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Conteudista: Prof. Me. Jean Cavaleiro
Revisão Textual: Prof.ª Dra. Selma Aparecida Cesarin
 
Objetivo da Unidade:
Desenvolver orçamentos de forma prática de produção, de matéria-prima, de
compras e pagamentos e de MOD.
˨ Material Teórico
˨ Material Complementar
˨ Referências
Desenvolvendo o Orçamento de Produção e
Materiais
Visão Contábil do Orçamento de Produção
Antes de iniciar a discussão desta etapa, olhe a matéria do G1, de 2012:
Clique no botão para conferir o conteúdo.
ACESSE
Veja que, arredondando, 99% das Empresas do país são Micro e Pequenas Empresas. 
Mas o que isso significa para você que será um dos milhares de Contadores espalhados pelo
país? Antes de responder, vamos ver outros dados importantes.
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˨ Material Teórico
Leitura 
Micro e Pequenas Empresas são 99% do Total no País, mostra
Pesquisa 
https://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2012/02/micro-e-pequenas-empresas-sao-99-do-total-no-pais-mostra-pesquisa.html
Figura 1 – Taxa de sobrevivência de Empresas de dois anos:
evolução no Brasil
Fonte: Adaptada de SEBRAE, 2014
Veja que, em 2008, o índice de Empresas que sobreviviam mais de dois anos era da ordem de
54% somente, tendo evolução considerável a partir de 2010, mas ainda muito crítico. 
A justificativa está na Figura a seguir:
Figura 2 – Taxa de mortalidade de Empresas de dois anos:
evolução no Brasil
Fonte: Adaptada de SEBRAE, 2014
Como visto acima, 45% das Empresas faliam antes de completar 2 anos de vida, caindo para 23%
em 2012. 
Esses dados ficaram piores durante e no pós pandemia. Hoje, esse número está em 29% de
Empresas que morrem por ano, e estudos mostram que essa mortalidade é mais presente nas
Empresas menores, nas Micro e Pequenas Empresas. 
Então, voltamos à pergunta: o que significa 99% das Empresas brasileiras serem Micro e
Pequenas Empresas? 
São Empresas mais frágeis, com menos potencial competitivo, pois seus empreendedores não
têm as competências necessárias para essa prática da competição. 
São empreendedores que, em quantidade significativa, viraram empreendedores por obrigação.
Não foi algo planejado, com plano de negócios, estudo de mercado e construção de plano prévio.
Não, não ocorre assim.
Normalmente, dormem e acordam com a incumbência de tocar um negócio. Seja por demissão
do emprego anterior, por doença ou falecimento de alguém da família, ou mesmo por conhecer a
etapa de produção da Área.
Esse último item, acho que você vai querer debater conosco, não vai?
Então, vamos lá!
Imagine um pizzaiolo, 30 anos atuando como profissional da produção de pizza. 
Imagine a realidade desse profissional.
Ele organiza a praça de produção, faz a massa, gerencia a preparação dos recheios, administra a
sequência de produção de pizzas, libera os itens prontos etc. 
Mas veja que são todas atividades relacionadas à produção, e isso se refere a um pedaço do
organograma da Empresa.
Figura 3 – Organograma
Os processos administrativos, como controle de compras, registros de vendas, relação com
fornecedores, contratação, desenvolvimento de orçamentos não são de domínio dele e, sem
essas ações, a competitividade fica comprometida, e esses são os principais motivos para a alta
mortalidade das Empresas: a incapacidade de planejamento, e a baixa capacidade e
conhecimento dos empreendedores nacionais.
Eles sabem fazer, produzir e, muitas vezes, vender, mas vender não é sinônimo de lucratividade.
E sem lucratividade a Empresa não tem futuro. 
Então, como fica o Contador, ou seja, você nessa questão?
Os futuros Contadores serão os braços fortes desses empreendedores e, para atuar como
profissional diferenciado, não será suficiente somente ser aquele que faz balanços e
demonstrativos, mas sim, ser um suporte na gestão dessas Empresas. 
Esse é o objetivo que temos com esta Disciplina, além de compreender a prática de orçamentos
nas diversas Áreas das Empresas.
Desenvolvimento do Orçamento de Produção 
Alterando o modelo de negócios existentes no período da primeira Revolução Industrial, em que
a produção em massa era a prática comum nas grandes Organizações, o Mercado, hoje, inicia as
operações pelo olhar para as vendas.
Para facilitar a percepção, veja como eram os fluxos produtivos a seguir.
Modelo de Produção de “Empurrar”
Tem como base a produção em massa, ou seja, em grande quantidade e pouca variedade. 
A proposta é aproveitar ao máximo a capacidade produtiva, dando sentido ao que chamamos de
“economia de escala”. 
Com base nessa concepção, o rateio dos custos fixos da produção faz com que a produção em
grande escala reduza os custos unitários dos produtos, sendo esse o grande objetivo, a redução
dos custos unitários de produção. 
Para que isso ocorra, a planta fabril deve ser ampla, com layout que preconize eficiência
produtiva. 
