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<p>1- Julgue os itens a seguir, relativos ao direito das obrigações.</p><p>I Sendo alternativa a obrigação, sua concentração deve ser feita, em regra, pelo devedor, ressalvada a</p><p>possibilidade de estipulação em sentido contrário.</p><p>II A exoneração da solidariedade passiva pode ser realizada, pelo credor, de forma parcial ou total.</p><p>III A novação é uma modalidade de pagamento indireto que admite modalidade expressa ou tácita,</p><p>devendo ser inequívoco o ânimo de novar.</p><p>Assinale a opção correta.</p><p>A Apenas os itens I e II estão certos.</p><p>B Apenas os itens I e III estão certos.</p><p>C Apenas os itens II e III estão certos.</p><p>D Todos os itens estão certos.</p><p>2- Sobre a solidariedade passiva no direito das obrigações,</p><p>A o credor tem direito a exigir e receber dos devedores, parcial ou totalmente, a dívida comum; com</p><p>pagamento parcial, o que pagou continua obrigado pelo resto, exonerando-se os demais.</p><p>B os devedores solidários, se falecem deixando herdeiros, não terão esses obrigados a pagar senão a</p><p>quota que corresponder ao seu quinhão hereditário, salvo a indivisibilidade.</p><p>C o devedor que paga parcialmente a dívida solidária e tem remissão obtida, aproveita aos outros</p><p>devedores.</p><p>D o devedor que figura no polo passivo da ação responde pelos juros da mora isoladamente, ainda que</p><p>existam mais devedores.</p><p>E o credor não pode renunciar à solidariedade em favor de um, de alguns ou de todos os devedores</p><p>3- Os irmãos Eduardo e Letícia herdaram um apartamento de sua mãe. Concluído o inventário,</p><p>decidiram vender o apartamento ao casal Pedro e Mariana. Para tanto, as partes celebraram contrato de compra</p><p>e venda. Pedro e Mariana se obrigaram, solidariamente, a pagar o preço pactuado (R$ 600.000,00) no prazo</p><p>de trinta dias. Não foi avençada cláusula de solidariedade ativa. Alcançado o prazo contratual, Pedro e Mariana</p><p>não pagaram o preço.</p><p>Tendo em vista a situação hipotética apresentada, assinale a afirmativa correta.</p><p>A Eduardo, sozinho, tem direito de cobrar a integralidade do preço pactuado, R$ 600.000,00, de</p><p>Mariana, sozinha.</p><p>B Letícia, sozinha, tem direito de cobrar apenas a metade do preço pactuado, R$ 300.000,00, de Pedro,</p><p>sozinho.</p><p>( Isso ocorre porque, na ausência de cláusula de solidariedade ativa, cada credor só pode cobrar a sua</p><p>parte na dívida. Como Pedro e Mariana se obrigaram solidariamente, cada um deles pode ser cobrado pela</p><p>totalidade da dívida.)</p><p>C Letícia, sozinha, tem direito de cobrar apenas um quarto do preço pactuado, R$ 150.000,00, de</p><p>Mariana, sozinha.</p><p>D Eduardo e Letícia não podem pleitear sozinhos o pagamento do preço, ainda que parcial.</p><p>4- A solidariedade passiva representa uma vantagem para o credor, pois, ao possibilitar a cobrança</p><p>da dívida a qualquer um dos devedores, amplia a possibilidade de recebimento do montante devido. Na</p><p>solidariedade passiva:</p><p>A O devedor solidário responde por perdas e danos, ainda que não incorra em culpa.</p><p>B Compete exclusivamente ao devedor solidário culpado pela dívida responder pelos juros de mora.</p><p>C Ocorrerá renúncia à solidariedade com a propositura de ação pelo credor contra um ou alguns dos</p><p>devedores.</p><p>D A renúncia à solidariedade equivale à remissão, visto que o devedor fica inteiramente liberado do</p><p>vínculo obrigacional.</p><p>E Havendo a renúncia quanto a apenas um dos devedores, o credor não poderá cobrar do beneficiado</p><p>a sua quota na dívida, e a solidariedade permanecerá quanto aos demais devedores. A renúncia ao crédito</p><p>equivale ao perdão, exonerando-se da obrigação o devedor beneficiado, remanescendo para os demais</p><p>devedores o restante da dívida.</p><p>5- A solidariedade é sempre presumida, sendo vedado às partes estabelecer ou afastar por</p><p>convenção ou contrato.</p><p>C Certo</p><p>E Errado</p><p>6- Acerca das obrigações solidárias, assinale a alternativa correta.</p><p>A A obrigação solidária pode ser pura e simples para um dos co-credores ou co-devedores, e</p><p>condicional, ou a prazo, ou pagável em lugar diferente, para o outro.</p><p>B Convertendo-se a prestação em perdas e danos, cessa, para todos os efeitos, a solidariedade.</p><p>C Importa em renúncia da solidariedade a propositura de ação pelo credor contra apenas um dos</p><p>devedores.</p><p>D Impossibilitando-se a prestação por culpa de um dos devedores solidários, todos responderão pelas</p><p>perdas e danos, sendo cabível ação de regresso contra o devedor culpado.</p><p>E O devedor demandado pode opor ao credor as exceções que lhe forem pessoais e as comuns a todos,</p><p>aproveitando as exceções pessoais a outro co-devedor.