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ITEP-RN 
 
1. Conceitos e fundamentos básicos.................................................................................................... 1 
 
2. Conhecimento e utilização dos principais softwares utilitários (compactadores de arquivos, chat, 
clientes de e-mails, reprodutores de vídeo, visualizadores de imagem, antivírus). ................................. 71 
 
3. Identificação e manipulação de arquivos...................................................................................... 242 
 
4. Backup de arquivos. ...................................................................................................................... 52 
 
5. Conceitos básicos de Hardware (Placa mãe, memórias, processadores (CPU) e disco de 
armazenamento HDs, CDs e DVDs). ..................................................................................................... 58 
 
6. Periféricos de computadores. ......................................................................................................... 58 
 
7. Ambientes operacionais: utilização dos sistemas operacionais Windows XP Profissional e Windows 
7. ............................................................................................................................................................ 78 
 
8. Conceitos básicos sobre Linux e Software Livre. ......................................................................... 148 
 
9. Utilização dos editores de texto (Microsoft Word e LibreOffice Writer). ........................................ 177 
 
10. Utilização dos editores de planilhas (Microsoft Excel e LibreOffice Calc). .................................. 214 
 
11. Utilização do Microsoft PowerPoint. ........................................................................................... 274 
 
12. Utilização e configuração de e-mail no Microsoft Outlook. ......................................................... 301 
 
13. Conceitos de tecnologias relacionadas à Internet e Intranet, busca e pesquisa na Web, mecanismos 
de busca na Web. ................................................................................................................................ 323 
 
14. Navegadores de internet: Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome. ........................... 344 
 
15. Segurança na internet; vírus de computadores; Spyware; Malware; Phishing. .......................... 380 
 
16. Transferência de arquivos pela internet. .................................................................................... 415 
Apostila gerada especialmente para: Wagner André Vieira da Silva 073.769.494-70
 
. 2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Candidatos ao Concurso Público, 
O Instituto Maximize Educação disponibiliza o e-mail professores@maxieduca.com.br para dúvidas 
 relacionadas ao conteúdo desta apostila como forma de auxiliá-los nos estudos para um bom 
 desempenho na prova. 
As dúvidas serão encaminhadas para os professores responsáveis pela matéria, portanto, ao entrar 
 em contato, informe: 
- Apostila (concurso e cargo); 
- Disciplina (matéria); 
- Número da página onde se encontra a dúvida; e 
- Qual a dúvida. 
Caso existam dúvidas em disciplinas diferentes, por favor, encaminhá-las em e-mails separados. O 
 professor terá até cinco dias úteis para respondê-la. 
Bons estudos! 
Apostila gerada especialmente para: Wagner André Vieira da Silva 073.769.494-70
 
. 1 
 
 
Caro(a) candidato(a), antes de iniciar nosso estudo, queremos nos colocar à sua disposição, durante 
todo o prazo do concurso para auxiliá-lo em suas dúvidas e receber suas sugestões. Muito zelo e técnica 
foram empregados na edição desta obra. No entanto, podem ocorrer erros de digitação ou dúvida 
conceitual. Em qualquer situação, solicitamos a comunicação ao nosso serviço de atendimento ao cliente 
para que possamos esclarecê-lo. Entre em contato conosco pelo e-mail: professores@maxieduca.com.br 
 
CONCEITOS BÁSICOS DE COMPUTAÇÃO. 
 
Etimologicamente, a palavra é derivada do francês informatique, vocábulo criado por Philippe Dreyfus, 
em 1962, a partir do radical do verbo francês informer, por analogia com mathématique, électronique, etc. 
Em português, podemos considerar a união das palavras informação + automática, ou seja, a 
informação sendo processada de forma automática. 
Existem ainda pontos de vista que consideram "informática" união dos conceitos "informação" e 
"matemática". 
O conceito de Informática, apesar de ser amplo, em termos gerais, pode ser definido como a ciência 
cujo objetivo é o tratamento da informação, estudando seus meios de armazenamento, transmissão e 
processamento em meios digitais, tendo como seu principal instrumento realizador, o equipamento 
eletrônico chamado computador, dispositivo que trata estas informações de maneira automática, que 
armazena e processa essas informações. 
O termo computação tem origem no vocábulo latim computatio, que permite abordar a noção de 
cômputo enquanto conta ou cálculo, mas é geralmente usada como sinónimo de informática. Sendo 
assim, podemos dizer que a computação reúne os saberes científicos e os métodos. 
A informática hoje em dia se aplica a diversas áreas de atividade social, como por exemplo, aplicações 
multimídia, jogos, investigação, telecomunicações, robótica de fabricação, controle de processos 
industriais, gestão de negócios, etc., além de produzir um custo mais baixo nos setores de produção e o 
incremento da produção de mercadorias nas grandes indústrias. 
Com o surgimento das redes mundiais (internet - a rede das redes), a informação é vista cada vez 
mais como um elemento de criação e de intercâmbio cultural altamente participativo. 
 
HISTÓRICO. 
 
Os primeiros computadores, idealizados como máquinas de processamento de números, eram 
simplesmente maquinas de calcular, tudo era realizado fisicamente, a máquina não sabia o que fazer com 
o resultado, não recebiam instruções diferentes. 
Charles Babbage (1792-1871) o “Pai do Computador” criou o projeto do engenho analítico ou 
“Calculador analítico” descrito pela primeira vez em 1837. Totalmente mecânico, possuía uma memória 
para armazenamento de dados que eram inseridos através de cartões perfurados que passavam as 
instruções necessárias para o aparelho. 
O matemático George Boole, por volta de 1848, desenvolve a teoria da lógica simbólica. Consistia na 
ideia de se usar simples expressões algébricas para exprimir lógica, surgindo assim álgebra boleana que 
em termos numéricos tinha conjuntos de 0 e 1 ou um sistema binário. Em 1938, C. E. Shannon aplicou 
esta álgebra para mostrar que as propriedades de circuitos elétricos de chaveamento podem ser 
representadas por uma álgebra Booleana com dois valores. 
Em 1890, William S. Burroughs desenvolveu uma máquina de adição e listagem também utilizando-se 
de cartões perfurados. O mesmo princípio foi usado por Herman Hollerith para elaborar um sistema de 
processamento de dados para o governo americano, que diminuiu de 7 para 2 anos o processamento de 
dados em relação a 1880. 
De origem puramente mecânica, o computador torna-se um sistema eletrônico somente a partir da 
década de 1940, com o emprego da válvula termiônica. Assim, para efeito tecno-histórico o seu 
desenvolvimento é analisado considerando-se os diversos estágios evolutivos, mais conhecidos como 
famílias ou gerações de computadores. 
 
 
 
 
1. Conceitos e fundamentos básicos. 
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1ª Geração (1940-1952). 
 
O Eniac foi o primeiro computador eletrônico, pesava 30 toneladas e ocupava 3 salas. Tinha a 
capacidade de registrar 20 números com 10 dígitos cada. Suas memórias eram cartões perfurados, sua 
linguagem era de máquina. 
Na década de 50, as válvulas deram lugar (com a descoberta dos semicondutores), ao diodo e ao 
transistor, permitindo a redução de tamanho e diminuindo as falhas dosem uma das opções na parte inferior dos resultados da pesquisa. Por exemplo, 
caso pesquise um arquivo na biblioteca Documentos, mas não consiga encontrá-lo, você poderá clicar 
em Bibliotecas para expandir a pesquisa às demais bibliotecas. Para obter mais informações, consulte 
Localizar um arquivo ou uma pasta. 
 
Copiando e movendo arquivos e pastas. 
 
De vez em quando, você pode querer alterar o local onde os arquivos ficam armazenados no 
computador. Por exemplo, talvez você queira mover os arquivos para outra pasta ou copiá-los para uma 
mídia removível (como CDs ou cartões de memória) a fim de compartilhar com outra pessoa. 
A maioria das pessoas copiam e movem arquivos usando um método chamado arrastar e soltar. 
Comece abrindo a pasta que contém o arquivo ou a pasta que deseja mover. Depois, em uma janela 
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diferente, abra a pasta para onde deseja mover o item. Posicione as janelas lado a lado na área de 
trabalho para ver o conteúdo de ambas. 
Em seguida, arraste a pasta ou o arquivo da primeira pasta para a segunda. Isso é tudo. 
 
 
 
Para copiar ou mover um arquivo, arraste-o de uma janela para outra. 
Ao usar o método arrastar e soltar, note que algumas vezes o arquivo ou a pasta é copiado e, outras 
vezes, ele é movido. Se você estiver arrastando um item entre duas pastas que estão no mesmo disco 
rígido, os itens serão movidos para que duas cópias do mesmo arquivo ou pasta não sejam criadas no 
mesmo local. Se você estiver arrastando o item para um pasta que esteja em outro local (como um local 
de rede) ou para uma mídia removível (como um CD), o item será copiado. 
A maneira mais fácil de organizar duas janelas na área de trabalho é usar Ajustar. 
Se você copiar ou mover um arquivo ou pasta para uma biblioteca, ele será armazenado no local de 
salvamento padrão da biblioteca. 
Outra forma de copiar ou mover um arquivo é arrastando-o da lista de arquivos para uma pasta ou 
biblioteca no painel de navegação. Com isso, não será necessário abrir duas janelas distintas. 
 
- Criando e excluindo arquivos. 
 
O modo mais comum de criar novos arquivos é usando um programa. Por exemplo, você pode criar 
um documento de texto em um programa de processamento de texto ou um arquivo de filme em um 
programa de edição de vídeos. 
Alguns programas criam um arquivo no momento em que são abertos. Quando você abre o WordPad, 
por exemplo, ele inicia com uma página em branco. Isso representa um arquivo vazio (e não salvo). 
Comece a digitar e quando estiver pronto para salvar o trabalho, clique no botão Salvar no WordPad. Na 
caixa de diálogo exibida, digite um nome de arquivo que o ajudará a localizar o arquivo novamente no 
futuro e clique em Salvar. 
Por padrão, a maioria dos programas salva arquivos em pastas comuns, como Meus Documentos e 
Minhas Imagens, o que facilita a localização dos arquivos na próxima vez. 
Quando você não precisar mais de um arquivo, poderá removê-lo do computador para ganhar espaço 
e impedir que o computador fique congestionado com arquivos indesejados. Para excluir um arquivo, abra 
a respectiva pasta ou biblioteca e selecione o arquivo. Pressione Delete no teclado e, na caixa de diálogo 
Excluir Arquivo, clique em Sim. 
Quando você exclui um arquivo, ele é armazenado temporariamente na Lixeira. Pense nela como uma 
rede de segurança que lhe permite recuperar pastas ou arquivos excluídos por engano. De vez em 
quando, você deve esvaziar a Lixeira para recuperar o espaço usado pelos arquivos indesejados no disco 
rígido. 
 
- Abrindo um arquivo existente. 
 
Para abrir um arquivo, clique duas vezes nele. Em geral, o arquivo é aberto no programa que você 
usou para criá-lo ou alterá-lo. Por exemplo, um arquivo de texto será aberto no seu programa de 
processamento de texto. 
Mas nem sempre é o caso. O clique duplo em um arquivo de imagem, por exemplo, costuma abrir um 
visualizador de imagens. Para alterar a imagem, você precisa usar um programa diferente. Clique com o 
botão direito do mouse no arquivo, clique em Abrir com e no nome do programa que deseja usar. 
 
Questões: 
 
01. (Prefeitura de Itapema - SCProva: Técnico Contábil - MS CONCURSOS/2016). O computador 
é uma máquina com uma grande capacidade para processamento de informações, tanto em volume de 
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dados quanto na velocidade das operações que realiza sobre esses dados. Basicamente, o computador 
é organizado em três funções, as quais são: entrada de dados, processamento de dados e saída de 
dados. 
De acordo com o texto, marque a alternativa que preenche as lacunas corretamente. 
____________ é o nome que se dá para a parte física do computador. É tudo que você pode tocar 
(mouse, teclado, componentes em geral). 
____________ é o nome que se dá a toda parte lógica do computador. 
 
 (A) Software - Programas 
 (B) Hardware - Drivers 
 (C) Hardware – Software 
 (D) Software - Hardware 
 
02. (Prefeitura de Nova Esperança do Sul – RS - Contador - LEGALLE Concursos/2015). Backup 
é um termo usado na informática geralmente para: 
 
 (A) Representar a remoção de vírus do computador. 
 (B) Representar um procedimento referente a execução de programas. 
 (C) Representar um procedimento de cópia de dados. 
 (D) Representar uma técnica de aumento da velocidade do processador. 
 (E) Representar uma técnica de pirataria de software. 
 
03. (FUNPRESP-EXE - Nível Superior – IADES). Em relação aos conceitos de informática básica, 
assinale a alternativa correta. 
 
 (A) Uma memória de 1 megabyte possui 1.000.000 bytes. 
 (B) O barramento de endereço é responsável pelo transporte de dados. 
 (C) Um monitor com tela touch é considerado dispositivo de saída de dados. 
 (D) A memória cache é a principal memória de um computador. 
 (E) Para conectar o computador a uma rede de dados, deve-se utilizar uma placa de rede, podendo 
ser sem fio ou por cabo. 
 
04. (BRDE - Analista de Sistemas – Suporte – AOCP). Sobre Processadores, analise as assertivas 
e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s). 
 
I. A CPU é o 'cérebro' do computador, sua função é executar programas armazenados na memória 
principal, buscando suas instruções, examinando-as e então executando-as uma após a outra. 
II. Barramentos podem ser externos à CPU, conectando-a à memória e aos dispositivos E/S, mas 
também podem ser internos à CPU. 
III. A CPU é composta por várias partes distintas. A unidade de controle é responsável por buscar 
instruções na memória principal e determinar seu tipo. 
IV. A unidade de aritmética e lógica efetua operações como adição AND (E) booleano para executar 
as instruções. 
 
 (A) Apenas I. 
 (B) Apenas I, II e III. 
 (C) Apenas I, III e IV. 
 (D) Apenas II, III e IV. 
 (E) I, II, III e IV. 
 
05. (SEFAZ- PB - Auditor Fiscal de Tributos Estaduais – FCC). O BIOS de um microcomputador é 
basicamente: 
 
 (A) um sistema de controle de rotinas de entrada e saída. 
 (B) uma memória de massa. 
 (C) um slot de memória regravável. 
 (D) um chip de memória de acesso randômico. 
 (E) um sistema operacional de interface gráfica. 
 
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Respostas: 
 
01. Resposta: C. 
 
Hardware – é o nome que se dá para a parte FISICA do computador. É tudo que você pode tocar 
(mouse, teclado, componentes em geral). 
Software - é o nome que se dá a toda parte LÓGICA do computador. 
 
02. Resposta: C. 
 
Backup é uma cópia de segurança. O termo em inglês é muito utilizado por empresas e pessoas que 
guardam documentos, imagens, vídeos e outros arquivos no computador ou na nuvem, hospedados em 
redes online como Dropbox e Google Drive. O objetivo da ação é o usuário se resguardar de uma 
ocasional perda de arquivos originais, seja por ações despropositadas do usuário como perder um 
CD/DVD e ter um problema como HD, ou ainda mau funcionamento dos sistemas. Ter uma cópia de 
segurança permite restaurar os dados perdidos. 
 
03. Resposta: E. 
 
a) Megabyte (MB) = 1024 (milhão de bytes) 
b) Barramento (BUS) é a "estrada" por onde trafegam os dados e não o "barramento de endereço". 
c) Um monitor com tela touch é considerado dispositivo de entrada e saída de dados. 
d) A memória RAM (DRAM) é a principal memória de um computador. 
 
04. Resposta: E. 
 
O CPU (Central Processing Unit), também conhecido como processador, é a parte de um sistema 
computacional, que realiza as instruções de um programa de computador, para executar a aritmética 
básica, lógica, e a entradas e saída de dados. O CPU tem um papel parecido ao do cérebro no 
computador. O CPU é composta de duas partes: UAL - Unidade Aritmética e Lógica - tem por função a 
efetiva execução das instruções. UC - Unidade de Controle - tem por funções a busca, interpretação 
e controle de execução das instruções, e o controle dos demais componentes do computador. 
 
05. Resposta: A. 
 
BIOS (Basic Input-Output System). Além do microprocessador e da memória, o computador precisa 
de algumas instruções que lhe indiquem o que fazer. Essas instruções estão gravadas em um chip de 
memória ROM especial chamado BIOS. 
 
 
 
COMPACTADORES DE ARQUIVOS. 
 
São softwares especializados em gerar uma representação mais eficiente de vários arquivos dentro 
de um único arquivo de modo que ocupem menos espaço na mídia de armazenamento ou o tempo de 
transferência deles sobre uma rede seja reduzido. 
Os compactadores foram muito utilizados no passado quando as mídias de armazenamento tinham 
preços elevados e era necessário economizar espaço para armazenamento. Atualmente o uso deles é 
mais voltado a transferência de arquivos pela Internet para reduzir a massa de dados a ser transferida 
pela rede. 
Os compactadores de arquivo utilizam algoritmos de compressão de dados sem perdas para gerar a 
representação mais eficiente combinando diversas técnicas conhecidas para um melhor desempenho. 
Uma das técnicas usadas por estes algoritmos é reduzir a redundância de sequências de bits recorrentes 
contidas nos arquivos gerando uma representação que utiliza menos bits para representar estas 
sequências. Um exemplo de processo para reduzir a redundância é a Codificação de Huffman. 
2. Conhecimento e utilização dos principais softwares utilitários 
(compactadores de arquivos, chat, clientes de e-mails, reprodutores 
de vídeo, visualizadores de imagem, antivírus). 
Apostila gerada especialmente para: Wagner André Vieira da Silva 073.769.494-70
 
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Alguns formatos de arquivo incluem esquemas de compressão com perda de dados como os vídeos 
em DVD e as músicas armazenadas no formato MP3. Porém os esquemas utilizados nestes casos são 
diferentes dos compactadores de arquivos pois possibilitam perdas que se refletem na redução da 
qualidade da imagem ou do som. Esquemas com perdas não podem ser utilizados pelos compactadores 
pois provocariam a corrupção dos dados. 
 
Formatos 
 
Cada esquema de compressão gera um formato próprio de arquivo compactado que só pode ser 
descompactado pelo mesmo compactador que o gerou ou por outro compactador que também seja capaz 
de compreender o mesmo esquema. Atualmente existem compactadores suportando uma grande 
variedade de esquemas de compressão disponíveis para todos os sistemas operacionais. 
 
Exemplos de compactadores 
 ARJ 
 7zip 
 B1 Free Archiver 
 gzip 
 tar 
 Winrar 
 Winzip 
 
CHAT. 
 
Um chat (abreviatura de “chatroom”, ou “sala de conversação”, em português) é um local online 
destinado a juntar várias pessoas para conversarem. Este local pode ser de índole generalista, ou pode 
destinar-se à discussão de um tema em particular (por exemplo, um chat sobre ecologia). 
Os chatrooms permitem que várias pessoas troquem opiniões por escrito em simultâneo, em tempo 
real. Quando um utilizador escreve algo no chatroom, as suas palavras ficam disponíveis no painel para 
todos lerem, dando assim oportunidade aos restantes elementos presentes de responder da mesma 
forma. 
O que é um IM? 
Um IM (ou “Instant Messaging”, ou “mensagens instantâneas”, em português) é uma forma fácil de 
manter contato com alguém sem ter que esperar por um e-mail. Alguns exemplos de IMs são o MSN 
Messenger, o Google Talk, o Yahoo! Messenger e o Skype, sendo que este último privilegia a utilização 
da voz como meio de comunicação. 
Os IMs são muito utilizados para manter contatos lúdicos e informais, sendo também uma plataforma 
comum para a troca de informação por funcionários de empresas, enquanto ferramenta de trabalho. Para 
tal, basta que as pessoas envolvidas se encontrem online. 
Este método de conversação via Internet é cada vez mais utilizada por jovens para conversar com os 
seus pares ou conhecer gente nova. Dadas as suas características (ser uma forma de contato que não 
decorre frente-a-frente), muitos jovens sentem-se protegidos e, confiando em desconhecidos, podem 
discutir assuntos ou partilhar informação com mais à-vontade do que se fosse “ao vivo”. 
Como funciona um Chat? 
Cada chat tem o seu conjunto de regras particulares, as quais se espera que sejam respeitadas (por 
exemplo, não ser permitido falar de música nos tópicos de ecologia). Para assegurar que tal acontece, 
alguns chats têm a presença de um moderador, que é uma pessoa responsável pelas 
atividades/temas/utilizadores que se encontram nesse local cibernético. Cabe ao moderador manter o 
bom funcionamento da “sala de conversa”, podendo expulsar aqueles que considere estarem a agir de 
modo impróprio. É ao moderador que deve reportar alguma ocorrência que sinta ser incorreta. 
Um dado importante a reter é que, apesar de, nestes chats, as conversas serem públicas, há também 
a possibilidade de se conversar em privado (“private chats”) com terceiros. Estas conversas já não são 
moderadas e, consequentemente, podem apresentar alguns perigos, sobretudo para os cibernautas mais 
jovens (por exemplo, um menor pode, inadvertidamente, conversar com um pedófilo, ou com alguém que 
se queira apropriar da sua identidade ou da dos seus familiares, ou até obter informações que lhe 
permitam planear um roubo). 
 
 
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Como funciona um IM? 
O sistema de mensagens instantâneas junta as funcionalidades do chat, dos telefones e do e-mail e 
permite a troca de informação e dados de forma quase imediata, a todos os utilizadores na lista de amigos 
desse utilizador que se encontrem online. 
Para tal, basta que escrevamos a mensagem, cliquemos em “enviar” e a mensagem é recebida quase 
instantaneamente pelo destinatário, onde quer que se encontre. É possível trocar mensagens 
instantâneas por computador, smartphone ou por outro meio que possua ligação à Internet. Um telemóvel 
pode receber uma mensagem instantânea vinda de um computador e vice-versa. 
Há programas de IM que permitem ao cibernauta comunicar além da forma escrita, recorrendo à voz, 
ao vídeo ou às imagens, desde que possua as ferramentas necessárias (um microfone, ou uma webcam, 
por exemplo). 
 
Software e protocolos 
- Internet Relay Chat (IRC) 
- AOL Instant Messenger (AIM) 
- Chatroulette 
- Gadu-Gadu 
- Google Talk 
- Grunhido 
- ICQ (OSCAR) 
- Jabber (XMPP) 
- MUD 
- Pichat 
- SILC 
- Skype 
- TeamSpeak (TS) 
- Wikia 
- Windows Live Messenger 
- Yahoo! Messenger 
- Terrachat (JAVA/FLASH) 
- xat (xat.com) 
- ChatPoint (www.chatpoint.tv) 
 
CLIENTES DE E-MAIL. 
 
Quando falamos em clientes de e-mail, logo o Outlook nos vem à cabeça, por se tratar do aplicativo 
mais famoso do gênero, já que é o padrão em muitas versões do Windows. A função de aplicativos desta 
categoria é agrupar os e-mails do usuário, facilitando sua organização. 
A integração é feita diretamente com suas contas de correio eletrônico, colocando tudo de forma 
organizada e em um mesmo local.Para quem lida com diversos endereços simultaneamente, fazer uso 
de um cliente de e-mail é altamente recomendado. 
 
eM Client 
Esta é uma nova alternativa para você ter todas as possibilidades de um bom cliente de e-mail em seu 
computador, sem pagar um centavo por isso. O programa é muito leve e funcional, além de inserir suas 
contas de uma forma muito automatizada, ideal para quem não domina o uso de aplicativos deste tipo. 
Além das funções de envio e recebimento de e-mails, ele também conta com um calendário completo, 
com a possibilidade de inclusão de tarefas e eventos, além de um mensageiro instantâneo, como ocorre 
no e-mail do Google. 
Sua versão gratuita suporta até duas contas e pode ser utilizada apenas para fins pessoais. O 
aplicativo oferece suporte a 18 idiomas, incluindo o português do Brasil (inclusive no corretor ortográfico). 
Ele pode também ser uma ótima alternativa ao Mozilla Thunderbird, por exemplo, principalmente 
porque conta com recursos que este último não possui, pelo menos não nativamente (como calendário e 
tarefas, por exemplo). O eM Client também conta com suporte ao Gmail e ao iCloud, além do Microsoft 
Exchange. 
Um prático wizard no momento da instalação detecta rapidamente todas as configurações da conta de 
e-mail. Detalhes como por exemplo servidores POP, SMTP e IMAP, além das portas, são descobertos 
automaticamente, bastando ao usuário inserir os dados de login (o programa inclusive realiza testes para 
se certificar de que está tudo certinho). 
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Inseridos os dados iniciais a sincronização já é iniciada, incluindo sincronização com o Google 
Calendar, com o Google Tasks e com Google Contacts. Contas IMAP são sincronizadas rapidamente, 
também, e para usuários de dispositivos da Apple, é possível até mesmo trabalhar com o iCloud, sendo 
que também neste caso tudo é sincronizado perfeitamente. 
 
 
 
Há uma sidebar bastante útil no eM Client, a qual tem sua função alterada e adequada de acordo com 
o que o usuário está fazendo no momento (agenda, e-mail, contatos etc). É possível obter rapidamente 
detalhes a respeito dos contatos que estão ligados a um e-mail recém aberto, por exemplo, e até mesmo 
consultar possíveis entradas na agenda que estejam relacionadas com a mensagem. Os compromissos 
mais urgentes e/ou os próximos também aparecem nesta útil barra lateral, a qual também oferece acesso 
a bate-papo (Facebook, Google, etc). 
Usuários de outros clientes de e-mail podem também ficar despreocupados. O eM Client é capaz de 
importar dados de programas como, por exemplo, Mozilla Thunderbird, Outlook, Outlook Express, 
Windows Live Mail, e outros. 
Também podemos definir alertas pop-up e sons diferentes para uma série de eventos, incluindo 
recebimento de e-mails, mensagens de bate-papo, recebimento de e-mails com anexos, feriados, 
lembretes (tanto da agenda quanto da listagem de tarefas), etc. 
O software também permite a criação de filtros, para o devido tratamento de cada mensagem recebida, 
caso o usuário deseje (por exemplo, mensagem recebida do cliente “X” deve ser sempre encaminhada à 
pasta “Y” e marcada como lida). 
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Assinaturas personalizadas, inclusive com a utilização de imagens, podem ser criadas e já atribuídas 
às suas respectivas contas. Assim, quando o usuário enviar uma mensagem à partir de seu e-mail 
profissional, digamos, a assinatura correta será automaticamente escolhida e aplicada. 
 
 
 
O eM Client é um software leve e extremamente amigável, além de tudo. Quem já trabalhou com 
algum cliente de e-mail se adaptará a ele facilmente. Quem deixou de usar este tipo de aplicativo deve 
pelo menos dar uma olhadinha na solução da eM Client, INC, devido principalmente a seus “extras”: 
calendário, contatos, tarefas e chat, lembrando mais uma vez que estes recursos todos podem trabalhar 
de forma integrada ao envio e recebimento de e-mails. Trata-se também de uma maneira muito boa de 
organizarmos nossos compromissos. 
E-mails recebidos podem ser facilmente transformados em compromissos na agenda (ou em simples 
tarefas), e eles também podem ser transformados em uma nova entrada na lista de contatos 
(automaticamente ou não). E-mails, contatos e diversos tipos de dados no eM Client também podem ser 
exportados, para diversos formatos: .eml, .vcf, .ics, .xml, etc. Também podem ser criadas listas de 
distribuição, com a respectiva seleção de vários destinatários. 
O software é bastante versátil, sendo também capaz de se adaptar aos mais diversos estilos e gostos. 
O usuário pode alterar diversos elementos de seu layout, e também escolher várias opções de 
visualização para o calendário, por exemplo (modos “dia”, “semana”, “mês”). 
 
 
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Eventos recorrentes, percentual de conclusão, busca rápida e poderosa, compartilhamento de tarefas 
e calendários com outras pessoas e backup das informações inclusive com possibilidade de 
agendamento: estas são algumas outras características bastante interessantes do eM Client. 
 
REPRODUTOR DE VIDEO OU MEDIA PLAYER. 
 
O tocador de mídia ou player é um programa de computador que executa arquivos contendo multimídia 
em geral como: MP3, WMA, WAV, MPEG, AAC, VCDs, DVDs etc. Alguns tocadores (reprodutores) mais 
conhecidos são: Silverjuke, BSplayer, Media Player Classic, PowerDVD, MPlayer, Windows Media Player, 
Winamp, Real Player, iTunes, VLC Media Player, Gom Player e The KMPlayer. 
Os tocadores também reproduzem vídeos além de músicas, geralmente vídeos no formato AVI, WMW, 
WMV, OGV E MPG. 
 
VISUALIZADORES DE IMAGENS4. 
 
Atualmente, devido à evolução da internet com os mais variados tipos de páginas pessoais e redes 
sociais, há uma grande demanda por programas para trabalhar com imagens. E, como sempre é 
esperado, em resposta a isso, também há no mercado uma ampla gama de ferramentas existentes que 
fazem algum tipo de tratamento ou conversão de imagens. 
Porém, muitos destes programas não são o que se pode chamar de simples e intuitivos, causando 
confusão em seu uso ou na manipulação dos recursos existentes. Para apenas visualizar imagens e 
aplicar tratamentos e efeitos simples ou montar apresentações de slides, é sempre bom dar uma conferida 
em alguns aplicativos mais leves e com recursos mais enxutos como os visualizadores de imagens. 
Abaixo, segue uma seleção de visualizadores, muitos deles trazendo os recursos mais simples, 
comuns e fáceis de se utilizar dos editores, para quem não precisa de tantos recursos, mas ainda assim 
gosta de dar um tratamento especial para as suas mais variadas imagens. 
 
Picasa. 
 
 
 
Edição, organização e compartilhamento fazem deste aplicativo um grande destaque. O Picasa é um 
aplicativo completo para visualização de fotos e imagens. Além disso, ele possui diversas ferramentas 
úteis para editar, organizar e gerenciar arquivos de imagem do computador. 
As ferramentas de edição possuem os métodos mais avançados para automatizar o processo de 
correção de imagens. No caso de olhos vermelhos, por exemplo, o programa consegue identificar e 
corrigir todos os olhos vermelhos da foto automaticamente sem precisar selecionar um por um. Além 
disso, é possível cortar, endireitar, adicionar textos, inserir efeitos, e muito mais. 
Filtros avançados para selecionar apenas o que interessa. Um dos grandes destaques do Picasa é 
sua poderosa biblioteca de imagens. Ele possui um sistema inteligente de armazenamento capaz de filtrar 
imagens que contenham apenas rostos. Assim você consegue visualizar apenas as fotos que contém 
pessoas. 
Depois de tudo organizado em seu computador, você pode escolher diversas opções para salvar e/ou 
compartilhar suas fotos e imagens com amigos e parentes. Isso pode ser feito gravando um CD/DVD ou 
enviando via Web. O programapossui integração com o PicasaWeb, o qual possibilita enviar um álbum 
inteiro pela internet em poucos segundos. 
 
IrfanView. 
 
 
 
 
4 https://www.tecmundo.com.br/picasa/1643-selecao-visualizadores-de-imagens.htm 
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O IrfanView é um visualizador de imagem muito leve e com uma interface gráfica simples porém 
otimizada e fácil de utilizar, mesmo para quem não tem familiaridade com este tipo de programa. Ele 
também dispõe de alguns recursos simples de editor. Com ele é possível fazer operações como copiar e 
deletar imagens até o efeito de remoção de olhos vermelhos em fotos. O programa oferece alternativas 
para aplicar efeitos como texturas e alteração de cores em sua imagem por meio de apenas um clique. 
Conta ainda com recursos para montar slideshow, permitindo escolher quanto tempo o programa terá 
de intervalo entre a mudança das imagens, ordem de exibição (inclusive aleatória), inserção de música e 
textos (que podem ser uma espécie de legenda ou mensagem) nas apresentações. Este recurso conta 
também com opções de salvar no disco rígido ou gravar para um CD. 
Outra ferramenta interessante é um conversor de imagem, fornecendo uma série de opções para o 
formato de saída dela. Há, ainda, opções para renomear os arquivos, além de escolher a pasta na qual 
eles serão salvos temporariamente. Além disso, ele possui diversas outras funções como separar cada 
frame de imagens no formato GIF e aplicar imagens visualizadas diretamente como papel de parede da 
área de trabalho ou mudar as propriedades de qualquer foto ou ilustração. 
 
FastStone Image Viewer. 
 
 
 
O FastStone Image Viewer é um programa que além de ser um visualizador de imagens, apresenta 
diversos recursos integrados, de forma que você pode executar várias tarefas com ilustrações sem a 
necessidade de instalar outros programas. Suporta todos formatos populares de imagens, tais como: 
BMP, JPEG, JPEG 2000, GIF, PNG, PCX, PSD (formato Photoshop), TIFF, WMF, ICO e TGA. 
Com ele você tem acesso a recursos de navegador, visualizador, conversor, editor de imagens, 
incluindo ferramentas para redimensionar, renomear, ajustar cores, redução de olhos vermelhos, criação 
de logos, gerenciar todas as suas fotografias, comparações entre imagens, transformação de imagens 
em papel de parede, enviar arquivos por email, ferramenta print screen, criação de slideshow e até um 
editor semelhante ao Paint. 
O programa possui um recurso para localização de pastas permitindo que imagens possam ser 
rapidamente localizadas por seu intermédio. O aplicativo oferece rápido acesso as informações de 
imagens contendo um visualizador de thumbnails (miniaturas) onde você pode administrar e ver todas as 
suas fotos. 
 
ACDSee. 
 
 
 
O ACDSee é um programa que conta com uma interface amigável para ajudá-lo na visualização de 
diversos tipos de imagens, suportando formatos como: GIF, JPG, BMP, PSD, TIF e outros. Possui 
recursos para exibição de miniaturas e basta um duplo clique para que ela seja exibida em seu tamanho 
normal. Este programa é gratuito para testar durante um período de 30 dias. 
Entre as características gerais desta ferramenta, ela possui um mecanismo de busca rápida de 
imagens que permite a localização delas por nome ou propriedades, por exemplo, permitindo a inclusão 
de parâmetros como categorias, pasta e palavras-chave. O ACDSee possui uma função para ciração de 
slideshow com possibilidade de salvar em disco rígido ou gravar para um CD/DVD com interface "clica e 
arrasta". 
Com ele ainda é possível utilizar algumas funções de editor de imagens como procurar imperfeições e 
corrigindo-as com ferramentas para remoção de olhos vermelhos, aplicação de Zoom, rotação e inversão 
de imagens, correção de erros, entre outras. Você pode também inserir legendas e frases nas figuras. 
O programa conta ainda com ferramentas parar criar um álbum virtual em HTML e criação de protetores 
de telas baseados em apresentação de slides com suas fotos ou imagens e uma função que permite 
sincronizar suas pastas de imagens com um disco rígido externo ou rede para evitar perdê-las. 
 
 
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ABC Visualizador Jpp. 
 
 
O ABC Visualizador Jpp é outro visualizador de imagens e fotos leve, que suporta os formatos: JPG, 
JPEG, EMF, ICO, WMF, BMP, GIF e GIF Animado. Possui ferramentas de editor de imagem como ajuste 
de zoom, inversão e rotação de imagens, visualização em tela cheia, tamanho original, catálogo de 
imagens em tamanho reduzido, montagem de slideshow, ajuste de brilho, contraste, posterização, entre 
outras. Conta com a vantagem de estar inteiramente no idioma português e possuir recurso para 
localização rápida de imagens. 
 
Twins Visions. 
 
 
 
O Twins Visions é um visualizador e gerenciador de imagens que conta com diversos recursos e uma 
interface gráfica diferente e muito elegante. Com ele é possível visualizar imagens em uma galeria em 
terceira dimensão totalmente interativa, organizá-las e editá-las. É um programa que visa atender aos 
mais variados níveis de usuário, desde iniciantes até os mais experientes com programas do gênero. 
Este programa possui uma função inteligente para a busca de imagens, monitorando o disco rígido por 
inteiro e relacionando apenas as pastas e subpastas que contêm imagens. Assim, você evita a perda de 
tempo buscando imagens em pastas onde elas não existem. Uma vez relacionadas, basta um duplo clique 
sobre a pasta desejada para ela ser lançada na galeria em terceira dimensão. 
O grande diferencial deste programa é sua galeria, pois nela não se visualizam apenas miniaturas das 
imagens, possibilitando um acesso entre as várias pastas agrupadas e em terceira dimensão, com 
disponibilidade de organizar sua visualização de seis formas diferentes. 
A ferramenta de edição do Twins Visions é destinada à aplicação de ajustes, efeitos e correções nas 
imagens. Ótima para tratar e personalizar fotografias. Praticamente todos os recursos do editor permitem 
que se definam preferências. Além disso, ele exibe resultado da modificação antes mesmo do efeito, 
correção ou ajuste ser efetuado. Ao término, pode-se salvar as imagens em JPG, PNG, GIF, TIF e BMP. 
Para mais comodidade, o programa permite definir um formato como padrão para as atividades 
posteriores. 
 
*Prezado candidato, o item: antivírus será abordado mais adiante no tópico 15. Segurança na internet; 
vírus de computadores; Spyware; Malware; Phishing. 
 
 
 
GERENCIAMENTO DE ARQUIVOS E PASTAS. 
 
Representação e armazenamento de informação. Organização lógica e física de arquivos. 
Métodos de acesso.5 
 
Arquivos 
Desde os primórdios da computação, percebeu-se a necessidade de armazenar informações para uso 
posterior, como programas e dados. Hoje, parte importante do uso de um computador consiste em 
recuperar e apresentar informações previamente armazenadas, como documentos, fotografias, músicas 
e vídeos. O próprio sistema operacional também precisa manter informações armazenadas para uso 
posterior, como programas, bibliotecas e configurações. Geralmente essas informações devem ser 
armazenadas em um dispositivo não-volátil, que preserve seu conteúdo mesmo quando o computador 
 
5 Fonte: http://dainf.ct.utfpr.edu.br/~maziero/lib/exe/fetch.php/ 
3. Identificação e manipulação de arquivos. 
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estiver desligado. Para simplificar o armazenamento e busca de informações, surgiu o conceito de 
arquivo, que será discutido a seguir. 
 
O conceito de arquivo 
Um arquivo é basicamente um conjunto de dados armazenados em um dispositivo físico não-volátil, 
com um nome ou outra referência que permita sua localização posterior. Do ponto de vista do usuário e 
das aplicações,o arquivo é a unidade básica de armazenamento de informação em um dispositivo não-
volátil, pois para eles não há forma mais simples de armazenamento persistente de dados. Arquivos são 
extremamente versáteis em conteúdo e capacidade: podem conter desde um texto ASCII com alguns 
bytes até sequências de vídeo com dezenas de gigabytes, ou mesmo mais. 
Como um dispositivo de armazenamento pode conter milhões de arquivos, estes são organizados em 
estruturas hierárquicas denominadas diretórios (conforme ilustrado na Figura 1 e discutido mais 
detalhadamente na Seção 3.1). A organização física e lógica dos arquivos e diretórios dentro de um 
dispositivo é denominada sistema de arquivos. Um sistema de arquivos pode ser visto como uma imensa 
estrutura de dados armazenada de forma persistente em um dispositivo físico. Existe um grande número 
de sistemas de arquivos, dentre os quais podem ser citados o NTFS (nos sistemas Windows), 
Ext2/Ext3/Ext4 (Linux), HPFS (MacOS), FFS (Solaris) e FAT (usado em pendrives USB, máquinas 
fotográficas digitais e leitores MP3). A organização dos sistemas de arquivos será discutida na Seção 4. 
 
Atributos 
Conforme apresentado, um arquivo é uma unidade de armazenamento de informações que podem ser 
dados, código executável, etc. Cada arquivo é caracterizado por um conjunto de atributos, que podem 
variar de acordo com o sistema de arquivos utilizado. Os atributos mais usuais são: 
 
 
 
Figura 1: Arquivos organizados em diretórios dentro de um dispositivo. 
 
Nome: string de caracteres que identifica o arquivo para o usuário, como “foto1.jpg”, “relatório.pdf”, 
“hello.c”, etc.; 
Tipo: indicação do formato dos dados contidos no arquivo, como áudio, vídeo, imagem, texto, etc. 
Muitos sistemas operacionais usam parte do nome do arquivo para identificar o tipo de seu conteúdo, na 
forma de uma extensão: “.doc”, “.jpg”, “.mp3”, etc.; 
Tamanho: indicação do tamanho do conteúdo do arquivo, em bytes ou registros; 
Datas: para fins de gerência, é importante manter as datas mais importantes relacionadas ao arquivo, 
como suas datas de criação, de último acesso e de última modificação do conteúdo; 
Proprietário: em sistemas multiusuários, cada arquivo tem um proprietário, que deve estar 
corretamente identificado; 
Permissões de acesso: indicam que usuários têm acesso àquele arquivo e que formas de acesso são 
permitidas (leitura, escrita, remoção, etc.); 
Localização: indicação do dispositivo físico onde o arquivo se encontra e da posição do arquivo dentro 
do mesmo; 
Outros atributos: vários outros atributos podem ser associados a um arquivo, por exemplo para indicar 
se é um arquivo de sistema, se está visível aos usuários, se tem conteúdo binário ou textual, etc. Cada 
sistema de arquivos normalmente define seus próprios atributos específicos, além dos atributos usuais. 
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Nem sempre os atributos oferecidos por um sistema de arquivos são suficientes para exprimir todas 
as informações a respeito de um arquivo. Nesse caso, a “solução” encontrada pelos usuários é usar o 
nome do arquivo para exprimir a informação desejada. Por exemplo, em muitos sistemas a parte final do 
nome do arquivo (sua extensão) é usada para identificar o formato de seu conteúdo. Outra situação 
frequente é usar parte do nome do arquivo para identificar diferentes versões do mesmo conteúdo: relat-
v1.txt, relat-v2.txt, etc. 
 
Operações 
As aplicações e o sistema operacional usam arquivos para armazenar e recuperar dados. O uso dos 
arquivos é feito através de um conjunto de operações, geralmente implementadas sob a forma de 
chamadas de sistema e funções de bibliotecas. As operações básicas envolvendo arquivos são: 
Criar: a criação de um novo arquivo implica em alocar espaço para ele no dispositivo de 
armazenamento e definir seus atributos (nome, localização, proprietário, permissões de acesso, etc.); 
Abrir: antes que uma aplicação possa ler ou escrever dados em um arquivo, ela deve solicitar ao 
sistema operacional a “abertura” desse arquivo. O sistema irá então verificar se o arquivo existe, verificar 
se as permissões associadas ao arquivo permitem aquele acesso, localizar seu conteúdo no dispositivo 
de armazenamento e criar uma referência para ele na memória da aplicação; 
Ler: permite transferir dados presentes no arquivo para uma área de memória da aplicação; 
Escrever: permite transferir dados na memória da aplicação para o arquivo no dispositivo físico; os 
novos dados podem ser adicionados no final do arquivo ou sobrescrever dados já existentes; 
Mudar atributos: para modificar outras características do arquivo, como nome, localização, proprietário, 
permissões, etc. 
Fechar: ao concluir o uso do arquivo, a aplicação deve informar ao sistema operacional que o mesmo 
não é mais necessário, a fim de liberar as estruturas de gerência do arquivo na memória do núcleo; 
Remover: para eliminar o arquivo do dispositivo, descartando seus dados e liberando o espaço 
ocupado por ele. 
Além dessas operações básicas, outras operações podem ser definidas, como truncar, copiar, mover 
ou renomear arquivos. Todavia, essas operações geralmente podem ser construídas usando as 
operações básicas. 
 
Formatos 
Em sua forma mais simples, um arquivo contém basicamente uma sequência de bytes, que pode estar 
estruturada de diversas formas para representar diferentes tipos de informação. O formato ou estrutura 
interna de um arquivo pode ser definido – e reconhecido – pelo núcleo do sistema operacional ou somente 
pelas aplicações. O núcleo do sistema geralmente reconhece apenas alguns poucos formatos de 
arquivos, como binários executáveis e bibliotecas. Os demais formatos de arquivos são vistos pelo núcleo 
apenas como sequências de bytes sem um significado específico, cabendo às aplicações interpretá-los. 
Os arquivos de dados convencionais são estruturados pelas aplicações para armazenar os mais 
diversos tipos de informações, como imagens, sons e documentos. Uma aplicação pode definir um 
formato próprio de armazenamento ou seguir formatos padronizados. Por exemplo, há um grande número 
de formatos públicos padronizados para o armazenamento de imagens, como JPEG, GIF, PNG e TIFF, 
mas também existem formatos de arquivos proprietários, definidos por algumas aplicações específicas, 
como o formato PSD (do editor Adobe Photoshop) e o formato XCF (do editor gráfico GIMP). A adoção 
de um formato proprietário ou exclusivo dificulta a ampla utilização das informações armazenadas, pois 
somente aplicações que reconheçam aquele formato conseguem ler corretamente as informações 
contidas no arquivo. 
 
Arquivos de registros 
Alguns núcleos de sistemas operacionais oferecem arquivos com estruturas internas que vão além da 
simples sequência de bytes. Por exemplo, o sistema OpenVMS [Rice, 2000] proporciona arquivos 
baseados em registros, cujo conteúdo é visto pelas aplicações como uma sequência linear de registros 
de tamanho fixo ou variável, e também arquivos indexados, nos quais podem ser armazenados pares 
{chave/valor}, de forma similar a um banco de dados relacional. A Figura 2 ilustra a estrutura interna 
desses dois tipos de arquivos. 
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. 39 
 
Figura 2: Arquivos estruturados: registros em sequência e registros indexados. 
 
Nos sistemas operacionais cujo núcleo não suporta arquivos estruturados como registros, essa 
funcionalidade pode ser facilmente obtida através de bibliotecas específicas ou do suporte de execução 
de algumas linguagens de programação. Por exemplo, a biblioteca Berkeley DB disponível em 
plataformas UNIX oferece suporte à indexação de registros sobre arquivos UNIX convencionais. 
 
Arquivos de texto 
Um tipo de arquivo de uso muito frequente é o arquivo de texto puro (ou plain text). Esse tipo de arquivo 
é muito usado para armazenar informações textuais simples, como códigos-fontede programas, arquivos 
de configuração, páginas HTML, dados em XML, etc. Um arquivo de texto é formado por linhas de 
caracteres ASCII de tamanho variável, separadas por caracteres de controle. Nos sistemas UNIX, as 
linhas são separadas por um caractere New Line (ASCII 10 ou “\n”). Já nos sistemas DOS/Windows, as 
linhas de um arquivo de texto são separadas por dois caracteres: o caractere Carriage Return (ASCII 13 
ou “\r”) seguido do caractere New Line. Por exemplo, considere o seguinte programa em C armazenado 
em um arquivo hello.c (os caracteres “” indicam espaços em branco): 
 
 
 
O arquivo de texto hello.c seria armazenado da seguinte forma em um ambiente UNIX: 
 
 
 
Por outro lado, o mesmo arquivo hello.c seria armazenado da seguinte forma em um sistema 
DOS/Windows: 
 
 
Essa diferença na forma de representação da separação entre linhas pode provocar problemas em 
arquivos de texto transferidos entre sistemas Windows e UNIX, caso não seja feita a devida conversão. 
 
Arquivos executáveis 
Um arquivo executável é dividido internamente em várias seções, para conter código, tabelas de 
símbolos (variáveis e funções), listas de dependências (bibliotecas necessárias) e outras informações de 
configuração. A organização interna de um arquivo executável ou biblioteca depende do sistema 
Apostila gerada especialmente para: Wagner André Vieira da Silva 073.769.494-70
 
. 40 
operacional para o qual foi definido. Os formatos de executáveis mais populares atualmente são [Levine, 
2000]: 
ELF (Executable and Linking Format): formato de de arquivo usado para programas executáveis e 
bibliotecas na maior parte das plataformas UNIX modernas. É composto por um cabeçalho e várias 
seções de dados, contendo código executável, tabelas de símbolos e informações de relocação de 
código. 
PE (Portable Executable): é o formato usado para executáveis e bibliotecas na plataforma Windows. 
Consiste basicamente em uma adaptação do antigo formato COFF usado em plataformas UNIX. 
A Figura 3 ilustra a estrutura interna de um arquivo executável no formato ELF, usado tipicamente em 
sistemas UNIX (Linux, Solaris, etc.). Esse arquivo é dividido em seções, que representam trechos de 
código e dados sujeitos a ligação dinâmica e relocação; as seções são agrupadas em segmentos, de 
forma a facilitar a carga em memória do código e o lançamento do processo. 
 
 
 
Figura 3: Estrutura interna de um arquivo executável em formato ELF [Levine, 2000]. 
 
Além de executáveis e bibliotecas, o núcleo de um sistema operacional costuma reconhecer alguns 
tipos de arquivos não convencionais, como diretórios, atalhos (links), dispositivos físicos e estruturas de 
comunicação do núcleo, como sockets, pipes e filas de mensagens (vide Seção 1.5). 
 