Os estoques de matéria-prima são amplos, as compras ocorrem em grandes volumes e, assim,
alimentam a produção em escala e geram grandes estoques de produtos acabados que, por sua
vez, ficam aguardando as vendas ocorrerem.
Figura 4 – Fluxo Produção em Massa
No modelo, a variedade é pequena, as opções não existiam. Mas a questão é, com a ampliação da
concorrência, com a evolução da tecnologia, começou a surgir algo novo todo dia.
Logo, ter produtos prontos em estoque não é mais negócio. Ganha força, então, uma filosofia
que nasceu no Japão por meio do plano Toyota de produção, a filosofia Just in Time – JIT. 
Assim, a produção enxuta passa a ganhar força no ambiente empresarial, modelo em que se
conecta a operação produção à demanda, real ou prevista, e se olha para a demanda, para as
vendas. Não se produz nada que não esteja previsto para o Mercado. 
No modelo em um cenário mais competitivo em que controlar custos é questão de
sobrevivência, o fluxo deve ser invertido, como a seguir:
Figura 5 – Modelo enxuto de produção
No modelo, a capacidade de produção não deve consumida sem que a demanda justifique a
operação. 
É um modelo de produção denominado “puxar”. As vendas puxam toda a operação, olha-se para
as vendas, das vendas se calcula a necessidade de produção e da necessidade de produção se
calcula a necessidade de compras e de pessoal. 
Feito esse adendo, vamos ao orçamento de produção.
Como já posto, os orçamentos de uma Empresa são interligados e interdependentes,
influenciando os diversos outros planos da Empresa. 
Toda a operação de uma Empresa se inicia com os orçamentos de vendas e toda a estrutura
montada deve ser para atender essa previsibilidade de vendas. 
Nessa linha, uma pergunta com a qual o gestor deve se preocupar é: quanto produzir de cada
produto e em cada período? 
A resposta a essa pergunta está no olhar para as vendas, sejam realizadas, sejam previstas.
Esse pensamento é reflexo da evolução da produção em massa para a produção enxuta, ou para o
uso da filosofia JIT – Just In Time, em que o foco é evitar desperdício, não se produz para estocar,
mas sim para atender às vendas.
Nessa linha, o estoque passa a ser uma questão estratégica, precisa definir estoque mínimo,
estoque de segurança, com a finalidade de atender a demandas sem risco de ruptura de
atendimento. 
A regra é: a produção não pode parar!
Vamos entender, então, o que é um orçamento de produção e como ele se orienta a partir das
vendas para sua efetivação.
Diante de Tudo que Falamos, o que é o Orçamento de Produção?
Como vimos, o Orçamento de Produção é realizado posteriormente ao orçamento de vendas, e
trata do planejamento dos estoques de produtos acabados, produtos em processamento e
matérias-primas bem como dos suprimentos de materiais e necessidade de mão de obra para a
realização da produção.
O plano de produção de uma Empresa deve estar atrelado ao plano de vendas, funcionando em
sincronia e, principalmente, seguindo um fluxo: 
A Informação de vendas chega na Empresa – PCP recebe a informação – programa a produção
para atender os prazos acordados – verifica a disponibilidade de estoque – solicita compras
quando necessário
– verifica mão de obra necessária – inicia a operação de produção – faz
entrega.
A definição de quanto se deve produzir por período e por produto vai determinar a necessidade
de uso de material, possível necessidade de compra, necessidade de pessoal através e todas estas
etapas consomem recursos financeiros. E orçar é apontar a necessidade para cada uma delas. 
O processo de produção deve ser estruturado em função da natureza e dos objetivos da Empresa.
Os elementos relevantes para organizar a produção são o tipo de produção e os fatores de
competitividade.
Traduzindo isso para Questões Práticas!
Quando se fala em objetivos, devemos deixar claro que não haverá uma regra, mas sim intenções
de operação. Se a Empresa deseja efetuar entregas rápidas, se deverá ter mais ou menos
estoques, se quer competir por preços ou por qualidade, ou mesmo rapidez. 
Tudo isso interfere na programação de produção!
Na “produção puxada” as vendas reais é que determinam a produção, ou seja, conforme as
vendas ocorrem, a produção é realizada. Como vantagem destaca-se a redução ou eliminação
dos estoques de produtos acabados e insumos. É a filosofia JIT sendo aplicada.
Na “produção empurrada”, ao contrário, a produção é planejada e executada, a partir de uma
previsão de vendas. O foco é na produção, produzindo-se primeiro e depois empurrando para
vendas. Nesse modelo, os estoques são mais elevados e, consequentemente, com maior custo,
visando atender as incertezas do mercado consumidor.
Considerando-se a gestão de estoques, seria desejável que os estoques sempre fossem
próximos de zero, ou seja, as despesas de manutenção seriam mínimas. Porém condições
mercadológicas nem sempre permitem que tal fato ocorra nas organizações (ex. sazonalidade
de matérias-primas).
