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1
UNIMED COSTA DO SOL
CENTRO DE ESTUDOS E PESQUISAS
TÉCNICO DE ENFERMAGEM
LETICIA DA SILVA BOTELHO
TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: O PAPEL DA ENFERMAGEM NA ADESÃO AO TRATAMENTO NÃO FARMACOLÓGICO
MACAÉ-RJ
2024
LETICIA DA SILVA BOTELHO
TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: O PAPEL DA ENFERMAGEM NA ADESÃO AO TRATAMENTO NÃO FARMACOLÓGICO
Trabalho de conclusão de Curso apresentado ao curso técnico de enfermagem do Centro de Estudo e Pesquisas da Unimed Costa do Sol como requisito final para aprovação no curso técnico.
Orientador(a): Lucas Eduardo Mello Barboza
MACAÉ-RJ
2024
SUMÁRIO
	
1. INTRODUÇÃO .............................................................................................................4
2. DESENVOLVIMENTO..................................................................................................6
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS..........................................................................................8
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...........................................................................9
1. INTRODUÇÃO
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) abrange diversas condições complexas de neurodesenvolvimento que se manifestam antes, durante ou logo após o nascimento. Essas condições se caracterizam por desafios em comportamentos repetitivos e dificuldades na comunicação social, frequentemente interligados. Indivíduos com autismo também podem apresentar deficiência intelectual, dificuldades de coordenação motora e atenção. O autismo é uma condição duradoura ao longo da vida, sem solução definitiva, porém sujeita às modificações, à medida que a criança atravessa diferentes estágios de desenvolvimento com terapias adequada. para cada estágio (Neumann, 2017). 
Segundo Bosa (2014), crianças diagnosticadas com autismo apresentam comportamentos repetitivos e estereotipados, afetando a qualidade da brincadeira, e características como inflexibilidade nas rotinas, padrões comportamentais ritualizados e reações sensoriais intensificadas ou diminuídas. Esses sintomas podem levar a prejuízos substanciais no funcionamento social e ocupacional.
Este aspecto humanístico do cuidado enfermeiro contribui significativamente para o bem-estar global dos indivíduos com TEA e para a construção de uma relação de confiança que é essencial para o sucesso terapêutico a longo prazo. Profissionais de enfermagem especializados em saúde infantil e mental são essenciais para educar e apoiar, não apenas os indivíduos com TEA, mas também suas famílias, na implementação das estratégias terapêuticas
Embora a etiologia do autismo não esteja totalmente elucidada, há um crescente interesse na neurociência sobre a relação entre sintomas, alterações genéticas e falhas de comunicação em diferentes áreas do cérebro (Zanon et al., 2014). Isso tem direcionado o foco para terapias que possam estimular novas conexões neurais como um potencial solução.
A classificação do TEA, em níveis leves, moderados e graves depende da avaliação clínica do paciente por uma equipe multidisciplinar. Atualmente, não há marcadores biológicos definidos para o TEA e sua gravidade pode variar amplamente (Mousinho et al., 2017).
Crianças com TEA leve demonstram habilidades funcionais na vida diária, enquanto as de nível moderado requerem apoio mais intensivo para alcançar funcionalidade e desenvolvimento (Costa et al., 1998). Aquelas com TEA grave enfrentam significativos desafios diários e dependem fortemente de suporte especializado de uma equipe multidisciplinares (Garcia et al., 2011).
 A avaliação do tônus muscular por ser o responsável pela contração dos músculos e desempenhar um papel crucial no desenvolvimento das funções motoras isolado em crianças com TEA é complexa, podendo influenciar problemas como a escoliose na puberdade devido à hipotonia moderada que afeta crianças até a fase adulta com TEA. A fisioterapia desempenha um papel crucial na melhoria da qualidade de vida e na integração social desses indivíduos, promovendo a independência funcional através de intervenções precoces e especializadas. (Silva et al., 2009).
Compreender o TEA envolve reconhecer sua complexidade neurobiológica e os diversos O impacto causado pelo autismo na evolução infantil está evidente nas habilidades cognitivas, de comportamento, de comunicação e de interação social, desde os primeiros meses de vida, menores diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) demonstram sintomas da condição. Os familiares frequentemente notam a falta de contato visual resposta a estímulos sociais. Ao iniciar a fala, é comum que repitam palavras isoladas e aprendam vocabulário em um ritmo diferenciado se comparado às crianças com desenvolvimento típico.