</p><p>7- Um empréstimo foi contraído por três pessoas, estabelecendo-se contratualmente a</p><p>responsabilidade solidária frente ao pagamento do débito, que não foi adimplido. A respeito da</p><p>responsabilidade solidária ou solidariedade passiva no âmbito do direito das obrigações, assinale a alternativa</p><p>CORRETA.</p><p>A O credor poderá exigir de um ou mais devedores solidários, o pagamento parcial ou total da dívida.</p><p>B Importará renúncia da solidariedade a propositura de ação pelo credor contra um ou alguns</p><p>devedores.</p><p>C Somente o devedor, em face do qual foi ajuizada ação, responde pelos juros de mora, continuando</p><p>os demais devedores responsáveis apenas pela obrigação principal.</p><p>D Se o credor renunciar à responsabilidade em favor de um, restarão exonerados todos os demais</p><p>devedores.</p><p>8- Numa obrigação civil onde existem devedores solidários:</p><p>AO credor poderá cobrar de cada devedor apenas a cota parte que lhe for correspondente.</p><p>B O credor poderá cobrar de qualquer dos devedores o total da dívida.</p><p>C Se a obrigação for de pagamento de valor em dinheiro a dívida será dívida proporcionalmente entre</p><p>os devedores, obrigando cada um deles ao pagamento da cota parte correspondente.</p><p>D A solidariedade se extingue quando do vencimento da obrigação.</p><p>E A cobrança em relação a um dos devedores implica remissão da dívida em relação aos demais.</p><p>9- Obrigação é o vínculo jurídico a partir do qual o credor pode exigir do devedor uma obrigação</p><p>de dar, fazer ou não fazer. Sobre este vínculo, considerando o Código Civil, podemos afirmar que:</p><p>A Para que haja assunção de dívida, deverá haver consentimento expresso do devedor.</p><p>B Nas obrigações alternativas, a escolha cabe ao credor, se outra coisa não se estipulou.</p><p>C Pode-se presumir solidária a obrigação, quando na mesma obrigação concorre mais de um credor,</p><p>ou mais de um devedor, cada um com direito, ou obrigado, à dívida toda.</p><p>D Dá-se a novação quando o devedor contrai com o credor nova dívida para extinguir e substituir a</p><p>anterior; quando novo devedor sucede ao antigo, ficando este quite com o credor; e quando, em virtude de</p><p>obrigação nova, outro credor é substituído ao antigo, ficando o devedor quite com este.</p><p>10- Sendo a obrigação solidária,</p><p>A o devedor demandado pode opor ao credor as exceções que lhe forem pessoais e as comuns a todos,</p><p>aproveitando-lhe as exceções pessoais a outro codevedor.</p><p>B no caso de rateio entre codevedores, contribuirão também os exonerados da solidariedade pelo</p><p>credor, pela parte que na obrigação incumbia ao insolvente.</p><p>C impossibilitando-se a prestação por culpa de um dos devedores solidários, subsiste para todos o</p><p>encargo de pagar o equivalente, assim como o de pagar as perdas e danos.</p><p>D pagamento parcial feito por um dos devedores não aproveita aos outros devedores, senão até à</p><p>concorrência da quantia paga ou relevada, mas os codevedores aproveitam da remissão feita a um deles.</p><p>E o devedor que satisfez a dívida por inteiro tem direito a exigir de cada um dos codevedores a sua</p><p>quota, deduzida a quota do insolvente, se o houver, presumindo-se iguais, no débito, as partes de todos os</p><p>codevedores.</p><p>11- Assinale a alternativa correta sobre a solidariedade passiva.</p><p>A O pagamento parcial feito por um dos devedores e a remissão por ele obtida não aproveitam aos</p><p>outros devedores, senão até à concorrência da quantia paga ou relevada.</p><p>B Cláusulas, condições ou obrigações estipuladas entre um dos devedores solidários e o credor</p><p>agravarão a posição dos outros devedores, salvo</p><p>vedação expressa constante do título.</p><p>C Impossibilitando-se a prestação por culpa de um dos devedores solidários, somente o culpado</p><p>responde pelo dever de pagar o equivalente, acrescido de perdas e danos.</p><p>D Apenas o devedor culpado pela mora responde pelos juros dela decorrentes, subsistindo a</p><p>solidariedade apenas pelo valor original da obrigação, acrescida da correção monetária pactuada.</p><p>E O devedor demandado pode opor ao credor as exceções que lhe forem pessoais e as comuns a todos,</p><p>aproveitando-lhe as exceções pessoais a outro co-devedor.</p><p>12- A respeito das obrigações solidárias, assinale a alternativa INCORRETA.</p><p>A A obrigação solidária pode ser pura e simples para um dos co-credores ou co-devedores, e</p><p>condicional, ou a prazo, ou pagável em lugar diferente, para o outro.</p><p>B Enquanto alguns dos credores solidários não demandarem o devedor comum, a nenhum daqueles</p><p>poderá este pagar.</p><p>C O pagamento feito a um dos credores solidários extingue a dívida até o montante do que foi pago.</p><p>D O pagamento parcial feito por um dos devedores e a remissão por ele obtida não aproveitam aos</p><p>outros devedores, senão até à concorrência da quantia paga ou relevada.</p><p>13- Julgue os itens a seguir, com base no Código Civil.</p><p>Na hipótese de solidariedade ativa, o devedor de uma obrigação pode opor ao credor solidário as</p><p>exceções pessoais que sejam oponíveis aos demais credores.