Nesse sentido, o gestor de produção deve buscar suprir os estoques de produtos acabados (não
precisamente o estoque de vendas) podendo planejar o volume de produção diferentemente do
que se vai vender em um determinado período. Tal premissa deve ser atendida considerando-se
a busca pelo ótimo na utilização dos recursos industriais, evitando-se oscilações bruscas na
produção. Assim, tem-se como possível solução a busca pelo equilíbrio entre os custos de
produção e as despesas de manutenção dos estoques.
E são esses itens que vamos planejar agora nesta etapa de orçamentos.
Vamos à Ação!
Plano de Vendas: quantidades previstas de vendas bem como os estoques de
produto acabado a serem mantidos pela organização;
Características da armazenagem de materiais;
Características de produção (capacidade máxima, economias de escala e lotes
econômicos de compra, processos produtivos);
Nível de utilização de mão-de-obra direta.
Aqui, baseando-se no orçamento de vendas correto (OR 01) da etapa anterior, você irá
determinar os volumes de produção de Alfazin e Betazon a serem realizados em cada período. 
A Empresa já definiu sua estratégia de produção e optou por produzir acompanhando a previsão
de vendas e sua política de estoques. Portanto, considere os seguintes dados e informações
necessários para o orçamento de produção:
Em qualquer Empresa em que formos realizar orçamentos, devemos antes buscar as
informações de quais são as políticas da Empresa, como as que vimos anteriormente. 
Reforçamos, em cada etapa, que as informações serão solicitadas em dados da Empresa.
Os estoques iniciais, no mês de janeiro, correspondem a 30 unidades de Alfazin
Alfazin e 305 unidades de Betazon . Essas unidades, que ficaram em estoque no final
de dezembro, correspondem ao valor total dos estoques de produto acabado que
consta do Balanço Patrimonial anterior;
Pelos estoques finais existentes em dezembro passado, conforme item 1, observa-
se que a política que a Empresa vem praticando desde o ano passado é a de manter
em estoque, ao final de cada período, o equivalente a 20% da previsão de vendas do
período seguinte para Alfazin e 20% da previsão de vendas do período seguinte para
Betazon;
Considere que não existe meia unidade ou parte de uma unidade, então, quando o
resultado for "quebrado", arredonde para cima.
Importante! 
Para preencher a tabela do orçamento de produção, você deve calcular
Vamos para o orçamento!
Figura 6 – Produção
Fonte: Reprodução
Como preencher cada célula?
Total de Unidades Vendidas
Esta informação vem do Orçamento 1 de vendas. Vamos transportar para cá o dado do
orçamento anterior, conforme Figura a seguir:
os estoques finais de Alfazin e Betazon. Como você já dispõe das
previsões de vendas para o primeiro trimestre (OR 01), considere que,
em abril, espera-se vender 190 unidades de Alfazin e 1.670 unidades de
Betazon.
Figura 7 – Vendas
Fonte: Reprodução
Complete a célula de março e o totalize o trimestre.
Estoque Final Desejado
Lembre-se de que a política de estoque definida pela Empresa para o Alfazin deverá manter 20%
da previsão de vendas do período seguinte.
Então: O estoque final desejado de janeiro será 20% de 168 unidades:
168 x 20% = 33,6 unidades como estoque final.
Mas lembre-se de outra política: não existe meia unidade. Sempre que
houver, vamos arredondar para cima. Logo, teremos 34 unidades. Com
essa lógica, devemos conhecer as vendas de março para calcular o
estoque final desejado de fevereiro, e conhecer as vendas de abril para
calcular os estoques finais de março.
Total Necessário para o Período
Refere-se à soma do volume de vendas somados ao estoque final desejado. 
Então, se houver vendas de 150 unidades em janeiro, e pela política de estoque final de 34
unidades, teremos a necessidade de produzir 150 + 34 = 184 unidades. 
Assim, seriam entregues 150 das vendas e sobrariam 34 unidades, mas, antes de decidir, é
necessário, ainda, verificar se há estoques iniciais disponíveis. 
Então, pela política da Empresa:
Importante! 
Tomar cuidado para a totalização do trimestre, pois somar o item
estoque final desejado não faz sentido.
Os estoques iniciais, no mês de janeiro, correspondem a 30 unidades de Alfazin e 305 unidades
de Betazon. Essas unidades, que ficaram em estoque no final de dezembro, correspondem ao
valor total dos estoques de produto acabado que consta do Balanço Patrimonial anterior.
Logo, há necessidade de produção de 184 unidades, mas existem 30 unidades em estoques.
Então, o total necessário a produzir é de:
184 – 30 = 154 unidades
Veja a lógica:
São produzidas 154 unidades, com 30 unidades disponíveis, o que totaliza 184 unidades. Como
serão entregues 150 unidades que foram vendidas, sobrarão, de estoque final, 34 unidades. 
Essas 34 unidades em janeiro são estoque final e, em fevereiro, serão estoque inicial.
Regra do pensamento orçamentário: saldo final de um período é saldo inicial no período
seguinte!
