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<p>PREVENÇÃO DE LESÕES E ALTA PERFORMANCE</p><p>ASPECTOS FISIOLÓGICOS, BIOMECÂNICOS E METODOLÓGICOS</p><p>Prof.Dr. Alex Souto Maior</p><p>Pós-doutor em Fisiologia – UFRJ</p><p>Doutor em Fisiologia – UFRJ</p><p>Mestre em Engenharia biomédica – UNIVAP</p><p>Coordenador da pós graduação em ciências da alta performance e prevenção de lesões - UNIGUAÇU</p><p>PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU</p><p>LESÕES MUSCULOTENDÍNEAS</p><p>CONTUSÃO</p><p>TRAUMA DIRETO</p><p>LACERAÇÃO</p><p>traumatismo grave</p><p>em sua maioria</p><p>penetrantes</p><p>Raras no esporte</p><p>TRAUMA DIRETO</p><p>DISTENSÃO</p><p>Estiramento das</p><p>fibras além dos</p><p>limites normais</p><p>TRAUMA INDIRETO</p><p>Fibras musculares, fáscia, lâminas basais e capilares se rompem</p><p>PORQUE OCORREM AS LESÕES MUSCULOTEDÍNEAS?</p><p>32.10%</p><p>68.40%</p><p>12.70%</p><p>0.00% 10.00% 20.00% 30.00% 40.00% 50.00% 60.00% 70.00% 80.00%</p><p>MIOFASCIAL</p><p>MUSCULOTENDÍNEA</p><p>LESÕES ISOLADAS</p><p>LESÕES MUSCULARES POR ENCURTAMENTO</p><p>Eur J Appl Physiol 2016;116(9):1595-625</p><p>Bradicinina</p><p>H+</p><p>5HT</p><p>Substância P</p><p>Aferente IVAferente III</p><p>FISIOLOGIA DO</p><p>PROCESSO INFLAMATÓRIO</p><p>Nervo vasodilatador</p><p>Simpático colinérgico</p><p>ACh</p><p>ACh</p><p>ENDOTÉLIO</p><p>Mastócitos</p><p>HISTAMINA</p><p>DANO TECIDUAL</p><p>Ácido</p><p>araquidônico COX</p><p>PROSTAGLADINAS</p><p>MÚSCULO LISO VASCULAR</p><p>nNOS</p><p>Arg.</p><p>NO</p><p>RP</p><p>Adenilato</p><p>ciclase</p><p>AMPc</p><p>Guanilato ciclase</p><p>Solúvel</p><p>GMPc</p><p>PKG</p><p>VASODILATAÇÃO</p><p>RESPOSTA EFERENTE</p><p>RESPOSTA FISIOLÓGICA DO PROCESSO INFLAMATÓRIO</p><p>fluidos no espaço intersticial</p><p>CALOR E EDEMA</p><p>FAP = Progenitores fibrodipogênicos</p><p>ANTES</p><p>28H APÓS</p><p>CELULAS INFLAMATÓRIAS</p><p>Força</p><p>Edema</p><p>Dor</p><p>Amplitude articular</p><p>CK</p><p>FASE I</p><p>1. Ruptura e posterior</p><p>necrose das miofibrilas;</p><p>2. Formação de hematoma</p><p>no espaço formado entre o</p><p>músculo rompido e</p><p>proliferação de células</p><p>inflamatórias.</p><p>1. Fagocitose do tecido</p><p>necrótico;</p><p>2. Regeneração das</p><p>miofibrilas e produção</p><p>concomitante de tecido</p><p>conjuntivo cicatricial;</p><p>3. Neoformação vascular e</p><p>no crescimento neural.</p><p>FASE II</p><p>ECM : matrix extracellular</p><p>A fibrina e a fibronectina extravasam para o</p><p>local da lesão e se ligam colágeno tipo I, tipo</p><p>III e proteoglicanos produzidos por</p><p>fibroblastos formando nova ECM.