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Revisão gramatical I
Apresentação
Vamos fazer uma revisão gramatical para verificarmos a dimensão de algumas características 
gramaticais do texto. Durante a revisão estudaremos: - WH - questions. - Artigos definido e 
indefinido. - Plural de substantivos/plurais irregulares. - Substantivos, adjetivos e advérbios 
(funções nas sentenças).
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Identificar os tópicos gramaticais em inglês nos textos.•
Praticar as formas gramaticais em inglês.•
Comparar a gramática inglesa à brasileira.•
Infográfico
Neste infográfico, você aprenderá a flexionar os substantivos no singular para o plural em inglês. 
Conteúdo do livro
Similar ao português, o plural, para a maioria dos substantivos em inglês, forma-se a partir do 
acréscimo de "s" ao singular. Obviamente, há também casos especiais e exceções a essa regra. 
Acesse o material a seguir e aprofunde seus conhecimentos sobre o assunto. 
Acesse aqui
http://www.solinguainglesa.com.br/conteudo/substantivo9.php
Dica do professor
Neste vídeo, observaremos uma revisão gramatical dos seguintes itens: 
- WH - questions. 
- Artigos definido e indefinido. 
- Plural de substantivos/plurais irregulares. 
- Substantivos, adjetivos e advérbios (funções nas sentenças).
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/165f016c3a4300e018c1b49cd1b9fe59
Na prática
Conheça o exemplo de Eloísa e seu avanço no aprendizado de inglês. 
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Revisão: adjetivos e advérbios - Inglês - Ens. Médio - Telecurso
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
Como colocar palavras no plural em inglês.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
Guia gramatical da língua inglesa
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.youtube.com/embed/frrldbAaYYs
https://www.youtube.com/embed/0HwDop71IfU
https://www.ef.com.br/guia-de-ingles/gramatica-inglesa/
Revisão Gramatical II
Apresentação
Nesta Unidade de Aprendizagem, aprenderemos os seguintes itens gramaticais: - Pronomes 
pessoais do caso reto, objeto, adjetivos possessivos e pronomes possessivos. - Pronomes 
demonstrativos: this/these, that/those. - Pronomes relativos: who, that, which. Aplicaremos o que 
já foi aprendido anteriormente e este novo conteúdo na leitura e interpretação de textos em inglês. 
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Definir o que é mais importante sobre os pronomes em inglês.•
Identificar os pronomes nos textos em inglês.•
Traduzir os pronomes, com facilidade, para o português.•
Infográfico
Neste infográfico, observa-se uma tabela de pronomes pessoais, que atuam como sujeito e objeto 
da frase, adjetivos possessivos e pronomes possessivos em inglês.
 
Conteúdo do livro
Pronome é a classe de palavras que acompanha ou substitui um substantivo ou um outro pronome, 
indicando sua posição em relação às pessoas do discurso. Os pronomes nos ajudam a evitar 
repetições desnecessárias na fala e na escrita.
Leia a obra Inglês, capitulo Revisão Gramatical II base teórica desta unidade.
Boa leitura.
INGLÊS
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
 > Definir o que é mais importante sobre os pronomes em inglês.
 > Identificar os pronomes nos textos em inglês.
 > Traduzir os pronomes com facilidade para o português.
Introdução
Os pronomes são palavras bastantes úteis e funcionais nas línguas, dos quais 
fazemos usos em nossos processos comunicativos diários. Em geral, desde a época 
da escola aprendemos que os pronomes podem ter uma funcionalidade geral de 
substantivo e adjetivo, a fim de (1) retomar um assunto, tópico ou objeto sem 
precisar repetir seu nome incessantemente numa conversa ou (2) acompanhar o 
assunto, tópico ou objeto que estamos a comunicar, modificando seu sentido e 
atribuindo-lhe qualidades e características. 
Na língua portuguesa, pode-se dizer que os pronomes na maior parte das 
vezes servem para nos ajudar a continuar falando de alguma coisa, retomando-a 
e caracterizando-a com diversos valores. No caso da língua inglesa, isso não é 
diferente. Em inglês, os pronomes também funcionam a partir dessas duas gran-
des categorizações e se dividem, assim como em português, em determinadas 
classes, como pronomes pessoais (do tipo sujeito e do tipo objeto), possessivos, 
demonstrativos e reflexivos. 
Neste capítulo, você vai estudar o que são os pronomes e a sua funcionalidade 
geral. Também vai identificar os pronomes mais usados pelos falantes da língua 
inglesa e transitar entre suas possíveis traduções do inglês para o português. 
Revisão gramatical II
Rafaela Queiroz Ferreira Cordeiro
Pronomes: conceito e funcionalidade 
comunicativa
Define-se comumente os pronomes como aquelas palavras que aparecem no 
lugar dos nomes, tal qual representando os substantivos, e que também os 
podem acompanhar, elaborando seus significados. Segundo Cunha e Cintra 
(2008), os pronomes desempenham, assim, funções semelhantes às que são 
realizadas pelos elementos nominais. 
Desse modo, no enunciado (1) “As chuvas, que inundaram a região metro-
politana do Recife, findaram no início da madrugada”, o pronome relativo que 
desempenha a função de um substantivo — nesse caso, representa e retoma 
o sintagma nominal as chuvas, substituindo-o para não o repetir — e por isso 
funciona como um pronome substantivo. 
Já no enunciado (2) "Estes alimentos não perecíveis, doados pela maioria, 
vão ajudar as nossas famílias diante das perdas causadas pelas chuvas", 
os pronomes possessivos estes e nossas caracterizam os substantivos aos 
quais se referem — alimentos e famílias, respectivamente — atribuindo-lhes 
sentidos específicos (como de proximidade espacial do sujeito aos alimentos 
e de autoinclusão de si próprio à situação compartilhada das famílias). No 
enunciado (2), portanto, funcionam como pronomes adjetivos, porque mo-
dificam os substantivos.
Portanto, pode-se dizer que os pronomes funcionam na comunicação 
cotidiana a partir dessas duas grandes categorias: (1) como substantivos, 
referenciando-os nas situações enunciativas, e (2) como adjetivos, caracte-
rizando-os e modificando-os, concordando com eles em gênero e número. 
Em outras palavras, em (1) os pronomes nos permitem continuar falando ou 
escrevendo sobre um determinado tema sem fazer uma necessária menção 
ao substantivo inicialmente usado, vindo em seu lugar; e em (2) os pronomes 
nos levam a valorar o substantivo que acompanha, construindo sentidos 
específicos em torno dele.
Para entender melhor o funcionamento dos pronomes na prática, imagine 
este cenário comunicativo: você está conversando com um antigo amigo 
pelo telefone celular. Faz muito tempo que você não fala com ele, o qual está 
atualmente morando fora do Brasil. Seu amigo, do outro lado do mundo, está 
conversando com você por meio de uma câmera de vídeo. De repente, ele 
escuta risadas e um barulho de panelas. Curioso, ele pergunta: “tem alguém 
aí com você?”. Assim, você responde: "Fátima e Lorena vieram me visitar. Elas 
estão agora na cozinha preparando o jantar". Nesse segmento enunciativo, 
Revisão gramatical II2
o uso do pronome pessoal do caso reto elas nos permite continuar falando 
dos referentes Fátima e Lorena sem precisar repetir seus nomes (nesse caso, 
sem repetir os substantivos próprios Fátima e Lorena). Embora esse situação 
comunicativa tenha se dado entre falantes da língua portuguesa, observa-se 
que, caso a situação se desse em língua inglesa, provavelmente os pronomes 
utilizados seriam equivalentes: "Fátima and Lorena came by to visit me. They 
are in the kitchen now preparing the dinner".Novamente, o pronome pessoal 
they é empregado para substituir os referentes Fátima e Lorena, cumprindo a 
mesma função de uso e o mesmo propósito de emprego do pronome pessoal 
elas em português.
É importante lembrar, contudo, que nesses exemplos estávamos falando 
especialmente do pronome pessoal (do caso reto) da 3ª pessoa do plural 
— elas — ou do seu semelhante na língua inglesa, que é o they. O pronome 
pessoal é usado majoritariamente para substituir o sujeito do verbo em 
questão, no exemplo acima Fátima e Lorena. 
Na língua inglesa, o pronome pessoal/pronome sujeito it é comu-
mente de tom neutro e, assim, é usado para indicar objetos, seres 
e animais. No caso de bebês, é interessante notar que muitos os representam 
pelo pronome it quando não há a identificação do dito "gênero", por exemplo: 
"The baby woke up her mom at 4 am" (It woke up her mom at 4 am = O bebê 
acordou a sua mãe às 4h da manhã). No entanto, quando há menção ao gênero 
ou destaque sob tal, o uso do it dá lugar a he/she, como em: "The baby girl was 
born in a hospital in Vancouver" (She was born in a hospital in Vancouver = Ela 
nasceu em um hospital de Vancouver).
Os usos dos pronomes em língua inglesa
Além dos famosos pronomes pessoais — eu, tu, ele/ela, nós, vós, eles/elas, 
em português, e I, you, he/she/it, we, you, they, em inglês — usados como 
sujeitos da ação em enunciados falados ou escritos, também conhecidos 
como pronomes sujeitos, há muitos outros pronomes em português e inglês, 
os quais apresentam diferentes formas e várias maneiras de serem usados. 
Além dos famosos pronomes I (eu) e you (você), há whatever (toda, qualquer), 
all (tudo, todos(as)) e some (algum, alguns, algumas) (PRONOUN…, 2009). 
Observe estes exemplos: "I like her manuscript about sustainable develop-
ment" (Eu gosto do seu artigo sobre desenvolvimento sustentável), "Thank 
Revisão gramatical II 3
you for coming into my life" (Obrigada por (você) fazer parte da minha vida), 
"Whatever was happening with her, she had to go through to it and make a 
decision" (O que quer que esteja acontecendo com ela, ela precisa passar 
por essa situação e tomar uma decisão"), "All the alternatives are correct 
except…" (Todas as alternativas estão corretas exceto…) e "Some people 
don’t like working in the early morning" (Algumas pessoas não gostam de 
trabalhar de manhã cedo). 
Nesses enunciados, os pronomes negritados cumprem vários propósitos: 
substituir as coisas das quais se fala (I like), indicar posse de algo (her ma-
nuscript, my life), dirigir-se a uma pessoa com quem se comunica (Thank you), 
fazer menção a um sujeito de uma ação (Whatever was, some people) e seu 
objeto (happening with her), referenciar uma ideia ou situação já mencionada 
(to go through it), entre outros. Devemos, assim, ficar atento aos seus usos 
e, para isso, estudaremos a seguir alguns dos mais importantes tipos de 
pronomes que fazem parte da língua inglesa.
Existe uma discussão importante sobre o uso do pronome pessoal 
sujeito they e as políticas linguísticas de gênero. Na língua inglesa, 
o they (pronome indicador da 3ª pessoa do plural) é usado nas situações co-
municativas cotidianas para se falar de pessoas em tom neutro ou, mais atual-
mente, quando não se adere à noção binária de gênero. É importante lembrar 
que gramaticalmente o pronome pessoal sujeito he é reservado para os ditos 
"homens", enquanto o she para as ditas "mulheres" (ambos indicadores da 2ª 
pessoa do singular). Isso também vale para os respectivos pronomes objetos 
him e her, os possessivos his e hers, e assim por diante. 
Atualmente, porém, em virtude da relevância das discussões sobre questões 
de gênero, construção social e sexualidade, muitos falantes da língua inglesa 
passaram a adotar cada vez mais o uso do they em seus discursos para designar 
neutralidade. Então, em vez de designar alguém por uma suposta identidade 
relacionada a uma "colagem" naturalizada do gênero, pode-se proferir enun-
ciados do tipo: "You should go to the doctor from Live Well Clinic. They can help 
you with your diagnosis" (Você deveria ir a um médico/a uma médica da Clínica 
Live Well. Ele/ela pode ajudar você com seu diagnóstico) ou "I can recommend 
my friend to talk to you. They have good listening skills" (Eu posso recomendar 
o meu amigo/a minha amiga para falar com você. Ele/ela tem boas habilidades 
para escutar você). Esse debate é fundamental para os estudos linguísticos que 
envolvem políticas sociais sobre identidade versus gênero, e ainda ratifica a 
ideia de que os pronomes representam pontos de vista e discursos sobre os 
sujeitos (coenunciadores da situação comunicativa), os objetos topicalizados 
ou tematizados, as ideias e situações (passadas, presentes ou futuras). 
Revisão gramatical II4
Categorias e grupos de pronomes 
na língua inglesa
De maneira geral, pode-se afirmar que existem duas grandes categorias de 
pronomes em português e inglês: pronomes substantivos e pronomes adje-
tivos. Os primeiros, em geral, aparecem no lugar do substantivo ao qual se 
referem, enquanto os segundo vêm juntos do substantivo ao qual se referem, 
modificando-o ao longo da enunciação. Dentro dessas duas grandes catego-
rias, encontramos os seguintes tipos de pronomes: pronomes pessoais sujeito 
e objeto, possessivos, demonstrativos, reflexivos, indefinidos, interrogativos 
e relativos. A partir de agora, vamos estudar um pouco mais sobre eles.
Pronomes pessoais: sujeito e objeto (subject and 
object pronouns)
Vamos começar tratando do mais básico tipo ou grupo de pronomes, que 
é o dos pronomes pessoais. Costumam ser usados para substituir pessoas 
ou coisas, e ainda para identificar os pontos de vista dos falantes em suas 
narrativas (PRONOUN…, 2009). Esse grupo se subdivide em: pronomes pessoais 
sujeito (subject pronouns) e pronomes pessoais objeto (object pronouns), 
conforme classificados no Quadro 1.
Quadro 1. Pronomes pessoais sujeito e objeto em inglês
Ponto de 
vista/point 
of view
Pronomes 
sujeito
Subject 
pronouns
Pronomes 
objeto
Object 
pronouns
1ª pessoa/
first person
Eu (sing.)
Nós (plur.)
I (sing.)
We (plur.)
Me (sing.)
Nos (plur.)
Me (sing.)
Us (plur.)
2ª pessoa/
second 
person
Você (sing.)
Vocês (plur.)
You (sing.)
You (plur.)
Te (sing.)
Vos (plur.)
You (sing.)
You (plur.)
3ª pessoa/
third person
Ele/ela (sing.)
Eles/elas 
(plur.)
He/she/it 
(sing.)
They (plur.)
O/a/se/lhe 
(sing.)
Os/as/se/
lhes (plur.)
Him/her/it 
(sing.)
Them (plur.)
Fonte: Adaptado de Pronoun… (2009) e British Council (2021).
Revisão gramatical II 5
Em inglês, os pronomes pessoais sujeito, assim como em português, são 
usados para representar os sujeitos dos verbos/das ações/dos estados que 
o falante deseja designar/indicar em seu discurso: "I/We like the way you 
dress yourself" (Eu/Nós gosto/gostamos do jeito que você se veste), "Do you 
like the way you dress yourself? (Você gosta do jeito que você se veste?),"He/
She/It likes the way you dress yourself" (Ele/Ela gosta do jeito que você se 
veste) e "They like the way you dress yourself" (Eles/Elas gostam do jeito que 
você se veste). Observe, assim, que cada enunciado apresenta o pronome 
como o sujeito do verbo (a partir do ponto de vista daquele que está falando/
escrevendo): I/we, you, he/she/it e they (eu, você, ele/ela, nós, vocês e eles/
elas). No caso dos pronomes pessoais objeto, seus usos são semelhantes 
aos do português, isto é, como objeto da ação do sujeito enunciativo: "Can 
you, please, help me?" (Você pode me ajudar, por favor?), "He doesn’t like her 
friend" (Ele não gosta da sua amiga) e "We could understand it (the lecture) 
at the end" (A gente pôde entendê-la (a palestra) no seu fim). 
Observe também que os pronomes objeto podem vir acompanhados de 
preposição, sendo assim classificados também como objeto direto ou objeto 
indireto (SWICK, 2018). Nos seguintes exemplos: "I will get the glass of water 
for you" (Vou pegar o copo d’água para você), "Phone her if you need any 
help"(Telefone paraela, caso você precise de ajuda) e "Please, don’t take our 
house from us" (Por favor, não tire da gente a nossa casa), podemos observar 
os pronomes objeto acompanhados (for you e from us) ou não de preposição 
(her). Os pronomes objeto, desse modo, sofrem a ação do sujeito do verbo, a 
recebem ou ainda as têm direcionadas.
Pronomes possessivos e os adjetivos possessivos 
(possessive pronouns and possessive adjective)
Os pronomes possessivos são muito usados no nosso dia a dia. Em geral, são 
empregados para nos ajudar a falar das posses sobre as coisas. Os pronomes 
possessivos e os adjetivos possessivos têm usos parecidos, pois cumprem 
a função de apontar uma noção de posse. Gramaticalmente, a diferença 
entre eles se dá na estrutura sintagmática que é construída: enquanto os 
pronomes possessivos substituem o nome, os adjetivos possessivos (pela 
própria funcionalidade de um adjetivo) aparecem junto do substantivo ou 
do nome referido, acompanhando-o.
No enunciado, por exemplo, "What book is yours?" (Qual é o seu livro), 
o pronome possessivo yours substitui o nome book, fazendo com que seja 
desnecessário repeti-lo, a depender da situação e/ou contexto social (ima-
Revisão gramatical II6
gine que a situação já pressupõe que estamos falando de vários livros numa 
prateleira e um deles é seu e você pergunta: What book is yours? para não 
perguntar literalmente What book is your book?). Ou seja, o pronome pos-
sessivo nos ajuda a não repetir no enunciado o substantivo do qual se está 
falando/escrevendo (por exemplo, alguém pergunta: Whose dress is this? (De 
quem é este vestido?) e você responde: It is mine (É meu) ao invés de repetir 
o nome dress em It is my dress (Este vestido é meu)). 
Quanto ao uso dos adjetivos possessivos, observe os seguintes enunciados: 
em "Is this your notebook?" (Este/Esse é o seu computador?) e "His jacket is 
nice!" (O casaco dele é bonito), os adjetivos possessivos your e his acompa-
nham os substantivos a que se referem (notebook e jacket), modificando seus 
sentidos e atribuindo-lhes os seus possuidores (você, a quem a pergunta se 
dirige, e o casaco dele). Em outras palavras, os adjetivos possessivos nos dizem 
de quem são os objetos do mundo, destacando o seu "possuidor" (Quadro 2).
Quadro 2. Pronomes possessivos e adjetivos possessivos em inglês
Ponto de vista/
point of view
Pronomes 
possessivos
Possessive 
pronouns
Possessive 
adjectives
1ª pessoa/first 
person
Meu/minha/meus/
minhas (sing.)
Nosso/nossa/
nossos/nossas 
(plur.)
Mine (sing.)
Ours (plur.)
My (sing.)
Our (plur.)
2ª pessoa/
second person
Teu/tua/teus/tuas 
(sing.)
Vosso/vossa/
vossos/vossas (plur.)
Yours Your
3ª pessoa/third 
person
Seu/sua/seus/suas 
(sing./plur.)
His/hers (sing.)
Theirs (plur.)
His/her/its (sing.)
Their (plur.)
Fonte: Adaptado de Pronoun… (2009) e British Council (2021).
Os adjetivos possessivos também são usados para indicar, além de quem 
é o possuidor do objeto, relações e partes do corpo (BRITISH COUNCIL, 2021): 
"He is her husband" (Ele é o marido dela) e "She needs to brush her teeth 
every morning after breakfast (Ela precisa escovar os dentes após o café da 
manhã). Assim, podemos dizer que a caracterização dos possessivos é acima 
de tudo representar noções de pertencimento.
Revisão gramatical II 7
Pronomes demonstrativos (demonstrative pronouns)
Na língua portuguesa, os pronomes demonstrativos são usados com fins 
de representar e/ou referenciar as pessoas, os objetos e as situações no 
espaço, no tempo e ao longo do discurso. Na língua inglesa, os sentidos 
pragmáticos construídos seguem o mesmo caminho. Há nesse idioma ba-
sicamente quatro pronomes demonstrativos: this, these, that e those. This 
(singular) e these (plural) são usados para falar de coisas e pessoas que 
estão próximas da gente e de situações recentes (ou que aconteceram 
recentemente) (Quadro 3). Em "This is my pair of shoes" (Este é o meu par 
de sapatos), estou falando de sapatos que estou calçando; em "This is 
Helena" (Esta é a Helena), estou apresentando alguém que está perto de 
mim; em "This had just happened in my life" (Isto acabou de acontecer na 
minha vida) estou falando de algo recente. Vale ressaltar que pronome this 
também é usado para iniciar uma conversa ao telefone (BRITISH COUNCIL, 
2021): "Hello, this is Rafaela speaking. May I talk to Lara?" (Olá, é Rafaela 
quem está falando. Posso falar com Lara?).
Quadro 3. Pronomes demonstrativos em inglês
Ponto de vista/
point of view Pronomes demonstrativos Demonstrative 
pronouns
1ª pessoa/first person Este/esta/isto (sing.)
Estes/estas (plur.)
This (sing.)
These (plur.)
2ª pessoa/second 
person
Esse/essa/isso (sing.)
Esses/essas (plur.)
That (sing.)
Those (plur.)
3ª pessoa/third person Aquele/aquela/aquilo (sing.)
Aqueles/aquelas (plur.)
That (sing.)
Those (plur.)
Fonte: Adaptado de Pronoun… (2009) e British Council (2021).
Já os pronomes that (singular) e those (plural) são empregados para fa-
lar de pessoas e coisas que estão longe da gente, bem como de situações 
passadas. Em "Who is that over there?" (Quem é aquela pessoa que está lá?), 
estou perguntando sobre a presença de alguém que está fisicamente longe 
de mim; em "Who are those over there?" (Quem são aquelas pessoas que estão 
lá?), estou perguntando sobre a presença de mais de uma pessoa que está 
fisicamente longe de mim; quando alguém afirma: "I got sick last night" e o 
Revisão gramatical II8
interlocutor reage: "But that is terrible! How are you feeling today?" (“Fiquei 
doente ontem de noite” e “Que horrível! Como você se sente hoje?”), o pronome 
that está sendo usado para retomar algo que alguém falou. 
Uma curiosidade: a gente também usa os pronomes demonstrativos 
this, these, that e those em inglês acompanhados de nomes ("Do 
you like these earrings I am wearing?" = “Você gosta destes brincos que estou 
usando?”; "Have you read all those manuscripts for your last assignment?" = 
“Você já leu todos aqueles textos para a última atividade da disciplina?” e "I 
lived in that house" = “Eu morei nessa casa”). O importante é não se esquecer 
de que this e these constroem uma referência de proximidade, enquanto that 
e those, de afastamento/distância do referente.
Pronomes indefinidos (indefinite pronouns)
Tratemos agora dos pronomes indefinidos. Como seu próprio nome diz, são 
representantes de indefinições e imprecisões que construímos em nossos 
discursos. Talvez ainda constituam a própria elaboração do discurso e, por 
isso, apresentam esse tom de algo vago, não determinado. Em inglês, são 
basicamente os seguintes: all, another, any, anybody/anyone, anything, every-
body/everyone, each, everything, few, many, nobody, none, one, several, 
some, somebody, someone (PRONOUN…, 2009) e significam respectivamente 
tudo/toda, qualquer, qualquer um, qualquer coisa, todo mundo, cada um, 
tudo, pouco, muito, ninguém, nenhum, um, vários, algum, alguém. Por serem 
empregados de forma similar aos seus equivalentes em língua portuguesa, 
vamos destacar os usos de one ou ones, uma vez que estão entre aqueles 
que mais geram dificuldades no nosso dia a dia.
Os pronomes indefinidos one (singular) e ones (plural) podem ser usados 
após (BRITISH COUNCIL, 2021):
 � um adjetivo (May I see your wallet? Of course! You mean the red one 
I wear to go out? = Posso ver a sua carteira? Claro! Você quer ver a 
vermelha que eu uso para sair?);
 � o artigo definido the ("Who is Mary Bell? She is the one wearing the 
yellow tie on her uniform" = Quem é a Mary Bell? É aquela que está 
usando um laço amarelo no seu uniforme);
 � o pronome interrogativo which (o que) (Can I have my raincoat? Sure! Which 
one is it? = Posso pegar a minha capa de chuva? Claro! Qual é delas?).
Revisão gramatical II 9
Pronomes reflexivos (reflexive pronouns)
Os pronomes reflexivos (Quadro 4) constroem "ações de retorno" do sujeito 
da oração. Dito de outro modo, são usados quando o sujeito da ação coincide 
com o objeto que recebe a ação, ou seja, quando sujeitoe objeto (direto) são 
o mesmo. "While I was in the kitchen preparing my family’s breakfast, I cut 
myself with the knife" (Enquanto eu estava na cozinha preparando o café da 
manhã da minha família, me cortei com a faca). No entanto, cabe ressaltar 
que os pronomes reflexivos não são usados quando se pressupõe que a ação 
recebida ou descrita constitui parte das ações usuais do sujeito (como é o caso 
de ações que indiquem tomar banho e se vestir, por exemplo). Nesses casos, o 
emprego de alguns falantes pelo uso do reflexivo geralmente funciona como 
um operador de destaque: "There was no electricity at all! I washed myself in 
cold water!" (Não havia energia elétrica! Eu me lavei em água fria!). Na língua 
portuguesa, a construção da ideia de um sujeito que age e recebe a ação 
realizada é feita por meio do uso dos pronomes pessoais objeto oblíquos 
(PRONOME…, 2021).
Quadro 4. Pronomes reflexivos em inglês
Ponto de vista/
point of view
Pronomes pessoais objeto 
(pronomes oblíquos ) Reflexive pronouns
1ª pessoa/first person Me/mim (sing.)
Nos (plur.)
Myself (sing.)
Ourselves (plur.)
2ª pessoa/second 
person
Te/ti (sing.)
Vos (plur.)
Yourself (sing.)
Yourselves (plur.)
3ª pessoa/third person Se/si/consigo (sing.)
Se/si/consigo 
Herself/himself/
itself (sing.)
Themselves (plur.)
Fonte: Adaptado de Pronoun… (2009) e British Council (2021).
Há ainda mais um destaque a se fazer sobre os usos dos pronomes refle-
xivos em inglês: quando empregados depois de um nome (um substantivo), 
eles assumem a função de um intensificador (PRONOUN…, 2009). Observe os 
seguintes exemplos e os sentidos que cada emprego constrói por meio da 
adição do reflexivo himself (SIKLOS, 2016): 
Revisão gramatical II10
The company director gave the talk. 
(O diretor da empresa deu a palestra.)
×
The company director gave the talk himself. 
(O próprio diretor da empresa deu uma palestra — e não um funcionário dele.)
×
The company director himself gave the talk. 
(O diretor da empresa (ele mesmo!, o diretor) deu a palestra.)
Pronomes interrogativos (interrogatives pronouns)
Conforme a gramática, existem basicamente oito pronomes interrogativos na 
língua inglesa: who (quem?), whom (com quem?), which (qual?), what (o quê?), 
whoever (quem?), whomever (quem quer que seja?), whichever (o que for?), 
whatever (o que quer que seja?) (PRONOUN…, 2009). Desses, contudo, cinco 
são os usados em enunciados interrogativos: who (para pessoas), whom (para 
pessoas) what (para coisas), whose (para posses), which (para escolhas). Veja 
os exemplos a seguir:
 � Who is that? (Quem é você?) Who have you seen? (Quem você tem visto?)
 � Whose panties are these? Whose are these panties? (De quem são 
essas calças?)
 � What is that? (O que é isso?) What do they desire? (O que elas/eles 
desejam?) What do they want? (O que eles/elas querem?)
 � I have two side dishes here for my dinner. Which one do you want? (Eu 
tenho dois pratos que acompanham o meu jantar. Qual dos dois você 
quer?)
 � I received two gifts for my kitchen. Which do you want? (Eu ganhei dois 
presentes para a minha cozinha. Qual dos dois você quer?)