Identificação de conteúdo 
Um problema importante relacionado aos formatos de arquivos é a correta identificação de seu 
conteúdo pelos usuários e aplicações. Já que um arquivo de dados pode ser visto como uma simples 
sequência de bytes, como é possível saber que tipo de informação essa sequência representa? Uma 
solução simples para esse problema consiste em indicar o tipo do conteúdo como parte do nome do 
arquivo: um arquivo “praia.jpg” provavelmente contém uma imagem em formato JPEG, enquanto um 
arquivo “entrevista.mp3” contém áudio em formato MP3. Essa estratégia, amplamente utilizada em muitos 
sistemas operacionais, foi introduzida nos anos 1980 pelo sistema operacional DOS. Naquele sistema, 
os arquivos eram nomeados segundo uma abordagem denominada “8.3”, ou seja, 8 caracteres seguidos 
de um ponto (“.”) e mais 3 caracteres de extensão, para definir o tipo do arquivo. 
Outra abordagem, frequentemente usada em sistemas UNIX, é o uso de alguns bytes no início de cada 
arquivo para a definição de seu tipo. Esses bytes iniciais são denominados “números mágicos” (magic 
numbers), e são usados em muitos tipos de arquivos, como exemplificado na Tabela 1: 
 
 
Nos sistema UNIX, o utilitário file permite identificar o tipo de arquivo através da análise de seus bytes 
iniciais e do restante de sua estrutura interna, sem levar em conta o nome do arquivo. Por isso, constitui 
uma ferramenta importante para identificar arquivos desconhecidos ou com extensão errada. 
Além do uso de extensões no nome do arquivo e de números mágicos, alguns sistemas operacionais 
definem atributos adicionais no sistema de arquivos para indicar o conteúdo de cada arquivo. Por 
exemplo, o sistema operacional MacOS 9 definia um atributo com 4 bytes para identificar o tipo de cada 
arquivo (file type), e outro atributo com 4 bytes para indicar a aplicação que o criou (creator application). 
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Os tipos de arquivos e aplicações são definidos em uma tabela mantida pelo fabricante do sistema. Assim, 
quando o usuário solicitar a abertura de um determinado arquivo, o sistema irá escolher a aplicação que 
o criou, se ela estiver presente. Caso contrário, pode indicar ao usuário uma relação de aplicações aptas 
a abrir aquele tipo de arquivo. 
Recentemente, a necessidade de transferir arquivos através de e-mail e de páginas Web levou à 
definição de um padrão de tipagem de arquivos conhecido como Tipos MIME (da sigla Multipurpose 
Internet Mail Extensions) [Freed and Borenstein, 1996]. O padrão MIME define tipos de arquivos através 
de uma notação uniformizada na forma “tipo/subtipo”. Alguns exemplos de tipos de arquivos definidos 
segundo o padrão MIME são apresentados na Tabela 2. 
O padrão MIME é usado para identificar arquivos transferidos como anexos de e-mail e conteúdos 
recuperados de páginas Web. Alguns sistemas operacionais, como o BeOS e o MacOS X, definem 
atributos de acordo com esse padrão para identificar o conteúdo de cada arquivo dentro do sistema de 
arquivos. 
 
 
 
Arquivos especiais 
O conceito de arquivo é ao mesmo tempo simples e poderoso, o que motivou sua utilização de forma 
quase universal. Além do armazenamento de código e dados, arquivos também podem ser usados como: 
Abstração de dispositivos de baixo nível: os sistemas UNIX costumam mapear as interfaces de acesso 
de vários dispositivos físicos em arquivos dentro do diretório /dev (de devices), como por exemplo: 
/dev/ttyS0: porta de comunicação serial COM1; 
/dev/audio: placa de som; 
/dev/sda1: primeira partição do primeiro disco SCSI (ou SATA). 
Abstração de interfaces do núcleo: em sistemas UNIX, os diretórios /proc e /sys permitem consultar 
e/ou modificar informações internas do núcleo do sistema operacional, dos processos em execução e dos 
drivers de dispositivos. Por exemplo, alguns arquivos oferecidos pelo Linux: 
/proc/cpuinfo: informações sobre os processadores disponíveis no sistema; 
/proc/3754/maps: disposição das áreas de memória alocadas para o processo cujo identificador (PID) 
é 3754 ; 
/sys/block/sda/queue/scheduler: definição da política de escalonamento de disco (vide Seção ??) a ser 
usada no acesso ao disco /dev/sda. 
Canais de comunicação: na família de protocolos de rede TCP/IP, a metáfora de arquivo é usada como 
interface para os canais de comunicação: uma conexão TCP é apresentada aos dois processos 
envolvidos como um arquivo, sobre o qual eles podem escrever (enviar) e ler (receber) dados entre si. 
Vários mecanismos de comunicação local entre processos de um sistema também usam a metáfora do 
arquivo, como é o caso dos pipes em UNIX. 
Em alguns sistemas operacionais experimentais, como o Plan 9 [Pike et al., 1993, Pike et al., 1995] e 
o Inferno [Dorward et al., 1997], todos os recursos e entidades físicas e lógicas do sistema são mapeadas 
sob a forma de arquivos: processos, threads, conexões de rede, usuários, sessões de usuários, janelas 
gráficas, áreas de memória alocadas, etc. Assim, para finalizar um determinado processo, encerrar uma 
conexão de rede ou desconectar um usuário, basta remover o arquivo correspondente. 
Embora o foco deste texto esteja concentrado em arquivosconvencionais, que visam o 
armazenamento de informações (bytes ou registros), muitos dos conceitos aqui expostos são igualmente 
aplicáveis aos arquivos não-convencionais descritos nesta seção. 
 
Uso de arquivos 
Arquivos são usados por processos para ler e escrever dados de forma não-volátil. Para usar arquivos, 
um processo tem à sua disposição uma interface de acesso, que depende da linguagem utilizada e do 
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sistema operacional subjacente. Essa interface normalmente é composta por uma representação lógica 
de cada arquivo usado pelo processo (uma referência ao arquivo) e por um conjunto de funções (ou 
métodos) para realizar operações sobre esses arquivos. Através dessa interface, os processos podem 
localizar arquivos no disco, ler e modificar seu conteúdo, entre outras operações. 
Na sequência desta seção serão discutidos aspectos relativos ao uso de arquivos, como a abertura do 
arquivo, as formas de acesso aos seus dados, o controle de acesso e problemas associados ao 
compartilhamento de arquivos entre vários processos. 
 
Abertura de um arquivo 
Para poder ler ou escrever dados em um arquivo, cada aplicação precisa antes “abri-lo”. A abertura de 
um arquivo consiste basicamente em preparar as estruturas de memória necessárias para acessar os 
dados do arquivo em questão. Assim, para abrir um arquivo, o núcleo do sistema operacional deve realizar 
as seguintes operações: 
1. Localizar o arquivo no dispositivo físico, usando seu nome e caminho de acesso (vide Seção 3.2); 
2. Verificar se a aplicação tem permissão para usar aquele arquivo da forma desejada (leitura e/ou 
escrita); 
3. Criar uma estrutura na memória do núcleo para representar o arquivo aberto; 
4. Inserir uma referência a essa estrutura na lista de arquivos abertos mantida pelo sistema, para 
fins de gerência; 
Devolver à aplicação uma referência a essa estrutura, para ser usada nos acessos subsequentes ao 
arquivo recém-aberto. 
Concluída a abertura do arquivo, o processo solicitante recebe do núcleo uma referência para o arquivo 
recém-aberto, que deve ser informada pelo processo em suas operações subsequentes envolvendo 
aquele arquivo. Assim que o processo tiver terminado de usar um arquivo, ele deve solicitar ao núcleo o 
fechamento do arquivo, que implica em concluir as operações de escrita eventualmente pendentes e 
remover da memória do núcleo as estruturas de gerência criadas durante sua abertura. Normalmente, os 
arquivos abertos são automaticamente fechados quando do encerramento do processo, mas pode ser 
necessário fechá-los antes disso, caso seja um processo com vida longa, como um daemon servidor de 
páginas Web, ou que abra muitos arquivos, como um compilador. 
As referências a arquivos abertos usadas pelas aplicações dependem da linguagem de programação 
utilizada para construí-las. Por exemplo, em um programa escrito na linguagem C, cada arquivo aberto é 
representado por uma variável dinâmica do tipo FILE*, que é denominada um ponteiro de arquivo (file 
pointer). Essa variável dinâmica é alocada no momento da abertura do arquivo e serve como uma 
referência ao mesmo nas operações de acesso subsequentes. Já em Java, as referências a arquivos 
abertos são objetos instanciados a partir da classe File. Na linguagem Python existem os file objects, 
criados a partir da chamada open. 
Por outro lado, cada sistema operacional tem sua própria convenção para a representação de arquivos 
abertos. Por exemplo, em sistemas Windows os arquivos abertos por um processo são representados 
pelo núcleo por referências de arquivos (filehandles), que são estruturas de dados criadas pelo núcleo 
para representar cada arquivo aberto. Por outro lado, em sistemas UNIX os arquivos abertos por um 
processo são representados por descritores de arquivos (file descriptors). Um descritor de arquivo aberto 
é um número inteiro não-negativo, usado como índice em uma tabela que relaciona os arquivos abertos 
por aquele processo, mantida pelo núcleo. Dessa forma, cabe às bibliotecas e ao suporte de execução 
de cada linguagem de programação mapear a representação de arquivo aberto fornecida pelo núcleo do 
sistema operacional subjacente na referência de arquivo aberto usada por aquela linguagem. Esse 
mapeamento é necessário para garantir que as aplicações que usam arquivos (ou seja, quase todas elas) 
sejam portáveis entre sistemas operacionais distintos. 
 
Formas de acesso 
Uma vez aberto um arquivo, a aplicação pode ler os dados contidos nele, modificá-los ou escrever 
novos dados. Há várias formas de se ler ou escrever dados em um arquivo, que dependem da estrutura 
interna do mesmo. Considerando apenas arquivos simples, vistos como uma sequência de bytes, duas 
formas de acesso são usuais: o acesso sequencial e o acesso direto (ou acesso aleatório). 
No acesso sequencial, os dados são sempre lidos e/ou escritos em sequência, do início ao final do 
arquivo. Para cada arquivo aberto por uma aplicação é definido um ponteiro de acesso, que inicialmente 
aponta para a primeira posição do arquivo. A cada leitura ou escrita, esse ponteiro é incrementado e 
passa a indicar a posição da próxima 
: Formas 
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leitura ou escrita. Quando esse ponteiro atinge o final do arquivo, as leituras não são mais permitidas, 
mas as escritas ainda o são, permitindo acrescentar dados ao final do mesmo. A chegada do ponteiro ao 
final do arquivo é normalmente sinalizada ao processo através de um flag de fim de arquivo (EoF - End-
of-File). 
A Figura 4 traz um exemplo de acesso sequencial em leitura a um arquivo, mostrando a evolução do 
ponteiro do arquivo durante uma sequência de leituras. A primeira leitura no arquivo traz a string “Qui 
scribit bis”, a segunda leitura traz “legit. ”, e assim sucessivamente. O acesso sequencial é implementado 
em praticamente todos os sistemas operacionais de mercado e constitui a forma mais usual de acesso a 
arquivos, usada pela maioria das aplicações. 
 
 
 
Figura 4: Leituras sequenciais em um arquivo de texto. 
 
Por outro lado, no método de acesso direto (ou aleatório), pode-se indicar a posição no arquivo onde 
cada leitura ou escrita deve ocorrer, sem a necessidade de um ponteiro. Assim, caso se conheça 
previamente a posição de um determinado dado no arquivo, não há necessidade de percorrê-lo 
sequencialmente até encontrar o dado desejado. Essa forma de acesso é muito importante em 
gerenciadores de bancos de dados e aplicações congêneres, que precisam acessar rapidamente as 
posições do arquivo correspondentes ao registros desejados em uma operação. 
Na prática, a maioria dos sistemas operacionais usa o acesso sequencial como modo básico de 
operação, mas oferece operações para mudar a posição do ponteiro do arquivo caso necessário, o que 
permite então o acesso direto a qualquer registro do arquivo. Nos sistemas POSIX, o reposicionamento 
do ponteiro do arquivo é efetuado através das chamadas lseek e fseek. 
Uma forma particular de acesso direto ao conteúdo de um arquivo é o mapeamento em memória do 
mesmo, que faz uso dos mecanismos de memória virtual (paginação). Nessa modalidade de acesso, um 
arquivo é associado a um vetor de bytes (ou de registros) de mesmo tamanho na memória principal, de 
forma que cada posição do vetor corresponda à sua posição equivalente no arquivo. Quando uma posição 
específica do vetor ainda não acessada é lida, é gerada uma falta de página. Nesse momento, o 
mecanismo de paginação da memória virtual intercepta o acesso à memória, lê o conteúdo 
correspondente no arquivo e o deposita no vetor, de forma transparente à aplicação. Escritas no vetor 
são transferidas para o arquivo por um procedimento similar. Caso o arquivo seja muito grande, pode-se 
mapear em memória apenas partes dele. A Figura 5 ilustra essa forma de acesso. 
Finalmente, alguns sistemas operacionais oferecemtambém a possibilidade de acesso indexado aos 
dados de um arquivo, como é o caso do OpenVMS [Rice, 2000]. Esse sistema implementa arquivos cuja 
estrutura interna pode ser vista como um conjunto de pares chave/valor. Os dados do arquivo são 
armazenados e recuperados de acordo com suas chaves correspondentes, como em um banco de dados 
relacional. Como o próprio núcleo do sistema implementa os mecanismos de acesso e indexação do 
arquivo, o armazenamento e busca de dados nesse tipo de arquivo costuma ser muito rápido, 
dispensando bancos de dados para a construção de aplicações mais simples. 
 
 
Figura 5: Arquivo mapeado em memória. 
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. 44 
Controle de acesso 
Como arquivos são entidades que sobrevivem à existência do processo que as criou, é importante 
definir claramente o proprietário de cada arquivo e que operações ele e outros usuários do sistema podem 
efetuar sobre o mesmo. A forma mais usual de controle de acesso a arquivos consiste em associar os 
seguintes atributos a cada arquivo e diretório do sistema de arquivos: 
Proprietário: identifica o usuário dono do arquivo, geralmente aquele que o criou; muitos sistemas 
permitem definir também um grupo proprietário do arquivo, ou seja, um grupo de usuários com acesso 
diferenciado sobre o mesmo; 
Permissões de acesso: define que operações cada usuário do sistema pode efetuar sobre o arquivo. 
Existem muitas formas de se definir permissões de acesso a recursos em um sistema computacional; 
no caso de arquivos, a mais difundida emprega listas de controle de acesso (ACL - Access Control Lists) 
associadas a cada arquivo. Uma lista de controle de acesso é basicamente uma lista indicando que 
usuários estão autorizados a acessar o arquivo, e como cada um pode acessá-lo. Um exemplo conceitual 
de listas de controle de acesso a arquivos seria: 
 
 
 
No entanto, essa abordagem se mostra pouco prática caso o sistema tenha muitos usuários e/ou 
arquivos, pois as listas podem ficar muito extensas e difíceis de gerenciar. O UNIX usa uma abordagem 
bem mais simplificada para controle de acesso, que considera basicamente três tipos de usuários e três 
tipos de permissões: 
Usuários: o proprietário do arquivo (User), um grupo de usuários associado ao arquivo (Group) e os 
demais usuários (Others). 
Permissões: ler (Read), escrever (Write) e executar (eXecute). 
Dessa forma, no UNIX são necessários apenas 9 bits para definir as permissões de acesso a cada 
arquivo ou diretório. Por exemplo, considerando a seguinte listagem de diretório em um sistema UNIX 
(editada para facilitar sua leitura): 
 
 
 
Nessa listagem, o arquivo hello-unix.c (linha 4) pode ser acessado em leitura e escrita por seu 
proprietário (o usuário maziero, com permissões rw-), em leitura pelos usuários do grupo prof (permissões 
r--) e em leitura pelos demais usuários do sistema (permissões r--). Já o arquivo hello-unix (linha 3) pode 
ser acessado em leitura, escrita e execução por seu proprietário (permissões rwx), em leitura e execução 
pelos usuários do grupo prof (permissões r-x) e não pode ser acessado pelos demais usuários 
(permissões ---). No caso de diretórios, a permissão de leitura autoriza a listagem do diretório, a permissão 
de escrita autoriza sua modificação (criação, remoção ou renomeação de arquivos ou sub-diretórios) e a 
permissão de execução autoriza usar aquele diretório como diretório de trabalho ou parte de um caminho. 
No mundo Windows, o sistema de arquivos NTFS implementa um controle de acesso bem mais flexível 
que o do UNIX, que define permissões aos proprietários de forma similar, mas no qual permissões 
complementares a usuários individuais podem ser associadas a qualquer arquivo. 
É importante destacar que o controle de acesso é normalmente realizado somente durante a abertura 
do arquivo, para a criação de sua referência em memória. Isso significa que, uma vez aberto um arquivo 
por um processo, este terá acesso ao arquivo enquanto o mantiver aberto, mesmo que as permissões do 
arquivo sejam alteradas para impedir esse acesso. O controle contínuo de acesso aos arquivos é pouco 
frequentemente implementado em sistemas operacionais, porque verificar as permissões de acesso a 
cada operação de leitura ou escrita em um arquivo teria um impacto negativo significativo sobre o 
desempenho do sistema. 
 
 
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. 45 
GERENCIAMENTO DE PASTAS E ARQUIVOS 
 
Um arquivo é um item que contém informações, por exemplo, texto, imagens ou música. Quando 
aberto, um arquivo pode ser muito parecido com um documento de texto ou com uma imagem que você 
poderia encontrar na mesa de alguém ou em um arquivo convencional Em seu computador, os arquivos 
são representados por ícones; isso facilita o reconhecimento de um tipo de arquivo bastando olhar para 
o respectivo ícone. Veja a seguir alguns ícones de arquivo comuns: 
 
 
 
Ícones de alguns tipos de arquivo 
 
Uma pasta é um contêiner que pode ser usado para armazenar arquivos. Se você tivesse centenas de 
arquivos em papel em sua mesa, seria quase impossível encontrar um arquivo específico quando você 
dele precisasse. É por isso que as pessoas costumam armazenar os arquivos em papel em pastas dentro 
de um arquivo convencional. As pastas no computador funcionam exatamente da mesma forma. Veja a 
seguir alguns ícones de pasta comuns: 
 
 
 
Uma pasta vazia (à esquerda); uma pasta contendo arquivos (à direita) 
 
As pastas também podem ser armazenadas em outras pastas. Uma pasta dentro de uma pasta é 
chamada subpasta. Você pode criar quantas subpastas quiser, e cada uma pode armazenar qualquer 
quantidade de arquivos e subpastas adicionais. 
 
Usando bibliotecas para acessar arquivos e pastas 
Quando se trata de se organizar, não é necessário começar do zero. Você pode usar bibliotecas, um 
novo recurso desta versão do Windows, para acessar arquivos e pastas e organizá-los de diferentes 
maneiras. Esta é uma lista das quatro bibliotecas padrão e para que elas são usadas normalmente: 
 Biblioteca Documentos. Use essa biblioteca para organizar documentos de processamento de 
texto, planilhas, apresentações e outros arquivos relacionados a texto. Para obter mais informações, 
consulte Gerenciando seus contatos. 
Por padrão, os arquivos movidos, copiados ou salvos na biblioteca Documentos são armazenados na 
pasta Meus Documentos. 
 Biblioteca Imagens. Use esta biblioteca para organizar suas imagens digitais, sejam elas obtidas 
da câmera, do scanner ou de emails recebidos de outras pessoas. Por padrão, os arquivos movidos, 
copiados ou salvos na biblioteca Imagens são armazenados na pasta Minhas Imagens. 
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 Biblioteca Músicas. Use esta biblioteca para organizar suas músicas digitais, como as que você 
cópia de um CD de áudio ou as baixadas da Internet. Por padrão, os arquivos movidos, copiados ou 
salvos na biblioteca Músicas são armazenados na pasta Minhas Músicas. 
 Biblioteca Vídeos. Use esta biblioteca para organizar e arrumar seus vídeos, como clipes da 
câmera digital ou da câmera de vídeo, ou arquivos de vídeo baixados da Internet. Por padrão, os arquivos 
movidos, copiados ou salvos na biblioteca Vídeos são armazenados na pasta Meus Vídeos. 
Para abrir as bibliotecas Documentos, Imagens ou Músicas, clique no botão Iniciar, em seguida, em 
Documentos, Imagens ou Músicas. 
 
 
 
É possível abrir bibliotecas comuns a partir do menu Iniciar 
 
Trabalhando com bibliotecas 
 
Nas versões anteriores do Windows, o gerenciamento de arquivos significava organizá-los em pastas 
e subpastas diferentes. Nesta versão do Windows, você pode usar também bibliotecas para organizar e 
acessar arquivos, independentemente de onde eles estejam armazenados. 
 
 
 
Painel de navegação, mostrando a biblioteca de imagens com três pastasincluídas 
 
Uma biblioteca reúne arquivos de diferentes locais e os exibe em uma única coleção, sem os mover 
de onde estão armazenados. 
Seguem algumas ações que podem ser executadas com bibliotecas: 
Criar uma nova biblioteca. Existem quatro bibliotecas padrão (Documentos, Músicas, Imagens e 
Vídeos), mas você pode criar novas bibliotecas para outras coleções. 
Organizar itens por pasta, data e outras propriedades. Os itens em uma biblioteca podem ser 
organizados de diferentes maneiras, usando o menu Organizar por, localizado no painel de bibliotecas 
(acima da lista de arquivos) de qualquer biblioteca aberta. Por exemplo, você pode organizar sua 
biblioteca de músicas por artista para encontrar rapidamente uma música de um determinado artista. 
Incluir ou remover uma pasta. As bibliotecas reúnem conteúdo a partir das pastas incluídas ou dos 
locais de bibliotecas. 
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Alterar o local de salvamento padrão. O local de salvamento padrão determina onde um item é 
armazenado quando é copiado, movido ou salvo na biblioteca. 
 
Compreendendo as partes de uma janela 
Quando você abre uma pasta ou biblioteca, ela é exibida em uma janela. As várias partes dessa janela 
foram projetadas para facilitar a navegação no Windows e o trabalho com arquivos, pastas e bibliotecas. 
Veja a seguir uma janela típica e cada uma de suas partes: 
 
 
Painel de navegação 
 
Use o painel de navegação para acessar bibliotecas, pastas, pesquisas salvas ou até mesmo todo o 
disco rígido. Use a seção Favoritos para abrir as pastas e pesquisas mais utilizadas. Na seção Bibliotecas, 
é possível acessar suas bibliotecas. Você também pode usar a pasta Computador para pesquisar pastas 
e subpastas. Para obter mais informações, consulte Trabalhando com o painel de navegação. 
Botões Voltar e Avançar 
Use os botões Voltar e Avançar para navegar para outras pastas ou bibliotecas que você já tenha 
aberto, sem fechar, na janela atual. Esses botões funcionam juntamente com a barra de endereços. 
Depois de usar a barra de endereços para alterar pastas, por exemplo, você pode usar o botão Voltar 
para retornar à pasta anterior. 
Barra de ferramentas 
Use a barra de ferramentas para executar tarefas comuns, como alterar a aparência de arquivos e 
pastas, copiar arquivos em um CD ou iniciar uma apresentação de slides de imagens digitais. Os botões 
da barra de ferramentas mudam para mostrar apenas as tarefas que são relevantes. Por exemplo, se 
você clicar em um arquivo de imagem, a barra de ferramentas mostrará botões diferentes daqueles que 
mostraria se você clicasse em um arquivo de música. 
 Barra de endereços 
Use a barra de endereços para navegar para uma pasta ou biblioteca diferente ou voltar à anterior. 
Para obter mais informações, consulte Navegar usando a barra de endereços. 
Painel de biblioteca 
O painel de biblioteca é exibido apenas quando você está em uma biblioteca (como na biblioteca 
Documentos). Use o painel de biblioteca para personalizar a biblioteca ou organizar os arquivos por 
propriedades distintas. Para obter mais informações, consulte Trabalhando com bibliotecas. 
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Títulos de coluna 
Use os títulos de coluna para alterar a forma como os itens na lista de arquivos são organizados. Por 
exemplo, você pode clicar no lado esquerdo do cabeçalho da coluna para alterar a ordem em que os 
arquivos e as pastas são exibidos ou pode clicar no lado direito para filtrar os arquivos de maneiras 
diversas. (Observe que os cabeçalhos de coluna só estão disponíveis no modo de exibição Detalhes. 
Para aprender como alternar para o modo de exibição Detalhes, consulte 'Exibindo e organizando 
arquivos e pastas' mais adiante neste tópico). 
Lista de arquivos 
É aqui que o conteúdo da pasta ou biblioteca atual é exibido. Se você usou a caixa de pesquisa para 
localizar um arquivo, somente os arquivos que correspondam a sua exibição atual (incluindo arquivos em 
subpastas) serão exibidos. 
A caixa de pesquisa 
Digite uma palavra ou frase na caixa de pesquisa para procurar um item na pasta ou biblioteca atual. 
A pesquisa inicia assim que você começa a digitar. Portanto, quando você digitar B, por exemplo, todos 
os arquivos cujos nomes iniciarem com a letra B aparecerão na lista de arquivos. Para obter mais 
informações, consulte Localizar um arquivo ou uma pasta. 
Painel de detalhes 
Use o painel de detalhes para ver as propriedades mais comuns associadas ao arquivo selecionado. 
Propriedades do arquivo são informações sobre um arquivo, tais como o autor, a data da última alteração 
e qualquer marca descritiva que você possa ter adicionado ao arquivo. Para obter mais informações, 
consulte Adicionar marcas e outras propriedades a arquivos. 
Painel de visualização 
Use o painel de visualização para ver o conteúdo da maioria dos arquivos. Se você selecionar uma 
mensagem de e-mail, um arquivo de texto ou uma imagem, por exemplo, poderá ver seu conteúdo sem 
abri-lo em um programa. Caso não esteja vendo o painel de visualização, clique no botão Painel de 
visualização na barra de ferramentas para ativá-lo. 
 
Exibindo e organizando arquivos e pastas 
Quando você abre uma pasta ou biblioteca, pode alterar a aparência dos arquivos na janela. Por 
exemplo, talvez você prefira ícones maiores (ou menores) ou uma exibição que lhe permita ver tipos 
diferentes de informações sobre cada arquivo. Para fazer esses tipos de alterações, use o botão Modos 
de Exibição na barra de ferramentas. 
Toda vez que você clica no lado esquerdo do botão Modos de Exibição, ele altera a maneira como 
seus arquivos e pastas são exibidos, alternando entre cinco modos de exibição distintos: Ícones grandes, 
Lista, um modo de exibição chamado Detalhes, que mostra várias colunas de informações sobre o 
arquivo, um modo de exibição de ícones menores chamado Lado a lado e um modo de exibição chamado 
Conteúdo, que mostra parte do conteúdo de dentro do arquivo. 
Se você clicar na seta no lado direito do botão Modos de Exibição, terá mais opções. Mova o controle 
deslizante para cima ou para baixo para ajustar o tamanho dos ícones das pastas e dos arquivos. Você 
poderá ver os ícones alterando de tamanho enquanto move o controle deslizante. 
 
 
 
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As opções do botão Modos de Exibição 
Em bibliotecas, você pode ir além, organizando seus arquivos de diversas maneiras. Por exemplo, 
digamos que você deseja organizar os arquivos na biblioteca Músicas por gênero (como Jazz e Clássico): 
Clique no botão Iniciar e, em seguida, clique em Músicas. 
No painel da biblioteca (acima da lista de arquivos), clique no menu próximo a Organizar por e em 
Gênero. 
 
Localizando arquivos 
Dependendo da quantidade de arquivos que você tem e de como eles estão organizados, localizar um 
arquivo pode significar procurar dentre centenas de arquivos e subpastas; uma tarefa nada simples. Para 
poupar tempo e esforço, use a caixa de pesquisa para localizar o arquivo. 
 
 
 
A caixa de pesquisa 
 
A caixa de pesquisa está localizada na parte superior de cada janela. Para localizar um arquivo, abra 
a pasta ou biblioteca mais provável como ponto de partida para sua pesquisa, clique na caixa de pesquisa 
e comece a digitar. A caixa de pesquisa filtra o modo de exibição atual com base no texto que você digita. 
Os arquivos serão exibidos como resultados da pesquisa se o termo de pesquisa corresponder ao nome 
do arquivo, a marcas e a outras propriedades do arquivo ou até mesmo à parte do texto de um documento. 
Se você estiver pesquisando um arquivo com base em uma propriedade (como o tipo do arquivo), 
poderá refinar a pesquisa antes de começar a digitar. Basta clicar na caixa de pesquisa e depois em uma 
das propriedades exibidas abaixo dessa caixa. Isso adicionará um filtrode pesquisa (como "tipo") ao seu 
texto de pesquisa, fornecendo assim resultados mais precisos. 
Caso não esteja visualizando o arquivo que está procurando, você poderá alterar todo o escopo de 
uma pesquisa clicando em uma das opções na parte inferior dos resultados da pesquisa. Por exemplo, 
caso pesquise um arquivo na biblioteca Documentos, mas não consiga encontrá-lo, você poderá clicar 
em Bibliotecas para expandir a pesquisa às demais bibliotecas. Para obter mais informações, consulte 
Localizar um arquivo ou uma pasta. 
 
Copiando e movendo arquivos e pastas 
De vez em quando, você pode querer alterar o local onde os arquivos ficam armazenados no 
computador. Por exemplo, talvez você queira mover os arquivos para outra pasta ou copiá-los para uma 
mídia removível (como CDs ou cartões de memória) a fim de compartilhar com outra pessoa. 
A maioria das pessoas copiam e movem arquivos usando um método chamado arrastar e soltar. 
Comece abrindo a pasta que contém o arquivo ou a pasta que deseja mover. Depois, em uma janela 
diferente, abra a pasta para onde deseja mover o item. Posicione as janelas lado a lado na área de 
trabalho para ver o conteúdo de ambas. 
Em seguida, arraste a pasta ou o arquivo da primeira pasta para a segunda. Isso é tudo. 
 
 
 
Para copiar ou mover um arquivo, arraste-o de uma janela para outra 
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Ao usar o método arrastar e soltar, note que algumas vezes o arquivo ou a pasta é copiado e, outras 
vezes, ele é movido. Se você estiver arrastando um item entre duas pastas que estão no mesmo disco 
rígido, os itens serão movidos para que duas cópias do mesmo arquivo ou pasta não sejam criadas no 
mesmo local. Se você estiver arrastando o item para um pasta que esteja em outro local (como um local 
de rede) ou para uma mídia removível (como um CD), o item será copiado. 
 
Obs: A maneira mais fácil de organizar duas janelas na área de trabalho é usar Ajustar. 
Se você copiar ou mover um arquivo ou pasta para uma biblioteca, ele será armazenado no local de 
salvamento padrão da biblioteca. 
Outra forma de copiar ou mover um arquivo é arrastando-o da lista de arquivos para uma pasta ou 
biblioteca no painel de navegação. Com isso, não será necessário abrir duas janelas distintas. 
 
Criando e excluindo arquivos 
O modo mais comum de criar novos arquivos é usando um programa. Por exemplo, você pode criar 
um documento de texto em um programa de processamento de texto ou um arquivo de filme em um 
programa de edição de vídeos. 
Alguns programas criam um arquivo no momento em que são abertos. Quando você abre o WordPad, 
por exemplo, ele inicia com uma página em branco. Isso representa um arquivo vazio (e não salvo). 
Comece a digitar e quando estiver pronto para salvar o trabalho, clique no botão Salvar no WordPad. Na 
caixa de diálogo exibida, digite um nome de arquivo que o ajudará a localizar o arquivo novamente no 
futuro e clique em Salvar. 
Por padrão, a maioria dos programas salva arquivos em pastas comuns, como Meus Documentos e 
Minhas Imagens, o que facilita a localização dos arquivos na próxima vez. 
Quando você não precisar mais de um arquivo, poderá removê-lo do computador para ganhar espaço 
e impedir que o computador fique congestionado com arquivos indesejados. Para excluir um arquivo, abra 
a respectiva pasta ou biblioteca e selecione o arquivo. Pressione Delete no teclado e, na caixa de diálogo 
Excluir Arquivo, clique em Sim. 
Quando você exclui um arquivo, ele é armazenado temporariamente na Lixeira. Pense nela como uma 
rede de segurança que lhe permite recuperar pastas ou arquivos excluídos por engano. De vez em 
quando, você deve esvaziar a Lixeira para recuperar o espaço usado pelos arquivos indesejados no disco 
rígido. 
Os arquivos e as pastas devem ter um nome. O nome é dado no momento da criação. A Regra para 
nomenclatura de arquivos e pastas varia para cada Sistema Operacional. No Windows, que vamos 
estudar neste material, os nomes podem conter até 256 caracteres (letras, números, espaço em branco, 
símbolos), com exceção destes / \ | > arquivos com diferentes 
extensões. 
 
04. Resposta: B. 
 
A interface gráfica permite a interação usuário-computador através de elementos gráficos, como ícones 
e outros indicadores visuais. 
A questão informa que o Windows possui um sistema de armazenamento que utiliza essa interface 
gráfica. 
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Além disso, esse sistema de armazenamento do Windows é baseado em arquivos e pastas (como 
podemos verificar através do Windows Explorer) e dentro dessas pastas pode existir arquivos e outras 
pastas adicionais (subpastas). 
 
05. Resposta: D. 
 
As pastas são espaços lógicos criados em uma máquina para facilitarequipamentos. 
 
2ª Geração (1952-1964). 
 
Os transistores passam a ser feitos de silício que, ao contrário do semicondutor metálico germânio, é 
um mineral abundante, só perdendo em disponibilidade para o oxigênio o que, somado às técnicas de 
produção aperfeiçoadas, revolucionou a indústria dos computadores, tornando-os mais rápidos, de menor 
custo e tamanho. 
Até hoje, a maioria dos computadores segue o modelo formalizado pelo matemático John von 
Newman, que foi o projeto logico do computador. Este modelo sugeria que as instruções fossem 
armazenadas em memória, o que tornaria as execuções mais rápidas pois ficariam com rapidez 
eletrônica, ao contrário do antigo sistema de cartões perfurados 
 
3ª Geração (1964-1971). 
 
Nesta geração, o elemento mais significativo é o circuito integrado, surgido em 1964. 
Em 1964 surge o circuito integrado, que era o encapsulamento de vários componentes numa pastilha 
de silicone ou plástico. A miniaturização abrangeu todos os circuitos do computador, tornando possível o 
surgimento dos minicomputadores. 
Surgiram as memórias de semicondutores e os discos magnéticos, assim como sistemas operacionais 
mais avançados. 
 
4ª Geração (1971-1993). 
 
A Intel produziu o primeiro microprocessador comercial, o 4004 (1971), que possuía 2300 transistores 
e executava 60000 cálculos por segundo. O Mark-8 (1974) foi o primeiro computador pessoal. 
Em 1975, Steve Wozniak criou em sua garagem o Apple I que, apesar de eficaz só vendeu 50 
unidades. Em 1976, Wozniak e Steve Jobs lançam o Apple II, revolucionando o mercado. 
Em 1979 a Intel apresentou o microprocessador 8088/8086. Posteriormente em 1981, foi lançado o 
PC-XT, que chegava a 12 MHz. Os PC-AT 286 possuíam uma memória mantida por uma bateria, que 
armazenavam informações como configurações da Bios (data/hora, configurações de hardware, etc.). Em 
1984, a Apple veio com o Macintosh, já utilizando mouse e ícones. 
Em 1985, a Microsoft lança o Windows, seguindo a ideia de ícones e janelas. 
Os PC 386, em 1990, vinham com microchips VLSI (Very Large Scale Integration), menores e mais 
velozes, chegando a 20 MHz. Em seguida viriam os PC 486, com velocidades ainda maiores. 
 
5ª Geração (1993-...) 
 
Em 1993 a Intel lançou o Pentium, quinta geração da linha PC, o qual evolui para o Pentium II, Pentium 
III, Pentium 4... Em contrapartida, a concorrente AMD se filiou a Compac com seus am486, k6, Athlon... 
Um PC hoje alcança velocidades próximas a 5 GHz. 
 
OS COMPONENTES BÁSICOS DE UM COMPUTADOR 1 
 
A função de um computador é processar dados. Para processá-los é preciso movê-los até a unidade 
central de processamento, armazenar resultados intermediários e finais em locais onde eles possam ser 
encontrados mais tarde e controlar estas funções de transporte, armazenamento e processamento. 
Portanto, tudo que um computador faz pode ser classificado como uma destas quatro ações elementares: 
processar, armazenar e mover dados ou controlar estas atividades. Por mais complexas que pareçam as 
ações executadas por um computador, elas nada mais são que combinações destas quatro funções 
básicas. 
 
1 Fonte Análise De Sistemas Vol. 3 Por Flavia Reisswitz 
 
Apostila gerada especialmente para: Wagner André Vieira da Silva 073.769.494-70
 
. 3 
A função de mover dados é executada através do fluxo da corrente elétrica ao longo de condutores 
que ligam os pontos de origem e destino e não depende de elementos ativos. As funções de controle são 
igualmente executadas através de pulsos de corrente, ou "sinais", propagados em condutores elétricos 
(estes pulsos são interpretados pelos componentes ativos, fazendo-os atuar ou não dependendo da 
presença ou ausência dos sinais). Portanto estas duas funções, transporte e controle, para serem 
executadas só dependem da existência de condutores elétricos (fios, cabos, filetes metálicos nas placas 
de circuito impresso, etc.) e não exigem o concurso de componentes ativos. 
Restam as funções de armazenar e processar dados. 
Processar dados consiste basicamente em tomar decisões lógicas do tipo "faça isso em função 
daquilo". Por exemplo: "compare dois valores e tome um curso de ação se o primeiro for maior, um curso 
diferente se ambos forem iguais ou ainda um terceiro curso se o primeiro for menor". Todo e qualquer 
processamento de dados, por mais complexo que seja, nada mais é que uma combinação de ações 
elementares baseadas neste tipo de tomada de decisões simples. O circuito eletrônico elementar capaz 
de tomar decisões é denominado "porta lógica" (logical gate), ou simplesmente "porta". 
Armazenar dados consiste em manter um dado em um certo local enquanto ele for necessário, de tal 
forma que ele possa ser recuperado quando o sistema precisar dele. O circuito lógico elementar capaz 
de armazenar um dado (expresso sob a forma do elemento mínimo de informação, o "bit", que pode 
exprimir apenas os valores numéricos "um" ou "zero" ou ainda os valores lógicos equivalentes, 
"verdadeiro" ou "falso") é a célula de memória – um dispositivo capaz de assumir um dentre dois estados 
possíveis e manter-se nesse estado até que alguma ação externa venha a alterá-lo (dispositivo 
"biestável"). 
Tendo isto em vista, pode-se concluir que todo computador digital, por mais complexo que seja, pode 
ser concebido como uma combinação de um número finito de apenas dois dispositivos básicos, portas 
lógicas e células de memória, interligados por condutores elétricos. 
Resta ver como é possível implementar estes dispositivos usando componentes eletrônicos. 
 
SISTEMA BINÁRIO. 
 
Os computadores utilizam internamente o sistema binário (sistema numérico posicional de base 2). A 
característica mais notável deste sistema numérico é a utilização exclusiva dos algarismos "1" e "0", os 
chamados "dígitos binários". Através do sistema binário, todas as quantidades e todos os valores de 
quaisquer variáveis poderão ser expressos usando uma combinação de um determinado número de 
dígitos binários, ou seja, usando apenas os algarismos "1" e "0". 
O uso do sistema binário pelos computadores decorre do fato dessas máquinas se basearem em 
circuitos elétricos ou eletrônicos. Isto porque a grande maioria dos componentes de circuitos elétricos 
podem assumir apenas um dentre dois estados. Por exemplo: interruptores podem estar fechados ou 
abertos, capacitores carregados ou descarregados, lâmpadas acesas ou apagadas, circuitos energizados 
ou desenergizados e assim por diante. Isto facilita extremamente a representação de grandezas 
expressas no sistema binário usando estes componentes. 
Para entender a razão disto, imagine, por exemplo, que se deseje representar o número dez mediante 
um conjunto de lâmpadas, onde uma lâmpada acesa representa o algarismo "1" e uma lâmpada apagada 
o algarismo "0". No sistema binário, o número dez assume a forma "1010" (para entender o fenômeno 
basta saber que qualquer número pode ser expresso na base dois usando apenas os algarismos "1" e 
"0"; portanto, mesmo que você não saiba fazer a conversão de números do sistema decimal para o 
binário, acredite que "dez" em binário é "1010" e siga adiante; se desejar uma explicação mais detalhada, 
consulte a literatura técnica e informe-se sobre sistemas numéricos e conversão de bases). Portanto, 
para representar o número dez bastam quatro lâmpadas uma ao lado da outra, a da esquerda acesa, sua 
vizinha apagada, a seguinte acesa e a última da direita apagada, na configuração "1010". É claro que isto 
pode ser feito igualmente usando interruptores fechados e abertos, circuitos energizados e 
desenergizados ou capacitores carregados e descarregados (na verdade, alguns circuitos de memória 
usados nos computadores empregam capacitores microscópicos para armazenar valores binários). Todo 
dispositivo que possa assumir um dentre dois estados possíveis pode ser utilizado para representar 
quantidades expressas no sistema binário. 
O uso exclusivo dos algarismos "1"o armazenamento e a 
organização de arquivos e de outras pastas em um ambiente computacional. 
 
 
 
BACKUP. 
 
Backup consiste em “cópias de segurança” de dados e arquivos importantes de um computador. 
Normalmente são efetuadas essas copias com finalidades preventivas contra falhas gerais do 
computador, como por exemplo, danos físicos, vírus, invasões, etc. 
Os Backups podem ser feitos de várias formas que vão desde uma simples copias dos dados para 
dispositivos como CD, DVD ou pen drive, até formas mais complexas como cópias dos dados em nuvens 
(Cloud Backup) ou até mesmo em forma de espelhamento de disco, essas geralmente são efetuadas de 
forma automática, onde são configuradas data e hora previamente e então não há a necessidade de 
intervenção humana. 
 
Formas de realizar Backup 
Inicialmente devemos nos ater a alguns fatores antes da realização de um Backup dos quais veremos 
a seguir: 
- Escolha dos dados: as cópias de dados devem conter apenas arquivos pessoais e confiáveis do 
usuário (fotos, vídeos, músicas, documentos), arquivos do sistema operacional e de instalação de 
programas não devem fazer parte do backup, pois, podem conter vírus, arquivos corrompidos e outros 
problemas, lembrando que esses arquivos de são restaurados após a instalação do sistema operacional. 
- Mídias utilizadas: A escolha das mídias para realização do backup depende da relevância e tempo 
que os arquivos devem ser mantidos. 
 
MELHOR MÉTODO E MÍDIA ADEQUADA6 
1. Backup em DVDs ainda vale? 
Para backup de documentos, planilhas, PDFs e outros arquivos do gênero, os DVDs ainda são uma 
boa opção porque são simples e baratos – uma embalagem com 100 discos custa em torno de 50 reais. 
Um DVD single-layer pode armazenar até 4,7 GB de dados, e a maioria dos programas de backup pode 
dividir a cópia de segurança em diversos discos, caso uma única unidade não seja suficiente. Para que 
seus backups durem mais e não sejam acidentalmente sobrescritos por outros conteúdos, prefira os 
discos graváveis aos regraváveis. 
 
2. Disco rígido externo ou NAS? 
Quando o disco está recheado de fotos, vídeos e músicas – ou seja, arquivos que consomem muito 
espaço -, o ideal é partir para um disco rígido externo ou uma unidade NAS. É possível encontrar HDs 
externos de boa capacidade a preços bem razoáveis. Quem pretende comprar uma unidade nova e tem 
computador com interface USB 3.0 deve preferir os discos com a mesma interface para garantir maior 
velocidade na transferência dos dados. Quando há vários computadores na jogada, uma unidade 
centralizada é muito conveniente. Conectada à rede, ela poderá armazenar os backups dos diferentes 
computadores da casa ou do escritório. Um NAS de pelo menos duas baias é mais recomendável porque 
oferece recurso de redundância. 
 
3. Onde devo deixar o backup? 
Um erro frequente é deixar o backup no mesmo ambiente em que estão os dados originais. 
Geralmente, o disco externo é colocado ao lado do computador. Em caso de roubo, as chances de que o 
ladrão leve tudo são enormes. Em caso de incêndio ou inundação, adeus computador e backup também. 
Se optar por fazer cópias somente em mídia física, tenha a preocupação de guardá-la em um local seguro, 
 
6 Fonte: http://info.abril.com.br/dicas/arquivo/tire-suas-duvidas-sobre-backup.shtml 
4. Backup de arquivos. 
Apostila gerada especialmente para: Wagner André Vieira da Silva 073.769.494-70
 
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preferencialmente na casa de um parente ou amigo. Além disso, cuide para que os discos de backup 
fiquem em um lugar seco, fresco e longe da luz e, no caso dos discos rígidos, que não sofram impactos. 
 
4. É melhor usar a nuvem? 
Os serviços de backup online são interessantes, mas, se você quiser manter seus dados realmente 
seguros, é bom providenciar uma cópia física deles também. Uma boa saída é fazer uma combinação 
das duas soluções, usando um serviço de nuvem como redundância do meio físico. O principal problema 
dos serviços online é que a restauração dos dados, em caso de falhas, ainda é muito mais lenta do que 
a cópia das informações armazenadas em um disco externo ou em DVDs, mesmo com a melhora dos 
serviços de banda larga quando comparados à velocidade de alguns anos atrás. 
 
5. Qual é o melhor software? 
Tanto o Windows (desde a versão 7) quanto o Mac OS X contam com ferramentas de backup nativas. 
Nos dois sistemas, são opções simples, mas eficientes. É só configurá-las adequadamente e estabelecer 
a rotina. Além delas, há uma série de outros programas pagos e gratuitos específicos para essa tarefa. 
Eles são mais completos e oferecem maior controle sobre o backup, como a possibilidade de usar um 
disco na rede, restaurar pastas ou arquivos específicos e criar imagem do disco. 
 
6. E o smartphone e o tablet? 
Os dispositivos móveis guardam uma série de dados e, por isso, também merecem atenção. Nesse 
caso, a solução é diferente para cada plataforma. O iOS, por exemplo, usa o serviço iCloud, que oferece 
gratuitamente 5 GB. Outra opção é fazer backup pelo iTunes, guardando a cópia dos dados em um 
arquivo no computador. O Android faz backup de dados de alguns aplicativos e senhas. Além disso, como 
o Android sincroniza dados com o Google, fica fácil recuperar contatos, e-mails e agenda. Fora isso, há 
apps que se encarregam do backup no sistema do Google. 
 
7. Dá para recuperar dados de serviços online? 
Quem preza as informações guardadas em sites e serviços na web deve providenciar uma cópia de 
segurança. Nem sempre, no entanto, encontrará uma ferramenta que ajude na tarefa. Alguns dos 
principais serviços já oferecem estratégias de recuperação. É o caso do Facebook. Mas outros, como o 
Instagram, exigem a ajuda de outras ferramentas. 
 
Cuidados a serem tomados: 
- Mantenha seus backups atualizados, de acordo com a frequência de alteração dos dados; 
- Mantenha seus backups em locais seguros, bem condicionados (longe de poeira, muito calor ou 
umidade) e com acesso restrito (apenas de pessoas autorizadas); 
- Configure para que seus backups sejam realizados automaticamente e certifique-se de que eles 
estejam realmente sendo feitos (backups manuais estão mais propensos a erros e esquecimento); 
- Além dos backups periódicos, sempre faça backups antes de efetuar grandes alterações no sistema 
(adição de hardware, atualização do sistema operacional, etc.) e de enviar o computador para 
manutenção; 
- Armazene dados sensíveis em formato criptografado (mais detalhes no Capítulo Criptografia); 
- Mantenha backups redundantes, ou seja, várias cópias, para evitar perder seus dados em um 
incêndio, inundação, furto ou pelo uso de mídias defeituosas (você pode escolher pelo menos duas das 
seguintes possibilidades: sua casa, seu escritório e um repositório remoto); 
- Cuidado com mídias obsoletas (disquetes já foram muito usados para backups, porém, atualmente, 
acessá-los têm-se se tornado cada vez mais complicado pela dificuldade em encontrar computadores 
com leitores deste tipo de mídia e pela degradação natural do material); 
- Assegure-se de conseguir recuperar seus backups (a realização de testes periódicos pode evitar a 
péssima surpresa de descobrir que os dados estão corrompidos, em formato obsoleto ou que você não 
possui mais o programa de recuperação); 
- Mantenha seus backups organizados e identificados (você pode etiquetá-los ou nomeá-los com 
informações que facilitem a localização, como tipo do dado armazenado e data de gravação); 
- Copie dados que você considere importantes e evite aqueles que podem ser obtidos de fontes 
externas confiáveis, como os referentes ao sistema operacional ou aos programas instalados; 
- Nunca recupere um backup se desconfiar que ele contém dados não confiáveis. 
 
Ao utilizar serviços de backup online há alguns cuidados adicionais que você deve tomar, como: 
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- Observe a disponibilidade do serviçoe procure escolher um com poucas interrupções (alta 
disponibilidade); 
- Observe o tempo estimado de transmissão de dados (tanto para realização do backup quanto para 
recuperação dos dados). Dependendo da banda disponível e da quantidade de dados a ser copiada (ou 
recuperada), o backup online pode se tornar impraticável; 
- Seja seletivo ao escolher o serviço. Observe critérios como suporte, tempo no mercado (há quanto 
tempo o serviço é oferecido), a opinião dos demais usuários e outras referências que você possa ter; 
- Leve em consideração o tempo que seus arquivos são mantidos, o espaço de armazenagem e a 
política de privacidade e de segurança; 
- Procure aqueles nos quais seus dados trafeguem pela rede de forma criptografada (caso não haja 
esta possibilidade, procure você mesmo criptografar os dados antes de enviá-los). 
 