</p><p>FASE III</p><p>1. Maturação das miofibrilas</p><p>regeneradas;</p><p>2. Contração e reorganização</p><p>do tecido cicatricial;</p><p>3. Recuperação da</p><p>capacidade funcional</p><p>muscular</p><p>MÚSCULO FIBRÓTICO (*) devido a lesão crônica/distrofia</p><p>muscular com células inflamatórias persistentes e</p><p>substituição progressiva de tecido muscular por tecido</p><p>fibroso.</p><p>CONSEQUÊNCIAS DO MÚSCULO FIBRÓTICO</p><p>NORMAL ROMPIDO</p><p>Pollock N, et al. Br J Sports Med 2014;48:1347–1351.</p><p>SUB-CATEGORIAS</p><p>Mais comum Pior prognóstico</p><p>Lesão muscular indireta</p><p>Lesão INTRATENDÍNEA</p><p>bíceps femoral e semitendinoso esquerdo</p><p>QUAL A CARACTERÍSTICA DA LESÃO?</p><p>GRAU I</p><p>• Tipo 1A: Lesão MIOFASCIAL e compromete menos do</p><p>que 10% das fibras musculares. Ruptura menor do que 1</p><p>cm.</p><p>• Tipo 1B: Lesão INTRAMUSCULAR e compromete menos</p><p>do que 10% das fibras musculares. Ruptura menor do que</p><p>1 cm.</p><p>TEMPO DE RECUPERAÇÃO: 2 a 7 dias</p><p>EXAME DE IMAGEM – GRAU I</p><p>Coronal Axial</p><p>IMAGEM ULTRASSONOGRAFIA</p><p>Normal</p><p>Grau I</p><p>EDEMA</p><p>EDEMA</p><p>EDEMA</p><p>EDEMA</p><p>EDEMA</p><p>Ruptura menor</p><p>do que 1 cm. Lesão de GRAU I</p><p>Bíceps femoral</p><p>Edema, desconforto mas sem danos estruturais ou hemorragia</p><p>Grau I</p><p>GRAU II</p><p>• Tipo 2A : Lesão com extensão da fáscia periférica para</p><p>intramuscular. Mudança de direção e o teste de força manual</p><p>apresentam dor, porém, menor do que as outras classificações de</p><p>lesões de grau 2.</p><p>• Tipo 2B : Lesão na região MTJ. Provável ruptura da fibra</p><p>muscular menor do que 5 cm.</p><p>• Tipo 2C : Lesão extensiva para o tendão, porém, com um</p><p>comprimento longitudinal menor do que 5 cm e inferior a 50% do</p><p>diâmetro máximo do tendão nas imagens axiais.</p><p>TEMPO DE RECUPERAÇÃO: 7 a 15 dias</p><p>2c</p><p>Lesão muscular indireta</p><p>Lesão de Grau II</p><p>Cabeça longa do bíceps femoral direito.</p><p>EXAME DE IMAGEM – GRAU II</p><p>Lesão de Grau II</p><p>Cabeça longa do bíceps femoral direito.</p><p>IMAGEM ULTRASSONOGRAFIA SEMITENDINOSO</p><p>TRANSVERSAL LONGITUDINAL</p><p>ruptura muscular</p><p>ruptura muscular</p><p>ruptura muscular</p><p>ruptura muscular</p><p>ruptura muscular</p><p>ruptura muscular</p><p>hematoma</p><p>hematoma</p><p>Grau II</p><p>GRAU III</p><p>• Tipo 3A: lesão miofascial envolvendo até 50% de fascículos primários.</p><p>• Tipo 3B: lesão MTJ envolvendo mais de 50% da área de secção</p><p>transversal do músculo.</p><p>•Tipo 3C: Lesão intratendinosas envolvendo mais de 50% da área máxima</p><p>da seção transversal do tendão.