilizam-se, respectivamente, os comandos:
a) ls e dir.
b) list e mkdir.
c) cat e rmdir.
d) ps e dir.
e) ls e files.
038. (FUNDEP/PREF.LAGOA.SANTA.MG/TÉCNICO.2019) Sobre o sistema operacional Linux, 
analise as seguintes afirmativas:
I – É um sistema multitarefa, isto é, permite executar mais de um aplicativo, porém, enquanto 
um é executado, o outro fica em segundo plano.
II – É um sistema multisessão, pois permite haver várias contas de usuários em um único 
computador.III – É preemptivo, pois permite a interrupção de processos.
Estão corretas as afirmativas:
a) I e II, apenas.
b) I e III, apenas.
c) II e III, apenas.
d) I, II e III.
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039. (FUNCERN/PREF.JARDIM.DE.PIRANHAS.RN/AGENTE.2019) Um aluno do curso de Re-
des de Computadores está utilizando o sistema operacional Linux Ubuntu 16.04 LTS e precisa 
utilizar os comandos de visualizar o conteúdo de um arquivo texto e apagá-lo no terminal. Para 
isso, usou os, respectivamente, os comandos:
a) cat e rm
b) Is e del
c) cp e rm
d) cat e del
040. (UFCG/UFCG/ASSISTENTE/2016) Ainda sobre o ambiente Linux, o comando pwd retor-
na o seguinte resultado:
a) Exibe o caminho completo do diretório atual.
b) Abre um arquivo.
c) Lista todos os arquivos do diretório.
d) Remove um arquivo.
e) Gera senha para acesso de uma pasta.
041. (UFCG/UFCG/ASSISTENTE/2016) No ambiente Linux o comando para criação de uma pasta é:
a) cd
b) ls
c) mkdir
d) mkps
e) crtdir
042. (UFCG/UFCG/ASSISTENTE/2016) No ambiente Linux, o comando $ ls:
a) Mostra a quantidade de espaço usada no disco rígido.
b) Mostra o uso da memória.
c) Lista todos os arquivos do diretório.
d) Abre um arquivo.
e) Abre o explorador de informações.
043. (UFCG/UFCG/ASSISTENTE/2016) São características do sistema operacional Linux, EXCETO:
a) Conectividade com outros tipos de plataformas como: Windows, Apple, DOS.
b) Não é Case Sensitive.
c) Multiusuário.
d) Preemptivo.
e) Proteção entre processos executados na memória RAM.
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044. (FCC/TRT2/TÉCNICO/2018) Para conhecer a finalidade de um comando no Linux, um 
Técnico precisará digitar um primeiro comando seguido do nome do comando que deseja co-
nhecer. O primeiro comando que terá que utilizar, nesse caso, é o:
a) bash
b) help
c) man
d) show
e) ls
045. (FCC/TRT6/ANALISTA/2018) Um Analista recebeu um arquivo chamado funcionarios.
txt contendo o nome e outras informações de cerca de 10000 funcionários. Ao ser solicitado a 
localizar os dados do funcionário Marconi Teixeira nesse arquivo, estando na pasta em que se 
encontra o arquivo em um terminal Linux, digitou o comando
a) get ‘Marconi Teixeira’ from funcionarios.txt
b) grep ‘Marconi Teixeira’ funcionarios.txt
c) ls ‘Marconi Teixeira’ in funcionarios.txt
d) locate ‘Marconi Teixeira’ >> funcionarios.txt
e) search ‘Marconi Teixeira’ funcionarios.txt
046. (IDECAN/UERN/TÉCNICO/2016) Sobre comandos utilizados em Sistemas Operacionais 
Linux, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
I – ( ) O comando ls é utilizado para listar todos os arquivos do diretório.
II – ( ) O comando addir é utilizado para criar um novo diretório.
III – ( ) O comando chmod modifica as permissões de um arquivo ou diretório.
IV – ( ) O comando dir exibe o caminho completo do diretório atual.
A sequência está correta em:
a) V, V, F, F.
b) V, F, V, F.
c) F, V, V, F.
d) F, F, V, V.
047. (IDECAN/UERN/AGENTE/2016) Muitas empresas estão optando por utilizarem o Sis-
tema Operacional Linux. A grande vantagem desse Sistema é que não se tem a necessidade 
de pagamento de licença para utilizá-lo, diferente dos sistemas proprietários, da Microsoft, 
por exemplo, que se deve pagar uma licença para utilização. Por não ter que pagar licença, as 
empresas economizam e podem investir em equipamentos, infraestrutura, entre outros. Traba-
lhar com Linux já é uma realidade, e muitas ações são feitas utilizando-se do terminal, ou seja, 
usam-se os comandos pela linha de comando do Linux. Diferente do Windows, onde quase 
tudo é feito através da interface gráfica, no Linux os comandos podem ser usados pela linha 
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de comando e, em algumas versões, fazendo uso de interface gráfica. “Suponha que se esteja 
editando um arquivo na linha de comandos do Linux, mas tenha se esquecido o diretório em 
que se encontra. Um desses comandos pode ser usado para a verificação de qual diretório se 
encontra (isso em caso do seu aviso de comandos não mostrar essa informação)”. Assinale a 
alternativa correta que apresenta este comando.
a) ls.
b) cd.
c) pwd.
d) mkdir.
048. (IDECAN/UERN/AGENTE/2016) “Alguns candidatos foram convidados para uma entrevista 
de emprego em uma empresa que utiliza o Linux como Sistema Operacional. Na entrevista, o res-
ponsável pela empresa solocita que os candidatos usem alguns comandos para manipulação de 
arquivos através do terminal de comandos. No Linux, o comando rm apaga arquivos, o cp copia 
arquivos e o mv move arquivos. Todos esses comandos podem ser utilizados com alguns com-
plementos (opções) que agregam funções nas suas utilizações. Uma dessas opções, respecti-
vamente, tem as seguintes descrições, de acordo com os comandos apresentados: remove os 
arquivos sem perguntar; não pergunta, substitui os arquivos caso já exista; e, substitui o arquivo 
de destino sem perguntar.” Esse complemento (opção) aos comandos apresentados trata-se de:
a) -i.
b) -f.
c) -r.
d) -v.
049. (IDECAN/UERN/AGENTE/2016) Organizar arquivos e pastas (diretórios) é uma tarefa 
muito importante para os usuários do computador. Seja com qual Sistema Operacional se 
está trabalhando, com essa organização fica muito mais fácil encontrar aquilo que se deseja 
no computador. “No Sistema Operacional Linux há um comando que efetua uma procura por 
arquivos/diretórios no disco. Essa busca pode ser feita considerando-se critérios como: data 
de modificação, tamanho etc., usando algumas opções com o comando. Sua sintaxe padrão é: 
comando [diretório] [opções/expressão]. Nesse caso, indica que a busca será realizada neste 
diretório, percorrendo seus subdiretórios.” Assinale a alternativa referente a esse comando.
a) tail
b) less
c) find
d) sort
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050. (IADES/DETRAN/RO/AGENTE/2014) Qual é o comando utilizado para alterar a permis-
são de arquivos e/ou diretórios em um ambiente Linux/Unix?
a) cp.
b) cd.
c) dir.
d) cmp.
e) chmod.
051. (IADES/DETRAN/RO/AGENTE.2014) Marque a opção INCORRETA referente à funciona-
lidade do comando Linux.
a) RM – apagar o arquivo especificado.
b) PWD – informar o diretório utilizado.
c) NETSTAT – informar o estado de rede.
d) MKDIR – informar o status da fila de impressão.
e) LS – mostrar os arquivos e diretórios da pasta atual.
052. (IDECAN/UERN/TÉCNICO/2016) Sobre comandos utilizados em Sistemas Operacionais 
Linux, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
() O comando ls é utilizado para listar todos os arquivos do diretório.
() O comando addir é utilizadopara criar um novo diretório.
() O comando chmod modifica as permissões de um arquivo ou diretório.
() O comando dir exibe o caminho completo do diretório atual.
A sequência está correta em:
a) V, V, F, F.
b) V, F, V, F.
c) F, V, V, F.
d) F, F, V, V.
053. (IDECAN/UERN/AGENTE/2016) Muitas empresas estão optando por utilizarem o Sis-
tema Operacional Linux. A grande vantagem desse Sistema é que não se tem a necessidade 
de pagamento de licença para utilizá-lo, diferente dos sistemas proprietários, da Microsoft, 
por exemplo, que se deve pagar uma licença para utilização. Por não ter que pagar licença, as 
empresas economizam e podem investir em equipamentos, infraestrutura, entre outros. Traba-
lhar com Linux já é uma realidade, e muitas ações são feitas utilizando-se do terminal, ou seja, 
usam-se os comandos pela linha de comando do Linux. Diferente do Windows, onde quase 
tudo é feito através da interface gráfica, no Linux os comandos podem ser usados pela linha 
de comando e, em algumas versões, fazendo uso de interface gráfica. “Suponha que se esteja 
editando um arquivo na linha de comandos do Linux, mas tenha se esquecido do diretório em 
que se encontra. Um desses comandos pode ser usado para a verificação de qual diretório se 
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encontra (isso em caso do seu aviso de comandos não mostrar essa informação)”. Assinale a 
alternativa correta que apresenta este comando.
a) ls.
b) cd.
c) pwd.
d) mkdir.
054. (IDECAN/UERN/AGENTE/2016) “Alguns candidatos foram convidados para uma entrevista 
de emprego em uma empresa que utiliza o Linux como Sistema Operacional. Na entrevista, o res-
ponsável pela empresa solocita que os candidatos usem alguns comandos para manipulação de 
arquivos através do terminal de comandos. No Linux, o comando rm apaga arquivos, o cp copia 
arquivos e o mv move arquivos. Todos esses comandos podem ser utilizados com alguns com-
plementos (opções) que agregam funções nas suas utilizações. Uma dessas opções, respecti-
vamente, tem as seguintes descrições, de acordo com os comandos apresentados: remove os 
arquivos sem perguntar; não pergunta, substitui os arquivos caso já exista; e, substitui o arquivo 
de destino sem perguntar.” Esse complemento (opção) aos comandos apresentados trata-se de:
a) -i.
b) -f.
c) -r.
d) -v.
055. (IDECAN/UERN/AGENTE/2016) Organizar arquivos e pastas (diretórios) é uma tarefa 
muito importante para os usuários do computador. Seja com qual Sistema Operacional em que 
se está trabalhando, com essa organização fica muito mais fácil encontrar aquilo que se dese-
ja no computador. “No Sistema Operacional Linux há um comando que efetua uma procura por 
arquivos/diretórios no disco. Essa busca pode ser feita considerando-se critérios como: data 
de modificação, tamanho etc., usando algumas opções com o comando. Sua sintaxe padrão é: 
comando [diretório] [opções/expressão]. Nesse caso, indica que a busca será realizada neste 
diretório, percorrendo seus subdiretórios.” Assinale a alternativa referente a esse comando.
a) tail.
b) less.
c) find.
d) sort.
056. (IDECAN/DETRAN/RO/TÉCNICO.2014) Qual é o comando utilizado para alterar a per-
missão de arquivos e/ou diretórios em um ambiente Linux/Unix?
a) cp.
b) cd.
c) dir.
d) cmp.
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GABARITO
1. b
2. a
3. C
4. E
5. a
6. E
7. C
8. E
9. C
10. a
11. d
12. e
13. e
14. d
15. e
16. d
17. c
18. e
19. C
20. d
21. C
22. E
23. c
24. E
25. E
26. d
27. e
28. d
29. d
30. d
31. E
32. c
33. a
34. e
35. c
36. c
37. a
38. c
39. a
40. a
41. c
42. c
43. b
44. c
45. b
46. b
47. c
48. a
49. c
50. e
51. d
52. b
53. c
54. a
55. c
56. e
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GABARITO COMENTADO
001. (UFMT/UFMT/TÉCNICO/2015) No sistema operacional Linux, qual o comando para mo-
ver todos os arquivos com extensão.jpg de uma pasta com muitos arquivos para outra?
a) $ vm *.jpg /outra-pasta
b) $ mv *.jpg /outra-pasta
c) $ rd *.jpg /outra-pasta
d) $ cp *.jpg /outra-pasta
O comando mv é utilizado para mover ou renomear um arquivo;
mv [opções] origem destino.
$ mv *.jpg /outra-pasta  usuário logado como comum ($) irá mover TODOS (*) os arquivos jpg.
Letra b.
