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Introdução
 Ao longo dos anos 70 e meados dos anos 80 muitas universidades conectaram-se a essa rede, o que moveu a determinação militarista do uso da rede para um fundamento mais cultural e acadêmico. Nos meados dos anos 80 a NSF - National Science Foundation dos constitui uma rede de fibra ótica de alta velocidade conectando centros de supercomputação localizados em pontos chave no EUA. Essa rede da NSF, chamada de "backbone (espinha dorsal) da NSF", teve um papel fundamental no desenvolvimento da Internet nos últimos 10 anos por reduzir, substancialmente, o custo da comunicação de dados para as redes de computadores existentes, que foram amplamente estimuladas a se conectar ao "backbone" da NSF. O controle da "backbone" mantido pela NSF encerrou-se em abril de 1995, sendo passado, em sua grande totalidade, para o controle privado. Ao longo dos últimos anos e, especialmente, nos últimos dois anos, o interesse comercial pelo uso da Internet cresceu substancialmente. Muito possivelmente o interesse comercial, ao lado do cultural e acadêmico, constituirá a principal motivação para utilização da Internet nos próximos anos.
Este trabalho pretende ajudar a desvendar o conceito Internet para que o leitor possa encontrar interesses nos serviços disponíveis. O trabalho é dedicado ao conhecimento básico sobre historia da internet, sua estrutura, dando importância à estrutura física e lógica, à explicitação dos principais serviços, à conceituação de Internet, Web, registro de domínio e. Pretende-se, ainda, falar da utilização da internet em algumas áreas da vida.
Conceito
A Internet é "o sistema global de redes informáticas interligadas que utilizam o conjunto de protocolos da Internet (TCP/IP) para ligar dispositivos em todo o mundo". A Internet mudou a forma como realizamos as nossas tarefas diárias. As tarefas habituais que realizamos, como enviar um e-mail, consultar horários de comboios, redes sociais, pagar uma conta de serviços públicos, são possíveis graças à Internet. A estrutura da Internet tornou-se bastante complexa e não pode ser repertoriada, pois está a mudar instantaneamente. De vez em quando, alguns recursos são acrescentados e outros são reduzidos. A Internet é composta por várias redes que incluem os sectores público, privado, governamental, empresarial e académico, ligados entre si através de diferentes tecnologias eletrónicas, interligando redes globais com redes locais e vice-versa. Os recursos da Internet abrangem os domínios da informação (incluindo documentos digitais como imagem, vídeo, texto, etc.) e dos serviços (incluindo partilha de informação, correio eletrónico, videoconferência).
Embora os termos Internet e World Wide Web sejam utilizados indistintamente em termos leigos, não são a mesma coisa. É prática comum dizer "ir à Internet" sempre que abrimos uma página Web num programa de navegação. No entanto, a World Wide Web ou a Web é um dos serviços de Internet mais populares disponíveis. A Web é uma coleção de documentos interligados (páginas Web) e outros recursos Web, ligados por hiperligações e URLs. Utiliza o HTTP como protocolo subjacente para a transferência de informações, que é um dos vários outros protocolos disponíveis na teoria das redes.
HISTÓRIA DA INTERNET
O nome internet deriva da junção de duas palavras de origem inglesa, international network. Traduzindo para o português, rede internacional. Ou seja, a internet é uma rede mundial de computadores interligados que, por meio dela, dados e informações são transmitidos para qualquer usuário que nela esteja conectado. 
“A história da criação e do desenvolvimento da Internet é a história de uma aventura humana extraordinária. Ela põe em relevo a capacidade que tem as pessoas de transcender metas institucionais, superar barreiras burocráticas e subverter valores estabelecidos no processo de inaugurar um mundo novo. Reforça também a idéia de que no processo de que a cooperação e a liberdade de informação podem se mais propícias à inovação do que a competição e os direitos de propriedade.” (CASTELLS, 2003, pág. 13) 
Segundo Reedy, em agosto de 1962 se deu a primeira descrição registrada através de networking, na qual J. C. R. Licklider, do MIT (Massachussets Institute of Technology) discutia o conceito de “Rede Galáctica”. Ele previu um meio pelo qual um grupo de computadores, no qual todos pudessem acessar de maneira rápida dados e programas de qualquer local.