</p><p>TEMPO DE RECUPERAÇÃO:</p><p>3A : 20 a 30 dias</p><p>3B: 35 a 45 dias</p><p>EXAME DE IMAGEM – GRAU III</p><p>IMAGEM ULTRASSONOGRAFIA GASTROCNÊMIO MEDIAL</p><p>Ruptura e retração</p><p>Ruptura e retração</p><p>Ruptura e retração</p><p>Hematoma</p><p>Hematoma</p><p>Hematoma</p><p>BÍCEPS FEMORAL – GRAU III distal</p><p>Lesão intratendinosas envolvendo mais de 50% da área</p><p>máxima da seção transversal do tendão.</p><p>EXAME DE IMAGEM – GRAU III</p><p>Coronal Sagital</p><p>lesão MTJ envolvendo mais de 50% da área de secção transversal do músculo.</p><p>BÍCEPS FEMORAL e SEMITENDINOSO – GRAU III proximal</p><p>GRAU IV</p><p>• Tipo 4: Ruptura completa intratendinea ou MTJ. O atleta</p><p>experimentará dor de início súbito e limitação funcional</p><p>significativa.</p><p>TEMPO DE RECUPERAÇÃO:</p><p>> 90 dias</p><p>Avulsão do isquiotibial direito</p><p>tendão retraído</p><p>hematoma</p><p>Lesão INTRATENDÍNEA</p><p>bíceps femoral e semitendinoso esquerdo</p><p>QUAL A CARACTERÍSTICA DA LESÃO?</p><p>TERMOGRAFIA</p><p>onda eletromagnética por radiação</p><p>Hiper-radiante</p><p>Hipo-radiante</p><p>Motriz, Rio Claro, v.22 n.4, p. 1-6, Oct./Dec. 2016</p><p>ANTERIOR POSTERIOR</p><p>ATLETA PROFISSIONAL DE FUTEBOL</p><p># > 0.7°C</p><p>Fadiga de</p><p>isquiostibiais</p><p>Tendinopatia</p><p>patelar</p><p>Hipomobilidade</p><p>34.3ºC</p><p>32.5ºC</p><p>33.6ºC 32.8ºC</p><p>32.8ºC 30.6ºC</p><p>31.5ºC 31.3ºC</p><p>ATLETA PROFISSIONAL DE FUTEBOL</p><p>CONTUSÃO e TERAPIA IPC</p><p>PRÉ-INTERVENÇÃO PÓS-INTERVENÇÃO</p><p>LESÃO CRÔNICA – DANO ISQUÊMICO E DEGENERATIVO</p><p>>1 ºC na temperatura do quadríceps</p><p>Redução de 7.9% na potência dos quadríceps</p><p>Esquerda: r = -0,48; p = 0,02;</p><p>Direita: r = -0,56; p = 0,009</p><p>Esquerda: r = -0,45; p = 0,04;</p><p>Direita: r = -0,52; p = 0,01</p><p>COMO CUIDAR DOS JOELHOS?</p><p>uma excelente estratégia para performance e prevenção de lesões.</p><p>QUADRÍCEPS</p><p>ISQUIOSTIBIAIS</p><p>Sartorio</p><p>FASE DE QUEDA DURANTE O SALTO</p><p>PARADA ABRUPTA DURANTE A CORRIDA</p><p>MUDANÇA DE DIREÇÃO</p><p>Flexão lateral do tronco</p><p>Rotação interna de quadril</p><p>(r = 0,43, p = 0,04) (r =-0,68, p<0,01)</p><p>Apresentaram correlação significativa com joelho</p><p>valgo dinâmico durante a aterrissagem</p><p>Bíceps femoral Semitendonoso</p><p>Lunge</p><p>Single leg deadlift</p><p>Kettle bell swing</p><p>TRX exercise</p><p>Bridge exercise</p><p>Hamstring Bridge</p><p>Curl exercise</p><p>FitBall flexion exercise</p><p>Nordic</p><p>Slide Leg</p><p>O domínio do quadríceps aumenta shear force no tibial anterior e > a tensão</p><p>no LCA. A co-ativação dos isquiotibiais promove estabilização dinâmica da</p><p>articulação do Joelho.