 � To whom do I have to talk in the college? (Com quem devo conversar 
na faculdade?) 
Sobre este último uso, é importante destacar que poucos falantes recorrem 
a ele na comunicação informal cotidiana. Boa parte das pessoas usariam o 
who em vez do whom, o que já pode constituir parte das variações linguísticas 
no inglês falado em alguns países.
Revisão gramatical II 11
Pronomes relativos (relatives pronouns)
Passemos agora a tratar dos pronomes relativos. Eles são usados para fazer 
conexões e estabelecer relações entre dois enunciados que têm em comum 
o mesmo nome ou pronome. Lembre-se que os nomes podem ser usados 
como sujeitos, objetos diretos, objetos indiretos, objetos preposicionados 
e possessivos. Em inglês, existem basicamente cinco tipos e maneiras de 
construir essa conexão: that (usado em referência a um nome animado/
inanimado), who/whom (usado em referência a um ser animado), which 
(usado em referência a um ser inanimado), whose (usado como possessivo) 
e elipse do pronome relativo (quando é feita sua omissão por completo) 
(SWICK, 2018).
Para saber se o pronome relativo pode ser usado na construção de um 
enunciado, é preciso olhar com muita cautela o contexto e as estruturas do 
enunciado em que se deseja estabelecer a conexão. Observe: 
She bought a modern computer to study computer 
science. The computer was defective.
Como você faria para unir essas orações? Qual é o elo em comum entre 
elas? Ou seja, quais tópicos são retomados de uma para outra? Ao olhar 
para esses pontos, conseguimos chegar no objeto inanimado “computador”. 
Observe novamente: 
She bought a modern computer to study computer 
science. The computer was defective.
Podemos, desse modo, fazer a substituição pelo pronome relativo that, 
que pode ser usado para seres animados ou não, da seguinte forma: 
She bought a modern computer to study computer 
science. The computer was defective. 
⇨
She bought a modern computer to study computer science that was defective.
Antes de concluir este tópico, destacamos mais uma questão: ao fazer a 
conexão entre as orações, o nome substituído pelo pronome relativo deve 
Revisão gramatical II12
desparecer, como em: "Marie Curie is a woman. She discovered radium" (Marie 
Curie é uma mulher. Ela descobriu o elemento rádio) => "Marie Curie is a wo-
man who/that discovered radium" (Marie Curie é uma mulher que descobriu 
o elemento rádio). Observe que o pronome she desaparece, uma vez que é 
substituído pelo pronome who ou that (BRITISH COUNCIL, 2021).
Interpretação dos pronomes: contextos, falantes 
e sentidos
Conforme abordamos anteriormente, as categorias de pronomes em inglês 
apresentam sentidos pragmáticos semelhantes ao que acontece com os pro-
nomes na língua portuguesa. Antes de mais nada, é importante lembrar que, 
embora estejamos trazendo essa discussão a partir da gramática normativa do 
inglês — a qual, como toda gramática, prescreve um conjunto de normas que 
regem os padrões de uma língua —, ela não é axiomática. Em outras palavras, 
não devemos deixar de considerar, ao interpretar os usos dos pronomes 
pelos falantes, os contextos sociais em que eles são proferidos ou escritos 
e os sujeitos participantes dos atos comunicativos. Alguns enunciados, por 
exemplo, funcionam em contextos informais, enquanto outros não: "The bank 
is closed on Saturdays. So they are not working this day." (O banco está fechado 
aos sábados, então eles não trabalham nesse dia). O uso do pronome they 
nesse exemplo faz referência implícita ao grupo de trabalhadores naquele 
espaço, emprego bastante comum em discursos informais.
Antes de passarmos para algumas análises práticas sobre usos prono-
minais que nos ajudarão em processos de interpretação e revisão de textos, 
é preciso fazer uma breve referência à noção de língua e contexto social. 
Conforme Volóchinov (2017), o sistema linguístico ou a língua não é um produto 
acabado que é transmitido de geração a geração; a língua está em constante 
desenvolvimento e é o veículo ideológico da interação verbal. Desse modo, 
cada enunciado faz parte da corrente de comunicação verbal em desenrolar, 
e as interações entre as pessoas são concretas e significativas, podendo 
produzir muitos sentidos. A situação extralinguística — que inclui o contexto 
imediato e o contexto mais amplo —, o horizonte social compartilhado entre 
os falantes e a sua recepção (antecipada) são elementos fundamentais para 
compreender como se dá a produção dos sentidos a partir dos usos de ele-
mentos linguísticos de uma língua.
Revisão gramatical II 13
Traduzindo na prática os pronomes: 
questões a serem observadas
Ao ler os textos em inglês, é importante ter em mente algumas noções básicas, 
que, em nosso caso, dizem respeito aos usos dos pronomes. Nesse âmbito, os 
enunciados em inglês apresentam majoritariamente um sujeito/um tópico/um 
assunto: "Heis a teacher" (Ele é um professor), e mesmo quando não existir 
um sujeito/um tópico/um assunto em específico, usa-se It ou There no seu 
lugar (BRITISH COUNCIL, 2021), como em: "There is someone speaking about 
you" (Há alguém falando de/sobre você) e "It is me on the phone" (Sou eu no 
telefone). É, portanto, uma regra gramatical que as orações em inglês têm 
sempre de apresentar um sujeito. Isso não acontece, no entanto, com enun-
ciados escritos/falados no modo imperativo (exceção à regra!): em enunciados 
do tipo "Go to the grocery store!" (Vá para o mercado!), não é necessária a 
menção ao sujeito no enunciado, pois o imperativo, por construir uma ideia 
de ordem, instrução ou convite, já pressupõe o interlocutor como o próprio 
sujeito da ação do discurso (ordem/instrução/requerimento).
É de fundamental importância não se esquecer do princípio em inglês 
da presença explícita do sujeito em suas orações. Desse modo, caso 
não exista um sujeito "aparente", há algumas orientações a serem seguidas 
que nos permitem fazer uso dos pronomes it e there (BRITISH COUNCIL, 2021).
Usamos o pronome there nas seguintes ocasiões:
 � quando nos referimos a números ou quantidades (There are lots of cookies 
over the kitchen countertop = Existem muitos biscoitos acima do balcão da 
cozinha);
 � quando uma situação aconteceu/está acontecendo (There was a car crash on 
highway 65 = Houve uma batida de carros na rodovia 65);
 � quando algo é posto/está colocado em cena (There are many books spread out 
in their living room = Existem muitos livros espalhados na sala da casa deles).
Lembre-se que o there não é apenas um pronome; na verdade, pode ser 
usado como interjeição e advérbio e pronome, ou seja, tem diferentes fins 
pragmáticos e sentidos a depender dos contextos sociais.
Quanto ao pronome it, ele é usado:
 � quando nos referimos ao clima (It is a beautiful day today = É um dia lindo hoje);
 � quando nos referimos a dimensões de tempo (It’s almost noon = É quase 
meio-dia) e datas (It is my birthday tomorrow = Amanhã é o meu aniversário);
 � quando queremos dar opiniões (It was great visiting you = Foi muito bom 
ter te visitado. / It isn’t easy being a teacher = Não é fácil ser professor(a)).
Revisão gramatical II14
A esse respeito, vale apontar que em inglês usa-se o pronome sujeito you, 
indicador da 2ª pessoa do singular, para falar/escrever sobre pessoas em 
geral, seja por aquele que fala/escreve ou por aquele que responde/lê. Nos 
enunciados, por exemplo, "You can’t park here" (Você não pode estacionar 
aqui) e "You can’t smoke in this area", o pronome you inclui todas as pessoas 
na enunciação para dizer que é proibido estacionar (primeiro exemplo) ou 
proibido fumar (segundo exemplo) naquela localidade. Também emprega-se 
o pronome sujeito e objeto they e them (indicador da 3ª pessoa do singular/
plural) quando o tema envolve instituições gerais e organizações governa-
mentais. Por exemplo, em "Ask them for changing your fligh" (Pergunte à 
companhia aérea (a eles da companhia) se você pode mudar de voo) e "They 
are pronouncing a new committee to talk about the environmental laws" (Eles 
estão criando um novo comitê para tratar de leis ambientais), os pronomes 
them/they (eles) têm a finalidade de representar um grupo de pessoas que 
fazem parte de uma empresa/organização (BRITISH COUNCIL, 2021). 
Pode-se dizer que o pronome sujeito e objeto da 3ª pessoa do singular it 
também serve a propósitos pragmáticos semelhantes, embora mais informais. 
Exemplos disso ocorrem quando queremos indicar quem atendeu uma ligação — 
"It is Rafael speaking" (É o Rafael falando) — e quem chegou para nos visitar — "It 
is Nelma who is here" (É a Nelma quem está aqui). É, portanto, fundamental que os 
pronomes sejam colocados nessas posições para exercer tais funções, em virtude 
da obrigatoriedade gramatical da presença do sujeito nas orações em inglês.
A respeito dos pronomes pessoais, há ainda um aspecto importante sobre 
os pronomes objeto. Quando substituímos o substantivo (o nome) pelo pro-
nome objeto direto (sem preposição), precisamos adicionar a preposição to 
ou for antes do pronome que representa o objeto indireto (ou do substantivo 
que funciona sintaticamente como objeto indireto) (SWICK, 2018). A partir do 
enunciado "I gave Mary a magazine" (Eu dei uma revista a Maria), por exemplo, 
se quisermos fazer a substituição do objeto direto magazine (revista) pelo 
pronome objeto it, precisaremos colocar uma preposição antes do nome 
Mary, que é sintaticamente o objeto indireto da oração. Desse modo, ficaria 
assim: "I gave it to Mary" ou "I gave it to her". 
Quanto aos pronomes possessivos, é importante ficar atento a dois as-
pectos. O primeiro é que eles podem vir após a preposição of (o enunciado 
“Lindsey is one of my cousins” pode aparecer assim “Lindsey is a cousin of 
mine” (Lindsey é uma das minhas primas). Em segundo lugar, os pronomes 
possessivos não vêm acompanhados de apóstrofo. No enunciado "Is that 
motorcycle yours?" (Esta/Essa motocicleta é sua?), o yours não tem apóstrofo, 
ou seja, é escrito com o "s" junto ao termo. 
Revisão gramatical II 15
Embora o apóstrofo também indique posse, saiba que ele é um outro re-
curso linguístico e não aparece junto dos pronomes ou adjetivos possessivos. 
Veja o seguinte exemplo: "This is Rafaela’s dog" (Este é o cachorro da Rafaela). 
Nesse enunciado, a posse do animal é marcada pelo uso do apóstrofo no 
nome próprio Rafaela. Observe ainda que é preciso acrescentar o apóstrofo 
(’) e a consoante s (’s) junto da pessoa a qual queremos atribuir a posse: "This 
is Dirac’s garden" (Este é o jardim de Dirac). Lembre-se, porém, que, caso a 
palavra já termine em s, basta acrescenta o apóstrofo para indicar a posse 
depois da consoante s já existente, como em: "Those are the babies’ toys" 
(Aqueles são os brinquedos dos bebês).
Vale ter atenção também quanto ao uso dos pronomes demonstrativos this 
e these ao introduzir pessoas. Observe os seguintes exemplos: "This is John 
and this is Mary" (Estes são João e Maria) e "These are my friends John and 
Mary" (Estes são os meus amigos João e Maria). Na introdução de pessoas, se 
você quiser apontar que ambos são seus amigos e usar, assim, o substantivo 
friends (amigos) que os reúne numa mesma posição simbólica, o pronome 
these deve ser usado (BRITISH COUNCIL, 2021). Caso a introdução seja feita 
individualmente, a gramática exige o uso do pronome this para cada um. 
Quanto aos pronomes reflexivos, cabe também uma dica para quem tem 
dúvidas sobre sua formação. Para formá-los, basta adicionar o sufixo -self 
ou -selves aos pronomes pessoais objeto em inglês (como me => myself, you 
=> yourself, her => herself, him => himself, it => itself, you => yourselves, us => 
ourselves e them => themselves). Observe ainda que, para o uso do reflexivo, é 
preciso identificar se o sujeito do verbo (da oração) é também o mesmo objeto 
(direto) dela. Isso significa que se o objeto for outro, o pronome reflexivo não 
deve ser usado, conforme prescreve a gramática: nos enunciados "My boss 
invited Joe and me to the meeting" e "*My boss invited myself and Joe to the 
meeting", apenas o primeiro está correto, uma vez que eu não me convidei 
para o evento, quem me convidou foi o meu chefe (SIKLOS, 2016).
Embora tenhamos em inglês cinco pronomes interrogativos básicos (who, 
whom, which, what e whose), existem aquelas famosas palavrinhas que come-
çam com w e que nos ajudam a criar perguntas e permitir respostas abertas 
(SIKLOS, 2016): what (What time is it? = Que horas são?), why (Why are you 
angry? = Por que você está irritado?), who (Who is your professor? = Quem é 
seu professor?), how (How are you doing? = Como você está?), which (Which 
luggage is yours? = Qual é a sua mala?), when (When is your final exam? = 
Quando é o seu último teste?), where (Where do you live? = Onde você mora?), 
whom (To whom did you give the fruit? = A quem você deu a fruta?) e whose 
(Whose land is this? = De quem é essa terra?).Revisão gramatical II16
Enquanto os pronomes pessoais sujeito e objeto apontam as pessoas do 
discurso que falam, sobre o que/de que falam e àquelas a quem nos dirigimos, 
os possessivos e demonstrativos constroem noções de pertencimento e de 
referência espaço-temporal no discurso, respectivamente. Os pronomes 
indefinidos, por sua vez, representam as indefinições que trazemos nos nosso 
discursos, enquanto os interrogativos nos ajudam a elaborar questionamentos 
na língua. Já os pronomes reflexivos, que são usados para representar um 
sujeito que é também objeto da ação que realiza, também podem ser usados (e 
o são frequentemente) em enunciados para enfatizar o sujeito ou o objeto de 
diferentes maneiras. Por fim, os pronomes relativos who/whom, usados para 
pessoas, which, para coisas, e that, para pessoas e coisas, unem enunciados, 
tornando-os subordinados e ainda estendendo a elaboração do sentido da 
pessoa/da coisa/do objeto que está sendo tratado.
Referências 
BRITISH COUNCIL. Learn english. Pronouns. British Council, 2021. Disponível em: ht-
tps://learnenglish.britishcouncil.org/grammar/english-grammar-reference/pronouns. 
Acesso em: 26 dez. 2021. 
CUNHA, C.; CINTRA, L. Pronomes. In: CUNHA, C.; CINTRA, L. Nova gramática do português 
contemporâneo. 5. ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2008. p. 289-381.
PRONOME reflexivo. Só Português, 2021. Disponível em: https://www.soportugues.
com.br/secoes/morf/morf45_2.php. Acesso em: 26 dez. 2021.
PRONOUN types and cases. Solaro App, 2009. English 12, Vocabulary and Grammar, 
Grammar. Disponível em: https://app.solaro.com/courses/1817/topics/9330/clus-
ters/41904/lessons/301649. Acesso em: 9 dez. 2021.
SIKLOS, J. et al. English grammar guide: a comprehensive visual reference. USA: DK 
Publishing, Penguim Random House, 2016.
SWICK, Ed. English Grammar for ESL Learners. 3. ed. USA: McGraw-Hill Education, 2018.
VOLÓCHINOV, V. N. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do 
método sociológico na ciência da linguagem. São Paulo: Editora 34, 2017.
Leituras recomendadas
LIMA, M. dos S. Pronominalização em inglês e português por alunos brasileiros: dados trans-
versais e longitudinais. Linguagem & Ensino, v. 2, n. 1, p. 59-71, 1999. Disponível em: https://
periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/rle/article/view/15491. Acesso em: 26 dez. 2021.
MURPHY, R. English grammar in use. German: Ernst Klett Sprachen, 2012.
SOUZA JÚNIOR, M. G.; DANTAS, D. B. O ensino da gramática de língua inglesa com base 
na gramática da língua portuguesa em sala de aula. [S. l.: s. n., 2014?]. Disponível em: 
https://www.editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2014/Modalidade_1datah
ora_09_08_2014_12_24_25_idinscrito_1030_7b1f63ca590d5ff346ed18eb89e7708f.pdf. 
Acesso em: 26 dez. 2021.
Revisão gramatical II 17
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publicação do material. No entanto, a rede é extremamente dinâmica; suas 
páginas estão constantemente mudando de local e conteúdo. Assim, os editores 
declaram não ter qualquer responsabilidade sobre qualidade, precisão ou 
integralidade das informações referidas em tais links.
Revisão gramatical II18
Dica do professor
Neste vídeo, você aprenderá a identificar nos textos os: 
- Pronomes pessoais como sujeito e como objeto da frase. 
- Adjetivos possessivos. 
- Pronomes possessivos. 
- Pronome relativos e demonstrativos.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/f0902f1662470a25846bfa39d2f05b65
Na prática
Veja como Rafael usou suas habilidades em inglês para ensinar o idioma de maneira mais prática.
 
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Dicas de Inglês - Object Pronouns (Me / You / Him / Her / It / 
Us / Them)
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
Adjetivos possessivos em inglês - My, your, his, her...
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.youtube.com/embed/doj-4XqU0R8?rel=0
https://www.youtube.com/embed/nJBgOdEL3x0
Revisão Gramatical III
Apresentação
Nesta Unidade de Aprendizagem, aprenderemos os seguintes tópicos gramaticais: - Verbos 
anômalos. - Tempos verbais. - Comparativo e superlativo de adjetivos. - Voz ativa e passiva. Depois 
desta revisão, estaremos prontos para ler e interpretar muitos textos em inglês! 
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Identificar os tópicos gramaticais abordados.•
Diferenciar o comparativo do superlativo dos adjetivos e utilizá-los corretamente em inglês.•
Reconhecer, primordialmente, a voz passiva, que é muito utilizada em textos técnicos em 
inglês.
•
Infográfico
Neste infográfico, apresenta-se a flexão dos adjetivos para os graus comparativo e superlativo em 
inglês.
Conteúdo do livro
Neste capítulo, você aprenderá sobre aspectos gramaticais da língua inglesa, e conhecerá as 
particularidades acerca de alguns princípios linguísticos do inglês. Boa leitura.
LETRAS - INGLÊS 
Camila Motta Avila 
Revisão gramatical III
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
  Identificar os tópicos gramaticais abordados.
  Diferenciar o comparativo do superlativo dos adjetivos e utilizá-los 
corretamente em inglês.
  Reconhecer, primordialmente, a voz passiva, que é muito utilizada em 
textos técnicos em inglês.
Introdução
Neste capítulo, você estudará sobre alguns aspectos gramaticais da 
língua inglesa, bem como conhecerá as particularidades acerca de alguns 
princípios linguísticos do inglês. Além disso, revisará informações sobre 
os verbos anômalos, os tempos verbais, a construção do comparativo 
e do superlativo e as vozes ativa e passiva dos verbos, ferramentas de 
compreensão textual em inglês que auxiliam a leitura de diferentes gê-
neros textuais.
1 Reconhecendo o verbo e suas apresentações
Identifi car as diferentes formas verbais e as apresentações que as palavras 
podem assumir em língua inglesa é primordial para o acesso à informação 
e ao conhecimento, em virtude da abundância de informações e materiais 
disponíveis em inglês para estudo, atualização, lazer e entretenimento. Ao 
reconhecer as principais formações verbais e a constituição lexical em inglês, 
as possibilidades de se experienciar diferentes realidades se expandem, já 
que há uma grande oferta de diversas fontes culturais e intelectuais nessa 
língua. A maioria dos sujeitos contemporâneos pode se deparar com textos 
em língua inglesa mais de uma vez ao dia durante a sua rotina, como, por 
exemplo, ao acessar as redes sociais, ao utilizar algum dispositivo eletrônico, 
ao interagir com aplicativos de celular, entre outras possibilidades. Dessa 
forma, este capítulo pretende auxiliar o leitor a identifi car e reconhecer 
determinadas características verbais e lexicais da língua inglesa. 
Verbos anômalos 
Ao se familiarizarem com as estruturas básicas da língua inglesa, os aprendi-
zes precisam encontrar uma forma de sistematizar o seu novo conhecimento 
sobre a língua. Essa sistematização se constrói por meio do reconhecimento 
de padrões e do funcionamento de categorias específi cas de cada sistema 
linguístico. Portanto, para além de reconhecer o signifi cado das palavras e 
das possíveis combinações entre elas, um falante de uma língua estrangeira 
deve atentar aos padrões intrínsecos a cada categoria, de modo que entender 
a classifi cação própria dos verbos é de extrema importância. 
Caracterizar os tipos de verbo em língua inglesa instrumentaliza o aprendiz a trabalhar o uso 
da língua de forma autônoma e significativa. Já identificar os padrões verbais possibilita ao 
falante usar o vocabulário e entender o sistema linguísticoe seu funcionamento, habilidade 
esta que caracteriza um usuário, de fato, proficiente e experiente na língua que estuda. 
Para entender o que são e como funcionam os verbos anômalos, primeira-
mente, faz-se necessário distinguir os finite dos non-finite verbs. A categoria 
dos non-finite verbs compreende os verbos no infinitivo (present e perfect, 
com ou sem a partícula to), o particípio presente ou passado e o gerúndio, ou 
substantivo verbal. Já a categoria dos finite verbs compreende os verbos que 
não são non-finite, ou seja, é uma forma verbal que tem um sujeito (explícito 
ou implícito) e que pode funcionar como núcleo de uma oração independente 
(i.e., pode operar como uma frase independente). Os finite verbs se diferenciam 
dos non-finite verbs, que operam em um grau hierárquico menor na estrutura 
sintática do sistema linguístico da língua inglesa.
A seguir, são apresentados exemplos de finite verbs, em negrito, e non-finite 
verbs, sublinhados (VAN GELDEREN, 2010):
This sentence is illustrating finite and non-finite verbs. 
Esta frase está exemplificando verbos finitos e não finitos.
Revisão gramatical III2
The dog will have to be trained well. 
O cachorro deverá ter que ser bem treinado.
Tom promised to try to do the work. 
Tom prometeu tentar fazer o trabalho.
Considerando os verbos to be, tem-se, como formas non-finite desse verbo: 
(to) be, (to) have been, being, been | (to) see, (to) have seen, seing, seen. Já como 
formas finite dos mesmos verbos, tem-se: am, is, are, was, were | see, sees, saw.
Quando os finite verbs são utilizados com to, eles são chamados de to infi-
nitive. Já quando são utilizados sem o to, eles são chamados de bare infinitive. 
Exemplos de to infinitive são: to dream (sonhar), to have (ter), to sleep (dormir). 
Observe que, embora em português haja três terminações verbais para indicar 
o infinitivo (-ar, er, ir), em inglês, essa forma verbal é indicada pelo to em 
frente aos verbos sem conjugação. Exemplos de bare infinitive, por sua vez, 
podem ser encontrados nos modal verbs, como can, should, may, entre outros.
O Quadro 1, a seguir, apresentada os finite e os non-finite verbs. 
Fonte: Adaptado de Hornby (1975).
Non-finite verbs Finite verbs
Infinitive Present participle Past participle Present tense Past tense
Be Being Been Am, is, are Was, were
Have Having Had Have, has Had
Do Doing Done Do, does Did
Shall Should
Will Would
Can Could
May Might
Must
Ought
Need
Dare Used (to)
Quadro 1. Finite e non-finite verbs
3Revisão gramatical III
Os verbos que não apresentam uma conjugação regular são chamados de verbos 
anômalos. Anômalo (do latim anomalus, -a, -um, e do grego anômalos, -on) denota 
algo irregular, fora das regras de formações gerais, assimétrico. Portanto, os verbos 
anômalos não apresentam formação em diferentes conjugações de maneira regular, 
respeitando, assim, princípios diferentes daqueles dos verbos regulares. 
O termo anômalo é aplicado para as 24 formas dos finite verbs do Quadro 1. 
A característica mais evidente dos finite verbs (e, aqui, anômalos) é que eles 
podem ser unidos para se contrair com o not para construir a forma negativa 
(isn’t, weren’t, haven’t, don’t, didn’t, can’t, shouldn’t, oughtn’t). O termo anômalo 
é restrito aos finite verbs que podem ser combinados com not. Assim, o verbo 
have pode ser considerado anômalo quando é auxiliar, como em I haven’t done 
that (Eu não fiz isso), mas não quando é o verbo principal, como em I have lunch 
everyday (Eu almoço todos os dias). No exemplo em que have opera como verbo 
principal, ele funciona como um ordinary verb. 
É importante não confundir os verbos anômalos com o conceito de verbos modais 
ou verbos auxiliares. Embora essas concepções possam se interseccionar, cada uma 
delas se define de forma individual.
Os verbos em forma anômala podem funcionar como verbos de ligação. 
Nos exemplos a seguir, os finite verb forms de be e de have são anômalos e 
verbos de ligação, porém não são auxiliares (HORNBY, 1975).
She is a teacher.
Ela é professora.
The men are busy.
Os homens são/estão ocupados.
Revisão gramatical III4
Have you any money?
Você tem algum dinheiro?
Jane has two brothers.
Jane tem dois irmãos.
They had a good holiday.
Eles tiveram um bom feriado/boas férias.
Os verbos anômalos podem ter várias funções e são separados em duas 
grandes categorias: palavras estruturais e verbos modais. Eles funcionam, 
primeiramente, como palavras estruturais de grande importância discursiva. 
Quando utilizadas para evitar repetição, as formas anômalas podem ser en-
contradas, por exemplo, nas tag questions. Também como palavras estruturais, 
os verbos anômalos podem ser aplicados em inversões sintáticas, como em 
Little did they know, referente a They little knew that (Mal sabiam eles/Mal 
eles sabiam). Hornby (1975) menciona, inclusive, que algumas classes espe-
cíficas de advérbios podem ter a sua posição definida em frases de acordo 
com a ocorrência de verbos anômalos nessas estruturas. Um exemplo disso 
é a posição intermediária de advérbios que precedem verbos anômalos não 
finitos e são seguidos de anômalos finitos (a menos que estes sejam acentu-
ados — stressed). A disposição dos advérbios pode mudar de acordo com o 
tipo de verbo anômalo em questão. 
Com verbos anômalos não finitos (HORNBY, 1975):
We generally/usually go to school by bus. 
Nós geralmente vamos à escola de ônibus.
The sun always rises in the east. 
O sol sempre nasce ao leste.
Com verbos anômalos finitos (HORNBY, 1975):
You should always try to be punctual.
Você deveria sempre tentar ser pontual.
We shall soon be there.
Devemos estar logo por aí.
5Revisão gramatical III
Com um verbo anômalo finite acentuado (tônico; HORNBY, 1975):
We’ve never refused to help. 
Nunca nos negamos a ajudar.
We never have refused to help.
Além disso, os verbos anômalos são aplicados para formar modos verbais 
que não existem originalmente flexionados em língua inglesa. Quando fun-
cionam dessa forma, são chamados de verbos modais (modal é o adjetivo 
referente a mode ou mood em língua inglesa, referente a “modo”). Alguns 
exemplos de verbos modais são:
Condicional:
I might call her, if I feel like doing it later.
Eu devo ligar para ela, se eu sentir vontade de fazer isso 
mais tarde.
Subjuntivo:
If she were smarter, she wouldn’t do that. 
Se ela fosse mais esperta, não teria feito isso.
Tempos verbais
Existem 12 combinações verbais em língua inglesa ao total, considerando-
-se tempo, aspecto e forma verbal. Antes de se fazer uma listagem a fi m de 
apresentar seus usos, estruturas e exemplos, faz-se necessário diferenciar os 
conceitos de tempo e aspecto verbais (tense and aspect), geralmente confun-
didos ou tomados como conceitos sinônimos. 