002. (CESGRANRIO/BANCO DO BRASIL/ESCRITURÁRIO/AGENTE COMERCIAL/2021) Ao 
visitar uma agência, um funcionário de TI de um banco percebeu, durante sua conversa com 
um bancário, que a cada 15 minutos, um alarme tocava no celular do empregado, e que, nesse 
momento, ele executava um programa no computador servidor do banco, que rodava o Linux 
SUSE. Descobriu, depois, que o mesmo se repetia em todas as agências. Percebendo isso 
como um sinal de que havia uma demanda interna de executar esse programa de tempos em 
tempos, o funcionário de TI resolveu mudar o processo, fazendo esse programa ser executado 
automaticamente de forma periódica.
Para alcançar esse objetivo, esse funcionário utilizou a funcionalidade do comando:
a) cron
b) curl
c) jobs
d) timedatectl
e) touch
Comando bem incomum de cair em provas para área administrativa.
�a) Certa. cron  Permite aos usuários do Unix/Linux executar comandos ou scripts (grupos de 
comandos) automaticamente em um determinado horário/data.
�b) Errada. curl  Abreviação para Client URL. Comandos cURL são utilizados muitas vezes 
para verificar a conectividade de uma URL, além disso, é uma ótima ferramenta para a transfe-
rência de dados e arquivos.
�c) Errada. Jobs  Lista os processos inicializados a partir do terminal.
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�d) Errada. timedatectl  mostrar a hora e a data atuais. O comando é usado principalmente 
para controlar a hora e a data do sistema. timedatectl pode ser usado para consultar e alterar 
o relógio do sistema e suas configurações.
�e) Errada. touch  usado para criar arquivos. Além disso, ele ainda pode mudar a data e a hora 
de acesso e/ou modificação de arquivos.
Letra a.
003. (QUADRIX/CRO-AC/TÉCNICO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/2019) É possível 
instalar, em um mesmo computador desktop, os sistemas operacionais Windows 7 e Linux, de 
forma independente.
�De maneira independente seria por meio do particionamento (divisão) do disco rígido em duas 
partes, sendo uma reservada para o Windows e a outra para o Linux. Por meio de programas 
como o LILO ou GRUB, que fazem a função de gerenciadores de boot (inicialização) podemos 
escolher qual o sistema queremos acessar.
�A outra forma seria por meio de uma máquina virtual, porém não de forma independente, pois 
a máquina virtual é instalada no sistema atual e por meio dela é possível instalaroutro sistema 
e usar os dois simultaneamente.
Certo.
004. (QUADRIX/CRO-AC/TÉCNICO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/2019) O Note-
pad++ é um editor de texto de código‐fonte aberto. Por estar sob licença GPL, ele é executado 
somente no sistema operacional Linux.
Notepad (Bloco de Notas) é um editor de textos simples nativo do sistema Windows e não do Linux.
No Linux temos:
Editores de texto simples: Vi/Vim, Emacs, Nano, Gedit, krite, Sublime text, Joe etc.
Errado.
005. (QUADRIX/PROCON-GO/FISCAL DAS RELAÇÕES DE CONSUMO/2017) Com relação à 
alteração de senhas de usuários por meio de terminal (console) no sistema operacional Linux, 
assinale a alternativa correta.
a) Com o comando passwd, um usuário consegue mudar sua própria senha.
b) Para que o usuário root, o superusuário, consiga alterar a senha de um usuário qualquer, ele 
precisará conhecer a senha atual desse usuário antes de alterá-la.
c) Para alterar a senha dos usuários, utiliza-se o comando password.
d) Por ser um sistema operacional seguro, a alteração de senhas, via console, não é permitida.
e) Apenas o usuário root tem o privilégio de alterar senhas.
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�a) Certa. Com o comando passwd, um usuário consegue mudar sua própria senha. (CERTO)  
O comando passwd é utilizado no prompt do Linux para a alteração de uma senha.
�b) Errada. Para que o usuário root, o superusuário, consiga alterar a senha de um usuário 
qualquer, ele precisará conhecer a senha atual desse usuário antes de alterá-la. (ERRADO)  
O usuário root não precisa entrar com a senha de um usuário comum ao modificá-la, de modo 
que ele é capaz de alterar a senha de um usuário que a tenha perdido.
�c) Errada. Para alterar a senha dos usuários, utiliza-se o comando password. (ERRADO)  
Comando passwd.
�d) Errada. Por ser um sistema operacional seguro, a alteração de senhas, via console, não é 
permitida. (ERRADO)  O comando passwd é executado via console, prompt de comando.
�e) Errada. Apenas o usuário root tem o privilégio de alterar senhas. É errado, pois um usuário 
comum pode alterar a sua própria senha.
Letra a.
006. (QUADRIX/CFO-DF/TÉCNICO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/2017)
Com relação à figura e às informações acima apresentadas, julgue o item a seguir:
O número 103165 representa a quantidade de linhas existentes no arquivo cro.pdf.
Representa o tamanho do arquivo.
Errado.
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007. (QUADRIX/CFO-DF/TÉCNICO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/2017)
Com relação à figura e às informações acima apresentadas, julgue o item a seguir.
Com o comando mv cro.pdf cro2.pdf, é possível renomear o arquivo cro.pdf como cro2.pdf.
�O comando mv é utilizado para mover ou renomear um arquivo;
�mv [opções] origem destino  mv cro.pdf cro2.pdf.
Certo.
008. (QUADRIX/CFO-DF/TÉCNICO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/2017)
O arquivo dentistas.pdf é de propriedade do usuário cfo e do grupo root.
�O arquivo dentristas.pdf é de propriedade do usuário root que pertence ao grupo root.
Errado.
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009. (QUADRIX/CFO-DF/TÉCNICO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/2017)
Ao se executar o comando pwd no console acima, retornará a seguinte informação: /home/cfo.
O comando pwd (print working directory) irá exibir o endereço da pasta corrente.
Que está indicado em:
Certo.
010. INST.AOCP/UFFS/ASSISTENTE/2019) Em um sistema operacional Linux (Ubuntu 18.04, 
instalação padrão em português), dada a estrutura de diretórios padrão dos sistemas, os arqui-
vos pessoais dos usuários (documentos, planilhas, imagens, vídeos) ficam em qual diretório?
a) /home
b) /users
c) /desktop
d) /início
e) /etc
Ainda não aprendeu os diretórios do Linux, volte e APRENDA!! Sim, é uma bronca... rs.
Letra a.
011. (INST.AOCP/ITEP.RN/AGENTE/2018) Em um sistema operacional baseado em Linux, o 
que faz o comando de terminal: ifconfig?
a) É utilizado para listar arquivos de configuração.
b) É utilizado para abrir as configurações do sistema.
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c) É um comando inválido.
d) É utilizado para configurar e inspecionar interfaces de rede.
e) É utilizado para configurar uma impressora.
As duas primeiras questões, voltadas aos temas mais abordados sobre Linux em provas de 
concursos. Por favor, estude os comandos trabalhados em nossa aula.
Letra d.
012. (INST.AOCP/ITEP.RN/AGENTE/2018) Assinale a alternativa que NÃO apresenta um am-
biente de Área de Trabalho (interface gráfica ou ambiente X) existente para sistemas operacio-
nais baseados em Linux.
a) KDE
b) Gnome
c) XFCE
d) Unity
e) Xtreme
De acordo com o que estudamos acima, poderíamos acertar por eliminação. Xtreme é um ge-
renciador de Downloads e não uma interface gráfica.
Letra e.
013. (INST.AOCP/UFFS/BIBLIOTECÁRIO/2019) Referente ao sistema operacional LINUX 
(Ubuntu 18.04, instalação padrão em português), é correto afirmar que o comando cd ~
a) executa um programa.
b) gera um erro, pois não é um comando válido.
c) acessa o diretório superior (um nível acima).
d) copia um arquivo de maneira direta.
e) acessa o diretório padrão do usuário logado.
O cuidado é com o uso do til “˜” que faz uma função especifica no comando cd.
Letra e.
014. (INST.AOCP/ITEP.RN/AGENTE/2018) Considerando o Sistema Operacional Ubuntu 
Linux (Versão 16.04, instalação padrão em português), qual é o nome dado ao gerenciador de 
arquivos padrão?
a) File Explorer.
b) Ubuntu Explorer.
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c) Navigator.
d) Nautilus.
e) Netscape.
Um dos gerenciadores mais utilizados nas distribuições mais famosas do Linux.
Letra d.
015. (INST.AOCP/ADAF.AM/ADMINISTRADOR/2018) Muitas pessoas usam o Windows por 
uma questão de costume. O Linux também é de fácil operação e, ao longo dos tempos, tem se 
popularizado. Em relação ao Linux, é correto afirmar que
a) trata-se de um sistema operacional proprietário, não podendo ser alterado pelos usuários.
b) é um software livre, porém tem código fonte fechado, não sendo possível fazer alterações.
c) o Linux é um sistema operacional que não possui interfaces gráficas, devendo ser operacio-
nalizado somente através da linha de comando.
d) o Linux é um sistema operacional inseguro e que não temaplicativos, a não ser os que são 
instalados por padrão.
e) é um sistema operacional de código aberto, ou seja, as instruções dos programas podem 
ser alteradas visando aprimorar ou personalizar suas funcionalidades.
Lembre-se: Todo software livre tem o código fonte aberto. Agora, nem todo software de código 
aberto é livre. Para o software ser livre é necessárias as 4 liberdades tradicionais: EXECUTAR, 
ALTERAR, ESTUDAR e REDISTRIBUIR.
Letra e.
016. (INST.AOCP/PREF.VITÓRIA.ES/TÉCNICO/2019) Considerando o sistema Ubuntu Linux, 
assinale a alternativa correta.
a) Não apresenta Área de trabalho.
b) Não possui navegador de internet.
c) Traz por padrão as ferramentas Microsoft Office.
d) Permite visualizar arquivos PDF.
Questão muito simples. As letras A e B negam itens óbvios. A letra C trata-se de pacote da Mi-
crosoft que nem no Windows é padrão. Office é comprado separadamente.
Letra d.
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017. (INST.AOCP/PREF.CARIACICA.ES/CONTADOR/2020) Ubuntu, Fedora e Debian são ter-
mos que representam:
a) tecnologias Wireless.
b) softwares aplicativos para a manipulação de imagens digitais.
c) distribuições do Sistema Operacional GNU/Linux.
d) modelos de memória de computador que utilizam a tecnologia flash.
Consideradas as distribuições mais populares do Linux.
Letra c.
018. (INST.AOCP/ITEP/RN/PERITO/2018) Em um sistema operacional Linux, o que faz o co-
mando mkdir?
a) Formata um dispositivo.
b) Verifica o conteúdo de um diretório.
c) Remove um arquivo.
d) Acessa o diretório pasta um nível acima.
e) Cria um diretório.
MKDIR = Make directory = criar diretório.
Letra e.
019. (AOCP/UNIR/ADMINISTRADOR/2018) Pode-se dizer que existem três sistemas operacio-
nais bastante usados no Brasil e até em outros países para microcomputadores. Na ordem de 
uso, são os seguintes: Microsoft Windows para microcomputadores padrão IBM; Linux, usado 
nos microcomputadores padrão IBM e Macintosh; Mac OS para microcomputadores Macintosh.
Três Sistemas Operacionais mais difundidos no mercado mundial.
Certo.
020. (AOCP/FUNPAPA/ADMINISTRADOR/2018) Em um sistema Operacional Linux versão 
Ubuntu 16.04, em sua instalação padrão, qual é o aplicativo padrão para navegação na internet?
a) Opera.
b) Google Chrome.
c) Edge.
d) Mozilla Firefox.
e) Safari.
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Devido ao Firefox ser também um software livre, é dominante na maioria das distribuições do 
Linux. O Google Chrome, via de regra, equipa sistemas embasados em Linux da Google, como 
o Android e o Chrome-OS.
Letra d.
021. (AOCP/FUNPAPA/ADMINISTRADOR.2018) Pode-se dizer que existem três sistemas ope-
racionais bastante usados no Brasil e até em outros países para microcomputadores. Na ordem 
de uso, são os seguintes: Microsoft Windows para microcomputadores padrão IBM; Linux, usado 
nos microcomputadores padrão IBM e Macintosh; Mac OS para microcomputadores Macintosh.
Três Sistemas Operacionais mais difundidos no mercado mundial.
Certo.
022. (CEBRASPE/SEFAZ-DF/AUDITOR/2020) No Linux, o diretório /home é o local onde é 
instalada a maior parte dos aplicativos e das bibliotecas do sistema operacional, enquanto no 
diretório /usr são armazenados os arquivos dos usuários.