Política de Backup 7 
No caso de sistemas de informação de uma instituição, é fundamental a definição de uma Política de 
Backup a qual visa garantir de forma íntegra e confiável a restauração de qualquer tipo de dados 
registrado no sistema de informação. Alguns passos devem ser seguidos para a definição da Política de 
Backup, são eles: 
 
Definição da equipe responsável 
O passo inicial é a definição da equipe responsável pela elaboração, implantação e manutenção da 
política, esta equipe é normalmente composta pela equipe de informática juntamente com a direção da 
intuição. 
 
Análise dos sistemas informatizados e seus dados 
Esta análise consiste no levantamento de todos os sistemas informatizados da instituição e sua 
relevância estratégica, com isso, será possível a elaboração de um “mapa de dados” da instituição, com 
este mapa em mãos será possível definir os dados que serão inseridos na política de backup. È importante 
ressaltar que nem todos os dados registrados nos sistemas de informação são necessários, pois é comum 
o armazenamento do “lixo digital”, ou seja, informações que não agregam valor a instituição ou ao sistema 
como um todo. 
 
Identificação dos dados considerados críticos 
Após o levantamento do “mapa de dados” é possível identificar os dados considerados críticos para o 
funcionamento e tomada de decisões da instituição, estes dados devem ser preservados e incluídos de 
forma definitiva no Sistema de Backup da instituição. 
 
Estabelecimento de normas e procedimentos de uso dos sistemas de informação 
Esta fase é definida de acordo com as fases anteriores e consiste no estabelecimento de normas e 
procedimentos de uso dos sistemas de informação, os quais devem ser seguidos pelos funcionários, 
estagiários, técnicos, etc, ou seja, por todos que utilizam os sistema de informação da instituição. Este 
estabelecimento é fundamental para que haja uma padronização no uso da informação, assim como em 
seu armazenamento, pois se for possível identificar onde a informação está armazenada, será possível 
fazer um backup eficiente. 
Os principais tópicos para estabelecimento de normas e procedimentos de uso dos sistemas de 
informação são: acessos externos; acessos internos; uso da Intranet; uso da Internet; uso de correio 
eletrônico; política de uso e instalação de softwares; política de senhas; política de backup; uso e 
atualização de antivírus; acesso físico; acesso lógico; trilhas de auditoria; padrões de configuração de 
rede; etc. 
 
Estabelecimento da Política de Backup da Instituição 
A política de backup é o resultado de toda análise realizada nas etapas anteriores, pois com esta 
análise foi possível a definição dos dados que devem ser preservados e restaurados quando necessário. 
Existem várias técnicas de backup, porém a mais utilizada é o backup em unidades de Fita, as quais têm 
grande capacidade de armazenamento, são pequenas e fáceis de serem manipuladas. 
O backup, normalmente realizado em fitas deve ser armazenado em local externo a organização em 
cofres antichamas, também se deve manter uma cópia do backup atual no CPD (Central de 
 
7 Fonte: Apostila Preservação de Documentos Digitais - UNICAMP/AC/SIARQ/AFPU - Autor: Humberto Celeste Innarelli 
Apostila gerada especialmente para: Wagner André Vieira da Silva 073.769.494-70
 
. 55 
Processamento de Dados), em local apropriado, esta cópia será utilizada para a rápida recuperação dos 
dados. 
Alguns aspectos devem ser considerados para elaboração de um sistema de backup eficiente, são 
eles: 
- Local onde serão armazenadas as fitas de backup; 
- Uso de cofres; 
- Controle da ordem cronológica de baixa dos backup’s; 
- Controle da vida útil das fitas de backup; 
- Simulações periódicas da restauração dos backup’s. 
 
Conscientização do uso das Políticas de Backup 
A conscientização do uso das políticas de backup é fundamental para a eficiência do sistema de 
backup, pois se os usuários dos sistemas informatizados não os utilizarem de forma correta, corre-se o 
risco de termos informações armazenadas em lugar indevido, ou seja, corremos o risco da não realização 
do backup destas informações. 
O objetivo desta conscientização é orientar os usuários a utilizarem os sistemas informatizados de 
forma correta, garantido assim, máxima eficiência na recuperação dos dados armazenados em backup’s. 
 
Divulgação da Política de Backup 
A Política de Backup deve ser de conhecimento de todos os funcionários e estagiários, portanto deve 
ser amplamente divulgada, inclusive para novos usuários dos sistemas informatizados. 
Esta divulgação deve ser feita de forma a informar a todos os usuários dos sistemas informatizados os 
riscos da não utilização das práticas de segurança, assim como, os benefícios da utilização do sistema 
de backup. 
 
Implantação 
A implantação consiste na aplicação formal das regras descritas na política de backup da instituição. 
A implantação deve ser realizada de forma gradativa e após o programa de divulgação e conscientização 
dos funcionários. 
 
Revisão da Política de Backup 
A Política de Backup deve ser revista periodicamente, para mantê-la atualizada frente as novas 
tendências e acontecimentos do mundo da segurança da informação. A Política de Backup deve ser 
revista pelo menos uma vez ao ano. 
 
BACKUP PELO WINDOWS 
O Backup e Restauração – aprimorado para o Windows 7 – cria cópias de segurança dos seus arquivos 
pessoais mais importantes, para que você sempre esteja preparado para o pior. 
Deixe o Windows escolher o que acrescentar ao backup ou escolha você mesmo pastas, bibliotecas e 
unidades. O Windows pode fazer o backup dos arquivos no horário que você escolher - basta configurar 
e ficar tranquilo. 
É possível fazer backup em outra unidade ou DVD. E se estiver usando as edições Professional ou 
Ultimate do Windows 7, você também terá a opção de fazer o backup dos arquivos em uma rede. 
 
Para fazer backup dos arquivos 
Para abrir Backup e Restauração, clique no botão Iniciar, em Painel de Controle, em Sistema e 
Manutenção e em Backup e Restauração. 
Siga um destes procedimentos: 
- Se você nunca usou o Backup do Windows, clique em Configurar backup e depois siga as etapas no 
assistente. Se você for solicitado a informar uma senha de administrador ou sua confirmação, digite a 
senha ou forneça a confirmação. 
- Se você já criou um backup antes, pode aguardar o backup agendado regularmente ou criar um novo 
backup manualmente, clicando em Fazer backup agora. Se você for solicitado a informar uma senha de 
administrador ou sua confirmação, digite a senha ou forneça a confirmação. 
 
Para criar um novo backup completo 
Depois que você criar o seu primeiro backup, o Backup do Windows adicionará as informações novas 
ou alteradas aos backups subsequentes. Se você estiver salvando os seus backups em um disco rígido 
ou em um local de rede, o Backup do Windows criará um backup novo e completo automaticamente, 
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quando necessário. Se você estiver salvando os backups em CDs ouDVDs, mas não puder encontrar 
um disco de backup existente, ou se quiser criar um novo backup de todos os arquivos do computador, 
poderá criar um backup completo. Veja como criar um backup completo: 
- Para abrir Backup e Restauração, clique no botão Iniciar, em Painel de Controle, em Sistema e 
Manutenção e em Backup e Restauração. 
- No painel esquerdo, clique em Criar um novo backup completo. 
 
Restaurar arquivos a partir de um backup 
Você pode restaurar versões de arquivos de backup que tenham sido perdidas, danificadas ou 
alteradas acidentalmente. Você também pode restaurar arquivos individuais, grupos de arquivos ou todos 
os arquivos incluídos no backup. 
1. Para abrir Backup e Restauração, clique no botão Iniciar, em Painel de Controle, em Sistema e 
Manutenção e em Backup e Restauração. 
2. Siga um destes procedimentos: 
 Para restaurar os arquivos, clique em Restaurar meus arquivos. 
 Para restaurar os arquivos de todos os usuários, clique em Restaurar todos os arquivos de 
usuário. Se você for solicitado a informar uma senha de administrador ou sua confirmação, digite a 
senha ou forneça a confirmação. 
3. Siga um destes procedimentos: 
 Para navegar pelo conteúdo do backup, clique em Procurar arquivos ou Procurar pastas. 
Quando você estiver procurando por pastas, não conseguirá ver os arquivos individuais de uma pasta. 
Para visualizar arquivos individuais, use a opção Procurar arquivos. 
 Para pesquisar o conteúdo do backup, clique em Pesquisar, digite o nome de um arquivo inteiro 
ou parte dele e depois clique em Pesquisar. 
 
Para restaurar um backup feito em outro computador 
Você pode restaurar arquivos a partir de um backup criado em outro computador que execute o 
Windows Vista ou o Windows 7. 
1. Para abrir Backup e Restauração, clique no botão Iniciar, em Painel de Controle, em Sistema e 
Manutenção e em Backup e Restauração. 
2. Clique em Selecionar outro backup de onde os arquivos serão restaurados e depois siga as etapas 
no assistente. Se você for solicitado a informar uma senha de administrador ou sua confirmação, digite a 
senha ou forneça a confirmação. 
 
Para localizar arquivos que foram restaurados de um backup feito em outro computador 
Se você estiver restaurando arquivos a partir de um backup feito em outro computador, os arquivos 
serão restaurados em uma pasta sob o nome de usuário que foi usado para criar o backup. Se os nomes 
de usuário forem diferentes, será preciso navegar até a pasta em que os arquivos se encontram 
restaurados. Por exemplo, se o seu nome de usuário era Molly no computador em que o backup foi feito, 
mas o seu nome de usuário é MollyC no computador em que o backup está sendo restaurado, os arquivos 
restaurados serão salvos em uma pasta rotulada Molly. Você pode localizar os arquivos restaurados 
seguindo estas etapas: 
1. Para abrir Computador, clique no botão Iniciar e em Computador. 
2. Clique duas vezes no ícone da unidade em que os arquivos foram salvos, por exemplo, C:\. 
3. Clique duas vezes na pasta Usuários. 
4. Você verá uma pasta para cada conta de usuário. 
5. Clique duas vezes na pasta para o nome de usuário que foi usado para criar o backup. 
Os arquivos restaurados estarão em várias pastas com base no local onde se encontravam 
originalmente. 
 
Para restaurar arquivos de um backup de arquivos depois de restaurar o computador a partir 
de um backup de imagem do sistema 
Depois de restaurar seu computador a partir de um backup de imagem do sistema, podem existir 
versões mais novas de alguns de seus arquivos em um backup de arquivos que você deseja restaurar. 
Como você reverteu seu computador ao estado em que se encontrava quando o backup de imagem do 
sistema foi criado, o Backup do Windows não mostrará nenhum backup de arquivos no assistente 
Restaurar Arquivos que tenha sido criado após a criação do backup de imagem do sistema. Para restaurar 
arquivos de um backup criado após a criação do backup de imagem do sistema, siga estas instruções: 
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1. Para abrir Backup e Restauração, clique no botão Iniciar, em Painel de Controle, em Sistema e 
Manutenção e em Backup e Restauração. 
2. Clique em Selecionar outro backup do qual restaurar arquivos. Se você for solicitado a informar 
uma senha de administrador ou sua confirmação, digite a senha ou forneça a confirmação. 
3. Em Período de Backup, selecione o intervalo de dias do backup que contém os arquivos que você 
deseja restaurar e siga as etapas do assistente. 
 
Restore 
O restore é o ato de se fazer uso dos dados armazenados recuperando-os (na maioria dos casos no 
próprio dispositivo original), ou seja, ação de recuperar dados de um backup previamente armazenado. 
O restore de arquivos é realizado em cima do ambiente de produção das plataformas ativas. 
 
Restauração do Sistema 
A Restauração do Sistema o ajuda a restaurar arquivos do sistema do computador para um ponto 
anterior no tempo. É uma forma de desfazer alterações do sistema no computador sem afetar os arquivos 
pessoais, como email, documentos ou fotos. 
Às vezes, a instalação de um programa ou driver pode causar uma alteração inesperada no 
computador ou fazer com que o Windows se comporte de modo imprevisível. Geralmente, a desinstalação 
do programa ou driver corrige o problema. Se a desinstalação não corrigir o problema, você pode tentar 
restaurar o sistema do computador para uma data anterior, quando tudo funcionava corretamente. 
A Restauração do Sistema usa um recurso chamado proteção do sistema para criar e salvar 
regularmente pontos de restauração no computador. Esses pontos de restauração contêm informações 
sobre as configurações do Registro e outras informações do sistema que o Windows usa. Também é 
possível criar pontos de restauração manualmente. Para obter informações sobre como criar pontos de 
restauração, consulte Criar um ponto de restauração. 
Os backups de imagem do sistema armazenados em discos rígidos também podem ser usados para 
Restauração do Sistema, assim como os pontos de restauração criados pela proteção do sistema. Mesmo 
que os backups de imagem do sistema tenham seus arquivos de sistema e dados pessoais, os seus 
arquivos de dados não serão afetados pela Restauração do Sistema. Para obter mais informações sobre 
imagens do sistema, consulte O que é uma imagem do sistema? 
A Restauração do Sistema não é destinada a fazer backup de arquivos pessoais, portanto, ela não 
pode ajudá-lo a recuperar um arquivo pessoal que foi excluído ou danificado. Você deve fazer backup 
regularmente dos seus arquivos pessoais e dos dados importantes com um programa de backup. Para 
mais informações sobre o backup de arquivos pessoais, consulte Fazer backup dos seus arquivos. 
Para abrir Restauração do Sistema, clique no botão Iniciar. Na caixa de pesquisa, digite Restauração 
do Sistema e, na lista de resultados, clique em Restauração do Sistema. É necessário ter permissão do 
administrador. Se você for solicitado a informar uma senha de administrador ou sua confirmação, digite a 
senha ou forneça a confirmação. 
 
Questões: 
 
01. (SEAP-RJ - Inspetor de Segurança – CEPERJ/2012). No que diz respeito à segurança de 
equipamentos, de sistemas, de redes e da internet, dois termos se revestem de alta importância, sendo 
descritos a seguir: 
 
I- Corresponde à realização de cópias de segurança, com o objetivo de garantir a integridade dos 
dados manipulados pelo computador. 
II- Associado à Política de Segurança da instituição, são mecanismos instalados nas redes de 
computadores para impedir o acesso indesejado de hackers aos dados internos de uma organização, 
normalmente implementado por meio de regras, via software. 
 
As descrições I e II correspondem, respectivamente, aos seguintes termos: 
 
(A) backup e hoax 
(B) backup e firewall 
(C) backup e backdoor 
(D) sniffer e backdoor 
(E) sniffer e firewall 
 
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02. (TRE-SP - Técnico Judiciário-Operação de Computador – FCC/2012). Sobre backups, é correto 
afirmar: 
 
(A) Os equipamentos para contingência e mídia de backup devem ficar a uma distância segura, para 
que não sejam danificados por um desastre que afete o local principal onde são processadas e 
armazenadas as informações. 
(B) Os procedimentos de geração de cópias de segurança devem ser feitos periodicamente, mas não 
é necessário criar e manter uma documentação dos procedimentos de operação que especifique as 
instruções para a execução de backup e restore. 
(C) Por se tratarem de procedimentos operacionais, os backups não precisam ser planejados, desde 
que sejam realizados com certa periodicidade. 
(D) No ambiente Windows, backups incrementais e diferenciais não dependem de um backup inicial 
das unidades, pastas ou arquivos em questão. 
(E) O comando dump oferece recursos para a realização de backup apenas no Windows. 
 
Respostas: 
 
01. Resposta: B. 
 
Backup: é uma operação de copiar arquivos por segurança em um local diferente do original. 
Objetivo: recuperar os arquivos caso haja perda. 
Firewall: programa que cria uma barreira de proteção contra invasores; 
Filtra a entrada e a saída de dados em uma rede. 
 
02. Resposta: A. 
 
Está na norma 27002: 
9.1.4 Proteção contra ameaças externas e do meio ambiente Controle Convém que sejam projetadas 
e aplicadas proteção física contra incêndios, enchentes, terremotos, explosões, perturbações da ordem 
pública e outras formas de desastres naturais ou causados pelo homem. Diretrizes para implementação 
Convém que sejam levadas em consideração todas as ameaças à segurança representadas por 
instalações vizinhas, por exemplo, um incêndio em um edifício vizinho, vazamento de água do telhado ou 
em pisos do subsolo ou uma explosão na rua. Convém que sejam levadas em consideração as 
seguintes diretrizes para evitar danos causados por incêndios, enchentes, terremotos, explosões, 
perturbações da ordem pública e outras formas de desastres naturais ou causados pelo homem: a) os 
materiais perigosos ou combustíveis sejam armazenados a uma distância segura da área de segurança. 
Suprimentos em grande volume, como materiais de papelaria, não devem ser armazenados dentro de 
uma área segura; b) os equipamentos para contingência e mídia de backup fiquem a uma distância 
segura, para que não sejam danificados por um desastre que afete o local principal; c) os equipamentos 
apropriados de detecção e combate a incêndios sejam providenciados e posicionados corretamente. 
 
 
 
*Prezado candidato, esse tópico foi abordado anteriormente no tópico: 1. Conceitos e fundamentos 
básicos. 
 
 
 
COMPUTADORES E PERIFÉRICOS. 
 
Nos dias atuais, a tecnologia evolui rapidamente, fazendo com que os equipamentos fiquem 
ultrapassados e até mesmo obsoletos em pouco tempo. 
Um escritório pode utilizar tanto computadores de mesa, quanto laptops (notebooks) ou tablets. Para 
os computadores de mesa, recomenda-se: 
5. Conceitos básicos de Hardware (Placa mãe, memórias, processadores 
(CPU) e disco de armazenamento HDs, CDs e DVDs). 
6. Periféricos de computadores. 
Apostila gerada especialmente para: Wagner André Vieira da Silva 073.769.494-70
 
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a) definir monitores para desligar após períodos de inatividade e, em vez de depender de um protetor 
de tela. Isso pode ajudar a economizar energia. 
b) desligue os computadores se eles estão não forem ser utilizados por longos períodos. 
c) desligue todos os computadores, impressoras e outros periféricos, no final de cada dia – existem 
programas que automatizam o desligamento. 
d) verifique se a impressora tem papel, o nível de tinta. 
e) procure ligar e desligar os computadores e periféricos corretamente, conforme instruções. 
 
TECLADOS; MOUSES; CPUS; GABINETES; MEMÓRIAS; ELEMENTOS DE INFORMAÇÃO. 
 
1. Unidade de sistema. 
 
A unidade de sistema é o núcleo de um sistema de computador. Normalmente, é uma caixa retangular 
colocada sobre a mesa ou embaixo dela. Dentro dessa caixa estão os componentes eletrônicos que 
processam as informações. 
O mais importante desses componentes é a CPU (unidade de processamento 
central) ou microprocessador, que atua como o "cérebro" do computador. Outro componente é a memória 
RAM, que armazena temporariamente informações utilizadas pela CPU enquanto o computador está 
ligado. As informações gravadas na RAM são apagadas quando o computador é desligado. 
Quase todas as outras partes do computador se conectam à unidade de sistema por meio de cabos. 
Os cabos são conectados a portas (aberturas) específicas, geralmente na parte traseira da unidade de 
sistema. O hardware que não faz parte da unidade de sistema é chamado dispositivo periférico ou 
simplesmente dispositivo. 
 
 
 
Unidade de sistema. 
 
2. Armazenamento. 
 
O computador possui uma ou mais unidades de disco, ou seja, dispositivos que armazenam 
informações em um disco revestido por uma unidade de plástico ou metal. O disco preserva as 
informações mesmo quando o computador está desligado. 
 
a) Unidade de disco rígido: 
 
A unidade de disco rígido do computador armazena informações em um disco rígido, que é um prato 
rígido ou pilha de pratos com uma superfície magnética. Como os discos rígidos podem reter uma grande 
quantidade de informações, normalmente eles funcionam como principal meio de armazenamento do 
computador, guardando praticamente todos os programas e arquivos. 
Em geral, a unidade de disco rígido fica localizada dentro da unidade de sistema. 
 
 
 
Unidade de disco rígido. 
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b) Unidades de CD e DVD: 
 
Hoje em dia, a maioria dos computadores/notebooks vêm equipados com uma unidade de CD ou DVD, 
geralmente localizada na frente da unidade de sistema. As unidades de CD usam lasers para ler 
(recuperar) dados de um CD. Muitas delas também podem gravar dados em CDs. Se você tiver uma 
unidade de disco gravável, poderá armazenar cópias de seus arquivos em CDs vazios. A unidade de CD 
também serve para reproduzir música no computador/notebook. 
 
 
 
CD. 
 
As unidades de DVD fazem o mesmo que as unidades de CD e também leem DVDs. Se você tiver 
uma unidade de DVD, poderá ver filmes ou imagens no computador. Muitas unidades de DVD podem 
gravar dados em DVDs vazios. 
 
CD-R (CD Recordable): CD gravável. Com capacidade para 700 MB ou 80 minutos de áudio sem 
compactação. Não permite que nenhum dado seja apagado do CD. Após adicionados, os dados que lá 
estão são permanentes. Se não for utilizada toda a capacidade na primeira gravação, pode-se gravar 
outras sessões, até que o CD esteja completamente cheio. 
 
CD-RW (CD Rewritable): CD regravável. Também tem a capacidade de 700 MB. Essa mídia permite 
que você grave, apague os dados e grave novamente. Sua vida útil é de aproximadamente mil ciclos (1 
ciclo = gravar uma vez + apagar uma vez). 
 
Mini-cd: apesar de pouco popular, é uma boa opção para quem não gosta de carregar os CDs de 
tamanho normal. Além do tamanho reduzido (8cm de diâmetro, contra os 12cm do CD normal), sua 
capacidade também é bem menor: 180 MB, ou 23:30 minutos. Os tocadores e gravadores de CD que 
possuem a “gaveta” são perfeitamente capazes de reproduzir e gravar mini-cds. 
 
DVD-R: com capacidade de 4.7 GB, é o formato mais usado no Brasil. Muitas vezes as pessoas podem 
se referir a esse tipo de mídia como DVD5, devido ao fato de a sua capacidade estar próxima dos 5 GB. 
Também existem DVD-Rs com capacidade de 8.5 GB (também chamados de DVD9). Isso é possível 
porque são usadas duas camadas diferentes no mesmo lado do disco, praticamente dobrando a 
capacidade de armazenamento. 
Também existem os DVDs com capacidade de gravação nos dois lados do disco, mas esse tipo é 
difícil de ser encontrado, pois não se popularizou no Brasil. Sua capacidade é de até aproximadamente 
15 GB. 
 
DVD-RW: essetipo de DVD tem a mesma capacidade do DVD-R, com a possibilidade de apagar os 
dados e reutilizar o disco, assim como o CD-RW. 
 
 
 
DVD. 
 
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c) Unidade de disquete: 
 
Apesar de ser pouco encontrado nos equipamentos eletrônicos atuais, por ser considerado um 
periférico ultrapassado e substituídos por novas tecnologias, algumas repartições públicas ainda utilizam 
as Unidades de Disquete para arquivar documentos importantes. 
As unidades de disquete armazenam informações em discos, também chamados discos 
flexíveis ou disquetes. 
Comparado a CDs e DVDs, os disquetes podem armazenar apenas uma pequena quantidade de 
dados. Eles também recuperam informações de forma mais lenta e são mais vulneráveis a danos. Por 
esses motivos, as unidades de disquete são cada vez menos usadas, embora ainda sejam incluídas em 
alguns computadores. 
 
 
 
Disquete. 
 
Por que estes discos são chamados de "disquetes"? Apesar de a parte externa ser composta de 
plástico rígido, isso é apenas a capa. O interior do disco é feito de um material de vinil fino e flexível. 
 
d) Pendrives: 
 
Os dispositivos que mais cresceram nos últimos anos, exclusivamente pela capacidade, facilidade e 
velocidade no transporte de dados, que outrora foram limitados aos 32 MB de memória e hoje já chegam 
a armazenar mais de 128 GB, sendo as mídias portáteis mais eficientes da atualidade. Em questões de 
memória, ficam atrás apenas dos discos rígidos, que podem armazenar terabytes. 
 
 
Pendrive. 
 
Um pendrive de 128 GB pode ser comparado (em questões de capacidade interna) com: 28 DVDs; 
187 CDs; 91 mil disquetes de 3,5 polegadas ou 109 mil disquetes de 5,25 polegadas. Um disco rígido de 
2 TB pode armazenar o conteúdo de 17 pendrives desses. 
Como visto, a capacidade de armazenamento em um único dispositivo auxilia as práticas cotidianas 
de arquivo ou transferência de dados. 
 
e) HD Externo: 
 
Outra forma de transportar/armazenar/arquivar dados de forma segura – mesmo que não tão portátil 
– é através do uso de HDs externos. Eles geralmente são acoplados a gavetas externas e conectados 
aos computadores através de cabos USB. 
 
 
 
HD Externo. 
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Por enquanto o processo de transferência de arquivos é um pouco lento, pois a velocidade de resposta 
dos USBs é limitada, mas num futuro próximo - com o surgimento de tecnologias como o Light Peak - o 
processo pode ser bem mais veloz. 
 
f) Cartão de memória: 
 
SD, miniSD, microSD, xD, Memory Stick e MMC. Esses são apenas alguns dos tipos de cartão de 
memória que você pode encontrar por aí no dia a dia. A quantidade de formatos é imensa e, por conta 
disso, é natural que você fique na dúvida na hora de adquirir um modelo para uso cotidiano. 
Diferente do que acontece nos discos rígidos, em que o processo de gravação de informações é 
mecânico, os cartões utilizam a chamada memória flash. Também conhecida como armazenamento 
sólido, esse tipo de técnica de gravação e leitura acaba gerando equipamentos mais resistentes a 
impactos, mais velozes na transferência de dados e com maior durabilidade. 
A padronização de formatos não é uma das características desse segmento de mercado. Por conta 
disso, existem dezenas de tipos de cartão de memória. Cada um deles tem tamanho diferenciado e 
características específicas de velocidade de transferência de dados e capacidade de gravação. 
 
 
 
Cartões de Memória. 
 
g) Blu-ray: 
 
Com o surgimento dos equipamentos com capacidade para execução de vídeos e filmes em alta 
definição, era necessário desenvolver uma mídia de grande capacidade, para possibilitar assim, o 
armazenamento de imagens em alta definição, que ocupam muito mais espaço. Com a Sony à frente do 
projeto, foi criado então o Blu-ray, que possui esse nome justamente porque a cor do laser que faz sua 
leitura e gravação é azul. A capacidade do Blu-ray é de incríveis 25 GB nas mídias com uma só camada. 
Nos discos com duas camadas, o tamanho dobra, chegando aos 50 GB. 
 
 
 
Blu-ray. 
 
3. Mouse. 
 
Mouse é um pequeno dispositivo usado para apontar e selecionar itens na tela do computador. Embora 
existam mouses de várias formas, o modelo mais comum se assemelha a um rato (como diz o nome em 
inglês). Ele é pequeno e alongado, sendo conectado à unidade de sistema por um cabo comprido que faz 
lembrar uma cauda. Alguns mouses mais novos são sem fio. 
 
 
 
Mouse. 
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O mouse geralmente possui dois botões: um botão principal (normalmente o da esquerda) e um botão 
secundário. Muitos mouses também têm uma roda entre os dois botões, que permite percorrer as telas 
de informações. 
 
 
 
Ponteiros do mouse. 
 
À medida que você move o mouse com a mão, um ponteiro na tela se move na mesma direção, (a 
aparência do ponteiro pode mudar dependendo da sua posição na tela). Quando quiser selecionar um 
item, aponte para ele e clique no botão principal, ou seja, pressione-o e solte-o. Apontar e clicar com o 
mouse é a principal maneira de interagir com o computador. 
 
4. Teclado. 
 
A finalidade principal do teclado é digitar textos no computador. Ele possui teclas para letras e números 
e símbolos, exatamente como em uma máquina de escrever. 
A diferença está nas teclas especiais: as teclas de função, localizadas na linha superior, executam 
funções diferentes dependendo de onde são usadas, e são representadas pelas abreviaturas F1, F2, F3... 
até F12. Como o nome deixa claro, estas teclas realizam funções específicas, que mudam de acordo com 
o programa ou sistema operacional utilizado. Elas também podem ser ativadas em conjunto com outras 
teclas, como o “Alt” 
O teclado numérico, localizado à direita na maioria dos teclados, permite inserir números rapidamente. 
As teclas de navegação, como as teclas de seta, permitem mover sua posição dentro de documentos 
ou páginas da Web. 
 
 
 
Teclado. 
 
Você também pode usar o teclado para executar muitas das mesmas tarefas que executa com um 
mouse, por meio das setas direcionais. 
 
5. Impressora. 
 
Impressora é um dispositivo que faz uma representação legível de gráficos, textos ou imagens em 
papel ou mídia física similar. 
Uma impressora transfere dados de um computador para o papel. Você não precisa de impressora 
para usar o computador, mas, se tiver uma, poderá imprimir emails, cartões, convites, anúncios e outros 
materiais. Muitas pessoas também preferem imprimir suas fotos em casa. 
Os dois principais tipos de impressora são a jato de tinta e a laser. As impressoras a jato de tinta são 
as mais populares para uso doméstico. Elas podem imprimir em preto e branco ou em cores e produzem 
fotos de alta qualidade quando usadas com papel especial. As impressoras a laser são mais rápidas e 
mais adequadas para uso intenso. 
 
 
 
Impressora a jato de tinta (à esquerda); impressora a laser (à direita). 
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A rápida atualização de e-mail internet na década de 1990 e na década de 2000 deslocou em grande 
parte a necessidade de impressão como um meio de documentos em movimento. 
Começando por volta de 2010, a impressão 3D tornou-se uma área de intenso interesse, permitindo a 
criação de objetos físicos com o mesmo tipo de esforço como uma impressora a laser cedo necessária 
para produzir uma brochura. Estes dispositivos estão em seus estágios iniciais de desenvolvimento, ainda 
não se tornaram comuns, devido principalmente ao seu alto valor no mercado, o que torna pouco 
acessível. 
 
Algumas orientações precisam ser levadas em consideração com relação ao uso da impressora: 
 
Antes de utilizar qualquer função da impressora, é importante conferir se o driver de instalação está 
configurado corretamente e atualizado; 
- Avelocidade de impressão é medida em páginas por minuto (ppm), uma sigla muito encontrada em 
descrição de impressoras laser de alta velocidade e scanners; 
- A resolução das imagens é medida em DPI, do inglês, Dot Per Inch, que significa Ponto Por Polegada. 
A medida desse índice sempre se refere à resolução horizontal x vertical; 
- A conexão dos equipamentos é um recurso importante na hora da compra. Modelos atuais contam 
com conector USB, Bluetooth e conectividade com redes, sejam cabeadas ou sem fio. 
- Usar cartuchos e toners originais pode ser mais seguro. Sempre configure a impressora de acordo 
com o papel a ser utilizado, não coloque mais folhas na bandeja do que o recomendado e faça uma 
limpeza interna e externa periodicamente. 
- Caso necessite digitalizar documentos para processo eletrônico, utilize scanners profissionais que 
digitalizam frente e verso em alta velocidade, além de possuir maior compactação de arquivos gerados 
comparados as multifuncionais. 
 
5.1 Scanner 
 
Um scanner é um aparelho de leitura ótica que permite converter imagens, fotos, ilustrações e textos 
em papel, num formato digital que pode ser manipulado em computador. Por exemplo, é possível "passar" 
uma capa de revista ou uma fotografia para a tela de seu PC. Existem diversos tipos de scanners no 
mercado, que utilizam vários tipos de tecnologia. O mais comum é o scanner de mesa, que parece muito 
com uma máquina copiadora. Outros tipos são: scanner de tambor, scanner de mão, scanner leitor código 
de barras, scanner de página e scanner para cartão de visita. 
 
 
Scanner de mesa. 
 
Funcionamento: 
 
Todos os scanners se baseiam-se no princípio da refletância da luz, que consiste em posicionar a 
imagem de forma que uma luz a ilumine. Um sensor capta a luz refletida pela figura, formando assim uma 
imagem digital. Os scanners mais simples usam lâmpada fluorescente para iluminar a imagem, enquanto 
que os mais sofisticados usam uma lâmpada do tipo catodo-frio. No entanto, um outro fator determinante 
para a qualidade de imagens escaneadas, é o sensor. Abaixo há uma descrição dos tipos de sensores 
mais usados: 
 
Photo Multiplier Tube (PMT): usado nos scanners de tambor, que são mais sofisticados e caros. Esse 
tipo de scanner é usado principalmente na indústria gráfica, para impressões de alta qualidade. Para 
digitalizar a imagem, a mesma é posta num cilindro de vidro que gira em alta velocidade ao redor do 
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sensor PMT, que divide a luz refletida em três feixes que passam por filtros e geram a imagem digitalizada. 
Devido a sua complexidade, os scanners de tambor praticamente só são usados em aplicações 
profissionais; 
 
Charge Coupled Device (CCD): esse sensor é usado em quase todos os scanners domésticos, os mais 
comuns. Seu destaque é a boa qualidade e preço baixo. O sensor CCD é usado inclusive, em aparelhos 
de FAX e câmeras digitais. Esse tipo de sensor transforma a luz refletida em sinais elétricos que por sua 
vez, são convertidos em bits através de um circuito denominado conversor analógico-digital. Os scanners 
de mesa geralmente possuem vários sensores CCD organizados em forma de linha reta; 
 
Contact Image Sensor (CIS): esse tipo de sensor usa uma série de LEDs vermelhos, azuis e verdes 
para produzir a luz branca e substituir os espelhos e lentes usados nos scanners com sensor CCD. Isso 
permite um escaneamento mais leve e que gasta menos energia. No entanto, a qualidade da imagem 
escaneada não é tão boa quanto à do CCD, mas o suficiente para aplicações simples. O preço desse tipo 
de scanner é bem baixo. 
 
7. Copiadoras. 
 
A fotocopiadora, como é o nome oficial da máquina de xerox, que ficou mundialmente conhecida pelo 
nome de sua empresa fabricante, é um dispositivo de impressão para reprodução de documentos em 
geral. A evolução do equipamento simplificou sua utilização, seja no trabalho profissional ou para os 
estudos didáticos. 
O funcionamento das fotocopiadoras está baseado nos princípios da física, especificamente, da 
eletricidade estática. 
Um cilindro fotossensível lê e fica carregado com a imagem refletida do original por meio de espelhos. 
Como numa fotografia, uma imagem do original é formada na superfície do cilindro. O cilindro, por sua 
vez, recebe uma boa quantidade de toner ou tonalizador, um pó que é atraído pelas cargas elétricas que 
formam a imagem. O toner ajuda a fixar a imagem transferida em um papel. E assim, num processo que 
inclui muito calor e pressão, a imagem cola. Não se deve retirar o papel imediatamente da xerox. Ele 
precisa de um tempo para secar e não manchar com o contato manual. 
Na atualidade, a imagem projetada também pode ser formada no cilindro com o uso de raios laser ou 
diodos emissores de luz LED, num processo semelhante às impressoras a laser. 
Para fotocopiar um documento, uma pessoa deve observar se nada está faltando na máquina – 
normalmente, um dispositivo se acende apontando algo que falta para o funcionamento correto do 
equipamento. Esta indicação é feita por um ícone ou uma mensagem. Também é necessário verificar se 
há papel na caixa correspondente para a cópia a ser reproduzida. Há vários tipos, tamanhos e gramaturas 
de papel para impressão. Sua aplicação varia de acordo com o material a ser copiado. 
Verificado os itens necessários, o usuário levanta a tampa da copiadora, coloca o papel a ser 
reproduzido no local indicado, de acordo com o tamanho e margens delimitadas. A superfície que precisa 
ser copiada deve estar virada para baixo. Ao se apertar o botão específico, automaticamente, uma 
lâmpada se acende e “varre” todo o papel. 
A imagem deste documento é “fotografada” e transferida para o papel, enquanto a pessoa fica 
simplesmente esperando pelo término do processo. No final, a cópia aparece na caixa de saída, uma 
bandeja para o material fotocopiado. 
O processo é simples e ao mesmo tempo fascinante, porque enquanto um documento fica em uma 
superfície, a cópia sai rapidamente do outro lado. 
Para tornar uma cópia mais funcional e utilizar menos papel nesses tempos de atenção à 
sustentabilidade, é possível tirar um xerox frente e verso, utilizando assim as duas faces de uma folha de 
papel. 
 
Reparos e prevenção da copiadora: 
 
Manter a copiadora limpa pode prevenir muitos problemas e também aumentar consideravelmente a 
qualidade de impressão do equipamento. 
Para começar, sempre que o equipamento estiver apresentando problemas perceptíveis, leia o visor 
para encontrar alguma informação sobre obstrução ou falta de papel. 
Em grande parte das copiadoras, o visor consegue dizer exatamente qual a localização do problema 
e te fornece instruções passo a passo sobre como resolvê-los. 
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Após isso, abra as partes onde o papel está preso e retire-o cuidadosamente. Após isso, certifique-se 
de limpar o local com algo que não danifique o equipamento como espanadores. 
Se isso não resolver, remova as gavetas onde ficam os papéis e procure por folhas presas atrás ou 
abaixo delas. 
Feche todas as gavetas, cheque o visor novamente e veja se os problemas indicados sumiram. Em 
caso negativo, desligue totalmente a copiadora e ligue novamente. 
Este procedimento faz com que o equipamento se aqueça. Algumas vezes, os problemas indicados 
no visor não existem e o sensor só precisa ser resetado. 
Outras vezes, o problema pode acontecer apenas por falta de toner suficiente para realizar a 
impressão. Certifique-se no visor se o nível está satisfatório e, caso não esteja reabasteça a máquina 
com mais toner. 
Um outro problema muito comum encontrado nestes equipamentos, é a presença de linhas e outras 
marcas na impressão. Isso pode acontecer por muitos motivos. Grande parte deles se dá por sujeira 
dentro da máquina, ou falta de manutenção periódica. 
Muitas copiadoras, no momento da compra já vêm comum spray especial que ajuda no processo de 
limpeza. Limpe os vidros e rolos e teste novamente para ver se as linhas e marcas das impressões 
continuam. 
Se ainda assim, estes problemas persistirem, isso pode significar que alguma parte, normalmente o 
fusor, precisa ser trocado. 
Nessa situação, é extremamente recomendado que os usuários do equipamento não tentem realizar 
este procedimento se não possuem o conhecimento necessário. 
A melhor coisa a ser fazer é chamar um técnico especializado e esperar a manutenção ser concluída. 
 
8. Aparelho de fax (fac-símile). 
 
A utilização do fac-símile na transmissão e recepção de textos, gráficos, desenhos, fotografias, entre 
outros, tornou-se muito importante em seu surgimento. Os documentos são transmitidos em sua forma 
original sem precisar de manuseio ou gravação anterior. Acoplado ao telefone, o fax (como também é 
conhecido) pode ser operado por qualquer pessoa em uma velocidade surpreendente. “Fax” foi como se 
popularizou esse equipamento, principalmente devido a facilidade de pronunciar tal palavra. Logo, a 
palavra fac-símile é usada atualmente no contexto da tecnologia das telecomunicações por fax. 
 
a) Para envio de um documento por fax: 
 
-Ler as instruções do fabricante. Verifique se o aparelho está conectado a uma fonte de alimentação e 
um conector de telefone antes de ligá-lo. Obtenha o número de fax para o destino do fax que você está 
enviando. Organize os documentos que estão enviando em ordem. 
-Preencha um cover sheet (folha de capa) para o fax, o que irá conter o nome do destinatário e o 
número do fax, o nome do seu chefe ou do escritório, o número de fax para seu escritório, uma pequena 
mensagem para o destinatário e o número de páginas, incluindo a cover sheet. 
-Posicione os documentos virados para cima na bandeja de alimentação. Disque o número do fax do 
destinatário e aguarde o sinal. Caso alguém atenda peça o sinal de fax. 
- Assim que o sinal for dado (som de um bip longo e alto), pressione o botão “Enviar” ou “fax” para 
enviar o documento, dependendo da máquina que você está usando. 
 - Você poderá colocar o fone no gancho quando a transmissão iniciar. 
 - Após o envio do documento, o aparelho de fax emite um sinal sonoro. Neste momento o usuário ter 
a opção de imprimir o registro de envio como prova de que a transmissão foi efetuada com sucesso. 
 
b) Para receber um documento por fax: 
 
-Certifique-se que há muita tinta no cartucho de toner de sua máquina e que há uma abundância de 
papel, assim você pode receber um fax sem problemas. Aguarde até que o telefone toque. Há aparelhos 
que são configurados para fornecer o sinal automaticamente e outros dependem do atendente conceder 
o sinal de fax. 
- Assim que o sinal for autorizado, a transmissão se inicia. Acompanhe o envio do documento e 
aguarde até que todo o documento chegue através do fax. 
-Verifique o número de páginas que você recebeu em relação ao número indicado na folha de rosto 
para garantir que o documento veio completo por meio do fax. 
- Boa prática é contatar o remetente para confirmar o recebimento deste documento. 
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- É possível configurar o número de fax para que possa ir diretamente para um arquivo de computador 
em vez de imprimir em papel 
 
9. Alto-falantes. 
 
Os alto-falantes são usados para tocar som. Eles podem vir embutidos na unidade de sistema ou ser 
conectados com cabos. São eles que permitem ouvir música e efeitos sonoros no computador. 
 
 
 
Alto-falantes do computador. 
10. Conectar um microfone, player de música ou outro dispositivo de áudio ao computador. 
 
Você pode conectar um microfone, player portátil de música ou outro dispositivo de áudio ao 
computador usando um dos conectores na parte frontal, traseira ou lateral do computador. Esses 
conectores se conectam diretamente à placa de som ou processador de som do computador. 
A maioria dos computadores desktop têm pelo menos um conector de entrada para conectar um player 
de música ou outro dispositivo de áudio e um conector de saída para conectar alto-falantes. Esses 
conectores geralmente aparecem na parte traseira de um computador desktop. Muitos computadores 
desktop também têm um conector de microfone, que normalmente fica na parte frontal. 
A maioria dos laptops não têm conectores de entrada nem de saída, mas normalmente têm conectores 
de microfone e alto-falante localizados em sua parte frontal ou lateral. 
 
 
 
Conectores de microfone, de entrada e de saída em um computador desktop comum. 
 
Se você não ouvir nenhum som vindo de um dispositivo de áudio que conectou a um dos conectores 
do computador, verifique se o conector não está sem som. Para isso, execute as instruções a seguir: 
 
a) Para conectar um player de música ou outro dispositivo de áudio ao seu computador desktop: 
 
Após conectar um player de música ou outro dispositivo de áudio ao conector de entrada e ligá-lo, siga 
estas etapas: 
Para abrir Som, clique no botão Iniciar e em Painel de Controle. Na caixa de pesquisa, digite som e 
clique em Som. 
Clique na guia Gravação, em Entrada e em Propriedades. 
Clique na guia Níveis e verifique se o botão Sem som tem a seguinte aparência . Se o botão tiver a 
seguinte aparência , clique nele para ativar o som para esta conexão e clique em Aplicar. 
Clique na guia “Escutar”, na caixa de seleção Escutar o dispositivo e em OK. 
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Você também pode alterar o volume de entrada na guia Níveis. Selecione o controle deslizante 
sob Entrada, arraste-o para a direita ou para a esquerda para aumentar ou diminuir o volume do 
dispositivo de áudio e clique em OK. 
 
b) Para conectar um player de música ou outro dispositivo de áudio ao seu laptop: 
 
Se o laptop tiver um conector de entrada, siga as instruções acima para conectar um player de música 
a um computador desktop. Mas para conectar um player de música ou outro dispositivo de áudio à maioria 
dos laptops, é preciso conectá-lo a um conector de microfone. Para isso, siga estas etapas: 
Para abrir Som, clique no botão Iniciar e em Painel de Controle. Na caixa de pesquisa, digite som e 
clique em Som. 
Clique na guia Gravação, em Microfone e em Propriedades. 
Clique na guia “Escutar”, na caixa de seleção Escutar o dispositivo e em Aplicar. 
Clique na guia Níveis e verifique se o botão Sem som tem a seguinte aparência . Se o botão tiver a 
seguinte aparência , clique nele para ativar o som para esta conexão e clique em Aplicar. 
Toque alguma música ou outros sons no dispositivo para testar o volume que sai dos alto-falantes do 
computador. Selecione o controle deslizante sob Microfone, arraste-o para a direita ou para a esquerda 
para aumentar ou diminuir o volume do dispositivo de áudio e clique em OK. Convém ajustar também o 
volume do dispositivo. 
c) Para conectar um microfone ao seu computador: 
 
 
 
Após conectar um microfone a um conector de microfone no computador e ativá-lo (se o microfone 
tiver um botão liga/desliga), siga as etapas a seguir. 
Para abrir Som, clique no botão Iniciar e em Painel de Controle. Na caixa de pesquisa, digite som e 
clique em Som. 
Clique na guia Gravação, em Microfone e em Propriedades. 
Clique na guia Níveis e verifique se o botão Sem som tem a seguinte aparência . Se o botão tiver a 
seguinte aparência , clique nele para ativar o som para esta conexão e clique em Aplicar. 
(Opcional) Para escutar sons de microfone por meio dos alto-falantes ou fones de ouvido, clique na 
guia Escutar, na caixa de seleção Escutar o dispositivo e em OK. 
 
 
 
Caixa de diálogo Propriedades de microfone mostrando som ativado. 
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11. Modem. 
 
Para conectar o computador à Internet, você precisa de um modem, um dispositivo que envia e recebe 
informações do computadorpor linha telefônica ou cabo de alta velocidade. Às vezes, os modems vêm 
embutidos na unidade de sistema, mas os de alta velocidade normalmente são componentes separados. 
 
 
 
Modem a cabo. 
12. Câmera Fotográfica Digital8. 
 
As câmeras convencionais dependem totalmente de processos químicos e mecânicos: você nem 
precisa de eletricidade para utilizá-las. Por outro lado, todas as câmeras digitais possuem um computador 
embutido e todas elas registram imagens eletronicamente. 
As câmeras digitais não substituíram completamente as câmeras convencionais. Mas, à medida que 
a tecnologia de geração digital de imagens avança, as câmeras digitais se tornam cada vez mais 
populares. 
Digamos que você queira tirar uma foto e enviá-la por e-mail. Para isso, precisará que a imagem seja 
representada em uma linguagem que o computador reconheça: bits e bytes. 
Essencialmente, uma imagem digital é uma longa sequência de 1s e 0s que representam todos os 
minúsculos pontos coloridos, ou pixels, que compõem a imagem (para informações sobre a amostragem 
e representações digitais de dados, veja esta explicação da digitalização de ondas sonoras). Digitalizar 
ondas de luz funciona de forma similar. 
Se você quiser tirar uma foto desta forma, terá duas opções: 
-Pode tirar uma fotografia usando uma câmera de filme convencional, processando o filme 
quimicamente, imprimindo-o em papel fotográfico e depois usando um scanner digital para digitalizar a 
impressão (gravar o padrão de luz como uma série de valores de pixels); 
-Pode digitalizar diretamente a luz original refletida pelo seu objeto, decompondo imediatamente esse 
padrão de luz em uma série de valores de pixels. Em outras palavras, você pode usar uma câmera digital. 
Em seu nível mais básico, uma câmera digital, assim como uma câmera convencional, possui uma 
série de lentes que focaliza a luz para criar a imagem de uma cena. Mas em vez de focalizar essa luz 
sobre um pedaço de filme, ela o faz sobre um dispositivo semicondutor que grava a luz eletronicamente. 
Um computador então decompõe essas informações eletrônicas em dados digitais. Todo o divertimento 
e os recursos interessantes das câmeras digitais vêm como um resultado direto desse processo. 
 
Resolução: 
 
A quantidade de detalhes que a câmera pode capturar é chamada de resolução e é medida em pixels. 
Quanto mais pixels uma câmera possui, mais detalhes ela pode capturar e fotos maiores podem ser feitas 
sem granulação ou perda de nitidez. Veja abaixo algumas resoluções. 
256 x 256 - encontrada em câmeras muito baratas, essa resolução é tão baixa que a qualidade da foto 
quase sempre é ruim. Isso corresponde a um total de 65 mil pixels. 
640 x 480 - essa resolução é ideal para fotos enviadas por e-mail ou publicação de fotos em sites. 
1216 x 912 - este é um tamanho de imagem "megapixel": 1.109.000 pixels totais. Bom para fotos 
impressas. 
1600 x 1200 - com quase 2 milhões de pixels, essa é uma alta resolução. Pode-se imprimir uma foto 
de 10 cm x 13 cm tirada com essa resolução com a mesma qualidade obtida em um laboratório fotográfico. 
2240 x 1680 - encontrada em câmeras de 4 megapixels, permite fotos impressas ainda maiores, com 
boa qualidade para impressões de até 40 cm x 51 cm. 
 
8 Fonte: http://tecnologia.hsw.uol.com.br/cameras-digitais.htm 
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4064 x 2704 - uma câmera digital top de linha com 11,1 megapixels tira fotos com esta resolução. 
Nessa configuração, podem-se criar fotos impressas de 35 cm x 23 cm sem perder qualidade de imagem. 
 