</p><p>C Certo</p><p>E Errado</p><p>No caso de solidariedade ativa, o devedor não pode opor ao credor solidário as exceções pessoais que</p><p>sejam oponíveis aos demais credores. Isso porque, na solidariedade ativa, cada credor tem o direito de exigir</p><p>do devedor o cumprimento total da prestação, independentemente dos demais credores. Fundamentação: Art.</p><p>275 do Código Civil Art. 275. O devedor pode opor ao credor solidário qualquer defesa que lhe seria lícito</p><p>fazer se a obrigação fosse divisível e não solidária. Este artigo do Código Civil estabelece que o devedor pode</p><p>opor ao credor solidário qualquer defesa que lhe seria lícito fazer se a obrigação fosse divisível e não solidária.</p><p>Portanto, o item está de acordo com o gabarito da banca.</p><p>14- A respeito da solidariedade passiva, assinale a alternativa INCORRETA.</p><p>AO credor pode renunciar à solidariedade em favor de um, de alguns ou de todos os devedores.</p><p>BO pagamento parcial feito por um dos devedores e a remissão por ele obtida aproveitam aos outros</p><p>devedores, senão até à concorrência da quantia paga ou relevada.</p><p>CQualquer cláusula, condição ou obrigação adicional, estipulada entre um dos devedores solidários e</p><p>o credor, não poderá agravar a posição dos outros sem consentimento destes.</p><p>DImpossibilitando-se a prestação por culpa de um dos devedores solidários, subsiste para todos o</p><p>encargo de pagar o equivalente; mas pelas perdas e danos só responde o culpado.</p><p>Art. 278. O pagamento parcial feito por um dos devedores e a remissão por ele obtida não aproveitam</p><p>aos outros devedores, senão até à concorrência da quantia paga ou relevada.</p><p>15- Considerando o regramento das obrigações solidárias, assinale a alternativa correta.</p><p>A Qualquer credor solidário pode, antes de eventual demanda de cobrança ajuizada por outro credor,</p><p>receber a totalidade do pagamento ou remitir a dívida.</p><p>B A solidariedade passiva determina que as dívidas de todos os codevedores sejam, necessariamente,</p><p>idênticas.</p><p>C Perde a qualidade de solidária a obrigação que se resolver em perdas e danos.</p><p>D O devedor solidário que paga a dívida tem, necessariamente, direito de regresso contra os demais</p><p>devedores, já que é absoluta a presunção de que todos os devedores devem uma parte do débito.</p><p>E Se somente um dos devedores solidários tiver dado causa ao atraso, somente este responde, frente</p><p>ao credor, pelos juros moratórios.</p><p>O devedor solidário que paga a dívida não tem, necessariamente, direito de regresso contra os demais</p><p>devedores, já que não é absoluta a presunção de que todos os devedores devem uma parte do débito.</p><p>Fundamentação: Art. 275 do Código Civil Art. 275. O devedor que satisfez a dívida poderá exigir de cada um</p><p>dos co-devedores a sua quota, na proporção que lhes tocar</p><p>16- Há solidariedade quando, na mesma obrigação, concorre mais de um credor ou mais de um</p><p>devedor, cada um com direito, ou obrigado, à dívida toda.</p><p>C Certo</p><p>E Errado</p><p>17- A solidariedade não se presume e somente pode ser instituída por lei.</p><p>C Certo</p><p>E Errado</p><p>18- A obrigação solidária pode ser pura e simples para um dos cocredores ou para um dos</p><p>codevedores e condicional, ou a prazo, ou pagável em lugar diferente, para outro.</p><p>C Certo</p><p>E Errado</p><p>19- O credor pode renunciar à solidariedade em favor de um, de alguns ou de todos os devedores.</p><p>C Certo</p><p>E Errado</p><p>20- Herculano aceitou figurar como fiador solidário de seus sobrinhos, Enzo e Gabriel, quando eles</p><p>alugaram um imóvel. O contrato previa o pagamento de aluguel mensal de R$ 2.000,00, sob pena de juros.</p><p>Após um ano de vigência do negócio, os sobrinhos começaram a ter dificuldades financeiras e ficaram</p><p>inadimplentes por dois meses, quando a locadora, Efigênia, passou a cobrar o pagamento do total devido, com</p><p>os encargos, diretamente de Herculano.</p><p>Sobre o caso, é correto afirmar que:</p><p>A se pagar tudo que é devido, Herculano, na condição de devedor solidário, sub-roga-se no crédito</p><p>perante os sobrinhos, podendo cobrar de cada um a terça parte do que foi pago;</p><p>B se Efigênia perdoar Gabriel, ele não mais pode ser demandado por ela, mas tanto Herculano como</p><p>Enzo continuam a ser responsáveis perante ela pela totalidade da dívida, em virtude da solidariedade;</p><p>C se Gabriel assumir encargos adicionais em negociação com Efigênia, isso atingirá também Enzo e</p><p>Herculano, independentemente do seu consentimento, por serem devedores solidários;</p><p>D mesmo que reste comprovado que o atraso se deu somente por culpa de Enzo, Efigênia pode exigir</p><p>a totalidade da dívida de Gabriel, mas somente Enzo responderá perante ele pelo acrescido.