Em 1969, foi criada pela DARPA[footnoteRef:1], uma rede experimental de computadores, a ARPANET. Esta, conectava entre si, quatro universidades americanas, o que permitia que cientistas dividissem informações a longas distâncias. A ARPANET se expandiu e permitia a conexão de outros websites, principalmente nos circuitos acadêmicos e de pesquisa, entre as décadas de 1970 e 1980. [1: Defense Advanced Research Projects Agency] 
Bob Kahn, da ARPA[footnoteRef:2], propôs em 1973, um problema da Internet que deu início ao programa Internetting, que passou a investigar técnicas e tecnologias de diversos tipos para redes de transmissão, tendo como objetivo desenvolver protocolo de comunicação ou padrões comuns que permitissem que computadores ligados em rede pudessem trocar informações com transparência por meio de diversas redes de transmissão. A partir dessa idéia e diversos estudos surgiu a Suíte de Protocolo de TCP/IP. Esses protocolos são utilizados para ligar computadores hosts na internet. A montagem desse padrão foi de extrema importância para os profissionais da área de design, programadores, desenvolvedores para que pudessem trabalhar com a mesma idéia de como a rede se comporta. Apesar de ter sido responsável pelo início do desenvolvimento da internet, a Arpanet não foi a única responsável pela mesma como conhecemos hoje. O formato atual que a internet apresenta, segundo Castells, também resulta de uma tradição de base de formação de redes de computadores. [2: Advanced Research Projects Agency] 
“No início da década de 1990 muitos provedores de serviços da Internet montaram suas próprias redes e estabeleceram suas próprias portas de comunicação em bases comerciais. A partir de então, a Internet cresceu rapidamente como uma rede global de redes de computadores.” (CASTELLS, 2003. pág. 15) 
Em 1989, foi criada a World Wide Web, popularmente conhecida como web, pelo físico e pesquisador do MIT Timothy John Berners-Lee, que traduzida para o português significa “rede de alcance mundial”. Ela é a plataforma que tornou popular a internet que hoje conhecemos. 
“A web pode ser definida como um conjunto de recursos que possibilita navegar na Internet por meio de textos hipersensíveis com hiper-referências em forma de palavras, títulos, imagens ou fotos, ligando páginas de um mesmo computador ou de computadores diferentes. A web é o segmento que mais cresce na internet e a cada dia ocupa espaços de antigas interfaces da rede.” (VILHA, 2002, pág. 20)
Durante essas três últimas décadas, a Internet passou por diversas etapas e foi constantemente modificada. Ela foi criada em um momento que se vivia o compartilhamento do tempo (o time-sharing), e se manteve até hoje, na era dos computadores-pessoais, relacionamentos cliente-servidor, computação pareada e computador em rede. 
Para perceber como a mesma é passível de transformações e adaptável, basta analisar o seu processo evolutivo. Ela foi pensada antes mesmo de existirem redes-locais, mas se adaptou a essa nova tecnologia de rede. É importante perceber que ela nasceu entre um pequeno grupo de pesquisadores, mas tomou proporções gigantescas, e hoje está presente na vida dos usuários de forma global. 
Da mesma forma que ela vem sofrendo constantes mudanças, a tendência é que ela continue evoluindo e permitindo cada vez mais formas sofisticadas de comunicação e interação. Através dessa mudança, ela acomoda outras tecnologias que se agregam. E a revolução internet continuará a ser incentivada por novos métodos e formas de acesso, novas formas de serviços, novas aplicações que surgiram nesse mundo de “descobrimento”.
.A EVOLUÇÃO DA INTERNET
 A história da World Wide Web (WWW) acaba se confundindo com a da própria internet, mesmo que esta seja mais antiga. Pela década de 90, a web ainda era um campo pouco explorado e aos poucos começam a surgir as primeiras páginas pessoais. O comércio eletrônico era algo meio desconhecido apesar de que em 1994 a Amazon.com já dava seus primeiros passos. 
Nesse período compreendido entre 1994 e 1996, as páginas que predominavam eram as produzidas em HTML estáticas. Após isso as páginas começaram a apresentar algumas atividades dinâmicas através do uso do Javascript e Applet feitos em Java. Nesse período poucas pessoas tinham o privilégio do acesso à internet, onde suas atividades eram basicamente chats, buscas, notícias e páginas pessoais. 