�De acordo com o que estudamos, as pastas estão invertidas.
Errado.
023. (CEBRASPE/TJ-PR/TÉCNICO/2019) Os sistemas operacionais oferecem serviços como 
acesso ao ambiente computacional, execução de programas e opção que apresenta exemplo 
de sistema operacional gratuito para uso em computadores do tipo desktop.
a) Android
b) Apple MacOS
c) Linux
d) Microsoft Windows
e) IOS
�a) Errada. Sistema baseado em Linux para dispositivos móveis (smartphone/tablets etc.)
�b) Errada. MacOS é utilizado somente em Imac e macbook e, por mais que as atualizações 
sejam gratuitas para proprietários de Mac, o valor é embutido na compra do produto.
�d) Errada. Sistema comercial (pago).
�e) Sistema Apple para dispositivos móveis (smartphone/tablets etc.)
Letra c.
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024. (CEBRASPE/MPE-PI/TÉCNICO/2018) Em seu diretório home no Linux, Simão tem os 
seguintes arquivos e subdiretórios.
�/home/simao/teste.txt /home/simao/agosto/lista.sh /home/simao/julho
�O subdiretório julho não tem arquivos e(ou) subdiretórios. Nessa situação, caso Simão execute 
o comando rm –Rf /home/ a partir de /tmp, os arquivos teste.txt e lista.sh serão deletados, 
mas os subdiretórios dentro de /home/simao/ serão preservados.
�
�Vamos a uns detalhes sobre o comando:
�- rm: comando para deletar arquivos.
�- rm -r: o comando que deleta pastas recursivamente, mesmo que estejam vazias.
�- rm -f: a propriedade de “apenas leitura” que um arquivo tenha é removida sem perguntar, per-
mitindo que o arquivo seja apagado.
�- rm -rf /: usando a combinação dos dois parâmetros com a “/”, você diz para o sistema apagar 
tudo que está no diretório raiz.
�- rm -rf *: força o apagamento de tudo que está no diretório atual ou no de trabalho, dependen-
do de onde você estiver.
�- rm -rf.: acrescentando um ponto, você pode apagar também as pastas ocultas, além das normais.
Errado.
025. (CEBRASPE/DPF/PERITO/2018) Em cada item a seguir, é apresentada uma situação hipoté-
tica, seguida de uma assertiva a ser julgada, a respeito de sistemas operacionais, intranet e Internet.
Após verificar que o diretório /var/bo no Linux está sem espaço para novos arquivos, Pedro 
resolveu mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório para o diretório /
etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux. Nessa situação, a partir 
do diretório raiz do sistema operacional, o comando correto que Pedro deve usar para executar 
essa tarefa é mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo.
�Vamos resumir? O operador > é um direcionador de saída. Ou seja, as mensagens do comando 
serão direcionadas para um arquivo, e não mover.
Errado.
026. (CEBRASPE/IFF/TÉCNICO/2018) A respeito da estrutura de diretórios e sua principal 
finalidade no Linux e distribuição Ubuntu Server padrão, é correto afirmar que:
a) /bin é o local onde são armazenados os links simbólicos do sistema de arquivo.
b) /boot é o principal local onde ficam armazenadas as chaves criptográficas de sessões de 
login remoto no sistema de arquivos.
c) /dev é o local onde se armazenam todos os arquivos de desenvolvimento.
d) /etc é o local onde normalmente se armazenam arquivos de configurações globais do sistema.
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e) /home é o local onde todos os arquivos binários são armazenados.
Questão recorrente, cuidado!a) Errada. Arquivos binários (comandos do sistema).
b) Errada. Arquivos de inicialização (boot).
c) Errada. Drivers de dispositivos.
e) Errada. Arquivos dos usuários.
Letra d.
027. (CEBRASPE/IFF/TÉCNICO/2018) No sistema operacional Linux, por meio do comando cd 
/iff/ digitado em um terminal, um usuário que possua todos os privilégios necessários poderá:
a) listar o conteúdo do diretório iff.
b) compactar o diretório iff.
c) remover o diretório iff.
d) criar o diretório iff.
e) abrir o diretório iff.
CD  Change Directory = abrir o diretório.
Letra e.
028. (CEBRASPE/IFF/ANALISTA/2018) Utilizando o console de uma distribuição Linux, um usu-
ário executou, em um diretório específico, o comando ls – l e obteve como saída a seguinte linha.
Considerando-se essas informações, é correto afirmar que:
a) docentes.pdf é um arquivo do tipo executável.
b) o primeiro termo iff se refere a um diretório, enquanto o segundo termo iff se refere ao usu-
ário que criou esse diretório.
c) 4096 se refere à quantidade de usuários que acessaram o arquivo docentes.pdf.
d) rw–r– –r– – se refere às permissões sobre o arquivo docentes.pdf.
e) todos os usuários que fazem parte do grupo iff podem editar o arquivo docentes.pdf.
a) Errada. Arquivo do tipo PDF.
b) Errada. primeiro iff é o dono do arquivo. Segundo iff é o grupo do usuário.
c) Errada. Tamanho do arquivo.
e) Errada. Grupo IFF tem permissão para: r--  ler/não grava/não executa.
Letra d.
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029. (CEBRASPE/TRE-TO/ANALISTA/2017) A distribuição do Linux de código aberto que se 
caracteriza por ser não comercial, amplamente utilizada e baseada na Debian/GNU, denomina-se:
a) Linspire.
b) Fedora
c) Slackware Linux.
d) Ubuntu.
e) Gentoo Linux.
Como citado no início da aula, eu uso a distribuição Ubuntu como base justamente por saber 
que o Cebraspe tem uma afinidade por ela. Geralmente, distribuição não comercial e baseada 
em Debian, temos a Ubuntu.
a) Errada. Linspire --> Debian (distro comercial).
b) Errada. Fedora --> Red Hat.
c) Errada. Slackware --> Slackware.
e) Errada. Gentoo --> Enoch.
As distribuições baseadas em Ubuntu, por essência são, na verdade, baseadas em Debian:
Xubuntu, kubuntu, Eeebuntu, Fluxbuntu, Ubuntulite, Zebuntu, Vibuntu, Mythbuntu, Ubuntu Kylin, 
SecUntu, Geubuntu etc.
Letra d.
030. (CEBRASPE/TRT-7/TÉCNICO/2017) Na estrutura de diretórios do sistema operacional 
Linux, os diretórios /tmp e /dev são destinados, respectivamente, a:
a) Errada. arquivos variáveis, ou seja, passíveis de mudanças, como arquivos de logs do siste-
ma; e armazenamento de informações referentes aos usuários do sistema operacional.
b) Errada. arquivos temporários; e arquivos de configurações específicas de programas.
c) Errada. processos que estejam sendo executados; e arquivos de dispositivos.
d) Certa. arquivos temporários; e arquivos de dispositivos.
/tmp = Temp = temporário. /dev = device = dispositivo = drivers de dispositivos.
Letra d.
031. (CEBRASPE/FUB/ASSISTENTE/2016) O uso do serviço VoIP Linux, embora traga eco-
nomia no custo das comunicações, está sujeito à limitação de distância física entre os pontos 
de comunicação.
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�
�Item interessante, associando o uso do Linux com o serviço VOIP (protocolo de voz sobre IP). 
Podemos utilizar o serviço que permite a ligação por meio da rede de dados (internet) em qual-
quer localidade do mundo, desde que tenha a infraestrutura de rede disponível.
Errado.
032. (CEBRASPE/PC-GO/AGENTE/2016) Para o correto funcionamento de determinado am-
biente computacional, é necessário que o programa gravado no diretório 
seja executado simultaneamente aos outros programas do sistema operacional Linux que este-
jam em execução. A respeito dessa situação, é correto afirmar que a execução do programa 
a) pode ser verificada por meio do comando 
b) não ocorrerá, pois o programa se encontra no diretório , onde o Linux não permite gra-
vação de arquivos binários
c) pode ser verificada por meio do comando .
d) pode ser verificada por meio do comando 
e) pode ser verificada por meio do comando .
Todas as alternativas, com exceção da letra “c”, usaram o comando ls (listar o conteúdo).
a) Errada. ps -> lista de processos;
b) Errada. -e -> mostra todos os processos, não apenas aqueles que pertencem ao usuário;
c) Certa. -f -> mostra processos em formato com maiores detalhes;
d) Errada. comando 1 | comando 2 -> passa a saída do comando 1 como entrada para o comando 2
e) Errada. grep -> procura por um texto (proc) dentro de um arquivo.
Letra c.
033. (CEBRASPE/PC-PE/AGENTE/2016) Para aferir o uso da CPU e da memória de uma esta-
ção de trabalho instalada com Linux, deve(m) ser utilizado(s) o(s) comando(s):
a) top.
b) system.
c) proc e mem.
d) cpu e memory.
e) fs e du.
a) Certa. top: exibe a lista dos processos, conforme os recursos de memória consumidos.
b) Errada. --//--.
c) Errada. proc é um diretório.
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d) Errada. --//--.
e) Errada. du: exibe um resumo do uso do espaço em disco.
Letra a.
034. (COPESE-UFPI/UFPI/ASSISTENTE/2016) Um usuário que deseja alterar sua senha, uti-
lizando um computador com sistema operacional Linux deve usar o comando:
a) pwd
b) change
c) password
d) ps
e) passwd
�
�passwd: altera sua senha. Para um administrador mudar a senha de um usuário, basta digitar 
passwd seguido do nome deste.
Letra e.
035. (COPESE-UFPI/PREFBOMJESUS/PI/PROCURADOR.2017) Sobre sistemas operacio-
nais (Windows e Linux) assinale a opção CORRETA.
a) Os sistemas operacionais utilizam sempre o mesmo sistema de arquivos, no caso o 
chamado NTFS.
b) Os programas desenvolvidos para Linux funcionam normalmente, sem necessitar de adap-
tações no Windows e vice-versa.
c) O sistema operacional é um software cuja função é gerenciar os recursos do sistema, forne-
cendo uma interface entre o computador e o usuário e fornecendo suporte para que os demais 
programas possam funcionar.
d) Firefox e Chrome são exemplos de sistemas operacionais.
e) A multitarefa é um recurso do sistema operacional que permite ele seja executado em má-
quinas diferentes.
Conceito sobre as funções de um Sistema Operacional.
Letra c.
036. (COPESE-UFPI/UFPI/TÉCNICO.2015) Assinale a opção que corresponde a um sistema 
operacional cujo código fonte está disponível sob a licença GPL (General Public License – Li-
cença Pública Geral) para que qualquer pessoa o possa utilizar, estudar, modificar e distribuir 
livremente de acordo com os termos da licença.
a) Windows XP.
b) Windows Vista.
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c) Linux.
d) Word 2010.
e) BrOffice.
Todas as características básicas do Linux estão no enunciado da questão.
Letra c.
037. (FCC/BANRISUL/ESCRITURÁRIO/2019) No Linux e no prompt de comandos do Win-
dows, para mostrar a lista de arquivos e diretórios presentes na unidade de armazenamento 
atual, por exemplo, um pen drive, utilizam-se, respectivamente, os comandos:
a) ls e dir.
b) list e mkdir.
c) cat e rmdir.
d) ps e dir.
e) ls e files.
ls: lista os arquivos e diretórios da pasta atual – LINUX. dir: lista os arquivos e diretórios da 
pasta atual – WINDOWS.
Letra a.
038. (FUNDEP/PREF.LAGOA.SANTA.MG/TÉCNICO.2019) Sobre o sistema operacional Linux, 
analise as seguintes afirmativas:
I – É um sistema multitarefa, isto é, permite executar mais de um aplicativo, porém, enquanto 
um é executado, o outro fica em segundo plano.
II – É um sistema multisessão, pois permite haver várias contas de usuários em um único computador.
III – É preemptivo, pois permite a interrupção de processos.
Estão corretas as afirmativas:
a) I e II, apenas.
b) I e III, apenas.
c) II e III, apenas.
d) I, II e III.
I – Os dois aplicativos poderiam estar em primeiro plano.
Letra c.