</p><p>21- Amanda e Bruna firmaram contrato de empréstimo, em virtude do qual se tornaram devedoras</p><p>solidárias de Jussara e Guilherme, pelo montante de cinco mil reais, com o compromisso de pagar o valor dali</p><p>a seis meses.</p><p>Sobre o caso, é correto afirmar que:</p><p>A o montante devido pode ser pago integralmente a Jussara, pois a solidariedade estabelecida entre as</p><p>devedoras abrange também os credores;</p><p>(Análise: O item não está de acordo com o gabarito da banca. A solidariedade entre devedores não</p><p>implica automaticamente em solidariedade entre credores. Cada credor tem o direito de receber a sua parte da</p><p>dívida. Fundamentação: Art. 275 do Código Civil Art. 275. O credor que tiver remitido a dívida a um dos</p><p>devedores solidários não poderá exigir de nenhum dos outros senão a quota que ainda lhe restar.)</p><p>B em caso de atraso no pagamento por culpa exclusiva de Amanda, Bruna poderá ser cobrada pelos</p><p>cinco mil reais, mas somente Amanda será responsável pelos juros da mora;</p><p>C se Jussara e Guilherme perdoarem Amanda, Bruna fica igualmente liberada, pois a solidariedade</p><p>faz com que a remissão extinga a dívida como um todo;</p><p>D exonerando Bruna da solidariedade, Jussara e Guilherme ainda poderão cobrá-la pela sua parte na</p><p>dívida, que se presume ser de dois mil e quinhentos reais;</p><p>(Art. 278 do Código Civil Art. 278. A renúncia da solidariedade, em favor de um dos devedores,</p><p>aproveita aos outros, mas não exonera o devedor beneficiado da parte que na obrigação couber ao renunciante.)</p><p>E Amanda pode ser cobrada pelos cinco mil reais, em virtude da solidariedade, ainda que Jussara e</p><p>Guilherme já tenham recebido pagamento parcial de Bruna.</p><p>22- De acordo com Código Civil, se apenas um dos credores solidários demandar o devedor, em</p><p>processo judicial, a respeito do crédito devido,</p><p>A o juiz deverá determinar o ingresso de todos os credores solidários como litisconsortes necessários</p><p>no processo, sob pena de nulidade.</p><p>B a sentença judicial, seja ela favorável ou desfavorável a um dos credores solidários, atingirá</p><p>os</p><p>demais credores.</p><p>C a sentença judicial, seja ela favorável ou desfavorável a um dos credores solidários, não atingirá os</p><p>demais credores nem poderá ser aproveitada por eles.</p><p>D a sentença judicial favorável a um dos credores solidários aproveitará aos demais, sem prejuízo de</p><p>exceção pessoal que o devedor tenha contra outro credor.</p><p>E a sentença judicial desfavorável a um dos credores solidários fará coisa julgada para todos os outros</p><p>demais credores.</p><p>Item: A) Este item não corresponde ao gabarito da banca Análise: O item afirma que o juiz deve</p><p>determinar a inclusão de todos os credores solidários no processo, sob pena de nulidade. Isso está errado, pois</p><p>o Código Civil não estabelece essa obrigatoriedade. Fundamentação: Art. 274, Código Civil. Art. 274. O</p><p>credor deve demandar o devedor comum pelas prestações vencidas e vincendas.</p><p>Item: B) Este item não corresponde ao gabarito da banca Análise: O item afirma que a sentença judicial,</p><p>seja ela favorável ou desfavorável a um dos credores solidários, atingirá os demais credores. Isso está errado,</p><p>pois a sentença judicial favorável a um dos credores solidários aproveitará aos demais, mas a sentença</p><p>desfavorável não atingirá os demais credores. Fundamentação: Art. 274, Código Civil. Art. 274. O credor deve</p><p>demandar o devedor comum pelas prestações vencidas e vincendas.</p><p>Item: C) Este item não corresponde ao gabarito da banca Análise: O item afirma que a sentença judicial,</p><p>seja ela favorável ou desfavorável a um dos credores solidários, não atingirá os demais credores nem poderá</p><p>ser aproveitada por eles. Isso está errado, pois a sentença judicial favorável a um dos credores solidários</p><p>aproveitará aos demais. Fundamentação: Art. 274, Código Civil. Art. 274. O credor deve demandar o devedor</p><p>comum pelas prestações vencidas e vincendas.</p><p>Item: D) Este item corresponde ao gabarito da banca Análise: O item afirma que a sentença judicial</p><p>favorável a um dos credores solidários aproveitará aos demais, sem prejuízo de exceção pessoal que o devedor</p><p>tenha contra outro credor. Isso está correto, pois é exatamente o que estabelece o Código Civil.</p><p>Fundamentação: Art. 274, Código Civil. Art. 274. O credor deve demandar o devedor comum pelas prestações</p><p>vencidas e vincendas.</p><p>Item: E) Este item não corresponde ao gabarito da banca Análise: O item afirma que a sentença judicial</p><p>desfavorável a um dos credores solidários fará coisa julgada para todos os outros demais credores. Isso está</p><p>errado, pois a sentença judicial desfavorável a um dos credores solidários não atingirá os demais credores.</p><p>Fundamentação: Art. 274, Código Civil. Art. 274. O credor deve demandar o devedor comum pelas prestações</p><p>vencidas e vincendas.