Foi então que as mudanças que se seguiam deram origem a um novo momento, segundo Melo Junior (2007), a web 1.0, onde bancos e grandes cadeias de comércio passaram a perceber o mercado potencial da internet e o surgimento de inúmeros provedores de acesso. Nesse período podemos dizer que as pessoas comuns passaram a ter acesso a essa novidade ora para efetuar pagamentos ora para realizar compras online. Nesse mesmo período novas tecnologias servidoras como PHP, ASP, Servlets e JSP surgiram facilitando a criação de sites dinâmicos e de e-commerce.
Como foi dito anteriormente, estamos vivenciando um momento de grande transformação da internet, pela qual podemos utilizar novas formas de comunicação, agregando mobilidade e colaboração, palavras que descrevem bem essa nova realidade. 
Em 2003, a web passa a ganhar uma nova denominação, a web 2.0. Não que ela tenha ocorrido ocasionada por revoluções tecnológicas, mas sim por uma mudança de foco, onde percebeu-se a necessidade de transformar sites estanques, estáticos em uma posição de troca de conteúdo. Tim O’Reilly, precursor do uso do termo da web 2.0, citado por Vaz (2008), diz que: “Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.” (pág. 44) 
Uma grande mudança comportamental com o advento da web 2.0 foi o crescimento das redes de relacionamento e compartilhamento de informação. Na web 2.0 é possível que os softwares encontrados na internet funcionem em seu computador sem a necessidade da instalação do mesmo, além disso, eles podem se integrar e formar uma plataforma que oferece diversos serviços através de um só.
 A característica mais marcante da web 2.0 é o entretenimento. Os usuários estão sempre em busca de sites que ofereça novas oportunidades de experiência. Boas experiências trazem o retorno do usuário e a presença de novos, pois tudo que é interessante na rede é repassado de diversas formas: por email, Orkut, MSN, pessoalmente, enfim. Essa atitude de repassar as coisas interessantes no mundo digital que hoje vivemos ficou conhecida por “viral”.
“Na web 2.0, a colaboração tem força suficiente para concorrer com os meios tradicionais de geração de conteúdo e, mesmo quando não é gerado por internautas, o conteúdo pode ter comentários e avaliações dos usuários da web.” (TELLES, 2009). 
E assim a web 2.0 passa a gerar um grande impacto sobre os conteúdos publicados nos websites, pois, através dela, diversas ferramentas foram geradas, a fim de permitir ao usuário a oportunidade de participar da produção e organização do mesmo.
Estrutura da internet
Estrutura de rede local e Internet No quesito estrutura de hardware, o instituto poderá levar seus atuais equipamentos e instalá-los no local destino, todavia será necessário a compra de um roteador para acesso a Internet no local, bem como um equipamento de firewall para controle de acesso a rede e um rack para acomodação desses equipamentos. 
Segue abaixo a relação de equipamentos existentes que poderão ser aproveitados: 
1) 3 servidores, sendo um classificado como servidor primário e responsável por agrupar serviços de email, DNS (servidor de nomes), e WEB. Os demais servidores são responsáveis pelos serviços de servidor de arquivos de rede, servidor de backup, banco de dados e TWIKI; 
2) Desktops e notebooks do staff. Os seis equipamentos pertencentes ao INPE não serão levados por razões óbvias e serão devolvidos a este instituto; 
3) Pontos de acesso de rede wi-fi e no-breaks;
 4) Switch com 24 portas que trabalha em 100 Mbits. 
No quesito rede local, será necessário analisar o local que a mesma será instalada, mas em termos gerais a rede deverá ser estruturada em par-trançado (UTP) usando no mínimo a categoria 5 para uso de uma rede Ethernet 100 Mbits. Ademais, serão necessárias instalações elétricas adequadas com tomadas, aterramento e canaletas para os cabos de conexão. Será usado o modelo OSI (Open Systems Interconnection) em 7 camadas para o funcionamento da rede local e da Internet. 
Segue abaixo o esquema básico da conexão que será criada no novo local.