Vamos entender, agora, o mês de fevereiro e sua missão será replicar o mesmo pensamento em
março e finalizar o trimestre.
Total de Unidades Vendidas
Este valor é dado pela planilha do orçamento 01, de vendas. Pretende-se vender 168 unidades em
fevereiro. 
Para ter acesso a essa informação, vá a orçamentos encerrados, orçamento 01, veja o total de
unidades vendidas, e veja o mês de fevereiro.
Então: Fevereiro – Total de unidades vendidas – Fevereiro 168 unidades 
(+) Estoque final desejado – e se você vendeu 168 unidades, e deseja manter em estoque 20%
das suas vendas do mês seguinte, em fevereiro, isso significa 20% de 180 unidades, o que
corresponde a 36 unidades. 
Esta definição serve para que saibamos quanto devemos produzir, pois deverá atender às vendas
e ao estoque necessário.
Total Necessário para o Período
Esse é o total necessário para produzir no período. 
Logo, será o total vendido mais a necessidade de estoque, 168 + 36 = 204 unidades.
Mas será que precisamos produzir 204 unidades? 
Para responder esta questão, temos de olhar para o estoque inicial, e abater esse valor, pois se
são necessárias 204 unidades e já há algumas unidades, devemos abater.
(-) Estoque inicial disponível – O estoque inicial
é o volume em unidades ou valor que iniciou em
estoques, ou o estoque final do período anterior. 
Logo:
204 – 34 = 170 unidades.
Vamos ver o raciocínio lógico!
São produzidas 170 e, com mais 34 em estoque, completam-se 204.
 São entregues 168 para os clientes. Sobram 36 unidades de estoque final. 
Esse estoque final será o estoque inicial em março. 
Com essas etapas, o Orçamento 02 Produção do Alfazin está completo. 
Agora, deve-se realizar para o produto Betazon. 
Para essa ação, devem ser seguidos exatamente os mesmos passos: busque informações de
vendas em dados da Empresa e no orçamento anterior (acessado em orçamento encerrado). 
Calcule o percentual de estoque final desejado e aplique de forma prática ao que acabamos de
realizar. 
Veja que, nessa Etapa de Orçamento, orçamos o quanto precisamos produzir, alinhados ao
volume de vendas a ser atendido por período e, ainda, considerando o volume de estoque final
desejado. 
Tudo que foi decidido aqui servirá de base para orçar a necessidade de material, de compra, de
pessoal, de fluxo de pagamentos etc. 
Se você errar nesta etapa, todas as demais estarão erradas, não podendo nem subdimensionar
nem superdimensionar.
Desenvolvendo o Orçamento de Matéria-prima
Veja que, depois de orçado o plano de necessidade de produção, agora, podemos fazer o
Orçamento de Matérias-Primas Necessárias, que é a programação dos itens materiais
(matérias-primas e embalagens) a serem utilizados na produção da organização em um
determinado período. 
Para tanto, ele deve estar devidamente alinhado ao Orçamento de Produção. Visa-se a minimizar
custos de aquisição de materiais, bem como despesas de compra e manutenção.
Matérias-primas
São bens que serão transformados durante a produção de produtos acabados. Podem ser
materiais para transformação (por exemplo, plásticos, resinas etc.) ou componentes (por
exemplo, motor). 
Importante! 
O papel central da execução de um orçamento é fazer com que o plano
de vendas, ou o atendimento ao cliente, ou à demanda sejam realizados
da melhor maneira possível, sem correr riscos e sem desperdícios.
Uma opção é incluir nesse orçamento materiais indiretos (não fazem parte do produto acabado)
que são utilizados no processo produtivo como, por exemplo, graxas.
Deve responder às seguintes perguntas:
Para elaboração desse orçamento, devem ser levantadas as seguintes informações:
O que comprar?
Quanto comprar?
De quem comprar?
Como pagar?
Qual a quantidade de produtos a serem produzidos no período?
Qual(is) os materiais necessários, bem como qual a quantidade para cada unidade de
produto?
Saiba Mais 
As informações sobre quais materiais e quantidades a serem utilizadas
nos produtos podem ser obtidas junto à Área de Engenharia de Produto
ou similar. Aqui, no simulador, você irá buscar a informação em dados
da Empresa, botão vermelho à direita da tela.
Iniciando – OR 03
Matéria-prima
Considere o orçamento correto de produção, particularmente, os volumes totais a produzir de
Alfazin e Alfazin . 
Essas são as informações fundamentais para elaborar o orçamento de matérias-primas
necessárias.
Outras informações necessárias para essa etapa são: o processo de produção e os insumos
(matérias-primas e embalagens) necessários para a produção do Alfazin e do Alfazin .
O Alfazin é comercializado em embalagens plásticas de 5kg e o Alfazin em latas de 10kg. 
Os coeficientes técnicos de utilização de matéria-prima e de embalagens para fabricação dos
produtos são apresentados a seguir:
Ao multiplicar a quantidade de produtos a serem fabricados pelos
materiais necessários, será possível saber a quantidade total de
matéria-prima a consumir. 