039. (FUNCERN/PREF.JARDIM.DE.PIRANHAS.RN/AGENTE.2019) Um aluno do curso de Re-
des de Computadores está utilizando o sistema operacional Linux Ubuntu 16.04 LTS e precisa 
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utilizar os comandos de visualizar o conteúdo de um arquivo texto e apagá-lo no terminal. Para 
isso, usou os, respectivamente, os comandos:
a) cat e rm
b) Is e del
c) cp e rm
d) cat e del
cat arquivo: mostra o conteúdo de um arquivo. Por exemplo, para ver o arquivo concurso.txt, 
basta digitar cat concurso.txt. Utilizado, também para concatenar arquivos exibindo o resulta-
do na tela. Basta digitar: $ cat arquivo1 > arquivo2;
rm arquivo: apaga o arquivo especificado.
-d: Remove um diretório
-f: Ele não pede autorização para o usuário e ignora os arquivos não localizados.
-r: Deleta o conteúdo de todos os subdiretórios.
-i: Pergunta se realmente deseja apagar o arquivo.
Letra a.
040. (UFCG/UFCG/ASSISTENTE/2016) Ainda sobre o ambiente Linux, o comando pwd retor-
na o seguinte resultado:
a) Exibe o caminho completo do diretório atual.
b) Abre um arquivo.
c) Lista todos os arquivos do diretório.
d) Remove um arquivo.
e) Gera senha para acesso de uma pasta.
pwd: mostra o diretório em que você está.
Letra a.
041. (UFCG/UFCG/ASSISTENTE/2016) No ambiente Linux o comando para criação de uma pasta é:
a) cd
b) ls
c) mkdir
d) mkps
e) crtdir
�mkdir diretório: cria um diretório, por exemplo, mkdir concursos cria uma pasta de nome concurso.
Letra c.
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042. (UFCG/UFCG/ASSISTENTE/2016) No ambiente Linux, o comando $ ls:
a) Mostra a quantidade de espaço usada no disco rígido.
b) Mostra o uso da memória.
c) Lista todos os arquivos do diretório.
d) Abre um arquivo.
e) Abre o explorador de informações.
ls: lista os arquivos e diretórios da pasta atual.
Letra c.
043. (UFCG/UFCG/ASSISTENTE/2016) São características do sistema operacional Linux, EXCETO:
a) Conectividade com outros tipos de plataformas como: Windows, Apple, DOS.
b) Não é Case Sensitive.
c) Multiusuário.
d) Preemptivo.
e) Proteção entre processos executados na memória RAM.
�
�O Linux é Case Sensitive (diferenciação de letra minúscula para letra maiúscula).
Letra b.
044. (FCC/TRT2/TÉCNICO/2018) Para conhecer a finalidade de um comando no Linux, um 
Técnico precisará digitar um primeiro comando seguido do nome do comando que deseja co-
nhecer. O primeiro comando que terá que utilizar, nesse caso, é o:
a) bash
b) help
c) man
d) show
e) ls
�
�man: Manual interno do Linux (Help)
Letra c.
045. (FCC/TRT6/ANALISTA/2018) Um Analista recebeu um arquivo chamado funcionarios.
txt contendo o nome e outras informações de cerca de 10000 funcionários. Ao ser solicitado a 
localizar os dados do funcionário Marconi Teixeira nesse arquivo, estando na pasta em que se 
encontra o arquivo em um terminal Linux, digitou o comando
a) get ‘Marconi Teixeira’ from funcionarios.txt
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b) grep ‘Marconi Teixeira’ funcionarios.txt
c) ls ‘Marconi Teixeira’ in funcionarios.txt
d) locate ‘Marconi Teixeira’ >> funcionarios.txt
e) search ‘Marconi Teixeira’ funcionarios.txt
grep: procura por um texto dentro de um arquivo.
Letra b.
046. (IDECAN/UERN/TÉCNICO/2016) Sobre comandos utilizados em Sistemas Operacionais 
Linux, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
I – ( ) O comando ls é utilizado para listar todos os arquivos do diretório.
II – ( ) O comando addir é utilizado para criar um novo diretório.
III – ( ) O comando chmod modifica as permissões de um arquivo ou diretório.
IV – ( ) O comando dir exibe o caminho completo do diretório atual.
A sequência está correta em:
a) V, V, F, F.
b) V, F, V, F.
c) F, V, V, F.
d) F, F, V, V.
II – Novo diretório é o comando mkdir. IV) dir exibe o conteúdo de um diretório.
Letra b.
047. (IDECAN/UERN/AGENTE/2016) Muitas empresas estão optando por utilizarem o Sistema 
Operacional Linux. A grande vantagem desse Sistema é que não se tem a necessidade de paga-
mento de licença para utilizá-lo, diferente dos sistemas proprietários, da Microsoft, por exemplo, 
que se deve pagar uma licença para utilização. Por não ter que pagar licença, as empresas econo-
mizam e podem investir em equipamentos, infraestrutura, entre outros. Trabalhar com Linux já é 
uma realidade, e muitas ações são feitas utilizando-se do terminal, ou seja, usam-se os comandos 
pela linha de comando do Linux. Diferente do Windows, onde quase tudo é feito através da interface 
gráfica, no Linux os comandos podem ser usados pela linha de comando e, em algumas versões, 
fazendo uso de interface gráfica. “Suponha que se esteja editando um arquivo na linha de coman-
dos do Linux, mas tenha se esquecido o diretório em que se encontra. Um desses comandos pode 
ser usado para a verificação de qual diretório se encontra (isso em caso do seu aviso de comandos 
não mostrar essa informação)”. Assinale a alternativa correta que apresenta este comando.
a) ls.
b) cd.
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c) pwd.
d) mkdir.
�
�pwd: mostra o diretório em que você está.
Letra c.
048. (IDECAN/UERN/AGENTE/2016) “Alguns candidatos foram convidados para uma entrevista 
de emprego em uma empresa que utiliza o Linux como Sistema Operacional. Na entrevista, o res-
ponsável pela empresa solocita que os candidatos usem alguns comandos para manipulação de 
arquivosatravés do terminal de comandos. No Linux, o comando rm apaga arquivos, o cp copia 
arquivos e o mv move arquivos. Todos esses comandos podem ser utilizados com alguns com-
plementos (opções) que agregam funções nas suas utilizações. Uma dessas opções, respecti-
vamente, tem as seguintes descrições, de acordo com os comandos apresentados: remove os 
arquivos sem perguntar; não pergunta, substitui os arquivos caso já exista; e, substitui o arquivo 
de destino sem perguntar.” Esse complemento (opção) aos comandos apresentados trata-se de:
a) -i.
b) -f.
c) -r.
d) -v.
rm arquivo: apaga o arquivo especificado.
-d: Remove um diretório
-f: Ele não pede autorização para o usuário e ignora os arquivos não localizados.
-r: Deleta o conteúdo de todos os subdiretórios.
-i: Pergunta se realmente deseja apagar o arquivo.
Letra a.
049. (IDECAN/UERN/AGENTE/2016) Organizar arquivos e pastas (diretórios) é uma tarefa 
muito importante para os usuários do computador. Seja com qual Sistema Operacional se 
está trabalhando, com essa organização fica muito mais fácil encontrar aquilo que se deseja 
no computador. “No Sistema Operacional Linux há um comando que efetua uma procura por 
arquivos/diretórios no disco. Essa busca pode ser feita considerando-se critérios como: data 
de modificação, tamanho etc., usando algumas opções com o comando. Sua sintaxe padrão é: 
comando [diretório] [opções/expressão]. Nesse caso, indica que a busca será realizada neste 
diretório, percorrendo seus subdiretórios.” Assinale a alternativa referente a esse comando.
a) tail
b) less
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c) find
d) sort
find diretório parâmetro termo: o comando find serve para localizar informações. Para isso, de-
ve-se digitar o comando seguido do diretório da pesquisa mais um parâmetro (ver lista abaixo) 
e o termo da busca, parâmetros:
name – busca por nome
type – busca por tipo
size – busca pelo tamanho do arquivo
mtime – busca por data de modificação
Letra c.
050. (IADES/DETRAN/RO/AGENTE/2014) Qual é o comando utilizado para alterar a permis-
são de arquivos e/ou diretórios em um ambiente Linux/Unix?
a) cp.
b) cd.
c) dir.
d) cmp.
e) chmod.
chmod: comando para alterar as permissões de arquivos e diretórios.
Letra e.
051. (IADES/DETRAN/RO/AGENTE.2014) Marque a opção INCORRETA referente à funciona-
lidade do comando Linux.
a) RM – apagar o arquivo especificado.
b) PWD – informar o diretório utilizado.
c) NETSTAT – informar o estado de rede.
d) MKDIR – informar o status da fila de impressão.
e) LS – mostrar os arquivos e diretórios da pasta atual.
mkdir = MAKE DIRECTORY = Criar um diretório (pasta).
Letra d.
052. (IDECAN/UERN/TÉCNICO/2016) Sobre comandos utilizados em Sistemas Operacionais 
Linux, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
() O comando ls é utilizado para listar todos os arquivos do diretório.
() O comando addir é utilizado para criar um novo diretório.
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() O comando chmod modifica as permissões de um arquivo ou diretório.
() O comando dir exibe o caminho completo do diretório atual.
A sequência está correta em:
a) V, V, F, F.
b) V, F, V, F.
c) F, V, V, F.
d) F, F, V, V.
II – Novo diretório é o comando mkdir. IV) dir exibe o conteúdo de um diretório.
Letra b.
053. (IDECAN/UERN/AGENTE/2016) Muitas empresas estão optando por utilizarem o Sistema 
Operacional Linux. A grande vantagem desse Sistema é que não se tem a necessidade de pagamen-
to de licença para utilizá-lo, diferente dos sistemas proprietários, da Microsoft, por exemplo, que se 
deve pagar uma licença para utilização. Por não ter que pagar licença, as empresas economizam e 
podem investir em equipamentos, infraestrutura, entre outros. Trabalhar com Linux já é uma reali-
dade, e muitas ações são feitas utilizando-se do terminal, ou seja, usam-se os comandos pela linha 
de comando do Linux. Diferente do Windows, onde quase tudo é feito por meio da interface gráfica, 
no Linux os comandos podem ser usados pela linha de comando e, em algumas versões, fazendo 
uso de interface gráfica. “Suponha que se esteja editando um arquivo na linha de comandos do 
Linux, mas tenha se esquecido do diretório em que se encontra. Um desses comandos pode ser 
usado para a verificação de qual diretório se encontra (isso em caso do seu aviso de comandos 
não mostrar essa informação)”. Assinale a alternativa correta que apresenta este comando.
a) ls.
b) cd.
c) pwd.
d) mkdir.
pwd: mostra o diretório em que você está.
Letra c.
054. (IDECAN/UERN/AGENTE.2016) “Alguns candidatos foram convidados para uma entrevista 
de emprego em uma empresa que utiliza o Linux como Sistema Operacional. Na entrevista, o res-
ponsável pela empresa solocita que os candidatos usem alguns comandos para manipulação de 
arquivos através do terminal de comandos. No Linux, o comando rm apaga arquivos, o cp copia 
arquivos e o mv move arquivos. Todos esses comandos podem ser utilizados com alguns com-
plementos (opções) que agregam funções nas suas utilizações. Uma dessas opções, respecti-
vamente, tem as seguintes descrições, de acordo com os comandos apresentados: remove os 
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arquivos sem perguntar; não pergunta, substitui os arquivos caso já exista; e, substitui o arquivo 
de destino sem perguntar.” Esse complemento (opção) aos comandos apresentados trata-se de:
a) -i.
b) -f.
c) -r.
d) -v.
rm arquivo: apaga o arquivo especificado.
-d: Remove um diretório
-f: Ele não pede autorização para o usuário e ignora os arquivos não localizados.
-r: Deleta o conteúdo de todos os subdiretórios.
-i: Pergunta se realmente deseja apagar o arquivo.
Letra a.
055. (IDECAN/UERN/AGENTE/2016) Organizar arquivos e pastas (diretórios) é uma tarefa 
muito importante para os usuários do computador. Seja com qual Sistema Operacional em que 
se está trabalhando, com essa organização fica muito mais fácil encontrar aquilo que se dese-
ja no computador. “No Sistema Operacional Linux há um comando que efetua uma procura por 
arquivos/diretórios no disco. Essa busca pode ser feita considerando-se critérios como: data 
de modificação, tamanho etc., usando algumas opções com o comando. Sua sintaxe padrão é: 
comando [diretório] [opções/expressão]. Nesse caso, indica que a busca será realizada neste 
diretório, percorrendo seus subdiretórios.” Assinale a alternativa referente a esse comando.
a) tail.
b) less.
c) find.
d) sort.
find diretório parâmetro termo: o comando find serve para localizar informações. Para isso, de-
ve-se digitar o comando seguido do diretório da pesquisa mais um parâmetro (ver lista abaixo) 
e o termo da busca, parâmetros:
name - busca por nome
type - busca por tipo
size - busca pelo tamanho do arquivo
mtime - busca por data de modificação
Letra c.