</p><p>Single leg squat</p><p>RAZÃO QUADRÍCEPS / ISQUIOSTIBIAIS</p><p>Razão Q:HRazão Q:H</p><p>Principalmente</p><p>mulheres</p><p>vs</p><p>Inibição intracortical</p><p>A redução da dor observada após o exercício</p><p>isométrico pode ser relacionado às alterações corticais</p><p>e impulsionado por mudanças em nível tecidual.</p><p>Post 1 – imediatamente pós esforço</p><p>Post 2 – 45 min pós esforço</p><p>COMO CUIDAR DO QUADRIL?</p><p>O papel dos GLÚTEOS para performance e prevenção de lesões.</p><p>ANTERIOR POSTERIOR</p><p>O QUE FAZER?</p><p>GLÚTEOS E ESTABILIDADE DE QUADRIL</p><p>• Extensor primário do quadril;</p><p>• Rotador externo primário da coxa;</p><p>• Adutor secundário de quadril</p><p>• Extensor secundário do quadril;</p><p>• Rotador externo secundário da coxa;</p><p>• Rotador interno secundário da coxa</p><p>• Abdutor primário de quadril</p><p>• Flexor secundário do quadril;</p><p>• Rotador externo secundário da coxa;</p><p>• Rotador interno secundário da coxa</p><p>• Abdutor primário de quadril</p><p>Síndrome patelofemoral</p><p>Síndrome do trato iliotibial</p><p>(joelho de corredor)</p><p>Lesão de LCA</p><p>Instabilidade crônica de</p><p>tornozelos</p><p>FRAQUEZA DOS GLÚTEOS</p><p>Front Middle Back</p><p>A variação do centro de gravidade em relação ao joelho durante CCF pode</p><p>ativar distintamente os glúteos</p><p>Pelvic drop</p><p>(PD)</p><p>Wall squat</p><p>(WS)</p><p>Wall press</p><p>(WP)</p><p>HIP HITCH HIP HITCH SWING</p><p>(BiBRG)</p><p>(BiBRG - AB)</p><p>(UNI-BRG)C</p><p>(SLS)</p><p>Single leg bridge 135º flexão de joelho contribui com maior ativação de glúteos por minimizar a ação</p><p>do bíceps femoral</p><p>Full BS Parallel BS Front Squat</p><p>Sumo BS</p><p>Sumo BS</p><p>(rotação externa)</p><p>X X</p><p>RANKING DOS EXERCÍCIOS COM > ATIVAÇÃO DOS GLUTEOS</p><p>Relação dos exercícios de acordo com a maior razão glúteos / TFL com e sem elástico.</p><p>8 semanas</p><p>Sumo walks</p><p>Monster walks</p><p>COMO CUIDAR DOS TORNOZELOS?</p><p>uma excelente estratégia para performance e prevenção de lesões.</p><p>Flexão Plantar</p><p>Dorsoflexão</p><p>Tibial anterior Extensor longo</p><p>do hálux</p><p>MÚSCULOS E TORNOZELOS</p><p>Extensor longo</p><p>dos dedos</p><p>Principais músculos</p><p>Gastrocnêmio</p><p>Soleo</p><p>Tríceps sural</p><p>Tibial posterior Flexor longo</p><p>do hálux</p><p>Flexor longo</p><p>dos dedos</p><p>Fibular</p><p>* Valgo Dinâmico</p><p>* Tendinopatia Patelar</p><p>* Tendinopatia no Tendão de Calcâneo</p><p>* Instabilidade Crônica de Tornozelo</p><p>* Fraturas de Metatarso por Estresse</p><p>* Fascite Plantar</p><p>* Dor da Parte Anterior do Joelho</p><p>* Síndrome de Dor Patelofemural</p><p>* Lesões de LCA sem contato</p><p>• Importante função na absorção das</p><p>forças de aterrissagem e durante a</p><p>corrida e/ou caminhar.