Entende-se por aspecto verbal a noção de duração da ação expressa pelo 
verbo. Existem dois aspectos verbais em língua inglesa: o progressivo ou contí-
nuo (progressive ou continuous) e o perfeito (perfect). O aspecto progressivo 
expressa ações continuadas, que pressupõem uma atividade incessante, repetida 
com determinada regularidade e sem interrupção. O aspecto perfeito, por 
usa vez, é responsável por expressar a ligação entre dois tempos verbais. Essa 
ligação pode se dar por meio de uma ação que tenha ocorrido no passado e 
que tenha continuidade até o tempo presente (unindo passado e presente), ou 
por meio de uma ação do presente que tenha afeitos previstos para o futuro 
(unindo presente e futuro). O aspecto contínuo é marcado pela partícula –ing, 
Revisão gramatical III6
unida aos verbos principais das orações, ao passo que o aspecto perfeito conta 
com o verbo auxiliar have/has ou had, acrescido de um verbo no particípio. É 
o aspecto verbal que permite aos usuários do inglês compreenderem os eventos 
da língua e expressá-los de acordo com a sua percepção. 
O tempo verbal, por sua vez, determina um ponto específico no tempo ou um 
período determinado de tempo (CELCE-MURCIA; LARSEN-FREEMAN, 1999; 
MURPHY, 2004).Em termos estritos, existem dois tempos verbais morfologica-
mente expressos nos verbos em inglês: passado e presente. Isso porque, embora 
haja a ideia de futuro, que vem a ser expressa por verbos auxiliares (p. ex., o caso 
do will), esse tempo verbal não é formalmente evidente nas desinências verbais 
de tempo. Seguindo essa ideia, Lewis (1986) define o tempo verbal como uma 
mudança morfológica expressa na forma do verbo. Assim, uma forma verbal que é 
expressa através de um verbo auxiliar não se configuraria como um tempo verbal. 
Para melhor compreensão de passado e presente como tempos verbais em 
língua inglesa, é interessante relacionar esses tempos em termos de percepção 
com relação à noção de distância — remoto e próximo. Dessa forma, deve-se 
considerar três características importantes: tempo, realidade e registro. O tempo 
refere-se ao momento em que uma determinada ação foi performada. Já a realidade 
considera alguma relação entre o que está expresso por uma determinada oração 
através de um verbo e o real referente a tal fato. Por fim, o registro diz respeito a 
alguma adequação discursiva situacional expressa pelo falante através do verbo.
A Figura 1, a seguir, apresenta um esquema com exemplos sobre as noções 
acerca de tempo, realidade e registro.
Figura 1. Esquema sobre características das ações que elucidam os tempos 
verbais em língua inglesa (passado e presente).
Fonte: Pizzichinni (2017, documento on-line).
7Revisão gramatical III
Já que uma primeira apresentação sobre os conceitos de tense e aspect 
foi desenvolvida, parte-se, agora, para as possíveis combinações verbais, que 
resultam em 12 formas para expressar as ações em língua inglesa. Conforme 
Yule (1998), as formas verbais em inglês são: simple present, present progres-
sive, simple past, past progressive, simple future, future progressive, present 
perfect, present perfect progressive, past perfect, past perfect progressive, 
future perfect e future perfect progressive.
O Quadro 2, a seguir, apresenta as formas verbais em questão, acompa-
nhadas de exemplos.
Fonte: Adaptado de Yule (1998).
Forma verbal Exemplo Estrutura 
Simple present I love your Mercedes. Suj + verbo (+s, se for he, she, it) 
+ obj
Present progressive You are standing too close to it. Suj + to be + verbo + ing + obj
Simple past I wanted a car just like it. Suj + verbo + -ed (ou verbo 
irregular) + obj
Past progressive You were aiming too high. Suj + to be no passado + verbo 
+ ing + obj
Simple future I will work for it. Suj + will + verbo + obj
Future progressive You will be working forever. Suj + will be + verbo + ing + obj
Present perfect I have worked hard before. Suj + have/has + verbo no 
particípio + obj
Present perfect 
progressive
You have been working. Suj + have/has been + verbo + 
ing
Past perfect I had saved my money. Suj + had + verbo no passado 
+ obj
Past perfect 
progressive
You had been saving pennies. Suj + had been + verbo + ing 
+ obj
Future perfect I will have saved enough. Suj + will have + obj
Future perfect 
progressive
You will have been saving in 
vain.
Suj + will have been + obj
Quadro 2. Formas verbais em língua inglesa com suas respectivas estruturas
Revisão gramatical III8
2 Modificações do adjetivo: casos comparativo 
e superlativo
Em língua inglesa, a classe de palavras que compreende os adjetivos não varia 
em gênero (feminino e masculino) e número (singular e plural). Por esse motivo, 
o adjetivo beautiful pode signifi car tanto “bonito” quanto “bonita”, “bonitos” 
ou “bonitas”. Desse modo, o contexto discursivo e o substantivo relacionado 
serão os responsáveis por determinar de que forma os adjetivos caracterizam 
as palavras que venham a acompanhar. Em contrapartida, há a possibilidade 
de se adaptar os adjetivos em duas formas: em comparações e em expressões 
de realidades extremas. A seguir, é descrito como os casos comparativo e 
superlativo se constroem e como funcionam em inglês.
A formação do comparativo em inglês se dá através do sufixo -er, adi-
cionado após os adjetivos de até duas sílabas, ou através da palavra more 
previamente aos adjetivos que apresentem mais de duas sílabas. Em ambos 
os casos, a palavra than deve ser inserida logo após o adjetivo, para que a 
formação do caso comparativo se dê de forma completa, seguida do objeto 
de comparação em questão. 
Já a formação do superlativo em inglês ocorre através do sufixo -est, 
adicionado após os adjetivos de até duas sílabas, ou através da palavra “most” 
previamente aos adjetivos que apresentem mais de duas sílabas. Em geral, 
o artigo the também é utilizado no superlativo previamente aos adjetivos 
modificados.
A seguir, são apresentadas algumas regras que são igualmente válidas 
para os sufixos -er e -est:
a) São adicionados em adjetivos de até duas sílabas:
Tall → taller than | the tallest
b) Quando adicionados a adjetivos que terminem em molde silábico CVC, 
exigem a duplicação da última consoante para serem inseridos à palavra:
Big → bigger than | the biggest
c) Quando adicionados a adjetivos que terminem em E, devem ter o seu 
e eliminado:
Simple → simpler than | the simplest
d) Quando adicionados a adjetivos que terminem em Y, precedidos de 
consoante, exigem a troca do Y pelo I para serem acoplados às palavras.
Happy → happier than | the happiest
9Revisão gramatical III
Adjetivos de três ou mais sílabas
Os adjetivos com mais de duas sílabas não comportam sufi xos como -er ou 
-est. Por isso, ao se formar o comparativo e o superlativo em língua inglesa, 
é preciso utilizar as palavras more e most para estabelecer esses modos com 
os adjetivos. Confi ra, a seguir, alguns exemplos:
  Comfortable (pode ter 3 ou 4 sílabas, a depender da variante linguística 
— /ˈkʌmf·tə·bl/ ou / ˈkʌm·fər·t̬ ə·bəl/):
 ■ Sitting on the sofa is more comfortable than sitting on a wooden 
chair. (Comparativo) 
 ■ Sentar-se no sofá é mais confortável do que se sentar em uma cadeira 
de madeira.
 ■ I think my bed is the most comfortable place in the world. (Superlativo)
 ■ Eu acho que a minha cama é o lugar mais confortável do mundo.
  Important (tem 3 sílabas — /ɪmˈpɔr·tənt/):
 ■ Trying to solve the problem is more important than whining about 
it. (Comparativo) 
 ■ Tentar resolver o problema é mais importante do que reclamar sobre 
ele.
 ■ Being happy is the most important goal in life. (Superlativo) 
 ■ Ser feliz é o objetivo mais importante na vida.
  Expensive (tem 3 sílabas — /ɪk s̍pen·sɪv/):
 ■ Travelling to far places is more expensive than travelling to places 
close to you. (Comparativo)
 ■ Viajar para lugares distantes é mais caro do que viajar para lugares 
próximos de você.
 ■ One of the most expensive things in the world is a diamond rock. 
(Superlativo) 
 ■ Uma das coisas mais caras no mundo é uma pedra de diamante.
Adjetivos irregulares
Alguns adjetivos não se encaixam nas regras apresentadas e, por esse motivo, 
são considerados adjetivos irregulares para a formação de comparativo e 
superlativo em língua inglesa. Esses adjetivos são: good, bad, little, much, 
many e far. O Quadro 3, a seguir, apresenta os comparativos e superlativos 
desses adjetivos, seguidos de um exemplo para cada um deles.
Revisão gramatical III10
Fonte: Adaptado de Yule (1998).
Adjetivo Comparativo Superlativo
Good Better
She is better than me.
Best
She is the best in math.
Bad Worse
Losing your key is worse 
than get wet in the rain.
Worst
That was the worst food 
I’ve ever tasted.
Little Less
I am less tall than him.
Least
This is the least interesting topic ever.
Much and many More
A Ferrari is more expensive 
than a Beatle.
Most
Gold is the most expensive 
metal in the world.
Far Further
For further information, 
please, contact us.
Farthest
Travelling to another continent was 
the farthest territory I reached.
Quadro 3. Adjetivos irregulares nos casos comparativo e superlativo
3 Sujeito verbal ou ação desenvolvida: 
usos e motivações linguísticas da voz passiva
A voz passiva é uma organizaçãosintática que dá conta de estruturar, em 
termos hierárquicos, o sujeito e o objeto em uma oração. É hierárquica, pois, 
através dela, é defi nida a ordem linear na qual tais elementos são apresentados. 
A ordem sintática canônica em língua inglesa (assim como no português) 
é S-V-O (sujeito, verbo e objeto). Essa ordem, apesar de canônica, não é o 
único arranjo sintático possível na língua. Para além de inversões sintáticas 
estilísticas, há a voz passiva, uma construção sintática na qual um objeto 
direto é deslocado para a função de sujeito. Essa construção recebe este nome 
devido à função do verbo, que, ao ter sujeito e objeto deslocados, sofre uma 
modifi cação: passa a ter atribuição passiva. Confi ra, a seguir, como se dá a 
estrutura da voz passiva em língua inglesa:
Sujeito da passiva + verbo auxiliar (ser, estar, ficar, entre 
outros) + verbo principal da ação conjugado no particípio + 
agente da passiva
11Revisão gramatical III
A voz passiva é bastante utilizada em linguagem formal, jornalística e 
acadêmica. Isso se dá pelo fato de, nessas situações, a ação performada per se 
ser hierarquicamente mais relevante do que o sujeito que a operou. Além disso, 
os profissionais dessas áreas têm como responsabilidade reportar os fatos da 
forma mais impessoal e imparcial ou não enviesada possível. Um exemplo de 
voz passiva no discurso jornalístico pode ser conferido na Figura 2. O mais 
importante, na notícia em questão, é o número de cidadãos que podem vir a 
ser infectados, e não quem os pode infectar, em si. Além disso, sendo o agente 
infeccioso mundialmente conhecido e divulgado de forma incessantemente 
massiva no momento histórico em que se encontra a reportagem, ele pôde, 
inclusive, ser omitido — funcionamento comum no agente da passiva.
Figura 2. Excerto da página da BBC News, no caderno de notícias internacionais. 
Vê-se, na manchete, um exemplo de construção sintática em voz passiva.
Fonte: Adaptada de BBC News (2020).
Revisão gramatical III12
A voz passiva é construída da seguinte forma: desloca-se o objeto direto 
para a posição de sujeito da oração e transforma-se o sujeito da voz ativa em 
agente da passiva. Assim, em uma oração como Coronavirus could infect 
millions of Americans, tem-se, em sua forma passiva, Millions of Americans 
could be infected [by coronavirus]. O agente da passiva pode ser omitido em 
algumas situações, caso a sua explicitude na oração seja dispensável. Nessa 
oração, destacam-se os seguintes constituintes:
O Quadro 4, a seguir, apresenta todas as formas conjugadas para a formação 
da voz passiva em língua inglesa.
Tempo verbal Voz ativa Voz passiva
Present simple do/does is done
Past simple did was done
Present continuous am/is/are doing am/is/are being done
Past continuous was/were doing was/were being done
Present perfect have/has done have/has been done
Past perfect had done had been done
Modal verbs can do can be done
Future (will) will do will be done
Future (going to) am/is/are going to do am/is/are going to be done
Conditional would do would be done
Quadro 4. Formação da voz passiva em inglês de acordo com os modos e formas verbais
13Revisão gramatical III
Após revisar formas, aspectos e tempos verbais, além de distinguir os 
casos comparativos e superlativos, é possível compreender o funcionamento 
e os usos da voz passiva em língua inglesa. Toda essa revisão instrumen-
taliza o conhecimento para fins acadêmicos e para a formação intelectual 
em geral. Lembre-se de que é necessário estar atento à aplicação e aos 
usos das estruturas revisadas neste capítulo, principalmente em artigos 
científicos, textos jornalísticos, na linguagem empregada em telejornais e 
na interação entre pessoas. Além disso, deve-se sempre buscar informações 
e fontes diversas para complementar os estudos, já que as possibilidades de 
combinação de palavras e estruturas para a formação de novas unidades de 
sentido são infinitas.
BBC NEWS. Coronavirus: 'millions' of Americans could be infected, expert warns. BBC 
News, [s. l.], 29 March 2020. Disponível em: https://www.bbc.com/news/world-us-
-canada-52086378. Acesso em: 15 jul. 2020.
CELCE-MURCIA, M.; LARSEN-FREEMAN, D. The grammar book: an ESL/EFL teacher’s 
course. Boston: Heinle & Heinle, 1999.
HORNBY, A. S. Guide to patterns and usage in English (ELT). 2nd ed. Oxford: Oxford Uni-
versity, 1975.
LEWIS, M. The English verb: an exploration of structure and meaning. Boston: Heinle 
& Heinle, 1986.
MURPHY, R. English grammar in use. 3rd ed. Cambridge: Cambridge University, 2004.
PIZZICHINNI, L. Tense vs aspect. [2017]. Disponível em: https://news.collinselt.com/
tense-vs-aspect/. Acesso em: 15 jul. 2020.
VAN GELDEREN, E. An introduction to the grammar of English: revised edition. Amsterdam: 
John Benjamins, 2010.
YULE, G. Explaining English Grammar. Oxford: Oxford University Press, 1998.
Revisão gramatical III14
Os links para sites da web fornecidos neste capítulo foram todos testados, e seu fun-
cionamento foi comprovado no momento da publicação do material. No entanto, a 
rede é extremamente dinâmica; suas páginas estão constantemente mudando de 
local e conteúdo. Assim, os editores declaram não ter qualquer responsabilidade 
sobre qualidade, precisão ou integralidade das informações referidas em tais links.
15Revisão gramatical III
Dica do professor
Neste vídeo, são apresentados os seguintes itens gramaticais: 
- Verbos anômalos. 
- Tempos verbais. 
- Comparativo e superlativo de adjetivos. 
- Voz ativa e passiva. 
Esses tópicos gramaticais são muito utilizados em textos técnicos e, por isso, merecem a nossa 
atenção.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
 
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/912a46027763871ca01b38fc735d2402
Na prática
Observe como Jenifer utilizou seus conhecimentos de Inglês Instrumental para redigir 
corretamente o "abstract" de seu artigo científico.
 
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/bbeb06f8-7a9f-42bd-a050-4364d9145750/d5b945ba-957d-4c62-9f91-03700e6a2d19.png
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Comparativos e superlativos em inglês
No vídeo a seguir veja os exemplos e como aprender comparativos e superlativos em inglês
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
Active and passive voice
Veja no site a seguir a explicação de voz ativa e passiva, com exemplos.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
Divergências entre a construção passiva no português brasileiro 
e no inglês: evidências de corpus oral
veja no artigo a seguir sobre as diferenças da construção da voz passiva no português e no inglês:
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.youtube.com/embed/tbKWfJBzoGU
https://www.bbc.co.uk/learningenglish/course/intermediate/unit-12/tab/grammar
http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/P.2358-3428.2016v20n38p262/10103
Técnica de Scanning
Apresentação
Nesta Unidade de Aprendizagem, trabalharemos com a técnica chamada Scanning. É uma 
estratégia de leitura rápida e superficial que o leitor faz com o objetivo de encontrar informações 
específicas em um texto. 
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Definir a informação que precisa ser encontrada no texto.•
Observar o texto, rapidamente, até encontrar a informação que se procura.•
Identificar as palavras ou expressões-chave, além das marcas tipográficas relacionadas ao seu 
propósito.
•
Infográfico
Em que consiste a técnica de scanning? Como e para que é usada? Observe este infográfico, 
pratique esta técnica e tenha muito mais facilidadepara identificar informações específicas 
presentes em um texto. 
Conteúdo do livro
Com a leitura de trecho do livro Inglês: práticas de leitura e escrita, de Rafaela Fetzner Drey, Isabel 
Cristina Tedesco Selistre e Tânia Aiub, você obterá mais informações sobre as técnicas de Scanning 
e poderá praticá-las ao ler textos em inglês.
O domínio da língua inglesa é 
essencial para uma carreira de 
sucesso em qualquer área. O objetivo 
deste livro é suprir, com eficiência, 
a necessidade de construção de 
conhecimentos relacionados à 
produção textual em língua inglesa 
exigida dos alunos da área técnica.
Inglês: práticas de leitura e escrita 
oferece atividades que constroem 
uma interface entre os gêneros 
textuais acadêmicos tradicionais 
e aqueles recorrentes nas áreas 
técnicas, como textos de e-mail, 
resumos de artigos científicos 
(abstracts) e descrições de produtos.
Com a chancela do Instituto Federal de 
Educação, Ciência e Tecnologia do Rio 
Grande do Sul (IFRS), este lançamento 
da série Tekne é um instrumento 
pedagógico indispensável para alunos 
e professores de cursos técnicos 
previstos pelo Ministério da Educação 
no Programa Nacional de Acesso ao 
Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
INGLÊS 
 PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA
LÍNGUA INGLESA
www.grupoa.com.br/tekne 
RAFAELA FETZNER DREY 
ISABEL CRISTINA TEDESCO SELISTRE 
 TÂNIA AIUB
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 ISABEL CRISTINA TEDESCO SELISTRE 
TÂNIA AIUB
PRÁTIC
AS DE 
LEIT
URA E 
ESCRITA
INGLÊS
DREY SELISTRE AIUB
Visite o ambiente virtual 
de aprendizagem Tekne 
em www.grupoa.com.br/
tekne para ter acesso 
a atividades complementares.
PRÁTICAS DE
LEITURA E ESCRITA
INGLÊS
Catalogação na publicação: Poliana Sanchez de Araujo – CRB 10/2094
D778i Drey, Rafaela Fetzner.
 Inglês : práticas de leitura e escrita [recurso eletrônico] / 
 Rafaela Fetzner Drey, Isabel Cristina Tedesco Selistre, Tânia 
 Aiub. – Porto Alegre : Penso, 2015.
 Editado como livro impresso em 2015.
 ISBN 978-85-8429-031-4
 1. Inglês - Leitura. 2. Inglês – Escrita. I. Selistre, Isabel 
 Cristina Tedesco. II. Aiub, Tânia. III. Título. 
CDU 811.111
Aiub_Fetzner_Iniciais_eletronica.indd iiAiub_Fetzner_Iniciais_eletronica.indd ii 09/03/15 08:2309/03/15 08:23
10
Scanning
Scanning refere-se ao tipo de leitura rápida e superficial que o leitor faz com o 
objetivo de encontrar informações específicas em um texto.
Para realizar a estratégia de scanning, é preciso:
�s Definir a informação que você precisa encontrar no texto, como um número 
de telefone em uma lista, uma data de nascimento ou óbito em uma biografia, 
o preço de um produto em um catálogo, o nome do autor de alguma obra em 
um artigo informativo, a definição de algum termo, etc.
�s Passar os olhos rapidamente sobre o texto até encontrar o que está buscando, 
observando as palavras ou expressões-chave e as marcas tipográficas re-
lacionadas ao seu propósito.
Apresentamos, a seguir, uma situação de utilização da estratégia scanning.
 KEY TERM
Scanning é um tipo de 
leitura rápida e superficial 
com o objetivo de 
encontrar informações 
específicas em um texto.
 EXAMPLE
Para descobrir em que ano Samuel Morse transmitiu a primeira mensagem 
por telégrafo, no texto abaixo, você:
 1. Passa os olhos rapidamente pelo texto até localizar o nome Samuel Morse.
 2. Procura a indicação de ano mais aproximada ao nome encontrado.
 3. Confirma sua resposta, verificando se a palavra-chave telegraph encon-
tra-se próxima às informações anteriores (nome e ano).
The foundation of mobility of information was laid by Joseph Henry, (1797-
1878), who invented the electric motor and techniques for distant commu-
nication. In 1831, Henry demonstrated the potential of using an electromag-
netic phenomenon of electricity for long distance communication. He sent 
electric current over one mile of wire to activate an electromagnet, which 
caused a bell to ring. Later, Samuel F, B, Morse used this property of electricity 
to invent the telegraph. Morse transmitted his famous message “What hath 
God wrought?” from Washington to Baltimore over 40 miles in 1844. Then, on 
March 10, 1876, in Boston, Massachussetts, Alexander Graham Bell laid the 
foundation of telephone by making the first voice call over wire – “Mr. Watson, 
come here, I want to see you”.
Fonte: Talukder, Ahmed e Yavagal (2010, p. 1).
Nome.
Palavra-chave.
Ano mais próximo do 
nome.
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tr
at
eg
ie
s
É sábado. Você está no Harlem, rua 109, e tem que encontrar um amigo em Mid-
town, rua 42, às 10h. Como descobrir o horário do seu ônibus?
 1. Passe os olhos rapidamente pelo quadro de horários até encontrar a palavra 
SATURDAY.
 2. Busque a coluna em que aparece o endereço Midtown 42 St.
 3. Verifique o horário de chegada do ônibus nesse endereço próximo às 10h.
 4. Cruze essa linha de informação com o seu endereço – Harlem 109 St.
Resposta: você terá que pegar o ônibus às 9h28.
 IMPORTANT
Exemplos de marcas 
tipográficas:
 • Números: 1984, 8%, 
500,00, $ 100, etc.
 • Cores e fontes 
diferenciadas.
 • Letras maiúsculas.
 • Tipos especiais 
para ênfase: 
negrito, itálico, etc.
 • Símbolos: =, $, &, ‘’, 
“ ”, :, %, etc.
 • Figuras e tabelas.
IMPORTANT
Aiub_Fetzner_01.indd 11Aiub_Fetzner_01.indd 11 10/02/15 08:5910/02/15 08:59
Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para 
esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual 
da Instituição, você encontra a obra na íntegra.
 
Dica do professor
Dicas para se fazer uma boa leitura de textos em inglês: 
1. Identifique as ideias específicas do texto. 
2. Leia o texto buscando informações específicas apresentadas por meio de gráficos, números, 
tabelas, mapas, letras em negrito ou itálico e assim por diante. 
3. Utilize a técnica de scanning, quando precisar encontrar informações bem específicas no texto, 
tais como: datas, locais, nome de pessoas, porcentagens etc.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/3d243f7b4d04524ebfe60a6286711780
Na prática
Luciana sempre teve dificuldade de ser prática e objetiva. Ao viajar, sozinha, para Nova Iorque, ela 
teve muita dificuldade em comunicar-se em restaurantes, bares e estações de trens. Precisava 
aprender a ser mais objetiva ao lidar com as informações. 
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Técnica de Skimming
Apresentação
Nesta Unidade de Aprendizagem, trabalharemos com a técnica chamada Skimming. Esta técnica é 
uma estratégia de leitura rápida, muito utilizada para identificar o tema, a ideia principal e os 
tópicos de um texto. Ela também serve para o leitor definir se o texto é, de fato, de seu interesse e 
se deve ou não ser lido na íntegra.
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Selecionar estratégias apropriadas para a leitura de textos de diversos gêneros.•
Identificar o tema geral de um texto.•
Utilizar estratégias efetivas para lidar com o vocabulário geral de um texto.•
Infográfico
Neste infográfico, apresentam-se algumas dicas para que o leitor identifique, com mais facilidade, o 
tema, a ideia principal e os tópicos de um texto. 
Conteúdo do livro
Para saber mais sobre a técnica de Skimming, leia o capítulo Técnica de Skimming da obra 
Fundamentos de Inglês.
Revisão técnica:
Rafael Lamonatto dos Santos 
Bacharel em Letras - Habilitação Tradutor (Português-Inglês) 
Mestre em Estudos da Linguagem
Monica Stefani
Bacharel em Letras - Habilitação português/inglês 
Mestre em Letras - Literaturas de língua 
inglesa/Literatura Australiana 
Doutora em Letras - Literaturas de língua 
inglesa/Estudos de Tradução 
Catalogaçãona publicação: Karin Lorien Menoncin - CRB -10/2147
S586i Silva, Dayse Cristina Ferreira da.
Fundamentos de inglês / Dayse Cristina Ferreira da Silva, 
Liana Paraguassu, Julice Daijo; [revisão técnica: Rafael 
Lamonatto dos Santos, Monica Stefani]. – Porto Alegre:
SAGAH, 2018.
310 p. : il. ; 22,5 cm
ISBN 978-85-9502-412-0
1. Língua inglesa. I. Paraguassu, Liana. II. Daijo, Julice.
III.Título.
CDU 811.111’36
Livro_Fundamentos_de_Ingles.indb 2 03/05/2018 10:20:41
Técnica de skimming
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
  Selecionar estratégias apropriadas para a leitura de textos de diversos 
gêneros.
  Identificar o tema geral de um texto.
  Utilizar estratégias efetivas para lidar com o vocabulário geral de um 
texto.
Introdução
Neste capítulo, vamos estudar a técnica chamada skimming. Esta técnica 
é uma estratégia de leitura rápida, muito utilizada para identificar o tema, 
a ideia principal e os tópicos de um texto. Ela também serve para o leitor 
definir se o texto é, de fato, de seu interesse e se deve, ou não, ser lido 
na íntegra. 
As estratégias de leitura
As técnicas de leitura são estratégias que um leitor utiliza para ler melhor. 
Alguns estudiosos da área, a partir de suas pesquisas, estabeleceram algumas 
estratégias para ajudar um leitor iniciante a ser um leitor experiente. Skim é um 
verbo da língua inglesa que tem alguns signifi cados, dependendo do seu uso; 
um deles é ler algo rapidamente para encontrar alguma informação necessária. 
Em inglês, podemos dizer a seguinte frase: Josh skimmed through the list to 
fi nd his name (em português, “Josh percorreu rapidamente a lista com os olhos 
para ver se encontrava seu nome”). A frase equivalente em português é mais 
comprida, podendo ainda ser dita de outra forma, como, por exemplo, “Josh 
leu rapidamente a lista para ver se encontrava seu nome.” O verbo skim, apesar 
de ter outros signifi cados, é usado aqui com a ideia de “ler rapidamente” ou 
“percorrer (um texto) com os olhos rapidamente”. Skim se transformou em 
uma técnica, skimming, termo que também é usado no Brasil.
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Essa técnica ajuda o leitor a identificar rapidamente a informação que ele 
está procurando sem ter que ler um texto palavra por palavra. Nós praticamos 
skimming todos os dias ao lermos jornais, revistas, notícias na internet, ou até 
mesmo em alguns livros, quando estamos procurando um título específico para 
realizar alguma pesquisa. Ao selecionar o livro, passamos os olhos sobre as 
suas palavras, como o título, o sumário, alguns capítulos, e a leitura é rápida, 
de verificação, feita para obter alguma informação mais precisa. Não é comum 
ler um livro inteiro para ter certeza de que esse livro não é o que se procurava; 
logo, a técnica de skimming ajuda a conseguir a informação necessária mais 
rapidamente.