13. Webcam9. 
 
Uma webcam é uma pequena câmera conectada a um computador que você pode usar para transmitir 
áudio e vídeo pela Internet. Você pode se comunicar com outras pessoas que têm webcam e pode assistir 
a um vídeo da outra pessoa enquanto conversa, ou então simplesmente tirar uma foto e já transmiti-la 
por e-mail, por exemplo. 
Os programas que você usa com uma webcam determinarão o que é possível fazer com ela. Por 
exemplo, para realizar um bate-papo com vídeo, você precisa de um programa que ofereça suporte para 
chamadas de vídeo e videoconferências, como o Windows Live Messenger, ou similares. 
Outros programas de webcam incluem softwares que ajudam a usá-la como uma câmera de segurança 
para monitorar sua casa ou seu escritório enquanto você estiver fora, ou programas que permitem que 
você crie seus próprios vídeos para publicar na Internet, além de muitas outras coisas. 
As webcams não são usadas somente em ambientes domésticos. Algumas organizações usam 
webcams para transmitir vídeos ao vivo, permitindo que as pessoas acompanhem o trânsito em uma via 
movimentada ou, por exemplo, visualizem um local famoso ou um ponto turístico a partir de seus 
computadores. 
 
Dois tipos: interna e externa. 
 
As webcams internas são incorporadas na estrutura de um monitor e normalmente estão localizadas 
logo acima da tela. Elas são mais comuns em laptops, mas também são incorporadas em alguns 
monitores autônomos e computadores multifuncionais (computadores que são integrados na carcaça do 
monitor). 
 
 
 
Muitos laptops são fornecidos com uma webcam integrada ao monitor. 
 
As webcams internas têm uma pequena lente parecida com a fina lente da câmera de muitos telefones 
celulares. Essas lentes são tão pequenas e discretas que algumas pessoas nem chegam a perceber que 
há uma webcam em seu notebook. 
As webcams externas são muito maiores e ficam fora do computador. 
 
 
 
Webcam externa. 
 
 
9 Fonte: http://windows.microsoft.com/pt-br/windows7/using-webcam 
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Elas devem ser conectadas ao computador com um cabo USB. A maioria das webcams externas tem 
ganchos que servem para pendurá-las na borda do monitor ou um suporte de fixação em uma superfície 
plana. 
 
14. Central Telefônica/PABX e sistemas de transferência de chamadas 
 
Em telecomunicações, uma central telefônica é o equipamento eletrônico que realiza a ligação 
(comutação) entre dois usuários ("assinantes") do serviço de telefonia. 
A palavra “ramal” significa que existe um entroncamento principal de onde se originam as ramificações 
ou para onde os ramos convergem. 
Falando de um sistema de telefonia de uma residência por exemplo. É possível utilizar extensões ou 
Ramal sem fio. 
Sendo assim para uma casa/residência não há problemas em utilizar ramal sem fio, pois para uso 
doméstico não influenciará no resultado final. Mas ao contrário facilitará, pois ira possibilitar o atendimento 
do telefone de qualquer cômodo ou ambiente da casa. 
Quando pensamos no sistema telefônico para empresas, temos que entender que a quantidade de 
linhas telefônicas e pessoas para utilizar estas linhas será muito maior. Neste caso o sistema será de uso 
comercial. Onde o uso de telefone sem fio de ramal não é indicado. 
 
a) Uso de Ramal em empresas: 
 
O ramal indicado para uso em empresas é provido por um equipamento de PABX, Central PABX ou 
Central Telefônica. E normalmente sua instalação é feita através de fios. Este equipamento além de 
prover os ramais, também dispõe de inúmeros recursos; como identificação de chamada no ramal, 
atendimento digital, retenção de chamada em espera e outras facilidades. 
 
b) Uso de PABX: 
 
PABX é a sigla para Private Automatic Branch Exchange, que quando traduzida para o português seria 
algo como "Troca automática de ramais privados". 
Esse sistema começou a se firmar nos anos 90, quando a indústria de telecomunicações passou por 
intensas mudanças. O PABX representou a troca das centrais telefônicas eletromecânicas pelas digitais, 
modificação fundamental para as operadoras de telefonia da época. 
Normalmente, sistemas de telefonia privada são caros e requerem um profissional para a instalação, 
já que envolvem um sistema complexo.Isso muda quando se trata do PABX: qualquer um que tenha 
conhecimentos básicos de informática pode realizar a sua instalação. Apesar da facilidade de instalação, 
os recursos são muitos! 
O sistema PABX pode ser utilizado tanto em empresas quanto em residências, mas são mais comuns 
em empreendimentos pela necessidade de atender a uma ampla rede de funcionários. 
Assim, dentro de uma call center, por exemplo, o PABX se configura como uma rede de telefonia 
privada. Uma vez instalado, é gratuito dentro de suas dependências, não estando associado a nenhuma 
operadora telefônica: basta estar ligado a uma tomada elétrica. 
O PABX, dessa forma, é um distribuidor de linhas e ramais. Várias pessoas podem usar a mesma linha 
telefônica por meio do sistema PABX, montando uma rede interna de comunicação. 
Em ligações dentro da empresa, basta que a pessoa selecione um código (normalmente, a tecla zero), 
para assim selecionar o PABX. Além disso, ele também é capaz de realizar chamadas externas. 
Já quando se trata de chamadas recebidas pela empresa, o PABX centraliza as ligações para um 
ponto único, o operador, que pode transferir a chamada para o ramal desejado. Para esse tipo de ação, 
geralmente se utiliza a tecla FLASH do aparelho telefônico. 
 
Em Síntese: É um equipamento centralizador de linhas e ramais, também conhecido por Central 
Telefônica, muitas pessoas utilizam os seus ramais em empresas, residências e diversos 
empreendimentos, permite a comunicação interna (através de ramais) e facilita a comunicação externa 
(linhas telefônicas fixas). Tornando a comunicação, mais segura e eficiente, já que proporciona sigilo total 
entre as ligações. 
 
É por meio do sistema PABX que empresas como as call centers ou empresas de variados segmentos 
podem existir e funcionar de forma eficaz e produtiva. Ele contribui para a organização de instituições, 
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. 72 
que lidam diariamente com um volume imenso de ligações a todo momento, direcionadas a diferentes 
pessoas e ramais. 
Após a instalação simples do sistema PABX, é possível, além de transferir chamadas, reter, estacionar 
e manter sigilo completo entre as ligações. Ele também conta com recursos, como atendimento 
automático, identificação de chamadas e secretária eletrônica. Como se não bastasse, é possível também 
conectar a central ao porteiro eletrônico, para que toque diretamente no telefone. 
 
c) Funções: 
 
As principais funções de uma central telefônica são semelhantes desde a sua invenção: 
 
-Atendimento; 
-Recepção de Informação; 
-Processamento da Informação; 
-Teste de ocupado; 
-Interconexão; 
-Alerta; 
-Supervisão; 
-Envio de informação. 
-Disponibilidade maior. 
d) Funcionamento do ramal no seu PABX: 
 
Todos os colaboradores terão um ramal próprio ou compartilhado e com uma numeração única que 
pode ser personalizada de acordo com as características do equipamento e necessidades da sua 
empresa. 
Funcionará assim, ao ligarem para sua empresa a chamada entra no PABX será direcionada para o 
ramal da telefonista, ela por sua vez ira transferir a ligação para o ramal de quem precisa atender a 
ligação. 
Também existe o Ramal DDR, este é disponibilizado pela operadora que fornece um tronco principal 
ou número chave com uma faixa de DDR’s. 
Exemplo: O número chave de sua empresa é (xx) 5555-5000 com 50 DDR. Então os ramais ficaram 
5001, 5002, 5003 e assim por diante até o 5049. Permitindo que a pessoa que está ligando de fora possa 
substituir apenas o sufixo do número para falar diretamente com o usuário interno daquele ramal sem 
passar pela telefonista. 
Sendo assim concluímos que a comutação entre transferência das ligações internas e externas, 
acontece sem a intervenção de um operador ou da telefonista. 
Evoluindo junto com a tecnologia, hoje temos uma grande variedade de PABXs disponíveis. Eles estão 
divididos em classes, PABX Analógico, Digital, Hibrido, VoIp e Virtual. 
 
- PABX Analógico – Equipamentos com circuitos e componentes analógicos, projetados para receber 
linhas fixas convencionais através das operadoras de telefonia fixa, seus ramais não dispõem de recursos 
avançados. Sua utilização é básica, com alguns recursos como bloqueio de ligação a cobrar e senha para 
ramais. 
 
- PABX Digital – Está à frente em relação as centrais analógicas, pois além de melhorar 
significativamente a qualidade das ligações eliminando ruídos e aumentando o volume do áudio, dispõe 
de DDR (discagem direta ramal) e entroncamento E1 (tronco digital). 
 
- PABX Híbrido – Agrega o melhor das tecnologias Analógica e Digital, e ainda implementa a 
tecnologia VoIp, permitindo interligar filias a custo zero, reduzindo assim custo, já que depois de 
configurada ela escolha a rota de menor custo para ligar, dependendo de cada tipo de chamada. 
 
- PABX VoIp – Um dos modelos de PABXs mais complexos e com mais recursos também, pois 
funciona de forma parecida com um servidor Proxy. Podemos ligar inclusive linhas convencionais através 
de placas, já que o “PABX Ip” ou “PABX VoIp” funciona como servidor gerenciando permissões dos 
usuários. Porém este equipamento foi projetado para funcionar com linhas de uma operadora VoIp. 
 
- PABX Virtual – Mais moderno e sofisticado, o PABX virtual é interessante pois permite o uso de 
ramais virtuais em qualquer dispositivo com acesso a internet, deixando o usuário conectado a sua rede 
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de ramais em qualquer lugar do mundo. Não há necessidade de instalações com fios e cabos pois o 
PABX Virtual é um sistema que funciona hospedado em um provedor na internet. O PABX Virtual é 
utilizado através de softwares instalados em PC, notebook, tabletes, smartphones, e celulares com 
acesso à internet. 
 
15. Fragmentadoras. 
 
Máquinas trituradoras de papéis são essencialmente equipamentos eletro mecânicos para destruição 
(trituração ou corte) de materiais diversos. Também conhecidas como: fragmentador, trituradora, 
picotadora, picotadeira e até mesmo por desfragmentadora, sua função é fragmentar, ou seja, cortar 
(triturar) materiais em partes reduzidas, de acordo com a necessidade de cada um. 
Fragmentadoras normalmente se dividem em 3 grupos: 
 
a) Fragmentadora de Papel (documentos) de Uso Doméstico; 
b) Fragmentadora de Papel de Uso Profissional ou para Escritórios; 
c) Fragmentadora Industrial (para papéis, papelão, embalagens, cartões, cd-rom). 
 
Para as fragmentadoras de papéis e de documentos de uso profissional, que são normalmente 
utilizadas em escritórios, o projeto de sua fabricação, bem como os seus componentes internos, seguem 
uma linha diferente das fragmentadoras de uso doméstico, e são projetadas e fabricadas buscando maior 
durabilidade, confiabilidade, eficiência, economia e segurança ao operador, bem como a segurança do 
ambiente onde a mesma está instalada. 
Dentre as principais vantagens de uma fragmentadora de papel de uso profissional em relação à 
fragmentadora de uso doméstico, temos: 
- Maior eficiência e economia de mão de obra dos usuários, pois seus motores elétricos são 
dimensionados para trabalhar em funcionamento contínuo sem parada para resfriamento causada por 
superaquecimento do motor. Isso constitui uma vantagem expressiva de economia em médio prazo, pois 
otimiza o tempo gasto pelos usuários na fragmentação de papeis e documentos, permitindo que os 
mesmos retornem mais rápido aos seus postos de trabalho, onde são gerados os valores da empresa. 
Indicada também para fragmentação de arquivo morto. 
- Maior durabilidade e menor índice de manutenção, pois possuem pentes raspadores metálicos 
(separadores) que têm a vantagem de resistirem ao atrito com os papeis, bem como com o atrito de clipes 
(até tamanho 2/0) e grampos metálicos (até tamanho 26/6). 
Além disso possuem motores de indução magnética que têm a vantagem de serem mais silenciosos 
e econômicos. Sua maioreficiência energética se dá pela ausência de atrito mecânico, pois não possuem 
escovas de carvão em atrito permanente. 
- Maior conforto no ambiente de trabalho, possuem baixo nível de ruído, atendendo à Lei Federal 
6614/77 em conjunto com a Norma NBR 10152 e NB 95 que estabelecem o máximo de 65 decibéis (65 
dBA) como nível de conforto acústico para locais de trabalho que requerem concentração. 
- Vantagem de possuir abertura de inserção de papeis (boca de inserção) mínima de 240 mm, gerando 
maior conforto e economia de tempo do usuário. Em fragmentadoras de uso doméstico, a abertura de 
inserção de 220 mm obriga o usuário a perder tempo alinhando os papeis antes de inserir os mesmos na 
fragmentadora, para que não dobrem e enrosquem nas laterais. Com uma abertura de inserção mínima 
de 240mm, os papeis podem ser introduzidos, mesmo que estejam desalinhados, evitando a perda de 
tempo dos usuários. 
- Destruição mais segura das partículas por possuírem cilindros de corte maciços (cilindros inteiriços). 
Mesmo inserindo-se uma maior quantidade de papeis, o cilindro de corte em aço maciço, por ter maior 
resistência mecânica, resiste ao esforço radial imposto pelo papel e não empena, impedindo o 
afastamento das arestas de corte e mantendo as partículas sempre do mesmo tamanho dentro da Norma 
DIN 66399. 
Uma vantagem adicional dos cilindros de corte em aço maciço é que a sua superfície de corte recebe 
um tratamento de endurecimento superficial chamado de tratamento térmico de têmpera por indução 
magnética. Esse é um tratamento especial que proporciona alta dureza nas arestas de corte, evitando 
assim o desgaste pelo atrito com o papel, clipes (até 2/0) e grampos (até 26/6), mas mantendo maior 
ductilidade no seu núcleo para absorção de choques e redução de fragilidade. Por isso que as arestas de 
corte nos cilindros de corte em aço maciço permanecem afiadas por muitos anos sem perder a geometria 
de corte. 
Veja possíveis problemas, causas e soluções (reparos) comuns em fragmentadoras: 
 
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. 74 
PROBLEMA CAUSA SOLUÇÃO 
A fragmentadora não 
funciona 
Não foi instalado 
corretamente 
Verifique o cabo de energia se foi 
conectado. 
A fragmentadora parou de 
puxar o papel. 
Atolamento de folhas. Utilize o botão (REVERSE) para 
parar a operação e voltar a folha 
A fragmentadora não 
puxa o papel 
Cesto não está encaixada 
no lugar correto. 
Coloque o cesto corretamente em 
seu lugar. 
 
O botão operacional da fragmentadora é localizado no topo da fragmentadora e possui três (3) modos 
operacionais: 
 
1. Posicionando o botão operacional na posição AUTO, o processo de fragmentação é iniciado 
automaticamente quando você coloca o papel no compartimento indicado. A fragmentadora irá parar 
automaticamente quando o papel completar o ciclo através do compartimento de fragmentação. 
 
2. Posicionando o botão na posição OFF (desligado) a fonte de energia é desligada. Este modo é 
recomendado quando a fragmentadora não for ser usada por um prolongado espaço de tempo. 
 
3. A posição REV. É utilizada para a remoção de papeis que venham a ficar presos no processo de 
fragmentação antes de completar o ciclo, utilizando assim o botão para limpar os cortadores. 
 
Questões: 
 
01. (IF-GO - Auxiliar em Administração - CS-UFG/2017). Os dados de um computador são 
armazenados internamente em um disco rígido. Para transportá-los de um computador para outro, é 
utilizado um Pen Drive que pode ser facilmente inserido em uma porta: 
 
(A) USB. 
(B) SATA. 
(C) IDE. 
(D) SERIAL. 
 
02. (IBGE – Agente Censitário – FGV/2017). Observe a figura a seguir, que ilustra o diagrama de um 
teclado genérico com agrupamentos de teclas. 
 
 
 
O grupo de teclas número 2 representa teclas de: 
 
(A) função; 
(B) controle; 
(C) navegação; 
(D) digitação alfanumérica; 
(E) numeração. 
 
03. (Prefeitura de Salvador – BA - Técnico de Nível Superior I – FGV/2017). Na sua configuração 
padrão, a pequena roda localizada entre os botões esquerdo e direito de um mouse padrão é usada no 
Windows para: 
 
(A) clicar em links em páginas Web. 
(B) desligar o computador. 
(C) clicar e selecionar itens. 
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. 75 
(D) rolagem. 
(E) selecionar texto sem usar os botões do mouse. 
 
04. (IBGE – Agente Censitário – FGV/2017). Observe a figura a seguir, que ilustra um dispositivo 
móvel com o cabo a ser conectado em um computador utilizado por Paulo. 
 
 
 
Para transferir dados do dispositivo móvel para o computador, Paulo deve conectar o periférico usando 
a porta: 
 
(A) DVI; 
(B) HDMI; 
(C) Ethernet; 
(D) USB; 
(E) VGA. 
 
05. (UEM – Técnico Administrativo – UEM/2017). Para a realização de cópias de segurança, o 
usuário pode utilizar os seguintes dispositivos: 
 
(A) Pen drive, DVD e disco rígido. 
(B) Pen drive, placa de rede e CD-R. 
(C) Disco rígido, DVD, placa de vídeo. 
(D) CD-RW, HD externo e placa de rede. 
(E) Pen-drive, disco rígido e placa de som. 
 
06. (CRQ – 19ª Região/PB – Coordenador Administrativo – EDUCA/2017). Os periféricos são 
placas ou aparelhos que recebem ou enviam informações para o computador. 
Dentre eles, podemos destacar, EXCETO: 
 
(A) Impressoras. 
(B) Digitalizadores. 
(C) Leitores de CD – DVD. 
(D) Mouses. 
(E) Firefox. 
 
07. (Pref. Bela Vista de Minas/MG – Assistente Social – FUNDEP/2017). Os periféricos são 
dispositivos instalados junto ao computador, e sua função é auxiliar na comunicação homem / máquina. 
Assinale a alternativa que apresenta corretamente um tipo de periférico de entrada. 
 
(A) Teclado 
(B) Impressora 
(C) Monitor 
(D) Memória RAM 
 
08. Câmara Municipal de Sorocaba - Telefonista – VUNESP). Lourdinha, telefonista há mais de dez 
anos, sabe que a diferença entre um PBX e um PABX existe porque: 
 
(A) PBX é um sistema digital e o PABX é um sistema manual. 
(B) o PABX é um sistema exclusivamente nacional. 
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(C) o PBX não precisa de um operador para funcionar. 
(D) o PABX precisa de um operador para funcionar. 
(E) o PABX é um sistema automático e o PBX é um sistema manual. 
 
09. (CRQ 4ª Região-SP – Administrador – Quadrix). Não é uma boa recomendação para o uso do 
fax: 
 
(A) configurar o número de fax para que possa ir diretamente para um arquivo de computador em vez 
de imprimir em papel 
(B) Utilizar sistema de faxes em computadores, ao invés de imprimir diretamente no aparelho de fax. 
(C) deixar uma linha específica para que o fax atenda automaticamente e inicie a impressão. 
(D) colocar a bandeja de fax com papel que já foi impresso de um lado 
(E) filtrar quais chamadas serão encaminhadas para impressão direta e quais não precisam ser 
impressas 
 
10. (METRÔ-DF - Operador Metro ferroviário Junior – IADES). A comunicação é essencial nas 
organizações e pode ser realizada de diversas maneiras. Uma central telefônica que permite efetuar 
ligações entre telefones internos sem intervenção manual, ou ainda telefonar e receber telefonemas da 
rede externa, podendo ser constituída de uma plataforma de hardware ou somente software facilita, ainda 
mais, o processo de comunicação da empresa com o respectivo público interno e externo. Com base no 
exposto, é correto afirmar que as informações apresentadas descrevem o: 
(A) PABX. 
(B) telefone. 
(C) buffer. 
(D) scanner. 
(E) e-mail. 
 
Respostas: 
 
01. Resposta: A. 
 
Uma USB, do inglês Universal Serial Bus, é uma tecnologia que tornou mais fácil a tarefa de conectar 
aparelhos e dispositivos periféricos ao computador (como teclados, mouse, modems, câmeras digitais) 
sem a necessidade de desligar/reiniciar o computador (“Plug and Play”) e com um formato diferenciado, 
universal, dispensando o uso de um tipo de conector específico para cada dispositivo. 
 
02. Resposta: A. 
 
1 - Digitação 
2 - Função 
3 - Controle 
4 - Navegaçãoe "0" nos circuitos internos dos computadores pode levar a crer 
que eles apenas servem para resolver problemas muito específicos, cujas grandezas de entrada e saída 
assumam apenas dois valores e que portanto sua utilização há de ser extremamente limitada. Esta 
conclusão é falsa. Na verdade, toda e qualquer grandeza do mundo real, desde as cores e posições dos 
pontos que formam a imagem da Mona Lisa, os compassos, timbres e notas musicais que compõem a 
Aria da Quarta Corda, o conjunto de caracteres que consubstanciam a Divina Comédia até a sucessão 
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. 4 
ordenada de aminoácidos que formam o DNA dos seres vivos, em suma: toda e qualquer criação humana 
ou da natureza, seja ela qual for, pode ser codificada e representada (com maior ou menor precisão) sob 
a forma de um conjunto de números. E estes números podem ser expressos no sistema binário. É por 
isso que o computador é uma máquina tão versátil e se presta a atividades tão disparatadas como 
calcular, escrever, desenhar, reproduzir músicas ou vídeo. Com um computador é possível pintar e 
bordar. 
Para que um dado ou informação possa ser processado por um computador, basta que ele seja 
codificado de tal forma que possa ser "modelado" através de um conjunto de números. Estes números 
serão então expressos no sistema binário e processados pelo computador. 
O processo de conversão das grandezas do mundo real em quantidades expressas no sistema binário 
chama-se "digitalização" (por exemplo: o dispositivo denominado "escâner" nada mais é que um 
digitalizador de imagens, enquanto o processo de gravação de um CD de áudio é a digitalização de sons). 
 
MEDIÇÃO DE VOLUME DE DADOS DOS COMPUTADORES. 
 
Bits e bytes 
 
 
 
Os computadores interpretam impulsos elétricos, que recebem o nome de bit (binary digit), cujo 
conjunto de 8 deles reunidos formam um byte. Estes impulsos podem ser positivos ou negativos, 
representados por 0 e 1. 
Sendo o bit representado por dois tipos de valores e o byte representando 8 bits, dois (bit) elevado a 
8 (byte) = 256 números binários, número suficiente para que possamos lidar com a máquina. 
Os bytes representam letras, acentos, caracteres, comandos enviados por dispositivos de entrada de 
dados, instruções, etc. 
A tabela ASCII, acrônimo de American Standard Code for Information Interchange (Código Americano 
Padrão para o Intercâmbio de Informações) abrange um conjunto de valores que representam caracteres 
e códigos de controle armazenados ou utilizados em computadores. 
No que se refere aos bits e bytes, tem-se as seguintes medidas: 
 
1 Byte = 8 bits. 
1 kilobyte (KB ou Kbytes) = 1024 bytes. 
1 megabyte (MB ou Mbytes) = 1024 kilobytes. 
1 gigabyte (GB ou Gbytes) = 1024 megabytes. 
1 terabyte (TB ou Tbytes) = 1024 gigabytes. 
1 petabyte (PB ou Pbytes) = 1024 terabytes. 
1 exabyte (EB ou Ebytes) = 1024 petabytes. 
1 zettabyte (ZB ou Zbytes) = 1024 exabytes. 
1 yottabyte (YB ou Ybytes) = 1024 zettabytes. 
 
É também por meio dos bytes que se determina o comprimento da palavra de um computador, ou seja, 
a quantidade de bits que o dispositivo utiliza na composição das instruções internas, como por exemplo: 
O comprimento da palavra em um computador é determinado por meio dos bytes ou seja, quantos bits 
são utilizados na composição das instruções internas: 
 
Apostila gerada especialmente para: Wagner André Vieira da Silva 073.769.494-70
 
. 5 
8 bits => palavra de 1 byte 
16 bits => palavra de 2 bytes 
32 bits => palavra de 4 bytes 
 
Quando é feita entre dispositivos, a transmissão de dados geralmente usa medições relacionadas a 
bits e não a bytes, também existindo os seguintes termos: 
 
1 kilobit (Kb ou Kbit) = 1024 bits 
1 megabit (Mb ou Mbit) = 1024 Kilobits 
1 gigabit (Gb ou Gbit) = 1024 Megabits 
1 terabit (Tb ou Tbit) = 1024 Gigabits 
 
Observação: 
 
Quando a medição é baseada em bytes, a letra 'b' da sigla é maiúscula (GB, MB). Quando a medição 
é feita em bits, o 'b' da sigla fica em minúsculo (Gb, Mb). 
Em relação à transmissões, a medição mais comum é dada em bits por segundo (Kb/s, Mb/s) 
 
1 Kb/s = 1 kilobit por segundo 
1 Mb/s = 1 megabit por segundo 
1 Gb/s = 1 gigabit por segundo 
 
Também é comum o uso de Kbps, Mbps ou Gbps para expressar a quantidade de bits transferidos, 
com a terminação "ps" se referindo a "per second (por segundo)". No entanto, "ps" é uma sigla 
para picossegundo, de acordo com o Sistema Internacional de Unidades, assim, o uso de "/s" é mais 
adequado para expressar bits transferidos por segundo. 
 
Outras medidas: 
 
Se você adquirir, por exemplo, um HD de 500 GB, vai perceber que o sistema operacional do 
computador mostrará uma capacidade menor que essa em relação ao dispositivo. 
Os sistemas operacionais, de modo geral, consideram por exemplo 1 kilobyte equivalente a 1024 
bytes, o mesmo com megabytes, gigabytes, etc. Já fabricantes de discos rígidos e/ou de dispositivos 
SSD, por exemplo, consideram 1 kilobyte a 1000 bytes, e assim por diante. Esse é o motivo do sistema 
operacional mostrar uma quantidade menor de capacidade de armazenamento em relação ao dispositivo. 
Uma possível solução para esse impasse está nas terminologias e abreviações que a International 
Electrotechnical Commission (IEC) criou para indicar as medições baseadas em 1024 bytes, que são as 
seguintes: 
A IEC, International Eletrotechnical Commission, para tentar resolver este impasse, criou terminologias 
para indicar medições baseadas em 1024 bytes, da seguinte forma: 
 
1 kibibyte (ou KiB) = 1024 bytes 
1 mebibyte (ou MiB) = 1024 kibibytes 
1 gibibyte (ou GiB) = 1024 mebibytes 
1 tebibyte (ou TiB) = 1024 gibibytes 
1 pebibyte (ou PiB) = 1024 tebibytes 
1 exbibyte (ou EiB) = 1024 pebibytes 
1 zebibyte (ou ZiB) = 1024 exbibytes 
1 yobibyte (ou YiB) = 1024 zebibytes 
 
Nas medições baseadas em bits: kibibit, mebibit, gibibit, tebibit e assim por diante. 
Este sistema de medidas elaborado pela IEC é tido como o correto, deixando os prefixos quilo, mega, 
giga, tera, peta, exa, zetta e yotta (que são oriundos do Sistema Internacional de Unidades) representando 
1000 bytes e seus múltiplos (isto é, potências de 10). Assim, as denominações da IEC equivalem às 
representações de 1024 bytes e seus múltiplos (potências de 2). Em resumo, essas medições ficam 
assim: 
 
 
 
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. 6 
1 Kilobyte = 1000 bytes 1 kibibyte = 1024 bytes 
1 Megabyte = 1000 kilobytes 1 mebibyte = 1024 kibibytes 
1 Gigabyte = 1000 megabytes 1 gibibyte = 1024 mebibytes 
1 Terabyte = 1000 gigabytes 1 tebibyte = 1024 gibibytes 
1 Petabyte = 1000 terabytes 1 pebibyte = 1024 tebibytes 
1 Exabyte = 1000 petabytes 1 exbibyte = 1024 pebibytes 
1 Zettabyte = 1000 exabytes 1 zebibyte = 1024 exbibytes 
1 Yottabyte = 1000 zettabytes 1 yobibyte = 1024 zebibytes 
 
SISTEMA COMPUTACIONAL2. 
 
Um sistema computacional consiste num conjunto de dispositivos eletrônicos (hardware) capazes de 
processar informações de acordo com um programa (software). O software mais importante é o sistema 
operacional, porque ele fornece as bases para a execução das aplicações, às quais o usuário deseja 
executar. Exemplos de sistemas operacionais são o Windows, o Macintosh e o Linux, dentre outros. Um 
dos mais utilizados por usuários domésticos hoje é o Windows, produzido pela Microsoft. 
Um sistema computacional pode ser composto de rede de computadores, servidores e cluster, 
dependendo da situação e das necessidades. 
Um sistema computacional (ou baseado em computador) é aquele que automatiza ou apoia a 
realização de atividades humanas através do processamento de informações. 
Um sistema baseado em computador é caracterizado por alguns elementos fundamentais. 
 
- Hardware 
- Software 
- Informações 
- Usuários 
- Procedimentos ou Tarefas 
- Documentação 
 
O hardware corresponde às partes eletrônicas e mecânicas (rígidas) que possibilitam a existência5 – Numérico 
 
03. Resposta: D. 
 
SCROLL: a pequena roda localizada entre os botões esquerdo e direito de um mouse padrão (ou seja, 
no meio dos botões). 
Esta "Rodinha" combinada à outras teclas pode ser usada para zoom e basicamente rolagem nas 
interfaces de programas e janelas. 
 
04. Resposta: D. 
 
(A) DVI: Cabo DVI é um conector que usa sinal digital para transferir imagens da placa de vídeo para 
monitores e projetores digitais. 
(B) HDMI: O cabo HDMI é um transmissor de dados para aparelhos de alta resolução, como 
televisores, videogames e computadores. 
(C) Ethernet: Ethernet é uma arquitetura de interconexão para redes locais - Rede de Área Local (LAN) 
- baseada no envio de pacotes. Ela define cabeamento e sinais elétricos para a camada física, em formato 
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. 77 
de pacotes e protocolos para a subcamada de controle de acesso ao meio (Media Access Control - MAC) 
do modelo OSI. 
(D) USB: Universal Serial Bus (USB) é um tipo de conexão "ligar e usar" que permite a fácil conexão 
de periféricos sem a necessidade de desligar o computador. 
(E) VGA: Video Graphics Array (VGA) é um padrão de gráficos de computadores introduzido em 1987 
pela IBM, sendo também usado vulgarmente para designar o conector associado ao padrão. O nome 
correto para tal conector é D-SUB ou Conector DB. 
 
05. Resposta: A. 
 
Por eliminação: 
 
- Placa de rede: é o hardware que permite aos computadores conversarem entre si através da rede. A 
sua função é controlar todo o envio e recepção de dados através da rede. 
- Placa de som: é um dispositivo de hardware que envia e recebe sinais sonoros entre equipamentos 
de som e um computador executando um processo de conversão entre a forma digital e analógica para 
outros periféricos como fones de ouvido ou provendo interfaces para outros equipamentos digitais. 
- Placa de vídeo: é o componente do hardware do computador responsável por administrar e controlar 
as funções de exibição de vídeo na tela. Todo computador contemporâneo usa uma interface gráfica. A 
placa gráfica faz com que essa interface salte aos olhos através do LCD. 
 
06. Resposta: E. 
 
- Periféricos de entrada (passam informação para a máquina): teclado, mouse, scanner, webcam, 
microfone, touchpad, trackball, CD-ROM. 
- Periféricos de saída (máquina para o homem): Monitor de vídeo, impressora (laser, matricial, jato de 
tinta), caixa de som, gravadores. 
- Periféricos de entrada e saída: Modem, Impressora Multifuncional, monitor de vídeo touch screen, 
pen drive, CD-RW, Drive de Dvd. 
- Firefox: navegador. 
 
07. Resposta: A. 
 
(A) Teclado: Dispositivo de entrada. 
(B) Impressora: Dispositivo de saída. 
(C) Monitor: Dispositivo de saída. 
(D) Memória RAM: Memória de trabalho, é volátil. 
 
08. Resposta: E. 
 
Atualmente os PBX são sistemas manuais obsoletos (necessitam de um operador), tendo sido 
substituídos por sistemas automáticos conhecidos como PABX. 
 
09. Resposta: C. 
 
A recomendação é que se configure o número de fax para que os faxes possam ir diretamente para 
um arquivo de computador em vez de imprimir em papel diretamente e não para que o fax atenda 
automaticamente e inicie a impressão. 
Ressalta-se que o problema da alternativa não é disponibilizar uma linha que atenda e forneça 
automaticamente o sinal de fax, mas sim a configuração de impressão automática que irá imprimir todo e 
qualquer fax recebido, o que acarreta em desperdício de material de escritório com impressões nem 
sempre necessárias. 
 
10. Resposta: A. 
 
PABX - Private Automatic Branch Exchange, cuja tradução seria Troca automática de ramais privados, 
é um centro de distribuição telefônica pertencente a uma empresa que não inclua como sua atividade o 
fornecimento de serviços telefônicos ao público em geral. 
 
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. 78 
 
 
WINDOWS XP. 
 
O Windows XP é um sistema operacional da Microsoft que foi lançado no ano de 2001, em abril de 
2014 a Microsoft encerrou o suporte técnico para este sistema operacional, o que significa que ele não 
irá mais receber atualizações de proteção ou falhas de segurança do código do sistema. 
O sistema operacional continua funcionando, hoje mesmo com o fim do suporte e muitas empresas e 
órgãos do governo ainda utilizam o Windows XP, a recomendação da Microsoft é para que as pessoas 
que tem esta versão do Windows no computador migre para o Windows 8. As principais versões são a 
Home voltada para o uso doméstico e a Professional para empresas e usuários com conhecimentos 
avançados. 
 
 
 
Tela inicial do Windows XP. 
 
A tela inicial do Windows XP é iniciada ao ligar o computador, através dela podemos acessar todos os 
componentes do sistema operacional. Ela é composta pela área de trabalho, botão iniciar, a barra de 
tarefas e a área de notificação. 
 
 
 
Área de trabalho do Windows XP. 
7. Ambientes operacionais: utilização dos sistemas operacionais 
Windows XP Profissional e Windows 7. 
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. 79 
ÁREA DE TRABALHO. 
 
 
 
Área de trabalho do Windows XP 
 
Local usado para armazenar itens que necessitem de acesso rápido, que são representados por 
ícones, no exemplo abaixo temos acesso apenas a lixeira, esta é configuração inicial do Windows XP. 
Quando instalamos novos programas no computador sempre é sugerida a criação de um atalho para o 
mesmo, que vai aparecer na área de trabalho, também é possível criar atalhos ou pastas. Não é 
recomendado que sejam criadas pastas na área de trabalho, pois quanto mais pastas e arquivos existirem 
na área de trabalho, mais lenta se tornara a inicialização de seu sistema operacional. 
O ícone que visualizamos na área de trabalho permite acessar a lixeira, a lixeira é o local onde ficam 
armazenados os arquivos ou pastas que foram excluídos. 
A pasta que armazena os arquivos da lixeira fica oculta, o ícone que aparece na área de trabalho é um 
atalho e mesmo que você o selecione e aperte o botão delete a lixeira não será apagada. Para acessá-la 
basta clicar duas vezes com o mouse sobre o ícone, em seguida uma janela vai se abrir mostrando o 
conteúdo da lixeira. Quando clicamos duas vezes no ícone de uma pasta a mesma é exibida em uma 
janela e dentro dela todos seus arquivos e pastas que possam existir dentro dela. Ao clicar duas vezes 
sobre o ícone de um atalho podem ocorrer duas situações, se o atalho for de uma pasta, uma janela será 
iniciada com o conteúdo da mesma, caso o atalho seja de um programa o mesmo será iniciado. 
 
 
 
 
 
Janela que é iniciada ao clicar duas vezes no ícone da lixeira. 
 
Note que não há nada na lixeira, isto significa que nada foi excluído até o momento. 
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. 80 
Observação: 
 
Para excluir um arquivo ou pasta basta selecioná-lo e pressionar o botão delete, em seguida uma 
mensagem de confirmação será exibida, confirmando o arquivo será excluído e vai para a lixeira, também 
existe a opção de excluir um arquivo sem que ele seja enviado para a lixeira, é só pressionar o botão 
(Shift + Delete), assim também vai aparecer uma mensagem de confirmação, porem se você excluir este 
arquivo ele não vai para a lixeira e não será possível recupera-lo. 
 
 
 
Mensagem de confirmação que é exibida antes de enviar um arquivo para a lixeira. 
 
 
 
Mensagem de confirmação que é exibida antes de excluir um arquivo definitivamente. 
 
É possível restaurar um documento que está na lixeira, selecionando o arquivo e clicando na opção 
restaurar item, ao realizar esta ação o documento irá voltar ao local de origem. 
 
 
Restaurando um item da lixeira. 
 
A opção esvaziar lixeira apaga todos os arquivos da lixeira, fazendo isso não será possível recuperá-
los. 
 
1. Ícones. 
 
Os ícones permitem que sejam acessados os programas, pastasou arquivos, há diversos tipos de 
ícones, na tabela abaixo serão listados os principais ícones que podem ser visualizados em uma 
instalação nova do Windows XP. 
 
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. 81 
ÍCONE DESCRIÇÃO 
 
 
Pasta: Representa as pastas onde são armazenados arquivos, 
programas ou outras pastas. 
 
 
 
Áudio: Arquivos de som que por padrão são reproduzidos com o 
programa Windows Media Player. 
 
 
Atalho de programa: Permite abrir o programa Internet Explorer, 
o navegador padrão do Windows XP. Note que o desenho deste 
atalho é o mesmo do programa, geralmente cada programa 
possui um ícone diferente. 
 
 
 
Atalho de pasta: Permite acessar a pasta sem ter de ir até o local 
original da mesma. 
 
 
 
Documento de texto: Arquivos de texto no formato .TXT, por 
padrão abre com o bloco de notas. 
 
 
 
Documento RTF: Arquivos de texto no formato RTF, por padrão 
abre com o programa WordPad, que é o editor de textos padrão 
do Windows XP. 
 
 
 
Imagem JPEG: Arquivos de imagem que são visualizados por 
padrão com o visualizador de imagens do Windows e podem ser 
editados com o Paint. 
 
 
 
Lixeira: Local para onde vão os arquivos quando são apagados. 
 
Observação: 
 
Para identificar os ícones que representam atalhos, basta olhar no canto inferior esquerdo e observar 
se há uma seta que indica que este ícone é um atalho. 
 
2. Barra de Tarefas. 
 
Sempre que um programa é executado ou uma janela é aberta um botão correspondente a eles será 
exibido na barra de tarefas, é possível abrir várias pastas ao mesmo tempo, programas, etc.... 
Este botão permite alterar qual está sendo visualizado de acordo com as necessidades do usuário. 
Sempre que uma janela ou programa é fechado ele irá desaparecer da barra de tarefas. 
Fazem parte da barra de tarefas o menu iniciar, a barra de ferramentas e a área de notificação. 
 
 
 
Barra de tarefas. 
 
 
 
Barra de tarefas com programas e pastas iniciados. 
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. 82 
3. Barra de Ferramentas. 
 
Permite alterar opções de configuração do computador, como o idioma, ou permitir acesso rápido a 
programas ou a área de trabalho. 
 
 
 
Opção de seleção de idioma da barra de ferramentas. 
 
4. Área de Notificação. 
 
Mostra o relógio e o status de atividades que ocorrem no computador, como o monitoramento de um 
antivírus, informações sobre uma impressão, um dispositivo USB conectado, lembretes de atualização do 
sistema, etc. 
 
 
 
Área de notificação. 
 
5. Botão Iniciar. 
 
 
 
Imagem do botão iniciar. 
 
O botão iniciar permite o acesso ao menu de opções do Windows XP, que oferece opções para acessar 
os programas instalados, o painel de controle, a ajuda do Windows, as bibliotecas e desligar o 
computador. 
 
6. Menu Iniciar. 
 
 
 
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. 83 
1- Nome e imagem do usuário atual do sistema operacional. 
 
- Usuário do Windows. 
 
As contas de usuário permitem que cada usuário tenha sua área de trabalho personalizada, oferece 
uma pasta Meus documentos para cada usuário, tornando os arquivos que estão dentro dela particulares. 
Há dois tipos de contas de usuário, o Administrador, que tem permissão para alterar todas as 
configurações do computador, as principais permissões de um administrador são: instalar programas, 
acessar todos os arquivos mesmo sendo de outros usuários e criar e excluir contas de usuário. A conta 
limitada que permite que o usuário altere apenas seus arquivos, sua imagem de usuário e sua senha. 
 
2- Atalhos fixados de programas. 
 
Estes atalhos sempre irão aparecer quando clicar no botão iniciar, podemos adicionar qualquer 
programa neste grupo de opções. 
 
3- Listagem dos programas utilizados com mais frequência. 
 
4- Todos os programas. 
 
Dá acesso aos programas instalados no computador, no menu iniciar sempre que aparecer uma seta 
voltada para o lado direito significa que há um submenu com mais opções. 
 
 
 
Opção Todos os programas e alguns submenus. 
 
5- Opções para encerrar o sistema operacional. 
 
Através do botão acessamos as opções para desligar o computador. 
 
- Fazer Logoff. 
 
Oferece duas opções: Trocar Usuário, permite que outro usuário acesse o sistema operacional 
enquanto os programas do usuário atual permanecem abertos. A opção Fazer Logoff fecha os programas 
em execução e encerra a seção do usuário no Windows. 
 
 
 
Opção Fazer Logoff do Windows. 
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. 84 
- Deligar O Computador. 
 
Oferece três opções: Hibernar, que salva o estado atual da área de trabalho do computador no HD e 
desliga o computador, permitindo continuar de onde parou quando ligar o computador novamente. 
Desativar, encerra o Windows de forma segura, fechando todos os programas que estão sendo 
executados. Reiniciar, encerra o Windows e o reinicia. 
 
 
 
Opção Desligar o computador. 
 
6 – Executar. 
 
Permite abrir um programa, uma pasta ou um site. Note na imagem abaixo que foi digitada a palavra 
calc, que é o nome da calculadora do Windows, a clicar em Ok o aplicativo de calculadora será iniciado. 
 
 
 
Tela do item executar. 
 
7- Pesquisar. 
 
Auxilio para localizar programas ou arquivos no computador. Na tela de pesquisa podemos definir qual 
tipo de arquivo estamos procurando, isto ajuda a refinar a pesquisa, é possível escolher entre imagens, 
músicas ou vídeos, Documentos, planilhas..., Todos arquivos ou pastas, computadores, informações de 
ajuda ou realizar uma pesquisa na internet. Como exemplo vou mostrar uma pesquisa usando a opção 
“Todos arquivos ou pastas”. 
 
 
 
Tela de pesquisa do Windows XP. 
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. 85 
Ao clicar na opção “Todos arquivos ou pastas”, poderemos definir os critérios de pesquisa, pelo nome 
do arquivo, por uma palavra ou frase que está no arquivo, podemos escolher em qual unidade de disco 
queremos procurar e para refinar mais ainda o resultado há opções como definir a data em que o arquivo 
foi modificado, o tamanho do arquivo ou escolher opções avançadas, que permitem pesquisar arquivos 
ocultos, diferenciar letras maiúsculas de minúsculas, etc. No exemplo abaixo vamos pesquisa arquivos 
ou pastas que contenham em seu nome a palavra texto. 
 
 
 
Pesquisa de arquivos ou pastas que contenham no nome a palavra texto. 
 
 
 
Resultado da pesquisa 
 
Como resultado da pesquisa temos vários arquivos de texto que são .txt, um arquivo de imagem .bmp 
e uma pasta. Note que todos possuem a palavra texto no nome. Nesta tela temos informações como o 
nome do arquivo ou pasta, o caminho do local onde o arquivo ou pasta está gravado, seu tamanho, seu 
tipo e a data da sua última modificação. 
Para auxiliar nas pesquisas podemos utilizar os caracteres curinga, que servem para impor restrições 
a nossa pesquisa, por exemplo: Se ao invés de digitar a palavra “texto” eu digitar “texto*” a pesquisa do 
Windows vai pesquisa apenas arquivos ou pastas que comecem exatamente com a palavra texto, porem 
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. 86 
o nome do arquivo pode ter mais caracteres, desde que estejam depois da palavra texto. Veja abaixo o 
resultado da pesquisa quando adicionamos o “*” a palavra “texto”. 
 
 
 
Resultado da pesquisa pela palavra “texto*” 
 
Agora nossa pesquisa tem dois arquivos a menos, que são os que continham a palavra “texto”, porém 
o nome deles não se iniciava com esta palavra. Compare com a imagem anterior e note a diferença no 
resultado 
O caractere “*” (asterisco), é usado quando sabemos como se inicia o nome do arquivo, mas não 
sabemos como termina. 
Se soubermos o tipo do arquivo, basta adicionar a extensão do arquivo na pesquisa. Veja na tabela 
abaixo as principaisextensão de arquivos utilizadas no Windows. 
 
EXTENÇÃO DESCRIÇÃO 
.accdb Arquivos de banco de dados, extensão usada pelo Microsoft Access. 
.avi Arquivos de vídeo 
.bmp Arquivos de imagem 
.doc Arquivo de texto, extensão usada pelo Microsoft Word 
.docx 
Arquivo de texto, extensão usada pelo Microsoft Word a partir da versão 
2007 
.exe 
Arquivo executável. Programas a serem instalados ou já instalados no 
computador. 
.html 
Formato usado para páginas Web, caso tenha alguma salva em seu 
computador elas costuma ter esta extensão. 
.hlp Arquivos de ajuda que vem com os programas. 
.ico Arquivos de ícone do Windows. 
.ini Dados sobre configuração de algum programa. 
.iso 
Arquivos de imagem de disco. Contém todas as informações de um disco 
seja ele CD ou DVD. 
.jpg Arquivos de imagem. 
.mp3 Arquivos de áudio. 
.mp4 Arquivos de vídeo. 
.pdf Documentos eletrônicos, geralmente exibem textos. 
.png Arquivos de imagem. 
.ppt Arquivo de apresentação, extensão usada pelo Microsoft Power Point. 
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. 87 
.pptx 
Arquivo de apresentação, extensão usada pelo Microsoft Power Point a 
partir da versão 2007. 
.rar 
Arquivos comprimidos. Usado quando desejamos compactar um 
documento ou vários em um único arquivo. 
.reg Arquivos com informações referente ao registro do Windows 
.txt Arquivos de texto, abrem com qualquer editor de textos. 
.xls Arquivo de planilha, extensão usada pelo Microsoft Excel 
.xlsx 
Arquivo de planilha, extensão usada pelo Microsoft Excel a partir da 
versão 2007 
.zip 
Arquivos comprimidos. Usado quando desejamos compactar um 
documento ou vários em um único arquivo. É o formato mais utilizado. 
 
Principais extensões de arquivos do Windows. 
 
 
 
Pesquisa de arquivos com a extensão “.txt”. 
 
Note que a pesquisa trouxe menos resultados ainda, pois definimos como critério arquivos com o nome 
“texto”, onde não sabemos como termina o nome do arquivo usando o “*” e agora ainda acrescentamos 
o critério de que o arquivo deve ter a extensão “.txt”, ou seja, o resultado só contém arquivos de texto, já 
são dois arquivos a menos que na pesquisa anterior, isto ajuda muito, pois dependendo da pesquisa 
podemos ter centenas de resultados, refinando-a o trabalho de encontrar um arquivo perdido torna-se 
mais fácil de realizar. 
Ainda existe mais um caractere curinga que pode ser usado para auxiliar nas pesquisa, que é o “?” 
(interrogação). O “?” serve para substituir um único caractere em um nome de arquivo quando 
pesquisamos usando a extensão do arquivo. Veja abaixo o resultado de uma pesquisa usando este 
caractere. 
 
 
 
Resultado de pesquisa usando o caractere “?” 
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. 88 
Agora nossa pesquisa só retornou dois resultados, pois apenas aparecem os arquivos que tenham a 
extensão “.txt” e que possuam um caractere após o nome “texto”, note que o arquivo “Texto.txt” não 
apareceu nesta pesquisa, pois não existe nenhum caractere após o fim da palavra “Texto”. Ao encontrar 
o arquivo basta clicar duas vezes sobre ele para visualiza-lo. 
 
Observação: 
 
Em pesquisas onde usamos o caractere “?” não é levado em consideração para a pesquisa o tipo da 
extensão do arquivo. 
 
8 – Ajuda e suporte. 
 
Traz dicas e informações sobre o Windows. Através desta opção é possível tirar dúvidas sobre o 
sistema operacional. 
 
 
 
Tela de ajuda e suporte do Windows XP 
 
9 - Opções de configuração do sistema. 
 
- Painel de Controle. 
 
Permite personalizar a aparência e funcionalidades do computador, adicionar ou remover programas 
e configurar conexões de rede e contas de usuário. 
 
 
 
Tela do painel de controle. 
 
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. 89 
- Definir Acesso e Padrões de Programa. 
 
Permite escolher qual será o programa padrão para determinadas atividades como navegador WEB, 
reprodutor padrão de áudio, para envio de e-mail, etc. Note que no título da tela de exemplo abaixo, o 
nome da tela é “Adicionar ou remover programas, porque a definição de acesso e padrões de programa 
é um subitem deste grupo de opções. 
 
 
 
Tela de definições de acesso e padrões do programa. 
 
Observação: 
 
 No Windows XP há diversas maneiras de acesso diferentes para cada opção de configuração do 
computador. 
 
- Impressoras e Aparelhos de Fax. 
 
Mostra as impressoras e aparelhos de fax disponíveis, permite adicionar novos ou configurá-los. 
 