</p><p>• flexores plantares do tornozelo atuam</p><p>para apoiar o corpo.</p><p>• impulsionar o corpo para frente</p><p>Physical Therapy in Sport 29 (2018) 61e69</p><p>FATORES QUE INFLUENCIAM NA PERDA DE MOBILIDADE DOS TORNOZELOS</p><p>MOBILIDADE DOS</p><p>TORNOZELOS</p><p>E</p><p>ESTABILIDADE</p><p>POSTURAL</p><p>RIGIDEZ DO</p><p>TECIDO</p><p>CONJUNTIVO</p><p>REDUÇÃO DO</p><p>CONTROLE</p><p>MOTOR</p><p>DESCENDENTE</p><p>REDUÇÃO DA</p><p>RESPOSTA</p><p>PROPRIOCEPTIVA</p><p>ALTERAÇÃO NA</p><p>POSIÇÃO DO</p><p>CORPO EM</p><p>REPOUSO</p><p>FRAQUEZA DOS</p><p>MÚSCULOS</p><p>ESTABILIZADORES</p><p>Posição inicial Rising on toes Rising on heel</p><p>Fibras tipo II são 20% nos homens</p><p>CSA de fibras do tipo II, comprimento do fascículo e ângulos do fascículo</p><p>rigidez do componente elástico série</p><p>Usuários habituais de sapatos de salto alto (mais de 6 vezes/semana por mais de 5h) é</p><p>recomendado realizar exercícios de mobilidade de dorsoflexão e eversão.</p><p>Borda medial da tíbia</p><p>Local comum da dor</p><p>5 a 7 cm acima do maléolo Tensão do sóleo,</p><p>tibial posterior</p><p>e flexor longo dos dedos.</p><p>Hiperpronação</p><p>dos tornozelos</p><p>TÊNIS VELHO</p><p>TÊNIS NOVO</p><p>Rotação externa</p><p>do quadril</p><p>ALÉM DA CORREÇÃO DO MOVIMENTO E EXERCÍCIOS TERAPÊUTICOS</p><p>MASSAGEM</p><p>TERAPÊUTICA</p><p>Drenagem linfática Massagem com gelo</p><p>inflamação da tensão dos</p><p>músculos hipertônicos</p><p>Massagem ao longo do sóleo</p><p>em direção distal - proximal.</p><p>Massagem transversais próximas</p><p>à borda tibial medial com fricção</p><p>no sóleo medial</p><p>e</p><p>flexor longo dos dedos</p><p>TESTE DORSOFLEXÃO</p><p>• ASSIMETRIAS BILATERAL = ou > 2 cm.</p><p>Deficiências clinicamente relevantes na</p><p>dorsiflexão do tornozelo/subtalar.</p><p>• FATORES DE RISCO POR RESTRIÇÃO NA DORSOFLEXÃO</p><p>Valores < 9 cm durante o teste</p><p>COMO CUIDAR DOS OMBROS?</p><p>uma excelente estratégia para performance e prevenção de lesões.</p><p>estabilizador estático</p><p>do ombro</p><p>Mobilidade do ombro</p><p>elevação e depressão para alterar o plano</p><p>de movimento do ombro</p><p>Permite estabilidade (tórax)</p><p>e</p><p>mobilidade (ombro)</p><p>Espaço onde localizam-se</p><p>tendão do bíceps e manguito rotador e bursa</p><p>flexão</p><p>extensão</p><p>abdução</p><p>adução</p><p>rotação medial</p><p>rotação lateral</p><p>abdução</p><p>horizontal</p><p>adução</p><p>horizontal</p><p>circundução</p><p>ANGULOS ARTICULARES OMBRO</p><p>VALORES DE REFERÊNCIA</p><p>PLoS ONE 10(6): e0129398.</p><p>ESTABILIDADE ESTÁTICA</p><p>ESTABILIDADE DINÂMICA (músculos)</p><p>mobilidade da articulação do ombro = resultado do movimento escápulo-torácico e da articulação glenoumeral.