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a sua reprodução,cuidado, também, quando o examinador associar o fato de o software ser livre 
porque é gratuito ou vice-versa. Uma coisa não tem ligação com a outra. Existe software livre gra-
tuito e pago, assim como existe software proprietário (código-fonte fechado) pago como gratuito.
Certo.
016. (CEBRASPE/IBAMA/TÉCNICO/2012) Ao contrário de um software proprietário, o sof-
tware livre, ou de código aberto, permite que o usuário tenha acesso ao código-fonte do pro-
grama, o que torna possível estudar sua estrutura e modificá-lo. O GNU/Linux é exemplo de 
sistema operacional livre usado em servidores.
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Exatamente! Se o software é livre, terá as liberdades citadas no item. E o Linux é um dos exem-
plos mais conhecidos no mundo dos softwares livres. Temos outros exemplos: Mozilla Firefox, 
Google Chrome, LibreOffice etc.
Certo.
Multiusuário: permite que vários usuários possam acessar o sistema ao mesmo tempo. 
Geralmente, o conceito se aplica a uma rede, na qual podemos ter um servidor e várias pesso-
as acessando simultaneamente.
Código aberto (Open Source): qualquer pessoa pode ter acesso ao código-fonte (receita) 
do programa.
Multitarefa: permite que diversos programas rodem ao mesmo tempo, ou seja, você pode 
estar digitando um texto no LibreOffice Writer e, ao mesmo tempo, trabalhar na planilha de 
vendas do Calc, por exemplo. Sem contar os inúmeros serviços disponibilizados pelo sistema 
que estão rodando em background (segundo plano) e você nem percebe.
017. (CEBRASPE/TRE-GO/ANALISTA/2009) Assinale a opção correspondente a característi-
cas do sistema operacional Linux.
a) multitarefa, multiusuário, open source
b) monotarefa, multiusuário, open source
c) multitarefa, monousuário, gratuito
d) monotarefa, monousuário, gratuito
�b) Errada. Não é monotarefa
�c) Errada. Não é monousuário
�d) Errada. Não é monotarefa nem monousuário
Letra a.
Multiplataforma: o Linux roda em diversos tipos de plataformas de computadores, sejam 
eles x86 (32bits) ou x64 (64bits). As distribuições mais recentes do Ubuntu estão abolindo as 
arquiteturas de 32 bits.
Multiprocessador: permite o uso de mais de um processador no mesmo computador.
Protocolos: pode trabalhar com diversos protocolos de rede (TCP/IP).
Case Sensitive: diferenciar letras maiúsculas (caixa alta) de letras minúsculas (caixa baixa).
Exemplo: ARQUIVO1ºdt é diferente de arquivo1ºdt.
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O Linux permite no máximo 255 caracteres em nomes de arquivos e diretórios.
O caractere ponto “.”antes de um nome, renomeia o arquivo para arquivo oculto.
O caractere não aceito em nomes de arquivos e diretórios no Linux é a barra normal “/”.
Preemptivo: é a capacidade de tirar de execução um processo em detrimento de outro. O 
Linux interrompe um processo que está executando para dar prioridade a outro.
Licença de uso (GPL): a GPL (licença pública geral) permite que os programas sejam dis-
tribuídos e reaproveitados, mantendo, porém, os direitos do autor de forma a não permitir que 
essa informação seja usada de uma maneira que limite as liberdades originais. A licença não 
permite, por exemplo, que o código seja apoderado por outra pessoa, ou que sejam impostos 
sobre ele restrições que impeçam que seja distribuído da mesma maneira que foi adquirido.
A GPL baseia-se em 4 liberdades, são elas:
Liberdade 0 – liberdade para executar o programa para quaisquer propósitos;
Liberdade 1 – liberdade para estudar como o programa trabalha e adaptá-lo às suas neces-
sidades. Ter acesso ao código-fonte é essencial para isso.
Liberdade 2 – liberdade de redistribuir cópias de forma que você possa ajudar outras pessoas.
Liberdade 3 – liberdade para melhorar o programa e disponibilizar as melhorias para o pú-
blico, de forma que toda a comunidade possa se beneficiar disso. Ter acesso ao código-fonte 
é essencial para isso também.
018. (CEBRASPE/TJ-AC/ANALISTA/2012) No Linux, os nomes de arquivos podem ter até 
256 caracteres, porém o nome de arquivo Um_nome_arquivo_longo+uma_longa_extensão é 
inválido, pois o sinal + é um caractere reservado e não pode ser usado.
�O Linux suporta até 255 caracteres e o sinal “+” pode ser usado.
Errado.
019. (UFCG/UFCG/ADMINISTRADOR/2016) São características do sistema operacional 
Linux, EXCETO:
a) Conectividade com outros tipos de plataformas como: Windows, Apple, DOS.
b) Não é Case Sensitive
c) Multiusuário
d) Preemptivo
e) Proteção entre processos executados na memória RAM
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O Linux é case sensitive (capacidade de diferenciar letras maiúsculas de minúsculas).
Letra b.
020. (DOM CINTRA/MAPA/TÉCNICO/2010) Em relação ao Linux, sua licença é do tipo:
a) Shareware
b) GPL
c) copyleft
d) freeware
e) proprietária
�a) Errada. Shareware: programa do tipo demo (demonstrativo).
�b) Certa. Licença pública geral.
�c) Errada. copyleft: é um método geral para tornar um programa (ou outra obra) livre (free) no 
sentido de liberdade, e não de gratuidade, e exigir que todas as versões modificadas e exten-
sões do programa também sejam livres.
�d) Errada. Freeware: software gratuito.
�e) Errada. Proprietária: software que possui o código-fonte fechado.
Letra b.
021. (CEBRASPE/SERPRO/TÉCNICO/2008) Uma diferença marcante entre os softwares 
Windows e Linux é o fato de este ser um sistema de código aberto, desenvolvido por progra-
madores voluntários espalhados por toda a Internet e distribuído sob licença pública.
Olha o português aí, aluno(a)! Ao se referir a “este”, o examinador retoma o último termo, que 
no caso, é o Linux. E uma das grandes diferenças dos 2 (dois) sistemas é justamente a licença. 
No Linux: GPL/GNU. No Windows: copyright.
Certo.
022. (CEBRASPE/IBAMA/ANALISTA/2013) Um arquivo oculto no sistema operacional GNU/
Linux é identificado por um ponto no início do seu nome, por exemplo, no código.bashrc.
Arquivos com ponto no início do seu nome são arquivos ocultos.
Certo.
Memória Virtual (paginada/paginação): a memória virtual é uma área criada pelo Linux no 
disco rígido (HD) do computador de troca de dados que serve como uma extensão da memória 
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principal (RAM). Por exemplo, se você possui 1 Gb de RAM livre e quer executar um programa 
que ocupa 1,2 Gb de RAM, deverá carregar os primeiros 1 Gb para rodar o início do programa e 
os 0,2 Gb restantes serão armazenados na memória virtual, para depois serem copiados para 
a memória principal a fim de serem executados.
Bibliotecas compartilhadas: são arquivos que possuemcópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
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056. (IDECAN/DETRAN/RO/TÉCNICO/2014) Qual é o comando utilizado para alterar a per-
missão de arquivos e/ou diretórios em um ambiente Linux/Unix?
a) cp.
b) cd.
c) dir.
d) cmp.
e) chmod.
�a) Copiar arquivos e diretórios. b) Abrir/acessar uma pasta. c) Listar o contéudo de um diretório 
(equivalente ao comando ls). d) Usado para comparar dois arquivos byte a byte. Se for encontrada 
uma diferença, ele informa o byte e o número da linha em que a primeira diferença é encontrada.
Letra e.
Chegamos ao fim de mais uma aula. Espero que tenha gostado e aprendido muito sobre o 
sistema operacional Linux.
Até a próxima aula!
Não se esqueça de avaliar a nossa aula! 
Fabrício Melo
@infocomfabricio
Fabrício Melo
Graduado em Sistemas de Informação. Especialista em concursos públicos, professor em diversos cursos 
preparatórios de Brasília e São Paulo desde 2005. Com mais de 70 cursos na área de Informática, suas 
aulas se destacam pela excelente didática voltada para conhecimentos práticos aplicados às questões 
mais recentes de provas de concursos públicos.
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	GNU/Linux
	Introdução
	História do Linux
	Composição do Linux
	As Distribuições Linux
	Comandos do Linux
	Entendendo as Permissões no Linux
	Detalhando as Permissões
	Estrutura de Diretórios e Arquivos
	Alguns Softwares Presentes no Linux
	Configurações do Linux Ubuntu
	Teclas de Atalhos
	Resumo
	Questões de Concurso
	Gabarito
	Gabarito Comentado
	AVALIAR 5: 
	Página 124:módulos que podem ser reutili-
záveis por outras aplicações. Ao invés do software necessitar ter um módulo próprio, poderá 
recorrer a um já desenvolvido e mantido pelo sistema. (arquivo.so).
Administrador (Superusuário/Root): é o usuário que tem todos os privilégios do sistema, 
ou seja, pode alterar tudo que há no sistema, excluir e criar partições na raiz (/) manipular ar-
quivos e configurações especiais do sistema, coisa que o usuário comum não pode fazer. É 
representado pelo símbolo: #
Usuário comum (padrão): é o usuário que possui restrições a qualquer alteração no siste-
ma. Esse usuário não consegue causar danos ao sistema devido a todas essas restrições. É 
representado pelo símbolo: $
Por questões de segurança, procure, sempre, usar o usuário comum e evitar o uso do usuário ROOT.
Sistema de arquivos: um sistema operacional necessita de uma estrutura que possa lhe 
dar suporte para acessar e ler o disco rígido. Esse recurso que constrói uma base estrutural 
para o sistema operacional é o sistema de arquivos. Então, um sistema de arquivos é uma es-
pécie de gerenciador e organizador que irá permitir ao sistema operacional ler os arquivos que 
estão no HD (disco rígido).
O sistema de arquivos é criado no momento da formatação do HD (disco rígido). Os prin-
cipais sistemas de arquivos do Linux são: EXT/3/4, ReiserFS, XFS, onde possuem a tecnologia 
de Journaling (recurso que permite recuperar um sistema após um desastre no disco). O Ubun-
tu 18.04 utiliza o sistema EXT3/4. Veja:
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Gerenciador de boot (inicialização): é possível que, em um mesmo computador, o usuário 
tenha instalado 2 (dois) sistemas operacionais. O recurso é possível particionando (dividindo) 
o HD (disco rígido), de maneira que o computador irá interpretar 2 (dois) discos físicos. Basta 
instalar o Linux em uma partição e o Windows na outra. Para isso, teremos softwares, geren-
ciadores de boot (inicialização) que terão a função de gerir o carregamento do sistema que o 
usuário escolher ao ligar o computador. Os gerenciadores de boot mais usados no Linux são: 
LILO e o GRUB. No Windows, o DualBoot.
Vantagem: não exige uma máquina potente por conta de o sistema ser carregado de forma 
independente. Basta ter um bom espaço em disco para a instalação dos 2 (dois).
Desvantagem: por rodar de maneira independente, não é possível carregar os 2 (dois) ao 
mesmo tempo. Para trocar de um sistema para outro, é necessário reiniciar (boot) o computador.
Existe também a possibilidade de ter 2 (dois) sistemas operacionais na mesma máquina sen-
do executados simultaneamente. Basta usar um software conhecido como máquina virtual. 
Com a máquina virtual instalada, existe a possibilidade executar um sistema dentro do outro.
Sistema Operacional Monolítico: (sistema composto por apenas 1 (um) Kernel, responsá-
vel por todas as execuções de processos do sistema).
023. (CEBRASPE/BNB/ANALISTA/2018) Na utilização do terminal de qualquer sistema ope-
racional Linux, como o Ubuntu, o aparecimento do caractere $ no prompt de comando significa 
que o usuário que esteja conectado é o superusuário root.
�
�Examinador inverteu os símbolos.
Errado.
024. (CEBRASPE/DPF/ESCRIVÃO/2018) Windows e Linux são exemplos de sistemas opera-
cionais de núcleo monolítico, em que um único processo executa as principais funções.
�Saiba que o Windows também é monolítico.
Certo.