10 – Atalhos para abrir arquivos. 
 
Oferece diversas maneiras de acesso as pastas do Windows. 
 
- Meus Documentos: pasta criada na instalação do sistema para que o usuário do computador 
armazene seus arquivos 
- Documentos Recentes: exibe uma lista do últimos arquivos visualizados 
- Minhas Imagens: pasta criada na instalação do sistema para que o usuário do computador armazene 
suas fotos 
- Minhas Músicas: pasta criada na instalação do sistema para que o usuário do computador armazene 
suas músicas. 
- Meu Computador: Fornece acesso às unidades de disco que estão conectadas aos computador como 
o HD, pen drive ou câmeras digitais e outros dispositivos que possam estar conectados. 
 
 
 
Meu computador. 
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. 90 
Na imagem acima é possível visualizar no item unidades de disco rígido a partição “C: “que representa 
o HD do computador, no item dispositivos com armazenamento removível temos a unidade “D:” que 
representa o drive de CD do computador. 
 
WINDOWS EXPLORER. 
 
Exibe em uma estrutura hierárquica os arquivos pastas e unidades de disco presentes no computador, 
a estrutura dele permite que criemos pastas ou arquivos e a navegação estre eles. A janela do Windows 
Explorer é iniciada através da combinação de teclas (Windows + E). Sempre que estamos navegando 
entre pastas a configuração de janela será a mesma, segue abaixo as explicações sobre os itens que são 
exibidos em na janela do Windows Explorer. 
 
 
 
Tecla Windows (fica localizada na parte inferior do teclado). 
 
 
 
 Tela do Windows Explorer. 
 
1- Barra de títulos. 
 
Exibe o nome da pasta ou da unidade de disco acessada. No lado direito aparecem os botões de 
minimizar, maximizar e fechar. 
 
- Minimizar. 
 
Reduz a janela a um botão na barra de tarefas. 
 
 
 
Ícone do botão minimizar. 
 
- Maximizar. 
 
Amplia a janela até ocupar toda a área de trabalho, ao clicar novamente o tamanho da janela retornara 
ao tamanho original. 
 
 
 
Ícone do botão maximizar. 
1- Barra de títulos. 
 
2- Menu. 
 
3- Barra de navegação. 
 
4- Barra de endereço. 
 
5- Exibição de nível 
hierárquico de pastas. 
 
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. 91 
- Fechar. 
 
Fecha a janela atual. 
 
 
 
Ícone do botão fechar. 
 
2- Menu. 
 
Traz opções de configurações dos arquivos e pastas que aparecem na janela, como exclusão, copiar, 
colar, recortar, configurar modos de visualização, ajuda. 
 
 
 
Menu 
 
3- Barra de navegação. 
 
Local que permite acessar os arquivos e pastas de forma rápida, possui diversos botões. 
Para entender melhor como funcionam os botões basta observarmos o item: 5- Exibição de nível 
hierárquico de pastas, que possibilita uma visualização da maneira que as pastas estão organizadas. 
 
 
 
Exibição do nível hierárquico de pastas. 
 
Ao visualizar esta opções, note que aparecem símbolos de “+” (significa que há subpastas e ao clicar 
nele o item será expandido e as subpastas serão mostradas) e “ - “, (permite ocultar as subpastas). 
Na imagem acima é onde há uma seta vermelha significa que foi clicado no “+” para exibir suas 
subpastas. As pastas expandidas são: Meu computador, Disco local (C:), Documents and settings, 
ultimoxp (pasta do usuário do computador). A pasta meus documentos fica dentro da pasta do usuário do 
computador, note queo caminho até ela é bem extenso, e o Windows Explorer facilita adicionando um 
atalho que fica localizado logo abaixo do da área de trabalho, como é possível visualizar com a seta verde. 
Quando estamos em uma subpasta sabemos que ela faz parte de alguma outra pasta, esta pasta está 
um nível acima, por exemplo, na imagem abaixo há uma pasta com o nome “Pasta”, um nível acima dela 
eu tenho a pasta “Exemplo ícones”, que está dentro da pasta “Meus documentos”, assim um nível acima 
da pasta “Exemplo de ícones” há a pasta “Meus documentos”. 
 
 
 
Exemplo de hierarquia de pastas. 
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. 92 
Olhando para a imagem acima note que quando não há sinal de “+” ou de “ - “ significa que não há 
pastas dentro. As pastas “Minhas imagens”, “Minhas músicas” e “Textos” não possuem subpastas. Elas 
estão dentro da pasta Meus Documentos, observe que sempre que um diretório está dentro de outro ele 
fica mais à direita, assim quando vemos as pastas “Exemplo de ícones”, Minhas imagens”, “Minhas 
músicas” e “Textos” é possível notar que elas estão alinhas na mesma direção, pois todas estão dentro 
da pasta “Meus documentos. 
 
 
 
Visualização da pasta “Meus documentos”. 
 
- Voltar. 
 
Permite voltar para a pasta visualizada anteriormente. 
 
 
 
Botão voltar (a seta do lado direito permite escolher para onde desejamos voltar). 
 
Ex: (Ao iniciar o Windows Explorer, e clicar para abrir a pasta “Meus documentos” (1) em seguida a 
pasta “Minhas imagens” (2), note que o botão avançar está desabilitado, pois não acessamos nenhuma 
pasta que faz parte do diretório “Minhas imagens”, clicando no botão voltar (3) retornaremos a pasta 
“Meus documentos” (4). 
 
 
 
Exemplo uso do botão voltar. 
 
- Avançar. 
 
Permite visualizar uma pasta já visualizada que esteja dentro da pasta atual. 
 
 
 
Botão avançar (a seta do lado direito permite escolher para onde desejamos avançar). 
 
Seguindo o exemplo anterior, imagine que agora decidimos ir para a pasta “Minhas imagens” 
novamente, é só clicar na opção avançar (5) para ir para a pasta minhas imagens (6), se ao invés de 
clicarmos em avançar clicarmos em voltar serão exibidos os itens do “Meu computador”. 
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. 93 
 
 
Exemplo botão avançar. 
 
Acima: direciona a janela para uma pasta de nível acima. Quando acessamos muitas pastas na mesma 
janela utilizar o botão voltar para retornar a uma pasta de nível superior pode demorar, para isso podemos 
clicar neste ícone 
 
 
 
Botão acima. 
 
Na imagem abaixo estou visualizando a pasta “Textos”, e navegando pelos níveis hierárquicos cliquei 
na pasta com o nome “Pasta”, se eu clicar no botão voltar eu voltarei para a pasta “Textos”, mas se eu 
clicar no botão acima irei para a pasta “Exemplo de ícones”, pois a pasta “Pasta” pertence a ela, pois, a 
pasta exemplo de ícones está um nível acima. 
 
 
 
Exemplo de uso do botão acima. 
 
- Pesquisar. 
 
Abre o menu de pesquisa, igual ao da opção pesquisar que fica no menu iniciar. 
 
 
 
Botão pesquisar. 
 
- Pastas. 
 
 Se habilitada permite visualizar os níveis de hierarquia se não mostra um menu padrão do Windows 
XP. 
 
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Exemplo do ícone pastas desabilitado. 
 
Modos de exibição: Permite escolher a forma que as pastas e os arquivos serão exibidos. 
 
 
 
Botão modos de exibição. 
 
4- Barra de endereço. 
 
Exibe a localização da pasta. 
 
 
 
Barra de endereço. 
 
5- Exibição de nível hierárquico de pastas. 
 
Explicado no item 3- Barra de navegação. 
 
PRINCIPAIS TECLAS DE ATALHO DO WINDOWS XP10. 
 
Quando houver o + indicando que existe mais de uma tecla a ser utilizada no atalho, você deverá 
segurar as duas ou três teclas indicadas ao mesmo tempo e só soltá-las depois de todas pressionadas. 
Onde tiver "Windows", esse se refere àquela tecla da bandeirinha do Windows que fica do lado esquerdo 
do teclado entre as teclas ctrl e alt. 
 
- Windows: Abre o menu Iniciar. 
- Windows + D: Minimizar ou restaurar todas as janelas e mostrar a área de trabalho. 
- Windows + M: Minimizar todas as janelas. 
- Shift + Windows + M: Maximizar todas as janelas abertas. 
- Windows + Tab = Percorrer os botões da barra de tarefas. 
- Windows + F: Localizar: Todos os discos. 
- Ctrl + Windows + D: Localizar: Meu Computador. 
- Windows + F1: Ajuda. 
- Windows + R: Executar. 
- Windows + Pause: Propriedades do sistema. 
 
10 Fonte: http://www.vejam.com.br/atalhos-do-windows-xp 
Apostila gerada especialmente para: Wagner André Vieira da Silva 073.769.494-70
 
. 95 
- Windows + E: Abrir o Windows Explorer (Meu computador). 
- Alt + Espaço: Abrir Menu de sistema da janela ou programa aberto. 
- CTRL + ESC: Abre o menu Iniciar. 
- CTRL + ALT + DEL: Gerenciador de tarefas, permite fechar programas travados. 
- Windows + L: Bloquear computador ou trocar de usuário sem fazer logoff. 
 
1. Caixas de Diálogo. 
 
- Ctrl + Tab : Navegar pelas abas (orelhas) da janela. 
- Ctrl + Shift + Tab: Retroceder pelas abas. 
- F1: Apresentar Ajuda a um item selecionado. 
- Esc: Cancelar, Sair. 
- Espaço ou Enter: Fazer clique no botão selecionado. 
- Espaço: Ativar ou desativar a caixa de verificação da opção selecionada. 
- Tab: Avançar para as opções seguintes. 
- Shift + Tab: Retroceder para as opções anteriores. 
- Shift enquanto insere um CD: Avançar a inicialização automática do CD. 
- Alt + Enter ou Alt + duplo clique: Propriedades de um item. 
- Shift + Delete: Deletar o arquivo, sem enviar para a Lixeira. 
- Ctrl + A: Selecionar tudo. 
 
2. Meu Computador e Windows Explorer. 
 
- F2: Renomear arquivo selecionado. 
- F3: Pesquisar arquivos na pasta atual. 
- F4: Abre a listinha da barra de endereços. 
- F5: Atualiza a janela atual. 
- F6: Alternar entre os painéis esquerdo e direito e entre as barras de menu. 
- F11: Abre a página em tela cheia. Tecle F11 para voltar ao normal. 
- CTRL + H: Abre a lista do histórico. 
- CTRL + I: Abre a lista dos favoritos. 
- Alt + Seta para a direita: Avançar para a vista anterior. 
- Backspace: Ir para a pasta um nível acima. 
- Shift enquanto faz clique em Fechar (apenas Meu Computador): Fechar a pasta selecionada e 
todas as pastas associadas. 
- Alt + Seta para a esquerda: Retroceder para a vista anterior. 
- Seta para a direita: Expandir a seleção atual se estiver fechada (+). 
- Num Lock + asterisco: Expandir todas as pastas abaixo da seleção. 
- Num Lock + Tecla +: Expandir a pasta selecionada. 
- Seta para a esquerda: Fechar a seleção atual se estiver expandida (-). 
- Num Lock+ Tecla -: Fechar a pasta selecionada. 
 
3. Acessibilidade. 
 
- Alt da esquerda + Shift da esquerda + Num Lock: Ativar/Desativar teclas do mouse. 
- Shift cinco vezes: Ativar/Desativar Fixar Teclas. 
- Num Lock] durante cinco segundos: Ativar/Desativar avisos sonoros das Teclas de Alternância. 
- Shift da direita durante oito segundos: Ativar/Desativar Teclas de Filtragem. 
- Alt da esquerda + Shift da esquerda + Print Screen: Ativar/Desativar Alto Contraste. 
 
4. Aplicativos. 
 
- Ctrl + C ou Ctrl + Insert: Copiar. 
- Ctrl + V ou Shift + Insert: Colar. 
- Ctrl + X ou Shift + Del: Recortar. 
- Ctrl + Home: Ir para o início do documento. 
- Ctrl + End: Ir para o fim do documento. 
- Ctrl + Z ou Alt + Backspace: Desfazer últimas ações. 
 
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5. Recursos Especiais. 
 
- Windows + Scroll Lock: Copiar o ecrã ampliado para a área de transferência sem o cursor. 
- Windows + Page up: Alternar a inversão de cores. 
- Windows + Page Down: Alternar o seguimento do cursor. 
- Windows + Seta para cima: Ampliar. 
- Windows + Seta para baixo: Reduzir. 
- Windows + Print Screen: Copiar o ecrã ampliado e o cursor para a área de transferência. 
 
6. RecursosGerais. 
 
- F10: Ativar a barra de menus em programas. 
- Ctrl + F4: Fechar a janela atual do programa. 
- Alt + F4: Fechar a janela ou o programa ativo. 
- Alt + Backspace: Abrir o menu do sistema da janela atual. 
 
Questões: 
 
01. (SAAE-SP - Técnico em Informática - VUNESP). No sistema operacional Windows XP, em sua 
configuração padrão, ao se selecionar Iniciar, Desligar, quando se escolhe a opção Hibernar, o Windows. 
 
(A) desliga os recursos que consomem mais energia, como discos e outros periféricos, e diminui o 
brilho do monitor. 
(B) será encerrado, fechando-se todos os programas abertos, para que se possa desligar o 
computador com segurança. 
(C) será encerrado e o computador reiniciado. 
(D) salvará, na memória, o estado da área de trabalho e desligará o computador; quando ele for 
novamente ligado, a Área de trabalho apresentar-se-á exatamente como foi deixada, abrindo os 
programas e arquivos que estavam sendo usados. 
(E) salvará, no disco rígido, o estado da área de trabalho e desligará o computador; quando ele for 
novamente ligado, a Área de trabalho apresentar-se-á exatamente como foi deixada, abrindo os 
programas e arquivos que estavam sendo usados. 
 
02- (PC-MT - Investigador - Escrivão de Polícia – FUNCAB). Analise as seguintes sentenças em relação 
ao ambiente Windows XP: 
 
I. Para excluir um arquivo sem passar pela lixeira, basta selecionar o arquivo que se quer excluir, em 
seguida pressionar no teclado o conjunto de teclas CTRL + DEL e confirmar a exclusão na janela que 
aparecerá. 
II. A lixeira é uma pasta do Windows como outra qualquer, portanto pode ser compartilhada em uma 
rede de computadores. 
III. Na configuração padrão do Windows XP, não é possível excluir, com a tecla DEL, o atalho da lixeira 
que está localizado na área de trabalho. 
 
É(são) verdadeira(s) apenas: 
(A) I e III 
(B) I 
(C) I e II 
(D) II 
(E) III 
 
03- (COREN-PB - Agente Administrativo – CONTEMAX). O Microsoft Windows é um Sistema Operacional 
que explora ao máximo os recursos visuais, dispondo de todos os seus comandos em forma de ícones, 
botões ou barras de menus que são acionados de maneira muito simples através do mouse. No ambiente 
Windows a principal característica, é o fato dos programas serem executados dentro de uma janela. A 
figura abaixo representa uma Janela do ícone Meu Computador presente no Menu do Windows. Com 
relação a essa figura, assinale a alternativa que apresente a sequência numérica CORRETA com os 
nomes das funções apontadas pelas setas. 
 
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(A) 1-Barra de Rolagem; 2-Barra de Menus; 3-Minimizar; 4-Fechar; 5-Maximizar; 6-Barra de Título. 
(B) 1-Barra de Título; 2-Barra de Menus; 3-Minimizar; 4-Fechar; 5-Maximizar; 6-Barra de Rolagem. 
(C) 1-Barra de Rolagem; 2-Barra de Menus; 3-Maximizar; 4-fechar; 5-Minimizar; 6-Barra de Título. 
(D) 1-Barra de Título; 2-Barra de Menus; 3-Maximizar; 4-Fechar; 5-Minimizar; 6-Barra de Rolagem. 
(E) 1-Barra de Título; 2-Barra de Menus; 3-Minimizar; 4-Maximizar; 5-Fechar; 6-Barra de Rolagem. 
 
04. (Prefeitura de Rio Branco – AC – Administrador – IBADE/2016). No MS Windows XP qual o 
conjunto de teclas de atalho que permite acesso à função para ver e gerenciar arquivos via Windows 
Explorer? 
 
(A) logotipo windows+C 
(B) logotipo windows+D 
(C) logotipo windows+E 
(D) logotipo windows+P 
(E) logotipo windows+X 
 
05. (TRE-PA - Técnico Judiciário – IADES) A instalação do sistema operacional Windows XP pode ser 
feita com o uso de um CD de instalação, que inicializa o computador e prepara o sistema para instalação. 
Um dos primeiros passos necessários é definir o espaço em disco e o tipo de sistema de arquivo que será 
utilizado. Para instalação do Windows XP, assinale a alternativa que indica os tipos de sistemas de 
arquivos que podem ser usados na formatação do disco. 
 
(A) MBR ou BIOS. 
(B) EXT3 ou EXT4. 
(C) FAT ou NTFS. 
(D) UFS ou XFS. 
(E) Reiser ou Swap. 
 
Respostas: 
 
01. Resposta: E. 
 
A alternativa A está errada pois trata de suspensão e não de hibernação. 
A alternativa B está errada pois trata de desligar e não de hibernar. 
A alternativa C está errada pois trata de reiniciar e não de hibernar. 
A alternativa D está quase toda certa, a exceção de que ele não salvará na memória, e sim no disco 
rígido. Não faz muita lógica armazenar os dados da sessão na memória e depois desligar o computador, 
pois os dados seriam perdidos e quando o computador fosse novamente iniciado ele não traria nada da 
sessão passada. 
Portanto, alternativa correta é a letra E. 
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02. Resposta: E. 
 
O ícone que visualizamos na área de trabalho permite acessar a lixeira, a lixeira é o local onde ficam 
armazenados os arquivos ou pastas que foram excluídos. A pasta que armazena os arquivos da lixeira 
fica oculta, o ícone que aparece na área de trabalho é um atalho e mesmo que você o selecione e aperte 
o botão delete a lixeira não será apagada. 
 
03. Resposta: B. 
 
 
 
04. Resposta: C. 
 
As teclas de atalho que correspondem a abrir o Windows Explorer são logotipo do Windows + tecla E 
 
 
 
Opção Desligar o computador 
 
A opção de hibernar grava o estado em que a máquina se encontra antes de desligar, permitindo que 
o usuário do computador ao inicia-o, continue de onde parou. 
 
05. Resposta: C. 
 
A imagem abaixo demonstra a tela de formatação do Windows XP e só oferece as opções de sistemas 
de arquivos FAT ou NTFS 
 
 
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Comparando sistemas de arquivos NTFS e FAT11 
 
Um sistema de arquivos é a estrutura usada pelo computador para organizar dados em um disco rígido. 
Se você está instalando um novo disco rígido, é necessário particionar e formatar esse disco usando um 
sistema de arquivos antes de começar a armazenar dados ou programas. No Windows, as três opções 
de sistemas de arquivos disponíveis são NTFS, FAT32 e o antigo e raramente usado FAT (também 
conhecido como FAT16). 
NTFS é o sistema de arquivos preferencial para esta versão do Windows. Esse sistema oferece muitas 
vantagens em relação ao sistema de arquivos FAT32 anterior, incluindo: 
A capacidade de recuperar alguns erros de disco automaticamente, o que o FAT32 não faz. 
Maior suporte para discos rígidos de maior capacidade. 
Mais segurança, pois permite usar permissões e criptografia para restringir o acesso a determinados 
arquivos a usuários aprovados. 
FAT32, e o menos usado FAT, eram usados em versões anteriores do Windows, inclusive Windows 
95, Windows 98 e Windows Millennium Edition. O FAT32 não possui a segurança oferecida pelo NTFS, 
por isso se você possui uma partição ou volume FAT32 no computador, qualquer usuário com acesso a 
esse computador poderá ler qualquer arquivo. O FAT32 também tem limitações de tamanho. Você não 
pode criar uma partição FAT32 maior do que 32GB nesta versão do Windows, e não pode armazenar 
arquivos maiores do que 4GB em uma partição FAT32. 
O principal motivo para se usar FAT32 é quando se tem um computador que algumas vezes executa 
Windows 95, Windows 98 ou Windows Millennium Edition e outras vezes executa Windows, conhecida 
como configuração inicialização múltipla. Se for esse o seu caso, você precisará instalar o sistema 
operacional mais antigo em uma partição FAT32 ou FAT e fazer com que essa seja a partição primária 
(partição que pode conter um sistema operacional). Quaisquer outras partições que você precise acessar 
usando essas versões anteriores do Windows também deverão ser formatadas com FAT32. Essas 
versões anteriores do Windows podem acessar partições ou volumes NTFS em uma rede, mas não no 
seu computador. 
 
Diferença entre a formatação normal e a rápida12 
 
Ao escolher executar uma formatação normal em um volume, os arquivos são removidos do volume 
que você está formatando e o disco rígidoé examinado em busca de setores inválidos. O exame por 
setores inválidos é responsável pela maior parte do tempo que demora para formatar um volume. 
Se você escolher a opção de formatação Rápida, a formatação removerá os arquivos da partição, mas 
não examinará o disco em busca de setores inválidos. Use essa opção apenas se o seu disco rígido tiver 
sido formatado anteriormente e você tiver certeza de que ele não está danificado. 
Se instalou o Windows XP em uma partição formatada usando a opção de formatação Rápida, também 
poderá verificar seu disco usando o comando chkdsk/r após a instalação do Windows XP estar completa. 
 
WINDOWS 713. 
 
O Windows é um Sistema Operacional Multitarefa desenvolvido e comercializado pela Microsoft, 
empresa que desenvolve, fabrica, licencia, apoia e vende softwares, produtos eletrônicos, computadores 
e serviços. É um produto comercial, com preços que variam de acordo com suas diferentes versões. É o 
sistema operacional mais utilizado do mundo. 
A principal característica do ambiente Windows é o uso de áreas retangulares da tela, as “janelas” 
propriamente ditas. Estas janelas aparecem sobre uma área de fundo chamada Área de Trabalho. Estas 
janelas são compostas por diversos componentes, que chamamos de Controles (botões, áreas de texto, 
caixas de verificação, etc). Utilizando as teclas Tab e Shift Tab, pode-se selecionar cada um dos Controles 
de uma janela, e o Virtual Vision (solução definitiva para que pessoas com deficiência visual possam 
utilizar com autonomia o Windows) lhe dirá o Controle que está selecionado. 
 
Windows 7 e Suas Versões. 
 
O Windows 7 possui seis versões, divididas de acordo com as diferentes necessidades de usuário. 
Uma das novidades do Windows 7 é a facilidade em migrar entre as diferentes versões. 
 
11 Fonte: http://windows.microsoft.com/pt-br/windows-vista/comparing-ntfs-and-fat-file-systems 
12 Fonte: https://support.microsoft.com/pt-br/kb/302686/pt-br 
13 Fonte: http://windows.microsoft.com/pt-br/windows 
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- Windows 7 Starter Edition. 
 
Disponível apenas na versão 32 bits, consiste na mais básica dentre as seis versões. Possui as 
seguintes características 
- Limitada a apenas 3 aplicativos rodando simultaneamente; 
- Não suporta o Aero (design de vidro translúcido com animações sutis e novas cores de janelas); 
- Não permite que se altere papel de parede nem tema; 
- Não possui as funcionalidades sensíveis ao toque; 
- Versão pré-instalada principalmente em maquinas de baixo custo, presentes apenas em países da 
América Latina, Ásia e Africa. 
 
- Windows 7 Home Basic. 
 
Apesar de possuir quase todas as mesmas limitações que a versão starter, já encontramos: 
- Versões 64 bits; 
- podemos executar mais de três aplicativos ao mesmo tempo. 
 
- Windows 7 Home Premium. 
 
- Versão “completa” para usuários domésticos, 
- Possui ativa a função Aero; 
- Podemos alterar temas e papel de parede; 
- Recurso Aero Background, que altera o papel de parede automaticamente em determinado período 
de tempo; 
- Windows Media Center, que permite gravar e assistir TV, assim como criar DVDs a partir de vídeos; 
- Suporte a recursos touchscreen; 
- Aplicativo nativo para gerenciamento de redes Wireless (Mobility Center); 
- Versão encontrada à venda no varejo e em computadores. 
- Facilidade para criar uma rede local. 
 
 
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- Windows 7 Professional. 
 
- Versão destinada a pequenas empresas e usuários avançados; 
- Inclui todos os recursos presentes na Home Premium; 
- Modo XP, que pode ser utilizado como um sistema operacional Windows XP Virtual dentro do 
Windows 7 e como uma alternativa de executar programas compatíveis com o windows XP dentro do 
Windows 7; 
- Encripting File System, sistema de arquivos que permite a criptografia de dados a nível de sistema, 
dificultando a violação de dados e proteção de fraudes; 
- programas que facilitam a comunicação entre computadores em uma rede, como o Domain Join, que 
auxilia os computadores a se “enxergarem” e o Location aware printing, que facilita o compartilhamento 
de impressoras; 
- pode ser usado como um servidor do serviço de terminal (terminal services) e participar de um 
domínio do Windows Server. 
- Versão encontrada à venda no varejo e em computadores. 
 
- Windows 7 Enterprise. 
 
- Versão destinada a médias e grandes empresas; 
- Inclui todos os recursos presentes na versão Professional, com recursos avançados de segurança, 
como o Bitlocker (Criptografia de dados) e o Applocker (bloqueador de aplicativos não autorizados); 
- BrachCache que aumenta a taxa de transferência de arquivos grandes; 
- DirectAccess, auxiliar para criação de redes corporativas. 
- Normalmente não é encontrada nas prateleiras das lojas, pois exige contrato para diversas maquinas 
(“Apenas para vários”). 
 
- Windows 7 Ultimate. 
 
Esta é a mais cara, mais completa, versátil e poderosa versão do Windows 7. Apesar de sua venda 
não estar restrita apenas a empresas, foi disponibilizada uma quantidade limitada da versão Ultimate. 
É uma versão destinada a grandes corporações, possuindo um valor bastante elevado. 
A maioria de seus recursos adicionais perante as outras versões do Windows 7 não é utilizada por 
usuários domésticos, sendo voltados para o público empresarial, além de exigirem um hardware mais 
poderoso. 
Além de apresentar todas as funcionalidades das outras versões, inclui recursos como executar pelo 
modo Windows XP diversos aplicativos de produtividade do Windows XP, utilizar modo de criptografia 
avançada através do Bitlocker to go e trabalhar em 35 idiomas. 
 
MENU INICIAR. 
 
O menu Iniciar é o portão de entrada para programas, pastas e configurações do computador. Ele se 
chama menu, pois oferece uma lista de opções, exatamente como o menu de um restaurante. E como a 
palavra "iniciar" já diz, é o local onde você iniciará ou abrirá itens. 
 
 
 
Menu Iniciar. 
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Use o menu Iniciar para fazer as seguintes atividades comuns: 
 
- Iniciar programas. 
- Abrir pastas usadas com frequência. 
- Pesquisar arquivos, pastas e programas. 
- Ajustar configurações do computador. 
- Obter ajuda com o sistema operacional Windows. 
- Desligar o computador. 
- Fazer logoff do Windows ou alternar para outra conta de usuário. 
 
1. Introdução ao Menu Iniciar. 
 
Para abrir o menu Iniciar, clique no botão Iniciar no canto inferior esquerdo da tela. Ou pressione a 
tecla de logotipo do Windows no teclado. 
O menu Iniciar tem três partes básicas: 
 
- O painel esquerdo grande mostra uma lista breve de programas no computador. Pode haver 
variações na aparência dessa lista porque o fabricante do computador tem autonomia para personalizá-
la. Clique em Todos os Programas para exibir uma lista completa de programas (mais informações 
adiante). 
-Na parte inferior do painel esquerdo está a caixa de pesquisa, que permite que você procure 
programas e arquivos no computador digitando os termos de pesquisa. 
- O painel direito dá acesso a pastas, arquivos, configurações e recursos mais usados. Nele também 
é possível fazer logoff do Windows ou desligar o computador. 
 
2. Abrindo programas a partir do menu Iniciar. 
 
Um dos usos mais comuns do menu Iniciar é abrir programas instalados no computador. Para abrir um 
programa mostrado no painel esquerdo do menu Iniciar, clique nele. Isso abrirá o programa e fechará o 
menu Iniciar. 
Se você não vir o programa que deseja, clique em Todos os Programas na parte inferior do painel 
esquerdo. O painel exibirá uma longa lista de programas, em ordem alfabética, seguida por uma lista de 
pastas. 
Se você clicar em um dos ícones de programa, ele será inicializado e o menu Iniciar será fechado. O 
quehá dentro das pastas? Mais programas. Clique em Acessórios, por exemplo, e uma lista de programas 
armazenados nessa pasta aparecerá. Clique em qualquer programa para abri-lo. Para voltar aos 
programas que você viu quando abriu o menu Iniciar pela primeira vez, clique em Voltar perto da parte 
inferior do menu. 
Se você não tiver certeza do que um programa faz, mova o ponteiro sobre o respectivo ícone ou nome. 
Aparecerá uma caixa com uma descrição do programa. Por exemplo, a ação de apontar para a 
Calculadora exibe esta mensagem: "Executa tarefas aritméticas básicas com uma calculadora na tela". 
Isso funciona também para itens no painel direito do menu Iniciar. 
Você notará que, com o tempo, as listas de programas no menu Iniciar vão sendo alteradas. Isso 
acontece por dois motivos. Em primeiro lugar, quando você instala novos programas, eles são 
adicionados à lista Todos os Programas. Em segundo lugar, o menu Iniciar detecta quais programas você 
usa mais e os substitui no painel esquerdo para acesso rápido. 
 
3. A caixa de pesquisa. 
 
A caixa de pesquisa é uma das maneiras mais convenientes de encontrar algo no computador. A 
localização exata dos itens não importa. A caixa de pesquisa fará uma busca rápida nos programas e em 
todas as pastas da sua pasta pessoal (que inclui Documentos, Imagens, Música, Área de Trabalho entre 
outras localizações comuns). Ela também pesquisará em mensagens de e-mail, mensagens instantâneas 
salvas, compromissos e contatos. 
 
 
 
A caixa de pesquisa do menu Iniciar. 
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Para usar a caixa de pesquisa, abra o menu Iniciar e comece a digitar. Não é necessário clicar dentro 
da caixa primeiro. À medida que você digita, os resultados da pesquisa são exibidos acima da caixa de 
pesquisa, no painel esquerdo do menu Iniciar. 
Será exibido um programa, um arquivo ou uma pasta como resultado da pesquisa se: 
 
- Alguma palavra no título corresponder ao termo pesquisado ou começar com ele. 
- Algum texto no conteúdo do arquivo (como o texto de um documento de processamento de texto) 
corresponder ao termo pesquisado ou começar com ele. 
- Alguma palavra em uma propriedade do arquivo, como o autor, corresponder ao temo pesquisado ou 
começar com ele. 
 
Clique em qualquer resultado da pesquisa para abri-lo Ou clique no botão Apagar para apagar os 
resultados da pesquisa e retornar à lista de programas principais. Você também pode clicar em Ver mais 
resultados para pesquisar todo o computador. 
Além de pesquisar programas, arquivos, pastas e comunicações, a caixa de pesquisa também 
examina seus favoritos da Internet e o histórico de sites visitados. Se alguma dessas páginas da Web 
incluir o termo de pesquisa, ela aparecerá em um cabeçalho chamado "Arquivos". 
4. O que está no painel direito? 
 
O painel direito do menu Iniciar contém links para partes do Windows que você provavelmente usará 
com mais frequência. Aqui estão elas, de cima para baixo: 
 
- Pasta pessoal. Abre a pasta pessoal, que recebe o nome de quem está conectado no momento ao 
Windows. Por exemplo, se o usuário atual for Luciana Ramos, a pasta se chamará Luciana Ramos. Esta 
pasta, por sua vez, contém arquivos específicos do usuário, como as pastas Meus Documentos, Minhas 
Músicas, Minhas Imagens e Meus Vídeos. 
- Documentos. Abre a biblioteca Documentos, na qual é possível acessar e abrir arquivos de texto, 
planilhas, apresentações e outros tipos de documentos. 
- Imagens. Abre a biblioteca Imagens, na qual é possível acessar e exibir imagens digitais e arquivos 
gráficos. 
- Música. Abre a biblioteca Músicas, na qual é possível acessar e tocar música e outros arquivos de 
áudio. 
- Jogos. Abre a pasta Jogos, na qual é possível acessar todos os jogos no computador. 
- Computador. Abre uma janela na qual é possível acessar unidades de disco, câmeras, impressoras, 
scanners e outros hardwares conectados ao computador. 
- Painel de Controle. Abre o Painel de Controle, no qual é possível personalizar a aparência e a 
funcionalidade do computador, instalar ou desinstalar programas, configurar conexões de rede e 
gerenciar contas de usuário. 
- Dispositivos e Impressoras. Abre uma janela onde é possível exibir informações sobre a impressora, 
o mouse e outros dispositivos instalados no seu computador. 
- Programas Padrão. Abre uma janela onde é possível selecionar qual programa você deseja que o 
Windows use para determinada atividade, como navegação na Web. 
- Ajuda e Suporte. Abre a Ajuda e Suporte do Windows onde você pode procurar e pesquisar tópicos 
da Ajuda sobre como usar o Windows e o computador. 
 
Na parte inferior do painel direito está o botão de Desligar. Clique no botão Desligar para desligar o 
computador. 
O clique na seta ao lado do botão Desligar exibe um menu com opções adicionais para alternar 
usuários, fazer logoff, reiniciar ou desligar. 
 
 
 
Clique no botão Desligar para desligar o computador ou clique na seta para verificar outras opções. 
 
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5. Personalizar o Menu Iniciar. 
 
Você pode controlar quais itens aparecerão no menu Iniciar. Por exemplo, você pode adicionar ícones 
de seus programas favoritos ao menu Iniciar para acesso rápido ou remover programas da lista. 
 
6. Fazer Logoff do Windows. 
 
Quando você faz logoff do Windows, todos os programas que estavam sendo usados são fechados, 
mas o computador não desliga. 
Clique no botão Iniciar , aponte para a seta ao lado do botão Desligar e clique em Fazer 
Logoff. 
 
Observações: 
 
Depois de você fazer logoff, qualquer usuário pode fazer logon sem a necessidade de reiniciar o 
computador. Além disso, você não precisará se preocupar com a possibilidade de perder suas 
informações se outra pessoa desligar o computador. 
Quando você terminar de usar o Windows, não é necessário fazer logoff. Você pode optar por bloquear 
o computador ou permitir que outra pessoa faça logon usando a Troca Rápida de Usuário. Se você 
bloquear o computador, apenas você ou um administrador poderá desbloqueá-lo. 
 
7. Usando Listas de Atalhos para Abrir Programas e Itens. 
 
Listas de Atalhos são listas de itens abertos recentemente, como arquivos, pastas ou sites, 
organizados pelo programa que você usa para abri-los. Além de poder abrir itens recentes usando uma 
Lista de Atalhos, você também pode fixar favoritos na Lista de Atalhos; dessa forma, é possível acessar 
de maneira rápida os itens usados diariamente. 
 
8. Gerenciando programas e itens com Listas de Atalhos. 
 
Na barra de tarefas, Listas de Atalhos aparecem para programas que você fixou à barra de tarefas e 
programas que estão atualmente em execução. No menu Iniciar, as Listas de Atalhos aparecem para 
programas que você fixou no menu Iniciar e programas abertos recentemente. (As listas de Atalhos não 
aparecem em Todos os Programas no menu Iniciar.) 
Listas de Atalhos podem incluir itens abertos recentemente, itens abertos frequentemente, tarefas ou 
sites, além de qualquer item que você decidiu fixar. 
Você sempre verá os mesmos itens na Lista de Atalhos de um programa, independentemente de 
visualizá-la no menu Iniciar ou na barra de tarefas. Por exemplo, se você fixar um item à Lista de Atalhos 
de um programa na barra de tarefas, o item também aparecerá na Lista de Atalhos desse programa no 
menu Iniciar. 
Além de qualquer item aberto ou fixado no momento, as Listas de Atalhos na barra de tarefas contêm 
vários comandos que você pode usar para fechar um item ou desafixar o programa da barra de tarefas. 
Você pode arrastar um item para fora da Lista de Atalhos a fim de copiá-lo para outro local. Por 
exemplo, você pode arrastar um documento de uma Lista de Atalhos para uma mensagem de e-mail, 
caso deseje enviá-lo para alguém. 
 
9. Trabalhando com Listas de Atalhos no menu Iniciar. 
 
As Listas de Atalhos no menu Iniciar fornecem acessorápido aos itens que você usa com mais 
frequência. 
 
 
Fixando um item na Lista de Atalhos no menu Iniciar. 
Apostila gerada especialmente para: Wagner André Vieira da Silva 073.769.494-70
 
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- Para exibir a Lista de Atalhos de um programa. 
 
Clique em Iniciar, aponte para um programa fixado ou para um programa usado recentemente próximo 
à parte superior do menu Iniciar e aponte ou clique na seta próxima ao programa. 
 
- Para abrir um item. 
 
Clique em Iniciar, aponte para o programa fixado ou para um programa usado recentemente próximo 
à parte superior do menu Iniciar para abrir a Lista de Atalhos do programa; clique no item. 
 
- Para fixar um item em uma Lista de Atalhos. 
 
- Clique em Iniciar e abra a Lista de Atalhos do programa. 
- Aponte para o item, clique no ícone do pino e clique em Incluir nesta lista. 
 
 
- Para remover um item. 
 
- Clique em Iniciar e abra a Lista de Atalhos do programa. 
- Aponte para o item, clique no ícone do pino e clique em Remover desta lista. 
 
Observações: 
 
Na próxima vez que você abrir um item que foi removido, ele poderá reaparecer na Lista de Atalhos. 
Para remover um item da lista, clique com o botão direito do mouse no item e clique em Tirar desta lista. 
 
BARRA DE TAREFAS. 
 
A barra de tarefas é aquela barra longa horizontal na parte inferior da tela. Diferentemente da área de 
trabalho, que pode ficar obscurecida devido às várias janelas abertas, a barra de tarefas está quase 
sempre visível. Ela possui três seções principais: 
 
- O botão Iniciar , que abre o menu Iniciar. 
- A seção intermediária, que mostra quais programas e arquivos estão abertos e permite que você 
alterne rapidamente entre eles. 
- A área de notificação, que inclui um relógio e ícones (pequenas imagens) que comunicam o status 
de determinados programas e das configurações do computador. 
- Como é provável que você use a seção intermediária da barra de tarefas com mais frequência, vamos 
abordá-la primeiro. 
 
1. Manter o Controle das Janelas. 
 
Se você abrir mais de um programa ou arquivo ao mesmo tempo, as janelas rapidamente começarão 
a se acumular na área de trabalho. Como as janelas costumam encobrir umas às outras ou ocupar a tela 
inteira, às vezes fica difícil ver o que está por baixo ou lembrar do que já foi aberto. 
É aí que a barra de tarefas entra em ação. Sempre que você abre um programa, uma pasta ou um 
arquivo, o Windows cria um botão na barra de tarefas correspondente a esse item. Esse botão exibe um 
ícone que representa o programa aberto. Na figura abaixo, dois programas estão abertos (a Calculadora 
e o Campo Minado) e cada um tem seu próprio botão na barra de tarefas. 
 
 
 
Cada programa possui seu próprio botão na barra de tarefas. 
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. 106 
Observe que o botão na barra de tarefas para o Campo Minado está realçado. Isso indica que o Campo 
Minado é a janela ativa, ou seja, que está na frente das demais janelas abertas e que você pode interagir 
imediatamente com ele. 
Para alternar para outra janela, clique no botão da barra de tarefas. Neste exemplo, se você clicar no 
botão da barra de tarefas referente à Calculadora, sua janela será trazida para a frente. 
 
 
 
Clique em um botão da barra de tarefas para alternar para a janela correspondente. 
 
Clicar em botões da barra de tarefas é apenas uma das diversas formas de alternar entre janelas. 
 
2. Minimizar e Restaurar Janelas. 
 
Quando uma janela está ativa (seu botão da barra de tarefas aparece realçado), o clique no botão 
correspondente minimiza a janela. Isso significa que a janela desaparece da área de trabalho. Minimizar 
uma janela não a fecha, nem exclui seu conteúdo. Simplesmente a remove da área de trabalho 
temporariamente. 
Na figura abaixo, a Calculadora foi minimizada, mas não fechada. Você sabe que ela ainda está em 
execução porque existe um botão na barra de tarefas. 
 
 
 
A ação de minimizar a Calculadora deixa visível somente seu botão da barra de tarefas. 
 
Também é possível minimizar uma janela clicando no botão de minimizar, no canto superior direito da 
janela. 
 
 
 
Botão Minimizar (à esquerda). 
 
Para restaurar uma janela minimizada (fazê-la aparecer novamente na área de trabalho), clique no 
respectivo botão da barra de tarefas. 
 
3. Ver Visualizações das Janelas Abertas. 
 
Quando você move o ponteiro do mouse para um botão da barra de tarefas, uma pequena imagem 
aparece mostrando uma versão em miniatura da janela correspondente. Essa visualização, também 
chamada de miniatura, é muito útil. Além disso, se uma das janelas tiver execução de vídeo ou animação, 
você verá na visualização. 
Observação 
Você poderá visualizar as miniaturas apenas se o Aero puder ser executado no seu computador e você 
estiver executando um tema do Windows 7. 
 
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. 107 
4. A Área de Notificação. 
 
A área de notificação, na extrema direita da barra de tarefas, inclui um relógio e um grupo de ícones. 
Ela tem a seguinte aparência: 
 
 
 
A área de notificação no lado direito da barra de tarefas. 
 
Esses ícones comunicam o status de algum item no computador ou fornecem acesso a determinadas 
configurações. O conjunto de ícones que você verá varia em função dos programas ou serviços instalados 
e de como o fabricante configurou seu computador. 
Quando você mover o ponteiro para um determinado ícone, verá o nome desse ícone e o status de 
uma configuração. Por exemplo, apontar para o ícone de volume mostrará o nível de volume atual 
do computador. Apontar para o ícone de rede informará se você está conectado a uma rede, qual a 
velocidade da conexão e a intensidade do sinal. 
Em geral, o clique duplo em um ícone na área de notificação abre o programa ou a configuração 
associada a ele. Por exemplo, a ação de clicar duas vezes no ícone de volume abre os controles de 
volume. O clique duplo no ícone de rede abre a Central de Rede e Compartilhamento. 
De vez em quando, um ícone na área de notificação exibirá uma pequena janela pop-up 
(denominada notificação) para informá-lo sobre algo. Por exemplo, depois de adicionar um novo 
dispositivo de hardware ao seu computador, é provável que você veja o seguinte: 
 
 
 
A área de notificação exibe uma mensagem depois que o novo hardware é instalado. 
 
Clique no botão Fechar no canto superior direito da notificação para descartá-la. Se você não fizer 
nada, a notificação desaparecerá após alguns segundos. 
Para evitar confusão, o Windows oculta ícones na área de notificação quando você fica um tempo sem 
usá-los. Se os ícones estiverem ocultos, clique no botão Mostrar ícones ocultos para exibi-los 
temporariamente. 
 
 
 
Clique no botão Mostrar ícones ocultos para exibir todos os ícones na área de notificação. 
 
5. Personalizar a Barra de Tarefas. 
 
Existem muitas formas de personalizar a barra de tarefas de acordo com as suas preferências. Por 
exemplo, você pode mover a barra de tarefas inteira para a esquerda, para a direita ou para a borda 
superior da tela. Também pode alargar a barra de tarefas, fazer com que o Windows a oculte 
automaticamente quando não estiver em uso e adicionar barras de ferramentas a ela. 
6. Trabalhando com Listas de Atalhos na Barra de Tarefas. 
 
As Listas de Atalhos na barra de tarefas fornecem acesso rápido a tudo que você usa com mais 
frequência. 
 
 
Fixando um item a uma Lista de Atalhos na barra de tarefas. 
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. 108 
- Para exibir a Lista de Atalhos de um programa. 
 
Clique com o botão direito do mouse no botão do programa na barra de tarefas. 
 
- Para abrir um item de uma Lista de Atalhos. 
 
Abra a Lista de Atalhos do programa e clique no item. 
 
- Para fixar um item em uma Lista de Atalhos. 
 
Abra a Lista de Atalhos do programa, aponte para o item, clique noícone do pino e clique em Incluir 
nesta lista. 
 
Observações: 
 
Você também pode arrastar um ícone de arquivo ou um atalho do menu Iniciar ou da área de trabalho 
para a barra de tarefas. Isso fixa o item na Lista de Atalhos e também fixa o programa à barra de tarefas, 
caso não esteja fixado ainda. 
Pastas são consideradas itens do Windows Explorer e aparecem na Lista de Atalhos do Windows 
Explorer quando fixadas ou abertas. 
 
- Para desafixar um item. 
 
Abra a Lista de Atalhos do programa, aponte para o item, clique no ícone do pino e clique em Tirar 
desta lista. 
 
Observação: 
Na próxima vez que você abrir um item que foi removido, ele poderá reaparecer na Lista de Atalhos. 
Para remover um item da lista, clique com o botão direito do mouse no item e clique em Remover desta 
lista. 
 
ÁREA DE TRABALHO. 
 
A área de trabalho é a principal área exibida na tela quando você liga o computador e faz logon no 
Windows. Ela serve de superfície para o seu trabalho, como se fosse o tampo de uma mesa real. Quando 
você abre programas ou pastas, eles são exibidos na área de trabalho. Nela, também é possível colocar 
itens, como arquivos e pastas, e organizá-los como quiser. 
A área de trabalho é definida às vezes de forma mais abrangente para incluir a barra de tarefas. A barra 
de tarefas fica na parte inferior da tela. Ela mostra quais programas estão em execução e permite que 
você alterne entre eles. Ela também contém o botão Iniciar , que pode ser usado para acessar 
programas, pastas e configurações do computador. 
 
1. Trabalhando com Ícones da Área de Trabalho. 
 
Ícones são imagens pequenas que representam arquivos, pastas, programas e outros itens. Ao iniciar 
o Windows pela primeira vez, você verá pelo menos um ícone na área de trabalho: a Lixeira (mais detalhes 
adiante). O fabricante do computador pode ter adicionado outros ícones à área de trabalho. Veja a seguir 
alguns exemplos de ícones da área de trabalho. 
 
 
 
Exemplos de ícones da área de trabalho. 
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. 109 
Se você clicar duas vezes em um ícone da área de trabalho, o item que ele representa será iniciado 
ou aberto. 
 
2. Adicionando e Removendo Ícones da Área de Trabalho. 
 
Você pode escolher os ícones que serão exibidos na área de trabalho, adicionando ou removendo um 
ícone a qualquer momento. Algumas pessoas preferem uma área de trabalho limpa, organizada, com 
poucos ícones (ou nenhum). Outras preferem colocar dezenas de ícones na área de trabalho para ter 
acesso rápido a programas, pastas e arquivos usados com frequência. 
Se quiser obter acesso fácil da área de trabalho a seus programas ou arquivos favoritos, crie atalhos 
para eles. Um atalho é um ícone que representa um link para um item, em vez do item em si. Quando 
você clica em um atalho, o item é aberto. Se você excluir um atalho, somente ele será removido, e não o 
item original. É possível identificar atalhos pela seta no ícone correspondente. 
 
 
 
Um ícone de arquivo (à esquerda) e um ícone de atalho (à direita). 
 
- Para adicionar um atalho à área de trabalho. 
 
- Localize o item para o qual deseja criar um atalho. 
- Clique com o botão direito do mouse no item, clique em Enviar para e em Área de Trabalho (criar 
atalho). O ícone de atalho aparecerá na área de trabalho. 
 
- Para adicionar ou remover ícones comuns da área de trabalho. 
 
Alguns exemplos de ícones comuns da área de trabalho incluem Computador, sua pasta pessoal, a 
Lixeira e o Painel de Controle. 
 
- Clique com o botão direito do mouse em uma parte vazia da área de trabalho e clique 
em Personalizar. 
- No painel esquerdo, clique em Alterar ícones da área de trabalho. 
- Em Ícones da área de trabalho, marque a caixa de seleção referente a cada ícone que deseja 
adicionar à área de trabalho ou desmarque a caixa de seleção referente a cada ícone que deseja 
remover da área de trabalho. Em seguida, clique em OK. 
 
- Para mover um arquivo de uma pasta para a área de trabalho. 
 
- Abra a pasta que contém o arquivo. 
- Arraste o arquivo para a área de trabalho. 
 
- Para remover um ícone da área de trabalho. 
 
Clique com o botão direito do mouse no ícone e clique em Excluir. Se o ícone for um atalho, somente 
ele será removido, e não o item original. 
 
- Movendo ícones. 
 
O Windows empilha os ícones em colunas no lado esquerdo da área de trabalho, mas você não precisa 
se prender a essa disposição. Você pode mover um ícone arrastando-o para um novo local na área de 
trabalho. 
Também pode fazer com que o Windows organize automaticamente os ícones. Clique com o botão 
direito do mouse em uma parte vazia da área de trabalho, clique em Exibir e em Organizar ícones 
automaticamente. O Windows empilha os ícones no canto superior esquerdo e os bloqueia nessa posição. 
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. 110 
Para desbloquear os ícones e tornar a movê-los novamente, clique outra vez em Organizar ícones 
automaticamente, apagando a marca de seleção ao lado desta opção. 
 