</p><p>Redondo maior</p><p>Subescapular</p><p>Peitoral maior</p><p>Latíssimo do dorso</p><p>MOBILIDADE</p><p>Serrátil anterior</p><p>Romboides</p><p>Levantador da escapula</p><p>Trapézio</p><p>Redondo menor</p><p>Supraespinhoso</p><p>Infraespinhoso</p><p>MOBILIDADE</p><p>Redondo menor</p><p>infraespinhoso</p><p>FORTALECER</p><p>PROGRAMA DE TREINO PREVENTIVO</p><p>Força na rotação interna e externa</p><p>Força escapulotorácico Mobilidade torácico</p><p>movimento</p><p>escapular anormal</p><p>Instabilidade da</p><p>articulação glenoumeral</p><p>Bar horizontal</p><p>Oscilação bilateral</p><p>Bar vertical</p><p>Oscilação bilateral</p><p>Bar horizontal</p><p>Oscilação unilateral Exercícios com a bar oscilatória unilateral são recomendados para performance,</p><p>prevenção de lesões por promover menor ativação do músculo UT em comparação</p><p>ao músculo LT e minimizar a instabilidade glenoumeral.</p><p>Infra espinhal</p><p>Deltóide posterio</p><p>Knee Push-up</p><p>Push-up</p><p>Wall Push-up</p><p>3 SETS DE 15 REPETIÇÕES COM RESISTÊNCIA ELÁSTICA – RESPOSTA AGUDA.</p><p>ANTES DEPOIS</p><p>craniovertebral angle</p><p>COMO CUIDAR DOS COLUNA TORÁCICA?</p><p>uma excelente estratégia para performance e prevenção de lesões.</p><p>MÚSCULOS ESTABILIZADORES TORÁCICOS</p><p>1.</p><p>2.</p><p>3.</p><p>4.</p><p>5.</p><p>6.</p><p>7.</p><p>8.</p><p>1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8.</p><p>Os distúrbios mecânicos da dor na coluna torácica são comumente associados ao comprometimento da mobilidade</p><p>particularmente na extensão</p><p>4 movimentos extensão torácica</p><p>Dois protocolos de exercícios para</p><p>hipercifose torácica durante 12 semanas.</p><p>LCEP</p><p>CCEP</p><p>CCEP</p><p>LCEP</p><p>Jefferson curl</p><p>Flexão lateral sentada com rotação</p><p>Flexão lateral sentada sem rotação</p><p>COMO CUIDAR DOS COLUNA LOMBAR?</p><p>uma excelente estratégia para performance e prevenção de lesões.</p><p>COLUNA LOMBAR E FUNÇÃO</p><p>suporte de carga pesada</p><p>proteção da medula espinhal</p><p>Flexão</p><p>Extensão</p><p>Flexão lateral</p><p>Rotação</p><p>Força de reação em L2</p><p>Traciona para trás as outras forças de</p><p>ação descendente.</p><p>Força músculos extensores(MF)</p><p>Peso do corpo (BW)</p><p>Carga externo (EL)</p><p>MÚSCULOS ESTABILIZADORES DA COLUNA LOMBAR</p><p>Norris CM. Back Stability. Champaign, IL: Human Kinetics; 2008</p><p>Quadrado lombar</p><p>MÚSCULOS MOBILIZADORES DA COLUNA LOMBAR</p><p>SEGMENTO SUPERIOR</p><p>Norris CM. Back Stability. Champaign, IL: Human Kinetics; 2008</p><p>MÚSCULOS MOBILIZADORES DA COLUNA LOMBAR</p><p>SEGMENTO INFERIOR</p><p>Norris CM. Back Stability. Champaign, IL: Human Kinetics; 2008</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>5</p><p>1</p><p>2</p><p>345</p><p>O protocolo de exercícios estabilizadores utilizaram alguns exercícios em superfícies instáveis</p><p>COMO CUIDAR DOS COLUNA CERVICAL?