</p><p>23- Conforme disciplina o Código Civil em relação às obrigações solidárias, pode-se dizer que a</p><p>solidariedade decorre da</p><p>A lei, sendo expressamente admitida sua adoção na forma presumida.</p><p>B vontade das partes, sendo expressamente vedada sua adoção na forma tácita.</p><p>C lei e da vontade das partes, sendo expressamente vedada sua adoção na forma presumida.</p><p>D lei e da vontade das partes, sendo expressamente vedada sua adoção na forma verbal.</p><p>E vontade das partes, sendo expressamente admitida sua adoção na forma verbal.</p><p>24- João, Cláudia e Maria celebraram contrato de compra e venda de um carro com Carlos e Paula.</p><p>Pelo respectivo contrato, Carlos e Paula se comprometeram, como devedores solidários, ao pagamento de R$</p><p>50.000,00. Ficou estabelecido, ainda, solidariedade entre os credores João, Cláudia e Maria.</p><p>Diante do enunciado, assinale a afirmativa correta.</p><p>A O pagamento feito por Carlos ou por Paula não extingue a dívida, ainda que parcialmente.</p><p>B Qualquer dos credores tem direito a exigir e a receber de Carlos ou de Paula, parcial ou totalmente,</p><p>a dívida comum.</p><p>C Impossibilitando-se a prestação por culpa de Carlos, extingue-se a solidariedade, e apenas este</p><p>responde pelo equivalente.</p><p>D Carlos e Paula só se desonerarão pagando a todos os credores conjuntamente.</p><p>25- De acordo com GONÇALVES, em relação ao direito das obrigações, assinalar a alternativa</p><p>CORRETA:</p><p>A Extinta a obrigação, quer pelo meio direto do pagamento, quer pelos meios indiretos, como novação,</p><p>compensação, transação e remissão, responde o credor favorecido, perante os demais, pelas quotas que lhes</p><p>couberem.</p><p>B Se um dos credores remitir, isso é, perdoar a dívida, ocorrerá a extinção da obrigação com relação</p><p>aos demais credores.</p><p>C Em caso de morte do credor solidário, os herdeiros do credor falecido sempre poderão exigir a</p><p>totalidade do crédito devido a todos os credores, e não somente o quinhão hereditário.</p><p>D No tocante ao pagamento parcial da dívida, a ideia é que, diminuída a dívida da parte do devedor</p><p>exonerado, o credor possa exigir e receber o total dos codevedores.</p><p>26- Considerando que João e Marcos tenham contraído um empréstimo de dinheiro junto a Davi,</p><p>com a obrigação de pagar-lhe a dívida toda a prazo certo, assinale a opção correta.</p><p>A A propositura de ação por Davi contra João, para pagamento da dívida inteira, importaria a renúncia</p><p>de cobrança da dívida a Marcos.</p><p>B Se Marcos pagar parcialmente a dívida e obtiver a remissão do restante, João ainda estará obrigado</p><p>ao pagamento do valor integral, abatida apenas a quantia paga.</p><p>C Os juros por atraso no pagamento atribuído a João não poderão ser cobrados de Marcos.</p><p>D Marcos poderá requerer em seu benefício a compensação de crédito que João possui junto a Davi.</p><p>E Se Davi decidir cobrar de Marcos 50% da dívida contraída, sem remir a dívida, ainda poderá cobrar</p><p>de João a dívida inteira.</p><p>27- É correto afirmar sobre as obrigações solidárias que</p><p>A importará renúncia da solidariedade a propositura de ação pelo credor contra um ou alguns dos</p><p>devedores.</p><p>(Art. 275. A propositura da ação pelo credor contra um dos devedores solidários não implica renúncia</p><p>à solidariedade nem ao direito de exigir de cada um dos outros a sua quota.)</p><p>B o credor que tiver remitido a dívida ou recebido o pagamento não responderá aos outros pela parte</p><p>que lhes caiba.</p><p>C qualquer cláusula, condição ou obrigação adicional, estipulada entre um dos devedores solidários e</p><p>o credor, em qualquer hipótese, altera as balizas originárias e se projeta sobre os outros devedores.</p><p>D se a dívida solidária interessar exclusivamente a um dos devedores, responderá este por toda ela</p><p>para com aquele que pagar.</p><p>(Art. 279 do Código Civil Art. 279. Se a dívida solidária interessar exclusivamente a um dos devedores,</p><p>responderá este por toda ela para com aquele que pagar.)</p><p>28- Maria e Rejane celebraram contrato de promessa de compra e venda de imóvel com Jorge,</p><p>Lucas e Zózimo, por instrumento particular, sem levá-lo a registro, nos seguintes termos:</p><p>1. Maria e Rejane se obrigaram, solidariamente, a pagar aos irmãos Jorge, Lucas e Zózimo o valor de</p><p>R$600.000,00 (seiscentos mil reais), à vista, na data da celebração do acordo.</p><p>2. Em contrapartida, Jorge, Lucas e Zózimo, coproprietários do imóvel, obrigaram-se, sem cláusula de</p><p>solidariedade (i) a entregar a chave do apartamento no prazo de 10 (dez) dias contados da data da assinatura</p><p>do contrato; e (ii) a realizarem a outorga da escritura pública definitiva de compra e venda, no prazo de dez</p><p>dias após a imissão das promitentes compradoras na posse do imóvel.</p><p>29- Diante do caso acima, assinale a afirmativa correta.