Observação: 
 
Por padrão, o Windows espaça os ícones igualmente em uma grade invisível. Para colocar os ícones 
mais perto ou com mais precisão, desative a grade. Clique com o botão direito do mouse em uma parte 
vazia da área de trabalho, aponte para Exibir e clique em Alinhar ícones à grade para apagar a marca de 
seleção. Repita essas etapas para reativar a grade. 
 
- Selecionando vários ícones. 
 
Para mover ou excluir um grupo de ícones de uma só vez, primeiro é necessário selecionar todos eles. 
Clique em uma parte vazia da área de trabalho e arraste o mouse. Contorne os ícones que deseja 
selecionar com o retângulo que aparecerá. Em seguida, solte o botão do mouse. Agora você pode arrastar 
os ícones como um grupo ou excluí-los. 
 
 
 
Selecione vários ícones da área de trabalho arrastando um retângulo em torno deles. 
 
- Ocultando ícones da área de trabalho. 
 
Para ocultar temporariamente todos os ícones da área de trabalho sem realmente removê-los, clique 
com o botão direito do mouse em uma parte vazia da área de trabalho, clique em Exibir e em Mostrar 
Ícones da Área de Trabalho para apagar a marca de seleção dessa opção. Agora, nenhum ícone aparece 
na área de trabalho. Para vê-los novamente, clique outra vez em Mostrar Ícones da Área de Trabalho. 
 
- A Lixeira. 
 
Quando você exclui um arquivo ou pasta, eles na verdade não são excluídos imediatamente; eles vão 
para a Lixeira. Isso é bom porque, se você mudar de ideia e precisar de um arquivo excluído, poderá 
obtê-lo de volta. 
 
 
A Lixeira vazia (à esquerda) e cheia (à direita). 
 
Se tiver certeza de que não precisará mais dos itens excluídos, poderá esvaziar a Lixeira. Ao fazer 
isso, excluirá permanentemente os itens e recuperará o espaço em disco por eles ocupados. 
 
GERENCIAMENTO DE JANELAS. 
 
Sempre que você abre um programa, um arquivo ou uma pasta, ele aparece na tela em uma caixa ou 
moldura chamada janela (daí o nome atribuído ao sistema operacional Windows, que significa Janelas 
em inglês). Como as janelas estão em toda parte no Windows, é importante saber como movê-las, alterar 
seu tamanho ou simplesmente fazê-las desaparecer. 
 
1. Partes de Uma Janela. 
 
Embora o conteúdo de cada janela seja diferente, todas as janelas têm algumas coisas em comum. 
Em primeiro lugar, elas sempre aparecem na área de trabalho, a principal área da tela. Além disso, a 
maioria das janelas possuem as mesmas partes básicas. 
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. 111 
 
Partes de uma janela típica 
 
- Barra de título. Exibe o nome do documento e do programa (ou o nome da pasta, se você estiver 
trabalhando em uma pasta). 
- Botões Minimizar, Maximizar e Fechar. Estes botões permitem ocultar a janela, alargá-la para 
preencher a tela inteira e fechá-la, respectivamente (mais detalhes sobre eles em breve). 
- Barrade menus. Contém itens nos quais você pode clicar para fazer escolhas em um programa. 
- Barra de rolagem. Permite rolar o conteúdo da janela para ver informações que estão fora de visão 
no momento. 
- Bordas e cantos. É possível arrastá-los com o ponteiro do mouse para alterar o tamanho da janela. 
Outras janelas podem ter botões, caixas ou barras adicionais, mas normalmente também têm as partes 
básicas. 
 
2. Movendo Uma Janela. 
 
Para mover uma janela, aponte para sua barra de título com o ponteiro do mouse . Em seguida, 
arraste a janela para o local desejado. (Arrastar significa apontar para um item, manter pressionado o 
botão do mouse, mover o item com o ponteiro e depois soltar o botão do mouse.) 
 
3. Alterando o Tamanho de Uma Janela. 
 
- Para que uma janela ocupe a tela inteira, clique em seu botão Maximizar ou clique duas vezes 
na barra de título da janela. 
- Para retornar uma janela maximizada ao tamanho anterior, clique em seu botão Restaurar (ele é 
exibido no lugar do botão Maximizar) ou clique duas vezes na barra de título da janela. 
- Para redimensionar uma janela (torná-la menor ou maior), aponte para qualquer borda ou canto da 
janela. Quando o ponteiro do mouse mudar para uma seta de duas pontas (veja a figura abaixo), arraste 
a borda ou o canto para encolher ou alargar a janela. 
 
 
 
Arraste a borda ou o canto de uma janela para redimensioná-la. 
 
Não é possível redimensionar uma janela maximizada. Você deve primeiro restaurá-la ao tamanho 
anterior. 
 
Observação: 
 
 Embora a maioria das janelas possa ser maximizada e redimensionada, existem algumas janelas que 
têm tamanho fixo, como as caixas de diálogo. 
 
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. 112 
4. Ocultando Uma Janela. 
 
Minimizar uma janela é o mesmo que ocultá-la. Se você deseja tirar uma janela temporariamente do 
caminho sem fechá-la, minimize-a. 
Para minimizar uma janela, clique em seu botão Minimizar . A janela desaparecerá da área de 
trabalho e ficará visível somente como um botão na barra de tarefas, aquela barra longa horizontal na 
parte inferior da tela. 
 
 
Botão da barra de tarefas. 
 
Para fazer uma janela minimizada aparecer novamente na área de trabalho, clique em seu respectivo 
botão da barra de tarefas. A janela aparecerá exatamente como estava antes de ser minimizada. 
 
5. Fechando Uma Janela. 
 
O fechamento de uma janela a remove da área de trabalho e da barra de tarefas. Se você tiver 
terminado de trabalhar com um programa ou documento e não precisar retornar a ele imediatamente, 
feche-o. 
Para fechar uma janela, clique em seu botão Fechar . 
 
Observação: 
 
Se você fechar um documento sem salvar as alterações feitas, aparecerá uma mensagem dando-lhe 
a opção de salvar as alterações. 
 
6. Alternando entre Janelas. 
 
Se você abrir mais de um programa ou documento, a área de trabalho poderá ficar congestionada 
rapidamente. Manter o controle de quais janelas você já abriu nem sempre é fácil, porque algumas podem 
encobrir, total ou parcialmente, as outras. 
Usando a barra de tarefas. A barra de tarefas fornece uma maneira de organizar todas as janelas. 
Cada janela tem um botão correspondente na barra de tarefas. Para alternar para outra janela, basta 
clicar no respectivo botão da barra de tarefas. A janela aparecerá na frente de todas as outras, tornando-
se a janela ativa, ou seja, aquela na qual você está trabalhando no momento. 
Para identificar com facilidade uma janela, aponte para seu botão da barra de tarefas. Quando você 
aponta para um botão na barra de tarefas, aparece uma visualização em miniatura dessa janela, seja o 
conteúdo um documento, uma foto ou até mesmo um vídeo em execução. Esta visualização é útil 
principalmente quando você não consegue identificar uma janela somente pelo título. 
 
 
Colocar o cursor sobre o botão de uma janela na barra de tarefas exibe uma visualização da janela. 
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. 113 
Observação: 
 
Para visualizar miniaturas, seu computador deve oferecer suporte ao Aero. 
- Usando Alt+Tab. Você pode alternar para a janela anterior pressionando Alt+Tab, ou percorrer todas 
as janelas abertas e a área de trabalho mantendo pressionada a tecla Alt e pressionando repetidamente 
a tecla Tab. Solte Alt para mostrar a janela selecionada. 
- Usando o Aero Flip 3D. O Aero Flip 3D organiza as janelas em uma pilha tridimensional para permitir 
que você as percorra rapidamente. Para usar o Flip 3D: 
 
- Mantenha pressionada a tecla de logotipo do Windows e pressione Tab para abrir o Flip 3D. 
- Enquanto mantém pressionada a tecla de logotipo do Windows, pressione Tab repetidamente ou gire 
a roda do mouse para percorrer as janelas abertas. Você também pode pressionar Seta para a Direita 
ou Seta para Baixo para avançar uma janela, ou pressionar Seta para a Esquerda ou Seta para Cima 
para retroceder uma janela. 
- Solte a tecla de logotipo do Windows para exibir a primeira janela da pilha ou clique em qualquer 
parte da janela na pilha para exibir essa janela. 
 
 
 
Aero Flip 3D. 
 
Observação: 
 
O Flip 3D faz parte da experiência de área de trabalho do Aero. Se o computador não oferecer suporte 
para o Aero, você poderá exibir os programas e janelas abertos no computador pressionando Alt+Tab. 
Para percorrer as janelas abertas, pressione a tecla Tab, pressione as teclas de direção ou use o mouse. 
 
7. Organizando Janelas Automaticamente. 
 
Agora que você sabe como mover e redimensionar janelas, pode organizá-las da maneira que quiser 
na área de trabalho. Também pode fazer com que o Windows as organize automaticamente em uma 
destas três formas: em cascata, lado a lado e empilhadas verticalmente. 
 
 
 
Organize as janelas em cascata (à esquerda), lado a lado (à direita) ou em uma pilha vertical (no centro). 
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. 114 
Para escolher uma dessas opções, abra algumas janelas na área de trabalho, clique com o botão 
direito do mouse em uma área vazia da barra de tarefas e clique em Janelas em cascata, Mostrar janelas 
empilhadas ou Mostrar janelas lado a lado. 
 
8. Organizar Janelas Usando Ajustar. 
 
O recurso Ajustar redimensiona automaticamente as janelas quando você as move ou ajusta na borda 
da tela. Você pode usar o Ajustar para organizar janelas lado a lado, expandir janelas verticalmente ou 
maximizar uma janela. 
Para organizar janelas lado a lado 
Arraste a barra de título de uma janela para a esquerda ou à direita da tela até ser exibido um contorno 
da janela expandida. 
Libere o mouse para expandir a janela. 
Repita as etapas 1 e 2 com outra janela para organizar as janelas lado a lado. 
 
 
 
Arraste uma janela para o lado da área de trabalho para expandi-la até metade da tela. 
 
9. Para Expandir Uma Janela Verticalmente. 
 
Aponte para a borda superior ou inferior da janela aberta até o ponteiro mudar para uma seta de duas 
pontas . 
Arraste a borda da janela para a parte superior ou inferior da tela para expandir a janela na altura total 
da área de trabalho. A largura da janela não é alterada. 
 
 
 
Arraste a parte superior ou inferior da janela para expandi-la verticalmente. 
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. 115 
10. Para Maximizar Uma Janela. 
 
- Arraste a barra de título da janela para a parte superior da tela. O contorno da janela se expande para 
preencher a tela. 
- Libere a janela para expandi-la e preencher toda a área de trabalho. 
 
 
 
Arraste uma janela para a parte superior da área de trabalho para expandi-la totalmente. 
 
11. Caixas de Diálogo. 
 
Uma caixa de diálogo é um tipo especial de janela que faz uma pergunta, fornece informações ou 
permite que você selecione opções para executar uma tarefa. Você verá caixas de diálogo com frequência 
quando um programa ou o Windows precisardo 
software, o armazenamento de informações e a interação com o usuário. A CPU, as memórias primária 
e secundária, os periféricos, os componentes de redes de computadores, são exemplos de elementos de 
hardware. Um único computador pode possibilitar a existência de diversos sistemas e um sistema pode 
requisitar diversos computadores. 
O software é a parte abstrata do sistema computacional que funciona num hardware a partir de 
instruções codificadas numa linguagem de programação. Estas instruções permitem o processamento e 
armazenamento de informações na forma de dados codificados e podem ser controladas pelo usuário. 
Este controle, bem como a troca de informações entre o usuário e o sistema é feita através da interface 
de usuário, composta por hardware e software. 
 
CLASSIFICAÇÃO DOS COMPUTADORES. 
 
Tipos de Computadores. 
 
Podemos classificar os computadores pelo porte: 
 
- Grande porte: Mainframes; 
- Médio porte: Minicomputadores/servidores/workstations; 
- Pequeno porte: microcomputadores, que podem ser subdivididos em: de mesa (desktops) e os 
portáteis (notebooks, tablets, etc.). 
 
 
 
 
 
 
2 Fonte: ANÁLISE DE SISTEMAS VOL. 3 POR FLAVIA REISSWITZ 
 
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. 7 
a) Mainframes. 
 
 
 
Os mainframes são responsáveis por processar um volume gigantesco de informações, possuem 
grande poder de processamento, podendo oferecer serviços a milhares de usuários por rede ou terminais 
conectados diretamente. O nome remete ao gabinete principal que abrigava a unidade central de 
processamento dos primeiros computadores. São utilizados em ambientes comerciais e grandes 
empresas, como Bancos, operadoras de energia e telefonia, empresas de aviação, etc. 
Necessitam de ambiente especial, tanto pelo tamanho quanto pela necessidade de refrigeração 
especial. 
 
b) Minicomputador/Workstation/Servidor. 
 
Minicomputadores são computadores de médio porte, ficando no meio termo de um mainframe e um 
microcomputador. Direcionado à empresas de médio porte, ainda são utilizados principalmente em 
servidores e workstations mas, com a evolução dos microcomputadores, estão perdendo espaço cada 
vez mais. 
 
c) Workstation. 
 
Estação de trabalho (do inglês Workstation) são os computadores situados entre o computador pessoal 
e o computador de grande porte. Algumas destas máquinas eram vocacionadas para aplicações com 
requisitos gráficos acima da média, podendo então ser referidas como Estação gráfica ou Estação gráfica 
de trabalho (Graphical workstation). 
 
d) Servidor. 
 
Consiste em um sistema de computação centralizado fornecedora de serviços a uma rede de 
computadores, serviços estes que podem ser de armazenamento de arquivos, de páginas de um 
determinado site, de armazenamento, de envio e de recebimento de correio eletrônico, de controle de fila 
de impressão, de manipulações de informações em um banco de dados, etc. 
Chamam-se Clientes os computadores que acessam este serviço e as redes que os utilizam são do 
tipo Cliente-Servidor. 
Um servidor não precisa necessariamente ser um computador completo, pode se resumir a uma 
máquina que não seja necessariamente um computador, a um software, etc. 
Assim como em relação a computadores interligados em rede, a comunicação entre clientes e 
servidores é feita através de protocolos, ou seja, regras do modo como se dará a comunicação entre as 
partes. 
 
Observação: 
 
Conceitualmente todos eles realizam funções internas idênticas, mas em escalas diferentes. 
 
e) Microcomputadores. 
 
Os microcomputadores de pequeno porte são destinados ao uso pessoal ou a pequenos grupos (PC 
– Personal Computer ou computador pessoal). Podemos dividi-lo em Desktops (computadores de mesa) 
Apostila gerada especialmente para: Wagner André Vieira da Silva 073.769.494-70
 
. 8 
ou portáteis, como notebooks ou laptops, tablets, smartphones, PDAs, etc. Estas maquinas utilizam os 
mais variados sistemas operacionais, em relação aos Desktops, os principais deles são o Microsoft 
Windows, as distribuições baseadas em Linux (Debian, Ubuntu, Fedora) e o MacOs X e em relação aos 
portáteis, os mais utilizados são o Google Android, o IOS e o MSWindows. 
A arquitetura dos microcomputadores é baseada em processadores x86 (32 bits), X64 (64 bits) e 
PowerPCs. 
 
f) Desktops. 
 
Os microcomputadores mais utilizados ainda são os desktops, pois atendem a várias aplicações. São 
eles o PC – Personal Computer ou computador pessoal e o Macintosh, da Apple, em diversos modelos, 
com diferentes configurações. 
Na maioria das vezes, é composto por: 
 
- Gabinete. 
- Monitor. 
- Mouse. 
- Teclado. 
 
Todos os componentes são interligados por cabo ou ainda por transmissão via ondas de rádio (RF- 
Radiofrequência) e bluetooth, no caso dos periféricos sem fio, que possuem seus respectivos receptores 
normalmente no padrão USB. 
 
- All in one. 
 
 
 
São microcomputadores semelhantes a desktops, só que sem gabinete, com placas, processador, 
drives, portas de comunicação todos embutidos no monitor. Estruturalmente a disposição das peças se 
assemelha mais a um notebook, com tudo embutido em uma única estrutura, só que, ao contrário dos 
portáteis, teclado e mouse são conectados externamente. 
 
- Nettop e NUCS. 
 
 
- Nettop. 
 
São desktops em miniatura, muito compactos, que executam tarefas mais simples, que não exigem 
muito processamento, como navegar na internet, executar mídias, etc. Possuem baixo consumo de 
energia e são mais baratos que um desktop convencional. Os NUCs da Intel são igualmente compactos, 
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. 9 
mas possuem processamento superior, semelhante aos mais avançados processadores de desktops, 
como os mais recentes 5ª geração do processador Intel Core i5-5250U. 
 
 
 
Intel NUC. 
 
g) Computadores Portáteis. 
 
Computador portátil é todo aquele que é facilmente transportado, possuindo todo o conjunto de 
periféricos padrão necessários para seu funcionamento integrados ao equipamento e possui uma fonte 
de energia, como uma bateria por exemplo, que necessita periodicamente ser recarregada. 
Sua principal vantagem perante os outros tipos de computadores é em relação à sua mobilidade, 
acompanhando o usuário em qualquer lugar. 
As desvantagens em relação aos desktops são o custo elevado em relação à desempenhos inferiores 
e a pouca flexibilidade em relação ao hardware do equipamento, exceto pelos periféricos, onde não 
podemos fazer muitos “upgrades” (atualizações), como podemos fazer em um desktop, por exemplo uma 
placa gráfica de um notebook é embutida na placa mãe ou no processador (APU - Accelerated Processing 
Unit), não sendo possível altera-la. Sendo assim, usuários de aplicações gráficas, tanto para manipulação 
de vídeos quanto jogos, para citar alguns exemplos, devem escolher notebooks já com placa gráfica 
dedicada. Apesar de limitado também em relação a seu monitor embutido, os portáteis em geral tem 
saídas para conexão em televisores e monitores diversos, podendo utilizar o mesmo como monitor 
principal, extensão do monitor, etc. 
O recurso Wireless ou Wi-fi, presente em praticamente todos os portáteis, torna simples o acesso à 
internet em diversos ambientes, como aeroportos, restaurantes, etc, além de interligar diversos 
dispositivos diferentes em um mesmo ambiente. 
Um portátil deve ser pensado, principalmente, por pessoas que precisam de espaço ou mobilidade. 
 
h) Notebook. 
 
O notebook, também denominado laptop ou computador portátil, é projetado para ser facilmente 
transportado para diferentes lugares. Geralmente, é composto por uma tela de cristal líquido (LED), 
teclado, um touchpad, dispositivo sensível ao toque que faz o papel de mouse, drive gravador de cd/dvd, 
disco rígido/HD (em alguns casos até com SSD-Solid State Disk, muito mais rápidos que os HDs 
convencionais), portas para conectividadede uma resposta sua antes de continuar. 
 
 
 
Uma caixa de diálogo aparecerá se você sair de um programa sem salvar o trabalho. 
 
Ao contrário das janelas comuns, a maioria das caixas de diálogo não podem ser maximizadas, 
minimizadas ou redimensionadas, mas podem ser movidas. 
 
USANDO MENUS, BOTÕES, BARRAS E CAIXAS. 
 
Menus, botões, barras de rolagem e caixas de seleção são exemplos de controles que funcionam com 
o mouse ou teclado. Esses controles permitem selecionar comandos, alterar configurações ou trabalhar 
com janelas. Esta seção descreve como reconhecer e usar controles que você encontrará com frequência 
ao usar o Windows. 
 
1. Usando Menus. 
 
A maioria dos programas contém dezenas ou até centenas de comandos (ações) que você usa para 
trabalhar. Muitos desses comandos estão organizados em menus. Como no cardápio de um restaurante, 
um menu de programa mostra uma lista de opções. Para manter a tela organizada, os menus ficam 
ocultos até que você clique em seus títulos na barra de menus, localizada imediatamente abaixo da barra 
de título. 
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. 116 
Para escolher um dos comandos listados em um menu, clique nele. Às vezes, aparece uma caixa de 
diálogo na qual é possível selecionar mais opções. Se um comando não estiver disponível ou não puder 
ser clicado, ele será exibido em cinza. 
Alguns itens de menu não são comandos. Na realidade, eles abrem outros menus. Na figura a seguir, 
um submenu é aberto quando você aponta para "Novo". 
 
 
 
Alguns comandos de menu abrem submenu. 
 
Se você não vir o comando que deseja, verifique outro menu. Mova o ponteiro do mouse pela barra de 
menus e eles se abrirão automaticamente, sem que você precise clicar na barra de menus outra vez. 
Para fechar um menu sem selecionar nenhum comando, clique na barra de menus ou em alguma outra 
parte da janela. 
Nem sempre é fácil reconhecer menus, porque nem todos os controles de menu se parecem ou são 
exibidos em uma barra de menus. Como identificá-los então? Quando você vir uma seta ao lado de uma 
palavra ou imagem, é provável que seja um controle de menu. Veja alguns exemplos: 
 
 
Exemplos de controles de menu. 
 
Observação: 
 
Se um atalho de teclado estiver disponível para um comando, ele será mostrado ao lado do comando. 
Você pode usar o teclado, em vez do mouse, para operar com os menus. 
 
2. Usando Barras de Rolagem. 
 
Quando um documento, uma página da Web ou uma imagem excede o tamanho da janela, barras de 
rolagem aparecem para permitir que você veja as informações que estão fora de visão no momento. A 
figura a seguir mostra as partes de uma barra de rolagem. 
 
 
Barras de rolagem horizontal e vertical. 
 
Para usar a barra de rolagem: 
 
- Clique nas setas de rolagem para cima ou para baixo para percorrer o conteúdo da janela em 
pequenas etapas. Mantenha o botão do mouse pressionado para rolar continuamente. 
- Para rolar uma página para cima ou para baixo, clique em uma área vazia de uma barra de rolagem 
acima ou abaixo da caixa de rolagem. 
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. 117 
- Arraste uma caixa de rolagem para cima, para baixo, para a esquerda ou para a direita para rolar a 
janela nessa direção. 
 
Se o mouse tiver uma roda de rolagem, você poderá usá-la para percorrer documentos e páginas da 
Web. Para rolar para baixo, role a roda para trás (em direção a você). Para rolar para cima, role a roda 
para frente (em direção contrária a você). 
 
3. Usando Botões de Comando. 
 
Um botão de comando executa um comando (uma ação) quando você clica nele. Você os verá com 
mais frequência em caixas de diálogo, que são pequenas janelas contendo opções para concluir uma 
tarefa. Por exemplo, se você fechar uma imagem do Paint sem salvá-la primeiro, verá uma caixa de 
diálogo como esta: 
 
 
 
Caixa de diálogo com três botões. 
 
Para fechar a imagem, primeiro clique no botão Salvar ou Não Salvar. Clique em Salvar para salvar a 
imagem e as alterações; clique em Não Salvar para excluir a imagem e descartar as alterações. Se clicar 
em Cancelar, a caixa de diálogo será descartada e você retornará ao programa. 
Pressionar a tecla Enter é o mesmo que clicar em um botão de comando que esteja selecionado. 
Fora das caixas de diálogo, a aparência dos botões de comando varia; por isso, às vezes é difícil saber 
o que é ou não um botão. Por exemplo, os botões de comando costumam ser exibidos como pequenos 
ícones (imagens) sem texto ou moldura retangular. 
A maneira mais confiável de determinar se um item é um botão de comando é colocar o ponteiro do 
mouse sobre ele. Se ele "acender" e surgir um contorno retangular em torno dele, trata-se de um botão. 
A maioria dos botões também exibe algum texto descrevendo sua função quando você aponta para eles. 
Se um botão se dividir em duas partes quando você apontar para ele, trata-se de um botão de divisão. 
Clique na parte principal do botão para executar um comando ou clique na seta para abrir um menu com 
mais opções. 
 
 
Botões de divisão se dividem em duas partes quando você aponta para eles. 
 
4. Usando Botões de Opção. 
 
Os botões de opção permitem escolher entre duas ou mais opções. Normalmente aparecem em caixas 
de diálogo. A figura a seguir mostra dois botões de opção. A opção "Cor" está selecionada. 
 
 
 
O clique em um botão seleciona esta opção. 
 
Para selecionar uma opção, clique em um dos botões. É possível selecionar apenas uma opção. 
 
5. Usando Caixas De Seleção. 
 
As caixas de seleção permitem selecionar uma ou mais opções independentes. Ao contrário dos 
botões de opção, que restringem sua escolha a uma opção, as caixas de seleção permitem que você 
escolha várias opções ao mesmo tempo. 
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Clique em uma caixa de seleção vazia para selecionar esta opção. 
 
Para usar caixas de seleção: 
 
- Clique em um quadrado vazio para selecionar ou "ativar" esta opção. Uma marca de seleção 
aparecerá no quadrado, indicando que a opção foi selecionada. 
- Para desativar uma opção, desmarque (remova) sua marca de seleção clicando nela. 
- Opções que não podem ser selecionadas ou desmarcadas no momento são mostradas em cinza. 
 
6. Usando Controles Deslizantes. 
 
Um controle deslizante permite ajustar uma configuração em um intervalo de valores. Ele tem a 
seguinte aparência: 
 
 
 
A ação de mover o controle deslizante altera a velocidade do ponteiro. 
 
Um controle deslizante ao longo da barra mostra o valor selecionado no momento. No exemplo acima, 
o controle deslizante está posicionado no meio do caminho entre Lenta e Rápida, indicando uma 
velocidade média do ponteiro. 
Para usar um controle deslizante, arraste-o em direção ao valor desejado. 
 
7. Usando Caixas de Texto. 
 
Uma caixa de texto permite digitar informações, como senha ou termo de pesquisa. A figura a seguir 
mostra uma caixa de diálogo contendo uma caixa de texto. Digitamos "urso" na caixa de texto. 
 
 
 
Exemplo de uma caixa de texto em uma caixa de diálogo. 
 
Uma linha vertical intermitente chamada cursor indica onde aparecerá o texto que você digitar. No 
exemplo, você pode ver o cursor após o "o" de "urso". É possível mover facilmente o cursor clicando na 
nova posição. Por exemplo, para adicionar uma palavra antes de "urso", primeiro mova o cursor e clique 
antes do "u". 
Se você não vir um cursor na caixa de texto, significa que a caixa de texto não está pronta para 
digitação. Primeiro clique na caixa e só depois comece a digitar. 
Caixas de texto que exigem senhas geralmente ocultam a senha quando você a digita, para o caso de 
alguém estar olhando para sua tela. 
 
 
 
Caixas de texto que exigem senhas geralmente ocultam a senha. 
 
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8. Usando Listas Suspensas. 
 
Listassuspensas são semelhantes a menus. Entretanto, em vez de clicar em um comando, você 
escolhe uma opção. Quando estão fechadas, as listas suspensas mostram somente a opção selecionada 
no momento. As outras opções disponíveis ficam ocultas até que você clique no controle, como mostra a 
figura abaixo: 
 
 
 
Uma lista suspensa fechada (à esquerda) e aberta (à direita). 
 
Para abrir uma lista suspensa, clique nela. Para escolher uma opção na lista, clique na opção. 
 
9. Usando Caixas de Listagem. 
 
Uma caixa de listagem exibe uma lista de opções para você escolher. Ao contrário da lista suspensa, 
as opções (todas ou algumas) já estão visíveis, sem que seja necessário abrir a lista. 
 
 
 
Caixa de listagem. 
 
Para escolher uma opção na lista, clique nela. Se a opção desejada não estiver visível, use a barra de 
rolagem para rolar a lista para cima ou para baixo. Se a caixa de listagem tiver uma caixa de texto acima 
dela, você poderá digitar o nome ou valor da opção. 
 
10. Usando Guias. 
 
Em algumas caixas de diálogo, as opções são divididas em duas ou mais guias. Somente uma guia 
(ou um conjunto de opções) pode ser visualizada por vez. 
 
 
 
Guias. 
 
A guia selecionada no momento aparece na frente das outras guias. Para alternar para outra guia, 
clique nela. 
 
TECLAS DE ATALHO DO SISTEMA OPERACIONAL14. 
 
Os atalhos de teclado são combinações de duas ou mais teclas que, quando pressionadas, podem ser 
usadas para executar uma tarefa que normalmente exigiria um mouse ou um dispositivo apontador. Os 
 
14 Fonte: http://windows.microsoft.com/pt-br/ 
 
Apostila gerada especialmente para: Wagner André Vieira da Silva 073.769.494-70
 
. 120 
atalhos de teclado podem facilitar a interação com o computador, permitindo que você poupe tempo e 
esforço ao trabalhar com o Windows e outros programas. 
A maioria dos programas também contém teclas de aceleração que facilitam o trabalho com menus e 
outros comandos. Verifique se os menus dos programas possuem teclas de aceleração. Normalmente, 
quando há uma letra sublinhada no menu, pressionar a tecla Alt juntamente com a letra sublinhada 
equivale a clicar no item de menu correspondente. 
Pressionar a tecla Alt em alguns programas, como o Paint e o WordPad, mostra comandos rotulados 
com teclas adicionais que você pode pressionar para usar os comandos. 
Você também pode criar novos atalhos de teclado para abrir programas. Para obter mais informações, 
consulte Criar atalhos de teclado para abrir programas. 
 
1. Atalhos de Teclado para Facilidade de Acesso. 
 
- Shift Direita por oito segundos: Ativar e desativar as Teclas de Filtro. 
- Alt Esquerda+Shift Esquerda+PrtScn (ou PrtScn): Ativar ou desativar o Alto Contraste. 
- Alt Esquerda+Shift Esquerda+Num Lock: Ativar ou desativar as Teclas do Mouse. 
- Shift cinco vezes: Ativar ou desativar as Teclas de Aderência. 
- Num Lock por cinco segundos: Ativar ou desativar as Teclas de Alternância. 
- Tecla do logotipo do Windows Imagem da tecla de logotipo do Windows +U: Abrir a Central de 
Facilidade de Acesso. 
 
2. Atalhos de Teclado Gerais. 
 
- F1: Exibir a Ajuda. 
- Ctrl+C: Copiar o item selecionado. 
- Ctrl+X: Recortar o item selecionado. 
- Ctrl+V: Colar o item selecionado. 
- Ctrl+Z: Desfazer uma ação. 
- Ctrl+Y: Refazer uma ação. 
- Delete: Excluir o item selecionado e movê-lo para a Lixeira. 
- Shift+Delete: Excluir o item selecionado sem movê-lo para a Lixeira primeiro. 
- F2: Renomear o item selecionado. 
- Ctrl+Seta para a Direita: Mover o cursor para o início da próxima palavra. 
- Ctrl+Seta para a Esquerda: Mover o cursor para o início da palavra anterior. 
- Ctrl+Seta para Baixo: Mover o cursor para o início do próximo parágrafo. 
- Ctrl+Seta para Cima: Mover o cursor para o início do parágrafo anterior. 
- Ctrl+Shift com uma tecla de direção: Selecionar um bloco de texto. 
- Shift com qualquer tecla de direção: Selecionar mais de um item em uma janela ou na área de 
trabalho ou selecionar o texto dentro de um documento. 
- Ctrl com qualquer tecla de direção+Barra de Espaços: Selecionar vários itens individuais em uma 
janela ou na área de trabalho. 
- Ctrl+A: Selecionar todos os itens de um documento ou janela. 
- F3: Procurar um arquivo ou uma pasta. 
- Alt+Enter: Exibir as propriedades do item selecionado. 
- Alt+F4: Fechar o item ativo ou sair do programa ativo. 
- Alt+Barra de Espaços: Abrir o menu de atalho para a janela ativa. 
- Ctrl+F4 - Fechar o documento ativo (em programas que permitem vários documentos abertos 
simultaneamente). 
- Alt+Tab: Alternar entre itens abertos. 
- Ctrl+Alt+Tab: Usar as teclas de direção para alternar entre itens abertos. 
- Ctrl+Roda de rolagem do mouse: Alterar o tamanho dos ícones na área de trabalho. 
- Tecla do logotipo do Windows ( ) +Tab: Percorrer programas na barra de tarefas usando o 
Aero Flip 3-D. 
- Ctrl + tecla do logotipo do Windows +Tab: Usar as teclas de seta para percorrer os programas na 
barra de tarefas utilizando o Aero Flip 3-D. 
- Alt+Esc: Percorrer os itens na ordem em que foram abertos. 
- F6: Percorrer os elementos da tela em uma janela ou na área de trabalho. 
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. 121 
- F4: Exibir a lista da barra de endereços no Windows Explorer. 
- Shift+F10: Exibir o menu de atalho para o item selecionado. 
- Ctrl+Esc: Abrir o menu Iniciar. 
- Alt+letra: sublinhada Exibir o menu correspondente. 
- Alt+letra: sublinhada Executar o comando do menu (ou outro comando sublinhado). 
- F10: Ativar a barra de menus no programa ativo. 
- Seta para a Direita: Abrir o próximo menu à direita ou abrir um submenu. 
- Seta para a Esquerda: Abrir o próximo menu à esquerda ou fechar um submenu. 
- F5: Atualizar a janela ativa. 
- Alt+Seta para Cima: Exibir a pasta um nível acima no Windows Explorer. 
- Esc: Cancelar a tarefa atual. 
- Ctrl+Shift+Esc: Abrir o Gerenciador de Tarefas. 
- Shift: Quando inserir um CD Evitar que o CD seja executado automaticamente. 
 
3. Atalhos de Teclado de Caixas de Diálogo. 
 
Ctrl+Tab: Avançar pelas guias. 
Ctrl+Shift+Tab: Recuar pelas guias. 
Tab: Avançar pelas opções. 
Shift+Tab: Recuar pelas opções. 
Alt+letra sublinhada: Executar o comando (ou selecionar a opção) corresponde a essa letra. 
Enter: Substituir o clique do mouse em muitos comandos selecionados. 
Barra de Espaços: Marcar ou desmarcar a caixa de seleção caso a opção ativa seja uma caixa de 
seleção. 
 
4. Teclas de Direção. 
 
F1: Exibir a Ajuda. 
F4: Exibir os itens na lista ativa. 
Backspace: Abrir uma pasta um nível acima caso uma pasta esteja selecionada na caixa de diálogo 
Salvar como ou Abrir. 
 
5. Atalhos de Teclado da Tecla do Logotipo do Windows. 
 
- Windows tecla do logotipo: Abrir ou fechar o menu Iniciar. 
- Tecla do logotipo do Windows + Pause: Exibir a caixa de diálogo Propriedades do Sistema. 
- Tecla do logotipo do Windows +D: Exibir a área de trabalho. 
- Tecla do logotipo do Windows + M: Minimizar todas as janelas. 
- Tecla do logotipo do Windows +SHIFT+M: Restaurar janelas minimizadas na área de trabalho. 
- Tecla do logotipo do Windows +E: Abrir computador. 
- Tecla do logotipo do Windows +F: Procurar um arquivo ou uma pasta. 
- Ctrl + tecla do logotipo do Windows + F: Procurar computadores (se você estiver em uma rede). 
- Tecla do logotipo do Windows + L: Bloquear o computador ou alternar usuários. 
- Tecla do logotipo do Windows +R: Abrir a caixa de diálogo Executar. 
- Tecla do logotipo do Windows +T: Percorrer programas na barra de tarefas. 
- Tecla do logotipo do Windows + número: Iniciar o programa fixado na barra de tarefas na posição 
indicada pelo número. Se o programa já estiver sendo executado, alterne para ele. 
- Shift + Tecla do logotipo do Windows + número: Iniciar a nova instância do programa fixado na 
barra de tarefas na posição indicada pelo número. 
- Ctrl + Tecla do logotipo do Windows + número: Alternar para a última janela ativa do programa 
fixadona barra de tarefas na posição indicada pelo número. 
- Alt + Tecla do logotipo do Windows + número: Abrir a Lista de Atalhos para o programa fixado na 
barra de tarefas na posição indicada pelo número. 
- Tecla do logotipo do Windows +Tab: Percorrer os programas na barra de tarefas usando o Aero 
Flip 3-D. 
- Ctrl + tecla do logotipo do Windows +Tab: Usar as teclas de seta para percorrer os programas na 
barra de tarefas utilizando o Aero Flip 3-D. 
- Ctrl + tecla do logotipo do Windows + B: Alternar para o programa que exibiu uma mensagem na 
área de notificação. 
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. 122 
- Tecla do logotipo do Windows +Barra de Espaços: Visualizar a área de trabalho. 
- Tecla do logotipo do Windows + Seta para Cima: Maximizar a janela. 
- Tecla do logotipo do Windows + Seta para a Esquerda: Maximizar a janela à esquerda da tela. 
- Tecla do logotipo do Windows + Seta para a Direita: Maximizar a janela à direita da tela. 
- Tecla do logotipo do Windows + Seta para Baixo: Minimizar a janela. 
- Tecla do logotipo do Windows + Hom: Minimizar todas as janelas, menos a ativa. 
- Tecla do logotipo do Windows + Shift + Seta para Cima: Ampliar a janela verticalmente na tela. 
- Tecla do logotipo do Windows + Shift + Seta para a Esquerda ou para a Direita: Mover uma 
janela de um monitor para outro. 
- Tecla do logotipo do Windows + P: Escolher um modo de exibição da apresentação. 
- Tecla do logotipo do Windows +G: Percorrer gadgets. 
- Tecla do logotipo do Windows +U: Abrir a Central de Facilidade de Acesso. 
- Tecla do logotipo do Windows +X: Abrir o Windows Mobility Center. 
 
6. Atalhos de Teclado do Windows Explorer. 
 
- Ctrl+N: Abrir uma nova janela. 
- Ctrl+Shift+N: Criar uma nova pasta. 
- End: Exibir a parte inferior da janela ativa. 
- Home: Exibir a parte superior da janela ativa. 
- F11: Maximizar ou minimizar a janela ativa. 
- Num Lock+Asterisco (*) no teclado numérico: Exibir todas as subpastas da pasta selecionada. 
- Num Lock+Sinal de Adição (+) no teclado numérico: Exibir o conteúdo da pasta selecionada. 
- Num Lock+Sinal de Subtração (-) no teclado numérico: Recolher a pasta selecionada. 
- Seta para a Esquerda: Recolher a seleção atual (se estiver expandida) ou selecionar a pasta pai. 
- Alt+Enter: Abrir a caixa de diálogo Propriedades para o item selecionado. 
- Alt+P: Exibir o painel de visualização. 
- Alt+Seta para a Esquerda: Exibir a pasta anterior. 
- Seta para a Direita: Exibir a seleção atual (se estiver recolhida) ou selecionar a primeira subpasta. 
- Alt+Seta para a Direita: Exibir a próxima pasta. 
- Alt+Seta para Cima: Exibir a pasta pai. 
- Ctrl+Roda de rolagem do mouse: Alterar o tamanho e a aparência dos ícones de arquivo e pasta. 
- Alt+D: Selecionar a barra de endereços. 
- Ctrl+E: Selecionar a caixa de pesquisa. 
 
7. Atalhos de Teclado da Lupa. 
 
- Tecla do logotipo do Windows + Sinal de Adição ou Sinal de Subtração: Ampliar ou reduzir. 
- Ctrl+Alt+Barra de Espaços: Mostrar o ponteiro do mouse. 
- Ctrl+Alt+F: Alternar para o modo de tela inteira. 
- Ctrl+Alt+L: Alternar para o modo de lente. 
- Ctrl+Alt+D: Alternar para o modo encaixado. 
- Ctrl+Alt+I: Inverter cores. 
- Ctrl+Alt+teclas de direção: Fazer uma panorâmica no sentido das teclas de direção. 
- Ctrl+Alt+R: Redimensionar a lente. 
- Tecla do logotipo do Windows + Esc: Sair da Lupa. 
 
8. Atalhos de Teclado da Conexão de Área de Trabalho Remota. 
 
- Alt+Page Up: Mover entre programas da esquerda para a direita. 
- Alt+Page Down: Mover entre programas da direita para a esquerda. 
- Alt+Insert: Percorrer os programas na ordem em que foram iniciados. 
- Alt+Home: Exibir o menu Iniciar. 
- Ctrl+Alt+Break: Alternar entre uma janela e uma tela inteira. 
- Ctrl+Alt+End: Exibir a caixa de diálogo Segurança do Windows. 
- Alt+Delete: Exibir o menu do sistema. 
- Ctrl+Alt+Sinal de Subtração (-) no teclado numérico: Colocar uma cópia da janela ativa do cliente 
na área de transferência do Terminal Server (equivale a pressionar Alt+PrtScn em um computador 
local). 
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- Ctrl+Alt+Sinal de Adição (+) no teclado numérico: Colocar uma cópia de toda a área da janela do 
cliente na área de transferência do Terminal Server (equivale a pressionar a tecla PrtScn em um 
computador local). 
- Ctrl+Alt+Seta para a Direita: Retira o foco dos controles da Área de Trabalho Remota e o passa 
para um controle no programa host (por exemplo, um botão ou uma caixa de texto). É útil quando os 
controles da Área de Trabalho Remota estão incorporados em outro programa (host). 
- Ctrl+Alt+Seta para a Esquerda: Retira o foco dos controles da Área de Trabalho Remota e o passa 
para um controle no programa host (por exemplo, um botão ou uma caixa de texto). É útil quando os 
controles da Área de Trabalho Remota estão incorporados em outro programa (host). 
 
Observação: 
 
- Ctrl+Alt+Break e Ctrl+Alt+End estão disponíveis em todas as sessões da Área de Trabalho Remota, 
mesmo quando você configura o computador remoto para reconhecer atalhos de teclado do Windows. 
 
AJUDA E SUPORTE DO SISTEMA OPERACIONAL. 
 
É provável que, em algum momento, você se depare com uma tarefa ou um problema no computador 
que o deixe confuso. Para resolvê-lo, você precisa saber como obter ajuda no lugar certo. Este artigo 
apresenta uma visão geral das técnicas recomendadas. 
 
1. Usando a Ajuda e Suporte do Windows. 
 
A Ajuda e Suporte do Windows é um sistema de ajuda interno do Windows, no qual você obtém 
respostas rápidas a dúvidas comuns, sugestões para solução de problemas e instruções sobre diversos 
itens e tarefas. Caso precise de ajuda com relação a um programa que não faz parte do Windows, 
consulte a Ajuda desse programa (consulte "Obtendo ajuda sobre um programa", a seguir). 
Para abrir a Ajuda e Suporte do Windows, clique no botão Iniciar e, em seguida, clique em Ajuda e 
Suporte. 
 
2. Obter o Conteúdo Mais Recente da Ajuda. 
 
Se você estiver conectado à Internet, verifique se o Centro de Ajuda e Suporte do Windows está 
configurado como Ajuda Online. A Ajuda Online inclui novos tópicos da Ajuda e as versões mais recentes 
dos tópicos existentes. 
 
- Clique no botão Iniciar e em Ajuda e Suporte. 
- Na barra de ferramentas Ajuda e Suporte do Windows, clique em Opções e em Configurações. 
- Em Resultados da pesquisa, marque a caixa de seleção Melhorar os resultados de pesquisa usando 
a Ajuda online (recomendado) e clique em OK. Quando você estiver conectado, as palavras Ajuda 
Online serão exibidas no canto inferior direito da janela Ajuda e Suporte. 
 
3. Pesquisar na Ajuda. 
 
A maneira mais rápida de obter ajuda é digitar uma ou duas palavras na caixa de pesquisa. Por 
exemplo, para obter informações sobre rede sem fio, digite rede sem fio e pressione Enter. Será exibida 
uma lista de resultados, com os mais úteis na parte superior. Clique em um dos resultados para ler o 
tópico. 
 
 
A caixa de pesquisa na Ajuda e Suporte do Windows. 
4. Pesquisar Ajuda. 
 
Você pode pesquisar tópicos da Ajuda por assunto. Clique no botão Pesquisar Ajuda e, em seguida, 
clique em um item na lista de títulos de assuntos que será exibida. Esses títulos podem conter tópicos da 
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Ajuda ou outros títulos de assuntos. Clique em um tópico da Ajuda para abri-lo ou clique em outro título 
para investigar mais a fundo a lista de assuntos. 
 
 
Navegando em tópicos da Ajuda por assunto. 
 
5. Obtendo Ajuda sobre um Programa. 
 
Quase todos os programas vêm com seu próprio sistema de Ajuda interno. 
Para abrir o sistema de Ajuda de um programa: 
- No menu Ajuda do programa, clique no primeiro item na lista, como "Exibir Ajuda", "Tópicos da Ajuda" 
ou algo semelhante. (Esse texto varia.) -ou- Clique no botão Ajuda. 
 
Observação: 
 
Você também pode acessar a Ajuda ao pressionar F1. Esta teclade função abre a Ajuda em 
praticamente qualquer programa. 
 
6. Obtendo Ajuda sobre Caixas de Diálogo e Janelas. 
 
Além da ajuda do programa, algumas caixas de diálogo e janelas contêm links para tópicos da Ajuda 
sobre suas funções específicas. Se você vir um link de texto sublinhado ou colorido ou um ponto de 
interrogação dentro de um círculo ou um quadrado, clique nele para abrir o tópico da Ajuda. 
 
 
Links da Ajuda em caixas de diálogo e janelas. 
 
7. Obtendo Ajuda de Outros Usuários do Windows. 
 
Se você tiver uma pergunta que não possa ser respondida pelas informações da Ajuda, tente obter 
ajuda de outros usuários do Windows. 
Convide alguém para ajudar usando a Assistência Remota. 
Se você tiver um amigo ou parente que seja especialista em computadores, poderá convidá-lo para se 
conectar ao seu computador usando a Assistência Remota. Ele poderá então visualizar a tela do seu 
computador e conversar com você sobre o que ambos estão vendo. Com a sua permissão, ele poderá 
até controlar seu computador remotamente, o que permitirá a correção do problema. 
 
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. 125 
8. Usando Recursos na Web. 
 
A Web contém uma quantidade enorme de informações, por isso há grandes chances de que uma 
resposta à sua dúvida resida em algum lugar nesses bilhões de páginas da Web. Uma pesquisa geral na 
Web é uma boa tática para começar sua busca. 
Se você não encontrar o que precisa usando uma pesquisa geral, convém procurar em sites cujo foco 
seja o Windows ou problemas de computador. Veja a seguir quatro boas dicas: 
Site do Windows. Este site fornece uma versão online de todos os tópicos da Ajuda nesta versão do - 
- Windows, além de vídeos instrutivos, colunas detalhadas e outras informações úteis. 
- Ajuda e Suporte da Microsoft. Descubra soluções para problemas comuns, tópicos de instruções, 
etapas para solução de problemas e os downloads mais recentes. 
- Microsoft TechNet. Este site inclui recursos e conteúdo técnico para profissionais de tecnologia de 
informação. 
 
GERENCIAMENTO DE PASTAS E ARQUIVOS. 
 
Um arquivo é um item que contém informações, por exemplo, texto, imagens ou música. Quando 
aberto, um arquivo pode ser muito parecido com um documento de texto ou com uma imagem que você 
poderia encontrar na mesa de alguém ou em um arquivo convencional Em seu computador, os arquivos 
são representados por ícones; isso facilita o reconhecimento de um tipo de arquivo bastando olhar para 
o respectivo ícone. Veja a seguir alguns ícones de arquivo comuns: 
 
 
 
Ícones de alguns tipos de arquivo. 
 
Uma pasta é um contêiner que pode ser usado para armazenar arquivos. Se você tivesse centenas de 
arquivos em papel em sua mesa, seria quase impossível encontrar um arquivo específico quando você 
dele precisasse. É por isso que as pessoas costumam armazenar os arquivos em papel em pastas dentro 
de um arquivo convencional. As pastas no computador funcionam exatamente da mesma forma. Veja a 
seguir alguns ícones de pasta comuns: 
 
 
 
Uma pasta vazia (à esquerda); uma pasta contendo arquivos (à direita). 
 
As pastas também podem ser armazenadas em outras pastas. Uma pasta dentro de uma pasta é 
chamada subpasta. Você pode criar quantas subpastas quiser, e cada uma pode armazenar qualquer 
quantidade de arquivos e subpastas adicionais. 
 
1. Usando Bibliotecas para Acessar Arquivos e Pastas. 
 
Quando se trata de se organizar, não é necessário começar do zero. Você pode usar bibliotecas, um 
novo recurso desta versão do Windows, para acessar arquivos e pastas e organizá-los de diferentes 
maneiras. Esta é uma lista das quatro bibliotecas padrão e para que elas são usadas normalmente: 
- Biblioteca Documentos. Use essa biblioteca para organizar documentos de processamento de texto, 
planilhas, apresentações e outros arquivos relacionados a texto. Para obter mais informações, consulte 
Gerenciando seus contatos. 
Por padrão, os arquivos movidos, copiados ou salvos na biblioteca Documentos são armazenados na 
pasta Meus Documentos. 
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- Biblioteca Imagens. Use esta biblioteca para organizar suas imagens digitais, sejam elas obtidas da 
câmera, do scanner ou de e-mails recebidos de outras pessoas. Por padrão, os arquivos movidos, 
copiados ou salvos na biblioteca Imagens são armazenados na pasta Minhas Imagens. 
- Biblioteca Músicas. Use esta biblioteca para organizar suas músicas digitais, como as que você cópia 
de um CD de áudio ou as baixadas da Internet. Por padrão, os arquivos movidos, copiados ou salvos na 
biblioteca Músicas são armazenados na pasta Minhas Músicas. 
- Biblioteca Vídeos. Use esta biblioteca para organizar e arrumar seus vídeos, como clipes da câmera 
digital ou da câmera de vídeo, ou arquivos de vídeo baixados da Internet. Por padrão, os arquivos 
movidos, copiados ou salvos na biblioteca Vídeos são armazenados na pasta Meus Vídeos. 
Para abrir as bibliotecas Documentos, Imagens ou Músicas, clique no botão Iniciar, em seguida, em 
Documentos, Imagens ou Músicas. 
 