Quando precisamos ou queremos ler, seja para pesquisar, entreter, informar 
ou estudar, utilizamos técnicas para direcionar nossa leitura. A leitura de um 
romance é diferente da leitura de um artigo sobre animais e, por isso, exige do 
leitor um olhar diferente para cada tipo de texto. Um jornal, por exemplo, serve 
para informar. Sua leitura não precisa ser memorizada ou aprendida; ao ler esse 
tipo de texto, um texto jornalístico, buscamos informação sobre algum tópico 
específico: política, economia, educação, esporte, etc. Também encontramos 
informação sobre grandes títulos de livros, os lançamentos e as críticas. Logo, 
um jornal, por trazer diferentes seções, não requer uma leitura cuidadosa de 
todas as partes. O leitor, por algum motivo (desinteresse, pressa ou inabilidade), 
“passa os olhos” sobre algumas palavras, frases, buscando algum tipo de infor-
mação interessante para ele. Esse é um exemplo de uso de técnica de skimming. 
A técnica de skimming também é usada com o objetivo de explorar algum 
texto ou livro, em que se revê algumas partes e a leitura é apenas a de “passar 
os olhos”. Ao nos depararmos com uma leitura na qual o objetivo é buscar uma 
informação específica, praticamos o scanning ou leitura por scan. 
Scan é outro verbo da língua inglesa que significa olhar com atenção para 
alguma coisa porque se está tentando encontrar algum tipo de informação. 
Logo, o objetivo de quem usa o scanning é um pouco diferente daquele de 
quem usa o skimming. Para utilizar uma ou outra técnica, precisamos saber 
o motivo pelo qual estamos lendo, fazendo-se perguntas como: é uma leitura 
para a universidade, para realizar um trabalho acadêmico? Uma leitura para 
passar o tempo, por diversão? O que se espera dessa leitura? Qual a necessi-
dade que leva um leitor a ler este ou aquele livro? Esses questionamentos são 
importantes para direcionar a leitura, que será realizada com mais satisfação, 
com mais empenho. A capacidade de compreender um texto dependerá da 
habilidade do leitor de fazer deduções e conexões entre os tópicos levantados 
no texto e da identificação de palavras-chave que mostram a ideia central. Para 
isso, o leitor precisa dominar as regras gramaticais, observando as palavras 
 Técnica de skimming 2
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e frases sintática e semanticamente. Essa é a primeira exigência para se ler 
bem, e essa é uma atividade que pode e deve ser praticada. 
A técnica de skimming, a técnica de leitura rápida, é usada pelo leitor que 
precisa identificar rapidamente a ideia principal do texto, por exemplo. O leitor 
que utiliza essa técnica de leitura rápida precisa ter certas habilidades, como 
conhecer a organização de um texto, saber vocabulário, conseguir inferir e 
criticar. O leitor que utiliza essa técnica está preocupado com o tempo que ele 
ou ela não tem para dedicar a uma leitura mais prolongada. Por ter muita coisa 
para ler, quando tem à sua frente algo que precisa ler ou que gostaria de ter mais 
informação, esse leitor realiza uma leitura mais veloz se comparada com uma 
leitura normal. Ao chegar na parte do texto que interessa, a leitura passa a ser 
menos veloz, então o leitor volta para um ritmo de leitura em que precisa ler 
adequadamente por se tratar de uma leitura mais complexa. Ler atentamente é 
prestar atenção também na pontuação, que influencia no significado do texto.
Uma das técnicas de skimming é identificar os verbos em questão e a que 
sujeito esses verbos se referem. Procurar saber, também, se há complementos 
para os verbos, os objetos do verbo, se são diretos ou indiretos, facilita a 
leitura, pois o leitor identifica o verbo e seu sujeito, relacionando as demais 
informações. Dessa forma, é possível captar a função principal do texto, em 
vez de encontrar somente a ideia geral. Focando a leitura nos pontos princi-
pais, o leitor consegue conduzir essa atividade de ler para seu objetivo final, 
o objetivo que o levou a ler o texto. 
Existem diferentes técnicas de leituras para diferentes situações; leitores 
experientes, por exemplo, sabem usar muitas técnicas de leitura para diferentes 
propósitos. A técnica escolhida também depende do objetivo da leitura. Scanning, 
skimming e leituras críticas são diferentes estilos de leitura. A compreensão 
do texto lido depende, então: da capacidade do leitor em relacionar ideias, de 
estabelecer referências, de fazer inferências ou deduções lógicas, de identificar 
palavras que sinalizam tais ideias, além de perceber os elementos que colaboram 
para a compreensão de novas palavras, como prefixos e sufixos. Entretanto, 
só o conhecimento de vocabulário é insuficiente para compreender um texto. 
Como a leitura é um processo, para ler de forma mais rápida e precisa, 
agindo como um leitor eficiente, procure, em primeiro lugar, quebrar o hábito 
de ler palavra por palavra; em seguida, use seu conhecimento prévio sobre o 
assunto, domine as estratégias que fortalecerão este processo, preste atenção 
ao contexto em que o texto está colocado e fortaleça as estruturas gramaticaisque sustentam o texto. Prever o conteúdo de um texto é a primeira coisa a 
fazer antes de começar a leitura. É possível, muitas vezes, antecipar ou prever 
o conteúdo de um texto a partir do título, do subtítulo, de gráficos ou figuras. 
3 Técnica de skimming 
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A técnica de leitura scanning ajuda o leitor a obter informação de um texto sem ter 
que ler cada palavra – é uma rápida visualização do texto, assim como faz um scanner, 
que lê rapidamente a informação contida em um espaço determinado. A técnica de 
scanning envolve mover os olhos de cima para baixo na página, procurando palavras-
-chave, frases específicas ou ideias. Ao realizar o scanning, procure verificar se o autor 
fez uso de organizadores no texto, como números, letras, etc. Procure por palavras 
em negrito, itálico, tamanhos de fontes ou cores diferentes. O processo de scanning 
é muito útil para encontrar informações específicas de números de telefone, palavras 
no dicionário, um endereço ou uma resposta de uma determinada pergunta. 
Após “escanear” o documento, você deve usar a técnica de skimming, que 
permite que o leitor identifique rapidamente a ideia principal ou o sentido 
geral do texto. O uso do skimming é frequente quando a pessoa tem muito 
material para ler em pouco tempo, por exemplo. Diferentemente do scanning, 
skimming é mais abrangente; exige conhecimento de organização de texto, a 
percepção de dicas de vocabulário e a habilidade para inferir ideias. Existem 
muitas estratégias que podem ser usadas ao realizar o skimming – algumas 
pessoas leem o primeiro e o último parágrafo usando títulos, sumários e outros 
organizadores. Considere ler somente a primeira frase de cada parágrafo. Essa 
técnica é útil quando você está procurando uma informação específica em 
vez de ler para estudar ou compreender, para achar datas, nomes e tabelas, 
por exemplo. Use skimming para encontrar a ideia principal do texto e ver se 
um artigo pode ser de interesse em sua pesquisa. Muitas pessoas consideram 
scanning e skimming como técnicas de pesquisa, e não como estratégias de 
leitura. Porém, quando precisamos ler um grande volume de informação, essas 
práticas são muito úteis e podem auxiliar na definição de material que será 
lido ou descartado (INSTITUTO..., 2011, documento on-line).
Como já foi comentado nesta seção, quando um leitor está lendo, ele não 
tem que ler tudo, e sua leitura não precisa ser uma leitura atenta e cuidadosa o 
tempo todo. Às vezes, precisamos ler algo muito rapidamente. Um exemplo bem 
comum é quando precisamos ler o significado de uma palavra no dicionário: 
como conseguimos essa informação, o significado da palavra que não sabemos? 
Procuramos essa palavra em um dicionário. Se a palavra é knowledge, abrimos 
o dicionário, vamos até a letra K e lemos o significado dessa palavra. O que isso 
significa? Não precisamos ler o dicionário desde o início, começando a leitura 
na letra A, passando pelas demais letras, B, C, e assim por diante, até chegar à 
 Técnica de skimming 4
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letra K, ler as palavras que vem antes de knowledge, para, então, encontrá-la e 
ler seu significado. A maneira mais eficiente de obter essa informação por meio 
da leitura é ir até a letra K seguida da letra N. Mesmo com uma variedade de 
tipos diferentes de dicionários – há dicionários gerais das línguas, em ordem 
alfabética, dicionários bilíngues, português-inglês, por exemplo, dicionários 
jurídicos, dicionários de astronomia, dicionários etimológicos, que fornecem a 
origem das palavras de um idioma, entre tantos outros dicionários –, a técnica 
é a mesma, percorremos o caminho mais curto para encontrar o significado 
da palavra. Não lemos o dicionário inteiro para chegarmos à informação que 
desejamos. Fazendo isso, o leitor acaba de realizar um tipo de leitura, a leitura 
por scan, já comentada, que se faz para chegar a uma informação que precisamos 
de maneira rápida, mas com um olhar mais atento.
Como vimos, skimming é outro tipo de leitura, também rápida, usada 
principalmente para obter a ideia sobre o que estamos lendo. Por isso, os 
exemplos usados foram sobre ler rapidamente um jornal, uma notícia na 
internet ou um texto qualquer para obter a informação sobre o que se trata. 
Esse é um tipo de leitura em que as pessoas não despendem muito tempo 
porque não são essenciais os detalhes, e sim apenas os pontos principais. 
Tanto skimming quanto scanning são técnicas de leitura rápida, mas seus 
propósitos são distintos. Vamos ver, agora, os principais pontos em relação 
a cada uma das técnicas.
Skimming
  Usado para ver quais são as notícias em um jornal ou na internet, por 
exemplo.
  Usado para passar os olhos em um livro para ter certeza de que se quer 
fazer essa leitura.
  Usado para verificar um catálogo e obter informação sobre o que está 
em oferta, por exemplo.
  Usado em uma pesquisa no Google para ver quais foram os resultados.
Três tipos de skimming
  Pré-leitura – para se preparar para ler.
  Leitura rápida – para ter uma certa cobertura sobre a leitura.
  Revisão da leitura – para retornar à leitura em que já foi realizado o 
skimming e estudar com mais atenção.
5 Técnica de skimming 
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Como realizar o skimming?
  Começar pelo título. Se for um artigo ou um livro, verificar o autor, 
data de publicação e fonte.
  Ler a introdução. Se a introdução for muito longa, ler o primeiro pará-
grafo e, depois, a primeira frase de cada parágrafo que segue, porque 
a primeira frase geralmente traz a ideia principal sobre esse parágrafo.
  Ler os subtítulos, títulos de capítulos e citações.
  Prestar atenção nas figuras, nos gráficos, em fotos porque, geralmente, 
eles enfatizam conceitos importantes.
  Olhar as palavras em itálico e negrito porque podem ser termos-chave, 
assim como palavras que sinalizem primeiro, segundo, depois, etc.
  Ler o resumo.
Scanning
  Usado para procurar uma palavra em um dicionário.
  Usado para encontrar um número de telefone, por exemplo.
  Usado para procurar mais detalhes sobre preços de mercadorias em 
um catálogo.
  Usado para escolher o site que se deseja em uma pesquisa do Google.
O que é scanning?
É um método de leitura seletiva usado para um objetivo específico, quando 
se quer uma resposta, fazendo uma leitura mais rápida, em vez de passar por 
todo o processo de leitura.
Como realizar scanning?
  Estabelecer especificamente o tipo de informação que se quer ter, como, 
por exemplo, a partir de uma pergunta.
  Tentar antecipar o tipo de resposta ou informação que obterá para 
usá-la adequadamente.
  Organizar o material com o qual a pesquisa, ou a verificação, será feita.
  Buscar mais informação em subtítulos para ajudar a identificar se a 
informação que se quer está naquela seção.
  Ler seletivamente e avançar as partes que são possíveis.
  Ler cuidadosamente a parte que se estava procurando, ligada ao objetivo 
da leitura.
 Técnica de skimming 6
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Cada leitor escolhe seu tipo preferido de leitura e aplica as técnicas de 
acordo com a exigência de leitura. As diferentes situações sociais, acadêmicas 
e econômicas, por exemplo, também revelam uma preferência por um ou outro 
gênero textual dependendo de sua característica, temática e composição. 
O tema em um texto
Ler é uma atividade que aprendemos com a prática. Para ler bem, algumas habi-
lidades precisam estar bem desenvolvidas, como a de ler um texto e identifi car 
o tema desse texto, por exemplo. Ser capaz de identifi car o tema ajuda o leitor a 
entender o que o escritor quer expressar. Então, faça as seguintes perguntas: sobre 
quem ou sobre o quê o parágrafo trata? Que assunto é tratado neste parágrafo?
A informação que deve ser usada é sobre “quem” ou “o quê”. A ideia 
central aparecerá geralmente no início do texto, mas outrasideias, conectadas 
ao tema central, também podem vir diluídas no texto. Prestando atenção em 
detalhes como a estrutura do texto, encontramos as palavras mais importantes 
referentes a esse tema e ao propósito do escritor. Os parágrafos de introdução 
e de conclusão também trazem informações mais precisas sobre o que é 
tratado em um texto.
O passo a passo para encontrar o tema pode ser seguido a partir da resposta 
para as seguintes perguntas:
  Qual é o título? 
  Que grande ideia isso expressa? 
  Há ordem cronológica?
  Há comparação, contraste?
  Há declaração e suporte?
  Há problema e solução?
  Há causa e efeito?
Uma ideia central é desenvolvida com detalhes, que podem mostrar a causa, 
o efeito, descrições mais detalhadas, etc. Existem vários detalhes de suporte 
para uma ideia central e perguntar-se “O que esse detalhe mostra?” ajuda a 
identificar essa ideia. Outras características são a capacidade de decodificar 
o texto, ou seja, dominar o idioma. O leitor deve usar seu conhecimento de 
mundo, o que ele sabe mais sobre aquele assunto, usando sua capacidade de 
compreensão para ser capaz de prever alguns acontecimentos, comparações 
e generalizações, além de fazer inferências e levantar hipóteses.
7 Técnica de skimming 
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Quando o leitor define o objetivo de sua leitura, monitorando o que está 
lendo, concentrando-se em trechos mais importantes, ele consegue identifi-
car o segmento do texto, sua linha de produção, avaliar sua capacidade de 
compreensão e perceber os objetivos do texto. Dessa forma, o leitor ainda 
consegue controlar sua leitura em relação a distrações ou interrupções para 
voltar imediatamente à leitura que está realizando.
Cada assunto direciona para um tema principal, e identificar esse assunto 
em um primeiro momento facilita o bom andamento da leitura. Alguns textos 
são expositivos e trazem vários pontos de vista do escritor. Uma leitura eficaz 
permite uma aprendizagem eficaz: para praticar a atenção na leitura, uma 
dica é começar sublinhando as palavras que levam à identificação do tema, 
fazer anotações relevantes que direcionam à ideia principal e buscar conceitos 
essenciais para a compreensão. As perguntas que o leitor é capaz de fazer, ou 
julga essencial, conduzem para uma melhor leitura. Reler as passagens que não 
ficaram bem claras também ajuda na interpretação do texto de maneira geral.
As anotações sobre o texto são um recurso que o leitor pode adotar para 
voltar mais rápido às passagens essenciais, além de já poder fazer seus co-
mentários relacionados ao que está lendo. Mesmo com as anotações, às vezes, 
o leitor encontra palavras desconhecidas. Nesse momento, ele deve destacar 
tais palavras e tentar associá-las ao contexto para, então, mais tarde, buscar 
suas definições caso seja necessário. Resumir o que se está lendo é outra 
dica que consiste em usar as próprias palavras de maneira sucinta referente 
às partes essenciais do texto. Resumir facilita o aprendizado, melhorando 
a capacidade de se expressar de forma escrita e oral, ajuda a organizar as 
ideias, permitindo melhor assimilação do texto, e aumenta a concentração, 
selecionando a informação mais importante.
Sobre a estrutura de capítulos de livros, a dica é se concentrar nos subtítulos, 
que trazem a primeira informação sobre o que as próximas linhas tratarão. 
Então, a concentração deve ser direcionada para a ideia ou as ideias principais. 
Guiar a leitura para responder as próprias perguntas é uma forma de conduzir 
a leitura aos seus objetivos. É essencial fazer perguntas referentes à leitura que 
desejamos realizar, pois isso mostra a disposição do leitor em realizar uma 
leitura mais produtiva. Manter a interação com o texto, fazendo marcações 
e anotações sobre a leitura, reforça o poder de compreensão e entendimento, 
já que o leitor está participando da leitura, tornando a identificação da ideia 
principal e das ideias relacionadas mais evidentes. 
Quando temos que ler uma quantidade significativa de textos, é essencial 
dominar técnicas de leitura para poder realizar uma leitura eficaz. Tornar-se um 
leitor experiente é um desafio, e isso é possível com a prática. Cada estilo de 
 Técnica de skimming 8
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leitura apresenta seu objetivo de maneira diferente, e o leitor deve aprender a se 
perguntar sobre seu objetivo ao ler tal texto. Lemos porque queremos estudar, 
aprender, informar, entreter, etc. Entretanto, para cada estilo diferente de leitura, 
é possível utilizar estratégias para entender mais sobre o que estamos lendo.
O escritor escreve porque quer dizer algo, e o leitor, por sua vez, está 
interessado em saber o que determinado escritor quer comunicar. Um exame 
detalhado da leitura oferece uma compreensão mais detalhada, mas, antes de 
detalhar a leitura, formulando perguntas para responder depois, é recomendável 
praticar uma leitura mais rápida, ou seja, a técnica de skimming. A partir dessa 
técnica, algumas palavras-chave podem ser identificadas, aproximando o 
leitor da ideia principal do texto. O estilo e o ponto de vista do autor também 
devem ser considerados, e o leitor não pode “supor” ou “achar” algo sobre o 
que está lendo. Deve, pelo contrário, basear-se nas informações que o texto 
oferece, e o interesse do leitor pelo texto é também fundamental.
Interpretar um texto exige muita atenção e certo conhecimento. Algumas técnicas 
ajudam a compreender a construção do texto e o desenvolvimento das ideias expostas 
pelo autor. Ao interpretar um texto, leia-o todo atentamente, procurando sua ideia 
central, assim você organiza seu pensamento e estabelece o assunto tratado pelo autor. 
Pergunte-se sobre o que o autor está escrevendo; interprete as palavras desco-
nhecidas a partir do contexto; procure os argumentos que dão sustentação à ideia 
central; pergunte por que o autor está afirmando isso; identifique se há objeções à 
ideia central; antes de responder as questões, leia mais de uma vez todo o texto; volte 
a cada questão para responder uma pergunta de cada vez e faça anotações para 
esquematizar o texto caso seja necessário.
Fonte: Piva (2014, documento on-line).
O vocabulário e a leitura
A leitura é uma das principais atividades relacionadas à aprendizagem de voca-
bulário. Quando estudamos uma segunda língua, aprendemos muitas palavras, 
novos vocábulos, e uma vantagem do texto escrito é que ele geralmente traz mais 
detalhes sobre o que está sendo expresso. Uma leitura extensiva oferece resultados 
positivos em relação à consolidação de vocabulário, fazendo com que o leitor 
demonstre mais interesse pela leitura e pela aprendizagem de novas palavras.
9 Técnica de skimming 
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A aquisição de vocabulário é fundamental para uma boa comunicação e 
para uma boa compreensão da língua, além de fortalecer o uso da linguagem 
comunicativa. Muitos leitores que utilizam a segunda língua para ler acredi-
tam que a falta de vocabulário é um obstáculo para a compreensão da leitura. 
Quando isso acontece, a primeira reação é parar a leitura a todo instante e, com 
o auxílio de um dicionário, procurar o significado das palavras. Essa atitude 
prejudica o fluxo da leitura, e o leitor acaba não confiando nas palavras que já 
conhece, cedendo à procura de palavras consideradas básicas na leitura para 
se certificar. Essas interrupções atrapalham o bom andamento da leitura e o 
leitor não consegue mais prestar a devida atenção e assimilar o significado 
da palavra e a sua função na leitura.
Para que a leitura siga seu fluxo natural, sem interrupção ou qualquer 
perturbação que prejudique seu entendimento, o vocabulário deve se tornar 
acessível e sua compreensão deve ser assimilada rapidamente. O dicionário 
ajuda a compreender a função das palavras no texto, mas precisa ser usado 
adequadamente. 
Ao lermos um título ou um subtítulo, esse pode ser um caminho para 
se direcionarao tema. Uma habilidade que o leitor deve desenvolver é a de 
aprender novas palavras com a leitura. Para isso, aconselha-se começar com 
a técnica de skimming, porque uma visão geral do texto ajudará a perceber 
palavras que são desconhecidas e que, em uma segunda leitura, mais atenta, 
podem ser compreendidas pelo contexto. Caso isso não deixe claro o signi-
ficado da palavra, procurá-la em um dicionário é o recurso mais adequado. 
Essa conferência não deve ser feita com interrupções, pois isso prejudica 
o fluxo da leitura. É aconselhável que, após uma leitura mais detalhada, 
quando não é possível identificar o significado e a relação de determinada 
ou determinadas palavras no texto, uma lista das palavras desconhecidas 
seja feita. Depois da leitura, o leitor verifica tais palavras no dicionário, 
associando seu significado ao contexto, já que ele já fez uma leitura mais 
detalhada anteriormente.
Reforça-se, novamente, que, quando o leitor faz perguntas antes de iniciar a 
leitura e conhece os objetivos que o levaram a ler, isso facilita a compreensão 
dessa leitura em termos gerais, ou seja, ele entende o propósito do autor, o 
tema principal e as ideias secundárias, aprende mais vocabulário e é capaz 
de inferir e criticar com essas práticas. 
As perguntas sobre o título, a relação dele com o texto e a sua importância 
são os primeiros passos a serem seguidos antes de se começar efetivamente 
 Técnica de skimming 10
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a leitura. Então, a leitura deve ser direcionada a responder as seguintes 
perguntas:
  Há palavras desconhecidas, termos ou expressões que são compreen-
síveis com a leitura?
  É possível identificar a ideia principal?
  É necessário o auxílio do dicionário?
  Há imagens, gráficos ou outras figuras que ajudam a compreender o texto?
  É uma leitura difícil de ser feita?
  Que conexões as palavras “desde”, “porque”, “embora”, “como”, etc., 
fazem no texto?
Há livros que trazem exercícios de compreensão que podem ser feitos para 
praticar a interpretação de vocabulário. É recomendável que o leitor dedique 
o tempo que precisar para a leitura, após a qual pode fazer os exercícios de 
compreensão que, geralmente, começam com perguntas específicas sobre o 
texto, seguidas de perguntas sobre a opinião do leitor sobre a obra. Ao término 
da leitura, o leitor ainda pode expressar seu interesse pela leitura com uma 
resposta condizente a ter gostado, ou não, do tipo de texto, buscando no próprio 
texto a informação essencial a essa resposta, dando o motivo real, em vez de 
um simples “sim” ou “não”.
A atividade de leitura está intrinsecamente ligada ao processo cognitivo 
do leitor, ou seja, à capacidade do leitor de entender a leitura porque conhece 
o idioma, o vocabulário e as expressões, e ao processo interativo, ou seja, à 
capacidade do leitor de se sentir parte do que está lendo.
O site a seguir, além de trazer estratégias de leitura para 
otimizar seu tempo, traz outras sugestões e estratégias de 
leitura que podem ser úteis para você produzir seus próprios 
textos. A página também traz dicas de escrita em inglês, 
apresentando um estudo sobre gramática e análise crítica, 
além de abordar a questão do plágio.
https://goo.gl/nKMdpY 
11 Técnica de skimming 
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1. Utilizando a técnica de skimming, leia a primeira frase de 
cada parágrafo e marque a alternativa CORRETA:
THE PERSONAL QUALITIES OF A TEACHER
Here I want to try to give you an answer to the question: What personal 
qualities are desirable in a teacher? Probably no two people would draw up 
exactly similar lists, but I think the following would be generally accepted.
First, the teacher’s personality should be pleasantly live and attractive. This does not 
rule out people who are physically plain, or even ugly, because many such have great 
personal charm. But it does rule out such types as the over-excitable, melancholy, 
frigid, sarcastic, cynical, frustrated, and over-bearing: I would say too, that it excludes 
all of dull or purely negative personality. I still stick to what I said in my earlier 
book: that school children probably ‘suffer more from bores than from brutes’.
Secondly, it is not merely desirable but essential for a teacher to have a genuine 
capacity for sympathy — in the literal meaning of that word; a capacity to tune in 
to the minds and feelings of other people, especially, since most teachers are school 
teachers, to the minds and feelings of children. Closely related with this is the capacity 
to be tolerant — not, indeed, of what is wrong, but of the frailty and immaturity of 
human nature which induce people, and again especially children, to make mistakes.
Thirdly, I hold it essential for a teacher to be both intellectually and morally honest. 
This does not mean being a plaster saint. It means that he will be aware of his 
intellectual strengths, and limitations, and will have thought about and decided 
upon the moral principles by which his life shall be guided. There is no contradiction 
in my going on to say that a teacher should be a bit of an actor. That is part of the 
technique of teaching, which demands that every now and then a teacher should 
be able to put on an act — to enliven a lesson, correct a fault, or award praise. 
Children, especially young children, live in a world that is rather larger than life.
A teacher must remain mentally alert. He will not get into the profession if of low 
intelligence, but it is all too easy, even for people of above-average intelligence, to 
stagnate intellectually — and that means to deteriorate intellectually. A teacher must 
be quick to adapt himself to any situation, however improbable and able to improvise, 
if necessary at less than a moment’s notice. (Here I should stress that I use ‘he’ and 
‘his’ throughout the book simply as a matter of convention and convenience.)
On the other hand, a teacher must be capable of infinite patience. This, I may 
say, is largely a matter of self-discipline and self-training; we are none of us 
born like that. He must be pretty resilient; teaching makes great demands on 
nervous energy. And he should be able to take in his stride the innumerable 
petty irritations any adult dealing with children has to endure.
Finally, I think a teacher should have the kind of mind which always wants to go 
on learning. Teaching is a job at which one will never be perfect; there is always 
 Técnica de skimming 12
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something more to learn about it. There are three principal objects of study: the 
subject, or subjects, which the teacher is teaching; the methods by which they 
can best be taught to the particular pupils in the classes he is teaching; and — by 
far the most important — the children, young people, or adults to whom they 
are to be taught. The two cardinal principles of British education today are that 
education is education of the whole person, and that it is best acquired through 
full and active co-operation between two persons, the teacher and the learner.
Fonte: Adaptado de Dent (2018, documento on-line). 
a) O primeiro parágrafo traz uma pergunta sobre as 
características desejáveis de um médico.
b) No segundo parágrafo, discute-se que o professor 
deve ter uma personalidade agradável.
c) No terceiro parágrafo, afirma-se que o professor não precisa ser essencialmente 
capaz de conectar-se com as mentes e os sentimentos das outras pessoas.
d) No quinto parágrafo, argumenta-se que o professor 
não deve se manter alerta mentalmente.
e) No sexto parágrafo, afirma-se que o professor deve ter uma paciência finita.
2. Utilizando a técnica de skimming, leia o primeiro e o último 
parágrafos do texto e escolha a alternativa CORRETA:
WHAT TYPE OF STUDENT DO YOU HAVE TO TEACH?
Most lecturers try to help students develop their understanding. But 
understanding a foreign language is not the same as understandingwhy 
someone is upset or understanding electromagnetism or understanding 
history. It is not to be expected therefore that the same teaching methods 
will be appropriate to these different kinds of understanding.
Most forms of understanding are expressed by concepts which differ from everyday 
ones. For example, we all know that suitcases get heavier the longer you carry 
them, but in science this is described in terms of constant weight plus increasing 
fatigue. The concept “weight” is introduced and laid alongside the commonsense 
concept of “heaviness”. Similarly we all know that time passes quickly when we are 
absorbed and slowly when we are bored, but science tells us that this is an illusion; 
time really ticks away at a steady rate. Note that conceptual change should not be 
the aim, as is sometimes suggested, since people still also need their common sense. 