025. (CEBRASPE/ANATEL/TÉCNICO/2009) O Linux, sistema operacional bastante difundido 
atualmente e adotado por grandes empresas, possui capacidade de multitarefa, multiproces-
samento, memória virtual por paginação e bibliotecas compartilhadas.
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�Além de ser muito utilizado em ambiente corporativo, possui todas as características citadas.
Certo.
026. (CEBRASPE/TRE-GO/TÉCNICO/2015) No Linux, quando há mais de um administrador 
na rede, eles devem, sempre que possível, utilizar a conta root diretamente. Esse procedimento 
permite que os administradores tenham os privilégios mais elevados, sem restrição, para aces-
sar o sistema e para executar aplicativos. 
�Quando há mais de um administrador na rede, eles NÃO devem utilizar a conta root do sistema. 
O recomendável, em qualquer manual de segurança, é que apenas crie UMA conta root e as 
demais comuns.
�Observação: não confunda o administrador da rede com o usuário root do sistema Linux.
Errado.
027. (CEBRASPE/PM-AL/SOLDADO/2017) Conhecido como o superusuário do sistema ope-
racional Linux, o usuário root é capaz de realizar diversas tarefas de administração do sistema; 
entre elas, a de cadastrar outros usuários.
Conceito do root!
Certo.
028. (FUNRIO/IF-PA/ANALISTA/2016) São sistemas de arquivos utilizados no Linux:
a) NTFS e JFS.
b) FAT16 e ReiserFS.
c) FAT32 e EXT2.
d) FAT32 e NTFS.
e) EXT3 e XFS.
FAT16/32 e NTFS são sistemas de arquivos utilizados no Windows.
Letra e.
029. (CEBRASPE/POL. CIVIL-ES/PERITO/2011) O carregamento (boot) do sistema operacio-
nal Linux pode ser gerenciado pelo programa LILO.
�Pode ser gerenciado tanto pelo LILO como pelo GRUB.
Certo.
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030. (CEBRASPE/DPF/AGENTE/2014) As rotinas de inicialização GRUB e LILO, utilizadas em 
diversas distribuições Linux, podem ser acessadas por uma interface de linha de comando. 
Os 2 (dois) softwares podem ser executados tanto via linha de comando como por interfa-
ce gráfica.
Certo.
031. (FUMARC/PC-MG/INVESTIGADOR/2014) Assinale a sigla que identifica a designação 
da licença pública para software livre:
a) FSF
b) GNU
c) GPL
d) GSL
PEGADINHA DA BANCA
�Questão polêmica! Muitos candidatos enxergaram duas respostas: “b” e “c”. Na letra “b”, GNU é 
o nome do projeto para criar um sistema operacional inteiro livre, mas eles criaram só os progra-
mas acessórios e não tinham um núcleo/kernel – que é a parte que interage direto com o har-
dware e cuida de todas as tarefas do sistema. Com isso, juntaram o kernel Linux (outro projeto, 
criado pelo LInus Torwalds) e daí surgiu os sistemas GNU/Linux que conhecemos hoje, com vá-
rias distribuições. GPL é nome da licença de uso livre usada por esse projeto e por muitos outros 
softwares livres. Muitos examinadores e autores citam a GPL como sendo sinônimo de GNU.
�GPL – Licença. GNU – Projeto.
�Os Linux GNU possuem a licença GPL.
Letra c.
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as dIstrIbuIções LInux
Aluno(a), já percebeu que o Linux possui dezenas de distribuições? Ficamos, às vezes, até 
perdidos com toda essaquantidade de nomes que são bem variados.
Algumas empresas e organizações de voluntários decidiram juntar os programas do Linux 
em “pacotes” próprios aos quais elas dão suporte. Esses “pacotes” são chamados distribui-
ções. O Linux se refere ao Kernel. Porém, o conjunto de aplicativos que são executados no 
Kernel se chama distribuição.
As mais famosas distribuições do Linux são: Red Hat, Ubuntu, Conectiva, Mandriva, De-
bian, Slackware, Fedora, Open Suse, Apache (WebServer), Fenix, Kurumim, Kali, Kalango, Turbo 
Linux, Chrome – OS, BackTrack, Arch Linux e o Android (Linux usados em dispositivos móveis: 
Smartphone, Tablets, Relógios etc.).
032. (AOCP/UFOB/2018) Utilizando um sistema operacional baseado em Linux, é possível 
escolher, dentre vários ambientes desktop, a aparência das interfaces com o usuário e a per-
formance, podendo variar consideravelmente entre diferentes ambientes.
�Um dos motivos de existirem diversas distribuições Linux no mercado.
Certo.
033. (UFCG/UFCG/TÉCNICO/2016) São exemplos de distribuição do Linux, EXCETO:
a) Ubuntu
b) Debian
c) Kernel
d) Kurumin
e) Fedora
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�Kernel é o núcleo do sistema operacional.
Letra c.
034. (CEBRASPE/BB/ESCRITURÁRIO/2008) Sabendo que um usuário acessa a Internet para 
desfrutar alguns recursos partir de um computador que tem instalado, como sistema operacional, 
o Red Hat, é correto concluir que esse computador utiliza uma versão Linux de sistema operacional.
Red Hat, uma das distribuições mais populares do Linux em ambientes empresariais.
Certo.
035. (CEBRASPE/TRE-MA/ANALISTA/2009) Entre as diferentes distribuições do sistema 
operacional Linux estão:
a) Conectiva, OpenOffice, StarOffice e Debian.
b) GNU, Conectiva, Debian e Kernel.
c) KDE, Blackbox, Debian e Pipe.
d) Debian, Conectiva, Turbo Linux e Slackware.
e) Fedora, RedHat, Kurumim e Posix.
�a) Errada. Conectiva (distribuição Linux), OpenOffice (pacote GNU office), starOffice (pacote 
GNU office), Debian (distribuição Linux).
�b) Errada. GNU (órgão regulamentador/projeto de sistema livre), Conectiva (distribuição Linux), 
Debian (distribuição Linux), Kernel (núcleo do Sistema Operacional).
�c) Errada. KDE (Interface gráfica do Linux), Blackbox (Interface gráfica do Linux), Debian (distri-
buição Linux), Pipe (barra vertical “|”).
�d) Certa. Debian (distribuição Linux), Conectiva (distribuição Linux), Turbo Linux(distribuição 
Linux), Slackware (distribuição Linux).
�e) Errada. Fedora (distribuição Linux), RedHat(distribuição Linux), Kurumim (distribuição Linux), 
Posix (normas para portabilidade do código de um programa).
Letra d.
036. (CEBRASPE/IBRAM-DF/ANALISTA/2009) As diversas distribuições do Linux representam 
a união do kernel, que é uma parte importante do sistema operacional, com alguns programas 
auxiliares. Entre as distribuições do sistema Linux, estão Debian, Slackware, Red Hat e Conectiva.
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O PULO DO GATO
O CEBRASPE não tem históricos de citar nomes inexistentes nas suas provas. Se você se 
deparar com nomes de distribuições que não abordamos em nossa aula, tente se lembrar se 
fazem parte de algum nome relacionado a produtos do Windows. Caso você tenha certeza de 
que não tem relação com o Windows, é um nome alternativo e você tem margem para “chutar”, 
marque CERTO na resposta. 
Certo.
Comandos do LInux
Agora, entraremos na parte mais “chata” de estudar do Linux, os comandos do Prompt 
(bash, sh, shell script etc.). Existem dezenas de comandos, mas, para facilitar o seu estudo, 
separei os que já foram pedidos nos principais concursos.
Se o Linux que você utiliza entra direto no modo gráfico ao ser inicializado, é possível in-
serir comandos no sistema através de uma aplicação de terminal. Esse recurso é facilmente 
localizável em qualquer distribuição. Se o computador que você acessa não estiver com o 
modo gráfico ativado, será possível digitar comandos diretamente, bastando se logar. Quando 
o comando é inserido, cabe ao interpretador de comandos executá-lo. O Linux conta com mais 
de um, sendo os mais conhecidos o bash e o sh.
Quando um terminal é acessado, uma informação aparece no campo de inserção de co-
mandos. É importante saber interpretá-la. Para isso, veja os exemplos abaixo:
EXEMPLO 1: [root@proffabricio /root]#
EXEMPLO 2: [proffabricio@prof /]$
Dependendo de sua distribuição e de seu shell, a linha de comandos pode ter um formato ligei-
ramente diferente do que é mostrado nos exemplos. No Ubuntu Linux, por exemplo, o segundo 
exemplo fica na seguinte forma:
Obs.: � proffabricio@prof: ~$
Nos exemplos, a palavra existente antes do símbolo @ diz qual o nome do usuário que está 
usando o terminal (lembre-se de que no Linux é necessário ter um usuário para utilizar o siste-
ma). Os nomes que aparecem depois do @ indicam o computador que está sendo acessado 
seguido do diretório.
O caractere que aparece no final indica qual o poder do usuário. Se o símbolo for #, significa 
que usuário tem poderes de administrador (root). Por outro lado, se o símbolo for $, significa que 
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este é um usuário comum, incapaz de acessar todos os recursos que um administrador acessa. 
Independentemente de qual seja, é depois do caractere que o usuário pode digitar os comandos.
Os comandos básicos do Linux
Agora que você já sabe como agir em um terminal, vamos aos comandos do Linux mais co-
muns. Para utilizá-los, basta digitá-los e pressionar a tecla Enter de seu teclado. É importante frisar 
que, dependendo de sua distribuição Linux, um ou outro comando pode estar indisponível. Além 
disso, alguns comandos só podem ser executados por usuários com privilégios de administrador.
O Linux é case sensitive, seus comandos têm de ser digitados em letras minúsculas, salvo 
algumas letras de comandos opcionais, que podem ser tanto em maiúscula como em minús-
cula, mas terá diferença de resposta de uma para a outra.
A relação a seguir mostra os comandos seguidos de uma descrição:
bg: colocar a tarefa em background (segundo plano).
cal: exibe um calendário.
cat arquivo: mostra o conteúdo de um arquivo. Por exemplo, para ver o arquivo concurso.
txt, basta digitar cat concurso.txt. Utilizado, também, para concatenar arquivos, exibindo o re-
sultado na tela. Basta digitar: $ cat arquivo1 > arquivo2.
cd diretório: abre um diretório. Por exemplo, para abrir a pasta /mnt, basta digitar cd /mnt. 
Para ir ao diretório raiz a partir de qualquer outro, digite apenas cd;
cd-: volta para o último diretório acessado (funciona como a função “desfazer”).
cd~: funciona como o “home”, ou seja, vai para o diretório do usuário.
cd..: “volta uma pasta”.
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chattr: modifica atributos de arquivos e diretórios.
chmod: comando para alterar as permissões de arquivos e diretórios.
chown: executado pelo root, permite alterar o proprietário ou grupo do arquivo ou diretório, 
alterando o dono do arquivo ou grupo.
# chown usuário arquivo
# chown usuário diretório
Para saber quem é o dono e qual grupo é o proprietário da pasta, basta dar o comando:
# ls -l /
Dessa forma, você poderá ver os proprietários das pastas e dos arquivos.
EXEMPLO
Para passar o diretório mp3 que pertence a root, mas quero que o novo dono seja a Maria, então digito:
# chown Maria /mp3
Onde Maria é a nova proprietária da pasta mp3 e /mp3 é o diretório cujo proprietário mudou. É impor-
tante lembrar que, da forma como foi executado o comando acima, ele alterou somente do diretório /
mp3; as subpastas dentro dele continuam com o proprietário antigo.
Para incluir os subdiretórios, acrescente -R e exibir o resultado -c.
# chown -c -R daia /mp3
Outro exemplo é alterar o grupo a que pertence o diretório. Por exemplo, o diretório /mp3 per-
tence a Maria e o grupo é root. Quero que pertença ao grupo inf, então, fica assim:
# chown Maria:inf /mp3
Para incluir os subdiretórios, acrescente -R e exibir o resultado -c.
# chown -c -R Maria:inf /mp3
clear: elimina todo o conteúdo visível, deixando a linha de comando no topo, como se o 
sistema acabasse de ter sido acessado.
cp origem destino: copia um arquivo ou diretório para outro local. Por exemplo, para copiar 
o arquivo concurso.txt com o nome concurso2.txt para /home, basta digitar cp concurso.txt /
home/ concurso 2.txt.
cron: Permite aos usuários do Unix/Linux executar comandos ou scripts (grupos de co-
mandos) automaticamente em um determinado horário/data.