Identificar precocemente o autismo é crucial a fim de promover o crescimento da criança. Embora seja um momento desafiador para a família, quanto antes eles responsáveis perceberem indícios do TEA nos filhos, mais eficazes serão as intervenções realizadas e seus resultados. Adquirir conhecimento acerca das consequências do autismo no crescimento infantil auxilia tanto os pais quanto os profissionais na compreensão das necessidades específicas dessas crianças, bem como em reconhecer suas habilidades e enfrentar os desafios presentes. Além disso, a enfermagem desempenha um papel crucial como facilitadora da comunicação e do trabalho em equipe entre os diferentes profissionais envolvidos no tratamento do TEA. Ao colaborar estreitamente com psicólogos, terapeutas e médicos, os enfermeiros asseguram uma abordagem integrada e coordenada, adaptando as estratégias terapêuticas conforme as necessidades individuais de cada paciente. A monitorização contínua do progresso e a avaliação regular dos resultados terapêuticos também são responsabilidades fundamentais da enfermagem, garantindo ajustes oportunos e eficazes no plano de cuidados conforme a evolução do paciente.
Em suma, a enfermagem não apenas desempenha um papel fundamental na implementação e manutenção do tratamento não farmacológico para o TEA, mas também atua como um elo essencial na rede de cuidados multidisciplinar. Com seu conhecimento especializado, habilidades técnicas e comprometimento com o cuidado centrado no paciente, os enfermeiros são catalisadores de mudança positiva na vida das pessoas com TEA, promovendo independência, funcionalidade e qualidade de vida ao longo de seu desenvolvimento. A abordagem terapêutica multidisciplinar é essencial para atender às necessidades variadas e específicas dos indivíduos dentro desse aspecto.
 A questão norteadora foi: qual o papel do profissional de enfermagem frente ao Transtorno do Espectro Autista (TEA)? são o papel do profissional de enfermagem em relação ao Transtorno do Espectro Autista (TEA)? A coleta de informações ocorreu de junho a junho para agosto de 2024, e a documentação. agosto de 2024, e a De junho a agosto de 2024 A análise e síntese dos dados foi realizada após dada tradução dos artigos em inglês. e português. Nas bases de dados, Lilacs, Sielo, Pubmed, Medline, BDENF e Google acadêmicos, resultados foram apresentados de forma descritiva, com apresentação dos fatores considerados mais significativos, juntamente com os considerados correspondentes. mais significativos, juntamente com os autores correspondentes. As sentenças utilizadas do texto são afirmadas.
O objetivo do artigo é realizar uma revisão literatura sobre a atuação do profissional de enfermagem na abordagem de crianças com transtorno do espectro autista. ABA são ensinar novas habilidades e generalizar as habilidades aprendidas e dividindo-as em seus elementos mais básicos. As habilidades são instruídas por meio de tentativas repetidas baseadas em recompensas. Como o objetivo de maximizar para ordem para o bem-sucedido, os programas comportamentais intensivos devem manter uma baixa proporção aluno-terapeuta. ser entregue em uma variedade de ambientes (por exemplo, residência, sala de ensino independente, sala de ensino inclusiva, consiste em alterar o ambiente e aprimoraras aptidões. Este método está associado ao uso de uma abordagem personalizada, focada na pessoa individual e com um plano centrado na família - Organização do ambiente físico - Sequência previsível de atividades - Cronogramas visuais - Rotinas - Sistemas estruturados de trabalho/atividade; ausência de intervenção. Esses estudos observaram melhorias nas habilidades motoras finas, habilidades motoras grossas, funcionamento cognitivo, funcionamento social adaptativo e habilidades de comunicação na comunidade.
A justificativa dada a prevalência crescente de crianças com o Transtorno do Espectro Autista, este estudo tem como objetivo de o Espectro criar, este estudo visa conscientizar a população em geral e, em particular, os profissionais de saúde sobre os desafios encontrados ao longo da vida. geral e, em particular, dos profissionais de saúde sobre os desafios encontrados ao longo do Tratamento de crianças com transtorno do espectro autista (TEA). Desafios nos quais devemos compreender e analisar cuidadosamente cada uma dessas necessidades. Crianças e suas famílias nas esferas econômica, social e cultural. Temos conhecimento de que ainda existe há uma ampla gama de atividades sendo realizadas, porém, atualmente, tem havido um aumento na divulgação e conscientização sobre o assunto. O autismo, com avanços na ciência, está equipado com compreensão em vários aspectos. fatores biológicos e neurológicos fatores em leis que visam garantir os direitos dos indivíduos com autismo que são e em leis que visam garantir os direitos dos indivíduos com autismo que são essenciais para reduzir o preconceito e fomentar a inclusão desses indivíduos na sociedade Portanto, este é o trabalho é de grande importância e significado para cada vez mais promover a conscientização entre os indivíduos nos contextos acadêmico, social e cultural, contribuindo assim, para que todos tenham acesso às informações que envolvem o mundo do autismo, para ter acesso às informações que cercam o mundo do autismo, considerando que este artigo também pode servir também como um servir como referência bibliográfica para alguém que Trabalho relacionado a este assunto.