Ao contrário do que muitos pensam sobre sua origem, a invenção da internet não remete aos militares (reais criadores do computador) durante a guerra fria, mas sim a univesitários americanos, contando com pelo menos quatro nomes de peso no que diz respeito ao desenvolvimento de tudo que temos hoje quando se fala em web: Lickleider, Kleinrock, Kahn e Roberts.
Geralmente é usado um ISP (Internet Service Provider ou Fornecedor de acesso à Internet) para que ocorra a interação entre o usuário e a web. Na maioria das vezes é cobrada uma taxa mensal por parte do provedor de serviços, e essa taxa irá variar de acordo com a velocidade (banda) que o usuário deseja obter.
Assim como qualquer sistema organizado, a internet possui sua estrutura específica para funcionar, e as pessoas podem acessá-la através de uma rede residencial – na qual o usuário escolhe o que vai acessar por conta própria – ou através de uma rede empresarial – com restrições a determinados tipos de páginas.
Estrutura da internet
Ao contrário do que muitos pensam sobre sua origem, a invenção da internet não remete aos militares (reais criadores do computador) durante a guerra fria, mas sim a univesitários americanos, contando com pelo menos quatro nomes de peso no que diz respeito ao desenvolvimento de tudo que temos hoje quando se fala em web: Lickleider, Kleinrock, Kahn e Roberts.
Geralmente é usado um ISP (Internet Service Provider ou Fornecedor de acesso à Internet) para que ocorra a interação entre o usuário e a web. Na maioria das vezes é cobrada uma taxa mensal por parte do provedor de serviços, e essa taxa irá variar de acordo com a velocidade (banda) que o usuário deseja obter.
Assim como qualquer sistema organizado, a internet possui sua estrutura específica para funcionar, e as pessoas podem acessá-la através de uma rede residencial – na qual o usuário escolhe o que vai acessar por conta própria – ou através de uma rede empresarial – com restrições a determinados tipos de páginas.
Estrutura:
Cliente e Servidor
Pode-se dizer que, na internet, encontramos duas extremidades distintas associadas a navegação e troca de dados e arquivos: o cliente e o servidor. A comunicação entre eles ocorre através de protocolos, que podem ser descritos como a “linguagem” que os computadores utilizam para se comunicar.
O cliente é compreendido como aquele que requisita uma determinada informação do servidor, seja ela qual for, e aguarda pela resposta do mesmo. Ele pode estar conectado a mais de um servidor ao mesmo tempo, tendo em vista que a prática mais comum na internet é a navegação em diversos sites (através de browsers), e cada qual possui seu servidor. Geralmente são máquinas com configurações comuns, em sua grande maioria utilizadas por pessoas buscando a conexão de seu próprio lar e ambientes públicos ou através de um conjunto de computadores em uma empresa onde a interatividade com a web é de vital importância. O cliente vai receber a informação do servidore esta será armazenada no cache da máquina (com exceção de aquivos multimídia em streaming), permitindo a visualização de um site, o uso de algum arquivo e etc.
O servidor representa a outra extremidade da conexão, pois são deles que partem as informações que chegam aos clientes (cujos quais requisitam determinada informação a principio). Eles esperam pelo pedido do cliente, que será atendido e respondido devidamente. O servidor não precisa atuar diretamente com o cliente, podendo interagir com o proxy (que irá procura-lo em certas ocasiões a pedido do cliente para recolher informações que não estão contidas em seu cache) que servirá de intermediário para que tudo chegue ao cliente corretamente. Pode desempenhar mais de uma função ou ser usado unicamente para um trabalho específico (servidor dedicado). Se a demanda dos clientes à um servidor for muito grande, esse necessita de uma unidade especifica e mais bem implementada só para este tipo de tarefa, já que a velocidade de processamento de dados e a exigência de disco rígido é muito maior e os computadores comuns não suportam essa demanda.
Lembrando que, um computador que funciona como cliente em uma certa troca de informações pode ser ao mesmo tempo o servidor de uma ou outras máquinas, dependendo do modo como está sendo empregada sua utilização, assim como um servidor pode desempenhar papel de cliente para outros servidores, ou até ser utilizado como proxy, banco de dados, entre outras utilidades.