The aim is to add new sets of concepts and to explain when to use which set.
But “understanding” is not the only kind of learning which students need 
to master. Instruction, demonstration and error-correction are the key 
teaching activities — which are quite different from those needed to reach 
understanding — while practice is the main learning activity.
Students also have to memorize information and be able to recall it when required, as 
well as acquire several other kinds of learning (such as know-how and attitudes and 
values) each of which calls for different teaching methods. So learning-centred teaching 
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includes a conscious matching of teaching methods to the intended kind of learning.
While good teaching involves, among other things, helping students to 
achieve their chosen learning goals, the picture is further complicated by 
the different learning styles adopted by different groups of students.
Many ways of categorization and modelling students as learners have been 
suggested, of which the following are as useful as any, particularly in connection 
with understanding. (Differences between learners’ natural learning styles are 
not so significant when skills are being taught, since the appropriate style is 
determined more by the activity involved than by students’ natural capabilities.)
Some students are “holists”: which means they like to take an overview of a 
subject first and then fill in the details and concepts in their own way.
Others are “serialists” who like to follow a logical progression of a subject, beginning 
at the beginning. Educational researcher Gordon Pask structured some teaching 
materials in both a holist and a serialist manner, and then tested previously-sorted 
cohorts of students using them. He found that the best performance of those who 
were mismatched (i.e. holist students with serialist material, and vice versa) was worse 
than the worst performance of those who were matched to the learning materials.
This seems to imply, for example, that educational textbooks — which are naturally 
serialist in character — should include signposts, summaries, alternative explanations 
of difficult concepts, explanatory figure captions, a glossary of terms, a good index, 
etc., to help holist students find their own way through them. Similarly projects, which 
are naturally holist in character, since they are usually specified in terms of a final goal, 
can cause problems for serialists, who may therefore need step-by-step guidance.
Another group of students are “visualisers” whose learning is helped by the inclusion of 
diagrams, pictures, flow-charts, films, etc. Others are “verbalisers” and prefer to listen, 
read, discuss, argue, attend tutorials and write during their conceptual development. And 
some are “doers” and find that overt practical activity is best. The saying that “to hear is 
to forget, to see is to remember, but to do is to understand” is only true for “doers”. With 
a typical mix of students, attempts should be made to cater for each preferred style.
It is well known nowadays that for the development of “understanding” and for the 
memorization of information it is important that students adopt a “deep approach” 
to their learning, rather than a “surface approach’. The deep approach refers to an 
intention to develop their understanding and to challenge ideas, while the “surface 
approach” is the intention to memorize information and to follow instructions. 
Although students are naturally inclined towards one approach rather than the other 
— often with a new subject the inclination is towards the surface approach — this 
can vary from subject to subject and can usually be changed by the teaching they 
receive. Overloading, for example, will encourage the surface approach; stimulating 
interest may encourage the deep approach. Given the deep approach, even good 
lectures can make a considerable contribution to students’ “understanding”.
Recently the need to encourage the deep approach in students has been allowed to 
dominate the choice of teaching method, sometimes at the expense of effective teaching. 
Constructivism in science teaching, for example, in which students are encouraged 
to devise their own explanations of phenomena, certainly tends to encourage the 
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deep approach, but it can also leave students with misconceptions. Similarly, though 
problem-based learning is usually popular with students, it teaches “know-how” 
rather than “understanding”: unless explicit conceptual guidance is also given.
The fact that students have different preferred learning styles also has important 
implications for course evaluation through feedback. It often seems to be assumed that 
students are a homogeneous bunch and that therefore a majority opinion condemning a 
certain aspect of a course justifies changing it for the future. But this can well be a mistake. 
If a course is well matched, say, to “holist verbalisers” it is unlikely to be found very helpful 
to “serialist visualisers”. In other words, feedback is likely to reveal as much about the 
students as about the course or lecturer, and can be quite misleading unless it is properly 
analysed in terms of the preferred learning styles of the particular cohort of students.
Indeed, student feedback about the teaching of “understanding” can, in any case, be quite 
misleading, since students cannot be expected to judge what has been helpful to them 
until much of the necessary conceptual development has occurred. Only after “the penny 
has dropped” is such feedback likely to be reliable. Similarly, favourable feedback about 
the necessary but tedious practising of important “skills” cannot normally be expected.
These considerations are all aspects of learning-centred teaching, with which all 
lecturers should, in due course, become familiar. Innovation in education without 
taking these matters into consideration is at best cavalier, at worst irresponsible, 
for it is the students who suffer from teachers’ ill-founded experiments.
Fonte: Adaptado de Sparkes (2018, documento on-line).
a) No primeiro parágrafo, destaca-se que a minoria dos professores 
universitários tenta ajudar os alunos a desenvolverem o seu entendimento.
b) No primeiro parágrafo, afirma-se que entender uma língua estrangeira 
é o mesmo que entender eletromagnetismo ou história.
c) No primeiro parágrafo, discute-se que é esperado que os mesmos métodos 
de ensino sejam apropriados para os tipos diferentes de entendimento.
d) No último parágrafo, conclui-se que as considerações feitas são todas 
relativas aos aspectos de um ensino centrado no professor.
e) No último parágrafo, argumenta-se que os professores universitários 
devem estar familiarizados com um ensino centrado na aprendizagem.
3. Utilizando a técnica de skimming, leia a primeira frase de 
cada parágrafo e escolha a alternativa CORRETA:
‘PRIMITIVENESS’ IN LANGUAGE
‘Primitive’ is a word that is often used ill-advisedly in discussionsof language. 
Many people think that ‘primitive’ is indeed a term to be applied to languages, 
though only to some languages, and not usually to the language they themselves 
speak. They might agree in calling ‘primitive’ those uses of language that 
concern greetings, grumbles and commands, but they would probably insist 
that these were especially common in the so-called ‘primitive languages’. 
These are misconceptions that we must quickly clear from our minds.
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So far as we can tell, all human languages are equally complete and perfect 
as instruments of communication: that is, every language appears to be as 
well-equipped as any other to say the things its speakers want to say. It may 
or may not be appropriate to talk about primitive peoples or cultures, but that 
is another matter. Certainly, not all groups of people are equally competent 
in nuclear physics or psychology or the cultivation of rice or the engraving of 
Benares brass. But this is not the fault of their language. The Eskimos can speak 
about snow with a great deal more precision and subtlety than we can in 
English, but this is not because the Eskimo language (one of those sometimes 
miscalled ‘primitive’) is inherently more precise and subtle than English. This 
example does not bring to light a defect in English, a show of unexpected 
‘primitiveness’. The position is simply and obviously that the Eskimos and the 
English live in different environments. The English language would be just 
as rich in terms for different kinds of snow, presumably, if the environments 
in which English was habitually used made such distinction important.
Similarly, we have no reason to doubt that the Eskimo language could be as 
precise and subtle on the subject of motor manufacture or cricket if these topics 
formed part of the Eskimos’ life. For obvious historical reasons, Englishmen 
in the nineteenth century could not talk about motorcars with the minute 
discrimination which is possible today: cars were not a part of their culture. But 
they had a host of terms for horse-drawn vehicles which send us, puzzled, to a 
historical dictionary when we are reading Scott or Dickens. How many of us could 
distinguish between a chaise, a landau, a victoria, a brougham, a coupe, a gig, 
a diligence, a whisky, a calash, a tilbury, a carriole, a phaeton, and a clarence?
The discussion of ‘primitiveness’, incidentally, provides us with a good reason 
for sharply and absolutely distinguishing human language from animal 
communication, because there is no sign of any intermediate stage between the 
two. Whether we examine the earliest records of any language, or the present-day 
language of some small tribe in a far-away place, we come no nearer to finding 
a stage of human language more resembling animal communication and more 
‘primitive’ than our own. In general, as has been said, any language is as good as 
any other to express what its speakers want to say. An East African finds Swahili 
as convenient, natural and complete as an East Londoner finds English. In general 
the Yorkshire Dalesman’s dialect is neither more nor less primitive or ill-fitted to 
its speaker’s wants than Cockney is for the Londoner’s. We must always beware 
the temptation to adopt a naive parochialism which makes us feel that someone 
else’s language is less pleasant or less effective an instrument than our own.
This is not to say that an individual necessarily sounds as pleasant or as effective 
as he might be, when using his language, but we must not confuse a language 
with an individual’s ability to use it. Nor are we saying that one language has 
no deficiencies as corn-pared with another. The English words ‘home’ and 
‘gentleman’ have no exact counterparts in French, for example. These are 
tiny details in which English may well be thought to have the advantage over 
French, but a large-scale comparison would not lead to the conclusion that 
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English was the superior language, since it would reveal other details in which 
the converse was true. Some years ago it came as something of a shock to us 
that we had no exact word for translating the name that General de Gaulle had 
given to his party — Rassemblement du Peuple Francais. The B.B.C. for some 
time used the word ‘rally’, and although this scarcely answers the purpose it is 
a rather better translation of ‘rassemblement’ than either of the alternatives 
offered by one well-known French - English dictionary, ‘muster’ and ‘mob’.
The more we consider the question, then, the less reasonable does it seem 
to call any language ‘inferior’, let alone ‘primitive’. The Sanskrit of the Rig-
Veda four thousand years ago was as perfect an instrument for what its 
users wanted to say as its modern descendant, Hindi, or as English.
Fonte: Adaptado de RANDOLPH (2018, document on-line).
a) O primeiro parágrafo afirma que a palavra “primitiva” é usada 
quando se considera algo como “doente” nas discussões.
b) No segundo parágrafo, afirma-se que as línguas humanas são instrumentos 
de comunicação, porém nem todas funcionam perfeitamente.
c) No quarto parágrafo, afirma-se que a linguagem 
humana distingue-se da linguagem animal.
d) No quinto parágrafo, afirma-se que língua equivale 
à habilidade de um indivíduo em utilizá-la.
e) No último parágrafo, conclui-se que algumas línguas 
primitivas são também chamadas de “inferiores”.
4. Leia o título e os subtítulos do texto e escolha a alternativa CORRETA:
GESTURES
A gesture is any action that sends a visual signal to an onlooker. To become 
a gesture, an act has to be seen by someone else and has to communicate 
some piece of information to them. It can do this either because the gesturer 
deliberately sets out to send a signal – as when he waves his hand – or it can do 
it only incidentally — as when he sneezes. The hand-wave is a Primary Gesture, 
because it has no other existence or function. It is a piece of communication 
from start to finish. The sneeze, by contrast, is a secondary, or Incidental Gesture. 
Its primary function is mechanical and is concerned with the sneezer’s personal 
breathing problem. In its secondary role, however, it cannot help but transmit a 
message to his companions, warning them that he may have caught a cold.
Incidental Gestures: Mechanical actions with secondary messages. Many of 
our actions are basically non-social, having to do with problems of personal body 
care, body comfort and body transportation; we clean and groom ourselves with 
a variety of scratchings, rubbings and wipings; we cough, yawn and stretch our 
limbs; we eat and drink; we prop ourselves up in restful postures, folding our arms 
and crossing our legs; we sit, stand, squat and recline, in a whole range of different 
positions; we crawl, walk and run in varying gaits and styles. But although we do 
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these things for our own benefit, we are not always unaccompanied when we do 
them. Our companions learn a great deal about us from these ‘personal’ actions — 
not merely that we are scratching because we itch or that we are running because 
we are late, but also, from the way we do them, what kind of personalities we 
possess and what mood we are in at the time.
Expressive Gestures: Biological gestures of the kind we share with other animal. 
Primary gestures fall into six main categories. Five of these are unique to man, and 
depend on his complex, highly evolved brain. The exception is the category I called 
“expressive gestures”. These are gestures of the type which all men, everywhere, 
share with one another, and which other animals also perform. They include the 
important signals of facial expression, so crucial to daily human interaction.
Mimic Gestures: Gestures which transmit signals by imitation. Mimic 
gestures arethose in which the performer attempts to imitate, as accurately 
as possible, a person, an object or an action. Here we leave our animal 
heritage behind and enter an exclusively human sphere. The essential 
quality of a Mimic Gesture is that it attempts to copy the thing it is trying 
to portray. No stylized conventions are applied. A successful Mimic Gesture 
is therefore understandable to someone who has never seen it performed 
before. No prior knowledge should be required and there need be no set 
tradition concerning the way in which a particular item is represented.
Symbolic Gestures: Gestures which represent moods and ideas. A symbolic 
gesture indicates an abstract quality that has no simple equivalent in the world of 
objects and movements. Here we are one stage further away from the obviousness 
of the enacted Mimic Gesture. So we are faced with two basic problems where 
Symbolic Gestures are concerned: either one meaning may be signalled by different 
actions, or several meanings may be signalled by the same action, as we move 
from culture to culture. The only solution is to approach each culture with an 
open mind and learn their Symbolic Gestures as one would their vocabulary.
Technical Gestures: Gestures used by specialist minorities. Technical gestures 
are invented by a specialist minority for use strictly within the limits of their 
particular activity. They are meaningless to anyone outside the specialization 
and operate in such a narrow field that they cannot be considered as playing 
a part in the mainstream of visual communication of any culture.
Fonte: Adaptado de Morris (2018, documento on-line). 
a) De acordo com o texto, os gestos incidentais são aqueles 
que fazemos com uma mensagem secundária.
b) De acordo com o primeiro parágrafo, o gesto é uma ação 
que envia um sinal auditivo para um espectador.
c) Os gestos expressivos, por sua vez, são gestos fisiológicos do 
tipo que compartilhamos com outras espécies animais.
d) Os gestos de mímica são sinais apenas para pessoas especializadas.
e) Os gestos simbólicos representam uma cultura em apenas 
um gesto e são os mesmos para todas as culturas.
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5. Utilizando a técnica de skimming, leia o primeiro e o último 
parágrafos do texto e escolha a alternativa CORRETA:
ADAPTIVE CONTROL OF READING RATE
One important factor in reading is the voluntary, adaptive control of reading rate, i.e. 
the ability to adjust the reading rate to the particular type of material being read.
Adaptive reading means changing reading speed throughout a text in response 
to both the difficulty of material and one’s purpose in reading it. Learning how to 
monitor and adjust reading style is a skill that requires a great deal of practice.
Many people, even college students, are unaware that they can learn to control 
their reading speed. However, this factor can be greatly improved with a couple of 
hundred hours of work, as opposed to the thousands of hours needed to significantly 
alter language comprehension. Many college reading skills programmes include a 
training procedure aimed at improving students’ control of reading speed. However, a 
number of problems are involved in successfully implementing such a programme. 
The first problem is to convince the students that they should adjust their 
reading rates. Many students regard skimming as a sin and read everything 
in a slow methodical manner. On the other hand some students believe that 
everything, including difficult mathematical texts, can be read at the rate 
appropriate for a light novel. There seems to be evidence that people read more 
slowly than necessary. A number of studies on college students have found 
that when the students are forced to read faster than their self-imposed rate, 
there is no loss in retention of information typically regarded as important.
The second problem involved in teaching adaptive reading lies in convincing 
the students of the need to be aware of their purposes in reading. The point of 
adjusting reading rates is to serve particular purposes. Students who are unaware 
of what they want to get out of a reading assignment will find it difficult to adjust 
their rates appropriately. They should know in advance what they want.
Once these problems of attitude are overcome, a reading skills course can 
concentrate on teaching the students the techniques for reading at different 
rates. Since most students have had little practice at rapid reading, most of the 
instruction focuses on how to read rapidly. Scanning is a rapid reading technique 
appropriate for searching out a piece of information embedded in a much larger 
text — for example a student might scan this passage for an evaluation of adaptive 
reading. A skilled scanner can process 10,000 or more words per minute. Obviously, 
at this rate scanners only pick up bits and pieces of information and skip whole 
paragraphs. It is easy for scanners to miss the target entirely, and they often have 
to rescan the text. Making quick decisions as to what should be ignored and 
what should be looked at takes practice. However, the benefits are enormous. I 
would not be able to function as an academic without this skill because I would 
not be able to keep up with all the information that is generated in my field.
Skimming is the processing of about 800-1500 words a minute — a rate at which 
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identifying every word is probably impossible. Skimming is used for extracting the gist 
of the text. The skill is useful when the skimmer is deciding whether to read a text, or is 
previewing a text he wants to read, or is going over material that is already known.
Both scanning and skimming are aided by a knowledge of where the main points 
tend to be found in the text. A reader who knows where an author tends to put 
the main points can read selectively. Authors vary in their construction style, and 
one has to adjust to author differences, but some general rules usually apply. 
Section headings, first and last paragraphs in a section, first and last sentences 
in a paragraph, and highlighted material all tend to convey the main points.
Students in reading skills programmes often complain that rapid reading techniques 
require hard work and that they tend to regress towards less efficient reading habits 
after the end of the programme. Therefore, it should be emphasised that the adaptive 
control of the reading rate is hard work because it is a novel skill. Older reading habits 
seem easy because they have been practised for longer. As students become more 
practised in adjusting reading rate, they find it easier. I can report that after practising 
variable reading rates for more than ten years, I find it easier to read a text using an 
adjustable rate than to read at a slow methodical word by word rate. This is something 
of a problem for me because part of my professional duties is to edit papers that I would 
not normally process word by word. I find it very painful to have to read at this rate.
Fonte: Monaghan (2018, documento on-line).
a) No primeiro parágrafo, discute-se a importância da leitura.
b) Os alunos reclamam que as técnicas de leitura lenta requerem muito trabalho.
c) Os alunos tendem a voltar a usar as técnicas mais eficientes de leitura.
d) Para os alunos, os velhos hábitos de leitura nunca parecem fáceis.
e) O autor conclui que é mais difícil ler todas as palavras de 
um texto, depois de praticar diferentes maneiras.
DENT, H. C. Teaching as a Career. London: Batsford, 1961. In: UEFAP, 2018. Disponível 
em: <http://www.uefap.com/reading/exercise/skim/qualteac.htm>. Acesso em: 24 
abr. 2018.
INSTITUTO FEDERAL DE PERNAMBUCO. Técnicas de Leitura: skimming e scanning. 2011. 
Disponível em: <https://navalifpe.files.wordpress.com/2011/09/tc3a9cnicas-de-leitura.
pdf>. Acesso em: 18 mar. 2018.
MONAGHAN, J. Reading skills for academicstudy: Skimming for gist. Adaptive control 
of reading rate Longman, 1979, p. 18-23. In: UEFAP, 2018. Disponível em: <http://www.
uefap.com/reading/exercise/skim/readrat.htm>. Acesso em: 24 abr. 2018.
MORRIS, D. Gestures. Man watching. Triad Panther, 1977. In: UEFAP, 2018. Disponível em: 
<http://www.uefap.com/reading/exercise/skim/gesture.htm>. Acesso em: 24 abr. 2018.
 Técnica de skimming 20
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RANDOLPH, Q. The Use of English. Longman, 1962. In: UEFAP, 2018. Disponível em: 
<http://www.uefap.com/reading/exercise/skim/primit.htm>. Acesso em: 24 abr. 2018.
SPARKES, J. What type of student do you have to teach? Times Higher Education 
Supplement, 1998. In: UEFAP, 2018. Disponível em: <http://www.uefap.com/reading/
exercise/skim/studtyp.htm>. Acesso em: 24 abr. 2018.
Leituras recomendadas
ADLER, M. J.; VAN DOREN, C. Como ler livros: o guia clássico para a leitura inteligente. 
São Paulo: É Realizações, 2010. (Coleção Eucação Clássica).
ADMISSÃO PRÉ-VESTIBULARES E CONCURSOS. Dicas de leitura. 2017. Disponível em: 
<http://www.cursinhoadmissao.com.br/downloads/dicas/3.pdf>. Acesso em: 18 
mar. 2018.
BRITISH COUNCIL. Skimming. BBC: Teaching English, 2018. Disponível em: <https://
www.teachingenglish.org.uk/article/skimming>. Acesso em: 23 abr. 2018.
FECAP. Leitura e interpretação de textos: estratégias de leitura. 2018. Disponível em: 
<https://www.fecap.br/extensao/pqd/leitura_interpretacao_textos.pdf>. Acesso 
em: 18 mar. 2018.
KOCH, I. V.; ELIAS, V. M. Ler e compreender: os sentidos do texto. 3. ed. São Paulo: 
Contexto, 2011.
LOIS, L. Teoria e prática na formação do leitor: leitura e literatura na sala de aula. Porto 
Alegre: Penso, 2010.
MIAMI DADE COLLEGE. Reading: main ideias. 2005. Disponível em: <http://www.mdc.
edu/Kendall/collegeprep/documents2/MAIN%20IDEASrevised815.pdf>. Acesso em: 
18 mar. 2018.
MOURÃO, K. P. Skimming x Scanning. 2018. Disponível em: <https://brasilescola.uol.
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PIVA, A. Dicas de interpretação de texto nº 1. 2014. Disponível em: <https://www.cur-
sopiva.com.br/assets/img/content/dicas/dicas_de_interpretacao_de_texto_i.pdf>. 
Acesso em: 21 abr. 2018.
WARREN COUNTY PUBLIC SCHOOL. Determining a central ideal of an informative text: 
what’s the big idea? 2017. Disponível em: <http://www.warrencountyschools.org/
userfiles/2607/8th_Grade_Determining_Central_Ideas_&_Analyzing_Development.
pdf>. Acesso em: 18 de mar. 2018.
21 Técnica de skimming 
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Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para 
esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual 
da Instituição, você encontra a obra na íntegra.
Dica do professor
Dicas para fazer uma boa leitura de textos em inglês: 
1. Ler o título, ver as fotos, ler a introdução e a conclusão do texto. Assim, você terá condições de 
identificar, com precisão, o assunto do texto. 
2. Identificar, rapidamente, a ideia principal ou o sentido geral do texto. 
3. Ler o primeiro e o último parágrafos do texto utilizando títulos, sumário, cabeçalhos e ilustrações. 
4. Ler a primeira frase de cada parágrafo para facilitar o entendimento da ideia central do texto. 
5. Utilizar a técnica de Skimming se houver muito material e pouco tempo para fazer a leitura. 
Veja no vídeo a seguir mais dicas para fazer uma boa leitura de textos em inglês.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/27906c9e522b911dfd65d54a8b1fdbb8
Na prática
Veja a seguir o exemplo de Leonardo, gerente de uma empresa multinacional. Entre as muitas 
atividades que desempenha, ele precisa ler textos, além de responder e-mails em inglês. 
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Skimming e scanning: as técnicas de leitura do inglês 
instrumental
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://inglesinstrumentalonline.com.br/blog/scanning-e-skimming-os-metodos-de-leitura-do-ingles-instrumental/
Prefixos e Sufixos em inglês
Apresentação
Nesta Unidade de Aprendizagem, identificaremos os prefixos e os sufixos em Inglês. Ao listarmos 
cada um deles, poderemos entender o contexto de muitas palavras que os utilizam. Bons estudos! 
Ao final desta unidade, você deve apresentar os seguintes aprendizados: 
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Listar os principais prefixos e sufixos da Língua Inglesa.•
Identificar palavras que contenham prefixos e sufixos.•
Traduzir as palavras encontradas para o Português.•
Infográfico
No Inglês, existem vários prefixos e sufixos. Por isso, para identificá-los, é mais interessante que 
tenhamos uma lista, para possível checagem em caso de dúvidas. Não é necessário decorá-los, mas 
sim identificá-los nos textos e conseguir traduzi-los para o Português. Veja, neste infográfico, os 
sufixos mais utilizados em Inglês.
Conteúdo do livro
Por meio do estudo morfológico de uma língua, pode-se perceber, de modo geral, como ela se 
organiza e forma as suas diversas palavras. A vantagem de se estudar a morfologia é que, mesmo 
sem saber o significado da palavra, é possível identificar sua classe gramatical, o que facilita 
bastante o entendimento do texto. Acesse o material a seguir e aprofunde seus conhecimentos 
sobre o assunto.
Acesse aqui 
https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/907f20c7-9ba6-44d3-81cb-5a32e319ac14/e37f9af0-94c6-4430-b99c-4f881207a4b1.pdf
Dica do professor
Assista ao vídeo a seguir para compreender melhor o que são sufixos e prefixos.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/2aa7a481501a46e9d965c54ce94160f3
Na prática
Marisa trabalha como secretária executiva e, apesar de dominar bem a Língua Inglesa, tem 
dificuldades em escrever e-mails e correspondências nesse idioma. O vocabulário que ela usava era 
bem limitado, até que um aprendizado ampliou seus conhecimentos e sua atuação profissional.
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Aula 25 - (Pt. 01) - Formação de Palavras
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.youtube.com/embed/9KtmqMlfZ-o
06
Ilane Ferreira CavalcanteFormação de Palavras
INGLÊS
Coordenadora da Produção dos Materias 
Marta Maria Castanho Almeida Pernambuco
Coordenador de Edição 
Ary Sergio Braga Olinisky
Coordenadora de Revisão 
Giovana Paiva de Oliveira
Design Gráfico 
Ivana Lima
Diagramação 
Ivana Lima 
José Antônio Bezerra Júnior 
Mariana Araújo de Brito
Vitor Gomes Pimentel
Arte e ilustração 
Adauto Harley
Carolina Costa
Heinkel Huguenin
Revisão Tipográfica 
Adriana Rodrigues Gomes
Design Instrucional 
Janio Gustavo Barbosa 
Luciane Almeida Mascarenhas de Andrade 
Jeremias Alves A. Silva 
Margareth Pereira Dias
Revisão de Linguagem 
Maria Aparecida da S. Fernandes Trindade
Revisão das Normas da ABNT 
Verônica Pinheiro da Silva
Adaptação para o Módulo Matemático 
Joacy Guilherme de Almeida Ferreira Filho
Revisão Técnica 
Rosilene Alves de Paiva
equipe sedis | universidade federal do rio grande do norte – ufrn
Projeto Gráfico
Secretaria de Educação a Distância – SEDIS
Governo Federal
Ministério da Educação
Você verá 
por aqui...
Objetivo
�
Inglês A06
Os processos de formação das palavras em língua inglesa e algumas listasdos principais 
afixos mais utilizados nessa língua. Estudar a formação das palavras é aspecto relevante 
no desenvolvimento da sua eficiência como leitor em língua estrangeira. 
Conhecer os principais processos de formação de palavras 
em língua inglesa.
Identificar os afixos mais comuns em língua inglesa.
Compreender a relação entre os processos de formação de 
palavras, o sentido e a função gramatical dos vocábulos da 
língua.



�
Inglês A06
Para começo 
de conversa...
Fonte: <http://imagecache2.allposters.com/images/pic/70/022_00107_5F~Reading-is-Fun-Posters.jpg>. Acesso em: 20 set. 2008.
Na ilustração acima, você percebe que há um pequeno enunciado que, de certa 
forma, reafirma a expressão divertida dos seres fantasiados representados 
no texto. Um rapaz lê e, aparentemente, uma horda de seres imaginários o 
acompanha na atividade. Mas atentemos ao enunciado. Ele é iniciado por uma palavra, 
reading, fruto de um verbo mais simples, read, agregada de uma terminação, ing, que 
determina seu tempo verbal e sua função gramatical dentro do enunciado. É justamente 
sobre esse processo de composição das palavras e sobre pequenos enunciados frasais 
que vamos discutir ao longo desta aula.
�
Inglês A06
A formação 
das palavras
Todo o vocabulário de uma língua é formado através de alguns processos 
específicos. Há palavras primitivas, das quais se derivam outras palavras. Há 
palavras que evoluíram de línguas mais antigas que originaram aquela língua 
em particular, há misturas entre essas palavras herdadas e outras próprias da língua 
e há os processos de formação de palavras internos às línguas, que se dão através 
de derivação e de composição. 