</p><p>A Paga a integralidade do preço, a recusa dos coproprietários em realizar a outorga da escritura</p><p>definitiva não confere direito à adjudicação compulsória, ante a ausência de registro da promessa.</p><p>B Com a assinatura da promessa, Maria pode realizar pagamento parcial correspondente à sua metade,</p><p>ainda que os promitentes vendedores se recusem a receber, podendo valer-se do pagamento em consignação.</p><p>C Assinada a promessa e não pago o preço de forma definitiva, podem os promitentes vendedores</p><p>propor ação visando à extinção do contrato, por resilição unilateral, fundada no inadimplemento absoluto.</p><p>D Pago o preço, os coproprietários devem cumprir com a obrigação de entrega do imóvel,</p><p>desobrigando-se apenas de realizar o pagamento perante Maria e Rejane, conjuntamente, ou a uma delas, com</p><p>caução de ratificação da outra credora.</p><p>E Em se tratando de contrato bilateral, comutativo e oneroso, a cláusula resolutiva, ainda que tácita,</p><p>opera de pleno direito, sendo despicienda prévia interpelação judicial.</p><p>Item: A) Este item não corresponde ao gabarito da Banca Análise: O item A está incorreto porque,</p><p>mesmo sem o registro da promessa, a recusa dos coproprietários em realizar a outorga da escritura definitiva</p><p>pode conferir direito à adjudicação compulsória.</p><p>Fundamentação: Art. 1.417. Mediante promessa de compra e venda, em que se não pactuou</p><p>arrependimento, celebrada por instrumento público ou particular, e registrada no Cartório de Registro de</p><p>Imóveis, adquire o promitente comprador direito real à aquisição do imóvel. Art. 1.417. Mediante promessa</p><p>de compra e venda, em que se não pactuou arrependimento, celebrada por instrumento público ou particular,</p><p>e registrada no Cartório de Registro de Imóveis, adquire o promitente comprador direito real à aquisição do</p><p>imóvel.</p><p>Item: B) Este item não corresponde ao gabarito da Banca Análise: O item B está incorreto porque</p><p>Maria não pode realizar pagamento parcial correspondente à sua metade sem o consentimento dos promitentes</p><p>vendedores.</p><p>Fundamentação: Art. 252. A solidariedade não se presume; resulta da lei ou da vontade das partes. Art.</p><p>252. A solidariedade não se presume; resulta da lei ou da vontade das partes.</p><p>Item: C) Este item não corresponde ao gabarito da Banca Análise: O item C está incorreto porque,</p><p>mesmo que o preço não seja pago de forma definitiva, os promitentes vendedores não podem propor ação</p><p>visando à extinção do contrato por resilição unilateral, a menos que isso esteja expressamente previsto no</p><p>contrato.</p><p>Fundamentação: Art. 474. A cláusula resolutiva expressa opera de pleno direito; a tácita depende de</p><p>interpelação judicial. Art. 474. A cláusula resolutiva expressa opera de pleno direito; a tácita depende de</p><p>interpelação judicial.</p><p>Item: D) Este item corresponde ao gabarito da Banca Análise: O item D está correto porque, uma vez</p><p>pago o preço, os coproprietários devem cumprir com a obrigação de entrega do imóvel, independentemente</p><p>de realizarem o pagamento perante Maria e Rejane, conjuntamente, ou a uma delas, com caução de ratificação</p><p>da outra.</p><p>Fundamentação: Art. 884. Aquele que, sem justa causa, se enriquecer à custa de outrem, será obrigado</p><p>a restituir o indevidamente auferido, feita a atualização dos valores monetários. Art. 884. Aquele que, sem</p><p>justa causa, se enriquecer à custa de outrem, será obrigado a restituir o indevidamente auferido, feita a</p><p>atualização dos valores monetários.</p><p>Item: E) Este item não corresponde ao gabarito da Banca Análise: O item E está incorreto porque, em</p><p>se tratando de contrato bilateral, comutativo e oneroso, a cláusula resolutiva, ainda que tácita, não opera de</p><p>pleno direito, sendo necessária prévia interpelação judicial.</p><p>Fundamentação: Art. 474. A cláusula resolutiva expressa opera de pleno direito; a tácita depende de</p><p>interpelação judicial. Art. 474. A cláusula resolutiva expressa opera de pleno direito; a tácita depende de</p><p>interpelação judicial.</p><p>30- A respeito da solidariedade passiva, considere:</p><p>I. O devedor que satisfaz a dívida por inteiro tem direito de exigir também por inteiro, de cada um dos</p><p>co-devedores, aquilo que houver pago ao credor, abatida sua quota.</p><p>II. A propositura de ação, pelo credor, contra apenas um dos devedores implica renúncia à</p><p>solidariedade.</p><p>III. Se um dos devedores solidários falecer deixando herdeiros, nenhum destes será obrigado a pagar</p><p>senão a quota que corresponder a seu quinhão hereditário, salvo se a obrigação for indivisível.</p><p>IV. Se a dívida solidária interessar exclusivamente a um dos devedores, este responderá por toda ela</p><p>para com aquele que a pagar. Está correto o que se afirma APENAS em:</p><p>A I e III.</p><p>B I, II e III.</p><p>C I e II.</p><p>D III e IV.</p><p>E II e IV.