 
 
É possível abrir bibliotecas comuns a partir do menu Iniciar. 
 
2. Trabalhando com Bibliotecas. 
 
Nas versões anteriores do Windows, o gerenciamento de arquivos significava organizá-los em pastas 
e subpastas diferentes. Nesta versão do Windows, você pode usar também bibliotecas para organizar e 
acessar arquivos, independentemente de onde eles estejam armazenados. 
 
 
 
Painel de navegação, mostrando a biblioteca de imagens com três pastas incluídas. 
 
Uma biblioteca reúne arquivos de diferentes locais e os exibe em uma única coleção, sem os mover 
de onde estão armazenados. 
Seguem algumas ações que podem ser executadas com bibliotecas: 
Criar uma nova biblioteca. Existem quatro bibliotecas padrão (Documentos, Músicas, Imagens e 
Vídeos), mas você pode criar novas bibliotecas para outras coleções. 
Organizar itens por pasta, data e outras propriedades. Os itens em uma biblioteca podem ser 
organizados de diferentes maneiras, usando o menu Organizar por, localizado no painel de bibliotecas 
(acima da lista de arquivos) de qualquer biblioteca aberta. Por exemplo, você pode organizar sua 
biblioteca de músicas por artista para encontrar rapidamente uma música de um determinado artista. 
Incluir ou remover uma pasta. As bibliotecas reúnem conteúdo a partir das pastas incluídas ou dos 
locais de bibliotecas. 
Alterar o local de salvamento padrão. O local de salvamento padrão determina onde um item é 
armazenado quando é copiado, movido ou salvo na biblioteca. 
 
3. Compreendendo as Partes de uma Janela. 
 
Quando você abre uma pasta ou biblioteca, ela é exibida em uma janela. As várias partes dessa janela 
foram projetadas para facilitar a navegação no Windows e o trabalho com arquivos, pastas e bibliotecas. 
Veja a seguir uma janela típica e cada uma de suas partes: 
 
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Painel de navegação. 
 
Use o painel de navegação para acessar bibliotecas, pastas, pesquisas salvas ou até mesmo todo o 
disco rígido. Use a seção Favoritos para abrir as pastas e pesquisas mais utilizadas. Na seção Bibliotecas, 
é possível acessar suas bibliotecas. Você também pode usar a pasta Computador para pesquisar pastas 
e subpastas. Para obter mais informações, consulte Trabalhando com o painel de navegação. 
 
- Botões Voltar e Avançar. 
 
Use os botões Voltar e Avançar para navegar para outras pastas ou bibliotecas que você já tenha 
aberto, sem fechar, na janela atual. Esses botões funcionam juntamente com a barra de endereços. 
Depois de usar a barra de endereços para alterar pastas, por exemplo, você pode usar o botão Voltar 
para retornar à pasta anterior. 
 
- Barra de Ferramentas. 
 
Use a barra de ferramentas para executar tarefas comuns, como alterar a aparência de arquivos e 
pastas, copiararquivos em um CD ou iniciar uma apresentação de slides de imagens digitais. Os botões 
da barra de ferramentas mudam para mostrar apenas as tarefas que são relevantes. Por exemplo, se 
você clicar em um arquivo de imagem, a barra de ferramentas mostrará botões diferentes daqueles que 
mostraria se você clicasse em um arquivo de música. 
 
- Barra de Endereços. 
 
Use a barra de endereços para navegar para uma pasta ou biblioteca diferente ou voltar à anterior. 
Para obter mais informações, consulte Navegar usando a barra de endereços. 
 
- Painel de Biblioteca. 
 
O painel de biblioteca é exibido apenas quando você está em uma biblioteca (como na biblioteca 
Documentos). Use o painel de biblioteca para personalizar a biblioteca ou organizar os arquivos por 
propriedades distintas. Para obter mais informações, consulte Trabalhando com bibliotecas. 
- Títulos de Coluna. 
 
Use os títulos de coluna para alterar a forma como os itens na lista de arquivos são organizados. Por 
exemplo, você pode clicar no lado esquerdo do cabeçalho da coluna para alterar a ordem em que os 
arquivos e as pastas são exibidos ou pode clicar no lado direito para filtrar os arquivos de maneiras 
diversas. (Observe que os cabeçalhos de coluna só estão disponíveis no modo de exibição Detalhes. 
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. 128 
Para aprender como alternar para o modo de exibição Detalhes, consulte 'Exibindo e organizando 
arquivos e pastas' mais adiante neste tópico). 
 
- Lista de Arquivos. 
 
É aqui que o conteúdo da pasta ou biblioteca atual é exibido. Se você usou a caixa de pesquisa para 
localizar um arquivo, somente os arquivos que correspondam a sua exibição atual (incluindo arquivos em 
subpastas) serão exibidos. 
 
- A Caixa de Pesquisa. 
 
Digite uma palavra ou frase na caixa de pesquisa para procurar um item na pasta ou biblioteca atual. 
A pesquisa inicia assim que você começa a digitar. Portanto, quando você digitar B, por exemplo, todos 
os arquivos cujos nomes iniciarem com a letra B aparecerão na lista de arquivos. Para obter mais 
informações, consulte Localizar um arquivo ou uma pasta. 
 
- Painel de detalhes. 
 
Use o painel de detalhes para ver as propriedades mais comuns associadas ao arquivo selecionado. 
Propriedades do arquivo são informações sobre um arquivo, tais como o autor, a data da última alteração 
e qualquer marca descritiva que você possa ter adicionado ao arquivo. Para obter mais informações, 
consulte Adicionar marcas e outras propriedades a arquivos. 
- Painel de visualização. 
 
Use o painel de visualização para ver o conteúdo da maioria dos arquivos. Se você selecionar uma 
mensagem de e-mail, um arquivo de texto ou uma imagem, por exemplo, poderá ver seu conteúdo sem 
abri-lo em um programa. Caso não esteja vendo o painel de visualização, clique no botão Painel de 
visualização na barra de ferramentas para ativá-lo. 
 
4. Exibindo e Organizando Arquivos e Pastas. 
 
Quando você abre uma pasta ou biblioteca, pode alterar a aparência dos arquivos na janela. Por 
exemplo, talvez você prefira ícones maiores (ou menores) ou uma exibição que lhe permita ver tipos 
diferentes de informações sobre cada arquivo. Para fazer esses tipos de alterações, use o botão Modos 
de Exibição na barra de ferramentas. 
Toda vez que você clica no lado esquerdo do botão Modos de Exibição, ele altera a maneira como 
seus arquivos e pastas são exibidos, alternando entre cinco modos de exibição distintos: Ícones grandes, 
Lista, um modo de exibição chamado Detalhes, que mostra várias colunas de informações sobre o 
arquivo, um modo de exibição de ícones menores chamado Lado a lado e um modo de exibição chamado 
Conteúdo, que mostra parte do conteúdo de dentro do arquivo. 
Se você clicar na seta no lado direito do botão Modos de Exibição, terá mais opções. Mova o controle 
deslizante para cima ou para baixo para ajustar o tamanho dos ícones das pastas e dos arquivos. Você 
poderá ver os ícones alterando de tamanho enquanto move o controle deslizante. 
 
 
5. As Opções do Botão Modos de Exibição. 
 
Em bibliotecas, você pode ir além, organizando seus arquivos de diversas maneiras. Por exemplo, 
digamos que você deseja organizar os arquivos na biblioteca Músicas por gênero (como Jazz e Clássico): 
Clique no botão Iniciar e, em seguida, clique em Músicas. 
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No painel da biblioteca (acima da lista de arquivos), clique no menu próximo a Organizar por e em 
Gênero. 
 
6. Localizando Arquivos. 
 
Dependendo da quantidade de arquivos que você tem e de como eles estão organizados, localizar um 
arquivo pode significar procurar dentre centenas de arquivos e subpastas; uma tarefa nada simples. Para 
poupar tempo e esforço, use a caixa de pesquisa para localizar o arquivo. 
 
 
 
A caixa de pesquisa. 
 
A caixa de pesquisa está localizada na parte superior de cada janela. Para localizar um arquivo, abra 
a pasta ou biblioteca mais provável como ponto de partida para sua pesquisa, clique na caixa de pesquisa 
e comece a digitar. A caixa de pesquisa filtra o modo de exibição atual com base no texto que você digita. 
Os arquivos serão exibidos como resultados da pesquisa se o termo de pesquisa corresponder ao nome 
do arquivo, a marcas e a outras propriedades do arquivo ou até mesmo à parte do texto de um documento. 
Se você estiver pesquisando um arquivo com base em uma propriedade (como o tipo do arquivo), 
poderá refinar a pesquisa antes de começar a digitar. Basta clicar na caixa de pesquisa e depois em uma 
das propriedades exibidas abaixo dessa caixa. Isso adicionará um filtro de pesquisa (como "tipo") ao seu 
texto de pesquisa, fornecendo assim resultados mais precisos. 
Caso não esteja visualizando o arquivo que está procurando, você poderá alterar todo o escopo de 
uma pesquisa clicando em uma das opções na parte inferior dos resultados da pesquisa. Por exemplo, 
caso pesquise um arquivo na biblioteca Documentos, mas não consiga encontrá-lo, você poderá clicar 
em Bibliotecas para expandir a pesquisa às demais bibliotecas. Para obter mais informações, consulte 
Localizar um arquivo ou uma pasta. 
 
7. Copiando e Movendo Arquivos e Pastas. 
 
De vez em quando, você pode querer alterar o local onde os arquivos ficam armazenados no 
computador. Por exemplo, talvez você queira mover os arquivos para outra pasta ou copiá-los para uma 
mídia removível (como CDs ou cartões de memória) a fim de compartilhar com outra pessoa. 
A maioria das pessoas copiam e movem arquivos usando um método chamado arrastar e soltar. 
Comece abrindo a pasta que contém o arquivo ou a pasta que deseja mover. Depois, em uma janela 
diferente, abra a pasta para onde deseja mover o item. Posicione as janelas lado a lado na área de 
trabalho para ver o conteúdo de ambas. 
Em seguida, arraste a pasta ou o arquivo da primeira pasta para a segunda. Isso é tudo. 
 
 
 
Para copiar ou mover um arquivo, arraste-o de uma janela para outra. 
Ao usar o método arrastar e soltar, note que algumas vezes o arquivo ou a pasta é copiado e, outras 
vezes, ele é movido. Se você estiver arrastando um item entre duas pastas que estão no mesmo disco 
rígido, os itens serão movidos para que duas cópias do mesmo arquivo ou pasta não sejam criadas no 
mesmo local. Se você estiver arrastando o item para um pasta que esteja em outro local (como um local 
de rede) ou para uma mídia removível (como um CD), o item será copiado. 
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- Observação: 
 
A maneira mais fácil de organizar duas janelas na área de trabalho é usar Ajustar. 
Se você copiar ou mover um arquivo ou pasta para uma biblioteca, ele será armazenado no local de 
salvamento padrão da biblioteca. 
Outra forma de copiar ou mover um arquivo é arrastando-o da lista de arquivos para uma pasta ou 
biblioteca no painel de navegação. Comisso, não será necessário abrir duas janelas distintas. 
 
8. Criando e Excluindo Arquivos. 
 
O modo mais comum de criar novos arquivos é usando um programa. Por exemplo, você pode criar 
um documento de texto em um programa de processamento de texto ou um arquivo de filme em um 
programa de edição de vídeos. 
Alguns programas criam um arquivo no momento em que são abertos. Quando você abre o WordPad, 
por exemplo, ele inicia com uma página em branco. Isso representa um arquivo vazio (e não salvo). 
Comece a digitar e quando estiver pronto para salvar o trabalho, clique no botão Salvar no WordPad. Na 
caixa de diálogo exibida, digite um nome de arquivo que o ajudará a localizar o arquivo novamente no 
futuro e clique em Salvar. 
Por padrão, a maioria dos programas salva arquivos em pastas comuns, como Meus Documentos e 
Minhas Imagens, o que facilita a localização dos arquivos na próxima vez. 
Quando você não precisar mais de um arquivo, poderá removê-lo do computador para ganhar espaço 
e impedir que o computador fique congestionado com arquivos indesejados. Para excluir um arquivo, abra 
a respectiva pasta ou biblioteca e selecione o arquivo. Pressione Delete no teclado e, na caixa de diálogo 
Excluir Arquivo, clique em Sim. 
Quando você exclui um arquivo, ele é armazenado temporariamente na Lixeira. Pense nela como uma 
rede de segurança que lhe permite recuperar pastas ou arquivos excluídos por engano. De vez em 
quando, você deve esvaziar a Lixeira para recuperar o espaço usado pelos arquivos indesejados no disco 
rígido. 
 
9. Abrindo um Arquivo Existente. 
 
Para abrir um arquivo, clique duas vezes nele. Em geral, o arquivo é aberto no programa que você 
usou para criá-lo ou alterá-lo. Por exemplo, um arquivo de texto será aberto no seu programa de 
processamento de texto. 
Mas nem sempre é o caso. O clique duplo em um arquivo de imagem, por exemplo, costuma abrir um 
visualizador de imagens. Para alterar a imagem, você precisa usar um programa diferente. Clique com o 
botão direito do mouse no arquivo, clique em Abrir com e no nome do programa que deseja usar. 
 
ATALHOS. 
 
Criar ou Excluir um Atalho. 
 
Um atalho é um link para um item (como um arquivo, uma pasta ou um programa) no computador. 
Você pode criar atalhos e colocá-los em um local conveniente, como na área de trabalho ou no painel de 
navegação (o painel à esquerda) de uma pasta, para que possa acessar com facilidade o item associado 
ao atalho. É possível diferenciar um atalho do arquivo original pela seta que aparece no ícone. 
 
 
Um ícone de arquivo típico e o ícone de atalho relacionado. 
- Para Criar um Atalho. 
 
Abra o local que contém o item para o qual você deseja criar um atalho. 
Clique com o botão direito do mouse no item e clique em Criar atalho. O novo atalho será exibido no 
mesmo local do item original. 
Arraste o novo atalho para o local desejado. 
Dicas 
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. 131 
Se o atalho estiver associado a uma pasta, será possível arrastá-lo para a seção Favoritos do painel 
de navegação de uma pasta. 
Também é possível criar um atalho arrastando o ícone do lado esquerdo da barra de endereço 
(localizado na parte superior de qualquer janela de pasta) para um local, como a Área de trabalho. Essa 
é uma maneira rápida de criar um atalho para a pasta aberta no momento. 
 
- Para Excluir um Atalho. 
 
Clique com o botão direito do mouse no atalho a ser excluído, clique em Excluir e em Sim. É necessário 
ter permissão do administrador. Se você for solicitado a informar uma senha de administrador ou sua 
confirmação, digite a senha ou forneça a confirmação. 
Observação 
Quando você exclui um atalho, apenas ele é removido; o item original não é excluído. 
 
ENCONTRANDO INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS POR MEIO DE PESQUISAS; PARÂMETROS DE 
PESQUISA. 
 
O Windows oferece várias maneiras de localizar arquivos e pastas. Não existe um método mais 
eficiente de pesquisa; você pode usar diferentes métodos para situações específicas. 
 
1. Usar a Caixa de Pesquisa no Menu Iniciar. 
 
Você pode usar a caixa de pesquisa no menu Iniciar para localizar arquivos, pastas, programas e 
mensagens de e-mail armazenados no computador. 
Para localizar itens usando o menu Iniciar: 
- Clique no botão Iniciar e digite uma palavra ou parte dela na caixa de pesquisa. 
 
 
 
Os resultados da pesquisa aparecem assim que você começar a digitar na caixa de pesquisa. 
 
À medida que o texto for digitado, os itens correspondentes começarão a aparecer no menu Iniciar. 
Os resultados da pesquisa têm como base o texto no nome do arquivo, o texto no arquivo, as marcas e 
outras propriedades dos arquivos. 
Obs: Quando estiver pesquisando no menu Iniciar, apenas os arquivos indexados aparecerão nos 
resultados da pesquisa. A maioria dos arquivos do computador é indexada automaticamente. Por 
exemplo, tudo o que você incluir em uma biblioteca é automaticamente indexado. 
 
2. Usar a Caixa de Pesquisa em Uma Pasta ou Biblioteca. 
 
Muitas vezes, ao procurar um arquivo, você já sabe que ele está armazenado em alguma pasta ou 
biblioteca específica, como Documentos ou Imagens. Procurar um arquivo pode significar procurar em 
centenas de arquivos e subpastas. Para poupar tempo e esforço, use a caixa de pesquisa na parte 
superior da janela aberta. 
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A caixa de pesquisa em uma pasta ou biblioteca. 
 
A caixa de pesquisa filtra o modo de exibição atual com base no texto que você digita. A pesquisa 
procura por texto no nome e no conteúdo do arquivo; e nas propriedades do arquivo, como em tags. Em 
uma biblioteca, a pesquisa inclui todas as pastas contidas na biblioteca, bem como em subpastas dentro 
dessas pastas. 
Para pesquisar um arquivo ou uma pasta usando a caixa de pesquisa: 
Digite uma palavra ou parte de uma palavra na caixa de pesquisa. 
À medida que você digita, o conteúdo da pasta ou biblioteca é filtrado para refletir cada caractere 
sucessivo digitado. Ao ver o arquivo desejado, basta parar de digitar. 
Por exemplo, imagine que sua Biblioteca de Documentos seja semelhante a: 
 
 
 
Biblioteca De Documentos Antes De Digitar Na Caixa De Pesquisa. 
 
Agora, imagine que você esteja procurando seus arquivos de fatura e, por isso, digita "fatura" na caixa 
de pesquisa. À medida que o texto é digitado, a exibição é automaticamente filtrada e você visualiza a 
seguinte estrutura: 
 
 
 
Biblioteca de documentos depois de digitar "fatura" na caixa de pesquisa. 
 
Você também pode usar outras técnicas na caixa de pesquisa para restringir rapidamente uma 
pesquisa. Por exemplo, se você estiver procurando por um arquivo com base em uma ou mais de suas 
propriedades (como uma marca ou a data em que o arquivo foi modificado pela última vez), é possível 
usar filtros de pesquisa para especificar a propriedade em sua pesquisa. Ou então pode digitar palavras-
chave na caixa de pesquisa para limitar ainda mais os resultados. 
 
3. Expandir Uma Pesquisa Além de Uma Biblioteca ou Pasta Específica. 
 
Se você não puder encontrar o que está procurando em um arquivo ou pasta específico, poderá 
expandir sua pesquisa para incluir locais diferentes. 
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. 133 
- Digite uma palavra na caixa de pesquisa. 
Role para a parte inferior da lista de resultados da pesquisa. Em Pesquisar novamente em, siga um 
destes procedimentos: 
- Clique em Bibliotecas para pesquisar em cada biblioteca. 
- Clique em Computador para pesquisar no computador inteiro. Essa é a maneira para pesquisar 
arquivos que não estão indexados (como arquivos de sistema ou de programas). No entanto, lembre-
se de que a pesquisa será mais lenta. 
- Clique em Personalizado para pesquisar em locais específicos. 
- Clique em Internet para uma pesquisa online usando o navegador da Web padrão e o provedor de 
pesquisapadrão. 
 
GERENCIAMENTO DE IMPRESSÃO. 
 
1. Imprimindo no Windows. 
 
O Windows conta com diversos métodos de impressão. O método escolhido depende do que você 
quer imprimir. Abaixo encontra-se uma lista das tarefas de impressão mais comuns: 
- Imprimir um documento ou e-mail. 
- Imprimir suas fotos. 
- Imprimir a tela do computador. 
 
2. Escolhendo Opções de Impressão. 
 
Frente e verso ou somente um lado. Monocromático ou colorido. Orientação paisagem ou retrato. 
Essas são apenas algumas das opções disponíveis ao imprimir. 
A maioria das opções encontra-se na caixa de diálogo Imprimir, que você pode acessar no menu 
Arquivo em quase todos os programas. 
 
 
 
A caixa de diálogo Imprimir no WordPad. 
 
As opções disponíveis e também como elas são selecionadas no Windows dependem do modelo da 
impressora e do programa utilizado. Para obter informações específicas, consulte a documentação que 
acompanha a impressora ou o software. (Para acessar algumas opções, talvez você precise clicar em um 
link ou botão chamado "Preferências", "Propriedades" ou "Opções Avançadas" na caixa de diálogo 
Imprimir.) 
Aqui está uma lista das opções de impressão mais comuns e o que elas significam: 
 
- Seleção da impressora. A lista de impressoras disponíveis. Em alguns casos, também é possível 
enviar documentos como fax ou salvá-los como documentos XPS. 
- Intervalo de páginas. Use vírgulas ou hifens para selecionar páginas ou um intervalo específico de 
páginas. Por exemplo, digite 1, 4, 20-23 para imprimir as páginas 1, 4, 20, 21, 22 e 23. 
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- A opção Seleção imprime apenas o texto ou os elementos gráficos selecionados em um 
documento. Página Atual imprime apenas a página atualmente exibida. 
- Número de cópias. Imprima mais de uma cópia do documento, imagem ou arquivo. Marque a caixa 
de seleção Agrupar para imprimir todo o documento antes de passar para a próxima cópia. 
- Orientação da página. Também chamada de layout da página. Escolha entre uma página na vertical 
(Retrato) ou uma página na horizontal (Paisagem). 
- Tamanho do papel. Selecione tamanhos de papel diferentes. 
- Saída ou fonte de papel. Também chamada de destino de saída ou bandeja de papel. Selecione uma 
bandeja de papel. Isso é principalmente útil se você carregar cada bandeja com um tamanho de papel 
diferente. 
- Impressão em frente e verso. Também chamada de impressão duplex ou dos dois lados. Selecione 
essa opção para imprimir nos dois lados de uma folha. 
- Imprimir em cores. Escolha entre impressão preto e branco e colorida. 
 
3. Gerenciando Documentos Esperando a Impressão. 
 
Quando você imprime um documento, ele segue para a fila de impressão, onde é possível exibir, 
pausar e cancelar a impressão, além de outras tarefas de gerenciamento. A fila de impressão mostra o 
que está sendo impresso e o que está aguardando para ser impresso. Ela também fornece informações 
úteis como o status da impressão, quem está imprimindo o que e quantas páginas ainda faltam. 
 
 
 
A fila de impressão. 
 
4. Solucionando Problemas de Impressão. 
 
Assim como com qualquer tecnologia, nem sempre as impressoras agem conforme o esperado. Se o 
seu modelo não funcionar ao conectá-lo ao computador ou se as páginas impressas ficarem manchadas 
ou estranhas, você terá que descobrir o que está errado. 
A solução de um problema pode ser tão simples quanto a substituição de um toner. Porém, algumas 
vezes, pode ser necessário fazer download e instalar um novo driver. 
Independentemente disso, a melhor fonte de ajuda é o manual que acompanha a impressora ou o site 
da Web do fabricante. 
 
INSTALANDO E REMOVENDO PROGRAMAS. 
 
Você pode fazer muito com os programas e recursos incluídos no Windows, mas talvez queira instalar 
outros programas. 
A maneira como você adiciona um programa depende de onde estão localizados os arquivos de 
instalação do programa. Normalmente, os programas são instalados de um CD ou DVD, da Internet ou 
de uma rede. 
 
1. Para Instalar Um Programa de Um CD ou DVD. 
 
Insira o disco no computador e siga as instruções na tela. Se você for solicitado a informar uma 
senha de administrador ou sua confirmação, digite a senha ou forneça a confirmação. 
Muitos programas instalados de CDs ou DVDs abrem um assistente de instalação do programa 
automaticamente. Nesses casos, a caixa de diálogo Reprodução Automática será exibida e você poderá 
optar por executar o assistente. 
Se um programa não iniciar a instalação automaticamente, consulte as informações que o 
acompanham. Elas provavelmente fornecerão instruções para instalar o programa manualmente. Se não 
conseguir acessar as informações, você poderá navegar pelo disco e abrir o arquivo de instalação do 
programa, normalmente chamado de Setup.exe ou Install.exe. 
 
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. 135 
2. Para Instalar Um Programa da Internet. 
 
- No navegador da Web, clique no link do programa. 
- Siga um destes procedimentos: 
- Para instalar o programa imediatamente, clique em Abrir ou Executar e siga as instruções na tela. 
Se você for solicitado a informar uma senha de administrador ou sua confirmação, digite a senha ou 
forneça a confirmação. 
- Para instalar o programa mais tarde, clique em Salvar e baixe o arquivo de instalação para o 
computador. Quando estiver pronto para instalar o programa, clique duas vezes no arquivo e siga as 
instruções na tela. Essa é uma opção mais segura, pois você pode verificar se há vírus no arquivo de 
instalação antes de continuar. 
 
Observação: 
 
Ao baixar e instalar programas da Internet, assegure-se de que confia no fornecedor do programa e 
no site que o está oferecendo. 
 
3. Para Instalar Um Programa da Rede. 
 
Se você conectar o computador a um domínio (como uma rede corporativa interna) que tenha 
programas que podem ser adicionados, será possível instalá-los usando o Painel de Controle. 
 
- Para abrir o Obter Programas, clique no botão Iniciar , clique no Painel de Controle, clique 
em Programas, clique em Programas e Recursos e, no painel esquerdo, clique em Instalar um 
programa da rede. 
- Clique em um programa na lista e clique em Instalar. 
- Siga as instruções na tela. Se você for solicitado a informar uma senha de administrador ou sua 
confirmação, digite a senha ou forneça a confirmação. 
 
4. Desinstalar ou Alterar Um Programa. 
 
Você pode desinstalar um programa do computador caso não o use mais ou para liberar espaço no 
disco rígido. É possível usar Programas e Recursos para desinstalar programas ou alterar a configuração 
de um programa, adicionando ou removendo certas opções. 
 
5. Para Desinstalar ou Alterar Um Programa. 
 
Para abrir Programas e Recursos, clique no botão Iniciar , em Painel de Controle, em Programas e 
em Programas e Recursos. 
Selecione um programa e clique em Desinstalar. Alguns programas incluem a opção de alterar ou 
reparar o programa, além de desinstalá-lo, mas muitos oferecem apenas a opção de desinstalação. Para 
alterar um programa, clique em Alterar ou Reparar. Se você for solicitado a informar uma senha de 
administrador ou sua confirmação, digite a senha ou forneça a confirmação. 
Observações 
Se o programa que você deseja desinstalar não estiver listado, talvez não tenha sido escrito para esta 
versão do Windows. Para desinstalar o programa, consulte as informações que o acompanham. 
O sistema operacional inclui ferramentas, aplicativos e jogos, além dos programas processadores de 
texto e comunicações. A Microsoft lista mais de 40 programas e recursos para o Windows 7 Home, mas 
alguns são mais úteis para a maioria dos computadores que outros. 
 
COMO INICIAR PROGRAMAS AUTOMATICAMENTE. 
 
Se você abre sempre os mesmos programas depois de iniciar o computador (um navegador da Web 
ou um programa de e-mail, por exemplo), talvez seja conveniente fazer com que eles sejam iniciados 
automaticamentetoda vez que você iniciar o Windows. Os programas ou atalhos colocados na pasta 
Inicialização de Programas serão executados sempre que o Windows iniciar. 
 
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- Clique no botão Iniciar e em Todos os Programas. Em seguida, clique com o botão direito do 
mouse na pasta Inicialização de Programas e clique em Abrir. 
- Abra o local que contém o item para o qual você deseja criar um atalho. 
- Clique com o botão direito do mouse no item e clique em Criar Atalho. O novo atalho aparecerá no 
mesmo local do item original. 
- Arraste o atalho para a pasta Inicialização de Programas. 
 
Na próxima vez que você iniciar o Windows, o programa será executado automaticamente. 
 
Observação: 
 
Você também pode fazer com que um arquivo individual (como um documento de processador de 
textos) seja aberto automaticamente arrastando um atalho do arquivo para a pasta Inicialização de 
Programas. 
 
OPÇÕES DE CONFIGURAÇÃO NO PAINEL DE CONTROLE. 
 
Você pode usar o Painel de Controle para alterar as configurações do Windows. Essas configurações 
controlam quase tudo a respeito do visual e do funcionamento do Windows, e você pode usá-las para 
configurar o Windows da melhor forma para você. 
Para abrir o Painel de Controle, clique no botão Iniciar e em Painel de Controle. 
 
 
 
Use a caixa de pesquisa para localizar as tarefas rapidamente. 
 
Há dois modos de localizar itens no Painel de Controle: 
 
- Use a Pesquisa. Para localizar as configurações nas quais está interessado ou uma tarefa que você 
deseja realizar, digite uma palavra ou uma frase na caixa de pesquisa. Por exemplo, digite "som" para 
localizar as configurações específicas da placa de som, sons do sistema e o ícone de volume na barra 
de tarefas. 
- Procurar. Você pode explorar o Painel de Controle clicando em diferentes categorias (por exemplo, 
Sistema e Segurança, Programas ou Facilidade de Acesso) e exibindo as tarefas comuns listadas em 
cada categoria. Ou em Exibir por, clique em Ícones grandes ou Ícones pequenos para exibir uma lista 
de todos os itens do Painel de Controle. 
 
CONFIGURAÇÃO DE DISPOSITIVOS DE HARDWARE (MOUSE, TECLADO, IMPRESSORA, 
CÂMERA FOTOGRÁFICA, CÂMERA WEB, CAIXAS DE SOM, MICROFONE, OUTROS 
DISPOSITIVOS). 
 
O Windows pode localizar e fazer download de dois tipos de atualizações para dispositivos conectados 
ao computador: 
 
1. Drivers. 
 
Um driver é um software que permite que o computador se comunique com dispositivos de hardware. 
Sem drivers, os dispositivos que você conecta ao computador, por exemplo, um mouse ou uma unidade 
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de disco rígido externa, não funcionam corretamente. O Windows pode verificar automaticamente se 
existem drivers disponíveis para os novos dispositivos que você conectar ao computador. 
Pode ser que drivers atualizados sejam disponibilizados posteriormente para hardwares já conectados 
ao computador, mas esses drivers não serão instalados automaticamente. Para instalar essas 
atualizações opcionais, vá para o Windows Update, no Painel de Controle, verifique se há atualizações 
de driver disponíveis e as instale em seu computador. 
 
2. Informações. 
 
O Windows pode fazer download de ícones de alta resolução para vários dispositivos de hardware que 
você conecta ao computador, junto com informações detalhadas sobre eles, como nome, fabricante e 
número de modelo do produto, e até mesmo informações detalhadas sobre os recursos de sincronização 
de um dispositivo. Esses detalhes podem simplificar a distinção de dispositivos semelhantes conectados 
ao computador, como celulares diferentes. 
 
 
 
Dispositivos e Impressoras, no Painel de Controle, oferece uma rápida visualização dos dispositivos conectados ao seu computador. 
 
3. Para Fazer com que o Windows Faça Download de Drivers e Ícones Recomendados 
Automaticamente. 
 
Você pode verificar o Windows Update a qualquer momento para ver se ele localizou novos drivers e 
ícones para o seu hardware, especialmente se tiver instalado um novo dispositivo recentemente. Se 
quiser que o Windows Update verifique automaticamente os drivers e ícones mais recentes, faça o 
seguinte: 
 
- Para abrir Dispositivos e Impressoras, clique no botão Iniciar e, no menu Iniciar, clique 
em Dispositivos e Impressoras. 
- Clique com o botão direito do mouse no nome do computador e clique em Configurações de 
instalação do dispositivo. 
- Clique em Sim, fazer automaticamente (recomendado) e clique em Salvar alterações. Se você for 
solicitado a informar uma senha de administrador ou sua confirmação, digite a senha ou forneça a 
confirmação. 
Se Sim já estiver selecionado, clique em Cancelar para fechar a caixa de diálogo. 
 
 
 
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Se você permitir que o Windows faça download de drivers e informações sobre os seus dispositivos 
automaticamente, será mais provável que o seu hardware funcione corretamente. 
 
4. Para Ativar e Configurar o Windows Update. 
 
Para obter todas as atualizações importantes e recomendadas para o seu computador e seus 
dispositivos, verifique se o Windows Update está ativado e configurado corretamente. 
 
 
 
Windows Update permite que você decida quais atualizações devem ser baixadas e instaladas automaticamente. 
 
5. Para Instalar Drivers e Outras Atualizações Opcionais do Windows Update. 
 
Mesmo que o Windows Update esteja configurado para fazer download e instalar automaticamente 
todas as atualizações importantes e recomendadas, pode ser que você ainda não esteja obtendo todos 
os drivers atualizados disponíveis para os seus dispositivos. Por exemplo, as atualizações opcionais 
podem incluir drivers atualizados que sejam disponibilizados para hardwares ou dispositivos já instalados. 
O Windows não irá fazer download e instalar atualizações opcionais automaticamente, mas você será 
notificado quando elas estiverem disponíveis. 
Para obter todas as atualizações disponíveis para os seus dispositivos, verifique periodicamente o 
Windows Update para obter todas as atualizações disponíveis, incluindo atualizações opcionais. Você 
pode verificar as atualizações disponíveis e selecioná-las na lista de atualizações que o Windows 
encontrar para o seu computador. Veja como fazer isso: 
 
- Para abrir o Windows Update, clique no botão Iniciar . Na caixa de pesquisa, digite Update e, na 
lista de resultados, clique em Windows Update. 
- No painel esquerdo, clique em Procurar atualizações e aguarde enquanto o Windows procura as 
atualizações mais recentes para o seu computador. 
- Se houver atualizações disponíveis, clique no link na caixa do Windows Update para ver mais 
informações sobre cada atualização. Cada tipo de atualização pode incluir drivers. 
- Na página Escolha as atualizações que deseja instalar, procure por atualizações para os seus 
dispositivos de hardware, marque a caixa de seleção de cada driver que você desejar instalar e clique 
em OK. Pode ser que não haja atualizações de driver disponíveis. 
- Na página do Windows Update, clique em Instalar atualizações. Se você for solicitado a informar 
uma senha de administrador ou sua confirmação, digite a senha ou forneça a confirmação. 
 
Observações: 
 
O Windows Update informa se uma atualização é importante, recomendada ou opcional. 
Algumas atualizações exigem que você reinicie o computador. 
O Windows Update irá informar se as atualizações foram instaladas com êxito. 
 
6. Se o Windows Não Localizar Um Driver Para o Seu Dispositivo. 
 
O melhor é deixar que o Windows instale drivers automaticamente. Às vezes, pode ser que o Windows 
não encontre um driver para o seu dispositivo. Se isso acontecer, você pode visitar o site do fabricante 
para obter um driver ou atualização para o dispositivo ou tentar instalar o software fornecido com o 
dispositivo. 
 
7. Se o WindowsNão Conseguir Localizar Informações Sobre o Dispositivo no Device Stage. 
 
O Device Stage é um novo recurso desta versão do Windows que mostra detalhes sobre um dispositivo 
e as tarefas que podem ser realizadas com ele. Quando você conecta um dispositivo que é compatível 
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com o Device Stage ao computador, o Device Stage é aberto automaticamente. Às vezes, pode ser que 
o Device Stage abra, mas não mostre algumas ou todas as tarefas e informações sobre o dispositivo. 
Veja a seguir algumas razões para isto acontecer e o que fazer: 
- Pode ser que o Device Stage precise da sua permissão para fazer o download de informações sobre 
o dispositivo. Verifique se há uma mensagem no Device Stage avisando que existem informações 
atualizadas disponíveis e siga as instruções. 
- Pode ser que o seu computador não esteja conectado à Internet. O Device Stage não pode fazer o 
download de informações sobre o seu dispositivo se você estiver offline. Tente conectar o dispositivo 
depois, quando você estiver online. 
- Pode ser que o Device Stage esteja tentando fazer o download de informações sobre o 
dispositivo.Aguarde alguns minutos para ver se o Device Stage conseguirá encontrar as informações, 
especialmente se esta for a primeira vez que você estiver conectando o dispositivo ao computador. O 
Device Stage continuará tentando fazer download das informações sobre o dispositivo, mesmo se o local 
de armazenamento das informações estiver ocupado. Se você não quiser esperar, tente conectar o 
dispositivo novamente depois. 
 
APLICATIVOS DO SISTEMA OPERACIONAL (EDIÇÃO DE TEXTO E DE IMAGENS, 
CALCULADORA, FERRAMENTAS DE ACESSIBILIDADE, OUTROS APLICATIVOS). 
 
1. Produtividade. 
 
O Windows 7 Home possui alguns dos programas padrões do Windows que estão presentes desde o 
Windows 3.1, como a Calculadora e o Paint. Ele também inclui um novo e melhorado WordPad, o 
programa processador de texto padrão do Windows, agora completo com corretor ortográfico e opções 
de formatação de sinônimos. A Microsoft também inclui um programa chamado Sticky Notes, que permite 
que "cole" notas no desktop para lembrá-lo de prazos ou coisas a fazer, e pequenos programas para 
ajudar a melhorar sua produtividade, como o Shake and Peek, que usa gestos do mouse para minimizar 
e maximizar janelas. 
 
2. Comunicações. 
 
Ficar online com o Windows 7 Home é mais fácil. A Microsoft inclui um programa chamado Windows 
Connect Now, um guia na tela, passo a passo para ajustar sua rede de trabalho em casa, seja por uma 
conexão sem ou com fio. O Windows 7 Home possui o Internet Explorer da Microsoft, mas não tem um 
programa de e-mail automaticamente instalado. Você pode, no entanto, adicionar o Windows Live 
Essentials de graça, que inclui o Messenger, Live Photo Gallery e Windows Live Mail, sendo esse o 
substituto do Outlook Express no Windows 7. 
 
3. Entretenimento. 
 
O WIndows 7 Home vem com o Windows Media Center, que inclui o Windows Media Player 12, 
Windows Movie Maker e Windows Internet TV. O último permite que transmita séries de TV de uma 
variedade de provedores de mídia, incluindo Netflix, usando sua conexão de internet (é necessário pagar 
por assinaturas dos serviços). O Windows 7 possui jogos também, do clássico Solitaire à nova versão 
online multiplayer de Checkers, Backgammon e Spades. Os jogos online requerem uma conta Windows 
Live. 
 
4. Segurança. 
 
O Windows 7 Home também possui programas de segurança embutidos. Fique mais confortável 
sabendo que seu computador possui um firewall embutido (Windows Firewall) e escaneador de vírus 
(Windows Defender) para protegê-lo do uso geral da internet. Os pais podem utilizar o Windows Parental 
Control para restringir certos comportamentos ou sites e manter o computador seguro para seus filhos. A 
Microsoft também oferece um conjunto de segurança grátis chamado Windows Security Essentials para 
o Windows 7, que é mais abrangente que o Windows Defender. 
 
 
 
 
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WORDPAD. 
 
WordPad é um programa de edição de texto que pode ser usado para criar e editar documentos. 
Diferente do Bloco de Notas, os documentos do WordPad podem incluir formatação complexa e 
elementos gráficos e é possível vincular ou incorporar objetos, como imagens ou outros documentos. 
 
1. Criar, abrir e salvar documentos. 
 
Para abrir o WordPad, clique no botão Iniciar . Na caixa de pesquisa, digite WordPad e, na lista de 
resultados, clique em WordPad. 
Use os seguintes comandos para criar, abrir ou salvar documentos: 
 
- Para / Faça isto. 
- Criar um novo documento / Clique no botão do menu WordPad e em Novo. 
- Abrir um documento / Clique no botão do menu WordPad e clique em Abrir. 
- Salvar um documento / Clique no botão do menu WordPad e clique em Salvar. 
- Salvar um documento com um nome ou um formato novo / Clique no botão do menu WordPad, 
aponte para Salvar como e clique no formato em que o documento será salvo. 
 
- Observação: 
 
O WordPad pode ser usado para abrir e salvar documentos de texto (.txt), arquivos rich text (.rtf), 
documentos do Word (.docx) e documentos OpenDocument Text (.odt). Documentos em outros formatos 
são abertos como documentos com texto não criptografado e podem não ser exibidos conforme o 
esperado. 
 
2. Agilize Seu Trabalho no Wordpad. 
 
Existe uma maneira rápida de facilitar o acesso aos comandos mais usados do WordPad: coloque-os 
na Barra de Ferramentas de Acesso Rápido, acima da faixa de opções. 
Para adicionar um comando do WordPad à Barra de Ferramentas de Acesso Rápido, clique com o 
botão direito do mouse em um botão ou um comando e clique em Adicionar à Barra de Ferramentas de 
Acesso Rápido. 
 
3- Formatar Documentos. 
 
Formatação refere-se à aparência do texto no documento e à forma como ele está organizado. Você 
pode usar a faixa de opções, localizada logo abaixo da barra de título para alterar facilmente a formatação 
do documento. Por exemplo, você pode escolher entre muitas fontes e tamanhos de fonte diferentes, 
assim como pode aplicar praticamente qualquer cor que queira ao seu texto. Também é fácil alterar o 
alinhamento do documento. 
Para abrir o WordPad, clique no botão Iniciar . Na caixa de pesquisa, digite WordPad e, na lista de 
resultados, clique em WordPad. 
Use os seguintes comandos para alterar a formatação do documento: 
 
- A / Faça isto. 
 
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- Alterar a aparência do texto no documento / Selecione o texto a ser alterado e use os botões na 
guia Início do grupo Fonte. Para obter informações sobre a função de cada botão, passe o mouse sobre 
o botão para obter uma descrição. 
- Alterar o alinhamento do texto no documento / Selecione o texto a ser alterado e use os botões 
na guia Início do grupo Parágrafo. Para obter informações sobre a função de cada botão, passe o mouse 
sobre o botão para obter uma descrição. 
 
4. Inserir Datas e Imagens em Documentos. 
 
Para abrir o WordPad, clique no botão Iniciar . Na caixa de pesquisa, digite WordPad e, na lista de 
resultados, clique em WordPad. 
Use os seguintes comandos para inserir a data atual ou uma imagem: 
 
- A / Faça isto. 
- Inserir a data atual / Na guia Início, no grupo Inserir, clique em Data e hora. 
Clique no formato desejado e em OK. 
- Inserir uma imagem / Na guia Início, no grupo Inserir, clique emImagem. 
Localize a imagem que deseja inserir e clique emAbrir. 
- Inserir um desenho / Na guia Início, no grupo Inserir, clique emDesenho do Paint. 
Crie o desenho que deseja inserir e escolha Paint. 
 
5. Exibir Documentos. 
 
Para abrir o WordPad, clique no botão Iniciar . Na caixa de pesquisa, digite WordPad e, na lista de 
resultados, clique em WordPad. 
Para ampliar e reduzir um documento, você também pode clicar nos botões Ampliar ou Reduzir no 
controle deslizanteZoom, no canto inferior direito da janela, para aumentar ou diminuir o nível de zoom. 
 
 
 
Controle deslizante de zoom. 
 
6. Alterar Margens da Página. 
 
Para abrir o WordPad, clique no botão Iniciar . Na caixa de pesquisa, digite WordPad e, na lista de 
resultados, clique emWordPad. 
Clique no botão do menu WordPad , em Configurar página e selecione as opções desejadas. 
 
7. Imprimir Documentos. 
 
Para abrir o WordPad, clique no botão Iniciar . Na caixa de pesquisa, digite WordPad e, na lista de 
resultados, clique em WordPad. 
Clique no botão do menu WordPad , em Imprimir e selecione as opções desejadas. 
Observação 
Você pode usar Visualizar impressão para ver a aparência do documento antes de imprimi-lo. Para 
usar Visualizar impressão, clique no botão do menu WordPad , aponte para Imprimir e clique 
em Visualizar impressão. Depois de visualizar o documento, clique em Fechar visualização de impressão. 
 
GUIA DE INTRODUÇÃO AO PAINT. 
 
O Paint é um recurso do Windows que pode ser usado para desenhar, colorir ou editar imagens. Você 
pode usar o Paint como um bloco de desenho digital para criar imagens simples, projetos criativos ou 
adicionar texto e designs a outras imagens, como aquelas obtidas com sua câmera digital. 
 
1. As Partes do Paint. 
 
Para abrir o Paint, clique no botão Iniciar , em Todos os Programas, em Acessórios e em Paint. 
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Ao iniciar o Paint, você verá uma janela vazia. As ferramentas de desenho e pintura estão localizadas 
na faixa de opções na parte superior da janela. A ilustração a seguir mostra as diferentes partes da janela 
do Paint: 
 
 
 
A Janela Do Paint. 
 
2. Trabalhando Com Ferramentas. 
 
A faixa de opções do Paint inclui diversas ferramentas de desenho úteis. Você pode usá-las para criar 
desenhos à mão livre e adicionar várias formas às imagens. 
 
3. Desenhar Uma Linha. 
 
Algumas ferramentas e formas, como o Lápis, o Pincel, a Linha e a Curva, permitem criar variadas 
linhas retas, curvas e sinuosas. O que você desenha é determinado pela maneira como você move o 
mouse ao desenhar. É possível usar a ferramenta Linha para desenhar uma linha reta, por exemplo. 
 
- Na guia Início, no grupo Formas, clique na Linha . 
- No grupo Cores, clique em Cor 1 e depois na cor a ser usada. 
- Para desenhar, arraste o ponteiro pela área de desenho. 
 
4. Desenhar Uma Linha Sinuosa. 
 
Seus desenhos não precisam ser compostos apenas de linhas retas. O Lápis e os Pincéis podem ser 
usados para criar formas livres completamente aleatórias. 
 
- Na guia Início, no grupo Ferramentas, clique na ferramenta Lápis . 
- No grupo Cores, clique em Cor 1 e depois na cor a ser usada. 
- Para desenhar, arraste o ponteiro pela área de desenho e faça uma linha sinuosa. 
 
- Observação: 
 
Se quiser criar uma linha com aparência diferente, use um dos Pincéis. 
 
5. Desenhar Uma Forma. 
 
O Paint permite desenhar diversas formas diferentes. Por exemplo, você pode desenhar formas já 
definidas, como retângulos, círculos, quadrados, triângulos e setas. Mas também é possível criar formas 
personalizadas usando a ferramenta Polígono para desenhar um polígono, que é uma forma que pode 
ter um número infinito de lados. 
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- Na guia Início, no grupo Formas, clique em uma forma pronta, como no Retângulo . 
- Para adicionar uma forma pronta, arraste o ponteiro pela área de desenho para criar a forma. 
- Para alterar o estilo do contorno, no grupo Formas, clique em Contorno e clique em um dos estilos 
de contorno. 
- Caso não queira que sua forma tenha um contorno, clique em Sem contorno. 
- No grupo Cores, clique em Cor 1 e em uma cor a ser usada no contorno. 
- No grupo Cores, clique em Cor 2 e depois na cor a ser usada no preenchimento da forma. 
- Para alterar o estilo do preenchimento, no grupo Formas, clique em Preenchimento e em um dos 
estilos de preenchimento. 
- Caso não queira que sua forma tenha um preenchimento, clique em Sem preenchimento. 
 
6. Adicionar Texto. 
 
Você pode adicionar texto à sua imagem. A ferramenta Texto permite que você adicione uma 
mensagem ou um título simples. 
 
- Na guia Início, no grupo Ferramentas, clique na ferramenta Texto . 
- Arraste o ponteiro na área de desenho onde você deseja adicionar texto. 
- Em Ferramentas de Texto, na guia Texto, clique no tipo, tamanho e estilo de fonte no grupo Fonte. 
 
 
 
O grupo Fonte. 
 
- No grupo Cores, clique em Cor 1 e depois em uma cor. Essa será a cor do texto. 
- Digite o texto a ser adicionado. 
 
7. Apagar Parte da Imagem. 
 
Se você cometer um erro ou simplesmente precisar alterar parte de uma imagem, use a borracha. Por 
padrão, a borracha altera para branco qualquer área que você apagar, mas é possível alterar a cor dela. 
Por exemplo, se você definir a cor do segundo plano como amarelo, qualquer item apagado se tornará 
amarelo. 
 
- Na guia Início, no grupo Ferramentas, clique na ferramenta Borracha . 
- No grupo Cores, clique em Cor 2 e depois na cor a ser usada para apagar. Para apagar com branco, 
não é preciso selecionar uma cor. 
- Arraste o ponteiro sobre a área que deseja apagar. 
 
8. Salvando uma Imagem. 
 
Salve a imagem com frequência para evitar que você perca acidentalmente seu trabalho. Para salvar, 
clique no botão Paint e depois em Salvar. Serão salvas todas as alterações feitas na imagem 
desde a última vez em que ela foi salva. 
Ao salvar uma nova imagem pela primeira vez, você precisará dar um nome de arquivo a ela. Siga 
estas etapas: 
 
- Clique no botão Paint e depois em Salvar. 
- Na caixa Salvar como tipo, selecione o formato de arquivo desejado. 
- Na caixa Nome do arquivo, digite o nome do arquivo e clique em Salvar. 
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FERRAMENTAS DE ACESSIBILIDADE. 
 
O Windows oferece vários programas e configurações que podem tornar o computador mais fácil e 
mais confortável de usar. Produtos adicionais de tecnologia assistencial podem ser adicionados ao 
computador, se você precisar de outros recursos de acessibilidade. 
 