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2 DESENVOLVIMENTO		
O tratamento farmacológico no autismo visa principalmente controlar sintomas específicos. Medicamentos podem ser prescritos, mas os resultados variam amplamente entre as pessoas com TEA e são frequentemente acompanhados de efeitos colaterais significativos.com acompanhamento com neurologista e as medicações são apenas para o controle de irritação, agressão, junto com as terapias pelo município. A seleção e o ajuste da medicação devem ser cuidadosamente monitorados por profissionais de saúde dê preferência com um neurologista mensal considerando a resposta individual e o equilíbrio entre benefícios terapêuticos e potenciais riscos.
Para que a pessoa com TEA tenha uma melhora na parte cognitiva e na comunicação é necessário começar a terapia medicamentosa pois os remédios prescritos trarão mais concentração e com isso os sintomas como agressividade ou automutilação serão diminuídos. O tratamento farmacológico deve ser iniciado, respeitando a individualidade de cada autista, para que tenha uma melhora no desenvolvimento. E com o objetivo de diminuir possíveis efeitos adversos é preciso escolher as medicações adequadas para estes indivíduos. (ABREU et. al., 2022).
Por outro lado, o tratamento não farmacológico no autismo é fundamental e inclui uma ampla gama de abordagens terapêuticas comportamentais, físico-motoras e educacionais. Essas intervenções visam a melhora das habilidades sociais, comunicação, autonomia e adaptação ao ambiente, promovendo não apenas habilidades funcionais, mas também qualidade de vida e integração social ao longo do tempo. (Lima et. al., 2020).
Bosa (2014) destaca a prática de brincar e usar símbolos, bem como habilidades linguísticas, de como ferramentas cruciais para uma criança, pois permitem que ela lide com diversos estímulos disponíveis, que eles podem ser vivenciados por meio de diferentes exercícios físicos e verbais diversos ,.capacitar a criança, com Transtorno do Espectro Autista Transtorno (TEA) frequentemente têm uma tendência a rejeitar contato físico e visual , levando ao seu isolamento devido à falta de iniciativa em se aproximar dos outros. Também é comum que elas não respondam quando chamadas pelo nome. Podem estabelecer comunicação tanto por meio de palavras faladas quanto por meio de gestos e expressões não verbais, apresentam atraso na fala atraso e normalmente não usam o pronome pessoal "eu “.
A enfermagem desempenha um papel fundamental na promoção da adesão ao tratamento não farmacológico no TEA, atuando como facilitadora e coordenadora dos cuidados. Além de serem agentes facilitadores do tratamento, os enfermeiros desempenham um papel crucial na promoção da saúde mental e emocional tanto dos pacientes quanto de suas famílias, oferecendo suporte emocional, encorajamento e estratégias de enfrentamento diante dos desafios enfrentados. Para qualquer grau de Autismo, tanto hospitalar como residencial.
Além de fornecer orientação prática sobre técnicas terapêuticas específicas, os enfermeiros são capazes de criar um ambiente de confiança e segurança, essencial para o sucesso do tratamento a longo prazo. A presença contínua da enfermagem e envolvimento próximo ajudam a monitorar o progresso, adaptar estratégias conforme necessário e mitigar desafios que possam surgir, promovendo assim uma melhor qualidade de vida e funcionalidade para crianças e adolescentes com TEA.