</p><p>uma excelente estratégia para performance e prevenção de lesões.</p><p>COLUNA CERVICAL E FUNÇÃO</p><p>Suportar e amortecer cargas na cabeça / pescoço</p><p>Materials 2019, 12, 253</p><p>Proteção da medula espinhal</p><p>Permitindo</p><p>Flexão</p><p>Extensão</p><p>Flexão lateral</p><p>Rotação</p><p>MÚSCULOS REGIÃO CRANIOCERVICAL ANTERIOR-LATERAL</p><p>European Journal of Radiology 82 (2013) 118– 126</p><p>MÚSCULOS REGIÃO</p><p>CRANIOCERVICAL POSTERIOR</p><p>SUBOCIPTAL POSTERIOR MÚSCULOS</p><p>(MÚSCULOS PROFUNDOS)</p><p>European Journal of Radiology 82 (2013) 118– 126Materials 2019, 12, 253</p><p>20,9% das lesões na coluna vertebral</p><p>relacionadas ao CrossFit</p><p>Deformação pela carga compressiva</p><p>FORÇAS COMPRESSIVAS E RISCO DE LESÕES</p><p>Estreitamento do canal vertebral</p><p>(estenose) moderada a grave do canal</p><p>medular entre C3 a C6</p><p>ALGUMAS NOTÍCIAS,FORÇAS COMPRESSIVAS E RISCO DE LESÕES</p><p>Esplênio</p><p>Escaleno</p><p>Esternocleidomastóideo</p><p>Reto e obliquo capitis</p><p>RETIFICADA NORMAL</p><p>Reto capitis</p><p>Oblíquo capitis</p><p>EXERCÍCIO BASE</p><p>MÚSCULOS PROFUNDOS</p><p>EXTENSÃO</p><p>Permitem que os músculos superficiais</p><p>atuem com menos tensão</p><p>ESPLÊNIO</p><p>e</p><p>LEVANTADOR DA ESCAPULA</p><p>(extensão e flexão lateral)</p><p>(extensão, flexão lateral e rotação)</p><p>FLEXÃO CRANIOCERVICAL</p><p>X</p><p>3 X semana por 8 semanas</p><p>10 repetições</p><p>intervalo de 3 a 5 seg entre as repetições</p><p>10 segundos</p><p>intervalo de 15 seg entre as repetições</p><p>Experimental Controle</p><p>Musculoskelet Sci Pract. 2017;30:56-63.</p><p>https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28570930</p><p>Musculoskelet Sci Pract. 2017;30:56-63.</p><p>https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28570930</p><p>2 séries de 10 segundos de contração isométrica</p><p>EXERCÍCIOS PARA COLUNA CERVICAL</p><p>• Os músculos e tendões da coluna cervical são os principais responsáveis pelo controle do movimento e estabilidade da</p><p>coluna cervical.</p><p>2 a 3 séries – 8 a 10 repetições</p><p>8 a 10 seg. isometria</p><p>ESTRATÉGIAS</p><p>Controle de</p><p>cargas de</p><p>treinamento</p><p>e</p><p>Avaliações</p><p>fisiológicas</p><p>periódicas</p><p>Recovery</p><p>Baseado em</p><p>evidências</p><p>científicas</p><p>Programa de</p><p>treinamento de</p><p>força preventivo</p><p>INTENSIDADE PERFORMANCE LESÃO</p><p>Manual para Performance e Prevenção de lesões. Livro na Mão Ed., 1ªed.; 2021.</p>