-TCP/IP
TCP (Transmission Control Protocol) é um protocolo relativo ao tranporte de dados na internet. Ele é utilizado para que haja a comunicação segura na rede, e permite controlar o estado de transmissão entre os aparelhos que estão se comunicando, no caso o cliente (máquina emissora, que pede a informação) e o servidor (máquina receptora), onde a comunicação é feita nos dois sentidos. Pode-se dizer que permite o inicio e o fim de uma comunicação de maneira “educada”.
IP (Internet Protocol) é um protocolo também ligado ao transporte de dados, sendo um dos protocolos de maior importância na rede, decidindo quem será o destinatário da mensagem. É o responsavel pela comunicação de um computador com o outro. Ele usa um endereço numérico (endereço IP) exclusivo para cada computador em uma rede. Entretanto, é um protocolo que foi desenvolvido para não ser confiável.
Os protocolos TCP/IP foram os primeiros a serem definidos, e é hoje uma sequencia de protocolos indispensável, tanto em redes comuns quanto na internet, já que a maioria das LANs exige que ele seja utilizado. Enfim, são usados para garantir que os dados realmente alcançarão seu destino e chegarão na ordem correta.
-LAN, MAN e WAN
A LAN (Local Area Network ou Rede Local) se trata de um conjunto de computadores conectados entre si, que trocam e compartilham informações. Com um alcance de no máximo dez quilometros, é formada normalmente por máquinas comuns, que possuem uma configuração limitada, e pode variar de centenas a milhares de utilizadores, dependendo do aspecto geografico do local em que está atuando. A LAN pode variar de um sistema que compreende a comunicação de uma máquina diretamente com outra (o famoso sistema P2P) ou a comunicação de um cliente com um servidor, que oferece serviços de redes aos usuários.
MAN (Metropolitan Area Network ou Rede de Área Metropolitana) é a denominação que se da quando a área de cobertura da rede utilizada passa dos dez quilometros. Essa rede abrange um território maior, como cidades ou grandes municipios, e a interação ocorre, como exemplo, quando existem cedes da mesma empresa em bairros diferentes de grandes centros urbanos.
WAN (Wide Area Network ou Rede de longa distância) remete á conexão de máquinas numa escala geográfica de grandes proporções, como países e continentes, ligando uma enorme quantidade de LANs entre si. A internet é a maior WAN que já existiu.
-Roteador
O objetivo do roteador é permitir que vários computadores distintos acessem uma determinada rede. Ele permite que as máquinas troquem arquivos entre elas, organizando os dados que irão trafegar entre as conexões e decidindo o melhor caminho para que isso aconteça. Esse caminho nem sempre é o mais curto, mas deve ser o mais eficaz possivel. Pode-se definir melhor o roteador como um “encaminhador”.
Apesar de ser possivel para o próprio cliente traçar as rotas pelas quais as informações irão trafegar na web, o mais comum é que se use o roteador para calcular e traçar essas rotas (roteamento dinâmico). Através do protocolo de roteamento, o roteador irá mapear a rede e informar aos outros roteadores a distância que os separa, desenvolvendo tabelas de roteamento, que irão especificar qual caminho será usado, além de atualizar as rotas sempre que necessário para preencher essas tabelas, utilizando-as para encaminhar os pacotes de dados.
-Comutador
O comutador (ou switch) é um aparelho que liga os dados de um computador diretamente a outro, no que poderira der definido como um canal de comunicação exclusivo para as duas máquinas. Faz com que as informações enviadas sejam recebidas apenas por um computador, evitando a propagação desnecessária para outras máquinas, e otimizando o processo, evitando a lentidão na troca de dados.
Existe também um serviço chamado Load Balancer, que evita o congestionamento e a sobrecarga na transição de informações, repartindo a carga entre diferentes máquinas e facilitando a chegada dos dados ao servidor.
-Proxy
O proxy é uma máquina que funciona como um intermediário entre redes locais e a internet, sendo destinado em sua grande maioria para web. Ele funciona como se fosse um “prestador de serviços” para o cliente, já que recebe o pedido da máquina local e por sua vez faz o mesmo pedido na internet em seu lugar, recebendo depois a resposta do servidor e repassando-a à máquina inicial.
