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TESTE 1 - FUNDAMENTOS SOCIOLÓGICOS E ANTROPOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO
1- Compreendendo que a escola é uma instituição que visa disciplinar e normatizar os corpos, o referencial teórico tem grande influência e importância para que possamos analisa-la. Quanto a este fato, pode-se afirmar:
O referencial teórico possibilita que analisemos quaisquer instituições, dentre elas a escolar, e compreender como se dão as práticas educacionais, os discursos e como os corpos são subjetivados (ou seja, construídos socialmente)
2- A cultura popular existente na sociedade é um dos pilares que a sustentam, a esse fato podemos citar exemplos das comunidades de bairros que fomentam políticas públicas com o objetivo de melhorar as suas qualidades de vida por meio de cursos, capacitações e também de entretenimento. A esse fato, pode-se afirmar:
A cultura popular deve ser valorizada da mesma forma que qualquer outra manifestação cultural porque ela cria inteligibilidade para aquela comunidade por meio da manutenção de seus costumes.
3- Em matéria da Folha de São Paulo, o jornalista Raphael Preto Pereira constatou que “Jovens mães voltam a estudar, mas têm dificuldades com machismo e excesso de demandas. Com aumento da demanda, cresce também a necessidade de políticas públicas para apoio às mães, especialmente àquelas com filhos pequenos”. A esse respeito, é correto afirmar que:
Há de se pensar em políticas públicas específicas para estudantes mulheres que voltaram a estudar no Ensino de Jovens e Adultos para mitigar a defasagem educacional daquelas que precisaram interromper seus estudos.
4- 
A falta de valorização e estímulo da carreira professor é o maior problema enfrentado por profissionais da educação em suas atividades laborais.
5- Afirma-se que todos os povos detêm cultura e a produzem por meio de suas práticas cotidianos. A esse fato compreende-se que a cultura está presente em toda a sociedade, organizada ou não, e que ela cria inteligibilidade para seus pares.
A produção cultural é uma forma de que os sujeitos possam se sentir pertencentes a uma determinada sociedade, por meio destas criações e compreensões sobre quem são.
6-O referencial teórico (ou embasamento teórico) é de grande importância para que possamos analisar a sociedade (e a escola, consequentemente) a partir de um determinado olhar, uma determinada perspectiva. Justamente por isso temos uma imensidade de teorias e teóricos.
Dos teóricos mais clássicos aos mais contemporâneos, necessitamos de suas influências para pensarmos a sociedade e a escola pelo fato de que eles nos dão subsídios para se pensar a prática docente.
7-O referencial teórico pode ser utilizado em sua totalidade ou parcialidade, cabendo a/o pesquisadora/or fazer a melhor escolha daquilo que necessita para efetuar a sua atuação no campo de pesquisa. A esse fator, podemos afirmar:
O referencial teórico deve ser aplicado em sua parcialidade porque o objeto de estudo é diferente do original, não havendo nenhum signo em comum.
8-Os grafismos (pinturas rupestres) existentes nas cavernas realizados pelos “homens das cavernas” (o Homem-de-neandertal) são expressões culturais daquela sociedade pré-histórica que possibilitam identificar uma série de comportamentos daquela época. Portanto, afirma-se:
A sua produção cultural possibilitou que arqueólogos e antropólogos analisassem seus cotidianos por meio das pinturas e hoje compreendamos como viviam e se organizavam socialmente.
9- Algumas vezes poderemos nos deparar com formações culturais que incorram diretamente a práticas violentas contra os Direitos Humanos, sobretudo contra as minorias sociais como, por exemplo, violência contra a mulher, LGBTs, negros, etc. Para tanto, a escola necessita fomentar algumas discussões para que esta prática seja combatida e o respeito aos Direitos Humanos fomentados. A esse respeito, afirma-se que:
Não é porque cada sociedade tem a sua cultura que devemos aceitar atentados aos Direitos Humanos. Afinal de contas, há os PCNs que regulamentam a profissão docente e a legislação que proíbe discriminações e atentados à dignidade humana.
10- O reconhecimento entre os pares é uma das formas em que a sociedade se estrutura por meio de um conjunto de regras construídos socialmente para que se possa viver em harmonia e com o menos conflito possível. Entretanto, ainda assim vemos uma série de conflitos entre uma mesma comunidade, nação ou entre países diferentes. Justificam-se esses problemas a:
Problemas de diversas ordens como econômicos, sociais, culturais, religiosos, dentre outros, criam tensionamentos diversos sendo um dos fatores de grande influência para que os conflitos ocorram.