Multiplicando-se, ainda, esses dados pelo custo médio (ver com a
Contabilidade de Custos) chegar-se-á ao custo total da matéria-prima
consumida.
Tabela 1 – Coeficientes técnicos de matéria-prima e embalagem
Matéria-
Prima
Unidade de
Medida
Alfazin Saco 
Plástico 5kg
Betazon Lata
10kg
X Kg 2kg –
Y Kg 3kg – 
W Kg – 4kg
Z Kg – 6kg 
Embalagem
Plástica 
Saco 1 saco – 
Embalagem
Lata 
Lata – 1 lata
Fonte: Adaptada de SDE
Conhecer a composição de cada produto é fundamental para a realização do orçamento de
material, o uso de ferramenta de MRP – Material Requirements Planning ou planejamento da
necessidade de materiais é muito comum.
Aqui, vamos simplificar, mas é possível ver os mesmos processos.
Figura 8 – MP necessárias
Fonte: Reprodução
O primeiro passo é acessar dados da Empresa para entender o que deve ser feito. 
Esse orçamento é do produto Alfazin. Então, vamos orçar a necessidade de materiais pera ele.
A linha de produção necessária é a base para o cálculo. Deve-se acessar o orçamento anterior e
importar para cá a produção necessária. 
O acesso é feito pelo botão orçamento encerrado.
Figura 9 – Orçamentos
Fonte: Reprodução
Ao acessar, você verá, na última linha:
Figura 10 – Produção
Fonte: Reprodução
Esses valores deverão ser importados para a linha de produção necessária em OR03, para cada
um dos meses, e ter o trimestre totalizado.
A linha (X) Consumo (kg) de MP X para 1 Alfazin expressa o consumo de matéria-prima X para a
produção de um Alfazin. 
Você verá no Quadro, em dados da Empresa, que 1 Alfazin consome 2kg da MP X. 
E se serão produzidas 154 unidades de Alfazin em janeiro e cada unidade consome 2 kg de X,
então:
154 x 2 = 308 kg de matéria-prima X
A matéria-prima Y – Cada unidade de Alfazin consome 3 kg de Y.
Logo:
154 unidades x 3 = 462 kg de matéria-prima Y
Embalagem
Constrói-se o mesmo pensamento: quantas unidades serão produzidas e quanto cada unidade
utiliza da matéria-prima.  
154 unidades produzidas x 1 unidade de embalagem = 154 unidades
O produto Betazon deve passar pelo mesmo processo e, para isso, idealize a visão do produto:
Figura 11 – Árvore de produção Betazon
Como ler essa árvore?
Para 1 Btz se consomem 4 kg de W, 6 kg de Z e 1 de embalagem. 
Então, para 10 BTZ:
10 x 4 = 40 kg W;
10 x 6 = 60 kg Z;
Essa percepção deve ser aplicada à planilha para cálculos de Betazon e deverá ser buscada a
produção dos meses de janeiro a março no Orçamento 02 de Produção, da mesma forma que foi
feito com o Alfazin. 
Feita a necessidade de materiais, vamos para mais uma etapa de orçamento.
Agora, vamos orçar a compra de matéria-prima.
Desenvolvendo o Orçamento de Compras de Matéria-
prima
O Orçamento de Compras de Matérias-Primas visa a levantar qual a quantidade de cada uma das
matérias-primas utilizadas deve ser adquirida em cada mês, considerando as necessidades e as
políticas de compra de cada uma. 
A equação do estoque de matérias-primas pode ser assim descrita:
(Estoque Inicial) + (Compras) – (Consumo) = (Estoque Final) 
EI + C – Co = EF
10 x 1 = 10 latas.
EI: Estoque Inicial;
C: Compras;
Co: Consumo;
EF: Estoque Final.
Considere:
Vejamos:
Figura 12 – Compra de Matéria-prima 
Fonte: Reprodução
Como Preencher os Valores?
Veja que estamos calculando as compras da MP X inicialmente!
Então, qual a quantidade necessária para produção?
Que os estoques iniciais de um período correspondem aos estoques finais do
período anterior;
Que o consumo de matérias-primas deve ser verificado no orçamento de matérias-
primas necessárias;
Que os valores das compras são obtidos pela multiplicação das quantidades
compradas pelos preços unitários dos produtos.
Vá ao OR03.
Figura 13 – MP necessárias
Fonte: Reprodução
Isso se repete em fevereiro e em março. Os valores apontados como necessários para produção
devem agora ser conformados em compras.
Estoque final desejado – ao olhar em Dados da Empresa, você encontrará:
A Empresa assumirá, a partir de janeiro, a política de manter estoques finais de segurança de
matérias-primas correspondentes a 30% do consumo do item no próprio período.
Logo, 30% de 308 = 92,4 unidades de estoque final desejada. 
Mas, como estamos falando de mercadorias, não podemos adquirir meia unidade, logo a política
adotada e já descrita é
a de arredondar para cima.