Normalmente são instalados em máquinas com caracteristicas mais avançadas que a dos clientes, que podem armazenar mais documentos. Ele pode alterar a requisição do cliente ou a resposta do servidor, e também armazenar dados em cache. Pode desempenhar além de tudo a função de filtrar o conteúdo, comparando o pedido do cliente com a resposta do server, e liberando o que é permitido passar e interrompendo o que for proibido.
Seu funcionamento dentro da web é muito prático, uma vez que o proxy pode salvar no seu cache os arquivos que são requisitados pelo cliente, assim, quando por exemplo uma página é visitada pela primeira vez, ela é salva no proxy, e nas futuras visitas a essa mesma página não haverá necessidade do proxy procurá-la novamente em um servidor remoto, ele somente mandará uma cópia que estará armazenada no seu cache, tornando mais dinâmica a navegação. Isso vale também para outros serviços, como a requisição de arquivos ou conexões.
Se for necessário, o proxy pode ser usado para autenticar quem estiver se conectando, através de um login e uma palavra chave, liberando assim o acesso somente a pessoas autorizadas.
-Firewall
O firewall é usado para proteger um computador ou uma rede de computadores da invasão de intrusos que podem estar presentes na internet, analisando o IP do computador que emite e do computador que recebe um determinado pacote de dados, identificando esses pacotes, direcionando-os para suas respectivas portas (cada porta tem seu tipo de arquivo especifico), filtrando o que passa de uma rede para a outra, e permitindo que os computadors da LAN se conectem. Ele é encontrado tanto na forma de programa (software) como na forma física (hardware). O fluxo de entrada e saída de informações com a web pode ser controlado através dele.
Desempenha determinadas tarefas de segurança, como bloquear o download de vírus, proibir determinados sites que possam representar uma ameaça, filtrar cookies, entre outras funções. Existe uma interface da firewall relacionada com a rede interna e uma outra relacionada com a rede externa, e ele funciona entre essas duas redes.
Utilização da Internet
As utilizações da internet são múltiplas, pois é ajustável a quase qualquer tecnologiacapaz de fornecer informações relevantes sobre o seu próprio funcionamento, sobre o desempenho de uma atividade e mesmo sobre as condições ambientais que necessitamos monitorizar e controlar remotamente.
Hoje, muitas empresas de diferentes indústrias ou setores estão adotando essa tecnologia para simplificar, melhorar, automatizar e controlar diferentes processos. Aqui estão algumas das incríveis aplicações práticas da internet:
· ferramenta estudo (acessar livros, fazer pesquisas, comunicar com outros estudante)
· ferramenta de trabalho (e-mail, participar de reunião a distância)
 Essas algumas de uma imensa possibilidade que a internet nos proporciona.
Conclusão
A Internet é considerada por muitos como um dos mais importantes e revolucionários desenvolvimentos da história da humanidade. Pela primeira vez no mundo, um cidadão comum ou uma pequena empresa pode (facilmente e a um baixo custo), não só ter acesso a informações localizadas nos mais distantes pontos do globo, como também - e é isso que torna a coisa revolucionária - criar, gerenciar e distribuir informações em larga escala, no âmbito mundial, algo que somente uma grande organização poderia fazer, usando os meios de comunicação convencionais. Isso, com certeza, afetará substancialmente toda a estrutura de disseminação de informações existente no mundo, a qual é controlada, primariamente, por grandes empresas. Com a Internet, uma pessoa qualquer (um jornalista, por exemplo) pode, de sua própria casa, oferecer um serviço de informação baseado na Internet, a partir de um microcomputador, sem precisar da estrutura que, no passado, só uma empresa de grande porte poderia manter. Essa perspectiva abre um enorme mercado para profissionais e empresas, interessados em oferecer serviços de informação específicos
Referências
Castells, Manuel. A galáxia da internet: reflexões sobre a internet, os negócios e a sociedade; tradução Maria Luiza X. de A. Borges; revisão Paulo Vaz. – Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003
VAZ, Conrado Adolpho. Google Marketing: O Guia Definitivo de Marketing Digital. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2008.
Vilha, Anapatrícia Morales; Di Agustini, Carlos Alberto. E-marketing para bens de consumo durável. Rio de Janeiro. Editora FGV. 2002.
https://brunomscampos.wordpress.com/2013/03/05/as-estruturas-da-internet/
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