</p><p>31- Criminalmente condenado pelo furto qualificado praticado na residência de Lara,</p><p>aproveitando-se do fato de que ela o havia contratado para dormir no imóvel durante os quinze dias em que</p><p>a família estaria viajando de férias, Patrick deu um prejuízo de aproximadamente R$3.800,00 (três mil e</p><p>oitocentos reais). Considerando-se que o delito foi praticado com o concurso de Catarina, namorada de</p><p>Patrick,</p><p>Ao único instrumento de caução de que dispõe Lara para a obtenção da reparação dos danos sofridos</p><p>é a hipoteca legal.</p><p>BLara pode lançar mão do penhor legal dos bens móveis de Patrick e Catarina, suficientes para garantia</p><p>da reparação integral dos danos.</p><p>Cambos respondem solidariamente na esfera civil pelo prejuízo causado à Lara, cabendo inclusive</p><p>hipoteca legal de seus bens imóveis para esse fim.</p><p>Dalém dos bens imóveis dos delinquentes, a hipoteca legal pode incidir sobre o domínio direto, sobre</p><p>o domínio útil e sobre o direito real de uso.</p><p>Emesmo que os bens imóveis de Patrick e Catarina não sejam suficientes para garantir a reparação</p><p>integral dos danos, Lara terá que se contentar com sua especificação.</p><p>32- Entre as modalidades de obrigações previstas no Código Civil Brasileiro (Lei Federal n.º</p><p>10.406/2002), encontram-se as obrigações divisíveis e indivisíveis. No tocante a esta última modalidade, e de</p><p>acordo com o entendimento dominante traduzido em enunciado de jornada de Direito Civil (CTF/STJ),</p><p>assinale a alternativa CORRETA.</p><p>A Em caso de perecimento do objeto da prestação indivisível por culpa de apenas um dos devedores,</p><p>todos respondem, de maneira divisível, pelo equivalente e só o culpado, pelas perdas e danos.</p><p>B A obrigação é indivisível quando a prestação tem por objeto uma coisa ou um fato não suscetível de</p><p>divisão, por sua natureza ou dada a razão determinante do negócio jurídico, dispensada a motivação de ordem</p><p>econômica.</p><p>C A remissão da dívida por parte de um credor extingue a obrigação para com os outros, mas estes só</p><p>a podem exigir, descontada a quota do credor remitente, regra aplicável para os casos de transação ou novação.</p><p>D Em caso de pluralidade de credores, pode cada um deles exigir a dívida inteira, mas o(s) devedor(es)</p><p>se desobriga(m), pagando apenas e tão somente a um, dando essa caução de ratificação dos outros credores.</p><p>E Em caso de um só dos credores receber a prestação por inteiro, ao credor portador do título executivo</p><p>mais antigo assiste o direito de exigir dele em dinheiro a parte que lhe caiba no total.</p><p>33- No caso de solidariedade ativa, a suspensão da prescrição em favor de um dos credores</p><p>Aimediatamente favorece também os cocredores, seja qual for a modalidade da obrigação.</p><p>Bfavorece exclusivamente eventual cocredor incapaz, independentemente da modalidade da</p><p>obrigação.</p><p>Cdepende da concordância do devedor, seja qual for a modalidade da obrigação, para beneficiar outros</p><p>credores.</p><p>Dsomente beneficia outros credores se a obrigação for indivisível.</p><p>Eapenas nas obrigações de fazer e não fazer pode beneficiar outros credores.</p><p>34- Analise as assertivas abaixo:</p><p>I. A solidariedade pode gerar obrigação pura para um dos devedores e condicional para outro.</p><p>II. Se a prestação se converter em perdas e danos, a solidariedade passiva se extingue pelo caráter</p><p>divisível da prestação.</p><p>III. Se houver renúncia da solidariedade em relação a um dos devedores, persistirá para os demais.</p><p>35- Quais estão corretas?</p><p>A Apenas III.</p><p>B Apenas I e II.</p><p>C Apenas I e III.</p><p>D Apenas II e III.</p><p>E I, II e III.</p><p>36- A respeito das obrigações solidárias, assinale a alternativa correta.</p><p>A No silêncio do contrato e na ausência de disposição legal, presume-se a solidariedade dos devedores,</p><p>podendo o credor exigir o pagamento integral do débito contra todos e cada um dos devedores.</p><p>B Falecendo um dos credores solidários e sendo a obrigação divisível, qualquer um dos herdeiros</p><p>pode</p><p>exigir o pagamento integral da cota pertencente ao credor falecido, procedendo em seguida ao rateio entre os</p><p>demais herdeiros, se houver.</p><p>C Falecendo um dos devedores solidários e sendo a obrigação divisível, qualquer um de seus herdeiros</p><p>pode ser chamado a responder pela cota do devedor falecido, ressalvado o direito de regresso contra os demais</p><p>herdeiros, se houver.</p><p>D A propositura de ação pelo credor contra um ou alguns dos devedores implica renúncia à</p><p>solidariedade quanto aos demais.</p><p>E O devedor solidário que pagar a dívida por inteiro tem direito de exigir a cota de cada um dos co-</p><p>devedores, individualmente.</p><p>37- Em relação a solidariedade ativa e passiva, conforme preceitua o Código Civil, assinale a</p><p>alternativa correta:</p><p>A Convertendo-se a prestação em perdas e danos, subsiste, para todos os efeitos, a solidariedade.