Logo, irá para 93 unidades na célula.
Total necessário para o período – Se serão consumidas 308 unidades na produção da MP X, e se
se deseja manter 93 unidades em estoques, teremos, então, de adquirir:
308 + 93 = 401 unidades da MP X
Estoque inicial – como descrito em dados da Empresa:
Considerando que a Empresa vinha praticando o just-in-time, no final de dezembro, não havia
estoques de matérias-primas no almoxarifado.
O Estoque Inicial de MP X, então, é Zero
Quantidade a ser comprada – Quantidade necessária para o período menos (-) estoques iniciais:
401 – 0 = 401 unidades da matéria-prima X.
E como o objetivo é orçar gastos, devemos localizar o preço unitário de cada período. 
A seguir é apontado que:
MP x = U$ 5,00
E que a cotação do dólar é de R$ 3,80 em janeiro 
Logo:
5 x 3,80 corresponde a R$ 19,00 cada unidade da MP X em janeiro.
Veja que a cotação muda em fevereiro. 
Então:
401 unidades x 19 = R$ 7.619,00
Para realizar os orçamentos de fevereiro, deve-se observar que os estoques iniciais de fevereiro
serão os estoques finais de janeiro e o estoque inicial de março deve ser o estoque final de
fevereiro. 
A cotação do dólar altera por período. 
As outras matérias-primas têm políticas diferentes de estoque final desejado.
Deve-se olhar para cada uma delas e seguir as mesmas regras aqui expostas. 
Os mesmos processos devem ocorrer para os orçamentos da MP Y, W e Z. 
Observe, ainda, que as embalagens têm especificidades nos processos. 
Esses detalhes, vamos certificar a seguir!
Como já sabemos, quanto à quantidade de insumos (matérias-primas e embalagens) necessária
para a produção dos períodos, nesta etapa de orçamento das compras, você irá considerar a
política de estoques de insumos da Empresa, os preços e os prazos de entrega dos fornecedores,
para determinar a quantidade a comprar e o valor das compras para cada um dos insumos.
Diferentes fornecedores abastecem a Empresa com matérias-primas (MP) e um fornecedor
monopolista fornece as embalagens. 
Todos os fornecedores de matérias-primas asseguram a entrega imediata no início do período
da compra e o fornecedor de embalagens garante a entrega no final do período da compra.
Considerando que a Empresa vinha praticando o just-in-time, no final de dezembro, não havia
estoques de matérias primas no almoxarifado. 
Havia a compra de embalagens em dezembro, para recebimento no final do mês, de 154
unidades de sacos plásticos para ALFAZIN e 1.536 unidades de latas para BETAZON. 
Esses eram os estoques finais de embalagens no almoxarifado. 
Para efeito das compras de embalagens em março, deve-se considerar que, para abril, a
produção prevista de Alfazin é de 190 unidades e de Betazon é de 1.670 unidades.
A Empresa assumirá, a partir de janeiro, uma política de manter estoques finais de segurança de
matérias-primas correspondentes a 30% do consumo do item no próprio período.
Por exemplo: se a produção de Alfazin de janeiro for de 154 unidades e
cada unidade de Alfazin consome 2 unidades de MP X, ao final de
janeiro, espera-se um estoque final de MP X igual a 93 unidades.
Considere que não existe meia unidade ou parte de uma unidade, então, quando o resultado for
"quebrado", arredonde para cima.
Para embalagens, a política de estoques anterior da Empresa será mantida. 
Assim, como o fornecedor de embalagens entrega o pedido no final do período da compra,
deve-se considerar que as embalagens necessárias para a produção do período seguinte devem
estar em estoque final do período atual.
Dessa forma, os itens de MP comprados no mês de janeiro devem corresponder a 130% da
necessidade do próprio mês e os itens de embalagens a 100% da necessidade do mês seguinte.
Nesse sistema de controle de estoques, a cada ingresso de insumos no almoxarifado, calcula-se
o custo médio, considerando os lotes já existentes, antes da saída para produção. 
O mesmo processo ocorre com os produtos acabados que chegam ao depósito.
A seguir, apresentam-se os preços, as formas de pagamento e as características dos insumos:
Tabela 2 – Preço dos Insumos
Fonte: Adaptada de SDE
A Tabela 3 apresenta as quantidades e os preços dos insumos adquiridos em dezembro. O
câmbio do dólar naquele mês era de R$ 3,75:
Tabela 3 – Quantidade comprada e preço dos insumos (dezembro)
MP X MP Y MP W MP Z Saco Lata 
284 426 6.084 9.126 154 1.536 
MP X MP Y MP W MP Z Saco Lata 
US$
5,00 
R$
10,00
R$ 2,50 R$ 5,00 R$ 0,10 R$ 0,50 
Fonte: Adaptada de SDE
OR 04B – Pagamento de Compra de Matéria-Prima 
O Orçamento 04A tinha como papel orçar as necessidades de compras, mas essas compras não
são pagas à vista. Tem uma política definida em Dados da Empresa, e esses detalhes precisam
estar claros para você. 