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) passou a constar na nova Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde, a CID-11 (ICD-11 na sigla em inglês para Internacional Statistical Classification of Diseases and Related Health Problems), lançada nesta segunda-feira (18/junho) pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O documento seguiu a alteração feita em 2013 na nova versão do Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais, o DSM-5 (na sigla em inglês para: Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders), que reuniu todos os transtornos que estavam dentro do espectro do autismo num só diagnóstico: TEA.A CID-10 trazia vários diagnósticos dentro dos Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD — sob o código F84), como: Autismo Infantil (F84.0), Autismo Atípico (F84.1), Síndrome de Rett (F84.2), Transtorno de integrativo da Infância (F84.3), Transtorno com Hipercinesia Associada a Retardo Mental e a Movimentos Estereotipados (F84.4), Síndrome de Asperger (F84.5), Outros TGD (F84.8) e TGD sem Outra Especificação (F84.9). A nova versão da classificação une todos esses diagnósticos no Transtorno do Espectro do Autismo (código 6A02 — em inglês: Autism Spectrum Disorder — ASD), as subdivisões passaram a ser apenas relacionadas a prejuízos na linguagem funcional e deficiência intelectual. A intenção é facilitar o diagnóstico e simplificar a codificação para acesso a serviços de saúde (OMS, 2019).
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
	O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição complexa que afeta indivíduos de maneiras diversas, requerendo abordagens terapêuticas personalizadas e multidisciplinares para promover o desenvolvimento e a qualidade de vida. O papel crucial da enfermagem na adesão ao tratamento não farmacológico é indiscutível, sendo essencial em várias frentes.
 enfermagem especializada desempenha um papel educativo fundamental ao fornecer orientações detalhadas sobre as intervenções terapêuticas, como terapia comportamental aplicada (ABA), terapia ocupacional e fonoaudiologia, tanto para os pacientes quanto para suas famílias. Este papel educativo não se limita apenas à transmissão de conhecimento, mas também inclui a capacitação de profissionais adequados junto com os familiares, pois o tratamento, não basta so em terapia, tem que ter a continuidade em casa, para implementar técnicas terapêuticas no ambiente doméstico, promovendo assim a continuidade dos cuidados fora do contextoclínico.
Participar da Terapia ABA pode representar um desafio para os pais. Requer tempo e dedicação para aprender e aplicar as técnicas envolvidas. Além disso, a frustração pode surgir quando o progresso não ocorre tão rapidamente quanto o esperado. Contudo, os benefícios superam os obstáculos. Pais que se engajam ativamente tendem a compreender melhor o comportamento de seus filhos e adquirem habilidades para enfrentar situações difíceis. O envolvimento parental também pode resultar em um progresso mais rápido e sustentável, pois as estratégias são constantemente reforçadas no ambiente doméstico, ajudando a criança a aprender e manter novos comportamentos.
4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Neumann D, Tariga A, Perez D, Gomes P, Silveira J, Azambuja L. Avaliação Neuropsicológica Do Transtorno Do Espectro Autista. Psicologia.pt [periódico da internet]. 2017 jun. [acesso 19 agosto 2017]; Disponível em: http://www.psicologia.pt/artigos/textos/A1087.
Zanon R, Bosa C, Backes B. Identificação dos primeiros sintomas do autismo pelos pais. Psicologia: Teoria e Pesquisa. [periódico da internet] Jan/Mar 2014. [acesso 19 agosto 2017] (25-33). Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ptp/v30n1/04.pdf.
Araújo AC, Neto FL. A Nova Classificação Americana Para Transtornos Mentais. Rev. bras. ter. comport. Cogn. [periódico da internet] 2014 [acesso 19 agosto 2017]; 16(1517-5545): Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rbtcc/v16n1/v16n1a07.pdf.
Mousinho R, Navas A. Mudanças apontadas no DSM-5 em relação aos transtornos específicos de aprendizagem em leitura e escrita. Revista Debates Em Psiquiatria [periódico da Internet]. junho de 2016 [acesso em 20 agosto 2017];46(38) Disponível em: http://www.abp.org.br/rdp16/03/RDP_3_201604.pdf.
Costa M, Maia H. Diagnóstico genético e clínico do Autismo Infantil. Arq. Neuropsiquiátrico. [periódico da Internet].1998 [acesso em 20 agosto 2017]; 24(1): Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/anp/v56n1/1860.pdf
Garcia P; Mosquera C. Causas neurológicas do Autismo. O Mosaico [periódico da internet] jan./jun. 2011[acesso em 22 agosto 2017] 5 (182). Disponível em: http://www.fap.pr.gov.br/arquivos/File/Comunicacao_2012/Publicacoes/O_Mosa ico/Numero_5/OMosaico5_Integra.pdf.
Silva M, Mulick J. Diagnosticando o Transtorno Autista. Psicologia Ciência e Profissão. [periódico da Internet]. 2009 [acesso em 20 agosto 2017]; 29(1): Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S1414-98932009000100010.
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