</p><p>B O devedor que satisfez a dívida por inteiro não tem direito a exigir de cada um dos codevedores a</p><p>sua quota.</p><p>C Se o credor exonerar da solidariedade um ou mais devedores, não subsistirá a dos demais.</p><p>D Importará renúncia da solidariedade a propositura de ação pelo credor contra um ou alguns dos</p><p>devedores.</p><p>E O credor não pode renunciar à solidariedade em favor de um, de alguns ou de todos os devedores.</p><p>38- Carlos, Paulo e Jonas são credores solidários de João, da quantia de 30 mil reais. No vencimento</p><p>da obrigação, João pagou a Carlos a quantia de 5 mil reais, restando não pago o saldo remanescente de 25 mil</p><p>reais. Considerando essa situação hipotética, assinale a opção correta.</p><p>A Uma vez efetuado pagamento parcial a Carlos, Paulo e Jonas não poderão demandar a João o</p><p>pagamento do saldo remanescente.</p><p>B Caso Paulo demande individualmente a João em relação ao saldo remanescente e obtenha</p><p>julgamento contrário, o resultado do julgado atingirá Carlos e Jonas.</p><p>C Enquanto Carlos, Paulo ou Jonas não demandarem a João, a qualquer daqueles poderá este pagar o</p><p>saldo remanescente.</p><p>D O pagamento efetuado por João a Carlos, ainda que parcial, extingue por completo a dívida frente</p><p>a este, cabendo somente a Paulo e Jonas cobrar o saldo remanescente.</p><p>E Carlos, apesar de ter recebido pagamento parcial de João, nada responderá a Paulo e Jonas, uma vez</p><p>que o montante pago sequer alcançou a sua quota do crédito.</p><p>39- Acerca das obrigações solidárias e obrigações indivisíveis, marque a alternativa correta.</p><p>A A indivisibilidade tem origem objetiva, pois advém da natureza do objeto da prestação.</p><p>B A solidariedade tem origem subjetiva e decorre exclusivamente da lei.</p><p>C Se a obrigação solidária for convertida em perdas e danos, a solidariedade é extinta.</p><p>D Se a obrigação indivisível for convertida em perdas e danos, a indivisibilidade é mantida.</p><p>E Com a conversão da obrigação indivisível em perdas e danos, havendo culpa de apenas um dos</p><p>devedores, todos continuarão responsáveis pela dívida e, somente o culpado responderá pelas perdas e danos.</p><p>40- De acordo com o Código Civil Brasileiro, assinale a alternativa correta sobre as obrigações</p><p>solidárias.</p><p>A Na solidariedade ativa, enquanto alguns dos credores solidários não demandarem o devedor comum,</p><p>a qualquer daqueles poderá este pagar.</p><p>B Quando na mesma obrigação concorre mais de um credor, cada um com direito à dívida toda, será</p><p>presumida a solidariedade ativa.</p><p>C A conversão da obrigação em perdas e danos extingue a cadeia de solidariedade.</p><p>D A solidariedade abrange direitos e obrigações, podendo o devedor opor a um credor as exceções</p><p>pessoais oponíveis aos demais credores solidários.</p><p>E Haverá renúncia da solidariedade passiva quando o credor propuser ação contra um ou alguns dos</p><p>devedores.</p><p>41- Com égide nas obrigações solidárias elencadas no Código Civil, em sua parte especial, analise</p><p>as afirmativas abaixo e assinale a alternativa que representa uma obrigação da solidariedade ATIVA.</p><p>A O credor tem direito a exigir e receber de um ou de alguns dos devedores, parcial ou totalmente, a</p><p>dívida comum. Se o pagamento tiver sido parcial, todos os demais devedores continuam obrigados</p><p>solidariamente pelo resto.</p><p>B O pagamento parcial feito por um dos devedores e a remissão por ele obtida não aproveitam aos</p><p>outros devedores, senão até à concorrência da quantia paga ou relevada.</p><p>C Qualquer cláusula, condição ou obrigação adicional, estipulada entre um dos devedores solidários</p><p>e o credor, não poderá agravar a posição dos outros sem consentimento destes.</p><p>D A um dos credores solidários não pode o devedor opor as exceções pessoais oponíveis aos outros.</p><p>E O devedor demandado pode opor ao credor as exceções que lhe forem pessoais e as comuns a todos,</p><p>não lhe aproveitando as exceções pessoais a outro co-devedor.</p><p>42- Analise as afirmativas sobre as obrigações solidárias elencadas na parte especial do Código</p><p>Civil e assinale a alternativa correspondente.</p><p>I- Há solidariedade, quando na mesma obrigação concorre mais de um credor, ou mais de um</p><p>devedor, cada um com direito, ou obrigado, à dívida toda.</p><p>II- A solidariedade se presume, resulta da vontade das partes ou pela lei.</p><p>III- A obrigação solidária pode ser pura e simples para um dos co-credores ou co-devedores, e</p><p>condicional, ou a prazo, ou pagável em lugar diferente, para o outro.</p><p>A Todas as afirmativas estão corretas.</p><p>B Somente a afirmativa I está correta.</p><p>C Somente as afirmativas I e II estão corretas.</p><p>D Somente as afirmativas I e III estão corretas.</p><p>E Somente as afirmativas II e III estão corretas.</p>