Como cada item é comprado de um fornecedor diferente, eles têm políticas de pagamentos
distintas. Veja a Tabela anterior. 
A MP X é paga 60% a vista e 40% para trinta dias. 
Essa é a informação-base para fazer o orçamento de pagamento de da matéria-prima X. 
A pergunta que deve ser respondida é: quanto deverá ser pago da matéria-prima X em janeiro?
Janeiro vai pagar 40% da compra de dezembro e 60% da compra de janeiro.
Logo, dezembro, conforme o Tabela anterior:
MP X = 284 unidades;
Preço: U$ 5,00;
Total: U$ 1.420,00;
Compra de Janeiro
Volte ao quadro que você preencheu anteriormente, em valor total de compra de X = 7.619,00 da
tabela do OR04A acima. 
Paga-se à vista 60%: 7.619 x 60% = 4.571,40 
Então, o total que pagará em janeiro será:
os 40% de dezembro (2.130) + os 60% de janeiro (4.571,40) = R$ 6.701,40.
Para os meses de fevereiro e março, você deverá seguir os mesmos processos:
Não se esqueça de que a meta da tarefa é fazer orçamento para o primeiro trimestre do ano.
Logo, os valores que ficarão para abril não precisam ser registrados. 
Para as próximas MP, você deve observar as políticas específicas de cada uma: a MP Y custa R$
13,00 cada unidade, paga-se 100% em 30 dias. O mesmo preço o mês todo. 
Fazendo a conversão: 1.420 x 3,75 (dólar de dezembro);
Total em reais: 5.320,00;
Pagou 60% em dezembro: 3.195,00;
Pagará em janeiro 40%: 2.130,00.
Fevereiro da MP X: pagará 40% da compra de janeiro + 60% das compras de
fevereiro;
Março da MP X: pagará 40% das compras de fevereiro e 60% das compras de março.
Veja, no quadro anterior, que da MP Y, em dezembro, foram adquiridos 426 kg, a R$ 10,00 cada
kg: 
426 X 10 = R$ 4.260,00 – Valor pago em janeiro
O valor pago em fevereiro será o valor comprado em janeiro. E assim por diante. 
Para os orçamentos da MP W, veja que o pagamento também é 100% no mês seguinte. E se deve
seguir o mesmo critério da MP Y.
Agora a MP Z tem como política 30% à vista e 70% no mês seguinte. Então, deverá pagar, da
compra de dezembro, 70% do valor em janeiro, mais 30% da compra de janeiro. 
Observe os acréscimos em preço nos meses seguintes.
As embalagens, tanto saco quanto lata, são pagas no mês de aquisição. 
Feitos os orçamentos de compras e os pagamentos de compras, outro orçamento importante é a
mão de obra direta, pois é parte significativa de gastos ligados à produção.
Vamos compreender os detalhes a seguir.
Desenvolvendo o Orçamento de Mão de Obra Direta
O Orçamento de Mão de Obra Direta objetiva verifica o valor necessário para a realização de uma
dada quantidade de produção. 
A Mão de Obra Direta (MOD) refere-se àquela utilizada diretamente no processo de
transformação dos materiais e ou componentes em produtos acabados.
A MOD é considerada custo variável, pois o aumento do tempo dela está correlacionada à
quantidade de produção do período, ou seja, quanto maior o tempo de MOD, maior o custo
variável de produção. 
Faz-se necessário esclarecer que podem ocorrer casos em que o colaborador contratado como
MOD desempenhe funções de Mão de Obra Indireta.
No que se refere à remuneração da MOD, basta multiplicar o valor do salário por hora pelas horas
de MOD trabalhadas, lembrando-se de que se faz necessário adicionar
o percentual referente
aos encargos (férias, décimo terceiro, FGTS, descanso semanal remunerado etc.) sobre eles.
Deve-se observar, ainda, que:
Importante! 
Para se elaborar o Orçamento de MOD, deve-se ter as informações
referentes ao plano de produção do período (quantidades a produzir) e
o tempo de MOD necessário para produzir uma unidade de produto,
bem como o valor do salário médio por hora de MOD e seus respectivos
percentuais de encargos.
Tempo Total de MOD = Tempo Médio de MOD por Unidade x Quantidade a Produzir;
Remuneração de MOD = Salário/Hora x Tempo Total de MOD.
Vista esta base teórica, conceitual, você, como participante da operação, deve buscar, em dados
da Empresa, as informações necessárias para orçar a mão de obra. 
Vamos à prática!
Nesta etapa, são obtidas as quantidades de horas de MOD necessárias para a produção de Alfazin
e de Betazon por período, e os custos totais de MOD para cada item e global.
Para tanto, duas informações são fundamentais:
A Contabilidade informou que, em função do processo produtivo, a maior parte da mão de obra é
indireta e fixa. 
Isso decorre da necessidade de se manter as formulações do Alfazin e do Betazon em descanso,
para que seja obtida a maior eficácia dos produtos. 