Com a língua inglesa não ocorre diferente. Você viu, na aula 4, intitulada “A língua 
Inglesa e os falsos cognatos”, como ela se formou a partir das confluências históricas 
que marcaram a presença dos celtas, dos anglos, dos saxões, dos romanos... Assim, 
a língua recebeu muitos vocábulos e teve a sua estrutura formada a partir dessas 
interações entre essas diversas línguas e culturas.
A importância de conhecer esses processos para o aprendiz de uma segunda língua está 
no fato de que ele poderá, a partir desse conhecimento, reconhecer se um determinado 
vocábulo faz, em um contexto específico, o papel de um adjetivo ou de um advérbio, a 
partir dos elementos que compõem aquela palavra. Ou seja, esse conhecimento permite 
a identificação provável da classe gramatical em que a palavra se insere, e isso é muito 
útil, principalmente, para os estudantes de inglês instrumental.
Para compreender o processo de formação das palavras é necessário, antes, que 
conheçamos os elementos que formam as palavras em geral.
Morfologia
O estudo da formação das palavras denomina-se morfologia e demonstra não só a 
flexibilidade da língua em receber e em criar novos vocábulos, mas as possibilidades 
do usuário nativo da língua transferir uma palavra de uma categoria a outra através do 
uso dos mecanismos que permitem essa variação. Para o aprendiz, obviamente, essa 
produção é muito mais limitada, mas a recepção do vocabulário, por outro lado, pode 
ser muito ampliada através desse conhecimento. Pois ele vai contar com a possibilidade 
de, a partir do conhecimento das regras que se aplicam à formação das palavras 
consagradas pelo uso na língua, reconhecer a função dos vocábulos em seu contexto 
de uso. 
�
Inglês A06
As palavras são formadas por pequenas partículas que determinam seu sentido principal 
e sua função gramatical. São eles:
a) Root (radical): a partícula que traz o conteúdo significativo da palavra.
Exemplo �
feeling – feel / ing
Observe que há na palavra uma partícula que contém o significado da palavra (feel = 
sentir) e outra que determina a sua classe gramatical (ing = terminação que indica o 
present continuous tense ou gerúndio). 
b) Affixes (afixos): as partículas móveis que auxiliam não só na mudança de sentido 
das palavras, mas na determinação de sua classe gramatical. Os afixos podem ser:
Prefixes: postos antes do radical
Exemplo �
pleasant – unpleasant 
Observe que foi acrescentado à primeira palavra do exemplo 2 um pequeno elemento 
(un), que altera significativamente o seu sentido, pois esse prefixo traz uma idéia de 
negação. 
Suffixes: postos após o radical
Exemplo �
Meaning – meaningless
�
Inglês A06
No exemplo 3, foi agregado um sufixo após o vocábulo que também traz uma idéia, não 
de negação, mas de ausência, o que também altera significativamente o conteúdo do 
vocábulo. Mas, antes de tudo, altera a função gramatical que passa de um substantivo 
para um adjetivo. 
Os sufixos em geral têm a função de transformar a categoria gramatical das palavras 
em que são aplicados. Assim, um determinado sufixo sempre implicará na mudança da 
palavra para uma determinada categoria gramatical.
Praticando... �
�. Preencha a tabela abaixo separando o radical e os afixos das palavras 
listadas. Observe o exemplo; quando não houver um dos afixos, basta 
deixar a lacuna. Procure a ajuda de um bom dicionário sempre que sentir 
necessidade.
NOUN PREFIX ROOT SUFFIX
Unhappy un Happy
preview
timing
destination
unbelieveable
forgetfull
lonelyness
unpredictable
relationship
Processos de formação de palavras
Mas não é só o uso de afixos que determina a formação dos vocábulos. Na língua 
inglesa podemos definir 3 processos de formação de palavras, comuns, aliás, a outros 
idiomas:
Afixos
6
Inglês A06
Affixation
Esse é exatamente o processo que consiste na adição de prefixos e sufixos.
Exemplo �
pleasant – UNpleasant
meaning – meaningful – meaningless
O inglês, propriamente, não usa tantos prefixos quanto poderia, mas, como você já 
viu em aula anterior, ela herdou muitas palavras do Latim e no Latim o uso de afixos 
é muito forte, assim, muitas das palavras de origem latina sofrem esse processo de 
transformação por afixos. 
Afixos são partículas 
de que as línguas 
dispõem para o 
processo de criação 
de novas palavras. 
Eles podem ser 
prefixos (colocados no 
início da palavra) ou 
sufixos (colocados no 
final das palavras). Os 
afixos podem alterar o 
grau da palavra (gato 
– gatão), o número 
(gato – gatos), a 
classe gramatical 
(claro – clarear). 
Para saber mais 
sobre isso, pesquise 
em gramáticas a 
formação de palavras.

Exemplo �
Affix (= ad + fix)
prefix (= pre + fix)
suffix (= sub + fix)
Todos os elementos que compõem essas palavras apresentadas no exemplo 5 provêm 
do Latim e alguns deles sofreram modificações em seu uso na lingual inglesa, por 
exemplo, ad perde o d e sub perde o b em seu uso nessas palavras específicas. Em 
outras palavras, eles mantêm as letras originais, veja-se advertise ou subway. Essa perda 
de letras é comum na transformação dos vocábulos ao longo do tempo. 
Conheça alguns dos afixos de origem latina mais comuns na língua inglesa. Observe 
o quadro 1:
�
Inglês A06
Quadro � – Afixos latinos de uso comum na lingual inglesa
AFIXO SENTIDO EXEMPLO DE USO
ab away abrupt, absent, absolve
ad to adverb, advertisment, afflict
in not incapable, indecisive, intolerable
inter between among intercept, interdependent, interprovincial
intra within intramural, intrapersonal, intraprovincial
pre before prefabricate, preface prefer
post after postpone, postscript, postwar
sub under submarine, subscription, suspect
trans across transfer, transit, translate
Fonte: Shütz (2008, extraído da Internet).
Observe também, no quadro 2, a seguir, os principais prefixos da língua inglesa de acordo 
com o sentido que eles agregam às palavras.
Quadro � – Principais prefixos da lingual inglesa
NEGATIVO
E
POSITIVO
TAMANHO
E
INTENSIDADE
LUGAR
TEMPO
E
ORDEM
NÚMERO
un- semi- inter- pre- mono-
non- mini- super- ante- bi-
in- ir- il- micro- trans- fore- hex-
dis- under- ex- post- oct -
re- over- extra- multi-
mis- perri-
Fonte: Costa (2008, extraído da Internet).
Conversion
Esse processo consiste na adoção da palavra em mais de umacategoria gramatical 
sem qualquer transformação.
Exemplo 6
drive (verbo) - drive (substantivo)
Exemplo 8
Exemplo �
Exemplo 9
8
Inglês A06
Compounding
Nesse processo, há uma junção de duas palavras para formar uma terceira, que ganha, 
por sua vez, um sentido novo, diferente do sentido específico das palavras que foram 
utilizadas em sua formação.
tea + pot = teapot, arm + chair = armchair
Há três formas principais de composição (compounding):
a) Aberta (open compound) 
Nesse processo, as palavras são usadas de forma composta, ou seja, formando uma 
expressão que traz um sentido novo, mas mantêm uma grafia separada.
salad dressing
As palavras salad e dressing têm sentidos próprios independentes. Mas utilizadas juntas 
ganham um sentido novo que diz respeito à guarnição das saladas.
b) Hífen (hyphenated compound)
O processo de composição é o mesmo, mas, nesse caso, as palavras são agregadas 
umas às outras através do hífen. 
mother-in-low 
Exemplo �0
9
Inglês A06
Observe a alteração do sentido entre as palavras originais e a nova, formada por 
composição hifenizada:
Mother = mãe
In = na
Law = lei
Mother-in-low = sogra




c) Sólida (solid compound)
Nesse caso, o processo é apenas de junção das palavras. Elas ficam unidas dando 
origem a um sentido novo.
keyboard
Key = chave
Board = quadro
Keyboard = teclado



Percebeu a diferença? A idéia por trás da palavra é que o teclado funciona como um 
quadro de chaves de códigos para acessar o computador. 
Praticando... �
�0
Inglês A06
�. Identifique o tipo de processo de formação das palavras sublinhadas no 
texto abaixo.
Syrup
From Wikipedia, the free encyclopedia
In cooking, a syrup (from Arabic sharab, beverage, via Latin siropus) 
is a thick, viscous liquid, containing a large amount of dissolved sugars, 
but showing little tendency to deposit crystals. The viscosity arises from 
the multiple hydrogen bonds between the dissolved sugar, which has 
many hydroxyl (OH) groups, and the water. Technically and scientifically, the 
term syrup is also employed to denote viscous, generally residual, liquids, 
containing substances other than sugars in solution. Artificial maple syrup 
is made with water and an extremely large amount of dissolved sugar. The 
solution is heated so more sugar can be put in than normally possible. The 
solution becomes super-saturated.
Simple syrup
A basic sugar-and-water syrup used to make drinks at bars is referred to by 
several names, including simple syrup, sugar syrup, simple sugar syrup, 
and bar syrup.
Simple syrup is made by stirring granulated sugar into hot water in a sauce 
pan until the sugar is dissolved and then cooling the solution. Generally, a 
ratio of two parts sugar to one part water is used.
This type of syrup is also commonly used at coffee shops, especially in the 
United States, to make flavoured drinks.
As classes gramaticais
Outro aspecto importante na identificação e leitura do vocabulário em lingual inglesa é 
o reconhecimento da classe gramatical a que as palavras pertencem. 
Exemplo ��
Exemplo ��
��
Inglês A06
Em língua inglesa, como em vários outros idiomas, temos artigos, conjunções, preposições 
que são termos que estabelecem a ligação entre as palavras nos enunciados. 
Vamos dar uma olhadinha em algumas dessas categorias, as preposições e conjunções 
você estudará na aula 7 – “A ordem das palavras”. Aqui falaremos um pouco sobre os 
artigos, mas, para efeito de formação de palavras, vamos atentar, principalmente, para 
os substantivos, adjetivos, verbos e advérbios. 
Os artigos em lingual inglesa são bastante fáceis de identificar. Como em português, 
existem artigos definidos e indefinidos. Veja só:
Artigos
Artigos definidos
Só há um artigo definido em lingual inglesa: The. Ele é utilizado tanto antes de palavras 
femininas quanto masculinas, tanto no plural quanto no singular.
The monkey is funny.
Aqui o artigo definido está antes de um substantive masculine singular.
The soldiers are in Iraq.
Aqui o artigo está sendo usado antes de substantive masculine plural.
Exemplo ��
Exemplo ��
��
Inglês A06
Artigos indefinidos
Existem dois artigos indefinidos em língua inglesa (a, an) e eles correspondem a “um, 
uma, uns, umas” do português. Mas o seu uso se dá de forma bem diferente. 
Use a antes de palavras iniciadas com som consonantal.
A piece of cake.
Use an antes de palavras iniciadas com som vocálico.
There is an apple is on the table. 
Uso de afixos na classificação das palavras
Como você já viu antes, é muito comum o uso principalmente de sufixos na mudança 
da classe gramatical das palavras. Veja um exemplo dessa mudança no Quadro 3, a 
seguir.
Quadro � – Exemplo de mudanças de classe gramatical das palavras
SUBSTANTIVO ADJETIVO VERBO ADVÉRBIO 
Toughness Tough To toughen Toughly 
Roughness Rough To roughen Roughly 
Practice Practical To practise Practically
Fonte: <http://www.prof2000.pt/users/joaomaran/ficha8.htm>. Acesso em: 23 set. 2008.
Observe, no quadro 4, a seguir, os principais sufixos responsáveis para a classificação 
gramatical das palavras em língua inglesa. Essa tabela indica a você que, na maioria das 
vezes em que encontrar uma palavra com as terminações expostas em cada uma das 
colunas, você, provavelmente, estará se deparando com uma das classes gramaticais 
em destaque.
Praticando... �
��
Inglês A06
Quadro � – Sufixos de transformação da classe gramatical das palavras
SUBSTANTIVOS VERBOS ADJETIVOS ADVÉRBIOS
-ance -ence - ise –ize -able –ible -ly -ally
-or -er -ate -ous -wise
-ist -yst -fy -ed -ward(s)
-ness -en -ical
-ee -ify -ish
-let -ical
-al -ive
-ian -al
-tion -ution -ar
-ion -sion -ful
-ing -less
-ment -ive
-ity -ing
-ism -ish
-dom -ic
-ics
Fonte: Costa (2008, extraído da Internet).
�. Identifique a classe gramatical das palavras em destaque no texto abaixo. 
Utilize não só o conhecimento sobre afixos e classes de palavras que 
você encontrou aqui, mas o próprio contexto em que a palavra está 
inserida.
Top Ten Dos and Don’ts for Finding the Right Match
(ARA) – Dating can be tough, and first dates, both good and bad, are an 
inevitable part of finding Mr. or Ms. Right. The quest for true love is seldom 
easy. But, armed with helpful online resources, some important guidelines 
and a positive attitude, dating can be an adventure in meeting new friends 
and exploring life’s possibilities.
��
Inglês A06
This Valentine’s Day, to help today’s singles better navigate the world of 
dating, Love.com has developed the following dos and don’ts to help ensure 
more dream dates than dating disasters in the new year.
Top Ten Dating Dos and Don’ts
1. Do seek out weekend dates from friends, co-workers and online dating 
services. The more you reach out to let people know you are available, 
the more dates are likely to come your way.
2. Don’t try to be someone you’re not. Just because your date turns out to 
be a vegetarian doesn’t mean you need to order the tofu burger and fries. 
Neither should you sign up for the next marathon when your date mentions 
he’s an avid jogger, particularly if you haven’t put on your running shoes 
in years. Just be yourself.
3. Do get to know dates via e-mail and instant messaging (IM). Chat online 
to find out about interests and hobbies until you feel comfortable setting up 
a phone call or in-person meeting. When you do finally meet your date, you 
may feel as though you’ve known him or her for years!
4. Don’t talk about past relationships or exes on the first few dates. No first 
date wants to hear how funny, attractive or smart your ex was. Instead, 
spend this time learning more about the other person to find out if it’s 
worth ordering dessert to spend more time together.
5. Do be true to yourself and to your date by being up-front about your 
appearance and availability, as well as whether you are divorced, widowed 
or have children. If you need to arrange for a babysitter, let your date 
know from the get-go.6. Don’t play games, unless you’re up for a round of Scrabble. Both you and 
your date are looking for someone special, and it’s not fair to waste time 
on mind games.
7. Do be honest about what you are looking for from the other person. 
Whether you want to hear wedding bells or just the dinner specials, key 
your date in. If you’re not looking for the same thing, it’s a waste of time 
for you both.
8. Don’t look for other possible love matches when you’re on a date. It’s not 
fair for you to be checking out the bartender while your date is telling you 
his life story. Give each date a chance.
��
Inglês A06
9. Do be on the lookout for red flags. Break off any relationships at the first 
sign of anything that feels uncomfortable to you.
10. Don’t make snap judgments about your date. Unless he’s a complete 
snooze or a closet psycho, give him a fair shot before writing him off. You 
may come to regret the hasty rejection of a potential love of a lifetime.
To try out these dating dos and don’ts just in time for Valentine’s Day, visit 
www.love.com, a unique online dating service that features the AOL Instant 
Messenger (AIM) service, the largest and most active instant messaging 
community in the United States.
Fonte: <http://www.ego4u.com/en/read-on/countries/holidays/valentine/dating>. Acesso em: 25 set. 2008.
Você conheceu, ao longo da aula, os principais processos de formação de palavras em 
língua inglesa e como esses processos podem influenciar no sentido que as palavras 
ganham. Estude e mantenha as tabelas que você encontrou aqui sempre por perto, 
quando precisar ler textos em língua estrangeira, pelo menos até que você se sinta 
mais à vontade na leitura e interpretação de textos.
Leitura complementar
BAUER, Laurie. English word-formation. Cambridge: Cambridge 
University Press, 1983.
O livro English word-formation pode fornecer uma boa variedade 
de expressões que podem provocar confusão na leitura de 
textos em língua inglesa. É um interessante material de estudo, 
embora o material ilustrativo provenha principalmente do inglês 
britânico. 
BRUNIERA, Celina. A formação das palavras em inglês. Disponível em: <http://educacao.
uol.com.br/ingles/ult1691u47.jhtm>. Acesso em: 31 out. 2008.
Se você quer um texto mais próximo, experimente o artigo A formação das palavras 
em inglês. Ele faz algumas considerações acerca da formação das palavras em língua 
inglesa.
Auto-avaliação
�6
Inglês A06
Nesta aula você estudou os processos de formação de palavras em língua 
inglesa e alguns dos principais prefixos que ajudam na pluralidade de 
sentidos que as palavras ganham em seus diferentes usos, e ainda como os 
afixos podem demonstrar, em alguns casos, a mudança da classe gramatical 
de uma dada palavra. 
�. Complete o quadro a seguir com a ajuda dos afixos que você aprendeu ao 
longo da aula: 
SUBSTANTIVO ADJECTIVO VERBO ADVÉRBIO 
sleep � 
 beautiful � 
 To ring � 
 happily � 
gladness � 
 hard 6 
 To wonder � 
 fulfillingly 8 
tenderness 9
Fonte: <http://www.prof2000.pt/users/joaomaran/ficha8.htm>. Acesso em: 23 set. 2008.
�. Agora, complete as frases seguintes com as palavras apropriadas 
retiradas da tabela que você preencheu na questão anterior:
a) The ashes were _________________ surrounded with limestone. (use 
palavra da linha �)
��
Inglês A06
b) It was really _________________ to get to the top of the mountain, but it’s 
worthwhile to come up, once the panorama from here is pretty __________
_______. (linhas � e 6)
c) I’m ___________ you are understanding this grammar item. (linha �) 
d) I ______________ I could come back to this place next year. (linha �) 
e) It is very ______________ to help the nature and the environment. (linha 8) 
f) I’d like to __________________ all my dreams, but I know that I won’t be able 
to. (linha 8)
g) So, the _______________ Beauty remained there forever, until his charming 
prince came and kissed her. (linha �)
h) She recovered from her numbness and ______________ kissed her prince 
back in his lips. (linha 9) 
i) He gave her a ________________ that made her happy forever. (linha �)
(WORLD..., �008, extraído da Internet).
Referências
COSTA, Ginelda S. Word formation: slides. Disponível em: <http://www.scribd.com/
doc/2281975/word-formation-ingles>. Acesso em: 23 set. 2008.
SCHÜTZ, Ricardo. Word-formation: morfologia: formação de palavras. Disponível em: 
<http://www.sk.com.br/sk-morfo.html>. Acesso em: 23 set. 2008.
WORD formation 1. Disponível em: <http://www.prof2000.pt/users/joaomaran/ficha8.
htm>. Acesso em: 23 set. 2008.
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Inglês A06
Anotações
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Inglês A06
Anotações
�0
Inglês A06
Anotações
Partes do discurso (parts of speech)
Apresentação
Há muito a se aprender em um idioma, e para que você seja capaz de falar inglês é importante que 
saiba como descrever alguns elementos que fazem parte desse idioma, algumas formas básicas de 
uso, e até mesmo alguns problemas que possam ocorrer a partir das menores partes da língua.
Nesta Unidade de Aprendizagem, você estudará as classes de palavras e cada palavra que constitui 
essa classe, observando a aplicação e a ordem em que aparecem. Você revisará como formamos 
frases e os elementos básicos que compõem esses enunciados, nomeando essas partes que utilizam 
substantivos, verbos, pronomes, advérbios, entre outros. Aprofunde seus conhecimentos e pratique 
bastante.
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Identificar a classe das palavras em inglês.•
Diferenciar cada classe de palavras para compreender a estrutura de uma frase em inglês.•
Produzir frases e enunciados utilizando a classe das palavras adequadamente em inglês.•
Infográfico
Muitas palavras em inglês têm grafia semelhante ao português e podem ser classificadas como 
nouns (substantivos) e verbs (verbos). Essa diferença acontece naturalmente e é compreensível pela 
posição que essas palavras ocupam na frase.
Veja o modelo do Infográfico.
Aponte a câmera para o 
código e acesse o link do 
conteúdo ou clique no 
código para acessar.
https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/f97298f1-cc91-4c48-9955-f69fcfb74a2f/cd653404-9b85-422a-a835-6b1def039d4a.jpg
Conteúdo do livro
A produção de uma frase em inglês exige uma determinada combinação de palavras, chamada 
“word order”. Toda vez que um falante de um determinado idioma se expressa de forma oral ou 
escrita, ele combina as palavras naturalmente. Isso significa que cada falante carrega uma noção de 
como seu idioma é formado e, de tanto repetir determinadas palavras, ele entende o que é mais 
adequado em determinadas situações.
Neste Capítulo Partes do discurso, da obra Sintaxe da Língua Inglesa, você aprofundará os estudos e 
acompanhar as menores partes que compõem um idioma, analisando essas partes a partir de frases 
na língua inglesa.
Boa leitura.
SINTAXE DA 
LÍNGUA INGLESA
Dayse Cristina 
Ferreira da Silva
Revisão técnica:
Joice Machado 
Graduada em Letras (Português/Inglês) 
Mestre em Letras (Linguística e Tradução)
Catalogação na publicação: Karin Lorien Menoncin CRB-10/2147
S586s Silva, Dayse Cristina Ferreira da.
Sintaxe da língua inglesa / Dayse Cristina Ferreira da Silva ; 
[revisão técnica : Joice Machado]. – Porto Alegre : SAGAH, 
2017.
164 p. : il.; 27,5 cm
ISBN 978-85-9502-281-2
1. Língua inglesa - Sintaxe. I. Título.
CDU 811.111’36
Sintaxe_da_Lingua_Inglesa_Livro.indb 2 07/12/2017 10:49:51
Partes do discurso 
(parts of speech)
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
 Identifi car a classe das palavras em inglês.
 Diferenciar cada classe de palavras para compreender a estrutura de 
uma frase em inglês.
 Produzir frases e enunciados utilizando a classe das palavras adequa-
damente em inglês.
Introdução
Neste capítulo, você vai estudar as menores partes do discurso na línguainglesa. Há muito a se aprender em um idioma, por isso é importante 
que você saiba como descrever alguns elementos que fazem parte desse 
idioma, algumas formas básicas de uso e até mesmo alguns problemas 
que possam ocorrer a partir das menores partes da língua.
A classe das palavras em inglês
Em inglês, há diferentes tipos de frases que são classifi cadas de acordo com a 
maneira com a qual são produzidas. Isso porque, quando nos comunicamos, 
produzimos vários enunciados que podem ser declarativos, os mais comuns, 
mas também interrogativos, imperativos, e assim por diante, dependendo do 
que cada um quer comunicar, expressar ou simplesmente dizer.
Sintaxe_da_Lingua_Inglesa_Livro.indb 49 07/12/2017 10:50:00
A classe das palavras contém as palavras que utilizamos para formar 
frases – em inglês, parts of speech: nouns, verbs, adverbs, adjectives, 
pronouns, articles, prepositions, conjunctions and interjections (subs-
tantivos, verbos, advérbios, adjetivos, pronomes, artigos, preposições, 
conjunções e interjeições) (HARMER, 2001). A classificação dessa classe 
de palavras em inglês é semelhante à da classe de palavras em português. 
Como os dois idiomas não são totalmente iguais, elas se diferenciam em 
determinados aspectos. As frases são formadas basicamente por subject, 
verb and complement: object and adverb (sujeito, verbo e complemento: 
objeto e advérbio). A partir dessa estrutura simples, formamos outras 
estruturas mais complexas, utilizando a classe das palavras, isto é, as 
palavras que compõem cada uma das classes para que possamos produzir 
adequadamente cada enunciado. 
A frase “Those children study English every day, and they like it a lot” 
(Aquelas crianças estudam inglês todos os dias, e eles gostam muito) tem duas 
orações formando uma frase. Essas orações são classificadas como orações 
coordenadas porque têm a conjunção and (e) ligando-as. Além disso, cada 
uma das orações tem um sujeito: those children (aquelas crianças), na primeira 
oração, e they (eles), sujeito da segunda oração. Os verbos são study e like 
(estudam e gostam). A primeira oração tem um advérbio, every day (todos os 
dias), chamado de expressão de frequência em inglês. A segunda oração traz 
um objeto, o pronome it, que se refere à palavra English na primeira oração e 
que em português traduzimos como “dele” (= de o inglês), fazendo referência 
ao objeto da primeira oração. Por fim, há o advérbio a lot (muito), um advérbio 
de intensidade que finaliza a frase.
Como podemos observar, das partes menores de uma frase, de cada palavra 
usada e combinada, chegamos ao todo: o enunciado, que, neste exemplo, é 
uma frase declarativa, formada por orações coordenadas (Figura 1).
Partes do discurso (parts of speech)50
Sintaxe_da_Lingua_Inglesa_Livro.indb 50 07/12/2017 10:50:00
Figura 1. Exemplo de enunciado completo de uma frase declarativa.
Fonte: Celce-Murcia; Larsen-Freeman (1999).
A classe das palavras ajuda na formação das frases. Utilizamos as palavras e 
as posicionamos nas frases, combinando-as, dando a elas uma função dentro das 
frases. Na frase Those children study English every day, and they like it a lot, há 
duas orações. A primeira tem um sujeito formado pelo pronome demonstrativo 
those e pelo substantivo children. O predicado é formado pelo verbo study, pelo 
objeto English e pelo advérbio every day. O objeto desta primeira frase é um 
substantivo também, e o advérbio que transmite a frequência é uma expressão 
adverbial formada pelo pronome every e o substantivo day, que, juntos, formam 
51Partes do discurso (parts of speech)
Sintaxe_da_Lingua_Inglesa_Livro.indb 51 07/12/2017 10:50:00
tal expressão de frequência. A segunda oração tem um sujeito formado pelo 
pronome they, que se refere a children na primeira oração, e o predicado formado 
pelo verbo like, o objeto it e o advérbio a lot. O objeto nessa segunda oração é 
o object pronoun (pronome oblíquo). Esse pronome sempre ocupa a posição de 
objeto nas frases, vindo sempre depois de um verbo. O advérbio de intensidade 
é formado pelo artigo a e pelo advérbio lot, transmitindo tal intensidade.
As palavras pertencem a determinadas categorias e representam funções 
diferentes quando usadas em certos enunciados, certas frases e orações, 
dependendo da sua função e significado.
  Nouns: children, English
  Verbs: study, like 
  Adverbs: every day, a lot
  Adjective: - 
  Pronouns: those, they, it
  Articles: a
  Prepositions: -
  Conjunctions: and
  Interjections: -
Na frase analisada, não constam todas as classes das palavras, e isso não 
é uma obrigação, pois dependerá do que queremos dizer, do significado do 
enunciado, que ditará quais palavras devem ser usadas e combinadas para que 
a mensagem seja realmente construída e contenha um significado. A partir 
de agora, detalharemos a classe das palavras, destacando cada uma delas.
As interjections (interjeições) também são parte das classes das palavras em português. 
Em inglês, elas são estudadas como interjections, mas como funcionam mais oralmente, 
não aparecem como parte de parts of speech na maioria dos livros sobre a língua inglesa. 
Como uma interjeição é usada para expressar um sentimento ou uma emoção, há 
algumas interjeições em inglês que não fazem sentido em outras línguas, como no 
português, por exemplo. Entretanto, há algumas que conseguimos traduzir e que são 
utilizadas mais frequentemente. Algumas interjeições em inglês são: hooray, huh, oh, 
oops, ouch, uh-oh, wow, yippee, yuck, yum, hum, whoopee (SIMMONS, 2014).
Partes do discurso (parts of speech)52
Sintaxe_da_Lingua_Inglesa_Livro.indb 52 07/12/2017 10:50:01
A classe principal das palavras em inglês
Como verifi camos na seção anterior, a classe das palavras contém palavras que 
são classifi cadas como nouns, verbs, adverbs, adjectives, pronouns, articles, 
prepositions, conjunctions e interjections. Chamaremos esta primeira parte 
da classe das palavras de a classe principal das palavras porque destacaremos 
a importância que determinadas palavras carregam em seu signifi cado. As 
quatro primeiras classes, nouns, verbs, adverbs e adjectives, são as principais. 