Opções:
m ou minute: minuto – determina a quantos minutos, dentro de uma hora, o comando será 
executado. Os valores aceitos vão de 0 a 59.
h ou hour: hora – determina a que hora o comando será executado e sua especificação 
segue o padrão 24h. Portanto, aceita valores entre 0 e 23 (sendo que 0 é meia-noite).
dom ou day of month: dia do mês – determina o dia do mês em que o comando será exe-
cutado. Se quiser que a tarefa seja executada no dia 25 do mês, use o valor 25.
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mon ou month: mês – determina o mês em que o comando será executado. Aceita tanto 
valores numéricos referentes aos meses do ano, como alfabéticos (e. g. August).
dow ou day of week: dia da semana – aceita tanto valores numéricos de 0 a 7, como carac-
teres: sun, mon, tue, wed, thu, fri e sat, que correspondem, respectivamente a domingo, segun-
da, terça, quarta, quinta, sexta e sábado.
User: usuário – determina o usuário do sistema sob cujos privilégios o comando irá ser executado
cmd ou command: comando – determina o comando a ser executado.
curl: Abreviação para Client URL. Comandos cURL são utilizados muitas vezes para verifi-
car a conectividade de uma URL, além disso, é uma ótima ferramenta para a transferência de 
dados e arquivos.
cut: o comando cut é um delimitador de arquivos que pode ser utilizado para delimitar um 
arquivo em colunas, número de caracteres ou por posição de campo.
Sintaxe: # cut 
Opções mais utilizadas:
-d: especifica o caractere delimitador.
- f: informa a posição do campo.
Exemplo de uso:
# cut -d “:” -f 1,3,5 /etc/passwd
Irá mostrar as colunas 1, 3 e 5 do arquivo /etc/passwd com o delimitador “:”.
date: mostra a data e a hora atual.
df: mostra as partições usadas; espaço livre em disco.
Opções:
-a - inclui sistema de arquivos com 0 blocos
-h - mostra o espaço livre/ocupado em MB, KB, GB em vez de bloco.
-k - lista em Kbytes
-l - somente lista sistema de arquivos locais
-m - lista em Mbytes
-T - lista o tipo de sistema de arquivos de cada partição.
diff arquivo1 arquivo2: indica as diferenças entre dois arquivos, por exemplo: diff calc.c calc2.c.
dir: lista os arquivos e diretórios da pasta atual; comando “ls” é o mais usado e conhecido 
para Linux. dir é comando típico do Windows.
dmesg: Este comando exibe as mensagens do buffer do kernel.
-n num - define o nível das mensagens a serem exibidas.
-c - apaga as mensagens após exibi-las (apenas o root pode usar este parâmetro).
-C - apenas apaga as mensagens do buffer.
-f, −−facility - restringe a saída do comando a recursos definidos como kern, user, mail, da-
emon, auth, syslog, lpr e news.
-k - exibe apenas as mensagens do Kernel.
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-l, −−level list - define o nível das mensagens a serem mostradas. São os níveis das men-
sagens: emerg (emergengy), alert (alerta), crit (crítico), err (erro), warn (advertência), notice 
(importante), info (informativo), debug (depuração).
-s tamanho - define o tamanho do buffer do Kernel.
-S, −−syslog - força o uso do /var/log/dmesg em vez do /dev/kmsg.
-t - não mostra o horário das mensagens.
-T - mostra o horário das mensagens em formato compreensível para os humanos (não usa 
o formato timestamp).
-u, −−userspace - exibe apenas as mensagens do espaço de usuário
-h, −−help - mostra as opções do comando.
-v, −−version - mostra a versão do aplicativo.
du: exibe um resumo do uso do espaço em disco.
du diretório: mostra o tamanho de um diretório.
emacs: abre o editor de textos emacs.
fg: colocar a tarefa em foreground (primeiro plano).
file arquivo: mostra informações de um arquivo.
find diretório parâmetro termo: o comando find serve para localizar informações. Para isso, 
deve-se digitar o comando seguido do diretório da pesquisa mais um parâmetro (ver lista abai-
xo) e o termo da busca. Parâmetros:
name – busca por nome
type – busca por tipo
size – busca pelo tamanho do arquivo
mtime – busca por data de modificação
EXEMPLO: find /home name tristania
finger usuário: exibe informações sobre o usuário indicado.
free: mostra a quantidade de memória RAM disponível.
grep: procura por um texto dentro de um arquivo.
gzip: compactar um arquivo.
Entre os parâmetros disponíveis, têm-se:
-c – extrai um arquivo para a saída padrão; -d – descompacta um arquivo comprimido; -l 
– lista o conteúdo de um arquivo compactado; -v – exibe detalhes sobre o procedimento; -r – 
compacta pastas; -t testa a integridade de um arquivo compactado.
halt: desliga o computador.
help: ajuda.
history: mostra os últimos comandos inseridos.
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id usuário: mostra qual o número de identificação do usuário especificado no sistema.
ifconfig: é utilizado para atribuir um endereço a uma interface de rede ou configurar parâ-
metros de interface de rede.
-a – aplicado aos comandospara todas as interfaces do sistema.
-ad – aplicado aos comandos para todos “down” as interfaces do sistema.
-au – aplicado aos comandos para todos “up” as interfaces do sistema.
A seguinte operação dos parâmetros será especificada:
up
Marca a interface “up”. Habilita a interface depois de um “ifconfig down”. Ocorre automati-
camente quando configurado o endereço em uma interface. Configurando este “Flag”, não há 
efeito se o ifconfig estiver “down”.
down
Marca a interface “down”. Quando uma interface está marcada down, o sistema não ten-
tará transmitir mensagens através daquelas interfaces. Se possível, a interface será resetada 
para desabilitar a recepção. Essa ação não desabilitará o roteador usando a interface.
jobs: Lista os processos inicializados a partir do terminal.
Opções:
-l: lista também os PIDs dos processos.
-n: lista apenas processos que tiverem seu status alterado desde a última notificação.
-p: lista apenas os PIDs dos processos.
-r: mostra apenas os processos em execução.
-s: mostra apenas os processos parados.
kill: encerra processos em andamento. Envia sinais aos processos.
ls: lista os arquivos e diretórios da pasta atual;
opções:
-a, --all
Lista todos os arquivos (inclusive os ocultos) de um diretório.
-A, --almost-all
Lista todos os arquivos (inclusive os ocultos) de um diretório, exceto o diretório atual e o 
de nível anterior.
-B, --ignore-backups
Não lista arquivos que terminam com ~ (backup).
--color=PARAM
Mostra os arquivos em cores diferentes, conforme o tipo de arquivo. PARAM pode ser:
never – nunca lista em cores (mesma coisa de não usar o parâmetro --color).
always – sempre lista em cores, conforme o tipo de arquivo.
auto – somente colore a listagem se estiver em um terminal.
-d, --directory
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Lista os nomes dos diretórios ao invés do conteúdo.
-f
Não classifica a listagem.
-F
Insere um caractere após arquivos executáveis (‘*’), diretórios (‘/’), soquete (‘=‘), link simbó-
lico (‘@’) e pipe (‘|’). Seu uso é útil para identificar, de forma fácil, tipos de arquivos nas listagens 
de diretórios.
-G, --no-group
Oculta a coluna de grupo do arquivo.
-h, --human-readable
Mostra o tamanho dos arquivos em Kbytes, Mbytes, Gbytes.
-H
Faz o mesmo que -h, mas usa unidades de 1000 em vez de 1024 para especificar Kbytes, 
Mbytes, Gbytes.
-l
Usa o formato longo para a listagem de arquivos. Lista as permissões, a data de modifica-
ção, os donos, os grupos etc.
-n
Usa a identificação de usuário e grupo numérico ao invés dos nomes.
-L, --dereference
Lista o arquivo original, e não o link referente ao arquivo.
-o
Usa a listagem longa sem os donos dos arquivos (mesma coisa que -lG).
-p
Mesma coisa que -F, mas não inclui o símbolo ‘*’ em arquivos executáveis. Esta opção é 
típica de sistemas Linux.
-R
Lista diretórios e subdiretórios recursivamente.
--full-time
Lista data e hora completa.
Classificação da listagem.
A listagem pode ser classificada usando-se as seguintes opções:
-f
Não classifica e usa -au para listar os arquivos.
-r
Inverte a ordem de classificação.
-c
Classifica pela data de alteração.
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-X
Classifica pela extensão.
-U
Não classifica, lista os arquivos na ordem do diretório.
lshw: fornece informações detalhadas da configuração do hardware e do sistema instalado. Re-
lata a exata configuração da memória, cache e placa-mãe, versão e velocidade da CPU e algo mais.
lspci: este comando exibe informações sobre dispositivos PCI (Peripheral Controller In-
terconnect);
Algumas opções do comando:
-v: mostra informações detalhadas.
-k: exibe informações sobre drivers e módulos do kernel.
--version: exibe informações sobre o aplicativo.
lpr arquivo: imprime o arquivo especificado.
lpq: mostra o status da fila de impressão.
lprm: remove trabalhos da fila de impressão.
ln: criar links (atalhos). ln: hardlink. Se o arquivo for alterado, o link também será. Ln -s: Link 
simbólico, semelhante ao do Windows. Se o arquivo for alterado, quebra o link.
lynx: abre o navegador de internet de mesmo nome.
man: manual interno do Linux (Help).
mv origem destino: move o arquivo ou o diretório para o destino especificado. Comando 
também utilizado para renomear arquivos.
mkdir diretório: cria um diretório, por exemplo, mkdir concursos cria uma pasta de nome concurso.
mount: é utilizado para montar um dispositivo na hierarquia no sistema de arquivos do Linux.
nice/renice: altera a prioridade dos processos.
passwd: altera sua senha. Para um administrador mudar a senha de um usuário, basta di-
gitar passwd seguido do nome deste.
ps: mostra os processos em execução.
O comando ps possibilita uma listagem de todos os processos em execução na máquina. 
Este comando possui algumas opções, como:
-a: lista os processos de todos os usuários.
-e: lista as variáveis de ambiente no momento da inicialização do processo.
-x: lista todos os processos que não foram iniciados no console.
-f: lista uma árvore de execução de comandos.
-u: exibe o nome do usuário e a hora de início do processo.
pwd: mostra o diretório em que você está.
reboot: reinicia o sistema imediatamente (pouco recomendável, preferível shutdown -r now).
rm arquivo: apaga o arquivo especificado.
-d: remove um diretório.
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-f: ele não pede autorização para o usuário e ignora os arquivos não localizados.
-r: deleta o conteúdo de todos os subdiretórios.
-i: pergunta se realmente deseja apagar o arquivo.
rmdir diretório: apaga o diretório especificado, desde que vazio.
set: exibe as variáveis do sistema e do usuário.
shutdown: desliga ou reinicia o computador, veja:
shutdown -r now: reinicia o computador
shutdown -h now: desliga o computador
O parâmetro now pode ser mudado. Por exemplo: digite shutdown -r +10 e o sistema irá 
reiniciar em 10 minutos;
sort: permite ordenar o conteúdo do arquivo.
startx: abrir o ambiente gráfico.
su: passa para o usuário administrador, isto é, root (perceba que o símbolo $ mudará para #).
sudo: permite que um usuário em particular execute vários comandos como superusuário 
sem que possua sua senha, ou seja, sem a senha do root.
system: o comando system chama as funções do sistema.
tail: o comando tail pode ser utilizado para examinar as últimas linhas de um arquivo. O comando:
$ tail /etc/passwd
irá exibir as dez últimas linhas do arquivo /etc/passwd.
É possível também especificar o número de linhas a serem exibidas, ao invés das 10 linhas 
que o comando adota como padrão:
$ tail -n 20 /etc/passwd
Uma diretiva muito útil é “-f”, que permite a visualização dinâmica de um arquivo, ou seja, 
as linhas são exibidas na tela na medida em que são geradas.
Obs.: � O comando head faz justamente o inverso do tail.
tar arquivo.tar.gz: extrai um arquivo compactado em tar.gz.