Entretanto, alguma mão de obra direta/variável é necessária nos processos de mistura dos
insumos. 
Em média, pode-se considerar que 1 unidade de Alfazin consome 0,5 hora de MOD e 1 unidade
do Betazon consome 0,4 hora de MOD. 
Esses são os coeficientes técnicos de consumo de MOD pela Empresa.
Um único tipo de MOD é utilizado no processo. 
A base física em horas necessárias para a produção, que resulta em coeficientes
técnicos do consumo de horas de MOD por unidade de produto;
O custo médio da hora de MOD.
O custo por hora da MOD, em dezembro, foi de R$ 10,60 e, para o primeiro trimestre, deste ano,
será de R$ 10,80. 
Considere que esses valores da hora da mão de obra já incluem os encargos sociais. 
A folha de pagamento total da MOD é paga no mês seguinte e, em dezembro, os gastos com MOD
foram de R$ 7.201,64.
Vamos aos cálculos:
Figura 14 – MOD 
Fonte: Reprodução
Veja que o quadro é para cálculo do Alfazin, e que devemos buscar a informação da primeira
linha no OR03 de produção. 
Quantidade a produzir – ao buscar em orçamento 3, você verá que, em janeiro, serão produzidas
154 unidades de Alfazin. 
E que vimos, aqui, o consumo de hora trabalho de 0,5 por unidade.
Logo:
154 x 0,5 = 77 de horas necessárias para produzir 154 unidades de Alfazin. 
Sabemos, ainda, que cada hora custa 10,80.
Logo:
77 x 10,80 = 831,60 – Este é o custo total de MOD para produzir 154 unidades de Alfazin. 
Com o Betazon faremos o mesmo processo.
Vamos no Orçamento 03 buscar a informação da quantidade a produzir em janeiro.
Você verá que serão produzidas 1536 unidades. E sabemos que cada unidade consome 0,4 horas
de MOD. 
Logo:
1536 x 0,4 = 614,4 horas necessárias para produzir 1536 unidades de Betazon.
Cada hora de MOD custa 10,80.
Então:
614,4 x 10,80 = R$ 6635,52 de custo de MOD para produção de 1536 unidades de Betazon. 
O custo total para janeiro deve somar os custos de Alfazin com os custos de Betazon. 
Alfazin (831,60) + Betazon (6.635,52) = R$ 7.467,12 .
Como na Figura a seguir.
Figura 15 – Betazon
Fonte: Reprodução
O mesmo procedimento deve ser realizado nos meses seguintes.
Sabemos, ainda, que MOD é uma despesa que ocorre em um mês e é desembolsada no próximo
mês. 
Logo, em janeiro, paga-se a MOD de dezembro, em fevereiro a de janeiro, e assim vai.
OR 05B – Pagamento e Mão de Obra Direta
Para orçar o pagamento, deve-se buscar a informação dos gastos de MOD de dezembro e lançar
em janeiro e o de janeiro, que acabamos de calcular, inserir em fevereiro.
Assim, terminamos essa etapa da Unidade. Saiba que cada acerto traz uma pontuação, e essa
pontuação vai compor sua nota em grupo.
Trocando Ideias... 
Como são muitas etapas, seria interessante os componentes do grupo
atuarem com divisão de tarefas. Organizem-se em dupla dentro do
grupo. Cada dupla faz uma etapa, e as outras duplas conferem os
cálculos. Assim, haverá função para todos e serão minimizados os
erros de cálculos, inclusive de arredondamentos: quando se arredonda
para cima, em que situação se o faz para baixo e quando não se faz
nada.
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
  Vídeos  
Orçamento de Matéria-prima (Consolidação) 
2 / 3
˨ Material Complementar
Orçamento de Matéria Prima (consolidação)
https://www.youtube.com/watch?v=k6KspzLy3aU
Orçamento de Matéria-Prima – Caso Maringá (Continuação)
  Leitura  
Orçamento Empresarial e Planejamento Estratégico
Clique no botão para conferir o conteúdo.
ACESSE
A Prática do Orçamento Empresarial: uma Ferramenta de
Apoio à Decisão
Clique no botão para conferir o conteúdo.
Orçamento de Matéria Prima - Caso Maringá (continuação)
https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/566563/2/eBook%20-%20Orcamento%20Empresarial%20e%20Planejamento%20Estrategico.pdf
https://www.youtube.com/watch?v=yhXyMBKVb20
ACESSE
https://bit.ly/3SwDOfH
FREZATTI, F. Orçamento Empresarial: planejamento e controle gerencial. São Paulo: Atlas,
1999.
MARTINS, E. Contabilidade de Custos (Inclui o ABC). 9. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
SDE – Simulador de Estratégia – Software de simulação. LDP Jogos de Empresas. Disponível em:
SOBANSKI, J. J. Prática de orçamento Empresarial: um exercício programado. São Paulo: Atlas,
1994.
WELSCH, G. A. Orçamento Empresarial: planejamento e controle de lucro. São Paulo: Atlas, 1994.
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˨ Referências

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