Elas são assim chamadas porque, ao serem utilizadas em uma frase, carregam 
consigo muito signifi cado, são palavras que transmitem conteúdo. 
Os nouns (substantivos) são palavras que descrevem nomes de pessoas, 
de coisas, de lugares e de profissões, por exemplo. Primeiramente, os nomes 
de pessoas e de lugares são os nomes próprios, portanto Ann, Dani, Eleonor, 
Sam, Brazil, England, New York, Paris, Empire State Building, Apple, Nike 
e Moma são exemplos de nomes próprios, pois descrevem pessoas, lugares 
e nomes de certos lugares e marcas. Esses substantivos não são traduzidos 
de uma língua para outra. Quando utilizados em outros idiomas, mantém-se 
sua grafia e eles são pronunciados de acordo com a pronúncia do idioma 
alvo. Finalmente, esses substantivos, por serem próprios, são sempre usados 
com a primeira letra maiúscula. Os substantivos que descrevem coisas são 
os substantivos comuns – notebook, computer, word, country, woman, uni-
versity, house, airplane, shopping, news, clothes, glasses e people (caderno, 
computador, palavra, país, mulher, universidade, casa, avião, compras, notícia, 
roupas, óculos e pessoas). Esses substantivos são traduzidos a outros idiomas, 
grafados com letras minúsculas, utilizados com letras maiúsculas somente 
em início de frases e podem estar no singular ou no plural. As profissões 
e ocupações como students, teacher, lawyer, engineer, manager e director 
(estudantes, professor, advogado, engenheiro, gerente e diretor) são também 
exemplos de substantivos e são considerados comuns, de modo que os usamos 
com letras minúsculas, grafando-os com letras maiúsculas em início de frases 
e utilizando-os no singular ou no plural. Uma característica muito peculiar no 
inglês é a utilização dos substantivos em um gênero apenas, ou seja, quando 
mencionamos a profissão writer, atradução para o português pode ser escritor 
ou escritora, determinação de gênero que dependerá do contexto.
Os verbs (verbos) são palavras que são usadas para descrever uma ação, 
uma experiência ou um estado. Os verbos em inglês apresentam vários tipos, 
incluindo o tense (tempo verbal) e o aspect (aspecto), que se referem a simple, 
continuous ou perfect (simples, progressivo ou perfeito). Neste momento, é 
importante tratarmos dos grupos em que os verbos se classificam em inglês. 
53Partes do discurso (parts of speech)
Sintaxe_da_Lingua_Inglesa_Livro.indb 53 07/12/2017 10:50:01
O primeiro verbo que aprendemos é o verbo to be (ser ou estar), o único verbo 
que é considerado auxiliar e tem uma flexão variada na língua inglesa. No pre-
sente, ele pode ser am, is e are (sou, é e são ou estou, está ou estão), conjugado 
no presente, e was e were (era ou eram, estive ou estiveram), conjugado no 
passado. O verbo to be é um verbo de ligação, assim como seem, look, sound 
(parecer), feel e become (sentir e tornar-se), por exemplo. Essa classificação 
se dá porque o complemento depois desses verbos é formado, geralmente, 
por substantivos ou adjetivos (CELCE-MURCIA; LARSEN-FREEMAN, 
1999). Veja o exemplo:
Após estudarmos o verbo to be, somos introduzidos a uma lista imensa de 
verbos em inglês, sendo a maioria deles verbos de ação. Verbos como work, do, 
finish, go, come, pronounce, translate, manage, write, tell, say, speak e discuss 
(trabalhar, fazer, acabar, ir, vir, pronunciar, traduzir, gerenciar, escrever, contar, 
dizer, falar e discutir) descrevem ações. Esses verbos têm mais dois tipos de 
flexão e, no tempo presente, são conjugados com o acréscimo do “s” para a 
terceira pessoa, he, she, it, (ele e ela), assumindo as seguinte formas: work/
works, do/does, finish/finishes, go/goes, come/comes, pronounce/pronounces, 
translate/translates, manage/manages, write/writes, tell/tells, say/says, speak/
speaks e discuss/discusses. 
Outra flexão para esses verbos é no tempo passado, e eles podem ser 
regulares ou irregulares. Para os verbos regulares, acrescenta-se o sufixo -ed, 
enquanto os irregulares são grafados de maneira diferente. Acompanhe: work/
worked, do/did, finish/finished, go/went, come/came, pronounce/pronounced, 
translate/translated, manage/managed, write/wrote, tell/told, say/said, speak/
spoke e discuss/discussed.
O último grupo de verbos a serem estudados são os verbos que não são de 
ligação e que também não descrevem ações. Quando usados, eles transmitem 
sentimentos, emoções, opiniões, posse, etc. São eles (Quadro 1):
Partes do discurso (parts of speech)54
Sintaxe_da_Lingua_Inglesa_Livro.indb 54 07/12/2017 10:50:01
Verbo Transmite
Variação 3ª 
pessoa no 
presente Passado
love emoção loves loved
hate emoção hates hated
prefer sentimento prefers prefered
want sentimento wants wanted
see sentido sees saw
smell sentido smells smelled
think opinião thinks thought
know opinião knows knew
believe opinião believes believed
understand opinião understands understood
have posse has had
own posse owns owned
belong posse belongs belonged
need necessidade needs needed
exist existência exists existed
Quadro 1. Grupo de verbos de sentimentos/emoções e pensamento
Os verbos listados são verbos que, geralmente, são utilizados na forma 
simples de cada tempo verbal: present simple ou past simple. A utilização 
desses verbos no present continuous ou no past continuous em inglês é rara, 
com apenas algumas exceções e mudança de significado em alguns casos, 
pois esses verbos não ocupariam mais a posição de um verbo, e sim de outra 
palavra, como um substantivo ou adjetivo, por exemplo.
Os adverbs (advérbios) são palavras ou expressões que descrevem o modo 
como uma ação acontece, quando e onde essa ação acontece e a frequência 
dessa ação. Os advérbios são acessórios em uma frase e, quando utilizados, 
55Partes do discurso (parts of speech)
Sintaxe_da_Lingua_Inglesa_Livro.indb 55 07/12/2017 10:50:01
fornecem mais dados sobre determinado assunto. Eles costumam acompanhar 
verbos e adjetivos e podem ser:
  Adverbs of manner (advérbio de modo), que dizem como algo acon-
tece. São eles: quickly, angrigly, slowly, carefully e well (rapidamente, 
zangadamente, vagarosamente, cuidadosamente e bem), por exemplo.
  Adverbs of time (advérbios de tempo), que dizem quando uma ação acon-
teceu. São eles: yesterday, today, tomorrow, now, last night e next morning 
(ontem, hoje, amanhã, agora, noite passada e manhã seguinte), por exemplo.
  Adverbs of place (advérbios de lugar), que dizem onde uma ação acon-
teceu. São eles: there, here, upstairs, downstairs e northwards (lá, aqui, 
lá em cima, lá embaixo e ao norte), por exemplo.
  Adverbs of frequency (advérbios de frequência), que dizem a frequên-
cia com que uma ação acontece. São eles: always, never, sometimes, 
usually e every day (sempre, nunca, algumas vezes, geralmente e todos 
os dias), por exemplo.
  Adverbs of degree (advérbios de intensidade), que dizem a intensidade 
que uma ação acontece, o grau de intensidade de um adjetivo ou de 
um advérbio. São eles: very, just, quite, enough e really (muito, apenas, 
bastante, suficiente e realmente). 
Os adjectives (adjetivos) são palavras que dão mais informação para um 
substantivo, qualificando-os. Os adjetivos também podem ser classificados 
de acordo com a característica atribuída a um substantivo (ver Quadro 2). 
Adjetivos Tradução Expressão
good, bad, nice, fine bom, mau, simpático, legal geral
tall, short, thin, fat alto, baixo, magro, gordo físico
intelligent, stupid, 
serious, honest
inteligente, estúpido, 
sério, honesto
caráter
interesting, boring, 
amazing, tiring
interessante chato, 
maravilhoso, cansativo
interesse por algo
interested, bored, 
amazed, tired
interessado, chateado, 
maravilhado, cansado
interesse da pessoa
Quadro 2. Adjetivos agrupados conforme características dos substantivos
(Continua)
Partes do discurso (parts of speech)56
Sintaxe_da_Lingua_Inglesa_Livro.indb 56 07/12/2017 10:50:01
Além desses exemplos de adjetivos, há ainda o comparativo e o superlativo. 
Dependendo da informação, comparamos utilizando adjetivos como older, 
newer, bigger, simpler, easier, dirtier, further, better, less, more difficult, more 
dangerous, more famous e more exhausting (mais velho, mais novo, maior, 
mais simples, mais fácil, mais sujo, mais longe, melhor, menor, mais difícil, 
mais perigoso, mais famoso e mais exaustivo). Quando usamos o superlativo 
para comparar, os mesmos adjetivos ficam the oldest, the newest, the biggest, 
the simplest, the easiest, the dirtiest, the furthest, the best, the least, the most 
difficult, the most dangerous, the most famous e the most exhausting (o mais 
velho, o mais novo, o maior, o mais simples, o mais fácil, o mais sujo, o mais 
longe, o melhor, o menor, o mais difícil, o mais perigoso, o mais famoso e o 
mais exaustivo). Esses adjetivos, sejam eles comparativos ou não, acompanham 
um substantivo em frases.
Adjetivos Tradução Expressão
sunny, cloudy, 
windy, snowy
ensolarado, nublado, 
ventoso, com neve
tempo
hot, warm, cold, freezing quente, caloroso, 
frio, congelante
temperatura
Brazilian, English, Thai, Finn brasileiro, inglês, 
tailandês, finlandês
origem
easy, difficult, 
terrible, perfect
fácil, difícil, terrível 
perfeito
opinião
small, big, large, 
enourmous
pequeno, grande, 
grande, enorme
tamanho
old, young, new, ancient velho, jovem, 
novo, antigo
idade
red, blue, green, yellow vermelho, azul, 
verde, amarelo
cor
Quadro 2. Adjetivos agrupados conforme características dos substantivos
(Continuação)
57Partes do discurso (parts of speech)
Sintaxe_da_Lingua_Inglesa_Livro.indb 57 07/12/2017 10:50:01
Collocations são certos tipos de palavras em inglês que são combinadas porque 
foram instituídas dessa forma, são usadas por causa de uma convenção, e não por 
causa do seu significado. Diz-se, por exemplo, tall person (pessoa alta), embora hajaem inglês o adjetivo high, que também significa “alto” em português (não se usa high 
person). Outros exemplos são:
“Answer your question” em vez de “Say your question” (Responda à pergunta).
“Meet the deadline” em vez de “Accomplish the deadline” (Cumprir com o prazo).
“Set the clock” em vez de “Hit the clock” (Acertar o relógio).
“Take a break” em vez de “Give a break” (Dar um tempo).
“Take your time” em vez de “Do in your time” (Faça no seu tempo).
“Take an aspirin” em vez de “Drink an aspirin” (Tome uma aspirina).
“Close the meeting” em vez de “Finish the meeting” (Encerrar a reunião).
“Catch a cold” em vez de “Take a cold” (Pegar um resfriado).
“Make room” em vez de “Open the way” (Abrir caminho).
“Bear in mind” em vez de “Have in mind” (Ter em mente).
Existem algumas collocations que são mais flexíveis, mas tudo dependerá da combi-
nação das classes das palavras para que elas aconteçam, podendo haver combinação 
entre verbo e substantivos, substantivos e adjetivos, etc. (CELCE-MURCIA; LARSEN-
-FREEMAN, 1999).
A segunda classe de palavras em inglês
A classe que denominamos a segunda classe das palavras é composta por 
pronouns, articles, prepositions and conjunctions. São assim denominadas 
porque são palavras que não carregam um conteúdo signifi cativo quando 
usadas na frase sem o acompanhamento das palavras com conteúdo (nouns, 
verbs, adverbs ou adjectives).
Os pronouns (pronomes) são classificados como se pode ver no Quadro 
3 (cujos equivalentes em português estão no Quadro 4).
Partes do discurso (parts of speech)58
Sintaxe_da_Lingua_Inglesa_Livro.indb 58 07/12/2017 10:50:02
Subject 
pronouns
Object 
pronouns
Possessive 
adjective
Possessive 
pronouns
I Me My Mine
You You Your Yours
He Him His His
She Her Her Hers
It It It Its
We Us Our Ours
You You Your Yours
They Them Their Theirs
Quadro 3. Subject / object pronouns
Pronomes 
retos
Pronomes 
oblíquos
Pronomes 
possessivos
Eu me, comigo meu(s), minha(s)
Tu te, contigo teu(s), tua(s)
Ele o, lhe dele
Ela a, lhe dela
Ele / Ela o, a, lhe dele, dela
Nós nos, conosco nosso(s), nossa(s)
Vós vos, convosco vosso(s), vossa(s)
Eles os, as, lhes deles, delas
Quadro 4. Pronomes retos e oblíquos em português, equivalentes aos do inglês
59Partes do discurso (parts of speech)
Sintaxe_da_Lingua_Inglesa_Livro.indb 59 07/12/2017 10:50:02
Os subject pronouns e os object pronouns substituem um substantivo na 
frase; o primeiro serve sempre como sujeito, enquanto o segundo é o objeto. 
Os possessive adjective sempre acompanham o substantivo, enquanto os 
possessive pronouns recuperam a informação a respeito do substantivo, 
substituindo-os.
Há ainda os demonstrative pronouns (pronomes demonstrativos) (Quadro 5).
Singular Plural Tradução
Near this these este(s) / esta(s) / isto
Far that those aquele(s) / aquela(s) / aquilo
Quadro 5. Pronomes demonstrativos
Os pronomes demonstrativos podem ser acompanhados do verbo to be 
e também podem acompanhar substantivos no singular ou no plural, com a 
possibilidade de substituí-los. 
Acompanhe os exemplos:
Lia loves Sam (Lia ama Sam).
She loves him (Ela o ama).
Tom and Tim bought that coffee (Tom e Tim compraram aquele café).
They bought it (Eles o compraram).
My car is black, and yours? (Meu carro é preto, e o seu?).
That’s amazing! (Aquilo é incrível!).
Os articles (artigos) (Quadro 6) formam a menor parte da classe das pala-
vras: the (o, a, os, as), artigo definido, e a (um, uma) ou an (um, uma), artigo 
indefinido.
Partes do discurso (parts of speech)60
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Definite article Indefinite article
The boy A boy
The boys -
The girl A girl
The girls -
The English teacher An English teacher
The English teachers -
Quadro 6. Artigos definidos e indefinidos
As prepositions (preposições) são basicamente as palavras que indicam a 
posição de alguém ou de algum objeto. Elas podem ser: behind, next, between, of, 
in, out, on, in front of, beside, near, through, opposite e under (atrás, próximo, entre, 
de, dentro, for a, sobre, em frente de, ao lado, perto, através, oposto e embaixo).
As conjunctions (conjunções) são palavras utilizadas para ligar orações, sejam 
coordenadas ou subordinadas. As mais conhecidas são and, but, becouse, if e al-
though (e, mas, porque, se e embora), além de outras, como moreover, nevertheless, 
therefore, however e thus (além disso, apesar disso, portanto, entretanto e assim).
Há muitos recursos que podem ajudá-lo a praticar e a apren-
der inglês atualmente. São tantas as opções que, às vezes, 
fica difícil escolher só uma. Os sites são um recurso muito 
utilizado e, com eles, você pode adquirir mais informação. 
No site English for Students você encontra mais informação 
sobre parts of speech, outro recurso para mantermos o foco 
e estudarmos mais sobre a classe das palavras em inglês.
https://goo.gl/w9Rwo 
61Partes do discurso (parts of speech)
Sintaxe_da_Lingua_Inglesa_Livro.indb 61 07/12/2017 10:50:02
1. São palavras que pertencem à classe 
principal de palavras em inglês:
a) southward, behind, 
throughout, lend.
b) negociate, management, 
in front of, time.
c) they, them, we, us.
d) content, compass, 
bookshop, boulevard.
e) would, can, will, shall.
2. São palavras que pertencem 
à segunda classe de 
palavras em inglês:
a) work, working, live, living.
b) in, come in, out, go out.
c) moreover, however, 
therefore, nevertheless.
d) up, get up, down, get down.
e) at, at night, on, on Sunday.
3. Considere a seguinte frase: 
_________ have breakfast every 
morning. Marque a alternativa 
que contém palavras que podem 
ser usadas como sujeito:
a) I, You and I, We, My dog.
b) He, Paul, She, Mary.
c) My cat, My cats, We, It.
d) That, That dog, Her, Her sisters.
e) I, My sisters, You, Your brothers.
4. Considere a frase: Peter and Brenda 
know _________. 
Marque a alternativa que 
contém palavras que podem 
ser usadas como objeto: 
a) the book, it, Jimmy, he.
b) some people, them, Rick, him.
c) english, it, Spanish 
and French, they.
d) I, me, she, her.
e) those boys, he, these girls, she.
5. Em relação aos advérbios, 
é possível dizer que: 
a) descrevem modo e tempo 
em algumas frases.
b) são sempre optativos.
c) são sempre obrigatórios.
d) fazem parte das orações 
coordenadas.
e) fazem parte das orações 
subordinadas.
Partes do discurso (parts of speech)62
Sintaxe_da_Lingua_Inglesa_Livro.indb 62 07/12/2017 10:50:03
CELCE-MURCIA, M.; LARSEN-FREEMAN, D. The grammar book: an ESL/EFL teacher’s 
course. New York: Heinle Cengage Learning, 1999.
HARMER, J. How to teach English: an introduction to the practice of English language 
teaching. London: Longman, 2001.
SIMMONS, R. L. The interjection. [S.l.]: Robin L. Simmons, 2014. Disponível em: <http://
chompchomp.com/terms/interjection.pdf>. Acesso em: 2 nov. 2017.
Leituras recomendadas
DAVIDSON, G. Phrases, clauses and sentences. Singapore: Learners Publishing, 2006.
EASTWOOD, J. Oxford practice grammar: intermediate. Oxford: Oxford University 
Press, 2011.
ENGLISH FOR STUDENTS. Grammar: parts of speech. [S.l.]: English for Students, [2017]. 
Disponível em: <http://www.english-for-students.com/Parts-of-Speech.html>. Acesso 
em: 2 nov. 2017.
HORN, L. R.; WARD, G. The handbook of pragmatics. Hoboken: Blackwell, 2006.
HYPER GRAPHIX PROOFREADING SERVICES. Site. [S.l.]: HGPublishing, [2017]. Disponível 
em: <www.hgpublishing.com/grammar>. Acesso em: 2 nov. 2017.
VINCE, M. Macmillan English grammar in context. London: Macmillan, 2008.
63Partes do discurso (parts of speech)
Sintaxe_da_Lingua_Inglesa_Livro.indb 63 07/12/2017 10:50:03
Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para 
esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual 
da Instituição, você encontra a obra na íntegra.
 
Conteúdo:
Dica do professor
As palavras que formam um idioma fazem parte da classe das palavras, parts of speech, em inglês. 
Essas palavras são classificadas em duas importantes categorias: aclasse principal que se refere aos 
substantivos, adjetivos, verbos e advérbios, e a segunda classe que se refere às demais palavras 
preposições, pronomes, artigos, e conjunções. Ouça a Dica do Professor sobre como essas palavras 
funcionam em inglês.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/251710ea0c73160fa4dd29280debb7d0
Na prática
Algumas dinâmicas são muito bem-vindas para a prática da língua inglesa. Até mesmo algumas 
brincadeiras ajudam a aprender e a memorizar aspectos de um idioma. Trabalhar com “cards” e 
figuras é sempre bem aceito e ajuda na memorização mais rápida e, muitas vezes, mais eficaz, 
porque o estudante está, de certa forma, tentando vivenciar tal experiência. Uma dinâmica bem 
simples pode ser feita com um modelo de infográfico. O estudante coloca as palavras principais e a 
partir delas vai relacionando com outras palavras. É uma forma de memorizar vocabulário e de 
praticar palavras relacionadas à sua área de interesse em inglês.
Have fun!
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Does punctuation matter? 
Um vídeo para você explorar a pontuação na língua inglesa.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
Grammar Rules: Parts of Speech 
Um esquema divertido sobre parts of speech.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
The parts of speech Site do Red Deer Polytechnic do Canadá 
abordando the parts of speech.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
http://www.bbc.co.uk/learningenglish/english/features/6-minute-english/ep-160929
https://www.englishclub.com/grammar/parts-of-speech.php
https://guides.rdpolytech.ca/writingtutor/grammar#:~:text=The%20University%20of%20Ottawa%20explains,how%20to%20put%20them%20together.
Produção textual e a capacidade de 
argumentação
Apresentação
Argumentar é uma forma de expressar uma convicção, uma ideia, uma tese e um ponto de vista 
para persuadir e convencer o interlocutor a aceitar conclusões propostas. Para construir um texto 
argumentativo, existem estratégias que podem ser utilizadas a fim de que se atinja o objetivo de 
ganhar a confiança do interlocutor.
Nesta Unidade de Aprendizagem, você aprenderá a identificar os diferentes tipos de argumentação 
em inglês e os processos lógicos que os envolvem. Além disso, reconhecerá o sentido 
argumentativo em diferentes gêneros textuais, em particular: artigo acadêmico, artigo de opinião, 
resenha e carta de reclamação. Por fim, você saberá utilizar os marcadores argumentativos em suas 
produções textuais em língua inglesa.
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Identificar os diferentes tipos de argumentação.•
Reconhecer o sentido argumentativo em diferentes gêneros textuais em inglês.•
Construir textos argumentativos em inglês.•
Infográfico
O artigo de opinião (opinion piece) é um gênero textual cuja principal característica é a exposição da 
opinião do autor. Para persuadir o leitor a respeito sua visão, o autor precisa fornecer argumentos 
contundentes, apresentar fatos e evidências que comprovem ou legitimem o que ele está dizendo.
Confira, neste Infográfico, dicas sobre como produzir um artigo de opinião em inglês. São 
estratégias que ajudarão você a expor sua opinião, fornecer fatos e outras informações, dialogar 
com leitor e, por fim, apresentar uma conclusão.
Aponte a câmera para o 
código e acesse o link do 
conteúdo ou clique no 
código para acessar.
https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/1c11a84f-5891-4b5d-b3bb-411b37e54169/b1c5d0e6-962c-4235-8e93-3e94f1c5de75.jpg
Conteúdo do livro
Os textos argumentativos procuram convencer o leitor sobre uma determinada posição, opinião, 
ponto de vista ou tese do autor. Há inúmeros gêneros textuais que podem usar a argumentação em 
sua composição. Como exemplo, podemos citar o artigo de opinião, o artigo acadêmico, a resenha e 
a carta de reclamação.
No capítulo Produção textual e a capacidade de argumentação, da obra Oficina de textos em inglês 
avançado, você aprenderá os diferentes tipos de argumentação: causa e consequência, analogia, 
citação, exemplificação e contra-argumento. Você poderá observar como se produz o sentido 
argumentativo em diferentes gêneros textuais, além de aprender como construir argumentos em 
língua inglesa.
Boa leitura.
OFICINA 
DE TEXTOS 
EM INGLÊS 
AVANÇADO
Aline Gomes Vidal
Produção textual e 
capacidade de argumentação
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
  Identificar os diferentes tipos de argumentação.
  Reconhecer o sentido argumentativo em diferentes gêneros textuais 
em inglês.
  Construir textos argumentativos em inglês.
Introdução
Textos argumentativos têm como característica essencial a tentativa de 
convencimento do leitor a respeito de uma ideia, hipótese ou opinião 
por meio da discussão de tema, de uma análise crítica e da apresentação 
de um ponto de vista. Para produzir textos argumentativos, existem 
estratégias que podem ser utilizadas e que contribuem para que a ar-
gumentação seja devidamente embasada e, consequentemente, atinja 
seu objetivo de persuadir o leitor. 
Neste capítulo, você vai aprender quais são os tipos de argumentação e 
como eles podem funcionar na língua inglesa. Em um segundo momento, 
você vai reconhecer o sentido da argumentação nos seguintes gêneros 
textuais: artigo de opinião, artigo acadêmico, resenha e carta (ou e-mail) 
de reclamação. Por fim, você vai aprender formas de colocar em prática 
os tipos de argumentação em suas produções textuais em língua inglesa. 
Os tipos de argumentação 
Em geral, textos argumentativos apresentam dois elementos essenciais: author’s 
claim e author’s arguments. O primeiro elemento se refere à tese defendida pelo 
autor, isto é, aquilo que ele está tentando provar ou afi rmar. O segundo elemento 
consiste na série de justifi cativas que dão apoio à tese sustentada. Na composi-
ção desses elementos, podem ocorrer dois processos de raciocínio: dedutivo e 
indutivo. O primeiro conduz o leitor através de um movimento que vai do geral 
para o específi co, isto é, parte de afi rmações gerais para chegar a uma conclusão 
lógica em nível mais específi co. O silogismo é um exemplo desse processo de 
argumentação: All men are mortal. Robert is a man. Therefore, Robert is mortal 
(Todos os homens são mortais. Robert é um homem. Logo, Robert é mortal). 
Já o processo indutivo faz o movimento contrário: parte de informações 
específicas para chegar a uma conclusão mais geral. A partir desse processo, 
geralmente fazemos generalizações a respeito de pessoas, eventos, fenômenos, 
etc. January is always cold in the USA. Today is January 14 and we are in New 
York. Therefore it is going to be a cold day (Em janeiro sempre faz frio nos Estados 
Unidos. Hoje é 14 de janeiro e estamos em Nova Iorque. Logo, será um dia frio). 
Os processos supracitados são processos lógicos, são formas de argumen-
tação. A conclusão não é necessariamente verdadeira. Por isso dizemos que as 
conclusões podem ser válidas ou inválidas, a depender da análise. Utilizando 
o exemplo de processo indutivo, a conclusão segue uma lógica, mas será que é 
sempre assim? Ou será que existe a possibilidade de fazer tempo mais ameno 
em algum dia de janeiro em Nova Iorque? 
Se você quiser saber mais sobre como funcionam os tipos de argumentação indutivo 
e dedutivo, leia o artigo Types of Argumentation:
https://goo.gl/7Y2a4W
Principais tipos de argumentação 
Existem várias formas de argumentar. Por ora, podemos citar as seguintes dife-
rentes formas: causa e causation (consequência), analogy (analogia), authority 
(citação), example(exemplifi cação) e conter-argument (contra-argumento). 
Causation (causa e consequência)
Buscar relações de causa e efeito é uma das maneiras de se comprovar uma 
ideia ou tese. Quais as causas do problema que estou tentando resolver em 
minha argumentação? Quais as suas consequências? Ao responder questões 
Produção textual e capacidade de argumentação2
desse tipo, o autor de um texto analisa um problema e apresenta evidências 
da veracidade de sua conclusão. Veja um exemplo:
The teachers at Up University are excellent because they all have at least 
a Master’s Degree. 
Em suma, o motivo pelo qual os professores da Up University são excelentes 
reside no fato de que todos eles têm, no mínimo, mestrado. Nessa frase, o 
autor apresenta uma tese: The teachers at Up University are excellent. E, em 
seguida, procura comprovar a sua afirmação mostrando um motivo, uma razão 
factual: because they all have at least a Master’s Degree. 
Analogy (analogia)
O argumento analógico baseia-se na apresentação de semelhanças entre dois 
elementos a fi m de legitimar a conclusão defendida. 
A person’s heart is like a box of chocolates. You never know what is inside. 