Na linha acima, taré o comando. Em parâmetros, é possível utilizar várias opções. Eis as 
principais:
-c - cria um novo arquivo tar; -t – exibe o conteúdo de um arquivo tar; -p – mantém as 
permissões originais do(s) arquivo(s); -r – adiciona arquivos a um arquivo tar existente; -f – 
permite especificar o arquivo tar a ser utilizado; -v – exibe detalhes da operação; -w – pede 
confirmação antes de cada ação no comando; -x – extrai arquivos de um arquivo tar existen-
te; -z – comprime o arquivo tar resultante com o gzip; -C – especifica o diretório dos arquivos a 
serem armazenados (note que, nesse caso, a letra é maiúscula).
telnet: ativa o serviço de telnet em uma máquina. Para acessar esse computador a par-
tir de outros por telnet, basta digitar telnet nomedamáquina ou telnet IP. Por exemplo: telnet 
192.168.0.10. Após abrir o telnet, digite help para conhecer suas funções.
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timedatectl: mostrar a hora e a data atuais. O comando é usado principalmente para con-
trolar a hora e a data do sistema. timedatectl pode ser usado para consultar e alterar o relógio 
do sistema e suas configurações.
top: exibe a lista dos processos, conforme os recursos de memória consumidos.
touch: o comando touch é usado para criar arquivos. Além disso, ele ainda pode mudar a 
data e a hora de acesso e/ou modificação de arquivos.
As opções mais usadas são: -a: muda somente a data e a hora de acesso para a atual. -m: 
muda somente a data e a hora de modificação para a atual. -t datahora: muda a hora e a data 
para a data/hora definidos.
EXEMPLOS: fabriciomelo@macbook:$ touch arquivo1
Criei um arquivo de nome arquivo1.
uname: mostra informações do sistema operacional e do computador. Digite uname -a 
para obter mais detalhes.
useradd usuário: cria uma nova conta usuário, por exemplo, useradd aluno cria o usuário aluno.
userdel usuário: apaga a conta do usuário especificado.
uptime: mostra a quantas horas seu computador está ligado.
vi: inicia o editor de textos vi.
whereis nome: procura pelo binário do arquivo indicado, útil para conhecer seu diretório ou 
se ele existe no sistema.
w: mostra os usuários logados atualmente no computador (útil para servidores).
wc: faz a contagem em unidade do conteúdo de um arquivo, linhas, caracteres e palavras.
who: mostra quem está usando o sistema.
Whoami: listar o nome da conta associada ao login atual.
Finalizando
A melhor forma de conhecer os parâmetros adicionais de cada comando é consultando as 
informações de ajuda. Para isso, pode-se usar o recurso --help. Veja o exemplo para o comando ls:
ls --help
Também é possível utilizar o comando man (desde que seu conteúdo esteja instalado), 
que geralmente fornece informações mais detalhadas. Par usar o man para obter detalhes do 
comando cp, por exemplo, a sintaxe é:
man cp
Se você estiver utilizando o bash, pode-se aplicar o comando help ou info da mesma forma 
que o comando man:
help cp
info cp
Assim como conhecer os comandos básicos do Linux é importante, também o é saber 
como acessar seus recursos de ajuda, pois isso te desobriga de decorar as sequências das 
funcionalidades extras.
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Aprendendo na prática
Caso possua o Linux, peço para que treine esses comandos diretamente no terminal. De 
preferência, anotando um a um no seu caderno. Exemplo do bash no Linux Urutu, veja:
Obs.: � 1- Vá à parte inferior da tela, mostrar aplicativos:
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2- Procure por Terminal:
Obs.: � 3- O Terminal (bash) será aberto na sua tela:
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Redirecionar a entrada ou saída de um programa
Por EXEMPLO, o comando:
meuprograma arquivodesaida
Os resultados do meuprograma são armazenados no arquivodesaida.
O redirecionamento para a saída com >> acrescenta dados ao final de um arquivo em vez 
de substitui-lo por um novo.
A saída de erro stderr pode ser redirecionada com o operador 2>.
Também se pode conectar diretamente a saída de um programa à entrada de outro usando 
o operador |, como no exemplo a seguir:
EXEMPLO: programa1 | programa2
Os resultados escritos pelo programa1 são usados como dados de entrada para o programa2.
Uso da barra INVERTIDA no Prompt
No sistema operacional Linux, a barra invertida (\) é pouco utilizada. Na utilização para de-
signar diretórios, por exemplo, a barra comum (/) é utilizada. No Linux, a barra invertida possui 
apenas duas finalidades, sendo a primeira delas proteger um caractere que possui um signi-
ficado especial (curingas e metacaracteres), para que seja interpretado como um caractere 
comum. E, a segunda, indicar que um comando irá continuar na próxima linha.
037. (COPS-UEL/PC-PR/DELEGADO/2013) Deseja-se criar um link simbólico do arquivo vim, 
o qual deverá ser chamado de vi.
Assinale a alternativa que criará, corretamente, tal link simbólico.
a) cp -s vi vim
b) ln -s vim vi
c) ln -s vi vim
d) cp vim vi
e) cp vi vim
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�ln é para criação de um link simbólico, um atalho. Como pediu link simbólico, usamos o “s”. O link 
simbólico é parecido com o atalho do Windows, caso o arquivo seja movido, o link fica quebrado. 
Sem o -s, seria criado um hard link, ou seja, caso o arquivo seja movido, o link é atualizado.
Letra b.
038. (COPS-UEL/PC-PR/DELEGADO/2013) Assinale a alternativa que apresenta, corretamen-
te, o comando que irá desligar o computador.
a) shutdown -d now
b) shutdown -h now
c) shutdown -p now
d) shutdown -r now
e) shutdown -s now
�shutdown -h now: desliga o computador. h= halt = parar.
Letra b.
039. (COPS-UEL/PC-PR/DELEGADO/2013) De acordo com os comandos que estudamos, o 
“s” é para desligar o sistema.
A placa de rede de um computador executando Linux estava apresentando um comportamen-to estranho.
De modo a tentar resolver o problema, digitou-se no console a seguinte sequência de comandos:
ifconfig eth0 down
ifconfig eth0 up
Em relação ao procedimento realizado, assinale a alternativa correta.
a) Errada. O primeiro comando diminuiu a velocidade do dispositivo de rede.
b) Errada. O primeiro comando reiniciou o driver de rede.
c) Certa. O segundo comando atuou na primeira interface Ethernet.
d) Errada. O segundo comando aumentou o throughput do dispositivo de rede.
e) Errada. O segundo comando testou o dispositivo de rede.
�Questão que matamos por eliminação! Ao estudarmos o comando ifconfig, acima, vimos que 
somente a letra “c” procede. E o número zero, em eth0, refere-se à primeira placa, o eth1 à se-
gunda, o eth2 à terceira...
Letra c.
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040. (COPS-UEL/PC-PR/DELEGADO/2013) Um dispositivo de CDrom foi montado através do 
seguinte comando:
mount /dev/sr0 /media/cdrom -t iso9660 -o ro,exec
Sobre essa montagem, assinale a alternativa correta.
a) A opção -t monta o dispositivo apenas por um período de tempo predeterminado.
b) A montagem permite leitura e escrita.
c) A montagem permite a execução de binários.
d) A opção iso9660 informa o modelo do dispositivo a ser montado.
e) O dispositivo foi montado no diretório /dev/sr0.
�Comando mount: mount [disposito] [ponto de montagem] [tipo de sistema de arquivo][opções]
�Dispositivo: /dev/sr0;
�Ponto de montagem: /media/cdrom;
�Sistema de arquivo: iso9660
�Opções: ro,exec.
�a) Errada. -t é o tipo de sistema de arquivo, iso9660, padrão para cd-rom.
�b) Errada. -o tem uma opção no caso, uma delas é o ro, que quer dizer somente leitura.
�d) Errada. iso9660 é sistema de arquivo.
�e) Errada. Dispositivo montado está em /media/cdrom
Letra c.
041. (COPS-UEL/AFPR/ASSISTENTE/2013) Apesar das interfaces gráficas com o usuário 
oferecerem mais interatividade, em determinadas situações o uso de comandos de console 
possibilita agilidade para usuários acostumados com essa modalidade de comandos.
Considerando os comandos de console no Linux, juntamente com o uso de metacaracteres, 
e supondo que em um determinado diretório existam apenas os arquivos (file1, file2, file3 e 
file04), atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Os comandos #ls -l file1 file2 file3 file04 e #ls -l file* exibirão omesmo resultado.
( ) O comando #ls -l file? exibirá como resultado os quatro arquivos contidos no diretório.
( ) O comando #ls -l file[2-3] exibirá como resultado apenas os arquivos file2 e file3.
( ) O comando #ls -l file0* file[1-3] exibirá como resultado os quatro arquivos contidos no diretório.
( ) O comando #ls ~ exibirá como resultado uma lista de todos os arquivos que foram excluídos 
do diretório.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
a) V, V, V, F, F.
b) V, V, F, F, V.
c) V, F, V, V, F.
d) F, V, V, F, F.
e) F, F, F, V, V.
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O comando ls tem inúmeras alternativas, confira em nossa listagem acima.
Letra c.
042. (CEBRASPE/MPS/TÉCNICO) No Linux, os comandos rm e cp permitem, respectivamen-
te, remover e copiar um ou mais arquivos.
�
�Rm (remove) e cp (copy).
Certo.
043. (CEBRASPE/ANATEL/TÉCNICO/2012) Ao ser utilizado em conjunto com o comando 
grep, o comando tail permite alterar a saída do conteúdo de arquivo de texto para html.
grep: procura uma palavra dentro de um arquivo. tail: exibe as últimas 10 linhas de um arqui-
vo de texto.
Errado.
044. (CEBRASPE/ANATEL/TÉCNICO/2012) O comando touch é utilizado para criar um ar-
quivo vazio.
�touch: criar um arquivo. Vazio, devido ao arquivo ser criado em branco.
Certo.
045. (CEBRASPE/ANATEL/TÉCNICO/2012) O comando diff é usado para comparar arqui-
vos de texto.
�Comparando, o usuário conseguiria ver as diferenças (diff) de um arquivo.
Certo.
046. (CEBRASPE/ANATEL/TÉCNICO/2012) O comando cut é utilizado para organizar, em or-
dem decrescente, o conteúdo de um arquivo de texto.
�cut é um comando para delimitar o conteúdo de um arquivo.
Errado.
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047. (CEBRASPE/TRE-GO/TÉCNICO/2015) No Linux, o comando cd /etc/teste cria o diretó-
rio teste dentro do diretório /etc. 
Criar diretório é o comando mkdir. cd: abre/troca um diretório.
Errado.
048. (CEBRASPE/TRE-GO/TÉCNICO/2015) No Linux, a execução do comando ps –aexf | grep 
arq mostrará uma lista de processos em execução que tenham em sua descrição a sequência 
de caracteres arq. 
�O comando ps -aexf é um comando para listagem de processos – será o comando de entrada. 
A barra vertical/pipe (|) é para separar o comando de entrada do comando de saída. O coman-
do grep -arq é o comando de saída que irá filtrar o comando de entrada (ps), exibindo apenas 
os processos que tenham em sua descrição a palavra arq, pois o comando grep é para procurar 
uma palavra dentro de um arquivo.
Certo.
049. (CEBRASPE/PEFOCE/TODOS OS CARGOS/2012) O comando pwd do Linux possibilita 
ao usuário efetuar a troca de senha (password).
�pwd (print working directory) exibe o diretório corrente. O comando para alterar a senha é o passwd.
Errado.
050. (UNIVERSA/SECRIA/ANALISTA/2015) Considerando a figura acima, que mostra a tela 
de um terminal do sistema operacional Linux Ubuntu 14.10, assinale a alternativa correta no 
que se refere ao resultado da execução do comando apresentado.
(a) Errada. O comando cp copiará, para o diretório atual, o arquivo man, localizado no diretório 
secretaria. 
(b) Errada. O comando cp copiará, para o diretório secretaria, o arquivo man, localizado no 
diretório atual. 
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(c) Errada. Na tela representada na figura acima, haverá a exibição de algumas propriedades do 
arquivo man, como, por exemplo, seu tamanho, antes de ser finalizada a sua cópia do diretório 
secretaria para o diretório atual. 
(d) Errada. Será realizada a instalação do programa cp pelo usuário root, administrador do sis-
tema, direto do man, repositório do Ubuntu 14.10.
(e) Certa. Será mostrado manual com as informações referentes ao comando cp. 
�man: exibir o manual do comando desejado. man cp: exibe o manual do comando cp.
Letra e.
051. (IDECAN/CBMDF/OFICIAL/2017) No sistema operacional Linux, a barra invertida (\) é 
pouco utilizada. Na utilização para designar diretórios, como por exemplo, a barra comum (/) é 
utilizada. No Linux a barra invertida possui apenas duas finalidades, sendo uma delas proteger 
um caractere que possui um significado especial (curingas e metacaracteres),

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