Teste 2 – 
1-A escola é uma instituição disciplinar que visa normatizar os corpos com o objetivo de torná-los dóceis, ou seja, adequado as normas sociais para que seus comportamentos estejam dentro daquilo que se compreende como correto e normal. Quaisquer desvios costumam sofrer sanções diversas. Portanto, recomenda-se que sempre pensemos o que vem ser o normal e o anormal (?). Para isso, aconselha-se que:
A noção de normalidade seja constantemente debatida e avaliada porque muitas vezes esta normatização silencia e invisibiliza as diferenças, criando um padrão comportamental único e que muitas vezes pode ferir os Direitos Humanos
58,3% dos entrevistados
3- Para Roseli Cavalcante, em seu artigo Colaboração entre pais e escola: educação abrangente, “uma das principais razões porque escolas e pais tão raramente colaboram uns com os outros é a falsa crença entre muitos educadores de que a escola é impotente para afetar de maneira positiva as famílias dos alunos. Muitos acreditam que crianças que vem de famílias ‘disfuncionais’ ou ‘carentes’ são incapazes ou desmotivadas, e destinadas a falhar na sua escolaridade, tendo o seu futuro já predeterminado na sociedade.” (id, ibdem: 02). A esse fator, afirma-se:
A escola pode pensar em abordagens que criem um diálogo entre escola-comunidade-família com o objetivo de inserir a todos em um processo educacional que possibilite melhorias sociais locais
4- No 5° ensaio, afirmou-se: a coexistência entre todas/os serve para que possamos criar sentimentos de empatia, respeito e solidariedade com o outro para que todas/os compreendam a importância de vivermos em harmonia, a partir do respeito às diferenças. Entretanto, em virtude das diferenças multiculturais, depararemo-nos com práticas que atentem contra os Direitos Humanos por meio de violências diversas como, por exemplo, os preconceitos, as discriminações, violências físicas, sexuais, etc. Para isso, recomenda-se:
Criar projetos que debatam as discriminações com o objetivo de mitigar as suas existências dentro da escola, por meio da valorização das diferenças com o propósito de que todos sejam contemplados pela instituição escolar
5- Para Thelma Moura, em sua Dissertação sobre Foucault e a escola: disciplinar, examinar e fabricar, pela UFG, “a instituição disciplinar utiliza métodos que permitem um controle minucioso sobre o corpo do cidadão por meio dos exercícios de domínio do tempo, espaço, movimento, gestos e atitudes, com um único objetivo: produzir corpos submissos, exercitados, dóceis e estabelecer uma relação de docilidade e utilidade.” (id. Ibidem: 52). A esse fato, afirma-se:
A escola tem minuciosas práticas discursivas para que as normas sejam subjetivadas de forma que sejam até mesmas imperceptíveis e seus comportamentos reiterados em uma espécie de normalidade socialmente construídas
6- Para Candau (2011), “diversidade de ritmos, de estilos cognitivos, de modos de aprender e traços de personalidade são considerados componentes dos processos de aprendizagem e a construção de estratégias pedagógicas que os levem em consideração são preocupações presentes entre os educadores e educadoras.”. A esse fato, pode-se afirmar a importância em fomentar:
A coexistência entre os sujeitos de forma tal que se compreendam em suas diferenças e passem a se valorizar e valorizar o outro a partir delas
7- As salas de aula nuncasão iguais entre si pelo fato de que elas são constituídas por alunas/os das mais variadas regiões, classes, famílias, etc que são subjetivadas por estas questões. Para tanto, deve-se ter atenção a estas especificidades para que a prática docente possa ocorrer de forma positiva. Portanto, recomenda-se:
Valorizar as individualidades com o propósito de que as pessoas compreendam que há uma ampla quantidade de diferenças entre todo mundo e justamente por isso a sociedade é constituída de forma plural
8- A partir da afirmação, no ensaio 04, da importância de “políticas públicas de respeito às diferenças e [da] compreensão de que as existências das desigualdades são fatores históricos que necessitam ser dialogados e combatidos dentro do ambiente escolar, para que a escola não se torne mais uma reprodutora desta realidade social.”. Afirma-se:
A escola, enquanto instituição, tem a necessidade de debater temas que estejam inseridos no cotidiano discente – independentemente de a sociedade achar polêmico ou não – pelo fato de que o conhecimento de constrói por meio da discussão e do estudo
9- A formação multicultural brasileira tem uma extensa densidade de influências culturais que constituem o ser brasileiro. Justamente por isso a/o docente deve estar atenta/o as formações culturais discentes para que a prática educacional ocorra dentro daquilo que foi projetado nas reuniões pedagógicas realizadas no início do ano. Para que o respeito ocorra, deve-se priorizar:
A valorização das diferenças e especificidades de forma tal que todas/os discentes se sintam pertencentes à escola, evitando criar zonas de conflitos e episódios de violências diversas
10- A localidade em que a escola está inserida influencia significativamente na prática docente, visto que uma comunidade mais carente tem especificidades diferentes daquela comunidade com mais acesso a políticas públicas e infraestruturas diversas. A esse fato, a/o docente necessita:
Atentar-se às especificidades locais para que possa pensar em projetos capazes de incentivar o interesse discente pela aprendizagem, ainda que necessite reconhecer que as precariedades podem aumentar as vulnerabilidades
Teste 3
1-Quando a escola marginaliza certos comportamentos e reitera as suas exclusões, como no caso de alunas/os subversivas/os, a própria escola está compactuando com a exclusão por meio da produção do fracasso escolar. Comumente vemos alunas/os que são transferidos sistematicamente de escolas em virtude de comportamentos subversivos, o que corrobora para que estas pessoas não criem vínculos com a unidade escolar, discentes e docentes. Quanto a produção do fracasso escolar, pode-se afirmar:
Serve para reiterar os lugares e os não-lugares que os de corpos têm na escola com o objetivo de que discentes saibam que se mantiverem aquele determinado comportamento, estarão sujeitos/as a fracassarem na escola
2-No 7° ensaio, afirmou-se: Movimentos das mulheres, das mulheres negras, dos gays, das lésbicas, bissexuais, das transexuais e travestis, as afirmações identitárias por meio do cabelo cacheado e cabelo crespo, busca pela quebra dos estereótipos de beleza do corpo magro/sarado, dentre outros, são pautas que cada vez mais vemos na sociedade. Portanto, reconhece-se:
Que as demandas sociais influenciam diretamente as demandas escolares, pelo fato de que a sociedade está inserida na sociedade da mesma forma que a sociedade está inserida na escola
3-As violências escolares, popularmente conhecidas como bullying, estão inseridas nas escolas brasileiras e muitas vezes naturalizadas como brincadeiras ou “algo que faz parte do processo de amadurecimento juvenil”. Com o objetivo de mitigar a sua existência, recomenda-se à escola:
Criar projetos educacionais, com participação discente, para que fomente o respeito às diferenças e se debate os motivos para que tais discriminações ocorram em sala de aula com o objetivo de mostrar que são construções sociais que violentam aquele que sofre perante a ocorrência delas
4-Afirma-se que a relação de poder existente entre docentes e discentes, pode subalternizar as pessoas que estão à margem da normatividade social e, consequentemente, coloca-las como exemplos de comportamentos que devem ser evitados. Entende-se por subalternizar:
A prática de criar subsídios para o enfrentamento das violências diversas existentes no cotidiano escolar e consequentemente mitigar a sua ocorrência dentro da unidade de ensino
5-Para o Prof. Dr. Marcos Garcia, em seu artigo Homofobia e heterossexismo nas escolas: discussão da produção científica no Brasil e no mundo, os “comportamentos associados ao bullying estão intrinsecamente ligados a relações sociais de poder e controle.”. Sendo assim, por que é necessário repensar a utilização da terminologia bullying?
Pelo fato de que esta terminologia pode silenciar e invisibilizar as violências ocorridas dentro da escola, sendo necessário nomea-las para que se possa criar projetos educacionais voltamos exclusivamente para mitigar a sua prática
6-
7-O empoderamento individual é uma forma de fazer com que os sujeitos tenham orgulho de sua identidade, de ser quem são e de suas histórias sociofamiliares. Já a empatia coletiva é uma possibilidade de fazer com que todas/os da sala de aula compreendam que são diferentes entre si e necessitam do respeito para que vivam em harmonia. Dentre as diversas possibilidades e formas da existência do empoderamento na escola, cita-se as mais presentes na contemporaneidade:
Manutenção do cabelo cacheado e crespo (armado ou não), valorização das negritudes e LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) fora do armário
8-Para Rogério Diniz Junqueira, em seu artigo sobre o currículo heteronormativo e cotidiano escolar homofóbico, “ escola é um espaço obstinado na produção, reprodução e atualização dos parâmetros da heteronormatividade. Esta se refere a um conjunto de disposições (discursos, valores, práticas etc.) por meio dos quais a heterossexualidade é instituída e vivenciada como única possibilidade legítima de expressão sexual e de gênero [...] A heteronormatividade está na ordem das coisas, no cerne das concepções curriculares, e a escola faz de tudo para reafirmar e garantir o êxito dos processos de heterossexualização compulsória e de incorporação das normas de gênero” (id. Ibidem: 212). Para tanto, reconhece-se que:
A heteronormatividade acaba por criar corpos que sejam obrigatoriamente a performatizar identidades compreendidas como a correta (menino joga bola e menina brinca de boneca)
9-A produção do padrão de normalidade acaba por acentuar as exclusões sociais e invisibiliza a existência de uma pluralidade de comportamentos que, só porque sejam desviantes à norma, não significa que devam ser considerados como corpos abjetos. A respeito disso, pode-se afirmar que a escola constrói corpos abjetos por meio da:
Normatividade social onde aqueles que sejam desviantes a norma e consequentemente desestabilizem o controle são postas as das margens para que sirvam de exemplo de comportamentos que não devem
10-
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