No exemplo anterior, primeiramente existe uma comparação entre o coração 
de uma pessoa e uma caixa de chocolates. Em seguida, temos a explicação 
dessa comparação. A person’s heart is like a box of chocolates (o coração de 
uma pessoa é como uma caixa de chocolates). Mas por quê? O que esses dois 
elementos têm em comum? A resposta: You never know what is inside (nunca 
se sabe o que há por dentro). Eis que se forma a analogia. 
Authority (citação de autoridade)
A argumentação por autoridade consiste em utilizar uma fonte de informação 
que trará credibilidade à ideia postulada. Por exemplo, aceitamos a opinião de 
um médico a respeito do medicamento que devemos tomar porque confi amos 
na credibilidade de sua formação, de sua especialidade. Uma forma comum 
de utilizar o recurso de autoridade é a citação, ou, ainda, a paráfrase (citação 
indireta):
According to Freud (1911/2003c), the subject in psychosis would be outside 
of the transferential logic, conceived in intersubjective terms since the creation 
of the theory of libido (ZANCHETTIN, 2018, p. 116). 
3Produção textual e capacidade de argumentação
Fazer referência a um autor importante, como Freud, como no exemplo 
anterior, é uma forma de construir um argumento forte, pois, ao basear uma 
ideia em um fundamento conhecido, destacado e célebre, o autor tenta propor-
cionar ao leitor uma sensação de conforto diante de uma verdade reconhecida. 
Trata-se, portanto, de uma estratégia de persuasão. 
Nem sempre a citação de autoridade é utilizada como uma fonte positiva de informação. 
É possível também utilizar esse recurso para contra-argumentar, isto é, para mostrar 
que a ideia de um determinado autor é inválida. Veremos mais à frente um exemplo 
concreto disso. 
Example (exemplificação)
Outra maneira de argumentar é exemplifi cando, isto é, relatando fatos exem-
plifi cativos que tornam válido o argumento proposto. Esse recurso é bastante 
utilizado em trabalhos mais teóricos que demandam esclarecimentos que 
podem ser dados por meio de dados concretos. Em geral, a exemplifi cação 
gera um efeito de generalização.
These strategies will also vary based on the grade you teach. For example, 
a Grade 1 student should not be expected to learn all of the strategies listed 
here. Similarly, a Grade 4 student should be learning the strategies at a higher 
level (for example, working with 1000’s rather than 10’s) (GRAY; HARTLEY, 
2015, p. 03). 
No excerto acima, a autora faz referência a determinadas estratégias, mas 
as relativiza dizendo que sua utilização varia dependendo da série ensinada. 
Esta é sua tese: These strategies will also vary based on the grade you teach. 
Porém, como demonstrar essa relativização? No caso, a estratégia utilizada 
pela autora foi a exemplificação. Ela aponta o que se espera de alunos do 1º e 
do 4º anos para demonstrar o motivo pelo qual as estratégias de ensino devem 
variar de acordo com a série. 
Produção textual e capacidade de argumentação4
Counter argument (contra-argumento) 
Quando um autor contra-argumenta, ele considera argumentos contrários à 
tese que ele defende, a fi m de refutá-los. 
It is true that more and more factories are being built along this stretch 
of the river and that a certain amount of waste will inevitably be discharged 
into the river. However, in all the discussions that I have had with these firms' 
representatives, I have not found one who does not have a responsible attitude 
to environmental protection (BBC, 2011, documento on-line). 
Vemos que a tese que o autor sustenta é o que está na segunda frase: I 
have not found one who does not have a responsible attitude to environmental 
protection. Entretanto, ele antecipa um possível contra-argumento do leitor, 
isto é, afirma ser verdade que fábricas estão sendo construídas ao longo do 
rio e que inevitavelmente haverá lixo sendo despejado. Entretanto, logo em 
seguida, ele apresenta um argumento refutando a ideia geral de poluição ao 
afirmar que todos os representantes das empresas que ele encontrou tinham 
uma atitude responsável em relação à questão ambiental. Essa também é uma 
maneira de convencer o leitor a respeito do ponto de vista que o autor defende.
Argumentação em diferentes gêneros textuais
Aqui citaremos, entre os inúmeros gêneros existentes dentro do tipo textual 
argumentativo, quatro gêneros em particular: artigos de opinião, artigos aca-
dêmicos (pesquisa), resenha e carta (ou e-mail) de reclamação. 
Opinion piece (artigo de opinião)
Artigos de opinião procuram persuadir o leitor a respeito de um determinado 
ponto de vista e usam a argumentação como instrumento de convencimento. 
O autor costuma iniciar esse tipo de texto argumentativo expondo sua opinião 
sobre o tema selecionado. Em seguida, ele apresenta fatos e outras evidências 
que possam corroborar sua argumentação. 
O autor também costuma apresentar argumentos que vão contra seu ponto 
de vista, desconstruindo-os e refutando-os. Isso faz parte das estratégias de 
persuasão do autor. Como exemplo, veja o excerto de um artigo de opinião 
publicado no jornal The New York Times.
5Produção textual e capacidade de argumentação
Refugees aren’t criminals and freeloaders. I know. I was one. 
By Max Boot
President Trump has run a disgraceful and hysterical campaign vilifying illegal immigrants 
and refugees – two categories that appear indistinguishable to him. He doesn’t have a positive 
word to say about any immigrants, even the legal ones. Most of his vitriol has focused on 
a caravan of a few thousand refugees fleeing Central American crime and poverty, 
which he calls an “invasion” of “criminals and gang members,” necessitating a 
response from up to 15,000 U.S. troops.
The scandal isn’t that refugees want to come to the United States. It’s that Trump is abusing 
these aspiring Americans and closing our doors to them. He has cut refugee admissions to the 
lowest level since 1980. As the country prepares to celebrate Thanksgiving – commemorating 
the journey of an earlier group of refugees – let’s open our hearts and our admissions process 
to today’s asylum-seekers. That doesn’t mean letting in everyone who wants to come 
here, but it also doesn’t mean turning away almost everyone or calumniating 
them as an invading army of terrorists, criminals and freeloaders (BOOT, 2018, 
documento on-line).
Neste excerto, vemos que o autor inicia o texto expondo sua tese que con-
siste em uma crítica à campanha encabeçada pelo presidente Donald Trump 
contra refugiados e imigrantes ilegais. A primeira estratégia argumentativa é a 
citação que está entre aspas no texto e que faz referência às falas do presidente. 
Nesse caso, a citação não é tratada como uma fonte de credibilidade. Ela serve 
para desqualificar o discurso de Trump. O autor escolheu citar justamente 
palavras quetêm uma conotação negativa e isso tem um impacto sobre sua 
argumentação, pois sustenta a ideia de que as afirmações do presidente com 
respeito ao tema tratado são negativas. Nesse momento, o autor conduz o leitor 
a fazer uma imagem desfavorável ao presidente.
Uma segunda estratégia que podemos observar é a contra-argumentação. 
Quando o autor diz que That doesn’t mean letting in everyone who wants to 
come here (isso não significa que devamos deixar entrar todos os que querem vir 
para cá), ele antecipa um argumento que o leitor possa ter e contra-argumenta 
logo em seguida, apresentando atitudes que ele considera nocivas em relação 
aos estrangeiros. 
Produção textual e capacidade de argumentação6
Artigos acadêmicos
Artigos acadêmicos também são textos argumentativos, pois procuram comprovar 
ou debater uma ideia. Em geral, os artigos consistem em estabelecer um problema 
e propor soluções. A fi m de apresentar essas soluções, o autor busca argumentos 
persuasivos que corroborem sua tese. Esse gênero costuma depender muito do 
apoio de fontes externas para sustentar suas alegações, pois nenhuma pesquisa sai 
do ineditismo absoluto. Os estudos se baseiam em pesquisas anteriores, debates 
acadêmicos, autores consagrados, etc., dialogando constantemente com eles. 
Dado seu caráter científico, não se trata simplesmente de dar a sua opinião 
sobre um determinado assunto, mas, sim, de algo mais aprofundado que 
demanda mais investigação e maiores cuidados na hora de fazer afirmações. 
School systems function as an institution that encourages subor-
dination to power, as Chomsky states. “Starting with kindergarten, the 
main requirement is you do what you’re told.” Societal pressures promoted 
by the media and other civil institutions further encourage a consumerist 
lifestyle and discourage critical attitudes towards the institutions that benefit 
from the profit-oriented economy. However, as opposed to military or religious 
indoctrination, it is by the nature of a profit oriented society, not by conspiracy, 
that indoctrination of elite values occur (CATHEY, 2009, p. 06).
No exemplo anterior, a estratégia de persuasão mais evidente é a citação. 
Como vimos, a citação é um argumento de autoridade (authority) e é utilizado 
quando o autor quer levar ao leitor um argumento de uma fonte considerada 
confiável, isto é, uma frase ou um excerto de um texto de especialista.
Primeiramente, o autor apresenta sua ideia inicial: School systems function 
as an institution that encourages subordination to power (Os sistemas escolares 
funcionam como uma instituição que estimula a subordinação ao poder). Em 
seguida, ele procura justificar sua afirmação a partir da citação de um autor 
conhecido em sua área de estudo que corrobora o que ele acabou de afirmar. 
Por fim, logo após a citação, o autor usa sua ideia inicial para sustentar a 
conclusão de que as pressões sociais construídas pelas instituições e pela mídia 
estimulam o comportamento do consumidor e geram comportamentos acríticos.
A citação, portanto, contribui não apenas para sustentar a ideia inicial, como 
também funciona como alavanca para a conclusão que foi produzida em seguida.
7Produção textual e capacidade de argumentação
Review (resenha)
A resenha consiste em um comentário opinativo a respeito de uma obra ou 
parte dela. Em geral, ela é publicada em revistas, jornais e outros periódicos. 
Há resenhas de obras literárias, álbuns de música, mas há também resenha de 
textos acadêmicos, muito comum em periódicos científi cos. 
A resenha não é um simples resumo da obra, mas, sim, uma análise crítica, 
como o próprio nome sugere. Trata-se também de uma forma de avaliação 
da obra, dizer seus pontos positivos e negativos. Toda avaliação tem critérios 
específicos e, portanto, é preciso saber argumentar para validar a sua proposta 
avaliativa. Veja o exemplo a seguir. 
Mirai review – an anime fantasy that bottles the magic of childhood
Sibling envy is at the heart of this intimate yet kaleidoscopic anime, the first of its genre to 
premiere at Cannes, in which four-year-old Kun (Moka Kamishiraishi) must come to terms 
with the arrival of his baby sister, Mirai. His tantrums send him spinning off into fantasy ren-
dezvouses with relatives whose loftier perspective enables the youngster to get a handle on 
the cute calamity cramping his style: among them, teenage Mirai; his mother as a girl, whose 
unruliness is strangely familiar; and his Brando-esque great-grandfather, wounded in the war.
(…)
Mirai definitely puts Hosoda in the Japanese industry’s top league, showing a similar spirit 
of high-blown romanticism as Your Name (2016), anime’s high-water mark in recent 
years. It doesn’t, though, quite have the same degree of narrative mastery: a few 
flat transitions back to reality and weakness for drenching Kun’s reconciliations in 
cutesy overkill dull its finish. But Hosoda’s delicate, painterly style is perfect for capturing 
Kun’s evanescent imaginary haven – and conveying the message about the moral courage 
needed to leave it (HOAD, 2018, documento on-line).
Esse texto é uma resenha crítica de um anime. O autor inicia o texto fazendo 
um breve resumo do enredo do filme e destacando a sua importância no cenário 
cinematográfico (foi o primeiro anime a estrear em Cannes, festival francês 
de grande repercussão internacional no mundo do cinema). 
Em sua avaliação, o autor faz uma analogia entre Mirai e outro anime 
japonês chamado Your name, de 2016. O autor compara os dois filmes, dizendo 
que ambos têm um traço característico dos animes desse período: um espí-
rito altamente romântico. Em seguida, o autor faz uma avaliação dos pontos 
Produção textual e capacidade de argumentação8
negativos do filme. É um contraponto que ele coloca aos elogios iniciais. 
Ainda dentro da analogia, fazendo uma comparação com o filme Your name, 
ele afirma que Mirai não tem o mesmo grau de maestria narrativa. O autor 
finaliza retomando os elogios, qualificando o estilo de Hosoda, realizador do 
filme, delicado e artístico. 
Vemos, portanto, que a base do argumento do autor é a analogia. A com-
paração com outro filme serviu, nesse caso, para ilustrar as críticas positivas 
e negativas do autor do texto. 
Entre as qualidades mais importantes de uma resenha crítica, poderíamos citar a impar-
cialidade e a capacidade de síntese. No site da Universidade Federal do Amazonas, você 
encontra um roteiro detalhado sobre como produzir uma resenha crítica de qualidade: 
https://goo.gl/iEYd3H
Complaint letter (carta de reclamação)
A carta de reclamação é um texto que tem destinatário específi co. Pode ser um 
estabelecimento comercial, uma repartição pública, pode ser um departamento 
da universidade, um laboratório, etc. O gênero obriga o uso de algumas formas 
específi cas, como cabeçalho, local, data, vocativo, saudação introdutória, 
despedida e assinatura, como você pode ver no exemplo a seguir. Como não 
é uma carta pessoal, mas, sim, ofi cial, existe também a necessidade do uso 
da linguagem formal. Veja o exemplo a seguir.
8 Kennedy Avenue
New York
NSW 2010
11 November, 2018
Up University
School of Arts, Languages and Cultures
9Produção textual e capacidade de argumentação
Nessa carta de reclamação, uma estratégia de argumentação que chama a aten-
ção do leitor é a relação de causa e consequência (causation). Josh White apresenta 
um problema, a dizer, o fechamento de uma das bibliotecas da universidade onde 
estuda. Em seguida, ele procura persuadir o destinatário da carta, no caso o reitor 
da universidade, a não fechar a biblioteca. O principal argumento apresentado 
reside nas consequências negativas que essa ação poderá causar nos estudantes que 
ficarão no prejuízo: it puts your students at a disadvantage. Ele alega, ainda, que 
não haverá espaço para todos os livros que deveriam ser remanejados para outro 
local e questiona o que será feito com esses livros, reforçando sua reclamação.
Outra estratégia que precisa ser mencionadaé a contra-argumentação. 
Logo na introdução da carta, Josh afirma: I understand the costs of having 
three faculty libraries (eu entendo que ter três bibliotecas universitárias tem 
um custo). Nesse caso, Josh antecipa o argumento que o reitor poderia usar 
para justificar o fechamento da biblioteca para, em seguida, refutá-lo. Esse 
recurso é também uma forma de amenizar a crítica que será feita. É uma 
Josh White
16 Bright Street
New York
jwhite@upuniversity.com
555-555-555
Subject: Library to be closed
Dear Dean of Up University,
My name is Josh White, and I am a freshman at Up University. I am contacting you regarding 
your proposal to close one of the school libraries. I understand the costs of having three 
faculty libraries. However, I believe that you will be gravely compromising the education of 
your students if you close Library 3.
Many students from the School of Arts, Languages and Cultures depend on Library 3 to 
have access to books and articles they need. I know that some works will be transferred to 
the main library. Nevertheless, there will not be enough space for all of it and, therefore, I 
would like to ask you a question: where will all these extra books go? I believe that discarding 
these works is a huge mistake and it puts your students at a disadvantage because we will 
not have access to those books anymore.
I ask you, on behalf of the students of Up University, to reconsider your decision to close 
Library 3. This university has always been a good place to learn, and it would be a shame 
to destroy such an important resource. 
If you have any further questions about my position on this issue, please do not hesitate to 
contact me at jwhite@upuniversity.com or by phone at 555-555-555. 
Sincerely,
Josh White
Produção textual e capacidade de argumentação10
tentativa de sensibilizar o leitor, demonstrando empatia em relação a ele. É, 
portanto, uma estratégia de persuasão.
A carta de reclamação precisa ser crítica, mas não precisa soar agressiva. Algumas 
dicas para escrever um texto desse gênero são: 
  Seja claro e conciso e não se estenda demais.
  Vá direto ao ponto, não fique dando voltas no texto até chegar ao ponto que deseja.
  Não escreva de forma irônica ou agressiva, pois isso imprime um tom ameaçador 
no texto.
  Inclua cópias de documentos relevantes, se for o caso.
Construindo textos argumentativos em inglês
A fi m de estabelecer uma argumentação convincente, alguns fatores devem 
compor a estrutura textual. Primeiramente, é preciso que o autor defi na cla-
ramente sua tese. Muitas vezes os argumentos são até pertinentes, porém, se 
o leitor não tem clareza a respeito da ideia central que está sendo defendida, 
todo o processo de argumentação fi ca comprometido. Em segundo lugar, 
para estruturar um argumento, é preciso defender a sua tese, é o momento 
de estruturá-la, trabalhando todos os pontos que a corroboram. 
Nesse momento, costuma ser ainda mais forte a presença dos operadores 
argumentativos. Por fim, é necessário também que a elaboração da conclusão 
seja cuidadosa. É quando o autor arremata o texto, costurando tudo o que veio 
construindo ao longo de sua produção textual. É a síntese do problema debatido e 
pode conter frases de efeito ou outros recursos que permitam que as ideias “ecoem” 
na cabeça do leitor por mais tempo do que o simples tempo de leitura do texto. 
No artigo How to Write an Argumentative Essay, publicado no site do British Council, 
você encontra dicas sobre como estruturar a produção de um ensaio argumentativo:
https://goo.gl/VhPiwE
11Produção textual e capacidade de argumentação
Para estruturar melhor sua argumentação, você pode colocar algumas 
questões e avaliar se seu texto tem as seguintes características:
1. Meu texto está interessante? Será que o leitor vai procurar aprender 
mais sobre o assunto de que estou tratando? 
2. Explicitei claramente qual o problema que me propus a discutir? 
3. Coloquei apenas o meu ponto de vista? Ou acrescentei pontos de vista 
opostos ao meu?
4. Minha posição/opinião ficou clara no texto?
5. Meu texto está convincente, isto é, consegui ser persuasivo?
6. Antecipei argumentos contrários a minha tese e os refutei?
Em seguida, você deve checar se seu texto tem três partes essenciais:
a) Introdução: espaço no qual você deve expor sua tese, ou seja, sua 
ideia principal.
b) Corpo do texto: parte na qual você deve explicar os motivos pelos 
quais defende sua tese. Aqui, nossos tipos de argumentação se fazem 
ainda mais presentes (exemplificação, causa e efeito, analogia, citação 
e contra-argumento).
c) Conclusão: espaço no qual você apresenta suas considerações finais, mos-
trando ao leitor o motivo pelo qual ele deve aderir ao seu ponto de vista. 
Marcadores argumentativos
Até aqui, estudou-se a estrutura básica de um texto argumentativo. Porém, é 
importante utilizar os marcadores argumentativos adequadamente, pois eles 
dão grandes contribuições para a construção da argumentação. 
Causation (causa e consequência)
Causa e consequência têm uma dimensão temporal, pois a causa precede a 
consequência. Existem diversas maneiras de expressar relação de causa e 
consequência em inglês. Algumas conjunções podem ajudar você na hora de 
utilizar esse recurso em suas produções escritas. Veja os exemplos: 
The elections were successful because the police provided safety.
President Donald Trump made that statement in order to maintain po-
litical stability.
Produção textual e capacidade de argumentação12
Since Brazilian economy was showing signs of decline at that time, there 
was an aggravation of social problems.
That is the reason why Germany entered the war.
The railway was built so that the country could achieve rapid modernization.
Analogy (analogia)
Como vimos, a comparação entre elementos que têm uma ou mais carac-
terísticas em comum é uma estratégia de argumentação bastante utilizada 
em diferentes gêneros textuais. Confi ra agora algumas maneiras de se fazer 
analogias na língua inglesa. Atente para os elementos em destaque que marcam 
a ideia de comparação: 
An election is like a race. One must strive to win.
Just as a caterpillar transforms into a butterfly, so American government 
must come out of its comfort zone.
Eastern cultures are as rich as western cultures.
Julia Robert’s lattest movies show similar traces.
Authority (citação)
Como a citação procura confi rmar ou legitimar a tese defendida, utilizá-la 
é uma forma de demonstrar a veracidade ou a validade das ideias alegadas. 
According to talvez seja uma das expressões mais utilizadas para fazer uma 
citação. Entretanto, não é a única opção. Logo a seguir você encontra algumas 
alternativas para fazer citações:
According to Freud...
As Chomsky writes...
In accordance with the Clinical Trials recommendation...
As stated by Hegel...
Based on Lacan’s study on...it is possible to state that...
Example (exemplificação)
A exemplifi cação é talvez uma das maneiras mais simples, porém não menos 
importante, de se enriquecer um argumento. Usamos exemplos cotidianamente 
para nos expressar nas mais diversas situações — das mais simples às mais formais. 
A seguir, você pode conferir algumas formas de fazer exemplifi cações em inglês: 
13Produção textual e capacidade de argumentação
Federer exemplifies strength in tennis.
CNN serves as an example of biased journalism.
This international forum could, for instance, include women’s empo-
werment in the debates. 
Police officers can also commit crimes, for example: illegal search and 
accepting a bribe.
Counter-argument (contra-argumento)
Apresentar ideias opostas àquela que se está a defender, a fi m de mostrar por 
que elas são inválidas ou insufi cientes para compreender o fenômeno discu-
tido, é uma estratégia que fortalece a posição do autor na medida em que os 
discursos contrários passam a ser refutados ou, ao menos, amenizados. Para 
utilizar esse recurso, é importante estar atento para a estrutura que apresenta 
o contra-argumentoe, em seguida, para a estrutura que o invalida. Veja alguns 
exemplos: 
It might seem that a company could increase profits by downsizing. 
However, the consequeces may be devastating to the company’s image. 
It is true that the leader of North Korea is controversial. Nevertheless, 
that does not mean that the country should be bombed. 
Admittedly, racism is a very sensitive subject. Yet, it must be discussed. 
Some might object that this approach is not compatible with the marxist 
theory. Nonetheless, there are some congruences that must be underlined.
Como foi visto até aqui, existem diferentes tipos de argumentação, por exemplo, 
causa e consequência, analogia, citação, exemplifi cação e contra-argumento. 
Deve-se atentar ao fato de que cada um desses tipos de argumentação é produ-
zido em diferentes gêneros textuais; além disso, procure analisar seus efeitos 
do ponto de vista discursivo. 
Produção textual e capacidade de argumentação14
BBC. Learning English. 2011. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/worldservice/learnin-
genglish/youmeus/learnit/learnitv206.shtml>. Acesso em: 28 nov. 2018.
BOOT, M. I was a refugee. I know Trump is wrong. 05 nov. 2018. Disponível em: <ht-
tps://www.washingtonpost.com/opinions/refugees-dont-deserve-trumps-calum-
nies/2018/11/05/e3c54e68-e142-11e8-b759-3d88a5ce9e19_story.html?noredirect=on&utm_
term=.0c7e13a9b9f2>. Acesso em: 28 nov. 2018. 
CATHEY, P. B. Understanding Propaganda: Noam Chomsky and the Institutional Analysis 
of Power. 2009. Disponível em: <https://core.ac.uk/download/pdf/11984022.pdf>. Acesso 
em: 28 nov. 2018.
HOAD, P. Mirai review: an anime fantasy that bottles the magic of childhood. 2018. 02 nov. 
2018. Disponível em: <https://www.theguardian.com/film/2018/nov/02/mirai-review-
-mamoru-hosoda>. Acesso em: 28 nov. 2018.
ZANCHETTIN, J. Sigmund Freud’s clinical intuition in the field of psychosis. Psicologia USP, 
v. 29, n. 1, p. 116-125, 2018. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-
-65642018000100116&script=sci_arttext&tlng=en>. Acesso em: 28 nov. 2018.
Leituras recomendadas
MACHADO, A. R.; DIONISIO, A. P.; BEZERRA, M. A. (Org.). Gêneros textuais e ensino. 2. ed. São 
Paulo: Parábola, 2010. 
CITELLI, A. O texto argumentativo. São Paulo: Scipione, 1994. 
DIAKIDOY, I. N.; IOANNOU, M. C.; CHRISTODOULOU, S. A. Reading argumentative texts: 
comprehension and evaluation goals and outcomes. Reading and Writing, v. 30, n. 9, p. 
1869-1890, 2017. 
DRUMMOND, J. A. Roteiro para escrever uma resenha crítica. 2009. Disponível em: <http://
home.ufam.edu.br/salomao/Tecnicas%20de%20Pesquisa%20em%20Economia/Textos%20
de%20apoio/Roteiro%20para%20resenha%20critica.pdf>. Acesso em: 28 nov. 2018.
MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gênero e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008.
NEELEMAN, A.; KOOT, H. V. The linguistic expression of causation. In: EVERAERT, M.; MARELJ, 
M.; SILONI, T. (Ed.). The theta system: Argument Structure at the Interface. Oxford: Oxford 
University Press, 2012.
SONG, G.; WOLFF, P. Linking perceptual properties to the linguistic expression of causation. 
Language, culture and mind, p. 237-250, 2003.
VAN EEMEREN, F. H.; GROOTENDORST, R. From analysis to presentation: a pragma-dialectical 
approach to writing argumentative texts. In: VAN EEMEREN, F. H. Reasonableness and Effec-
tiveness in Argumentative Discourse: Fifty Contributions to the Development of Pragma-
-Dialectics. Amsterdam: Springer, 2015. p. 713-729.
15Produção textual e capacidade de argumentação
Conteúdo:
Dica do professor
A resenha é um gênero textual que procura analisar uma obra de maneira crítica. Isso quer dizer 
que fazer um resumo não é o mesmo que fazer uma resenha, pois a resenha deve conter uma 
avaliação da obra, ou seja, ela deve apontar os pontos positivos e negativos do livro, filme, artigo, 
álbum musical que pretende analisar, a fim de recomendá-lo (ou não) ao leitor.
Nesta Dica do Professor, você aprenderá mais sobre as estratégias de argumentação que podem 
ser utilizadas na produção de uma resenha. Você poderá analisar alguns exemplos e observar como 
essas estratégias funcionam na prática.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/2eb3b47c94978aadaf33a4ce784e5112
Na prática
O artigo acadêmico é um texto dissertativo-argumentativo que é resultado de um trabalho de 
pesquisa. Segundo Costa (2011), "seu propósito é comunicar os resultados de pesquisas, ideias e 
debates de uma maneira clara, concisa e fidedigna; servir de meio de comunicação e de intercâmbio 
de ideias entre cientistas da sua área de atuação e levar os resultados do teste de uma hipótese, 
provar uma teoria (tese, trabalho científico)."
Como estudantes, sempre nos deparamos com situações nas quais precisamos ler ou mesmo 
produzir artigos científicos. É muito importante conhecer as características desse gênero discursivo, 
bem como as estratégias discursivas mais utilizadas em sua produção.
Confira, na prática, uma situação hipotética envolvendo o uso desse gênero. Leia a apresentação do 
problema e observe a solução encontrada pelas personagens envolvidas.
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Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Argumentative texts and clause types
Este artigo fala sobre a relação entre argumentação e tipos de orações.
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The Construction of Argumentation in Judicial Texts: 
Combining a Genre and a Corpus Perspective
Este artigo trata da construção argumentativa em textos jurídicos.
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A expansão argumentativa na escrita de multimodal essays na 
graduação em letras língua inglesa
Este artigo traz a perspectiva da expansão argumentativa na construção de textos em língua 
inglesa.
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http://www.aclweb.org/anthology/W16-2803
https://link.springer.com/article/10.1007/s10503-007-9020-8
http://www.entremeios.inf.br/published/620.pdf
O gênero “notícia”: uma proposta de análise e intervenção
No artigo é apresentada uma leitura e análise linguística do gênero discursivo notícias jornalísticas, 
além de propor uma intervenção de ensino que aborda marcas linguístico-enunciativas de uma 
notícia jornalística.
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http://ple.uem.br/3celli_anais/trabalhos/estudos_linguisticos/pfd_linguisticos/069.pdf

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