1. Central de Facilidade de Acesso. 
 
A Central de Facilidade de Acesso é um local central que você pode usar para definir as configurações 
de acessibilidade e os programas disponíveis no Windows. Na Central de Facilidade de Acesso, você 
obterá acesso rápido para definir as configurações e os programas de acessibilidade incluídos no 
Windows. Há também um link para um questionário que o Windows pode usar para ajudar a sugerir 
configurações que poderão lhe ser úteis. 
Para abrir a Central de Facilidade de Acesso, clique no botão Iniciar , em Painel de 
Controle, Facilidade de Acesso e Central de Facilidade de Acesso. 
Use o computador sem tela. O Windows é fornecido com um leitor básico de tela chamado Narrator, 
que lê em voz alta o texto mostrado na tela. O Windows também tem configurações para fornecer 
descrições de áudio sobre vídeos e controlar a maneira como as caixas de diálogo são mostradas. 
Além disso, muitos outros programas e hardware são compatíveis com o Windows e estão disponíveis 
para ajudar indivíduos cegos, incluindo leitores de tela, dispositivos de saída em Braile e muitos outros 
produtos úteis. 
Torne o computador mais fácil de ver. Há várias configurações disponíveis para facilitar a visualização 
das informações na tela. Por exemplo, a tela pode ser ampliada, as cores podem ser ajustadas para 
facilitar a visualização e a leitura da tela, e animações e imagens de plano de fundo desnecessárias 
podem ser removidas. 
Use o computador sem mouse ou teclado. O Windows inclui um teclado virtual que você pode usar 
para digitar. Você também pode usar o Reconhecimento de Fala para controlar o computador com 
comandos de voz, além de ditar texto para programas. 
Facilite o uso do mouse. Você pode alterar o tamanhovia rede local e portas USB, além de conectores VGA (RGB) 
e/ou HDMI para conectar-se monitores e/ou tvs. 
 
i) Netbooks. 
 
São versões menores e mais baratas dos notebooks convencionais, com hardware limitado e baixa 
performance. Não possuíam drive de cd/dvd em contrapartida eram mais leves e tinham maior autonomia 
em relação à bateria, além de possuírem as mesmas funcionalidades padrão de um notebook. 
Começaram a perder mercado com a popularização dos Tablets e o surgimento dos ultrabooks. 
 
j) Tablet. 
 
Dispositivo portátil, fino, em forma de prancheta com uma tela sensível ao toque como dispositivo de 
entrada (touchscreen), possuindo as mesmas funcionalidades de outros portáteis, guardadas as devidas 
proporções. Podemos citar como exemplo o Ipad, da Apple, que utiliza o sistema operacional IoS e o 
Samsung Galaxy Tab que, como a grande maioria dos dispositivos, utiliza o sistema operacional da 
Google, o Android. 
 
 
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k) Smartphones. 
 
Etimologicamente, “smart” do inglês “esperto” e phone, telefone, consiste em um celular com funções 
avançadas, graças a seus sistemas operacionais completos que possuem aplicativos (APPs), que 
executam as mais diversas funcionalidades. Podem possuir hardware mais básico, com redes de dados 
para acesso à internet e intercomunicação com computadores pessoais. Podem também possuir 
hardware avançado, com processamento 3d para jogos avançados e possibilidade de filmar em 4k, telas 
2k e até mesmo sensores de batimentos cardíacos. Os principais sistemas operacionais presentes nos 
smartphones são o IOS da Apple (iPhone), o Android da Google (Samsung Galaxy S5) e o Windows 
(Lumia). 
 
l) PDA – Personal Digital Assistant. 
 
O Personal Digital Assistant ou assistente pessoal digital pode ser considerado um pequeno 
computador, que cumpre as funções de agenda e instrumento complementar de informática, com 
interconexão a computadores e acesso a rede sem fios. A maioria utiliza o sistema operacional Windows 
Mobile (baseado no Windows CE da Microsoft). 
 
HARDWARE. 
 
O hardware abrange a parte física, ou seja, todos os componentes presentes em um computador, 
sejam eles internos (placas, drives) ou externos (periféricos). De forma geral, um microcomputador é 
composto por: 
 
- Gabinete; 
- Fonte de Energia; 
- Placa Mãe; 
- Disco Rígido (HD - Hard Drive ou Winchester); 
- Drive CD/DVD; 
- Periféricos. 
 
1. Gabinete. 
 
Na maioria das vezes, constituído em aço ou alumínio, o gabinete consiste em uma caixa metálica, 
onde são alojados os componentes internos de um computador. 
Internamente, possuem espaço para acomodar: 
 
- A fonte de energia, normalmente na parte superior traseira; 
- As placas, que são parafusadas em sua estrutura, como a placa mãe e placas de rede e vídeo; 
- Coolers (ventiladores), espalhados por sua estrutura; 
- Drivers de cd/dvd ou Blu-ray, disquetes, leitores de cartão, discos rígidos e/ou SSDs. 
 
Externamente, costumam apresentar em sua parte frontal: 
 
- Botão para ligar o computador ("Power"). 
- Botão Reset. 
- LED indicador de "Power On". 
- LED indicador de acesso ao disco rígido, que oscila de acordo com o acesso ao mesmo. 
 
Gabinetes mais antigos tinham ainda um botão “Turbo”, assim como um led “turbo on” e um visor que 
mostrava os MHz que o computador estava trabalhando (modo turbo ou não): 
Os gabinetes possuem, normalmente na parte frontal, portas USB que funcionam interligadas à placa 
mãe. 
 
Tipos de Gabinetes. 
 
- Mini Tower: gabinetes pequenos, que ocupam pouco espaço físico. Possuem poucas baias, ideal 
para computadores pessoais de pequeno porte e que não exijam muito espaço interno. Comportam 
placas mãe Mini ITX. 
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- Mid Tower: Os Mid-Tower são os tipos mais comuns dentre os gabinetes montados. Pouco menores 
que os Full Towers, possuem aproximadamente 18 polegadas de altura e 2 a 4 baias externas. 
 
 
 
- Full-Tower: Gabinetes bem grandes, usados quando há demanda de mais espaço interno, com 
refrigeração superior. São geralmente utilizados em computadores voltados a jogos e também para uso 
em servidores. 
 
 
 
- Casemods: formado pela junção de "Case" (caixa, gabinete) e "Mod" (contração de 
modification/modificação) consiste em gabinetes modificados ou fabricados sob demanda, 
personalizados ou diferenciados, não possuindo um tamanho padrão. 
 
 
 
Observação: 
 
Grande parte dos gabinetes padrão já vem com uma fonte de energia ATX básica, normalmente de 
200/230W. 
 
2. Fonte de alimentação. 
 
A fonte de alimentação é o dispositivo que gerencia eletricidade ao computador, convertendo a tensão 
alternada fornecida pela rede elétrica (CA ou AC) -110/220V em contínua (CC ou DC) - +3,3V, +5V, +12V 
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e -12V, de acordo com o componente. Algumas possuem uma chave seletora de tensão CA, outras são 
bivolt automáticas ou “Auto Range” que funcionam em qualquer tensão CA entre 100 e 240V. Existem 
ainda casos menos comuns de fontes monovolt, sem chave seletora. 
Na maioria dos casos, a seleção automática de tensão é realizada através do circuito PFC Ativo. 
 
 
 
Fonte comum com chave seletora de voltagem. 
 
 
 
Fonte bivolt automática com PFC Ativo. 
 
PFC ou Power Factor Correction (fator de correção de força), consiste em um método de reduzir perdas 
de energia, aumentando a eficiência da alimentação da fonte, gerando menos calor e demandando menor 
necessidade de refrigeração, o que torna as fontes mais silenciosas, econômicas e eficientes. Uma fonte 
comum (também chamada de genérica) pode ter eficiência de energia entre 50% e 60%, chegando a 
perdas de energia de 50%, já as fontes com PFC Passivo apresentam entre 70% e 80% de eficiência e 
perdas de até 30% com as de PFC Ativo ficando entre 95% e 99% de eficiência e no máximo 5% de 
perdas *. Sendo assim, uma fonte de 400W: 
 
- Sem PFC: Consumo de 600W, com desperdício de 200W na forma de calor; 
- Com PFC Passivo: Consumo de 520W, com desperdício de 120W na forma de calor; 
- Com PFC Ativo: Consumo de 420W, com desperdício de apenas 20W na forma de calor. 
* Valores referentes a eficiência no fator de correção de força e não à eficiência total que, no caso de 
uma fonte com PFC ativo chega a 90%. 
 
No PFC Ativo, um circuito corrige o fator de potência, reduzindo interferências e corrigindo 
automaticamente a entrada de corrente AC, com seleção de voltagem automática. 
No PFC Passivo, um capacitor filtra a entrada de corrente AC, corrigindo fatores de potência mais 
fracos. Neste caso, a fonte possui chave seletora de voltagem. 
A fonte é interligada a energia elétrica através de um cabo de força que, no Brasil tem plugues do 
padrão ABNT NBR 14136:2002, que consiste em um com os dois plugues redondos mais comuns e um 
novo, obrigatório desde 2010 com a adição de um pino terra. 
 
 
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Normalmente um componente negligenciado na hora de se montar um computador, uma fonte de baixa 
qualidade pode causar problemas sérios, como travamentos, danos ao disco rígido, etc. 
 
3. Conectores. 
 
As fontes possuem vários conectores que alimentam os diversos componentes internos do 
computador. São os seguintes: 
- Conector principal: é o maior dos conectores da fonte de alimentação, serve para energizar a placa 
mãe. Placas mãe mais antigas utilizavam um plugue de 20 pinos (ATX ou ATX 12V 1.x), as mais recentes 
utilizam um plugue de 24 pinos (ATX 12V 2.x), neste caso a fonte pode ser utilizada no padrão antigo 
negligenciando os 4 pinos extras. 
 
 
 
Conector 20 pinos + 4 (Fonte: Tecmundo). 
 
O nome ATX é referente tanto ao tamanho da placa mãe (e não do plugue) quanto à sua conexão 
elétrica. 
 
 
 
Conector de alimentação na placae a cor do ponteiro do mouse e usar o teclado 
para controlar o mouse. 
Facilite o uso do teclado. Você pode ajustar a maneira como o Windows responde à entrada do mouse 
ou do teclado para facilitar o pressionamento de combinações de teclas e a digitação, e para ignorar 
teclas pressionadas por engano. 
Use textos e alternativas visuais aos sons. O Windows pode substituir dois tipos de informações de 
áudio por itens visuais equivalentes. É possível substituir os sons do sistema por alertas visuais e exibir 
legendas de texto para o diálogo falado em programas de multimídia. 
Facilite a concentração em tarefas de leitura e digitação. Há várias configurações que podem ajudar a 
facilitar a concentração na leitura e na digitação. Você pode usar o Narrator para ler as informações da 
tela, ajustar a maneira como o teclado responde a determinados pressionamentos de tecla e controlar se 
determinados elementos visuais serão exibidos. 
 
2. Tecnologias Assistenciais. 
 
Além da Central de Facilidade de Acesso, o Windows conta com três programas que podem facilitar a 
interação com seu computador. 
 
- Lupa: A Lupa é um programa que amplia a tela do computador, facilitando a leitura. 
- Narrator: O Narrator é um programa que lê em voz alta o texto exibido na tela. 
- Teclado Virtual: O Teclado Virtual é um programa que permite o uso do mouse ou de outro 
dispositivo para interagir com um teclado exibido na tela. 
 
3. Fala. 
 
O reconhecimento de fala do Windows agora funciona melhor – e com mais programas. Assim, em 
vez de usar o teclado, basta dizer ao computador o que fazer. Inicie um e-mail falando o nome do 
destinatário, navegue na Web sem teclado ou dite os documentos. 
 
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O reconhecimento de fala do Windows responde à voz. 
 
4. Lupa. 
 
A Lupa é uma ajuda para as pessoas com visão deficiente, mas todos aproveitarão sua capacidade 
de ampliar texto e imagens difíceis de ver. O modo de tela inteira amplia toda a área de trabalho e o modo 
de lente amplia determinadas áreas. Na janela Lupa, é possível clicar em botões e inserir texto como você 
faria normalmente. 
 
 
 
A Lupa amplia a exibição em sua área de trabalho. 
 
5. Teclado Virtual. 
 
O Teclado Virtual permite a você "teclar sem teclado" podendo escolher um dos vários métodos de 
entrada diferentes: modo de clique, modo de foco e modo de digitalização. Com o Windows Touch e o 
hardware certo, também é possível inserir texto, tocando diretamente a tela. E a previsão de texto agiliza 
as coisas: digite as primeiras letras de uma palavra, e o Windows a completará para você. 
A previsão de texto no Teclado Virtual não está incluída no Windows 7 Home Basic. 
 
 
 
O Teclado Virtual possui várias opções de entrada de texto. 
 
6. Narrador e Notificações Visuais. 
 
O Windows 7 pode ler texto na tela em voz alta e descrever alguns eventos (como mensagens de 
erro), ajudando você a usar o computador sem o monitor. Com a Descrição de Áudio, é possível ouvir 
uma narração do que está acontecendo em um vídeo. O Windows também pode substituir alertas sonoros 
por indicações visuais como um aviso piscando na tela, para que os alertas do sistema também sejam 
vistos mesmo que não sejam ouvidos. 
Observação: o Narrador não está disponível em todos os idiomas; portanto, se as etapas abaixo não 
funcionarem, o Narrador não estará disponível no seu idioma. 
 
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O Narrador ajuda você a usar o computador sem a tela. 
 
7. Nomes de Arquivos e Pastas Válidos. 
 
Ao criarmos um arquivo ou pasta, devemos observar que os seguintes caracteres são reservados pelo 
sistema operacional e não podem ser usados: 
 
 
 
Questões: 
 
01. (Caixa Econômica Federal - Técnico Bancário Novo - CESGRANRIO). Os sistemas 
operacionais Windows, como o Windows 2008 e o Windows 7, trazem em suas versões, como padrão, 
um programa cujo objetivo é gerenciar arquivos, pastas e programas. 
Esse programa é denominado: 
 
(A) BDE Administrator 
(B) File Control 
(C) Flash Player 
(D) Internet Explorer 
(E) Windows Explorer 
 
02. (PEFOCE – Aux. De Perícia – CESPE). Entre os sistemas operacionais Windows 7, Windows 
Vista e Windows XP, apenas este último não possui versão para processadores de 64 bits. 
 
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
 
03- (MF – Assistente Técnico-administrativo – ESAF). O sistema operacional Windows 7 da 
Microsoft está disponível em 5 versões. A mais simples delas é a: 
 
(A) Home Premium. 
(B) Home Basic. 
(C) Starter. 
(D) Beginner. 
(E) Home zero 
 
04. (UFAC - Auxiliar em Administração - MS CONCURSOS). Para abrir a janela do Executar do 
Microsoft Windows devemos pressionar qual combinação de teclas: 
 
(A) Windows + A 
(B) Windows + E 
(C) Windows + M 
(D) Windows + P 
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. 147 
(E) Windows + R 
 
05. (Prefeitura de Duque de Caxias - Auxiliar Administrativo - CONSULPLAN/2015). Nos sistemas 
operacionais da Microsoft, Configuração Padrão – Idioma Português Brasil, as teclas de atalho também 
são importantes aliadas para agilizar as tarefas a serem executadas no computador. Nos teclados existe 
uma tecla chamada “tecla Windows”, onde aparece o símbolo padrão da Microsoft. A combinação dessa 
tecla com algumas outras abrem/executam algumas funções, que para serem acessadas pelos caminhos 
normais poderiam levar mais tempo, como a Pesquisa e o Comando Executar. As teclas que são 
acionadas em conjunto com a “tecla Windows” para acessar o Comando Pesquisar e o Comando Executar 
no Windows 7 são, respectivamente: 
 
(A) + ; + . 
(B) + ; + . 
(C) + ; + . 
(D) + ; + . 
 
Respostas: 
 
01. Resposta: E. 
 
O Windows Explorer é um aplicativo do Windows para cumprir o objetivo supracitado na questão. 
 
02. Resposta: Errado. 
 
Todos os sistemas Windows supracitados possuem versão de 32 e 64 bits. 
 
03. Resposta: C. 
 
Descrevendo todas as versões do Windows 7: 
Windows 7 Starter, o “basicão” 
Como o próprio título acima sugere, esta versão do Windows é a mais simples e básica de todas. A 
Barra de Tarefas foi completamente redesenhada e não possui suporte ao famoso Aero Glass. Uma 
limitação da versão é que o usuário não pode abrir mais do que três aplicativos ao mesmo tempo. 
Esta versão será instalada em computadores novos apenas nos países em desenvolvimento, como 
Índia, Rússia e Brasil. Disponível apenas na versão de 32 bits. 
Windows 7 Home Basic, o meio-termo 
Esta é uma versão intermediária entre as edições Starter e Home Premium (que será mostrada logo 
abaixo). Terá também a versão de 64 bits e permitirá a execução de mais de três aplicativos ao mesmo 
tempo. 
Assim como a anterior, não terá suporte para o Aero Glass nem para as funcionalidades sensíveis ao 
toque, fugindo um pouco da principal novidade do Windows 7. Computadores novos poderão contar 
também com a instalação desta edição, mas sua venda será proibida nos Estados Unidos. 
Windows 7 Home Premium, “completão” 
Edição que os usuários domésticos podem chamar de “completa”, a Home Premium acumula todas as 
funcionalidades das edições citadas anteriormente e soma mais algumas ao pacote. 
Dentre as funções adicionadas, as principais são o suporte à interface Aero Glass (finalmente!) e 
também aos recursos Touch Windows (tela sensível ao toque) e Aero Background, que troca seu papel 
de parede automaticamente no intervalo de tempo determinado. Haverá ainda um aplicativo nativo para 
auxiliar no gerenciamento de redes wireless, conhecido como Mobility Center. 
Esta edição será colocada à venda em lojas de varejo e também poderá ser encontrada em 
computadores novos. 
Windows 7 Professional, voltado às pequenas empresas 
Mais voltadamãe (Fonte Clube do Hardware). 
 
Conector AT: Em fontes antigas, o conector de alimentação da fonte utilizava dois plugues de 6 pinos 
cada, que demandavam um certo cuidado, pois podiam ser encaixados de maneira incorreta na placa 
mãe. Eram encaixados cada um com seus respectivos fios da cor preta junto ao centro do conector. 
 
 
 
Conector AT e seu respectivo encaixe na placa mãe. 
 
- Conector ATX 12V ou EPS12V: O conector ATX 12V é interligado à placa mãe com a função de 
energizar o processador. O conector EPS12V tem a mesma função, só que possui 8 pinos, contra 4 do 
ATX 12V, fornecendo mais energia. Nem todas as placas mãe ou fontes possuem este padrão. 
 
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Conector ATX 12V com seu respectivo encaixe na placa mãe. 
 
 
 
Conector EPS12V com seu respectivo encaixe na placa mãe. 
 
Observação: 
 
Nas fontes antigas, encontrávamos um conector auxiliar de 6 pinos, lançado com as placas ATX 12V 
1x, que poucas placas mãe faziam uso. 
 
 
 
Conector auxiliar ATX12v 1x. 
 
- Conectores PEG (PCI Express graphics): consiste em um conector auxiliar de alimentação à placas 
de vídeo PCI Express, quando as mesmas demandarem mais energia. Composta de 6 ou 8 pinos (na 
maioria dos casos utilizam somente o conector de 6 pinos, ficando o auxiliar com mais 2 para placas de 
vídeo topo de linha, que podem demandar ainda o uso de um segundo cabo auxiliar). 
 
 
 
Conector PEG 6 Pinos + 2 extras, podendo ser transformado em um de 8 pinos e seu respectivo encaixe na placa de vídeo. 
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. 15 
- Conectores SATA: plugues que energizam dispositivos SATA (Serial ATA), como Discos rígidos e 
drives ópticos. Possuem formato achatado e 15 pinos. 
 
 
 
Conector de alimentação SATA com seu respectivo conector no disco rígido. 
 
- Conector de drives e periféricos: padrão por vários anos, este conector de 4 pinos era utilizado para 
energizar drives ópticos e discos rígidos do padrão IDE (integrated drive electronic) ou ATA (advanced 
tecnology attachment) – um padrão substituído pelo SATA, além de coolers (ventoinhas), sistemas de 
iluminação, etc. 
 
 
 
Conector de alimentação ATA/IDE com seu respectivo encaixe em um drive óptico. 
 
- Conector de disquete (Floppy drive): conector utilizado para energizar drives de disquete 1.44. Apesar 
de ser um dispositivo defasado, ainda é comum encontrarmos este conector presente nas fontes. 
 
 
 
Conector do drive de disquete e seu respectivo conector. 
 
4. Padrões de fonte. 
 
Os diferentes padrões de fontes são definidos tanto pelo tamanho quanto pelos seus conectores. 
 
- AT: lançado pela IBM em meados de 1984, foi o modelo padrão até surgirem as fontes ATX. O cabo 
de alimentação principal interligado à placa mãe se dividia em duas partes (que unidas totalizavam 12 
pinos), sempre demandavam o cuidado por unir os cabos de coloração preta para correto encaixe, 
apresentando, como vimos anteriormente, o conector de 12 pinos, o conector de drives e periféricos e o 
conector de disquete; 
- ATX: lançado pela Intel em 1996, o padrão ATX introduziu placas mãe de novos formatos, exigindo 
assim novos “gabinetes ATX” em detrimento aos “gabinetes AT”. As novas fontes de alimentação tinham 
conectores de 20 pinos e as “tensões de standby”, que mantinham a saída sempre ligada, mesmo com o 
computador desligado, o que permitia o desligamento do computador sem a necessidade de 
pressionarmos o botão para desligar. Possuía conector de 20 pinos para a placa mãe, conector de drives 
e periféricos e o conector de disquete; 
- ATX 12V v1.x: foram introduzidos conectores extras devido à demanda maior de energia por parte 
dos processadores mais modernos, um de 4 pinos de 12V e um auxiliar de 6 pinos, além de introduzirem 
um conector de alimentação SATA (Serial ATA); 
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- ATX 12V v2.x: o conector da placa mãe aumenta para 24 pinos e surge o conector PEG, devido ao 
lançamento do barramento PCI Express; 
- EPS12V: é introduzido um novo conector de alimentação a processadores, podendo ser EP12V e 
ATX 12V v2.x ao mesmo tempo. 
 
Além destes, existem outros tipos que se diferem pelo tamanho, por serem destinadas a computadores 
de tamanho reduzido como a CFX12V (Compact Form Factor - Padrão Compacto) que possui formato 
em L, a TFX12V (Thin Form Factor – Padrão Fino) e a SFX12V(Small Form Factor – Padrão Pequeno), 
todas elas seguindo os padrões de conectores ATX12V v2.x. 
 
5. Ventilação. 
 
As fontes básicas ou genéricas, por padrão, possuem coolers (ventoinhas) de 80mm em sua parte 
traseira, que são substituídos em alguns modelos (principalmente nos de maior potência) por um de 
120mm na parte de baixo da fonte. 
 
 
 
Fontes com cooler de 80 e 120 mm, respectivamente. 
 
6. Processador. 
 
Também conhecido como CPU (Central Process Unit – Unidade Central de Processamento), o 
processador é o principal item de hardware do computador. Ela é responsável por calcular e realizar as 
tarefas determinadas pelo usuário. Basicamente, o processador é o computador em si, ou seja, o 
"cérebro" do hardware. Ele executa todas as instruções dos programas (softwares). Quanto mais 
"poderoso" for o processador, mais rapidamente suas tarefas serão executadas. 
 
 
7. Memória Ram. 
 
 
 
A memória RAM ou RANDON ACCESS MEMORY (memória de acesso randômico), é um o dispositivo 
responsável por armazenar informações temporárias que são geradas quando o computador está em 
funcionamento (com os programas funcionando). Toda informação residente na memória RAM se perde 
quando o computador é desligado. 
 
8. Placa Mãe. 
 
 
 
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A placa mãe (Motherboard) é uma placa de circuito impresso, considerado como um dos mais 
importantes do computador. Ela que interliga todos os outros dispositivos de hardware, permitindo que 
eles se comuniquem entre si conforme as necessidades do sistema (internos e externos ao gabinete). 
 
9. HD (Hard Disk - Disco Rígido). 
 
 
 
O HD é o item responsável pelo armazenamento de dados permanentes (os dados armazenados no 
HD não são perdidos quando o computador é desligado, como é o caso da memória RAM). O HD é o 
local onde é instalado e mantido o sistema operacional, todos os outros programas que são instalados no 
computador e todos os arquivos que do usuário. 
 
10. Periféricos (Dispositivos De Entrada E Saída). 
 
São os dispositivos que permitem que o usuário interaja com o computador. Os dispositivos de entrada 
permitem que o usuário “entre com algum tipo de informação”, enquanto os dispositivos de saída retornam 
com informações solicitadas pelo usuário e pelos programas, já os dispositivos conhecidos como 
“híbridos”, desempenham simultaneamente as funções de entrada e saída de dados. 
 
- Teclado (Dispositivo de Entrada De Dados). 
 
Este dispositivo permite que o usuário digite as informações que serão processadas pelo computador. 
 
- Mouse (Dispositivo de Entrada De Dados). 
 
Este dispositivo permite que o usuário aponte uma posição ou um objeto de software que sofrerá uma 
ação ao ser clicado. 
 
- Touchpad (Dispositivo de Entrada de Dados). 
 
Este dispositivo desempenha a mesma função do mouse nos notebooks e netbooks. 
 
- Webcam (Dispositivo de Entrada de Dados). 
 
Este dispositivo permite capturar imagens ou vídeo do ambiente local para que seja armazenado num 
sistema local ou transmitido pela web. 
 
 
 
- Scanner (Dispositivo de Entrada de Dados). 
 
Periférico semelhante a uma copiadora, porém, em vez de imprimir a imagem capturada de um 
documento impresso, o scanner captura imagens e textos de documentos expostos sobre a sua superfície 
permitindo que sejam armazenados no próprio computador em formato digital. 
 
 
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. 18 
- Leitor De Código De Barras (Dispositivo de Entrada de Dados). 
 
Este dispositivo permite capturar o código de barra referente a um produto ou objeto, para que seja 
identificado e processado por um sistema computacional. 
 
- Monitor (Dispositivo de Saída de Dados). 
 
 
 
Este dispositivo permite que o usuário visualize as informações processadas. 
 
- Impressora (Dispositivo de Saída de Dados). 
 
 
Dispositivo com a função de imprimir conteúdos de arquivos de computador para um plano. Estes 
documentos podem conter textos, imagens ou ambos. As impressoras mais conhecidas são as matriciais, 
jato de tinta e laser. 
 
Observação: 
 
- Impressora Multifuncional (Dispositivo De Entrada E Saída De Dados) 
 
Este dispositivo, além da função de uma impressora comum, incorpora funções diversas, como por 
exemplo, a função de scanner para digitalização de dados. 
 
 
 
- Plotter3. 
 
Um plotter é uma impressora de alta precisão, que usa tintas especiais, geralmente em cartuchos de 
tintas de grande capacidade e imprime em rolos de mídia (papeis) de vários tipos. 
Como surgiram os Plotters? 
Os plotters sugiram com a necessidade de Engenheiros, Arquitetos, Cientistas e Técnicos tinham de 
obter impressões confiáveis e precisas, das quais poderiam se "extrair" medidas ou distâncias, por 
exemplo, com uso de escalímetros. 
 
 
3 Fonte: http://www.lojadoplotter.com.br/plotter/oque-e-um-plotter.html 
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. 19 
 
 
- Plotter HP 7550ª: um dos primeiros plotters a pena com o carrossel ou disco de penas e o detalhe do 
recipiente de encaixe do carrossel. Abaixo, o carrossel e a foto ampliada da pena amarela. 
 
 
 
Os primeiros plotters utilizavam canetas, ou Penas, como eram mais conhecidas. Nos anos 70, os 
plotters a pena eram a única forma de obter uma impressão de alta resolução e precisão. Nesta época a 
resolução das impressoras gráficas variavam de 72 a 100 dpi. Mas os primeiros plotters a pena da HP 
conseguiam resoluções de 1000 dpi. 
Por que os plotters tinham uma resolução melhor? 
Um dos principais motivos da alta resolução dos primeiros plotters foi o fato de "imprimirem" ou 
plotarem um linha ou curva de uma vez só, graças à linguagem HPGL. 
HP criou a HPGL-Hewlett-Packard Graphics Language que se tornaria uma linguagem padrão para 
quase todos os plotter. A linguagem, é formada por uma combinação de 2 caracteres e parâmetros 
opcionais. Por exemplo, para "plottar" um arco os seguintes comando são enviados para o plotter: 
 
AA100,100,50; 
Significando um Arco Absoluto, com centro nas coordenadas (x,y) 100,100 do papel, com um ângulo 
de 50 graus no medido no sentido anti-horário. O plotter posicionava a pena no ponto 100,100 e traçava 
o arco de uma vez só. 
 
- HP-GL/2 e a espessura de linha 
 
Com o aperfeiçoamento da impressão a jato de tinta, os plotters passaram a adotar esta tecnologia e 
foi possível variar a Espessura da Linha. A HP melhorou a sua linguagem e surgiu então a HPGL2 (ou 
HP-GL/2) com a qual foi possível definir a espessura de linha em uma plotagem. 
 
 
 
Espessura de linha. 
 
- Plotters atuais. 
 
O Cartuchos de Tinta, que também era o Cabeçote de Impressão (era ele que "jogava" o jato de tinta 
no papel) teve a sua função dividida. Atualmente, o cartucho apenas armazena a tinta e a função de 
impressão é feita por uma peça dedicada e especializada nisto, o Cabeçote de Impressão. 
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. 20 
Com esta especialização, os cabeçotes chegam a resoluções de até 2400x2400 dpi. 
A especialização também ocorreu nas tintas. Quanto maior o número de cores de tinta, menor a 
necessidade de combiná-las para se chegar à cor desejada. Atualmente, existem Plotters Fotográficos 
como a linha "Z" da HP, com até 12 cores diferentes de tintas, que produzem impressões com alta 
resolução e fidelidade de cores. 
 
 
 
A HP Designjet Z3200 que tem 12 cartuchos de tinta que abastecem 6 cabeçotes de impressão. Cada 
cabeçote imprime 2 cores. No detalhe, um dos cabeçotes. 
 
- Caixas De Som (Dispositivo de Saída de Dados). 
 
 
 
Dispositivo essencial para quem desejar processar arquivos de áudio ou arquivos de vídeo que 
contenham áudio. 
- Monitor Touchscreen (Dispositivo de Entrada e Saída de Dados). 
 
 
 
Este dispositivo, além de permitir que o usuário visualize as informações processadas como os 
monitores comuns, ainda permite que o usuário aponte um objeto do sistema na tela que sofrerá uma 
determinada ação do sistema (simula o click do mouse com um toque direto na tela). 
 
- Dispositivos de Armazenamento em Massa (Dispositivos de Entrada e Saída de Dados). 
 
 
 
 
Um dispositivo de armazenamento em massa possui a função de armazenamento de informações em 
mídia física, como pen drive, HD, CD-ROM, DVD-ROM, BLU-RAY etc. Estes dispositivos também 
possibilitam o acesso às informações armazenadas e por isso são considerados dispositivos de entrada 
e saída de dados. 
 
SOFTWARE. 
 
Software é todo programa instalado no computador, inclusive o sistema operacional. O sistema 
operacional é o principal programa instalado no computador, é ele que controla todas as funções e 
processos dos outros programas que foram instalados após ele. Podemos citar como exemplo de 
software: sistema operacional Windows, processador de texto (Word), software para elaboração de 
planilhas eletrônicas (Excel), software para elaboração de slides e apresentações (PowerPoint), software 
para gerenciamento de banco de dados (Access), software para edição e tratamento de imagens 
(Photoshop), software antivírus etc. Um software pode ser desenvolvido ou personalizado sob demanda, 
visando atender as necessidades e particularidades de uma empresa ou instituição por exemplo. 
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. 21 
Existem diversas nomenclaturas utilizadas para caracterizar um software: programa, sistema, 
aplicação etc. 
 
O Sistema Operacional E Os Outros Softwares. 
 
Um sistema operacional (SO) é um programa (software) que controla milhares de operações, faz a 
interface entre o usuário e o computador e executa aplicações. 
Basicamente, o sistema operacional é executado quando ligamos o computador. Atualmente, os 
computadores já são vendidos com o SO pré-instalado. 
Os computadores destinados aos usuários individuais, chamados de PCs (Personal Computer), vêm 
com o sistema operacional projetado para pequenos trabalhos. Um SO é projetado para controlar as 
operações dos programas, como navegadores, processadores de texto e programas de e-mail. 
 Com o desenvolvimento dos processadores, os computadores tornaram-se capazes de executar mais 
e mais instruções por segundo. Estes avanços possibilitaram aos sistemas operacionais executar várias 
tarefas ao mesmo tempo. Quando um computador necessita permitir usuários simultâneos e trabalhos 
múltiplos, os profissionais da tecnologia de informação (TI) procuram utilizar computadores mais rápidos 
e que tenham sistemas operacionais robustos, um pouco diferente daqueles que os usuários comuns 
usam. 
 
Os Arquivos. 
 
O gerenciador do sistema de arquivos é utilizado pelo sistema operacional para organizar e controlar 
os arquivos. Um arquivo é uma coleção de dados gravados com um nome lógico chamado 
“nomedoarquivo” (filename). Toda informação que o computador armazena está na forma de arquivos. 
Há muitos tipos de arquivos, incluindo arquivos de programas, dados, texto, imagens e assim por 
diante. A maneira que um sistema operacional organiza as informações em arquivos é chamada sistema 
de arquivos. 
A maioria dos sistemas operacionais usa um sistema de arquivo hierárquico em que os arquivos são 
organizados em diretórios sob a estrutura de uma árvore.O início do sistema de diretório é chamado 
diretório raiz. 
 
Funções do Sistema Operacional. 
 
Não importa o tamanho ou a complexidade do computador: todos os sistemas operacionais executam 
as mesmas funções básicas. 
- Gerenciador de arquivos e diretórios (pastas): um sistema operacional cria uma estrutura de arquivos 
no disco rígido (hard disk), de forma que os dados dos usuários possam ser armazenados e recuperados. 
Quando um arquivo é armazenado, o sistema operacional o salva, atribuindo a ele um nome e local, para 
usá-lo no futuro. 
- Gerenciador de aplicações: quando um usuário requisita um programa (aplicação), o sistema 
operacional localiza-o e o carrega na memória RAM. 
Quando muitos programas são carregados, é trabalho do sistema operacional alocar recursos do 
computador e gerenciar a memória. 
 
Programas Utilitários do Sistema Operacional. 
 
Suporte para programas internos (vulto-in): os programas utilitários são os programas que o sistema 
operacional usa para se manter e se reparar. Estes programas ajudam a identificar problemas, encontram 
arquivos perdidos, reparam arquivos danificados e criam cópias de segurança (backup). 
 Controle do hardware: o sistema operacional está situado entre os programas e o BIOS (Basic 
Input/Output System - Sistema Básico de Entrada/Saída). 
O BIOS faz o controle real do hardware. Todos os programas que necessitam de recursos do hardware 
devem, primeiramente, passar pelo sistema operacional que, por sua vez, pode alcançar o hardware por 
meio do BIOS ou dos drivers de dispositivos. 
 Todos os programas são escritos para um sistema operacional específico, o que os torna únicos para 
cada um. Explicando: um programa feito para funcionar no Windows não funcionará no Linux e vice-
versa. 
 
 
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. 22 
Termos Básicos. 
 
Para compreender do que um sistema operacional é capaz, é importante conhecer alguns termos 
básicos. Os termos abaixo são usados frequentemente ao comparar ou descrever sistemas operacionais: 
- Multiusuário: dois ou mais usuários executando programas e compartilhando, ao mesmo tempo, 
dispositivos, como a impressora. 
- Multitarefa: capacidade do sistema operacional em executar mais de um programa ao mesmo 
tempo. 
- Multiprocessamento: permite que um computador tenha duas ou mais unidades centrais de 
processamento (CPU) que compartilhem programas. 
- Multithreading: capacidade de um programa ser quebrado em pequenas partes podendo ser 
carregadas conforme necessidade do sistema operacional. Multithreading permite que os programas 
individuais sejam multitarefa. 
 
Tipos de Sistemas Operacionais. 
 
Atualmente, quase todos os sistemas operacionais são multiusuário, multitarefa e suportam 
multithreading. Os mais utilizados são o Microsoft Windows, Mac OSX e o Linux. 
O Windows é hoje o sistema operacional mais popular que existe e é projetado para funcionar em PCs 
e para ser usado em CPUs compatíveis com processadores Intel e AMD. Quase todos os sistemas 
operacionais voltados ao consumidor doméstico utilizam interfaces gráficas para realizar a ponte 
máquina-homem. 
 As primeiras versões dos sistemas operacionais foram construídas para serem utilizadas por somente 
uma pessoa em um único computador. Com o decorrer do tempo, os fabricantes atenderam às 
necessidades dos usuários e permitiram que seus softwares operassem múltiplas funções com (e para) 
múltiplos usuários. 
 
- Sistemas Proprietários e Sistemas Livres. 
 
O Windows, o UNIX e o Macintosh são sistemas operacionais proprietários. Isto significa que é 
necessário comprá-los ou pagar uma taxa por seu uso às companhias que registraram o produto em seu 
nome e cobram pelo seu uso. 
O Linux, por exemplo, pode ser distribuído livremente e tem grande aceitação por parte dos 
profissionais da área, uma vez que, por possuir o código aberto, qualquer pessoa que entenda de 
programação pode contribuir com o processo de melhoria dele. 
Sistemas operacionais estão em constante evolução e hoje não são mais restritos aos computadores. 
Eles são usados em PDAs, celulares, laptops etc. 
- Gerenciamento de Pastas e Arquivos. 
 
Um arquivo é um item que contém informações, por exemplo, texto, imagens ou música. Quando 
aberto, um arquivo pode ser muito parecido com um documento de texto ou com uma imagem que você 
poderia encontrar na mesa de alguém ou em um arquivo convencional Em seu computador, os arquivos 
são representados por ícones; isso facilita o reconhecimento de um tipo de arquivo bastando olhar para 
o respectivo ícone. Veja a seguir alguns ícones de arquivo comuns: 
 
 
 
Ícones de alguns tipos de arquivo. 
 
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. 23 
Uma pasta é um contêiner que pode ser usado para armazenar arquivos. Se você tivesse centenas de 
arquivos em papel em sua mesa, seria quase impossível encontrar um arquivo específico quando você 
dele precisasse. É por isso que as pessoas costumam armazenar os arquivos em papel em pastas dentro 
de um arquivo convencional. As pastas no computador funcionam exatamente da mesma forma. Veja a 
seguir alguns ícones de pasta comuns: 
 
 
 
Uma pasta vazia (à esquerda); uma pasta contendo arquivos (à direita). 
 
As pastas também podem ser armazenadas em outras pastas. Uma pasta dentro de uma pasta é 
chamada subpasta. Você pode criar quantas subpastas quiser, e cada uma pode armazenar qualquer 
quantidade de arquivos e subpastas adicionais. 
 
Usando bibliotecas para acessar arquivos e pastas. 
 
Quando se trata de se organizar, não é necessário começar do zero. Você pode usar bibliotecas, um 
novo recurso desta versão do Windows, para acessar arquivos e pastas e organizá-los de diferentes 
maneiras. Esta é uma lista das quatro bibliotecas padrão e para que elas são usadas normalmente: 
 
- Biblioteca Documentos. Use essa biblioteca para organizar documentos de processamento de texto, 
planilhas, apresentações e outros arquivos relacionados a texto. Para obter mais informações, consulte 
 
- Gerenciando seus contatos. 
 
Por padrão, os arquivos movidos, copiados ou salvos na biblioteca Documentos são armazenados na 
pasta Meus Documentos. 
 
- Biblioteca Imagens. Use esta biblioteca para organizar suas imagens digitais, sejam elas obtidas da 
câmera, do scanner ou de e-mails recebidos de outras pessoas. Por padrão, os arquivos movidos, 
copiados ou salvos na biblioteca Imagens são armazenados na pasta Minhas Imagens. 
- Biblioteca Músicas. Use esta biblioteca para organizar suas músicas digitais, como as que você cópia 
de um CD de áudio ou as baixadas da Internet. Por padrão, os arquivos movidos, copiados ou salvos 
na biblioteca Músicas são armazenados na pasta Minhas Músicas. 
- Biblioteca Vídeos. Use esta biblioteca para organizar e arrumar seus vídeos, como clipes da câmera 
digital ou da câmera de vídeo, ou arquivos de vídeo baixados da Internet. Por padrão, os arquivos 
movidos, copiados ou salvos na biblioteca Vídeos são armazenados na pasta Meus Vídeos. 
 
Para abrir as bibliotecas Documentos, Imagens ou Músicas, clique no botão Iniciar, em seguida, em 
Documentos, Imagens ou Músicas. 
 
 
 
É possível abrir bibliotecas comuns a partir do menu Iniciar. 
 
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- Trabalhando com bibliotecas. 
 
Nas versões anteriores do Windows, o gerenciamento de arquivos significava organizá-los em pastas 
e subpastas diferentes. Nesta versão do Windows, você pode usar também bibliotecas para organizar e 
acessar arquivos, independentemente de onde eles estejam armazenados. 
 
 
 
Painel de navegação, mostrando a biblioteca de imagens com três pastas incluídas. 
 
Uma biblioteca reúne arquivos de diferentes locais e os exibe em uma única coleção, sem os mover 
de onde estão armazenados. 
Seguem algumas açõesque podem ser executadas com bibliotecas: 
Criar uma nova biblioteca. Existem quatro bibliotecas padrão (Documentos, Músicas, Imagens e 
Vídeos), mas você pode criar novas bibliotecas para outras coleções. 
Organizar itens por pasta, data e outras propriedades. Os itens em uma biblioteca podem ser 
organizados de diferentes maneiras, usando o menu Organizar por, localizado no painel de bibliotecas 
(acima da lista de arquivos) de qualquer biblioteca aberta. Por exemplo, você pode organizar sua 
biblioteca de músicas por artista para encontrar rapidamente uma música de um determinado artista. 
Incluir ou remover uma pasta. As bibliotecas reúnem conteúdo a partir das pastas incluídas ou dos 
locais de bibliotecas. 
Alterar o local de salvamento padrão. O local de salvamento padrão determina onde um item é 
armazenado quando é copiado, movido ou salvo na biblioteca. 
 
- Compreendendo as partes de uma janela. 
 
Quando você abre uma pasta ou biblioteca, ela é exibida em uma janela. As várias partes dessa janela 
foram projetadas para facilitar a navegação no Windows e o trabalho com arquivos, pastas e bibliotecas. 
Veja a seguir uma janela típica e cada uma de suas partes: 
 
 
Painel de navegação. 
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Use o painel de navegação para acessar bibliotecas, pastas, pesquisas salvas ou até mesmo todo o 
disco rígido. Use a seção Favoritos para abrir as pastas e pesquisas mais utilizadas. Na seção Bibliotecas, 
é possível acessar suas bibliotecas. Você também pode usar a pasta Computador para pesquisar pastas 
e subpastas. Para obter mais informações, consulte Trabalhando com o painel de navegação. 
 
a) Botões Voltar e Avançar: Use os botões Voltar e Avançar para navegar para outras pastas ou 
bibliotecas que você já tenha aberto, sem fechar, na janela atual. Esses botões funcionam juntamente 
com a barra de endereços. Depois de usar a barra de endereços para alterar pastas, por exemplo, você 
pode usar o botão Voltar para retornar à pasta anterior. 
b) Barra de ferramentas: Use a barra de ferramentas para executar tarefas comuns, como alterar a 
aparência de arquivos e pastas, copiar arquivos em um CD ou iniciar uma apresentação de slides de 
imagens digitais. Os botões da barra de ferramentas mudam para mostrar apenas as tarefas que são 
relevantes. Por exemplo, se você clicar em um arquivo de imagem, a barra de ferramentas mostrará 
botões diferentes daqueles que mostraria se você clicasse em um arquivo de música. 
 
c) Barra de endereços: Use a barra de endereços para navegar para uma pasta ou biblioteca diferente 
ou voltar à anterior. Para obter mais informações, consulte Navegar usando a barra de endereços. 
Painel de biblioteca 
O painel de biblioteca é exibido apenas quando você está em uma biblioteca (como na biblioteca 
Documentos). Use o painel de biblioteca para personalizar a biblioteca ou organizar os arquivos por 
propriedades distintas. Para obter mais informações, consulte Trabalhando com bibliotecas. 
d) Títulos de coluna: Use os títulos de coluna para alterar a forma como os itens na lista de arquivos 
são organizados. Por exemplo, você pode clicar no lado esquerdo do cabeçalho da coluna para alterar a 
ordem em que os arquivos e as pastas são exibidos ou pode clicar no lado direito para filtrar os arquivos 
de maneiras diversas. (Observe que os cabeçalhos de coluna só estão disponíveis no modo de exibição 
Detalhes. Para aprender como alternar para o modo de exibição Detalhes, consulte 'Exibindo e 
organizando arquivos e pastas' mais adiante neste tópico). 
e) Lista de arquivos: É aqui que o conteúdo da pasta ou biblioteca atual é exibido. Se você usou a 
caixa de pesquisa para localizar um arquivo, somente os arquivos que correspondam a sua exibição atual 
(incluindo arquivos em subpastas) serão exibidos. 
f) A caixa de pesquisa: Digite uma palavra ou frase na caixa de pesquisa para procurar um item na 
pasta ou biblioteca atual. A pesquisa inicia assim que você começa a digitar. Portanto, quando você digitar 
B, por exemplo, todos os arquivos cujos nomes iniciarem com a letra B aparecerão na lista de arquivos. 
Para obter mais informações, consulte Localizar um arquivo ou uma pasta. 
g) Painel de detalhes: Use o painel de detalhes para ver as propriedades mais comuns associadas ao 
arquivo selecionado. Propriedades do arquivo são informações sobre um arquivo, tais como o autor, a 
data da última alteração e qualquer marca descritiva que você possa ter adicionado ao arquivo. Para obter 
mais informações, consulte Adicionar marcas e outras propriedades a arquivos. 
h) Painel de visualização: Use o painel de visualização para ver o conteúdo da maioria dos arquivos. 
Se você selecionar uma mensagem de e-mail, um arquivo de texto ou uma imagem, por exemplo, poderá 
ver seu conteúdo sem abri-lo em um programa. Caso não esteja vendo o painel de visualização, clique 
no botão Painel de visualização na barra de ferramentas para ativá-lo. 
 
- Exibindo e organizando arquivos e pastas. 
 
Quando você abre uma pasta ou biblioteca, pode alterar a aparência dos arquivos na janela. Por 
exemplo, talvez você prefira ícones maiores (ou menores) ou uma exibição que lhe permita ver tipos 
diferentes de informações sobre cada arquivo. Para fazer esses tipos de alterações, use o botão Modos 
de Exibição na barra de ferramentas. 
Toda vez que você clica no lado esquerdo do botão Modos de Exibição, ele altera a maneira como 
seus arquivos e pastas são exibidos, alternando entre cinco modos de exibição distintos: Ícones grandes, 
Lista, um modo de exibição chamado Detalhes, que mostra várias colunas de informações sobre o 
arquivo, um modo de exibição de ícones menores chamado Lado a lado e um modo de exibição chamado 
Conteúdo, que mostra parte do conteúdo de dentro do arquivo. 
Se você clicar na seta no lado direito do botão Modos de Exibição, terá mais opções. Mova o controle 
deslizante para cima ou para baixo para ajustar o tamanho dos ícones das pastas e dos arquivos. Você 
poderá ver os ícones alterando de tamanho enquanto move o controle deslizante. 
 
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- As opções do botão Modos de Exibição. 
 
Em bibliotecas, você pode ir além, organizando seus arquivos de diversas maneiras. Por exemplo, 
digamos que você deseja organizar os arquivos na biblioteca Músicas por gênero (como Jazz e Clássico): 
Clique no botão Iniciar e, em seguida, clique em Músicas. 
No painel da biblioteca (acima da lista de arquivos), clique no menu próximo a Organizar por e em 
Gênero. 
 
- Localizando arquivos. 
 
Dependendo da quantidade de arquivos que você tem e de como eles estão organizados, localizar um 
arquivo pode significar procurar dentre centenas de arquivos e subpastas; uma tarefa nada simples. Para 
poupar tempo e esforço, use a caixa de pesquisa para localizar o arquivo. 
 
 
 
A caixa de pesquisa. 
 
A caixa de pesquisa está localizada na parte superior de cada janela. Para localizar um arquivo, abra 
a pasta ou biblioteca mais provável como ponto de partida para sua pesquisa, clique na caixa de pesquisa 
e comece a digitar. A caixa de pesquisa filtra o modo de exibição atual com base no texto que você digita. 
Os arquivos serão exibidos como resultados da pesquisa se o termo de pesquisa corresponder ao nome 
do arquivo, a marcas e a outras propriedades do arquivo ou até mesmo à parte do texto de um documento. 
Se você estiver pesquisando um arquivo com base em uma propriedade (como o tipo do arquivo), 
poderá refinar a pesquisa antes de começar a digitar. Basta clicar na caixa de pesquisa e depois em uma 
das propriedades exibidas abaixo dessa caixa. Isso adicionará um filtro de pesquisa (como "tipo") ao seu 
texto de pesquisa, fornecendo assim resultados mais precisos. 
Caso não esteja visualizando o arquivo que está procurando, você poderá alterar todo o escopo de 
uma pesquisa clicando

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